UNIVERSIDADE DO EXTREMO SUL CATARINENSE - UNESC CURSO DE ADMINISTRAÇÃO DE EMPRESAS HELOISA DE MATTIA PIERINI

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1 UNIVERSIDADE DO EXTREMO SUL CATARINENSE - UNESC CURSO DE ADMINISTRAÇÃO DE EMPRESAS HELOISA DE MATTIA PIERINI DETERMINAÇÃO DOS TEMPOS DAS ATIVIDADES QUE COMPÕESM O LEAD TIME DO PROCESSO DE VENDA DE UMA EMPRESA DE REVESTIMENTOS CERÂMICOS DO MUNICÍPO DE CRICIUMA - SC CRICIUMA, JULHO DE 2010.

2 HELOISA DE MATTIA PIERINI DETERMINAÇÃO DOS TEMPOS DAS ATIVIDADES QUE COMPÕESM O LEAD TIME DO PROCESSO DE VENDA DE UMA EMPRESA DE REVESTIMENTOS CERÂMICOS DO MUNICÍPO DE CRICIUMA - SC Monografia apresentada para obtenção do grau de Bacharel em Administração de Empresas, no curso de Administração de Empresas da Universidade do Extremo Sul Catarinense, UNESC. Orientador: Prof. MSc. Edson Firmino Ribeiro. CRICIUMA, JULHO DE 2010.

3 HELOISA DE MATTIA PIERINI DETERMINAÇÃO DOS TEMPOS DAS ATIVIDADES QUE COMPÕESM O LEAD TIME DO PROCESSO DE VENDA DE UMA EMPRESA DE REVESTIMENTOS CERÂMICOS DO MUNICÍPO DE CRICIUMA - SC Monografia aprovada pela Banca Examinadora para obtenção do Grau de Bacharel em Administração de Empresas, no Curso de Administração de Empresas, da Universidade do Extremo Sul Catarinense, UNESC. Criciúma, 01 de Julho de BANCA EXAMINADORA Prof. MSc. Edson Firmino Ribeiro UNESC- Orientador Prof.MSc Leopoldo Pedro Guimarães Filho UNESC - Examinador Prof. Maicon Henrique Aléssio - UNESC - Examinador

4 DEDICATÓRIA Aos meus pais Francisco e Melânia que nunca pouparam esforços e recursos na educação e formação de seus filhos.

5 AGRADECIMENTOS A Deus, que me permitiu chegar até aqui, por tudo que aprendi e vivi. Pelo que ainda está por vir, que eu busque caminhar conforme seus passos. Aos meus pais Francisco e Melânia, e aos irmãos Hugo e Humberto pelo exemplo de seriedade e pela segurança que sempre me transmitiram. Em especial ao Vitor, a Jaqueline, a Tamires e a Dosolina que sempre me escutaram e estiveram presentes nos momentos alegres e tristes. À Lara e ao Diego, que convivência é motivo de alegria. Ao professor e orientador Edson Firmino Ribeiro por seus conselhos, contribuições no amadurecimento dos meus conhecimentos e conceitos que me levaram a execução e conclusão desta monografia. A todos os professores da UNESC que foram importantes na minha vida acadêmica e no desenvolvimento desta monografia. Em especial ao professor Jean Peterson Rezende pelo convívio, compreensão e amizade. Aos amigos e colegas, em especial da turma de formandos Andreza, Cládis, Ludmila, Mauro, Núbia, Queila, Tamiris, Valdir e Vera, pela troca de informação, convívio e, enfim pelas amizades que se construíram para além dos espaços da universidade. Considerando esta monografia como resultado de uma caminhada, quero agradecer à todos que de alguma forma passaram pela minha vida e contribuíram para a construção de quem sou hoje.

6 O tempo é muito lento para os que esperam Muito rápido para os que tem medo Muito longo para os que lamentam Muito curto para os que festejam Mas, para os que amam, o tempo é eterno. William Shakespeare

7 RESUMO PIERINI, Heloisa de Mattia. Determinação dos tempos das atividades que compõem o lead time do processo de venda de uma empresa de revestimentos cerâmicos do município de Criciúma SC folhas. Monografia do Curso de Administração, da Universidade do Extremo Sul Catarinense, UNESC, Criciúma. O propósito deste estudo é determinar os tempos das atividades que compõem o processo de venda da empresa em estudo. Para se obter os dados desta pesquisa de avaliação foram coletadas informações em relatórios existentes na empresa e realizado a cronoanalise, foi utilizada abordagem quantitativa. Almeja-se conhecer cada tempo e etapa para que assim se possa realizar otimização dos processos com o anseio de torná-los mais rápidos e para que esse desempenho resulte à indústria a obtenção de um maior número de pedidos, otimização de processos e maior lucratividade. Foi encontrado um lead time ótimo e outro crítico e então sugeridas melhorias. Palavras-chave: Logística. Lead time. Processos.

8 LISTA DE ILUSTRAÇÕES Figura 1: Fluxograma do processo de recebimento do pedido...43 Figura 2: Fluxograma do processo de expedição dos produtos...45 Figura 3: Fluxograma do processo de pós-venda do pedido....46

9 LISTA TABELAS Tabela 1: Resumo dos tempos cronometrados...47 Tabela 2: Tempo de sair o pedido da fábrica...48 Tabela 3: Lead time de pedido de cliente com restrição de crédito...49 Tabela 4: Lead time da chegada do pedido até a entrega no cliente...50 Tabela 5: Lead time considerando produção de itens faltantes...51 Tabela 6: Lead time do embarque do pedido até o retorno do cliente....52

10 LISTA DE ABREVIATURAS E SIGLAS ABNT Associação Brasileira de Normas Técnicas DANFE Documento Auxiliar da Nota Fiscal Eletrônica PMC Prefeitura Municipal de Criciúma ERPS Enterprise resource planning, ou sistema de planejamento de recursos da empresa GCS - Supply Chain Managent ou Gestão da Cadeia de Suprimentos JIT - Just in Time PCP Planejamento e Controle da Produção PMP - Planejamento-mestre da Produção SC Santa Catarina

11 SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO TEMA PROBLEMA OBJETIVOS Objetivo geral Objetivos Específicos JUSTIFICATIVA FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA LOGÍSTICA Histórico da logística TIPOS DE LOGÍSTICA Logística Integrada Logística Reversa Logística Verde CADEIA DE SUPRIMENTOS LOGÍSTICA NO SUPPLY CHAIN MANAGEMENT OU GERENCIAMENTO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS A PERSONALIZAÇÃO DA LOGÍSTICA PROCESSAMENTO DE PEDIDO Preparação de pedido Transmissão de pedido Recebimento de pedido Atendimento de pedido Situação do pedido Pedido perfeito Pós-venda TEMPOS E MÉTODOS Tempo padrão Determinação do número de ciclos Tolerância PROCESSOS PLANEJAMENTO E CONTROLE DA PRODUÇÃO (PCP)...33

12 2.10 FLUXOGRAMA JUST IN TIME Lead time PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS TIPOS DE PESQUISA Pesquisa bibliográfica Pesquisa de avaliação Pesquisa documental ABORDAGEM DA PESQUISA POPULAÇÃO E AMOSTRA INSTRUMENTO DE COLETA DE DADOS AMBIENTE DE PESQUISA ANÁLISE E INTERPRETAÇÃO DOS DADOS EXPERIENCIA DA PESQUISA FLUXO DE PROCESSO DE VENDAS ANÁLISE QUANTITATIVA DO FLUXOGRAMA ANALISE DE DIFERENTES LEAD TIME Lead time de pedido de cliente com restrição de crédito Lead time da chegada do pedido até a entrega no cliente Lead time considerando produção de itens faltantes Lead time da chegada do pedido até embarque Lead time do embarque do pedido até o retorno do cliente AVALIAÇÃO GERAL DOS RESULTADOS PROPOSTA DE MELHORIA DO PROCESSO CONCLUSÃO...56 APÊNDICE...60

13 11 1 INTRODUÇÃO A logística é uma atividade antiga na vida do ser humano, pois desde os primórdios o homem buscou meios para sobrevivência e os recursos necessários para mantê-la nem sempre estiveram em um alcance fácil. Com o passar das gerações ele começou a deter conhecimentos de procedimentos e técnicas, que transformaram sua vida nômade para sedentária. Essa profunda transformação fez como que os mais variados recursos estivessem cada vez mais ao alcance dos humanos. Atualmente a globalização faz com que recursos, informações e soluções estejam cada vez mais próximas dos mercados consumidores. Todas essas ações fizeram como que o mercado e os clientes exigissem ações cada vez mais rápidas buscando soluções para suas necessidades, sejam elas através de produtos ou serviços. A competitividade entre as empresas, por desempenhos logísticos cada vez mais ágeis é ocasionada pelo comportamento exigente do consumidor, onde entende-se que a falta de um produto ou a demora por obtê-lo faz com isso se torne uma desvantagem competitiva, pois o cliente consumidor pode mudar sua opção de compra pela não disponibilização dos itens. Este trabalho tem por objetivo determinar o lead time (tempo de processo) do processo de venda até a entrega de produtos cerâmicos. Para isso foram coletados os dados em relatórios existentes e também realizado a cronoanálise dos tempos que compõem o processo de venda da empresa em estudo, almejando a otimização de processos visando uma resposta mais rápida ao cliente. 1.1 TEMA Determinação dos tempos das atividades que compõem o lead time do processo de venda de uma empresa de revestimentos cerâmicos do município de Criciúma SC.

14 PROBLEMA As empresas contemporâneas buscam constantemente alcançar maior produtividade nas atividades desempenhadas, no entanto, esse avanço passa principalmente pela melhoria dos processos através da adoção de novas técnicas, métodos e tecnologias para execução das tarefas, diminuindo então o tempo e os custos na realização das mesmas. Busca-se reduzir o tempo de atendimento entre a necessidade do consumidor final e a disponibilidade do produto na revenda de material de construção. Tal procedimento objetiva um resultado maior do consumo de produtos no ponto de venda retornando a indústria um aumento no volume de negociações. Desse modo tem-se o problema em questão: Qual o lead time do processo de venda desde a efetivação do pedido até o pós-venda, em uma empresa de revestimentos cerâmicos do município de Criciúma, SC, e o que é possível implementar para melhorar este fluxo? 1.3 OBJETIVOS Objetivo geral Efetuar uma pesquisa quantitativa para determinar os tempos das atividades que compõem o lead time do processo de venda de uma empresa de revestimentos cerâmicos do município de Criciúma, SC Objetivos Específicos Efetuar uma pesquisa bibliográfica para o embasamento teórico; Desenhar o fluxograma do processo de venda desde o recebimento do pedido até o pós-venda; Descrever as atividades que compõem o fluxograma do processo de venda;

15 13 Pesquisar os tempos das atividades que compõem o fluxograma através de cronoanálise; Definir o lead time das atividades que compõem o fluxograma do processo de venda. Concluir a pesquisa apontando sugestões que possam melhorar este processo. 1.4 JUSTIFICATIVA A logística é algo indispensável no mundo atual e globalizado, ter produtos e serviços à disposição no tempo e local exato e em condições desejadas com custos acessíveis é o objetivo da mesma. Este estudo tem o objetivo determinar os tempos das atividades que compõem o lead time de uma empresa de revestimentos cerâmicos do município de Criciúma, Santa Catarina. Sendo assim, é possível dizer que a realização deste estudo é importante, pois conhecendo o tempo de cada etapa que compõem o fluxo de venda possibilitará a empresa conseguir maior desempenho das atividades no seu conjunto e conseqüentemente maior número de pedidos. Neste sentido, destaca-se a relevância de realizar esta investigação, tendo em vista, que há interessados nos resultados da mesma, que são: a empresa, a pesquisadora e a universidade. A empresa tem o interesse, pois se beneficiará com os resultados da pesquisa, já que este objetiva apresentar a mesma, propostas que visem à otimização dos procedimentos da logística desde a concepção do pedido até o pós-venda. A pesquisadora é interessada, pois trabalha na empresa e objetiva aplicar os conhecimentos aprendidos no decorrer da sua carreira acadêmica e profissional, bem como, obter experiências empíricas em relação à problemática proposta. A universidade se apresenta como interessada, pois prima em obter um vasto acervo bibliográfico que apresente experiências das mais diversas possíveis, para permitir o acesso aos futuros pesquisadores e interessados no objeto de estudo em questão.

16 14 Cabe destacar que a realização deste estudo é oportuna, pois a empresa a ser estudada está em constante crescimento e acredita-se que um dos principais requisitos para esse desenvolvimento é a melhoria contínua dos processos. Finalmente este estudo torna-se viável, pois a pesquisadora faz parte do setor comercial da empresa em questão, possui autorização da mesma para a realização da pesquisa, bem como, o acesso as informações necessárias para a concretização do estudo.

17 15 2 FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA Neste capítulo foi efetuado a fundamentação teórica da pesquisa. Em princípio foi abordada a definição da logística bem como um breve histórico da evolução da mesma. Na seqüência foram estudados os tipos de logística, cadeia de suprimentos, gerenciamento da cadeia de suprimentos, personalização da logística, processamento de pedidos, tempos e métodos, processos,planejamento e controle da produção, fluxograma, just in time e por último o lead time. 2.1 LOGÍSTICA Loger é uma palavra que tem origem francesa: alojar, e segundo Arbache (2004, p. 46), a logística foi: Muito utilizada pelos militares, para designar a arte de transportar, abastecer e alojar as tropas [...] passando a designar a arte de administrar o fluxo de materiais produtos e informações, de forma integrada e racional da fonte de matéria-prima até o consumidor final. Logística é a parte do gerenciamento da cadeia de abastecimento que não só distribui, mas também planeja, implementa e controla a movimentação e armazenamento de matérias primas, produtos em fabricação e prontos. E todos os processos relacionados desde o ponto de partida da matéria prima até a entrega ao consumidor final do produto (MARTINS, 2005). Para Bowersox e Closs (2007, p. 19), a logística tem por objetivo Tornar disponíveis produtos e serviços no local onde são necessários no momento em que são desejados. Segundo Council apud (NOVAES, p. 35), Logística é o processo de planejar, implementar e controlar de maneira eficiente o fluxo e a armazenagem de produtos, bem como os serviços e informações associados, cobrindo desde o ponto de origem até o ponto de consumo, com o objetivo de atender aos requisitos do consumidor. A logística empresarial está em constante evolução, ela agrega valores de: tempo, lugar, qualidade e informação à cadeia produtiva. Todos os processos que acrescentem custos e perda de tempo a logística moderna busca abolir. A redução contínua dos custos, otimização de recursos almejando maior eficiência e melhor atendimento ao cliente envolve também a logística (NOVAES, 2007).

18 Histórico da logística A logística é uma atividade remota, pois os recursos necessários para sobrevivência do homem nem sempre estiveram nos locais habitados por ele, o que o obrigava a movê-lo e guardá-lo, mesmo que por pouco tempo para então no futuro consumi-lo. Essa questão fez com que o ser humano habitasse perto de sua fonte de alimentos, isto depois dele ser nômade (BALLOU, 2007). Com a nova visão que surgiu com o passar dos tempos existem quatro fases até os dias atuais no ciclo evolutivo da logística (ARBACHE, 2004). Após a Segunda Guerra Mundial existia uma padronização dos produtos que buscava a economia e produção de escala. Os sistemas de informações eram quase inexistentes e os sistemas logísticos interna e externamente não eram integrados, caracterizando assim a primeira fase (ARBACHE, 2004). Conforme Bowersox e Closs (2007, p. 27), Antes da década de 50 a atividade logística era puramente funcional, não existiam conceitos ou teorias formais de logística integrada. Três fatores contribuíram para a falta de atenção na evolução deste processo. Como primeiro fator, era de difícil aceitação a idéia de que pudesse haver integração entre os processos logísticos antes da propagação dos computadores. O segundo fator é derivado entre pressão econômica e a combinação de tecnologia. A pressão pelo lucro refletiu-se numa preocupação gerencial na contenção e redução de custos. O terceiro obstáculo é o de quantificar o regresso sobre o investimento que pode ser alcançado com a ampla adoção da logística integrada. Os problemas de qualificação decorrem em parte pelo problema da administração compreender o verdadeiro custo do estoque e de se conquistar adeptos para a idéia da logística integrada entre os executivos mais antigos, cuja formação está baseada em métodos tradicionais. Esses fatores aliados à resistência natural a alterações, acrescido a mentalidade de que sempre funcionou assim, representou um obstáculo em diversas tentativas de introduzir o gerenciamento integrado de processos logísticos (BOWERSOX; CLOSS, 2007).

19 17 Na segunda fase buscou-se uma integração dos processos internos, a maior mudança foi à introdução do custo total e das trocas compensatórias, onde se buscava a redução de custos em geral (ARBACHE, 2004). Em 1990, na terceira fase o que se focava era a integração dos processos logísticos, os processos tornaram-se dinâmicos e flexíveis, começou-se utilizar a tecnologia de informação e houve uma preocupação com a satisfação dos clientes (ARBACHE, 2004). Os mais importantes propulsores dessas mudanças foram: alterações nas regulamentações, revolução da informática; adoção dos movimentos de qualidade, desenvolvimento de parcerias e alianças estratégicas (BOWERSOX; CLOSS, 2007). O mundo se reestruturou economicamente para uma economia global, criou-se uma nova cultura: virtual e real, e a tecnologia da informação proporcionou mudanças na forma de trabalho mundial, neste contexto a logística também evoluiu (LARRANAGA, 2003). Com a intensa utilização da internet procedimentos operacionais tornaram-se mais ágeis, o que fez com que os clientes e consumidores desejassem seus pedidos com prazos de entrega cada vez mais reduzidos (BALLOU, 2007). Na quarta fase criou-se o conceito de cadeia de valor que para Arbache, (2001, p 75), [...] reúne todos os agentes capazes de fazer com que o produto esteja disponível na quantidade, local, prazo e forma desejados pelo consumidor final. O destaque dá-se no gerenciamento da cadeia de suprimentos, buscando uma melhoria continua, sendo que a integração abrange os agentes externos. A competência da logística pode ser avaliada pela capacidade da empresa de fornecer um serviço competitivo com menor custo total aos seus clientes. Isso requer um desempenho da logística de utilizar a entrega de mercadorias para auxiliar as necessidades de marketing e de produção, sendo um grande desafio equilibrar as expectativas de serviço e gastos de modo a alcançar os objetivos do negócio (BOWERSOX; CLOSS, 2007). Segundo Gomes, Ribeiro (2004, p. 6), Atualmente, tem-se a fase `logística como elemento diferenciador` destacando-se a globalização, a tecnologia da informação, a responsabilidade social e a ecologia.

20 TIPOS DE LOGÍSTICA Atualmente a logística está intimamente ligada ao produto, sendo este setor na empresa que proporciona as condições para o departamento de marketing concretizar suas metas (NOVAES, 2007) Logística Integrada A logística integrada é a ligação entre cliente e fornecedor, desde aquele que disponibiliza matéria-prima, até a empresa que vende o produto acabado. No momento de suprimento de necessidade de produtos e materiais, é iniciado um fluxo, este resulta na transferência da propriedade dos produtos e passa a ser fonte de criação para um novo produto, ou seja, a manufatura, até estar pronto para ser entregue como produto acabado para o cliente (BOWERSOX; CLOSS, 2007). A integração deve começar internamente, onde todas as operações logísticas estão em harmonia, mas é necessário que estas se tornem externas, ou seja, chegar até ao consumidor final. A cadeia de suprimentos é essa integralização entre o ambiente interno com o externo, todos seguindo um fluxo contínuo (BOWERSOX; CLOSS, 2007). Internamente, o fluxo perfeito começa nos materiais, no gerenciamento da movimentação e armazenagem de matéria-prima e produtos acabados. Todo o fluxo, se correto, a cada movimento e armazenagem, é agregado valor à peça, ela se torna mais rica, pronta para o novo processo (BALLOU, 2007). É de fundamental importância para logística integrada a compreensão [...] das inter-relações entre processamento de pedidos, inventário, transporte e decisões da rede de instalações. (BALLOU, 2007 p. 50) Para Chin (2008), as maneiras de integrar os processos por meio de fronteiras funcionais seria a organização fazer um plano estratégico que interaja: fornecedores e clientes, sendo que o elo do mercado externo (clientes) interage com os setores de vendas e marketing. Já os fornecedores se integrariam com as áreas de suprimentos, pesquisa e desenvolvimento. Os setores de manufatura e logística interagiriam com ambos.

21 Logística Reversa Logística reversa compreende a preocupação do retorno da mercadoria ao fabricante conforme Moura (1998, p. 59), como: reutilizáveis que seriam equipamentos que retornando a fábrica podem ser aproveitados. A outra categoria seria perda, que compreende aqueles que podem ser recuperados e reciclados ou descartados. Segundo Ballou (2007), os produtos devem retornar a origem quando se tornam inoperantes, obsoletos ou que foram danificados nos pontos de vendas ou consumidores. A legislação também pode exigir que a embalagem seja devolvida a origem, sendo apenas o fim da cadeia de suprimentos quando o produto for descartado. Conforme Novaes (2007), os canais de distribuição reversos são: o pósconsumo que se caracteriza pela utilização do produto que posteriormente perdem suas características essenciais de funcionamento e devem ser descartados. O outro tipo de canal reverso é o pós-venda, nele está inserido o retorno das embalagens. Para Pires (2004, 243 p.), A regra simples e clara que tende a vigorar cada vez mais é que quem produz é o responsável pelo produto após a sua vida útil Logística Verde No mundo contemporâneo fala-se intensamente sobre a questão ambiental, há preocupação com o aumento da poluição ambiental gerada com congestionamentos de importantes rotas causados pelo maior transporte de insumos gerados pela globalização, discutem-se então a idéia de um selo verde utilizando as operações logísticas (NOVAES, 2007). 2.3 CADEIA DE SUPRIMENTOS Com a globalização, não existem fronteiras entre as empresas para se manterem vivas no mercado, elas devem ter diferenciais, do contrário não sobreviverão neste mercado competitivo. Atualmente uma empresa que presta

22 20 serviços ou fabrica qualquer produto está competindo não apenas com outras empresas, mas também compete com todas as empresas que fazem parte da cadeia de suprimentos de seus concorrentes (CHING, 2008). Para sobreviver neste mundo globalizado às empresas devem sofrer alterações em sua infra-estrutura, políticas públicas, assim a gestão das cadeias de suprimentos tornou-se uma base pra as empresas manterem-se (FIGUEIREDO; FLEURY; WANKE, 2006). Uma das estratégias competitivas exploradas pelo marketing é a logística, e ela é composta por cinco categorias. A coordenação de fluxo de produtos pode ser empurrada ou puxada, sendo que o primeiro é coordenado pelo varejo, por ter a demanda um tempo de resposta longo. Do contrário, ele deve ser puxado, sendo assim, direcionado pela demanda real; e deve estar próximo do cliente (FIGUEIREDO; FLEURY; WANKE, 2006). A segunda categoria é a política de produção que pode apresentar-se contra pedidos, o mesmo somente é produzido após a sua formalização. Contudo pode-se também, com base em previsões de venda, ter-se produção para estoque. O que determina o modo da política da fabricação dos produtos é o seu grau de ciclo de vida, permissibilidade e também seus custos no caso da empresa estudada ele é empurrado pelo fato de tornar-se inviável desligar o forno que produz a cerâmica (FIGUEIREDO; FLEURY; WANKE, 2006). Neste contexto o modo como os estoques serão distribuídos podem ser: centralizado ou descentralizado. O estoque centralizado significa retirar a mercadoria apenas quando é feito um pedido, sendo favorável este modal quando os produtos possuem um valor agregado alto, quando não há previsão de vendas e há baixo giro nos produtos. Já descentralizar é prever futuras vendas e fazer movimentações para outras instalações intermediarias, ficando assim mais próximo dos consumidores finais e para então, agilizar os prazos de entrega de produtos com alto giro, sendo esta a terceira categoria (GOMES; RIBEIRO, 2004). A quarta categoria é o dimensionamento da rede de instalações sobre diferentes partes da logística, como o nível de serviço, investimento em instalações, transporte e armazenagem. É com este instrumento que se dimensiona a capacidade total da empresa (FIGUEIREDO; FLEURY; WANKE, 2006).

23 21 Modal de transporte é a quinta categoria. O transporte da mercadoria pronta é parte essencial no processo logístico. A expedição é a conclusão de todo o trabalho interno. Existem algumas formas para o transporte da mercadoria da empresa até o cliente. Deve ser avaliado o preço, o custo, o tempo de entrega, o nível de perdas e danos que ocorrem, para assim, poder fazer a escolha do tipo de transporte (FIGUEIREDO; FLEURY; WANKE, 2006). Transportes como ferroviário e marítimo, comportam maior volume de carga, porém sendo mais baratos e lentos. Os transportes aéreos e rodoviários são mais rápidos, caros e transportam menor volume, se tornando mais flexíveis à demanda. O modal aéreo é uma forma rápida de entregar a compra, mas também deve ser levado em conta o fato de ser caro utilizar este modal (BALLOU, 2007). O rodoviário é o modal mais utilizado para a movimentação de mercadorias no Brasil, apesar da falta de infra-estrutura, e as péssimas condições rodoviárias (FIGUEIREDO; FLEURY; WANKE, 2006). Em nível mundial o modal rodoviario não é predominante (GOMES; RIBEIRO, 2004). Segundo Cristopher (2002), as empresas procuram diversas formas de transportar os produtos, isso de acordo com as necessidades dos mercados. O modal ferroviário tem várias limitações, a maior é a extensão da malha, sendo este pouco utilizado no Brasil. Como existem baixos investimentos para a ampliação desse setor e a utilização de trens para transporte é limitada, existe apenas em algumas regiões (CHING, 2008). A localização das hidrovias também é uma dificuldade para a utilização do mar e rios para o transporte de mercadorias, sendo que nem sempre eles são navegáveis e muitas vezes estão distantes dos grandes centros de consumo e produção. Há também restrições quanto ao tamanho do calado, inadequação ou falta de sinalização (CHING, 2008). Para que o transporte do produto comprado seja uma forma de ganhar clientes, ele tem que ser escolhido de forma certa e racional. Uma das principais vantagens da logística de transporte é a rapidez. Por um dia de vantagem no prazo de entrega em relação ao concorrente pode ser definitivo para a obtenção de um novo cliente, e também para a manutenção dos já existentes (BOERSOX; CLOSS; COOPER, 2007).

24 22 Em uma cadeia de suprimentos a eficiência é uma medida de dispêndio de recursos necessário para alcançar essa efetividade logística. (BOERSOX; CLOSS; COOPER, 2007, p.62) Para Ballou (2007, p. 29), A gestão da logística empresarial passou a ser em geral chamada de gerenciamento da cadeia de suprimentos. 2.4 LOGÍSTICA NO SUPPLY CHAIN MANAGEMENT OU GERENCIAMENTO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS O comportamento do consumidor alterou-se perante a atual economia, com a globalização os hábitos mudaram, e o cliente não procura apenas uma marca, ou qualidade dos produtos. Observou-se que ele busca: atendimento, no tempo e lugar por ele desejado, acompanhado de qualidade e informação. São estes alguns fatores que influenciam na compra (ARBACHE, 2004). Na visão tradicional, cada empresa envolvida no processo produtivo visualizava no máximo seu cliente imediato. Um exemplo deste é a fábrica que enxergava apenas sua expedição e o produto acabado. E por fim o varejista que enxergava o cliente consumidor. Com o Supply Chain Managent ou Gestão da Cadeia de Suprimentos (GCS) há uma integração entre os envolvidos na cadeia e não se consegue diferenciar nitidamente as fases (NOVAES, 2007). A visão GCS, começa ser considerada desde o processo de geração de produtos e serviços, ou seja, desde a entrada da matéria prima até a entrega final do produto, e passa-se a ter um monitoramento de maneira integrada. Os grandes objetivos são: reduzir os custos de fornecimento e o tempo total aumentando as margens dos produtos, da produção melhorando o retorno de investimento (MARTINS; LAUGENI, 2005). Para atuar no mundo globalizado as empresas precisam utilizar as diversas estratégias para se tornarem flexíveis, à medida que o consumidor se torna mais exigente e que começa a utilizar a GCS ele quer que seu produto chegue mais rápido, a organização tem que buscar as alternativas mais rápidas e eficazes para a entrega dos produtos (CHING, 2008). Para Ching (2008, p. 67), Supply chain é:

25 23 [...] todo esforço envolvido nos diferentes processos e atividades empresariais que criam valor na forma de produtos e serviços para o consumidor final [...] é uma forma integrada de planejar e controlar o fluxo de mercadorias, informações e recursos, desde os fornecedores até o cliente final, procurando administrar as relações na cadeia logística de forma cooperativa e para o beneficio de todos os envolvidos. É considerada a maior meta da GCS diminuir os estoques, considerando que eles estarão disponíveis quando se fizer necessário (GOMES; RIBEIRO, 2004). Numa organização existem três níveis, o estratégico, o tático e o operacional. Segundo Novaes (2001), o planejamento operacional da distribuição dos produtos, significa definir o roteiro das entregas, a alocação dos veículos de distribuição e dos produtos. O planejamento tático compreende os objetivos específicos a serem alcançados pelos departamentos ou setores da empresa como volume de: produção, vendas e compras. Também pode ser incluído, redução de: tempo dos ciclos e de custos, entre outros (CHIAVENATO, 2007). O planejamento estratégico é feito pela diretoria, é ele quem define quais os novos produtos a serem introduzidos no mercado, qual a expectativa de crescimento de suas unidades e quais as novas formas de armazenamento da matéria-prima e distribuição (NOVAES, 2001). Para CHIAVENATO (2007, 142 p.) [...] o planejamento estratégico não é a soma dos planos táticos e operacionais. Pelo contrário, os planos táticos e operacionais constituem desdobramento do planejamento estratégico. A otimização da cadeia de suprimentos, na visão do Suplly Chain Management, é uma das estratégias empresariais mais abrangentes e complexas. Para que ela seja executada de forma eficaz, é necessário que os responsáveis pela organização definam a localização, a capacidade e qual o tipo de centro de expedição. Quem serão seus fornecedores, quais os canais de distribuição, os meios de transporte a serem utilizados, qual será a política de estoque e como será o fluxo de matéria-prima e de estoque dentro da empresa (NOVAES, 2001). No Suplly Chain Management, a integração entre todo o processo da cadeia é para que haja um bom fluxo de materiais, informações eficazes e redução de custos. Todos os agentes trabalham para que haja pouco desperdício, tanto de materiais quanto de tempo, consequentemente, para que o produto final seja de alto valor agregado e custo menor (NOVAES, 2001).

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