Sistema de Ensino-Aprendizagem da Língua de Sinais para TV Digital

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1 UNIVERSIDADE CATÓLICA DE PELOTAS ESCOLA DE INFORMÁTICA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM INFORMÁTICA Sistema de Ensino-Aprendizagem da Língua de Sinais para TV Digital por Bianca Martins Trabalho Individual I TI-2007/1-4 Orientador: Prof. Dr. Paulo Roberto Gomes Luzzardi Co-Orientadora: Profª. Drª. Tatiana Aires Tavares Pelotas, novembro de 2007

2 AGRADECIMENTOS Agradeço a Deus, por me dar força, dia após dia ao longo desta caminhada. A minha família, em especial aos meus pais, pela força e colaboração nesta jornada. Ao meu esposo Gilberto, pela compreensão e carinho nos momentos de stress. Aos meus amigos e colegas do Senac, pelo apoio na realização deste trabalho, em especial ao meu diretor Eduardo Cassal, as pedagogas Maristela Kellermann e Giovana da Silva Simões. A todos os meus colegas de mestrado pelo apoio nos momentos difíceis. Aos Professores Dr. Paulo Roberto Gomes Luzzardi e Drª. Tatiana Aires Tavares e ao bolsista Cauane Blumenberg Silva pela amizade, compreensão, competência e empenho na orientação desta dissertação e pela confiança depositada em mim. E por fim, a todas as pessoas de forma direta ou indireta, que contribuíram para a realização deste trabalho.

3 SUMÁRIO LISTA DE FIGURAS...4 LISTA DE ABREVIATURAS E SIGLAS...5 RESUMO...6 ABSTRACT Introdução Motivação Contexto e Histórico Objetivos Organização do Texto TV Digital Set-Top Boxes TV Digital no Mundo TV Digital no Brasil Tecnologias Linguagem Java TV Java TV Emuladores Xlets XletView Língua de Sinais LIBRAS Sistemas Existente Sistema de Ensino-Aprendizagem da Língua de Sinais para TV Digital Proposta Andamento do projeto Trabalhos Futuros Considerações Finais Referências Bibliográficas...33

4 LISTA DE FIGURAS Figura 1: Conversão do Sinal Analógico em Digital Figura 2: Padrões de TV Digital no Mundo Figura 3: Interatividade Figura 4: Conversão de Sinal Figura 5: Recepção de Sinal Figura 6: Camadas de Aplicação JAVA Figura 7: Estados possíveis de uma Xlet Figura 8: Tela do emulador XleTView Figura 9: Exemplo sistema emulado no XletView Figura 10: Exemplo sistema com legenda emulado no XletView Figura 11: Tela de pesquisa por ordem alfabética Figura 12: Tela de pesquisa por assunto Figura 13: Tela de pesquisa por sinal em LIBRAS Figura 14: Tela de pesquisa feita por sistema de busca Figura 15: Exemplo de um programa apresentado na TV Digital Figura 16: Exemplo de um programa apresentado na TV Digital Figura 17: Exemplo de programas apresentados simultaneamente na TV Digital Figura 18: Exemplo de programas apresentados simultaneamente na TV Digital Figura 19: Exemplo de programas apresentados simultaneamente na TV Digital... 32

5 LISTA DE ABREVIATURAS STB DVB ATSC ISDB SDTV HDTV API VM RTOS HAVI DAVIC INES ASL FNDE TV TVDI SBTVD Set-top-box Digital Video Broadcasting Advanced Television System Comitee Integrated Services Digital Broadcasting Standard Definition Television High- Definition Television Application Programming Interface Virtual Machine Real Time Operating System Home Audio-Video interoperability Digital Audio-Video Council Instituto Nacional de Educação de Surdos Língua Americana de Sinais Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação Televisão TV Digital e Interativa Sistema Brasileiro de TV Digital

6 RESUMO A Visualização da Informações é uma área que procura através de representações gráficas visuais, transmitir informações que permitam a melhor compreensão de um grande volume de dados, que normalmente estão em forma textual. A utilização de ferramentas de visualização de informações voltados para TV Digital torna possível aos telespectadores, compreender de forma interativa, consultar e aprender sobre a escrita na língua de sinais - LIBRAS, ou seja, identificando os símbolos e sinais da linguagem presentes no Sistema. O trabalho a ser realizado tem como principal finalidade, tornar mais fácil ao usuário aprender, compreender, interpretar e manipular grandes conjuntos de dados que serão exibidos via TV Digital. Dentro deste contexto, será desenvolvido um sistema de ensino-aprendizagem da língua de sinais para TV Digital baseado em um estudo já realizado de um Editor da Linguagem de Sinais para PDA's (criado no projeto de pesquisa VisInfo Visualização de Informações) voltado para TV Digital. Para isso, será estudada a viabilidade da implementação de algumas técnicas de visualização de informações para uso em dispositivos digitais, através da linguagem Java TV. O trabalho será concluído com a realização de testes e validação do protótipo, apresentando conclusões e indicações de trabalhos futuros.

7 ABSTRACT A Preview of information is an area that demand through visual graphics, transmit information to a better understanding of a large volume of data, which normally are in textual form. The use of tools for Information Display System for Digital makes it possible for people to understand so interactive, see and learn about the writing in the language of signals - Pounds, or identifying the signs and symbols of the language present in the system. The work being done has as main purpose to make easier the user to understand, interpret and manipulate large data sets. Within this context, will be developed a system of teaching-learning of the language of signals based on a study already done the Editor of the language of signals for PDA's (created in the project to search VisInfo) returned to Digital TV. For this we have studied the feasibility of the implementation of some techniques for visualization of information for use in digital devices, through the Java language TV. The work will be completed with the completion of testing and validation of the prototype, presenting findings and indications of future work.

8 8 1. Introdução A Visualização de Informações é uma área que procura através de representações gráficas visuais e mecanismos interativos, presentes em sistemas e técnicas de visualização de informações, transmitir informações que permitam a melhor compreensão de um grande volume de dados. Dentro deste contexto, será desenvolvido uma versão do Editor da Língua de Sinais para PDA s [29] (criado no projeto de pesquisa VisInfo/GCG/UCPel e tendo por objetivo auxiliar no desenvolvimento da infra-estrutura básica para viabilizar a aplicação das técnicas de processamento de linguagens naturais, que vem sendo desenvolvidas, pelas áreas da Inteligência Artificial e da Lingüística Computacional, às línguas de sinais utilizadas pelos surdos. Este editor utilizou a Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS)) voltado a TV Digital. Para tanto, é necessário desenvolver uma aplicação para TV Digital e Interativa que além de utilizar a Língua de Sinais como forma alternativa de apresentação do conteúdo auxilie no seu aprendizado, ensinando ao telespectador as premissas da Língua de Sinais. Desta forma, será possível aos surdos, principiantes na escrita da linguagem de sinais, aprender de forma interativa a escrita da Língua de Sinais (LIBRAS), ou seja, identificando os símbolos e sinais da linguagem presentes nos programas.

9 1.1. Motivação Duas grandes motivações foram centrais no desenvolvimento deste trabalho: a perspectiva de criar um sistema capaz de ajudar pessoas surdas a aprenderem de forma interativa, a língua de sinais LIBRAS; prover uma proposta que permita, de forma real, o avanço tecnológico das áreas de telecomunicações e sistemas digitais Contexto e Histórico Atualmente, vários benefícios foram obtidos através da difusão de novas tecnologias tanto de hardware como de software. A mobilidade, tanto de equipamento como de código, velocidade e comodidade podem ser consideradas exemplos deste avanço tecnológico. Porém, esses benefícios têm seu custo. Na maioria das vezes, as pessoas são obrigadas a mudar de hábitos e métodos, a fim de se adaptarem as facilidades computacionais, que são incorporadas aos ambientes a fim de auxiliar as atividades humanas, mudando minimamente a forma como tais atividades são realizadas. Na visão de alguns cientistas, tais como Weiser [24], em um futuro bem próximo, haveria a proliferação de dispositivos computacionais ubíquos de diversos tamanhos: pequenos e pessoais (inchscale), de médio porte (foot-scale) e grandes e de uso coletivo (yard-scale). De fato, isso acabou acontecendo: dispositivos pessoais de pequeno e médio porte tais como PDAs, tablets digitais e laptops tornaram-se comuns no final da década de 90. Da mesma forma, dispositivos maiores, tais como lousas eletrônicas (quadro branco munido de um sensor digital conectado a um projetor de imagens e a um computador. Onde é possível realizar todas as atividades, como se fosse no próprio computador, direto no quadro, e através de uma caneta digital, como se fosse o mouse, é possível interagir com programas), passaram a fazer parte de ambientes de uso comum, tais como salas de reuniões, salas de aula e laboratórios. Um outro aspecto importante, colocado por Weiser [24], e que também se confirmou é dado pelas novas aplicações computacionais que surgiram para explorar o uso desses novos dispositivos. Á medida que ambientes tornam-se uma realidade e a computação passa a fazer parte da vida das pessoas, uma nova questão torna-se relevante que é a dimensão temporal das interações humanas.

10 Para tanto, se faz necessário disponibilizar produtos e serviços, seja através do computador ou da TV Digital, vinte quatro horas por dia, sete dias por semana, de forma a facilitar o acesso de pessoas a atividades computacionais (tais como: cursos, bate-papo, compras) informais. Os últimos cinqüenta anos da computação, nas eras do mainframe e do computador pessoal, foi caracterizado pelo compartilhamento de muitas pessoas num único e raro recurso computacional. Na era da computação pessoal, essa relação muda para um computador para cada pessoa. A Internet foi a difusão da computação distribuída e representou uma fase de transição, agregando componentes das eras do mainframe e da computação pessoal através do uso massivo do modelo cliente-servidor, em que os computadores pessoais são os clientes Web e os mainframes, os servidores Web. Essa transição conduz a uma terceira era: a da Computação Televisiva, com várias pessoas acessando um único sistema e futuramente interagindo com os programas. Esses computadores, em forma de TV, serão acessíveis a todos e, principalmente, todos estarão interligados à Internet, formando assim, uma gigantesca rede e possibilitando as mais diversas formas de utilização dos recursos disponíveis na rede.

11 1.3. Objetivos O principal objetivo, deste projeto de pesquisa, é a criação de uma aplicação para TV Digital e Interativa que auxilie o telespectador no aprendizado da Língua de Sinais de forma descontraída e acessível, ou seja, será gerado um conteúdo para TV Digital que proporcione aos telespectadores surdos, uma forma alternativa de aprendizado de LIBRAS. Fazendo assim, com que ela seja capaz de utilizá-la como forma de comunicação. Objetivos Específicos 1. Aprofundar os conhecimentos na área de visualização de informações, TV Digital e da linguagem de programação Java TV, compreendendo as principais técnicas e ferramentas utilizadas atualmente; 2. Aprofundar os conhecimentos da Língua de Sinais e suas principais vantagens e dificuldades; 3. Estudar a viabilidade de implementação das técnicas de visualização de informações para geração de representações visuais em dispositivos digitais; 4. Investigar os modelos e processos para o desenvolvimento de aplicativos e conteúdo digital multimídia através de algumas técnicas de visualização de informações. Metodologia Estudo das principais Técnicas de Visualização de Informações aplicáveis à TV Digital; Estudo da língua de sinais LIBRAS; Estudo do contexto de aplicações dos serviços interativos em TV Digital e Interativa; Estudo da tecnologia Java TV; Estudo da tecnologia Xlet; Realizar testes-piloto através da implementação de um sistema de ensinoaprendizagem da língua de sinais para TV Digital utilizando a linguagem Java TV; Testes e validação utilizando o emulador XletView; Implantação do Sistema; Escrita da monografia e artigos nacionais e internacionais; Apresentação de seminários sobre o andamento e sobre os resultados alcançados.

12 1.4. Organização do Texto O texto está organizado da seguinte forma: No capítulo 2, é abordado o tema TV Digital, seu crescimento no Brasil e no Mundo, os tipos de sistemas existentes, as tecnologias utilizadas para o seu funcionamento, as expectativas para a sua implantação entre outros assuntos referente a este tema; O capítulo 3, trás informações sobre a tecnologia Java e a API Java TV; No capítulo 4, é abordado o tipo de emulador utilizado neste projeto XletView; O capítulo 5, trás informações sobre o tipo de comunicação através da Língua de Sinais; No capítulo 6, é apresentada a proposta de sistema para TV Digital; No capítulo 7, são discutidas propostas de trabalhos futuros; E no capítulo 8, são apresentadas as considerações finais.

13 2. TV Digital Atualmente, no Brasil, aproximadamente, 90% das residências possuem televisão [2][8]. Este com certeza é o meio de comunicação mais utilizado pela população e por isso há uma grande expectativa pela implantação do novo sistema de transmissão. A implantação da TV Digital ainda passará por um período de transição, este período deve durar mais alguns anos e durante este período as emissoras transmitirão simultaneamente dois canais, sendo um analógico e o outro digital. Com a introdução da tecnologia digital, o usuário poderá optar por uma das seguintes situações: Continuar recebendo o sinal da TV aberta da forma atual, utilizando a TV analógica; Adquirir um conversor (set-top-box) que permitirá receber o sinal digital e convertê-lo para um formato de vídeo e áudio disponível em seu receptor de TV; Adquirir uma TV nova que já incorpore o conversor. No sistema digital de TV, a emissora será responsável pelas aplicações interativas, tendo a responsabilidade de criar programas hipermídia/multimídia. O fluxo de vídeo é transmitido para a casa do telespectador pela emissora e o conversor (Set- Top-Box) será responsável pela decodificação do sinal digital para analógico. Conforme mostra a imagem abaixo:

14 Figura 11: Conversão do Sinal Analógico em Digital Este processo já vem ocorrendo em vários países do mundo. No Reino Unido, por exemplo, o processo iniciou-se em 1998 e 65,9% das residências já tinham acesso à TV Digital em setembro de Nos Estados Unidos o início foi em 2002 e no Japão em 2003 [8]. Som e imagem de melhor qualidade são alguns dos benefícios da TV Digital além da alta definição ADTV que poderá passar de 400 x 400 pixels para até 1920 x1080 pixels, mais canais na mesma faixa de freqüência de um canal analógico, onde tinha-se a recepção de um canal analógico poderá se ter até quatro canais digitais, sem falar na interatividade que talvez seja um dos recursos mais esperados. Com a interatividade da TV Digital o telespectador poderá acessar a internet realizando tudo que hoje é feito através do computador como, por exemplo, batepapo, fazer compras, fazer pagamentos, acessar a sua conta bancária, além de interagir com a programação, pausar programas (replay). Para que seja possível a realização de algumas dessas opções será necessário haver um canal de retorno. Existem padrões de TV Digital diferentes para determinadas regiões no mundo. Acredita-se que o sucesso da implantação da TV Digital depende em grande parte da disponibilidade de conversores (set-top-box) com preço baixo, acessíveis para a população, o que só é possível com grandes escalas de produção. Esta é uma das justificativas para se adotar um padrão único de TV Digital para o Brasil.

15 2.1. Set-Top Boxes É um equipamento externo, o qual viabiliza que um televisor convencional possa apresentar programas de televisão emitidos com tecnologia digital. Hoje em dia esses equipamentos já podem ser encontrados e comercializados em alguns países. Os componentes, físicos que constituem um set-to-box são: a) placa do sistema; b) sintonizador; c) modulador/demodulador; d) demultiplexador; e) decodificador; f) processador gráfico; g) unidade central de processamento, memória; h) disco e i) interfaces físicas. Ainda pode-se classificar os set-top-boxes em três categorias distintas: Broadcast TV, Enhanced TV e Advanced Services. Os set-top-boxes para difusão de TV (broadcast TV) são utilizados para os serviços tradicionais de TV, adicionado de um sistema payperview e instrumentos muito básicos de navegação. Estes set-top-boxes não apresentam canal de retomo. No entanto, permitem a recepção de dados em formato digital. Também dispõem de uma quantidade limitada de memória, poucas portas de interface e uma capacidade de processamento limitada. No entanto, têm sido projetadas de forma a suportar alguns sistemas avançados, tais como o serviço de mensagens e o near-video-on-demand. O diferencial dos set-top-boxes da categoria Enhanced TV é incluir um canal de retorno. Os Enhanced set-top-boxes suportam comércio eletrônico, vídeo sob demanda e um navegador para a Internet. A presença do canal de retorno possibilita comunicações por e por chats. Esses set-top-boxes têm uma capacidade de processamento e uma capacidade de memória dupla em relação aos set-top-boxes Broadcast TV. Os set-top-boxes de serviços avançados apresentam uma velocidade de processamento superior aos Broadcast TV. As capacidades melhoradas deste tipo de conversor em conjugação com o canal de retorno de elevada velocidade permitem que este tipo de set-top-box tenham acesso a uma variedade de serviços de Internet e interatividade. Este set-top-box pode vir com um disco rígido incorporado [23] TV Digital no Mundo Nos três principais mercados configurados até o momento existem alguns padrões de sistemas de Televisão Digital Terrestre como pode-se ver a seguir: DVB (Digital Video Broadcasting) - Padrão Europeu - Prioriza o conteúdo, mas não possui mobilidade; ATSC (Advanced Television System Comitee) - Padrão Americano - Prioriza a qualidade de som e imagem e também não possui mobilidade;

16 ISDB (Integrated Services Digital Broadcasting) - Padrão Japonês - Prioriza a mobilidade além de possuir interatividade e multiprogramação. De acordo com informações levantadas, às dimensões dos mercados existentes são: o padrão ATSC-T que abrange os Estados Unidos, o Canadá e a Coréia do Sul possuem atualmente 125 milhões de residências e 267 milhões de televisores com o sinal digital. Já os países da União Européia, Austrália, Nova Zelândia, Cingapura e Índia, que possui o padrão DVB-T contam com 205 milhões de lares e 270 milhões de TVs espalhadas pelos países. No Japão, onde o sistema implantado é o SDB-T, a TV Digital já esta acessível em 45 milhões de casas e em 100 milhões de TVs espalhadas por todo o país [4]. No Japão, a TV Digital foi implantada nas principais capitais, cerca de 47, em dezembro de 2006, três anos após o seu lançamento. Possibilitando cerca de 84% dos domicílios a receberem o sinal digital de TV em Para que isso seja possível, existem atualmente neste país 100 milhões de TV, elas terão de ser substituídas ou disporem de conversores até 2011 quando a TV Analógica será desativada. Até dezembro de 2006 já haviam sido vendidos 17,3 milhões de receptores de TV digital terrestre só no Japão[4]. A TV Digital está sendo implantada em todo o mundo de acordo com o padrão escolhido por cada região, veja a figura abaixo: 2Figura 2: Padrões de TV Digital no Mundo

17 2.3. TV Digital no Brasil O modelo adotado no Brasil é o ISDTV, baseado nos moldes do sistema Japonês, mas somente a parte de modulação, por ser considerado o sistema mais completo, pois permite a transmissão em alta definição, tem mobilidade, portabilidade e também interatividade [8]. A interatividade é um dos recursos mais esperados pelos telespectadores, pois através dele é que será possível interagir com a programação, realizando ações como: pausar programas, repetir cenas, aproximar a imagem além de, se tiver canal de retorno, fazer comprar, pagar ou consultar suas contas, bater-papo... Figura 33: Interatividade Antes de chegar à casa do telespectador é emitido o sinal analógico e somente após a sua conversão para sinal digital é que será feita a transmissão que poderá ser terrestre, por satélite ou digital.

18 Figura 44: Conversão de Sinal Somente após a transmissão do sinal digital é que será possível a recepção deste sinal na casa do telespectador. Se a TV já for apropriada, com sistema HDTV, para a recepção de um sinal digital, o telespectador não precisará se preocupar com mais nada, pois, já estará recebendo todas as vantagens de um sistema digital, som e imagem com toda a qualidade que esta tecnologia proporcionará, além de todos os recursos de interatividade já citados anteriormente. Mas se a TV ainda não estiver pronta para a recepção deste sinal será necessária à utilização de um conversor que receberá o sinal digital e o transformará em analógico. Este receptor é o Set-Top-Box. Figura 55: Recepção de Sinal

19 No dia 02 de dezembro de 2007, foi oficialmente inaugurada a TV Digital no Brasil. Começando por São Paulo, o sistema digital de telecomunicações deverá ser implantado primeiramente nas capitais de todo o país. A TV digital chega a São Paulo sem um dos seus principais atrativos: a interatividade. Também não foram definidos os padrões do middleware e o sistema operacional. A tendência é que a indústria lance, até o final do ano, apenas um conversor simples. As emissoras de TV também tiveram que realizar mudanças para o início das transmissões digitais, além de passarem a transmitir também em UHF essa é a freqüência do sinal digital, a nova tecnologia exigiu transformações na maneira como as emissoras produzem e filmam seus programas. Com a alta definição da TV digital, por exemplo, detalhes que antes passavam despercebidos para o público ficarão visíveis. Serão necessários investimentos pesados em equipamentos, figurino, cenários e, provavelmente, as empresas com mais recursos migrarão primeiro. Esta mudança, da transmissão analógica para digital, tem um prazo de até dez anos para acontecer, portanto até 2017, as emissoras serão obrigadas a transmitirem o sinal analógico.

20 3. Tecnologias 3.1. Linguagem Java TV Java TV O JavaTV é uma interface de programação de aplicação ou uma API (Aplication Programming Interface). É uma extensão da linguagem Java da Sun que tem por objetivo facilitar o trabalho dos desenvolvedores de aplicações de Televisão Interativa para set-top-boxes. A API Java TV torna possível a criação de aplicações interativas independente da tecnologia utilizada nos protocolos de transmissão, do sistema operacional dos set-top-boxes e da camada de hardware das redes de difusão [21]. O ambiente de software em um set-top-box com a tecnologia Java TV consiste basicamente de um ambiente de aplicações Java, a API Java TV e outras APIs, e suas aplicações, além de um sistema operacional de tempo real (RTOS Real Time Operating System) [7][9][21]. A camada de aplicação utiliza a API Java TV e os pacotes Java da camada imediatamente abaixo, a Java Technology Layer. Todas as aplicações em Java são executadas sobre a máquina virtual Java (VM Virtual Machine) [10][21]. Figura 66: Camadas de Aplicação JAVA

21 Essa arquitetura é que torna possível ao programador abstrair-se dos detalhes de hardware e protocolos de comunicação dos set-top-boxes [21] Emuladores Xlets O conceito de Xlet foi introduzido pela Sun através da API JavaTV e foi adotado por vários padrões de middleware, como o padrão aberto europeu MHP e americano DASE. Uma Xlet em um ambiente de televisão interativa equivale a um applet Java em um browser para PC [21]. Assim como o applet, que é carregado pelo browser através da Internet quando o usuário acessa determinado endereço, o Xlet é difundido em uma seqüência de transporte MPEG-2 e carregado pelo set-top-box quando o telespectador seleciona determinado serviço (ou canal) [12]. Assim como uma applet, uma Xlet possui uma interface que permite que uma fonte externa, no caso o gerenciador de aplicação do set-top-box, inicie-a, pare-a, ou a controle de várias outras formas. A maior diferença entre uma applet e uma Xlet é que a segunda pode também ser paralisada e depois ter sua execução continuada. Essa diferença em relação a uma applet se deve ao fato de que, em um ambiente de televisão interativa, várias Xlets podem estar sendo executadas simultaneamente, e diferentemente de um PC, um set-top-box possui recursos de hardware muito mais escassos. Como em uma televisão digital, provavelmente apenas uma Xlet estará visível em determinado instante, dessa forma, paralisando uma Xlet que se torna invisível, poupa-se valiosos recursos de hardware, tornando possível a execução e exibição de outras aplicações. Posteriormente, a Xlet paralisada pode retornar a execução [21]. Quando o telespectador escolhe iniciar determinado serviço que contém a Xlet, ou quando outra aplicação determina que a mesma deve ser iniciada automaticamente, o gerenciador de aplicação invoca o método de inicialização da Xlet, passando, para a mesma, um objeto contendo o contexto no qual ela se encontra. A Xlet usa esse objeto para sua inicialização e para pré-carregar todos os recursos (como imagens, por exemplo) da seqüência de transporte da qual fará uso. Após isso, a Xlet entra no estado paralisada, no qual está pronta para ser iniciada imediatamente [21]. Quando a Xlet retornar do método de inicialização, o gerenciador de aplicação chama outro método para iniciar a mesma. A Xlet passa então ao estado iniciada, no qual estará apta para interagir com o telespectador. Nesse ponto, o gerenciador de aplicação pode determinar que a Xlet deve ser paralisada, retornando ao estado anterior. Em qualquer ponto desse pode voltar a ser executada novamente retornando ao estado iniciada. Em qualquer um dos estados que a Xlet se encontra, o gerenciador pode

22 também escolher destruí-la, liberando assim todos os recursos que a mesma ocupa. Uma vez destruída, a mesma instancia da Xlet não pode voltar a nenhum dos estados já citados [12][21]. Figura 77: Estados possíveis de uma Xlet XletView É um emulador que pode ser usado para executar Xlets em um PC. Possui o código aberto sob a licença GPL, e além de uma implementação de referência da API JavaTV, traz consigo implementações de outras APIs especificadas no padrão MHP, como a Havi (Home Audio-Video interoperability), DAVIC (Digital Audio-Video Council) e implementações especificadas pela própria DVB, além das bibliotecas do PersonalJava que o mesmo padrão faz uso [21]. Como é programado totalmente em Java, pode ser executado tanto em uma plataforma Linux ou Windows, bastando para isso utilizar o Java 2 Standard Development Kit para compilar Xlets e executar o XleTView [21][22]. Figura 88: Tela do emulador XleTView

23 Figura 99: Exemplo sistema emulado no XletView Figura 1010: Exemplo sistema com legenda emulado no XletView

24 4. Língua de Sinais Durante séculos, pessoas surdas, comunicavam-se entre si através de sinais. Conforme o número de pessoas surdas foi crescendo, também cresceu a necessidade da padronização destes símbolos a fim de auxiliar não só os surdos, mas também pessoas não-surdas. Assim foi desenvolvendo-se um vocabulário e gramática ricos e independente de qualquer outra linguagem LIBRAS Existem dialetos diferentes de sinais para comunidades específicas de surdos. Entretanto não há correlação entre a linguagem falada com a língua de sinais. Os surdos que utilizam a língua de sinais não se comunicam através de palavras, mas sim de expressões e gestos. A maioria dos usuários da língua de sinais acha difícil aprendê-la nos livros. Pois a imagem estática do material impresso não consegue traduzir o movimento, muitas vezes exigido, para representar uma expressão [26]. Talvez este seja um dos motivos da dificuldade da inclusão social dos surdos. Não é um problema de comunicação por parte deles, mas sim pela dificuldade que pessoas não-surdas tem em aprender este tipo de linguagem Sistemas Existente A idéia do projeto Sistema de Ensino-aprendizagem da Língua de Sinais para TV Digital baseou-se em um sistema criado pelo Governo Federal chamado Dicionário Digital da Língua Brasileira de Sinais. A concepção deste projeto teve inicio em agosto de 1997, por pesquisadores do INES que observando a utilização da internet pelos alunos surdos do INES (projeto - "O Surdo e o Mundo"), concluíram que a defasagem lingüística limitava, em muito, o acesso desses alunos a interatividade disponibilizada pela internet, principalmente na troca de informações. E que de fato, no outro lado da rede, o internauta anônimo se deparava com uma barreira lingüística impenetrável, visto a dificuldade de comunicação por/com os usuários surdos, inviabilizando e desestimulando seu fluxo. O motivo principal era o desconhecimento das duas línguas, pelos ouvintes e pelos surdos [3].

25 Com vocabulário restrito a conversa não se desenvolvia. A despeito dos cursos de LIBRAS, faltava instrumental adequado que mostrasse o movimento do sinal em LIBRAS e o seu significado na língua portuguesa (LIBRAS é uma língua gestual) [3]. Então durante os dois anos de desenvolvimento do projeto, no Centro de Referência Virtual para o INES (1998/1999), a idéia de desenvolver um vocabulário português x LIBRAS acessível via internet (a idéia inicial era utilizar desenhos) se tornou realidade quando foi descoberto que no Canadá, no site (hoje estavam iniciando uma experiência em disponibilizar os sinais, da ASL Língua Americana de Sinais correspondentes a palavras, através de GIFS animados (fotos animadas). Tendo como base nessa experiência, desenvolveu-se com os recursos do projeto Centro de Referência (parte II), um sistema integrado com a internet que disponibilizava sinais filmados, utilizando uma tecnologia mais avançada (tecnologia AVI com recursos de compressão digital), permitindo que o sinal pudesse ser visto em sua totalidade. Essa experiência pioneira no Brasil foi chamada de Vocabulário Digital de LIBRAS (1999). O vocabulário piloto, acessível através do site do Instituto - foi composto por um conjunto de sinais (cerca de sinais), em forma de vídeos digitais, correspondendo palavras em português, cadastrados em banco de dados integrado com a internet [3]. Nos três primeiros meses de sua publicação na internet o vocabulário teve cerca de acessos (se consideramos que cada pessoa só consultou uma só palavra x sinal), provocando uma enorme expectativa por parte dos alunos, pais e professores e da comunidade surda para a sua ampliação, isto é, para inclusão de novos sinais, representando outras palavras, sinônimos regionais, verbos, pronomes, etc [3]. Essa demanda reprimida gerou a necessidade de não só de ampliar o vocabulário, mas de estruturá-lo em forma de um dicionário Português x LIBRAS, organizado metodologicamente por especialistas surdos, filólogos e lingüistas, entre outros, para servir como uma nova fonte de consulta mais rica para o surdo, alunos surdos, pais e professores de surdos, especialistas e para a comunidade em geral, tendo como base a experiência acumulada no desenvolvimento do vocabulário digital e apoiada na estrutura montada pelo Centro de Referência do Instituto Nacional de Educação de Surdos INES [3]. Foi então que, em maio de 2000, foi enviado ao Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE MEC), com o apoio e interesse especial da

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