COMPUTERWORLD. Green Computing. Julho COMPUTERWORLD. Julho 2011

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "COMPUTERWORLD. Green Computing. Julho 2011 - COMPUTERWORLD. Julho 2011"

Transcrição

1 COMPUTERWORLD Julho 2011 Green Computing A adopção de estratégias de green computing parece ser hoje uma preocupação das empresas portuguesas. Na maior parte das situações, o objectivo principal das organizações nem é a sustentabilidade ambiental. Mas face à necessidade de reduzir custos numa conjuntura económica pouco favorável, as decisões para a sustentabilidade financeira servem bem o ambiente. A cloud computing é uma das soluções mais faladas. Contudo, apresentada como elemento capaz de facilitar bastante a adesão a práticas de computação mais ecológica, também merece reparos por parte da Greenpeace: o problema é a forma, mais ou menos sustentável, como se obtém a energia necessária para alimentar os centros de dados. A gestão da green computing começa a exigir pelo menos um responsável dentro das empresas em vez de mais tecnologia, na visão de alguns agentes de mercado. Ao mesmo tempo, emergem bons exemplos de casos reais como no retalho. E muitas vezes, em dispositivos aparentemente inocentes, como as UPS, escondem-se poupanças revigorantes para organizações financeiramente anémicas. Apesar de tudo, por muito que a evolução da eficiência de tecnologias e processos avance, a formação das pessoas continuará a ser o impulsionador mais sustentável das boas práticas verdes. Julho COMPUTERWORLD

2 2 Comunicações Green Computing Unificadas Conter custos é pretexto para investir Conseguir estancar custos de exploração confirma-se como a principal razão para as empresas portuguesas adoptarem estratégias de cloud computing, considerando as opiniões de vários responsáveis do sector das TI. Os graus de adopção de estratégias de green computing nas empresas portuguesas são variados, de acordo com a percepção do sector das TI. Mas confirma-se que, quando o fazem, têm como principal objectivo a redução de custos num cenário onde manda a contenção de investimentos. Até na administração pública este factor deverá impulsionar a mudança para o green computing, defende Susana Saraiva, da Novabase, nem que seja como efeito colateral. A mesma conjuntura, apesar de promover uma maior sensibilidade indirecta, pode no entanto ter efeitos demasiado agudos. E as oportunidades de investimento não conseguem ter suporte (ver caixa). Mesmo assim, o CEO da Claranet, António Miguel Ferreira, considera que o green computing passou a fase de moda. Tanto clientes como fornecedores parecem estar mais conscientes. Um factor com forte contributo para essa tendência terá sido o aumento significativo dos custos energéticos ao longo dos últimos anos. Na opinião de José Calado, da Unisys, as empresas portuguesas apresentam alguma maturidade nas áreas do green computing. E, segundo Susana Saraiva, da Novabase, não há nenhum sector a desprezar o investimento neste domínio. O que os diferencia é a velocidade de adopção e a forma mais ou menos estruturada de abordagem ao problema, refere. As principais críticas surgem quando a evolução se inverte e os custos sobem, especialmente quando as organizações perdem o controlo sobre a virtualização. Apesar disso, fica a ideia do green computing estar a ser adoptado de forma bastante transversal independentemente do seu sector de actividade, segundo Susana Soares, da Fujitsu. Muito embora, COMPUTERWORLD - Julho 2011 como lembra José Vieira, da Alcatel-Lucent, as empresas com custos de CAPEX e OPEX elevados em equipamentos de comunicações são as que mais se preocupam com a eficiência energética dos seus equipamentos. Opiniões diferentes têm Daniel Cruz, director-geral da NetApp, e Nuno Matias, CEO da Amen. O primeiro considera que as empresas portuguesas estão a dar os primeiros passos em termos de consciencialização para este tema principalmente aquelas com maiores custos de TI, como as telecomunicações, utilities e banca. Para Nuno Matias, nos serviços de centros de dados de dimensão relevante em Portugal, ainda não podemos falar de energias e funcionamentos Pressão da economia pode ser arrasadora Se o green computing não fazia parte do top5 da lista de preocupações/requisitos da maioria das empresas portuguesas num passado recente, a situação tende agora a agravar-se, considera Luís Diniz Santos, da IBM. Isto porque o contexto de retracção do mercado ao investimento leva ao envelhecimento do parque informático. Simultaneamente, estagnam as soluções implantadas sobre estas infra-estruturas, cujos consumos não são melhorados. Apesar disso, o executivo reconhece que os contextos de dificuldade e de retracção trazem grandes oportunidades para as empresas ganharem vantagens competitivas. perfeitamente alinhados com os mais elevados padrões ecológicos. Admite que a realidade tende a mudar, até porque os novos projectos já referem pelo menos critérios de racionamento energético e políticas ambientais alinhadas. Carla Guia faz um resumo bastante abrangente da situação. Para a responsável da Capgemini, a redução de custos torna-se imperativa e consome a atenção dos gestores. Neste contexto, os gestores tomam determinadas decisões que, apesar de não terem como objectivo o green computing, são medidas em conformidade com o green computing. Virtualização de dois bicos Actualmente, é rara a empresa que não tenha iniciado processos de virtualização dos seus servidores e/ou substituição dos [ecrãs] CRT por LCD ou LED considera ainda Carla Guia. Segundo José Calado, os esforços de green computing relacionam-se fortemente com a consolidação e virtualização de servidores. Ainda que em menor grau, também estão ligados à optimização e gestão dos novos centros de dados. Sílvia Saraiva concorda com a importância da virtualização, a medida ou prática mais implementada. Contudo, faz uma ressalva de que a questão é se a virtualização é acompanhada de consolidação - desligando sistemas - e de ferramentas e procedimentos efectivos para a gestão daquilo que foi virtualizado. Para Sílvia Saraiva, este aspecto assume grande importância porque, quando é desprezado, existe uma forte probabilidade de a emenda ser pior que o problema. Outra área actualmente com alguma evolução é a da gestão mais eficiente do posto de trabalho, lembra José Calado. Isto acontece tanto pela adopção de políticas energéticas capazes de permitirem uma utilização mais racional dos equipamentos, como pela utilização de clientes (thin clients) com pouco requisitos de consumo energético em soluções de virtualização do desktop, vulgo Virtual Desktop Infrastructure (VDI), explica. Na base desta tendência, segundo ele, está o suporte dado por tecnologias capazes de oferecerem controlo fino das configurações energéticas, monitorização e análise dos padrões de consumo energético. Em fase inicial no tecido empresarial português, de acordo com José Calado, estão práticas como a gestão do ciclo de vida dos equipamentos, a optimização dos procedimentos de operação, o teletrabalho, o recurso à utilização de energias alternativas e a gestão do espaço físico.

3 Green Computing 3 Não precisa de imprimir este texto para o ler Contrate gestores em vez a Internet nem Amazon e a formas de poder crescer, uma delas é Fnac não facturava o que M&P: Noutros mercados a RD tem lançado títulos em segmentos sair da minha concha. Há um mercado factura de hoje. Receber comprar uma tecnologia nos quais o que domino muito bem, que é a venda carta das Selecções era um grupo tem know-how. Esse tipo de estratégia está a ser pensada para o mer- alargar o lote de produtos que podemos por correspondência. Estamos a tentar evento e tinha uma taxa de resposta brutal. Hoje não estamos Para nessa maximizar realidade. a Aobtenção FL: O mercado de valor português para em as termos empresas, se fossem a Forrester cum teste recomenda e vendemos vitacado ibérico? vender, já hoje vendo vitaminas, como concorrência que estas é duríssima, invistam os num publicitários gestor é de um green décimo, mais computing, coisa minas. em vez Nos de catálogos comprarem já vendemos nossos mais livros tecnologia têm dscondo e procurarem menos coisa, melhorar do Espanhol. processos. É um mer- jóias. Os fabricantes de equipamento de impressão confirmam uma maior consciencialização das empresas portuguesas para as preocupações ambientais. As organizações portuguesas estão mais sensíveis à necessidade de adoptarem boas práticas de preservação ambiental no campo da impressão. A opinião generalizada é de fabricantes como a HP, Lexmark, Oki e Xerox. Para alguns, isso até é factor de negócio. Nélson Bravo, da Lexmark, considera que o nível de consciencialização já atinge algumas empresas nos seus processos e modelos de negócio. Mas, para a maioria, a evolução ainda será longa. Mesmo existindo hardware capaz de reduzir o consumo energético e de recursos, geralmente não existe entre os colaboradores uma atitude ambiental consciente, lamenta. Para isso acontecer defende a necessidade de se adoptarem gestos tão simples e ao mesmo tempo tão eficazes como apagar as luzes das salas quando estas ficam vazias no final do dia, porque só depois se poderá passar para a reorganização criativa de processos e de recursos, sustenta. No entanto, segundo Sandra Andrade, da Xerox, já não é uma opção extra para o sucesso de qualquer negócio, é sim a forma de o realizar e adicionar valor ao próprio negócio. A responsável considera que as empresas já perceberam isso e concorda com a existência de um grau de consciencialização mais forte para o problema. Deixaram de ver a palavra verde associada aos negócios apenas como uma moda e assumem a conjugação como uma forma de fazer negócios e uma forma de estar no próprio mercado, explica a responsável da Xerox. É na Administração Pública e nas grandes empresas que Nélson Bravo aponta os maiores progressos, dado que os concursos públicos e cadernos de encargos das grandes empresas já incluem pedidos sobre o consumo energético dos equipamentos, capacidade de impressão em duplex e relatórios Energy Star que comprovem o seu impacto reduzido no meio ambiente, assinala. Para José Correia, da HP, a preocupação sobre a sustentabilidade ambiental, assim como os objectivos de redução de custos promovem apostas na área dos Managed Print Services. Exemplos são os negócios realizados com a Optimus e o Turismo de Portugal. No último projecto terão sido importantes as expectativas de poupança de 120 árvores ao ano (mediante a redução da utilização de papel em postos de turismo, escolas hoteleiras e casinos), salienta. que Embora foi uma das a maioria razões que (quase cado 70%) relativamente dos inquiridos pequeno serviços, e muitoalém do alinhamento entre processos e me participantes facilitou a decisão, no estudo entrei Online depois Survey de no ano declare ante-que portanto, estão a implantar não é caro pro- lançar revistas A experiência em mente de Sílvia na Saraiva, área editorial, da Novabase, portanto. diz- Forrester ocupado Global por grandes Green grupos IT pessoas. de media, M&P: Diversificar não é necessariariojectos terem saído de sustentabilidade, muitas Portugal apenas 25% o difícil disseram é rentabilizá-las. lhe que na maior FL: Não parte é das uma empresas inevitabilidade. que olham Ou ter em prática um plano abrangente Agora o meu dever green é analisar para oportunidades, ver o que faz sentido acumula lançar ou, esta dades função. de investimento Até porque na estes área temas edito- a green seja, computing, sim tenho o responsável de analisar oportuni- pelas TI M&P: computing As 'gorduras' para já as tinham Em sido consonância, cortadas. 44% consideram eventualmente, que na adquirir. sua Do tanto lado podem ser rial e impulsionados revistas em concreto, por uma depois postura não TI. FL: empresa Já, já. Houve não três há razões uma definição Espanha, clara o mercado da propriedade quais das iniciativas conseguimos de TI verdes e 57% recla- por razões de não eficiência posso apostar financeira, tudo aí. afirma. Posso cres- é muito de grande, maior consciência sei que posso ambiental cdes é que e social, vou investir, como pelas atingir mam este lidar ano já o breakeven, concorrentes. depois de dois ou três mentar o portfólio da RD ao mente nível hoje, de dumail, peso de mais anúncios difícil nos de ps suportar. países da E com demasiadas M&P: Mas há prioridades planos concretos O aspecto de au- financeiro cer o negócio tem em com Portugal, venda de especial- mais pro- anos A de Forrester perdas muito alerta duras que a falta imprensa? de coordenação para leva Luís Diniz Europa. Santos, da IBM Portugal, a considerar a criação e de mais um posto de trabalho em Portugal. uma computação A fundamental mais verde FL: produz Se as resultados oportunidades inconsistentes, claramente, o difíceis corte nade medir forem e boas, de replicar. sim. E ter No como com accionista essa função M&P: específica E isso está como a ajudar exagerada. a rejuvenes- surgirem foi, estrutura entanto, de custos, a consultora aconte-diceu gestor também das noutros TI verdes países, existe as de coisas. alguma Mais forma facilmente em matéria vêem umtem limitado FL: Estamos a formalização a ter resultados da de função vendas também um fundo que de o investimento papel do até Apesar facilita disso, cer entende o perfil que de audiência a ignorância da Selecções? sobre a mas 32% em Portugal das organizações, foi drástico. As Saíram razões para dezenas o crescimento de lhões incluem num novo o facto prodr de uns quantos estar presentes milhores as preocupações do que esperávamos, de green precisa- com- e continuará plano para a investiir crescer. uns quantos dentro mi- das direcções melhores de do que TI há nas uns quais tempos, devem me- pesal muitas e Espanha, vezes o ra departamento fa do lhões de num TI desempenhar novo produto do puting. que meio mente porque estamos a conseguir que um prostão papel não fundamental é a estrutura análise de custos, e relatórios que não para é o projecto de sustentabição diferente: novas a green formas computing de comunicação, está maiori- estão- na recolha milhão de dólares informação, de desvio de Daniel budget. Cruz, da chegar NetApp, a mais testemunha pessoas. A uma internet, evolu- as elevada, lidade. o problema Além disso, é que a aabrangência M&P: Dado da que TI verde têm de édiversificar tariamente as ao nos a cuidado permitir chegar dos a gestores novos clientes, das receita muito não mais é ampla. suficiente fontes de receita, parece quase empresas. uma A clientes razão principal diferentes, é o facto mas que, de os felizmente, apercebido não são assim do peso tão dos diferentes. custos responsáveis se terem para, Não em se condições trata apenas normais, da questão inevitabilidade. aquisição do rentabilizar hardware essa mais eficiente para FL: Não o centro necessariamente. de dados. Tenho de gestão várias das Diferradicionais TI nas despesas compram. globais. Eles Além têm Também exige o aproveitamento de software e de disso, prevê como certo o grau de inevitabilidade Julho COMPUTERWORLD

4 4 Green Computing que o modo de governance evolua para a nomeação de pessoas dedicadas à função de gerir a computação cada vez mais verde. Apesar disso, não será a designação de alguém para a gestão do green computing que irá funcionar como catalisador para a sua implementação, alerta José Calado, da Unisys. A implantação da tendência do green computing nas empresas nacionais e internacionais não carece necessariamente de profissionais específicos, excluindo quando se trata de indústria de produção, defende o director-geral da Amen em Portugal, Nuno Matias. Na sua opinião, o conceito surge de forma global e como uma realidade normal dentro das empresas fornecedoras de serviços de TI. E será dessa forma que os administradores, gestores de marketing e comerciais vão adoptar os conceitos com a naturalidade de uma evolução tecnológica no sector. Para José Calado, o que as empresas realmente necessitam é de ganhar a consciência de que a adopção do green computing deve ser transversal a toda a empresa. Além disso, será importante o corpo organizacional assumir como certo o contributo da mesma na redução de custos e racionalização de investimentos já efectuados em tecnologia. De resto, assumindo a transversalidade da questão, o responsável da Unisys considera que as preocupações sobre a computação verde devem estar presentes na gestão do ciclo de vida dos equipamentos, na gestão energética e na optimização dos recursos de TI. No mesmo sentido das razões apontadas por Daniel Cruz, também José Vieira, da Alcatel, sustenta que actualmente a contenção e a redução dos custos de CAPEX e OPEX são uma preocupação de todas as empresas. Por isso, a preocupação por produtos energeticamente eficientes estende-se a toda a organização, emergindo como essencial para as administrações. Novos gestores podem gerar valor financeiro A Forrester acredita que os gestores das TI verdes podem gerar valor financeiro e ambiental ao determinarem a abrangência do projecto, desenvolverem novos programas, justificando e hierarquizando gastos, e relatarem os sucessos das suas actividades de sustentabilidade. Carla Guia, da Capgemini, defende ideias semelhantes. Considera vital as empresas nomearem um gestor para a green computing ou, pelo menos, um responsável. Tipicamente deveria ser o director de TI, uma vez que as principais áreas de optimização são o data center e os postos de trabalho. Estes últimos consolidam equipamentos e utilizam novas tecnologias, não esquecendo a reciclagem de equipamentos, consumíveis e educação dos colaboradores com novos hábitos, explica. O sucesso do gestor das TI verdes pode ser medido pelo custo de monitorização e redução do impacto ambiental, melhorias de produtividade e aumento de receita. Qualidades de um gestor A Forrester acha que este tipo de gestor deve estar sob a responsabilidade do administrador das infra-estrutura e operações porque a maioria das iniciativas de TI verde focam-se em centros de dados e de TIC distribuídos. Na visão da consultora, entre o leque de qualidades de um bom líder de TI verdes inclui-se o entusiasmo manifestado com a questão ou os conhecimentos para arranjar soluções de TI. Mas a sensibilidade com os desafios de negócio também é importante, assim como a capacidade de coordenar e motivar as partes interessadas em toda a empresa (especialmente os mais cépticos). Além disso, a Forrester acredita que os indivíduos com formação ampla em tecnologias e aptidões de gestão - necessárias para conseguir justificar os seus investimentos -, serão os mais habilitados. Pelo contrário, a consultora não acredita que especialistas tecnológicos com conhecimentos profundos em áreas individualizadas farão uma melhor gestão de green computing. Profissionais precisam de mais competências Profissionais de TI precisam de novas competências para oferecerem soluções de TI mais verdes, segundo o BCS Chartered Institute for IT. Este organismo lançou mesmo uma nova certificação para qualificar recursos humanos. "Não há dúvida de que a legislação acabará por gerar procura por profissionais de TI com novas competências e criar novos papéis, considera Michiel van der Voort, director de serviços de desenvolvimento profissional no instituto. Por exemplo, já estamos a ver a emergência de novos papéis nas empresas, tais como os de gestores de sustentabilidade". "Existe uma oportunidade real para os profissionais de TI de serem pioneiros, entenderem a legislação e os desafios associados à redução das emissões", diz ainda van der Voort. O novo certificado é destinado a uma ampla gama de pessoas, incluindo gestores de centros de dados, consultores, gestores de unidades de negócio ou de compras de TI e profissionais de RSE. Destina-se a cobrir questões relacionadas com o consumo de energia, a gestão de custos em centros de dados, explica porque estes temas são importantes e demonstra os processos de gestão adequadas. E ainda compara as diferenças entre os diferentes resultados inerentes às diversas opções de gestão de energia e de gestão de custos. COMPUTERWORLD - Julho 2011

5

6 6 Green Computing Pintar os recursos humanos de verde Recomendações para as PME - Façam uma análise à infra-estrutura para validar quais as áreas aplicacionais/sistemas passíveis de consolidação e/ou virtualização. - Definam e implementem políticas de gestão energética para todos os postos de trabalho. Obter o apoio dos recursos humanos, nomeadamente das chefias, é um pilar fundamental para o green computing. Mais importante? Só o investimento. A maioria dos participantes no presente dossier prevê, de uma ou de outra maneira, uma evolução positiva na adopção das boas práticas de green computing por parte das PME portuguesas. No entanto, estabelecem como condição essencial um esforço na informação e formação - ou seja, na sensibilização dos recursos humanos das empresas. E os ganhos financeiros atravessam quase todos os discursos. Para Henrique Mamede, da Tecnidata, o foco das campanhas informativas devem ser os ganhos financeiros e económicos para se poder criar a consciencialização das vantagens. O mesmo responsável considera que nos próximos anos, com a recuperação da crise, o tema estará no topo da lista das prioridades dos gestores. O green computing não deve ser visto apenas como um problema ambiental, mas também como um problema de responsabilidade social e financeiro, considera Carla Guia, da Capgemini, que recomenda a aposta na virtualização. Mas Luís Diniz Santos, da IBM, reforça a importância da questão ambiental: a educação para as preocupações ambientais, que trazem vantagens competitivas e de sustentabilidade a médio-longo prazo são o aspecto fundamental para uma evolução do green computing. O actual cenário macro-económico e ambiental levará estas preocupações verdes a aumentar, ao ponto de grande parte das decisões de investimento de TI serem baseadas em critérios de green IT, prevê Daniel Cruz. Na opinião do executivo da IBM, a tecnologia por si será cada vez mais eficiente. A Alcatel-Lucent, por exemplo, promete gastos em energia para comunicações 50% abaixo dos níveis actuais, segundo José Vieira. Mesmo assim, a arquitectura de TI deve acompanhar e superar esta tendência para se elevarem os benefícios da sua exploração, ressalva Luís Santos. Este responsável também não esquece a importância da virtualização e da sua potencial evolução para suportar soluções de cloud computing teoricamente mais eficientes, apesar de algumas contestações. O "cloud computing" está a facilitar todos os aspectos do green computing, com vista à COMPUTERWORLD - Julho 2011 adopção de serviços mais eficientes, do ponto de vista da utilização dos recursos de energia, defende António Miguel Ferreira, da Claranet. Nesta linha, Nuno Matias (da Amen) prevê mudanças nas expectativas dos clientes, que ficarão mais interessados no cumprimento de requisitos descritos em SLA (Service Level Agreement) contratados. E tenderão a trabalhar num modelo de partilha de recursos até mesmo ao nível do seu próprio computador pessoal. Dessa forma, será possível reduzir drasticamente as emissões de CO2 e do lixo electrónico. Ao se adoptar uma variedade crescente de estilos de trabalho, incluindo o teletrabalho, a carga ambiental de coisas e pessoas em movimento reduzirse-á, explica Susana Soares, da Fujitsu. Mas para alinhar no processo de redução de impacto ambiental, Sílvia Saraiva (Novabase) lembra ser necessário às empresas compreenderem e aceitarem uma condição: um custo de posse associado aos equipamentos pode ser mais elevado mas capaz de, por via da eficiência energética, tornarse no médio e longo prazo mais económico. José Calado, da Unisys, lembra ainda a importância das decisões e opções serem suportadas por métricas capazes de atestar o valor das soluções na redução de custos. - Revejam os seus processos de gestão do ciclo de vida dos equipamentos de IT para incluírem também os valores referentes ao consumo energético, à reciclagem dos equipamentos e ao custo do espaço físico. José Calado, Unisys - Não receiem contratar um assessment sobre a situação actual e as medidas que podem implementar, até porque algumas delas poderão ter custos meramente residuais. - Mantenham de forma clara o controlo sobre os reais custos dos datacenters, adoptando as medidas necessárias à optimização da utilização do mesmo. - Não tenham receio de concluir que muitas vezes as opções de outsourcing ( hosting ou housing ) são muitas vezes compensadoras. Henrique Mamede, Tecnidata - A virtualização de servidores é uma das principais formas de acção estratégica de Green Computing, devido ao elevado número de vantagens: actualmente os recursos dos servidores são diminutamente utilizados (7 a 15%); um servidor, mesmo pouco solicitado, utiliza 60% do seu consumo máximo possível de energia; num ambiente virtualizado é normal uma utilização média dos recursos disponíveis de 65 a 70%, sem degradação dos desempenhos em alturas de pico. Carla Guia, Capgemini - Devem decidir todas as iniciativas com base no retorno do investimento e assegurar que têm os mecanismos adequados de controlo de gestão para garantir que os benefícios esperados se materializarão. Claro que há investimentos que não entregando retorno económico podem sempre fazer sentido e contribuir para o esforço colectivo. Sílvia Saraiva, Novabase.

7 Green Computing 7 Cloud é mais ecológica até que ponto? Muitos fornecedores de cloud computing não disponibilizam informação capaz de defender a sustentabilidade dos seus serviços. O núcleo da questão é o impacto ambiental da energia utilizada. Quando se trata da cloud computing, os CIO são sempre muito pragmáticos e até talvez cínicos o suficiente para defenderem a green computing. Não é que a sustentabilidade não seja um problema mas é a flexibilidade e o potencial de poupança inerente à cloud que são, na verdade, factores de atracção muito maiores. A atitude enquadra-se bem com as estratégias de muitos fornecedores de cloud computing. Rápidos a exibir os benefícios dos seus serviços para TI mais sustentáveis, demoram muito mais a conseguir sustentar as suas declarações. Como é o caso em vários aspectos da sustentabilidade, a questão não passa apenas pela eficiência energética mas sobretudo por usar uma energia limpa. Em Maio passado, o grupo ambientalista Greenpeace divulgou um relatório onde avaliava as opções de consumo de energia de alguns dos fornecedores de cloud computing: Akamai, Amazon Web Services, Google, HP, IBM ou Microsoft. A ideia do estudo era comparar o impacto ambiental relacionado com o consumo de energia dos principais fornecedores e dos seus centros de dados. A Greenpeace defendeu que, apesar da proliferação de métricas de sustentabilidade criadas pela indústria, nenhumas respondem às perguntas: quanta energia suja está a ser usada e que empresas estão a empregar energia verde para alimentar a sua infra-estrutura para serviços de cloud? A organização ambientalista examinou uma amostra representativa de investimentos de cada empresa em infra-estrutura mais recente, olhando para a quantidade estimada de procura de electricidade e da energia renovável a ser utilizada para cada unidade de energia. A Greenpeace contactou cada organização, solicitando informações sobre os centros de dados, bem como informações sobre a localização de infra-estruturas e os esforços de mitigação. "Esperamos que estas empresas desempenhem um papel fundamental e pioneiro na garantia de se adoptarem sistemas limpos e seguros de energia renovável, evitando assim futuros desastres como o de Fukushima", diz o analista de política de TI da Greenpeace, Gary Cook. "Mas o fracasso da indústria de TI para divulgar informações básicas sobre a sua pegada de energia em rápido crescimento, esconde uma dependência contínua de energia do século XIX suja produzida com carvão, para sustentar a sua infra-estrutura do século XXI". Uma das queixas da Greenpeace é a de que, muitas vezes, o sector das TI deveria representar sustentabilidade baseada em eficiência energética uma área com bons progressos nos últimos anos. O problema é os ganhos em eficiência serem velozmente anulados pelo ritmo de crescimento rápido. E todos estão conscientes do aumento exponencial do volume de dados previsto para os próximos anos. Outra questão é a falta de transparência. Quando a Amazon Web Services reviu, em Dezembro passado, as estimativas da Greenpeace sobre a procura de energia, considerou incorrectos os números - mas não forneceu valores alternativos. Da mesma forma, a Google, disse que as estimativas da Greenpeace tinham excedido substancialmente os valores de consumo de electricidade da Google, mas também não forneceu informações adicionais. Pike prevê reduções de 38% no consumo Um estudo realizado pela Pike Research acrescenta mais dados ao debate sobre como a cloud computing constitui uma abordagem mais verde para a gestão de centros de dados. O trabalho Cloud Computing Energy Efficiency indica que as economias de energia são "substanciais". Segundo a consultora, a adopção da cloud computing levaria a uma redução de 38% nos gastos de energia nos centros de dados no mundo inteiro até Como parte do cenário de adopção de cloud computing, a Pike Research prevê que estes centros vão consumir 139,8 terawatts por hora (TWh) de electricidade em 2020, uma redução de 31% face aos 201,8 TWh registados em A diminuição levará os gastos globais de energia dos centros de dados de 23,3 mil milhões de dólares em 2010 para 16 mil milhões em A redução prevista na emissão de gases com efeito de estufa será de 28%, considerando os níveis de De acordo com o estudo, a cloud computing é capaz de atingir taxas de eficiência industriais e destaca o facto de apenas as maiores das organizações terem hoje os recursos financeiros para alcançar os mesmos níveis de eficiência em centros de dados internos. A Pike prevê que a maior parte do processamento tratado nos centros de dados actuais será transferido para plataformas de cloud computing até "O crescimento da cloud computing terá um efeito muito positivo sobre o consumo de energia pelos centros de dados", considera o analista sénior da Pike, Eric Woods. "Poucas, se algumas, tecnologias limpas têm a capacidade de reduzirem os gastos de energia e produção de gases de efeito estufa sem sofrer um impacto importante nos negócios. Software-as-a-Service (SaaS), Infrastructure-as-a-Service (IaaS) e Plataform-as-a-Service (PaaS) são todos modelos inerentemente mais eficientes do que as alternativas convencionais. E a sua aprovação será um dos maiores factores a contribuir para a ecologização das empresas de TI. O problema é o debate centrar-se em dois lados focados na mesma questão, mas não sobre a mesma questão. Não há nenhuma dúvida sobre os ganhos de eficiência mas mais complexas são, no entanto, as definições de sustentabilidade e de Green IT. Os CIO sabem melhor do que ninguém a dificuldade de argumentar com conceitos amorfos face às ideias rígidas e à frieza dos números. Mas da próxima vez que um fornecedor de cloud procurar publicitar os seus créditos ecológicos, faz sentido questioná-lo sobre o seu investimento em fontes de energia renovável. E observar a sua reacção. Principais alertas da Greenpeace - os centros de dados consomem 1,5 a 2% de toda a electricidade global e este consumo está a crescer a uma taxa de 12% ao ano; - a cloud computing é frequentemente citada como um novo modelo verde para as necessidades de infra-estrutura de TI, mas a Greenpeace considera que poucas empresas fornecem dados capazes de permitirem avaliar objectivamente essas reivindicações; - mais de metade das empresas classificadas pela Greenpeace dependem do carvão para satisfazer 50 a 80% das suas necessidades energéticas; - as inovações de TI têm o potencial de reduzir as emissões de gases de efeito de estufa em todos os sectores da economia mas, frequentemente, isso não é considerado por muitas das maiores empresas de TI na gestão do seu negócio; - há falta de transparência em toda a indústria de TI sobre o impacto dos gases de efeito estufa; - existe uma oportunidade para os operadores de telecomunicações, em mercados emergentes, investirem nas energias renováveis, mas muitos dependem de geradores a diesel para suportar o seu crescimento; - os núcleos de centros de dados (da Google, da Facebook ou da Apple) estão a emergir em lugares como a Carolina do Norte e centro oeste dos Estados Unidos, onde a electricidade produzida a carvão é abundante; - as empresas de TI estão a deixar de colocar no topo das suas prioridades o acesso à energia limpa e renovável, ao decidirem a localização das suas infra-estruturas; - das 10 marcas ou empresas consideradas no estudo da Greenpeace, a Akamai (rede global de distribuição de conteúdos) viu reconhecida a sua transparência, ao ser classificada como líder neste aspecto; a política de localização da Yahoo! foi considerada a mais sólida; a Google e a IBM mostraram ter a abordagem mais global e abrangente para reduzir sua pegada de carbono até à data; - as empresas de TI têm, até agora, falhado em comprometerem-se com a utilização de energia limpa, da mesma forma como estão a adoptar a eficiência energética. Microsoft defende-se A Microsoft defende que a cloud é benéfica para o meio ambiente, ao conseguir reduzir 30% das emissões de carbono por cada utilizador, contrariando assim o estudo da Greenpeace. O fabricante suporta a sua opinião num outro estudo realizado pela Accenture e pela WSP Environment & Energy. O trabalho analisou três aplicações da Microsoft (de , de partilha de conteúdo e de gestão do relacionamento com os clientes vulgarmente implantados pelas empresas) em ambiente cloud e em centros de dados internos. Foram examinadas as pegadas de carbono dos servidores, das redes e da infra-estrutura de armazenamento para três tamanhos diferentes de implantação (100, 1000 e 10 mil utilizadores) e descobriu-se que, quanto menor for a organização, maior será o benefício da cloud computing. "As conclusões do estudo confirmam o que muitas organizações já descobriram: a cloud computing é mais económica e os recursos de TI são usados de forma mais eficiente quando as aplicações de negócios são executadas num ambiente partilhado, diz James Harris, director da Accenture para os serviços em cloud computing. A razão principal para isto, entre outros benefícios, é o facto da cloud oferecer múltiplas eficiências, capazes de contribuirem para a redução do consumo de energia por unidade de trabalho, ajudando assim a reduzir significativamente as emissões de carbono". Julho COMPUTERWORLD

Aumente o seu negócio e faça crescer o seu lucro com o Programa de Parceiros APC

Aumente o seu negócio e faça crescer o seu lucro com o Programa de Parceiros APC Aumente o seu negócio e faça crescer o seu lucro com o Programa de Parceiros APC Desenhado em função do seu negócio e concebido para ajudá-lo a ser competitivo num mercado em transformação De que necessita

Leia mais

CUSTO TOTAL DE PROPRIEDADE DO PANDA MANAGED OFFICE PROTECTION. 1. Resumo Executivo

CUSTO TOTAL DE PROPRIEDADE DO PANDA MANAGED OFFICE PROTECTION. 1. Resumo Executivo 1. Resumo Executivo As empresas de todas as dimensões estão cada vez mais dependentes dos seus sistemas de TI para fazerem o seu trabalho. Consequentemente, são também mais sensíveis às vulnerabilidades

Leia mais

ESTUDO IDC O papel das tecnologias de informação na produtividade e redução de custos nas organizações nacionais

ESTUDO IDC O papel das tecnologias de informação na produtividade e redução de custos nas organizações nacionais ESTUDO IDC O papel das tecnologias de informação na produtividade e redução de custos nas organizações nacionais Patrocinado por: Microsoft Versão Preliminar - Março 2013 SUMÁRIO EXECUTIVO IDC Portugal:

Leia mais

SOLUÇÕES DATA CENTER GROUP

SOLUÇÕES DATA CENTER GROUP SOLUÇÕES DATA CENTER SOLUÇÕES EFICIENTES - PROJECTOS COMPETITIVOS Na SENSYS todos os esforços estão concentrados num elevado grau de qualidade e especialização. Aliada a vários parceiros tecnológicos,

Leia mais

Tendências. Membro. ECOPROGRESSO, SA tel + 351 21 798 12 10 fax +351 21 798 12 19 geral@ecotrade.pt www.ecotrade.pt

Tendências. Membro. ECOPROGRESSO, SA tel + 351 21 798 12 10 fax +351 21 798 12 19 geral@ecotrade.pt www.ecotrade.pt 30 27 Evolução do Preço CO2 Jan 06 - Fev 07 Spot Price Powernext Carbon Jan de 2006 a Fev 2007 Spot CO2 (30/01/07) Preço Δ Mensal 2,30-64.50% 2007 2,35-64,4% 2008 15.30-16,16% Futuro Dez 2009 2010 15.85

Leia mais

Na minha opinião como estão as empresas a atravessar a crise?

Na minha opinião como estão as empresas a atravessar a crise? Na minha opinião como estão as empresas a atravessar a crise? O sector empresarial sente a crise como está a sentir a restante sociedade. A elevada taxa de desemprego de 12,3% traduz bem o drama social

Leia mais

Energia: Sustentabilidade e redução de custos.

Energia: Sustentabilidade e redução de custos. . dossier / Energia Pág: 36 Área: 15,00 x 20,27 cm² Corte: 1 de 6 Energia: Sustentabilidade e redução de custos. 2015 marca o ano Internacional da Luz. No que diz respeito ao consumo de energia, os hotéis

Leia mais

Como a Cisco TI virtualizou os Servidores de Aplicações dos Centros de Dados

Como a Cisco TI virtualizou os Servidores de Aplicações dos Centros de Dados Case Study da Cisco TI Como a Cisco TI virtualizou os Servidores de Aplicações dos Centros de Dados A implementação de servidores virtualizados proporciona economias significativas de custos, diminui a

Leia mais

PRIMAVERA BUSINESS SOFTWARE SOLUTIONS, SA

PRIMAVERA BUSINESS SOFTWARE SOLUTIONS, SA PRIMAVERA BUSINESS SOFTWARE SOLUTIONS, SA Introdução Nesta edição do Catálogo de Serviços apresentamos os vários tipos de serviços que compõe a actual oferta da Primavera na área dos serviços de consultoria.

Leia mais

Dream Energis. Sistema de Eficiência Energética A forma inteligente de medir e controlar a sua energia. Dream Code

Dream Energis. Sistema de Eficiência Energética A forma inteligente de medir e controlar a sua energia. Dream Code Dream Energis Sistema de Eficiência Energética A forma inteligente de medir e controlar a sua energia Dream Code Como podemos ajudá-lo a poupar energia? Estimativa de18% de poupança de energia todos os

Leia mais

Dez fatos inteligentes que você deve saber sobre storage

Dez fatos inteligentes que você deve saber sobre storage Dez fatos inteligentes que você deve saber sobre storage Tendências, desenvolvimentos e dicas para tornar o seu ambiente de storage mais eficiente Smart decisions are built on Storage é muito mais do que

Leia mais

Sistema de Incentivos à Inovação e I&DT (Sector Automóvel) Quadro de Referência Estratégico Nacional [QREN]

Sistema de Incentivos à Inovação e I&DT (Sector Automóvel) Quadro de Referência Estratégico Nacional [QREN] Sistema de Incentivos à Inovação e I&DT (Sector Automóvel) Quadro de Referência Estratégico Nacional [QREN] Frederico Mendes & Associados Sociedade de Consultores Lda. Frederico Mendes & Associados é uma

Leia mais

DataCenter 3.0 - Converged Infrastructure - Henrique S. Mamede

DataCenter 3.0 - Converged Infrastructure - Henrique S. Mamede DataCenter 3.0 - Converged Infrastructure - Henrique S. Mamede Evolução do DataCenter 2 Factos Actuais A crise Facto Organizações sob pressão para realizarem mais com menos recursos (financeiros, tecnológicos,

Leia mais

ESTUDO DA PEGADA CARBÓNICA NO SECTOR FINANCEIRO EM PORTUGAL

ESTUDO DA PEGADA CARBÓNICA NO SECTOR FINANCEIRO EM PORTUGAL ESTUDO DA PEGADA CARBÓNICA NO SECTOR FINANCEIRO EM PORTUGAL Agosto de 2010 ÍNDICE ÍNDICE... 2 ENQUADRAMENTO... 3 O IMPACTE DO SECTOR FINANCEIRO NAS ALTERAÇÕES CLIMÁTICAS... 4 PEGADA CARBÓNICA DO SECTOR

Leia mais

Energia, investimento e desenvolvimento económico

Energia, investimento e desenvolvimento económico Energia, investimento e desenvolvimento económico Aníbal Fernandes ENEOP Eólicas de Portugal Mesa Redonda Energia Eólica ERSE, 10 Fevereiro 2010 Prioridades de política energética e benefícios económicos

Leia mais

O nosso desafio é o seu sucesso!

O nosso desafio é o seu sucesso! O nosso desafio é o seu sucesso! Clien tes de Refe rên cia Distribuição Construção Civil Industria Tecnologias Potenciamos o seu negócio A Empre sa. Somos uma empresa especializada na prestação de serviços

Leia mais

1 Descrição sumária. Varajão, Santana, Cunha e Castro, Adopção de sistemas CRM nas grandes empresas portuguesas, Computerworld, 2011 1

1 Descrição sumária. Varajão, Santana, Cunha e Castro, Adopção de sistemas CRM nas grandes empresas portuguesas, Computerworld, 2011 1 Adopção de sistemas CRM nas grandes empresas portuguesas João Varajão 1, Daniela Santana 2, Manuela Cunha 3, Sandra Castro 4 1 Escola de Ciências e Tecnologia, Departamento de Engenharias, Universidade

Leia mais

O futuro do planeamento financeiro e análise na Europa

O futuro do planeamento financeiro e análise na Europa EUROPA: RESULTADOS DA INVESTIGAÇÃO Elaborado por Research em colaboração com a SAP Patrocinado por O futuro do planeamento financeiro e análise na Europa LÍDERES FINANCEIROS PRONUNCIAM-SE SOBRE A SUA MISSÃO

Leia mais

APRESENTAÇÃO DO GRUPO INCENTEA

APRESENTAÇÃO DO GRUPO INCENTEA APRESENTAÇÃO DO GRUPO INCENTEA Quem Somos Somos um grupo de empresas de prestação de serviços profissionais nas áreas das Tecnologias de Informação, Comunicação e Gestão. Estamos presente em Portugal,

Leia mais

Salário de E-commerce Director pode chegar aos 75.000

Salário de E-commerce Director pode chegar aos 75.000 Salário de E-commerce Director pode chegar aos 75.000 Outras conclusões: Recrutamento na área de Marketing Digital registou crescimento de 15%. Área de E- commerce cresceu 6% Remuneração dos profissionais

Leia mais

USE O PODER DA NUVEM. VEJA COMO A NUVEM PODE TRANSFORMAR SEUS NEGÓCIOS.

USE O PODER DA NUVEM. VEJA COMO A NUVEM PODE TRANSFORMAR SEUS NEGÓCIOS. USE O PODER DA NUVEM. VEJA COMO A NUVEM PODE TRANSFORMAR SEUS NEGÓCIOS. A computação em nuvem é uma mudança de paradigma no gerenciamento de TI e de datacenters, além de representar a capacidade da TI

Leia mais

A Virtualização A virtualização e a Infra-estrutura em Cloud Computing Rumo ao Green Datacenter. pedro.magalhaes@schneider-electric.

A Virtualização A virtualização e a Infra-estrutura em Cloud Computing Rumo ao Green Datacenter. pedro.magalhaes@schneider-electric. A Virtualização A virtualização e a Infra-estrutura em Cloud Computing Rumo ao Green Datacenter pedro.magalhaes@schneider-electric.com A Virtualização Virtualização - Simples e Elegante SERVIDORES TRADICIONAIS

Leia mais

1 Cisco Roadshow 2010. Eficiência Energética no Data Center

1 Cisco Roadshow 2010. Eficiência Energética no Data Center 1 Cisco Roadshow 2010 Maio.2010 EFICIÊNCIA Cisco Roadshow 2010 - Porto 2 Cisco Roadshow 2010 AGENDA 1. Análise do Contexto Actual 2. Abordagem Next Generation DataCenter Facilities 3. Casos de Estudo 4.

Leia mais

Novo conceito de Data Center: um dos maiores da Europa, um dos mais sustentáveis do Mundo

Novo conceito de Data Center: um dos maiores da Europa, um dos mais sustentáveis do Mundo : um dos maiores da Europa, um dos mais sustentáveis do Mundo This document is intellectual property of PT and its use or dissemination is forbidden without explicit written consent. Enquadramento da ação

Leia mais

Serviço Cloud. Sustentabilidade

Serviço Cloud. Sustentabilidade Sustentabilidade 2013 AGENDA ENQUADRAMENTO SERVIÇO CLOUD ENQUADRAMENTO Chegou a era do Data tsunami À medida que os equipamentos suportam e integram novas funcionalidades e as redes têm uma resposta mais

Leia mais

Infrascale Partnership: Your Online Cloud Storage Business

Infrascale Partnership: Your Online Cloud Storage Business 1 2 Cloud Backup info@bms.com.pt Tel.: 252 094 344 www.bms.com.pt Quem é a Infrascale? Um Pioneiro Global em Cloud Storage A Infrascale é uma empresa de Platform-as-a- Service (PaaS) (Plataforma como um

Leia mais

IDC FutureScape - Sumário Executivo

IDC FutureScape - Sumário Executivo IDC FutureScape - Sumário Executivo Cloud no Centro ª Plataforma TI Capacidade de Inovação Pipelines de Dados Intimidade com clientes @ escala Tudo Fonte: IDC, 0 Transformação Digital Em Finais de 0, Dois

Leia mais

Primeira Unidade Empresarial de Serviços Partilhados em Saúde arranca em Portugal

Primeira Unidade Empresarial de Serviços Partilhados em Saúde arranca em Portugal Primeira Unidade Empresarial de Serviços Partilhados em Saúde arranca em Portugal É hoje apresentada publicamente a primeira Unidade Empresarial de Serviços Partilhados em Saúde a funcionar em Portugal.

Leia mais

Cloud Computing Visão PT Cisco Roadshow 2010. Bruno Berrones Funchal, 27 de Maio de 2010

Cloud Computing Visão PT Cisco Roadshow 2010. Bruno Berrones Funchal, 27 de Maio de 2010 Cloud Computing Visão PT Cisco Roadshow 2010 Bruno Berrones Funchal, 27 de Maio de 2010 Agenda Desafios para as Empresas Extrair valor do Cloud Computing O papel da PT 1 Inovação é a resposta para garantir

Leia mais

Política de Segurança da Informação da Entidade

Política de Segurança da Informação da Entidade Estrutura Nacional de Segurança da Informação (ENSI) Política de Segurança da Informação da Entidade Fevereiro 2005 Versão 1.0 Público Confidencial O PRESENTE DOCUMENTO NÃO PRESTA QUALQUER GARANTIA, SEJA

Leia mais

EDP. PREPARAR A ECONOMIA DO CARBONO Eficiência energética em alerta vermelho EMPRESA

EDP. PREPARAR A ECONOMIA DO CARBONO Eficiência energética em alerta vermelho EMPRESA EDP PREPARAR A ECONOMIA DO CARBONO Eficiência energética em alerta vermelho EMPRESA O Grupo EDP Energias de Portugal centra as suas actividades na produção, distribuição e comercialização de energia eléctrica,

Leia mais

PRESSUPOSTOS BASE PARA UMA ESTRATÉGIA DE INOVAÇÃO NO ALENTEJO

PRESSUPOSTOS BASE PARA UMA ESTRATÉGIA DE INOVAÇÃO NO ALENTEJO PRESSUPOSTOS BASE PARA UMA ESTRATÉGIA DE INOVAÇÃO NO ALENTEJO ÍNDICE 11. PRESSUPOSTO BASE PARA UMA ESTRATÉGIA DE INOVAÇÃO 25 NO ALENTEJO pág. 11.1. Um sistema regional de inovação orientado para a competitividade

Leia mais

E S T U D O L O C A L O p o r t u n i d a d e s p a r a a s T I C n o N o v o C o n t e x t o E c o n ó m i c o e S o c i a l e m P o r t u g a l

E S T U D O L O C A L O p o r t u n i d a d e s p a r a a s T I C n o N o v o C o n t e x t o E c o n ó m i c o e S o c i a l e m P o r t u g a l E S T U D O L O C A L O p o r t u n i d a d e s p a r a a s T I C n o N o v o C o n t e x t o E c o n ó m i c o e S o c i a l e m P o r t u g a l Novembro de 2011 S U M Á R I O E X E C U T I V O IDC Portugal:

Leia mais

PLANO DE PROMOÇÃO DA EFICIÊNCIA NO CONSUMO (PPEC) REVISÃO DAS REGRAS

PLANO DE PROMOÇÃO DA EFICIÊNCIA NO CONSUMO (PPEC) REVISÃO DAS REGRAS PLANO DE PROMOÇÃO DA EFICIÊNCIA NO CONSUMO (PPEC) REVISÃO DAS REGRAS Intervenção do Senhor Presidente da CIP Confederação da Indústria Portuguesa, Eng.º Francisco van Zeller, na Audição Pública (CCB, 04/04/2008)

Leia mais

Operador global centrado na sustentabilidade

Operador global centrado na sustentabilidade Operador global centrado na sustentabilidade Francisco Nunes, Administrador PT Portugal Lisboa, 8 maio 2012 CONFIDENCIAL A utilização deste documento, para quaisquer fins, sem autorização expressa da Portugal

Leia mais

UWU CONSULTING - DESCUBRA 10 RAZÕES PORQUE O OUTSOURCING TORNA A SUA EMPRESA MAIS COMPETITIVA 2

UWU CONSULTING - DESCUBRA 10 RAZÕES PORQUE O OUTSOURCING TORNA A SUA EMPRESA MAIS COMPETITIVA 2 UWU CONSULTING - DESCUBRA 10 RAZÕES PORQUE O OUTSOURCING TORNA A SUA EMPRESA MAIS COMPETITIVA 2 INDICE 04 O que é o Outsourcing? 09 Como o implementá-lo na sua empresa 11 Vantagens e desvantagens 13 Conclusão

Leia mais

DOSSIER DE IMPRENSA 2015

DOSSIER DE IMPRENSA 2015 DOSSIER DE IMPRENSA 2015 A Empresa A Empresa A 2VG é uma empresa tecnológica portuguesa criada em 2009, que surgiu para colmatar uma necessidade detetada no mercado das tecnologias de informação e comunicação

Leia mais

IDC Portugal aumenta produtividade e reduz custos operacionais com Microsoft Dynamics CRM em modelo hosted

IDC Portugal aumenta produtividade e reduz custos operacionais com Microsoft Dynamics CRM em modelo hosted Microsoft Dynamics CRM Online Customer Solution Case Study IDC Portugal IDC Portugal aumenta produtividade e reduz custos operacionais com Microsoft Dynamics CRM em modelo hosted Sumário País Portugal

Leia mais

A Estratégia de Lisboa. Plano Tecnológico. e o. Évora, SI@P 17 de Outubro de 2008

A Estratégia de Lisboa. Plano Tecnológico. e o. Évora, SI@P 17 de Outubro de 2008 A Estratégia de Lisboa e o Plano Tecnológico Évora, SI@P 17 de Outubro de 2008 1. Estratégia de Lisboa Estratégia de Lisboa : uma resposta a novos desafios A Globalização e a emergência de novas potências

Leia mais

Departamento Comercial e Marketing. Escola Secundaria de Paços de Ferreira 2009/2010. Técnicas de Secretariado

Departamento Comercial e Marketing. Escola Secundaria de Paços de Ferreira 2009/2010. Técnicas de Secretariado Escola Secundaria de Paços de Ferreira 2009/2010 Técnicas de Secretariado Departamento Comercial e Marketing Módulo 23- Departamento Comercial e Marketing Trabalho realizado por: Tânia Leão Departamento

Leia mais

Tecnologia nacional potencia sustentabilidade

Tecnologia nacional potencia sustentabilidade Tecnologia nacional potencia sustentabilidade 1 Tecnologia nacional potencia sustentabilidade O desenvolvimento de soluções inovadoras que melhoram a eficiência das organizações e a qualidade de vida das

Leia mais

Relatório de atribuição do Certificado off7. Observatório Português de Boas práticas Laborais

Relatório de atribuição do Certificado off7. Observatório Português de Boas práticas Laborais Relatório de atribuição do Certificado off7 Observatório Português de Boas práticas Laborais Ano: 2011 1. Índice 1. ÍNDICE... 2 2. SUMÁRIO EXECUTIVO... 3 3. INTRODUÇÃO... 5 4. MEDIR... 8 4.1. METODOLOGIA

Leia mais

Inovação TECNOLÓGICA DAS MOTORIZAÇÕES

Inovação TECNOLÓGICA DAS MOTORIZAÇÕES Inovação EVOLUÇÃO TECNOLÓGICA DAS MOTORIZAÇÕES DOSSIER 13 JORGE LIZARDO NEVES O futuro é sem dúvida eléctrico Vem aí a Era de motores menos poluentes e mais eficientes. Quem o diz é o Jorge Lizardo Neves,

Leia mais

Competitividade e Inovação

Competitividade e Inovação Competitividade e Inovação Evento SIAP 8 de Outubro de 2010 Um mundo em profunda mudança Vivemos um momento de transformação global que não podemos ignorar. Nos últimos anos crise nos mercados financeiros,

Leia mais

PLANEAMENTO ESTRATÉGICO DE SI/TI

PLANEAMENTO ESTRATÉGICO DE SI/TI (1) PLANEAMENTO ESTRATÉGICO DE SI/TI Docente: Turma: T15 Grupo 5 Mestre António Cardão Pito João Curinha; Rui Pratas; Susana Rosa; Tomás Cruz Tópicos (2) Planeamento Estratégico de SI/TI Evolução dos SI

Leia mais

IDC Portugal: Av. António Serpa, 36 9º Andar, 1050-027 Lisboa, Portugal Tel. 21 796 5487 www.idc.com

IDC Portugal: Av. António Serpa, 36 9º Andar, 1050-027 Lisboa, Portugal Tel. 21 796 5487 www.idc.com CADERNO IDC Nº 53 IDC Portugal: Av. António Serpa, 36 9º Andar, 1050-027 Lisboa, Portugal Tel. 21 796 5487 www.idc.com ROI - Retorno do Investimento OPINIÃO IDC Os anos 90 permitiram a inclusão das tecnologias

Leia mais

Aluguer Operacional e Gestão de Frotas

Aluguer Operacional e Gestão de Frotas the world leading fleet and vehicle management company LeasePlan Portugal Lagoas Park - Edifício 6-2740-244 Porto Salvo Ed. Cristal Douro - R. do Campo Alegre, nº 830 - sala 35-4150-171 Porto Tel.: 707

Leia mais

Paulo César Especialista de Soluções da ATM informática paulo.cesar@atminformatica.pt

Paulo César Especialista de Soluções da ATM informática paulo.cesar@atminformatica.pt Desktop Virtual Paulo César Especialista de Soluções da ATM informática paulo.cesar@atminformatica.pt Tendo em conta que a Virtualização será um dos principais alvos de investimento para o ano 2009 (dados

Leia mais

Optimização. em Tecnologias de Informação

Optimização. em Tecnologias de Informação Optimização do Investimento em Paulo Brandão (ATM) paulo.brandao@atm-sgps.pt Optimização de investimentos em TI Consultoria, Integração, Projecto e Manutenção de Soluções de Tecnologias de Informação e

Leia mais

Castelo de Vide 16.02.2009. Mais eco. Mais futuro.

Castelo de Vide 16.02.2009. Mais eco. Mais futuro. Castelo de Vide 16.02.2009 Mais eco. Mais futuro. O mundo está nas nossas mãos... 1 O consumo energético mundial tem registado forte crescimento nos últimos anos, agravando o volume de emissões de CO 2

Leia mais

Grupo Pestana. suporta crescimento da área de venda directa no CRM. O Cliente

Grupo Pestana. suporta crescimento da área de venda directa no CRM. O Cliente Grupo Pestana suporta crescimento da área de venda directa no CRM. O trabalho de consolidação de informação permitiu desde logo abrir novas possibilidades de segmentação, com base num melhor conhecimento

Leia mais

Workshop. Maturidade da Governação e Gestão de TI em Portugal. Inquérito Nacional 2011. Mário Lavado itsmf Portugal 11-10-2011

Workshop. Maturidade da Governação e Gestão de TI em Portugal. Inquérito Nacional 2011. Mário Lavado itsmf Portugal 11-10-2011 Workshop Maturidade da Governação e Gestão de TI em Portugal Inquérito Nacional 2011 Mário Lavado itsmf Portugal 11-10-2011 Agenda Apresentação dos resultados do estudo de maturidade do ITSM & ITGovervance

Leia mais

MBA Sistemas de Informação Tecnologias de Comunicação e Multimédia (CIDADES DIGITAIS)

MBA Sistemas de Informação Tecnologias de Comunicação e Multimédia (CIDADES DIGITAIS) MBA Sistemas de Informação Tecnologias de Comunicação e Multimédia (CIDADES DIGITAIS) Nome: Manuel Fernando Soares Dias IMPACTO SOCIAL - As lacunas do digital. Depois de assimilado e confirmado o falhanço

Leia mais

System Center Essentials permite à Cintra gerir a sua infra-estrutura de TI com um mínimo de custos e de recursos

System Center Essentials permite à Cintra gerir a sua infra-estrutura de TI com um mínimo de custos e de recursos Microsoft System Center Essentials 2007 Caso de Sucesso Cintra System Center Essentials permite à Cintra gerir a sua infra-estrutura de TI com um mínimo de custos e de recursos Sumário País Portugal Sector

Leia mais

ganham espaço virtualizados Desktops virtualizados, ou seja, 100% dos existentes no espaço. PÁG. 12

ganham espaço virtualizados Desktops virtualizados, ou seja, 100% dos existentes no espaço. PÁG. 12 Desktops virtualizados ganham espaço Apesar de não ser ainda prática comum, são já várias as empresas que começam a optar por trabalhar co-n desktops v\rtua\\zaàos. A escolha parte essencialmente de sectores

Leia mais

Redução da pegada carbónica dos clientes da PT Portugal

Redução da pegada carbónica dos clientes da PT Portugal Redução da pegada carbónica dos clientes da PT Portugal 1 Redução da pegada carbónica dos clientes da PT Portugal As alterações verificadas no comportamento dos consumidores, consequência dos novos padrões

Leia mais

PUBLICADO NA EDIÇÃO IMPRESSA SEGUNDA-FEIRA, 18 DE JUNHO DE 2012 POR JM. Energia sustentável

PUBLICADO NA EDIÇÃO IMPRESSA SEGUNDA-FEIRA, 18 DE JUNHO DE 2012 POR JM. Energia sustentável PUBLICADO NA EDIÇÃO IMPRESSA SEGUNDA-FEIRA, 18 DE JUNHO DE 2012 POR JM Energia sustentável A ONU declarou 2012 como o Ano Internacional da Energia Sustentável para Todos. Esta iniciativa pretende chamar

Leia mais

CLOUD. tendências CLOUD. entendendo e contratando assertivamente. Agosto/2012 INFORMATIVO TECNOLÓGICO DA PRODESP EDIÇÃO 02

CLOUD. tendências CLOUD. entendendo e contratando assertivamente. Agosto/2012 INFORMATIVO TECNOLÓGICO DA PRODESP EDIÇÃO 02 tendências CLOUD EDIÇÃO 02 Agosto/2012 CLOUD O conceito de nuvem é nebuloso Como uma organização pode contratar assertivamente Serviços em Cloud? Quais são os principais riscos de um contrato de Cloud

Leia mais

OPORTUNIDADES. Cluster energético: oportunidades; horizontes; observatório, BejaGlobal; PASE

OPORTUNIDADES. Cluster energético: oportunidades; horizontes; observatório, BejaGlobal; PASE CLUSTER ENERGÉTICO DE BEJA OPORTUNIDADES SUSTENTABILIDADE ENERGÉTICA E CRESCIMENTO ECONÓMICO A sustentabilidade energética e climática é um desígnio estratégico duplo significado. Por um lado, desenvolvimento

Leia mais

Biomassa Financiar uma Fonte Limpa de Produção Energética

Biomassa Financiar uma Fonte Limpa de Produção Energética Biomassa Financiar uma Fonte Limpa de Produção Energética Carlos Firme 07 de Julho de 2010 Índice 1. A Biomassa no Contexto das Energias Renováveis 2. A Emergência de um novo tipo de investidor 3. Os Economics

Leia mais

COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS

COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS Bruxelas, 8.10.2007 SEC(2007)907 DOCUMENTO DE TRABALHO DOS SERVIÇOS DA COMISSÃO documento de acompanhamento da Comunicação da Comissão sobre um programa para ajudar as

Leia mais

Senhor Presidente do Instituto da Mobilidade e dos. Senhor Vereador da Câmara Municipal de Lisboa. Senhor Vereador da Câmara Municipal do Porto

Senhor Presidente do Instituto da Mobilidade e dos. Senhor Vereador da Câmara Municipal de Lisboa. Senhor Vereador da Câmara Municipal do Porto Senhor Presidente do Instituto da Mobilidade e dos Transportes Terrestres Senhor Vereador da Câmara Municipal de Lisboa Senhor Vereador da Câmara Municipal do Porto Senhores representantes das associações

Leia mais

> outsourcing > > consulting > > training > > engineering & systems integration > > business solutions > > payment solutions > Portugal

> outsourcing > > consulting > > training > > engineering & systems integration > > business solutions > > payment solutions > Portugal > outsourcing > > consulting > > training > > business solutions > > engineering & systems integration > > payment solutions > Portugal Há sempre um melhor caminho para cada empresa. Competências Outsourcing

Leia mais

SECTOR DA FABRICAÇÃO DE EQUIPAMENTOS ELÉTRICOS

SECTOR DA FABRICAÇÃO DE EQUIPAMENTOS ELÉTRICOS #2 SECTOR DA FABRICAÇÃO DE EQUIPAMENTOS ELÉTRICOS INTERVENÇÕES E CASOS DE SUCESSO Intervenções Durante o período de intervenção do projeto efinerg II, constatou-se que o sector da fabricação de equipamento

Leia mais

Neves & Freitas Consultores, Lda.

Neves & Freitas Consultores, Lda. A gerência: Cristian Paiva Índice 1. Introdução... 3 2. Apresentação... 4 2.2 Missão:... 4 2.3 Segmento Alvo... 4 2.4 Objectivos... 5 2.5 Parceiros... 5 2.6 Organização... 5 3. Organigrama da empresa...

Leia mais

intra Perfil do Gestor

intra Perfil do Gestor Perfil do Gestor 35 Entrevista Dinah J. Kamiske, Autoeuropa A internacionalização economia obriga as empresas a tornarem-se mais competitivas. Entrevista de José Branco Dados publicados recentemente prevêem

Leia mais

Requalificação Urbana pela Iluminação Pública (Efficient Lighting) Nuno Canta Vice Presidente Município de Montijo

Requalificação Urbana pela Iluminação Pública (Efficient Lighting) Nuno Canta Vice Presidente Município de Montijo Requalificação Urbana pela Iluminação Pública (Efficient Lighting) Nuno Canta Vice Presidente Município de Montijo Resumo Município de Montijo Desafios Globais Visão Acção Local Boas Práticas Conclusões

Leia mais

Strategic IT Manager +351 21 793 29 89. Gestão de Custos, Orçamentos e KPIs em IT. Como planificar, controlar e rentabilizar os investimentos

Strategic IT Manager +351 21 793 29 89. Gestão de Custos, Orçamentos e KPIs em IT. Como planificar, controlar e rentabilizar os investimentos www.iirangola.com MASTERCLASS IT Gestão de Custos, Orçamentos e KPIs em IT Strategic IT Manager Como planificar, controlar e rentabilizar os investimentos Variáveis no desenho do orçamento: objectivos,

Leia mais

António Amaro Marketing Digital Junho 2014 INTRODUÇÃO E OBJECTIVOS

António Amaro Marketing Digital Junho 2014 INTRODUÇÃO E OBJECTIVOS INTRODUÇÃO E OBJECTIVOS FACTOS A Internet mudou profundamente a forma como as pessoas encontram, descobrem, compartilham, compram e se conectam. INTRODUÇÃO Os meios digitais, fazendo hoje parte do quotidiano

Leia mais

agility made possible

agility made possible RESUMO DA SOLUÇÃO DO PARCEIRO Soluções de garantia do serviço da CA Technologies você está ajudando seus clientes a desenvolver soluções de gerenciamento da TI para garantir a qualidade do serviço e a

Leia mais

8, 9 e 10 NOVEMBRO 2011 LISBOA. Novos Mercados Encontro de Sectores INSCREVA-SE JÁ. Especial: MERCADOS INTERNACIONAIS. www.expoenergia2011.about.

8, 9 e 10 NOVEMBRO 2011 LISBOA. Novos Mercados Encontro de Sectores INSCREVA-SE JÁ. Especial: MERCADOS INTERNACIONAIS. www.expoenergia2011.about. 8, 9 e 10 NOVEMBRO 2011 LISBOA Centro de Congressos Univ. Católica Novos Mercados Encontro de Sectores Especial: MERCADOS INTERNACIONAIS ORGANIZAÇÃO PARCEIRO PATROCÍNIO INSCREVA-SE JÁ www.expoenergia2011.about.pt

Leia mais

sistemas de informação nas organizações

sistemas de informação nas organizações sistemas de nas organizações introdução introdução aos sistemas de objectivos de aprendizagem avaliar o papel dos sistemas de no ambiente empresarial actual definir um sistema de a partir de uma perspectiva

Leia mais

Marca Pessoal e Carreira Profissional

Marca Pessoal e Carreira Profissional O MERCADO Marca Pessoal e Carreira Profissional Managing Partner da Stanton Chase international Vivemos tempos difíceis! Tempos em que muitos passam por situações de desemprego, alguns têm que aceitar

Leia mais

Wall Street Institute resolve necessidades complexas de e-mail com solução Microsoft Exchange Online

Wall Street Institute resolve necessidades complexas de e-mail com solução Microsoft Exchange Online Wall Street Institute resolve necessidades complexas de e-mail com solução Microsoft Exchange Online Além da poupança na infra-estrutura física dos servidores e do preço das licenças, há reduções de custos

Leia mais

O Consumo de Energia está a aumentar

O Consumo de Energia está a aumentar Schneider Electric -Eficiência Energética HAG 04/2010 1 Luis Hagatong Energy Efficiency Manager Schneider Electric Portugal 3 as Jornadas Electrotécnicas Máquinas e instalações eléctricas ISEP 29 e 30

Leia mais

PUB. Interface. Banca &Seguros

PUB. Interface. Banca &Seguros Interface Banca &Seguros PUB DOSSIER Marketing Bancário: focos em tempo de crise RADAR Sistema financeiro no triângulo estratégico DOSSIER Tecnologias de informação e gestão de fraude Tendências Mobilidade

Leia mais

APRESENTAÇÃO CORPORATIVA

APRESENTAÇÃO CORPORATIVA APRESENTAÇÃO CORPORATIVA 2015 Quem é a 2VG? A Empresa A 2VG Soluções Informáticas SA., é uma empresa tecnológica portuguesa, fundada em 2009, que surgiu para colmatar uma necessidade detetada no mercado

Leia mais

Consultoria de Gestão Sistemas Integrados de Gestão Contabilidade e Fiscalidade Recursos Humanos Marketing e Comunicação Consultoria Financeira JOPAC SOLUÇÕES GLOBAIS de GESTÃO jopac.pt «A mudança é a

Leia mais

1 Serviços de Planeamento e Transformação Empresarial Os Serviços de Planeamento e Transformação Empresarial da SAP incluem:

1 Serviços de Planeamento e Transformação Empresarial Os Serviços de Planeamento e Transformação Empresarial da SAP incluem: Descrição de Serviços Serviços de Planeamento e Empresarial Os Serviços de Planeamento e Empresarial fornecem serviços de consultoria e prototipagem para facilitar a agenda do Licenciado relativa à inovação

Leia mais

FERRAMENTAS? a alterar, em muitas organizações, um. instrumento tão abrangente como um orçamento

FERRAMENTAS? a alterar, em muitas organizações, um. instrumento tão abrangente como um orçamento O QUE É IMPRESCINDÍVEL NUMA SOLUÇÃO DE ORÇAMENTAÇÃO E PREVISÃO? Flexibilidade para acomodar mudanças rápidas; Usabilidade; Capacidade de integração com as aplicações a montante e a jusante; Garantir acesso

Leia mais

Uma plataforma estratégica

Uma plataforma estratégica Publicado: Fevereiro 2007 Autor: Rui Loureiro Sénior Partner Implementar o Help Desk Quando simplesmente pensamos em implementar um Help Desk, isso pode significar uma solução fácil de realizar ou algo

Leia mais

APRESENTAÇÃO DE RESULTADOS DO EXERCÍCIO DE 2008

APRESENTAÇÃO DE RESULTADOS DO EXERCÍCIO DE 2008 APRESENTAÇÃO DE RESULTADOS DO EXERCÍCIO DE 28 2 Resultados 28 Os resultados reportados reflectem a integração do Grupo Tecnidata a 1 de Outubro de 28, em seguimento da assinatura do contrato de aquisição

Leia mais

IDC TECHNOLOGY SPOTLIGHT

IDC TECHNOLOGY SPOTLIGHT IDC TECHNOLOGY SPOTLIGHT A importância da inovação em fornecedores de sistemas, serviços e soluções para criar ofertas holísticas Julho de 2014 Adaptado de Suporte a ambientes de datacenter: aplicando

Leia mais

A versão básica disponibiliza a informação criada no Microsoft Navision em unidades de informação

A versão básica disponibiliza a informação criada no Microsoft Navision em unidades de informação O Business Analytics for Microsoft Business Solutions Navision ajuda-o a ter maior controlo do seu negócio, tomar rapidamente melhores decisões e equipar os seus funcionários para que estes possam contribuir

Leia mais

Módulo 2. As Empresas e as Redes Sociais

Módulo 2. As Empresas e as Redes Sociais Módulo 2 As Empresas e as Redes Sociais Introdução Eco sistemas de negócio Aplicações de negócio Construir uma empresa Tácticas/ Estratégias Segmentação Gestão - Profissionais Custo Gestão de tempo ROI

Leia mais

Imposições legais e qualidade dinamizam rastreabilidade De Fátima Caçador/Casa dos Bits Semana nº 863 de 14 a 20 de Dezembro 2007

Imposições legais e qualidade dinamizam rastreabilidade De Fátima Caçador/Casa dos Bits Semana nº 863 de 14 a 20 de Dezembro 2007 Imposições legais e qualidade dinamizam rastreabilidade De Fátima Caçador/Casa dos Bits Semana nº 863 de 14 a 20 de Dezembro 2007 As empresas estão mais despertas para a necessidade de adoptarem soluções

Leia mais

SISTEMAS DE INCENTIVOS ÀS EMPRESAS

SISTEMAS DE INCENTIVOS ÀS EMPRESAS SISTEMAS DE INCENTIVOS ÀS EMPRESAS Sistema de Incentivos às Empresas O que é? é um dos instrumentos fundamentais das políticas públicas de dinamização económica, designadamente em matéria da promoção da

Leia mais

Semana do Meio Ambiente. TI Verde by Eng. Tarcísio Lemos

Semana do Meio Ambiente. TI Verde by Eng. Tarcísio Lemos Semana do Meio Ambiente TI Verde by Eng. Tarcísio Lemos Biografia Engenheiro da Computação (IESAM, 2008) Especialista em Sistemas de Banco de Dados (UFPA, 2010) Especialista em Sistemas GNU/Linux (Virtual

Leia mais

Secção I. ƒ Sistemas empresariais cruzados

Secção I. ƒ Sistemas empresariais cruzados 1 Secção I ƒ Sistemas empresariais cruzados Aplicações empresariais cruzadas 2 ƒ Combinações integradas de subsistemas de informação, que partilham recursos informativos e apoiam processos de negócio de

Leia mais

GRUPO ROLEAR. Porque há coisas que não podem parar!

GRUPO ROLEAR. Porque há coisas que não podem parar! GRUPO ROLEAR Porque há coisas que não podem parar! INOVAÇÃO COMO CHAVE DO SUCESSO Desde 1979, com sede no Algarve, a Rolear resulta da oportunidade identificada pelo espírito empreendedor do nosso fundador

Leia mais

MANUAL FORMAÇÃO PME GESTÃO ESTRATÉGICA

MANUAL FORMAÇÃO PME GESTÃO ESTRATÉGICA MANUAL FORMAÇÃO PME GESTÃO ESTRATÉGICA 1/21 ANÁLISE DA ENVOLVENTE EXTERNA À EMPRESA... 3 1. Análise do Meio Envolvente... 3 2. Análise da Evolução do Mercado... 7 3. Análise da Realidade Concorrencial...

Leia mais

SIBS PROCESSOS cria solução de factura electrónica com tecnologias Microsoft

SIBS PROCESSOS cria solução de factura electrónica com tecnologias Microsoft SIBS PROCESSOS cria solução de factura electrónica com tecnologias Microsoft A solução MB DOX oferece uma vantagem competitiva às empresas, com a redução do custo de operação, e dá um impulso à factura

Leia mais

ITIL v3 melhora Gestão de Serviço de TI no CHVNG/Espinho

ITIL v3 melhora Gestão de Serviço de TI no CHVNG/Espinho Centro Hospitalar Vila Nova de Gaia/Espinho ITIL v3 melhora Gestão de Serviço de TI no CHVNG/Espinho Sumário País Portugal Sector Saúde Perfil do Cliente O Centro Hospitalar Vila Nova de Gaia/Espinho envolve

Leia mais

Case study. Aumentar o conhecimento, informar a decisão ÍNDICE E.VALUE ENERGIA E CO2 EM PORTUGAL EMPRESA

Case study. Aumentar o conhecimento, informar a decisão ÍNDICE E.VALUE ENERGIA E CO2 EM PORTUGAL EMPRESA Case study 2010 Aumentar o conhecimento, informar a decisão ÍNDICE E.VALUE ENERGIA E CO2 EM PORTUGAL EMPRESA A E.Value S.A. é uma empresa de consultoria e desenvolvimento, com competências nos domínios

Leia mais

S U M Á R I O E X E C U T I V O. Desenvolvido para a 12ª Edição do Forum TI Novembro 2013

S U M Á R I O E X E C U T I V O. Desenvolvido para a 12ª Edição do Forum TI Novembro 2013 IDC Portugal: Centro Empresarial Torres de Lisboa, Rua Tomas da Fonseca, Torre G, 1600-209 Lisboa www.idc.pt W H I T E P A P E R I D C A s P r i n c i p a i s T e n d ê n c i a s n o S e c t o r d a D

Leia mais

Infraestrutura Critica Hospitalar Rumo ao Green Datacenter

Infraestrutura Critica Hospitalar Rumo ao Green Datacenter 11ª Edição Infraestrutura Critica Hospitalar Rumo ao Green Datacenter pedro.magalhaes@apcc.com Infra-estrutura Crítica Hospitalar Alargamento das TI a aplicações médicas Criação de Intranet hospitalar

Leia mais

Gabriel Coimbra e Timóteo Figueiró

Gabriel Coimbra e Timóteo Figueiró E S T U D O IDC Q u a i s a s P e r s p e c t i v a s p a r a a I n d ú s t r i a d a s T I C e m P o r t u g a l IDC Portugal: Centro Empresarial Torres de Lisboa - Rua Tomás da Fonseca, Torre G, Piso

Leia mais

PROJECTO DE RESOLUÇÃO N.º 347/XI/2ª (PSD)

PROJECTO DE RESOLUÇÃO N.º 347/XI/2ª (PSD) PROJECTO DE RESOLUÇÃO N.º 347/XI/2ª (PSD) Recomenda ao Governo que utilize sistemas de teleconferência e videoconferência em substituição de reuniões presenciais I - Exposição de motivos A proposta de

Leia mais

De acordo com os objectivos previamente definidos para esta investigação, apresentamos de seguida as respectivas conclusões:

De acordo com os objectivos previamente definidos para esta investigação, apresentamos de seguida as respectivas conclusões: 7.1 Conclusões De acordo com os objectivos previamente definidos para esta investigação, apresentamos de seguida as respectivas conclusões: 1 - Descrever os instrumentos/modelos de gestão e marketing estratégicos

Leia mais