RELATÓRIO DE ACTIVIDADE

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1 RELATÓRIO DE ACTIVIDADE E CONTAS ANUAIS 2010 Autoridade de Supervisão de Seguros e Fundos de Pensões Autorité de Contrôle des Assurances et des Fonds de Pensions du Portugal Portuguese Insurance and Pension Funds Supervisory Authority

2 Ficha Técnica Propriedade e Edição Instituto de Seguros de Portugal Av. da República, Lisboa Portugal Telefone: Endereço electrónico:

3 RELATÓRIO DE ACTIVIDADE E CONTAS ANUAIS 2010 Inclui: ISP - Instituto de Seguros de Portugal FGA - Fundo de garantia Automóvel FAT - Fundo de Acidentes de Trabalho Integrado ISP, FGA e FAT Instituto de Seguros de Portugal Lisboa, 2011

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5 Índice

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7 Siglas e abreviaturas...6 Índice de figuras...8 Índice de quadros...9 A. Mensagem do Presidente...11 B. O Instituto de Seguros de Portugal Missão e valores Organização...14 C. O mercado segurador e fundos de pensões em Da crise financeira à crise da dívida soberana impactos ao nível do sector segurador e fundos de pensões Evolução macroeconómica Evolução do mercado segurador e fundos de pensões...21 D. Actividades desenvolvidas Assegurar adequados níveis de solidez financeira e elevados padrões de conduta por parte dos operadores Promover a protecção dos consumidores e uma melhor compreensão do mercado Reforçar a cooperação com outras entidades Promover a eficiência e eficácia das actividades desenvolvidas Recursos financeiros Fundos autónomos geridos pelo ISP...82 I. Fundo de Garantia Automóvel...82 II. Fundo de Acidentes de Trabalho...89 Índice E. Plano estratégico F. Principais objectivos para G. Aplicação de resultados...99 H. Anexo nos termos do n.º 6 do art.º 21.º do Estatuto do ISP I. Demonstrações financeiras ISP Instituto de Seguros de Portugal FGA Fundo de Garantia Automóvel FAT Fundo de Acidentes de Trabalho Contas Integradas J. Relatório e Parecer da Comissão de Fiscalização K. Certificação Legal das Contas L. Relatórios dos Auditores

8 Siglas e abreviaturas Siglas e abreviaturas 6 ANACS Associação Nacional de Agentes e Corretores de Seguros ANPC Autoridade Nacional de Protecção Civil APFIPP Associação Portuguesa de Fundos de Investimento, Pensões e Patrimónios APS Associação Portuguesa de Seguradores ARES Avaliação do Risco das Empresas de Seguros ASSAL Associação de Supervisores de Seguros da América Latina ASEL Associação de Supervisores de Seguros Lusófonos BCE Banco Central Europeu CDS Credit Default Swap CEBS Committee of European Banking Supervisors CE Comunidade Europeia CEE Comunidade Económica Europeia CEIOPS Committee of European Insurance and Occupational Pensions Supervisors CESR Committee of European Securities Regulators CNSA Conselho Nacional de Supervisão de Auditoria CNSF Conselho Nacional de Supervisores Financeiros CPRS Controlo de Prazos de Regularização de Sinistros CRC Certificados de Responsabilidade Civil Automóvel DUC Documento Único de Cobrança EBA European Banking Authority EGAOB European Group of Auditors Oversight Bodies EIOPA European Insurance and Occupational Pensions Authority ESMA European Securities and Markets Authority ESRB European Systemic Risk Board EUA Estados Unidos da América FAT Fundo de Acidentes de Trabalho FATF-GAFI Grupo de Acção Financeira Internacional FENACOOP Federação Nacional das Cooperativas de Consumidores FGA Fundo de Garantia Automóvel FGAP Fundo de Garantia e Actualização de Pensões FMI Fundo Monetário Internacional FP Fundo de Pensões FUNDAP Fundo de Actualização de Pensões de Acidentes de Trabalho IAIS International Association of Insurance Supervisors IAS International Accounting Standards IBNER Incurred But Not Enough Reported IBNR Incurred But Not Reported IFIAR International Forum of Independent Audit Regulators

9 IFRS International Financial Reporting Standards IGCP Instituto de Gestão da Tesouraria e do Crédito Público IHPC Índice Harmonizado de Preços no Consumidor INE Instituto Nacional de Estatística IOPS International Organization of Pension Supervisors IPC Índice de Preços no Consumidor IPPC Insurance and Private Pensions Committee ISP Instituto de Seguros de Portugal MASAK Financial Crimes Investigation Board MFAP Ministério das Finanças e da Administração Pública OCDE Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico OROC Ordem dos Revisores Oficiais de Contas PCES Plano de Contas para as Empresas de Seguros PIB Produto Interno Bruto PPA Plano Poupança Acções PPE Plano Poupança Educação PPR Plano Poupança Reforma PPR/E Plano Poupança Reforma/Educação PR Prevenção Rodoviária QIS Quantitative Impact Studies RJCS Regime Jurídico do Contrato de Seguro SCR Solvency Capital Requirement SGFP Sociedade Gestora de Fundos de Pensões SIR Sistema Integrado de Avaliação de Riscos TAIEX Technical Assistance Information Exchange Instrument UE União Europeia VaR Value-at-Risk XML Extensible Markup Language Siglas e abreviaturas 7

10 Índice de Figuras Índice de figuras 8 Figura 1 Estrutura organizacional do ISP...14 Figura 2 Composição dos órgãos estatutários do ISP...15 Figura 3 Evolução do risco de crédito em algumas economias da área do Euro (5Y CDS)...16 Figura 4 Evolução da produção de seguro directo...22 Figura 5 Produção de seguro directo dos ramos Não Vida (Mercado )...23 Figura 6 Produção de seguro directo do ramo Vida (Mercado )...23 Figura 7 Investimentos das empresas de seguros...24 Figura 8 Provisões técnicas das empresas de seguros...25 Figura 9 Margem de solvência das empresas de seguros...25 Figura 10 Evolução dos montantes geridos pelos fundos de pensões...26 Figura 11 Evolução das contribuições e benefícios pagos...26 Figura 12 Investimentos dos fundos de pensões...27 Figura 13 Processo de supervisão...28 Figura 14 Matriz de risco...30 Figura 15 Níveis de acompanhamento...31 Figura 16 Áreas de incidência das acções de inspecção...32 Figura 17 Processo de supervisão na área dos investimentos dos fundos de pensões...34 Figura 18 Tratamento das responsabilidades (planos de benefício definido)...35 Figura 19 Adequação activo-passivo...36 Figura 20 Sistema europeu de supervisão financeira...50 Figura 21 Calendário do regime Solvência II...52 Figura 22 Participação das empresas nacionais no QIS5 (quota de mercado)...53 Figura 23 Composição do balanço (QIS5 vs. Solvência I vs. bases contabilísticas)...54 Figura 24 Distribuição dos processos entrados por áreas...59 Figura 25 Autos instaurados por áreas...59 Figura 26 Serviço de atendimento ao público Distribuição por via de comunicação utilizada...64 Figura 27 Serviço de atendimento ao público (2010) Distribuição por matérias...65 Figura 28 Evolução das reclamações apresentadas ao ISP...65 Figura 29 Pedidos de esclarecimento tipo de seguro (2010)...66 Figura 30 Pedidos de esclarecimento matérias (2010)...67 Figura 31 Visitas ao portal do consumidor (2010)...68 Figura 32 Evolução do quadro de pessoal...74 Figura 33 Estrutura etária do pessoal do ISP...75 Figura 34 Distribuição dos colaboradores do ISP por sexo...75 Figura 35 Distribuição dos colaboradores do ISP que integram cargos de chefia por sexo...76 Figura 36 Distribuição dos colaboradores do ISP por relação jurídica de emprego...76 Figura 37 Distribuição dos colaboradores do ISP por antiguidade...77 Figura 38 Habilitações dos colaboradores...77 Figura 39 Acções e horas de formação...78 Figura 40 Processos de sinistros iniciados/terminados (unidades)...82 Figura 41 Indemnizações pagas por tipo de lesão (milhares de euros)...83 Figura 42 Reembolsos cobrados (milhares de euros)...84 Figura 43 - Títulos de dívida por país emitente...87 Figura 44 - Distribuição sectorial dos emitentes...88 Figura 45 Distribuição dos montantes pagos pelo FAT...90 Figura 46 Decomposição das receitas do FAT...91 Figura 47 Títulos de dívida por país emitente...93 Figura 48 Distribuição sectorial dos emitentes...94

11 Índice de Quadros Quadro 1 Economia mundial principais indicadores económicos...19 Quadro 2 Evolução da economia portuguesa...21 Quadro 3 Empresas de seguros estrutura do mercado...22 Quadro 4 Fundos de pensões estrutura do mercado (2010)...27 Quadro 5 Evolução da publicidade monitorizada pelo ISP ( )...44 Quadro 6 Distribuição dos anúncios publicitários em função do tipo de anúncio e do tipo de seguro ou fundo de pensões...45 Quadro 7 Evolução do número de mediadores...55 Quadro 8 Distribuição dos mediadores de seguros activos...56 Quadro 9 Movimentos de registo de mediadores...56 Quadro 10 Autorizações e notificações empresas de seguros...58 Quadro 11 Autorizações e notificações SGFP e fundos de pensões...58 Quadro 12 Serviço de atendimento ao público - caracterização dos utentes...64 Quadro 13 Distribuição das reclamações por ramos/tipo de seguro...66 Quadro 14 Evolução da actividade do FGA enquanto organismo de indemnização...83 Quadro 15 Evolução do fundo líquido de responsabilidades...86 Quadro 16 Evolução dos resultados líquidos...86 Quadro 17 Composição dos activos financeiros do FGA...87 Quadro 18 Rácio de cobertura das responsabilidades (milhares de euros)...92 Quadro 19 Composição dos activos financeiros do FAT...93 Índice de Quadros 9

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13 A. Mensagem do Presidente No desempenho das suas competências enquanto autoridade de supervisão do sector segurador e fundos de pensões, o Instituto de Seguros de Portugal (ISP) publica, anualmente, o seu Relatório e Contas, que descreve, de forma detalhada, o conjunto das actividades desenvolvidas durante o exercício. São igualmente divulgadas as demonstrações financeiras da Instituição e dos fundos por si geridos: o Fundo de Garantia Automóvel (FGA) e o Fundo de Acidentes de Trabalho (FAT). O presente relatório reporta-se ao ano 2010, o qual, apesar da tendência de retoma da economia mundial, ainda que a ritmos diferentes, ficou caracterizado pelo agudizar da crise da dívida soberana, em resultado do aumento das preocupações quanto à sustentabilidade do equilíbrio das finanças públicas de alguns países da área do Euro, incluindo Portugal. Naturalmente, tais efeitos tiveram repercussões relevantes no mercado segurador e fundos de pensões, por via da desvalorização dos títulos de dívida das carteiras de investimento. Não obstante o contexto macroeconómico adverso, observou-se um incremento da produção de seguro directo, sobretudo no ramo Vida, que alcançou uma taxa de 17,2%. Tal deveu-se, essencialmente, ao reforço da procura de produtos com garantias de capital e rendibilidade, consistente com o aumento do grau de aversão ao risco por parte dos consumidores. Nos ramos Não Vida, observou-se um crescimento anémico (0,7%), fortemente correlacionado com a estagnação da actividade económica, não sendo mais acentuado devido aos contributos positivos dos ramos Doença, Incêndio e Outros Danos e Automóvel. Por outro lado, o mercado de fundos de pensões ficou marcado pela integração de dois fundos na Caixa Geral de Aposentações, correspondentes a 8% dos activos geridos a Setembro de 2010, o que levou, em grande parte, à redução de 10% dos montantes afectos a este instrumento financeiro. Mensagem do Presidente No que respeita às carteiras de investimento das empresas de seguros, denotou-se uma ligeira subida, sendo de destacar o reforço das aplicações em dívida pública nacional, cujo valor nominal triplicou face ao ano anterior. Relativamente às carteiras dos fundos de pensões, registou-se igual tendência de aumento da exposição a estes títulos em 54%. Em matéria de solvência, o sector segurador manteve uma posição bastante confortável, com um rácio de capital global acima dos 170%. Apesar dos resultados positivos alcançados no ano, importa deixar uma palavra de alerta para a necessidade de manutenção de elevados níveis de capital, especialmente no actual contexto de instabilidade e incerteza da economia nacional. Para tal, é fundamental assegurar o rigor e o equilíbrio técnico ao nível das tarifas e das provisões técnicas, bem como a sustentabilidade das estratégias de negócio a médio e longo prazo. Com vista a garantir que os operadores possuem um nível de solidez financeira robusto, adequado às responsabilidades e aos riscos assumidos, o ISP tem vindo a intensificar as acções de supervisão e as análises de carácter prospectivo e preventivo, com particular enfoque na monitorização dos riscos de investimento, dos riscos específicos de seguros e dos riscos operacionais a que as empresas de seguros se encontram expostas. No caso dos fundos de pensões, tem sido dada maior ênfase à mensuração dos riscos de taxa de juro, de accionista, de crédito e de liquidez. A componente de supervisão comportamental continuou, em 2010, a merecer atenção especial por parte do ISP. Esta vertente de actuação, de primordial importância para a protecção dos direitos dos tomadores de seguros, segurados, participantes e beneficiários e para o reconhecimento efectivo das responsabilidades e dos riscos dos operadores, incidiu sobre diversas áreas, destacando-se, em particular, a verificação da prestação de informação pelas empresas de seguros e entidades gestoras de fundos de pensões aos respectivos clientes e demais stakeholders. 11

14 É ainda de realçar o crescente papel que os mecanismos de boa governação, incluindo os sistemas de gestão de riscos e de controlo interno, têm vindo a ocupar nas actividades regulatória e de supervisão do ISP. No que respeita à política regulatória, merece especial destaque a colaboração com o Governo nos trabalhos tendentes ao desenvolvimento de um sistema de cobertura de fenómenos sísmicos, incluindo a criação do Fundo Sísmico. De facto, esta tem sido uma área de grande preocupação para o ISP, dada a relevância social e económica do tema no panorama nacional. Adicionalmente, é de salientar outro projecto de vulto, consubstanciado no projecto legislativo levado a consulta pública que propõe estabelecer o regime especial dos seguros de saúde com cobertura graduada, de longo prazo e vitalícios. Mensagem do Presidente Continuou a trilhar-se um caminho de convergência ao nível da regulação e supervisão com os princípios preconizados pelo regime Solvência II, visando, desta forma, a preparação gradual e antecipada dos operadores e da autoridade de supervisão para os novos desafios e oportunidades. No plano internacional, o ISP promoveu o objectivo estratégico, estabelecido há vários anos, de participação activa e liderante nos diversos fóruns relevantes, com destaque para aqueles onde continuam a ser desenvolvidos os trabalhos relacionados com o novo regime de solvência para o sector segurador, procurando-se, assim, garantir a adequação deste à realidade do mercado nacional. A qualidade e a relevância do contributo do ISP, bem como o seu empenho têm vindo a merecer o reconhecimento nacional e internacional. O recente estabelecimento da arquitectura europeia de supervisão vem reforçar a importância e a pertinência da manutenção deste elevado grau de envolvimento nos trabalhos desenvolvidos na União Europeia. Ainda no campo do Solvência II, importa referir a condução, em 2010, do quinto estudo de impacto quantitativo (QIS5) junto do mercado nacional. À semelhança de exercícios anteriores, as empresas de seguros portuguesas voltaram a demonstrar uma participação bastante activa, tendo as respostas abrangido a quase totalidade dos operadores, o que se traduziu numa das taxas de participação mais elevadas a nível europeu. Os resultados do QIS5 são, por sua vez, encorajadores e revelam a adequação do nível de capitalização global do sector. Gostaria, antes de terminar, de transmitir os meus sinceros agradecimentos a todas as entidades públicas e privadas que contribuiram, durante o ano 2010, para o cumprimento dos objectivos delineados pelo ISP. Deixo, em especial, uma palavra de muito apreço aos membros da Comissão de Fiscalização e do Conselho Consultivo, pelo interesse, pela disponibilidade e pelo empenho que permanentemente demonstraram. Uma palavra final dirigida aos colaboradores do ISP que, com a sua dedicação e com o seu profissionalismo, contribuíram, de uma forma inequívoca, para o bom cumprimento dos objectivos traçados. Fernando Nogueira Presidente 12

15 B. O Instituto de Seguros de Portugal 1. Missão e valores O ISP é responsável pela regulação e supervisão das empresas de seguros e de resseguros, dos fundos de pensões e respectivas entidades gestoras, bem como dos mediadores de seguros ou resseguros. A missão do ISP é executada através do desenvolvimento e enforcement de regras, princípios e boas práticas destinados a assegurar que, em todas as circunstâncias razoavelmente previsíveis, as entidades sob a sua supervisão cumprem os compromissos que assumiram perante os tomadores de seguros, pessoas seguras, participantes e beneficiários, aplicam elevados padrões de conduta e contribuem para a manutenção de um sistema financeiro estável, eficiente e competitivo. Neste contexto, o ISP tem como visão estratégica ser reconhecido como uma autoridade de supervisão de referência, pela sua liderança, profissionalismo e inovação. No desempenho da sua missão, o ISP rege-se por um conjunto de valores que norteiam a definição e implementação das suas estratégias e políticas, nomeadamente: o primado do interesse público, a defesa do interesse dos consumidores de seguros e de fundos de pensões, a actuação independente e responsável, a integridade, consistência e transparência na acção e o funcionamento eficaz, eficiente e socialmente responsável. O Instituto de Seguros de Portugal 13

16 2. Organização Em 2010, a estrutura organizacional do ISP sofreu algumas alterações ao nível da Direcção de Comunicação e Relações com os Consumidores, procurando uma melhor adaptação desta às responsabilidades por si assumidas. Nos termos do seu estatuto, são órgãos do ISP o Conselho Directivo, o Conselho Consultivo e a Comissão de Fiscalização. As unidades orgânicas que constituem a estrutura do ISP são detalhadas na figura seguinte. Figura 1 Estrutura organizacional do ISP Comissão de Fiscalização CDI Conselho Directivo Conselho Consultivo SEG Secretário Geral António Pinheiro Ramos O Instituto de Seguros de Portugal DSP DSP DSS DSP DSF Direcção de Supervisão António Egídio Reis Departamento de Supervisão Financeira de Empresas de Seguros Ana Cristina Santos Departamento de Supervisão Financeira de Fundo de Pensões Jorge Carriço GDO GQL Gabinete de Documentação Marta Cruz Gabinete de Qualidade Pedro Veludo DSP DCM Departamento de Supervisão de Conduta de Mercado Eduardo Pereira DAD Departamento Administrativo Paulo Líbano Monteiro DSP DAR Departamento de Autorizações e Registo Vicente Godinho DFI Departamento Financeiro Jacinta Dias DDI Direcção de Desenvolvimento e Relações Institucionais Gabriel Bernardino DDI DPR DDI DRS Departamento de Política Regulatória e Relações Institucionais Eduarda Ribeiro Departamento de Análise de Riscos e Solvência Hugo Borginho DJU DRH DSI Departamento Jurídico João Santa Rita Departamento de Recursos Humanos Armando Pinheiro Santos Departamento de Sistemas de Informação Gil Salema DDI DES Departamento de Estatística e Controlo de Informação José Pavão Nunes FAT Fundo de Acidentes de Trabalho Célia Matos DCC Direcção de Comunicação e Relações com os Consumidores Rui Fidalgo FGA Fundos de Garantia Automóvel Carlos Marques DCC GCO Gabinete de Comunicação Ana Gonzaga 14 DCC DRC DCC DPC Departamento de Relações com os Consumidores Francisco Luís Alves Dep. de Análise de Dados, Monitorização da Publicidade e Comercialização à Distância Paula Alves

17 A figura seguinte apresenta a composição dos órgãos estatutários do ISP. Figura 2 Composição dos órgãos estatutários do ISP Conselho Direc vo - Fernando Dias Nogueira (Presidente) - António Manuel da Silva Osório (Vice-Presidente) - Rodrigo Fernandes Homem de Lucena (Vogal) - Rui Carlos Alvarez Carp (Vogal) Comissão de Fiscalização - Álvaro Pinto Correia (Presidente) - Manuel de Lima Dias Mar ns (Vogal) - José Rodrigues de Jesus (Revisor O cial de Contas) Conselho Consul vo - Fernando Dias Nogueira (Presidente do Conselho Direc vo do Ins tuto de Seguros de Portugal e presidente do Conselho Consul vo) O Instituto de Seguros de Portugal - Eduardo da Silva Vieira (Representante do Governo da Região Autónoma dos Açores) - João Manuel Gris Teixeira (Representante do Governo da Região Autónoma da Madeira) - Pedro Miguel de Seabra Duarte Neves (Vice-Governador do Banco de Portugal) - Carlos Manuel Tavares da Silva (Presidente do Conselho Direc vo da CMVM Comissão do Mercado de Valores Mobiliários) - Maria Teresa Moreira (Directora-Geral do Consumidor) - Cris na Maria da Silva Moço (Representante da FENACOOP Federação Nacional das Coopera vas de Consumidores) - Pedro Rogério de Azevedo Seixas Vale (Presidente da APS Associação Portuguesa de Seguradores) - José Veiga Sarmento (Presidente da APFIPP Associação Portuguesa de Fundos de Inves mento, Pensões epatrimónios) - Abílio Manuel Almeida Santos (Presidente da ANACS Associação Nacional de Agentes e Corretores de Seguros) - João Tiago Praça Nunes Mexia (Designado pelo Ministro das Finanças) - Luís Eduardo da Silva Barbosa (Designado pelo Ministro das Finanças) - Maria do Carmo Portela Herédia Vieira da Fonseca (Designada pelo Ministro das Finanças) 15

18 C. O mercado segurador e fundos de pensões em Da crise financeira à crise da dívida soberana impactos ao nível do sector segurador e fundos de pensões Evolução da crise Na sequência da crise financeira que, embora continue a marcar a actualidade internacional, afectou, sobretudo, o cenário macroeconómico global nos anos 2008 e 2009, assistiu-se em 2010 à emergência nos mercados internacionais de um nível crescente de preocupações quanto à sustentabilidade do equilíbrio das finanças públicas em alguns países da área do Euro, com situações de debilidade no crescimento económico e elevados níveis de dívida pública e/ou défices orçamentais. O Mercado Segurador e Fundos de Pensões em 2010 Esta situação resultou num aumento muito significativo dos prémios de risco exigidos pelos mercados para aquisição de dívida pública emitida por esses Estados, culminando em intervenções de suporte à Grécia e Irlanda. Figura 3 Evolução do risco de crédito em algumas economias da área do Euro (5Y CDS) Grécia Irlanda Portugal Espanha Itália Alemanha Neste contexto, ocorreram diversas intervenções das autoridades europeias, nomeadamente no estabelecimento de mecanismos de apoio aos países em dificuldades (Facilidade de Estabilidade Financeira Europeia e Mecanismo Europeu de Estabilidade) que, no entanto, se mostraram incapazes de restaurar a confiança na sustentabilidade a longo prazo de todas as economias que integram a área do Euro e suster a degradação das condições de financiamento dos países em causa. Verificou-se, de facto, a existência de um impasse nas negociações quanto a um acordo para a resolução da crise da dívida soberana. Neste contexto, o ano 2010 caracterizou-se por uma recuperação face aos valores observados durante a crise financeira, mas a um ritmo desigual entre as diversas economias, tendo desacelerado na segunda metade do ano. 16 Para além dos efeitos de contágio potencialmente decorrentes da actual situação, quer entre os países que integram a área do Euro, quer entre estes e os respectivos sectores financeiros, acresce às preocupações dos agentes económicos o potencial efeito recessivo das medidas austeras de política fiscal que têm vindo a ser impostas como forma de corrigir os desequilíbrios orçamentais identificados.

19 Impacto sobre o sector segurador e fundos de pensões em Portugal Não obstante o agravamento da instabilidade em torno das economias directamente afectadas pela crise da dívida soberana, que teve necessariamente um impacto relevante sobre o mercado segurador e fundos de pensões em Portugal, o ano 2010 ficou marcado por um crescimento da produção no sector segurador (12,5%). O aumento da aversão ao risco que se verificou em 2010 reflectiu-se numa forte procura de contratos com garantias de rendimento e capital, justificando um incremento de 17,2% da produção do ramo Vida. Ao nível dos ramos Não Vida, com um crescimento de apenas 0,7%, o efeito da estagnação da actividade económica fez-se sentir de forma mais notória. Contudo, é de salientar a inversão da tendência de decréscimo que se vinha verificando nos últimos anos, para a qual contribuíram, essencialmente, os ramos Doença, Incêndio e Outros Danos e Automóvel. Por outro lado, a integração de dois fundos de pensões relevantes no mercado nacional (8% dos activos geridos a Setembro de 2010) na Caixa Geral de Aposentações teve um impacto directo e imediato neste mercado. No cômputo global, o sector segurador conseguiu, em 2010, registar um incremento dos resultados líquidos obtidos para cerca de 397 milhões de euros. Os principais impulsionadores deste crescimento foram, por um lado, a relativa recuperação observada nos mercados financeiros e, por outro, o crescimento da produção obtido no ano (essencialmente no ramo Vida). No que se refere aos fundos de pensões, tendo em consideração os montantes das contribuições entregues, as pensões suportadas pelos mesmos e expurgando os efeitos das duas transferências para a Caixa Geral de Aposentações, a rendibilidade de 2010 fixou-se em aproximadamente -1%. O Mercado Segurador e Fundos de Pensões em 2010 Apesar da evolução registada em 2010, a desaceleração do ritmo de crescimento económico que se perspectiva para os próximos anos, com possíveis períodos de recessão, poderá resultar numa diminuição da massa segurável e da capacidade dos agentes económicos para colocar novos riscos, reflectindo-se numa redução da produção, penalizando os resultados técnicos dos operadores. No caso dos fundos de pensões, o agravamento da situação económica poderá concorrer para a redução da capacidade de as empresas constituírem e financiarem novos planos de pensões e efectuarem contribuições adicionais destinadas a financiar as responsabilidades já assumidas. Por outro lado, os operadores do mercado segurador e fundos de pensões figuram entre os mais relevantes investidores institucionais nacionais, detendo exposições significativas a títulos de dívida pública e uma elevada concentração no sector financeiro. Assim, num contexto de subida das yields associadas a estes títulos, poderá ocorrer uma desvalorização dos activos detidos em balanço, com impacto directo nos rácios de capital. 2. Evolução macroeconómica Em 2010, acentuou-se a percepção de que a retoma da economia mundial se encontra em curso, tratando-se, contudo, de um processo com velocidades claramente distintas entre diferentes grupos de países a nível internacional. Nas economias avançadas, apesar de a contracção da actividade económica ter registado uma magnitude inferior à esperada, as perspectivas de crescimento continuam limitadas, os níveis de desemprego permanecem elevados, e o agravamento da instabilidade na periferia da área do Euro contribuiu, significativamente, para um agravamento dos riscos de deterioração do ambiente económico global. 17

20 Em muitos países emergentes, constata-se a manutenção de um clima de pujança económica, com a emergência de crescentes pressões inflacionistas e sinais de sobreaquecimento das economias, originados, em boa medida, pelos elevados fluxos de capitais que para elas têm vindo a ser direccionados. Na generalidade dos países em desenvolvimento, em particular nos da África subsariana, verifica-se igualmente um forte crescimento. O aumento sustentado da procura privada, a manutenção de políticas monetárias acomodatícias e a manutenção de fortes fluxos de entrada de capitais têm sido os principais suportes desta situação. Neste contexto, espera-se que, em 2011, o produto mundial se expanda a um ritmo de 4,4%, traduzindo uma revisão em alta face às mais recentes estimativas do Fundo Monetário Internacional. Tal reflecte uma performance acima das expectativas na segunda metade de 2010, bem como a introdução de novas políticas nos EUA, que se espera venham a traduzir-se num aumento da actividade económica em Na base deste comportamento, destaca-se o crescimento do consumo nos EUA e no Japão que, particularmente no segundo caso, se ficou a dever à adopção de medidas de estímulo. De um modo mais geral, multiplicam-se os sinais de que o consumo privado se encontra em expansão nas principais economias avançadas, depois da forte contracção ocorrida nos anos mais recentes em resultado da crise financeira. O Mercado Segurador e Fundos de Pensões em 2010 No entanto, permanecem os riscos negativos sobre a economia internacional e que poderão ditar a degradação ou mesmo a inversão da recuperação em curso. Os mais prementes, e que carecem de intervenção urgente de modo a sustentar uma recuperação global robusta, prendem-se com a necessidade de ultrapassar os problemas associados aos sectores financeiros e à dívida soberana de diversos países na área do Euro. De um modo mais geral, deverão ser tomadas medidas no sentido de lidar com os desequilíbrios orçamentais e introduzir reformas nos sistemas financeiros das economias desenvolvidas. Estas terão de ser complementadas com políticas que lidem adequadamente com os riscos de sobreaquecimento das economias emergentes e, em simultâneo, com a necessidade de rebalanceamento externo das mesmas. De acordo com as estimativas preliminares do Eurostat, o produto na área do euro registou um incremento de 0,3% no quarto trimestre de 2010, valor idêntico ao do trimestre imediatamente anterior, e de 2% em termos homólogos. Em termos médios anuais, a economia da área do euro terá crescido 1,7% em 2010, o que compara com uma contracção de 4% em Dados recentes confirmam a recuperação da actividade económica, mas o grau de incerteza permanece elevado. Tal, associado ao facto de as pressões sobre o nível de preços no médio prazo terem permanecido contidas e as expectativas de inflação continuarem em linha com os objectivos do Conselho do BCE, levou a que as taxas de juro oficiais não sofressem alterações ao longo do ano. De acordo com o BCE, a política monetária permanece acomodatícia, devendo continuar a ser ajustada quando apropriado, tendo em conta que as medidas não convencionais adoptadas durante o período de forte instabilidade nos mercados financeiros apresentam uma natureza temporária. Entre as principais economias da UE27, a Espanha, a Itália e a Alemanha passaram de variações homólogas do PIB de 0,2%, 1,2% e 3,9% no terceiro trimestre de 2010, para 0,6%, 1,3% e 4,0% no 4º trimestre, respectivamente. Por sua vez, verificaram-se no Reino Unido e em França, alterações de 1,7% e 1,5%, no último trimestre de 2010 (menos 1,0 e menos 0,2 pontos percentuais que no trimestre anterior), respectivamente na mesma variável. É ainda de destacar a forte diminuição do PIB observada na Grécia, que passou de uma taxa de -5,7%, no terceiro trimestre, para -6,6%, no seguinte. 18 Nos EUA, a taxa de variação homóloga do PIB foi 2,8%, menos 0,4 pontos percentuais que no terceiro trimestre de 2010, interrompendo a acentuada aceleração ocorrida nos cinco trimestres anteriores. Esta evolução resultou do menor contributo das exportações de bens e serviços (que passaram de uma taxa de variação homóloga de 12,7% para 8,9%) e do consumo público (de 1,1% para 0,7%), tendo o consumo privado (de 1,8% para 2,7%), as importações de bens e serviços (de 16,1% para 10,6%) e o investimento (de 4,5% para 6,3%) contribuído em sentido oposto. O PIB do Japão registou uma variação homóloga de 2,6%, menos 2,1 pontos percentuais que no terceiro trimestre de 2010, retomando o movimento descendente observado no segundo trimestre.

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