SUMÁRIO. 2 P á g i n a

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1 SUMÁRIO INTRODUÇÃO CONCEITOS FUNDAMENTAIS SOBRE O POLÍMERO Definição de polímeros Cadeia produtiva de polímeros POLIPROPILENO Comercialização do polipropileno Preparação do monômero para obtenção do PP Polimerização do Polipropileno Polimerização em fase gasosa Polimerização em lama Estrutura do Polipropileno Polipropileno Atático Polipropileno Isotático Tipo de Polipropileno Características do polipropileno Aditivos comumente utilizados em polipropileno Propriedades do Polipropileno Vantagens e desvantagens do PP APLICAÇÃO DO POLIPROPILENO NA INDÚSTRIA AUTOMOBILÍSTICA Características do PP para construção de peças automotivas Aplicações típicas do PP em automóveis Interior do Veículo Exterior do veículo Polipropileno reciclado em peças automotivas CONCLUSÃO REFERÊNCIAS P á g i n a

2 INTRODUÇÃO A indústria automobilística é considerada uma das atividades industriais mais importantes e, nas duas últimas décadas, teve um crescimento significativo tanto em volumes produzidos quanto em modificações na produção. Tais mudanças ocorreram devido à introdução de novas técnicas produtivas, implantação de plantas mais modernas, novos produtos e alterações nas partes que compõem os veículos. A inclusão de qualquer material pela indústria automobilística depende diretamente da contribuição que este traz para seu crescimento e eficiência. O emprego de plásticos na indústria automotiva está relacionado com a facilidade de reciclagem e com a leveza que esses materiais podem conceder aos veículos. O plástico que se destaca neste setor é o Polipropileno (PP). O objetivo deste trabalho é fazer uma abordagem do desempenho do PP apresentando de forma clara e relevante sua versatilidade, buscando responder a seguinte questão: por que é crescente a aplicação do polipropileno na indústria automobilística para a fabricação de autopeças? As hipóteses levantadas são: a facilidade e baixo custo de processamento do PP, suas propriedades que são muito versáteis, sua facilidade de reciclagem, baixa densidade, tenacidade e capacidade de alta produtividade, e também devido ao seu desempenho que é muito semelhante ao de materiais nobres. 3 P á g i n a

3 1. CONCEITOS FUNDAMENTAIS SOBRE O POLÍMERO 1.1 Definição de polímeros A palavra POLÌMERO vem do grego poli, cujo significado é muito, e de mero, que quer dizer parte ou unidade (que se repete). Os meros, para formarem um polímero, são ligados entre si através de ligações primárias, estáveis. Ou seja, polímero é qualquer material orgânico ou inorgânico, sintético ou natural, que possua um alto peso molecular e variedades estruturais repetitivas normalmente de baixa massa molecular. E sua base estrutural são átomos de carbono, hidrogênio, nitrogênio, oxigênio, flúor e em outros elementos não metálicos. Os polímeros podem ser classificados, referente à quantidade de meros, da seguinte forma: polímeros que possuem apenas um tipo de mero são chamados de homopolímeros, os que possuem tipos diferentes de meros são copolímeros e os que possuem três meros diferentes pode-se chamar de ter polímeros. 1.2 Cadeia produtiva de polímeros Para a produção de polímeros são necessárias matérias-primas apropriadas. Essas matérias-primas estão distribuídas em três grupos: produtos naturais (celulose e borracha natural), hulha ou carvão mineral e petróleo, sendo que o petróleo é a fonte mais importante porque é através dele que podem ser obtidas várias frações tais como GLP, nafta, gasolina, querosene, entre outros. A fração mais importante para a produção de polímeros é o nafta, pois dele obtêmse várias frações gasosas contendo moléculas saturadas e insaturadas (propileno, etileno, buteno, etc.) e é a partir dessas moléculas insaturadas que se realiza a síntese de polímeros, como pode ser visto a seguir, neste caso como o foco da pesquisa esta no polipropileno, pode-se ver o destaque do mesmo a seguir: 4 P á g i n a

4 Óleo Cru Nafta Propileno Polipropileno A petroquímica do polímero é desenvolvida a partir do etileno, do propileno e do butadieno dos quais se têm a produção dos principais polímeros comerciais. Por exemplo, do propileno se obtêm o PP (Polipropileno). 5 P á g i n a

5 2. POLIPROPILENO 2.1 Comercialização do polipropileno As primeiras tentativas de polimerização do Polipropileno não foram satisfatórias, pois não obtiveram resultados significativos a ponto de comercializálo. As tentativas continuaram até que o Professor Natta, da Itália, conseguiu realizar a polimerização do PP através de um catalisador estéreo específico e, pela primeira vez, os polímeros puderam ser produzidos sinteticamente com estrutura espacial regular e até pré-determinada. Um catalisador estéreo específico é aquele que controla a posição de cada unidade monomérica à medida que se a adiciona à cadeia polimérica, dando assim lugar à formação de um polímero final de estrutura regular a partir de um monômero assimétrico como o propileno. Desde a introdução do PP em 1954, esse polímero se tornou uma resina muito importante e de constante crescimento, sendo considerado como o terceiro termoplástico mais vendido no mundo (abaixo do polietileno de baixa densidade e do PVC) e posto em uma zona de transição entre os plásticos de engenharia e os de grande consumo. Em 2002 esse polímero era produzido em 180 fábricas por cerca de 50 países contando com o Brasil e sua produção pelo mundo chegou a 40 milhões de toneladas, o que corresponde a 15% de tudo o que é produzido em plásticos. Considerado como um das plásticas commodities de maior crescimento, no Brasil representa 23% dos termoplásticos consumidos competindo com outros plásticos de engenharia. As resinas de PP podem passar por um processo de transformação ou de adição de cargas para obtenção de compostos de PP que atenderá a uma grande quantidade de empresas. O inter-relacionamento entre os diversos participantes da cadeia produtiva de resinas e compostos de PP pode ser a seguir: 6 P á g i n a

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