ANÁLISES ESTATÍSTICAS TRI. CAEd/UFJF (32)

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1 MEDIDAS EDUCACIONAIS ANÁLISES ESTATÍSTICAS TRI CME COORDENAÇÃO DE MEDIDAS EDUCACIONAIS C COO Ç O S UC C O S CAEd/UFJF (32)

2 Fundamentos da TRI O que são itens? São os elementos que compõem os testes ou questionários i O queé proficiência? É a medida que representa um determinado traço latente (aptidão) Teoria da Resposta ao Item (TRI) Grupo de modelos matemáticos e estatísticos que descrevem a associação entre a aptidão de um indivíduo e a probabilidade de uma resposta a um item

3 PRINCIPAIS PRODUTOS DA TRI Interpretação pedagógica da escala Comparabilidade de resultados: Entre diferentes avaliações em um mesmo período de tempo Entre diferentes avaliações em diferentes períodos de tempo

4 Como se calcula l a proficiência iê i de um aluno? I AVALIAÇÃO EM LARGA ESCALA II TEORIA DA RESPOSTA AO ITEM TRI III INDICADORES DEDESEMPENHO DESEMPENHO

5 AVALIAÇÃO EM LARGA ESCALA

6 Como construir uma escala

7 Item 1 Escala: altura de uma pessoa Você consegue guardar as malas no bagageiro interno de um ônibus? Item 2 Você consegue subir ou descer dois degraus de cada vez em uma escada? Item 3 Para conversar com as pessoas, você precisa olhar para baixo?

8 Respostas do Questionário i Nome Item 1 Item 2 Item 3 Carolina Sim Não Não Priscila Sim Sim Não Leonardo Sim Sim Sim

9 Escala: item x medida Nome Item 1 Item 2 Item 3 Carolina Sim Não Não Priscila Sim Sim Não Leonardo Sim Sim Sim Carolina Priscila Leonardo 1,5 1,6 1,7 1,8 1,9 Item 1 Item 2 Item 3

10

11 Utilização do Bilog MG 1 Construção da base de dados SEQ GRUPO FORMA P1 P2 P3 P4 P5 P6 P7 P8 P9 P10 P11 P12 P13 P14 P15 P A B B C C C A A D D A A B B C C A B A C C B B A D D B A C B C C A B B B C B A A D C A B B A B D B B A C C B A A B A A C B A D D B B C A A D A B D C A C D A D D B B A A B D A C A C A C A B B C B B C A A C A B A A C C C D D A B B A A C C A D A A B B C D D B

12

13 2 Cálculo das alturas dos respondentes

14 3 estimação dos parâmetros dos itens

15 Posição dos itens na escala 1,5 1,6 1,7 1,8 1, Guardar a bagagem Atrás na fila Pés fora da cama

16 Posição dos itens e pessoas na escala 43,6% 32% 14,6% 9,8% 15 1,5 16 1,6 17 1,7 18 1,8 19 1,

17 INTERPRETAÇÃO DA ESCALA

18 II TEORIA DA RESPOSTA AO ITEM TRI HISTÓRICO TRI FUNDAMENTOS TRI MEDIDAS E ESCALAS

19 Avaliações em larga escala com a TRI Análise segundo a TRI Lord (1952) Probabilidade de acerto ao item em função da habilidade Posicionamento dos itens em função da dificuldade na mesma escala da proficiência Década de 1970 Desenvolvimento de testes adaptativos Década de 1980 Desenvolvimento de softwares específicos para TRI Década de 1990 Desenvolvimento detestesinformatizados i d (CBT s) e testes adaptativos informatizados (CAT s)

20 Características das avaliações em larga escala no Brasil Até 1993: TCT A partir de 1995: TRI INEP SAEB SAEB e Prova Brasil Avaliações estaduais e municipais ii i MG (2000), CE (1992), RS, RJ, PE, SP, ES, BA.

21 Características das avaliações em larga escala no Brasil 1 Momento 2 Momento 3 Momento

22 BIB SAEB ATÉ 2005 CADERNO BLOCOS BLOCOS CADERNO POS1 POS2 POS3 POS1 POS2 POS

23 BIB A PARTIR DE 2005

24 FUNDAMENTOS DA TRI MODELO LOGÍSTICO 1LP 1LP 2LP 2LP 3LP 3LP MÉTODOS DE ESTIMAÇÃO PARÂMETROS DE ITENS MML MMAP SCORES MÉTODOS DE LINKAGENS LINEARES REGRESSÃO LINEAR MÉDIA/SIGMA MÉDIA/MÉDIA CURVA CARACTERÍSTICA ML MAP EAP NÃO LINEARES CALIBRAÇÃO SIMULTÂNEA PRÉ FIXAÇÃO DE PARÂMETROS FPIP Testes Unidimensionais compostos por itens dicotômicos

25 1 PL Dicotômico 2 PL UIRT 3 PL Modelo Politômico otô Modelo de crédito parcial Modelo de crédito parcial generalizado Modelo de resposta ponderada Modelo de resposta nominal MIRT Dicotômico Politômico MODELOS MATEMÁTICOS

26 MODELOS MATEMÁTICOS DA TRI Rl Relação entre a probabilidade bilid d de acerto ao item e a habilidade do respondente Relação não linear

27 Relação não linear 1 P ( Xi 1/, bi, ai, ci ) ci (1 ci ) aid( bi) 1 e

28 MODELOS DA TRI

29 Probab bilidade de Ac certo 1 MODELOS DA TRI 3PL ITEM PARÂMETROS A B C 1 0, ,30 0,5 0,3 250 Proficiência

30 Probab bilidade de Ac certo 1 0,65 MODELOS DA TRI 3PL ITEM PARÂMETROS A B C 1 0, ,30 0,5 0,3 250 Proficiência

31 Probab bilidade de Ac certo 1 0,65 MODELOS DA TRI 3PL ITEM PARÂMETROS A B C 1 0, ,30 0,5 0,3 250 Proficiência

32 Probab bilidade de Ac certo 1 0,65 MODELOS DA TRI 3PL 1 ITEM PARÂMETROS A B C 1 0, ,30 0,5 0,3 250 Proficiência

33 Probab bilidade de Ac certo 1 0,65 MODELOS DA TRI 3PL 2 1 ITEM PARÂMETROS A B C 1 0, ,30 2 0, ,30 0,5 0,3 250 Proficiência

34 Probab bilidade de Ac certo 1 0,65 MODELOS DA TRI 3PL 2 1 ITEM PARÂMETROS A B C 1 0, ,30 2 0, ,30 3 0, ,30 0,5 0, Proficiência

35 Probab bilidade de Ac certo 1 0,65 MODELOS DA TRI 3PL 2 1 ITEM PARÂMETROS A B C 1 0, ,30 2 0, ,30 3 0, ,30 4 0, ,20 0,5 3 0, Proficiência

36 EXEMPLOS DE ITENS discriminação boa

37 EXEMPLOS DE ITENS discriminação ruim

38 LINKAGEM Cultura de uma escala única nacional SAEB Características da avaliação em larga escala de 1995 a 2007

39 Equalização Vertical Avaliações do SAEB Testes com conteúdos diferentes Testes com descritores diferentes Populações não equivalentes

40 Designs ou Delineamentos para coleta de dados Design para grupos não equivalentes através de itens comuns Forma X Forma Y Itens comunsc omum Itens comunsc omum Grupo 1 Grupo 2

41 LINKAGEM Processo para colocar diferentes testes em uma mesma escala (equalização vertical) DESIGN TESTE SAEPE 2008 LÍNGUA PORTUGUESA 4ª SÉRIE EF 8ª SÉRIE EF 3º ANO EM ITENS COMUNS ENTRE GRUPOS Método adotado: Vertical equating

42 MODELO LOGÍSTICO 1LP 1LP 2LP 2LP 3LP 3LP TRI padrão SAEB MÉTODOS DE ESTIMAÇÃO PARÂMETROS DE ITENS MML MMAP SCORES MÉTODOS DE LINKAGENS LINEARES REGRESSÃO LINEAR MÉDIA/SIGMA MÉDIA/MÉDIA CURVA CARACTERÍSTICA ML MAP EAP NÃO LINEARES CALIBRAÇÃO SIMULTÂNEA PRÉ FIXAÇÃO DE PARÂMETROS FPIP T U idi i i i Testes Unidimensionais compostos por itens dicotômicos

43 MEDIDAS E ESCALAS COMO MEDIR A HABILIDADE DOS ALUNOS A ESCALA SAEB CONTRUÇÃO DE TESTES

44 COMO MEDIR A HABILIDADE DOS ALUNOS Matriz de referência Design do testet

45 ESCALAS DE PROFICIÊNCIA Curva normal

46 ESCALA SAEB

47 9 ano EF 250 ESCALA SAEB

48 5 ano EF 3 ano EM ESCALA SAEB

49 5 ano EF 9 ano EF 3 ano EMF ESCALA SAEB

50 ESCALA

51 CONTRUÇÃO DE TESTES AJUSTE DA POPULAÇÃO AO TESTE

52 TESTE COM DISTRIBUIÇÃO DE DIFICULDADE COMPATÍVEL COM POPULAÇÃO AVALIADA ANO LÍNGUA PORTUGUESA

53 TESTE COM DISTRIBUIÇÃO DE DIFICULDADE NÃO COMPATÍVEL COM POPULAÇÃO AVALIADA SPAECE ANO MATEMÁTICA

54 III INDICADORES ICA DE DESEMPENHO BOLETIM DERESULTADOS CAEd SÉRIE HISTÓRICA SAEB IDEB

55 PRINCIPAIS PRODUTOS DA TRI Interpretação pedagógica da escala Comparabilidade de resultados: Entre diferentes avaliações em um mesmo período de tempo Entre diferentes avaliações em diferentes períodos de tempo

56 RESULTADOS Participação Medidas de Desempenho Proficiência Média Percentual de alunos por Padrões de Desempenho Desvio Padrão

57 Interpretação de medidas de desempenho educacional

58 III INDICADORES DE DESEMPENHO Série histórica i SAEB Rede pública LÍNGUA PORTUGUESA ºEF ºEF ºEM 3EM

59 Série histórica SAEB Rede pública MATEMÁTICA ºEF 9ºEF 3ºEM

60 IDEB Forma geral do Ideb: IDEB = N. P N = média da proficiência em Língua Portuguesa e Matemática, padronizada para um indicador entre 0 e 10, no exame realizado ao final da etapa de ensino P = indicador de rendimento baseado na taxa de aprovação da etapa de ensino

61

62 Evolução do Ideb Brasil Rede Pública Anos Iniciais Ens. Fundamental

63 Evolução do Ideb Brasil Rede Pública Anos Finais Ens. Fundamental

64 Evolução do Ideb Brasil Rede Pública Ensino Médio

65 Evolução do Ideb Estados Rede Pública Anos Iniciais Ens. Fundamental

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