Notícias da Formação PRIMEIROS CURSOS DO PLANO DE FORMAÇÃO ANUAL CERTIFICADOS. Maj AdMil Paulo Duarte

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Notícias da Formação PRIMEIROS CURSOS DO PLANO DE FORMAÇÃO ANUAL CERTIFICADOS. Maj AdMil Paulo Duarte"

Transcrição

1 PRIMEIROS CURSOS DO PLANO DE FORMAÇÃO ANUAL CERTIFICADOS Maj AdMil Paulo Duarte Nos últimos anos, fruto da globalização a que as sociedades modernas estão expostas, e por forma a atenuar o atraso latente em relação aos países mais desenvolvidos, uma preocupação de sucessivos Governos tem sido a potencialização da qualificação dos portugueses, procurando criar condições que facilitem o acesso à formação, nomeadamente através do incremento de ações de formação profissional, que tem passado por uma estratégia consagrada na Iniciativa Novas Oportunidades e pela criação dos cursos de Educação e Formação de Adultos (designados de cursos EFA). Esta formação certificada, que é regulada pelo Sistema Nacional de Qualificações (SNQ), inscrita no Catalogo Nacional de Qualificações (CNQ) e tutelada pela Agência Nacional para a Qualificação e Ensino Profissional, I.P (ANQEP,I.P). A Lei do Serviço Militar, relativamente à certificação da formação profissional ministrada nas Forças Armadas, impôs um caminho claro e preciso 1 a seguir, referindo que a formação ministrada nas Forças Armadas que confira conhecimentos e aptidões habilitantes para o exercício profissional no mercado de trabalho garante o direito à respetiva certificação profissional 2. O Exército, procurando cumprir este desiderato e simultaneamente ir de encontro aos sistemas educativo e formativo nacionais, reestruturou a sua formação, sem descurar a especificidade militar e tendo em vista proporcionar a cada militar, através da formação inicial, as competências necessárias para o desempenho imediato do seu cargo 3, alicerçando o seu modelo formativo em competências reconhecidas e certificadas obedecendo ao sistema de créditos ou módulos. A formação modular com similitude nos cursos do CNQ, passa assim a assentar em Unidades de Formação de Curta Duração (UFCD) e a ser inscrita na Caderneta Individual de 1 Nota prévia, de 10 de abril de 2014 do TGen CID Frederico José Rovisco Duarte, do Manual Didático (MD) Nº2 do Artº 52º da Lei nº174/1999 (Lei do Serviço Militar) de 21 de setembro. 3 Alínea d. do nº2 da Diretiva nº197/ceme/13, de 17 de dezembro. 1

2 Competência (CIC), através do registo na plataforma do Sistema de Informação e Gestão da Oferta Educativa e Formativa (SIGO), permitindo, desta forma, que os militares passem a dispor de um registo atualizado e organizado onde conste toda a informação sobre o percurso de formação, podendo assim comprovar em qualquer momento as competências adquiridas. Os primeiros cursos certificados, constantes no Plano de Formação Anual, sustentados num referencial de curso aprovado e cujos módulos de formação, com similitude no CNQ, foram carregados na Caderna Individual de Competências dos formandos, ministraram-se nesta Escola, tendo decorrido já, nestes moldes, dois CURSOS DE COZINHEIROS, cuja finalidade é formar cozinheiros para o desempenho de funções na secção de alimentação das U/E/O da componente fixa e operacional da estrutura orgânica do Exército, com a duração de 349 Tempos Escolares (TE), dos quais, da formação tecnológica 275 TE correspondem a oito UFCD; dois CURSOS DE MECÂNICO AUTO, com a duração de 385 TE, sendo que 275 TE correspondem também a oito UFCD. Este curso, cujo objetivo é formar militares para o desempenho das funções de mecânico auto nas U/E/O, reveste-se de uma componente essencialmente prática, decorrendo grande parte das sessões de formação na sala didática de mecânica, criada para esse fim; realizou-se ainda um curso extraordinário de OPERADOR DE PANIFICAÇÃO, cujo objetivo é preparar militares para o desempenho das funções de operador de panificação nas U/E/O da componente operacional do Exército, com a duração total de 181TE correspondendo 150 TE a quatro UFCD. As UFCD, reconhecidas e capitalizadas, que foram creditadas aos 60 formandos que terminaram estas ações de formação com aproveitamento, concorrem para uma ou mais do que uma qualificação pertencentes, na sua maioria, a cursos de nível 2 do Quadro Nacional de Qualificações. Para o ano 2015 o Comando da EPS assumiu como um dos objetivos a elaboração dos referenciais de curso para a totalidade da formação ministrada e o subsequente registo de toda a formação na plataforma SIGO, pretendendo assim que no final da ação de formação seja emitido um certificado de qualificações, para a formação tipificada (com similitude no CNQ), e um certificado de formação profissional para a formação não tipificada (específica militar), contribuindo desta forma para o esforço nacional de certificação e reconhecimento da formação dos cidadãos e concomitantemente para o fomento na adesão à prestação de serviço militar em Regime de Voluntariado (RV) e Regime de Contrato (RC). 2

3 NOVAS AÇÕES DE FORMAÇÃO CURSO DE OFICIAL DE JUSTIÇA As funções de Oficial de Justiça nas U/E/O da estrutura orgânica do Exército são, em grande parte, desempenhadas por Oficiais pertencentes ao Quadro Técnico de Pessoal e Secretariado, cuja formação foi descontinuada, tendo os últimos ingressos sido em outubro de 2009, o que tem contribuído para a crescente dificuldade das U/E/O em nomear um Oficial para o exercício desta função, que possua as competências necessárias ao desempenho proficiente do cargo, recaindo esta nomeação, em muitos casos, em oficiais sem formação nem know-how nesta área tão importante face à complexidade que assume a elaboração dos processos. Atenta às necessidades das U/E/O, a EPS apresentou superiormente uma proposta de criação de uma ação de formação na área da justiça, destinada a Oficiais Subalternos e Capitães de QQAS/Quadro Funcional, cuja principal missão é habilitar esses militares para o desempenho da função. Presentemente encontram-se já aprovados os documentos I e II, estando em fase de elaboração os restantes documentos constituintes do referencial do Curso. Prevê-se que durante o próximo ano estejamos em condições de realizar uma ação de formação com a duração previsível de 161 Tempos Escolares (TE), distribuídos ao longo de cinco semanas, com uma componente essencialmente técnico-prática. CURSO DE ATUALIZAÇÃO EM FINANÇAS PARA SARGENTOS DO SERVIÇO DE ADMINISTRAÇÃO MILITAR Nos últimos anos a área financeira do Exército tem sofrido bastantes alterações, fruto em grande parte da implementação da Reforma da Administração Financeira do Estado (RAFE), que impôs a obrigatoriedade de adoção do POC-P, e também da implementação da plataforma SIG/MDN, que recomenda um acompanhamento contínuo 3

4 por parte dos seus utilizadores o que, cumulativamente com o afastamento por longos períodos do contacto com as plataformas financeiras, dificultam a posterior integração dos militares nesta área. Por forma a facilitar esta integração a EPS apresentou à consideração superior uma proposta para realização de uma ação de formação, destinada a Sargentos do Serviço de Administração Militar (AM) que se encontrem afastados da área financeira e simultaneamente constem da relação das rotações anuais e se preveja que a mesma venha a ocorrer para o desempenho de funções nesta área. Este curso com a duração prevista de 70 TE, distribuídos ao longe de duas semanas, reveste-se de uma componente essencialmente prática. REALIZAÇÃO DAS PRIMEIRAS AÇÕES DE FORMAÇÃO NO ÂMBITO DOS RECURSOS HUMANOS Decorrente da Diretiva nº 197/CEME/13, de 17 de dezembro, que dá continuidade ao processo de transformação do Sistema de Formação do Exército, e de acordo com o programa funcional aprovado para a futura Escola dos Serviços (ES), realizaram-se, sob a responsabilidade técnica e formativa da EPS, as primeiras ações de formação que do antecedente eram ministradas na Direção de Obtenção de Recursos Humanos (DORH) e na Direção de História e Cultura Militar (DHCM). Assim, decorreu na segunda semana do mês de setembro o CURSO DE ATENDIMENTO AO PÚBLICO E INFORMAÇÃO AO RV/RC, com duração de uma semana, 35 TE, frequentado por 12 formandos, seis sargentos e seis praças, com o fim de preparar os formandos para o desempenho de funções nas equipas de divulgação e gabinetes de atendimento ao público, através da transmissão dos conceitos que permitam aplicar as técnicas de divulgação. No mês de outubro realizou-se o CURSO DE ARQUIVOS CORRENTES, com a duração de 140 TE distribuídos ao longo de um mês, frequentado por seis formandos, pertencentes à categoria de sargento. Este curso procurou fornecer as ferramentas que permitam o tratamento cuidado e uniforme dos arquivos em todos os níveis da estrutura hierárquica do Exército, uma vez que o manuseamento da documentação reveste-se de vital importância para a prática administrativa corrente e para a preservação do valor informativo e histórico dos documentos. Assim, fazem parte da estrutura curricular formativa do curso a caracterização da técnica e da organização arquivística do 4

5 Exército, o operar os sistemas informáticos de gestão documental e ainda a aplicação dos procedimentos arquivísticos. Na segunda semana do mês de novembro decorreu o CURSO DE OPERADOR DOCBASE, com a duração de uma semana, 35 TE, frequentado por cinco formandos, quatro sargentos e uma funcionária civil do QPCE, onde se procurou familiarizar os formandos com a aplicação Docbase em uso nas bibliotecas das U/E/O do Exército. CURSO DE LOGFAS (LOGISTICS FUNCTIONAL AREA SERVICES) Este curso, com a duração de duas semanas e que do antecedente era ministrado no Comando das Forças Terrestres, tem como objetivo habilitar os formandos a operar o sistema LOGFAS ao nível dos seus subsistemas: Allied Deployment and Movement System (ADAMS), Effective Visible Execution (EVE), Logistics Reporting (LOGREP) e Sustainment Planning Module (SPM). Realizaram-se pela primeira vez na EPS duas ações de formação. A primeira ação de formação, calendarizada no PFA, foi frequentada por nove formandos pertencentes a diferentes U/E/O do Exército. A ação de formação extraordinária destinou-se exclusivamente a e do módulo EVE ao segundo curso. militares dos outros ramos das Forças Armadas, tendo sido frequentada por quatro militares da Armada (três Oficiais e um Sargento), e seis da Força Aérea (dois Oficiais e quatro Sargentos). Estas primeiras ações de formação contaram com a colaboração do CFT através do apoio prestado pelo Capitão Domingues, como formador de todos os módulos do primeiro curso 5

Boas práticas. Vias de Conclusão e Certificação do Ensino Secundário

Boas práticas. Vias de Conclusão e Certificação do Ensino Secundário Jornadas de Formação Profissional Boas práticas Região Autónoma da Madeira Vias de Conclusão e Certificação do Ensino Secundário (Decreto lei nº 357/2007 de 29 de Outubro) Os melhores RUMOS para os Cidadãos

Leia mais

SALA DIDÁTICA DE MECÂNICA DA EPS POSSIBILIDADES, CAPACIDADES E PERSPETIVAS

SALA DIDÁTICA DE MECÂNICA DA EPS POSSIBILIDADES, CAPACIDADES E PERSPETIVAS SALA DIDÁTICA DE MECÂNICA DA EPS POSSIBILIDADES, CAPACIDADES E PERSPETIVAS Cap MAT Jorge Machado da Silva Balula A sala didática de mecânica da Escola Prática dos Serviços (EPS) destina-se a apoiar a formação

Leia mais

A GESTÃO DA QUALIDADE TOTAL À LUZ DAS NORMAS DA FAMÍLIA ISO 9000 APLICABILIDADE A UMA UNIDADE TIPO REGIMENTO.

A GESTÃO DA QUALIDADE TOTAL À LUZ DAS NORMAS DA FAMÍLIA ISO 9000 APLICABILIDADE A UMA UNIDADE TIPO REGIMENTO. A GESTÃO DA QUALIDADE TOTAL À LUZ DAS NORMAS DA FAMÍLIA ISO 9000 APLICABILIDADE A UMA UNIDADE TIPO REGIMENTO. Ten Mat Jaime Coelho Ten AdMil António Martins Ten AdMil Edgar Fontes Ten AdMil Fernando Cardoso

Leia mais

Quadro jurídico no sistema educativo português

Quadro jurídico no sistema educativo português I Simpósio Luso-Alemão sobre a Qualificação Profissional em Portugal - Oportunidades e Desafios Isilda Costa Fernandes SANA Lisboa Hotel, Av. Fontes Pereira de Melo 8, Lisboa 24 de novembro 2014 Contexto

Leia mais

ANEXO I. Regulamento. Cursos Vocacionais

ANEXO I. Regulamento. Cursos Vocacionais ANEXO I Regulamento Cursos Vocacionais Março de 2014 1 REGULAMENTO do ENSINO VOCACIONAL Conteúdo Âmbito e definição... 3 Artigo 2º... 3 Destinatários e acesso... 3 Artigo 3º... 3 Organização curricular...

Leia mais

NOTA TÉCNICA N.º 1 TEMA: Formação profissional contínua no Código do Trabalho. INTRODUÇÃO:

NOTA TÉCNICA N.º 1 TEMA: Formação profissional contínua no Código do Trabalho. INTRODUÇÃO: NOTA TÉCNICA N.º 1 TEMA: Formação profissional contínua no Código do Trabalho. INTRODUÇÃO: O presente documento visa divulgar o entendimento da ACT sobre algumas questões que se colocam no âmbito da formação

Leia mais

Centro Novas Oportunidades Centro Social de Ermesinde Sessão de Esclarecimento - Nível Secundário - 03 de Abril de 2008 O QUE SÃO? Os Centros Novas Oportunidades (CNO) são: A Porta de Entrada para todos

Leia mais

Preâmbulo Artigo 1.º Artigo 2.º Artigo 3.º Artigo 4.º Artigo 5.º

Preâmbulo Artigo 1.º Artigo 2.º Artigo 3.º Artigo 4.º Artigo 5.º A g r u p a m e n t o Ve r t i c a l d e E s c o l a s S a n t o s S i m õ e s 1 Preâmbulo 1. Os Cursos de Educação e Formação de Adultos têm vindo a afirmar-se como um instrumento central das políticas

Leia mais

Formação para Técnico de Segurança no Trabalho, Nível 4 de Qualificação, QNQ

Formação para Técnico de Segurança no Trabalho, Nível 4 de Qualificação, QNQ NOTA TÉCNICA N.º 3 TEMA: Formação Profissional de SST Formação para Técnico de Segurança no Trabalho, Nível 4 de Qualificação, QNQ Formação para Técnico Superior de Segurança no Trabalho, Níveis 6 a 8

Leia mais

IV EFA CURSOS DE EDUCAÇÃO E FORMAÇÃO DE ADULTOS

IV EFA CURSOS DE EDUCAÇÃO E FORMAÇÃO DE ADULTOS REGULAMENTO INTERNO Anexo IV EFA CURSOS DE EDUCAÇÃO E FORMAÇÃO DE ADULTOS REGULAMENTO 2013 REGULAMENTO DOS CURSOS EFA EDUCAÇÃO E FORMAÇÃO DE ADULTOS 2 EFA CURSOS DE EDUCAÇÃO E FORMAÇÃO DE ADULTOS Artigo

Leia mais

DSTAR. Divisão da Diversificação da Atividade Agrícola, Formação e Associativismo. Norma orientadora n.º 07/2010 3ª Revisão

DSTAR. Divisão da Diversificação da Atividade Agrícola, Formação e Associativismo. Norma orientadora n.º 07/2010 3ª Revisão DSTAR Divisão da Diversificação da Atividade Agrícola, Formação e Associativismo Norma orientadora n.º 07/2010 3ª Revisão Assunto: Homologação de Cursos na área da Distribuição, Comercialização e Aplicação

Leia mais

Regulamento (Aprovado em Conselho Pedagógico de 12 de Maio de 2009)

Regulamento (Aprovado em Conselho Pedagógico de 12 de Maio de 2009) ESCOLA SECUNDÁRIA DE PEDRO ALEXANDRINO CURSOS EFA Educação e Formação de Adultos Regulamento (Aprovado em Conselho Pedagógico de 12 de Maio de 2009) I Legislação de Referência Portaria n.º 230/2008 de

Leia mais

A MANUTENÇÃO DOS SISTEMAS DE ARMAS COMPLEXOS: RELEVÂNCIA DA FORMAÇÃO

A MANUTENÇÃO DOS SISTEMAS DE ARMAS COMPLEXOS: RELEVÂNCIA DA FORMAÇÃO A MANUTENÇÃO DOS SISTEMAS DE ARMAS COMPLEXOS: RELEVÂNCIA DA FORMAÇÃO MAJ MAT Carlos Felgueiras Os Sistemas de Armas Complexos 1 adquiridos recentemente pelo Exército Português, Carro de Combate (CC) Leopard

Leia mais

Regulamento Cursos de Educação e Formação - EFA

Regulamento Cursos de Educação e Formação - EFA Regulamento Cursos de Educação e Formação - EFA 1 Preâmbulo Artigo 1.º - Objeto e âmbito Artigo 2.º Modelo de formação Artigo 3.º - Modelo de formação Artigo 4.º - Posicionamento nos percursos de educação

Leia mais

FICHA TÉCNICA. Observatório do Sistema Educativo da Região Autónoma da Madeira 2. EDITOR/PROPRIEDADE Secretaria Regional de Educação

FICHA TÉCNICA. Observatório do Sistema Educativo da Região Autónoma da Madeira 2. EDITOR/PROPRIEDADE Secretaria Regional de Educação FICHA TÉCNICA EDITOR/PROPRIEDADE Secretaria Regional de Educação TÍTULO Anuário 2014 AUTORIA Observatório do Sistema Educativo da RAM / Gabinete do Secretário EDIÇÃO Observatório do Sistema Educativo da

Leia mais

Agrupamento de Escolas Dr. Azevedo Neves

Agrupamento de Escolas Dr. Azevedo Neves Agrupamento de Escolas Dr. Azevedo Neves REGULAMENTO DOS CURSOS EDUCAÇÃO E FORMAÇÃO DE ADULTOS NÍVEL SECUNDÁRIO Anexo ao Regulamento Interno Aprovado em Conselho Geral a 26 de março de 2014 1 de 10 Índice

Leia mais

Regulamento. Curso Vocacional do Ensino Secundário

Regulamento. Curso Vocacional do Ensino Secundário Regulamento Curso Vocacional do Ensino Secundário Página 1 Artigo 1. Âmbito 1 - Os cursos vocacionais do ensino secundário constituem uma oferta formativa que se desenvolve no âmbito de uma experiência-piloto

Leia mais

(RE)CONSTRUÇÃO DE PERCURSOS FORMATIVOS AO LONGO DA VIDA: O CASO DOS CURSOS DE EDUCAÇÃO E FORMAÇÃO DE ADULTOS (EFA)

(RE)CONSTRUÇÃO DE PERCURSOS FORMATIVOS AO LONGO DA VIDA: O CASO DOS CURSOS DE EDUCAÇÃO E FORMAÇÃO DE ADULTOS (EFA) (RE)CONSTRUÇÃO DE PERCURSOS FORMATIVOS AO LONGO DA VIDA: O CASO DOS CURSOS DE EDUCAÇÃO E FORMAÇÃO DE ADULTOS (EFA) Equipa de Projecto Novas Oportunidades de Adulto (EP-NOA) * Nos dias 19 e 20 de Novembro,

Leia mais

REGULAMENTO CURSOS DE EDUCAÇÃO E FORMAÇÃO DE ADULTOS (EFA) CURSOS DE FORMAÇÕES MODULARES CERTIFICADAS (FMC)

REGULAMENTO CURSOS DE EDUCAÇÃO E FORMAÇÃO DE ADULTOS (EFA) CURSOS DE FORMAÇÕES MODULARES CERTIFICADAS (FMC) REGULAMENTO CURSOS DE EDUCAÇÃO E FORMAÇÃO DE ADULTOS (EFA) CURSOS DE FORMAÇÕES MODULARES CERTIFICADAS (FMC) Legislação de Referência: Despacho n.º 334/2012, de 11 de janeiro Portaria n.º 283/2011, de 24

Leia mais

2,5% de vagas fixadas anualmente para o ensino superior público. Este direito mantém-se pelo número de anos igual aos de serviço

2,5% de vagas fixadas anualmente para o ensino superior público. Este direito mantém-se pelo número de anos igual aos de serviço APOIO À OBTENÇÃO DE HABILITAÇÕES ACADÉMICAS e Estatuto do CCEM Aplica-se a Lei que estabelece o Estatuto do trabalhadorestudante trabalhador-estudante uniformizam (art. 2º e 3º) restrições Cursos de ensino

Leia mais

FORMAÇÃO PROFISSIONAL A FORMAÇÃO CONTÍNUA DE TRABALHADORES NAS EMPRESAS

FORMAÇÃO PROFISSIONAL A FORMAÇÃO CONTÍNUA DE TRABALHADORES NAS EMPRESAS DEPARTAMENTO DE GESTÃO ADMINISTRATIVA DE RECURSO HUMANOS FORMAÇÃO PROFISSIONAL A FORMAÇÃO CONTÍNUA DE TRABALHADORES NAS EMPRESAS OBJECTIVOS DA FORMAÇÃO PROFISSIONAL A Formação Profissional tem como objectivos:

Leia mais

REGIMENTO DOS CURSOS DE EDUCAÇÃO E FORMAÇÃO DE ADULTOS

REGIMENTO DOS CURSOS DE EDUCAÇÃO E FORMAÇÃO DE ADULTOS REGIMENTO DOS CURSOS DE EDUCAÇÃO E FORMAÇÃO DE ADULTOS PREÂMBULO Os cursos de Educação e Formação de Adultos (EFA) e as formações modulares destinam-se a suprir os défices de qualificação da população,

Leia mais

ESCOLA SECUNDÁRIA FERNÃO DE MAGALHÃES. REGULAMENTO DOS CURSOS EFA Educação e Formação de Adultos. I - Objecto

ESCOLA SECUNDÁRIA FERNÃO DE MAGALHÃES. REGULAMENTO DOS CURSOS EFA Educação e Formação de Adultos. I - Objecto ESCOLA SECUNDÁRIA FERNÃO DE MAGALHÃES REGULAMENTO DOS CURSOS EFA Educação e Formação de Adultos I - Objecto O presente regulamento define a organização, desenvolvimento e acompanhamento dos Cursos de Educação

Leia mais

CHEQUE - FORMAÇÃO. Criar valor

CHEQUE - FORMAÇÃO. Criar valor CHEQUE - FORMAÇÃO Criar valor Legislação Enquadradora A medida Cheque-Formação, criada pela Portaria n.º 229/2015, de 3 de agosto, constitui uma modalidade de financiamento direto da formação a atribuir

Leia mais

Incentivos Condições Aplicação Dimensão Observações APOIO À OBTENÇÃO DE HABILITAÇÕES ACADÉMICAS Estatuto do

Incentivos Condições Aplicação Dimensão Observações APOIO À OBTENÇÃO DE HABILITAÇÕES ACADÉMICAS Estatuto do Incentivos Condições Aplicação Dimensão Observações APOIO À OBTENÇÃO DE HABILITAÇÕES ACADÉMICAS Estatuto do trabalhadorestudante (art. 2.º e 3.º) RC/RV e CCEM uniformizam restrições Aplica-se a Lei que

Leia mais

ANEXO 19 Regulamento Interno REGIME DE FUNCIONAMENTO DOS CURSOS EFA

ANEXO 19 Regulamento Interno REGIME DE FUNCIONAMENTO DOS CURSOS EFA ANEXO 19 Regulamento Interno REGIME DE FUNCIONAMENTO DOS CURSOS EFA AGRUPAMENTO DE ESCOLAS IBN MUCANA 2011/2014 ÍNDICE Introdução 2 1. Objecto 2 2. Destinatários 2 3. Percursos Formativos 3 4. Organização

Leia mais

Formação para Técnico de Segurança no Trabalho, Nível 4 de Qualificação, QNQ

Formação para Técnico de Segurança no Trabalho, Nível 4 de Qualificação, QNQ NOTA TÉCNICA N.º 3 TEMA: Formação Profissional de SST Formação para Técnico de Segurança no Trabalho, Nível 4 de Qualificação, QNQ Formação para Técnico Superior de Segurança no Trabalho, Níveis 6 a 8

Leia mais

Localização. Visão. Missão. Entidades promotoras

Localização. Visão. Missão. Entidades promotoras ESCOLA TECNOLÓGICA DO LITORAL ALENTEJANO ETLA Localização A Escola Tecnológica do Litoral Alentejano fica situada no Complexo Petroquímico da empresa Repsol na ZILS. Perto da realidade industrial, a sua

Leia mais

CURSOS EFA Educação e Formação de Adultos. Regulamento CAPÍTULO I. Legislação de Referência

CURSOS EFA Educação e Formação de Adultos. Regulamento CAPÍTULO I. Legislação de Referência CURSOS EFA Educação e Formação de Adultos Regulamento (Apreciado pelo Conselho Pedagógico, em reunião realizada no dia 10 de Fevereiro de 2010) CAPÍTULO I Legislação de Referência - Portaria n. 230/2008

Leia mais

Cursos EFA e Formação Modular. Linhas de orientação. 27 de Outubro de 2008

Cursos EFA e Formação Modular. Linhas de orientação. 27 de Outubro de 2008 Cursos EFA e Formação Modular Linhas de orientação 27 de Outubro de 2008 1 1. Cursos EFA 2 Cursos EFA - Destinatários EFA Básico EFA Secundário >= 18 anos Diurno ou tempo integral >= 23 anos Pós-laboral

Leia mais

ANEXO C DESPACHO DO ALMIRANTE CHEFE DO ESTADO-MAIOR DA ARMADA, N.º 38/13, DE 7 DE NOVEMBRO: ATRIBUIÇÃO DO GRAU DE MESTRE A OFICIAIS DOS CURSOS DA ESCOLA NAVAL A adequação do Processo de Bolonha às antigas

Leia mais

A biblioteca no contexto da nova Sociedade da Informação A BIBLIOTECA NO CONTEXTO DA NOVA SOCIEDADE DA INFORMAÇÃO. 1Sarg PESSEC Jorge Filipe Pereira

A biblioteca no contexto da nova Sociedade da Informação A BIBLIOTECA NO CONTEXTO DA NOVA SOCIEDADE DA INFORMAÇÃO. 1Sarg PESSEC Jorge Filipe Pereira A BIBLIOTECA NO CONTEXTO DA NOVA SOCIEDADE DA INFORMAÇÃO 1Sarg PESSEC Jorge Filipe Pereira I. Introdução A expressão sociedade da informação tem vindo a ganhar notoriedade nos últimos anos, transparecendo

Leia mais

REGULAMENTO DE AVALIAÇÃO DO APROVEITAMENTO DOS ESTUDANTES

REGULAMENTO DE AVALIAÇÃO DO APROVEITAMENTO DOS ESTUDANTES DO APROVEITAMENTO DOS CONSELHO PEDAGÓGICO Julho de 2014 CAPÍTULO I Disposições gerais Artigo 1.º Objeto e âmbito O presente regulamento estabelece o regime de funcionamento e as normas de avaliação a aplicar

Leia mais

CERTIFICAÇÃO DE PESSOAS REGULAMENTO GERAL

CERTIFICAÇÃO DE PESSOAS REGULAMENTO GERAL CERTIFICAÇÃO DE PESSOAS REGULAMENTO GERAL 1. INTRODUÇÃO Este regulamento: Descreve os requisitos referentes à Certificação de Pessoas da SGS ICS; Complementa o documento PTD6850 - Processo de Certificação

Leia mais

Cursos EFA e Formação Modular. Linhas de orientação. 26 de Fevereiro 2008

Cursos EFA e Formação Modular. Linhas de orientação. 26 de Fevereiro 2008 Cursos EFA e Formação Modular Linhas de orientação 26 de Fevereiro 2008 1 1. Cursos EFA 2 Cursos EFA - Destinatários EFA Básico EFA Secundário >= 18 anos Diurno ou tempo integral >= 23 anos Pós-laboral

Leia mais

Vou entrar no Ensino Secundário. E agora? Que via escolher?

Vou entrar no Ensino Secundário. E agora? Que via escolher? Vou entrar no Ensino Secundário. E agora? Que via escolher? A publicação da Lei n.º 85/2009, de 27 de Agosto, estabelece o regime de escolaridade obrigatória para as crianças e jovens em idade escolar,

Leia mais

PARTE C MINISTÉRIO DA ADMINISTRAÇÃO INTERNA. 7670-(8) Diário da República, 2.ª série N.º 56 20 de março de 2014. Autoridade Nacional de Proteção Civil

PARTE C MINISTÉRIO DA ADMINISTRAÇÃO INTERNA. 7670-(8) Diário da República, 2.ª série N.º 56 20 de março de 2014. Autoridade Nacional de Proteção Civil 7670-(8) Diário da República, 2.ª série N.º 56 20 de março de 2014 PARTE C MINISTÉRIO DA ADMINISTRAÇÃO INTERNA Autoridade Nacional de Proteção Civil Despacho n.º 4205-A/2014 Regulamento dos Cursos de Formação,

Leia mais

Plano Estratégico de Formação dos Bombeiros Portugueses 2014-2016

Plano Estratégico de Formação dos Bombeiros Portugueses 2014-2016 Plano Estratégico de Formação dos Bombeiros Portugueses 2014-2016 O Plano Estratégico de Formação dos Bombeiros Portugueses, embora esteja definido para o período 2014-2016, será revisto anualmente por

Leia mais

REGULAMENTO DE FORMAÇÃO INTERNA DO MUNICÍPIO DE MIRANDELA

REGULAMENTO DE FORMAÇÃO INTERNA DO MUNICÍPIO DE MIRANDELA REGULAMENTO DE FORMAÇÃO INTERNA DO MUNICÍPIO DE MIRANDELA Qualquer processo formativo de qualidade exige medidas e instrumentos de normalização e controlo, que garantam desempenhos de excelência e correções

Leia mais

NORMAS INTERNAS DE PROTEÇÃO DA PARENTALIDADE ESPECÍFICAS DOS MILITARES DO EXÉRCITO

NORMAS INTERNAS DE PROTEÇÃO DA PARENTALIDADE ESPECÍFICAS DOS MILITARES DO EXÉRCITO NORMAS INTERNAS DE PROTEÇÃO DA PARENTALIDADE ESPECÍFICAS DOS MILITARES DO EXÉRCITO Com a entrada em vigor da Lei n.º 23/2012 que procede à terceira alteração ao Código de Trabalho, aprovado pela Lei 7/2009,

Leia mais

DECRETO N.º 287/XII. A Assembleia da República decreta, nos termos da alínea c) do artigo 161.º da Constituição, o seguinte:

DECRETO N.º 287/XII. A Assembleia da República decreta, nos termos da alínea c) do artigo 161.º da Constituição, o seguinte: DECRETO N.º 287/XII Regula o regime de acesso e exercício da atividade profissional de cadastro predial, em conformidade com a disciplina da Lei n.º 9/2009, de 4 de março, e do Decreto-Lei n.º 92/2010,

Leia mais

Memorando sobre a implementação do SNC-AP

Memorando sobre a implementação do SNC-AP Memorando sobre a implementação do SNC-AP I Apresentação A Ordem dos Técnicos Oficiais de Contas é uma pessoa coletiva pública de regulação profissional, criada pelo decreto-lei n.º 452/99, de 5 de novembro,

Leia mais

UNIVERSIDADE DO PORTO GLOSSÁRIO DA ÁREA DA EDUCAÇÃO CONTÍNUA

UNIVERSIDADE DO PORTO GLOSSÁRIO DA ÁREA DA EDUCAÇÃO CONTÍNUA UNIVERSIDADE DO PORTO GLOSSÁRIO DA ÁREA DA EDUCAÇÃO CONTÍNUA Acção de formação Módulo, curso, curso livre, curso multidisciplinar ou seminário realizado no âmbito da Educação Contínua ou da Aprendizagem

Leia mais

Centro para a Qualificação e o Ensino Profissional do Agrupamento de Escolas N.º 2 de Beja. Enquadramento

Centro para a Qualificação e o Ensino Profissional do Agrupamento de Escolas N.º 2 de Beja. Enquadramento Centro para a Qualificação e o Ensino Profissional do Agrupamento de Escolas N.º 2 de Beja Legislação de referência: 1. Despacho n.º 13147/2014 de 29 de outubro 2. Despacho N.º 1709-A/2014 de 3 de fevereiro

Leia mais

INFORMAÇÕES CURSOS NOTURNOS 1

INFORMAÇÕES CURSOS NOTURNOS 1 INFORMAÇÕES CURSOS NOTURNOS 1 VIA DE CONCLUSÃO DO 12º ANO, PARA ALUNOS DE CURSOS EXTINTOS (Ao abrigo do Decreto- Lei nº 357/2007, de 29 de Outubro) 1. Destinatários: Candidatos com idade igual ou superior

Leia mais

8274 DIÁRIO DA REPÚBLICA I SÉRIE-B N. o 282 6 de Dezembro de 2003

8274 DIÁRIO DA REPÚBLICA I SÉRIE-B N. o 282 6 de Dezembro de 2003 8274 DIÁRIO DA REPÚBLICA I SÉRIEB N. o 282 6 de Dezembro de 2003 Portaria n. o 13/2003 de 6 de Dezembro Considerando que o DecretoLei n. o 205/96, de 25 de Outubro, vem alterar a disciplina jurídica da

Leia mais

MEDIDA VIDA ATIVA. Objetivos, destinatários e operacionalização

MEDIDA VIDA ATIVA. Objetivos, destinatários e operacionalização Objetivos, destinatários e operacionalização Objetivos - consolidar, integrar e aperfeiçoar um conjunto de intervenções orientadas para a ativação dos desempregados, favorecendo a aprendizagem ao longo

Leia mais

Guia de Apoio. Orientações para Candidaturas Ano 2014 Regiões de Convergência, Algarve e Lisboa. Tipologias de Intervenção 6.2/8.6.2/9.6.

Guia de Apoio. Orientações para Candidaturas Ano 2014 Regiões de Convergência, Algarve e Lisboa. Tipologias de Intervenção 6.2/8.6.2/9.6. Guia de Apoio Orientações para Candidaturas Ano 2014 Regiões de Convergência, Algarve e Lisboa Tipologias de Intervenção 6.2/8.6.2/9.6.2 Qualificação das Pessoas com Deficiência e Incapacidade Setembro

Leia mais

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE AVEIRO 160933 Direção-Geral dos Estabelecimentos Escolares. CAPÍTULO I Disposições gerais.

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE AVEIRO 160933 Direção-Geral dos Estabelecimentos Escolares. CAPÍTULO I Disposições gerais. AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE AVEIRO 160933 Direção-Geral dos Estabelecimentos Escolares Regulamento Geral dos Cursos Profissionais CURSOS PROFISSIONAIS 2015/2016 CAPÍTULO I Disposições gerais Artigo 1º Objeto

Leia mais

Regulamento Geral dos Cursos de 1.º Ciclo de Estudos, conducentes ao grau de

Regulamento Geral dos Cursos de 1.º Ciclo de Estudos, conducentes ao grau de 3 APROVADO POR: Conselho Técnico Científico 26 09 2011 Data: / / 26 09 2011 Regulamento Geral dos Cursos de 1.º Ciclo de Estudos, conducentes ao grau de licenciado na ESEP INTRODUÇÃO Os Decretos Lei n.º

Leia mais

CARTA DE COMPROMISSO

CARTA DE COMPROMISSO CARTA DE COMPROMISSO Introdução O Centro para a Qualificação e Ensino Profissional (CQEP) do Agrupamento de Escolas nº1 de Gondomar encontra-se sedeado na Escola-sede do Agrupamento, a Escola Secundária

Leia mais

Programa de Apoio Educativo. Escola Básica Integrada da Praia da Vitória

Programa de Apoio Educativo. Escola Básica Integrada da Praia da Vitória Programa de Apoio Educativo Escola Básica Integrada da Praia da Vitória Ano Letivo 2013/2014 Índice 1- Fundamentação Legal 2 2- Definição de Programa de Apoio Educativo 2 3- Finalidades. 2 4- Destinatários.

Leia mais

Orientação Metodológica n.º 1/2014 Processo de Reconhecimento, Validação e Certificação de Competências Escolares Avaliação

Orientação Metodológica n.º 1/2014 Processo de Reconhecimento, Validação e Certificação de Competências Escolares Avaliação Orientação Metodológica n.º 1/2014 Processo de Reconhecimento, Validação e Certificação de Competências Escolares Avaliação I. Enquadramento Os Centros para a Qualificação e o Ensino Profissional (CQEP)

Leia mais

Manual de Utilizador Entidades 2015-08.V01 DEPARTAMENTO DE FORMAÇÃO PROFISSIONAL

Manual de Utilizador Entidades 2015-08.V01 DEPARTAMENTO DE FORMAÇÃO PROFISSIONAL DEPARTAMENTO DE FORMAÇÃO PROFISSIONAL DIREÇÃO DE SERVIÇOS DE QUALIFICAÇÃO Centro Nacional de Qualificação de Formadores Manual de Utilizador Entidades 2015-08.V01 Índice Índice... 2 1. Introdução... 4

Leia mais

REVISÃO - ANEXO XII REGULAMENTO INTERNO CURSOS VOCACIONAIS DE NÍVEL SECUNDÁRIO

REVISÃO - ANEXO XII REGULAMENTO INTERNO CURSOS VOCACIONAIS DE NÍVEL SECUNDÁRIO REVISÃO - ANEXO XII REGULAMENTO INTERNO CURSOS VOCACIONAIS DE NÍVEL SECUNDÁRIO PREÂMBULO Este regulamento é um documento orientador, de cariz predominantemente pedagógico, que especifica as normas que

Leia mais

CURSO Formação Pedagógica Inicial de Formadores

CURSO Formação Pedagógica Inicial de Formadores REGULAMENTO DE FUNCIONAMENTO CURSO Formação Pedagógica Inicial de Formadores Homologado pelo IEFP com o código de curso C1840003 Presencial 90 horas (Conforme Portaria n.º 214/2011, de 30 de maio) DPJ.FOR.FPIF.01

Leia mais

Anexo III ENSINO RECORRENTE REGULAMENTO

Anexo III ENSINO RECORRENTE REGULAMENTO REGULAMENTO INTERNO Anexo III ENSINO RECORRENTE REGULAMENTO REGULAMENTO DO ENSINO RECORRENTE Artigo 1º OBJETO E ÂMBITO 1. O presente regulamento estabelece as regras da organização e desenvolvimento dos

Leia mais

Formação de Dupla Certificação

Formação de Dupla Certificação Glossário Formação de Dupla Certificação É aquela que confere, simultaneamente, Certificação Escolar e Certificação Profissional Cursos de dupla certificação destinados a Jovens (dos 15 aos 25 anos) Cursos

Leia mais

Ministério do Trabalho e da Solidariedade Social ACORDO PARA A REFORMA DA FORMAÇÃO PROFISSIONAL

Ministério do Trabalho e da Solidariedade Social ACORDO PARA A REFORMA DA FORMAÇÃO PROFISSIONAL ACORDO PARA A REFORMA DA FORMAÇÃO PROFISSIONAL 14 de Março de 2007 Considerando os Parceiros Sociais e o Governo que: 1. A aposta estratégica na qualificação da população portuguesa é opção central para

Leia mais

Nível Secundário e Nível 3 de Formação (S 3 ) Regimento Interno. Curso de Educação e Formação de Adultos E.F.A.

Nível Secundário e Nível 3 de Formação (S 3 ) Regimento Interno. Curso de Educação e Formação de Adultos E.F.A. Regimento Interno Curso de Educação e Formação de Adultos E.F.A. Artigo 1º Assiduidade 1. A assiduidade dos formandos dos cursos E.F.A. obedece ao estipulado no artigo 22.º, da Portaria 230/2008 de 7 de

Leia mais

MINISTÉRIO DA DEFESA NACIONAL

MINISTÉRIO DA DEFESA NACIONAL MINISTÉRIO DA DEFESA NACIONAL Decreto Lei n.º 142/2015 de 31 de julho O Decreto Lei n.º 296/2009, de 14 de outubro, procedeu à alteração da estrutura do regime remuneratório aplicável aos militares dos

Leia mais

Délia Falcão. 11 de Janeiro 2012

Délia Falcão. 11 de Janeiro 2012 11 de Janeiro 2012 REGIME JURÍDICO DA FORMAÇÃO PROFISSIONAL CONTINUA NO CÓDIGO DE TRABALHO (Lei 7/2009 de 12 de Fevereiro) DEVERES DO ESTADO EM MATÉRIA DE FORMAÇÃO PROFISSIONAL: 1. Formação /qualificação

Leia mais

REGULAMENTO DE CANDIDATURA AOS CURSOS TÉCNICOS SUPERIORES PROFISSIONAIS

REGULAMENTO DE CANDIDATURA AOS CURSOS TÉCNICOS SUPERIORES PROFISSIONAIS PREÂMBULO Nos termos do artigo 11.º do Decreto -Lei n.º 43/2014 de 18 de março, é aprovado o Regulamento das Condições de Ingresso nos Cursos Técnicos Superiores Profissionais (CTSP) do Instituto Politécnico

Leia mais

LEI Nº 6.568, DE 6 DE JANEIRO DE 2005.

LEI Nº 6.568, DE 6 DE JANEIRO DE 2005. LEI Nº 6.568, DE 6 DE JANEIRO DE 2005. INSTITUI NA POLÍCIA MILITAR E NO CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DO ESTADO DE ALAGOAS O SISTEMA DE ENSINO MILITAR E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. O GOVERNADOR DO ESTADO DE ALAGOAS

Leia mais

ANEXO XII REGULAMENTO DOS CURSOS VOCACIONAIS ENSINO SECUNDÁRIO

ANEXO XII REGULAMENTO DOS CURSOS VOCACIONAIS ENSINO SECUNDÁRIO ANEXO XII REGULAMENTO DOS CURSOS VOCACIONAIS ENSINO SECUNDÁRIO PREÂMBULO Este regulamento constitui-se como um documento orientador, de cariz predominantemente pedagógico, que específica as normas que

Leia mais

REGULAMENTO DE FUNCIONAMENTO DA ATIVIDADE FORMATIVA - Formação Interempresa (formação externa) -

REGULAMENTO DE FUNCIONAMENTO DA ATIVIDADE FORMATIVA - Formação Interempresa (formação externa) - REGULAMENTO DE FUNCIONAMENTO DA ATIVIDADE FORMATIVA - Formação Interempresa (formação externa) - CAPÍTULO I ENQUADRAMENTO 1. O presente Regulamento é aplicável às Acções de Formação promovidas pela SIPRP

Leia mais

PLANO DE FORMAÇÃO 2º TRIMESTRE 2014

PLANO DE FORMAÇÃO 2º TRIMESTRE 2014 AGÊNCIA PARA A MODERNIZAÇÃO ADMINISTRATIVA O seu conhecimento em primeiro lugar! AGÊNCIA PARA A MODERNIZAÇÃO ADMINISTRATIVA INTRODUÇÃO No primeiro trimestre a Agência para a Modernização Administrativa

Leia mais

Conselho Local de Acção Social De Vila Nova de Cerveira

Conselho Local de Acção Social De Vila Nova de Cerveira Conselho Local de Acção Social De Vila Nova de Cerveira REGULAMENTO INTERNO INTRODUÇÃO A rede social é uma plataforma de articulação de diferentes parceiros públicos e privados que tem por objectivos combater

Leia mais

Sistema de Gestão Ambiental nas Unidades do Exército. SISTEMA DE GESTÃO AMBIENTAL NAS UNIDADES DO EXÉRCITO Ten AdMil Vânia Santos

Sistema de Gestão Ambiental nas Unidades do Exército. SISTEMA DE GESTÃO AMBIENTAL NAS UNIDADES DO EXÉRCITO Ten AdMil Vânia Santos SISTEMA DE GESTÃO AMBIENTAL NAS UNIDADES DO EXÉRCITO Ten AdMil Vânia Santos As questões ambientais têm assumido uma posição de destaque em todas as agendas políticas dos Estados e das organizações, decorrente

Leia mais

REGULAMENTO DE ESTUDOS CURSOS DE ESPECIALIZAÇÃO TECNOLÓGICA

REGULAMENTO DE ESTUDOS CURSOS DE ESPECIALIZAÇÃO TECNOLÓGICA NORMAS REGULAMENTARES De acordo com o estipulado pelos artigos 14.º e 26.º do Decreto-Lei n.º 107/2008, de 25 de Junho REGULAMENTO DE ESTUDOS CURSOS DE ESPECIALIZAÇÃO TECNOLÓGICA Regulamento n.º 487/2010,

Leia mais

REGULAMENTO INTERNO. Atribuição de Apoios Sociais. Formação Profissional

REGULAMENTO INTERNO. Atribuição de Apoios Sociais. Formação Profissional REGULAMENTO INTERNO Atribuição de Formação Profissional Elaborado em Junho de 2012 Introdução A Associação Portuguesa de Pais e Amigos do Cidadão Deficiente Mental (A.P.P.A.C.D.M.) de Coimbra é uma Instituição

Leia mais

Bélgica-Bruxelas: Digitalização de documentos analógicos em suporte magnético 2014/S 180-316768. Anúncio de concurso. Serviços

Bélgica-Bruxelas: Digitalização de documentos analógicos em suporte magnético 2014/S 180-316768. Anúncio de concurso. Serviços 1/7 O presente anúncio no sítio web do TED: http://ted.europa.eu/udl?uri=ted:notice:316768-2014:text:pt:html Bélgica-Bruxelas: Digitalização de documentos analógicos em suporte magnético 2014/S 180-316768

Leia mais

C I R C U L A R D E I N F O R M A Ç Ã O A E R O N Á U T I C A PORTUGAL

C I R C U L A R D E I N F O R M A Ç Ã O A E R O N Á U T I C A PORTUGAL INSTITUTO NACIONAL DE AVIAÇÃO CIVIL, I.P. C I R C U L A R D E I N F O R M A Ç Ã O A E R O N Á U T I C A PORTUGAL INFORMAÇÃO AERONÁUTICA Aeroporto da Portela / 1749-034 Lisboa Telefone: 218423502 / Fax:

Leia mais

Regulamento dos cursos

Regulamento dos cursos Cursos de Treinadores de Futsal UEFA C - Raízes/Grau I Regulamento dos cursos 2015 e seguintes 1.- ORGANIZAÇÃO A responsabilidade de organização dos Cursos de Treinadores é da Federação Portuguesa de Futebol

Leia mais

ESCOLA SECUNDÁRIA DE S. PEDRO DA COVA

ESCOLA SECUNDÁRIA DE S. PEDRO DA COVA ESCOLA SECUNDÁRIA DE S. PEDRO DA COVA REGULAMENTO DOS CURSOS DE EDUCAÇÃO E FORMAÇÃO DE ADULTOS E FORMAÇÃO MODULAR Art.1º Disposições Gerais 1. No disposto nos parágrafos seguintes ressalvam-se as especificidades

Leia mais

Regulamento Cursos de Especialização Tecnológica. Ano Letivo 2013-2014. www.ipiaget.org

Regulamento Cursos de Especialização Tecnológica. Ano Letivo 2013-2014. www.ipiaget.org Instituto Piaget Campus Académico de Vila Nova de Gaia Escola Superior de Saúde de Vila Nova de Gaia www.ipiaget.org Ano Letivo 201-201 Regulamento Cursos de Especialização Tecnológica Índice Artigo 1º

Leia mais

ESCOLA SUPERIOR DE ENFERMAGEM DE S. JOSÉ DE CLUNY REGULAMENTO DOS DIREITOS ESPECIAIS DOS ESTUDANTES. Capítulo I. Artigo 1º. Âmbito de aplicação

ESCOLA SUPERIOR DE ENFERMAGEM DE S. JOSÉ DE CLUNY REGULAMENTO DOS DIREITOS ESPECIAIS DOS ESTUDANTES. Capítulo I. Artigo 1º. Âmbito de aplicação ESCOLA SUPERIOR DE ENFERMAGEM DE S. JOSÉ DE CLUNY REGULAMENTO DOS DIREITOS ESPECIAIS DOS ESTUDANTES O presente regulamento concentra e sistematiza os diversos direitos especiais dos estudantes, decorrentes

Leia mais

Manual para a Avaliação do Desempenho dos Bombeiros Voluntários

Manual para a Avaliação do Desempenho dos Bombeiros Voluntários Cadernos Técnicos PROCIV Manual para a Avaliação do Desempenho dos Bombeiros Voluntários Edição: Autoridade NAcional de Protecção Civil abril de 2012 02 Cadernos Técnicos PROCIV #20 ÍNDICE 1. INTRODução

Leia mais

REGULAMENTO DOS CURSOS VOCACIONAIS

REGULAMENTO DOS CURSOS VOCACIONAIS Agrupamento de Escolas Gaia Nascente REGULAMENTO DOS CURSOS VOCACIONAIS ENSINO BÁSICO Escola Secundária Gaia Nascente Artigo 1.º Âmbito e Enquadramento O presente regulamento estabelece as diretrizes essenciais

Leia mais

Projeto do Regulamento Orgânico da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa

Projeto do Regulamento Orgânico da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa Projeto do Regulamento Orgânico da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa CAPÍTULO I Disposições gerais Art.º 1.º Habilitação O Regulamento Orgânico da FCUL assenta nos preceitos da legislação

Leia mais

4928-(5) c) Os n. os 3.1 e 3.2 do anexo III.B (mestrados); d) O n.º 1 do anexo III.C (ciclo de estudos integrado conducente ao grau de mestre).

4928-(5) c) Os n. os 3.1 e 3.2 do anexo III.B (mestrados); d) O n.º 1 do anexo III.C (ciclo de estudos integrado conducente ao grau de mestre). N.º 65 31 de Março de 2006 DIÁRIO DA REPÚBLICA II SÉRIE 4928-(5) Despacho n. o 7287-B/2006 (2. a série). O regime jurídico dos graus académicos e diplomas do ensino superior prevê que os estabelecimentos

Leia mais

Versão Junho 2012. Perguntas Frequentes. Certificação de Entidades Formadoras

Versão Junho 2012. Perguntas Frequentes. Certificação de Entidades Formadoras Versão Junho 2012 Perguntas Frequentes Certificação de Entidades Formadoras Direcção-Geral do Emprego e das Relações de Trabalho Direcção de Serviços de Qualidade e Acreditação 2011 Notas úteis Este documento

Leia mais

MINISTÉRIOS DO TRABALHO E DA SOLIDARIEDADE SOCIAL E DA EDUCAÇÃO

MINISTÉRIOS DO TRABALHO E DA SOLIDARIEDADE SOCIAL E DA EDUCAÇÃO Diário da República, 1.ª série N.º 97 19 de Maio de 2011 2805 desde 1 de Janeiro de 2010, no Malawi, desde 1 de Abril de 2010, no Mali, desde 1 de Dezembro de 2010, em Malta, desde 1 de Março de 2010,

Leia mais

FICHA TÉCNICA. Título Estatísticas da Educação 2008/2009 - Adultos

FICHA TÉCNICA. Título Estatísticas da Educação 2008/2009 - Adultos FICHA TÉCNICA Título Estatísticas da Educação 2008/2009 - Adultos Autoria Gabinete de Estatística e Planeamento da Educação (GEPE) Direcção de Serviços de Estatística Edição Gabinete de Estatística e Planeamento

Leia mais

Cursos Técnicos Superiores Profissionais PARECER TÉCNICO

Cursos Técnicos Superiores Profissionais PARECER TÉCNICO Cursos Técnicos Superiores Profissionais PARECER TÉCNICO Junho de 2014 Agência Nacional para a Qualificação e o Ensino Profissional, IP ÍNDICE GERAL Nota introdutória 3 Pág. 1. Identificação dos elementos

Leia mais

GUIA DO QUESTIONÁRIO RAF - 2013 INSTRUÇÕES PARA UMA CORRETA UTILIZAÇÃO DO QUESTIONÁRIO... 2

GUIA DO QUESTIONÁRIO RAF - 2013 INSTRUÇÕES PARA UMA CORRETA UTILIZAÇÃO DO QUESTIONÁRIO... 2 0 GUIA DO QUESTIONÁRIO RAF - 2013 Índice INSTRUÇÕES PARA UMA CORRETA UTILIZAÇÃO DO QUESTIONÁRIO... 2 1. COMO DESCARREGAR O QUESTIONÁRIO A PARTIR DO SITE DO INA... 2 2. COMO PREENCHER E VALIDAR OS DADOS

Leia mais

Manual de Utilizador Utentes 2015-01.V01 DEPARTAMENTO DE FORMAÇÃO PROFISSIONAL

Manual de Utilizador Utentes 2015-01.V01 DEPARTAMENTO DE FORMAÇÃO PROFISSIONAL DEPARTAMENTO DE FORMAÇÃO PROFISSIONAL DIREÇÃO DE SERVIÇOS DE QUALIFICAÇÃO Centro Nacional de Qualificação de Formadores Manual de Utilizador Utentes 2015-01.V01 Índice Índice... 2 1. Introdução... 4 1.1.

Leia mais

Formação modular certificada (pós laboral)

Formação modular certificada (pós laboral) Formação modular certificada (pós laboral) Itinerários formativos Animação Sócio-cultural, Técnicas de Acção Educativa, Apoio Familiar e à Comunidade e Geriatria com+futuro.évora CÁRITAS DIOCESANA DE ÉVORA

Leia mais

1. Objectivos. 2. Destinatários. 3. Competências

1. Objectivos. 2. Destinatários. 3. Competências DEPARTAMENTO DE POLÍTICA E TRABALHO SOCIAL REGULAMENTO DO CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO DE LIDERANÇA E GESTÃO DE EQUIPAMENTOS SOCIAIS 1ª EDIÇÃO 2013/2014. 1 1. Objectivos Na sociedade atual as organizações de

Leia mais

PROPOSTA DE CONSULTADORIA MAIS BENEFÍCIOS

PROPOSTA DE CONSULTADORIA MAIS BENEFÍCIOS SANTA CASA DA MISERICÓRDIA DE ALBUFEIRA 2014 PROPOSTA DE CONSULTADORIA MAIS BENEFÍCIOS Uma consultadoria eficaz e rentável vocacionada para fornecer às empresas serviços integrais de formação e recrutamento.

Leia mais

TÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS SECÇÃO ÚNICA Disposições Gerais

TÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS SECÇÃO ÚNICA Disposições Gerais REGULAMENTO DE ATRIBUIÇÃO DO TÍTULO DE ESPECIALISTA NA ESCOLA SUPERIOR DE ENFERMAGEM S. FRANCISCO DAS MISERICÓRDIAS TÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS SECÇÃO ÚNICA Disposições Gerais Artigo 1.º (Objecto e âmbito)

Leia mais

Universidade Autónoma de Lisboa Luís de Camões. Aprovado na reunião do Conselho Científico de / /

Universidade Autónoma de Lisboa Luís de Camões. Aprovado na reunião do Conselho Científico de / / Universidade Autónoma de Lisboa Luís de Camões REGULAMENTO GERAL DE CURSOS NÃO CONFERENTES DE GRAU Aprovado na reunião do Conselho Científico de / / Lisboa 2007 2 Regulamento Geral de Cursos não Conferentes

Leia mais

ORIENTAÇÃO TÉCNICA N.º 5/2010

ORIENTAÇÃO TÉCNICA N.º 5/2010 ORIENTAÇÃO TÉCNICA N.º 5/2010 Articulação entre o Processo de Reconhecimento, Validação e Certificação de Competências e a frequência de Unidades de Formação de Curta Duração A. Enquadramento Tal como

Leia mais

MINISTÉRIOS DA ECONOMIA E DO EMPREGO E DA EDUCAÇÃO E CIÊNCIA

MINISTÉRIOS DA ECONOMIA E DO EMPREGO E DA EDUCAÇÃO E CIÊNCIA 3666 Diário da República, 1.ª série N.º 121 26 de junho de 2013 MINISTÉRIOS DA ECONOMIA E DO EMPREGO E DA EDUCAÇÃO E CIÊNCIA Portaria n.º 208/2013 de 26 de junho O Decreto -Lei n.º 92/2010, de 26 de julho,

Leia mais

Newsletter Nº 37 ABRIL ESTÁGIO DE LIDERANÇA PARA PEQUENOS GRUPOS

Newsletter Nº 37 ABRIL ESTÁGIO DE LIDERANÇA PARA PEQUENOS GRUPOS E S C O L A D E S E R V I Ç O D E S A Ú D E M I L I T A R Newsletter Nº 37 ABRIL ESTÁGIO DE LIDERANÇA PARA PEQUENOS GRUPOS Decorreu na Escola de Sargentos do Exército (ESE) de 30 de março a 02 de abril

Leia mais

Regulamento Interno. Artigo 1º (Missão)

Regulamento Interno. Artigo 1º (Missão) Regulamento Interno O presente regulamento aplica-se a todos os Cursos de formação concebidos, organizados e desenvolvidos pelo Nucaminho - Núcleo dos Camionistas do Minho, com o objetivo de promover o

Leia mais

CN CIRCULAR NORMATIVA

CN CIRCULAR NORMATIVA IEFP, I. P. CN CIRCULAR NORMATIVA CÓDIGO FC.10 REVISÃO DADOS DE REVOGAÇÃO DATA DE EMISSÃO Nº DOCUMENTO FL Nº DATA Revoga a CN n.º 34/2003, de 14 de Julho; a CN n.º 14/2004, de 23 de Março e a CN nº 29/2004,

Leia mais

PROCESSO R 2113/06 (A4)

PROCESSO R 2113/06 (A4) PROCESSO R 2113/06 (A4) Data: 27 de Outubro de 2006 Entidade visada: Ministério da Educação Assunto: Carreira docente. Prestação de serviço militar em regime de contrato. Regulamento de incentivos. Contagem

Leia mais

Regulamento dos Colégios de Especialidades e Especializações da OET

Regulamento dos Colégios de Especialidades e Especializações da OET Conselho da Profissão Regulamento dos Colégios de Especialidades e Especializações da OET Preâmbulo A Lei 157/2015, de 17 de setembro, altera a republica o estatuto da Ordem dos Engenheiros Técnicos (adiante

Leia mais

Agrupamento de Escolas Dr.ª Laura Ayres

Agrupamento de Escolas Dr.ª Laura Ayres Agrupamento de Escolas Dr.ª Laura Ayres - Anexo III Regulamento da Educação e Formação de Adultos Artigo 1.º Definição 1. Os Cursos de Educação e Formação de Adultos (EFA) criados ao abrigo das portarias

Leia mais