Eng o Rogério Luiz Balbinot

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Eng o Rogério Luiz Balbinot"

Transcrição

1 . Eng o Rogério Luiz Balbinot esocial e as diferenças dos critérios de avaliação e agentes agressivos do MTE e INSS. Preenchimento dos Documentos de SST (Ficha de EPI Eletrônica + PPP + Laudos + PPRA + PCMSO +...) e o uso de Ferramenta Eletrônica SÃO PAULO, 20 de Outubro de 2014 APAEST/SP - ARES/RS

2 . P.P.R.A. Programa de Prevenção de Riscos Ambientais MTE INSS Portaria 3214/78 Decreto 3048/99 (Decretos /79 e /64) Insalubridade / Atividade Especial Periculosidade

3 . P.P.R.A. MTE INSS Portaria 3214/78 Decreto 3048/99 - NR-15 - Anexo IV - NR-16 - Eletricidade (NR-16, Anexo 4) - Radiação Ionizante (???) - Vigilante / Motoboy (?)

4 . P.P.R.A. MTE INSS Portaria 3214/78 Decreto 3048/99 - Laudo de Insalubridade e/ou - LTCAT Periculosidade Ações Trabalhistas PP (PPP)

5 . P.P.R.A. MTE INSS Portaria 3214/78 Decreto 3048/99 - Óleos e Graxas igual - Óleos e Graxas - Ruído diferente - Ruído - Umidade não -???

6 . O que é o PPRA e qual sua origem? O PPRA (Programa de Prevenção de Riscos Ambientais) deve estabelecer uma metodologia de ação que garanta a preservação da saúde e integridade dos trabalhadores frente aos riscos dos ambientes de trabalho. Esse programa está estabelecido na Norma Regulamentadora (NR-9) da Portaria / 78 do Ministério do Trabalho, sendo a sua redação inicial dada pela Portaria nº 25, de 29 de dezembro de 1994, da Secretaria de Segurança e Saúde do Trabalho, do Ministério do Trabalho.

7 . Quem está obrigado a elaborar o PPRA? A implementação do PPRA (Programa de Prevenção de Riscos Ambientais) é obrigatória para todos os empregadores e instituições que admitam trabalhadores como empregados pelo regime celetista. Não importando o grau de risco ou a quantidade de empregados. O PPRA é uma obrigação legal do empregador e por isso deve ser de sua iniciativa e responsabilidade direta.

8 . Qual o objetivo do PPRA? Fundamentalmente o PPRA (Programa de Prevenção de Riscos Ambientais) visa preservar a saúde e a integridade dos trabalhadores por meio da prevenção de riscos, e isto significa: antecipar, reconhecer, avaliar e controlar os riscos existentes ou que venham a ser introduzidos no ambiente do trabalho.

9 . O mesmo fornece ainda subsídios para a elaboração de outros programas como o PCMSO (Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional) previsto na NR 7, PCA (Programa de Conservação Auditiva) e PPR (Programa de Proteção Respiratória), entre outros. Também, para os laudos LTCAT e o Laudo de Insalubridade e/ou Periculosidade. Empresas que possuem um sistema de gestão integrada de segurança e saúde ocupacional tem no PPRA uma importante ferramenta que permite retratar o quadro real da situação da saúde ocupacional, permitindo ainda a correção de possíveis desvios de forma sistemática e contínua.

10 . Quem deve elaborar, implementar, acompanhar e avaliar o PPRA? Pode ser feita pelo SESMT da empresa ou por pessoa ou equipe de pessoas que, a critério do empregador, sejam capazes de desenvolver o disposto na NR - 09

11 . O que é o Laudo do PPRA? O Laudo do PPRA é o Laudo de Insalubridade e/ou Periculosidade e tem origem na legislação trabalhista e visa documentar o resultado das avaliações ambientais, com base nesta legislação. Ou seja: na Portaria 3214/78 em suas NRs 15 e 16 e em seus Anexos. Tem por objetivo averiguar se o empregado segurado tem direito ou não aos adicionais de INSALUBRIDADE E/OU PERICULOSIDADE.

12 . O Laudo do PPRA (Insalubridade e/ou Periculosidade) é um parecer circunstanciado e conclusivo das condições ambientais a que o funcionário foi exposto, devendo, contudo, refletir a realidade no momento da consecução da vistoria. O laudo tem a função de dispensar a vistoria do MTE, no entanto, se incompleto, lacunoso ou duvidoso ensejará a vistoria in loco pela fiscalização.

13 . Sendo o Laudo do PPRA (Insalubridade e/ou Periculosidade) uma declaração pericial, deve demonstrar o reconhecimento dos agentes nocivos e discriminar a natureza, a intensidade e a concentração dos mesmos. Deve ainda identificar as condições ambientais de trabalho por setor ou processo produtivo e registrar as avaliações quantitativas e qualitativas dos riscos, por função, por grupo homogêneo de exposição ou por posto de trabalho.

14 . Quem pode elaborar o Laudo do PPRA (Insalubridade e/ou Periculosidade)? O Laudo do PPRA (Insalubridade e/ou Periculosidade) por determinação da legislação trabalhista deverá ser assinado por engenheiro de segurança do trabalho ou por médico do trabalho.

15 . O que é o LTCAT e qual a sua origem? O LTCAT (Laudo Técnico das Condições Ambientais de Trabalho) tem origem na legislação previdenciária e visa documentar o resultado das avaliações ambientais, com base nesta legislação. Ou seja: no Decreto 3048/99 em seu Anexo IV. Tem por objetivo averiguar se o empregado segurado tem direito ou não a ATIVIDADE ESPECIAL.

16 . O LTCAT tem sua origem na Lei 8213/91 da Previdência Social no primeiro parágrafo do artigo 58, com redação dada pela Lei de 11/12/1998, devido à necessidade do INSS em estabelecer critérios de verificação das condições do ambiente de trabalho das empresas para fins da concessão de beneficio da aposentadoria especial.

17 . O LTCAT é um parecer circunstanciado e conclusivo das condições ambientais a que o funcionário foi exposto, devendo, contudo, refletir a realidade no momento da consecução da vistoria. O laudo tem a função de dispensar a vistoria do INSS, no entanto, se incompleto, lacunoso ou duvidoso ensejará a vistoria in loco pela fiscalização.

18 . Sendo o LTCAT uma declaração pericial, deve demonstrar o reconhecimento dos agentes nocivos e discriminar a natureza, a intensidade e a concentração dos mesmos. Deve ainda identificar as condições ambientais de trabalho por setor ou processo produtivo e registrar as avaliações quantitativas e qualitativas dos riscos, por função, por grupo homogêneo de exposição ou por posto de trabalho.

19 . Quem pode elaborar o LTCAT? O LTCAT por determinação da legislação previdenciária deverá ser assinado por engenheiro de segurança do trabalho ou por médico do trabalho, indicando os registros profissionais para ambos.

20 . As empresas podem ser multadas caso não possuam o LTCAT? O parágrafo 3º do Art. 58 d Lei 8213/91 com o texto dado pela Lei 9528/97 diz que: A empresa que não mantiver laudo técnico atualizado com referência aos agentes nocivos existentes no ambiente de trabalho de seus trabalhadores ou que emitir documento de comprovação de efetiva exposição em desacordo com o respectivo laudo, estará sujeito à penalidade prevista no Art. 133 desta Lei, que foi republicada na MP de e convertida na Lei 9528 de

21 . Qual a diferença do LTCAT (INSS) para o Laudo do PPRA (MTE)? A diferença destes dois laudos é basicamente a relação dos agentes nocivos e a finalidade de cada laudo. O LTCAT se baseia na relação dos agentes nocivos arrolados no Anexo IV do Decreto 3048/99 e serve para caracterizar se as tarefas dos empregados segurados são ou não de Atividades Especiais;

22 . O Laudo do PPRA se baseia na relação dos agentes nocivos e periculosos arrolados nos Anexos das NRs 15 e 16 da Portaria 3214/78 e serve para caracterizar se as tarefas dos empregados são ou não Insalubres e/ou Periculosas; EX.: O agente agressivo umidade está arrolado no Anexo 10 da NR-15 da Portaria 3214/78 como um agente insalubre. Contudo, o mesmo agente não está arrolado no Anexo IV do Decreto 3048/99 como agente nocivo.

23 . Qual a importância do PPRA para os LAUDOS? O PPRA é um programa que dá sustentação ao LTCAT (INSS Atividade Especial) e ao Laudo do PPRA (Insalubridade/Periculosidade). Exemplo de Sustentação: Se for informado no LTCAT e no Laudo do PPRA (Insalubridade/Periculosidade) que o Protetor Auricular neutraliza o agente agressivo ruído, temos que ter registrado do PPRA todos os procedimentos que foram adotados para garantir esta neutralização (treinamento, fornecimento, registro,...)

24 . Quando o PPRA ou o LTCAT devem ser atualizados ou revisados? O PPRA (Programa de Prevenção de Riscos Ambientais) é um programa de gerenciamento que requer ações contínuas. O documento-base, previsto na estrutura do PPRA, permanecerá na empresa a disposição da fiscalização, junto com um roteiro das ações a serem empreendidas para atingir as metas do Programa. Em resumo, se houver um excelente PPRA, mas as medidas não estiverem sendo implementadas e avaliadas pela empresa, o PPRA, na verdade, não existirá.

25 . Deverá ser efetuada, sempre que necessário, e pelo menos uma vez ao ano, uma análise global do PPRA para avaliação do seu desenvolvimento e realização dos ajustes necessários e estabelecimento de novas metas e prioridades.

26 . Embora a legislação previdenciária e trabalhista não estabeleça periodicidade para a realização dos levantamentos ambientais, há de se considerar que as avaliações são pontuais (representam a realidade do momento da amostragem). Assim sendo, diversos fatores podem influenciar no resultado da avaliação da exposição ocupacional a agentes físicos, químicos e biológicos, demandando a realização de avaliações com maior ou menor periodicidade, tanto para efeito de monitoramento como de comprovação da ausência da exposição.

27 . O que é PPP? O PPP (Perfil Profissiográfico Previdenciário), um documento histórico-laboral do trabalhador, apresentado em formulário instituído pelo INSS, contendo informações detalhadas sobre as atividades do trabalhador, exposição a agentes nocivos à saúde, resultados de exames médicos e outras informações de caráter administrativo. O modelo do formulário encontra-se no Anexo XV da Instrução Normativa INSS/PR nº 11/2006.

28 . Qual o objetivo do PPP e qual sua base legal? Apresentar, em um só documento, o resumo de todas as informações relativas à fiscalização do gerenciamento de riscos e existência de agentes nocivos no ambiente de trabalho, além de ser o documento que orienta o processo de reconhecimento de aposentadoria especial.

29 . Conforme o Art. 177 da Instrução Normativa nº 11 de 20/09/06 do INSS, também é objetivo do PPP prover a empresa de meios de prova produzidos em tempo real, de modo a organizar e a individualizar as informações contidas em seus diversos setores ao longo dos anos, possibilitando que a empresa evite ações judiciais indevidas relativas a seus trabalhadores.

30 . A Instrução Normativa INSS/PR nº 11/2006 regulamenta e formata o PPP, cuja exigência encontra-se prevista na Lei nº 8.213/91 e no Regulamento da Previdência Social (Decreto nº 3.048/99). Veja a letra da Lei: "A empresa deverá elaborar e manter atualizado perfil profissiográfico abrangendo as atividades desenvolvidas pelo trabalhador e fornecer a este, quando da rescisão do contrato de trabalho, cópia autêntica desse documento. (art. 58, parágrafo 4, Lei 8.213/91)".

31 . Onde obter as informações necessárias para preenchimento do PPP? As informações devem ser extraídas do Laudo Técnico de Condições Ambientais do Trabalho (LTCAT), do Programa de Prevenção de Riscos Ambientais (PPRA), do Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional (PCMSO) e do Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR), este último no caso de empresas de mineração.

32 . Conforme o Art. 158 da Instrução Normativa nº 11 de 20/09/06 do INSS "As condições de trabalho, que dão ou não direito à aposentadoria especial, deverão ser comprovadas pelas demonstrações ambientais, que fazem parte das obrigações acessórias dispostas na legislação previdenciária e trabalhista.

33 . Quem está obrigado a elaborar o PPP? A elaboração e atualização do PPP (Perfil Profissiográfico Previdenciário) é obrigatória para todos os empregadores, bem como sua entrega ao trabalhador na ocasião da rescisão do contrato de trabalho. O formulário deve ser assinado pelo representante legal da empresa com a indicação dos responsáveis técnicos pelo PCMSO e LTCAT.

34 . O PPP deverá ser impresso para simples conferência por parte do trabalhador, pelo menos uma vez ao ano, quando da avaliação global anual do Programa de Prevenção de Riscos Ambientais - PPRA, até que seja implantado o PPP em meio magnético pela Previdência Social. A empresa é obrigada a fornecer uma cópia autêntica do PPP ao trabalhador, sob pena de multa, caso não o faça.

35 . Ainda, para fins de concessão de benefícios por incapacidade, a partir de 1º de janeiro de 2004, a Perícia Médica do INSS poderá solicitar o PPP à empresa, com vistas à fundamentação do reconhecimento técnico do nexo causal e para avaliação de potencial laborativo, objetivando o processo de reabilitação profissional.

36 . Qual a periodicidade de atualização do PPP? Anual e/ou todas as vezes que houver mudanças no local e/ou alterações física, operacionais, ou funcionais significativas inerentes. Deverá ser mantido atualizado refletindo todas as alterações havidas nas funções exercidas pelo trabalhador.

37

38 INSTRUÇÃO NORMATIVA INSS/DC Nº 078, DE 16 DE JULHO DE Subseção IV Da Aposentadoria Especial Das Condições para a Concessão da Aposentadoria Especial Art VII - as aferições dos níveis de exposição ao agente ruído (Níveis de Pressão Sonora Elevado), referidas nos incisos anteriores, deverão, necessariamente, ser obtidas por mensurações realizadas por equipamentos dos grupos de qualidade de "zero" a "dois" da classificação IEC ou ANSI SI.4 de 1983, devendo ser descrita no Laudo Técnico a respectiva metodologia utilizada e o tipo do equipamento, conforme exigência contida no item 15.6 da NR-15 da Portaria n.º 3.214/78 (Lei n.º 6.514/77).

39 INSTRUÇÃO NORMATIVA INSS/DC Nº 095, DE 07 DE OUTUBRO DE Subseção IV Da Aposentadoria Especial Das Condições para a Concessão da Aposentadoria Especial Art VII - as aferições dos níveis de exposição ao agente ruído (Níveis de Pressão Sonora Elevado), referidas nos incisos anteriores, deverão, necessariamente, ser obtidas por mensurações realizadas por equipamentos dos grupos de qualidade de "zero" a "dois" da classificação IEC ou ANSI SI.4 de 1983, devendo ser descrita no Laudo Técnico a respectiva metodologia utilizada e o tipo do equipamento, conforme exigência contida no item 15.6 da NR-15 da Portaria n.º 3.214/78 (Lei n.º 6.514/77).

40 AVALIAÇÃO DA EXPOSIÇÃO OCUPACIONAL AO RUÍDO NHO 01 - Fundacentro 6.2 Equipamentos de medição Especificações mínimas Medidores integradores de uso pessoal Os medidores integradores de uso pessoal, também denominados de dosímetros de ruído, a serem utilizados na avaliação da exposição ocupacional ao ruído devem atender às especificações constantes da Norma ANSI S ou de suas futuras revisões, ter classificação mínima do tipo 2 e estar ajustados de forma a atender aos seguintes parâmetros:

41 INSTRUÇÃO NORMATIVA INSS/PRES Nº 45, DE 06 DE AGOSTO DE 2010 DOU DE 11/08/2010 Subseção V Da aposentadoria especial Art Os procedimentos técnicos de levantamento ambiental, ressalvada disposição em contrário, deverão considerar: I - a metodologia e os procedimentos de avaliação dos agentes nocivos estabelecidos pelas Normas de Higiene Ocupacional - NHO da FUNDACENTRO; e II - os limites de tolerância estabelecidos pela NR-15 do MTE.

42

43

44

45 RUÍDO

46 RUÍDO acima de 80 db, até 05/03/97, conforme o Quadro do RUÍDO acima de 80 db, até 05/03/97, cfe Anexo III, previsto no artigo 2 o, do Decreto /64, no item RUÍDO Ruído Operações em locais com ruído excessivo capaz de ser nocivo à saúde Trabalhos sujeitos aos efeitos de ruídos industriais excessivos caldeireiros, operadores de máquinas pneumáticas, de motores, turbinas e outros. I 25 Jornada normal ou especial fixada em lei, em locais com ruídos acima de 80 decibéis. Dec. N o 1.232, de 22/06/62. Art. 187, da CLT. Portaria Ministerial n o 262, de 06/08/62.

47 RUÍDO acima de 90 db, até 05/03/97, conforme o Quadro do Anexo I do Decreto /79, no item RUÍDO Ruído Caldeiraria (atividades discriminadas no código do Anexo II) Trabalhos em usinas geradoras de eletricidade (sala de turbinas e geradores) Trabalhos com exposição permanente a ruído acima de 90 db Operação com máquinas pneumáticas (atividades discriminadas no código do Anexo II) Trabalhos em cabinas de prova de motores de avião 25 anos

48 RUÍDO acima de 90 db, de 06/03/97 a 13/12/98, conforme o Anexo IV do Regulamento dos Benefícios da Previdência Social RBPS, aprovado pelo Decreto n o 2.172, de 05/03/97, no item RUÍDO Ruído a) exposição permanente a níveis de ruído acima de 90 decibéis 25 anos

49 RUÍDO acima de 90 dba, a partir de 14/12/98, conforme o Anexo IV do Decreto 3.048/99 no item RUÍDO, medido na curva A, de acordo com a Lei 9.732, de 11 de dezembro de Ruído a) exposição permanente a níveis de ruído acima de 90 decibéis 25 anos

50 MOTORISTA DE ÔNIBUS Leq (A) = 80,9 dba Leq (Lin) = 106,1 dblin

51 ONIBUS Leq 1s A 15/09/99 10h30m07 80,9dB 15/09/99 10h43m52 ONIBUS Leq 1s Lin 15/09/99 10h30m07 106,1dB 15/09/99 10h43m h32 10h34 10h36 10h38 10h40 10h42

52 METALÚRGICA CORTE DE TUBOS Leq (A) = 84,8 dba Leq (Lin) = 86,0 dblin

53 TUBO-1 Leq 15s A 15/09/99 14h39m18 84,8dB 15/09/99 15h41m18 TUBO-1 Leq 15s Lin 15/09/99 14h39m18 86,0dB 15/09/99 15h41m h40 14h50 15h00 15h10 15h20 15h30 15h40

54 CONFECÇÃO PASSAR À VAPOR C/ PRANCHA E SOPRO Leq (A) = 72,5 dba Leq (Lin) = 78,3 dblin

55 PASSA-1 Leq 5s A 15/09/99 13h43m17 72,5dB 15/09/99 14h04m47 PASSA-1 Leq 5s Lin 15/09/99 13h43m17 78,3dB 15/09/99 14h04m h45 13h50 13h55 14h00

56

57 As curvas de avaliação (Lin, A, B, C e D) - ESCALA DE AUDIÇÃO são as curvas utilizadas nas medições de níveis de ruído, de acordo com o critério adotado. Quando, nos deparamos com um critério, onde apenas conste db, devemos interpretar como db(lin), ou seja: db = db(lin). O db(lin) é utilizado para medições de níveis de ruído em ambientes, na hipótese em que se objetiva uma avaliação dos níveis gerados pelos maquinários existentes nos setores de trabalho, para posterior adoção de medidas de atenuação.

58 A conclusão sobre esta questão, é de que o INSS, na época 1964 (Decreto ), realmente se referiu ao db(lin), pois o mesmo é utilizado para medição dos níveis de ruído no ambiente, situação em que o INSS reconhecia a atividade especial. Ou seja: o INSS reconhecia o agente nocivo no ambiente e não no indivíduo, por estes motivos não eram considerados os EPI s (como exemplo, a umidade nos frigoríficos, onde todos utilizam botas de borracha e, era reconhecido como atividade especial por umidade).

59

60 As diferenças que existem entre o A e o Lin, à maior ou à menor, depende dos locais de medição e das frequências. Como podemos observar, a diferença do A para o Lin no motorista de ônibus, se deve ao fato dos níveis elevados, estarem em baixa frequência e, se verificarmos no gráfico ESCALA DE AUDIÇÃO, entenderemos o porquê desta diferença, ou seja, na frequência de Hz, todas as curvas dão o mesmo valor em decibel (db).

61 Sabemos que, atualmente, o critério adotado para a aferição de níveis de ruído, que tem por objeto a avaliação dos efeitos no trabalhador, é a medição em db(a). Logo, o INSS não atualizou sua legislação, assim devemos medir os níves de ruído em db(lin) até 13/12/98 (falando juridicamente), pois a partir desta data, de acordo com a Lei 9.732, no Art. 58, parágrafo 1 o (nos termos da legislação trabalhista), devemos usar como referencial a Portaria 3214/78, apesar do INSS ter insistido nos 90 dba até 18/11/2003.

62 AUDIODOSIMETRIA A audiodosimetria tem por objetivo verificar a dose dos níveis equivalentes de ruído que os trabalhadores estão expostos durante a jornada de trabalho; Com relação ao ruído, faremos um pequeno comentário; Quanto a Dose de Ruído, temos, que se durante uma jornada de trabalho ocorrerem dois ou mais períodos de exposição a diferentes níveis de ruído, deve-se considerar os seus efeitos combinados, de forma que se a soma das seguintes frações:

63 .. C 1 C 2 C 3 C n.... D= T 1 T 2 T 3 T n.. exceder a (1), a exposição estará acima do limite de tolerância. onde: D= Dose de ruído; C =Tempo real de exposição ao ruído, sob um determinado nível; T = Tempo máximo permitido a esse nível de ruído determinado, segundo o critério de avaliação adotado. Assim, a dose de ruído pode ser expressa em valores decimais ou em porcentagens, onde a unidade (1) corresponde a 100%.

64

65 Atualmente, temos 3 critérios de avaliação adotados no Brasil, o Jurídico (2) e o Técnico (1), ou seja: o critério jurídico é o da Portaria 3214/78 e do INSS; do critério técnico é o da FUNDACENTRO que é o mesmo da ACGIH, os quais estabelecem que a exposição a 85 db, por 8 horas, corresponde a uma dose de ruído igual a 1 (100%) e, que a medição é feita na resposta LENTA e na curva A. Os critérios de avaliação de ruído adotado para dosimetria pela PORTARIA 3214/78, pelo INSS e pela FUNDACENTRO, são os seguintes, respectivamente:

66

67

68

69

70

71

72 Grupos Homogêneos / Similares de Exposição GHEs ou GSEs Avaliar os Agentes Agressivos (GHE) Lançar os dados dos Agentes Agressivos (Cargo / Cargo D )

73 Publicado em 25 de Junho de 2014 às 11h46 TRT3 - Empresa que sonegou informações sobre riscos no trabalho retificará Perfil Profissiográfico de ex-empregado Um trabalhador ajuizou ação contra a sua ex-empregadora pedindo a retificação do seu Perfil Profissiográfico Previdenciário (formulário PPP). Isto porque a empresa sonegou informações acerca das condições perigosas que envolviam o trabalho dele, pela exposição a riscos elétricos. É fato que, ao preencher o Perfil Profissiográfico do empregado, as empresas devem fazer constar nele todas as informações referentes ao empregado durante o contrato de trabalho, como as atividades exercidas por ele, se esteve exposto a agentes nocivos a sua saúde, além de exames médicos clínicos. Mas, em defesa, a empregadora negou a acusação, sustantando que o Pefil Profissiográfico do reclamante reflete a correta avaliação das condições de segurança e higiene no trabalho, enquanto este foi seu empregado.

74 Ao analisar o caso na 2ª Vara do Trabalho de Coronel Fabriciano, o juiz Edson Ferreira de Souza Júnior determinou a realização de perícia técnica para apuração da periculosidade. E o perito concluiu que o reclamante esteve exposto a risco de descarga elétrica em condições de periculosidade, nos termos do Decreto nº /1986, e isso não foi registrado no formulário PPP do exempregado. A reclamada não concordou com a conclusão do perito e sustentou que o reclamante, atuando na manutenção e reparo, trabalhava em fontes consumidoras e com equipamentos desernegizados, o que afastaria tanto o risco de descarga elétrica, quanto o enquadramento do ex-empregado como eletricitário. Mas, de acordo com os esclarecimentos do perito, o conceito de eletricitário abrange todo empregado que se envolva em atividades no sistema elétrico de potência, de forma permanente ou intermitente, e não apenas aqueles que trabalham em empresas do setor de geração e distribuição de energia, nos termos da Orientação Jurisprudencial nº 324 da SDI-I do Tribunal Superior do Trabalho.

75 Acolhendo as conclusões do laudo pericial, o juiz sentenciante condenou a reclamada a retificar os dados do Perfil Profissiográfico Previdenciário do reclamante, determinando o registro das condições de risco de descarga elétrica a que o trabalhador esteve exposto, por todo o período contratual, sob pena de multa diária de cem reais, limitada a dez mil reais, atualizada com juros e correção monetária quando da liquidação da sentença. A ré interpôs recurso ordinário, mas o TRT-MG manteve a decisão de 1º Grau. ( RO ) Fonte: Tribunal Regional do Trabalho da 3ª Região

76 Publicado em 10 de Julho de 2014 às 10h49 TRT3 - Motorista exposto a vibração do veículo tem direito a adicional de insalubridade A juíza Maritza Eliane Isidoro, na titularidade da 1ª Vara do Trabalho de Contagem, condenou uma empresa a pagar adicional de insalubridade, em grau médio, a um motorista que se expunha à vibração na condução do veículo de transporte de carga, operando em pisos asfaltados e irregulares entre Sete Lagoas e o Rio de Janeiro. A decisão se baseou em uma perícia que, após as medições devidas, apurou que o reclamante se expunha a níveis de vibração que indicam riscos potenciais a saúde, caracterizando a insalubridade, em grau médio. Segundo esclareceu a magistrada, a vibração é um movimento oscilatório de um corpo, devido a forças desequilibradas de componentes rotativos e movimentos alternados do equipamento. A exposição à vibração tem previsão no anexo 8 da NR 15, da Portaria 3.214/78, que trata dos limites de tolerância definidos pela Organização Internacional para a Normalização ISO, os quais foram observados na perícia.

77 De acordo com a juíza sentenciante, embora a reclamada tenha protestado contra a perícia, não fez provas suficientes para descaracterizar as conclusões que constam no laudo pericial, seja documental ou testemunhal. Principalmente porque o perito foi claro ao afirmar que a avaliação é realizada de forma qualitativa, nos termos da Portaria ministerial, e que os EPIs não neutralizam o agente. Por esses fundamentos, a empresa foi condenada ao pagamento do adicional de insalubridade, no grau médio (20%). Foram deferidos ainda os reflexos do adicional de insalubridade no FGTS mais a multa de 40%, nas férias acrescidas de 1/3, no 13º salário e no aviso prévio. A reclamada recorreu, mas a sentença foi mantida pelo TRT-MG. ( ED ) Fonte: Tribunal Regional do Trabalho da 3ª Região

78 PODER EXECUTIVO - DECRETO Nº 8123 DE "Art º A empresa deverá elaborar e manter atualizado o perfil profissiográfico do trabalhador, contemplando as atividades desenvolvidas durante o período laboral, documento que a ele deverá ser fornecido, por cópia autêntica, no prazo de trinta dias da rescisão do seu contrato de trabalho, sob pena de sujeição às sanções previstas na legislação aplicável. 9º Considera-se perfil profissiográfico, para os efeitos do 8º, o documento com o histórico laboral do trabalhador, segundo modelo instituído pelo INSS, que, entre outras informações, deve conter o resultado das avaliações ambientais, o nome dos responsáveis pela monitoração biológica e das avaliações ambientais, os resultados de monitoração biológica e os dados administrativos correspondentes. 10. O trabalhador ou seu preposto terá acesso às informações prestadas pela empresa sobre o seu perfil profissiográfico, podendo inclusive solicitar a retificação de informações quando em desacordo com a realidade do ambiente de trabalho, conforme orientação estabelecida em ato do Ministro de Estado da Previdência Social.

79 O Uso de Assinatura Eletrônica em SST (Segurança e Saúde do Trabalho)

80 NR 6 EQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL - EPI Cabe ao empregador quanto ao EPI : a) adquirir o adequado ao risco de cada atividade; b) exigir seu uso; c) fornecer ao trabalhador somente o aprovado pelo órgão nacional competente em matéria de segurança e saúde no trabalho; d) orientar e treinar o trabalhador sobre o uso adequado, guarda e conservação; e) substituir imediatamente, quando danificado ou extraviado; f) responsabilizar-se pela higienização e manutenção periódica; e, g) comunicar ao MTE qualquer irregularidade observada. h) registrar o seu fornecimento ao trabalhador, podendo ser adotados livros, fichas ou sistema eletrônico. (Inserida pela Portaria SIT n.º 107, de 25 de agosto de 2009)

81

82 CONCEITO Mecanismo eletrônico, não necessariamente criptográfico, para identificar alguém, seja por meio de escaneamento de uma assinatura, identificação por impressão digital ou simples escrita do nome completo para identificar o remetente de uma mensagem eletrônica ou partes em um contrato ou documento.

83 COMO FUNCIONA 1. O leitor captura a imagem da impressão digital/palma; 2. A imagem é processada por um software especializado para extrair alguns pontos característicos, denominados minúcias. 3. O conjunto de minúcias extraídas da impressão digital/palma é chamado de template. 4. Este template é armazenado na base de dados e será utilizado para IDENTIFICAR o indivíduo.

84 EXTRAÇÃO DO TEMPLATE Veias da Palma da Mão Template extraído

85 RECONHECIMENTO O reconhecimento é feito por um processo de triangulação e relação geométrica entre as minúcias. Cruzando as minúcias do template armazenado na base de dados com o template gerado após o indivíduo colocar a digital/palma no leitor.

86 TRIANGULAÇÃO A. Minúcias extraídas para verificação; B. Template armazenado na base de dados; C. Triangulação para identificação do indivíduo;

87 SEGURANÇA Para garantir que os dados não sejam adulterados: 1. Todo o template armazenado na base de dados é único e criptografado. Não podendo assim ser utilizado por outro cadastro. Caso ocorra, o mesmo é invalidado pelo sistema, e não poderá mais ser utilizado. (Ctrl+c/ctrl+v entre cadastro de empregados) 2. É armazenado um histórico de alterações de templates, identificando o usuário que realizou o processo de alteração. 3. Bloqueio de assinaturas retroativas. Caso a data do computador seja alterado para uma data mais antiga, o software ficará travado e nenhum registro poderá ser assinado até que a data seja corrigida.

88 SEGURANÇA Para garantir que os dados não sejam adulterados: 4. A assinatura eletrônica de um registro é única (igual ao template), não podendo ser utilizada em outro registro. Caso um EPI seja confirmado por um empregado, não será possível utilizar esta assinatura para forjar assinatura de entrega de outro EPI.

89 SEGURANÇA Exemplo de template criptografado armazenado no banco de dados: Encr '-2ì=±m(3 ;µ!*a i s)3 i ()7ò5 &+1 ;à$/1 Sendo o template alterado ou copiado para outro empregado, o sistema irá impedir que a validação ocorra apresentando a seguinte mensagem:

90 SEGURANÇA O mesmo ocorre para as assinaturas eletrônicas. Caso sejam alteradas ou movidas, as mesmas poderão ser investigadas através do relatório de Assinaturas Inconsistentes

91 Case TRT4 ASO Eletrônico Sustentabilidade e Responsabilidade Social

92 CENÁRIO Magistrados/Servidores; 65 unidades espalhadas pelo Rio Grande do Sul; Consultas realizadas nas varas do trabalho

93 ANAMNESE

94 AUTO-AGENDAMENTO

95 ATENDIMENTO MÉDICO

96 HISTÓRICO

97 FICHA CLÍNICA

98 FICHA CLÍNICA EVOLUÇÃO

99 FICHA CLÍNICA OSTEOMUSCULAR

100 ASO

101 CONFIRMAÇÃO BIOMÉTRICA MÉDICO

102 CONFIRMAÇÃO BIOMÉTRICA SERVIDOR

103 ASO 2ª VIA POR

104 CENTRAL DO SERVIDOR/MAGISTRADO

ANEXO X - ESPECIFICAÇÕES

ANEXO X - ESPECIFICAÇÕES ANEXO X - ESPECIFICAÇÕES 1. JUSTIFICATIVA 1.1. Motivação para a Contratação: A contratação constante do objeto em questão é justificada em virtude do término do atual contrato; da impreterível necessidade

Leia mais

MPAS/INSS. Perfil Profissiográfico Previdenciário DRA. SILVIA MATHEUS

MPAS/INSS. Perfil Profissiográfico Previdenciário DRA. SILVIA MATHEUS MPAS/INSS Perfil Profissiográfico Previdenciário DRA. SILVIA MATHEUS Perfil Profissiográfico OBJETIVO: As Aposentadorias Especiais têm características preventivas e visam retirar o trabalhador dos ambientes

Leia mais

PPP FERRAMENTA PARA A PREVENÇÃO. Antonio Carlos Castellar de Castro. Companhia Hidroelétrica do São Francisco CHESF

PPP FERRAMENTA PARA A PREVENÇÃO. Antonio Carlos Castellar de Castro. Companhia Hidroelétrica do São Francisco CHESF PPP FERRAMENTA PARA A PREVENÇÃO Antonio Carlos Castellar de Castro Companhia Hidroelétrica do São Francisco CHESF RESUMO O advento do Perfil Profissiográfico Previdenciário - PPP em 01/01/2004 no nosso

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 1, DE 22 DE JULHO DE 2010

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 1, DE 22 DE JULHO DE 2010 INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 1, DE 22 DE JULHO DE 2010 (Publicada no D.O.U. de 27/07/2010) Atualizada até 26/05/2014 Estabelece instruções para o reconhecimento, pelos Regimes Próprios de Previdência Social

Leia mais

Luiz Oscar Dornelles Schneider Especialista em Medicina do Trabalho AMB / ANAMT

Luiz Oscar Dornelles Schneider Especialista em Medicina do Trabalho AMB / ANAMT FUNDAMENTAÇÃO LEGAL DA EXIGIBILIDADE DO LTCAT LAUDO TÉCNICO DE CONDIÇÕES AMBIENTAIS DE TRABALHO Seguem-se abaixo os trechos dos documentos legais que versam sobre a matéria, de acordo com sua ordem hierárquica

Leia mais

PROGRAMAS (41) 35620280. medicinaocupacional@saudemais.med.br. http://www.saudemais.med.br

PROGRAMAS (41) 35620280. medicinaocupacional@saudemais.med.br. http://www.saudemais.med.br (41) 35620280 medicinaocupacional@saudemais.med.br http://www.saudemais.med.br Temos a satisfação de apresentar nossos serviços de Saúde Ocupacional. Oferecemos assessoria completa em segurança e medicina

Leia mais

Núcleo de Pós-Graduação Pitágoras Escola Satélite Curso de Especialização em Engenharia de Segurança do Trabalho

Núcleo de Pós-Graduação Pitágoras Escola Satélite Curso de Especialização em Engenharia de Segurança do Trabalho Núcleo de Pós-Graduação Pitágoras Escola Satélite Curso de Especialização em Engenharia de Segurança do Trabalho Josevan Ursine Fudoli ENGº CIVIL E DE SEGURANÇA DO TRABALHO HIGIENE OCUPACIONAL RUÍDO Aula

Leia mais

R E S O L U Ç Ã O 0 0 1 / 2 0 1 5

R E S O L U Ç Ã O 0 0 1 / 2 0 1 5 R E S O L U Ç Ã O 0 0 1 / 2 0 1 5 Estabelece instruções para o reconhecimento do tempo de serviço público exercido sob condições especiais que prejudiquem a saúde ou a integridade física pelo Instituto

Leia mais

www.isegnet.com.br.com.br

www.isegnet.com.br.com.br RAT - Riscos Ambientais de Trabalho Periodicidade, Manutenção e Geração dos Demonstrativos LTCAT e o PPP Parecer Preliminar - Educativo (publicado na íntegra - 15 páginas) Introdução O objetivo das avaliações

Leia mais

CIESP JUNDIAÍ INFORMAÇÕES TÉCNICAS E PRÁTICAS DO PERFIL PROFISSIOGRÁFICO PREVIDENCIÁRIO (PPP)

CIESP JUNDIAÍ INFORMAÇÕES TÉCNICAS E PRÁTICAS DO PERFIL PROFISSIOGRÁFICO PREVIDENCIÁRIO (PPP) CIESP JUNDIAÍ INFORMAÇÕES TÉCNICAS E PRÁTICAS DO PERFIL PROFISSIOGRÁFICO PREVIDENCIÁRIO (PPP) Gerência Executiva em Jundiaí Seção de Saúde do Trabalhador SST Dr. Renato Humberto da Silva 06/11/2013 1 Brasil

Leia mais

GR ASSESSORIA LTDA. Engenharia de Segurança do Trabalho e Medicina do Trabalho. Fones 3274.7841 / 3091.0306 / 3257.4685 / 87578392 / 8778.

GR ASSESSORIA LTDA. Engenharia de Segurança do Trabalho e Medicina do Trabalho. Fones 3274.7841 / 3091.0306 / 3257.4685 / 87578392 / 8778. GR ASSESSORIA LTDA Engenharia de Segurança do Trabalho e Medicina do Trabalho Fones 3274.7841 / 3091.0306 / 3257.4685 / 87578392 / 8778.4561 PCMSO Programa de Controle Médico e Saúde Ocupacional PPRA Programa

Leia mais

PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCO AMBIENTAL - PPRA NR 09

PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCO AMBIENTAL - PPRA NR 09 PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCO AMBIENTAL - PPRA NR 09 Prof. Me. Vítor Hugo Magalhães Vono Engenheiro de Segurança do Trabalho Lei 6514 de 12/77 Capítulo V da CLT da Segurança e Medicina do Trabalho (art.

Leia mais

Aposentadoria Especial e o Perfil Profissiográfico Previdenciário - PPP PERGUNTAS E RESPOSTAS

Aposentadoria Especial e o Perfil Profissiográfico Previdenciário - PPP PERGUNTAS E RESPOSTAS 1 Aposentadoria Especial e o Perfil Profissiográfico Previdenciário - PPP PERGUNTAS E RESPOSTAS 1. O que se entende por aposentadoria especial? R. É benefício decorrente do trabalho realizado em condições

Leia mais

Prefeitura Municipal de Passo Fundo

Prefeitura Municipal de Passo Fundo ANEXO I TERMO DE REFERÊNCIA/ESPECIFICAÇÕES BÁSICAS 1. OBJETO 2. OBJETIVO 1.1 Prestação de serviços técnicos especializados em Engenharia de segurança do Trabalho, de modo a elaborar e emitir os Laudos

Leia mais

Poder Judiciário JUSTIÇA FEDERAL Seção Judiciária do Paraná 1ª TURMA RECURSAL JUÍZO B

Poder Judiciário JUSTIÇA FEDERAL Seção Judiciária do Paraná 1ª TURMA RECURSAL JUÍZO B JUIZADO ESPECIAL (PROCESSO ELETRÔNICO) Nº200770500043010/PR RELATOR : Juíza Luciane Merlin Clève Kravetz RECORRENTE : SYLVIO DE ALMEIDA SILVA RECORRIDO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL INSS VOTO Trata-se

Leia mais

COMO ELABORAR CORRETAMENTE O PERFIL PROFISSIOGRÁFICO PREVIDENCIÁRIO - PPP

COMO ELABORAR CORRETAMENTE O PERFIL PROFISSIOGRÁFICO PREVIDENCIÁRIO - PPP COMO ELABORAR CORRETAMENTE O PERFIL PROFISSIOGRÁFICO PREVIDENCIÁRIO - PPP *Jaques Sherique O primeiro passo para a elaboração correta de um Sistema de Perfil Profissiográfico Previdenciário é a manutenção

Leia mais

Instrução normativa INSS/PRES nº 11, de 20 de setembro de 2006 (DOU de 21/9/2006) parcial, atualizada até ago/07)

Instrução normativa INSS/PRES nº 11, de 20 de setembro de 2006 (DOU de 21/9/2006) parcial, atualizada até ago/07) Instrução normativa INSS/PRES nº 11, de 20 de setembro de 2006 (DOU de 21/9/2006) parcial, atualizada até ago/07) Estabelece critérios a serem adotados pela área de Benefícios Da Aposentadoria Especial

Leia mais

Software Gestão em SST. & esocial

Software Gestão em SST. & esocial Software Gestão em SST & esocial Grupo Balbinot RSData Software de Gestão em SST Sobre o GRUPO BALBINOT O GRUPO BALBINOT iniciou suas atividades com a empresa de Consultoria de Segurança do Trabalho, Consetra,

Leia mais

O PPP Perfil Profissiográfico Previdenciário

O PPP Perfil Profissiográfico Previdenciário 1 O PPP Perfil Profissiográfico Previdenciário Compilação e comentários de Airton Marinho da Silva, Auditor Fiscal do Trabalho do Ministério do Trabalho e Emprego As Leis 8212 e 8213/91 regulamentam os

Leia mais

Universidade de São Paulo. Departamento de Recursos Humanos da CODAGE. Divisão de Saúde, Higiene, Segurança e Medicina do Trabalho

Universidade de São Paulo. Departamento de Recursos Humanos da CODAGE. Divisão de Saúde, Higiene, Segurança e Medicina do Trabalho Universidade de São Paulo Departamento de Recursos Humanos da CODAGE Divisão de Saúde, Higiene, Segurança e Medicina do Trabalho PERFIL PROFISSIOGRÁFICO PREVIDENCIÁRIO P.P.P. PERFIL PROFISSIOGRÁFICO PREVIDENCIÁRIO

Leia mais

MANUAL DE UTILIZAÇÃO. Rede Completa Orientações Gerais

MANUAL DE UTILIZAÇÃO. Rede Completa Orientações Gerais MANUAL DE UTILIZAÇÃO Rede Completa Orientações Gerais Geremed Saúde e Segurança Ocupacional Ltda. 2011 3 de Prezado Cliente: Parabéns! Você é um CLIENTE GEREMED e para nós, isso é um motivo de grande satisfação.

Leia mais

Entrega dos Programas! PalestraI

Entrega dos Programas! PalestraI Entrega dos rogramas! alestrai Índice História das NRs. Objetivo, elaboração e responsabilidades: RA; CMSO; Laudo de Insalubridade e ericulosidade; LTCAT e. Números: Brasil, SC e Blumenau. Implantação

Leia mais

MANUAL DE UTILIZAÇÃO. Orientações Gerais

MANUAL DE UTILIZAÇÃO. Orientações Gerais MANUAL DE UTILIZAÇÃO Orientações Gerais Geremed Saúde e Segurança Ocupacional Ltda. 2013 Prezado Cliente: Parabéns! Você é um CLIENTE GEREMED e para nós, isso é um motivo de grande satisfação. Nosso compromisso

Leia mais

DIREITO DO TRABALHO II

DIREITO DO TRABALHO II DIREITO DO II Me. Ariel Silva. l Órgãos de segurança SESMT: O Serviço Especializado em engenharia de segurança e em Medicina do Trabalho, SESMT, constitui-se no órgão técnico da empresa composto exclusivamente

Leia mais

RSData construindo soluções diferenciadas para a. Gestão de Segurança e Saúde do Trabalho

RSData construindo soluções diferenciadas para a. Gestão de Segurança e Saúde do Trabalho RSData construindo soluções diferenciadas para a Gestão de Segurança e Saúde do Trabalho Porque escolher a RSData? A empresa RSData é especializada e dedicada em softwares para a Gestão de Segurança e

Leia mais

APOSENTADORIA ESPECIAL

APOSENTADORIA ESPECIAL ESTUDO ESTUDO APOSENTADORIA ESPECIAL VERÔNICA ROCHA Consultor Legislativo da Área XXI Previdência e Direito Previdenciário ESTUDO FEVEREIRO/2004 Câmara dos Deputados Praça 3 Poderes Consultoria Legislativa

Leia mais

ACÓRDÃO 0104400-87.2009.5.04.0301 RO Fl. 1. JUIZ CONVOCADO MARCOS FAGUNDES SALOMÃO Órgão Julgador: 3ª Turma

ACÓRDÃO 0104400-87.2009.5.04.0301 RO Fl. 1. JUIZ CONVOCADO MARCOS FAGUNDES SALOMÃO Órgão Julgador: 3ª Turma 0104400-87.2009.5.04.0301 RO Fl. 1 JUIZ CONVOCADO MARCOS FAGUNDES SALOMÃO Órgão Julgador: 3ª Turma Recorrente: Recorrido: Origem: Prolator da Sentença: TEREZA DE JESUS AMARAL - Adv. Maria Silesia Pereira

Leia mais

esocial Pontos críticos em Segurança e Saúde no Trabalho

esocial Pontos críticos em Segurança e Saúde no Trabalho esocial Pontos críticos em Segurança e Saúde no Trabalho Palestrante convidado: Fabio João Rodrigues Fabio João Rodrigues Advogado em São Paulo. Atua desde 1995 na área de relações trabalhistas e sindicais.

Leia mais

PPP e Aposentadoria Especial Terminologia Básica

PPP e Aposentadoria Especial Terminologia Básica Terminologia Básica PPP PPRA PGR PCMAT LTCAT PCMSO GFIP CAT Perfil Profissiográfico Previdenciário Programa de Prevenção de Riscos Ambientais Programa de Gerenciamento de Riscos - Mineração Prog. Cond.

Leia mais

Exmo. Sr. Dr. Juiz da 1 º. Junta de Conciliação e Julgamento de??????????????

Exmo. Sr. Dr. Juiz da 1 º. Junta de Conciliação e Julgamento de?????????????? ??????????? Eng º. De Higiene e Segurança do Trabalho Crea:?????????????? Exmo. Sr. Dr. Juiz da 1 º. Junta de Conciliação e Julgamento de?????????????? Processo: Recte: Recda:??????????????, nomeado por

Leia mais

Manual de Aposentadoria Especial. Volume 1

Manual de Aposentadoria Especial. Volume 1 Manual de Aposentadoria Especial Volume 1 DIRETORIA DE SAÚDE DO TRABALHADOR Março/2012 1 2011 - Instituto Nacional do Seguro Social INSS Presidente Mauro Luciano Hauschild Diretora de Saúde do Trabalhador

Leia mais

CONVÊNIO PARA ELABORAÇÃO DO PROGRAMA LTCAT e PPP

CONVÊNIO PARA ELABORAÇÃO DO PROGRAMA LTCAT e PPP Nº XX-XX/201X (código: XXXX) CONVÊNIO PARA ELABORAÇÃO DO PROGRAMA LTCAT e PPP Pelo presente instrumento particular, o SERVIÇO SOCIAL DA INDÚSTRIA DA CONSTRUÇÃO DO RIO DE JANEIRO - SECONCI-RIO, estabelecido

Leia mais

INSS ALTERA MAIS UMA VEZ AS CONDIÇÕES PARA A CONCESSÃO DA APOSENTADORIA ESPECIAL IMPONDO NOVOS ÔNUS PARA AS EMPRESAS

INSS ALTERA MAIS UMA VEZ AS CONDIÇÕES PARA A CONCESSÃO DA APOSENTADORIA ESPECIAL IMPONDO NOVOS ÔNUS PARA AS EMPRESAS INSS ALTERA MAIS UMA VEZ AS CONDIÇÕES PARA A CONCESSÃO DA APOSENTADORIA ESPECIAL IMPONDO NOVOS ÔNUS PARA AS EMPRESAS Jaques Sherique - Engenheiro de Segurança do Trabalho, Presidente da ABPA-SP 2º Vice-Presidente

Leia mais

esocial: Programas de medicina e segurança do trabalho: O que é preciso adequar?

esocial: Programas de medicina e segurança do trabalho: O que é preciso adequar? Nilza Machado esocial: Programas de medicina e segurança do trabalho: O que é preciso adequar? esocial: Uma nova ERA A escrituração digital chegou em SST Prazos (Resolução Comitê Diretivo do esocial Nº

Leia mais

P P R A + P C M S O. Srs. EMPRESÁRIOS / ADMINISTRADORES E CONTADORES:

P P R A + P C M S O. Srs. EMPRESÁRIOS / ADMINISTRADORES E CONTADORES: P P R A + P C M S O Srs. EMPRESÁRIOS / ADMINISTRADORES E CONTADORES: OS AMBIENTES DE TRABALHOS ESCONDEM RISCOS: poeiras, fumos metálicos, gases, vapores, ruídos, sobrecargas térmicas (calor e frio), umidade,

Leia mais

Aposentadoria Especial

Aposentadoria Especial Aposentadoria Especial O novo modelo. Bases éticas e legais o conceito O laudo Técnico e o DSS Starling@sti.com.br tel.: (11) 208.06.98 Perito Assistente técnico. Evolução Histórica Instituída pela Lei

Leia mais

LEGISLAÇÃO RELATIVA À APOSENTADORIA ESPECIAL

LEGISLAÇÃO RELATIVA À APOSENTADORIA ESPECIAL LEGISLAÇÃO RELATIVA À APOSENTADORIA ESPECIAL Cláudia Augusta Ferreira Deud Consultora Legislativa da Área XXI Previdência e Direito Previdenciário Câmara dos Deputados Praça 3 Poderes Consultoria Legislativa

Leia mais

CARTILHA DO PPP PERFIL PROFISSIOGRÁFICO PREVIDENCIÁRIO

CARTILHA DO PPP PERFIL PROFISSIOGRÁFICO PREVIDENCIÁRIO O quê é? Para que serve? Documento histórico laboral do trabalhador que presta serviço à empresa, chancelatório das habilitações de benefícios e serviços previdenciários. É comumente associado à aposentadoria

Leia mais

PROCESSO Nº TST-RR-1955-47.2011.5.03.0010. A C Ó R D Ã O (1ª Turma) GMWOC/tvd

PROCESSO Nº TST-RR-1955-47.2011.5.03.0010. A C Ó R D Ã O (1ª Turma) GMWOC/tvd A C Ó R D Ã O (1ª Turma) GMWOC/tvd RECURSO DE REVISTA. COBRADOR DE ÔNIBUS URBANO. ADICIONAL DE INSALUBRIDADE. EXPOSIÇÃO À VIBRAÇÕES. ANEXO 8 DA NR 15 DO MTE. É suficiente para a concessão de adicional

Leia mais

NR-7 PCMSO PROGRAMA DE CONTROLE MÉDICO DE SAÚDE OCUPACIONAL. Instituto Superior de Tecnologia de Paracambi

NR-7 PCMSO PROGRAMA DE CONTROLE MÉDICO DE SAÚDE OCUPACIONAL. Instituto Superior de Tecnologia de Paracambi Instituto Superior de Tecnologia de Paracambi NR-7 PCMSO PROGRAMA DE CONTROLE MÉDICO DE SAÚDE OCUPACIONAL Curso:Tecnólogo em Gestão Ambiental Professora: Raquel Simas Pereira Teixeira OBJETO: Estabelece

Leia mais

Perfil Profissiográfico Profissional/Primeira parte O que é o PPP e suas implicações Artigo publicado na revista MELHOR-RH - Autor: JAQUES SHERIQUE

Perfil Profissiográfico Profissional/Primeira parte O que é o PPP e suas implicações Artigo publicado na revista MELHOR-RH - Autor: JAQUES SHERIQUE Perfil Profissiográfico Profissional/Primeira parte O que é o PPP e suas implicações Artigo publicado na revista MELHOR-RH - Autor: JAQUES SHERIQUE 1. Introdução: O Perfil Profissiográfico - PP foi instituído

Leia mais

CURSO: PERÍCIAS JUDICIAIS - AMES. PROFESSOR: CLÁUDIO LUIZ REIS ROCHA. PERÍODO: MARÇO/2013. 1 de 21

CURSO: PERÍCIAS JUDICIAIS - AMES. PROFESSOR: CLÁUDIO LUIZ REIS ROCHA. PERÍODO: MARÇO/2013. 1 de 21 CURSO: PERÍCIAS JUDICIAIS - AMES. PROFESSOR: CLÁUDIO LUIZ REIS ROCHA. PERÍODO: MARÇO/2013. 1 de 21 ORIGEM DOS ADICIONAIS DE INSALUBRIDADE E PERICULOSIDADE CONSTITUIÇÃO FEDERAL DE 05/10/88 CAPÍTULO II -

Leia mais

ANEXO I TERMO DE REFERÊNCIA/ESPECIFICAÇÕES BÁSICAS

ANEXO I TERMO DE REFERÊNCIA/ESPECIFICAÇÕES BÁSICAS ANEXO I TERMO DE REFERÊNCIA/ESPECIFICAÇÕES BÁSICAS 1. OBJETO 1.1 Prestação de serviços técnicos especializados em Engenharia de segurança do Trabalho, de modo a elaborar o Programa de Prevenção de Riscos

Leia mais

Acesse mais informações em: www.segurancanotrabalho.eng.br

Acesse mais informações em: www.segurancanotrabalho.eng.br AS NORMAS DE SEGURANÇA E SAÚDE DO TRABALHO FRENTE AOS AGENTES FISCALIZADORES DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA. Eduardo C. Abdalla - Advogado, Especialista em Gestão Jurídica da Empresa pela Universidade Estadual

Leia mais

LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES DO AMBIENTE DE TRABALHO LTCAT FUNDEPES / SEDE ADMINISTRATIVA

LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES DO AMBIENTE DE TRABALHO LTCAT FUNDEPES / SEDE ADMINISTRATIVA LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES DO AMBIENTE DE TRABALHO LTCAT FUNDEPES / SEDE ADMINISTRATIVA 1 Maceió-AL Junho/2015 SUMÁRIO 1.0 Introdução 03 2.0 Laudo técnico de condições ambientais do trabalho/ltcat 04

Leia mais

RSData Software de Gestão em SST

RSData Software de Gestão em SST RSData Software de Gestão em SST & esocial RSDATA construindo soluções diferenciadas para a Gestão de Segurança e Saúde do Trabalho Gerencie com quem entende de SST, e teve as tabelas do software utilizadas

Leia mais

DECRETO Nº 17.394, DE 19 DE OUTUBRO DE 2011.

DECRETO Nº 17.394, DE 19 DE OUTUBRO DE 2011. DECRETO Nº 17.394, DE 19 DE OUTUBRO DE 2011. Institui normas e procedimentos administrativos para aposentadoria especial dos servidores, no âmbito da Administração Centralizada, Autárquica, Fundacional

Leia mais

MANUAL DO CLIENTE. Orientações Gerais

MANUAL DO CLIENTE. Orientações Gerais MANUAL DO CLIENTE Orientações Gerais 2 Prezado Cliente: O compromisso da ESAME é oferecer a você o melhor serviço na área de Saúde e Segurança no Trabalho, assegurando a qualidade nos procedimentos médicos,

Leia mais

APOSENTADORIA ESPECIAL

APOSENTADORIA ESPECIAL FUNDAMENTO LEGAL Artigo 201, 1º, CF/88 Artigo 57 e 58 da Lei 8213/91 Artigo 64 a 70, do Decreto 3048/99 Artigo 246 a 299 da IN 77/2015 CONCEITO É o benefício previdenciário devido ao segurado que tenha

Leia mais

EDITAL DA CAMPANHA DE SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO (SST) 2015/16 DO SESI-RS (Versão 2 alterada em 30 de junho de 2015)

EDITAL DA CAMPANHA DE SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO (SST) 2015/16 DO SESI-RS (Versão 2 alterada em 30 de junho de 2015) EDITAL DA CAMPANHA DE SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO (SST) 2015/16 DO SESI-RS (Versão 2 alterada em 30 de junho de 2015) Visando promover a qualidade de vida dos trabalhadores e ambientes de trabalho seguros

Leia mais

MANUAL PRÁTICO DE AVALIAÇÃO E CONTROLE DE VIBRAÇÃO PPRA

MANUAL PRÁTICO DE AVALIAÇÃO E CONTROLE DE VIBRAÇÃO PPRA MANUAL PRÁTICO DE AVALIAÇÃO E CONTROLE DE VIBRAÇÃO PPRA 1ª edição 2009 2ª edição 2013 3ª edição 2014 TUFFI MESSIAS SALIBA Engenheiro Mecânico. Engenheiro de Segurança do Trabalho. Advogado. Mestre em meio

Leia mais

OBRIGATORIEDADE MEDICINA OCUPACIONAL

OBRIGATORIEDADE MEDICINA OCUPACIONAL OBRIGATORIEDADE MEDICINA OCUPACIONAL Prezado Cliente, Por determinação legal, se faz necessário à apresentação de laudos técnicos, como por exemplo: PPRA, PCMSO, CIPA, SESMT, PCA e o PPP, e os exames que

Leia mais

Denilson Cazuza dos Santos

Denilson Cazuza dos Santos LEGISLAÇÃO E NORMAS. SEGURANÇA E MEDICINA NO TRABALHO Denilson Cazuza dos Santos denilsoncazuza@terra.com.br NORMAS APLICAVEIS CF - Constituição Federal 88 Código Civil, art. 186 e 927 Código Penal ART.

Leia mais

CGU Controladoria-Geral da União OGU Ouvidoria-Geral da União Coordenação-Geral de Recursos de Acesso à Informação

CGU Controladoria-Geral da União OGU Ouvidoria-Geral da União Coordenação-Geral de Recursos de Acesso à Informação Controladoria-Geral da União OGU Ouvidoria-Geral da União Coordenação-Geral de Recursos de Acesso à Informação PARECER Referência: 99902.002794/2015-34 Assunto: Restrição de acesso: Recurso contra decisão

Leia mais

Documentos Obrigatórios em UANs

Documentos Obrigatórios em UANs Documentos Obrigatórios em UANs Profa. Ms Kelly Ribeiro Amichi DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Para o funcionamento de uma UAN, existe a documentação obrigatória exigida pela legislação. Essa documentação deve

Leia mais

MELP CONSTRUTORA E PAVIMENTADORA LTDA - ME - Atendimento de Saúde São Paulo

MELP CONSTRUTORA E PAVIMENTADORA LTDA - ME - Atendimento de Saúde São Paulo Proposta MELP CONSTRUTORA E PAVIMENTADORA LTDA - ME - Atendimento de Saúde São Paulo À MELP CONSTRUTORA E PAVIMENTADORA LTDA - ME A\C: Jose Moreira Zeferino Apresentação da Proposta Conforme solicitado,

Leia mais

CARTILHA PPP VERSÃO 1 (30-06-2003) O quê é?

CARTILHA PPP VERSÃO 1 (30-06-2003) O quê é? CARTILHA PPP VERSÃO 1 (30-06-2003) O quê é? Documento histórico-laboral do trabalhador que reúne informações administrativas, ambientais e biológicas, durante todo o período em que prestou serviço para

Leia mais

... CAPÍTULO XVIII DA REPRESENTAÇÃO ADMINISTRATIVA (RA)

... CAPÍTULO XVIII DA REPRESENTAÇÃO ADMINISTRATIVA (RA) INSTRUÇÃO NORMATIVA INSS/DC N 070, DE 10 DE MAIO DE 2002 - DOU nº 92 DE 15.05.2002 Dispõe sobre os procedimentos fiscais e sobre o planejamento das atividades de arrecadação relativas às contribuições

Leia mais

Agenda: ü Conceito do e- Social; ü Saúde e Segurança do Trabalho SSO- EHS; ü e- Social e a Saúde e Segurança do Trabalho;

Agenda: ü Conceito do e- Social; ü Saúde e Segurança do Trabalho SSO- EHS; ü e- Social e a Saúde e Segurança do Trabalho; Agenda: ü Conceito do e- Social; ü Saúde e Segurança do Trabalho SSO- EHS; ü e- Social e a Saúde e Segurança do Trabalho; 1. O que é o esocial? Um Sistema de Escrituração Fiscal Digital das obrigações

Leia mais

REFLEXOS DA FISCALIZAÇÃO DE SAÚDE E SEGURANÇA DO MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO NA ARRECADAÇÃO PREVIDENCIÁRIA. Autor: Auditor Flex.

REFLEXOS DA FISCALIZAÇÃO DE SAÚDE E SEGURANÇA DO MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO NA ARRECADAÇÃO PREVIDENCIÁRIA. Autor: Auditor Flex. REFLEXOS DA FISCALIZAÇÃO DE SAÚDE E SEGURANÇA DO MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO NA ARRECADAÇÃO PREVIDENCIÁRIA. Autor: Auditor Flex. Resumo: O presente trabalho objetiva apresentar relato de caso, onde

Leia mais

PARECER LTCAT / É ÓBVIO, ELE NÃO MORREU! CANAL 3R / COTESIA ISEGNET

PARECER LTCAT / É ÓBVIO, ELE NÃO MORREU! CANAL 3R / COTESIA ISEGNET "ESTAMOS DISPONIBIZANDO ESTE MATERIAL APÓS UM SÉRIE DE PERGUNTAS DE USUÁRIOS SOBRE O TEMA: LAUDO TÉCNICO E LTCAT. PERCEBEMOS EQUIVOCOS PERPETUADOS SEM FUNDAMENTOS OU NEXO COM A REALIDADE. UMA TENTATIVA

Leia mais

PROGRAMA DE CONSERVAÇÃO AUDITIVA ARMANDO CAMPOS

PROGRAMA DE CONSERVAÇÃO AUDITIVA ARMANDO CAMPOS PROGRAMA DE CONSERVAÇÃO AUDITIVA LEGISLAÇÃO E NORMAS: RUÍDO CONSOLIDAÇÃO DAS LEIS DO TRABALHO - CAPÍTULO V NORMA REGULAMENTADORA 15 - NR 15, ANEXOS 1 E 2 (LIMITES DE TOLERÂNCIA) DECRETO 3048/1999 - INSS

Leia mais

CONSIDERAÇÕES TÉCNICAS SOBRE RUÍDO

CONSIDERAÇÕES TÉCNICAS SOBRE RUÍDO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO M5 D2 HIGIENE DO TRABALHO IV GUIA DE ESTUDO PARTE IV AULA 59 CONSIDERAÇÕES TÉCNICAS SOBRE RUÍDO PROFESSOR AUTOR: Engº Josevan Ursine Fudoli

Leia mais

ANO XXVI - 2015-3ª SEMANA DE ABRIL DE 2015 BOLETIM INFORMARE Nº 16/2015

ANO XXVI - 2015-3ª SEMANA DE ABRIL DE 2015 BOLETIM INFORMARE Nº 16/2015 ANO XXVI - 2015-3ª SEMANA DE ABRIL DE 2015 BOLETIM INFORMARE Nº 16/2015 ASSUNTOS PREVIDENCIÁRIOS PPP - PERFIL PROFISSIOGRÁFICO PREVIDENCIÁRIO - ATUALIZAÇÃO CONFORME IN INSS/PRES Nº 77/2015 CONSIDERAÇÕES...

Leia mais

esocial e as boas práticas de Segurança e Saúde do Trabalho

esocial e as boas práticas de Segurança e Saúde do Trabalho CURSO esocial e as boas práticas de Segurança e Saúde do Trabalho Orientador Rogério Andrade Henriques Advogado, especialista em Direito do Trabalho e Previdenciário, instrutor de cursos empresariais na

Leia mais

APOSENTADORIA ESPECIAL PARA PROFISSIONAIS DA SAÚDE E RECONHECIMENTO DO DIREITO AOS SERVIDORES PÚBLICOS

APOSENTADORIA ESPECIAL PARA PROFISSIONAIS DA SAÚDE E RECONHECIMENTO DO DIREITO AOS SERVIDORES PÚBLICOS 2015 APOSENTADORIA ESPECIAL PARA PROFISSIONAIS DA SAÚDE E RECONHECIMENTO DO DIREITO AOS SERVIDORES PÚBLICOS Márcia Touni Advocacia 18/03/2015 APOSENTADORIA ESPECIAL PARA PROFISSIONAIS DA SAÚDE E RECONHECIMENTO

Leia mais

Estado de Goiás Prefeitura Municipal de Niquelândia

Estado de Goiás Prefeitura Municipal de Niquelândia PROCEDIMENTOS E ROTINAS AO DARTAMENTO DE RECURSOS HUMANOS Título: Instrução Normativa nº. 001/2012. Ementa: Recomenda procedimentos para o Departamento de Recursos Humanos dos Órgãos da Administração Direta

Leia mais

Poder Judiciário JUSTIÇA FEDERAL Seção Judiciária do Paraná 1ª TURMA RECURSAL JUÍZO B

Poder Judiciário JUSTIÇA FEDERAL Seção Judiciária do Paraná 1ª TURMA RECURSAL JUÍZO B JUIZADO ESPECIAL (PROCESSO ELETRÔNICO) Nº200870580011540/PR RELATOR : Juíza Narendra Borges Morales RECORRENTE : ADILSON ALÍPIO DA COSTA RECORRIDO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL INSS VOTO Trata-se

Leia mais

PANORAMA DOS RECURSOS JUNTO À PREVIDÊNCIA SOCIAL. Salvador Marciano Pinto Presidente do CRPS

PANORAMA DOS RECURSOS JUNTO À PREVIDÊNCIA SOCIAL. Salvador Marciano Pinto Presidente do CRPS PANORAMA DOS RECURSOS JUNTO À PREVIDÊNCIA SOCIAL Salvador Marciano Pinto Presidente do CRPS O CRPS é um órgão integrante da estrutura do MPS, subordinado diretamente ao Ministro de Estado da Previdência

Leia mais

PPRA E PCMSO EXIGÊNCIAS E COMPATIBILIDADES. Elizabeth Sadeck Burlamaqui 09.01.2015

PPRA E PCMSO EXIGÊNCIAS E COMPATIBILIDADES. Elizabeth Sadeck Burlamaqui 09.01.2015 EXIGÊNCIAS E COMPATIBILIDADES PCMSO (NR-7) estabelece que o programa deverá ser desenvolvido sob a responsabilidade de um médico coordenador (OBRIGATORIAMENTE MT, podendo este repassar responsabilidades

Leia mais

CURSO BÁSICO DE SEGURANÇA E HIGIENE OCUPACIONAL

CURSO BÁSICO DE SEGURANÇA E HIGIENE OCUPACIONAL TUFFI MESSIAS SALIBA CURSO BÁSICO DE SEGURANÇA E HIGIENE OCUPACIONAL 3ª edição SUMÁRIO CAPÍTULO I INTRODUÇÃO AO ESTUDO DE SEGURANÇA, HIGIENE E SAÚDE DOS TRABALHADORES I Breve histórico... 19 II Segurança

Leia mais

MPS Ministério da Previdência Social SPS Secretaria de Políticas de Previdência Social. Aposentadoria Especial Servidor PúblicoP Impacto decisões STF

MPS Ministério da Previdência Social SPS Secretaria de Políticas de Previdência Social. Aposentadoria Especial Servidor PúblicoP Impacto decisões STF MPS Ministério da Previdência Social SPS Secretaria de Políticas de Previdência Social Aposentadoria Especial Servidor PúblicoP Impacto decisões STF Aposentadoria Especial Art. 40 4º Constituição Federal

Leia mais

Curso Técnico Segurança do Trabalho. Higiene, Análise de Riscos e Condições de Trabalho MÄdulo 5 Programa PrevenÇÉo Riscos Ambientais (VisÉo Geral)

Curso Técnico Segurança do Trabalho. Higiene, Análise de Riscos e Condições de Trabalho MÄdulo 5 Programa PrevenÇÉo Riscos Ambientais (VisÉo Geral) Curso Técnico Segurança do Trabalho Higiene, Análise de Riscos e Condições de Trabalho MÄdulo 5 Programa PrevenÇÉo Riscos Ambientais (VisÉo Geral) Esta Norma Regulamentadora - NR estabelece a obrigatoriedade

Leia mais

NR 15 - ATIVIDADES E OPERAÇÕES INSALUBRES

NR 15 - ATIVIDADES E OPERAÇÕES INSALUBRES NR 15 - ATIVIDADES E OPERAÇÕES INSALUBRES 15.1 São consideradas atividades ou operações insalubres as que se desenvolvem: 15.1.1 Acima dos limites de tolerância previstos nos Anexos n.º 1, 2, 3, 5, 11

Leia mais

Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo XXXVI CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM MEDICINA DO TRABALHO

Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo XXXVI CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM MEDICINA DO TRABALHO Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo XXXVI CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM MEDICINA DO TRABALHO 2015 Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo Recolocação Profissional Perfil

Leia mais

SEGURANÇA NO TRABALHO. Eng. Daiana Paterno

SEGURANÇA NO TRABALHO. Eng. Daiana Paterno SEGURANÇA NO TRABALHO Eng. Daiana Paterno ATUALMENTE?? PORQUE? O cenário atual da Segurança e Saúde no Trabalho no Brasil ainda é muito distante do desejável. A Previdência Social registra, anualmente,

Leia mais

SST - PPP. 11.8.x. abril de 2015. Versão: 4.0

SST - PPP. 11.8.x. abril de 2015. Versão: 4.0 SST - PPP 11.8.x abril de 2015 Versão: 4.0 1 Sumário 1 Objetivo... 4 2 Como utilizar esse material em seus estudos de Atendimento Clínico... 4 3 Introdução... 5 4 PPP... 6 4.1 Principais botões do sistema...

Leia mais

MANUAL ORIENTATIVO DE FISCALIZAÇÃO CÂMARA ESPECIALIZADA DE ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO MODALIDADE ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO

MANUAL ORIENTATIVO DE FISCALIZAÇÃO CÂMARA ESPECIALIZADA DE ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO MODALIDADE ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO MANUAL ORIENTATIVO DE FISCALIZAÇÃO CÂMARA ESPECIALIZADA DE ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO MODALIDADE ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO Laudo Ergonômico Laudo de Periculosidade/Insalubridade Laudo

Leia mais

Curso Técnico Segurança do Trabalho. Introdução a Segurança do Trabalho Módulo Único

Curso Técnico Segurança do Trabalho. Introdução a Segurança do Trabalho Módulo Único Curso Técnico Segurança do Trabalho Introdução a Segurança do Trabalho Módulo Único SeÄÅo IX Das InstalaÄÉes ElÑtricas Art. 179 - O Ministério do Trabalho disporá sobre as condições de segurança e as medidas

Leia mais

VERITAE TRABALHO PREVIDÊNCIA SOCIAL SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO ORIENTAÇÕES PREVIDÊNCIA SOCIAL

VERITAE TRABALHO PREVIDÊNCIA SOCIAL SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO ORIENTAÇÕES PREVIDÊNCIA SOCIAL VERITAE TRABALHO PREVIDÊNCIA SOCIAL SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO ORIENTAÇÕES PREVIDÊNCIA SOCIAL Orientador Empresarial RETENÇÃO PREVIDENCIÁRIA NA PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS EM CONDIÇÕES ESPECIAIS 1. Contribuição

Leia mais

Prova Discursiva de SST Professor Flávio Nunes

Prova Discursiva de SST Professor Flávio Nunes QUESTÃO 13: A empresa Cabeça de Prego Metalúrgica Ltda. possui, no setor de produção de pregos metálicos de duas cabeças, diferentes máquinas e equipamentos, que são operadas por trabalhadores capacitados.

Leia mais

Contato: (041) 3365-9406 (041) 9910-3494/8467-2429 www.edtrab.com.br

Contato: (041) 3365-9406 (041) 9910-3494/8467-2429 www.edtrab.com.br Contato: (041) 3365-9406 (041) 9910-3494/8467-2429 A Empresa Profissionalismo, Credibilidade e Qualidade são sinônimos do trabalho realizado pela empresa EDTRAB Serviços e Segurança do Trabalho. Pioneira

Leia mais

Segurança e Saúde no Trabalho

Segurança e Saúde no Trabalho www.econcursando.com.br Segurança e Saúde no Trabalho Autor: Flávio O. Nunes Auditor Fiscal do Trabalho Todos os direitos reservados ao professor Flávio Nunes cópia proibida 1 NR-07 - PCMSO CLT: Art. 168

Leia mais

Relatório Trabalhista

Relatório Trabalhista www.sato.adm.br 1987-2002 Legislação Consultoria Assessoria Informativos Treinamento Auditoria Pesquisa Qualidade Relatório Trabalhista Nº 093 21/11/2002 PERFIL PROFISSIOGRÁFICO PREVIDENCIÁRIO - PPP NOVO

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA 1. UNIDADE REQUISITANTE: GERÊNCIA DE RECURSOS HUMANOS

TERMO DE REFERÊNCIA 1. UNIDADE REQUISITANTE: GERÊNCIA DE RECURSOS HUMANOS TERMO DE REFERÊNCIA 1. UNIDADE REQUISITANTE: GERÊNCIA DE RECURSOS HUMANOS 2. OBJETO: Contratação de serviços continuo em Segurança e Medicina do Trabalho para realização de ASO (atestado de saúde ocupacional)

Leia mais

A SECRETARIA DE SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO, no uso de suas atribuições legais, e

A SECRETARIA DE SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO, no uso de suas atribuições legais, e PORTARIA SSST Nº 11, de 13/10/1994 "Publica a minuta do Projeto de Reformulação da Norma Regulamentadora nº 9 - Riscos Ambientais com o seguinte título: Programa de Proteção a Riscos Ambientais". A SECRETARIA

Leia mais

PERFIL PROFISSIOGRÁFICO PREVIDENCIÁRIO (PPP)

PERFIL PROFISSIOGRÁFICO PREVIDENCIÁRIO (PPP) PERFIL PROFISSIOGRÁFICO PREVIDENCIÁRIO (PPP) Os documentos (PPP) que estão anexados foram preparados pela GV Clínicas com os dados contidos no PCMSO, PPRA e LTCAT. É uma exigência do INSS e devem ser entregues

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 99 INSS/DC, DE 5 DE DEZEMBRO DE 2003 DOU DE 10/12/2003

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 99 INSS/DC, DE 5 DE DEZEMBRO DE 2003 DOU DE 10/12/2003 INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 99 INSS/DC, DE 5 DE DEZEMBRO DE 2003 DOU DE 10/12/2003 Estabelece critérios a serem adotados pelas áreas de Benefícios e da Receita Previdenciária. FUNDAMENTAÇÃO LEGAL: Lei nº 8.212,

Leia mais

PROPOSTAS DE ENUNCIADOS SOBRE PERÍCIAS JUDICIAIS EM ACIDENTE DO TRABALHO E DOENÇAS OCUPACIONAIS

PROPOSTAS DE ENUNCIADOS SOBRE PERÍCIAS JUDICIAIS EM ACIDENTE DO TRABALHO E DOENÇAS OCUPACIONAIS PROPOSTAS DE ENUNCIADOS SOBRE PERÍCIAS JUDICIAIS EM ACIDENTE DO TRABALHO E DOENÇAS OCUPACIONAIS 1. PRINCÍPIO DA PARTICIPAÇÃO DO MAGISTRADO. ATUAÇÃO COLABORATIVA. Tendo em vista os termos do artigo 225

Leia mais

e-book PPRA E PCMSO O QUE ISSO TEM A VER COM SEU PROJETO ARQUITETÔNICO OU MOBILIÁRIO? índice express

e-book PPRA E PCMSO O QUE ISSO TEM A VER COM SEU PROJETO ARQUITETÔNICO OU MOBILIÁRIO? índice express e-book PPRA E PCMSO O QUE ISSO TEM A VER COM SEU PROJETO ARQUITETÔNICO OU MOBILIÁRIO? índice express Apresentação 2 PPRA perguntas & respostas 3 PCMSO perguntas & respostas 5 Links Úteis 6 apresentação

Leia mais

B Shaw existem h. que se adaptam ao mundo...

B Shaw existem h. que se adaptam ao mundo... RICARDO BARBIERI Higienista Ocupacional Certificado pela Associação Brasileira de Higiene Ocupacional ABHO; Coordenador de HO da Petrobras REDUC Consultor de HO da Petrobras SUSEMA Perito em Insalubridade

Leia mais

esocial: Integração no Ambiente Sped SISTEMA PÚBLICO DE ESCRITURAÇÃO DIGITAL

esocial: Integração no Ambiente Sped SISTEMA PÚBLICO DE ESCRITURAÇÃO DIGITAL esocial: Integração no Ambiente Sped SISTEMA PÚBLICO DE ESCRITURAÇÃO DIGITAL NF-e Abrangência ECD esocial EFD EFD - IRPJ CT-e NFS-e E-Lalur FCont O esocial é um projeto do governo federal que vai unificar

Leia mais

Nome da atividade: PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE PERDAS AUDITIVA

Nome da atividade: PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE PERDAS AUDITIVA Nome da atividade: DE PERDAS AUDITIVA RESULTADOS ESPERADOS: - PREVENIR A INSTALAÇÃO DE PERDAS AUDITIVAS OCUPACIONAIS. - CONTROLAR A EVOLUÇÃO DE PERDAS JÁ EXISTENTES - DIAGNOSTICAR PRECOCEMENTE PERDAS AUDITIVAS

Leia mais

Institucional Serviços Especialidades Laboratórios Conveniados Treinamentos Clientes Localização

Institucional Serviços Especialidades Laboratórios Conveniados Treinamentos Clientes Localização 1º FORUM LISTER DE SAÚDE E SEGURANÇA NO TRABALHO GESTÃO DE SAÚDE E SEGURANÇA DO TRABALHO Antônio Sampaio Diretor Técnico INTRODUÇÃO Institucional Serviços Especialidades Laboratórios Conveniados Treinamentos

Leia mais

Texto para Discussão

Texto para Discussão Convênio: Fundação Economia de Campinas - FECAMP e Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas - SEBRAE Termo de Referência: Reforma Trabalhista e Políticas Públicas para Micro e Pequenas Empresas Texto

Leia mais

TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 19ª REGIÃO. 10ª VARA DO TRABALHO DE MACEIÓ/AL. PROCESSO Nº. 0000141-87.2010.5.19.0010.

TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 19ª REGIÃO. 10ª VARA DO TRABALHO DE MACEIÓ/AL. PROCESSO Nº. 0000141-87.2010.5.19.0010. TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 19ª REGIÃO. 10ª VARA DO TRABALHO DE MACEIÓ/AL. PROCESSO Nº. 0000141-87.2010.5.19.0010. No dia 23 de abril de 2010, às 13h11min, na 10ª VARA DO TRABALHO DE MACEIÓ/AL., situada

Leia mais

Serviço Especializado de Segurança e Medicina do Trabalho

Serviço Especializado de Segurança e Medicina do Trabalho Serviço Especializado de Segurança e Medicina do Trabalho Sumário Abreviaturas...3 Resumo...4 Introdução...5 Cronograma dos processos...5 Análise crítica...8 Proposta de melhoria...9 Anexos...10 1 Abreviaturas

Leia mais

"L.T.C.A.T" LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DO TRABALHO. Demonstração LTDA CST INFORMÁTICA LTDA.

L.T.C.A.T LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DO TRABALHO. Demonstração LTDA CST INFORMÁTICA LTDA. LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DO TRABALHO "L.T.C.A.T" Demonstração LTDA Fevereiro / 2008 SUMÁRIO Demonstração LTDA 4 Administração 7 Assistente Administrativo 8 Auxiliar de Escritório 9 Manutenção

Leia mais

QUESTÕES JURÍDICAS RELEVANTES ACERCA DA APOSENTADORIA ESPECIAL DO SERVIDOR PÚBLICO

QUESTÕES JURÍDICAS RELEVANTES ACERCA DA APOSENTADORIA ESPECIAL DO SERVIDOR PÚBLICO QUESTÕES JURÍDICAS RELEVANTES ACERCA DA APOSENTADORIA ESPECIAL DO SERVIDOR PÚBLICO Introdução O sistema previdenciário brasileiro é composto de três regimes: o regime geral (INSS), os regimes próprios

Leia mais