AGÊNCIA NACIONAL DE SAÚDE SUPLEMENTAR DIRETORIA COLEGIADA

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "AGÊNCIA NACIONAL DE SAÚDE SUPLEMENTAR DIRETORIA COLEGIADA"

Transcrição

1 1 MINISTÉRIO DA SAÚDE AGÊNCIA NACIONAL DE SAÚDE SUPLEMENTAR DIRETORIA COLEGIADA RESOLUÇÃO ADMINISTRATIVA - RA Nº- 38, DE 1o- DE OUTUBRO DE 2010 (*) Dispõe sobre a avaliação de desempenho dos servidores do quadro efetivo para fins de aprovação no estágio probatório e aquisição de estabilidade, no âmbito da Agência Nacional de Saúde Suplementar - ANS; e estabelece a composição e a forma de funcionamento da Comissão para Avaliação de Estágio Probatório e Estabilidade - CAEPE. A Diretoria Colegiada da Agência Nacional de Saúde Suplementar - ANS, em vista do que dispõe o art. 41 da Constituição da República Federativa do Brasil, de 1998; o art. 20 da Lei No , de 11 de dezembro de 1990; o art. 10, incisos I e II, da Lei No , de 28 de janeiro de 2000; o art.86, inciso II, alínea "d" da Resolução Normativa - RN No- 197, de 16 de julho de 2009, em reunião realizada em 29 de setembro de 2010, adotou a seguinte Resolução Administrativa, e eu, Diretor- Presidente, determino a sua publicação. CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 1º A presente Resolução dispõe sobre a avaliação de desempenho dos servidores do quadro efetivo, para fins de aprovação no estágio probatório e aquisição de estabilidade, no âmbito da Agência Nacional de Saúde Suplementar - ANS; e estabelece a composição e a forma de funcionamento da Comissão para Avaliação de Estágio Probatório e Estabilidade - CAEPE. CAPÍTULO II DO ESTÁGIO PROBATÓRIO Art. 2º O estágio probatório, com duração de 3 (três) anos, tem por objetivo avaliar a aptidão e capacidade do servidor para o desempenho das atribuições do cargo de provimento efetivo para o qual foi nomeado, mediante a aprovação em concurso público. Art. 3 O período de estágio probatório será contado a partir da data em que o servidor entrar em exercício. Seção I Do Exercício de Cargos em Comissão Art. 4º O servidor em estágio probatório poderá exercer quaisquer cargos de provimento em comissão ou funções de direção, chefia ou assessoramento na ANS, e somente poderá ser cedido a outro órgão ou entidade para ocupar cargos de Natureza Especial - NES, cargos em comissão do Grupo-Direção e Assessoramento Superiores - DAS, de níveis 6, 5 e 4, ou equivalentes.

2 Seção II Das Licenças e dos Afastamentos Art. 5º Ao servidor em estágio probatório poderão ser concedidas as seguintes licenças e afastamentos: I - por motivo de doença do cônjuge ou companheiro, dos pais, dos filhos, do padrasto ou madrasta e enteado, ou dependente que viva às suas expensas e conste do seu assentamento funcional, mediante comprovação por junta médica oficial, conforme art. 83, da Lei No , de 11 de dezembro de 1990; II - para acompanhar cônjuge ou companheiro que foi deslocado para outro ponto do território nacional, para o exterior ou para o exercício de mandato eletivo dos Poderes Executivo e Legislativo, conforme art. 84, da No-. Lei 8.112, de 1990; III - para atividade política, conforme art. 86, da Lei No , de 1990; IV - para servir em organismo internacional de que o Brasil participe ou com o qual coopere, conforme art. 96, da Lei No , de 1990; V - para participar de curso de formação decorrente de aprovação em concurso para outro cargo na Administração Pública Federal, conforme 4º do art. 20 da Lei No , de 1990; VI - para o serviço militar obrigatório, na forma e condições previstas na legislação específica, conforme art. 85, da Lei No , de 1990; VII - para exercício de mandato eletivo, conforme art. 94 da Lei No , de 1990; e VIII - para estudo ou missão no exterior, conforme art. 95 da Lei No , de Parágrafo único. O estágio probatório ficará suspenso durante as licenças e afastamentos previstos nos incisos I, II, III, IV e V deste artigo, e será retomado a partir do término do impedimento. Art. 6º Ao servidor em estágio probatório serão permitidas e devidamente justificadas, sem qualquer prejuízo, as seguintes ausências, conforme art. 97 da Lei No , de 1990, e demais legislações em vigor: I - por 1 (um) dia, para doação de sangue; II - por 2 (dois) dias, para se alistar como eleitor; e III - por 8 (oito) dias consecutivos em razão de: a)casamento; e b)falecimento do cônjuge, companheiro, pais, madrasta ou padrasto, filhos,enteados, menor sob guarda ou tutela e irmãos. CAPÍTULO III DA ESTABILIDADE Art. 7º A estabilidade tem por objetivo assegurar ao servidor nomeado por concurso público a permanência no serviço público. Parágrafo único. O servidor público estável ocupante de cargo efetivo somente poderá perdê-lo, nos termos do 1o do art. 41, da Constituição Federal, nas seguintes hipóteses: I - em virtude de sentença judicial transitada em julgado; II - mediante processo administrativo em que lhe seja assegurada ampla defesa; e III - mediante procedimento de avaliação periódica de desempenho, na forma de lei complementar, assegurada a ampla defesa. CAPÍTULO IV 2

3 DA COMISSÃO PARA AVALIAÇÃO DE ESTÁGIO PROBATÓRIO E ESTABILIDADE - CAEPE Art. 8º Fica constituída a Comissão para Avaliação de Estágio Probatório e Estabilidade - CAEPE, que terá caráter provisório e será composta por 11 (onze) membros, e seus respectivos suplentes, assim distribuídos: I - um representante titular e um suplente da Presidência - PRESI ou da Diretoria Colegiada - DICOL e suas vinculadas; II - um representante titular e um suplente de cada Diretoria; III - um representante titular e um suplente do cargo de: a)analista administrativo; b)especialista em regulação de saúde suplementar; c)técnico administrativo; e d)técnico em regulação de saúde suplementar; e IV - um representante titular e um suplente da Gerência de Recursos Humanos - GERH, que exercerá o papel de coordenador dos trabalhos da CAEPE; 1º Os representantes dos órgãos referidos no inciso I, II e IV serão indicados por seus respectivos dirigentes. 2º O mandato dos membros efetivos e suplentes representantes da PRESI ou da DICOL e suas vinculadas, das Diretorias e da GERH, que compõem a CAEPE será de 2 (dois) anos, com direito a uma recondução. 3º Os representantes dos servidores, previstos no inciso III deste artigo, serão eleitos pela maioria simples dos votos para mandato de 2 (dois) anos, com pleito a ser conduzido pela GERH. 4º É permitida uma reeleição dos representantes titulares e suplentes dos servidores. 5º O mandato dos integrantes da CAEPE terá início com a designação em Portaria a ser expedida pela DICOL. 6º Os membros da CAEPE deverão assinar o Termo de Compromisso e Responsabilidade, contido no Anexo V. Art. 9o Somente poderão integrar a CAEPE servidores públicos efetivos e estáveis. 1º Caso não haja servidores públicos efetivos estáveis em cada uma das categorias estabelecidas nos incisos I, II e III do art. 8º, a mesma ficará sem representação na CAEPE, até que haja servidor que atenda ao disposto no caput. 2º Para fins do disposto no parágrafo anterior, fica estabelecido um número mínimo de 5 (cinco) componentes na CAEPE. Seção I Das Atribuições Art. 10. São atribuições da CAEPE: I - apreciar e julgar os recursos em 2a instância, referentes às avaliações de desempenho do servidor, realizadas pela chefia imediata, para fins de estágio probatório, com base no Anexo III; II - receber da GERH os Formulários de Avaliação de Desempenho do Servidor em Estágio Probatório e de Aquisição da Estabilidade, contidos no Anexo I, contendo as notas parciais e finais; III - emitir parecer conclusivo a respeito do período de estágio probatório do servidor; 3

4 IV - proceder à avaliação especial de desempenho dos servidores para fins de estabilidade; e V - encaminhar o Termo de Aprovação do Servidor no Estágio Probatório e Aquisição de Estabilidade, contidos no Anexo II com o parecer conclusivo a GERH, para posterior homologação pelo Diretor-Presidente. 1º A CAEPE poderá requerer aos órgãos da ANS as informações que se fizerem necessárias para o cumprimento de suas atribuições. Art. 11. Para a emissão do parecer conclusivo acerca do estágio probatório e a promoção da avaliação especial de desempenho dos servidores para aquisição de estabilidade a que aludem, respectivamente, os incisos III e IV do art. 10, serão considerados os seguintes aspectos: I - a consolidação dos resultados das avaliações de desempenho individual do servidor para os fins de que trata esta norma, obtida através dos critérios estabelecidos no art. 50 desta Resolução e seu parágrafo único; II - documentos e informações sobre a existência de pendência judicial e em que etapa se encontra a mesma, relativa ao ingresso do avaliado no respectivo cargo; III - informações, registros e respectivos documentos sobre a assiduidade e disciplina do avaliado; IV - informações e respectivos documentos sobre licenças e afastamentos que tenham suspendido ou interrompido o exercício do cargo e, em conseqüência, o estágio probatório, bem como as datas de reinicio ou retomada do exercício do servidor, se for o caso; V - informações sobre a existência de processos administrativos e/ou judiciais ou pendências que possam interferir na confirmação do estágio probatório; e VI - outras informações, ocorrências e documentos julgados pertinentes e necessários. Seção II Dos impedimentos e suspeição Art. 12. Fica impedido de atuar em processo específico da CAEPE o servidor que: I - tenha interesse direto ou indireto no processo; II - tenha proferido ato decisório no processo de avaliação de desempenho do avaliado; III - seja cônjuge, companheiro ou parente e afins até o terceiro grau do avaliado; IV - tenha participado ou venha a participar no processo de avaliação como perito ou testemunha, ou já tenha atuado como representante do avaliado, ou se tais situações ocorreram quanto ao cônjuge, companheiro ou parente e afins até o terceiro grau; e IV - esteja litigando judicial ou administrativamente com o avaliado ou respectivo cônjuge ou companheiro. 1º Fica impedido de atuar na elaboração do parecer conclusivo previsto no inciso III do art. 10, o servidor ou autoridade que tenha participado da CAEPE em sede de recurso. 2º Ocorrendo a hipótese prevista no parágrafo anterior, poderá a composição da CAEPE ser alterada, convocando-se os suplentes para substituição dos titulares impedidos. Art. 13. O servidor que incorrer em impedimento deve comunicar o fato à coordenação da CAEPE, abstendo-se de atuar. 4

5 Parágrafo único. A omissão do dever de comunicar o impedimento constitui falta grave, para efeitos disciplinares. Art. 14. Pode ser arguida a suspeição de membro da CAEPE que tenha amizade íntima ou inimizade notória com o avaliado, ou com o respectivo cônjuge, companheiro, parentes e afins até o terceiro grau. Art. 15. Cabe a CAEPE decidir acerca das alegações de impedimento e suspeição, sendo excluído do ato decisório aquele cuja suspeição está sendo analisada. Art. 16. Da decisão que indeferir a alegação de suspeição ou impedimento caberá recurso, através de requerimento administrativo, com os fundamentos do pedido de reexame, podendo juntar os documentos que julgar conveniente. 1º O recurso será dirigido a CAEPE, a qual, se não reconsiderar a decisão no prazo de 5 (cinco) dias, o encaminhará àdicol. 2º O recurso interposto não terá efeito suspensivo. Seção III Da eleição de servidores para a Comissão Art. 17. Cabe à GERH planejar, coordenar e realizar a eleição de servidores ocupante de cada cargo para composição da CAEPE, observando os seguintes procedimentos: I - disponibilizar a Ficha de Inscrição de candidatos para a CAEPE, contida no Anexo IV, garantindo a ampla divulgação do prazo de inscrição; II - divulgar a lista de candidatos inscritos, específica de cada cargo durante os 4 (quatro) dias anteriores à data da eleição; III - estabelecer a data da eleição e divulgá-la desde a abertura das inscrições até a data agendada para o pleito; IV - acompanhar e controlar o processo eletivo; V - apurar os resultados da eleição; VI - divulgar a classificação geral dos candidatos, indicando o primeiro e o segundo mais votados, de cada cargo; VII - encaminhar ao Diretor Presidente a composição da CAEPE, para homologação; VIII - divulgar a composição final da CAEPE, por meio de portaria publicada em boletim de serviço, com os servidores representantes titulares e suplentes dos cargos e das diretorias; e IX - promover o treinamento dos membros da CAEPE, em todas as etapas do processo de avaliação de desempenho individual de servidores. Art. 18. Cada servidor poderá votar apenas uma vez em candidato que ocupe o mesmo cargo por ele ocupado. Art. 19. Será eleito como representante titular o servidor com o maior número de votos, de cada cargo. 1 º Será eleito como suplente o servidor com o segundo maior número de votos, de cada cargo. 2 Se houver apenas um candidato para o cargo, não haverá suplência. 3 Na hipótese de não haver inscrições, os cargos respectivos ficarão sem representação até o fim do mandato vigente. 4 Em caso de empate na eleição, terá preferência, sucessivamente, o servidor: I - com maior tempo de exercício na ANS; e II - com maior idade. 5

6 Seção IV Do início dos trabalhos da CAEPE Art. 20. As reuniões da CAEPE serão presididas pelo coordenador da CAEPE, que convocará um servidor da GERH para secretariá-lo. Art. 21. A CAEPE se reunirá por convocação da coordenação, que indicará horário e local, aos demais membros da CAEPE. Parágrafo único. Os representantes titulares poderão encaminhar solicitação individual de reunião à coordenação da CAEPE, desde que devidamente justificadas, para análise da coordenação. Art. 22. O representante titular integrante da CAEPE que não puder comparecer à reunião deverá informar sua ausência à coordenação, no mínimo, com 24 (vinte e quatro) horas de antecedência, quando então seu suplente será convocado. Parágrafo único. As justificativas de ausência deverão ser arquivadas pela coordenação e registradas em ata. Art. 23. O representante titular que faltar a 3(três) reuniões consecutivas ou 5 (cinco) intercaladas, sem justificativa, será destituído do cargo, assumindo, em seu lugar, o suplente indicado, devendo ser, nesta hipótese, designado um novo suplente. 1º Caso o suplente esteja impossibilitado de assumir a titularidade, sendo este representante dos órgãos definidos nos incisos I e II do art. 8º, haverá novas indicações de representantes e suplentes pelos respectivos dirigentes. 2º Caso o suplente impossibilitado seja representante de um dos cargos de servidor, serão convocados servidores que tenham sido candidatos na eleição, de acordo com o cargo e a classificação final. Art. 24. A CAEPE se reunirá com um número mínimo de 5 (cinco) presentes, fazendo constar em ata suas deliberações. Seção V Da forma, tempo e lugar dos atos da CAEPE Art. 25. A CAEPE se reunirá por convocação da GERH. Parágrafo único. As reuniões serão devidamente registradas em ata, elaborada pelo secretário e assinada pelos presentes. Art. 26. Os atos da CAEPE devem realizar-se em dias úteis, no horário normal de funcionamento da ANS. Parágrafo único. Serão concluídas depois do horário normal as reuniões já iniciadas, cujo adiamento prejudique o curso regular do processo de avaliação. Art. 27. Os atos da CAEPE devem realizar-se, preferencialmente, na sede da ANS, cientificando-se os demais membros da CAEPE se outro for o local de realização das reuniões. Art. 28. Os servidores designados como membros da CAEPE deverão ser dispensados de suas atividades rotineiras, nos horários destinados a treinamento e reuniões, exclusivamente, quando convocados pela GERH. Art. 29. É vedada a participação nas reuniões de pessoas estranhas à CAEPE, exceto o secretário ou se convocadas pela própria CAEPE. Seção VI Da instrução Art. 30. A CAEPE poderá solicitar a qualquer tempo toda a documentação e informação que entender necessária para o julgamento dos recursos interpostos. 6

7 1º As informações necessárias para análise dos recursos de avaliação de desempenho para fins de estágio probatório e aquisição da estabilidade encaminhados a CAEPE serão fornecidas pela GERH ou por qualquer outro órgão da Agência. 2º Sendo necessária a presença de alguma das partes para maiores esclarecimentos, a convocação será feita pela coordenação e comunicada aos demais integrantes da CAEPE, que deverá estar reunida para recebê-la. 3º Nenhum membro da CAEPE poderá individualmente receber qualquer parte em processos de recursos. 4º Não serão considerados válidos documentos obtidos por meios ilícitos. Art. 31. Todo e qualquer assunto discutido pela CAEPE é de caráter confidencial e sigiloso, ficando seus integrantes impedidos de dar publicidade a qualquer informação. 1º As informações necessárias ao processamento da decisão final da CAEPE serão dadas exclusivamente através da sua coordenação. 2º A guarda de documentos em posse da CAEPE é de responsabilidade da sua coordenação, não sendo possível a retirada ou guarda individual por um de seus integrantes. Seção VII Das deliberações da CAEPE Art. 32. As decisões da CAEPE serão tomadas pelo voto da maioria simples dos representantes titulares ou suplentes presentes nas reuniões deliberativas. Parágrafo único. Em caso de empate, caberá a coordenação da CAEPE decidir, devendo ser consignados, em ata, os votos de cada membro. Art. 33. A CAEPE julgará, em última instância, no prazo de até 15 (quinze) dias úteis, os recursos encaminhados pela chefia imediata, por intermédio da GERH, na hipótese de reconsideração parcial ou de não reconsideração. Art. 34. A CAEPE elaborará seu parecer conclusivo acerca do resultado final para fins de estágio probatório e promoverá a avaliação especial de desempenho do servidor para fins de estabilidade. CAPÍTULO V DAS AVALIAÇÕES Seção I Da Avaliação de Desempenho Para Efeito de Estágio Probatório Art. 35. A avaliação de desempenho, para efeito de estágio probatório, tem por finalidade permitir à Administração Pública avaliar a aptidão e a capacidade do servidor no desempenho das atribuições do cargo para o qual foi nomeado, mediante aprovação em concurso público. Subseção I Do Avaliador Art. 36. O servidor em estágio probatório deverá ser avaliado pela chefia imediata a que o mesmo esteja subordinado no exercício do cargo. 1º Considera-se chefia imediata o ocupante de cargo em comissão, responsável pela supervisão direta das atividades do servidor. 2º Em caso de vacância do cargo em comissão, de afastamento ou impedimento legal do titular, o substituto legal do cargo procederá à avaliação do servidor e, na falta deste, a autoridade hierárquica imediatamente superior. Art. 37. Em casos de remoção, cessão ou quaisquer outras alterações de lotação, o servidor será avaliado pela chefia imediata da unidade de lotação na qual tiver permanecido mais tempo. 7

8 Parágrafo único. A avaliação de desempenho de servidor em estágio probatório que se encontre em exercício provisório em órgão ou entidade da Administração Federal direta, autárquica ou fundacional por motivo de afastamento do cônjuge ou companheiro, nos termos do art. 84 da Lei 8.112, de 1990, será efetuada pelo órgão ou entidade onde estiver em exercício na hipótese de já ter transcorrido o período avaliativo estabelecido no caput. Art. 38. A chefia procederá à consolidação e formalização da avaliação de desempenho, por meio do preenchimento do Formulário de Avaliação de Desempenho do Servidor em Estágio Probatório, contido no Anexo I, observados os fatores de desempenho estabelecidos no art. 43, e de acordo com a periodicidade estabelecida no art. 41. Art. 39. A avaliação de desempenho do servidor portador de deficiência deverá ter a assistência de equipe multiprofissional composta de três profissionais capacitados e atuantes nas áreas da deficiência em questão, sendo um deles médico, e três profissionais integrantes da carreira correspondente ao cargo ocupado pelo avaliado, nos termos do art. 43 do Decreto No , de 20 de dezembro de Parágrafo único. A equipe multiprofissional avaliará a compatibilidade entre as atribuições do cargo e a deficiência do servidor durante o estágio probatório, e será convocada pela GERH. Subseção II Do Período Avaliativo Art. 40. Para contagem do período avaliativo do servidor em estágio probatório será considerado o efetivo desempenho das atribuições do cargo para o qual foi nomeado, considerando-se as disposições dos arts. 5º e 6º. Art. 41. A partir do início do exercício no cargo efetivo, o servidor será avaliado no desempenho de suas atividades pela chefia imediata e terá o resultado registrado no Formulário de Avaliação de Desempenho do Servidor em Estágio Probatório, contido no Anexo I. 1º Os servidores serão avaliados a cada ano completo de efetivo exercício. 2º Todos os servidores serão também avaliados quando completarem 30 (trinta) meses de efetivo exercício. Subseção III Da Mensuração dos Fatores de Avaliação para Fins de Estágio Probatório Art. 42. O formulário utilizado para avaliação do estágio probatório é o constante do Anexo I desta Resolução. Art. 43. Para a mensuração dos fatores de avaliação serão considerados apenas os seguintes fatores de desempenho: I - assiduidade: comparecimento regular, permanência no local de trabalho, observância do horário de trabalho e cumprimento da carga horária definida para o cargo ocupado; II - disciplina: capacidade para observar e cumprir normas e regulamentos, bem como manter um comportamento adequado ao serviço público e aos padrões éticos da ANS; III - capacidade de iniciativa: comportamento pró-ativo no âmbito de atuação, buscando garantir eficiência e eficácia na execução dos trabalhos; IV - produtividade: capacidade de alcançar os resultados desejados, com a devida qualidade e no prazo definido; e 8

9 V - responsabilidade: atuação demonstrada no cumprimento de suas atribuições, na guarda de valores, documentos e informações e na conservação de equipamentos e materiais. 1º A escala de avaliação observa a variação de 1 (um) a no máximo 4 (quatro) graus para cada fator. 2º A soma dos graus obtidos em cada fator será convertida em valor percentual, que resultará na nota final da avaliação, considerando o máximo de 20 (vinte) pontos igual a 100% (cem por cento). Art. 44. O servidor que obtiver resultado inferior a 50% (cinqüenta por cento) dos pontos em uma avaliação periódica deverá ter seu desempenho acompanhado pelo superior imediato e pela GERH, com vistas à sua adequação funcional. Parágrafo único. Ocorrendo a hipótese prevista no caput poderão ser elaborados planos de ação de desenvolvimento individual, para a obtenção de melhorias de desempenho do servidor. Subseção IV Dos Recursos Art. 45. O servidor que discordar de sua avaliação periódica poderá interpor recurso à chefia imediata, no prazo de até 10 (dez) dias corridos, utilizando o formulário próprio, contido no Anexo III. 1 O prazo de interposição de recurso do avaliado começa a correr a partir da data da sua respectiva cientificação, excluindo-se da contagem o dia do começo e incluindo-se o do vencimento. 2 Considera-se prorrogado o prazo até o primeiro dia útil seguinte se o vencimento cair em dia em que não houver expediente ou este for encerrado antes da hora normal. 3º Em decorrência de licenças e afastamentos legais, o prazo para recurso poderá ser prorrogado por igual período, mediante justificativa a ser analisada pela CAEPE. Art. 46. Ao receber o recurso, devidamente instruído, a chefia imediata, no prazo de até 05 (cinco) dias, poderá reconsiderar sua decisão. 1º Reconsiderada totalmente a decisão por parte da chefia imediata, esta informará a GERH, que cientificará o avaliado da respectiva alteração do resultado. 2º Na hipótese de reconsideração parcial ou de não reconsideração, a chefia imediata deverá encaminhar o recurso do servidor a CAEPE, com a devida justificativa da nota final atribuída. Art. 47. A CAEPE, em última instância, emitirá parecer sobre o recurso no prazo de até 15 (quinze) dias úteis. Art. 48. A decisão final da CAEPE será comunicada à chefia imediata do servidor e a ele próprio pela GERH, que tomará as providências complementares cabíveis. Seção II Da Avaliação Final Para a Aprovação no Estágio Probatório Art. 49. Seis meses antes de findo o período do estágio probatório, os resultados das avaliações de desempenho do servidor durante este período, sem prejuízo da continuação das avaliações, serão consolidados pela GERH, que emitirá o Termo de Aprovação do Servidor no Estágio Probatório e Aquisição de Estabilidade, contido no Anexo II e o enviará para a CAEPE. Art. 50. A CAEPE elaborará seu parecer conclusivo acerca do resultado final, para fins de estágio probatório, que levará em consideração os aspectos estabelecidos no 9

10 art. 11, em especial, a consolidação dos resultados das avaliações de desempenho individual do servidor, cujo resultado final será obtido mediante a média aritmética das avaliações realizadas dentro do período de estágio probatório. Parágrafo único. Para que o servidor possa ser considerado aprovado, a média aritmética estabelecida no caput deve alcançar um total igual ou superior a 70% (setenta por cento) de aproveitamento. Art. 51. Insatisfeito com o resultado, o servidor público poderá interpor recurso a CAEPE, no prazo de 10 (dez) dias contados da sua ciência do parecer conclusivo. Art. 52. Ao receber o recurso, devidamente instruído, a CAEPE poderá, no prazo de até 05 (cinco) dias, reconsiderar sua decisão. 1º Reconsiderada totalmente a decisão a CAEPE informará o resultado a GERH que cientificará o avaliado da respectiva decisão. 2º Na hipótese de reconsideração parcial ou de não reconsideração, caberá à DICOL julgar o recurso, após encaminhamento pela CAEPE da devida justificativa da nota final atribuída. Seção III Da Avaliação Especial de Desempenho para Aquisição da Estabilidade Art. 53. São estáveis após 3 (três) anos de efetivo exercício os servidores nomeados para cargo de provimento efetivo em virtude de aprovação no estágio probatório e na avaliação especial de desempenho para aquisição da estabilidade. Art. 54. Na avaliação especial de desempenho para aquisição da estabilidade a CAEPE deverá considerar os aspectos estabelecidos no art. 11. Art. 55. Da decisão da CAEPE caberá recurso no prazo de 10 (dez) dias, considerando-se o procedimento estabelecido nos arts. 45 e 46. CAPÍTULO VI DA HOMOLOGAÇÃO Art. 56. Quatro meses antes de findo o período do estágio probatório, sem prejuízo da continuidade de apuração dos fatores enumerados no artigo 43, o resultado final a respeito do estágio probatório e a avaliação especial de desempenho para fins de estabilidade, serão submetidos ao Diretor-Presidente para homologação do Termo de Aprovação do Servidor no Estágio Probatório e Aquisição de Estabilidade. Parágrafo único. A confirmação no cargo será feita sob condição resolutiva se o servidor nele houver ingressado por força de decisão judicial não transitada em julgado, e se resolverá com o julgamento definitivo do feito em desfavor deste. Art. 57. Após homologação do resultado final pelo dirigente máximo da ANS, o ato de confirmação do servidor no cargo será publicado no Diário Oficial da União. Art. 58. O servidor não aprovado no estágio probatório será exonerado ou, se estável, reconduzido ao cargo anteriormente ocupado, observada a legislação em vigor. Parágrafo único. Encontrando-se provido o cargo de origem, o servidor estável será aproveitado em outro, nos termos do parágrafo único do art. 29 da Lei No , de CAPÍTULO VII DOS DIREITOS E DEVERES Art. 59. São direitos do avaliado: I - acompanhar todos os procedimentos que tenham por objeto a avaliação de seu desempenho, a aprovação no estágio probatório e a aquisição da estabilidade, sendo-lhe garantido o direito ao contraditório e à ampla defesa; 10

11 II - requerer revisão dos resultados das avaliações dentro dos prazos previstos. Art. 60. As responsabilidades dos participantes no processo de avaliação de desempenho do estágio probatório são: I - do avaliador: a)acompanhar as atividades do servidor, realizando as anotações necessárias visando à avaliação de seu desempenho do período avaliativo; b)agir com imparcialidade e de acordo com os critérios estabelecidos, de forma a não comprometer a avaliação de desempenho; c)emitir a avaliação e o posicionamento referente ao requerimento ou ao pedido de reconsideração, dentro do prazo previsto; d)transferir ao seu substituto os controles da avaliação dos servidores em caso de ausência prolongada ou férias; e)encaminhar os documentos gerados no processo de avaliação a GERH; II - do avaliado: a) expor os fatos conforme a verdade; b) tratar com respeito os membros da CAEPE; c) proceder com lealdade, urbanidade e boa-fé; d) não agir de modo temerário; e e) prestar as informações que lhe forem solicitadas e colaborar para o esclarecimento dos fatos; III - da GERH: a)administrar o processo de avaliação de desempenho do estágio probatório; b)acompanhar e coordenar todas as ações relacionadas à avaliação de desempenho do servidor em estágio probatório; c)conferir o apoio ou a orientação requisitada pela chefia imediata ou servidor em qualquer etapa do processo de avaliação de desempenho para fins de estágio probatório; d)receber do servidor e encaminhar o Formulário de Recurso à Avaliação de Desempenho contido no Anexo III, referente ao resultado final das avaliações de desempenho; e)dar ciência da decisão proferida pela DICOL ao servidor e à respectiva chefia imediata; f)dar ciência, ao avaliador e ao avaliado, sobre todos os resultados dos julgamentos dos recursos; g)emitir o Termo de Aprovação do Servidor no Estágio Probatório e Aquisição de Estabilidade e encaminhá-lo para a CAEPE; h)providenciar a homologação do resultado final da avaliação para cada servidor; i)coordenar os trabalhos da CAEPE e convocá-la quando necessário; e j)providenciar a publicação dos atos decorrentes da avaliação de desempenho do estágio probatório; IV - do Diretor-Presidente: a)homologar o resultado final da avaliação; V - da Diretoria-Colegiada: a)julgar, em última instância, os recursos dos resultados finais da avaliação para a aprovação no estágio probatório e da avaliação especial de desempenho para aquisição de estabilidade, das decisões proferidas pela CAEPE; e b)deliberar sobre casos omissos. CAPÍTULO VIII 11

12 DAS DISPOSIÇÕES FINAIS Art. 61. Ficam revogadas as Resoluções Administrativas - RA No-. 21, de 17 de outubro de 2007, a RA No- 22, de 12 de dezembro de 2007, e a Instrução de Serviço da Presidência -PRESI - IS No- 2, de 2 de janeiro de Art. 62. Os casos não previstos nesta Resolução Administrativa serão resolvidos pela DICOL. Art. 63. Os Anexos desta Resolução estarão disponíveis para consulta e cópia na página da INTRANS Art. 64. Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação. MAURICIO CESCHIN Diretor-Presidente (*) Publicada no D.O.U. de 04/10/2010, Seção 1. 12

PORTARIA PGR/MPU Nº 577 DE 16 DE NOVEMBRO DE 2010

PORTARIA PGR/MPU Nº 577 DE 16 DE NOVEMBRO DE 2010 PORTARIA PGR/MPU Nº 577 DE 16 DE NOVEMBRO DE 2010 Regulamenta o processo de Gestão do Desempenho no Estágio Probatório dos servidores ocupantes de cargos de provimento efetivo no âmbito do Ministério Público

Leia mais

Tutorial da Avaliação de Desempenho do Servidor no Estágio Probatório

Tutorial da Avaliação de Desempenho do Servidor no Estágio Probatório SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ PRÓ-REITORIA DE DESENVOLVIMENTO E GESTÃO DE PESSOAL Tutorial da Avaliação de Desempenho do Servidor no Estágio Probatório Belém/ Pará. Junho, 2013.

Leia mais

NORMA DE ESTÁGIO PROBATÓRIO PARA SERVIDOR DOCENTE DA UNIFEI

NORMA DE ESTÁGIO PROBATÓRIO PARA SERVIDOR DOCENTE DA UNIFEI 1 NORMA DE ESTÁGIO PROBATÓRIO PARA SERVIDOR DOCENTE DA UNIFEI UNIVERSIDADE FEDERAL DE ITAJUBÁ Normatiza o Estágio Probatório de Docentes no âmbito da Universidade Federal de Itajubá. O CONSELHO DE ENSINO,

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE PRÓ-REITORIA DE GESTÃO DE PESSOAS. INSTRUÇÃO DE SERVIÇO Nº 001 de 02 de fevereiro de 2012

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE PRÓ-REITORIA DE GESTÃO DE PESSOAS. INSTRUÇÃO DE SERVIÇO Nº 001 de 02 de fevereiro de 2012 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE PRÓ-REITORIA DE GESTÃO DE PESSOAS INSTRUÇÃO DE SERVIÇO Nº 001 de 02 de fevereiro de 2012 EMENTA: Estabelece critérios e procedimentos, no âmbito

Leia mais

DISPÕE SOBRE A AVALIAÇÃO DE ESTÁGIO PROBATÓRIO, E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS.

DISPÕE SOBRE A AVALIAÇÃO DE ESTÁGIO PROBATÓRIO, E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. LEI Nº 2001/2006 DISPÕE SOBRE A AVALIAÇÃO DE ESTÁGIO PROBATÓRIO, E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. IRANI CHIES, Prefeito Municipal de Carlos Barbosa, Estado do Rio Grande do Sul, no uso de suas atribuições legais,

Leia mais

ESTÁGIO PROBATÓRIO DEFINIÇÃO INFORMAÇÕES GERAIS INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES FUNDAMENTAÇÃO LEGAL PERGUNTAS FREQUENTES

ESTÁGIO PROBATÓRIO DEFINIÇÃO INFORMAÇÕES GERAIS INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES FUNDAMENTAÇÃO LEGAL PERGUNTAS FREQUENTES ESTÁGIO PROBATÓRIO DEFINIÇÃO INFORMAÇÕES GERAIS INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES FUNDAMENTAÇÃO LEGAL PERGUNTAS FREQUENTES DEFINIÇÃO Período de avaliação do servidor recém-nomeado para cargo efetivo, correspondente

Leia mais

REGIMENTO INTERNO CAPÍTULO I. Da Finalidade

REGIMENTO INTERNO CAPÍTULO I. Da Finalidade REGIMENTO INTERNO CAPÍTULO I Da Finalidade Art. 1ª Fica instituído o Regimento Interno da da Universidade Federal do Vale do São Francisco - UNIVASF, em conformidade com o Decreto nº. 6.029 de 1º de fevereiro

Leia mais

público da administração pública direta, autárquica e fundacional do Poder Executivo Estadual. (Vide art. 9º do Decreto nº 46.030, de 17/8/2011.

público da administração pública direta, autárquica e fundacional do Poder Executivo Estadual. (Vide art. 9º do Decreto nº 46.030, de 17/8/2011. DECRETO 45851, DE 28/12/2011 DE 28/12/2011 (TEXTO ATUALIZADO) Regulamenta o estágio probatório e a avaliação especial de desempenho do servidor público civil ocupante de cargo de provimento efetivo em

Leia mais

LEI Nº 2.998/2007 CAPÍTULO I DA COMPOSIÇÃO

LEI Nº 2.998/2007 CAPÍTULO I DA COMPOSIÇÃO LEI Nº 2.998/2007 REGULAMENTA O CONSELHO MUNICIPAL DE PLANEJAMENTO E DESENVOLVIMENTO URBANO - COPLAN, CRIADO NO ARTIGO 2º, DA LEI COMPLEMENTAR N.º 037/2006, DE 15 DE DEZEMBRO, QUE DISPOE SOBRE NORMAS DE

Leia mais

RESOLUÇÃO N. 128/2013/TCE-RO

RESOLUÇÃO N. 128/2013/TCE-RO RESOLUÇÃO N. 128/2013/TCE-RO Dispõe sobre a concessão de folgas compensatórias e o gozo de Licença-Prêmio por Assiduidade dos servidores do Tribunal de Contas do Estado de Rondônia. O PRESIDENTE DO TRIBUNAL

Leia mais

D E C R E T O Nº 6.393 de 24 de fevereiro de 2011

D E C R E T O Nº 6.393 de 24 de fevereiro de 2011 1 Proc. Nº 7.030/89 D E C R E T O Nº 6.393 de 24 de fevereiro de 2011 Regulamenta a avaliação de desempenho para fins do estágio probatório, previsto na Lei Complementar nº 582, de 19 de dezembro de 2008,

Leia mais

RESOLUÇÃO NORMATIVA RN Nº XXX, DE XX DE XXXXXXXXX DE XXXX

RESOLUÇÃO NORMATIVA RN Nº XXX, DE XX DE XXXXXXXXX DE XXXX RESOLUÇÃO NORMATIVA RN Nº XXX, DE XX DE XXXXXXXXX DE XXXX Dispõe sobre os procedimentos de adequação econômico-financeira das operadoras de planos privados de assistência à saúde de que trata a alínea

Leia mais

considerando a necessidade de conceder incentivos ao estudo de idioma estrangeiro para os servidores ativos da Anvisa, resolve:

considerando a necessidade de conceder incentivos ao estudo de idioma estrangeiro para os servidores ativos da Anvisa, resolve: Nº21 29/04/2013 Boletim de Serviço 19/164 PORTARIA Nº 763/ANVISA, DE 29 DE ABRIL DE 2013 Dispõe sobre limites e procedimentos para concessão de bolsa de estudo de idioma estrangeiro aos servidores ativos

Leia mais

DECRETO Nº 1.745, DE 12 DE AGOSTO DE 2009.

DECRETO Nº 1.745, DE 12 DE AGOSTO DE 2009. DECRETO Nº 1.745, DE 12 DE AGOSTO DE 2009. Dispõe sobre os critérios de avaliação de desempenho do servidor público municipal efetivo e estável, para fins das promoções horizontais e verticais, bem como

Leia mais

Edital Nº 18/2015 Processo Seletivo Interno para Remoção de Servidores Técnicos Administrativos

Edital Nº 18/2015 Processo Seletivo Interno para Remoção de Servidores Técnicos Administrativos O Reitor do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio de Janeiro, nomeado pelo Decreto de 06 de maio de 2014, publicado no Diário Oficial da União em 07 de maio de 2014, visando atender

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO PRESIDÊNCIA PORTARIA FNDE Nº 344 DE 10 DE OUTUBRO DE 2008.

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO PRESIDÊNCIA PORTARIA FNDE Nº 344 DE 10 DE OUTUBRO DE 2008. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO PRESIDÊNCIA PORTARIA FNDE Nº 344 DE 10 DE OUTUBRO DE 2008. Estabelece procedimentos e orientações sobre a criação, composição, funcionamento

Leia mais

REGIMENTO INTERNO CONSELHO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO CONSEPE

REGIMENTO INTERNO CONSELHO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO CONSEPE REGIMENTO INTERNO CONSELHO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO CONSEPE TÍTULO I DA COMPOSIÇÃO E DAS COMPETÊNCIAS CAPÍTULO I - DA COMPOSIÇÃO Art. 1º O CONSEPE é o órgão colegiado superior que supervisiona e

Leia mais

EDITAL nº 67/2015/DGP/IFAL, DE 10 DE JUNHO DE 2015 PROCESSO SELETIVO DE CADASTRO DE RESERVA PARA A REMOÇÃO DE DOCENTES

EDITAL nº 67/2015/DGP/IFAL, DE 10 DE JUNHO DE 2015 PROCESSO SELETIVO DE CADASTRO DE RESERVA PARA A REMOÇÃO DE DOCENTES MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE ALAGOAS DIRETORIA DE GESTÃO DE PESSOAS-DGP COORDENAÇÃO DE CONTRATO E ADMISSÃO DE PESSOAL-CCAP EDITAL nº 67/2015/DGP/IFAL, DE

Leia mais

RESOLVE: TÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS

RESOLVE: TÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS Dispõe sobre os procedimentos internos da Universidade do Estado do Rio de Janeiro - UERJ, referentes ao Estágio Probatório, nos termos do Art. 41 4.º da Constituição da República Federativa do Brasil.

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 011/2013 DE 19 DE AGOSTO DE 2013

RESOLUÇÃO Nº 011/2013 DE 19 DE AGOSTO DE 2013 RESOLUÇÃO Nº 011/2013 DE 19 DE AGOSTO DE 2013 Ementa: Dispõe sobre o programa de avaliação dos servidores em estágio probatório, conforme especifica. A Presidenta da Autarquia do Ensino Superior de Garanhuns

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 032, DE 21 DE DEZEMBRO DE 2010. Estabelece normas e procedimentos para lotação, movimentação e remanejamento interno de

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 032, DE 21 DE DEZEMBRO DE 2010. Estabelece normas e procedimentos para lotação, movimentação e remanejamento interno de INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 032, DE 21 DE DEZEMBRO DE 2010. Estabelece normas e procedimentos para lotação, movimentação e remanejamento interno de servidores da Agência de Fiscalização do Distrito Federal

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 70, DE 23 DE SETEMBRO DE 2008

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 70, DE 23 DE SETEMBRO DE 2008 INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 70, DE 23 DE SETEMBRO DE 2008 Regulamenta o Programa de Gestão de Desempenho do STF - PROGED e dá outras providências. O DIRETOR-GERAL DA SECRETARIA DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL,

Leia mais

CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO REGIMENTO INTERNO

CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO REGIMENTO INTERNO CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO REGIMENTO INTERNO CAPÍTULO I DO CONSELHO, ATRIBUIÇÕES E SUA COMPOSIÇÃO Art. 1.º- O Conselho Municipal de Educação de Carlos Barbosa, criado pela Lei Municipal nº1.176 de

Leia mais

EDITAL Nº 14/2014 PROCESSO SELETIVO PARA REMOÇÃO DE SERVIDORES TÉCNICO-ADMINISTRATIVOS ENTRE OS CAMPI DA UFERSA

EDITAL Nº 14/2014 PROCESSO SELETIVO PARA REMOÇÃO DE SERVIDORES TÉCNICO-ADMINISTRATIVOS ENTRE OS CAMPI DA UFERSA EDITAL Nº 14/2014 PROCESSO SELETIVO PARA REMOÇÃO DE SERVIDORES TÉCNICO-ADMINISTRATIVOS ENTRE OS CAMPI DA UFERSA A Pró-Reitoria de Gestão de Pessoas por meio da Divisão de Desenvolvimento de Pessoal, no

Leia mais

RESOLUÇÃO SEE N.º, de de de 2015 (MINUTA 19/08/2015)

RESOLUÇÃO SEE N.º, de de de 2015 (MINUTA 19/08/2015) RESOLUÇÃO SEE N.º, de de de 2015 (MINUTA 19/08/2015) Estabelece normas para escolha de servidor ao cargo de diretor e à função de vice-diretor de escola estadual de Minas Gerais e trata de outros dispositivos

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA CONSELHO UNIVERSITÁRIO RESOLUÇÃO Nº 09/2010

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA CONSELHO UNIVERSITÁRIO RESOLUÇÃO Nº 09/2010 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA CONSELHO UNIVERSITÁRIO RESOLUÇÃO Nº 09/2010 Aprova o Regimento Interno da Comissão Interna de Supervisão da Carreira dos Cargos

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DA COMISSÃO DE ÉTICA E PROCESSAMENTO

REGIMENTO INTERNO DA COMISSÃO DE ÉTICA E PROCESSAMENTO REGIMENTO INTERNO DA COMISSÃO DE ÉTICA E PROCESSAMENTO Associação Brasileira de Importadores e Distribuidores de Implantes (11) 3256-1321 abraidi@abraidi.com.br www.abraidi.com.br 1ª. Edição 2014 REGIMENTO

Leia mais

Prefeitura Municipal de Porto Alegre

Prefeitura Municipal de Porto Alegre Prefeitura Municipal de Porto Alegre DECRETO Nº 17.301, DE 14 DE SETEMBRO DE 2011. Aprova o Regimento Interno do Fórum Municipal dos Conselhos da Cidade (FMCC). O PREFEITO MUNICIPAL DE PORTO ALEGRE, no

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DA COMISSÃO DE ÉTICA

REGIMENTO INTERNO DA COMISSÃO DE ÉTICA REGIMENTO INTERNO DA COMISSÃO DE ÉTICA Artigo 1º A Comissão de Ética, pretende de maneira independente, imparcial, sigilosa e soberana, assegurar a apuração das representações, apresentadas pelos associados

Leia mais

Decreto N 1.945 de 13 de dezembro de 2005

Decreto N 1.945 de 13 de dezembro de 2005 Decreto N 1.945 de 13 de dezembro de 2005 Dispõe sobre o cumprimento do estágio probatório de servidor público civil ocupante de cargo de provimento efetivo da administração direta, das autarquias e das

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE SÃO LEOPOLDO Estado do Rio Grande do Sul DECRETO Nº 5.541, DE 10 DE MARÇO DE 2008.

PREFEITURA MUNICIPAL DE SÃO LEOPOLDO Estado do Rio Grande do Sul DECRETO Nº 5.541, DE 10 DE MARÇO DE 2008. DECRETO Nº 5.541, DE 10 DE MARÇO DE 2008. Regulamenta o artigo 66, do Estatuto dos Servidores Públicos de São Leopoldo, Lei nº 6.055 de 14 de Setembro de 2006, Da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes-

Leia mais

D E C R E T A CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES GERAIS. Art. 2º - A avaliação de desempenho tem por objetivos:

D E C R E T A CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES GERAIS. Art. 2º - A avaliação de desempenho tem por objetivos: DECRETO Nº 13.191 DE 16 DE AGOSTO DE 2011 Regulamenta a Avaliação de Desempenho e a concessão de variação da Gratificação de Incentivo ao Desempenho - GID para os servidores efetivos, empregados públicos,

Leia mais

Professor Rodrigo Marques de Oliveira Presidente do Conselho Acadêmico do IFMG - Campus Governador Valadares

Professor Rodrigo Marques de Oliveira Presidente do Conselho Acadêmico do IFMG - Campus Governador Valadares SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE MINAS GERAIS CAMPUS GOVERNADOR VALADARES - CONSELHO ACADÊMICO Av. Minas Gerais, 5.189 - Bairro Ouro

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 68, DE 26 DE MARÇO DE 2013.

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 68, DE 26 DE MARÇO DE 2013. INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 68, DE 26 DE MARÇO DE 2013. (Texto compilado) Regulamenta os mecanismos de progressão e promoção para os titulares dos cargos de provimento efetivo de Especialista em Regulação de

Leia mais

"DIAGNÓSTICOS DA AMÉRICA S.A. NIRE nº 35.300.172.507 CNPJ/MF nº 61.486.650/0001-83 Companhia Aberta

DIAGNÓSTICOS DA AMÉRICA S.A. NIRE nº 35.300.172.507 CNPJ/MF nº 61.486.650/0001-83 Companhia Aberta "DIAGNÓSTICOS DA AMÉRICA S.A. NIRE nº 35.300.172.507 CNPJ/MF nº 61.486.650/0001-83 Companhia Aberta REGIMENTO INTERNO DO COMITÊ DE AUDITORIA ESTATUTÁRIO Este Regimento Interno dispõe sobre os procedimentos

Leia mais

Regulamento das comissões internas de prevenção de acidentes - CIPAs

Regulamento das comissões internas de prevenção de acidentes - CIPAs Pág.: 1/5 1 Objetivo 1.1 Esta Norma estabelece os procedimentos relativos ao funcionamento das Comissões Internas de Prevenção de Acidentes - CIPAs na COPASA MG. 1.2 Aplica-se a todos os empregados e Unidades

Leia mais

NORMA DE REMOÇÃO NOR 309

NORMA DE REMOÇÃO NOR 309 MANUAL DE GESTÃO DE PESSOAS COD. 300 ASSUNTO: REMOÇÃO DE DIRIGENTES E EMPREGADOS APROVAÇÃO: Deliberação DIREX nº 71, de 25/05/2015 VIGÊNCIA: 25/05/2015 NORMA DE REMOÇÃO NOR 309 1/7 SUMÁRIO 1. FINALIDADE...

Leia mais

Regimento Interno do Comitê de Ética em Pesquisa do Centro Universitário Metodista Izabela Hendrix

Regimento Interno do Comitê de Ética em Pesquisa do Centro Universitário Metodista Izabela Hendrix Regimento Interno do Comitê de Ética em Pesquisa do Centro Universitário Metodista Izabela Hendrix I - Do Objeto e suas finalidades Art. 1º - O Comitê de Ética em Pesquisa do Centro Universitário Metodista

Leia mais

PORTARIA-CONJUNTA Nº 85/2006

PORTARIA-CONJUNTA Nº 85/2006 Publicação:20/09/06 PORTARIA-CONJUNTA Nº 85/2006 Regulamenta a avaliação especial de desempenho do servidor em estágio probatório no âmbito da Secretaria do Tribunal de Justiça e da Justiça de Primeira

Leia mais

EDITAL Nº 004, DE 14 DE MARÇO DE 2011

EDITAL Nº 004, DE 14 DE MARÇO DE 2011 EDITAL Nº 004, DE 14 DE MARÇO DE 2011 O REITOR DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE RONDÔNIA, no uso de suas atribuições e tendo em vista o disposto na alínea c do inciso III do Art.

Leia mais

OAB. Direito Administrativo. Prof. Rodrigo Canda LEI 8.112/90

OAB. Direito Administrativo. Prof. Rodrigo Canda LEI 8.112/90 LEI 8.112/90 Art. 5o São requisitos básicos para investidura em cargo público: I - a nacionalidade brasileira; II - o gozo dos direitos políticos; III - a quitação com as obrigações militares e eleitorais;

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE MUNIZ FREIRE - ES

PREFEITURA MUNICIPAL DE MUNIZ FREIRE - ES DECRETO Nº 6.106/2013 REGULAMENTA AS LICENÇAS PARA TRATAMENTO DE SAÚDE, DE QUE TRATAM OS ARTS. 80, I; 82 A 100, DA LEI MUNICIPAL Nº 1.132, DE 02 DE JULHO DE 1990 (ESTATUTO DOS SERVIDORES PÚBLICOS DO MUNICÍPIO

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 018 DE 25 DE JANEIRO DE 2012.

RESOLUÇÃO Nº 018 DE 25 DE JANEIRO DE 2012. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE MINAS GERAIS CONSELHO SUPERIOR Avenida Professor Mário Werneck, nº. 2590,

Leia mais

MINISTÉRIO DO PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E GESTÃO

MINISTÉRIO DO PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E GESTÃO I V S E M I N Á R I O D E E X E C U Ç Ã O F I N A N C E I R A D E P R O J E T O S F I N A N C I A D O S C O M R E C U R S O S E X T E R N O S MINISTÉRIO DO PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E GESTÃO SECRETARIA DE

Leia mais

DAS DISPOSIÇÕES GERAIS

DAS DISPOSIÇÕES GERAIS RESOLUÇÃO Nº 002/00 - COPLAD Dispõe sobre a avaliação de desempenho em estágio probatório do servidor técnico-administrativo e do docente. O CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO da Universidade Federal do Paraná,

Leia mais

PROJETO DE RESOLUÇÃO

PROJETO DE RESOLUÇÃO PROJETO DE RESOLUÇÃO ESTABELECE CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO PARA FINS DE PROGRESSÃO E PROMOÇÃO NA CARREIRA DO MAGISTÉRIO SUPERIOR DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO, no uso de suas atribuições

Leia mais

e) Liberdade assistida; f) Semiliberdade; g) Internação, fazendo cumprir o Estatuto da Criança e do Adolescente.

e) Liberdade assistida; f) Semiliberdade; g) Internação, fazendo cumprir o Estatuto da Criança e do Adolescente. REGIMENTO INTERNO DO COMDICA Título I DO CONSELHO MUNICIPAL DOS DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE Capítulo I - DA NATUREZA Art.1º - O Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente COMDICA,

Leia mais

INSTRUÇÃO Nº 005/2015

INSTRUÇÃO Nº 005/2015 INSTRUÇÃO Nº 005/2015 Orienta os servidores da Administração Publica Direta, Entidades e Autarquias do Poder Executivo Estadual, quanto aos prazos e procedimentos a serem observados no segundo Processo

Leia mais

Licença e afastamento SERVIDOR PÚBLICO V LICENÇA E AFASTAMENTO. Licenças não remuneradas: Licenças: 12/11/2012

Licença e afastamento SERVIDOR PÚBLICO V LICENÇA E AFASTAMENTO. Licenças não remuneradas: Licenças: 12/11/2012 Licença e afastamento Hipóteses em que o servidor não presta serviço, sem perder o cargo. Há 7 hipóteses de licença e 4 hipóteses de afastamento. SERVIDOR PÚBLICO V LICENÇA E AFASTAMENTO Paula Freire Licenças:

Leia mais

COMISSÃO DE ÉTICA NO USO DE ANIMAIS - CEUA REGIMENTO INTERNO DA COMISSÃO DE ÉTICA NO USO DE ANIMAL DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO PAMPA

COMISSÃO DE ÉTICA NO USO DE ANIMAIS - CEUA REGIMENTO INTERNO DA COMISSÃO DE ÉTICA NO USO DE ANIMAL DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO PAMPA REGIMENTO INTERNO DA COMISSÃO DE ÉTICA NO USO DE ANIMAL DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO PAMPA CAPÍTULO I DA NATUREZA Art. 1 - A Comissão de Ética no Uso de Animal da Universidade Federal do Pampa (Unipampa/CEUA),

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº. 066 CONSUPER/2013

RESOLUÇÃO Nº. 066 CONSUPER/2013 RESOLUÇÃO Nº. 066 CONSUPER/2013 Dispõe sobre o Regulamento sobre Movimentação de servidores no âmbito do Instituto Federal Catarinense. O Presidente do do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia

Leia mais

ATO Nº 20/2011. O PRESIDENTE DO TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 7ª REGIÃO, no uso de suas atribuições legais e regimentais,

ATO Nº 20/2011. O PRESIDENTE DO TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 7ª REGIÃO, no uso de suas atribuições legais e regimentais, ATO Nº 20/2011 Disciplina a concessão de licenças-médicas aos servidores em exercício neste Regional e dá outras providências. O PRESIDENTE DO TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 7ª REGIÃO, no uso de suas

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 553, DE 11 DE DEZEMBRO DE 2006 (Revogada pela Resolução n.º 605 de 16 de setembro 2008)

RESOLUÇÃO Nº 553, DE 11 DE DEZEMBRO DE 2006 (Revogada pela Resolução n.º 605 de 16 de setembro 2008) RESOLUÇÃO Nº 553, DE 11 DE DEZEMBRO DE 2006 (Revogada pela Resolução n.º 605 de 16 de setembro 2008) O DIRETOR-PRESIDENTE DA AGÊNCIA NACIONAL DE ÁGUAS - ANA, no uso da atribuição que lhe confere o art.

Leia mais

CNPJ/MF nº 29.978.814/0001-87. Comitê de Auditoria Estatutário. Regimento Interno. Capítulo I Introdução

CNPJ/MF nº 29.978.814/0001-87. Comitê de Auditoria Estatutário. Regimento Interno. Capítulo I Introdução PÁGINA 1 DE 7 DO PÁGINA 1 DE 7 DO CNPJ/MF nº 29.978.814/0001-87 Comitê de Auditoria Estatutário Regimento Interno Capítulo I Introdução Artigo 1º. O Comitê de Auditoria Estatutário ( Comitê ou CAE ) da

Leia mais

ESTADO DE SANTA CATARINA

ESTADO DE SANTA CATARINA PROJETO DE LEI Nº Disciplina a admissão de pessoal por prazo determinado no âmbito do Magistério Público Estadual, para atender à necessidade temporária de excepcional interesse público, sob regime administrativo

Leia mais

PORTARIA NORMATIVA Nº 199 / 2011

PORTARIA NORMATIVA Nº 199 / 2011 Publicada no DOE de 02/04/2011 PORTARIA NORMATIVA Nº 199 / 2011 A PRESIDENTE da Fundação Centro de Atendimento Socioeducativo ao Adolescente - Fundação CASA-SP, no uso de sua competência, e Considerando

Leia mais

Art. 1º Fica aprovado, na forma do Anexo, o Regimento Interno do Conselho Nacional de Arquivos - CONARQ. JOSÉ EDUARDO CARDOZO ANEXO

Art. 1º Fica aprovado, na forma do Anexo, o Regimento Interno do Conselho Nacional de Arquivos - CONARQ. JOSÉ EDUARDO CARDOZO ANEXO PORTARIA Nº 2.588, DE 24 DE NOVEMBRO DE 2011 Aprova o Regimento Interno do Conselho Nacional de Arquivos O MINISTRO DE ESTADO DA JUSTIÇA, no uso de suas atribuições previstas nos incisos I e II do parágrafo

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 002 ANTAQ, DE 14 DE OUTUBRO DE 2008.

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 002 ANTAQ, DE 14 DE OUTUBRO DE 2008. INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 002 ANTAQ, DE 14 DE OUTUBRO DE 2008. Fixa os critérios e procedimentos para a realização de concursos públicos de provas e títulos, destinados ao provimento dos cargos efetivos do

Leia mais

Mais do que faculdade, uma escola de empreendedores. Regulamento do Colegiado de curso da Faculdade Montes Belos

Mais do que faculdade, uma escola de empreendedores. Regulamento do Colegiado de curso da Faculdade Montes Belos Mais do que faculdade, uma escola de empreendedores Regulamento do Colegiado de curso da Faculdade Montes Belos São Luís de Montes Belos, novembro de 2011 REGULAMENTO COLEGIADO DE CURSOS REGULAMENTO INTERNO

Leia mais

REGIMENTO INTERNO CONSELHO SUPERIOR (CONSUP)

REGIMENTO INTERNO CONSELHO SUPERIOR (CONSUP) REGIMENTO INTERNO TERESINA-PI 2011 Pág. 1 de 21 SUMÁRIO Página Seção I Da Natureza e Finalidade 2 Seção II Da Composição e Mandatos 2 Seção III Da Posse e Perda dos Mandatos 3 Seção IV Da Competência 4

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE SECRETARIA GERAL DOS CONSELHOS SUPERIORES

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE SECRETARIA GERAL DOS CONSELHOS SUPERIORES SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE SECRETARIA GERAL DOS CONSELHOS SUPERIORES DELIBERAÇÃO Nº 044/2005 CONSELHO DEPARTAMENTAL EM 25 DE NOVEMBRO DE

Leia mais

TÍTULO I DA GESTÃO DEMOCRÁTICA DO ENSINO PÚBLICO

TÍTULO I DA GESTÃO DEMOCRÁTICA DO ENSINO PÚBLICO QUARTA VERSÃO 07/07/06. Dispõe sobre a gestão democrática e normatiza o processo de escolha de Diretor e Assessor(es) de Direção que integram a equipe gestora das unidades escolares da Rede Pública Estadual

Leia mais

CAPÍTULO I DA NATUREZA E FINALIDADE

CAPÍTULO I DA NATUREZA E FINALIDADE Regimento Interno do Conselho Superior do Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia de Alagoas. CAPÍTULO I DA NATUREZA E FINALIDADE Art. 1º. O Conselho Superior, instituído pela Lei n 11.892,

Leia mais

GOVERNO DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO SECRETARIA DE GESTÃO E RECURSOS HUMANOS - SEGER MANUAL DE AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO INDIVIDUAL

GOVERNO DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO SECRETARIA DE GESTÃO E RECURSOS HUMANOS - SEGER MANUAL DE AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO INDIVIDUAL GOVERNO DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO SECRETARIA DE GESTÃO E RECURSOS HUMANOS - SEGER MANUAL DE AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO INDIVIDUAL 2013 PARTE I 1. OBJETIVOS DO MANUAL Este manual tem como propósito orientar

Leia mais

GENILDO LINS DE ALBUQUERQUE NETO

GENILDO LINS DE ALBUQUERQUE NETO MINISTÉRIO DAS COMUNICAÇÕES GABINETE DO MINISTRO PORTARIA Nº 126, DE 25 DE JUNHO DE 2014 O MINISTRO DE ESTADO DAS COMUNICAÇÕES Interino, no uso das atribuições que lhe confere o inciso II do parágrafo

Leia mais

ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL ASSEMBLEIA LEGISLATIVA Gabinete de Consultoria Legislativa

ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL ASSEMBLEIA LEGISLATIVA Gabinete de Consultoria Legislativa DECRETO Nº 49.111, DE 16 DE MAIO DE 2012. (publicado no DOE nº 095, 17 de maio de 2012) Regulamenta, no âmbito da Administração Pública Estadual, a Lei Federal nº 12.527, de 18 de novembro de 2011, que

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº. 36 DO CONSELHO SUPERIOR, DE 20 DE JULHO DE 2015.

RESOLUÇÃO Nº. 36 DO CONSELHO SUPERIOR, DE 20 DE JULHO DE 2015. RESOLUÇÃO Nº. 36 DO CONSELHO SUPERIOR, DE 20 DE JULHO DE 2015. O Presidente do Conselho Superior do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sertão Pernambucano, no uso de suas atribuições

Leia mais

DAS DISPOSIÇÕES GERAIS

DAS DISPOSIÇÕES GERAIS ANEXO À RESOLUÇÃO Nº 490, DE 24 DE JANEIRO DE 2008 REGULAMENTO DE CONSELHO DE USUÁRIOS DO STFC CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES GERAIS Art. 1º Este Regulamento estabelece as regras básicas para implantação,

Leia mais

RESOLUÇÃO DA DIRETORIA COLEGIADA - RDC Nº 25, DE 4 DE ABRIL DE 2008.

RESOLUÇÃO DA DIRETORIA COLEGIADA - RDC Nº 25, DE 4 DE ABRIL DE 2008. RESOLUÇÃO DA DIRETORIA COLEGIADA - RDC Nº 25, DE 4 DE ABRIL DE 2008. Dispõe sobre o procedimento de recurso administrativo no âmbito da Agência Nacional de Vigilância Sanitária e dá outras providências.

Leia mais

D.O.U, de 26 de maio de 2011, Seção 1, pag. 35 COMITÊ NACIONAL DE EDUCAÇÃO FINANCEIRA. DELIBERAÇÃO No- 1, DE 5 DE MAIO DE 2011

D.O.U, de 26 de maio de 2011, Seção 1, pag. 35 COMITÊ NACIONAL DE EDUCAÇÃO FINANCEIRA. DELIBERAÇÃO No- 1, DE 5 DE MAIO DE 2011 D.O.U, de 26 de maio de 2011, Seção 1, pag. 35 COMITÊ NACIONAL DE EDUCAÇÃO FINANCEIRA DELIBERAÇÃO No- 1, DE 5 DE MAIO DE 2011 Institui o Regimento Interno do Comitê Nacional de Educação Financeira. O COMITÊ

Leia mais

REGULAMENTO DO PROCESSO ELEITORAL PARA O CONSELHO DELIBERATIVO AUTÁRQUICO DA AUTARQUIA EDUCACIONAL DO VALE DO SÃO FRANCISCO - AEVSF

REGULAMENTO DO PROCESSO ELEITORAL PARA O CONSELHO DELIBERATIVO AUTÁRQUICO DA AUTARQUIA EDUCACIONAL DO VALE DO SÃO FRANCISCO - AEVSF REGULAMENTO DO PROCESSO ELEITORAL PARA O CONSELHO DELIBERATIVO AUTÁRQUICO DA AUTARQUIA EDUCACIONAL DO VALE DO SÃO FRANCISCO - AEVSF CAPÍTULO I - OBJETO Artigo 1º. Este Regulamento disciplina o Processo

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 8, DE 6 DE JULHO DE 1993 I - DAS REGRAS GERAIS SOBRE A CONTAGEM DO TEMPO DE SERVIÇO

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 8, DE 6 DE JULHO DE 1993 I - DAS REGRAS GERAIS SOBRE A CONTAGEM DO TEMPO DE SERVIÇO INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 8, DE 6 DE JULHO DE 1993 O MINISTRO DE ESTADO CHEFE DA SECRETARIA DA ADMINISTRAÇÃO FEDERAL DA PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA, no uso das atribuições que lhe conferem a Lei nº 8.490, de

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE MOSSORÓ GABINETE DA PREFEITA

PREFEITURA MUNICIPAL DE MOSSORÓ GABINETE DA PREFEITA PREFEITURA MUNICIPAL DE MOSSORÓ GABINETE DA PREFEITA LEI Nº 2.255/2007 Dá nova redação a Lei nº 1.453/200 que cria o Conselho de Alimentação Escolar e dá outras providências. A PREFEITA MUNICIPAL DE MOSSORÓ,

Leia mais

Faculdade de Lucas do Rio Verde Credenciada pela Portaria Ministerial nº. 2.653 de 07/12/01 D.O.U. de 10/12/01.

Faculdade de Lucas do Rio Verde Credenciada pela Portaria Ministerial nº. 2.653 de 07/12/01 D.O.U. de 10/12/01. CONSELHO PEDAGÓGICO - COP RESOLUÇÃO Nº. 13/2008, DE 03 DE ABRIL DE 2008 Aprova o Regulamento de Monitoria Faculdade de Lucas do Rio Verde. O Presidente do Conselho Pedagógico - COP, face ao disposto no

Leia mais

PODER JUDICIÁRIO. PORTARIA Nº CF-POR-2012/00116 de 11 de maio de 2012

PODER JUDICIÁRIO. PORTARIA Nº CF-POR-2012/00116 de 11 de maio de 2012 PODER JUDICIÁRIO JUSTIÇA FEDERAL CONSELHO DA JUSTIÇA FEDERAL PORTARIA Nº CF-POR-2012/00116 de 11 de maio de 2012 Dispõe sobre a composição, o funcionamento e as atribuições dos Comitês Gestores do Código

Leia mais

REGULAMENTO DA COMISSÃO DE ÉTICA NO USO DE ANIMAIS (CEUA) DO CENTRO NACIONAL DE PESQUISA EM ENERGIA E MATERIAIS - CNPEM

REGULAMENTO DA COMISSÃO DE ÉTICA NO USO DE ANIMAIS (CEUA) DO CENTRO NACIONAL DE PESQUISA EM ENERGIA E MATERIAIS - CNPEM REGULAMENTO DA COMISSÃO DE ÉTICA NO USO DE ANIMAIS (CEUA) DO CENTRO NACIONAL DE PESQUISA EM ENERGIA E MATERIAIS - CNPEM CAPÍTULO I DA NATUREZA E FINALIDADE Art. 1º A CEUA Comissão de Ética no Uso de Animais

Leia mais

REGULAMENTO DO CONSELHO DEPARTAMENTAL

REGULAMENTO DO CONSELHO DEPARTAMENTAL Ministério da Educação Universidade Tecnológica Federal do Paraná Pró-Reitoria de Graduação e Educação Profissional REGULAMENTO DO CONSELHO DEPARTAMENTAL RESOLUÇÃO Nº. 073/12-COGEP de 07/12/12 Curitiba

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 22/2005, de 30 de junho de 2005. RESOLVE:

RESOLUÇÃO Nº 22/2005, de 30 de junho de 2005. RESOLVE: MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO MARANHÃO CONSELHO DIRETOR RESOLUÇÃO Nº 22/2005, de 30 de junho de 2005. Aprova as Normas Regulamentadoras da operacionalização da Monografia

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO MUNICIPAL DE PLANEJAMENTO URBANO CAPÍTULO I DA NATUREZA, COMPOSIÇÃO E ORGANIZAÇÃO

REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO MUNICIPAL DE PLANEJAMENTO URBANO CAPÍTULO I DA NATUREZA, COMPOSIÇÃO E ORGANIZAÇÃO REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO MUNICIPAL DE PLANEJAMENTO URBANO CAPÍTULO I DA NATUREZA, COMPOSIÇÃO E ORGANIZAÇÃO Art. 1º - O Conselho Municipal de Planejamento Urbano, criado pela Lei Complementar nº 510,

Leia mais

Programa de Capacitação e Aperfeiçoamento do DAP

Programa de Capacitação e Aperfeiçoamento do DAP Programa de Capacitação e Aperfeiçoamento do DAP LEGISLAÇÃO DE PESSOAL COMO INSTRUMENTO DE GESTÃO Regime Jurídico dos Servidores Públicos Federais Lei nº. 8.112/90 Plano de Carreira dos Cargos Técnico-Administrativos

Leia mais

COORDENAÇÃO-GERAL DE ASSUNTOS DE REFUGIADOS COMITÊ NACIONAL PARA OS REFUGIADOS RESOLUÇÃO NORMATIVA Nº 18, DE 30 DE ABRIL DE 2014

COORDENAÇÃO-GERAL DE ASSUNTOS DE REFUGIADOS COMITÊ NACIONAL PARA OS REFUGIADOS RESOLUÇÃO NORMATIVA Nº 18, DE 30 DE ABRIL DE 2014 COORDENAÇÃO-GERAL DE ASSUNTOS DE REFUGIADOS COMITÊ NACIONAL PARA OS REFUGIADOS RESOLUÇÃO NORMATIVA Nº 18, DE 30 DE ABRIL DE 2014 Estabelece os procedimentos aplicáveis ao pedido e tramitação da solicitação

Leia mais

TRIBUNAL SUPERIOR DO TRABALHO ATO Nº 342/DILEP.CDEP.SEGPES.GDGSET.GP, DE 25 DE JUNHO DE 2014.

TRIBUNAL SUPERIOR DO TRABALHO ATO Nº 342/DILEP.CDEP.SEGPES.GDGSET.GP, DE 25 DE JUNHO DE 2014. TRIBUNAL SUPERIOR DO TRABALHO ATO Nº 342/DILEP.CDEP.SEGPES.GDGSET.GP, DE 25 DE JUNHO DE 2014. Dispõe sobre a concessão de bolsa de estudo para curso de língua estrangeira no âmbito do Tribunal Superior

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 555, DE 19 DE JUNHO DE 2015

RESOLUÇÃO Nº 555, DE 19 DE JUNHO DE 2015 Publicada no DJE/STF, n. 122, p. 1-2 em 24/6/2015. RESOLUÇÃO Nº 555, DE 19 DE JUNHO DE 2015 Dispõe sobre as férias dos servidores do Supremo Tribunal Federal. O PRESIDENTE DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL,

Leia mais

RESOLUÇÃO DO COLEGIADO DO CURSO DE SECRETARIADO EXECUTIVO BILÍNGUE

RESOLUÇÃO DO COLEGIADO DO CURSO DE SECRETARIADO EXECUTIVO BILÍNGUE UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CENTRO DE CIÊNCIAS SOCIAIS E EDUCAÇÀO DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS SOCIAIS CURSO DE SECRETARIADO EXECUTIVO BILÍNGUE Bacharelado RESOLUÇÃO DO COLEGIADO DO CURSO DE SECRETARIADO

Leia mais

Regimento Interno de Atuação do Conselho Fiscal da Fundação das Escolas Unidas do Planalto Catarinense Fundação UNIPLAC

Regimento Interno de Atuação do Conselho Fiscal da Fundação das Escolas Unidas do Planalto Catarinense Fundação UNIPLAC 1 Regimento Interno de Atuação do Conselho Fiscal da Fundação das Escolas Unidas do Planalto Catarinense Fundação UNIPLAC Capítulo I Da Natureza, Finalidade e Composição Art. 1 - O Conselho Fiscal é o

Leia mais

NORMAS E CRITÉRIOS PARA AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO DOS SERVIDORES TÉCNICO-ADMINISTRATIVOS ESTÁVEIS E EM ESTÁGIO PROBATÓRIO DO IF GOIANO

NORMAS E CRITÉRIOS PARA AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO DOS SERVIDORES TÉCNICO-ADMINISTRATIVOS ESTÁVEIS E EM ESTÁGIO PROBATÓRIO DO IF GOIANO SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA GOIANO NORMAS E CRITÉRIOS PARA AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO

Leia mais

RESOLUÇÃO CA Nº 0086/2009. CONSIDERANDO a implantação do Plano de Capacitação dos Agentes Universitários;

RESOLUÇÃO CA Nº 0086/2009. CONSIDERANDO a implantação do Plano de Capacitação dos Agentes Universitários; RESOLUÇÃO CA Nº 0086/2009 Regulamenta o afastamento do serviço para capacitação dos Agentes Universitários da Carreira Técnica Universitária e dá outras providências. CONSIDERANDO a implantação do Plano

Leia mais

PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS E COMPUTACIONAIS AVALIAÇÃO ESPECIAL DE DESEMPENHO DE SERVIDOR EM ESTÁGIO PROBATÓRIO DO QUADRO CIVIL

PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS E COMPUTACIONAIS AVALIAÇÃO ESPECIAL DE DESEMPENHO DE SERVIDOR EM ESTÁGIO PROBATÓRIO DO QUADRO CIVIL PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS E COMPUTACIONAIS AVALIAÇÃO ESPECIAL DE DESEMPENHO DE SERVIDOR EM ESTÁGIO PROBATÓRIO DO QUADRO CIVIL 1 CONCEITO A Emenda Constitucional nº 19/98 estabelece que o servidor nomeado

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 016/2015 DE 05 DE MARÇO DE 2015

RESOLUÇÃO Nº 016/2015 DE 05 DE MARÇO DE 2015 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA GOIANO CONSELHO SUPERIOR RESOLUÇÃO Nº 016/2015 DE 05

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DO COMITÊ DE PESSOAS DE LOJAS RENNER S.A. Capítulo I Dos Objetivos

REGIMENTO INTERNO DO COMITÊ DE PESSOAS DE LOJAS RENNER S.A. Capítulo I Dos Objetivos REGIMENTO INTERNO DO COMITÊ DE PESSOAS DE LOJAS RENNER S.A. Capítulo I Dos Objetivos Artigo 1º - O Comitê de Pessoas ( Comitê ) de Lojas Renner S.A. ( Companhia ), órgão estatutário, de caráter consultivo

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE CONSELHO UNIVERSITÁRIO CÂMARA DE GESTÃO ADMINISTRATIVO-FINANCEIRA

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE CONSELHO UNIVERSITÁRIO CÂMARA DE GESTÃO ADMINISTRATIVO-FINANCEIRA SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE CONSELHO UNIVERSITÁRIO CÂMARA DE GESTÃO ADMINISTRATIVO-FINANCEIRA RESOLUÇÃO N.º 04/2007 Institui o Programa de Avaliação do Desempenho PAD

Leia mais

AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO. Autor: Sidnei Di Bacco/Advogado

AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO. Autor: Sidnei Di Bacco/Advogado AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO Autor: Sidnei Di Bacco/Advogado CONSTITUIÇÃO FEDERAL Art. 41. São estáveis após três anos de efetivo exercício os servidores nomeados para cargo de provimento efetivo em virtude

Leia mais

MINUTA DECRETO Nº, DE DE DE 20.

MINUTA DECRETO Nº, DE DE DE 20. MINUTA DECRETO Nº, DE DE DE 20. Regulamenta os artigos 60 e 61 da Lei Nº 9.860, de 01 de julho de 2013, que dispõe sobre o processo de eleição direta para a função de Gestão Escolar das Unidades de Ensino

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO PIAUÍ

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO PIAUÍ Resolução Nº 039/08 (Texto atualizado) CONSELHO UNIVERSITÁRIO Dispõe sobre Normas referentes a Concurso Público para Ingresso na Carreira Docente da Universidade Federal do Piauí e dá outras Providências.

Leia mais

REGIMENTO INTERNO CAPÍTULO I DA DENOMINAÇÃO, NATUREZA, SEDE E DURAÇÃO

REGIMENTO INTERNO CAPÍTULO I DA DENOMINAÇÃO, NATUREZA, SEDE E DURAÇÃO REGIMENTO INTERNO CAPÍTULO I DA DENOMINAÇÃO, NATUREZA, SEDE E DURAÇÃO Art. 1º O Colegiado Estadual de Procuradores e Advogados Municipais de Santa Catarina, que passará a utilizar com exclusividade a denominação

Leia mais

Ministério da Educação Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul

Ministério da Educação Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul EDITAL Nº 031/2015 PROCESSO CLASSIFICATÓRIO DE AFASTAMENTO DE SERVIDORES TÉCNICO-ADMINISTRATIVOS EM EDUCAÇÃO DA UNIDADE ORGANIZACIONAL CAMPUS BENTO GONÇALVES DO IFRS O Diretor-Geral da Unidade Organizacional

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DE PERNAMBUCO SECRETARIA GERAL DOS CONSELHOS DA ADMINISTRAÇÃO SUPERIOR CONSELHO UNIVERSITÁRIO

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DE PERNAMBUCO SECRETARIA GERAL DOS CONSELHOS DA ADMINISTRAÇÃO SUPERIOR CONSELHO UNIVERSITÁRIO SECRETARIA GERAL DOS CONSELHOS DA ADMINISTRAÇÃO SUPERIOR CONSELHO UNIVERSITÁRIO RESOLUÇÃO Nº 014/2014. EMENTA: Revoga Resolução nº 004/2012 do CONSU e aprova o Programa de Avaliação do Estágio Probatório

Leia mais

RIO GRANDE DO NORTE LEI COMPLEMENTAR Nº 530, DE 29 DE DEZEMBRO DE 2014.

RIO GRANDE DO NORTE LEI COMPLEMENTAR Nº 530, DE 29 DE DEZEMBRO DE 2014. RIO GRANDE DO NORTE LEI COMPLEMENTAR Nº 530, DE 29 DE DEZEMBRO DE 2014. Dispõe sobre a criação de estágio para estudantes de pós-graduação, denominado PGE Residência, no âmbito da Procuradoria-Geral do

Leia mais

Capítulo I Das Disposições Preliminares

Capítulo I Das Disposições Preliminares RESOLUÇÃO SEPLAG Nº 10, DE 1º DE MARÇO DE 2004 Estabelece normas complementares relativas ao registro, controle e apuração da frequência dos servidores públicos da administração direta, autárquica e fundacional

Leia mais

REGULAMENTO DO COLEGIADO DE CURSO CAPÍTULO I DA NATUREZA E FINALIDADES

REGULAMENTO DO COLEGIADO DE CURSO CAPÍTULO I DA NATUREZA E FINALIDADES REGULAMENTO DO COLEGIADO DE CURSO CAPÍTULO I DA NATUREZA E FINALIDADES Art. 1º O Colegiado de Curso é órgão consultivo, normativo, de planejamento acadêmico e executivo, para os assuntos de política de

Leia mais