REGULAMENTO DOS QUADROS DE VALOR E EXCELÊNCIA

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "REGULAMENTO DOS QUADROS DE VALOR E EXCELÊNCIA"

Transcrição

1 Os Quadros Valor e Excelência stinam-se a tornar patente o reconhecimento aptidões e atitus dos alunos ou grupo alunos que tenham evinciado valor e excelência nos domínios cognitivos, cultural, pessoal, social ou sportivo, bem como atribuir prémios, em casos específicos e excecionais. Os Quadros Valor e Excelência para o 3º ciclo e ensino secundário regem-se pelo Despacho Normativo no 102/90, pelo Decreto-Lei 30/2002 e pelo presente documento. Artigo 1º Quadro Valor 1- O Quadro Valor reconhece os alunos que revelem grans capacidas ou atitus exemplares superação das dificuldas ou que senvolvam iniciativas ou ações, igualmente exemplares, benefício claramente social ou comunitário ou expressão solidarieda, ntro e fora da escola. 2- O Quadro Valor verá ser organizado no final cada período pelas seguintes categorias: Companheirismo, Mérito Desportivo, Participação e Iniciativa, Aplicação e Empenho e Criativida. 3- São critérios acesso ao Quadro Valor: A aplicação e empenho nas atividas escolares; A manifestação um espírito entreajuda relevante e continuado; Desenvolvimento iniciativas ou ações exemplares benefício social ou comunitário, ntro e fora da escola; Desempenho excecional nas atividas enriquecimento curricular; A atribuição prémios resultantes da participação em concursos promovidos por entidas Internas e externas à escola; Apreciação global satisfatória, relativamente ao comportamento, cumulativamente com qualquer situação anterior. R. Aquilino Ribeiro Póvoa Santo Adrião Fax:

2 4- Ao longo do ano letivo promove-se um processo nomeação dos alunos que merecem integrar o Quadro Valor. As nomeações efeituam-se no final dos 1º e 2º períodos, pondo os mesmos alunos constar da lista nomeados ao longo todo o ano. Caso o Conselho Turma consire não haver alunos merecedores, porá não haver nomeações em uma ou várias categorias. 5- No final do 3º período, o Conselho Turma atribui o prémio em cada uma das categorias acordo com as nomeações anteriormente efetuadas e com o sempenho do aluno no 3º período. Serão apenas premiados os alunos que se distingam, pondo haver categorias em que o prémio não é atribuído. 6- Todos os professores, alunos, assistentes operacionais e funcionários administrativos envolvidos com os alunos, pom fazer propostas nomeação vidamente fundamentadas, especificando as ações/acontecimentos, cabendo sempre ao júri fazer a sua análise e emitir a cisão final. 7- Nenhum aluno po ser proposto para o Quadro Valor se tiver sido sujeito, nesse ano, a alguma medida disciplinar vidamente registada. 8- Nos Conselhos Turma final período verá ser referida em ata a existência ou não candidatos ao Quadro Valor. 9- Compete ao diretor transmitir a informação referida no ponto anterior à Comissão do Quadro Valor e Excelência através impresso próprio. 10- O Quadro Valor é organizado e homologado pelo(a) Diretor(a) da Escola sob proposta da Comissão do Quadro Valor e Excelência. R. Aquilino Ribeiro Póvoa Santo Adrião Fax:

3 11- Deverá ser inscrita na ficha biográfica do aluno a sua inclusão no Quadro Valor, após a respetiva homologação. 12- Os alunos que integrem o Quadro Valor receberão um diploma e medalha comemorativa, a ser entregue no início do ano letivo seguinte, em cerimónia própria. 13- O Quadro Valor será divulgado até 30 dias após a afixação das pautas, em local próprio gran visibilida. Artigo 2º Quadro Excelência 1- O Quadro Excelência reconhece os alunos que revelem excelentes resultados escolares. 2- O Quadro Excelência é divulgado no final cada período. 3- Nos cursos que funcionam em regime modular, a excelência só é atribuída aos alunos que tenham concluído todos os módulos previstos para o ano em curso. 4- A condição para integrar o Quadro Excelência no 3º ciclo é a obtenção média 5, arredondada às unidas, no conjunto das disciplinas, ponrada pela carga horária semanal e na área curricular não disciplinar Formação Cívica não apresentando a menção Não Satisfaz. A disciplina Educação Moral e Religiosa Católica, sendo facultativa, não será tida em conta na ponração da média. 5- Só serão consirados os alunos que estejam matriculados a todas as disciplinas do ano em que estão inscritos. R. Aquilino Ribeiro Póvoa Santo Adrião Fax:

4 6- A condição para integrar o Quadro Excelência no ensino secundário é a obtenção da média pelo menos 16,0 (zasseis vírgula zero), sem arredondamentos, no conjunto das disciplinas, ponrada pela carga horária semanal. A disciplina Educação Moral e Religiosa Católica, sendo facultativa, não será tida em conta na ponração da média. 7- Nenhum aluno porá integrar o Quadro Excelência se tiver sido sujeito, nesse ano, a alguma medida disciplinar, vidamente registada. 8- Compete ao Diretor Turma/Conselho Turma verificar a existência alunos candidatos ao Quadro Excelência, registando os resultados da análise stas situações em ata reunião Conselho Turma. Compete ao Diretor Turma transmitir essa informação ao Diretor(a) da Escola. 9- O Quadro Excelência é organizado e homologado pelo Diretor(a) da Escola sob proposta dos Diretores Turma. 10-Deverá ser inscrita na ficha biográfica do aluno a sua inclusão no Quadro Excelência, após a respetiva homologação. 11- O Quadro Excelência será divulgado até 30 dias após a afixação das pautas, em local próprio gran visibilida. 12-Os alunos que integrem o Quadro Excelência no 3º período receberão um diploma e medalha comemorativa, a ser entregue no início do ano letivo seguinte, em cerimónia própria. R. Aquilino Ribeiro Póvoa Santo Adrião Fax:

5 Artigo 3º Cerimónia entrega dos diplomas 1- No início cada ano letivo, a escola reunir-se-á em cerimónia pública, com a presença todos os agentes educativos ou seus representantes órgãos gestão, professores, encarregados educação, assistentes operacionais, funcionários administrativos e alunos modo a procer à entrega dos respetivos diplomas e medalhas comemorativas aos alunos premiados. A responsabilida da organização sta cerimónia cabe ao Diretor(a) da Escola, com colaboração da Comissão do Quadro Valor e Excelência, havendo a possibilida cooptar para este efeito elementos da comunida educativa. 2-Reserva-se ao premiado o direito da não aceitação do prémio. 3-Estrutura da cerimónia 1 Discurso do Presinte do Diretor(a) da Escola ou do Presinte do Conselho Geral; Discurso do Presinte da Comissão do Quadro Valor e Excelência; Entrega dos diplomas e medalhas comemorativas; Encerramento formal pelo Diretor(a) da Escola ou pelo Presinte do Conselho Geral da Escola. 1 O traje verá ser aquado à formalida da cerimónia R. Aquilino Ribeiro Póvoa Santo Adrião Fax:

6 Valor a premiar Companheirismo e Solidarieda Mérito Desportivo Participação Iniciativa Aplicação Empenho e e Nomeações 1º e 2º períodos (votação) QUADRO DE VALOR Atribuições 3º Período DT/CT Alunos Júri Critérios Objetivos da Professores Educação Física DT/ Diretor Curso Coornador projetos CT Sentido ajuda no estudo, no recreio, nas atividas da. Participação em atividas ajuda aos outros na escola ou fora la. Capacidas técnicas/táticas Dinamização e participação empenhada na prática sportiva quer curricular, quer no âmbito do Desporto Escolar Desportivismo (Fairplay) Participação ativa nas atividas curriculares e extracurriculares Pontualida Assiduida Realização tarefas Aplicação estudo Esforço integração superação dificuldas no e que monstrem maior dicação e empenho na procura do bem dos outros mais dicados e colaboradores na vida sportiva da escola que mais se distinguiram pela sua participação nas atividas organizadas pela escola e na promoção espontânea atividas culturais e/ou recreativas da que monstrem através dados objetivos, maior empenho nas tarefas escolares e/ou na sua integração em meio escolar Criativida CT Execução Originalida Inovação Capacida resposta safio ao que melhores trabalhos apresentem R. Aquilino Ribeiro Póvoa Santo Adrião Fax:

REGULAMENTO DO QUADRO DE MÉRITO

REGULAMENTO DO QUADRO DE MÉRITO Escola-Sede: Escola Secundária Rafael Bordalo Pinheiro CÓDIGO: 170239 REGULAMENTO DO QUADRO DE MÉRITO (Integra a 1ª revisão do Regulamento Interno aprovada em reunião do Conselho Geral de 12 de novembro

Leia mais

REGULAMENTO DOS QUADROS DE EXCELÊNCIA E DE MÉRITO INTRODUÇÃO

REGULAMENTO DOS QUADROS DE EXCELÊNCIA E DE MÉRITO INTRODUÇÃO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS JOÃO DA SILVA CORREIA REGULAMENTO DOS QUADROS DE EXCELÊNCIA E DE MÉRITO INTRODUÇÃO O presente Regulamento dos Quadros de Mérito e de Excelência do Agrupamento de Escolas João da

Leia mais

REGULAMENTO PRÉMIOS DE MÉRITO ESCOLAR DO COLÉGIO PAULO VI. Um homem cresce até ao fim da vida, se não em altura,

REGULAMENTO PRÉMIOS DE MÉRITO ESCOLAR DO COLÉGIO PAULO VI. Um homem cresce até ao fim da vida, se não em altura, 1 REGULAMENTO PRÉMIOS DE MÉRITO ESCOLAR DO COLÉGIO PAULO VI PREÂMBULO Um homem cresce até ao fim da vida, se não em altura, pelo menos em obras e ambições." Alves Redol Somos o que somos por termos sido

Leia mais

CRITÉRIOS ESPECÍFICOS DE AVALIAÇÃO. Disciplina: Educação Física 2º Ciclo 2016/2017

CRITÉRIOS ESPECÍFICOS DE AVALIAÇÃO. Disciplina: Educação Física 2º Ciclo 2016/2017 Discipli: Educação Física 2º Ciclo 2016/2017 Participação e empenho s atividas propostas. classificação * Participação e empenho s atividas sportivas Desempenho Motor: Progressão aprendizagem; Autonomia;

Leia mais

CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO. EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR, ENSINOS BÁSICO e SECUNDÁRIO. NOTA INTRODUTÓRIA Ano letivo 2016/2017

CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO. EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR, ENSINOS BÁSICO e SECUNDÁRIO. NOTA INTRODUTÓRIA Ano letivo 2016/2017 CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR, ENSINOS BÁSICO e SECUNDÁRIO NOTA INTRODUTÓRIA Ano letivo 2016/2017 Sendo a avaliação um «processo regulador do ensino, orientador do percurso escolar

Leia mais

Critérios de avaliação. Matriz Curricular Ensino Básico - 1.º ciclo (*)

Critérios de avaliação. Matriz Curricular Ensino Básico - 1.º ciclo (*) Matriz Curricular Ensino Básico - 1.º ciclo (*) Componentes do currículo Áreas disciplinares de frequência obrigatória: Português Matemática Estudo do Meio Expressões: Artísticas e Físico-Motoras. Apoio

Leia mais

Concurso Literário Riscos e Letras

Concurso Literário Riscos e Letras Concurso Literário Riscos e Letras Riscos para desenhar e pintar Letras para rimar 2013/2014 Regulamento Artº 1º Introdução A Associação de Pais e Encarregados de Educação (APESE) e a Biblioteca Escolar

Leia mais

Perguntas e Respostas Frequentes

Perguntas e Respostas Frequentes Perguntas e Respostas Frequentes (Portaria n.º 644-A/2015, de 24 de agosto) Ano letivo 2015/2016 Relativas a AEC: P1: Nos casos em que os agrupamentos/escolas não agrupadas sejam as entidades promotoras

Leia mais

ANEXO 9 Regulamento Interno ATIVIDADES DE RECUPERAÇÃO E DE INTEGRAÇÃO ESCOLAR E COMUNITÁRIA

ANEXO 9 Regulamento Interno ATIVIDADES DE RECUPERAÇÃO E DE INTEGRAÇÃO ESCOLAR E COMUNITÁRIA ANEXO 9 Regulamento Interno ATIVIDADES DE RECUPERAÇÃO E DE INTEGRAÇÃO ESCOLAR E COMUNITÁRIA AGRUPAMENTO DE ESCOLAS IBN MUCANA 2011/2014 ÍNDICE SECÇÃO I Excesso grave de faltas 2 SECÇÃO II Tipificação de

Leia mais

REGULAMENTO DO CONCURSO ESCOLAR A MINHA ESCOLA ADOTA: UM MUSEU, UM PALÁCIO, UM MONUMENTO

REGULAMENTO DO CONCURSO ESCOLAR A MINHA ESCOLA ADOTA: UM MUSEU, UM PALÁCIO, UM MONUMENTO REGULAMENTO DO CONCURSO ESCOLAR A MINHA ESCOLA ADOTA: UM MUSEU, UM PALÁCIO, UM MONUMENTO O concurso escolar A minha escola adota um museu, um palácio, um monumento... é uma iniciativa promovida conjuntamente

Leia mais

Critérios específicos de avaliação

Critérios específicos de avaliação Critérios específicos de 1. Aspetos a considerar na específica A sumativa expressa-se de forma descritiva em todas as áreas curriculares, com exceção das disciplinas de Português e Matemática no 4º ano

Leia mais

Troféu Português do Voluntariado Regulamento

Troféu Português do Voluntariado Regulamento Troféu Português do Voluntariado Regulamento INTRODUÇÃO Considerando a necessidade de promover e incentivar a prática do voluntariado, de relevar o trabalho anónimo, empenhado e desinteressado, de incentivar

Leia mais

Regimento. Conselhos de Turma dos Cursos Profissionais e CEF. Capítulo I Enquadramento, composição e competências. Artigo 1º. Enquadramento.

Regimento. Conselhos de Turma dos Cursos Profissionais e CEF. Capítulo I Enquadramento, composição e competências. Artigo 1º. Enquadramento. Capítulo I Enquadramento, composição e competências Artigo 1º Enquadramento 1. O presente documento estabelece o Regimento Interno de funcionamento dos Profissionais e dos Cursos de Educação e Formação.

Leia mais

CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO ANO LETIVO

CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO ANO LETIVO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE MEM MARTINS Sede: ES de Mem Martins EB23 Maria Alberta Menéres; EB1 de Mem Martins n.º 2; EB1 com JI da Serra das Minas n.º 1 CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO ANO LETIVO 2015-2016

Leia mais

ANO LETIVO

ANO LETIVO ANO LETIVO 2011-2012 1.º PERÍODO DATA HORA ATIVIDADES Realização de exames de alunos autopropostos de 9.º 1 a 30 de Setembro A designar ano (02 a 06/09) Realização dos exames de módulos para conclusão

Leia mais

Jornadas Regionais Organização e Sucesso escolar. Sessão 4 Regime de Frequência e Avaliação dos Alunos

Jornadas Regionais Organização e Sucesso escolar. Sessão 4 Regime de Frequência e Avaliação dos Alunos Jornadas Regionais Organização e Sucesso escolar Sessão 4 Regime de Frequência e Avaliação dos Alunos Objetivos Promover o desenvolvimento adequado dos processos de avaliação dos alunos tendo em vista

Leia mais

Município de Viana do Alentejo NORMAS DE PARTICIPAÇÃO

Município de Viana do Alentejo  NORMAS DE PARTICIPAÇÃO NORMAS DE PARTICIPAÇÃO Feira D Aires Norma 1 Âmbito de Aplicação As presentes normas aplicam-se aos participantes na Feira D Aires que se realiza anualmente em Viana do Alentejo e é organizada pelo Município

Leia mais

da Avaliação do Desempenho e Alteração do Posicionamento Remuneratório

da Avaliação do Desempenho e Alteração do Posicionamento Remuneratório Regulamento da Avaliação do Desempenho e Alteração do Posicionamento Remuneratório Capítulo I Generalidades Artigo 1.º Objecto O presente regulamento, editado com base nos artigos 74.º-A a 74.º-C do ECDU,

Leia mais

CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO

CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO ENSINOS BÁSICO E SECUNDÁRIO (Despacho Normativo Nº 13/2014 de 15 de setembro) A avaliação dos alunos do ensino básico e secundário incide sobre as aprendizagens e competências definidas

Leia mais

ORIENTAÇÕES PARA O PLANO DE TURMA

ORIENTAÇÕES PARA O PLANO DE TURMA ORIENTAÇÕES PARA O PLANO DE TURMA A melhoria da eficácia da resposta educativa decorre de uma articulação coerente entre: Projeto Educativo Currículo Plano de Turma Assim, o Plano de Turma, assume a forma

Leia mais

CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO

CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO (APROVADOS EM CP 2014/2015)1 1.º Introdução A avaliação constitui um processo regulador do ensino, orientador do percurso escolar e certificador dos conhecimentos adquiridos

Leia mais

Critérios gerais de avaliação

Critérios gerais de avaliação Critérios gerais de avaliação Ano letivo 204-205 ESCOLA LUÍS MADUREIRA PRÍNCIPIOS QUE REGULAM A AVALIAÇÃO DAS APRENDIZAGENS A avaliação tem uma vertente contínua e sistemática e fornece ao professor, ao

Leia mais

ANEXOS DO REGULAMENTO INTERNO DO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS TRIGAL DE SANTA MARIA

ANEXOS DO REGULAMENTO INTERNO DO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS TRIGAL DE SANTA MARIA ANEXOS DO REGULAMENTO INTERNO DO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS TRIGAL DE SANTA MARIA Aprovado na reunião de 15 de Dezembro de 2015 A presidente do Conselho Geral, Ana Maria Antunes Gonçalves Oliveira Página 1

Leia mais

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DO RESTELO ELEIÇÃO DO CONSELHO GERAL REGULAMENTO ELEITORAL. Artigo 1.º. Objeto

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DO RESTELO ELEIÇÃO DO CONSELHO GERAL REGULAMENTO ELEITORAL. Artigo 1.º. Objeto AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DO RESTELO ELEIÇÃO DO CONSELHO GERAL REGULAMENTO ELEITORAL Artigo 1.º Objeto O presente regulamento define o processo eleitoral dos membros do Conselho Geral referido nos artigos

Leia mais

REGULAMENTO ESPECÍFICO ESGRIMA

REGULAMENTO ESPECÍFICO ESGRIMA REGULAMENTO ESPECÍFICO ESGRIMA Índice Introdução 3 Capítulo I Regulamentação Geral 4 1. Condições Gerais de Participação 4 2. Escalões Etários 4 Capítulo II Participação / Organização 4 3. Formas de Competição

Leia mais

REGULAMENTO DE ATRIBUIÇÃO DE BOLSAS DE ESTUDO AOS MELHORES CALOIROS DA UNIVERSIDADE DE AVEIRO

REGULAMENTO DE ATRIBUIÇÃO DE BOLSAS DE ESTUDO AOS MELHORES CALOIROS DA UNIVERSIDADE DE AVEIRO PROPOSTA DE ALTERAÇÃO AO REGULAMENTO DE ATRIBUIÇÃO DE BOLSAS DE ESTUDO AOS MELHORES CALOIROS DA UNIVERSIDADE DE AVEIRO O Regulamento de Atribuição de Bolsas de Estudo aos Melhores Caloiros da Universidade

Leia mais

Regulamento das Bolsas de Mérito Desportivo da Universidade de Aveiro

Regulamento das Bolsas de Mérito Desportivo da Universidade de Aveiro Projeto de Regulamento das Bolsas de Mérito Desportivo da Universidade de Aveiro A prática desportiva assume, hoje em dia, um importante papel na formação do caráter e na transmissão de princípios salutares,

Leia mais

PROGRAMA RESPONSABILIDADE SOCIAL EDUCAÇÃO. Regulamento do Programa de Bolsas de Educação. Introdução

PROGRAMA RESPONSABILIDADE SOCIAL EDUCAÇÃO. Regulamento do Programa de Bolsas de Educação. Introdução PROGRAMA RESPONSABILIDADE SOCIAL EDUCAÇÃO Regulamento do Programa de Bolsas de Educação Introdução Considerando a importância e oportunidade do Programa de Responsabilidade Social do Comité Olímpico de

Leia mais

EDITAL anexo 1 anexo 2 anexo 3 anexo 1 anexo 4 20)

EDITAL anexo 1 anexo 2 anexo 3 anexo 1 anexo 4 20) EDITAL 1. Faz-se público que está aberto concurso para admissão ao Curso de Mestrado em Gerontologia Social, a iniciar no 1º semestre do ano letivo de 2016/2017 em organização conjunta da Escola Superior

Leia mais

ABERTURA DO PROCESSO ELEITORAL DO CONSELHO GERAL

ABERTURA DO PROCESSO ELEITORAL DO CONSELHO GERAL ABERTURA DO PROCESSO ELEITORAL DO CONSELHO GERAL (2014/2018) Nos termos do artigo 15º do Decreto-Lei nº 75/2008 de 22 de abril, na redação dada pelo Decreto-Lei n.º 137/2012, de 2 de Julho, o Conselho

Leia mais

ESCOLA SECUNDÁRIA FRANCISCO DE HOLANDA. Regulamento geral de avaliação dos alunos

ESCOLA SECUNDÁRIA FRANCISCO DE HOLANDA. Regulamento geral de avaliação dos alunos ESCOLA SECUNDÁRIA FRANCISCO DE HOLANDA Regulamento geral de avaliação dos alunos Outubro / 2014 Índice I PRINCÍPIOS... 3 II - CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO... 4 III- IMPLEMENTAÇÃO... 4 IV - COMPETÊNCIAS A AVALIAR

Leia mais

REGULAMENTO PARA ELEIÇÃO DOS MEMBROS DO SENADO ACADÉMICO. Artigo 1.º. Objeto

REGULAMENTO PARA ELEIÇÃO DOS MEMBROS DO SENADO ACADÉMICO. Artigo 1.º. Objeto REGULAMENTO PARA ELEIÇÃO DOS MEMBROS DO SENADO ACADÉMICO (Aprovado em reunião do Senado Académico de 2 de fevereiro de 2012) Artigo 1.º Objeto O presente regulamento rege a eleição dos representantes dos

Leia mais

CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO

CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO Domínio Cognitivo (Nível dos Conhecimentos) Compreensão oral e escrita; Conhecimento de formas e regras de funcionamento da língua materna; Conhecimento e compreensão de conceitos

Leia mais

Artigo 1.º Objeto e âmbito. Artigo 2.º Avaliação da capacidade para a frequência. Artigo 3.º Provas

Artigo 1.º Objeto e âmbito. Artigo 2.º Avaliação da capacidade para a frequência. Artigo 3.º Provas REGULAMENTO DO CONCURSO LOCAL PARA A CANDIDATURA À MATRÍCULA E INSCRIÇÃO NO CICLO DE ESTUDOS CONDUCENTE AO GRAU DE LICENCIADO EM TECNOLOGIAS DA MÚSICA MINISTRADO PELA ESCOLA SUPERIOR DE MÚSICA DO INSTITUTO

Leia mais

CONCURSO DE PRESÉPIOS Programa de concurso

CONCURSO DE PRESÉPIOS Programa de concurso CONCURSO DE PRESÉPIOS Programa de concurso Introdução No sentido de manter viva uma das mais belas tradições de Natal a Câmara Municipal do Porto, através do Pelouro da Cultura e da Direção Municipal de

Leia mais

Gala do Desporto 2012

Gala do Desporto 2012 Gala do Desporto 2012 Reunião de Câmara 05-Nov-2012 Índice 1. Introdução... 3 2. Destinatários... 3 3. Processo e prazo de candidatura... 3 4. Processo de seleção... 3 5. Critérios de seleção... 4 7. Exceções...

Leia mais

JUNTA DE FREGUESIA DE OLIVAIS. Prémio Literário e de Ilustração Eça de Queiroz

JUNTA DE FREGUESIA DE OLIVAIS. Prémio Literário e de Ilustração Eça de Queiroz Prémio Literário e de Ilustração Eça de Queiroz Introdução Considerando a importância do papel das instituições públicas na promoção e apoio das artes e da cultura, nomeadamente da literatura e da ilustração

Leia mais

Organização Local de Competição Programa Geral Acreditação Participação Inscrições Transportes...

Organização Local de Competição Programa Geral Acreditação Participação Inscrições Transportes... Póvoa de Varzim 5 de maio de 2012 Índice Organização... 3 Local de Competição... 3 Programa Geral... 3 Acreditação... 4 Participação... 4 Inscrições... 4 Transportes... 5 Regulamento Específico... 5 Sistema

Leia mais

Critérios gerais de avaliação

Critérios gerais de avaliação Critérios gerais de avaliação ÍNDICE Introdução 3 A A avaliação na educação pré-escolar 3 1 Intervenientes 3 2 Modalidades da avaliação 3 3 Critérios de avaliação 3 4 Ponderação 4 B A avaliação no ensino

Leia mais

C R I T É R I O S G E R A I S DE A V A L I A Ç Ã O

C R I T É R I O S G E R A I S DE A V A L I A Ç Ã O Agrupamento de Escolas Dr. Alberto Iria Olhão C R I T É R I O S G E R A I S DE A V A L I A Ç Ã O Ano Letivo 2015-2016 Critérios Gerais de Avaliação 2015-2016 1 1. Avaliação A avaliação constitui um processo

Leia mais

Normas de Participação Concurso «Eu e a minha bicicleta»

Normas de Participação Concurso «Eu e a minha bicicleta» Artigo Primeiro Designação do concurso e entidades 1. O Concurso EU E A MINHA BICICLETA é um concurso organizado pela Câmara Municipal do Seixal, no âmbito do projeto da Rede Ciclável do Concelho do Seixal,

Leia mais

Regulamento de curso de treinadores de andebol de Grau 1

Regulamento de curso de treinadores de andebol de Grau 1 Regulamento de curso de treinadores de andebol de Grau 1 ORGANIZAÇÃO A responsabilidade dos Cursos de Treinadores de Andebol é da Federação de Andebol de Portugal, através do seu Departamento de Formação,

Leia mais

Escola Cooperativa Vale S. Cosme Departamento Expressões e Tecnologias

Escola Cooperativa Vale S. Cosme Departamento Expressões e Tecnologias Preâmbulo Com o presente regulamento, o departamento de Expressões e Tecnologias pretende definir as regras do Concurso de Pintura 25 anos 25 acontecimentos. Artigo 1º Objetivos O Concurso de Pintura:

Leia mais

Critérios Específicos de Avaliação - 1º ciclo

Critérios Específicos de Avaliação - 1º ciclo Critérios Específicos de Avaliação - 1º ciclo A avaliação, como parte integrante do processo de ensino/ aprendizagem, deverá ter em conta: Os programas e as metas curriculares em vigor para o 1º ciclo;

Leia mais

CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DO ENSINO BÁSICO

CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DO ENSINO BÁSICO CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DO ENSINO BÁSICO Considerando que a Portaria nº 23 /2015, de 27 de fevereiro revogou a Portaria nº 9/2013, de 11 de fevereiro referente à avaliação das aprendizagens e competências

Leia mais

REGIMENTO Interno Do Desporto Escolar

REGIMENTO Interno Do Desporto Escolar REGIMENTO Interno Do Desporto Escolar ÍNDICE Artigo 1.º Definição 3 Artigo 2.º Princípios e objetivos 3 Artigo 3.º Coordenação e constituição 4 Artigo 4.º Competências do coordenador 4 Artigo 5.º Atividades

Leia mais

Plano de Melhoria

Plano de Melhoria Plano de Melhoria 1 Enquadramento O presente Plano de Melhoria resulta, simultaneamente, das orientações emanadas da Inspeção-Geral da Educação e Ciência, que assentam nas sugestões do Conselho Nacional

Leia mais

2.º Concurso de Flauta de Bisel Município de Redondo

2.º Concurso de Flauta de Bisel Município de Redondo 2.º Concurso de Flauta de Bisel Município de Redondo Sendo a música, entre outras artes, reconhecida como parte fundamental da história da civilização e também como excelente ferramenta para o desenvolvimento

Leia mais

TÉCNICO DE ELETRÓNICA, AUTOMAÇÃO E COMPUTADORES

TÉCNICO DE ELETRÓNICA, AUTOMAÇÃO E COMPUTADORES Direção-Geral dos Estabelecimentos Escolares Direção de Serviços da Região Centro Núcleo de Ofertas Formativas CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO CURSOS PROFISSIONAIS ANO LETIVO DE 2016/2017 TÉCNICO DE ELETRÓNICA,

Leia mais

REGULAMENTO DO CONCURSO ESCOLAR Ano letivo 2012/2013

REGULAMENTO DO CONCURSO ESCOLAR Ano letivo 2012/2013 REGULAMENTO DO CONCURSO ESCOLAR Ano letivo 2012/2013 TEMA A ÁGUA QUE NOS UNE 1 ÂMBITO Década das Nações Unidas da Educação para o Desenvolvimento Sustentável (2005-2014), Década da Biodiversidade (2011-2020),

Leia mais

Viana do Castelo, de março de O Presidente do IPVC. Rui Alberto Martins Teixeira. Página 1 de 8

Viana do Castelo, de março de O Presidente do IPVC. Rui Alberto Martins Teixeira. Página 1 de 8 Despacho IPVC-P /2016 REGULAMENTO DAS PROVAS ESPECIALMENTE ADEQUADAS DESTINADAS A AVALIAR A CAPACIDADE PARA A FREQUÊNCIA DOS CURSOS SUPERIORES DO INSTITUTO POLITÉCNICO DE VIANA DO CASTELO DOS MAIORES DE

Leia mais

REGULAMENTO DA COMISSÃO NACIONAL

REGULAMENTO DA COMISSÃO NACIONAL PROPOSTA DO CONSELHO GERAL REGULAMENTO DA COMISSÃO NACIONAL DE AVALIAÇÃO Aprovada em Sessão Plenária do Conselho Geral de 18 de Novembro de 2015 REGULAMENTO DA COMISSÃO NACIONAL DE AVALIAÇÃO Artigo 1º

Leia mais

Agrupamento de Escolas de Muralhas do Minho, Valença PLANO ESTRATÉGICO PARA O ANO LETIVO

Agrupamento de Escolas de Muralhas do Minho, Valença PLANO ESTRATÉGICO PARA O ANO LETIVO Agrupamento de Escolas de Muralhas do Minho, Valença PLANO ESTRATÉGICO PARA O ANO LETIVO 2014-2015 1. Enquadramento. O Plano Estratégico apresentado para o ano letivo 2014-2015 e elaborado nos termos do

Leia mais

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE MOURÃO - Ano Letivo 2015/ 2016 PLANO PLURIANUAL DE ATIVIDADES ( ) Eixo I - APOIO À MELHORIA DAS APRENDIZAGENS

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE MOURÃO - Ano Letivo 2015/ 2016 PLANO PLURIANUAL DE ATIVIDADES ( ) Eixo I - APOIO À MELHORIA DAS APRENDIZAGENS PLANO PLURIANUAL DE ATIVIDADES (2015-2017) Eixo I - APOIO À MELHORIA DAS APRENDIZAGENS Designação da Ativida Calendarização Dinamizadores Público Alvo Oficina Gramática e leitura Oficina da escrita Plano

Leia mais

CAPÍTULO I ÂMBITO E DEFINIÇÃO. Artigo 1.º

CAPÍTULO I ÂMBITO E DEFINIÇÃO. Artigo 1.º Regulamento de Formação em Contexto de Trabalho (FCT) CAPÍTULO I ÂMBITO E DEFINIÇÃO Artigo 1.º A FCT é um conjunto de atividades profissionais desenvolvidas sob a coordenação e acompanhamento da escola,

Leia mais

REGULAMENTO DO PROCEDIMENTO DE ACEITAÇÃO E CONFIRMAÇÃO DA QUALIDADE DE ESPECIALISTA DE RECONHECIDA EXPERIÊNCIA E COMPETÊNCIA PROFISSIONAL

REGULAMENTO DO PROCEDIMENTO DE ACEITAÇÃO E CONFIRMAÇÃO DA QUALIDADE DE ESPECIALISTA DE RECONHECIDA EXPERIÊNCIA E COMPETÊNCIA PROFISSIONAL REGULAMENTO DO PROCEDIMENTO DE ACEITAÇÃO E CONFIRMAÇÃO DA QUALIDADE DE ESPECIALISTA DE RECONHECIDA EXPERIÊNCIA E COMPETÊNCIA PROFISSIONAL Convindo regular o procedimento tendente à aceitação e confirmação

Leia mais

Critérios de Avaliação. Departamento de Expressões

Critérios de Avaliação. Departamento de Expressões Critérios de Avaliação Departamento de Expressões 2015/2016 5.º ano Disciplina Educação Visual instrumental 60% Trabalhos realizados de acordo com a planificação da disciplina Interesse e empenho 10% Comportamento/adequação

Leia mais

REGIME DE FALTAS. I Marcação de faltas

REGIME DE FALTAS. I Marcação de faltas REGIME DE FALTAS 1 I Marcação de faltas 1. É obrigatória a marcação de faltas sempre que o aluno não se encontrar presente. a) A obrigatoriedade da marcação de faltas aplica-se a todas as atividades curriculares

Leia mais

Regulamento das provas especialmente adequadas destinadas a avaliar a capacidade para a frequência do Curso de Licenciatura em Enfermagem da ESEL dos

Regulamento das provas especialmente adequadas destinadas a avaliar a capacidade para a frequência do Curso de Licenciatura em Enfermagem da ESEL dos Regulamento das provas especialmente adequadas destinadas a avaliar a capacidade para a frequência do Curso de Licenciatura em Enfermagem da ESEL dos maiores de 23 anos e do Concurso Especial dos Estudantes

Leia mais

Escola Profissional Agrícola Conde de S. Bento

Escola Profissional Agrícola Conde de S. Bento Escola Profissional Agrícola Conde de S. Bento Santo Tirso 2016 Regulamento do CONCURSO de FOTOGRAFIA Fauna e Flora das Margens do Rio Ave ENQUADRAMENTO O concurso Fauna e Flora das Margens do Rio Ave

Leia mais

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS BELÉM RESTELO. Regimento / Regulamento das Atividades de Enriquecimento Curricular

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS BELÉM RESTELO. Regimento / Regulamento das Atividades de Enriquecimento Curricular AGRUPAMENTO DE ESCOLAS BELÉM RESTELO Regimento / Regulamento das Atividades de Enriquecimento Curricular 1º CICLO 2011 2012 ATIVIDADES DE ENRIQUECIMENTO CURRICULAR 1º Ciclo Ano Letivo 2011 / 2012 Regimento

Leia mais

EDITAL INSTITUTO POLITÉCNICO DO PORTO CONCURSO DE ACESSO AO CURSO DE MESTRADO EM DIREÇÃO HOTELEIRA DA ESCOLA SUPERIOR DE HOTELARIA E TURISMO 1

EDITAL INSTITUTO POLITÉCNICO DO PORTO CONCURSO DE ACESSO AO CURSO DE MESTRADO EM DIREÇÃO HOTELEIRA DA ESCOLA SUPERIOR DE HOTELARIA E TURISMO 1 EDITAL INSTITUTO POLITÉCNICO DO PORTO CONCURSO DE ACESSO AO CURSO DE MESTRADO EM DIREÇÃO HOTELEIRA DA ESCOLA SUPERIOR DE HOTELARIA E TURISMO 1 Delminda Augusta Pinto Lopes, Vice-Presidente, em substituição

Leia mais

Reitoria. Universidade do Minho, 24 de Fevereiro de 2010

Reitoria. Universidade do Minho, 24 de Fevereiro de 2010 Reitoria RT-21/2010 Por proposta do Conselho Académico da Universidade do Minho, é homologado o Regulamento do Mestrado Integrado em Psicologia, anexo a este despacho. Universidade do Minho, 24 de Fevereiro

Leia mais

REGULAMENTO DOS CONCURSOS ESPECIAIS

REGULAMENTO DOS CONCURSOS ESPECIAIS Página 1 de 5 Capítulo I Disposições Gerais Artigo 1.º (Objeto) O presente regulamento fixa os procedimentos relativos aos concursos especiais para acesso e ingresso no ensino superior, nos termos da lei.

Leia mais

CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO Ano letivo de

CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO Ano letivo de AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE AVEIRO Direção-Geral dos Estabelecimentos Escolares CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO Ano letivo de 2014-2015 O Agrupamento de Escolas de Aveiro definiu os presentes critérios gerais

Leia mais

REGULAMENTO DE JÚRIS, CONSULTA DE PROVAS, RECLAMAÇÕES E RECURSOS

REGULAMENTO DE JÚRIS, CONSULTA DE PROVAS, RECLAMAÇÕES E RECURSOS REGULAMENTO DE JÚRIS, CONSULTA DE PROVAS, RECLAMAÇÕES E RECURSOS Conselho Científico (Deliberação CC-46/2008, de 27 de junho) 20 03 2012 01 Art.º 1º (JÚRIS DE EXAMES) 1- Os júris das provas finais de avaliação

Leia mais

Regulamento do Processo Eleitoral para o Conselho Geral

Regulamento do Processo Eleitoral para o Conselho Geral Regulamento do Processo Eleitoral para o Conselho Geral Artigo 1º Objeto 1. O presente Regulamento aplica-se exclusivamente ao processo eleitoral para os membros do Conselho Geral, de acordo com o regime

Leia mais

REGIMENTO ESPECÍFICO ANDEBOL. Câmara Municipal de Lisboa e Juntas de Freguesia Olisipíadas 3ª edição

REGIMENTO ESPECÍFICO ANDEBOL. Câmara Municipal de Lisboa e Juntas de Freguesia Olisipíadas 3ª edição REGIMENTO ESPECÍFICO ANDEBOL Câmara Municipal de Lisboa e Juntas de Freguesia Olisipíadas 3ª edição Índice Preâmbulo 5 Artigo 1.º Escalões Etários, Dimensões do Campo, Bola, Tempo de Jogo e Variantes

Leia mais

Escola Profissional de Desenvolvimento Rural de Serpa Regulamento da Avaliação Operacionalização da Avaliação no Processo de Ensino Aprendizagem

Escola Profissional de Desenvolvimento Rural de Serpa Regulamento da Avaliação Operacionalização da Avaliação no Processo de Ensino Aprendizagem Escola Profissional de Desenvolvimento Rural de Serpa Regulamento da Avaliação Operacionalização da Avaliação no Processo de Ensino Aprendizagem Conforme o ponto 1 do artigo 128º do Regulamento Interno

Leia mais

ANEXO 18 A Regulamento Interno

ANEXO 18 A Regulamento Interno ANEXO 18 A Regulamento Interno REGIME DE FUNCIONAMENTO DOS CURSOS CIENTÍFICO- HUMANÍSTICOS DE NÍVEL SECUNDÁRIO DE EDUCAÇÃO, NA MODALIDADE DE ENSINO RECORRENTE AGRUPAMENTO DE ESCOLAS IBN MUCANA 2011/2014

Leia mais

REGULAMENTO ELEITORAL

REGULAMENTO ELEITORAL REGULAMENTO ELEITORAL Eleição dos Representantes dos Pais e Encarregados de Educação para o Conselho Geral do Agrupamento de Escolas Sá da Bandeira Aprovado pelo Conselho Geral em 24 de setembro de 2015

Leia mais

REGULAMENTO DE CONCURSO PARA DIRETOR DO CENTRO DE FORMAÇÃO DE ESCOLAS BEIRA MAR

REGULAMENTO DE CONCURSO PARA DIRETOR DO CENTRO DE FORMAÇÃO DE ESCOLAS BEIRA MAR REGULAMENTO DE CONCURSO PARA DIRETOR DO CENTRO DE FORMAÇÃO DE ESCOLAS BEIRA MAR Artigo 1º Princípio da legalidade regulamentar Ao abrigo do Decreto-Lei n.º 22/2014 que define o novo Regime Jurídico da

Leia mais

15/05/2015. Informações/Procedimentos. Provas finais de Português e Matemática 2015

15/05/2015. Informações/Procedimentos. Provas finais de Português e Matemática 2015 Escola EB 2.3 de Atouguia da Baleia Reunião com encarregados de educação: 6º ano 15/05/2015 Informações/Procedimentos Provas finais de Português e Matemática 2015 Coordenadora dos diretores de turma do

Leia mais

ConCurso Montras natal CoMérCio

ConCurso Montras natal CoMérCio ConCurso Montras natal CoMérCio Nome do Estabelecimento Nome do Responsável Morada Telefone E-mail Declaro que tomei conhecimento das condições de participação no Concurso de Montras de Natal e que autorizo

Leia mais

Parecer sobre Referenciais para a Promoção e Educação para a Saúde (PES)

Parecer sobre Referenciais para a Promoção e Educação para a Saúde (PES) Parecer sobre Referenciais para a Promoção e Educação para a Saúde (PES) Sociedade Portuguesa de Educação Física Conselho Nacional das Associações de Professores e Profissionais de Educação Física O documento

Leia mais

Agrupamento de Escolas Dr. Bissaya Barreto Castanheira de Pera. Plano. Estudos. Desenvolvimento. Currículo

Agrupamento de Escolas Dr. Bissaya Barreto Castanheira de Pera. Plano. Estudos. Desenvolvimento. Currículo Agrupamento de Escolas Dr. Bissaya Barreto Castanheira de Pera Plano de Estudos e Desenvolvimento do Currículo Educação Pré Escolar A Educação Pré-Escolar afigura-se como a primeira etapa da educação básica

Leia mais

Despacho n.º /2015. Regulamento Académico dos Cursos de Pós-Graduação não Conferentes de Grau Académico do Instituto Politécnico de Leiria (IPLeiria)

Despacho n.º /2015. Regulamento Académico dos Cursos de Pós-Graduação não Conferentes de Grau Académico do Instituto Politécnico de Leiria (IPLeiria) Despacho n.º /2015 Regulamento Académico dos Cursos de Pós-Graduação não Conferentes de Grau Académico do Instituto (IPLeiria) Preâmbulo Nos termos do n.º 1 do artigo 15.º da Lei n.º 46/86, de 14.10 1,

Leia mais

Informação-Prova de Equivalência à Frequência Prática

Informação-Prova de Equivalência à Frequência Prática Ano Letivo Informação-Prova de Equivalência à Frequência Prática (De acordo com o Capítulo III, Artigo 18º do Regulamento das Provas e dos Exames do Ensino Básico e do Ensino Secundário, anexo ao Despacho

Leia mais

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE MARTIM DE FREITAS

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE MARTIM DE FREITAS AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE MARTIM DE FREITAS MEDIDAS DE PROMOÇÃO DO SUCESSO ESCOLAR ANO LETIVO 2015/2016 INDÍCE 1. Introdução.. 3 2. Medidas de promoção do sucesso escolar.....3 3. Apoio ao estudo no 1.º

Leia mais

DIREÇÃO-GERAL DOS ESTABELECIMENTOS ESCOLARES DIREÇÃO DE SERVIÇOS REGIÃO ALGARVE AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE VILA REAL DE SANTO ANTÓNIO - CÓD.

DIREÇÃO-GERAL DOS ESTABELECIMENTOS ESCOLARES DIREÇÃO DE SERVIÇOS REGIÃO ALGARVE AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE VILA REAL DE SANTO ANTÓNIO - CÓD. 1 DIREÇÃO-GERAL DOS ESTABELECIMENTOS ESCOLARES DIREÇÃO DE SERVIÇOS REGIÃO ALGARVE AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE VILA REAL DE SANTO ANTÓNIO - CÓD. 145348 ESCOLA SECUNDÁRIA C/3.º CICLO DE VILA REAL DE SANTO

Leia mais

3º Ciclo do Ensino Básico Critérios de avaliação 7º Ano

3º Ciclo do Ensino Básico Critérios de avaliação 7º Ano CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO A avaliação do aluno nas diferentes disciplinas e áreas curriculares disciplinares realiza-se em três domínios: afetivo, cognitivo, e psicomotor. Ou, usando uma terminologia

Leia mais

REGULAMENTO DE ATRIBUIÇÃO DAS DISTINÇÕES HONORÍFICAS

REGULAMENTO DE ATRIBUIÇÃO DAS DISTINÇÕES HONORÍFICAS REGULAMENTO DE ATRIBUIÇÃO DAS DISTINÇÕES HONORÍFICAS Artigo 1º OBJECTO 1 O presente regulamento estabelece o regime de atribuição das distinções honoríficas da Federação Portuguesa de Atletismo (adiante

Leia mais

NATAL NA ESCOLA. - Normas do Concurso de Presépios e Árvores de Natal -

NATAL NA ESCOLA. - Normas do Concurso de Presépios e Árvores de Natal - NATAL NA ESCOLA - Normas do Concurso de Presépios e Árvores de Natal - O Natal assume-se, na sociedade cristã, como um período de celebração marcado por diversas tradições que assinalam o nascimento do

Leia mais

Regulamento da Formação em Contexto de Trabalho dos Cursos Técnicos Superiores Profissionais (CTesP)

Regulamento da Formação em Contexto de Trabalho dos Cursos Técnicos Superiores Profissionais (CTesP) Regulamento da Formação em Contexto de Trabalho dos Cursos Técnicos Superiores Profissionais (CTesP) Setembro de 2016 1 Índice Regulamento da Formação em Contexto de Trabalho dos CTesP da Escola Superior

Leia mais

Prémios LCiP 2016 Portugal

Prémios LCiP 2016 Portugal Prémios LCiP 2016 Portugal Com o surgimento de novos modelos de negócios potencialmente mais sustentáveis, as abordagens de ciclo de vida são estratégias-chave para a melhoria do perfil de sustentabilidade

Leia mais

CIRCULAR. Circular nº.: S_DGE_2014/1836 (DSDC/DMDDE) Processo nº: Para:

CIRCULAR. Circular nº.: S_DGE_2014/1836 (DSDC/DMDDE) Processo nº: Para: CIRCULAR Data: 2014/05/07 Circular nº.: S_DGE_2014/1836 (DSDC/DMDDE) Processo nº: Assunto: Adoção de manuais escolares com efeitos no ano letivo de 2014/2015 Para: Secretaria Regional Ed. dos Açores Secretaria

Leia mais

CONCURSO DE POESIA. Concurso dinamizado pelas Bibliotecas Escolares. Ficha de Inscrição nº. Nome: Ano/Turma. Telefone / Telemóvel: / Morada:

CONCURSO DE POESIA. Concurso dinamizado pelas Bibliotecas Escolares. Ficha de Inscrição nº. Nome: Ano/Turma. Telefone / Telemóvel: / Morada: AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE SAMORA CORREIA CONCURSO DE POESIA Concurso dinamizado pelas Bibliotecas Escolares Ficha de Inscrição nº Nome: Ano/Turma Telefone / Telemóvel: / Morada: Coloque uma X no espaço

Leia mais

CAPÍTULO I. Regulamento Interno. Natureza e Finalidade do Externato de S. Miguel de Refojos

CAPÍTULO I. Regulamento Interno. Natureza e Finalidade do Externato de S. Miguel de Refojos CAPÍTULO I Regulamento Interno Natureza e Finalidade do Externato de S. Miguel de Refojos ÍNDICE CAPÍTULO I - Natureza e Finalidade do Externato de S. Miguel de Refojos SECÇÃO I... 3 Artigo 1º... 3 (Sede,

Leia mais

PROJETO DE REGULAMENTO DOS CURSOS TÉCNICOS SUPERIORES PROFISSIONAIS

PROJETO DE REGULAMENTO DOS CURSOS TÉCNICOS SUPERIORES PROFISSIONAIS PROJETO DE REGULAMENTO DOS CURSOS TÉCNICOS SUPERIORES PROFISSIONAIS 2014 1 CAPÍTULO I - ÂMBITO Art.º 1.º (ÂMBITO) O presente Regulamento estabelece o regime de funcionamento dos Cursos Técnicos Superiores

Leia mais

CONCURSO PARA A REDE DAS ESCOLAS ASSOCIADAS DA UNESCO

CONCURSO PARA A REDE DAS ESCOLAS ASSOCIADAS DA UNESCO CONCURSO PARA A REDE DAS ESCOLAS ASSOCIADAS DA UNESCO 2016 ANO INTERNACIONAL PARA O ENTENDIMENTO GLOBAL 1 Concurso para a Rede de Escolas Associadas da UNESCO ANO INTERNACIONAL PARA O ENTENDIMENTO GLOBAL

Leia mais

Freguesia de Quiaios. TEMA: Nas Ondas do Mar REGULAMENTO

Freguesia de Quiaios. TEMA: Nas Ondas do Mar REGULAMENTO Freguesia de Quiaios CONCURSO DE ARTES ZÉ PENICHEIRO TEMA: Nas Ondas do Mar REGULAMENTO 1. Definição 1.1. A Freguesia de Quiaios continua a promover o Concurso de Artes Zé Penicheiro em homenagem ao artista

Leia mais

7ª Edição do Concurso Encontro de Poesia. Normas de participação

7ª Edição do Concurso Encontro de Poesia. Normas de participação 7ª Edição do Concurso Encontro de Poesia Normas de participação Artigo 1º Objetivos e Tema A 7ª edição do Concurso de Poesia, promovido pela Biblioteca Lúcio Craveiro da Silva tem como principais objetivos:

Leia mais

Regulamento do Processo Eleitoral para o Conselho Pedagógico [Alterações aprovadas na reunião nº 9/2013 de 30 de outubro]

Regulamento do Processo Eleitoral para o Conselho Pedagógico [Alterações aprovadas na reunião nº 9/2013 de 30 de outubro] ESCOLA SUPERIOR DE DESPORTO DE RIO MAIOR Regulamento do Processo Eleitoral para o Conselho Pedagógico [Alterações aprovadas na reunião nº 9/2013 de 30 de outubro] Página2 Capítulo I Disposições Gerais

Leia mais

Escola Secundária José Saramago Mafra. Plano Estratégico

Escola Secundária José Saramago Mafra. Plano Estratégico Escola Secundária José Saramago Mafra Plano Estratégico 2014/2015 Preâmbulo O Plano Estratégico para 2014/2015 visa dar cumprimento ao disposto no artigo 15º do despacho normativo nº 6/2014, de 26 de maio.

Leia mais

Regulamento do Concurso 1º CONCURSO DE REDAÇÃO VIVA AS RELAÇÕES ÉTNICO-RACIAIS Instituto Federal de Brasília /Campus Taguatinga 2016

Regulamento do Concurso 1º CONCURSO DE REDAÇÃO VIVA AS RELAÇÕES ÉTNICO-RACIAIS Instituto Federal de Brasília /Campus Taguatinga 2016 Regulamento do Concurso 1º CONCURSO DE REDAÇÃO VIVA AS RELAÇÕES ÉTNICO-RACIAIS Instituto Federal de Brasília /Campus Taguatinga 2016 O Instituto Federal de Brasília - IFB, Câmpus Taguatinga, com o apoio

Leia mais

Regulamento ACC 2016/2017

Regulamento ACC 2016/2017 O regulamento das Atividades de Complemento Curricular visa contribuir para uma melhor resposta do Colégio às suas necessidades específicas neste domínio. As soluções que preconiza decorrem da sua autonomia

Leia mais

EDITAL. 3. Os prazos para candidatura, seleção, seriação, matrícula, inscrição e reclamação são os fixados no anexo 1;

EDITAL. 3. Os prazos para candidatura, seleção, seriação, matrícula, inscrição e reclamação são os fixados no anexo 1; EDITAL 1. Faz-se público que estão abertas candidaturas para a admissão ao Curso de Mestrado em Gerontologia Social, a iniciar no 1º semestre do ano letivo de 2014/2015, em organização conjunta da Escola

Leia mais

Fundação Escola Gest ESCOLA PROFISSIONAL DE HOTELARIA DE MANTEIGAS Centro De Férias Da Sicó - Senhora De Fátima Manteigas

Fundação Escola Gest ESCOLA PROFISSIONAL DE HOTELARIA DE MANTEIGAS Centro De Férias Da Sicó - Senhora De Fátima Manteigas ESTATUTOS DA EPHM Artigo 1.º A Escola Profissional de Hotelaria de Manteigas, adoptou esta designação aquando da sua criação, ao abrigo do Decreto-Lei n.º 26/89 de 21 de Janeiro, por Contrato Programa

Leia mais

TÉCNICO DE ELETRÓNICA, AUTOMAÇÃO E COMPUTADORES TÉCNICO DE GESTÃO DE EQUIPAMENTOS INFORMÁTICOS

TÉCNICO DE ELETRÓNICA, AUTOMAÇÃO E COMPUTADORES TÉCNICO DE GESTÃO DE EQUIPAMENTOS INFORMÁTICOS Direção-Geral dos Estabelecimentos Escolares Direção de Serviços da Região Centro Núcleo de Ofertas Formativas CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO CURSOS PROFISSIONAIS ANO LETIVO DE 2016/2017 TÉCNICO DE ELETRÓNICA,

Leia mais

CONSELHO GERAL REGULAMENTO ELEITORAL CAPÍTULO I. Objeto. CAPÍTULO II Abertura do processo eleitoral

CONSELHO GERAL REGULAMENTO ELEITORAL CAPÍTULO I. Objeto. CAPÍTULO II Abertura do processo eleitoral CONSELHO GERAL REGULAMENTO ELEITORAL CAPÍTULO I Objeto Artigo 1.º Objeto O presente Regulamento estabelece as normas aplicáveis ao processo de eleição dos representantes dos alunos e dos pais e encarregados

Leia mais