REVISÃO DO ESTATUTO DOS SERVIDORES PÚBLICOSCIVIS DO ESTADO DE MINAS GERAISMINUTA DE PROJETO DE LEI COMPLEMENTAR

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1 REVISÃO DO ESTATUTO DOS SERVIDORES PÚBLICOSCIVIS DO ESTADO DE MINAS GERAISMINUTA DE PROJETO DE LEI COMPLEMENTAR Dispõe sobre o Estatuto dos Servidores Públicos Civis do Estado de Minas Gerais. TÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art.1º Esta lei institui o Estatuto dos Servidores Públicos Civis do Estado de Minas Gerais. Art.2º Para os efeitos deste Estatuto, servidor público é a pessoa legalmente investida em cargo público. Art.3º Cargo público é o conjunto de atribuições, deveres e responsabilidades específicas, criado por lei, em número certo, com denominação própria e remuneração específica paga pelos cofres públicos. Parágrafo único. Os cargos públicos são de provimento: I efetivo, o qual constitui unidade de ocupação funcional do quadro de pessoal privativa de servidor aprovado em concurso público;e Sugestão de alteração/inclusão de redação para: I efetivo, o qual constitui unidade de ocupação funcional do quadro de pessoal privativa de servidor aprovado em concurso público, CORRESPONDENDO AO MÍNIMO DE 80% (OITENTA POR CENTO) DOS CARGOS PÚBLICOS À DISPOSIÇÃO DE CADA ÓRGÃO ESTATAL; e Justificativa: Regulamentação do Art. 37, V, da CF/88. A alteração da redação visa ainda valorizar os servidores das carreiras sem, contudo, engessar a administração, ou seja, haverá ainda margem suficiente para cargos em comissão de recrutamento amplo, a fim de atender as peculiaridades de cada órgão.

2 II em comissão, o qual constitui unidade de ocupação funcional do quadro de pessoal destinado às atividades de direção, chefia e assessoramento, de livre nomeação e exoneração. Sugestão de alteração/inclusão de redação: II em comissão, o qual constitui unidade de ocupação funcional do quadro de pessoal destinado às atividades de direção, chefia e assessoramento, de livre nomeação e exoneração, SENDO VEDADO SEU PROVIMENTO PARA ATRIBUIÇÕES DIVERSAS. Justificativa: Dar maior efetividade ao dispositivo constitucional (art. 37, V, CF/88), a fim de evitar que haja desvio de função com o fim de burlar a lei. Redação idêntica a da Resolução nº 88, do Conselho Nacional de Justiça, que regulamenta a matéria no Judiciário. Sugestão de inclusão de Parágrafo ao art. 3º, com a seguinte redação: Os ocupantes de cargos em comissão que não se enquadrem nos requisitos do inciso II deverão ser exonerados no prazo de 90 dias da publicação desta Lei Complementar. Justificativa: Visa dar maior efetividade ao disposto nesta lei e na Constituição, a fim de que os órgãos e entidades que, eventualmente, não estejam dentro da legalidade, tenham tempo para se adequarem sem, contudo, esquivarem-se da lei. Texto previsto na Resolução nº 88, do Conselho Nacional e Justiça. Art. 4º A função de confiança, criada por lei e exercida exclusivamente por servidor ocupante de cargo de provimento efetivo, destina-se apenas às atribuições de direção, chefia e assessoramento. Parágrafo único. O servidor público será designado e dispensado de função de confiança por ato do titular do Poder do Estado a que pertencer, ou do titular da Defensoria Pública, do Ministério Público ou do Tribunal de Contas, conforme a respectiva lotação, podendo essa competência ser delegada. Art. 5º O cargo de provimento em comissão poderá ser: I - de recrutamento amplo, o qual pode ser provido por todos que atendam os requisitos dispostos no art. 8º desta lei. II - de recrutamento limitado, cujo provimento é privativo de servidor público estadual ocupante de cargo efetivo e vinculado à estrutura do mesmo órgão ou entidade;

3 III - de recrutamento restrito, cujo provimento é privativo de servidores ocupantes de cargo de provimento efetivo de carreira específica e vinculado à estrutura do mesmo órgão ou entidade, na forma da lei. Parágrafo único. Serão estabelecidos em lei os percentuais mínimos de ocupação obrigatória de cargos de provimento em comissão por servidores de carreira. Sugestão de alteração/inclusão de redação: Parágrafo único. Serão estabelecidos em lei os percentuais mínimos de ocupação obrigatória de cargos de provimento em comissão por servidores de carreira, devendo os Poderes e Órgãos encaminharem projeto de lei, no prazo 90 (noventa) dias da publicação desta lei complementar, para regulamentação da matéria. Justificativa: Dar maior efetividade ao disposto nesta proposta de lei e na Constituição, a fim de que sejam corrigidas eventuais distorções, demonstrando para a sociedade a seriedade desta proposta de novo Estatuto. Prazo previsto na Resolução nº 88, do Conselho Nacional de Justiça, aos tribunais. Art. 6º Leis específicas de iniciativa dos Poderes do Estado, da Defensoria Pública, do Ministério Publico ou do Tribunal de Contas deverão estabelecer critérios mínimos e/ou certificações para subsidiar a seleção de potenciais ocupantes de cargos de provimento em comissão, nos termos de regulamento. TÍTULO II DO PROVIMENTO E DA VACÂNCIA CAPÍTULO I DO PROVIMENTO Seção I Disposições gerais Art. 7º A investidura em cargo público se efetiva com a posse e o exercício. Art.8º São requisitos básicos para investidura em cargo público: I - a nacionalidade brasileira ou estrangeira, ressalvado o exercício de atividades de fiscalização, arrecadação, representação judicial do Estado e o exercício do Poder de Polícia, nos termos de regulamento;

4 II - o gozo dos direitos políticos; III - a quitação com as obrigações militares e eleitorais; IV - o nível de escolaridade exigido para o exercício do cargo; V - a idade mínima de dezoito anos; VI - aptidão física e mental. 1º As atribuições do cargo podem justificar a exigência de outros requisitos para a investidura estabelecidos em lei. 2º É vedada a nomeação em cargo público sem preenchimento dos requisitos legais exigidos para o seu provimento. Art.9º O provimento do cargo público far-se-á mediante ato do titular do Poder do Estado, da Defensoria Pública, do Ministério Público ou do Tribunal de Contas, conforme o órgão ou entidade em que estiver lotado, podendo essa competência ser delegada, ressalvado o disposto no art. 18, XIII da Lei Complementar n.º 34, de 12 de setembro de Art.10 São formas de provimento de cargo público: I nomeação; II promoção; III reversão; IV aproveitamento; V reintegração; e VI readaptação. Parágrafo único. A promoção somente será considerada forma de provimento quando expressamente previsto em lei específica o quantitativo de vagas por nível da carreira. Seção II Do concurso público Art.11 A investidura em cargo público depende de aprovação prévia em concurso público de provas ou de provas e títulos, de acordo com a natureza e a complexidade do cargo, na forma prevista em lei, ressalvadas as nomeações para cargos em comissão.

5 Art.12 O prazo de validade do concurso será de até dois anos, contados da data de sua homologação, prorrogável uma vez, por igual período, a critério da Administração. 1º Durante o prazo de validade do concurso, o candidato nele aprovado tem prioridade de nomeação sobre novos concursados, observada a ordem de classificação. 2º O prazo de validade e demais condições para realização do concurso serão fixados em edital. Art.13 O percentual mínimo de cargos reservados para pessoas com deficiência será previsto em lei. 1º A caracterização da deficiência, bem como a comprovação de sua compatibilidade com as atribuições inerentes ao cargo, será realizada mediante perícia médica. 2º A deficiência que motivou o ingresso no serviço público, nos termos previstos no caput não poderá ser causa de concessão de aposentadoria por invalidez, salvo seu agravamento durante o exercício do cargo. Seção III Da nomeação Art.14 Nomeação é o ato formal firmado pelo titular do Poder do Estado, da Defensoria Pública, do Ministério Público ou do Tribunal de Contas para determinar o provimento originário de cargo público efetivo ou em comissão. Seção IV Da posse e do exercício Art.15 A posse dar-se-á pela lavratura e assinatura do respectivo termo. 1º No ato da posse, além dos documentos necessários para a comprovação dos requisitos a que se refere o art. 8º desta lei, o servidor deverá apresentar as seguintes declarações:

6 I dos bens e valores que constituem seu patrimônio, observado o disposto no art. 13 Lei Federal nº 8.429, de 02 de junho de II quanto ao exercício de outro cargo, emprego ou função pública ou percepção de proventos; e, III quanto à existência de parentesco com agente político, no caso de provimento de cargo em comissão declarado em lei de livre nomeação e exoneração. 2º O servidor nomeado para o exercício de cargo em comissão ou funções de confiança, no âmbito do Poder Executivo do Estado deverá prestar declaração de inexistência de impedimentos para sua investidura, nos termos de regulamento. Art.16 São competentes para dar posse: I o Governador do Estado; II os dirigentes das autarquias e fundações da Administração Indireta do Poder Executivo; III o Presidente do Tribunal de Justiça, no âmbito do Poder Judiciário, o Presidente da Assembléia Legislativa, no âmbito do Poder Legislativo, o Presidente do Tribunal de Contas, no âmbito do Tribunal de Contas, o Defensor Público-Geral no âmbito da Defensoria Pública e o Procurador Geral de Justiça, no âmbito do Ministério Público; Sugestão de emenda: O Presidente do Tribunal de Justiça ou Tribunal de Justiça Militar, no âmbito do Poder Judiciário, o Presidente da Assembléia Legislativa, no âmbito do Poder Legislativo, o Presidente do Tribunal de Contas, no âmbito do Tribunal de Contas, o Defensor Público-Geral no âmbito da Defensoria Pública e o Procurador Geral de Justiça, no âmbito do Ministério Público; Justificativa: Ressalvar a autonomia da Justiça Militar estadual. Parágrafo único. A competência para dar posse poderá ser delegada pelas autoridades de que trata o caput.

7 Art. 17 A posse ocorrerá no prazo de 30 (trinta) dias contados da publicação do ato de provimento, prorrogável por até 30 (trinta) dias, mediante requerimento fundamentado do interessado, observado o interesse da Administração Pública. 1º A posse poderá ocorrer mediante procuração específica, com reconhecimento de firma. Sugestão de alteração na redação: 1º A posse poderá ocorrer mediante procuração específica. Justificativa: a obrigatoriedade de reconhecimento de firma burocratiza o instituto e, em alguns casos, poderá inviabilizar a posse da pessoa nomeada que, por justo motivo, não puder reconhecer firma. 2º O ato de nomeação será tornado sem efeito quando a posse não se der dentro do prazo inicial ou no da prorrogação, ou ainda, quando houver renúncia expressa à posse. 3º O prazo de que trata o caput poderá ser reduzido, em caráter excepcional e mediante ato motivado da autoridade competente, para 15 (quinze) dias, prorrogável por até 15 (quinze) dias, mediante previsão expressa no edital do concurso público. Art.18 A posse em cargo público dependerá de perícia médica com fins de comprovação do requisito de que trata o inciso VI do art.8º desta lei complementar. Art.19 A autoridade a quem couber dar posse verificará, sob pena de responsabilidade, se foram cumpridas as formalidades legais e as condições prescritas para o provimento do cargo. Art.20 Exercício é o efetivo desempenho das atribuições do cargo ou função. Art.21 Compete à chefia imediata dar exercício ao servidor empossado. Art.22 O exercício de cargo ou função terá início dentro do prazo de 30 (trinta) dias, contados da data da posse, podendo ser prorrogado por solicitação do interessado e a juízo da autoridade competente, desde que a prorrogação não exceda 30 (trinta) dias.

8 1º O prazo de que trata o caput poderá ser reduzido, em caráter excepcional e mediante ato motivado da autoridade competente, para 15 (quinze) dias, prorrogável por até 15 (quinze) dias. 2º O ato de posse será tornado sem efeito quando o exercício não se der no prazo inicial ou de prorrogação, ou ainda, quando houver renúncia expressa ao exercício. 3º Nas hipóteses de reversão, reintegração e término da disponibilidade, será instaurado processo administrativo disciplinar caso o servidor não entre em exercício no prazo de 30 (trinta) dias, contados da data de publicação do ato que determinar seu retorno à atividade, salvo doença incapacitante comprovada em perícia médica. Seção V Da reversão Art. 23 Reversão é a forma de provimento caracterizada pelo retorno à atividade de servidor aposentado por invalidez, quando perícia médica declarar insubsistentes os motivos da aposentadoria. 1º A reversão far-se-á em cargo da mesma carreira a que pertencia o servidor quando na atividade ou no cargo resultante de sua transformação. 2º Na impossibilidade de reversão por encontrar-se o cargo provido, o servidor exercerá suas atribuições como excedente, até a ocorrência de vaga. 3º O servidor público que retornar à atividade após a cessação dos motivos que causaram sua aposentadoria por invalidez terá direito, para fins de aposentadoria, à contagem do tempo relativa ao período de afastamento. Sugestão de inclusão de parágrafo ao art. 23, com a seguinte redação: A reversão a pedido somente será aplicada ao servidor que tiver idade máxima de 65 (sessenta e cinco) anos. Justificativa: A minuta não fez previsão expressa de reversão à pedido. Outro fator é que a expectativa de vida do brasileiro aumentou e não faz mais sentido impedir o retorno do servidor a atividade quando ele detém plenas condições de laborar. A ausência deste dispositivo é discriminatória e atenta contra a dignidade da pessoa humana e dos valores sociais do trabalho.

9 Seção VI Da reintegração Art. 24 A reintegração é a reinvestidura do servidor no cargo anteriormente ocupado ou no cargo resultante de sua transformação, quando invalidada, por decisão judicial ou administrativa, sua demissão ou exoneração, com ressarcimento de todas as vantagens pecuniárias, assegurada a contagem do tempo de afastamento. Sugestão de inclusão/alteração na redação: A reintegração é a reinvestidura do servidor no cargo anteriormente ocupado ou no cargo resultante de sua transformação, quando invalidada, por decisão judicial ou administrativa, sua demissão ou exoneração, com ressarcimento de todas as vantagens pecuniárias, assegurada a contagem do tempo de afastamento para todos os fins. Justificativa: O servidor não pode pagar pelo erro da administração. A redação proposta visa deixar claro que o servidor não terá prejuízo ao retornar ao serviço. Seção VII Da disponibilidade e do aproveitamento Art. 25 A disponibilidade de servidor estável decorrerá de extinção do cargo ou da declaração de sua desnecessidade. Sugestão de inclusão de parágrafo ao art. 25, com a seguinte redação: Somente por lei específica, poderá ser extinto ou declarada a desnecessidade de cargo público. Justificativa: Não há dúvida de que a criação ou extinção de cargo público somente ocorre por lei. No entanto, a declaração de desnecessidade não possui definição clara na doutrina e jurisprudência. Assim, para garantir segurança jurídica aos servidores, proponho a presente emenda. 1º O servidor em disponibilidade perceberá remuneração proporcional ao tempo de serviço até seu aproveitamento em outro cargo.

10 Sugestão de alteração na redação: O servidor em disponibilidade perceberá remuneração proporcional ao tempo de serviço até seu adequado aproveitamento em outro cargo Justificativa: adequação com a redação do art. 41, 3º, da CF/88. 2º O valor da remuneração de que trata o 1º não poderá ser inferior ao salário mínimo. 3º O período em que o servidor permanecer em disponibilidade é considerado apenas para efeito de aposentadoria, mantido o recolhimento regular da contribuição previdenciária. Art. 26 O retorno à atividade de servidor estável em disponibilidade far-se-á mediante: I aproveitamento obrigatório em cargo compatível com o anteriormente ocupado, respeitada a natureza das atribuições, a habilitação exigida, os requisitos de escolaridade e a equivalência de vencimentos; II comprovação de aptidão física e mental compatível com o cargo no qual se dará o aproveitamento. Seção VIII Da readaptação Art. 27 Readaptação é a investidura do servidor em cargo de atribuições e responsabilidades compatíveis com limitação de caráter irreversível que tenha sofrido em sua capacidade física ou mental, verificada em perícia médica. 1º A readaptação será efetivada em cargo de atribuições afins, respeitada a habilitação exigida, nível de escolaridade e equivalência de vencimentos e, na hipótese de inexistência de cargo vago, o servidor exercerá suas atribuições como excedente, até a ocorrência de vaga. 2º Se julgado incapaz para o serviço público, o readaptando será aposentado.

11 CAPITULO II DA VACÂNCIA Art. 28 A vacância do cargo decorrerá de: I exoneração; II demissão; III aposentadoria; IV falecimento; V - promoção nas carreiras em que houver previsão legal de quantitativo de vagas por nível; e VI readaptação. Seção I Da exoneração Art. 29 A exoneração do cargo efetivo dar-se-á a pedido ou de ofício. Art. 30 A exoneração de ofício dar-se-á: I - quando não satisfeitas as condições do estágio probatório; II quando o servidor obtiver resultado insatisfatório na avaliação de desempenho, na forma definida em lei complementar; Art. 31 A exoneração a pedido dar-se-á mediante requerimento do servidor, implicando seu imediato afastamento. 1º A exoneração a pedido surtirá efeitos a partir da data de sua solicitação pelo servidor, salvo se houver desistência. 2º O servidor poderá desistir do seu pedido de exoneração, no prazo de 30 (trinta) dias contados da solicitação, desde que o ato de exoneração não tenha sido publicado. 3º O período de afastamento compreendido entre a solicitação e a desistência do pedido de exoneração de que trata o 2º será computado como falta, em se tratando de servidor estável, ou implicará a suspensão da contagem do período de estágio probatório, caso o servidor ainda não tenha adquirido a estabilidade.

12 Art. 32 A exoneração do cargo em comissão dar-se-á: I a critério da autoridade competente; ou II a pedido do próprio servidor. Parágrafo único. A exoneração far-se-á por ato da autoridade competente para a nomeação, nos termos do art. 14. Seção II Da demissão Art. 33 A aplicação da pena de demissão decorrerá de decisão administrativa após o devido processo disciplinar, assegurada a ampla defesa. Seção III Da aposentadoria Art. 34 A aposentadoria é a passagem do servidor para a inatividade, observados os requisitos estabelecidos pela lei do regime de previdência social respectivo. Parágrafo único. Aos servidores ocupantes de cargos efetivos do Estado de Minas Gerais é assegurado regime próprio de previdência social de caráter contributivo e solidário, mediante contribuição do ente público, dos servidores ativos e inativos e dos pensionistas, observados critérios que preservem o equilíbrio financeiro e atuarial, nos termos da Constituição da República e legislação específica. TÍTULO III DA ESTABILIDADE E DO ESTÁGIO PROBATÓRIO Art. 35 O estágio probatório é o período de três anos de efetivo exercício do servidor que ingressar em cargo de provimento efetivo em virtude de aprovação em concurso público e tem por objetivo a apuração da aptidão do servidor no desempenho do cargo para fins de aquisição de estabilidade. 1º A apuração da aptidão do servidor dar-se-á por meio da Avaliação Especial de Desempenho de que trata o art. 39 desta lei complementar.

13 2º A cada ingresso em virtude de aprovação em concurso público, o servidor cumprirá novo período de estágio probatório. Sugestão de inclusão de parágrafo no art. 35, com a seguinte redação: 3º Somente após a conclusão do período de estágio probatório, o servidor poderá exercer função de confiança ou cargo de provimento em comissão de recrutamento limitado e restrito, previsto nos artigos 4º e 5º, desta Lei Complementar. Justificativa: Prestigiar os servidores mais antigos na carreira para o provimento de cargos em comissão, valorizando a todos de acordo com a experiência no serviço público. Esta medida também evita problemas no ambiente de trabalho. Ressalte-se que não há interferência para provimento de cargos de recrutamento amplo. TÍTULO IV DO DESENVOLVIMENTO DO SERVIDOR CAPÍTULO I DA POLÍTICA DE DESENVOLVIMENTO DO SERVIDOR Art. 36 A Política de Desenvolvimento do Servidor compreende a implementação de ações de capacitação, de elevação de escolaridade, de formação profissional, bem como outras que possibilitem a ampliação de conhecimentos e o desenvolvimento de habilidades e atitudes, com o objetivo de aprimorar o desempenho do servidor. Parágrafo único. A Política de Desenvolvimento do Servidor fundamentar-se-á nos instrumentos de planejamento estratégico e orçamentário do Estado, mediante a implementação de ações estratégicas condizentes com o interesse da Administração Pública. Sugestão de inclusão de parágrafo ao art. 36, com a seguinte redação: As propostas orçamentárias dos Poderes e Órgãos do Estado deverão prever recursos para assegurar o cumprimento do disposto neste Título. Justificativa: Garantir que o disposto neste artigo seja efetivamente cumprido pelos Órgãos e entidades e que o servidor seja realmente reconhecido como instrumento de implementação de políticas públicas. CAPÍTULO II

14 DA CARREIRA Art. 37 O desenvolvimento do servidor na carreira dar-se-á por meio de progressão ou promoção, nos termos definidos na lei que fixar as diretrizes do sistema de carreira e seus regulamentos. 1º A avaliação de desempenho satisfatória é condição para o desenvolvimento na carreira, sem prejuízo de outros requisitos definidos em lei. 2º Consideram-se como efetivo exercício, para fins de desenvolvimento na carreira, os períodos de licenças remuneradas e de afastamentos previstos nos arts. 116,119 e 125. TÍTULO V DA AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES GERAIS Art. 38 A avaliação de desempenho é um dos requisitos básicos para desenvolvimento na carreira e para fins de apuração da aptidão do servidor no estágio probatório, nos termos de lei complementar, observado os princípios constitucionais. Parágrafo único. As garantias do contraditório e da ampla defesa serão asseguradas durante o processo de avaliação de desempenho. Sugestão de inclusão de parágrafo ao art. 38, com a seguinte redação: Fica dispensada a avaliação de desempenho durante os períodos de licenças remuneradas e de afastamentos previstos nos arts. 116,119 e 125. Justificativa: apesar de a Minuta reconhecer que os afastamentos acima são considerados com efetivo exercício para desenvolvimento na carreira, deixou de remeter, expressamente, o assunto à avaliação de desempenho, visto que esta é requisito básico para progressão ou promoção. CAPÍTULO II

15 DA AVALIAÇÃO ESPECIAL DE DESEMPENHO Art. 39 A Avaliação Especial de Desempenho AED é o processo de acompanhamento sistemático do desempenho do servidor em período de estágio probatório, que tem por finalidade a apuração da sua aptidão para exercício do cargo para o qual foi nomeado. Parágrafo único. Serão submetidos à AED todos os servidores em período de estágio probatório em exercício nos órgãos e entidades dos Poderes do Estado, da Defensoria Pública, do Ministério Publico ou do Tribunal de Contas, ainda que estejam em exercício de cargo de provimento em comissão ou de função de confiança. CAPÍTULO III DA AVALIAÇÃO PERIÓDICA DE DESEMPENHO Art. 40 A avaliação periódica de desempenho é o processo de acompanhamento sistemático do desempenho do servidor durante o período avaliatório. 1º Serão submetidos à avaliação periódica de desempenho os servidores estáveis ocupantes de cargo de provimento efetivo em exercício nos órgãos e entidades dos Poderes do Estado, da Defensoria Pública, do Ministério Publico ou do Tribunal de Contas, ainda que estejam em exercício de cargo de provimento em comissão ou função de confiança. 2º Os servidores ocupantes exclusivamente de cargo de provimento em comissão serão submetidos à avaliação periódica de desempenho. TÍTULO VI DA MOVIMENTAÇÃO DE PESSOAL CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES GERAIS Art. 41 Nenhum servidor poderá ter exercício em órgão ou entidade diferente daquele em que estiver lotado, salvo os casos previstos nos arts. 42 a 45 ou prévia autorização do titular do Poder do Estado, da Defensoria Pública, do Ministério Público ou do Tribunal de Contas.

16 Parágrafo único - Nesta última hipótese, o afastamento do servidor só será permitido para fim determinado e por prazo certo. Sugestão de inclusão/alteração de redação: Parágrafo único - Nesta última hipótese, o afastamento do servidor só será permitido para fim determinado e por prazo certo, sem ônus para o órgão estatal cedente. Justificativa: visa impedir a concessão indiscriminada de afastamento, unicamente, por interesse do servidor, prejudicando o quadro de pessoal de lotação. Assim, esse tipo de ato pode ser fiscalizado e, até mesmo, rejeitado pelo órgão que pretende receber o servidor, já que terá que arcar com a remuneração. Sugestão de inclusão de parágrafo, com a seguinte redação: No caso do disposto no art. 43, o tempo de disposição não será computado para progressão ou promoção na carreira, ressalvados os casos previstos em legislação especial. Justificativa: Visa impedir a disposição indiscriminada, unicamente por interesse do servidor. Ainda que o texto diga que deve ser observada a conveniência da administração, na prática, isso não ocorre. Cita-se a legislação especial, pois, por exemplo, a Justiça Eleitoral pode requisitar servidores, mantendo-se todos os direitos e vantagens do cargo Lei 6.999/82) CAPÍTULO II REMOÇÃO Art. 42 Remoção é o deslocamento do servidor, a pedido ou de ofício, de seu local de exercício, no âmbito do mesmo órgão ou entidade. 1º Para fins do disposto neste artigo, entende-se por modalidades de remoção: I - de ofício, no interesse da Administração; II - a pedido, a critério da Administração; 2º Na remoção a pedido, serão observados os seguintes critérios: I - motivo de saúde do servidor, comprovado em perícia médica, ou de seu cônjuge, companheiro ou dependente que viva às suas expensas e conste do seu assentamento funcional, mediante comprovação; II pedido motivado pelo deslocamento, no interesse da Administração, de cônjuge ou companheiro que seja servidor público civil ou militar, de qualquer dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios; ou

17 III - classificação em processo de apuração de preenchimento de requisitos para remoção, preestabelecidos em normas especificas pelo órgão ou entidade em que estiver lotado, na hipótese em que o número de interessados for superior ao número de vagas. 3º A remoção será promovida por ato do dirigente do órgão ou entidade de exercício do servidor, podendo essa competência ser delegada. 4º Na remoção de ofício, é garantido ao servidor que discordar do ato de remoção, apresentar pedido de reconsideração ao dirigente do órgão ou entidade de exercício, cabendo ainda recurso hierárquico ao titular do Poder do Estado, da Defensoria Pública, do Ministério Público e do Tribunal de Contas. 5º O ato de remoção fica suspenso até a decisão do recurso final. 6º O servidor que tiver ingressado por meio de concurso público regionalizado não poderá ser removido até o término do prazo de validade do certame. CAPÍTULO III DA DISPOSIÇÃO Art. 43 Disposição é a cessão do servidor, por prazo determinado, para exercício em outro órgão ou entidade que não o de seu quadro de lotação, mantido o vínculo ao quadro de pessoal do órgão de origem e observada a conveniência da Administração Pública. Sugestão de inclusão/alteração na redação: Disposição é a cessão do servidor, pelo prazo de 2 (dois) anos, prorrogável uma única vez por até igual período, para exercício em outro órgão ou entidade que não o de seu quadro de lotação, mantido o vínculo ao quadro de pessoal do órgão de origem e observada a conveniência da Administração Pública. Justificativa: impedir a disposição indiscriminada e indeterminada, a fim de não prejudicar a prestação de serviço no órgão de origem do servidor. CAPÍTULO IV DA REDISTRIBUIÇÃO

18 Art. 44 Redistribuição é a passagem do servidor ocupante de cargo de provimento efetivo para o mesmo cargo, pertencente à mesma carreira, de quadro de pessoal de outro órgão ou instituição do mesmo Poder, mediante ato administrativo motivado, observada a conveniência da Administração Pública. Sugestão de inclusão de parágrafo único ao art. 44, com a seguinte redação: A redistribuição só poderá ocorrer se, no quadro de pessoal do órgão de destino, existir cargo vago e não houver concurso público em vigor com candidatos aprovados. Justificativa: impedir a redistribuição indiscriminada de cargos públicos. Não prejudicar o direito de candidatos aprovados em concurso público. CAPÍTULO V DA PERMUTA Art. 45 Poderá ocorrer permuta entre servidores do mesmo órgão ou entidade, pertencentes à mesma carreira, lotados em locais de exercício diferentes, mediante requerimento dirigido à autoridade máxima da instituição na qual a permuta se faz, observada a conveniência e oportunidade administrativas. 1º O requerimento de que trata o caput deverá conter manifestação favorável das chefias imediatas envolvidas ou as informações sobre eventual discordância, para avaliação da conveniência e oportunidade da prática do ato pela Administração. 2º A competência para autorizar a permuta de servidores a que se refere o caput poderá ser delegada.

19 TÍTULO VII DOS DIREITOS E DAS VANTAGENS CAPÍTULO I DO VENCIMENTO E DA REMUNERAÇÃO Art. 46 O servidor público receberá retribuição pecuniária sob a forma de vencimento, remuneração, subsídio ou provento. Sugestão de inclusão de parágrafo único, com a seguinte redação: Parágrafo Único A retribuição pecuniária a que se refere o caput deverá obrigatoriamente ser objeto de revisão geral anual sempre na mesma data e sem distinção de índices, fixada por lei específica, observada a iniciativa privativa em cada caso. Justificativa: Art. 37, X, da Constituição Federal. Art. 47 Vencimento é a retribuição pecuniária pelo exercício de cargo público, com valor fixado em lei. Parágrafo único. Nenhum servidor receberá, a título de vencimento básico, importância inferior ao salário mínimo. Art. 48 Remuneração é o vencimento do cargo acrescido das vantagens pecuniárias permanentes e/ou temporárias estabelecidas em lei. 1º É vedada a vinculação ou equiparação de quaisquer espécies remuneratórias para efeito de remuneração. 2º O vencimento do cargo efetivo, acrescido das vantagens de caráter permanente, é irredutível. Art. 49 Subsídio é a retribuição pecuniária fixada em parcela única, inacumulável com outras gratificações, adicionais, abonos ou outras espécies remuneratórias, ressalvada a percepção de verbas de natureza indenizatória, bem como acréscimos pecuniários decorrentes do exercício de função de confiança ou opção remuneratória para exercer cargo de provimento em comissão, e aqueles expressamente assegurados em lei aos servidores que fizerem jus a essa modalidade remuneratória.

20 Art. 50 Provento é a retribuição pecuniária devida ao servidor inativo e pensionista. Art. 51 As reposições e indenizações ao erário, em valores atualizados, serão previamente comunicadas ao servidor ativo, aposentado ou ao pensionista para pagamento, no prazo máximo de trinta dias, podendo ser parceladas, a pedido do interessado. 1º As reposições e indenizações ao erário dependem de prévio processo administrativo, caso não haja anuência do servidor. 2º O parcelamento da reposição ou indenização ao erário só poderá ocorrer caso o valor de cada parcela corresponda a, no mínimo, dez por cento do valor da retribuição pecuniária ou pensão, não podendo ser superior a vinte por cento, ressalvado o disposto no 2º. 3º A reposição será feita imediatamente e em uma única parcela, quando o pagamento indevido houver ocorrido no mês anterior ao do processamento da folha. Sugestão de exclusão deste 3º. Justificativa: Vários precedentes do STJ e TJMG. ADMINISTRATIVO. PROCESSUAL CIVIL. EMBARGOS DE DECLARAÇÃO NO RECURSO ORDINÁRIO EM MANDADO DE SEGURANÇA. SERVIDORES PÚBLICOS. RESTITUIÇÃO DE VALORES PAGOS EM VIRTUDE DE LIMINAR. POSSIBILIDADE. PAGAMENTO INDEVIDO POR ERRO DA ADMINISTRAÇÃO. RECEBIMENTO DE BOA-FÉ. VERBA DE CARÁTER ALIMENTAR. DEVOLUÇÃO. NÃO CABIMENTO. AMBOS OS EMBARGOS REJEITADOS. 1. Nos termos do art. 535 do CPC, os embargos de declaração são cabíveis para modificar o julgado que se apresentar omisso, contraditório ou obscuro, bem como para sanar possível erro material existente na decisão, o que não ocorre no presente caso. 2. "Valores pagos pela Administração Pública em virtude de decisão judicial provisória, posteriormente cassada, devem ser restituídos, sob pena de enriquecimento ilícito por parte dos servidores beneficiados (REsp /RJ, Rel. Min. PAULO GALLOTTI, Sexta Turma, DJ 24/4/06). 3. Descabe restituição de valores recebidos de boa-fé pelo servidor em decorrência deerrônea interpretação ou má aplicação da lei pela Administração Pública. Precedentes. 4. Ambos os embargos de declaração rejeitados. (EDcl no RMS /SP, Rel. Ministro ARNALDO ESTEVES LIMA, PRIMEIRA TURMA, julgado em 25/10/2011, DJe 09/11/2011). 4º A indenização decorrente de dano ao erário por via administrativa dependerá de prévio processo administrativo.

OAB. Direito Administrativo. Prof. Rodrigo Canda LEI 8.112/90

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