ÚLTIMO DIÁRIO PESQUISADO

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1 ÚLTIMO DIÁRIO PESQUISADO 07/04/2011 Fascículo Semanal nº 14 Ano XLV 2011 FECHAMENTO: 07/04/2011 EXPEDIÇÃO: 10/04/2011 PÁGINAS: 182/171 Sumário TRABALHO DÉBITO TRABALHISTA Atualização Abril/2011 Tabela Prática JORNADA DE TRABALHO Horas In Itinere Jurisprudência Recurso de Revista TST Intervalo Entrejornadas Jurisprudência Recurso de Revista TST PISO SALARIAL Estado de São Paulo Lei SP SEGURANÇA E MEDICINA DO TRABALHO PCMSO Programa de Controle Médico e Saúde Ocupacional Orientação VÍNCULO EMPREGATÍCIO Caracterização Jurisprudência Recurso Ordinário TRT FONTE RENDIMENTO DO TRABALHO ASSALARIADO Cálculo do Imposto Instrução Normativa RFB Cálculo do Imposto Instrução Normativa RFB TABELA PROGRESSIVA DO IMPOSTO Alteração Instrução Normativa RFB Anos-Calendário de 2011 a 2014 Instrução Normativa RFB PIS/PASEP CONTRIBUIÇÃO Parcelamento Portaria 85 MF Prorrogação do Vencimento Portaria 85 MF DACON Prorrogação do Prazo de Entrega Instrução Normativa RFB DCTF Prorrogação do Prazo de Entrega Instrução Normativa RFB PREVIDÊNCIA SOCIAL CONTRIBUIÇÃO Prorrogação do Vencimento Portaria 85 MF GFIP Prorrogação do Prazo de Entrega Instrução Normativa RFB PARCELAMENTO Prorrogação do Vencimento Portaria 85 MF SEFIP Prorrogação do Prazo de Entrega Instrução Normativa RFB SIMPLES NACIONAL Retenção de 11% Solução de Consulta 134 SRRF 7ª RF OUTROS ASSUNTOS FEDERAIS CONTRIBUIÇÃO FEDERAL Cobrança Ato Declaratório Executivo 29 Codac Compensação Ato Declaratório Executivo 29 Codac Restituição Ato Declaratório Executivo 29 Codac SELIC Variação Utilização a Partir de Abril/2011 Ato Declaratório Executivo 29 Codac TRIBUTO FEDERAL Cobrança Ato Declaratório Executivo 29 Codac Compensação Ato Declaratório Executivo 29 Codac Restituição Ato Declaratório Executivo 29 Codac INFORMATIVO DINÂMICO 182

2 TRABALHO ORIENTAÇÃO SEGURANÇA E MEDICINA DO TRABALHO PCMSO Programa de Controle Médico e Saúde Ocupacional Saiba como elaborar e executar o PCMSO O PCMSO Programa de Controle Médico e Saúde Ocupacional é um programa que especifica procedimentos e condutas a serem adotadas pelas empresas em função dos riscos aos quais os empregados se expõem no ambiente de trabalho. Seu objetivo maior é prevenir, detectar precocemente, monitorar e controlar possíveis danos à saúde do empregado. Neste Comentário, vamos analisar quais empresas estão obrigadas a elaborar e implementar o PCMSO, bem como as diretrizes gerais a serem observadas na sua execução. 1. FINALIDADE DO PROGRAMA O PCMSO tem como objetivo a preservação da saúde dos empregados, em função dos riscos existentes no ambiente de trabalho e de doenças profissionais. As diretrizes e os parâmetros mínimos para funcionamento do PCMSO foram estabelecidos pela Norma Regulamentadora 7, conhecida como NR-7. Contudo, essas condições podem ser ampliadas mediante negociação coletiva do trabalho. O Programa será realizado através de profissional competente que desenvolverá um estudo para reconhecimento prévio dos riscos ocupacionais existentes em cada local de trabalho. Trata-se de uma pesquisa de campo feita através de visitas aos locais de trabalho para análise dos processos produtivos, postos de trabalho, informações sobre ocorrências de acidentes de trabalho e doenças ocupacionais, atas da CIPA Comissão Interna de Prevenção de Acidentes e mapas de risco. Com base nesse estudo, o médico vai confeccionar o programa e estabelecer os exames clínicos e complementares específicos para a prevenção ou detecção precoce dos agravos à saúde dos empregados da empresa. Enfim, a empresa deverá planejar e implementar o seu PCMSO com base no risco que a atividade desenvolvida possa provocar à saúde dos seus empregados. A prevenção deve observar a relação saúde x trabalho ESTRUTURA A legislação não fixou nenhum modelo padrão para a elaboração do programa. A complexidade do Programa depende basicamente dos riscos existentes em cada empresa, das exigências físicas e psíquicas das atividades desenvolvidas e das características de cada grupo de empregados. Isto significa dizer que, para algumas empresas, o Programa pode se resumir à simples realização de avaliações clínicas de rotina; em outras, entretanto, poderá ser muito complexo, contendo avaliações clínicas especiais, exames toxicológicos com curta periodicidade, avaliações epidemiológicas, dentre outras providências. 2. EMPRESAS OBRIGADAS Todos os empregadores e instituições que admitam trabalhadores como empregados estão obrigados a elaborar e implementar o PCMSO PRESTADORAS DE SERVIÇOS A empresa que contratar mão de obra por intermédio de empresa prestadora de serviços deverá informar a esta os riscos decorrentes da execução do trabalho, auxiliando inclusive na elaboração e implementação do PCMSO no local onde o serviço for prestado. Isto significa dizer que, quando o serviço for prestado fora da sede da tomadora do serviço, a empresa prestadora do serviço é que vai implementar o PCMSO no local onde ele estiver sendo realizado. 3. RESPONSABILIDADE DA EMPRESA É da inteira responsabilidade do empregador: a) garantir a elaboração e a efetiva implementação do PCMSO, zelando pela sua eficácia; b) custear, sem ônus para o empregado, todos os procedimentos relacionados ao PCMSO; c) indicar, dentre os médicos do SESMT Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e Medicina do Trabalho da empresa, um coordenador responsável pela execução do PCMSO MÉDICO COORDENADOR RESPONSÁVEL No caso de a empresa estar dispensada de manter o SESMT, o médico responsável para coordenar o PCMSO poderá ser um médico especializado em medicina do trabalho contratado ou não como empregado. Isto significa dizer que, nessa hipótese, o responsável pelo PCMSO da empresa pode ser um médico não empregado da empresa. Se na localidade onde estiver situada a empresa não existir médico do trabalho, poderá ser contratado médico de outra especialidade para coordenar o PCMSO. A Secretaria de Inspeção do Trabalho, através do Precedente Administrativo 94/2009, ratificou a determinação que o PCMSO, desde que atendidos os requisitos normativos, pode ser elaborado por qualquer Médico do Trabalho, não havendo obrigatoriedade de ser integrante do SESMT, nem mesmo de ser empregado. Quando houver SESMT com médico, ele é quem deve coordenar e executar o PCMSO Atribuições Ao médico coordenador do PCMSO compete: realizar os exames médicos ou encarregar os mesmos a profissional médico familiarizado com os princípios de patologia ocupacional e suas causas, bem como com o ambiente, as condições de INFORMATIVO DINÂMICO 181

3 trabalho e os riscos a que está ou será exposto cada empregado da empresa a ser examinado; encarregar-se dos exames complementares, profissionais e/ou entidades devidamente capacitados, equipados e qualificados. O profissional encarregado pelo médico coordenador de realizar os exames médicos, uma vez que pratica ato médico e assina o ASO Atestado de Saúde Ocupacional, deve estar registrado no CRM Conselho Regional de Medicina da Unidade da Federação em que atua. Quando o médico coordenador do PCMSO delegar a outro profissional a realização dos exames, esse ato deve ser feito por escrito, devendo este documento ficar arquivado na empresa EMPRESAS DESOBRIGADAS DE INDICAR MÉDICO COOR- DENADOR Estão desobrigadas de manter médico coordenador do PCMSO as empresas: a) com até 25 empregados, desde que enquadradas no grau de risco 1 ou 2; b) até 10 empregados, desde que enquadradas no grau de risco 3 ou 4. Mediante negociação coletiva de trabalho, também poderão ficar dispensadas de médico coordenador as empresas cujo número de empregados esteja compreendido entre: a) 26 e 50, se enquadradas no grau de risco 1 ou 2; b) 11 e 20, se enquadradas no grau de risco 3 ou 4. Na hipótese da letra b, a negociação coletiva deverá ser obrigatoriamente assistida por profissional do órgão competente em segurança e saúde no trabalho. Todavia, as empresas mencionadas neste item poderão ficar obrigadas à indicação de médico responsável pelo PCMSO por determinação da SRTE Superintendência Regional do Trabalho e Emprego, com base em parecer técnico conclusivo da autoridade regional competente em matéria de segurança e saúde do trabalhador, ou em decorrência de negociação coletiva, quando suas condições de trabalho representarem potencial de risco grave aos respectivos empregados. O fato de a empresa estar dispensada de manter médico coordenador do PCMSO não significa dizer que ela está desobrigada de realizar os exames médicos que analisaremos a seguir. Essas empresas devem realizar os exames médicos de seus empregados através de médico que necessariamente conheça o local de trabalho. Isto porque, sem a análise do local de trabalho, é impossível uma avaliação adequada da saúde do trabalhador. 4. EXAMES MÉDICOS Tendo em vista que o PCMSO deve ter caráter de prevenção, rastreamento e diagnóstico precoce dos agravos à saúde relacionados ao trabalho, inclusive de natureza subclínica (situação em que o trabalhador adoece sem a manifestação de sintomas), além da constatação da existência de casos de doenças profissionais ou danos irreversíveis à saúde do trabalhador, a NR-7, para fins do desenvolvimento do programa, estabeleceu que fossem realizados exames médicos, sem ônus para os empregados ADMISSIONAL OU PRÉ-ADMISSIONAL Após a realização do processo de recrutamento e seleção, o próximo passo da empresa é encaminhar o candidato selecionado à realização do exame médico, quando então vai ser determinada a sua admissão ou não. O exame médico admissional deve ser realizado antes de o empregado assumir suas funções, não sendo fixado na legislação um prazo de antecedência para a realização do mesmo. Isto porque caso o exame médico seja satisfatório, a empresa poderá, se assim desejar, contratar o candidato, ou, no caso do mesmo ser considerado inapto, a empresa recorre a um dos demais candidatos já aprovado no processo de recrutamento e seleção e o encaminha para o exame médico. Cabe ressaltar que o fato de o candidato realizar o exame médico pré-admissional não cria vínculo com a empresa O que compreende o exame O exame admissional compreende: a) avaliação clínica, abrangendo anamnese ocupacional (que é uma entrevista realizada pelo médico com a intenção de diagnosticar uma doença) e exames físico e mental; b) exames complementares a critério do médico. Os exames médicos complementares solicitados pelo médico do trabalho também devem ser custeados pela empresa PERIÓDICO A avaliação clínica no exame médico periódico deve observar os seguintes prazos: a) anualmente, para os empregados menores de 18 anos e maiores de 45 anos de idade; b) a cada 2 anos, para os empregados entre 18 e 45 anos de idade Doenças Ocupacionais e Crônicas No caso de trabalhadores expostos a riscos ou situações de trabalho que impliquem o desencadeamento ou agravamento de doença ocupacional, ou, ainda, para aqueles que sejam portadores de doenças crônicas, os exames devem respeitar a seguinte periodicidade: a) a cada ano ou a intervalos menores, a critério do médico encarregado, ou se notificado pelo médico agente da inspeção do trabalho, ou, ainda, como resultado de negociação coletiva do trabalho; e b) a cada 6 meses, para os trabalhadores expostos a condições hiperbáricas (sujeito a pressão superior à pressão atmosférica) DE RETORNO AO TRABALHO O exame médico de retorno ao trabalho somente será obrigatório quando o empregado ficar afastado da atividade por período igual ou superior a 30 dias, em virtude de: a) doença ou acidente, de natureza ocupacional; ou b) parto. Esse exame deve ser realizado, obrigatoriamente, no primeiro dia de volta ao trabalho DE MUDANÇA DE FUNÇÃO Esse exame somente será obrigatório quando a nova função expuser o empregado a riscos diferentes daqueles a que estava exposto antes da mudança. O referido exame deverá ser realizado antes de o empregado passar a exercer a nova função DEMISSIONAL O exame médico demissional poderá deixar de ser exigido, dependendo da data em que o empregado realizou seu último exame. INFORMATIVO DINÂMICO 180

4 Com base na legislação, ficou definido que o exame médico demissional deve ser realizado, obrigatoriamente, até a data da homologação da rescisão do contrato de trabalho, desde que o último exame tenha ocorrido há mais de: a) 135 dias, quando se tratar de empresas com grau de risco 1 ou 2, podendo esse prazo ser ampliado por mais 135 dias em decorrência de negociação coletiva; b) 90 dias, no caso de empresas enquadradas em grau de risco 3 ou 4, esse prazo também poderá ser ampliado por até mais 90 dias, em decorrência de negociação coletiva Negociação Coletiva A negociação coletiva deverá, obrigatoriamente, ser assistida por profissional indicado de comum acordo entre as partes ou por profissional do órgão local competente em segurança e saúde do trabalho. Entretanto, as empresas poderão ser obrigadas a realizar o exame médico demissional independentemente da época de realização de qualquer exame, quando suas condições representarem potencial de risco grave aos empregados. A realização do exame será por determinação do SRTE Superintendente Regional do Trabalho e Emprego, com base em parecer técnico conclusivo da autoridade regional competente em matéria de segurança e saúde do trabalhador, ou em decorrência de negociação coletiva TESTE DO VÍRUS DA AIDS Considerando que é proibida a adoção de qualquer prática discriminatória e limitativa para efeito de acesso à relação de emprego ou a sua manutenção, o MTE Ministério do Trabalho e Emprego determinou que não é permitida, de forma direta ou indireta, nos exames médicos por ocasião da admissão, mudança de função, avaliação periódica, retorno, demissão ou outros ligados à relação de emprego, a realização de teste para detectar no trabalhador a presença do HIV Vírus da Imunodeficiência Adquirida, doença mais conhecida no Brasil como AIDS. 5. ATESTADO DE SAÚDE OCUPACIONAL Para cada exame médico realizado pelo PCMSO deverá ser emitido, em duas vias, o ASO Atestado de Saúde Ocupacional. A primeira via do ASO deve ficar à disposição da fiscalização do trabalho, devidamente arquivada no local de trabalho, inclusive nas frentes de trabalho ou canteiros de obras. A segunda via do atestado deve ser obrigatoriamente entregue ao empregado, mediante recibo na primeira via REQUISITOS MÍNIMOS O atestado médico deverá conter, no mínimo: nome completo do empregado, o número de registro de sua identidade e sua função; os riscos ocupacionais específicos existentes, ou a ausência deles, na atividade do empregado, conforme instruções técnicas expedidas pela SSST Secretaria de Segurança e Saúde no Trabalho; indicação dos procedimentos médicos a que foi submetido o empregado, inclusive os exames complementares e a data em que foram realizados; nome do médico coordenador, quando houver, com o respectivo CRM; definição de apto ou inapto para a função específica que o trabalhador vai exercer, exerce ou exerceu; nome do médico encarregado do exame e endereço ou forma de contrato; data e assinatura do médico encarregado do exame e carimbo contendo seu número de inscrição no CRM PRONTUÁRIO OU FICHA CLÍNICA Os dados obtidos nos exames médicos, incluindo avaliação clínica e exames complementares, as conclusões e as medidas aplicadas deverão ser registrados em prontuário clínico individual, que ficará sob a responsabilidade do médico coordenador do PCMSO, ou seu sucessor, quando for o caso. O prontuário médico é um documento que contém informações confidenciais da saúde da pessoa; por essa razão o seu arquivamento deve ser feito de modo a garantir o sigilo das mesmas. Esse documento deverá ser arquivado, no mínimo, pelo período de 20 anos contados a partir do desligamento do empregado. 6. DOENÇAS PROFISSIONAIS Uma vez constatada a ocorrência ou agravamento de doenças profissionais ou sendo verificadas alterações que revelem qualquer tipo de disfunção de órgão ou sistema biológico, o médico coordenador ou encarregado do PCMSO deverá tomar as seguintes medidas: a) solicitar à empresa a emissão da CAT Comunicação de Acidentes do Trabalho; b) indicar, quando necessário, o afastamento do trabalhador da exposição ao risco, ou do trabalho; c) encaminhar o trabalhador à Previdência Social para estabelecimento de nexo causal, avaliação de incapacidade e definição de conduta previdenciária em relação ao trabalho; d) orientar o empregador quanto à necessidade de adoção de medidas de controle no ambiente de trabalho. 7. RELATÓRIO ANUAL Deve ser elaborado um relatório anual do PCMSO com o planejamento das ações de saúde a serem executadas durante o ano. Nesse relatório devem ser discriminados, por setor da empresa, o número e a natureza dos exames médicos, incluídas avaliações clínicas e exames complementares, estatísticas de resultados, considerados anormais, bem como o planejamento para o próximo ano CIPA O relatório anual deve ser apresentado e discutido nas reuniões da CIPA, permanecendo uma cópia do mesmo anexada ao livro de atas, quando a empresa for obrigada a manter a CIPA CONSERVAÇÃO DAS INFORMAÇÕES O relatório anual pode ser armazenado sob a forma de arquivo informatizado desde que propicie o imediato acesso por parte do agente de inspeção do trabalho DISPENSA DE ELABORAÇÃO Estão dispensadas de elaborar o relatório anual as empresas desobrigadas de indicar médico coordenador do PCMSO REGISTRO OU ENVIO Não há necessidade de registro ou envio do relatório anual à Superintendência Regional do Trabalho e Emprego, ou a qualquer órgão vinculado ao Ministério do Trabalho e Emprego. INFORMATIVO DINÂMICO 179

5 7.5. MODELO O relatório anual pode ser elaborado de acordo com o modelo a seguir: PROGRAMA DE CONTROLE MÉDICO DE SAÚDE OCUPACIONAL RELATÓRIO ANUAL Responsável Data Assinatura Setor Natureza do exame Nº anual de exames realizados Nº de resultados anormais Nº de resultados anormais x 100 Nº anual de exames Nº de exames para o ano seguinte 8. PRIMEIROS SOCORROS Em todos os estabelecimentos deve ser mantido material necessário à prestação de primeiros socorros, guardado em local adequado sob os cuidados de pessoa devidamente treinada para esse fim. O equipamento destinado à prestação do socorro deve ser apropriado às características da atividade desenvolvida na empresa. A NR-7 não define quais são os materiais necessários à prestação de primeiros socorros, sendo conveniente que este fato seja verificado junto ao médico coordenador do Programa ou ao sindicato da categoria, caso exista essa previsão no acordo coletivo. 9. PENALIDADE O não cumprimento das normas relativas ao Programa de Controle Médico e Saúde Ocupacional (PCMSO) sujeitará a empresa, conforme a gravidade da infração, à penalidade que varia de R$ 402,23 a R$ Em caso de reincidência, embaraço ou resistência à fiscalização, emprego de artifício ou simulação com o objetivo de fraudar a lei, a multa será aplicada em seu valor máximo que corresponde a R$ 4.024,43. FUNDAMENTAÇÃO LEGAL: Portaria 8 SSST, de (Informativo 19/96); Portaria 24 SSST, de (Informativo 53/94), Portaria 290 MTb, de (Informativo 16/97); Portaria MTE, de (Fascículo 22/2010); Portaria MTb, de NR-7 e 28 (Portal COAD); Ato Declaratório 10 SIT, de Precedente Administrativo 94 (Fascículo 32/2009). JURISPRUDÊNCIA RECURSO DE REVISTA TST JORNADA DE TRABALHO Horas in itinere Norma coletiva não pode estabelecer limite de pagamento de horas in itinere A limitação de pagamento de horas in itinere prevista em norma coletiva posterior à Lei /01, que acrescentou o 2º ao art. 58 da CLT, é inválida. Anteriormente à existência de lei imperativa sobre o tema, mas simples entendimento jurisprudencial Súmula 90 TST, a flexibilização era ampla, obviamente. Surgindo lei imperativa nº , de , acrescentando dispositivos ao art. 58 da CLT, não há como suprimir-se ou se diminuir direito laborativo fixado por norma jurídica heterônoma estatal. Não há tal permissivo elástico na Carta de 1988 art. 7º, VI, XIII, XIV e XXVI, CF/88. A jurisprudência do TST, nesse quadro, firmou jurisprudência, entretanto, no sentido de que, pelo menos no tocante às horas itinerantes, é possível à negociação coletiva estipular um montante estimativo de horas diárias, semanais ou mensais, pacificando a controvérsia, principalmente em virtude de o próprio legislador ter instituído poderes maiores à negociação coletiva neste específico tema 3ºdoart. 58 da CLT, acrescido pela LC 123/2006. De todo modo, não é viável à negociação coletiva suprimir o direito, porém apenas fixar-lhe o montante numérico, eliminando a res dubia existente quanto ao montante. No caso em tela, conforme ressaltado no acórdão, a norma coletiva suprimiu o direito às horas in itinere, o que, no entendimento desta Colenda Turma, é inviável, haja vista que houve eliminação total da parcela, e não adoção de critério de pagamento. Logo, constata-se que foi contrariada a Súmula 90, I/TST. Recurso de revista conhecido e provido. (TST 6ª Turma Recurso de Revista Relator Ministro Mauricio Godinho Delgado DeJT de ). INFORMATIVO DINÂMICO 178

6 LEI SP, DE (DO-SP DE ) PISO SALARIAL Estado de São Paulo Reajustados os Pisos Salariais para 2011 no Estado de São Paulo A partir de , o piso salarial no Estado de São Paulo, para categoria dos empregados domésticos, corresponde a R$ 600,00. Fica alterado o artigo 1º da Lei SP, de (Fascículo 28/2007). O GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Faço saber que a Assembleia Legislativa decreta e eu promulgo a seguinte lei: Art. 1º O artigo 1º da Lei nº , de 11 de julho de 2007, passa a vigorar com a seguinte redação: Art. 1º No âmbito do Estado de São Paulo, os pisos salariais mensais dos trabalhadores a seguir indicados ficam fixados em: I R$ 600,00 (seiscentos reais), para os trabalhadores domésticos, serventes, trabalhadores agropecuários e florestais, pescadores, contínuos, mensageiros e trabalhadores de serviços de limpeza e conservação, trabalhadores de serviços de manutenção de áreas verdes e de logradouros públicos, auxiliares de serviços gerais de escritório, empregados não especializados do comércio, da indústria e de serviços administrativos, cumins, barboys, lavadeiros, ascensoristas, motoboys, trabalhadores de movimentação e manipulação de mercadorias e materiais e trabalhadores não especializados de minas e pedreiras; II R$ 610,00 (seiscentos e dez reais), para os operadores de máquinas e implementos agrícolas e florestais, de máquinas da construção civil, de mineração e de cortar e lavrar madeira, classificadores de correspondência e carteiros, tintureiros, barbeiros, cabeleireiros, manicures e pedicures, dedetizadores, vendedores, trabalhadores de costura e estofadores, pedreiros, trabalhadores de preparação de alimentos e bebidas, de fabricação e confecção de papel e papelão, trabalhadores em serviços de proteção e segurança pessoal e patrimonial, trabalhadores de serviços de turismo e hospedagem, garçons, cobradores de transportes coletivos, barmen, pintores, encanadores, soldadores, chapeadores, montadores de estruturas metálicas, vidreiros e ceramistas, fiandeiros, tecelões, tingidores, trabalhadores de curtimento, joalheiros, ourives, operadores de máquinas de escritório, datilógrafos, digitadores, telefonistas, operadores de telefone e de telemarketing, atendentes e comissários de serviços de transporte de passageiros, trabalhadores de redes de energia e de telecomunicações, mestres e contramestres, marceneiros, trabalhadores em usinagem de metais, ajustadores mecânicos, montadores de máquinas, operadores de instalações de processamento químico e supervisores de produção e manutenção industrial; III R$ 620,00 (seiscentos e vinte reais), para os administradores agropecuários e florestais, trabalhadores de serviços de higiene e saúde, chefes de serviços de transportes e de comunicações, supervisores de compras e de vendas, agentes técnicos em vendas e representantes comerciais, operadores de estação de rádio e de estação de televisão, de equipamentos de sonorização e de projeção cinematográfica. (NR) Art. 2º A lei que fixar os valores correspondentes aos pisos salariais mensais dos trabalhadores para o exercício de 2012 deverá entrar em vigor em 1º de março do referido ano. Art. 3º Esta lei entra em vigor em 1º de abril de (Geraldo Alckmin; David Zaia Secretário do Emprego e Relações do Trabalho; Sidney Estanislau Beraldo Secretário-Chefe da Casa Civil) NOTA COAD: Solicitamos aos nossos Assinantes que considerem os novos valores dos pisos salariais do Estado de São Paulo em complemento à relação constante do item 6.9 do Calendário das Obrigações do mês de Abril/2011. JURISPRUDÊNCIA RECURSO DE REVISTA TST JORNADA DE TRABALHO Intervalo entrejornadas A inobservância do intervalo entrejornadas dá direito ao pagamento do período acrescido de adicional de 50% O Tribunal Regional manteve o indeferimento do pedido de pagamento do período correspondente à duração suprimida do intervalo entrejornadas mínimo, acrescido de adicional de 50%. No recurso de revista, o Reclamante alega que a concessão irregular do intervalo entrejornadas, além de configurar infração administrativa, obriga a Reclamada a lhe pagar o período subtraído com o respectivo acréscimo. Por meio da Orientação Jurisprudencial nº 355 da SBDI-1 desta Corte, consolidou-se o entendimento de que a concessão irregular do intervalo mínimo entre o término de uma jornada de trabalho e o início da seguinte dá direito ao pagamento do período de tempo suprimido, com adicional de pelo menos 50%. Logo, ao ratificar o indeferimento do pedido do Autor, o Tribunal Regional decidiu em desconformidade com a jurisprudência consagrada por esta Corte, já que constatada a concessão a menor do intervalo entrejornadas. Recurso de revista de que se conhece e a que se dá parcial provimento. (TST 4ª Turma Recurso de Revista Relator Ministro Fernando Eizo Ono DeJT de ). INFORMATIVO DINÂMICO 177

7 TABELA PRÁTICA DÉBITO TRABALHISTA Atualização Atualize os débitos trabalhistas para pagamento no mês de abril/ ATUALIZAÇÃO MENSAL Os coeficientes de atualização da tabela a seguir corrigem os débitos trabalhistas desde o primeiro dia do mês/ano em que o débito tornou-se devido até o último dia do mês anterior ao do pagamento. Sendo assim, a Tabela está atualizada até , aplicando-se ao pagamento realizado em TABELA 1 COEFICIENTES MENSAIS Meses de Vencimento do Débito Jan 1, , , , , , Fev 1, , , , , , Mar 1, , , , , , Abr 1, , , , , , Mai 1, , , , , , Jun 1, , , , , , Jul 1, , , , , , Ago 1, , , , , , Set 1, , , , , , Out 1, , , , , , Nov 1, , , , , , Dez 1, , , , , , Meses de Vencimento do Débito Jan 1, , , , , , Fev 1, , , , , , Mar 1, , , , , , Abr 1, , , , , , Mai 1, , , , , Jun 1, , , , , Jul 1, , , , , Ago 1, , , , , Set 1, , , , , Out 1, , , , , Nov 1, , , , , Dez 1, , , , , De acordo com a Súmula 381 do TST, o pagamento dos salários até o 5º dia útil do mês subsequente ao vencido não está sujeito à correção monetária. Contudo, se essa data limite for ultrapassada, incidirá o índice da correção monetária do mês subsequente ao da prestação dos serviços, a partir do dia 1º. INFORMATIVO DINÂMICO 176

8 2. ATUALIZAÇÃO DIÁRIA Para atualização diária de débito pago em dia diferente do dia 1º, ou seja, para pagamentos a partir do dia 2, cabe ao devedor utilizar a TR pró-rata dia. A seguir, divulgamos os coeficientes diários que devem ser utilizados durante o mês de abril/2011: TABELA 2 COEFICIENTES DIÁRIOS DIA COEFICIENTE DIA COEFICIENTE 1 1, , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , EXEMPLOS a) Suponhamos uma diferença de comissões referente ao mês de dezembro/2009, cujo pagamento deveria ter sido efetuado até o 5º dia útil de janeiro/2010, e a empresa realiza o pagamento em O valor da diferença de comissões é de R$ 500,00. O cálculo ficará da seguinte forma: R$ 500,00 x 1, (coeficiente mensal de janeiro/2010, mês seguinte ao da prestação de serviços, de acordo com a Tabela 1) = R$ 504,68 O valor atualizado para pagamento em éder$ 504,68. b) Considerando a mesma diferença de comissões (R$ 500,00), referente ao mês de dezembro/2009, cujo pagamento deveria ter sido efetuado até o 5º dia útil de janeiro/2010, para pagamento em O cálculo ficará da seguinte forma: R$ 500,00 x 1, (coeficiente mensal de janeiro/2010, mês seguinte ao da prestação de serviços, de acordo com a Tabela 1) = R$ 504,68 R$ 504,68 x 1, (coeficiente de , de acordo com a Tabela 2) = R$ 504,87 O valor atualizado para pagamento em éder$ 504,87. JURISPRUDÊNCIA RECURSO ORDINÁRIO TRT VÍNCULO EMPREGATÍCIO Caracterização Subordinação e alteridade caracterizam o vínculo de emprego entre trabalhador e empresa de publicidade Prestando o trabalhador serviços em favor de um ciclo produtivo de cujo controle não participa, faz-se presente a alteridade, de que emerge a situação de subordinação, caracterizadora do vínculo de trabalho subordinado. Vendedor de espaço publicitário para empresa que comercializa tal produto como sua principal atividade é dela empregado. (TRT 2ª Região Recurso Ordinário (numeração antiga) Relator Desembargador Marcos Neves Fava DeJT de ). INFORMATIVO DINÂMICO 175

9 COAD FASCÍCULO 14/2011 PREVIDÊNCIA SOCIAL PREVIDÊNCIA SOCIAL PORTARIA 85 MF, DE (DO-U DE ) CONTRIBUIÇÃO Prorrogação do Vencimento Ministro da Fazenda prorroga prazo de pagamento tributos federais para os contribuintes domiciliados em São Lourenço do Sul O referido ato prorroga, para o último dia útil dos meses de setembro, outubro e novembro/2011, as datas de vencimento de tributos federais, inclusive cotas, administrados pela RFB Receita Federal do Brasil, antes previstas, respectivamente, para 10 a 31 de março, abril e maio/2011, para os sujeitos passivos domiciliados no município de São Lourenço do Sul, localizado no Estado do Rio Grande do Sul. A prorrogação do prazo não implica direito à restituição de quantias eventualmente já recolhidas. Ainda, ficam prorrogadas as datas de vencimento das parcelas de débitos objeto de parcelamento junto à PGFN Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional e à RFB. Por fim, fica suspensa durante o período de 10-3 a , a prática de atos processuais no âmbito da RFB e da PGFN, pelos mesmos sujeitos passivos mencionados anteriormente. INSTRUÇÃO NORMATIVA RFB, DE (DO-U DE ) SEFIP Prorrogação do Prazo de Entrega Entrega de declarações fiscais teve prazo prorrogado para contribuintes domiciliados em São Lourenço do Sul O referido ato prorrogou o prazo de entrega da Gfip Guia de Recolhimento do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço e Informações à Previdência Social, exigível em março, abril e maio/2011, para, respectivamente, maio, junho e julho/2011. As demais declarações fiscais, exigíveis no mesmo período, tais como DCTF Declaração de Débitos e Créditos Tributários federais e Dacon Demonstrativo de Apuração de Contribuições Sociais, podem ser entregues até Os contribuintes abrangidos pela norma são os domiciliados no município de São Lourenço do Sul, localizado no Estado do Rio Grande do Sul e as obrigações acessórias são as concernentes aos tributos administrados pela RFB Secretaria da Receita Federal do Brasil. SOLUÇÃO DE CONSULTA 134 SRRF 7ª RF, DE (DO-U DE ) SIMPLES NACIONAL Retenção de 11% Empresa optante pelo Simples Nacional sofre retenção de INSS dependendo do Anexo em que esteja enquadrada A SUPERINTENDÊNCIA REGIONAL DA RECEITA FEDE- RAL, da 7ª Região Fiscal, aprovou a seguinte ementa através da Solução de Consulta em referência: A responsabilidade da contratante, com relação ao instituto da retenção dos 11% previsto no art. 31 da Lei Nº 8.212, de 1991, quando a empresa contratada é optante pelo SIMPLES NACIONAL, é a prevista no art. 191, incisos I e II da IN RFB Nº 971, enquanto a empresa contratada não for formalmente excluída do SIMPLES NACIONAL, se for o caso. Remissão COAD: Instrução Normativa 971 RFB/2009 (Portal COAD) Art. 191 As ME e EPP optantes pelo Simples Nacional que prestarem serviços mediante cessão de mão de obra ou empreitada não estão sujeitas à retenção referida no art. 31 da Lei nº 8.212, de 1991, sobre o valor bruto da nota fiscal, da fatura ou do recibo de prestação de serviços emitidos, excetuada: I ameouaepptributada na forma dos Anexos IV e V da Lei Complementar nº 123, de 2006, para os fatos geradores ocorridos até 31 de dezembro de 2008; e II ameouaepptributada na forma do Anexo IV da Lei Complementar nº 123, de 2006, para os fatos geradores ocorridos a partir de 1º de janeiro de DISPOSITIVOS LEGAIS: Lei Complementar nº 123, de 2006, art. 17, XII, 1º, art. 18, 5º-C e 5º-H e arts. 28 a 33; IN RFB nº 971, de 2009, art. 191, I e II, 1º e 2º." INFORMATIVO DINÂMICO 174

10 COAD FASCÍCULO 14/2011 FONTE FONTE INSTRUÇÃO NORMATIVA RFB, DE (DO-U DE ) RENDIMENTO DO TRABALHO ASSALARIADO Cálculo do Imposto RFB altera Tabela do Imposto de Renda aplicada aos rendimentos recebidos acumuladamente O referido Ato altera os artigos 3º, 6º, 10 e 13, transforma o Anexo Único em Anexo I, bem como acrescenta o Anexo II, todos da Instrução Normativa RFB, de (Fascículo 06/2011), modificando a apuração e tributação dos rendimentos do trabalho e aposentadoria recebidos acumuladamente. A fórmula de cálculo da tabela progressiva acumulada, para o ano-calendário de 2011, deverá ser efetuada da seguinte forma: a) nos meses de janeiro a março: Base de Cálculo em R$ Parcela a Deduzir do Imposto Até (1.499,15 x NM) Acima de (1.499,15 x NM) até (2.246,75 x NM) 7,5 112,43625 x NM Acima de (2.246,75 x NM) até (2.995,70 x NM) ,94250 x NM Acima de (2.995,70 x NM) até (3.743,19 x NM) 22,5 505,62000 x NM Acima de (3.743,19 x NM) 27,5 692,77950 x NM b) nos meses de abril a dezembro: Base de Cálculo em R$ Parcela a Deduzir do Imposto Até (1.566,61 x NM) Acima de (1.566,61 x NM) até (2.347,85 x NM) 7,5 117,49575 x NM Acima de (2.347,85 x NM) até (3.130,51 x NM) ,58450 x NM Acima de (3.130,51 x NM) até (3.911,63 x NM) 22,5 528,37275 x NM Acima de (3.911,63 x NM) 27,5 723,95425 x NM Para os anos-calendário de 2012 a 2014 teremos as seguintes Tabelas: a) 2012: Base de Cálculo em R$ Parcela a Deduzir do Imposto Até (1.637,11 x NM) Acima de (1.637,11 x NM) até (2.453,50 x NM) 7,5 122,78325 x NM Acima de (2.453,50 x NM) até (3.271,38 x NM) ,79575 x NM Acima de (3.271,38 x M) até (4.087,65 x NM) 22,5 552,14925 x NM Acima de (4.087,65 x NM) 27,5 756,53175 x NM b) 2013: Base de Cálculo em R$ Parcela a Deduzir do Imposto Até (1.710,78 x NM) Acima de (1.710,78 x NM) até (2.563,91 x NM) 7,5 128,30850 x NM Acima de (2.563,91 x NM) até (3.418,59 x NM) ,60175 x NM Acima de (3.418,59 x NM) até (4.271,59 x NM) 22,5 576,99600 x NM Acima de (4.271,59 x NM) 27,5 790,57550 x NM c) 2014: Base de Cálculo em R$ Parcela a Deduzir do Imposto Até (1.787,77 x NM) Acima de (1.787,77 x NM) até (2.679,29 x NM) 7,5 134,08275 x NM Acima de (2.679,29 x NM) até (3.572,43 x NM) ,02950 x NM Acima de (3.572,43 x NM) até (4.463,81 x NM) 22,5 602,96175 x NM Acima de (4.463,81 x NM) 27,5 826,15225 x NM Legenda: NM = Número de meses a que se refere o pagamento acumulado. Do montante apurado poderão ser excluídas despesas, relativas aos rendimentos tributáveis, com ação judicial necessária ao seu recebimento, inclusive de advogados, se tiverem sido pagas pelo contribuinte, sem indenização. A base de cálculo será determinada mediante a dedução das seguintes despesas relativas ao montante dos rendimentos tributáveis: a) importâncias pagas em dinheiro a título de pensão alimentícia em face das normas do Direito de Família, quando em cumprimento de decisão judicial, de acordo homologado judicialmente ou de separação ou divórcio consensual realizado por escritura pública; e b) contribuições para a Previdência Social da União, dos estados, do Distrito Federal e dos municípios. A pessoa responsável pela retenção deverá, na forma, prazo e condições estabelecidos na legislação do imposto, fornecer à pessoa física beneficiária o Comprovante de Rendimentos Pagos e de Retenção do Imposto sobre a Renda na Fonte, bem como apresentar à RFB Secretaria da Receita Federal do Brasil declaração contendo informações sobre: INFORMATIVO DINÂMICO 173

11 COAD FASCÍCULO 14/2011 FONTE I os pagamentos efetuados à pessoa física e o respectivo IRRF Imposto sobre a Renda Retido na Fonte; II a quantidade de meses; e III se houver, as exclusões e deduções. Fica dispensada a retenção do imposto quando a pessoa física beneficiária declarar à instituição financeira responsável pelo pagamento que os rendimentos recebidos são isentos ou não tributáveis, utilizando a declaração a seguir: DECLARAÇÃO...(nome do(a) beneficiário(a)) residente ou domiciliado(a)... (endereço completo), inscrito(a) no CPF/CNPJ sob o nº..., para fins da não retenção do imposto de renda de que trata o art. 27 da Lei nº , de 29 de dezembro de 2003, sobre rendimentos a serem recebidos em cumprimento de decisão da Justiça Federal, conforme Processo nº......, da...ª Vara da Seção/Subseção Judiciária de (nome da Unidade da Federação ou do Município), pagos pelo(a)... (nome da instituição financeira), declara que: ( ) o montante de R$... (...) (indicação do valor por extenso) constitui rendimento isento ou nãotributável ( ) está inscrita no Sistema Integrado de Pagamento de Impostos e Contribuições das Microempresas e das Empresas de Pequeno Porte (Simples). O(a) beneficiário(a) fica ciente de que a falsidade na prestação destas informações o(a) sujeitará, juntamente com as demais pessoas que para ela concorrerem, às penalidades previstas na legislação tributária e penal, relativas à falsidade ideológica (art. 299 do Código Penal) e ao crime contra a ordem tributária (art. 1º da Lei nº 8.137, de 27 de dezembro de 1990) (Município-UF),...de... de...(data) Assinatura do(a) beneficiário(a) ou de seu representante legal Abono da assinatura pela instituição financeira Para efeito de apuração do imposto no caso de parcelas de RRA pagas: I em meses distintos, a quantidade de meses relativa a cada parcela será obtida pela multiplicação da quantidade de meses total pelo resultado da divisão entre o valor da parcela e a soma dos valores de todas as parcelas, arredondando-se com uma casa decimal, se for o caso; II em um mesmo mês: a) ao valor da parcela atual será acrescentado o total dos valores das parcelas anteriores apurando-se nova base de cálculo e o respectivo imposto; b) do imposto de que trata a alínea a será deduzido o total do imposto retido relativo às parcelas anteriores. O arredondamento do algarismo da casa decimal de que trata o inciso I será efetuado levando-se em consideração o algarismo relativo à 2ª casa decimal, do modo a seguir: I menor que 5, permanecerá o algarismo da 1ª casa decimal; II maior que 5, acrescentar-se-á uma unidade ao algarismo da 1ª casa decimal; e III igual a 5, deverá ser analisada a 3ª casa decimal, da seguinte maneira: a) quando o algarismo estiver compreendido entre 0 e 4, permanecerá o algarismo da 1ª casa decimal; e b) quando o algarismo estiver compreendido entre 5 e 9, acrescentar-se-á uma unidade ao algarismo da 1ª casa decimal." Os RRA decorrentes de aposentadoria, pensão e os provenientes do trabalho recebidos no período de 1-1 a , poderão ser tributados da mesma forma que os recebidos a partir de , desde que efetuado ajuste na apuração do imposto relativo àqueles rendimentos na DAA referente ao ano-calendário de 2010, do seguinte modo: I a apuração do imposto se dará: a) em ficha própria; b) separadamente por fonte pagadora e para cada mês-calendário, com exceção da hipótese em que a mesma fonte pagadora tenha realizado mais de um pagamento referente aos rendimentos de um mesmo mês-calendário, sendo, neste caso, o cálculo realizado de modo unificado; II o imposto resultante da apuração de que trata o item I será adicionado ao imposto apurado na DAA, sujeitando-se aos mesmos prazos de pagamento e condições deste. Na hipótese em que a pessoa responsável pela retenção, no ano-calendário de 2011, não tenha feito a retenção ou que tenha promovido retenção indevida ou a maior, a pessoa física beneficiária poderá efetuar ajuste específico na apuração do imposto relativo aos RRA na DAA referente ao ano-calendário de INSTRUÇÃO NORMATIVA RFB, DE (DO-U DE ) TABELA PROGRESSIVA DO IMPOSTO Alteração RFB divulga tabelas progressivas do Imposto de Renda para os anos de 2011 a 2014 O referido ato disciplina o cálculo do imposto de renda, de acordo com a Tabela Progressiva aprovada pela Medida Provisória 528, de (Fascículo 13/2011), a ser descontado na fonte sobre os rendimentos do trabalho assalariado, inclusive a gratificação natalina (13º salário), pagos por pessoas físicas ou jurídicas, bem como sobre os demais rendimentos recebidos por pessoas físicas que não estejam sujeitos à tributação exclusiva na fonte ou definitiva, pagos por pessoas jurídicas. O cálculo será baseado nas seguintes tabelas progressivas mensais: I para o ano-calendário de 2011: a) nos meses de janeiro a março: Base de Cálculo Parcela a Deduzir do IR Até 1.499,15 De 1.499,16 até 2.246,75 7,5 112,43 De 2.246,76 até 2.995, ,94 De 2.995,71 até 3.743,19 22,5 505,62 Acima de 3.743,19 27,5 692,78 INFORMATIVO DINÂMICO 172

12 COAD FASCÍCULO 14/2011 FONTE/OUTROS ASSUNTOS FEDERAIS b) nos meses de abril a dezembro: Base de Cálculo Parcela a Deduzir do IR Até 1.566,61 De 1.566,62 até 2.347,85 7,5 117,49 De 2.347,86 até 3.130, ,58 De 3.130,52 até 3.911,63 22,5 528,37 Acima de 3.911,63 27,5 723,95 II para o ano-calendário de 2012: Base de Cálculo Parcela a Deduzir do IR Até 1.637,11 De 1.637,12 até 2.453,50 7,5 122,78 De 2.453,51 até 3.271, ,80 De 3.271,39 até 4.087,65 22,5 552,15 Acima de 4.087,65 27,5 756,53 III para o ano-calendário de 2013: Base de Cálculo Parcela a Deduzir do IR Até 1.710,78 De 1.710,79 até 2.563,91 7,5 128,31 De 2.563,92 até 3.418, ,60 De 3.418,60 até 4.271,59 22,5 577,00 Acima de 4.271,59 27,5 790,58 IV a partir do ano-calendário de 2014: Base de Cálculo Parcela a Deduzir do IR Até 1.787,77 De 1.787,78 até 2.679,29 7,5 134,08 De 2.679,30 até 3.572, ,03 De 3.572,44 até 4.463,81 22,5 602,96 Acima de 4.463,81 27,5 826,15 A base de cálculo sujeita à incidência mensal do imposto sobre a renda na fonte será determinada mediante a dedução das seguintes parcelas do rendimento tributável: a) as importâncias pagas em dinheiro a título de pensão alimentícia em face das normas do Direito de Família, quando em cumprimento de decisão judicial, inclusive a prestação de alimentos provisionais, de acordo homologado judicialmente, ou de escritura pública; b) a quantia, por dependente, de: para o ano-calendário de 2011: R$ 150,69, nos meses de janeiro a março; e R$ 157,47, nos meses de abril a dezembro; para o ano-calendário de 2012: R$ 164,56; para o ano-calendário de 2013: R$ 171,97; e para o ano-calendário de 2014: R$ 179,71; c) as contribuições para a Previdência Social da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos municípios; d) as contribuições para entidade de previdência complementar domiciliada no Brasil e para o Fapi Fundo de Aposentadoria Programada Individual, cujo ônus tenha sido do contribuinte, destinadas a custear benefícios complementares assemelhados aos da Previdência Social, cujo titular ou quotista seja trabalhador com vínculo empregatício ou administrador e seja também contribuinte do RGPS Regime Geral de Previdência Social; e e) o valor correspondente à parcela isenta dos rendimentos provenientes de aposentadoria e pensão, transferência para a reserva remunerada ou reforma pagos pela Previdência Social da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos municípios, por qualquer pessoa jurídica de direito público interno ou por entidade de previdência complementar, a partir do mês em que o contribuinte completar 65 anos de idade de até: para o ano-calendário de 2011: R$ 1.499,15, nos meses de janeiro a março; e R$ 1.566,61, nos meses de abril a dezembro; para o ano-calendário de 2012: R$ 1.637,11; para o ano-calendário de 2013: R$ 1.710,78; e para o ano-calendário de 2014: R$ 1.787,77. Quando a fonte pagadora não for responsável pelo desconto das contribuições a que se refere a letra d os valores pagos a esse título podem ser considerados para fins de dedução da base de cálculo sujeita ao imposto mensal, desde que haja anuência da empresa e que o beneficiário lhe forneça o original do comprovante de pagamento. A Instrução Normativa RFB/2011 produz efeitos a partir de , revogando a Instrução Normativa RFB, de (Fascículo 01/2011). OUTROS ASSUNTOS FEDERAIS ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO 29 CODAC, DE (DO-U DE ) SELIC Variação Fixada em 0,92% a variação da taxa Selic de março/2011 Este percentual será utilizado em abril/2011. O COORDENADOR-GERAL DE ARRECADAÇÃO E COBRANÇA, no uso da atribuição que lhe confere o inciso III do art. 305 do Regimento Interno da Secretaria da Receita Federal do Brasil, aprovado pela Portaria MF nº 587, de 21 de dezembro de 2010, e tendo em vista o disposto no art. 13 da Lei nº 9.065, de 20 de junho de 1995, nos arts. 16 e 39 da Lei nº 9.250, de 26 de dezembro de 1995, no art. 61 da Lei nº 9.430, de 27 de dezembro de 1996, e no art. 73 da Lei nº 9.532, de 10 de dezembro de 1997, DECLARA: Art. 1º A taxa de juros equivalente à taxa referencial do Sistema Especial de Liquidação e de Custódia (Selic) para títulos federais, relativa ao mês de março de 2011, aplicável na cobrança, restituição ou compensação de tributos federais, a partir do mês de abril de 2011, é de 0,92%. Art. 2º Este Ato Declaratório Executivo entra em vigor na data de sua publicação. (João Paulo R. F. Martins da Silva) INFORMATIVO DINÂMICO 171

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