Confira os principais resultados da Plataforma dos Centros Urbanos no 1º semestre de 2010

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1 O primeiro semestre de 2010 foi de grandes articulações municipais com o poder público para que os objetivos e metas da Plataforma dos Centros Urbanos sejam alcançados. Diversas Secretarias Municipais abriram suas portas para o diálogo com a coordenação da Plataforma, em busca de avanços nas metas da cidade, e com as comunidades, de forma a promover uma ação mais colaborativa entre os serviços públicos locais e os Grupos Articuladores. O período também foi intenso nas comunidades participantes. O grande destaque foi a construção dos Planos de Ação, que traduzem em iniciativas concretas o que as comunidades se comprometem a fazer para melhorar as condições de vida de seus meninos e meninas. Os adolescentes também desenvolveram Planos de Comunicação, para dar visibilidade aos direitos da infância e adolescência e às atividades realizadas pelos Grupos Articuladores para o alcance das metas comunitárias, bem como mobilizar mais pessoas a participar desse intenso processo de transformação. Confira os principais resultados da Plataforma dos Centros Urbanos no 1º semestre de 2010 Os parceiros técnicos da Plataforma tiveram papel decisivo, oferecendo o apoio necessário para a elaboração dos documentos e facilitando a conquista de autonomia dos Grupos Articuladores e dos Adolescentes Comunicadores. Os sonhos já começam a sair do papel e ganhar as ruas. Os Grupos Articuladores descobrem melhores maneiras de dialogar com o poder público, buscam parcerias com organizações governamentais e privadas para viabilizar as ações que planejaram, organizam eventos, fazem mutirões e campanhas. Os próximos passos estão nas mãos de cada um dos que fazem a Plataforma acontecer: aliados, apoiadores, parceiros, comunidades, famílias, cidadãos, crianças, adolescentes. Que as páginas a seguir possam traduzir um pouco do orgulho de todos com os resultados já alcançados e trazer inspiração e ainda mais disposição para enfrentarmos os próximos desafios.

2 Mobilização Social Secretário Geral da ONU visita comunidade no Rio de Janeiro O Secretário-Geral das Nações Unidas Ban Ki-Moon esteve, dia 27 de maio, no morro da Babilônia, no Chapéu Mangueira, para conhecer a realidade de crianças e adolescentes que vivem nas comunidades populares do Rio de Janeiro. Além de visitar projetos sociais desenvolvidos na comunidade, Ban Ki-Moon teve a oportunidade de conversar com os adolescentes da Plataforma dos Centros Urbanos. Eles falaram sobre os desafios que meninos e meninas enfrentam diariamente nas comunidades populares, incluindo questões sobre meio-ambiente, preconceito e violência. O Adolescente Comunicador Gustavo Dantas de 16 anos, apontou a desigualdade como um dos grandes problemas da cidade. No mesmo bairro temos mansões e favelas, uma do lado da outra, comentou. Ban Ki-Moon comprometeu-se a transmitir as inquietações dos adolescentes ao presidente Lula e os encorajou a aproveitar sua voz poderosa como ferramenta social. A visita teve grande repercussão no Brasil e no exterior. Oficina promove diálogo entre comunicadores e moradores das comunidades Em março, 16 profissionais de comunicação participaram da I Oficina com Comunicadores promovida pela Plataforma dos Centros Urbanos em São Paulo, com o apoio da Kimberly-Clark Brasil e da MSC Cruzeiros. Durante a Oficina, o UNICEF e o Instituto Paulo Montenegro apresentaram os principais resultados da Consulta às Crianças e aos Adolescentes e Consulta às Lideranças das Comunidades. Tendo os dados como gancho, os comunicadores tiveram a oportunidade de dialogar com representantes dos Grupos Articuladores Locais e Adolescentes Comunicadores a respeito da cobertura da imprensa sobre a realidade das comunidades populares. Os jornalistas mostraram-se abertos a aperfeiçoar a cobertura. Precisamos de personagens, de gente para mostrar uma outra realidade, afirmou Reinaldo Gottino, apresentador da TV Record. Por outro lado, os moradores estão dispostos a colaborar: Queremos ajudar os jornalistas, abrindo as portas das comunidades para mostrar o que temos de bom, afirmou Alisson Rodrigues, Adolescente Comunicador. Foram catalogadas 35 matérias publicadas pela imprensa após a Oficina, incluindo veículos como Folha de São Paulo, O Estado de São Paulo, Diário de São Paulo e uma série especial na rádio CBN.

3 Metodologia de diagnóstico da Plataforma é apresentada em fórum mundial A Plataforma dos Centros Urbanos teve destaque durante o Fórum Urbano Mundial, promovido pela UN Habitat em março, no Rio de Janeiro. Na abertura da Assembléia Mundial da Juventude Urbana, que precedeu o Fórum, o Adolescente Comunicador Renato Gardel inspirou o público ao representar a juventude: Não somos apenas uma faixa etária. Nós somos a ponte, a sinalização, o convite, o desejo e a possibilidade de transformações que habitam a alma de todos nós, discursou. Já no dia 23 de março, a metodologia da Plataforma foi compartilhada em oficina com cerca de 50 pessoas de várias nacionalidades, que tiveram a oportunidade de vivenciar todas as etapas do Diagnóstico Participativo da Plataforma: Mapeamento, Consultas e Fórum Comunitário. A oficina foi facilitada por técnicos do UNICEF, CEDAPS e Instituto Paulo Montenegro. Articulação Política Comunidades participam da construção do Plano Municipal de Educação em São Paulo No dia 18 de maio aconteceu na sede da Ação Educativa uma Plenária Livre voltada para a formulação do Plano Municipal de Educação de São Paulo para os próximos dez anos, com a participação dos Grupos Articuladores. Uma das prioridades dos Adolescentes fazem suas propostas ao Plano participantes foi a redação de um texto que trouxesse Além de participar da Plenária Livre na Ação Educativa, os Adolescentes Comunicadores públicas e a comunidade. Acessibilidade, diversidade e fizeram sua própria reunião na Viração para melhora da qualidade da educação também estiveram elaborar sugestões ao Plano Municipal de presentes da discussão. Educação. Garantia de transporte gratuito O Grupo Articulador Aracati, um dos mais envolvidos para alunos do ensino médio, bicicletários em com o processo de construção do Plano, realizou na todas as escolas e utilização de metodologias região de Cidade Ipava duas Plenárias Livres e duas participativas dentro da sala de aula foram Plenárias Temáticas sobre o tema, mobilizando pais, algumas de suas propostas ao documento. professores, crianças e adolescentes. sugestões de integração entre os gestores das escolas

4 São Paulo tem novo articulador municipal A articulação com as prefeituras dos municípios que participam da Plataforma dos Centros Urbanos tem avançado a cada dia. Em São Paulo, a Plataforma conta com um novo articulador municipal, Giovani Palermo, da Secretaria de Governo. Palermo tem facilitado o acompanhamento das metas municipais e a articulação com as Secretarias e as Subprefeituras. Ao longo do primeiro semestre, foram realizadas reuniões com as secretarias Municipal de Assistência e Desenvolvimento Social (SMADS), da Pessoa com Deficiência e Mobilidade Reduzida, de Educação, de Participação e Parceria. Em todos os encontros foram apresentados os resultados do Diagnóstico Participativo e estudadas possibilidades de atuação conjunta. Com a Secretaria Municipal de Educação, por exemplo, será realizado, no segundo semestre, um encontro entre os Grupos Articuladores Locais e os Dirigentes Regionais de Ensino, para buscar um maior envolvimento das escolas nas ações realizadas pelas comunidades no âmbito da Plataforma. Diálogo com a Prefeitura gera ações com as comunidades no Rio de Janeiro Diversas iniciativas conjuntas entre Secretarias Municipais do Rio de Janeiro e os Grupos Articuladores Locais foram estabelecidas durante o primeiro semestre de Ao conversar com os Grupos sobre seus Planos de Ação, o Secretário de Assistência Social Fernando William, articulador municipal, resumiu o espírito da parceria na cidade: "O que estamos fazendo não é nenhum favor, é uma grande colaboração que as comunidades trazem à Secretaria. Em abril, 41 Grupos Articuladores debateram com a Secretaria Municipal de Saúde e Defesa Civil as metas de seus Planos de Ação referentes à mudança Proteger-se do HIV/Aids, buscando ampliar e aperfeiçoar o trabalho de prevenção nas comunidades. Além de receberem a Caderneta do Adolescente, instrumento criado pelo governo para o controle da saúde de meninos e meninas, os Grupos tiveram da Secretaria o compromisso de buscar formas de facilitar a chegada de preservativos às comunidades e melhorar o atendimento, ampliar atividades educativas relacionadas à prevenção e chancelar a produção de materiais informativos feitos pelas comunidades. Reunião com Sec. Mun. Assistência Social No mês seguinte, 42 Grupos Articuladores reuniram-se com representantes de dez Coordenado- rias de Assistência Social e estabeleceram ações que deverão ajudar no cumprimento das metas comunitárias da Plataforma. Ainda em maio foram realizadas reuniões da coordenação da Plataforma com as dez Coordenadorias Regionais de Educação do município. Foram apresentados os Planos de Ação e promovida a aproximação entre os Grupos Articuladores e escolas que atuam no mesmo território. Em diálogo com o Secretário Municipal de Esportes e Lazer do Rio de Janeiro, Rogério Pimenta, 44 Grupos Articuladores presentes puderam tirar dúvidas sobre como proceder à solicitação de projetos esportivos para a comunidade, conheceram o trabalho e tiveram oportunidade de estabelecer futuras parcerias com as Vilas Olímpicas presentes em suas regiões.

5 Grupos Articuladores reúnem-se com Subprefeituras Como parte da estratégia de articulação política da Plataforma dos Centros Urbanos, os Grupos Articuladores Locais estão realizando uma série de reuniões com os Subprefeitos da cidade de São Paulo. Durante os encontros, organizados pelo UNICEF e o Cieds, os Grupos têm a oportunidade de apresentar seus Planos de Ação, elaborados com base nos resultados dos diagnósticos realizados em suas comunidades, bem como nas prioridades por eles definidas para melhorar as condições de vida de crianças e adolescentes. Juntos, os participantes iniciam um diálogo que deve se estender pelos próximos meses, definindo e implementando estratégias conjuntas pelos direitos de meninos e meninas. Em 2010 já foram realizadas reuniões com 11 Subprefeituras, com a participação de 114 lideranças comunitárias, adolescentes, gestores públicos, subprefeitos, assessores e coordenadores de áreas temáticas. O diálogo gera resultados concretos. Na Sé, por exemplo, foram encaminhadas questões como a revitalização de uma praça, a construção de um Ecoponto e o replanejamento do uso de um Clube Escola. Já o Grupo Articulador Núcleo Nova Aliança conseguiu iniciar com a Subprefeitura um processo de regularização do terreno da Associação de Moradores, legalizando a documentação e conseguindo uma pequena reforma e a limpeza da área que estava abandonada. Na Vila Guacuri estão em processo a construção de uma praça e a implementação dos cursos do Centro de Apoio ao Trabalhador. Comitês Municipais analisam metas e Planos de Ação Em 2010, aconteceram duas reuniões do Comitê Municipal no Rio de Janeiro. Na primeira, em 31 de março, as secretarias municipais de Saúde e Defesa Civil, Educação e Assistência Social apresentaram as metas quantificadas que deverão ser pactuadas com o prefeito Eduardo Paes. Na segunda reunião, que aconteceu em 20 de maio, foi apresentado ao Comitê um resumo das iniciativas e dos apoios previstos nos Planos de Ação dos Grupos Articuladores Locais. Em São Paulo, a quantificação das metas municipais está sendo discutida pelo UNICEF com as diversas Secretarias Municipais e será apresentada na próxima reunião do Comitê Municipal, prevista para acontecer no segundo semestre de No município paulista de Itaquaquecetuba, o Comitê Municipal reuniu-se em abril, para analisar os dados do Diagnóstico Participativo e avaliar os avanços alcançados desde o início da implementação da Plataforma dos Centros Urbanos. Fundação Bradesco e BT instalam mais 3 CIDs em SP As comunidades de Jardim São Luis, Brasilândia e Parque Grajaú, em São Paulo, já receberam mobiliário e computadores para seus Centros de Inclusão Digital (CIDs), instalados pela Fundação Bradesco e a BT, em parceria com os respectivos Grupos Articuladores Locais. Nos CIDs, os adolescentes serão estimulados a refletir e debater sobre as condições da infância e adolescência, realizar pesquisas, planejar e desenvolver estratégias de comunicação para mobilizar a população para melhorar as condições de vida das crianças e dos adolescentes. Os espaços também deverão ser abertos à comunidade.

6 Participação de Crianças e Adolescentes Adolescentes Comunicadores aproveitam oportunidades geradas pela Plataforma Além das atividades de formação previstas na Plataforma dos Centros Urbanos que inclui orientação e acompanhamento para a construção de planos de comunicação para implementar em suas comunidades Congresso HIV em Brasília os Adolescentes Comunicadores de São Paulo e Rio de Janeiro aproveitaram outras oportunidades que tiveram ao longo do primeiro semestre. A adolescente Erika, da comunidade da Maré do Rio de Janeiro, por exemplo, representou Percebi que nas atividades a Plataforma no encontro internacional da de formação da Plataforma iniciativa Laço Sul Sul Jovem, onde eu aprendi mais do que usar adolescentes da América Latina e África se reuniram para trocar experiências com os meios de comunicação. relação à prevenção à aids e elaborar Elas me ajudaram a me projetos para serem implementados com desenvolver, saber chegar nas protagonismo juvenil. A adolescente terá um pessoas e conversar. Alaíde recurso específico para promover parcerias Castelani, 17 anos, entre as escolas e as unidades de saúde de sua comunidade. Para isso conta com o apoio Adolescente Comunicadora ao dos profissionais de saúde de sua região. perceber o impacto que a iniciativa teve em sua vida. Oficina de poesia e oratória, elaboração do Plano Municipal de Educação de São Paulo, congresso mundial sobre HIV/aids, Fórum Urbano Mundial, visita ao Museu da Língua Portuguesa, participação gratuita em concertos musicais oferecidos pela Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo foram outras dessas oportunidades. Nos diversos eventos de que participam, os meninos e meninas aproveitam para fazer a cobertura jornalística, exercitando o que aprenderam nas atividades de capacitação em mídia coordenadas pela Viração, em São Paulo, e a Bem TV, no Rio. Adultos também aprendem educomunicação Para apoiar a ação dos Adolescentes Comunicadores em suas comunidades em São Paulo, a Viração também está capacitando adultos dessas localidades em educomunicação, em encontros que acontecem a cada dois meses. Alguns adolescentes também participam destas atividades, fortalecendo a formação e o diálogo intergeracional. Dessa maneira, os adultos acompanham e orientam os adolescentes em suas iniciativas nas comunidades.

7 Plataforma alinha ações com RAP da Saúde No Rio de Janeiro, os Adolescentes Comunicadores fazem parte da Rede de Adolescentes Promotores de Saúde (RAP da Saúde), iniciativa da Secretaria Municipal de Saúde e Defesa Civil que oferece aos meninos e meninas oportunidade para exercer sua cidadania e promover saúde em suas comunidades.para alinhar as ações com as de outros jovens que participam do programa governamental, cerca de 90 adolescentes das duas iniciativas encontraram-se em maio. Secretário do Trabalho ouve propostas dos adolescentes Em fevereiro, cerca de 20 Adolescentes Comunicadores reuniram-se com o Secretário Municipal do Desenvolvimento Econômico e do Trabalho de São Paulo, Marcos Cintra, na sede da Viração. Esta foi uma oportunidade dos adolescentes resgatarem temas discutidos com o prefeito Gilberto Kassab no ano anterior, apresentarem propostas complementares para a área de trabalho e relatarem suas atividades como beneficiários do programa ProJovem, que oferece bolsas para que estes meninos e meninas possam seguir estudando e desenvolvendo ações comunitárias. Uma das sugestões que mais agradaram o Secretário foi a inclusão de capacitações diferenciadas por faixa etária no programa ProJovem, para atender as demandas específicas dos adolescentes de 16 anos, que enfrentam dificuldades para ingressar no mercado de trabalho. Como resultado adicional deste encontro, a adolescente Janaia Leonardi, da Zona Leste, articulou com a Secretaria a realização de cursos de capacitação profissional para os moradores da sua comunidade. Ministério Público do Rio de Janeiro busca diálogo com os adolescentes da Plataforma Cerca de 50 adolescentes comunicadores da Plataforma foram recebidos no Ministério Público do Rio de Janeiro, para informar-se sobre as modalidades de atuação das Promotorias da Infância, mas também para apresentar aos promotores presentes denúncias relacionadas aos problemas que enfrentam em suas comunidades. Problemas estruturais nas escolas, debilidade dos serviços de saúde, diversas situações de violência, falta de transporte público, muitos foram os problemas abordados durante a reunião que durou três horas. Os promotores públicos solicitaram aos adolescentes o encaminhamento de informações detalhadas sobre cada um dos problemas mencionados e se comprometeram a investigar cada um deles. Os adolescentes são extremamente conscientes e motivados e esse tipo de encontro nos dá muito ânimo para continuar a atuar na área da infância, disse Rodrigo Medina, Coordenador do Centro de Apoio às Promotorias da Infância do Estado do Rio de Janeiro.

8 Desenvolvimento de Capacidades Planos de Ação começam a ser implementados nas comunidades O primeiro semestre de 2010 foi de grande dedicação do Cieds e do Cedaps, parceiros técnicos da Plataforma, para que os Grupos Articuladores Locais pudessem concluir seus Planos de Ação e começassem a colocá-los em prática. Os adolescentes também tiveram papel fundamental na construção dos Planos de Ação, ajudando a elaborar os Planos de Comunicação. Para isso, receberam o acompanhamento permanente da Bem TV e do Cieds. A construção do Plano de Ação é uma etapa fundamental para o alcance dos resultados esperados pela Plataforma. É através desta construção que os Grupos Articuladores se organizam, se fortalecem e estabelecem relações na comunidade, buscando sua implementação, observa Claudia Frazão, do Cieds. Encontros intercomunitários promovem fortalecimento dos Grupos Para promover a construção coletiva de conhecimentos entre os diversos Grupos Articuladores que participam da Plataforma, foram criados, em São Paulo, os Encontros de Pólo. Neles, os Grupos reúnem-se de acordo com sua localização geográfica na cidade. Em 2010, foram realizados nove encontros, dos quais participaram cerca de 50 pessoas em cada. Neles, foram discutidos temas relacionados ao Plano de Ação, às capacitações oferecidas pela Plataforma, ao plano de trabalho do Adolescente Comunicador, entre outros. No Rio de Janeiro, os Grupos Articuladores tiveram duas plenárias em Uma aconteceu em maio e outra em março, com a presença de 36 e 27 grupos, respectivamente. Nestes encontros, mediados por representantes dos Grupos, foram discutidas questões, dúvidas e questionamentos sobre o processo da Plataforma. Grupos ajudam a aperfeiçoar metodologia da Plataforma Com o objetivo de potencializar a participação dos Grupos Articuladores e tornar mais efetiva a metodologia da Plataforma em cada comunidade, foram criadas as Comissões de Comunicação, Articulação Política, Metodologia e Adolescentes Comunicadores em São Paulo e no Rio de Janeiro. Nelas, representantes dos Grupos reúnem-se para fazer sugestões de aperfeiçoamento da metodologia e construir respostas conjuntas para determinadas demandas das comunidades. No primeiro semestre de 2010 ocorreram 14 encontros das Comissões. Em São Paulo, houve a mudança de quatro Comissões para uma única e neste momento o Grupo está montando um blog para socializar as discussões e ampliar a participação para quem não pode estar presencialmente nas reuniões.

9 Formações temáticas Durante o semestre foram promovidas atividades de formação temáticas complementares para os Grupos Articuladores Locais e Adolescentes Comunicadores em: Direitos Humanos e Saúde, pela Fiocruz Direito, Saúde e Gênero, pela Fiocruz Direitos Sexuais e Direitos Reprodutivos, pelo UNICEF Esporte, pelo Instituto Esporte Educação (IEE) Estatuto da Criança e do Adolescente, pela Fiocruz Lei Maria da Penha, pela Fiocruz Maleta Democracia, pelo Canal Futura Monteiro Lobato, pela Editora Globo Prevenção às DSTs e à Aids, pelo Cedaps Barclays visita projeto de capacitação profissional O Grupo Articulador do Jabaquara recebeu, no final de maio, a visita de representantes do banco inglês Barclays e do Comitê Britânico para o UNICEF. Durante o encontro, lideranças da comunidade tiveram a oportunidade de contar sobre a realidade da região e o trabalho que vêm desenvolvendo no âmbito da Plataforma dos Centros Urbanos. Os visitantes vieram conhecer de perto o projeto que apoiam dentro do contexto da Plataforma, que busca fortalecer organizações locais para promover a formação e inserção de jovens no mundo do trabalho. O projeto inclui articulações com Superintendência Regional do Ministério do Trabalho, Secretaria Municipal do Trabalho, Atletas para a Cidadania, Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente e site Busca Jovem, para ampliar oportunidades para aprendizes e jovens empreendedores. Destaques das Comunidades Rio de Janeiro: Emergência: Em abril, o Rio de Janeiro foi atingido por fortes chuvas, que levaram a deslizamentos em algumas encostas da cidade. Várias comunidades populares foram seriamente afetadas Mais de 250 pessoas morreram e perderam as suas casas. Através das articulações políticas e de mobilização social, a Plataforma ajudou a viabilizar doações de produtos de higiene e recursos financeiros para ajudar algumas dessas famílias. Festival de Talentos: Em junho, os grupos articuladores Unindo Forças,Cidadão do Futuro e Esperança Jovem, todos de Guaratiba, realizaram o Festival Mostre o Seu Talento. Neste evento foi lançada a Caderneta Saúde do Adolescente. Os Adolescentes Comunicadores e promotores da saúde aproveitaram para apresentar um vídeo produzido por eles sobre saúde.

10 Rio de Janeiro: Camelôs Educativos: O grupo Cidadão do Futuro realizou um evento de mobilização comunitária para apresentar o Plano de Ação realizado por eles aos moradores da comunidade Itapuca, dia 26 de junho. Foram realizados camelôs educativos sobre DST/aids com informações e distribuição de preservativos, tenda da Educação Jurídico Popular com orientações sobre o Estatuto da Criança e do Adolescente, capoeira, apresentação do Bumba Meu Boi e recital de poesia, além de brincadeiras tradicionais, como corrida do saco e ovo na colher. Comunicação: Atuando de forma estreita com o Grupo Articulador de Senador Camará, Zona Oeste do Rio, as Adolescentes Comunicadoras Grasiela Araújo e Thamires Ribeiro estão escrevendo o roteiro de um programa de televisão, que será veiculado em canal comunitário. No programa serão discutidas as seis áreas de mudanças previstas na Plataforma: Sobreviver, Aprender, Proteger-se do HIV, Crescer sem Violência, Participação do Adolescente e Diversidade. A comunidade de Senador Camará também se articulou com a ONG Centro de Capacitação e Desenvolvimento Social e conseguiu a implantação de um núcleo do programa Projovem no Centro Cultural da região. Com isso, cem adolescentes de 15 a 17 anos passaram a participar de oficinas de estamparia, grafite e teatro. O Berço é Aqui: O grupo articulador Berço dos Sonhos, de Jardim Palmares, realizou em julho a 1ª Assembléia de Mobilização a favor dos Direitos das Crianças e dos Adolescentes. Além de ter o objetivo de mobilizar a comunidade e elaborar abaixo-assinados, o evento contou com atividades referentes ao Aleitamento Materno e Prevenção de DST/aids. São Paulo: Atividades Temáticas no Centro: O Grupo Articulador Nossa Barra Funda realizou sua atividade temática, prevista no Plano de Ação, objetivando a apropriação de uma praça pública que estava sendo deteriorada. Cerca de 200 crianças passaram pelo evento e puderam participar das atividades lúdicas odontológicas (com teatro de fantoches sobre saúde bucal), apresentação musical, atividade de mosaico, apresentação de circo, fantasias e jogos educativos. Também foi organizado um mutirão de saúde pelas equipes do Centro de Saúde Escola Barra Funda e da UBS Boracea, que passaram o evento todo em plantão de conscientização sobre DTS/AIDS, entregando preservativos, fazendo orientação sobre saúde da mulher e planejamento familiar, além de exame de pressão arterial e exame médico para o uso das atividades no Clube e campanha sobre H1N1 e Dengue.

11 São Paulo: Esporte: A alegria tomou conta das comunidades paulistanas de Ermelino Matarazzo, em março, e do Capão Redondo, em junho. Cerca de 6 mil crianças e adolescentes dessas localidades tiveram a oportunidade de participar de atividades esportivas como futebol, tênis, basquetes, vôlei, atletismo, judô e ginástica, promovidas pela Caravana do Esporte, uma iniciativa da ESPN Brasil e do Instituto Esporte e Educação (IEE), em parceria com o UNICEF. A Caravana procura mostrar a ação eficaz do esporte como elemento educacional e de transformação social em cidades e comunidades de baixa renda do Brasil, explica Fábio D'Ângelo, do IEE. Paralelamente, foram realizadas formações com 200 professores de 18 escolas públicas do entorno das comunidades, estimulando-as a continuar utilizando o esporte como fator de educação e incentivando iniciativas que nascem na escola e envolvem alunos, professores, pais e comunidade. Skate Solidário: O Grupo Profissionalização: Em negociação com a Articulador de Paraisópolis aproveitou Secretaria do Trabalho de São Paulo, o Grupo o esporte como gancho para abordar Articulador Cidade Restaurada (Cires) levou até a temas como preconceito, higiene e comunidade Fazenda da Juta (Vila Prudente, Zona saúde com sua população, realizando Leste), cinco cursos de formação do Programa evento em maio. Skate, frisbie, Jovens Paulistanos: Auxiliar de Departamento capoeira, rugby, desenho e Pessoal, Auxiliar de Almoxarifado, Auxiliar de Débito e Cobrança, Operador de Caixa e brincadeiras aconteceram na parte Organizador de Eventos, dos quais participaram 200 asfaltada de uma das ruas mais adolescentes e jovens. "Os cursos foram realizados isoladas da comunidade. Em espaços e concluídos com êxito e já encontramos uma nova públicos como quadras e salas de oportunidade com a Secretaria, agora com cursos de Operador de Telemarketing, Auxiliar de Escritório, Vendedor de Comércio Varejista e Atendente de Lanchonete", conta Juliana Rodrigues Caldas de Souza, do Grupo Articulador Cires. escolas foram realizadas atividades de futsal, vôlei, basquete, tênis, karatê, filme e contação de histórias. Entre uma atividade e outra, os temas foram abordados de maneira criativa. Igualdade racial: O Grupo Articulador do Parque Residencial Marengo, promoveu, em abril, um encontro para profissionais da rede de serviços local e para lideranças comunitárias, para refletir sobre os direitos das crianças e dos adolescentes de diferentes origens étnicas, raciais e culturais. Para isso, convidaram a professora universitária Natalina Almeida de Jesus, estudiosa da questão racial e saúde da mulher negra. O tema também ganhou destaque em José Bonifácio, onde é desenvolvido projeto para dar visibilidade à Lei , que prevê a inclusão da temática da história e cultura afro-brasileira nos currículos escolares. Ao mesmo tempo, a Sociedade Fala Negão/Fala Mulher promove oficinas gratuitas de percussão e dança afro, valorizando a cultura negra.

12 Acessibilidade: O Grupo Articulador Jardim Vera Cruz promoveu o Fórum de Acessibilidade, que teve palestra com o tema Derrubando barreiras para uma cidade melhor para todos. O evento teve a participação de 83 pessoas, inclusive dos próprios adolescentes com deficiência, para que fossem ouvidos quanto às suas necessidades. Escola nova: O Grupo Articulador Jardim Aracati conseguiu a oficialização da Secretaria de Educação para a construção de uma escola para a região, por meio das articulações locais, levantamentos de dados, ações estratégicas e participação da comunidade. O grupo fez o diagnóstico da região, mapeou as crianças sem vagas, articulou fóruns e plenárias na comunidade sobre o tema educação, apontou o terreno e fez a solicitação da escola. Monitoramento e Avaliação Grupos aprofundam consulta às comunidades Os Grupos Articuladores Locais do Jabaquara e do Cantinho do Céu, em São Paulo, e do Borel e Cosmos, no Rio de Janeiro, realizaram, no mês de junho, uma nova consulta sobre as condições de vida de seus meninos e meninas. Com base na experiência da Consulta às Crianças e aos Adolescentes e Consulta às Lideranças da Comunidade, feitas em 2009, os quatro Grupos aplicaram um novo questionário, incluindo prestadores de serviços e representantes do poder público entre os entrevistados. As respostas estão sendo analisadas pelo Instituto Paulo Montenegro, que também foi responsável, com o CEDAPS e o Cieds pela capacitação dos adultos e adolescentes dos Grupos Articuladores, para que eles mesmos realizassem a pesquisa Dessa maneira, além de aprofundar os conhecimentos de sua realidade local, as comunidades estão contribuindo com a iniciativa internacional Cidades Amigas das Crianças (Child Friendly Cities), que visa melhorar as condições de vida de meninos e meninas que vivem em ambientes urbanos, permitindo que comunidades e municípios possam avaliar melhor o grau em que eles estão garantindo os direitos da infância e adolescência. Além do Brasil, outros 11 países participam da iniciativa. Iniciativa: Parceiros Governamentais: Aliados: SAÚDE E DEFESA CIVIl Parceiros: Apoiadores: Parceiros Técnicos:

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