marcos da eni em Angola actividade como operador Bloco 15/06 e Bloco 35 eni e&p em Angola

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1 a eni exploration & production em Angola Junho de 21

2 2 marcos da eni em Angola 198 eni entra no Bloco com uma participação de 15%, e inicia a actividade em Angola 1982 eni, como operadora, adquire 5% de acções no Bloco Descoberta de petróleo no campo Safueiro (Bloco 1) 1987 eni adquire 9.8% de acções da Chevron (operadora), no Bloco 1991 eni começa a produção de petróleo a partir do campo Safueiro, com BOPD 199 eni entra nos Bloco 1 (Op. Chevron 1%) e 15 (Op. Exxon %), com uma participação de 2%, e começa a aventurarse no offshore 1996 É concedido à eni o Bloco 25 e é apontado como operadora 1997 Operadora anuncia descoberta de petróleo em águas profundas de Angola no campo Kuito, no Bloco O campo Kuito, no Bloco 1, entra em operação: a primeira produção de offshore da eni 25 Os fluxos de petróleo do Kizomba B, bem como, o rácio diário do Bloco 15 sobe para cima de 5. barris/dia 26 A eni adquire a operadora do Bloco 15/6 com uma participação de 5%. Primeiro petróleo dos campos BBLT do Bloco 1 27 É atribuída à eni uma participação de 1,6% no Angola LNG. eni assina um Acordo de Participação (PA) para o de Gás 28 Petróleo flui da Fase C Kizomba I e II (Campo Mondo e Campos Saxi Batuque), o rácio diário do Bloco 15 sobe para cima de 6. barris/dia. Os bem sucedidos resultados dos dois poços de exploração perfurados no Bloco 15/6 (Sangos 1 e Ngoma 1) ambos declarados como Poços Comerciais 29 A eni descobre petróleo em dois novos poços perfurados no Bloco 15/6 - Cabaça Norte-1 e Nzanza-1, primeiro petróleo do Tombua - Lândana Bloco 1 21 eni depara-se com três novas descobertas no Bloco 15/6 com o poço Cinguvu-1, Cabaça SE-1 e Mpungi-1. O primeiro período de exploração acordado ficou concluído um ano e meio antes dos termos da PSA. Um total de oito poços foram perfurados, sete dos quais declarados comerciais. No mesmo ano as duas grandes descobertas são delineados por poços de avaliação (Cabaça SE-2 e Mpungi-2) para acelerar o tempo e comercialização. Fase 1 do Centro Oeste finalizou actividades de campo. Finalizou o conceito de avaliação da segunda fase do Centro Oeste 211 Iniciou-se a execução da Fase 1 do Centro Oeste, a implantação do primeiro FPSO no Bloco 15/6, a Fase 1 prevê o desenvolvimento de quatro campos, Sangos, Ngoma, Cinguvu e Mukuvo. Conceito de selecção em curso para o Centro Oeste da Fase 2 do. Conceito de selecção de estudos para o Centro Leste do finalizado Uma outra aquisição de 5% no Bloco North (com a participação da eni de 15%) com o Decreto n. 17/1 de 15 de Dezembro de 21. Adjudicação a eni como operador do Bloco 5 (com a participação de %) 212 A eni descobre petróleo no poço Vandumbu 1 perfurado no Bloco 15/6 No mesmo bloco continua a execução do de desenvolvimento do Polo Oeste e as actividades para a definição do Conceito de desenvolvimento para o Polo Leste Completou-se a aquisição do levantamento sísmico D no Bloco 5 no Pré-Sal do bacia do Kwanza Primeiro petróleo no Xicomba Fase 2 eni e&p em Angola A eni opera em Angola na exploração e produção de hidrocarbonetos, na exploração de gás natural e em serviços de engenharia e construção. As suas variadas actividades estão distribuídas pelas empresas subsidiarias que a seguir se mencionam: eni angola produção bv, eni angola exploração bv, eni angola spa, eni west africa spa e a Galp (,%). A eni opera em Angola desde 198. Tendo iniciado a produção de petróleo em 1985 atingiu, em 26, o nível de 156. barris/dia correspondendo a aproximadamente 9% da produção total do país. A participação da eni é hoje um facto em 1 áreas, das quais 9 em offshore (Bloco, Lianzi DA, Bloco 1, Bloco 15, Bloco /5 e /5A, Bloco /85, Bloco /91, Bloco 15/6 e uma em onshore ( Norte). A eni é neste momento a Empresa operadora dos Blocos 15/6 e 5/11. Este quadro mostra uma polivalência dos negócios da empresa estarem virados para o offshore, nomeadamente a exploração em das águas profundas na bacia do Congo. actividade como operador Bloco 15/6 e Bloco 5 Em Novembro de 26 a eni assinou um contrato de partilha de produção com a Sonangol para explorar o Bloco 15/6, cuja a superfície é de aproximadamente. quilómetros quadrados em águas profundas, que variam entre 2 e 2 metros. Os parceiros no bloco são a Sonangol P&P (15%), a SSI Fiftteen Ltd (25%), a Total (15%), a Falcon Oil Holding Angola (5%) e a Statoil (5%). A eni é indicada operadora do com uma participação de 5%. Em Abril de 28 a eni anunciou a primeira descoberta de poço comercial do Bloco 15/6 com o poço Sangos 1, seguido em Outubro de 28 pelo Ngoma-1, sendo a segunda descoberta comercial do bloco. A actividade de exploração continuou durante os anos de 29 e 21 com um ritmo de sucesso notável: mais seis poços foram perfurados, dos quais cinco foram novas descobertas de petróleo: Cabaça Norte-1, Nzanza-1, Cinguvu-1, Cabaça SE-1 e Mpungi-1. Os oito poços da campanha de exploração foram encerrados em Junho de 21 completando o acordo do primeiro período de exploração um ano e meio antes dos termos contratuais. No segundo semestre de 21, as duas grandes descobertas do ano são delineados por poços de avaliação (Cabaça SE-2 e Mpungi-2) para acelerar o tempo de comercialização. As descobertas no bloco despoletaram as actividades de pré desenvolvimento em dois pólos de produção no futuro, sendo um o Pólo Este e outro Pólo Oeste. Em 211 as actividades de perfuração continuaram com dois poços de avaliação na área do Pólo Oeste, nomeadamente: o Mukuvo-1 e o Cinguvu-2. Realizou-se ainda a perfuração do poço exploratório Lira-1 na parte sul-este do bloco que resultou numa descoberta de gás condensado, o poço de avaliação Cabaça SE- ainda Pólo Este e finalmente dois poços de desenvolvimento no campo Sangos. A execução do projecto de desenvolvimento do Pólo Oeste, teve inicio com a conversão do FPSO Xicomba, anteriormente utilizado no campo Xicomba do Bloco 15. As actividades de construção e perfuração estão em curso e o primeiro óleo esta previsto pelo ultimo quarto do ano 21. O FPSO chegou a doca de conversão em Novembro de 211 e vai ser ancorado no local das

3 1 Licença de Exploração Bloco N Bloco Campo de petróleo Campo de Bloco gás 15 Área de Des./Prod. Campo de gás e petróleo Southern Conduta de petróleo Soyo Conduta de gás Bloco 15/6 2 Caconga Bloco Mussera 1 1 Bloco CONGO Ambriz 5 Bloco 15/6 2 1 DEM. REP. of the CONGO M Banza Congo Soyo Atlantic Ocean Caxito Bloco Bloco LUANDA N Zeto Viana Louva O gás associado produzido é transferido para o Bloco e injectado nos reservatórios, ou enviado para aprovisionamento na unidade A-LNG tão logo a actividade em curso de ligação da rede tubular de transportação do gás esteja concluído. O grupo empreiteiro do Bloco 1 é constituído pelas seguintes Empresas: eni (2%), Chevron (Op. 1%), Sonangol P&P (2%), Total (2%), Galp (9%) O Bloco 15 é uma das mais importantes áreas de hidrocarbonetos em águas profundas da África Ocidental. Contabilizam-se cinco projectos de desenvolvimento já executados. Em Dezembro de 2 o FPSO Xicomba, iniciou a sua actividade com uma capacidade de tratamento de 9, barris/dia. Em 211, tendo chegado ao fim da vida do campo onde estava em actividade na área, foi liberado. Os Kizomba A e B, dois FPSO s, cada um deles com uma capacidade de tratamento de 25, barris/dia. A produção arrancou em Agosto de 2 e Julho de 25 respectivamente. O Mondo e o Saxi-Batuque, são os dois outros FPSO s com uma capacidade de tratamento de 1, barris/dia. Eles tiveram o seu arranque em Janeiro e Julho de 28 respectivamente. Estão em curso as Fases 1 e 2 do projecto Kizomba Satéllites. Estas actividades estão viradas para o desenvolvimento de campos menores que ajudarão a manter os níveis de produção actuais, nos próximos anos. Todo o gás associado (AG) é injectado nos reservatórios para melhorar a recuperação do Petróleo, ou transferido para a unidade A-LNG. O Grupo Empreiteiro do Bloco 15 é constituído da Seguinte maneira: eni (2%), Exxon (Op. %), BP(26.67%), Statoil (1.%). 5 5 Caconga projectos de desenvolvimento em águas profundas e ultra profundas - Bloco 15 N Zeto 1 GABON compliant tower, tendo por capacidade de tratamento de 16, barris/dia, arrancou com a sua produção em 26. Tombua-Landana, plataforma de petróleo compliant tower tem a capacidade de tratamento de 1, barris/dia e teve o seu arranque em 29. Novas descobertas comerciais foram registadas durante o ano de 27 nos campos Lucapa 1, Malange 1 e Menongue 1. Quinzau Bloco 15/6 2 operações em Fevereiro de 21. A presença da eni em Angola como operador foi recentemente consolidada com adjudicação do Bloco 5, através do Decreto 8/11 (participação da eni %). As outras empresas parceiras do Bloco 5 são: Sonangol Pesquisa e Produção com (5%) e Repsol com (25%). Bloco Bloco 15 5 Quifuma Canzar 1 Uige Ambriz Cambatela Camaxilo Lucapa 1 2 Samba Caju Viana Luanda 5 Dunque De Braganca 1 projectos de desenvolvimento em águas profundas e ultra profundas Bloco 1 5 Caxito Um extensiva actividade de pesquisa e desenvolvimento tem se registado em toda a superfície do Bloco 1. Três imensos projectos (Kuito, BBLT e TL) tem sido comercializados no Bloco 1. O Kuito FPSO com uma capacidade de tratamento de 1, barris/dia, arrancou com a produção em Dezembro de BBLT, plataforma de petróleo Golungo Alto 2 Saurimo Exploration Permit Dev./Prod. Area Calulo 2 Atlantic Ocean Quitubia Oil Field Gas Field Oil&Gas Field Oil Pipeline Gas Pipeline Luao Porto Amboin Cazage 2 Km Bloco O Bloco está dividido em duas áreas: A e B. A área A é onde os principais campos de Takula e Malongo estão localizados. Área B é onde a produção é proveniente principalmente dos campos Bomboco, Kokongo, Lomba, N Dola, Nembw e as percentagens da sua participação são: eni (9.8%), Chevron (Op. 9.2%), Songangol (1%), Total (1%). Bloco A eni angola detém interesses no Bloco (12%), operado pela Sonangol P&P. No Bloco, há oito campos de produção: Palanca, Pacassa, Búfalo, impala, impala SE, Cobo, Pambi e Oombo. Toda a produção de petróleo é canalizada através do terminal Palanca para uma barcaça de armazenamento próximo, antes de ser exportado.

4 6 7 desenvolvimento da indústria de gás eni iniciativas de sustentabilidade em Angola eni na A-LNG Em Dezembro de 27, a eni angola produção adquiriu da Sonangol Gás Natural (Sonagas) uma participação de 1,6% no consórcio Angola LNG Limitada. Este consórcio é responsável pela construção de uma unidade de liquefacção no Soyo, a 5 km a norte de Luanda, com uma capacidade anual de 5,2 milhões de toneladas de GNL, e cerca de 5. barris/dia de líquidos (condensado e GPL) e irá tratar cerca de 11. bilhões de metros cúbicos/ano, dos quais 1 bilhão de metros cúbicos/ano serão para abastecer o mercado domestico. O desenvolvimento de projectos de GNL no país é parte do compromisso da eni para desenvolver combustíveis fosseis de baixo teor de carbono, tal como e especialmente o gás natural. O governo de Angola e a sua companhia nacional de petróleo Sonangol consideram o projecto de importância nacional e a pedra angular dos seus planos visando o desenvolvimento dos recursos de gás do país, aproveita-los e reduzir a sua queima (www.angolalng.com). eni no de Gás Em Dezembro de 27, a eni assinou um Acordo de Participação para o Gás. Este projecto visa melhorar o aproveitamento dos recursos em gás de uma ampla área no offshore angolano. Na sequência do Acordo, participam do projecto as seguintes Empresas: Sonagas %, eni 2%, Gás Natural 2%, Galp 1%, Exxem Energy 1%. A eni angola foi indicada como parceiro técnico da Sonagas. Em Angola, a eni coopera com organizações sociais e autoridades locais na criação da auto consciência, através do envolvimento das comunidades locais na implementação de projectos de desenvolvimento, providenciando assistência técnica e suporte financeiro. Esta atitude é testemunhada pela activação de um número de programas sociais, de Saúde e de educação. Em 212 foram realizados estudos para avaliação das reservas de gás disponíveis, bem como valorização destes recursos para consumo no mercado doméstico e exportação. Em Agosto de 28, a eni e a Sonangol assinaram um Memorando de Entendimento, um passo significativo na consolidação das actividades da eni em Angola. O Memorando de entendimento, foi baseado no modelo de cooperação de eni, incluindo a implementação de varias iniciativas em sectores tal como aquilo energetico, industrial e educacional, bem com em outros projectos ( conteúdo Nacional ) como uma contribuição para o país no desenvolvimento industrial. A atenção especial é dada aos projectos relacionados a melhoria das instalações de energias do País, a produção de biocombustíveis (com utilizaçao de excedentes agrícolas), para a implementação de projectos educacionais e de treinamento para avaliação de novas oportunidades no sector dos hidrocarbonetos. No final de 211 um novo Memorando de Entendimento foi assinado. A eni e a Sonangol acordaram financiar um projecto avaliado em 6 milhões de dólares com o objective de implementar a produção de óleo de palma comestivel nalgumas áreas do País. Sobre o sector da saúde, em 28 a corporação da eni, lançou um projecto de colaboração com ministério angolano da saúde para melhorar a saúde das crianças na área metropolitana de Luanda, através de campanhas de vacinação, treinamento de pessoal médico e paramédico, o rastreio epidemiológico, programas de nutrição e educação, prestação de serviços médicos, com o objectivo de melhorar a saúde materna e infantil. Além disso, desde 1988 a eni angola possui um centro de saúde, prestando assistência tanto as famílias dos empregados da eni como aos funcionários do Ministério dos Petróleos. Em 29, a eni fundation assinou dois acordos de cooperação com o Ministério da Saúde e a ONG Divina Providencia tendo por base o desenvolvimento de um projecto de saúde publica a periferia de Luanda, mais concretamente na municipalidade do Kilamba Kiaxi (população de cerca de 1,2 mil habitantes). O objectivo fulcral do projecto é a diminuição a incidência de doenças preveníveis viradas essencialmente para a maternidade e a pediatria. Esta iniciativa tem um elevado valor ambiental e uma grande importância em contribuir para o crescimento económico e social da província do Zaire. Em 21, a eni angola completou uma avaliação de conformidade dos Direitos Humanos (HRAC), em colaboração com o instituto Dinamarquês de Direitos Humanos, envolvendo as seguintes ares: Recursos Humanos, HSE, Ordenamento do território, Anti-corrupção, Segurança e Aquisições. A eni e o parceiro internacional no comité de Angola do Instituto do Planeta Terra (IPT), um projecto destinado a difundir o conhecimento sobre o importante papel em que a Geo-Ciência pode desempenhar na protecção do meio ambiente. Um programa para envolver os fornecedores locais foi iniciado em 28 com o lançamento das operações que beneficiam, a criação de um cadastro de fornecedores e a inclusão de fornecedores na lista dos vendedores da eni iniciou um processo de qualificação de fornecedores com base em padrões SA8. A eni também está empenhada nos projectos de utilização do gás associado (AG) proveniente dos blocos petrolíferos em offshore através do projectos LNG, de acordo com a actual politica de não mais queima de gás no offshore angolano. didascalia

5 8 A eni é uma empresa integrada de energia, comprometida com o crescimento das actividades de procura, produção, transporte, transformação e comercialização de petróleo e gás. A empresa possui operações globais em 9 países e emprega cerca de 78 mil pessoas. A forte presença da eni no mercado de gás, na liquefacção de gás natural, as fortes habilidades na geração de energia e actividades de refinaria, fortalecidas pelas habilidades mundiais em engenharia e gerenciamento de projectos, permitem à empresa a captura de melhores oportunidades no mercado assim como perceber projectos integrados. O modelo de negócio da eni para a criação do valor sustentável baseia-se num modelo operacional consolidado em um quadro de regras claras de governança, utilizando os mais altos padrões éticos empresariais e rigorosos na gestão de riscos. Os esforços da eni na implementação da sua estratégia e execução das suas operações do dia-a-dia, são inspirados por factores-chave como: cooperação, integração, inovação, excelência, inclusão, responsabilidade. Em 212 a eni confirmou a sua presença nos Índices de Sustentabilidade de Dow Jones e no índice FTSEGood. Além disso, a eni também se juntou ao Índice de Liderança e desempenho do carbono em 212 como a única empresa do sector de energia. Desde 21 a eni vem apostando na contracção de jovens talentos em várias disciplinas em todo o mundo. O artista Agostinho José (Piranha), representou na capa da brochura o tema energia e sustentabilidade, que junto a outros símbolos característicos do seu País, demonstram a rica identidade cultural de Angola. actividades da eni exploração & produção A eni explora, desenvolve e produz petróleo e gás natural, principalmente na Itália, Noruega, África do Norte e Ocidental, Norte Mar, Estados Unidos, América Latina, Austrália e em áreas de alto potencial, como Moçambique, o Mar Cáspio, o Médio e Extremo Oriente, Quénia, Libéria, Vietnam, Chipre e Rússia. Em 212, a produção média de hidrocarbonetos atingiu um nível de 1.71 mil boe/dia. Em Dezembro de 212 foi provado que as reservas líquidas foram de 7,17 bilhões de boe. gás & energia A eni actua no fornecimento de gás natural, regaseificação, transporte, comercialização e marketing, geração de energia e venda de energia eléctrica. Em 212, as vendas totais somaram 95,2 bilhões de metros cúbicos de gás natural e 2,58 terawatt/hrs de electricidade. refinação & distribuição A eni actua no refino de derivados de petróleo e de marketing, principalmente na Itália e na Europa. Com a marca eni/agip, é a líder no mercado italiano no sector da distribuição. Em 212, as vendas na Europa de produtos refinados totalizaram em 1,87 milhões de toneladas. No mesmo período, throughputs foram de,1 milhões de toneladas. engenharia & construção saipem (2,9% detida pela eni) é uma empresa líder no fornecimento de engenharia, compras, gestão de projectos e serviços de construção para a indústria de petróleo e gás, com capacidades únicas na concepção e execução de grandes projectos offshore e onshore. A saipem tem uma vasta experiência em operar no convencional e em águas profundas, bem como em zonas remotas. Até ao final de Dezembro de 212 a Carteira de pedidos totalizou um valor de milhões. produtos químicos versalis (eni 1%) actua na produção e na comercialização de uma ampla gama de produtos químicos e mantém uma quota de mercado significativa na Europa, onde tem plantas state-of-the-art, todas equipadas com tecnologia inovadora. Dispõe também de uma eficiente rede de distribuição em todo o mundo. Em 212 a produção foi de 6.9 kt. comércio A eni opera em comodidade integrada de gestão de risco, fornecimento, transporte e actividades comerciais garantidos por activos. Através da optimização das unidades de negócios e comércio e da sua subsidiária eni trading & shipping (ets), a eni tem como alvo a gama completa de produtos energéticos, tais como petróleos, produtos refinados, gás natural, energia e produtos ambientais. Em 212 ets negociou mais de 6 Mboe de crude e seus produtos e mais do que 1 BCM de gás. eni spa Piazzale Enrico Mattei, 1 1 Rome - Italy Ph.: ; Fax: eni.com eni angola Avenida Lenine, 58 Luanda - Angola P.O. box 1289 Luanda - Angola Ph.: ; Fax: eni.com

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