ATO PGJ N. 06, DE 28 DE JANEIRO DE 2014

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1 Edição 1133 Publicação:04/02/ Revogou expressamente os Atos-PGJ n. 14/1999 e 07/2003, art. 14. ATO PGJ N. 06, DE 28 DE JANEIRO DE 2014 Regulamenta o estágio probatório dos servidores do Ministério Público do Estado de Goiás. O PROCURADOR-GERAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE GOIÁS, no uso de suas atribuições legais, com fundamento no artigo 15, incisos VI e IX da Lei Complementar Estadual n. 25, de 06 de julho de 1998, e considerando a necessidade de consolidar a regulamentação referente ao estágio probatório dos servidores do Ministério Público, RESOLVE: Art. 1º Os servidores nomeados para cargo de provimento efetivo no Ministério Público do Estado de Goiás (MP-GO) sujeitam-se a um período de estágio probatório de 3 (três) anos, durante o qual serão verificados os requisitos necessários para a aquisição da estabilidade. Art. 2º Nos termos da Lei Estadual n , de 22 de fevereiro de 1988, e da Lei Estadual n , de 1º de julho de 2004, são requisitos básicos a serem apurados no estágio probatório: I - idoneidade moral; II - assiduidade e pontualidade; III - disciplina; IV - eficiência; V - aptidão. Parágrafo único. A prática de atos que infrinjam os itens I e III do artigo 2º deste Ato importará na suspensão automática do período de estágio probatório e, uma vez concluído pela sua improcedência, o prazo da suspensão será considerado de nenhum efeito. Art. 3º A verificação dos requisitos necessários para a aquisição da estabilidade no serviço público far-se-á mediante apuração trimestral em Ficha Individual de Avaliação de Desempenho (FIAD), conforme modelo constante no anexo I deste Ato, e será realizada pela Comissão de Avaliação de Estágio Probatório (CAEP), composta pelos seguintes integrantes: I - Superintendente de Gestão em Recursos Humanos; II - Chefe do Departamento de Desenvolvimento de Recursos Humanos; III - Chefe da Divisão de Formação, Treinamento, Aperfeiçoamento, Atenção e Saúde. Art. 4º A FIAD, disponível para download no sítio eletrônico do MP-GO, será preenchida pela chefia imediata do servidor, com a ciência deste.

2 Edição 1133 Publicação:04/02/2014 1º Após o preenchimento e o devido cadastro no sistema eletrônico de registro de autos adotado no MP-GO, a chefia imediata deverá encaminhar a FIAD do servidor à Superintendência de Gestão em Recursos Humanos (SGRH) até o dia 10 (dez) do mês subsequente ao período de avaliação, conforme previsão do artigo 91, XXIX, da Lei Complementar n. 25, de 06 de julho de º O servidor que discordar da avaliação recebida poderá enviar pedido de reconsideração à CAEP, conforme modelo constante no anexo II deste Ato, no prazo máximo de 10 (dez) dias após a ciência da FIAD. 3º O servidor que tiver mais de um chefe imediato durante o período em análise deverá ser avaliado por aquele ao qual esteve subordinado por mais tempo. Art. 5º Recebida a FIAD do servidor, a CAEP verificará o cumprimento dos requisitos previstos no artigo 2º deste Ato e, constatada a adequação do avaliado ao cargo ocupado, lançará parecer favorável à estabilidade deste no serviço público. 1º As FIADs serão arquivadas na SGRH e farão parte dos assentamentos funcionais dos servidores avaliados. 2º Nos 3 (três) meses anteriores ao fim do período do estágio probatório do servidor, a CAEP elaborará parecer conclusivo acerca do atendimento aos critérios contidos no artigo 2º deste Ato e o encaminhará ao Diretor-Geral da Procuradoria-Geral de Justiça, a fim de que este declare a estabilidade do avaliado nos quadros do serviço auxiliar do MP-GO. 3º Caso a chefia imediata do servidor constate, durante os últimos 3 (três) meses do período do estágio probatório deste, o descumprimento de algum dos requisitos enumerados no artigo 2º deste Ato, deverá informar a ocorrência imediatamente à CAEP, de modo a permitir a adoção das medidas necessárias antes do término do prazo de avaliação. Art. 6º Após analisar a FIAD do servidor, caso a CAEP verifique a ausência de algum dos requisitos elencados no artigo 2º deste Ato, consignará parecer desfavorável à estabilidade deste na Instituição, contactará o responsável pelo preenchimento da mencionada ficha a fim de discutir os problemas identificados no período em análise e proporá as mudanças necessárias à melhor adequação do avaliado. Art. 7º Caso a análise de 2 (duas) FIADs consecutivas, ou de 3 (três) alternadas, apure que, apesar da adoção das propostas de melhoria, mais uma vez o servidor não atendeu a qualquer das condições estabelecidas para o estágio probatório, a CAEP emitirá novo parecer desfavorável à estabilidade do avaliado no serviço público e remeterá todas as fichas deste para a Comissão Especial de Avaliação (CEA). 1º Nos termos do artigo 4º da Lei Estadual n , de 1º de julho de 2004, a CEA instaurará o processo de exoneração do servidor nomeado, resguardada a ampla defesa e o contraditório. 2º A CEA, presidida pelo Subprocurador-Geral de Justiça para Assuntos Administrativos, será composta ainda pelos seguintes integrantes: I - Diretor-Geral da Procuradoria-Geral de Justiça; II - Promotor de Justiça investido na função de Assessor Jurídico-administrativo da Assessoria Especial da Procuradoria-Geral de Justiça; III - Integrante do MP-GO, a ser designado pelo Procurador-Geral de Justiça.

3 Edição 1133 Publicação:04/02/2014 3º Os trabalhos da CEA deverão ser concluídos no prazo de 60 (sessenta) dias após o início do processo de exoneração, cuja instauração sempre deverá ocorrer antes do término do estágio probatório do servidor. 4º Nos casos de impedimento de qualquer dos membros da CEA, será este substituído por outro integrante do MP-GO designado pelo Procurador-Geral de Justiça. 5º Os incidentes de exceção e impedimento serão processados em autos apartados e apensados ao processo principal, observando-se as normas de Direito Processual Civil. Art. 8º O processo de exoneração dar-se-á com a instauração de portaria que deverá trazer a descrição sumária dos fatos, a data para a qual foi marcado o interrogatório do servidor, o rol de testemunhas arroladas pela comissão, no máximo 5 (cinco) para cada fato, e as demais providências entendidas necessárias. Art. 9º O servidor será citado pessoalmente para, em local, data e horário previamente designados, comparecer ao interrogatório, podendo-se fazer acompanhar por advogado. 1º Será considerado revel o servidor que, regularmente citado e sem motivo justificado, deixar de comparecer ao interrogatório. 2º A revelia será declarada por termo nos autos do processo, devendo o presidente da CEA, na ausência de defensor constituído, designar defensor dativo e prosseguir normalmente com a apuração dos fatos. Art. 10. Independentemente do comparecimento do servidor ao interrogatório, começa a contar a partir da data deste o prazo de 3 (três) dias para apresentação da defesa prévia, na qual o interessado terá a oportunidade de requerer as provas que deseja produzir durante a instrução e de arrolar até 5 (cinco) testemunhas para cada fato. 1º O presidente da CEA poderá denegar, fundamentadamente, pedidos considerados impertinentes, meramente protelatórios, ou de nenhum interesse para o esclarecimento dos fatos. 2º Independentemente da apresentação da defesa prévia, transcorrido o prazo assinalado no caput do artigo 10, serão inquiridas as testemunhas arroladas no processo. 3º A CEA e o servidor poderão desistir do depoimento de qualquer das testemunhas por elas arroladas, ou mesmo deixar de indicá-las, caso considerem suficientes as provas que possam ser ou que tenham sido produzidas. 4º No caso de testemunha que não seja integrante do MP-GO, incumbe à parte que a arrolar o ônus de trazê-la à audiência de inquirição, hipótese em que não se procederá à sua intimação. 5º Concluída a fase de inquirição das testemunhas e realizadas as diligências deferidas, abrirse-á o prazo de 5 (cinco) dias para que o servidor, caso queira, apresente alegações finais. Art. 11. Findo o processo de exoneração, a CEA lançará seu pronunciamento conclusivo e encaminhará os autos ao Procurador-Geral de Justiça para deliberação.

4 Edição 1133 Publicação:04/02/2014 Parágrafo único. Concluindo o Procurador-Geral de Justiça pela não aprovação do servidor no estágio probatório, este será exonerado do MP-GO, nos termos do artigo 136, 1º, II, c, da Lei Estadual n , de 22 de fevereiro de Art. 12. O processo de exoneração tratado neste Ato não se confunde com o processo administrativo disciplinar, para o qual serão aplicadas as disposições constantes nos artigos 328 e seguintes da Lei Estadual n , de 22 de fevereiro de Art. 13. O ato de exoneração do servidor público não aprovado no estágio probatório terá eficácia a partir da data de sua publicação no Diário Oficial Eletrônico do Ministério Público do Estado de Goiás (DOMP). Art. 14. Este ato entra em vigor na data de sua publicação no DOMP, revogando-se as disposições em contrário, especificamente os Atos PGJ n. 14/1999 e n. 07/2003. Gabinete da Procuradoria-Geral de Justiça, aos 28 dias do mês de janeiro de Lauro Machado Nogueira Procurador-Geral de Justiça Este texto não substitui o publicado no DOMP n em 04/02/2014.

5 ATO PGJ N. 06/2014 ANEXO I FICHA INDIVIDUAL DE AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO IDENTIFICAÇÃO DO SERVIDOR AVALIADO Nome: Cargo: Lotação: Período de avaliação trimestral: de / / a / / Data de início do exercício: / / Situação: Estágio Probatório OBSERVAÇÕES: 1. Esta ficha tem o objetivo de apurar, durante o período de estágio probatório, os requisitos necessários para a aquisição da estabilidade do servidor nos quadros do serviço auxiliar do Ministério Público do Estado de Goiás, nos termos das Leis Estaduais n , de 22 de fevereiro de 1988, n , de 1º de julho de 2004 e do Ato PGJ n. 06/ A Ficha Individual de Avaliação de Desempenho (FIAD) deverá ser cadastrada no sistema eletrônico de registro de autos e, posteriormente, encaminhada à Superintendência de Gestão em Recursos Humanos (SGRH) até o dia 10 (dez) do mês subsequente ao período de avaliação, conforme previsão do artigo 91, XXIX, da Lei Complementar n. 25, de 06 de julho de Para a aferição dos requisitos assiduidade e pontualidade, serão consideradas as informações constantes no sistema de gestão de pessoas (módulo de ocorrências de frequência). Quanto à conduta do servidor durante o trimestre sob análise, a chefia imediata entende que foram mantidas as mesmas condições informadas na avaliação anterior?* ( ) SIM ( ) NÃO * Em caso afirmativo, dentre os campo seguintes deverão ser preenchidos somente aqueles referentes à identificação da chefia imediata e à ciência do servidor avaliado. REQUISITO: IDONEIDADE MORAL Parâmetro Postura correta, honesta, ética, responsável e confiável, compatível com a missão constitucional do Ministério Público do Estado de Goiás. Conceito do servidor ( ) Acima do esperado ( ) Dentro do esperado ( ) Abaixo do esperado Na hipótese de a idoneidade moral do servidor ter sido considerada abaixo do esperado, o avaliador entende que há necessidade de intervenção da administração para solucionar o problema encontrado? ( ) SIM ( ) NÃO REQUISITO: DISCIPLINA Parâmetros Capacidade de seguir as orientações de trabalho repassadas pela chefia imediata. Observância de preceitos, normas, legislação, deveres e obrigações durante o desenvolvimento das atividades. Conceito do servidor ( ) Acima do esperado ( ) Dentro do esperado ( ) Abaixo do esperado

6 Na hipótese de a disciplina do servidor ter sido considerada abaixo do esperado, o avaliador entende que há necessidade de intervenção da administração para solucionar o problema encontrado? ( ) SIM ( ) NÃO REQUISITO: EFICIÊNCIA Cumprimento das metas de trabalho dentro dos prazos estabelecidos pela chefia imediata. Parâmetros Apresentação do trabalho com qualidade compatível às instruções fornecidas pela chefia imediata, de forma que a mesma atividade não precise ser refeita indefinidas vezes ou repassada a outro servidor. Conceito do servidor ( ) Acima do esperado ( ) Dentro do esperado ( ) Abaixo do esperado Na hipótese de a eficiência do servidor ter sido considerada abaixo do esperado, o avaliador entende ser necessário que a administração providencie alguma orientação ou capacitação específica? ( ) SIM ( ) NÃO REQUISITO: APTIDÃO Domínio e atualização técnica relativos ao campo de atuação do servidor, abrangendo-se também o conhecimento das políticas, normas e procedimentos do MP-GO concernentes às suas atividades diárias. Capacidade de atuar de maneira profissional e colaborativa. Parâmetros Capacidade de solucionar os problemas ordinários relativos às funções desempenhadas pelo servidor. Percepção de fatores que interferem no rendimento das atividades, com a consequente apresentação de sugestões para a melhoria do dia a dia de trabalho. Habilidade de expressar ideias de forma lógica e objetiva, por escrito e oralmente, de modo a fazer-se entender por seus interlocutores. Conceito do servidor ( ) Acima do esperado ( ) Dentro do esperado ( ) Abaixo do esperado Na hipótese de a aptidão do servidor ter sido considerada abaixo do esperado, o avaliador entende ser necessário que a administração providencie alguma orientação ou capacitação específica? ( ) SIM ( ) NÃO SUGESTÕES/OBSERVAÇÕES Campo de preenchimento não obrigatório, destinado ao registro de sugestões ou observações da chefia imediata. IDENTIFICAÇÃO DA CHEFIA IMEDIATA Nome Cargo/função Local e data Assinatura

7 CIÊNCIA DO SERVIDOR AVALIADO Local e data Assinatura ATO PGJ N. 06/2014 ANEXO II PEDIDO DE RECONSIDERAÇÃO Nome: Cargo: Lotação: Período de avaliação trimestral: de / / a / / Data de início do exercício: / / Situação: Estágio Probatório Número do cadastrado no sistema eletrônico de registro de autos da Ficha Individual de Avaliação de Desempenho (FIAD), cuja reconsideração está sendo pleiteada OBSERVAÇÃO: O presente documento deverá ser cadastrado no sistema eletrônico de registro de autos e, posteriormente, encaminhado à Superintendência de Gestão em Recursos Humanos (SGRH) no prazo máximo de 10 (dez) dias após a ciência da FIAD cuja reconsideração está sendo pleiteada. Integrantes da Comissão de Avaliação de Estágio Probatório, Nos termos do artigo 4º, 2º do Ato PGJ n. 06/2014, sirvo-me para pedir a reconsideração das informações constantes na FIAD acima indicada, pelas razões a seguir expostas:

8 Local e data Assinatura do servidor Este texto não substitui o publicado no DOMP n em 04/02/2014.

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