SEGURANÇA E CONDIÇÕES DE TRABALHO NAS PLATAFORMAS DE PETRÓLEO DA BACIA DE CAMPOS

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1 SEGURANÇA E CONDIÇÕES DE TRABALHO NAS PLATAFORMAS DE PETRÓLEO DA BACIA DE CAMPOS T035E105 Abstract This paper aims to emphasize only a few among the various problems related to security and work conditions in oil platforms at the Campos Bay. Obiviously there is no intentioin of doing, in this space, a detailed analysis of the sate in wich these platform operate. Particulary, it is important to enhance that the way a series of organizational changes are being implemented and conducted is leading to work precarization with harmful effects to security and work conditions in plataforms. We can declare that the productive restructuration has also not spared the offshore industry, and specially the Campos Bay. Área: Ergonomia e Segurança do Trabalho Key-words: security and work conditions; work precarization; oil platforms offshore 1 - Introdução Ao descrever o trabalho dos petroleiros em refinarias e terminais marítimos FERREIRA e IGUTI (1996) procuram aprofundar e detalhar quatro de suas principais características: um trabalho perigoso, complexo, contínuo e coletivo. A nosso ver estas também são características marcantes no trabalho dos petroleiros em plataformas offshore. Não que consideremos uma plataforma como sendo uma refinaria em alto mar, visão que remonta ao início das operações na Bacia de Campos, quando a maior parte dos trabalhadores não detinha ainda um entendimento mais preciso acerca do funcionamento de uma plataforma, em que não se sabia nem o que era uma plataforma, como afirmou um engenheiro que atuou no período inicial das operações na Bacia. Mas por constatarmos que tais aspectos aparecem de modo pronunciado em estudos como o de PESSANHA (1994) e CHOUERI (1991), por exemplo. As autoras citadas acima iniciam a discussão pelo aspecto relacionado ao perigo que envolve esta atividade, ao alto risco a que estão expostos os trabalhadores, pois Se há um consenso entre todos os que trabalham com o petróleo, seja numa refinaria ou num terminal, é a noção de perigo. Em uma refinaria de petróleo, a gente costuma dizer que trabalha em cima de uma bomba. É uma bomba pior do que muita gente pensa... (fala de um petroleiro) Em primeiro lugar, há o perigo de incêndios e explosões, que podem acontecer a qualquer momento, inesperadamente... (FERREIRA e IGUTI, 1996, P.82). Não são raros os depoimentos de petroleiros que deixam transparecer representações das refinarias e plataformas associadas a bombas ou barris de pólvora que podem explodir a qualquer momento, a vulcões que podem entrar em erupção repentinamente etc. O perigo é, inclusive, reconhecido legalmente pela NR-16 em seu anexo 2. Esta prevê o pagamento de adicional de periculosidade (no valor de 30% do salário-base correspondente) aos trabalhadores que se dedicam a atividades ou operações perigosas com inflamáveis, muito embora deva-se ressaltar que o pagamento de adicionais

2 deste tipo seja objeto de inúmeras críticas. Apenas julgamos oportuno sublinhar a existência de algum tipo de reconhecimento formal em relação ao perigo embutido nesta atividade. Há também os riscos de grandes vazamentos de produtos com alta toxicidade que podem ocasionar acidentes graves e fatais, como é o caso do ácido sulfídrico. E se estes são raros, os pequenos vazamentos, ao contrário, são muito freqüentes. É amplo o leque de produtos tóxicos, cuja inalação pode gerar danos variados à saúde: benzeno, tolueno, xileno, ácido sulfídrico, amônia, GLP, monóxido de carbono etc. Ou seja, os vazamentos corroboram a constatação de que o trabalho com o petróleo é não só muito perigoso como bastante insalubre. Combinam-se alta periculosidade e insalubridade, pois além do risco de incêndios, explosões e vazamentos, existe uma série de outros, como ruídos elevados, excesso de calor, regime de trabalho em turnos, riscos de acidentes diversos e as repercussões destes fatores a nível mental (FERREIRA e IGUTI, 1996). Por isso também concordamos com SEVÁ FILHO (1997), quando este afirma em epígrafe que o risco é inerente à indústria do petróleo com seus sistemas complexos, verdadeiras materializações de tecnologias de alto risco: O risco técnico é algo intrínseco, e muito característico da indústria do petróleo - isto porque é atacada a epiderme da terra, interferindo com a geomorfologia e a mecânica do subsolo, inclusive do subsoslo marinho; - porque se trabalha com hidrocarbonetos que evaporam, se incendeiam, explodem, com compostos químicos que contêm ou se transformam em substâncias tóxicas para os homens, sua água, seus alimentos; - porque são operadas máquinas e sistemas que podem desencadear acidentes poderosos, que podem matar e ferir várias pessoas ao mesmo tempo. Além de serem riscos intrínsecos e variados, ele acrescenta que estes são cada vez mais coletivos, porque os efeitos deletérios da atividade petrolífera tendem a se ampliar, atingindo, por vezes, além dos trabalhadores mais diretamente envolvidos no processo, os funcionários administrativos, e até mesmo a população habitante das regiões circunvizinhas. No caso das plataformas offshore, certamente a noção de perigo também é consensual, ou se preferirem o risco também é algo inerente. Com o agravante de que nesta situação se está confinado/isolado. Com efeito, em se tratando do trabalho offshore, às quatro características apontadas acima acrescentaríamos uma quinta, bastante singular: o regime de confinamento/isolamento. Confinamento, porque durante quatorze dias seguidos, ao término do turno diário de doze horas os trabalhadores não retornam às suas residências. Residem na própria plataforma. Seu local de trabalho passa a ser também seu local de moradia. Ficam então expostos ao risco vinte e quatro horas por dia, ao longo de todo o período em que permanecem embarcados. E isolamento, porque as plataformas encontramse situadas em alto mar, dificultando não só a remoção das pessoas, em casos de acidentes, distúrbios ou anomalias que demandem um atendimento em terra, como também o abandono do local, na hipótese mais remota de ocorrência de acidentes ampliados, como o de Enchova em Este acidente vitimou 37 trabalhadores nesta plataforma (PCE-1), quando uma das baleeiras utilizadas durante a operação de abandono despencou no mar. Portanto, os fatores associados ao confinamento/isolamento característicos do trabalho offshore terminam funcionando como agravantes do risco que é inerente à atividade daqueles que trabalham com o petróleo. 2 - O Caso da Plataforma Central de Enchova (PCE-1) Importante frisar desde já que não é nossa intenção chegar a uma quantificação do risco nas plataformas de petróleo. Isto justificaria, no mínimo, a elaboração de outro artigo. Esta tarefa foi desenvolvida por FAERTES (1994) em seu estudo sobre um critério de aceitabilidade de riscos para plataformas marítimas de petróleo. Ela propõe como risco

3 máximo aceitável para as unidades (plataformas) em uso, o valor de (1/10000)/ano (óbito de 1 trabalhador a cada expostos por ano), e de (1/100000)/ano para as novas unidades. Tomando por base estes valores, FREITAS et alii (1997) concluem que o quadro vigente é extremamente preocupante. Em análise recente dos acidentes de trabalho nas plataformas da Bacia de Campos, divulgada sob a forma de relatório preliminar, chegam a uma estimativa de risco de (6,3/10000)/ano, isto é, uma taxa 6,3 vezes maior que aquela aceitável para plataformas em uso. Isto excluindo-se os acidentes fatais ligados às atividades de mergulho e de transporte, que, se incluídos, elevariam esta taxa para (1,88/1000)/ano, ou seja, 18,8 vezes maior que a aceitabilidade técnica proposta. Sabemos, no entanto, que estes valores devem ser relativizados em função das próprias limitações de tal conhecimento, ressalva feita pela própria autora na conclusão da referida tese. Um dos casos mais críticos é justamente o da Plataforma Central de Enchova (PCE- 1), onde ocorreram os dois maiores acidentes da Bacia de Campos. O primeiro em 1984, no qual vieram a falecer 37 trabalhadores, vítimas da queda de uma das baleeiras no mar durante o abandono da plataforma. O segundo ocorreu em 1988, felizmente sem vítimas fatais. Provocou a destruição total do convés e da torre, deixando em seu rastro perdas no valor de pelo menos 500 milhões de dólares, segundo dados oficiais divulgados pela própria direção da empresa. Ambos foram motivados por blow outs (explosões que podem ocorrer no interior dos poços), porém de acordo com relatórios apresentados após o segundo acidente pelo Sindipetro e pelo Sindicato dos Engenheiros do RJ, em alguns poços teriam havido incidentes sintomáticos precursores do blow out fatal. Em que pese a ocorrência de tais eventos antecipatórios a direção de Produção da empresa liberou os poços para completação e a subsequente entrada em operação (SINDIPETRO NF, 1997a). Diante de tais acontecimentos era de se esperar que com o decorrer dos anos a PCE-1 se transformasse em unidade exemplar no que concerne à segurança do trabalho, até porque esta instalação desempenha um papel crucial dentro de todo o sistema de produção offshore da Bacia, interligando-se a mais de dez outras plataformas e operando duas das cinco linhas de escoamento da produção de óleo e gás para o continente. Ao invés disto, na distribuição feita por FREITAS et alii (1997) dos incidentes/acidentes por plataformas na Bacia, entre 18/08/95 e 14/04/97, a PCE-1 aparece em primeiro lugar com o índice de 39%. À título de ilustração fazemos menção a dois destes eventos a seguir. Em 23 de abril de 1996 houve um princípio de incêndio no riser da linha de gás lift, após a falha dos sistemas automáticos de detecção de gases, acarretando a interrupção da produção de óleo e gás por uma hora. Este acidente poderia ter assumido dimensões catastróficas, já que envolvia uma linha de gás altamente pressurizada. Apenas cinco dias se passaram e a mesma plataforma foi palco de novo acidente. O óleo vazou pelo flare (queimador de gás situado no alto de uma das torres da plataforma) sendo lançado em combustão no mar. As válvulas projetadas para desarmarem-se automaticamente encontravam-se by passadas na ocasião do acidente. Foi necessária a evacuação de todo o pessoal da plataforma para o flotel (plataforma destinada exclusivamente à hospedagem dos trabalhadores). A produção esteve parada durante quatro dias (SINDIPETRO NF, 1997b; FREITAS et alii, 1997). A ocorrência destas anormalidades parece não ter sido suficiente para sensibilizar os responsáveis pela segurança da PCE-1, como evidencia a sucessão de acontecimentos posteriores: uma inspeção do Ministério do Trabalho (MTb) resultou em autuação da Petrobrás, decorrente da constatação de infrações a diversas NR s; novos acidentes com vazamento de gás verificaram-se ao longo do mesmo ano; a inspeção geral realizada pela própria empresa no final de 1996 verificou que as válvulas de cabeça de poço, integrantes do equipamento central de operação, encontravam-se em péssimas condições, com alto grau de corrosão..., concluindo devido a esta e a outras deficiências de ordem operacional

4 - ligadas à manutenção e lay-out de equipamentos importantes, à formação profissional de alguns operadores - que a plataforma não estava operando em boas condições de segurança ; dois vazamentos de óleo e gás com intervalo de apenas dois dias em janeiro de 1997 em local que já havia apresentado vazamento dois meses antes (SINDIPETRO NF, 1997a ; 1997b). Estes eventos sucessivos atestam o estado de degradação operacional de alguns setores desta unidade, devendo-se salientar que parte das avarias provocadas nos poços afetados pelos dois grandes acidentes da década de oitenta (84 e 88) não foram inteiramente solucionadas. Não por acaso, esta plataforma ficou conhecida entre os trabalhadores como a rainha da sucata. Ainda com relação à PCE-1, caberia lembrar que estavam em andamento, até recentemente, as obras de reforma e ampliação desta unidade, acarretando um aumento do risco de acidentes, fruto da execução de inúmeras tarefas com o emprego de soldas elétricas, cortes de maçarico, esmerilhamentos etc, e que implicam em um número maior de trabalhadores de empreiteiras à bordo. Ao todo houve um acréscimo de cerca de trezentos trabalhadores em relação ao seu contingente habitual, obrigando a Petrobrás a lançar mão de uma outra plataforma (Safe Jasmínia) utilizada exclusivamente para hospedagem, um autêntico flotel, vizinho à PCE-1. A nosso ver, a PCE-1, apresenta um conjunto de características estruturais e conjunturais que tendem a ampliar e agravar os fatores de risco, como, por exemplo, o maior estado de envelhecimento de seus equipamentos, cuja deterioração gradual traduz-se em degradação do sistema. Da mesma forma, devemos levar em conta o aumento dos riscos devido às obras de reforma e ampliação. Em primeiro lugar pelas razões que expusemos acima. Em segundo, porque se os aspectos ligados à segurança em geral não são devidamente contemplados nos projetos originais das plataformas, a introdução de modificações não previstas criteriosamente em tais projetos, visando a ampliação da capacidade produtiva das instalações, pode acelerar o desgaste mecânico dos equipamentos (PATÉ-CORNELL, 1993). Além disso, há também os problemas relacionados à interação dos novos equipamentos instalados com aqueles mais antigos, gerando uma defasagem da vida útil entre os diferentes componentes do sistema tecnológico, que podem se transformar, ulteriormente, em fontes de constantes incidentes e acidentes (DUARTE, 1994). Salientamos ainda que, grosso modo, todo o sistema vem sendo pressionado a cumprir performances de pico, com suas unidades operando no limite de seus respectivos tempos de vida útil e capacidades instaladas. Frente a este quadro, julgamos razoável afirmar que Enchova insere-se no rol dos sistemas tecnológicos complexos onde predomina o chamado modo degradado de produção, que tende a potencializar a grande variabilidade inerente a estes sistemas tecnológicos (DUARTE, 1994). Com base na linha argumentativa de WYNNE(1988), PORTO e FREITAS (1997) assinalam que esta combinação entre modo degradado de produção e elevada variabilidade aos poucos vai se constituindo no modo normal de operação do sistema. Sua predominância vai, também paulatinamente, comprometendo a segurança, na medida em que as falhas/anormalidades tidas como menores passam a ser consideradas normais, constituindo o que WYNNE (1988) chama de anormalidades normais. São fatores que, muitas vezes, encontram-se na gênese de grandes acidentes. Pode-se tentar alegar que a criticidade em termos de segurança restringe-se a Enchova, já que esta plataforma é um caso à parte, uma unidade das mais antigas, que está atravessando um período atípico, com obras em curso etc. Muito embora Enchova pareça ser o caso mais preocupante, como indicam as estatísticas, a segurança também é um aspecto problemático em outras unidades. Em verdade, o modo degradado de produção e as anormalidades normais não se limitam às plataforma mais antigas. A P-20 e a P-25 (que tive a oportunidade de visitar por um dia em meados de 97) são um ótimo exemplo disto,

5 principalmente a P-20. Tida como uma das plataformas de última geração foi a responsável pelo segundo maior índice (14,1%) de incidentes/acidentes registrados na Bacia entre 18/08/95 e 14/04/97 (FREITAS et alii, 1997). 3 - A Redução de Efetivos e a Terceirização de Serviços Aos fatores apontados até aqui, poderíamos fazer menção a vários outros que vêm comprometendo a segurança nas plataformas. Em particular, dois merecem destaque: a redução de efetivos e a terceirização de serviços, especialmente aqueles ligados às tarefas de manutenção. Segundo DUARTE (1994), não raro, a redução de efetivos na indústria petroquímica está calcada numa representação equivocada do trabalho real dos operadores, pois parte de uma premissa em que a estabilidade e o bom funcionamento são os aspectos predominantes no curso do processo. Todavia o que as análises ergonômicas demonstram é que tais processos são marcados por um alto grau de variabilidade e de incerteza, sobretudo as unidades antigas, onde a degradação é com freqüência um traço característico. Aliás, o caráter aleatório e imprevisível de alguns eventos é uma característica intrínseca aos sistemas tecnológicos complexos com suas interações não-lineares (aquelas que, em geral, não são previstas nos projetos originais de tais sistemas) (PERROW, 1984). Assim, a representação que se tem da freqüência e do conteúdo das intervenções destes operadores ao longo do processo não corresponde ao trabalho efetivamente realizado por eles. Em virtude desta distorção tem havido um subdimensionamento do número de operadores das equipes em seus respectivos turnos, trazendo conseqüências nefastas para a segurança. No caso da atividade offshore PESSANHA (1994) ressalta que o número de operadores embarcados sofreu drástica redução em anos recentes. Ele assinala que entre 1989 e 1992 a redução foi de aproximadamente 30% nas maiores plataformas fixas. Conforme documento por ele citado, oriundo do Seminário de Tecnologia, Saúde e Meio Ambiente, realizado em maio de 1991 pelo Sindipetro-RJ, a redução de pessoal ia, inclusive, de encontro ao parecer emitido por engenheiros de várias plataformas, quando dos cortes efetuados no período 86/87, onde estes afirmavam que o número de funcionários que havia permanecido nas plataformas após os referidos cortes seria a referência para tocálas dentro dos padrões de segurança. A respeito da terceirização de serviços, cabe frisar de início que malgrado este processo esteja em franca disseminação na Bacia de Campos, ele não é um fenômeno novo na indústria do petróleo. Pelo contrário, desde as primeiras décadas deste século engendrou-se em torno das companhias de petróleo uma extensa rede de produtos e serviços oferecidos por terceiros, firmas especializadas que se constituíram para difundir as inovações de seus fundadores (DUTRA, 1996). Na verdade, o que se verifica, de uns anos para cá, é um recrudescimento destas terceirizações, inclusive em atividades-fins da Petrobrás. Com esta ampliação tem prevalecido - não genericamente, pois como já ressaltamos este processo não é homogêneo (FIGUEIREDO, 1998) - o padrão vigente em outras indústrias, ou seja, a terceirização enquanto uma estratégia que resulta em precarização do trabalho. Os dados apresentados pela Gerência de Segurança (GESEG) e por algumas empresas que atuam na Bacia de Campos, comprovam que a freqüência de acidentes e mortes é bem superior entre o pessoal contratado em comparação ao pessoal da própria Petrobrás. Em particular, os números divulgados pelo SESMT da empresa Odebrecht Perfurações Ltda (OPL) durante o ano de 96, registram que de um total de 68 plataformistas e auxiliares, 33 foram vítimas de acidentes, sendo 23 com afastamento. Por

6 sinal, este contrato caracterizava-se como uma autêntica subcontratação em cascata, pois a empresa que realmente operava as plataformas era a USEM (SINDIPETRO NF, 1997). Neste sentido, concordamos com DUTRA (1996), quando este enfatiza que a articulação do papel das empresas subcontratadas à história do petróleo é um tópico de pesquisa que merece indiscutivelmente mais atenção. Para ele os fornecedores de equipamentos e serviços figuram como um quarto agente - além das multinacionais do petróleo, dos países produtores e dos consumidores. A terceirização também tem contribuído para o delineamento de novas configurações no interior do movimento dos trabalhadores. SEVÁ FILHO (1997) cita criações polêmicas como O Sindicato dos Trabalhadores Offshore no Brasil (Sindtob, região norte fluminense) formado pelos petroleiros que não são funcionários da Petrobrás, e a cisão dentro do Sindipetro RJ, dando origem recentemente ao Sindipetro NF. É importante frisar que a terceirização, em certa medida, articula-se com a redução de efetivos, pois esta vem sendo acompanhada de uma crescente terceirização de várias atividades operacionais, como é o caso da manutenção que apresenta um alto índice de acidentes (FREITAS et alii, 1997). Como dissemos anteriormente (FIGUEIREDO, 1998), a reestruturação produtiva também não poupou a indústria offshore no Brasil, e em particular a Bacia de Campos. A nosso ver a redução de efetivos e o recrudescimento das terceirizações se inserem no bojo de um conjunto de mudanças que, pela forma com que vêm sendo implementadas e conduzidas, têm resultado em precarização do trabalho, com efeitos danosos para a segurança e as condições de trabalho. Aqui também a reestruturação produtiva mostra sua face conservadora. Frente a este quadro, a morte de um mergulhador ocorrida em março de 1997 no campo de Piraúna, Bacia de Campos, acabou funcionando como último estopim para que a Assembléia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (ALERJ) instaurasse a 23 de abril do mesmo ano uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI), presidida pela deputada Miriam Reid, para apurar a falta de segurança e condições de trabalho nas plataformas petrolíferas do RJ. Desde então nos foi possível ter acesso a um conjunto de materiais (relatórios e depoimentos) valiosos, complementares àqueles de cunho mais acadêmico. Segundo depoimento do Gerente de Segurança da Bacia de Campos a esta CPI em 11/09/97, os investimentos por parte da Petrobrás nesta área aumentaram nos últimos anos. Mesmo assim, como vimos, o quadro atual parece ainda estar muito aquém do desejável. As razões são variadas e algumas delas já foram explicitadas. Outras, por serem bastante complexas, serão apenas apontadas posteriormente. Contudo, acreditamos que para se chegar a uma alteração substancial deste quadro seria fundamental esta gerência assumir em primeiro lugar que se os riscos são extremamente variados e intrínsecos à indústria do petróleo, talvez o trabalho de concepção e implementação das políticas de segurança deva passar por uma profunda reformulação, deva receber investimentos bem mais expressivos. De forma sucinta, já que o risco é inerente, o cuidado deveria ser muito maior... (SEVÁ FILHO, 1997). Este risco é assumido abertamente pela alta direção de algumas multinacionais do petróleo, como foi o caso do então vice-presidente executivo e chefe de operações da Zapata Corp., Sr. Thomas McIntosh, quando afirmou: duvido que haja outra indústria que tenha uma porcentagem mais alta de seus trabalhadores submetida a risco (Oil and Gas Journal, 27/06/1983, apud CHOUERI Jr., 1991). Pode-se passar das declarações aos fatos. Citemos três grandes acidentes que ocorreram ao longo da década de oitenta: em 1982, com a plataforma Ocean Ranger, no qual sucumbiram todos os seus 84 tripulantes (CHOUERI Jr., 1991); em 1984, com a plataforma de Enchova, na Bacia de Campos, vitimando 37 trabalhadores; em 1988 foi a

7 vez da plataforma Piper Alpha, no Mar do Norte, causando a morte de 165 dos seus 226 tripulantes (PATÉ-CORNELL, 1993). Após este último, as companhias petrolíferas anunciaram que o montante dos gastos em melhoria da segurança nos oito anos que se seguiram, beirou a quantia de nove bilhões de dólares. Em contrapartida, o lucro comercial bruto destas empresas foi algo da ordem de cento e cinco bilhões de dólares, e seu faturamento total chegou próximo dos cento e oitenta bilhões de dólares. Diante destas quantias astronômicas, constata-se que os gastos com segurança ao longo daquele período não chegaram a cinco por cento do faturamento total destas empresas (WOOLFSON et alii,1996). Seria interessante saber o montante investido em melhoria da segurança pela Petrobrás, na Bacia de Campos, após o acidente de Enchova em 1984, e compará-lo com o faturamento total por ela auferido no decorrer destes anos. 4 - Conclusão Com base neste histórico, causa-nos um certo estarrecimento a postura da Gerência de Segurança da Bacia ao insistir, via de regra, no anacronismo culpabilizante, atribuindo aos trabalhadores (em geral as próprias vítimas) a responsabilidade dos acidentes. Estas análises causais costumam se limitar aos fatores mais diretos e imediatos, não desvelando a multiplicidade e as inter-relações entre os diversos fatores que propiciam a ocorrência destes eventos (WISNER, 1994; VIDAL, 1989; PATÉ-CORNELL, 1993). Principalmente os aspectos da organização do trabalho e as práticas gerenciais, até porque, como foi observado na implantação do método da árvore de causas em uma usina atômica francesa, há o receio de dar visibilidade ao papel real da média e alta gerências na gênese dos acidentes, pelas possíveis sanções que possam advir (ALMEIDA e BINDER, 1995). SEVÁ FILHO (1997) também chama a atenção para este ponto ao mapear a correlação de forças entre a GESEG, o SINDIPETRO NF, e as CIPA s das plataformas na Bacia de Campos. No que concerne à análise de algumas catástrofes, WISNER (1994) sugere que se vá ainda mais longe. Para tanto, propõe como ferramenta o que ele veio a denominar de abordagem antropotecnológica. Assim, passamos do registro das responsabilidades funcionais dos operadores e de seus dirigentes ao do pessoal que concebe e instala o dispositivo técnico e, depois, ao registro das responsabilidades dos que determinam as condições econômicas e sociais - ou até políticas - nas quais o dispositivo perigoso foi concebido, instalado e explorado. Também já há algum tempo a abordagem calcada na psicodinâmica do trabalho chama a atenção para o reducionismo das políticas de segurança tradicionais. Esta abordagem procura sublinhar a importância de se respeitar as regras elaboradas espontaneamente no seio dos coletivos de trabalho enquanto uma estratégia de preservação da segurança (DEJOURS e CRU, 1987). Poderíamos ainda abordar uma série de aspectos relacionados aos riscos ambientais (intoxicações com gás sulfídrico, emissões radioativas etc), aos riscos inerentes aos meios de transporte utilizados (terrestre, aéreo e marítimo), aos transtornos de ordem mental decorrentes de um tipo de organização do trabalho em que se combinam isolamento/confinamento, trabalho em turnos, longas jornadas (doze horas) etc. Ficará para um momento posterior, no decorrer de nossa pesquisa de doutoramento.. 5 Referências Bibliográficas ALMEIDA, I. e BINDER, C. (1995). O Uso do Método de Árvore de Causas pelo Movimento Sindical. In: Saúde, Meio Ambiente e Condições de Trabalho. São Paulo: Fundacentro/CUT.

8 CHOUERI Jr, N. (1991). Equipes de Perfuração Marítima: uma análise das relações sociais,das condições de trabalho e de produtividade. Dissertação de Mestrado.Campinas: UNICAMP. DEJOURS, C. e CRU, D. (1987). La peur et la connaissance des risques dans le mètier du bâtiment. In: Dejours, C.; Veil, C. e Wisner, A. (dir.). Psychopathologie du Travail. Coloque National. MRT/CNRS. DUARTE, F. (1994). A Análise Ergonômica e a Determinação de Efetivos: estudo da modernização tecnológica de uma refinaria de petróleo no Brasil. Tese de Doutorado. Rio de Janeiro: COPPE/UFRJ. DUTRA, L. (1996). Por uma história alternativa do petróleo. In: Freitas, M. e Dutra, L. (orgs.). Pesquisas Recentes em Energia, Meio Ambiente e Tecnologia. Rio de Janeiro: COPPE/UFRJ. FAERTES, D. (1994). Sobre um Critério de Aceitabilidade de Riscos para Plataformas Marítimas de Petróleo. Tese de Mestrado. Rio de Janeiro: COPPE/UFRJ. FERREIRA, L. e IGUTI, A. (1996). O Trabalho dos Petroleiros: perigoso, complexo, contínuo e coletivo. São Paulo: Scritta. FIGUEIREDO, M. (1998). O Trabalho de Mergulho Profundo em Instalações Petrolíferas Offshore na Bacia de Campos: a Guerra de Highlander contra Leviatã. Exame de Qualificação ao Doutorado. Rio de Janeiro: COPPE/UFRJ. FREITAS, C. et alii (1997). Relatório Preliminar de Análise dos Acidentes de Trabalho nas Plataformas de Petróleo da Bacia de Campos. Rio de Janeiro: CESTEH/ENSP/FIOCRUZ. PATÉ-CORNELL, M. (1993). Learning from the Piper Alpha Accident: a postmortem analysis of technical and organizational factors. Risk Analysis, vol. 13, n 2: PERROW, C. (1984). Normal Accidents: living with high-risk technologies. New York: Basic Book PESSANHA, R. (1994). O Trabalho Offshore: inovação tecnológica, organização do trabalho e qualificação do operador de produção na Bacia de Campos. Tese de Mestrado. Rio de Janeiro: COPPE/UFRJ. PORTO, M. e FREITAS, C. (1997). Aspectos Sociais e Qualitativos nas Análises de Causas de Acidentes Industriais em Sistemas Tecnológicos Complexos. Rev. Produção, vol. 7, n 1: SEVÁ FILHO, A. (1997). Riscos Técnicos Coletivos e Desorganização do Trabalho: alarmes e emergências na indústria petrolífera brasileira em seu transe de mundialização. Relatório de pesquisa de pós-doutorado. Rio de Janeiro: COPPE/UFRJ. SINDIPETRO NF (1997a). Os Subterrâneos da Bacia: as mortes, os riscos, e a ilegalidade na exploração e produção de petróleo da Bacia de Campos: Macaé. (1997b). Documentos relatando acidentes/incidentes nas instalações da Petrobrás na região Norte Fluminense: Macaé. VIDAL, M. (1989). A Evolução Conceitual da Noção de Acidentes do Trabalho e Consequências Metodológicas sobre o Diagnóstico de Segurança. Cadernos do DEP, ano V, n 3. São Carlos: UFSCar. WISNER, A. (1994). A Inteligência no Trabalho: textos selecionados de ergonomia. São Paulo: Fundacentro. WOOLFSON et alii (1996). Paying For the Piper: capital and labour in Britain s offshore oil industry. London: Mansell. WYNNE, B. (1988). Unruly Technology: pratical rules, impratical discourses and public understanding. Social Studies of Science, vol. 18:

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