UTILIZAÇÃO DA TECNOLOGIA J2ME PARA ACESSO AO SERVIÇO DE CORREIO ELETRÔNICO

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1 UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAI CENTRO DE EDUCAÇÃO SÃO JOSÉ CURSO DE CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO UTILIZAÇÃO DA TECNOLOGIA J2ME PARA ACESSO AO SERVIÇO DE CORREIO ELETRÔNICO Rodrigo Luiz Duarte São José 2005

2 RODRIGO LUIZ DUARTE UTILIZAÇÃO DA TECNOLOGIA J2ME PARA ACESSO AO SERVIÇO DE CORREIO ELETRÔNICO Monografia apresentada à Banca Examinadora do Trabalho de Conclusão de Curso de Ciência da Computação da Universidade do Vale do Itajaí, Centro de Educação de São José, como requisito parcial para obtenção do título de Bacharel em Ciência da Computação. Orientador: Alexandre Moraes Ramos São José 2005

3 RODRIGO LUIZ DUARTE UTILIZAÇÃO DA TECNOLOGIA J2ME PARA ACESSO AO SERVIÇO DE CORREIO ELETRÔNICO Este Trabalho de Conclusão de Curso foi julgado adequado como requisito parcial para a obtenção do título de Bacharel em Ciência da Computação, tendo sido aprovado pelo Curso de Ciência da Computação, Centro de Educação São José da Universidade do Vale do Itajaí (SC). São José, 19 de Dezembro de Prof. Esp. Alecir Pedro da Cunha Responsável pela Coord. do TCC Prof. M. Eng. Fernanda dos Santos Cunha Coordenadora do Curso Apresentada à Banca Examinadora formada pelos professores: Orientador Prof. Dr. Alexandre Moraes Ramos Prof. M. Eng. José Francisco Salm Júnior, membro da banca examinadora Prof. M. Eng. Paulo Henrique de Souza Bermejo, membro da banca examinadora

4 DEDICATÓRIA Este trabalho de conclusão de curso é dedicado aos meus pais, pela educação e ensinamentos a mim transmitidos. A minha amada Rubia Truppel, pela paciência, amor, carinho e incentivo durante esses anos.

5 AGRADECIMENTOS Aos meus amigos, pelo apoio, pelos momentos de descontração e alegria. Aos meus colegas de classe e professores, pela troca de conhecimentos e pela amizade conquistada.

6 Não se pode ensinar tudo a alguém, pode-se apenas ajudá-lo a encontrar por si mesmo. Galileu Galilei

7 RESUMO Este trabalho apresenta o protótipo de uma implementação de serviço de correio eletrônico para celulares utilizando a tecnologia J2ME, que permite o envio de mensagens contendo além de texto, anexar arquivos a essas mensagens. A primeira parte do trabalho é composta de uma revisão bibliográfica sobre a telefonia móvel no Brasil, total de usuários do serviço móvel e como está distribuído o mercado entre as operadoras. É apresentada também uma visão sobre as gerações das redes de telefonia móvel, desde a primeira geração representada pelas tecnologias analógicas, passando para a segunda com a introdução de telefonia digital e a terceira geração que tem como característica principal a transmissão de dados em alta velocidade por meio das redes celulares. A segunda parte é aborda algumas tecnologias para o desenvolvimento de aplicações para dispositivos móveis, entre elas o J2ME que é aplicada este trabalho, o SUPERWABA que é uma tecnologia brasileira, o.net da Microsoft, a plataforma BREW da fabricante de equipamentos para redes celulares Qualcomm e o WAP, que foi a primeira solução para o desenvolvimento de aplicações para redes celulares. A terceira parte trata do serviço de correio eletrônico, os protocolos usados para envio e recebimento de s, o padrão MIME que permite o envio de mensagens em diferentes formatos, inclusive anexar arquivos às mensagens de texto simples, mensagens HTML, entre outras. A quarta refere-se ao desenvolvimento do protótipo, arquitetura, funcionamento e modelagem da solução. Por último são apresentadas as conclusões obtidas, dificuldades encontradas e algumas sugestões pra trabalhos futuros.

8 ABSTRACT This work presents the archetype of an implementation of service of for cellular using technology J2ME, that allows the sending of messages contends beyond text, to annex archives to the these messages. The first part of the work is composed of a bibliographical revision on the mobile telephony in Brazil, total of users of the mobile service and as the market between the operators is distributed. A vision on the generations of the networks of mobile telephony is also presented, since the first generation represented for the analogical technologies, passing to second with the introduction of digital telephony and third generation that the transmission of data in high speed by means of the cellular networks has as characteristic main. The second part is approaches some technologies for the development of applications for mobile devices, between them the J2ME that is applied this work, the SUPERWABA that is a Brazilian technology, NET of the Microsoft, platform BREW of the equipment manufacturer for cellular networks Qualcomm and the WAP, that was the first solution for the development of applications for cellular networks. The third part deals with the service of , the used protocols for sending and act of receiving of s, standard MIME that the sending of messages in different formats allows, also to annex archives to the messages of simple text, messages HTML, among others. Fourth one mentions the development of the archetype, architecture, functioning and modeling to it of the solution. Finally the gotten conclusions, joined difficulties and some suggestions for future works are presented.

9 SUMÁRIO LISTA DE FIGURAS...11 LISTA DE TABELAS...13 LISTA DE ABREVIAÇÕES INTRODUÇÃO APRESENTAÇÃO JUSTIFICATIVA OBJETIVOS Objetivo geral Objetivos específicos Escopo e delimitação RESULTADOS ESPERADOS ASPECTOS METODOLÓGICOS ESTRUTURA DO TRABALHO REDES E TECNOLOGIAS MÓVEIS REDES MÓVEIS REDE CELULAR GERAÇÕES DA REDE CELULAR Primeira geração Segunda geração Terceira geração TECNOLOGIAS MÓVEIS WAP BREW SUPERWABA Visual Studio J2ME CONSIDERAÇÕES FINAIS CORREIO ELETRÔNICO ARQUITETURA E SERVIÇOS ENVIO DE MENSAGENS DE CORREIO ELETRÔNICO SMTP Formato de mensagens RECEBIMENTO DE MENSAGENS DE CORREIO ELETRÔNICO POP IMAP PROTÓTIPO DO SISTEMA ARQUITETURA DO SISTEMA Formato das requisições e respostas HTTP FUNCIONAMENTO DO SISTEMA MODELAGEM DO SISTEMA Requisitos funcionais e não funcionais Diagramas UML módulo servidor Diagramas UML módulo cliente MODELO DE CICLO DE VIDA CONSIDERAÇÕES FINAIS...94

10 5 CONCLUSÃO E TRABALHOS FUTUROS CONCLUSÃO TRABALHOS FUTUROS REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS...99 ANEXOS ANEXO A CÓDIGO FONTE MÓDULO SERVIDOR ANEXO A.1 PACOTE BEAN ANEXO A.2 PACOTE CONTROLE ANEXO A.3 PACOTE ENTIDADE ANEXO B CÓDIGO FONTE MÓDULO CLIENTE ANEXO B.1 PACOTE BEAN ANEXO B.2 PACOTE CONTROLE ANEXO B.3 PACOTE CONTROLE.ACAO ANEXO B.4 PACOTE ENTIDADE ANEXO B.5 PACOTE VISÃO ANEXO C BIBLIOTECA MOBILELIB ANEXO C.1 PACOTE IO ANEXO C.2 - PACOTE NET...144

11 LISTA DE FIGURAS FIGURA 1 - TOPOLOGIA BÁSICA DA REDE CELULAR...25 FIGURA 2 - REPRESENTAÇÃO CIRCULAR E HEXAGONAL DE UMA CÉLULA...25 FIGURA 3 - CLUSTER DE CÉLULAS DE TAMANHO FIGURA 4 HANDOFF ENTRE AS TORRES A E B...27 FIGURA 5 - QUANTIDADE DE CANAIS POR CÉLULA EM UMA REDE AMPS COM 395 CANAIS...29 FIGURA 6 - UTILIZAÇÃO DO ESPECTRO NO FDMA...29 FIGURA 7 - SLOT D-AMPS (IS-136), ESTRUTURA DE FRAME E MULTIFRAME...32 FIGURA 8 - SLOT GSM, ESTRUTURA DE FRAME E MULTIFRAME...34 FIGURA 9 - HSCSD DE QUATRO SLOTS...39 FIGURA 10 - PERCURSO DE ATUALIZAÇÃO PARA A TERCEIRA GERAÇÃO...42 FIGURA 11 - PILHA DE PROTOCOLOS WAP...51 FIGURA 12 - PROCESSO DE DESENVOLVIMENTO SUPERWABA...56 FIGURA 13 - COMPONENTES DE UM SISTEMA DE CORREIO ELETRÔNICO...62 FIGURA 14 - ARQUITETURA DO SISTEMA...72 FIGURA 15 - DIAGRAMA DE IMPLANTAÇÃO...73 FIGURA 16 - TELA DE ABERTURA DO MÓDULO CLIENTE...78 FIGURA 17 - TELA PRINCIPAL DO MÓDULO CLIENTE...78 FIGURA 18 - TELA DE LOGIN DO MÓDULO CLIENTE...79 FIGURA 19 - TELA DE ENVIO DE MENSAGENS...80 FIGURA 20 - TELA DE PROGRESSO DE AÇÕES NO SERVIDOR...80 FIGURA 21 - LISTAGEM DO CONTEÚDO DE UM DIRETÓRIO...81 FIGURA 22 DIAGRAMA DE CASO DE USO (USC 001 VALIDA LOGIN)...82 FIGURA 23 DIAGRAMA DE CASO DE USO (USC 002 LISTA DIRETÓRIO DO USUÁRIO)...83 FIGURA 24 - DIAGRAMA DE CASO DE USO (USC ENVIA MENSAGEM DE CORREIO ELETRÔNICO)...84 FIGURA 25 - DIAGRAMA DE CLASSES DO PACOTE CONTROLE...85 FIGURA 26 - DIAGRAMA DE CLASSE DO PACOTE BEAN...85 FIGURA 27 - DIAGRAMA DE CLASSES DO PACOTE ENTIDADE...86 FIGURA 28 - DIAGRAMA DE SEQÜÊNCIA DA VALIDAÇÃO DE LOGIN...86 FIGURA 29 - DIAGRAMA DE SEQÜÊNCIA DA LISTAGEM DE DIRETÓRIOS DO USUÁRIO...87 FIGURA 30 - DIAGRAMA DE SEQÜÊNCIA DO ENVIO DE MENSAGEM...87

12 FIGURA 31 - DIAGRAMA DE CASOS DE USO MÓDULO CLIENTE...88 FIGURA 32- DIAGRAMA DE CLASSES DO PACOTE CONTROLE DO MÓDULO CLIENTE...91 FIGURA 33 - DIAGRAMA DE CLASSES DO PACOTE VISAO DO MÓDULO CLIENTE...91 FIGURA 34 - DIAGRAMA DE CLASSES DO PACOTE ENTIDADE DO MÓDULO CLIENTE...92 FIGURA 35 - DIAGRAMA DE CLASSES DO PACOTE BEAN DO MÓDULO CLIENTE...92 FIGURA 36 - DIAGRAMA DE CLASSES DA BIBLIOTECA MOBILELIB...92 FIGURA 37 - DIAGRAMA DE SEQÜÊNCIA PARA EFETUAR LOGIN DO MÓDULO CLIENTE...93 FIGURA 38 - DIAGRAMA DE SEQÜÊNCIA DA LISTAGEM E SELEÇÃO DE ARQUIVOS DO MÓDULO CLIENTE...93 FIGURA 39 - DIAGRAMA DE SEQÜÊNCIA ENVIO DA MENSAGEM DE CORREIO ELETRÔNICO DO MÓDULO CLIENTE...94

13 LISTA DE TABELAS TABELA 1 - PARTICIPAÇÃO DO MERCADO NO SERVIÇO MÓVEL PESSOAL NO BRASIL...23 TABELA 2 - SISTEMAS CELULARES ANALÓGICOS...30 TABELA 3 - ALOCAÇÃO DE FREQÜÊNCIA DO GSM...33 TABELA 4 - COMPARAÇÃO ENTRE PDC, D-AMPS E GSM...35 TABELA 5 - TIPOS DE SERVIÇOS DISPONÍVEIS NO IMT TABELA 6 - COMPARAÇÃO DE SISTEMAS CDMA...47 TABELA 7 - AS NOVE MODULAÇÕES E ESQUEMAS DE CODIFICAÇÃO DO EDGE...49 TABELA 8 - TIPOS E SUBTIPOS MIME DEFINIDOS NA RFC TABELA 9 - FORMATO DA REQUISIÇÃO E RESPOSTA PARA A AÇÃO EFETUAR LOGIN...75 TABELA 10 - FORMATO DA REQUISIÇÃO E RESPOSTA PARA A AÇÃO NAVEGAR E LISTAR DIRETÓRIOS / ARQUIVOS...75 TABELA 11 - FORMATO DA REQUISIÇÃO E RESPOSTA PARA A AÇÃO ENVIAR MENSAGEM DE CORREIO ELETRÔNICO...76 TABELA 12 - REQUISITOS FUNCIONAIS...81 TABELA 13 - REQUISITOS NÃO FUNCIONAIS...82 TABELA 14 - DETALHAMENTO DO CASO DE USO USC TABELA 15 - DETALHAMENTO DO CASO DE USO USC TABELA 16 - DETALHAMENTO DO CASO DE USO USC TABELA 17- DETALHAMENTO DO CASO DE USO EFETUA LOGIN...88 TABELA 18 - DETALHAMENTO DO CASO DE USO NAVEGA NO DIRETÓRIO E SELECIONA ARQUIVOS...89 TABELA 19 - DETALHAMENTO DO CASO DE USO ENVIA MENSAGEM...89

14 LISTA DE ABREVIAÇÕES 1G Primeira geração 2G Segunda geração 3G Terceira geração 8-PSK 8 Phase Shift Keying (Chaveamento por deslocamento de 8 fases) ASCII American Standard Caracters II (Padrão Americano de caracteres versão II) AMPS - Advanced Mobile Phone System (Sistema de telefonia móvel avançado) API Application Programmer Interface (Interface programadora de aplicação) AuC - Authentication Center (Centro de autenticação) BDS BREW Distribuition System (Sistema de distribuição BREW) BSC Base Station Controller (Controlador de estação base) BTS Base Transceiver Station (Estação transceptora base) CCITT - Comité Consultatif International Télégraphique et Téléphonique CLI - Caller Line Identification (Identificador de chamadas) CDC - Connected Device Configuration (Configuração de dispositivo conectado) CDMA - Code Division Multiple Access (Acesso múltiplo por divisão de código) CLDC - Connected Limited Device Configuration (Configuração de dispositivo conectado limitado) C-HTML Compact HTML (HTML compacto) D-AMPS Digital Advanced Mobile Phone System (Sistema de telefonia móvel avançado digital) DCN - Digital Communications Network (Rede de comunicações digitais) DNS - Domain Name System (Systema de nome de domínio) DQPSK - Differential Quadrature Phase Shift Keying (Chaveamento de deslocamento de fase por diferencial de quadratura) EDGE - Enhanced Data Rates for GSM Evolution (Evolução GSM para taxas de dados aumentadas) EIR - Equipament Identity Register (Registro de identidade do equipamento) EM Estação Móvel ESN - Electronic Serial Number (Número serial eletônico) ETSI - European Telecommunications Standards Institute (Instituto europeu de padrões em telecomunicações) FCC - Federal Communications Commission (Comissão federal de comunicações) FDM Frequency Division Modulation (Modulação por divisão de freqüência) FDMA Frequency Division Multiple Access (Acesso múltiplo por divisão de freqüência) FEC - Forward Error Correction (Correção antecipada de erro) FPLMTS - Future Public Land Mobile Telecommunications System (Sistema futuro público de telecomunicações móvel nacional) GMSK - Gaussian Minimum Shift Keying (Chaveamento de deslocamento Gaussiano mínimo) GPRS - General Packet Radio Service (Serviço geral de rádio por pacote) GPS - Global Positioning System (Sistema de posicionamento global) GSM - Global System for Mobile Communications (Sistema global de comunicações móveis) HDML - Handheld Device Markup Language (Linguagem de marcação de dispositivos de mão) HDR - High Data Rate (Alta taxa de dados) HLR Home Location Register (Registro de localização de origem)

15 HSCSD - High Speed Circuit Switched Data (Circuito comutado de alta velocidade de dados) HTTP Hypertext Transfer Protocol (Protocolo de transferência de hipertexto) IDE - Integrated Development Environment (Ambiente de desenvolvimento integrado) IMAP - Internet Message Access Protocol (Protocolo de acesso às mensagens de Internet) IMT - Internacional Mobile Telecommunications (Telecomunicações móveis Internacionais) ISDN - Integrated Services Digital Network (Rede digital de services integrados) ITU - Internacional Telecommunications Union (União internacional de telecomunicações) J2ME Java 2 Micro Edition (Java 2 edição micro) J2SE Java 2 Standard Edition (Java 2 edição padrão) JDC - Japanese Digital Cellular (Celular digital japonês) JSP Java Server Page (Servidor de páginas Java) JVM Java Virtual Machine (Máquina virtual Java) J-TACS Japonese Total Access Communication System (Sistema de comunicação de acesso total japonês) KVM - K Virtual Machine (Máquina virtual K) MCS - Modulation and Coding Schemes (Esquemas de codificação e modulação) MIDP - Mobile Information Device Profile (Perfil de dispositivo móvel de informação) MIME - Multipurpose Internet Mail Extensions (Extensão Multipropósito de correio Internet) MIN - Mobile Identity Number (Número de identidade móvel) MSC Mobile Switching Center (Centro de comutação móvel) MVC Model-View-Controller (Modelo-Visão-Controle) NMT - Nordic Mobile Telephony (Telefonia móvel nórdica) OQPSK - Offset Quadrature Phase Shift Keying (Chaveamento de deslocamento de fase por compensação de quadratura) OSI - Open System Interconnection (Sistema aberto de interconexão) PDB Palm DataBase file (Arquivo de base de dados para palm) PCS - Personal Communications Services (Serviços de comunicações pessoal) PCM - Pulse Code Modulation (Modulação por código de pulso) PDA Personal Digital Assistant (Assistente digital pessoal) PDC - Personal Digital Cellular (Celular digital pessoal) PMR - Private Mobile Radio (Rádio móvel privado) POP3 - Post Office Protocol Version 3 (Protocolo de postagem de escritório versão 3) QPSK - Quadrature Phase Shift Keying (Chaveamento de deslocamento de quadratura de fase) RFC Request For Comments (Requisição para comentário) SDK Source Development Kit (Kit fonte para desenvolvimento) SMTP - Simple Mail Transfer Protocol (Protocolo de transferência de correio simples) TACS Total Access Communication System (Sistema de Comunicação de acesso total) TCP/IP Transport Control Protocol / Internet Protocol (Protocolo de controle de transporte / protocolo Internet) TDMA - Time Division Multiple Access (Acesso múltiplo por divisão de tempo) TIA - Telecommunications Industry Associations (Associação das indústrias de telecomunicações) UML Unified Modeling Language (Linguagem de modelagem unificada) UMTS - Universal Mobile Telecommunications System (Sistema universal de telecomunicações móvel) USB Universal Serial Bus (Barramento serial universal) UWCC - Universal Wireless Communications Consortium (Consórcio universal de comunicações sem fio) VLR Visitor Location Register (Registro de localização visitante)

16 VM Virtual Machine (Máquina virtual) VPN Virtual Private Network (Rede virtual privada) WAP - Wireless Application Protocol (Protocolo de aplicação sem fio) WAE Wireless Application Environment (Ambiente de aplicação sem fio) WBMP Wireless Bitmap (Imagem bitmap sem fio) WDP - Wireless Datagram Protocol (Protocolo de datagrama sem fio) WML Wireless Markup Language (Linguagem de marcação sem fio) WSP Wireless Session Protocol (Protocolo de sessão sem fio) WTA Wireless Telephony Application (Aplicação telefônica sem fio) WTLS - Wireless Transport Layer Security (Camada de transporte seguro sem fio) WTP Wireless Transaction Protocol (Protocolo de transação sem fio) W-CMDA - Wideband CDMA (CDMA banda larga) XML extensible Markup Language (Linguagem de marcação extensível)

17 17 1 INTRODUÇÃO 1.1 APRESENTAÇÃO Com a evolução tecnológica das redes e também dos dispositivos móveis, a mobilidade é uma forte tendência. Em conseqüência disso, surgem também novas oportunidades de serviços a serem oferecidos pelas operadoras de serviço móvel e também para empresas que venham a desenvolver aplicações que proporcionem aos usuários do serviço móvel pessoal, acesso às informações que os mesmos necessitem independente de sua localização física. Com base nas afirmações de Dornan (2001) e de Kalakota e Robinson (2002) apresentadas a seguir, torna-se ainda mais evidente a tendência da mobilidade e do surgimento de novos negócios suportados pelas redes sem fio. Os evangelizadores da Internet falam de uma era da informação que promete nos libertar da tirania do mundo físico. Perdendo nossa dependência de objetos corpóreos e de viagens físicas. Utilizaremos a rede wireless para acessar dados onde e quando for necessário. (DORNAN, 2001, p 217). Uma revolução silenciosa está afetando inúmeros setores industriais na economia mundial. O surgimento da Internet móvel, capaz de interligar numerosos aparelhos e múltiplas redes de informações, representa uma megatendência global. Ela representa uma nova fase na capacitação do trabalhador com conhecimento. Como conseqüência, nos encontramos sob um novo ciclo criativo, suportado pelo casamento da Internet com a tecnologia sem fio e o comércio eletrônico. (KALAKOTA; ROBINSON, 2002, p 16). Uma das tentativas iniciais de se oferecer serviços de dados na rede móvel foi feita através da tecnologia WAP. Porém novas tecnologias estão surgindo com a finalidade de disponibilizar aplicações para dispositivos móveis, visando explorar a mobilidade oferecida por esses dispositivos. Tecnologias como J2ME, BREW e.net oferecem recursos de programação capazes de tornar um celular uma ferramenta de trabalho muito útil para as pessoas que precisam obter dados, seja qual for o lugar onde elas estejam. A funcionalidade de transmitir

18 18 voz será apenas mais uma das funções desses aparelhos e não mais a função principal. [...] os telefones estão começando a incorporar mais características de computação, permitindo não apenas substituir os laptops e PDAs, mas também aparelhos de som e televisão. (DORNAN, 2001, p.217). A necessidade de ferramentas corporativas e pessoais que permitam aos usuários da rede celular o acesso a dados, independente da localização física desses usuários desde que estejam em uma área coberta pela rede, pode ser uma nova oportunidade para os desenvolvedores de software bem como para as operadoras, que podem faturar na distribuição dos softwares e também no tráfego gerado por eles. Um exemplo prático de uma dessas ferramentas é uma aplicação que permita aos usuários, em deslocamento ou sem um ponto de acesso a sua rede, o envio de mensagens com a possibilidade de anexar arquivos e enviá-las por meio do serviço de correio eletrônico, utilizando o seu celular para acessar seu servidor de arquivos, selecionar o arquivo desejado, escolher o destinatário e disparar o envio do JUSTIFICATIVA Com a grande competitividade presente nos diversos segmentos do mercado, estar bem informado é um diferencial perante os concorrentes. Ter acesso às informações, independente de onde se esteja, torna-se uma grande arma para sobreviver em um mercado tão competitivo. Ter disponíveis em dispositivos móveis, recursos que permitam ter acesso a essas informações, é a nova tendência do mercado, no que diz respeito aos serviços a serem oferecidos pelas operadoras de telefonia móvel. A evolução dos dispositivos móveis também tornará possível oferecer serviços ainda mais sofisticados, aliados a sua mobilidade. Por tratar-se ainda de uma tendência, existe um grande nicho de mercado a ser explorado pelos desenvolvedores de software, e aqueles que criarem serviços diferenciados poderão levar muita vantagem. O uso de uma tecnologia como o J2ME torna o desenvolvimento de aplicações para dispositivos móveis uma tarefa fácil para aqueles que já estão acostumados com as outras edições do Java. Entretanto, a edição Micro Edition do Java apresenta limitações quanto á suas APIs, pois é voltada para dispositivos com poucos recursos de memória e processamento, e os recursos disponíveis nas APIs do J2ME devem ser observados antes da elaboração de uma proposta de ferramenta a ser desenvolvida utilizando essa tecnologia. Por ser uma linguagem orientada a objeto, a customização das aplicações aos

19 19 diversos tipos e modelos de dispositivos existentes no mercado é relativamente simples, bastando fazer uso das classes que mais se adequarem ao equipamento em questão. Atualmente os serviços de envio de por meio de telefones celulares oferecidos pelas operadoras, não permitem anexar arquivos às mensagens enviadas. Por se tratar de algo inovador, este trabalho se propõe a implementar o envio de mensagens de correio eletrônico, incorporando a funcionalidade de anexar arquivos localizados em um servidor remoto, às mensagens enviadas e assim fornecer às operadoras e seus usuários novos serviços aliados à mobilidade oferecida pelas redes e pelos dispositivos móveis. 1.3 OBJETIVOS Objetivo geral Utilização da tecnologia J2ME para acesso ao serviço de correio eletrônico Objetivos específicos Explorar a mobilidade oferecida pelos celulares, fazendo uso dos recursos disponíveis nesses dispositivos e na tecnologia J2ME. Buscar os conhecimentos necessários para fazer uso da maneira mais eficiente, dos recursos do J2ME. Desenvolver uma aplicação Java ou Servlet/Java Server Pages para atender aos pedidos de listagem de diretório, anexar arquivo e envio de . Desenvolver uma aplicação em J2ME para acessar um servidor e solicitar a listagem do conteúdo de um diretório, selecionar um ou mais arquivos listados e encaminhá-los através do serviço de correio eletrônico a um ou mais destinatários Escopo e delimitação Este trabalho se propõe a desenvolver uma aplicação para celulares, que possibilite a conexão com um servidor remoto, listar um diretório deste servidor, selecionar um ou mais arquivos e enviá-los como anexos em uma mensagem de correio eletrônico utilizando a tecnologia J2ME. Este trabalho não se propõe a atingir outros dispositivos móveis além dos telefones celulares, nem oferecer outros tipos de serviços de rede como FTP, TELNET, etc.

20 RESULTADOS ESPERADOS Ao final deste trabalho espera-se ter um protótipo da aplicação proposta com suas funcionalidades testadas e realizando envio de s por meio de telefones celulares com arquivos anexados, e desta forma comprovar a viabilidade do desenvolvimento de aplicações para celulares que permitam oferecer serviços diferenciados aos seus usuários, fazendo uso da rede de dados da telefonia móvel. 1.5 ASPECTOS METODOLÓGICOS Este trabalho trata-se de uma pesquisa bibliográfica com abordagem qualitativa, onde será desenvolvida uma aplicação que rode em telefones celulares com suporte a Java, e uma outra aplicação que rodará em um servidor remoto. Primeiramente será realizada uma revisão bibliográfica para obter as informações necessárias para a implementação da aplicação J2ME, buscando a melhor forma de utilização dos recursos de interface com o usuário, bem como os de conectividade. Será usada a linguagem UML para modelagem das aplicações e como resultado desta, serão gerados diagramas de classe, de casos de uso, robustez e seqüência. A ferramenta VISUAL PARADIGM FOR UML 4.1 será utilizada para a confecção dos diagramas. Uma vez modeladas as aplicações, elas serão implementadas utilizando-se a ferramenta NETBEANS ESTRUTURA DO TRABALHO Para facilitar o entendimento deste trabalho, faz-se necessário uma apresentação e compreensão do conceito de uma rede celular, suas gerações e diferentes tecnologias, tecnologias de desenvolvimento de aplicações para dispositivos móveis, e serviço de correio eletrônico. Neste contexto, este trabalho está organizado em quatro capítulos: Capítulo 2: Redes e tecnologias móveis: Apresenta uma visão geral sobre redes móveis, aprofundando-se um pouco mais em redes celulares, informações sobre o mercado brasileiro nesse aspecto, topologia básica, gerações,

21 21 suas respectivas características, tecnologias e plataformas de desenvolvimento para dispositivos móveis. Capítulo 3: Correio eletrônico: Contém uma visão geral sobre o serviço de correio eletrônico, as RFCs (Request For Comments) que possibilitaram a existência e evolução desse serviço, protocolo de envio e recebimento de mensagens de correio eletrônico. Capítulo 4: Protótipo do sistema: Apresenta o protótipo de um serviço de correio eletrônico acessado por celular e que além de enviar mensagens de texto, pode anexar à essas mensagens arquivos localizados em um servidor de arquivos. Como resultado dessa implementação temos duas aplicações: uma servidora executada em algum servidor da rede fixa, e uma cliente executada num dispositivo móvel. Capítulo 5: Conclusão: Discute os resultados obtidos, dificuldades encontradas e sugestões para trabalhos futuros.

22 22 2 REDES E TECNOLOGIAS MÓVEIS 2.1 REDES MÓVEIS O sistema telefônico tradicional (ainda que ele algum dia chegue a vários gigabits entre uma extremidade e outra da fibra) não será capaz de satisfazer a um grupo crescente de usuários: as pessoas em trânsito. (TANENBAUM, 2003, p 161). O surgimento das redes sem fio como celular e WI-FI estão permitindo cada vez mais a utilização de recursos antes disponíveis apenas em residências, escritórios e empresas. Os usuários das redes móveis de onde quer que estejam, podem desfrutar da mobilidade e ainda assim fazer uso dos mesmos recursos que os usuários das redes fixas, bastando haver cobertura dessas redes onde eles se encontram. Devido à sua grande cobertura e ao grande número de usuários, a rede de telefonia celular tem um grande potencial de exploração, seja para as operadoras como para empresas de desenvolvimento de software, oferecendo novos serviços por meio de aplicações voltadas para os dispositivos móveis. Só no Brasil, segundo a Agência Nacional de Telecomunicações (ANATEL, 2005a), o número de clientes do serviço móvel pessoal (SMP) em abril de 2005 era de Diante deste número, pode-se se ter uma idéia do potencial de exploração deste mercado que está dividido entre as operadoras existentes no país, conforme mostrado na tabela 1.

23 23 Tabela 1 - Participação do mercado no serviço móvel pessoal no Brasil PARTICIPAÇÃO DO MERCADO NO SERVIÇO MÓVEL PESSOAL - SMP POSIÇÃO HOLDING % DO MERCADO - BRASIL 1 VIVO 38,82 2 TIM 21,46 3 CLARO 21,06 4 OI 10,56 5 TELEMIG / AMAZÔNIA 5,83 6 BRASIL TELECOM GSM 1,67 7 CTBC CELULAR 0,48 8 SERCOMTEL CELULAR 0,12 TOTAL 100 TOTAL DE CLIENTES ATÉ O MÊS DE ABRIL/ Fonte: Agência Nacional de Telecomunicações (2005b) Adaptada por Rodrigo L. Duarte. 2.2 REDE CELULAR A primeira rede celular foi criada nos Estados Unidos pela empresa AT&T e foi regulamentada para todo país. Como resultado dessa regulamentação, um celular comprado na Califórnia funcionava perfeitamente em Nova York. Já na Europa, cada país desenvolveu seu próprio sistema resultando num grande fiasco, onde o deslocamento de um país ao outro resultava no não funcionamento dos telefones. (TANENBAUM, 2003). Com o surgimento da tecnologia digital a Europa resolveu aprender com os erros cometidos na implantação da sua rede analógica e as operadoras de telefonia móvel uniram-se e criaram um sistema único (GSM), que permite o funcionamento de um telefone móvel europeu em qualquer lugar da Europa. (TANENBAUM, 2003). Uma rede de telefonia celular possui basicamente os seguintes elementos: estação móvel (EM), torre de rádio ou BTS (Base Transceiver Station), estação base ou BSC (Base Station Controller), centro de comutação móvel ou MSC (Mobile Switching Center), HLR (Home Location Register), VLR (Visitor Location Register), EIR (Equipament Identity Register) e o AuC (Authentication Center). Todos esses elementos são descritos a seguir: As estações móveis (EM) são os telefones celulares ou PDA s que fazem acesso à rede pelas torres de rádio. Conhecidas também como BTS (Base Transceiver Station), uma torre de rádio

24 24 ou celular é o local de transmissão da telefonia celular. (SHARMA, 2001, p 17). São elas que estabelecem a conexão entre as EM s e a rede celular. A estação base, também chamada de BSC (Base Station Controller) controla um conglomerado de torres celulares. (SHARMA, 2001, p 17). Ela é responsável por gerenciar as chamadas de voz ou de dados de uma EM e controlar quando as EM s realizam a troca de uma torre de rádio para outra sem a interromper o serviço (processo de handoff). Já o centro de comutação móvel também conhecido como MSC (Mobile Switching Center) conecta todas as estações base para passar os sinais de comunicações de e para os assinantes que estão operando na rede. (SHARMA, 2001, p 19). O HLR (Home Location Register) armazena informações pertinentes ao assinante, como por exemplo, a última vez que a EM se registrou na rede. As EM periodicamente, em intervalos de poucos segundos, registram-se na rede para agilizar a sua localização pelas BSC s diante de uma chamada destinada a elas. (SHARMA, 2001, p 19). O VLR (Visitor Location Register) registra as informações sobre unidades móveis que foram introduzidas na rede, vindo de outras redes, ou seja, ele registra os visitantes. (SHARMA, 2001, p 19). O EIR (Equipament Identity Register) armazena e verifica os status dos MIN s e ESN s. (SHARMA, 2001, p 19). O MIN (Mobile Identity Number) assim como o ESN (Electronic Serial Number) são usados para verificação, autenticação e faturamento. (SHARMA, 2001, p 19). O AuC (Authentication Center) é responsável pela autenticação e validação dos serviços para cada dispositivo móvel que está tentando usar a rede. (SHARMA, 2001, p 19). A figura 1 ilustra a topologia básica de uma rede celular e como seus componentes estão interligados. A denominação rede celular se deve ao fato da utilização do conceito de células. Segundo Dornan (2001, p 43), célula é a área de cobertura de uma única estação-base. Os telefones celulares têm acesso aos serviços da rede celular através das células em que se encontram. Para se cobrir geograficamente uma grande área é necessário disponibilizar um grande número de torres de maneira a atingir a cobertura desejada. A figura 2 mostra a representação real de uma célula (célula circular) e a representação ideal (célula hexagonal).

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