ANÁLISES ESTATÍSTICAS TRI. CAEd/UFJF (32)

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "ANÁLISES ESTATÍSTICAS TRI. CAEd/UFJF (32)"

Transcrição

1 MEDIDAS EDUCACIONAIS ANÁLISES ESTATÍSTICAS TRI CME COORDENAÇÃO DE MEDIDAS EDUCACIONAIS C COO Ç O S UC C O S CAEd/UFJF (32)

2 Fundamentos da TRI O que são itens? São os elementos que compõem os testes ou questionários i O queé proficiência? É a medida que representa um determinado traço latente (aptidão) Teoria da Resposta ao Item (TRI) Grupo de modelos matemáticos e estatísticos que descrevem a associação entre a aptidão de um indivíduo e a probabilidade de uma resposta a um item

3 PRINCIPAIS PRODUTOS DA TRI Interpretação pedagógica da escala Comparabilidade de resultados: Entre diferentes avaliações em um mesmo período de tempo Entre diferentes avaliações em diferentes períodos de tempo

4 Como se calcula l a proficiência iê i de um aluno? I AVALIAÇÃO EM LARGA ESCALA II TEORIA DA RESPOSTA AO ITEM TRI III INDICADORES DEDESEMPENHO DESEMPENHO

5 AVALIAÇÃO EM LARGA ESCALA

6 Como construir uma escala

7 Item 1 Escala: altura de uma pessoa Você consegue guardar as malas no bagageiro interno de um ônibus? Item 2 Você consegue subir ou descer dois degraus de cada vez em uma escada? Item 3 Para conversar com as pessoas, você precisa olhar para baixo?

8 Respostas do Questionário i Nome Item 1 Item 2 Item 3 Carolina Sim Não Não Priscila Sim Sim Não Leonardo Sim Sim Sim

9 Escala: item x medida Nome Item 1 Item 2 Item 3 Carolina Sim Não Não Priscila Sim Sim Não Leonardo Sim Sim Sim Carolina Priscila Leonardo 1,5 1,6 1,7 1,8 1,9 Item 1 Item 2 Item 3

10

11 Utilização do Bilog MG 1 Construção da base de dados SEQ GRUPO FORMA P1 P2 P3 P4 P5 P6 P7 P8 P9 P10 P11 P12 P13 P14 P15 P A B B C C C A A D D A A B B C C A B A C C B B A D D B A C B C C A B B B C B A A D C A B B A B D B B A C C B A A B A A C B A D D B B C A A D A B D C A C D A D D B B A A B D A C A C A C A B B C B B C A A C A B A A C C C D D A B B A A C C A D A A B B C D D B

12

13 2 Cálculo das alturas dos respondentes

14 3 estimação dos parâmetros dos itens

15 Posição dos itens na escala 1,5 1,6 1,7 1,8 1, Guardar a bagagem Atrás na fila Pés fora da cama

16 Posição dos itens e pessoas na escala 43,6% 32% 14,6% 9,8% 15 1,5 16 1,6 17 1,7 18 1,8 19 1,

17 INTERPRETAÇÃO DA ESCALA

18 II TEORIA DA RESPOSTA AO ITEM TRI HISTÓRICO TRI FUNDAMENTOS TRI MEDIDAS E ESCALAS

19 Avaliações em larga escala com a TRI Análise segundo a TRI Lord (1952) Probabilidade de acerto ao item em função da habilidade Posicionamento dos itens em função da dificuldade na mesma escala da proficiência Década de 1970 Desenvolvimento de testes adaptativos Década de 1980 Desenvolvimento de softwares específicos para TRI Década de 1990 Desenvolvimento detestesinformatizados i d (CBT s) e testes adaptativos informatizados (CAT s)

20 Características das avaliações em larga escala no Brasil Até 1993: TCT A partir de 1995: TRI INEP SAEB SAEB e Prova Brasil Avaliações estaduais e municipais ii i MG (2000), CE (1992), RS, RJ, PE, SP, ES, BA.

21 Características das avaliações em larga escala no Brasil 1 Momento 2 Momento 3 Momento

22 BIB SAEB ATÉ 2005 CADERNO BLOCOS BLOCOS CADERNO POS1 POS2 POS3 POS1 POS2 POS

23 BIB A PARTIR DE 2005

24 FUNDAMENTOS DA TRI MODELO LOGÍSTICO 1LP 1LP 2LP 2LP 3LP 3LP MÉTODOS DE ESTIMAÇÃO PARÂMETROS DE ITENS MML MMAP SCORES MÉTODOS DE LINKAGENS LINEARES REGRESSÃO LINEAR MÉDIA/SIGMA MÉDIA/MÉDIA CURVA CARACTERÍSTICA ML MAP EAP NÃO LINEARES CALIBRAÇÃO SIMULTÂNEA PRÉ FIXAÇÃO DE PARÂMETROS FPIP Testes Unidimensionais compostos por itens dicotômicos

25 1 PL Dicotômico 2 PL UIRT 3 PL Modelo Politômico otô Modelo de crédito parcial Modelo de crédito parcial generalizado Modelo de resposta ponderada Modelo de resposta nominal MIRT Dicotômico Politômico MODELOS MATEMÁTICOS

26 MODELOS MATEMÁTICOS DA TRI Rl Relação entre a probabilidade bilid d de acerto ao item e a habilidade do respondente Relação não linear

27 Relação não linear 1 P ( Xi 1/, bi, ai, ci ) ci (1 ci ) aid( bi) 1 e

28 MODELOS DA TRI

29 Probab bilidade de Ac certo 1 MODELOS DA TRI 3PL ITEM PARÂMETROS A B C 1 0, ,30 0,5 0,3 250 Proficiência

30 Probab bilidade de Ac certo 1 0,65 MODELOS DA TRI 3PL ITEM PARÂMETROS A B C 1 0, ,30 0,5 0,3 250 Proficiência

31 Probab bilidade de Ac certo 1 0,65 MODELOS DA TRI 3PL ITEM PARÂMETROS A B C 1 0, ,30 0,5 0,3 250 Proficiência

32 Probab bilidade de Ac certo 1 0,65 MODELOS DA TRI 3PL 1 ITEM PARÂMETROS A B C 1 0, ,30 0,5 0,3 250 Proficiência

33 Probab bilidade de Ac certo 1 0,65 MODELOS DA TRI 3PL 2 1 ITEM PARÂMETROS A B C 1 0, ,30 2 0, ,30 0,5 0,3 250 Proficiência

34 Probab bilidade de Ac certo 1 0,65 MODELOS DA TRI 3PL 2 1 ITEM PARÂMETROS A B C 1 0, ,30 2 0, ,30 3 0, ,30 0,5 0, Proficiência

35 Probab bilidade de Ac certo 1 0,65 MODELOS DA TRI 3PL 2 1 ITEM PARÂMETROS A B C 1 0, ,30 2 0, ,30 3 0, ,30 4 0, ,20 0,5 3 0, Proficiência

36 EXEMPLOS DE ITENS discriminação boa

37 EXEMPLOS DE ITENS discriminação ruim

38 LINKAGEM Cultura de uma escala única nacional SAEB Características da avaliação em larga escala de 1995 a 2007

39 Equalização Vertical Avaliações do SAEB Testes com conteúdos diferentes Testes com descritores diferentes Populações não equivalentes

40 Designs ou Delineamentos para coleta de dados Design para grupos não equivalentes através de itens comuns Forma X Forma Y Itens comunsc omum Itens comunsc omum Grupo 1 Grupo 2

41 LINKAGEM Processo para colocar diferentes testes em uma mesma escala (equalização vertical) DESIGN TESTE SAEPE 2008 LÍNGUA PORTUGUESA 4ª SÉRIE EF 8ª SÉRIE EF 3º ANO EM ITENS COMUNS ENTRE GRUPOS Método adotado: Vertical equating

42 MODELO LOGÍSTICO 1LP 1LP 2LP 2LP 3LP 3LP TRI padrão SAEB MÉTODOS DE ESTIMAÇÃO PARÂMETROS DE ITENS MML MMAP SCORES MÉTODOS DE LINKAGENS LINEARES REGRESSÃO LINEAR MÉDIA/SIGMA MÉDIA/MÉDIA CURVA CARACTERÍSTICA ML MAP EAP NÃO LINEARES CALIBRAÇÃO SIMULTÂNEA PRÉ FIXAÇÃO DE PARÂMETROS FPIP T U idi i i i Testes Unidimensionais compostos por itens dicotômicos

43 MEDIDAS E ESCALAS COMO MEDIR A HABILIDADE DOS ALUNOS A ESCALA SAEB CONTRUÇÃO DE TESTES

44 COMO MEDIR A HABILIDADE DOS ALUNOS Matriz de referência Design do testet

45 ESCALAS DE PROFICIÊNCIA Curva normal

46 ESCALA SAEB

47 9 ano EF 250 ESCALA SAEB

48 5 ano EF 3 ano EM ESCALA SAEB

49 5 ano EF 9 ano EF 3 ano EMF ESCALA SAEB

50 ESCALA

51 CONTRUÇÃO DE TESTES AJUSTE DA POPULAÇÃO AO TESTE

52 TESTE COM DISTRIBUIÇÃO DE DIFICULDADE COMPATÍVEL COM POPULAÇÃO AVALIADA ANO LÍNGUA PORTUGUESA

53 TESTE COM DISTRIBUIÇÃO DE DIFICULDADE NÃO COMPATÍVEL COM POPULAÇÃO AVALIADA SPAECE ANO MATEMÁTICA

54 III INDICADORES ICA DE DESEMPENHO BOLETIM DERESULTADOS CAEd SÉRIE HISTÓRICA SAEB IDEB

55 PRINCIPAIS PRODUTOS DA TRI Interpretação pedagógica da escala Comparabilidade de resultados: Entre diferentes avaliações em um mesmo período de tempo Entre diferentes avaliações em diferentes períodos de tempo

56 RESULTADOS Participação Medidas de Desempenho Proficiência Média Percentual de alunos por Padrões de Desempenho Desvio Padrão

57 Interpretação de medidas de desempenho educacional

58 III INDICADORES DE DESEMPENHO Série histórica i SAEB Rede pública LÍNGUA PORTUGUESA ºEF ºEF ºEM 3EM

59 Série histórica SAEB Rede pública MATEMÁTICA ºEF 9ºEF 3ºEM

60 IDEB Forma geral do Ideb: IDEB = N. P N = média da proficiência em Língua Portuguesa e Matemática, padronizada para um indicador entre 0 e 10, no exame realizado ao final da etapa de ensino P = indicador de rendimento baseado na taxa de aprovação da etapa de ensino

61

62 Evolução do Ideb Brasil Rede Pública Anos Iniciais Ens. Fundamental

63 Evolução do Ideb Brasil Rede Pública Anos Finais Ens. Fundamental

64 Evolução do Ideb Brasil Rede Pública Ensino Médio

65 Evolução do Ideb Estados Rede Pública Anos Iniciais Ens. Fundamental

Oficina de Apropriação de Resultados para Professores PAEBES Língua Portuguesa

Oficina de Apropriação de Resultados para Professores PAEBES Língua Portuguesa Oficina de Apropriação de Resultados para Professores PAEBES 2014 Língua Portuguesa Momentos de formação 1º Momento: Avaliação Externa e em Larga Escala. 2º Momento: Resultados. 2 1º Momento Avaliação

Leia mais

SAEB / Prova Brasil Metodologia, Estratégias e Resultados Matrizes, Itens, Escala e Materiais

SAEB / Prova Brasil Metodologia, Estratégias e Resultados Matrizes, Itens, Escala e Materiais Ministério da Educação Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira SAEB / Prova Brasil Metodologia, Estratégias e Resultados Matrizes, Itens, Escala e Materiais SAEB - Metodologia

Leia mais

Oficina de divulgação. Educacional do Estado de Goiás. Mirian Carvalho

Oficina de divulgação. Educacional do Estado de Goiás. Mirian Carvalho Oficina de divulgação de resultados do Sistema de Avaliação Educacional do Estado de Goiás Mirian Carvalho O CAEd CAEd - O Centro de Políticas Públicas e Avaliação da Educação da Universidade Federal de

Leia mais

Boletim da Escola CEI. MARILIA / MARILIA Coordenadoria: O SARESP Escola Estadual ANTONIO DEVISATE ETE Diretoria de Ensino / Município:

Boletim da Escola CEI. MARILIA / MARILIA Coordenadoria: O SARESP Escola Estadual ANTONIO DEVISATE ETE Diretoria de Ensino / Município: Boletim da O SARESP 2009 033583 ANTONIO DEVISATE ETE / Município: MARILIA / MARILIA Coordenadoria: O SARESP Sistema de Avaliação do Rendimento r do Estado de São Paulo aplica anualmente provas aos alunos

Leia mais

Metas Educacionais As 5 Metas do Todos Pela Educação. Rio de Janeiro, 27 de abril de 2009

Metas Educacionais As 5 Metas do Todos Pela Educação. Rio de Janeiro, 27 de abril de 2009 s Educacionais As 5 s do Todos Pela Educação Rio de Janeiro, 27 de abril de 2009 Construção das metas Pesquisa do meio copo cheio : consensos para avançar Documento de mobilização inicial Entrevistas e

Leia mais

Sistemas de Avaliação. Bonificação por Desempenho. Maria Helena Guimarães de Castro

Sistemas de Avaliação. Bonificação por Desempenho. Maria Helena Guimarães de Castro Sistemas de Avaliação Bonificação por Desempenho Maria Helena Guimarães de Castro Sistema Estadual de Educação de São Paulo Número de alunos Ensino Fundamental 2.900.000 Ensino Médio 1.500.000 EJA 600.000

Leia mais

Prova Brasil, Saresp etc. Heliton Ribeiro Tavares

Prova Brasil, Saresp etc. Heliton Ribeiro Tavares : Enem, Prova Brasil, Saresp etc. Heliton Ribeiro Tavares Faculdade de Estatística / Universidade Federal do Pará heliton@ufpa.br Etapas da Apresentação 1 Breve introdução 2 Alguns resultados do Enem 3

Leia mais

Sistemas de Avaliação. Bonificação por Desempenho. Maria Helena Guimarães de Castro

Sistemas de Avaliação. Bonificação por Desempenho. Maria Helena Guimarães de Castro Sistemas de Avaliação Bonificação por Desempenho Maria Helena Guimarães de Castro Sistema Estadual de Educação de São Paulo Número de alunos Ensino Fundamental (1ª a 8ª séries) 2.900.000 Ensino Médio (1ª

Leia mais

AVALIAÇÃO NACIONAL DA ALFABETIZAÇÃO (ANA) Profa. Ivana de Oliveira Carvalho FaE/UEMG

AVALIAÇÃO NACIONAL DA ALFABETIZAÇÃO (ANA) Profa. Ivana de Oliveira Carvalho FaE/UEMG AVALIAÇÃO NACIONAL DA ALFABETIZAÇÃO (ANA) Profa. Ivana de Oliveira Carvalho FaE/UEMG Estrutura da Apresentação Cenário das Avaliações em larga escala, no Brasil, implementadas pela União, no contexto da

Leia mais

Resultado do IDEB 2011 nas Escolas Estaduais do Amazonas. Manaus, 15 de agosto de 2012

Resultado do IDEB 2011 nas Escolas Estaduais do Amazonas. Manaus, 15 de agosto de 2012 Resultado do IDEB 2011 nas Escolas Estaduais do Amazonas Manaus, 15 de agosto de 2012 Resultados do IDEB refletem indicadores educacionais do Amazonas em 2011 IDEB é função de duas variáveis: -Proficiência

Leia mais

Bonificação por Desempenho

Bonificação por Desempenho Bonificação por Desempenho Sistema Educacional do Estado de São Paulo Número de alunos Ensino Fundamental (1ª a 8ª séries) 2.900.000 Ensino Médio (1ª a 3ª séries) 1.500.000 EJA 700.000 Total 5.100.000

Leia mais

Avaliaçõe s em Larga Escala O que elas nos ensinam sobre o Ensino de Física

Avaliaçõe s em Larga Escala O que elas nos ensinam sobre o Ensino de Física Universidade Federal do Rio de Janeiro Instituto de Física Mestrado Profissional em Ensino de Física Avaliaçõe s em Larga Escala O que elas nos ensinam sobre o Ensino de Física Orientado: Wanderley Junior

Leia mais

ANEXO I Quadro resumo do Saresp 1996/1997/ /

ANEXO I Quadro resumo do Saresp 1996/1997/ / 89 Objetivos ANEXO I Quadro resumo do Saresp 1996/1997/1998 2000/2001 2002 2003 2004 2005 Em 2000: Obter Em 2002 2 : Em 2003 4 : Obter indicadores informações que diagnosticar o Promover uma educacionais

Leia mais

Análise estatística do desempenho dos inscritos no ENEM em Campinas- SP: áreas CN, CH, LC e MT dos anos

Análise estatística do desempenho dos inscritos no ENEM em Campinas- SP: áreas CN, CH, LC e MT dos anos Análise estatística do desempenho dos inscritos no ENEM em Campinas- SP: áreas CN, CH, LC e MT dos anos 2009-2013 Dalton Francisco de Andrade - PPGEP/UFSC dalton.andrade@ufsc.br Adriano Ferreti Borgatto

Leia mais

TRÊS GERAÇÕES DE AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO BÁSICA NO BRASIL INTERFACES COM O CURRÍCULO DA/NA ESCOLA

TRÊS GERAÇÕES DE AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO BÁSICA NO BRASIL INTERFACES COM O CURRÍCULO DA/NA ESCOLA TRÊS GERAÇÕES DE AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO BÁSICA NO BRASIL INTERFACES COM O CURRÍCULO DA/NA ESCOLA BONAMINO, Alícia; SOUZA, Sandra Zákia. Três gerações de avaliação da educação básica no Brasil: interfaces

Leia mais

A Teoria de Resposta ao Item (TRI) e sua aplicação ao ENEM Mauro Luiz Rabelo Decano de Ensino de Graduação Universidade de Brasília

A Teoria de Resposta ao Item (TRI) e sua aplicação ao ENEM Mauro Luiz Rabelo Decano de Ensino de Graduação Universidade de Brasília XI Seminário de Acesso ao Ensino Superior A Teoria de Resposta ao Item (TRI) e sua aplicação ao ENEM Mauro Luiz Rabelo Decano de Ensino de Graduação Universidade de Brasília RITO DE PASSAGEM CONTEXTO NACIONAL

Leia mais

Palavras-chave: Teoria de Resposta ao Item; ENEM; Avaliação na Educação

Palavras-chave: Teoria de Resposta ao Item; ENEM; Avaliação na Educação Brasileira de S Educação Matemática na Contemporaneidade: desafios e possibilidades UMA FERRAMENTA PARA A OBTENÇÃO E ANÁLISE DE DADOS DO ENEM. Jorge Luiz Dias de Frias profjfrias@gmail.com Resumo: Uma

Leia mais

Governador de Pernambuco Paulo Câmara. Vice-governador de Pernambuco Raul Henry. Secretário de Educação Frederico Amancio

Governador de Pernambuco Paulo Câmara. Vice-governador de Pernambuco Raul Henry. Secretário de Educação Frederico Amancio Governador de Pernambuco Paulo Câmara Vice-governador de Pernambuco Raul Henry Secretário de Educação Frederico Amancio Secretária Executiva de Desenvolvimento da Educação Ana Selva Secretário Executivo

Leia mais

Prova Brasil e SAEB (Sistema de Avaliação da Educação Básica) - Parte 2

Prova Brasil e SAEB (Sistema de Avaliação da Educação Básica) - Parte 2 Prova Brasil e SAEB (Sistema de Avaliação da Educação Básica) - Parte 2 INEP Ana Djéssika Silva Cruz Vidal UFJF Abril 2012 MSI Tech Support (Institute) ECONS - Laboratório de Economia 23/04 1 / 12 Realização

Leia mais

Cerca de um quarto da prova será fácil, dois quartos terão grau

Cerca de um quarto da prova será fácil, dois quartos terão grau Enem em 14 Respostas fonte :http://g1.globo.com/noticias/vestibular/0,,mul1250990-5604,00.html 1 - Quanto valerá cada questão da prova do Enem? Cerca de um quarto da prova será fácil, dois quartos terão

Leia mais

Teorias de Avaliação - CE095 PRÁTICAS NO R

Teorias de Avaliação - CE095 PRÁTICAS NO R Teorias de Avaliação - CE095 PRÁTICAS NO R Adilson dos Anjos 1 1 Departamento de Estatística Universidade Federal do Paraná aanjos@ufpr.br Curitiba, PR 11 de setembro de 2014 Modelo de dois parâmetros

Leia mais

LÍNGUA PORTUGUESA E MATEMÁTICA CADERNO 2

LÍNGUA PORTUGUESA E MATEMÁTICA CADERNO 2 PREFEITURA MUNICIPAL DE CAMPINAS SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DEPARTAMENTO PEDAGÓGICO 2008 ETAPA AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO 2º ANO - CICLO II LÍNGUA PORTUGUESA E MATEMÁTICA CADERNO 2 AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO

Leia mais

LÍNGUA PORTUGUESA E MATEMÁTICA CADERNO 1

LÍNGUA PORTUGUESA E MATEMÁTICA CADERNO 1 PREFEITURA MUNICIPAL DE CAMPINAS SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DEPARTAMENTO PEDAGÓGICO 2008 ETAPA AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO 2º ANO - CICLO II LÍNGUA PORTUGUESA E MATEMÁTICA CADERNO 1 ESCOLA: NOME: TURMA:

Leia mais

Prova Brasil e SAEB (Sistema de Avaliação do Ensino Básico) - Parte 1

Prova Brasil e SAEB (Sistema de Avaliação do Ensino Básico) - Parte 1 Prova Brasil e SAEB (Sistema de Avaliação do Ensino Básico) - Parte 1 INEP Ana Djéssika Silva Cruz Vidal Abril 2012 UFJF (Institute) ECONS - Laboratório de Economia 23/04 1 / 10 Introdução Sistema de Avaliação

Leia mais

Tempo integral no ensino médio e desigualdades sociais. Pesquisa Políticas para o Ensino médio o caso de quatro estados (CE, PE, GO e SP)

Tempo integral no ensino médio e desigualdades sociais. Pesquisa Políticas para o Ensino médio o caso de quatro estados (CE, PE, GO e SP) Tempo integral no ensino médio e desigualdades sociais Pesquisa Políticas para o Ensino médio o caso de quatro estados (CE, PE, GO e SP) Diversificação da oferta e criação de uma rede dupla A diversificação

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO NACIONAL DE ESTUDOS E PESQUISAS EDUCACIONAIS ANÍSIO TEIXEIRA SAEB PRIMEIROS RESULTADOS:

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO NACIONAL DE ESTUDOS E PESQUISAS EDUCACIONAIS ANÍSIO TEIXEIRA SAEB PRIMEIROS RESULTADOS: MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO NACIONAL DE ESTUDOS E PESQUISAS EDUCACIONAIS ANÍSIO TEIXEIRA SAEB - PRIMEIROS RESULTADOS: Médias de desempenho do SAEB/ em perspectiva comparada Fevereiro de 2007 Presidente

Leia mais

Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) Prof. Sr. Ocimar Munhoz Alavarse Setembro 2010

Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) Prof. Sr. Ocimar Munhoz Alavarse Setembro 2010 Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) Prof. Sr. Ocimar Munhoz Alavarse Setembro 2010 Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Dispõe sobre a implementação do

Leia mais

IV CONBRATRI, 4º Congresso Brasileiro de Teoria da Resposta ao Item, Brasília, DF, 2-4 de Dezembro de 2015

IV CONBRATRI, 4º Congresso Brasileiro de Teoria da Resposta ao Item, Brasília, DF, 2-4 de Dezembro de 2015 Ciências da Natureza e o Enem: estudos sobre as questões de 2009-2012 1 LIMC/UFRJ e PEMAT/UFRJ 2 IF/UFRJ Gustavo Rubini 1, Marta F. Barroso 2 Resumo O Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) possui grande

Leia mais

Avaliação em Políticas Públicas e em Educação

Avaliação em Políticas Públicas e em Educação Avaliação em Políticas Públicas e em Educação Claudia Costin Requisitos para uma política pública eficaz Capacidade de formulação, a partir de problemas que a realidade apresenta. Fixação de metas mensuráveis,

Leia mais

Oficina de Apropriação de Resultados PAEBES 2013

Oficina de Apropriação de Resultados PAEBES 2013 Oficina de Apropriação de Resultados PAEBES 2013 Oficina de Apropriação de Resultados de BIOLOGIA Dinâmica Eu não sou eu.sou o momento:passo. Mario Quintana Objetivos: Interpretar os resultados da avaliação

Leia mais

FOCO APRENDIZAGEM TUNEDUC < 1

FOCO APRENDIZAGEM TUNEDUC < 1 FOCO APRENDIZAGEM TUNEDUC < 1 Plataforma Foco Aprendizagem Inovação na devolutiva dos resultados das avaliações de desempenho na Rede Estadual 01 02 03 04 Introdução Contexto Plataforma Foco Resultados

Leia mais

Processo de Composição da Prova SARESP do 5º EF de Matemática

Processo de Composição da Prova SARESP do 5º EF de Matemática Processo de Composição da Prova SARESP do 5º EF de Matemática The Process of Composition of Mathematics test SARESP to the 5th Year of Elementary School Rodrigo de Souza Bortolucci Mestre em Educação Matemática,

Leia mais

Reunião Técnica com Secretários Municipais de Educação e Dirigentes Regionais de Ensino: Apresentando o Saresp 8 e 9 de Setembro 2010

Reunião Técnica com Secretários Municipais de Educação e Dirigentes Regionais de Ensino: Apresentando o Saresp 8 e 9 de Setembro 2010 Reunião Técnica com Secretários Municipais de Educação e Dirigentes Regionais de Ensino: Apresentando o Saresp 8 e 9 de Setembro 2010 Maria Conceição Conholato Instrumentais AVALIAÇÃO Cadernos de Prova

Leia mais

A utilização do IDEB na gestão e na avaliação de programas e projetos no 3º setor. Patrícia Diaz Carolina Glycerio

A utilização do IDEB na gestão e na avaliação de programas e projetos no 3º setor. Patrícia Diaz Carolina Glycerio A utilização do IDEB na gestão e na avaliação de programas e projetos no 3º setor Patrícia Diaz Carolina Glycerio Quem somos A Comunidade Educativa CEDAC possibilita que profissionais da educação pratiquem

Leia mais

PLANO DE ENSINO E APRENDIZAGEM

PLANO DE ENSINO E APRENDIZAGEM SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ INSTITUTO DE CIÊNCIAS EXATAS E NATURAIS CURSO DE LICENCIATURA PLENA EM MATEMÁTICA PARFOR PLANO DE ENSINO E APRENDIZAGEM I - IDENTIFICAÇÃO: PROFESSOR(A)

Leia mais

RICALDES, Daltron Maurício UFMT DARSIE, Marta Maria Pontin UFMT

RICALDES, Daltron Maurício UFMT DARSIE, Marta Maria Pontin UFMT ÍNDICE DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO BÁSICA E AS POLÍTICAS EDUCACIONAIS: ENCONTROS E DESENCONTROS NAS AVALIAÇÕES DE MATEMÁTICA E LÍNGUA PORTUGUESA DA PROVA BRASIL Resumo RICALDES, Daltron Maurício UFMT

Leia mais

SiSUTEC. 2014/2 (3ª edição) MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica

SiSUTEC. 2014/2 (3ª edição) MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica SiSUTEC 2014/2 (3ª edição) MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica Brasília, julho de 2014 Pronatec Mais de 7,59 milhões de matrículas realizadas até julho de 2014: 2,16

Leia mais

Testes em Psicologia e em Educação

Testes em Psicologia e em Educação Testes em Psicologia e em Educação IESB Semana Universitária, 2007 Prof. Frederico Neves Condé Testes Psicológicos: história recente Década de 80: Discussão sobre a qualidade dos Testes Psicológicos por

Leia mais

Diagnóstico da Educação Básica no Ceará Secretaria de Estado da Educação

Diagnóstico da Educação Básica no Ceará Secretaria de Estado da Educação Diagnóstico da Educação Básica no Ceará Secretaria de Estado da Educação Armando Simões Secretário Adjunto Fortaleza, 09 de Junho de 2015 Plano Nacional de Educação O Plano Nacional de Educação, aprovado

Leia mais

Tabelas Anexas Capítulo 1

Tabelas Anexas Capítulo 1 Tabelas Anexas Capítulo 1 Tabela anexa 1.1 População, segundo grandes regiões Brasil e Estado de São Paulo 1980-2007 1-3 Tabela anexa 1.2 Analfabetos e total de pessoas na população de 15 anos ou mais,

Leia mais

Apresentação Prof. Hugo Gomes

Apresentação Prof. Hugo Gomes Apresentação Apresentação do curso O que é o Radix? Qual o diferencial do curso? Qual o objetivo do curso? Informações complementares Pré-Aula Aulas elementares Aulas Atividades semanais Monitoria Informações

Leia mais

Brasília, 12 de março de 2009

Brasília, 12 de março de 2009 Avaliação dos Cursos de Ciências Contábeis pelo ENADE 2009 Prof. Dr. Valcemiro Nossa Brasília, 12 de março de 2009 ENADE Exame Nacional de Desempenho de Estudantes integra o Sistema Nacional de Avaliação

Leia mais

Avaliações Educacionais e o Ensino de Ciências e Matemática: o Enem: avaliação do desempenho dos estudantes em Ciências da Natureza

Avaliações Educacionais e o Ensino de Ciências e Matemática: o Enem: avaliação do desempenho dos estudantes em Ciências da Natureza Avaliações Educacionais e o Ensino de Ciências e Matemática: o Enem: avaliação do desempenho dos estudantes em Ciências da Natureza Marta F. Barroso 1, Marcelo S.O. Massunaga 2, Gustavo Rubini 3 1 UFRJ

Leia mais

Reestruturação do Exame Nacional do Ensino Médio - Enem

Reestruturação do Exame Nacional do Ensino Médio - Enem INISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO NACIONAL DE ESTUDOS E PESQUISAS EDUCACIONAIS ANÍSIO TEIXEIRA Proposta: Reestruturação do Exame Nacional do Ensino Médio - Enem Novas funcionalidades para o Exame Brasília,

Leia mais

O DESEMPENHO DO ESPÍRITO SANTO NO PROGRAMA INTERNACIONAL DE AVALIAÇÃO DE ESTUDANTES (PISA) EM 2009

O DESEMPENHO DO ESPÍRITO SANTO NO PROGRAMA INTERNACIONAL DE AVALIAÇÃO DE ESTUDANTES (PISA) EM 2009 R E S E N H A D E C O N J U N T U R A O DESEMPENHO DO ESPÍRITO SANTO NO PROGRAMA INTERNACIONAL DE AVALIAÇÃO DE ESTUDANTES (PISA) EM 2009 Em 2009, o Espírito Santo aparece na 6ª posição no Programa Internacional

Leia mais

MINAS, IDEB E PROVA BRASIL

MINAS, IDEB E PROVA BRASIL MINAS, IDEB E PROVA BRASIL Vanessa Guimarães 1 João Filocre 2 I I. SOBRE O 5º ANO DO EF 1. O IDEB (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica) foi criado há um ano pelo MEC e adotado como indicador da

Leia mais

Indicadores Demográficos e Educacionais - SALVADOR - BA

Indicadores Demográficos e Educacionais - SALVADOR - BA Page 1 of 5 SALVADOR - BA Este conjunto de doze tabelas traz informações sobre população, Produto Interno Bruto (PIB), Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), Índice de Desenvolvimento da Infância (IDI)

Leia mais

Política Educacional: A experiência de Sobral/CE. Sobral - Ceará

Política Educacional: A experiência de Sobral/CE. Sobral - Ceará Política Educacional: A experiência de Sobral/CE Sobral - Ceará Ponto de partida Resultado da avaliação de leitura com alunos de 2ª série Final de 2000 48% não liam textos, frases e nem palavras 48,0%

Leia mais

SISTEMA DE AVALIAÇÃO 6º AO 8º ANO EF2

SISTEMA DE AVALIAÇÃO 6º AO 8º ANO EF2 SISTEMA DE AVALIAÇÃO 6º AO 8º ANO EF2 SISTEMA DE AVALIAÇÃO 6º AO 8º ANO EF2 Em cada trimestre o aluno será avaliado através dos seguintes instrumentos: 1. AVALIAÇÃO FORMATIVA (AVF) Consiste na avaliação

Leia mais

Matriz Curricular Curso de Licenciatura em Computação Habilitação: Licenciatura em Computação

Matriz Curricular Curso de Licenciatura em Computação Habilitação: Licenciatura em Computação Matriz Curricular Curso de Licenciatura em Habilitação: Licenciatura em LC101 Leitura e produção textual 30-10 40 2 - LC102 Informática e sociedade 30-10 40 2 - LC103 Inglês básico 50-10 60 3-1º LC104

Leia mais

Prova Brasil e Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB): fundamentos, organização e objetivos. Prof. Luís Lopes

Prova Brasil e Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB): fundamentos, organização e objetivos. Prof. Luís Lopes Prova Brasil e Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB): fundamentos, organização e objetivos Prof. Luís Lopes Prova Brasil e Saeb: sistemas complementares Avaliação Nacional do Rendimento Escolar

Leia mais

3. ORIENTAÇÕES IDEB E POSSÍVEIS ANÁLISES

3. ORIENTAÇÕES IDEB E POSSÍVEIS ANÁLISES 3. ORIENTAÇÕES IDEB E POSSÍVEIS ANÁLISES O Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB) é o indicador nacional que reflete a situação da unidade escolar a partir do resultado de dois componentes:

Leia mais

INDICADORES EDUCACIONAIS. José Henrique de Sousa Nascimento

INDICADORES EDUCACIONAIS. José Henrique de Sousa Nascimento INDICADORES EDUCACIONAIS José Henrique de Sousa Nascimento INDICADORES EDUCACIONAIS 1. O que é um indicador 2. Para que serve 3. Indicadores produzidos pelo INEP 4. Usos dos Indicadores INDICADORES Os

Leia mais

EXPERIÊNCIAS COM O USO DE EVIDÊNCIAS. FRED AMANCIO Secretário de Educação de Pernambuco

EXPERIÊNCIAS COM O USO DE EVIDÊNCIAS. FRED AMANCIO Secretário de Educação de Pernambuco FRED AMANCIO EXPERIÊNCIAS COM O USO DE EVIDÊNCIAS FRED AMANCIO Secretário de Educação de Pernambuco PLANO ESTRATÉGICO Educação REDE ESTADUAL DE PERNAMBUCO Diagnóstico em 2007 Análise Objetiva Baixo Desempenho

Leia mais

ANEXO I BICICLETA ESCOLAR. Modelo de ofício para adesão à ata de registro de preços (GRUPO 1)

ANEXO I BICICLETA ESCOLAR. Modelo de ofício para adesão à ata de registro de preços (GRUPO 1) ANEXO I BICICLETA ESCOLAR Modelo de ofício para adesão à ata de registro de preços (GRUPO 1) Assunto: Adesão à ata de registro de preços nº 70/2010 do pregão eletrônico nº 40/2010. 1 2 BICICLETA 20 - AC,

Leia mais

Avaliação Nacional da Alfabetização ANA

Avaliação Nacional da Alfabetização ANA Ministério da Educação Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira Avaliação Nacional da Alfabetização ANA Diretoria de Avaliaçaõ da Educação Básica CGEC DAEB - INEP Maio de

Leia mais

Plano de Trabalho Docente 2014

Plano de Trabalho Docente 2014 Plano de Trabalho Docente 2014 Ensino Técnico ETEC Profª Nair Luccas Ribeiro Código: 156 Município: Teodoro Sampaio Eixo Tecnológico: Gestão e Negócio Habilitação Profissional: Técnico em Administração

Leia mais

Estado de São Paulo tem a maior quantidade de POS a cada mil habitantes; Maranhão, a menor

Estado de São Paulo tem a maior quantidade de POS a cada mil habitantes; Maranhão, a menor INFORMATIVO PARA A IMPRENSA ML&A Comunicações Fernanda Elen fernanda@mla.com.br (11) 3811-2820 ramal 833 Cresce a aceitação de cartões em 2015, aponta a Boanerges & Cia. Estado de São Paulo tem a maior

Leia mais

Corretores de Imóveis e Imobiliárias - Brasil. Quantos são e onde estão

Corretores de Imóveis e Imobiliárias - Brasil. Quantos são e onde estão Corretores de Imóveis e Imobiliárias - Brasil Quantos são e onde estão Corretores de Imóveis e Imobiliárias A Kuser Participações S/A traz mais uma vez ao mercado, um levantamento da quantidade de corretores

Leia mais

MODELO DE MENSURAÇÃO DO BULLYING EM ESCOLARES POR MEIO DA TEORIA DA RESPOSTA AO ITEM

MODELO DE MENSURAÇÃO DO BULLYING EM ESCOLARES POR MEIO DA TEORIA DA RESPOSTA AO ITEM UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA CENTRO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM NUTRIÇÃO Métodos de Coleta e Análise de dados Prof. DAVID ALEJANDRO GONZÁLEZ CHICA MODELO DE MENSURAÇÃO DO

Leia mais

Teorias de Avaliação - CE095

Teorias de Avaliação - CE095 Adilson dos Anjos 1 1 Departamento de Estatística Universidade Federal do Paraná aanjos@ufpr.br Curitiba, PR 2 de outubro de 2014 Teoria da Resposta ao Item Introdução ao pacote MIRT Principais recursos

Leia mais

NOTA TÉCNICA: Conversão da escala do NSE médio das escolas e criação de grupos. Maria Teresa Gonzaga Alves 1

NOTA TÉCNICA: Conversão da escala do NSE médio das escolas e criação de grupos. Maria Teresa Gonzaga Alves 1 1 NOTA TÉCNICA: Conversão da escala do NSE médio das escolas e criação de grupos Maria Teresa Gonzaga Alves 1 Flávia Pereira Xavier José Francisco Soares GAME-FAE/UFMG 1. Conversão da escala A escala original

Leia mais

IV CONGRESO NACIONAL / III ENCUENTRO INTERNACIONAL de ESTUDIOS COMPARADOS en EDUCACIÓN Buenos Aires, 16 y 17 de junio de 2011

IV CONGRESO NACIONAL / III ENCUENTRO INTERNACIONAL de ESTUDIOS COMPARADOS en EDUCACIÓN Buenos Aires, 16 y 17 de junio de 2011 IV CONGRESO NACIONAL / III ENCUENTRO INTERNACIONAL de ESTUDIOS COMPARADOS en EDUCACIÓN Buenos Aires, 16 y 17 de junio de 2011 O DESEMPENHO EM MATEMÁTICA DOS ESTUDANTES BRASILEIROS NO PISA 1 Stella Maris

Leia mais

Sondagem Indústria da Construção CNI. 23/maio/2014

Sondagem Indústria da Construção CNI. 23/maio/2014 Sondagem Indústria da Construção CNI 23/maio/2014 Sondagem Indústria da Construção 86º Encontro Nacional da Indústria da Construção ENIC Confederação Nacional da Indústria Goiânia 23 de maio de 2014 Indicadores

Leia mais

Tatiane Moraes Analista de instrumentos de avaliação

Tatiane Moraes Analista de instrumentos de avaliação Tatiane Moraes Analista de instrumentos de avaliação Tatianemoraes@caed.ufjf.br Objetivo Analisar e interpretar os resultados do SAEPB para (re)planejamento das ações pedagógicas implementadas em sala

Leia mais

CABE A ESCOLA TANTO A APRENDIZAGEM DAS HABILIDADES BÁSICAS DE LEITURA E ESCRITA (Alfabetização), QUANTO O DESENVOLVIMENTO, PARA ALÉM DESSA HABILIDADE

CABE A ESCOLA TANTO A APRENDIZAGEM DAS HABILIDADES BÁSICAS DE LEITURA E ESCRITA (Alfabetização), QUANTO O DESENVOLVIMENTO, PARA ALÉM DESSA HABILIDADE CABE A ESCOLA TANTO A APRENDIZAGEM DAS HABILIDADES BÁSICAS DE LEITURA E ESCRITA (Alfabetização), QUANTO O DESENVOLVIMENTO, PARA ALÉM DESSA HABILIDADE BÁSICA, DAS HABILIDADES, DOS CONHECIMENTOS E DAS ATITUDES

Leia mais

GOvERNO DO ESTADO DO RiO DE JANEiRO

GOvERNO DO ESTADO DO RiO DE JANEiRO GOvERNO DO ESTADO DO RiO DE JANEiRO Governador Luiz Fernando Pezão Secretário de Educação Antonio José Vieira de Paiva Neto Subsecretária de Gestão de Ensino Patrícia Carvalho Tinoco Subsecretária de Gestão

Leia mais

Programa Nacional de Controle da Tuberculose CGPNCT / DEVEP Secretaria de Vigilância em Saúde Ministério da Saúde

Programa Nacional de Controle da Tuberculose CGPNCT / DEVEP Secretaria de Vigilância em Saúde Ministério da Saúde Programa Nacional de Controle da Tuberculose CGPNCT / DEVEP Secretaria de Vigilância em Saúde Ministério da Saúde tuberculose@saude.gov.br Julho/ 2016 Tuberculose no Mundo Um terço da população está infectada

Leia mais

ENADE Relatório de Curso ENADE EXAME NACIONAL DE DESEMPENHO DE ESTUDANTES FISIOTERAPIA UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA SALVADOR

ENADE Relatório de Curso ENADE EXAME NACIONAL DE DESEMPENHO DE ESTUDANTES FISIOTERAPIA UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA SALVADOR ENADE EXAME NACIONAL DE DESEMPENHO DE ESTUDANTES ENADE 2010 Relatório de Curso FISIOTERAPIA UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA SALVADOR G O V E R N O F E D E R A L Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas

Leia mais

Metas e objetivos do Programa Linha do Tempo Por que avaliar? Medidas Educacionais Tipos de Avaliação O que éavaliado? Fatores Associados ao

Metas e objetivos do Programa Linha do Tempo Por que avaliar? Medidas Educacionais Tipos de Avaliação O que éavaliado? Fatores Associados ao A Avaliação do PAEBES Metas e objetivos do Programa Linha do Tempo Por que avaliar? Medidas Educacionais Tipos de Avaliação O que éavaliado? Fatores Associados ao Desempenho Programa de Avaliação da Educação

Leia mais

Avaliação do Projeto Jovem de Futuro: resultados preliminares do segundo ano do programa

Avaliação do Projeto Jovem de Futuro: resultados preliminares do segundo ano do programa Avaliação do Projeto Jovem de Futuro: resultados preliminares do segundo ano do programa Ricardo Barros IPEA Mirela de Carvalho IETS Samuel Franco IETS Andrezza Rosalém - IETS Rio de Janeiro, Abril de

Leia mais

SECRETARIA DE EDUCAÇÃO BÁSICA MEC

SECRETARIA DE EDUCAÇÃO BÁSICA MEC SECRETARIA DE EDUCAÇÃO BÁSICA MEC A EVOLUÇÃO DA EDUCAÇÃO BÁSICA O movimento Constitucional; O processo de discussão que antecedeu a LDB nº9394/96; A concepção de Educação Básica e a universalização do

Leia mais

A PROVA BRASIL EM QUESTÃO

A PROVA BRASIL EM QUESTÃO A PROVA BRASIL EM QUESTÃO Jane Eire Rigoldi dos Santos 1 Elma Júlia Gonçalves Carvalho RESUMO: Este trabalho é parte integrante de uma pesquisa em andamento que investigará a política de avaliação no Brasil

Leia mais

SONDAGEM INDUSTRIAL PRIMEIRO TRIMESTRE DE 2004 RESULTADOS DE RIO BRANCO - ACRE

SONDAGEM INDUSTRIAL PRIMEIRO TRIMESTRE DE 2004 RESULTADOS DE RIO BRANCO - ACRE O QUE É A SONDAGEM INDUSTRIAL A Sondagem é uma pesquisa qualitativa realizada trimestralmente pela CNI e pelas Federações das s de 19 estados do país (AC, AL, AM, BA, CE, ES, GO, MG, MS, MT, PA, PB, PE,

Leia mais

Plano de Trabalho Docente Ensino Técnico

Plano de Trabalho Docente Ensino Técnico Plano de Trabalho Docente 2014 Ensino Técnico ETec. São José do Rio Pardo Código: 150 Município: São José do Rio Pardo Eixo Tecnológico: Gestão e Negócios Habilitação Profissional: Técnico em Administração

Leia mais

O ESTUDO DE FUNÇÕES NA AVALIAÇÃO DE APRENDIZAGEM EM PROCESSO

O ESTUDO DE FUNÇÕES NA AVALIAÇÃO DE APRENDIZAGEM EM PROCESSO O ESTUDO DE FUNÇÕES NA AVALIAÇÃO DE APRENDIZAGEM EM PROCESSO RELATO SOBRE UM GRUPO DE ESTUDOS Mestranda : Vera Mônica Ribeiro Orientadora: Nielce Lobo da Costa Copyright RIBEIRO, Vera M.; LOBO da COSTA,

Leia mais

UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA. Programa da Unidade Curricular PROBABILIDADES E ESTATÍSTICA Ano Lectivo 2012/2013

UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA. Programa da Unidade Curricular PROBABILIDADES E ESTATÍSTICA Ano Lectivo 2012/2013 Programa da Unidade Curricular PROBABILIDADES E ESTATÍSTICA Ano Lectivo 2012/2013 1. Unidade Orgânica Ciências da Economia e da Empresa (1º Ciclo) 2. Curso Engenharia Informática 3. Ciclo de Estudos 1º

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO CATÓLICA DE SANTA CATARINA EM JARAGUÁ DO SUL PRÓ-REITORIA ACADÊMICA CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS

CENTRO UNIVERSITÁRIO CATÓLICA DE SANTA CATARINA EM JARAGUÁ DO SUL PRÓ-REITORIA ACADÊMICA CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS CENTRO UNIVERSITÁRIO CATÓLICA DE SANTA CATARINA EM JARAGUÁ DO SUL PRÓ-REITORIA ACADÊMICA CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS Matriz Curricular do Curso Superior de Tecnologia em

Leia mais

Resultados do Ideb 2015

Resultados do Ideb 2015 Resultados do Ideb 2015 1. Introdução 1. Introdução O que é o Ideb? O Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) foi criado pelo Ministério da Educação em 2007 com a finalidade de mensurar e avaliar

Leia mais

Exames Nacionais: da conceção ao resultado. Jornadas de Reflexão Metas, Programas e Exames Nacionais de Biologia e Geologia Tendências e Perspetivas

Exames Nacionais: da conceção ao resultado. Jornadas de Reflexão Metas, Programas e Exames Nacionais de Biologia e Geologia Tendências e Perspetivas Exames Nacionais: da conceção ao resultado Jornadas de Reflexão Metas, Programas e Exames Nacionais de Biologia e Geologia Tendências e Perspetivas Helder Diniz de Sousa 11 Outubro 2014 Equipas de autoria

Leia mais

EXAME NACIONAL DO ENSINO MÉDIO ENEM 2013. Aloizio Mercadante Ministro de Estado da Educação

EXAME NACIONAL DO ENSINO MÉDIO ENEM 2013. Aloizio Mercadante Ministro de Estado da Educação EXAME NACIONAL DO ENSINO MÉDIO ENEM 2013 Aloizio Mercadante Ministro de Estado da Educação Cartão de Confirmação de Inscrição Entregues: 99,98% UF Participantes Entregues AC 58.364 100,00% AL 122.356 99,00%

Leia mais

OFÍCIO MEC /INEP/GAB Nº /2008 Brasília, 11 de julho de 2008.

OFÍCIO MEC /INEP/GAB Nº /2008 Brasília, 11 de julho de 2008. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO NACIONAL DE ESTUDOS E PESQUISAS EDUCACIONAIS ANÍSIO TEIXEIRA INEP PRESIDÊNCIA Esplanada dos Ministérios Bloco L Anexos I e II 4º andar, CEP: 70047-900 Brasília-DF Tel:

Leia mais

PROGRAMA DE DISCIPLINA

PROGRAMA DE DISCIPLINA PROGRAMA DE DISCIPLINA Disciplina: Metrologia Código da Disciplina: NDC175 Curso: Engenharia Mecânica Semestre de oferta da disciplina: Faculdade responsável: Núcleo de Disciplinas Comuns Programa em vigência

Leia mais

INFORME SARGSUS. Situação da Alimentação do Relatório de Gestão Ano 2013-2014 Informações sobre Plano e Programação Anual de Saúde

INFORME SARGSUS. Situação da Alimentação do Relatório de Gestão Ano 2013-2014 Informações sobre Plano e Programação Anual de Saúde INFORME SARGSUS Situação da Alimentação do Relatório de Gestão Ano 2013-2014 Informações sobre Plano e Programação Anual de Saúde 1 ESFERA MUNICIPAL 1.1 Relatório de Gestão Ano 2013 Até a presente data,

Leia mais

Relatório de Curso ENADE 2012 EXAME NACIONAL DE DESEMEPNHO DOS ESTUDANTES DIREITO UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA SANTA MARIA

Relatório de Curso ENADE 2012 EXAME NACIONAL DE DESEMEPNHO DOS ESTUDANTES DIREITO UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA SANTA MARIA Relatório de Curso ENADE 2012 EXAME NACIONAL DE DESEMEPNHO DOS ESTUDANTES DIREITO UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA SANTA MARIA Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais G O V E R N O F

Leia mais

AS AVALIAÇÕES EM MATEMÁTICA NO NONO ANO EM PARINTINS/AM: CONTRADIÇÕES ENTRE RENDIMENTO E DESEMPENHO

AS AVALIAÇÕES EM MATEMÁTICA NO NONO ANO EM PARINTINS/AM: CONTRADIÇÕES ENTRE RENDIMENTO E DESEMPENHO UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA CENTRO DE POLÍTICAS PÚBLICAS E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO PROFISSIONAL EM GESTÃO E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PÚBLICA ELIZABETH BLANCO PARDO REIS AS

Leia mais

INDICADORES SOCIAIS NO BRASIL: UMA ANALISE DE SUA EVOLUÇAO RECENTE

INDICADORES SOCIAIS NO BRASIL: UMA ANALISE DE SUA EVOLUÇAO RECENTE INDICADORES SOCIAIS NO BRASIL: UMA ANALISE DE SUA EVOLUÇAO RECENTE Henrique Dantas Neder (hdneder@ufu.br) web: www.ecn26.ie.ufu.br Universidade Federal de Uberlândia - MG Objetivos da pesquisa: Desenvolver

Leia mais

Seminário Nacional sobre Reformulação do Ensino Médio. 16 de Outubro de Brasília

Seminário Nacional sobre Reformulação do Ensino Médio. 16 de Outubro de Brasília Seminário Nacional sobre Reformulação do Ensino Médio 16 de Outubro de 2013 - Brasília Sistema da Educação Básica Saeb O Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb) tem como principal objetivo avaliar

Leia mais

Relatório de Curso ENADE 2012 EXAME NACIONAL DE DESEMEPNHO DOS ESTUDANTES DIREITO UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA FLORIANÓPOLIS

Relatório de Curso ENADE 2012 EXAME NACIONAL DE DESEMEPNHO DOS ESTUDANTES DIREITO UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA FLORIANÓPOLIS Relatório de Curso ENADE 2012 EXAME NACIONAL DE DESEMEPNHO DOS ESTUDANTES DIREITO UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA FLORIANÓPOLIS Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais G O V E R N

Leia mais

INDICADORES EDUCACIONAIS E O SAEB 2015

INDICADORES EDUCACIONAIS E O SAEB 2015 INDICADORES EDUCACIONAIS E O SAEB 2015 Avaliações Externas Avaliação Sistematização/ Periodicidade Público Aplicação Área /Disciplina avaliada Objetivo Geral Provinha Brasil Sistema Alfa Bahia: entrada

Leia mais

Estatística e Probabilidade. Aula 11 Cap 06

Estatística e Probabilidade. Aula 11 Cap 06 Aula 11 Cap 06 Intervalos de confiança para variância e desvio padrão Confiando no erro... Intervalos de Confiança para variância e desvio padrão Na produção industrial, é necessário controlar o tamanho

Leia mais

Cód. Disciplina Período Créditos Carga Horária Terceiro (quatro) Semestral Semanal

Cód. Disciplina Período Créditos Carga Horária Terceiro (quatro) Semestral Semanal e Cód. Disciplina Período Créditos Carga Horária 020013 Terceiro 2010-1 04 (quatro) Semestral Semanal 60h 04h Turma Nome da Disciplina / Curso 2007.1 Estatística Econômica e Introdução à Econometria /

Leia mais

Aula 25: Análise Fatorial. Prof. Eduardo A. Haddad

Aula 25: Análise Fatorial. Prof. Eduardo A. Haddad Aula 25: Análise Fatorial Prof. Eduardo A. Haddad Utilização específica Como identificar o potencial de desenvolvimento agropecuário dos municípios brasileiros? Banco de dados municipais: Tamanho do rebanho,

Leia mais

Avaliação do impacto dos programas do Instituto Ayrton Senna

Avaliação do impacto dos programas do Instituto Ayrton Senna Avaliação do impacto dos programas do Instituto Ayrton Senna Ricardo Barros IPEA Mirela de Carvalho IETS Ao longo da última década, cada vez mais redes públicas de ensino municipais e estaduais passaram

Leia mais

2ª Reunião Ordinária da Comissão Nacional de Educação Escolar Indígena CNEEI

2ª Reunião Ordinária da Comissão Nacional de Educação Escolar Indígena CNEEI 2ª Reunião Ordinária da Comissão Nacional de Educação Escolar Indígena CNEEI Atividades da Coordenação Geral de Educação Escolar Indígena 18.11.2014 TERRITÓRIOS ETNOEDUCACIONAIS Pactuação de 02 TEEs TEE

Leia mais

CENTRO COLABORADOR EM ALIMENTAÇÃO E NUTRIÇÃO DO ESCOLAR - CECANE/SC

CENTRO COLABORADOR EM ALIMENTAÇÃO E NUTRIÇÃO DO ESCOLAR - CECANE/SC CENTRO COLABORADOR EM ALIMENTAÇÃO E NUTRIÇÃO DO ESCOLAR - CECANE/SC COORDENADOR Prof. Francisco de Assis Guedes de Vasconcelos SUB-COORDENAÇÃO PESQUISA Prof. Cristine Garcia Gabriel Prof. Janaina das Neves

Leia mais

7 Resultados de Medições Diretas. Fundamentos de Metrologia

7 Resultados de Medições Diretas. Fundamentos de Metrologia 7 Resultados de Medições Diretas Fundamentos de Metrologia Motivação definição do mensurando procedimento de medição resultado da medição condições ambientais operador sistema de medição Como usar as informações

Leia mais

INDICADORES SOCIOECONÔMICOS SDR BLUMENAU

INDICADORES SOCIOECONÔMICOS SDR BLUMENAU INDICADORES SOCIOECONÔMICOS SDR BLUMENAU Aspectos Econômicos ** Serviço de Apoio à Micro e Pequenas Empresas de Santa Catarina SEBRAE/SC. Santa Catarina em Números. Disponível em ,

Leia mais

Pesquisa sobre a Securitização da Dívida Ativa dos Municípios

Pesquisa sobre a Securitização da Dívida Ativa dos Municípios Pesquisa sobre a Securitização da Dívida Ativa dos Municípios Objetivos: Diagnosticar a situação atual dos municípios brasileiros em relação à Securitização da Dívida Ativa de acordo com a resolução 33

Leia mais

por Cristiano Fagundes Guimarães Especialista Matemática

por Cristiano Fagundes Guimarães Especialista Matemática por Cristiano Fagundes Guimarães Especialista Matemática Objetivos da Oficina Realizar a análise pedagógica dos resultados das avaliações de desempenho, aplicada no estado do Alagoas AREAL, para o (re)

Leia mais