Legenda: De preto estão as ordens dos exercícios.

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1 ANÁLISE DO ERRO 1ª AVALIAÇÃO PORTUGUÊS VALOR: 9,0 Gênero trabalhado: conto fantástico (além de termos trabalhado o conto A caçada, do livro didático, trabalhamos o texto Travesseiro de penas. Todas as questões de interpretação da prova foram trabalhadas na análise desses dois textos, corrigidos em sala) Legenda: De preto estão as ordens dos exercícios. De verde estão respostas dadas por alunos do 8º ano. Apresentam padrão de acordo com o que foi trabalhado em sala. De vermelho também são respostas de alunos, no entanto, ao contrário das de verde, apresentam sérios problemas.

2 QUESTÃO 1 (1 ponto) Às vezes, a linha entre o real e o fictício, nos contos fantásticos, é tão tênue que se torna difícil separar os dois, dando a impressão de que o imaginário realmente existe e está presente na história. Explicite as duas possibilidades real e fictício de interpretação do conflito narrado. - O plano real seria a moça estar recebendo ligações de alguém que está passando um trote, e o plano fictício seria a ligação estar sendo feita pela pessoa que já está morta, que teve a sua flor roubada. - O conflito narrado pode ser considerado real se for interpretado como um trote feito por alguém que viu a moça pegando a flor. Porém, o conflito pode ser fictício se for interpretado como o espírito de um morto tentando se comunicar com a moça. - As duas possibilidades de interpretação são: no real, alguém ter visto a moça arrancando a flor e ficou passando trote, e no fictício, seria o morto ligando para conseguir sua flor de volta. - A moça se sente culpada e começa a ter alucinações que o espírito liga para ela. - O conto fantástico deixa explícito dois tipos de realidade, a que é real e a que não é real (?)e faz você pensar que é assim, sendo que você pode escolher em o que acreditar.

3 QUESTÃO 2 (1 ponto) Comente de que maneira o cenário em que se inicia a história contada por Carlos contribuiu para ajudar no clima de mistério do conto. O importante aqui era não só descrever o cemitério, mas mostrar como ele afeta a narrativa, dando mais mistério pela possibilidade de algo estranho ocorrer. - O cenário onde se passa a história é um cemitério, um lugar deserto, sombrio, angustiante, a "presença" de almas pode assustar, no entanto, a personagem gosta de passear por lá, o que já causa estranhamento. O lugar é propício para que algo do sobrenatural aconteça, uma vez que há pessoas mortas. - O cenário que se inicia a história contribuiu para o clima de mistério pois a casa da personagem é ao lado do cemitério, que é ligado às fatos ruins, negativos, como a morte, o que gera medo nos leitores. Porém, a moca frequentemente vai ao cemitério, o que já mostra que há algo errado e misterioso. - A história se passa em um cemitério, um lugar sombrio e misterioso, porque lá ficam enterradas pessoas mortas e nós não sabemos o que acontece após a morte. O ambiente é propício para acontecerem casos com espíritos, dando mais mistério ao conto. - O cenário pode ajudar dando detalhes ao cemitério, deixando-o mais aterrorizante, e a moça, deixando-a com mais medo. (ela não tinha medo, tanto que frequentava o lugar) - Quando Carlos fala que a moca esta no cemitério da medo. (erro de conteúdo, coerência e ortografia)

4 QUESTÃO 3 (1 ponto) Sobre o narrador da trama, só NÃO podemos afirmar: a) A atitude do narrador é contraditória, uma vez que quer que acreditemos em sua história quando sua própria atenção ao ouvir a história dos outros é vacilante. b) Carlos é apenas a pessoa que contará uma história ouvida de uma amiga certa vez e, sendo assim, não poderá ser acusado de fingido, inventor ou dissimulado por quem o ouve. c) Carlos sente necessidade em se explicar, mostrando que apenas está relatando o que ouviu, já que acha que a responsabilidade em contar uma história é apenas do narrador. d) O que o narrador ouve e o que ouvira da amiga será recontado com prováveis falhas de sua memória, o que contribui para que a ambiguidade entre real e fictício permaneça. Justificativas: - Sou apenas um sujeito que escuta algumas vezes, que outras não escuta... -Tudo depende da pessoa que conta, como do jeito de contar. Há dias em que não depende nem disso: estamos possuídos de universal credulidade, acreditamos em tudo. E daí, argumento máximo, a amiga assegurou que a história era verdadeira. -Em sala, falamos várias vezes que quem dá o tom ao final do conto fantástico é o leitor.

5 QUESTÃO 4 (1 ponto) a) Assim como a "amiga", a "moça" também não é nomeada no conto, não há uma marca de identidade. Explique a intenção do autor ao escolher esse recurso. (0,5 pontos) - Além de ajudar na ideia do vazio, as informações vagas ajudam no estranhamento, criando mais mistério. Além disso, o importante é a história, e não quem a vivenciou, o fantástico pode acontecer com qualquer um.

6 b) A voz, apesar de também não possuir uma marca de identidade, pode ser vista ora como inocente, ora como vilã. Transcreva do texto dois fragmentos que comprovem a afirmativa anterior. (0,25 cada) Voz como inocente: Você tem tudo no mundo, eu, pobre de mim, já acabei. Me faz muita falta aquela flor... Voz como vilã: Você bem sabe que eu não posso buscar coisa nenhuma, minha filha. Quero minha flor, você tem obrigação de devolver.

7 QUESTÃO 5 (1 ponto) A princípio, a mãe e o pai da moça tentam ajudá-la de maneiras distintas. De que forma a ajuda dos mesmos contribui para reforçar o duplo entendimento que os leitores podem ter da história? - O pai começa a investigar pelo próprio bairro, ver os telefones públicos, saber quem poderia estar passando o trote, ou seja. A mãe compra flores para o espírito e leva ao cemitério. Um reforça o real e o outro o fictício, respectivamente. - A ajuda dos familiares da moça reforça o duplo entendimento dos leitores sobre a história, pois se quem ligava era algum vizinho, o pai e o irmão teriam descoberto, enquanto, caso fosse um espírito, o médium contratado teria resolvido, mas também não funcionou. Sendo assim, o leitor permanece no escuro sem saber quem ligava. - A ajuda dos mesmos contribui para o duplo entendimento que os leitores podem ter da história. (mas qual era o duplo entendimento?) - A ajuda dos pais pode contribuir para reforçar o duplo entendimento do leitor, pois cada um tenta formas distintas de entender o que está acontecendo. (quais as formas?)

8 Pois a ajuda dos pais da moça poderiam estar ajudando a superar uma paranóia de achar uma certa flor, quando também pode ser a ajuda a achar a flor para dar de volta. Correto:... A ajuda dos pais da moça poderia... A ajuda de ambos contribuem para reforçar o duplo entendimento... Correto: a ajuda de ambos contribui... A ajuda do pai e da mãe criam duplo sentido pois... Correto: a ajuda do pai e da mãe cria... A ajuda do pai e da mãe reforçam o duplo sentido reforça... Verbo concorda com o núcleo do sujeito.

9 QUESTÃO 7 (1 ponto) Leia as frases abaixo, e em seguida, assinale a alternativa que classifica os sujeitos dos verbos em destaque corretamente: "Às vezes ela chegava (1) a entrar no cemitério e a acompanhar (2) o préstimo até o lugar do sepultamento. Deve ter sido assim que adquiriu (3) o costume de passear lá por dentro." "Tão distante, a voz fazia-se (4) entender, mas não se identificava." "Naquele dia não houve (5) mais nada. Mas no outro dia houve. a) simples, oculto, oculto, simples, oração sem sujeito. c) indeterminado, oculto, oculto, simples, indeterminado. b) simples, simples, indeterminado, indeterminado, simples. d) indeterminado, oculto, oculto, indeterminado, oração sem sujeito. "Às vezes ela chegava (1) a entrar no cemitério e (ela) chegava a acompanhar (2) o préstimo até o lugar do sepultamento. Deve ter sido assim que (ela) adquiriu (3) o costume de passear lá por dentro." "Tão distante, a voz fazia-se (4) entender, mas não se identificava." "Naquele dia não houve (5) mais nada. Mas no outro dia houve.

10 QUESTÃO 8 (2 pontos) a) Identifique a função sintática dos termos em destaque nas orações abaixo: I - A voz era longínqua, pausada, surda. (0,4) Verbo: era = verbo de ligação Quem era? A voz = sujeito O que falei sobre o sujeito? Que era longínqua, pausada, surda Tem verbo de ligação separando sujeito da característica Portanto: predicativo do sujeito II - Certamente se tratava de voz disfarçada, mas tão bem que não se podia saber ao certo se de homem ou de mulher. (0,4) Tratava-se de voz disfarçada... Voz disfarçada = voz substantivo Disfarçada acompanha substantivo Disfarçada = adjunto adnominal

11 Leia o trecho: "A mãe não disse coisa alguma, desceu, entrou numa casa de flores da vizinhança, comprou cinco ramalhetes colossais, atravessou a rua como um jardim vivo e foi derramálos prontamente sobre os cinco canteiros." b) Sobre os verbos em negrito, classifique-os quanto à transitividade na ordem que aparecem: I transitivo direto II - intransitivo III - intransitivo c) Sobre os termos sublinhados, classifique-os quanto à função sintática na ordem em que aparecem: I - casa de flores (acompanha substantivo = adjunto adnominal) II - ramalhetes colossais (acompanha substantivo = adjunto adnominal) III prontamente (é o modo como ela derramou as flores = adjunto adverbial de modo)

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