PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO PARÁ CONSULTA DE PROCESSOS DE 1º GRAU SISTEMA LIBRA - INTERNET

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1 DADOS DO PROCESSO Número do Processo: Processo Prevento: - Instância: 1º GRAU Comarca: BELÉM Situação: EM RECURSO Área: CÍVEL Data da Distribuição: 24/07/2009 Vara: 2ª VARA DE FAZENDA DE Gabinete: GABINETE DA 2ª VARA DE FAZENDA DE Secretaria: SECRETARIA DA 2ª VARA DE FAZENDA DE Magistrado: MARCO ANTONIO LOBO CASTELO BRANCO Competência: FAZENDA PÚBLICA, AUTAR. - ASSISTENCIA Classe: Ação Popular Assunto: NÃO INFORMADO Instituição: - Número do Inquérito Policial: - Valor da Causa: R$ ,00 Data de Autuação: 19/01/2012 Segredo de Justiça: NÃO Volume: - Número de Páginas: - Prioridade: NÃO Gratuidade: NÃO Fundamentação Legal: - PARTES E ADVOGADOS DEFENSORIA PUBLICA DO ESTADO DO PARA ESTADO DO PARA - CASA CIVIL DA GOVERNADORA GOVERNO DO ESTADO DO PARA RAIMUNDO NONATO DE OLIVEIRA NERY RÉU RÉU RÉU AUTOR DR. ERICK MACHADO CARRICO CORREA ADVOGADO DESPACHOS E DECISÕES 1

2 Data: 07/04/2011 SENTENÇA Vistos etc. Trata-se de AÇÃO POPULAR movida pelo cidadão RAIMUNDO NONATO DE OLIVEIRA NERY em face do GOVERNO DO ESTADO DO PARÁ, PROCURADORIA GERAL DO ESTADO DO PARÁ, CASA CIVIL DA GOVERNADORIA DO ESTADO e a DEFENSORIA PÚBLICA DO ESTADO DO PARÁ, aduzindo a ilegitimidade da nomeação de Defensores Públicos que se encontram em estágio probatório, para cargos de confiança. Manifestou-se ainda contra a promoção pelo Conselho Superior da Defensoria Pública de Defensores Públicos em estágio probatório para 2ª e 3ª entrâncias; e gasto excessivo de diárias para deslocamento de Defensores Públicos ao interior do Estado, tudo em desrespeito aos princípios da moralidade e legalidade, causando dilapidação indevida do patrimônio público, o que deveria ser ressarcido pelas autoridades responsáveis. Em tempo hábil os réus apresentaram contestação argüindo, preliminarmente, a concessão de prazo para o autor promover a citação dos Defensores Públicos envolvidos, a prejudicial de mérito relativa à ilegitimidade passiva dos co-réus com exceção do Defensor Público Geral do Estado. No mérito, defenderam a legalidade dos atos promocionais da forma como ocorreram, bem como a impossibilidade de ingerência do Poder Judiciário nesse mérito administrativo. Instado a se manifestar, o representante do Ministério Público exarou parecer no sentindo da (procedência ou improcedência) da ação. É o relatório. Decido. Primeiramente, é imperioso destacar que a presente demanda visa a intervenção do Poder Judiciário no sentido de declarar a nulidade de atos administrativos. Contudo, conforme é assente perante a mais abalizada doutrina administrativa e uniforme entendimento jurisprudencial pátrio (inclusive sob a jurisdição do STF e STJ), tal ingerência não é livre e desmedida. Pelo contrário, justamente no intuito de proteger o teor do art. 2º da Constituição Federal/88, o qual normatiza o princípio da separação entre os Poderes (um dos fundamentos da República Federativa do Brasil), é que o Poder Judiciário somente pode declarar a nulidade de um ato de competência do Poder Executivo quando este for eivado pela ilegalidade, sob pena de mácula ao ordenamento constitucional. Aprofundando um pouco mais, essa intervenção, que é uma verdadeira substituição compulsória do Judiciário em detrimento do poder de autotutela do Executivo, não comporta questionamento acerca da ponderação de valores que levaram a Administração Pública a tomar determinada decisão administrativa, caso esse ato decisório esteja dentro da margem de atuação autorizada por lei. Em outros termos, essa margem de atuação (que se chama discricionariedade), deve sempre resultar da oportunidade e conveniência das circunstâncias fatuais que o administrador leva em consideração antes de tomar a decisão (conhecida como mérito administrativo). Este tipo de ato (ato discricionário) é passível de revogação, pois a sua observância não está expressa e estritamente prevista em lei, a norma apenas dá o norte dentro do qual deve o administrador gerir da forma mais eficiente possível. Diferente é o caso dos atos vinculados, que são passíveis de nulidade, na medida em que sua consecução é fruto de uma irrestrita determinação normativa. Feito este ligeiro enquadramento, fácil clarificar que o Poder Judiciário somente pode declarar a nulidade dos atos administrativos discricionários caso estes extrapolem o linde de atuação positivado, portanto, fulminados 2

3 pela ilegalidade, não de forma expressa, mas por via reflexa, caso também não tenham sido revogados pela própria administração pelo poder de autotutela, isso porque o mérito administrativo é constitucionalmente protegido da atuação jurisdicional. Em outras palavras, a escolha de determinada conduta pelo Executivo não pode ser questionada judicialmente se não há norma vedando tal ato e, ainda, se há dispositivos que assim o permita, mesmo que de forma imprecisa ou abrangente. Centrando agora na análise da alegada ilegalidade do ato de promoção de Defensores Públicos em estágio probatório para 2ª e 3ª entrâncias e para cargos de confiança, não verifico a infringência de tal postulado. Afirma o autor que a promoção de Defensores Públicos em estágio probatório teria transgredido os arts. 31, 3º, 33, 1º e, via oblíqua, o art. 41 da Carta Maior. Acontece que o postulado do art. 31, 3º, tão somente disciplina o estágio probatório aduzindo que ao entrar em exercício, o Defensor Público ficará sujeito à avaliação especial de desempenho por período de três anos Enquanto que o art. 33, 1º afirma que não será permitido o afastamento das funções durante o período do estágio probatório. O que a norma veda é o afastamento das funções durante o estágio probatório. O autor, por outro lado, faz uma equivocada interpretação do dispositivo quanto à expressão afastamento das funções. A promoção para cargos em comissão, ou da 1ª para a 2ª e 3ª entrâncias não afasta servidores públicos de suas regulares funções. Outrossim, os Defensores que assumem um cargo comissionado, como é o caso do cargo de coordenação de núcleo, não se eximem da cumulação deste com o regular exercício de seu munus constitucional. A promoção nem mesmo interrompe o chamado efetivo exercício que é avaliado para contagem do estágio probatório, como é sedimentado pelo 4º do art. 31 da LC nº 56/2006: 4º A promoção ou a remoção não interrompe o tempo de exercício, que é contado do novo posicionamento na carreira, a partir da data da publicação do ato concessivo. Além disso, não é o fato de o concursado encontrar-se em estágio probatório que o desqualifica como servidor público. É bem verdade que possui certas restrições em seus direitos, mas essas restrições se limitam às questões inerentes à estabilidade no serviço público, o que em nada se relaciona com a nomeação para um cargo em comissão ou mesmo com a benesse de uma promoção. Sobre essa singela peculiaridade do estágio probatório, vale conferir a lição do prof. Paulo Modesto em Estágio probatório: questões controversas : O agente em estágio probatório não é um interino, um ocupante transitório do cargo, ou um agente instável, temporário, investido em cargo de confiança, dispensável ao arbítrio da administração, mas o titular de um plexo de atribuições e deveres públicos. A precariedade de sua condição diz respeito apenas a sua plena integração no cargo isolado ou de carreira (efetivação), pois esta integração depende de sua confirmação ao final do estágio probatório. Mas a investidura do agente em cargo de provimento efetivo ou vitalício, completada com a posse, preenche o cargo, provê o cargo, que deixa de estar vago. É dizer: o agente em estágio probatório é titular provisório do cargo público que exercita, com as prerrogativas e sujeições inerentes ao cargo, ressalvadas apenas aquelas que decorram da ausência de estabilidade ou vitaliciedade no serviço público. No mesmo liame segue a docência do mestre Oswaldo Aranha Bandeira de Mello, para quem: Discute-se a respeito da situação jurídica do nomeado que se acha em período probatório. Segundo alguns, ainda não adquiriu a qualidade de funcionário público, o que só se dá após o seu término. Já outros o consideram como funcionário integrado no quadro, embora dependendo desse tempo ou prova para ser efetivado. Na verdade, a questão se resolve nos termos legais. Em face do direito pátrio, é funcionário, apesar de ficar em situação precária quanto à mantença no cargo, sujeito à exoneração, em reconhecida a sua falta de aptidão para o seu exercício. Alias, é funcionário de cargo efetivo, por se tratar de nomeado para cargo de tal 3

4 quadro, de natureza permanente, e que pede titular, outrossim, permanente. Não obstante a situação passível de transitoriedade, em virtude de achar-se em período de estágio probatório, salvo a situação jurídica de efetivado, todos os demais direitos e deveres lhes cabem, como os de qualquer funcionário efetivo e estável. Vê-se que não há essa diferença abissal entre os servidores em estágio probatório e os efetivos como soe parecer. Ambos são agentes públicos dotados de direitos e deveres, que exercem a mesma função, porém, sob condições diferentes. Condições essas que impedem o afastamento da função, o que nada tem a ver com as promoções, remoções ou nomeação para cargos comissionados, pois uma coisa não impede a outra. a) Possibilidade de promoção no curso do estágio probatório. Promoção é forma de provimento derivado. É modo de conferir a alguém a titularidade de um cargo, mas pressupõe relação jurídica-funcional preexistente. Na promoção o servidor, ou o agente, ascende de um cargo para outro na mesma carreira. Conforme seja estruturada a carreira, a promoção pode admitir uma gradação horizontal e outra vertical, assim como apenas uma dessas espécies. O servidor em estágio probatório é servidor titular de competências, integrante de uma carreira, tem direito à carreira, mesmo que sua estabilidade ou vitaliciedade nela seja dependente de futura confirmação. Mas é titular transitório, sem fixidez, sem definitividade. Diante desse fato, é comum indagar: cabe a sua promoção na carreira? Respondo afirmativamente. Em diversas situações surgem vagas na carreira que não podem ser supridas senão com a promoção de servidores em estágio probatório. Foi o que ocorreu quando da implantação dos Ministérios Públicos dos territórios federais transformados em Estados ou criados pela Constituição de 1988 (CF, ADCT, art. 13 e 14), uma vez que o estatuto fundamental exige que `as funções do Ministério Público só podem ser exercidas por integrantes da carreira. (CF, art. 129, 2º, primeira parte). (...) Sendo assim, no entanto, é usual indagar: a promoção de agente público em estágio probatório importa em terminação do estágio probatório ou equivale a ato tácito de sua confirmação antes dos três anos de exercício do cargo? Entendo que a resposta deve ser negativa, nas duas hipóteses. Não se alegue que o agente promovido por merecimento estaria desde logo julgado, considerado apto para o exercício do mister, avaliado quanto ao cumprimento dos requisitos necessários para recomendar a sua efetivação no cargo e a sua permanência na carreira. Durante o período do estágio probatório a Administração sempre poderá, quando verificar fato incompatível com o exercício profissional ou que indique inaptidão para o exercício da função, recusar efetivação e confirmação ao agente, observada a exigência de fundamentação. A promoção, por si só, não tem o condão de conferir estabilidade ou vitaliciedade ao agente em estágio probatório. b) Designação do Agente em Estágio Probatório para Cargo de Confiança. Tem-se discutido sobre a designação de agentes em estágio probatório para cargos de confiança. Os Tribunais de Contas têm enfrentado a hipótese, admitindo a possibilidade. Analiso o problema em duas partes. Não reconheço impedimento algum à nomeação de agentes em estágio 4

5 probatório para cargos de confiança, mas não admito a contagem do tempo de serviço prestado no exercício do cargo de livre designação e exoneração para o fim de cálculo do tempo necessário a completar o estágio probatório. O prazo deve ser suspenso, voltando a ser contabilizado apenas com o retorno do servidor ao cargo efetivo. Com efeito, duas conclusões merecem destaque: a primeira é que se a Defensoria Pública possui vagas disponíveis em determinadas entrâncias e desloca Defensores em estágio probatório para preenchê-las, não havendo outros servidores estáveis a preteri-los e, por não haver vedação legal a tal prática, constituindo tal decisão o resultado da ponderação de fatores diversos, pela conveniência e oportunidade da situação, não cabe ao Poder Judiciário substituir ao administrador dentro de seu âmbito legal de gerência, sob pena de violar a proteção referendada ao mérito do ato administrativo pelo art. 2º da Constituição Federal. Nesse diapasão, merece destaque o 2º do art. 134 da CF/88, inserido através da EC nº 45/05, segundo o qual Às Defensorias Públicas Estaduais são asseguradas autonomia funcional e administrativa e a iniciativa de sua proposta orçamentária dentro dos limites estabelecidos na lei de diretrizes orçamentárias e subordinação ao disposto no art. 99, 2º. A Reforma do Judiciário trouxe às Defensorias Públicas Estaduais uma elevação no grau de liberdade e independência em relação ao Executivo, permitindo, entre outras coisas, uma maior maleabilidade na destinação e ocupação de cada vaga entre entrâncias, conforme entender ser mais benéfico à população. Assim, não havendo comprovação de que o deslocamento de Defensores entre as entrâncias causou grave prejuízo à determinada comarca em detrimento de outra, cuja quantidade de Defensores superaria a demanda, e não havendo expressa vedação legal a tal ato, não há como intervir na autonomia funcional deste órgão desta forma deliberativa. Quanto à segunda conclusão, atinente à nomeação de Defensores em estágio probatório para assumirem cargos de direção e coordenação, como Diretor do interior, Diretor do Centro de Estudos, Diretor de Núcleo Metropolitano e Regional, Coordenador de Polícia Civil e Criminal, conforme descritos no bojo da exordial, não demandam exclusividade, ou seja, não impedem a cumulação com o exercício regular da função do Defensor como atendimento ao público, elaboração de peças, recursos, comparecimento em audiências etc. Logo, não há que se falar sequer em suspensão da avaliação para fins de contagem do tempo de estágio probatório. No entanto, vale a ressalva, caso seja inerente a algum dos cargos comissionados ocupados por Defensor em estágio probatório a incompatibilidade com o exercício da função, há que ser suspenso o tempo de contagem do período do estágio probatório, reiniciando-se com a exoneração do cargo em comissão. Porém, ao que se verifica dos autos, tal não ocorre com os cargos ora questionados em sede de ação popular. Assim, caso o legislador estadual pretendesse vedar o preenchimento de cargo em comissão por membros em estágio probatório, o teria expressamente disciplinado na Lei Orgânica da Defensoria Pública, como o fez na Lei Orgânica da Polícia Civil do Estado do Pará. Por derradeiro, em se tratando de normas de Direito Financeiro, também não há que se falar em prejuízo ao erário pois, como mencionado ao norte, o 2º do art. 134 da CF/88 garante à Defensoria Pública autonomia financeira, significando que os recursos necessários à remuneração de cada cargo comissionado criado por lei já deve estar previamente separado e destinado à Defensoria, ou seja, não é o fato de haver um servidor em estágio probatório ou outro estável que provocará a reserva daquela verba, esta já é prevista independentemente da ocupação do cargo, cabendo à própria Defensoria manejá-la. Portanto, sob esse aspecto também não há ilegalidade capaz de ensejar a nulidade do ato. Isto posto, JULGO IMPROCEDENTES os pedidos da Ação Popular movida pelo cidadão Raimundo Nonato de Oliveira Nery em face do Governo do Estado do Pará, Procuradoria Geral do Estado do Pará, Casa Civil da Governadoria do Estado e a Defensoria Pública do Estado do Pará, por ausência da pressuposta ilegalidade dos atos administrativos descritos nos autos. 5

6 Sem custas e honorários advocatícios em razão de gratuidade prevista à Ação Popular no artigo 5º, inciso LXXIII da Constituição Federal. Publique-se. Registre-se. Intimem-se. Belém, 06 de abril de MARCO ANTÔNIO LOBO CASTELO BRANCO Juiz de Direito da 2ª Vara da Fazenda da Capital Data: 07/12/2010 DESPACHO R.H. 1- Encaminhem-se os presentes autos ao Ministério Público para manifestação; 2. Após, voltem-me os autos conclusos. Belém, 07 de dezembro de MARCO ANTÔNIO LOBO CASTELO BANCO Juíza de Direito da 2ª Vara da Fazenda Pública Data: 01/10/2010 DESPACHO R. H. Intime-se o Autor para, querendo, oferecer manifestação acerca das contestações dos réus no prazo de 10 (dez) dias, nos termos do art. 327, do CPC. Belém, 01 de outubro de 2010 Marco Antonio Lobo Castelo Branco Juiz de Direito da 2ª Vara da Fazenda da Capital Data: 02/06/2010 DESPACHO R. H. Cumpra-se despacho de fls

7 Belém, 02 de junho de 2010 Eldes Lisboa Ferreira da Costa Juiz de Direito, respondendo pela 2ª Vara da Fazenda da Capital Data: 22/04/2010 DESPACHO R. H. Intime-se o autor para juntar cópias da inicial. Belém, 22 de abril de 2010 Marco Antonio Lobo Castelo Branco Juiz de Direito da 2ª Vara da Fazenda da Capital Data: 11/09/2009 DESPACHO R.H. Citem-se. Prazo para contestar de vinte (20) dias (Lei nº 4717/65, art. 7º, IV), sob pena de verdadeiros os fatos alegados na inicial seguindo-se o rito comum ordinário. Intimem-se, inclusive o Ministério Público. Belém, 11 de setembro de 2009 Rosileide Maria da Cunha Costa Juíza de Direito respondendo pela 2ª Vara da Fazenda da Capital. TRAMITAÇÕES /01/2012 SECRETARIA DA 2ª VARA TRIBUNAL DE FAZENDA DE /04/2011 GABINETE DA 2ª VARA DE FAZENDA DE SECRETARIA DA 2ª VARA DE FAZENDA DE /03/2011 SECRETARIA DA 2ª VARA DE FAZENDA DE GABINETE DA 2ª VARA DE FAZENDA DE /03/2011 CENTRAL DE SECRETARIA DA 2ª 7

8 PROTOCOLOS CÍVEL DE VARA DE FAZENDA DE /12/2010 SECRETARIA DA 2ª VARA MINISTERIO PUBLICO DE FAZENDA DE /12/2010 GABINETE DA 2ª VARA DE FAZENDA DE SECRETARIA DA 2ª VARA DE FAZENDA DE /12/2010 GABINETE DA 2ª VARA DE SECRETARIA DA 2ª 07/12/2010 FAZENDA DE VARA DE FAZENDA DE /11/2010 SECRETARIA DA 2ª VARA GABINETE DA 2ª VARA 07/12/2010 DE FAZENDA DE DE FAZENDA DE /10/2010 GABINETE DA 2ª VARA DE SECRETARIA DA 2ª 07/10/2010 FAZENDA DE VARA DE FAZENDA DE /06/2010 SECRETARIA DA 2ª VARA GABINETE DA 2ª VARA 22/06/2010 DE FAZENDA DE DE FAZENDA DE /06/2010 GABINETE DA 2ª VARA DE SECRETARIA DA 2ª 07/06/2010 FAZENDA DE VARA DE FAZENDA DE /05/2010 SECRETARIA DA 2ª VARA GABINETE DA 2ª VARA 07/06/2010 DE FAZENDA DE DE FAZENDA DE /05/2010 SECRETARIA DA 2ª VARA DE FAZENDA DE CENTRAL DE MANDADOS CÍVEL DE 26/05/ /05/2010 SECRETARIA DA 2ª VARA DE FAZENDA DE CENTRAL DE MANDADOS CÍVEL DE 25/05/ /05/2010 SECRETARIA DA 2ª VARA DE FAZENDA DE CENTRAL DE MANDADOS CÍVEL DE 10/06/2010 8

9 /05/2010 SECRETARIA DA 2ª VARA DE FAZENDA DE CENTRAL DE MANDADOS CÍVEL DE 21/05/ /05/2010 GABINETE DA 2ª VARA DE SECRETARIA DA 2ª 11/05/2010 FAZENDA DE VARA DE FAZENDA DE /04/2010 SECRETARIA DA 2ª VARA GABINETE DA 2ª VARA 19/04/2010 DE FAZENDA DE DE FAZENDA DE /09/2009 GABINETE DA 2ª VARA DE SECRETARIA DA 2ª 11/05/2010 FAZENDA DE VARA DE FAZENDA DE /08/2009 SECRETARIA DA 2ª VARA GABINETE DA 2ª VARA 07/08/2009 DE FAZENDA DE DE FAZENDA DE /07/2009 SECRETARIA DA 2ª VARA CADASTRO DE 29/07/2009 DE FAZENDA DE TRAMITACAO INTERNA MANDADOS Não há mandados cadastrados para este processo. PROTOCOLOS Documento Data Situação /08/2011 JUNTADO /08/2011 JUNTADO /08/2011 JUNTADO /08/2011 JUNTADO /08/2011 JUNTADO /08/2011 JUNTADO /03/2011 ASSOCIADO /06/2010 JUNTADO 9

10 /06/2010 JUNTADO /06/2010 JUNTADO /06/2010 JUNTADO /06/2010 JUNTADO /06/2010 JUNTADO /06/2010 JUNTADO /06/2010 JUNTADO /06/2010 JUNTADO /06/2010 JUNTADO /05/2010 JUNTADO /05/2010 JUNTADO CUSTAS Não há custas cadastradas para este processo. 10

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