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1 O TIJOLÃO SIMETASC ANO VIII Dezembro de 2014 Distribuição dirigida e gratuita Eventos festivos PÁGINA 2 Nova diretoria toma posse Encontros Sindicais PÁGINA 4 PAGS 5 e 6 Trabalhadores dizem não ao SUT PÁGINA 7 Desaposentação PÁGINA 8 PLR para trabalhador desligado da empresa EDITORIAL A intolerância e nossas lutas O Brasil é um Estado Democrático de Direito, o que significa que apenas o Estado tem poder de prender, julgar e condenar alguém por um crime, respeitando sempre o direito de defesa do acusado. No entanto, há grupos que desafiam a ordem estabelecida sob o pretexto de que a justiça é falha e isso intensificou-se a partir das manifestações que ocorreram em todos o país, em 2013, as chamadas 'jornadas de junho'. Deste marco até aqui, pós-eleições, muita coisa está acontecendo e foge ao controle do Estado alcançar uma resposta política proporcional que dê conta de colocar um pouco de lucidez na cabeça de uma parte da população que fala através da injúria, do vandalismo, das acusações desconexas, da prática de crimes de intolerância e até mesmo, ao cúmulo, da defesa de propostas separatistas entre sul/sudeste e o nordeste do Brasil. Fatos incomuns, mas que se evidenciam na rotina de manchetes compartilhadas por quem domina o cenário da mídia nacional sob a desculpa de conteúdo jornalístico, numa forte manifestação de cunho preconceituoso, intolerante que são caracterizados como crime diante da Constituição Federal Brasileira (CF). Um bom exemplo disso são as manifestações do deputado federal Jair Bolsonaro e seu filho, Eduardo Bolsonaro, eleito em 2014 como deputado federal pelo Estado São Paulo. O pai é um conhecido aliado dos crimes de intolerância, defende a pena de morte, a redução da idade penal, a tortura, é homofóbico e foi contra a instalação da Comissão da Verdade. Agora, seu filho trilha o mesmo caminho quando, na passeata realizada na Avenida Paulista (31/11/2014), acha-se à vontade para dizer que 'seu pai, se eleito presidente, fuzilaria a presidenta do Brasil, Dilma Rousseff'. Ora, como pode defender publicamente o extermínio de seres humanos, neste episódio a presidenta da República? A incitação ao crime é evidente, e de grande gravidade, tratando-se de crime de Magnicídio, ou seja, o incitamento ao crime de morte por assassinato de Chefe de Estado. Com tanto incentivo, alguns milhares estão indo às ruas para pedir o impeachment da presidenta reeleita. Os eventos organizados pelas redes sociais atingem outras milhares de pessoas, levando consigo uma reprodução insana, não só do direito político de manifestação e expressão, mas também as ignomínias, as ameaças e as palavras difamatórias, injuriosas e caluniosas. Os descontentes são maus perdedores e agitam uma suposta tentativa de golpe de Estado. A todos trabalhadores, trabalhadoras e amigos. A Diretoria do SIMETASC deseja um FELIZ NATAL e um Ano Novo cheio de alegrias, oportunidades e muita energia pra luta continuar. Evidentemente, essa manobra serviu para acirrar o radicalismo na parcela mais aloprada do eleitorado nas últimas eleições, ou seja, os que pregam o golpe militar, e até o assassinato de adversários, como ação política legítima. O fato do adversário derrotado buscar apoio nesse substrato da cidadania, onde se aglomeram os mais insensatos entre os analfabetos políticos, demonstra a falta de espírito democrático de seus dirigentes e seus apaniguados, dentre eles os maiorais do cartel midiático do país. Há muita hipocrisia e cinismo no ar. É preciso que a classe operária saiba 'separar o joio do trigo', isto é, racionalizar todo esse assédio e focar na próxima gestão da presidenta Dilma, principalmente para ter seus interesses e direitos garantidos. Mas precisa estar claro: somente com a capacidade de mobilização dos trabalhadores, das trabalhadoras e da juventude isso será possível e, daí, com certeza se esmagará aqueles que querem um país voltado apenas para seus próprios interesses e seus lucros. Cynthia Maria Pinto da Luz Advogada do SIMETASC e do Centro dos Direitos Humanos de Joinville. PÁGINA 8

2 2 O TIJOLÃO EVENTOS FESTIVOS PATROCINADOS PELO SIMETASC Como de praxe, no ano de 2014 o SIMETASC realizou eventos de integração Dia Internacional da Mulher Dia do Trabalhador No Dia Internacional da Mulher foi proporcionado a todas as filiadas ao SIMETASC, na cidade de São Francisco do Sul e Itapoá, um passeio marítimo na escuna Pérola Negra pela Baia da Babitonga e foi servido um almoço de frutos do mar, no restaurante Preto e Polaca, situado na Vila da Gloria, sem qualquer custo às associadas. Para as associadas ao SIMETASC que laboram em Itajaí e Imbituba foi distribuído um cartão presente da Havan, no valor de R$ 150,00 onde a filiada pode escolher um presente ao seu gosto. No Dia do Trabalhador o SIMETASC ofereceu um jantar para os filiados de São Francisco do Sul e Itapoá, no Restaurante Portela, na cidade de São Francisco do Sul. Para os filiados de Itajaí foi oferecido um vale almoço ou jantar, para o associado e um acompanhante, que ficou disponível para ser utilizado durante o mês de maio, na Cantina Família Frassini. Na cidade de Imbituba foi oferecido um jantar aos associados, na Pizzaria Kaza do Filé, ciceroneado pelo Diretor Secretário do SIMETASC, Paulo Neves de Cerqueira. O Diretor Tesoureiro, Adelmir Jorge Paz Ortiz, participou do evento sindical do Dia do Trabalhador, em conjunto com as entidades sindicais dos municípios da região Norte de Santa Catarina. Dia das Crianças O SIMETASC presenteou os filhos dos associados dos Municípios de São Francisco do Sul e Itapoá, permitindo que os associados pudessem escolher como brinde do Dia das Crianças um cartão presente Havan, no valor de R$ 70,00 por criança para que seus pais pudessem adquirir presentes ou o passaporte do Beto Carrero World. Em Itajaí, foi realizada uma consulta com os associados que optaram pelo cartão presente Havan, visto que em anos anteriores já tinha sido concedido passaporte do Beto Carrero World. Referente aos filhos dos associados de Imbituba, o SIMETASC presenteou as crianças com brinquedos. Recesso no SIMETASC O SIMETASC informa a todos os seus representados e as empresas que estará em recesso a partir do dia 19 de dezembro de 2014, retornando suas atividades normais no dia 5 de janeiro de 2015.

3 O TIJOLÃO 3 EVENTOS FESTIVOS PATROCINADOS PELO SIMETASC Festas Natalinas SÃO FRANCISCO Aconteceu no dia 28 de novembro a Confraternização Natalina e comemoração do Aniversário de 83 anos de luta do SIMETASC, para os trabalhadores associados, de São Francisco do Sul e Itapoá, que foi realizada no Hotel Vila Real. O evento foi acompanhado de um Jantar Dançante com Banda Portal do Som. Também foi apresentada aos associados a nova diretoria do SIMETASC, empossada no dia 11 de novembro de 2014, para o pleito 2014/2018. Trabalhadores comemoram com a Diretoria, em São Francisco do Sul, o 83º Aniversário do SIMETASC. ITAJAÍ - Para os associados de Itajaí e Navegantes, o SIMETASC concedeu um vale refeição para o associado e acompanhante, a ser utilizado na Churrascaria Vieira Grill. IMBITUBA - Para os associados de Imbituba foi concedido um vale jantar na Pizzaria Galvani, tendo como organizador desse evento o companheiro Paulo Neves de Cerqueira. Brindes de Natal O SIMETASC informa que, nesse ano, mais uma vez, foi distribuido a todos os trabalhadores associados ao Sindicato uma cesta natalina. Mantenha suas mensalidades do Sindicato atualizadas Mais uma vez, ratificamos que para ter direito a participação em eventos festivos e recebimento de brindes, o associado deverá estar com suas mensalidades atualizadas por um período de seis meses anterior a efetivação do evento ou da distribuição dos brindes. SIMETASC compra novo carro O SIMETASC adquiriu um novo veículo (foto ao lado) para atender as atividades sindicais administrativas e de organização da categoria na subsede de Itajaí. SIMETASC O TIJOLÃO Boletim Informativo do SIMETASC - Sindicato dos Trabalhadores Marítimos, Fluviais e Empregados Terrestres em Transporte Aquaviários e Atividades Afins no Estado de Santa Catarina. Diretor Responsável: Luiz Antonio Marques, Diretor Administrativo: Adelmir Jorge Paz Ortiz. Dez/2014. (Edição: INFORMA Editora

4 4 O TIJOLÃO Toma posse a nova diretoria para o mandato 2014 a 2018 Solenidade de posse da nova diretoria eleita contou com a presença de autoridades convidadas. Cumpridos todos os trâmites legais de comunicação via editais e após ter vencido o prazo legal para inscrição de chapas foi verificado que houve apenas uma única chapa inscrita para o pleito eleitoral que ocorreu no dia 1º de agosto de 2014, nos três municípios onde existe a Sede e Subsedes do SIMETASC (São Francisco do Sul, Itajaí e Imbituba). O processo teve urnas fixas e itinerantes nos três municípios. Foram colhidos 76% dos votos, sendo que 97% dos eleitores votaram pela aprovação da chapa e 3% votaram pela não aprovação da chapa. A diretoria eleita para novo mandato foi Presidente, Luiz Antônio Marques em seu discurso de posse. renovada em 1/3 com relação à diretoria anterior. A nova diretoria foi empossada no dia 11 de novembro de 2014, como determina o Estatuto do SIMETASC. E será apresentada oficialmente aos associados no evento festivo que acontecerá no dia 28 de novembro em São Francisco do Sul. Diretoria Efetiva Presidente: Luiz Antônio Marques - Petrobras Secretário: Almir José da Silva - Tug Brasil Tesoureiro: Adelmir Jorge Paz Ortiz - Petrobras Assuntos Marítimos: Antonio Francisco Camargo - Petrobras Assuntos Gerenciamento: Regerson Luiz de Souza - Saveiros Assuntos Jurídicos: Jaime F.Farias Machado - Petrobras Assuntos Sociais e Eventos: Vanessa C. Rosa Pereira - Praticagem Sfco Diretoria Suplente Genaldo Calú da Silva - APMT Marcelo Henrique Vieira - Saveiros Ladiomir Silveira - Saveiros Sergio da Costa M. Neto - Saveiros Adelson Martins da Silva -Tug Brasil Silvana Brum da Silva - APMT Conselho Fiscal - Efetivo Cristiane A. C Borges Juliana M. Ramos Turíbio Manoel Nicolau Suplente França Alves de Oliveira Mauro Bernardes Manoel Norberto da Costa Nunes Comissão de apuração dos votos das eleições sindicais. Acordos e Convenção Coletiva de Trabalho No decorrer do ano de 2014, o SIMETASC renovou 34 acordos coletivos em nível estadual, oito acordos em nível nacional e uma Convenção Coletiva de Trabalho. O SIMETASC tem priorizado evoluir nos ACTs os itens de Participação nos Lucros ou Resultados (PLR), vale refeição, auxílio creche e planos de saúde. Gostaríamos de registrar, também, que o SIMETASC lamenta a posição irredutível do SINDASC, o qual representa o patronato das empresas de agenciamento marítimo em Santa Catarina, visto que o mesmo continua com a posição irredutível de não conceder nenhum avanço no tocante aos benefícios sociais ou pecuniários. 80 Anos do Sindesnav O companheiro Luiz Antônio Marques, presidente do SIMETASC, esteve no Rio de Janeiro, no 80º Aniversário do SINDESNAV - Sindicato dos Empregados em Escritórios das Empresas e Agências de Navegação, Procuradorias de Serviços Marítimos, Associações de Armadores, Operadores Portuários e Atividades Afins do Estado do Rio de Janeiro, fundado em 20 de Outubro de 1934.

5 O TIJOLÃO 5 EVENTOS SINDICAIS No decorrer de 2014, o SIMETASC participou, com a representação por seus diretores, de diversos eventos sindicais, em nível estadual e nacional. Destacamos os seguintes: 5º Encontro Nacional do Setor de Agenciamento e Terminais Portuários O V Encontro nacional dos Sindicatos representantes dos trabalhadores em empresas e agências marítimas, empregados de operadores portuários e trabalhadores marítimos regionais foi realizado no Rio de Janeiro, nas dependências do Sindicato dos Empregados em Escritórios das Empresas de Navegação do Estado do Rio de Janeiro (SINDESNAV), nos dias 23 e 24 de julho de Estiveram presentes nesse Encontro as seguintes entidades sindicais: SINDESNAV - Rio de Janeiro; SETTAPORT-SP - São Paulo; SIMETASC - Santa Catarina; SEANMES - Espírito Santo; SETTA-PAR - Paraná; SINFLUMAR-RS - Rio Grande do Sul; SETTAPORT-CE - Ceará; SEEEANBA - Bahia; AQUASIND Espírito Santo. O evento teve como assuntos principais: A organização sindical, negociações coletivas, redução de cartão de lotação e a proposta de ações sindicais para resguardar direitos dos trabalhadores contra futura fusão das empresas CSAV com a empresa alemã Hapag Lloyd. Foi um evento muito produtivo, considerando que foram amplamente discutidos procedimentos de negociações coletivas de trabalho para futuros acordos coletivos, formas para combater a substituição de trabalhadores pelos mecanismos de inserções das novas tecnologias da informática para os setores administrativos e automatização das embarcações marítimas, ambas formas aplicadas para reduzir a mão de obra laboral. Temos como exemplo para o setor administrativo a proposta existente da fusão da empresas CSAV e HAPAG Lloyd (caso esta se concretize, fatalmente trará uma redução de trabalhadores para o setor administrativo das empresas e, ainda mais, poderemos enfrentar uma nova modalidade de terceirização, Legenda Legenda Legenda via internet. O companheiro Ortiz alerta que os trabalhadores que laboram nas empresas de agenciamento marítimo poderão enfrentar uma nova forma de terceirização que pode ser comparada à forma imposta aos marítimos com a abertura ao tráfego marítimo às bandeiras de conveniências, talvez um pouco mais selvagem ainda, porque possibilita a redução drástica da mão de obra nacional e ainda pode ser operada de qualquer país do mundo. Diante destes fatos, foi proposto nesse Encontro que os representantes sindicais presentes solicitassem ao Ministério Público do Trabalho de Santos/SP, uma reunião com a mediação do MPT em conjunto com as empresas CSAV e HAPAG LLOYD, para esclarecimentos destes fatos. No dia 14 de outubro de 2014 aconteceu a audiência com a mediação do MPT, na pessoa do Dr. Augusto Grieco Sant'Anna Meirinho. Estiveram presentes o representante do SIMETASC, Adelmir Jorge Paz Ortiz; representantes do SETTAPORT, da HAPAG-LLOYD e a Cia Libra de Navegação - incorporadora da CSAV Group. Pelos sindicatos, levou-se a preocupação de uma demissão em massa, caso ocorra a fusão das empresas. Ao final ficou estabelecido o compromisso formal das empresas de tratar com transparência o processo de fusão junto aos Sindicatos, para negociar caso se vislumbre a possibilidade de demissão. No dia 6 de novembro o SIMETASC recebeu um comunicado da empresa CSAV, via , informando que teve andamento o processo de fusão. Diz o comunicado: "Informamos que o CADE (Conselho de Defesa Econômica) brasileiro concedeu permissão para a fusão que vai integrar a CSAV (Companhia Sud Americana de Vapores), do Chile, à Hapag- Lloyd, da Alemanha, para operação de transporte marítimo de contêineres na costa brasileira. Ressaltamos que essa aprovação é uma das etapas do processo, que para a conclusão, é necessário aguardar as aprovações por parte da China e México. Atenciosamente, Human Resources - CSAV Group Brazil." O SIMETASC repassou essa informação aos associados e demais sindicatos que representam os trabalhadores em nível nacional.

6 6 O TIJOLÃO Encontro Sindical de Trabalhadores Marítimos Portuários Em 19 de setembro de 2014 foi realizado, em Vitoria(ES), o Encontro Sindical de Representantes dos Trabalhadores Marítimos e Portuários. Estiveram presentes representantes dos sindicatos no Estado do Espírito Santo, Sr. Antenor José da Silva Filho e sua diretoria; do Sindicato dos Trabalhadores Marítimos, Fluviais e Empregados Terrestres em Transportes Aquaviários e Atividades Afins no Estado de Santa Catarina (SIMETASC), os diretores Srs. Luiz Antônio Marques e Almir José da Silva; do Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Marítimos do Estado da Bahia Sr. Rubem Claudiano da Silva; do Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Marítimos e Fluviais e Empregados Terrestres de Empresas Aquaviárias, Agenciadoras Marítimas e Atividades Afins no Estado do Paraná (SETTAPAR), Sr. Sivonei Sodré Goulart; Há anos, os sindicatos dos marítimos têm lutado contra a redução de tripulação imposta pelas empresas marítimas, principalmente de Apoio Portuário em suas embarcações. Esta prática ocorre em todos os portos do país. Em vitória(es) o Sindicato local entrou com uma ação na Justiça Trabalhista, tentando conseguir a inclusão de mais dois tripulantes nos rebocadores da Empresa Smit Rebras Rebocadores, um MNM Representantes sindicais presentes no Encontro em Vitória/ES. do Sindicato dos Mestres de Cabotagem, Arrais Regionais nos Estados da Bahia e Sergipe, Sr. Roberto Batista dos Santos; e do Sindicato dos Fluviais e Marítimos do Rio Grande do Sul Sr. Valdez Francisco de Oliveira, que debateram sobre: Cartão de lotação; Construir uma convenção coletiva de trabalho nacional para os marítimos portuários; Moção de apoio aos trabalhadores públicos do Ministério do Trabalho. (marinheiro nacional de máquinas) e um COZ (cozinheiro). A primeira audiência foi no dia 10 de novembro de Em Itajaí (SC), em 2 de Setembro de 2010, o SIMETASC, conseguiu, através de processo de Revisão de CTS, junto à Delegacia da Capitania dos Portos de Itajaí, a inclusão de mais um tripulante no setor de máquinas. Em agosto de 2014, em Santa Catarina, ocorreu a fusão entre a Smit Rebras Rebocadores e a Tug Brasil. Após a Convenção Coletiva Unificada Redução de Tripulantes e Cartão de Lotação fusão, a empresa propôs a redução do Cartão de Lotação suprimindo o marinheiro de máquinas. O SIMETASC não concordou com a atitude da empresa e solicitou à Delegacia da Capitania dos Portos em Itajaí que realizasse uma revisão do Cartão de Lotação, no sentido de reverter a solicitação da empresa. No dia 7 de novembro de 2014, o SIMETASC recebeu da Delegacia da Capitania dos Portos de Itajaí um oficio comunicando que foi revisto As entidades sindicais representativas da categoria dos trabalhadores marítimos, aquaviários do Brasil, reunidos em Vitória(ES), no dia 23 de setembro de 2014, decidiram por unanimidade realizar a Convenção Coletiva de Trabalho de forma unificada, sendo necessária que a pauta de reivindicações a ser encaminhada ao SINDIPORTO tenha a concordância de todos os Sindicatos envolvidos. os cartões de lotação que não estavam de acordo com a Normam 02 e aqueles que não estavam de acordo seriam refeitos para se enquadrarem ao preconizado. O SIMETASC se reuniu com o representante do CEREST de Blumenau, o qual é responsável pela área do Porto de Itajaí, para tratar de assuntos sobre a saúde e segurança dos trabalhadores marítimos e portuários de Santa Catarina. 6º Encontro Nacional dos Sindicatos de trabalhadores nas empresas de agenciamentos marítimos, portos e terminais de containers Aconteceu no dia 28 de novembro de 2014 o 6º Encontro Nacional dos Sindicatos representantes dos trabalhadores lotados nas empresas de agenciamento marítimos, portos e terminais de containers. Este encontro foi realizado no SIMETASC em São Francisco/SC, onde os representantes sindicais discutiram formas e propostas para os acordos e convenções coletivas de trabalho a serem firmadas para o período de Matérias mais contundentes foram: - Aumento e unificação de valores para vale refeição, com o pagamento deste no período de férias, período de acidente de trabalho ou benefício de doença. - Foi discutido também sobre concessões de auxílio creche, tendo como marco até 6 seis anos de idade. - Jornada de trabalho. - Elevação e unificação dos pisos salariais. Sindicatos presentes: SINDESNAV - Sindicato dos Empregados em Escritórios das Empresas de Navegação do Estado do Rio de Janeiro; SETTAPORT - Sindicato dos Empregados Terrestres em Transportes Aquaviários e Operadores Portuários do Estado de São Paulo; SIMETASC - Sindicato dos Trabalhadores Marítimos, Fluviais e Empregados Terrestres em Transportes Aquaviários e Atividades Afins no Estado de Santa Catarina; SETTA-PAR - Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Marítimos e Fluviais, e Empregados Terrestres de Empresas Aquaviárias, Agenciadoras Marítimas e Atividades Afins do Estado do Paraná; SINFLUMAR-RS - Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Marítimos e Fluviais do Estado do Rio Grande do Sul; SETTAPORT-CE - Sindicato dos Transportadores Marítimos e Empregados Terrestres em Transportes Aquaviários do Estado do Ceará; SEEEANBA - Sindicato dos Empregados em Escritórios de Empresas e Agências de Navegação e Atividades Afins do Estado da Bahia; SETTAPORT-PE - Sindicato dos Empregados Terrestres em Transportes Aquaviários e Operadores Portuários do Estado de Pernambuco.

7 Marítimos: Acordem! Documento apresentado e entregue para representantes do III Congresso Nacional de Segurança e Saúde no Trabalho Portuário e Aquaviário, ao qual diretores do SIMETASC estiveram presentes O TIJOLÃO Moção pela retirada do Projeto de Lei sobre o Sistema Único do Trabalho 7 Com a constante e sistemática insistência dos armadores (capital) em impor selvagemente a redução de tripulação em suas embarcações, amparados nos velhos discursos de modernidade e redução de custos, esses escondem o verdadeiro objetivo, que é substituir totalmente o tripulante pelas máquinas. Considerando que este documento é construído pelo SIMETASC, trabalharemos com o exemplo do apoio portuário. Até há pouco tempo, as tripulações dos rebocadores portuários eram compostas de sete tripulantes, sendo "o mestre, o condutor, um marinheiro de máquinas para auxiliar o condutor, três marinheiros de convés para as fainas de reboques, e um cozinheiro". Desses sete tripulantes, três já foram ceifados: o marinheiro de máquinas, um marinheiro de convés e o cozinheiro. Agora, tem empresas tentando impor o corte de mais um marinheiro de convés, deixando somente a cargo de um trabalhador a faina de lidar com os cabos de manobras extremamente pesados e perigosos, que a modernidade ainda não conseguiu substituir. Não somos contra os avanços tecnológicos, entretanto, há o perigo de que a falsa implantação de tecnologia nos leve para um desastre. A tecnologia deve ser um instrumento para tornar as condições de trabalho do marítimo mais seguras e, se possível, mais eficientes. As constantes reduções do número de tripulantes nas embarcações devem ser analisadas cuidadosamente, preservando, acima de qualquer fator, as implicações nas áreas de segurança. Devemos ainda pensar nos efeitos psíquicos e psicológicos que a redução provoca em cada marítimo, individualmente, considerando o acúmulo de responsabilidade, o que pode por em risco a segurança do trabalhador e da embarcação. Com a redução de tripulação, sem o mínimo de coerência, surgem algumas perguntas: Como e até onde esses acúmulos de deveres para os tripulantes podem ser estendidos sem uma consulta técnica aos interessados diretamente, que são os tripulantes? Entendemos que chegou a hora de discutir a forma de estabelecer o cartão de lotação. Considerando que os cartões de lotação são estabelecidos pela solicitação das empresas com a fiscalização da DPC (Diretoria de Portos e Costas), deixando assim de escutar uma das partes interessadas, que é o trabalhador, essa fórmula deve ser alterada, passando também a integrar esse debate os representantes dos trabalhadores. Por essa razão, convocamos todos os Sindicatos que representam os trabalhadores marítimos a se unirem e trabalharem em conjunto, para realizar ações, junto aos órgãos responsáveis da justiça do trabalho, para poderem participar diretamente na elaboração dos cartões de tripulações como representantes dos trabalhadores. Mas, sabemos que essa batalha não será fácil, visto os interesses do capital. Como instrumento instantâneo sugerimos, prioritariamente, a colocação de cláusulas em ACTs e CCTs, nas futuras negociações coletivas, que estabeleçam um cartão de lotação mínimo, e procurarmos entrar com ações trabalhistas contra as empresas que insistirem em reduzir o cartão de lotação. Outro ponto importante e urgente é construir um trabalho sindical unificado por todos os Sindicatos representantes de marítimos, para que esses construam parâmetros mínimos para cada cartão de lotação, definindo cada grupo de embarcação. São Francisco do Sul, 10 de outubro de Luiz Antônio Marques Presidente As entidades representativas dos servidores públicos federais decidiram por unanimidade rejeitar o Projeto de Lei que cria o Sistema Único do Trabalho (SUT). Os servidores entendem que o SUT viola a Constitução e as Convenções da OIT, precariza a situação funcional dos servidores do Ministério e oficializa a terceirização, entre outras mazelas. Além disso, o Sistema ameaça a inspeção do trabalho, extingue as Superintendências do Ministério do Trabalho, acaba com as atividades de fiscalização administrativas, fragiliza a proteção das leis trabalhistas e desfalca o patrimônio do trabalhador (recursos do FAT e FNT). As entidades sindicais representativas da categoria dos trabalhadores marítimos e aquaviários do Brasil, reunidas em Vitória/ES, no dia 23 de setembro de 2014, dirigem-se à Presidência da República, ao Ministério do Trabalho e Emprego e à Organização Internacional do Trabalho - OIT, para registrar os seguintes pedidos: a) Que seja imediatamente retirado da Câmara dos Deputados o Projeto de Lei 6573/2013; b) Que nenhum outro projeto de lei sobre o tema seja enviado ao Parlamento Nacional sem prévia discussão com o movimento sindical nacional e com as entidades representativas dos servidores federais relacionados ao assunto. Justifica-se esta moção diante do que já definiu o Seminário Nacional dos Servidores, na medida em que declararam em seu manifesto: "Estamos convictos e denunciamos que o SUT não promoverá nenhuma melhoria na qualidade e efetividade das políticas públicas direcionadas para a promoção do trabalho decente e para a assistência às trabalhadoras e trabalhadores brasileiros". Vitória/ES, 23 de setembro de 2014.

8 8 O TIJOLÃO DESAPOSENTAÇÃO Aposentado que volta a contribuir para o INSS A desaposentação é um instituto que permite a uma pessoa já aposentada, mas que ainda continuou trabalhando, ou seja, continuou contribuindo para o INSS, renuncie à atual aposentadoria para pleitear outra mais vantajosa, levando em conta as contribuições feitas após a aposentadoria. É uma espécie de integração de um período suplementar à aposentadoria. A 1ª Seção do Superior Tribunal de Justiça (STJ) já confirmou o direito que o aposentado tem de renunciar ao benefício para requerer nova aposentadoria, sem devolver o dinheiro que recebeu da Previdência. O que está em discussão, atualmente, é a inconstitucionalidade do artigo 18, parágrafo 2, da Lei 8.213/91, que prevê ser apenas devido ao segurado aposentado que volta a contribuir o salário-família e a reabilitação profissional. De acordo com a Constituição Federal, as contribuições dos trabalhadores precisam ter reflexos nos benefícios. O INSS, por sua vez, não reconhece, administrativamente, o direito à renúncia do benefício, fazendo com que o único caminho possível seja recorrer à Justiça. Recentemente, sentença proferida pelo Juiz Nelson Gustavo Mesquita Ribeiro Alves, da Justiça Federal de Itajaí-SC, no processo /SC, condenou o INSS a conceder nova aposentadoria (mais vantajosa) ao aposentado, sem devolução dos valores já recebidos. A desaposentação, ou troca de benefício, aguarda julgamento no Supremo Tribunal Federal (STF), em repercussão geral, isso significa que a decisão do STF terá eficácia em todos os processos judiciais em trâmite no Brasil. O julgamento foi suspenso em decorrência do pedido de vista apresentado pela ministra Rosa Weber, no dia 29 de outubro de Um dos relatores dos Recursos Extraordinários (RE ), ministro Marco Aurélio, votou pelo reconhecimento do direito à desaposentação. Na sessão de 9 de outubro de 2014, o ministro Luís Roberto Barroso considerou válida a desaposentação, sob o argumento de que a legislação é omissa em relação ao tema, não havendo qualquer proibição expressa a que um aposentado que tenha continuado a trabalhar pleiteie novo benefício. Na maioria dos casos em que o aposentado volta ao mercado de trabalho, ou continua no mesmo emprego, após a concessão de aposentadoria, o instituto da desaposentação representa aumento no valor da aposentadoria, pois haverá maior tempo de contribuição e o fator previdenciário será favorável, pois o segurado estará mais idoso. Assim, os aposentados que voltaram a contribuir após a concessão de aposentadoria, devem consultar um advogado especializado para realizar a simulação da nova renda e, consequentemente, ajuizar ação contra o INSS. Mizael W. Cunha, advogado, pós graduando em Direito Previdenciário e Direito do Trabalho e Processo do Trabalho, na instituição Católica de Santa Catarina, sócio do Escritório Pacheco e Cunha Advogados Associados. PLR - PARTICIPAÇÃO NOS LUCROS E RESULTADOS Trabalhador desligado da empresa tem direito ao PLR proporcional A Participação nos Lucros e Resultados, mais conhecida como PLR, é um benefício pecuniário concedido pelas empresas aos seus trabalhadores. O referido benefício é um motivador para a melhoria do desemprenho do trabalhador, ansiando participar dos benefícios resultantes da distribuição dos ganhos da empresa. O benefício da PLR não é obrigatório pela CLT, no entanto, a Consolidação, através de seu artigo 621, propõe que a mesma seja objeto de negociação em convenções ou acordos coletivos de trabalho, contando com a participação de uma comissão composta por trabalhadores da empresa. Todas as regras com referência ao pagamento do lucro, tais como forma e data de pagamento serão estipuladas no acordo coletivo de trabalho, geralmente ocorrendo semestralmente ou anualmente. Motivos para implantar a PLR: Incentiva os trabalhadores a comprometerem-se cada vez mais com os objetivos da empresa; Gera melhores resultados organizacionais, através de parceria entre empresa e funcionário; Recompensa os trabalhadores pela superação e performance aplicada na busca dos resultados organizacionais. É isenta de tributação (FGTS,INSS e IR - a isenção do IR é para valores recebidos a título de PLR, até R$ 6.270,00. A partir deste valor é tributado com base na tabela constante do Anexo da Lei /2000). Recentemente, a súmula 451 do TST concedeu ao trabalhador, desligado da empresa, o direito ao recebimento da PLR proporcional aos meses trabalhados, quando esse não houver trabalhado todo o período considerado aquisitivo para recebimento do beneficio. SÚMULA Nº 451. PARTICIPAÇÃO NOS LUCROS E RESULTADOS. RESCISÃO CONTRATUAL ANTERIOR À DATA DA DISTRIBUIÇÃO DOS LUCROS. PAGAMENTO PROPORCIONAL AOS MESES TRABALHADOS. PRINCÍPIO DA ISONOMIA. (conversão da Orientação Jurisprudencial nº 390 da SBDI-1). Fere o princípio da isonomia instituir vantagem mediante acordo coletivo ou norma regulamentar que condiciona a percepção da parcela de Participação nos Lucros e Resultados ao fato de estar o contrato de trabalho em vigor na data prevista para a distribuição dos lucros. Assim, inclusive na rescisão contratual antecipada, é devido o pagamento da parcela de forma proporcional aos meses trabalhados, pois o exempregado concorreu para os resultados positivos da empresa. Dessa forma, o Simetasc, visando a proteção do direito dos trabalhadores, estará cobrando esse pagamento das empresas que efetivamente não o realizarem nas rescisões contratuais dos funcionários demissionários, ressalvando em suas homologações contratuais. Justiça Federal suspende NR 16 que concedia periculosidade para motoboys A juíza da 20ª Vara da Justiça Federal do Distrito Federal suspendeu temporariamente a NR 16 de outubro de 2014, que regulamentava o adicional de periculosidade para Motoboy. No momento devemos esperar a resolução judiciária para sabermos como ficará a referida matéria.

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