NATÃ DE SOUZA OLIVEIRA REDAÇÃO E TEXTUALIDADE UM FOCO NO VESTIBULAR 2011 PARA A UFPB

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1 2011 NATÃ DE SOUZA OLIVEIRA REDAÇÃO E TEXTUALIDADE UM FOCO NO VESTIBULAR 2011 PARA A UFPB Monografia apresentada ao Curso de Licenciatura em Letras Habilitação Português da Universidade Federal da Paraíba, como requisito parcial à obtenção do título de Licenciado em Letras. Orientador: Maria Ester Vieira de Sousa JOÃO PESSOA

2 UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CURSO DE CIÊNCIAS HUMANAS ARTES E LETRAS NATÃ DE SOUZA OLIVEIRA REDAÇÃO E TEXTUALIDADE UM FOCO NO VESTIBULAR 2011 PARA A UFPB Monografia aprovada em / / para obtenção do título de Licenciado em Letras - Português Banca Examinadora: Maria Ester Vieira de Sousa Professor(a) Orientador(a) Maria das Graças Carvalho Ribeiro Professor(a) Convidado(a) Laurência Souto Sales Professor(a) Convidado(a) 2

3 RESUMO Analisaremos a condição de Textualidade que se processa por três focos: pragmático, semântico e formal. Para atender as condições pragmáticas, que é o aspecto funcional e interacional da linguagem, utilizaremos o conceito de informatividade, que, em síntese, é a informação nova que o texto trará para quem o ler; para atender ao aspecto semântico, utilizaremos o conceito de coerência e coesão, que construirá a unidade do texto; e, por último, no aspecto formal, utilizaremos a análise formal da língua, que é a gramática em uso. Esses três elementos construirão a função e unidade do texto, de forma que ele tenha uma interação social entre o autor e escritor. Tentaremos observar essa capacidade de escrita, sustentada por essas três perspectivas, nas produções dos candidatos do vestibular, e refletir sobre a competência da escrita que a escola oferece, com o intuito de que possamos pensar numa direção para ensinar a escrita de forma mais funcional. O maior desvio foi à regra da informatividade. Dentro dos resultados, selecionamos sete redações para fazer uma análise qualitativa e demonstrar como ocorrera o procedimento para a correção das outras. Palavras chaves: Textualidade, informatividade, coerência e coesão, gramática. 3

4 ABSTRACT We will review the condition of textuality that is processed by three-pronged approach: pragmatic, semantic and formal. To meet the pragmatic conditions, which is the functional aspect of language and interaction, we use the concept of informativeness, which, in summary, is new information that the text will bring to those who read, to meet the semantics, we use the concept of coherence and cohesion, which will build the unity of the text, and, finally, the formal aspect, we use the formal analysis of language, which is the grammar in use. These three elements build the function and unity of the text, so it has a social interaction between author and writer. We will try to observe this writing skills, supported by these three perspectives, in the productions of the candidates of vestibular, and reflect on the competence of writing that the school offers, in order that we can think of a way to teach writing in a more functional. The largest deviation was the rule of informativeness. Within the results, we selected seven essays to make a qualitative analysis and demonstrate how the procedure occurred to fix the other. Keywords: Textuality, informativeness, coherence and cohesion, grammar 4

5 SUMÁRIO I. INTRODUÇÃO... 6 II. FUNDAMENTOS TEÓRICOS... 8 III. ANÁLISE CRÍTICA DO CORPUS IV. CONCLUSÃO V. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS VI. ANEXOS

6 I. INTRODUÇÃO O presente trabalho tem como objetivo analisar as condições de Textualidade nas redações do vestibular (Processo Seletivo Seriado-2011) para o ingresso do aluno na Universidade Federal da Paraíba. Esperamos, com isso, averiguar o nível de produção textual dos candidatos pré-universitários e refletir acerca de um direcionamento para repensar a prática de ensino em produção textual. Adotaremos uma concepção teórica da linguística sobre a temática de Textualidade, com o auxílio de Maria da Graça Costa Val (1999), que fundamentou teoricamente o seu trabalho com base no artigo Introdução aos problemas da coerência dos textos, de M. Charolles. O interesse em analisar o corpus escolhido surgiu com o objetivo de refletir e repensar o ensino de produção de texto, já que as condições de textualidade, nas redações, podem apresentar as consequências do ensino da Língua Portuguesa no Ensino Fundamental e Médio. Em geral, sabe-se que esse ensino não atende às condições esperadas, pois não prepara o estudante para expressar-se de maneira eficazcom a escrita e nem desperta-o para o uso da escrita como função social. Conforme a categoria que utilizaremos na análise dos dados, para se realizar as condições necessárias para a expressão de uma mensagem eficaz, seria necessário a utilização dos seguintes elementos: continuidade, progressão, não-contradição e articulação. Com base no fundamento teórico, que será desenvolvido no próximo capítulo, o uso desses elementos textuais tornaria possível e eficaz a comunicação linguística. É importante observar que a própria raiz da palavra comunicação é latina e vem de comunicare, que e significa tornar comum, ou seja, tornar o pensamento comum e claro a quem o ler. O corpus será constituído de 100 (cem) redações selecionadas aleatoriamente do PSS/UFPB 2011, como fora apontado acima. Inicialmente, essas produções foram todas analisadas e classificadas em três categorias: acima da média (de 7 a 10), na média (de 6 a 7) e abaixo da média (de 0 a 6). Quanto às condições necessárias para a avaliação da textualidade, adotaremos os elementos já citados acima (continuidade, progressão, não-contradição e articulação). A ideia não é apontar uma receita, como já fazem nos cursinhos preparatórios de concursos a respeito de como se deve escrever, 6

7 mas sim, observar as condições necessárias para o texto atingir o seu objetivo, que é transmitir uma mensagem coerente e clara. Segundo Charolles (1999), para um texto ser um texto é preciso obedecer a um sistema de línguas, ou seja, a um conhecimento convencional de códigos elaborado por uma sociedade. Da mesma forma que um conjunto de palavras não produz uma frase, um conjunto de frases não produz um texto. Os sujeitos de uma língua possuem uma competência textual em comum, que institui um modelo sobre a expressão textual. Desse modelo, ou regra, podem-se derivar julgamentos teóricos chamados de coerência, a respeito da boa formação e expressão textual. Tais julgamentos são apontados pelos integrantes de uma comunidade linguística que reconhecem uma incoerência de uma expressão. Segundo nosso conhecimento acadêmico, estamos cientes do equívoco a respeito do direcionamento que as escolas, tanto públicas como privadas, dão ao ensino de Língua Portuguesa. Conforme revelam trabalhos, a exemplo de Irandé Antunes (2005), quanto à prática de ensino em relação à Língua Portuguesa, especificamente a escrita, nos deparamos com maneiras negativas de ensinar: o aluno não é incentivado a ser protagonista da escrita, ou seja, não se torna o sujeito que constrói o texto; a prática da escrita é mecânica e centrada na gramática normativa; uma prática da escrita de forma artificial, com palavras e frases isoladas e desvinculadas de qualquer contexto. A escrita é tratada sem função social, já que na escola se escreve apenas para fixar as regras gramaticais; e, quase sempre, é uma escrita improvisada, sem planejamento, sem objetivos. Dessa forma, queremos refletir sobre nível textual dos estudantes na escrita, e sobre algumas possíveis alternativas reverter o quadro de dificuldades. 7

8 II. FUNDAMENTOS TEÓRICOS Antes de descrevermos os elementos do texto, é necessário refletir, primeiro, o que é um texto. O texto, não importa se escrito ou falado, sempre corresponderá a uma linguagem em uso, em interação, pois é intrínseco ao texto haver essa troca de informação entre quem o produz e quem o interpreta. O texto é dotado de uma linguagem convencional, de um sistema semiótico; porém, não podemos afirmar que o seu sentido já está determinado pelos valores semânticos que a ele foi atribuído, pois em contextos diferentes a interpretação poderia ser diferente. Esse significado dependerá da interação entre sujeitos e os valores e relações feitas por eles, portanto, o sentido do texto não se fecha de imediato, pois dependerá das interpretações variadas que o receptor poderá atribuir-lhe. Vejamos o que diz Maria da Graça Costa Val (1999, p.3), sobre esse aspecto do texto: Pode-se definir texto ou discurso como ocorrência lingüística falada ou escrita, de qualquer extensão, dotada de unidade sociocomunicativa, semântica e formal. Nota-se, portanto, que, segundo Costa, o texto deve ser observado sob três aspectos: o sociocomunicativo, que tem a ver com o sentido pragmático, com o seu funcionamento como unidade comunicativa em um contexto social; um segundo aspecto, que é o semântico, que está vinculado ao significado, que depende de um processo cognitivo e de conhecimento de mundo, dependendo da coerência para possuir uma unidade; e por último, o aspecto formal, que diz respeito à sua coesão e à estrutura gramatical e lógica do texto. Podemos, então, observar que o texto não é um amontoado de palavras. A sua essência guarda um sentido de interação, de relação humana, com intenções claras dentro de um contexto. O texto é um instrumento de relação entre os seres humanos, e o homem se conhece como sujeito, como indivíduo através da linguagem. Através da escrita, da leitura, da fala e da escuta ele constrói a si mesmo, a sociedade e o mundo. Porém, essa relação com o mundo não se dá de forma direta, e sim indireta, pois é através da linguagem e de um contexto histórico e social que o homem realiza a linguagem, levando-nos a uma conclusão de que essa realidade construída não está pronta, já que dependerá da interação entre sujeitos e do contexto em que está inserido. Levando em conta que a linguagem é construída pelos sujeitos de uma sociedade, o conjunto de significados da língua, ou os códigos semióticos da língua, é 8

9 uma convenção dessa mesma sociedade. Conforme já firmamos, por causa da língua ser de natureza cognitiva e social, o sentido de um texto só se completa e se define inserido num contexto e corresponde ao sentido semiótico escolhido nesse contexto, sendo que num outro contexto poderia corresponder a outros códigos semióticos. Em síntese, a escolha que um sujeito inserido num dado contexto social e histórico faz de certos elementos semióticos e não de outros revela uma intenção que dá o sentido do texto. Nas Orientações Curriculares para o Ensino Médio podemos encontrar uma referência para dar base ao que afirmamos aqui: Não se pode dizer que o sentido de um texto já está dado pelos recursos lingüísticos pelos quais esse texto é construído. Afinal, o sentido atribuído às formas simbólicas está relacionado aos usos que os grupos fazem dos sistemas nos quais elas se encontram; portanto é variável, assim como são distintos os grupos sociais. Mas o sentido também está relacionado ao contexto efetivo em que se dá a interação, à singularidade de seus participantes, às suas demandas, a seus propósitos, aos papéis sociais nos quais eles se colocam, etc. Em suma, pode-se dizer que o sentido é indeterminado, surge como efeito de um trabalho realizado pelos sujeitos. (OCEM, 2006, p.25) Observemos que sem um contexto social, o texto não se completa, pois o homem é um ser social e a linguagem tem, portanto, uma função para desenvolver a sociabilidade entre os indivíduos. Portanto, para o texto ser um texto, é preciso realizar essas condições, estar organizado e estruturado segundo as suas características de texto para cumprir seu papel em sociedade. Mas, para compreender melhor esse papel, é necessária uma observação na sua composição, tentando definir os mecanismos para o cumprimento do seu papel como texto. Segundo Costa Val (1999, p.5), essa composição ou características do texto chamamos textualidade: Chama-se textualidade ao conjunto de características que fazem com que um texto seja um texto, e não apenas seqüência de frase. Beaugrande e Dressler apontam sete fatores responsáveis pela textualidade de um discurso qualquer: a coerência e a coesão, que se relacionam com o material conceitual e lingüístico do texto, e a intencionalidade, a aceitabilidade, a situacionalidade, a informatividade e a intertextualidade, que têm a ver com os fatores pragmáticos envolvidos no processo sociocomunicativo. 9

10 A coerência assume um papel fundamental na textualidade, pois é ela que arranja o sentido e a unidade do texto, é através dela que os aspectos funcionais, semânticos e cognitivos implicarão um conhecimento de mundo. Esse conhecimento vem de forma implícita através de pressuposição, inferência, hipóteses, e outros elementos lógico-semânticos. É a coerência que possibilita o texto fazer parte de um processo comunicativo. A funcionalidade é o que orienta a coerência, dando um sentido por meio da rede de conceitos e suas relações e o mundo textual com que se relacionam. A coesão, ainda segundo Costa Val, é o uso linguístico de conectores para relacionar os conceitos e as ideias. A coesão é responsável pela unidade formal do texto e constrói-se por recursos gramaticais e lexicais, a exemplo do uso de pronomes, artigos, conjunções; da utilização de recursos como a elipse, a concordância, o paralelismo. Considerando os recursos lexicais, temos os fenômenos linguísticos da reiteração, da substituição e da associação. Dentre os elementos lexicais, a reiteração se dá pela retomada da palavra para referir-se a algo anteriormente dito, porém, essa repetição não é apenas um amontoado de frases repetidas, e sim um recurso para fazer reaparecer um segmento já mencionado, com o intuito de reforçar uma ideia ou de acrescentar algo de novo. Irandé Antunes (2005, p. 76) diz que [...] a repetição da palavra funciona como uma espécie de nó que une as pontas da linha que sustenta a continuidade exigida pela própria coerência. Para ilustrar, vejamos essa crônica de Drummond: Histórias de Flor Furtei uma flor daquele jardim. O porteiro do edifício cochilava, e eu furtei a flor.trouxe-a para casa e coloquei-a no copo com água. Logo senti que ela não estava feliz. O copo destina-se a beber, e flor não é para ser bebida. Passei-a para o vaso, e notei que ela me agradecia, revelando melhor sua delicada composição. Quantas novidades há numa flor, se a contemplarmos bem. Sendo autor do furto, eu assumira a obrigação de conservá-la. Renovei a água do vaso, mas a flor empalidecia. Temi por sua vida. Não adiantava restituí-la ao jardim, nem apelar para o médico de flores. Eu a furtara, eu a via morrer. Já murcha, e com a cor particular da morte, peguei-a docemente e fui depositá-la no jardim onde desabrochara. O porteiro estava atento e repreendeu-me:- Que idéia a sua, vir jogar lixo de sua casa neste jardim! 10

11 (Carlos Drummond de Andrade. Contos plausíveis. Rio de Janeiro: José Olympio, In: ANTUNES, 2005, p.75) Observa-se que a palavra flor constitui uma amarração, uma continuidade e uma progressão no texto, sem serem palavras sem sentido que travam e estancam a continuidade do texto e que impedem o seu andamento. Nesse contexto, a repetição tem a função de retomar a temática dando-lhe um novo significado e sempre acrescentando algo novo para quem lê o texto. A substituição se realiza por meio da sinonímia, que é a substituição da palavra pelo seu sinônimo (Ex. o menino = o garoto; o policial = o guarda; as despesas = os gastos...); por meio da antonímia, que é a substituição de uma palavra por uma que seja contrária ao seu significado; por meio da hiperonímia, que é a substituição da parte pelo todo (classe dos animais: gato, cachorro, coelho, tartaruga); por meio da hiponímia, que é a substituição do todo pela parte (Ex. carro = pneus, volante, cabine...). A associação é o recurso que permite relacionar palavras com o mesmo sentido semântico. Por exemplo: se falarmos sobre a temática do carnaval, o texto permitirá associar palavras que acrescentarão uma amplitude de conhecimento sobre a temática, como carro alegórico, bateria, escola de samba, fantasias, ou seja, palavras que aumentarão o grau cognitivo sobre o assunto de que se fala. Portanto, podemos concluir que o texto é formado por palavras que estabelecem relações entre si, formando, assim, segmentos de frases. Essas frases são ligadas a outras, formando uma ideia. A coesão vai funcionar para estabelecer relações entre esses segmentos, para que as ideias não fiquem soltas e nem truncadas. A coesão dá uma continuidade ao texto para que ele não perca a unidade. O texto será articulado, encadeado e ligado. Portanto, um texto fragmentado não é um texto coeso. Para dizer algo com sentido, as palavras devem estar interligadas; os períodos, os parágrafos, as ideias, todos encadeados. A coesão é o fio que unirá as ideias para que dê um sentido e uma unidade ao texto. Para isso, elas precisam estabelecer relações entre si e conseguir essa unidade. 11

12 Vejamos o que diz CostaVal (1999, p.7) a respeito da coerência e da coesão: A coerência e a coesão têm em comum a característica de promover a inter-relação semântica entre os elementos do discurso, respondendo pelo que se pode chamar de concetividade textual. A coerência diz respeito ao nexo entre os conceitos e a coesão, à expressão desse nexo no plano lingüístico. A coerência seria a unidade de sentido que reside no equilíbrio entre a continuidade temática e a progressão semântica do texto; e a coesão é responsável por amarrar as ideias. Em síntese, a coesão e a coerência proporcionarão a unidade do texto, de modo que as ideias não fiquem contraditórias, repetitivas ou impertinentes, garantindo a ênfase adequada da mensagem. Costa Val ainda aponta que, segundo Beugrande e Dressler, os outros cinco fatores pragmáticos estudados são: a intencionalidade e a aceitabilidade, que se referem aos protagonistas do ato de comunicação; a situacionalidade, que diz respeito à pertinência e à relevância do texto em relação ao contexto sociocomunicativo; a informatividade, que se refere ao grau de imprevisibilidade e de informação que o texto porta; e por último, a intertextualidade, que é a voz de outros textos, as fontes de referências que aparecerão na informação textual. A intencionalidade se realiza quando os objetivos do autor atendem a sua meta, que pode ser informar, persuadir, explicar, instruir etc. Para isso, o processo comunicativo tem de se completar: a mensagem é enviada com uma intencionalidade, o interlocutor capta essa intencionalidade e o efeito é atingido, segundo, mais ou menos, a intenção do produtor. A satisfação do recebedor a respeito da qualidade, da informatividade, da pertinência e relevância do texto (quanto à maneira com que as informações são apresentadas: com clareza, precisão, ordenação, concisão etc), segundo uma expectativa (e até mesmos à superação dela), refere-se à aceitabilidade do texto. A situacionalidade refere-se ao contexto em que o texto está inserido, de forma que o contexto direcione o sentido de acordo com as circunstâncias, sem torná-lo pobre em coerência e coesão, pois esses fatores serão flexíveis à adequação do contexto e intenção do produtor. Essa flexibilidade é orientada pelo que Costa Val (1999, p. 13) 12

13 chama de coerência pragmática, ou seja, a necessidade de o texto ser reconhecido pelo recebedor como um emprego normal da linguagem num determinado contexto. Para compreender melhor a que Costa Val (1999, p.14) se refere, vejamos como ela expõe essa ideia: [...] há convenções que regem o funcionamento da linguagem na interação social e que determinam, especificamente, qual o tipo particular de discurso adequado a cada ato comunicativo. Essa questão é da maior importância para quem trabalha com ensino de redação, pois vem daí o fato de que a textualidade de cada tipo de discurso envolve elementos diferentes. O que é qualidade num texto argumentativo formal poderá ser defeito num poema, ou numa estória de suspense, ou numa conversa de botequim, por exemplo. A informatividade é o grau de novidade e contribuição que o texto traz para o leitor, quanto maior for o grau de relevância e de imprevisibilidade, maior será a informatividade do texto. Porém, o ideal é que esse grau seja equilibrado, pois, caso contrário, o texto será de difícil compreensão para o receptor. Por outro lado, o texto não pode ser medíocre, previsível demais, pois, nesse caso, não terá nada para acrescentar como conhecimento para o leitor. Existe, portanto, um padrão previsível, um lugar comum conhecido pela maioria. Esses padrões estão presentes no conhecimento de mundo e crenças de uma sociedade, na organização léxico-gramatical (estrutura linguística), na forma como o conteúdo ou informação estão organizados, no gênero textual e no contexto da informação. Qualquer fuga desse padrão chama a atenção para um dado novo, para uma informação que se acrescentou no repertório cognitivo do leitor. Costa Val (1999, p.15) ainda complementa a ideia apresentada por Beaugrande e Dressler, pois declara que o texto ainda precisa ter um grau de suficiência de dados para possuir bom índice de informatividade, vejamos com um fragmento do texto: Para mim, o texto com bom índice de informatividade precisa ainda atender a outro requisito: a suficiência de dados. Isso significa que o texto tem que apresentar todas as informações necessárias para que seja compreendido com o sentido que o produtor pretende. Não é possível nem desejável que o discurso explicite todas as informações necessárias ao seu processamento, mas é preciso que ele deixe inequívocos todos os dados necessários à sua compreensão aos quais o recebedor não conseguirá chegar sozinho. 13

14 Entende-se, a partir do fragmento, que o texto deve apresentar os mediadores para acompanhar as informações novas acrescentadas pelo produtor. Tem que conter dados suficientes para caminhar até a intenção do autor, senão o leitor poderá perder-se no meio do caminho. Ainda resta-nos falar da intertextualidade, que são as vozes de outros textos. Tudo que se fala ou que se cria é uma reestruturação, ou uma retomada de algo que já foi falado anteriormente, ou para reforçar o dito, ou para contradizê-lo e mostrar as suas limitações e incompletudes. A intertextualidade reflete o repertório do produtor, em que ele se baseia, seus fundamentos, os autores que leu ou dos quais ouviu falar. Com a intertextualidade, o texto ganha mais pertinência, mais estabilidade no argumento. Apesar disso, Costa Val retrata elementos que podem ser considerados intertextualidades, mas que pode empobrecer o texto. Esses elementos são os argumentos do senso comum, do lugar comum que pode não acrescentar nada e empobrecer a informatividade do texto. Há aqui uma questão interessante que não é mencionada pelos autores. É que o mais freqüente interlocutor de todos os textos, invocado e respondido consciente ou inconscientemente, é o discurso anônimo do senso comum, da voz geral corrente. Assim, avaliar a intertextualidade, em sentido lato, pode significar analisar a presença dessa fala subliminar. Por outro lado, como esse discurso é de conhecimento geral, pode-se também considerá-lo como informação previsível e avaliar sua presença como elemento que faz baixar o grau de informatividade. [COSTA VAL, 1999, p.15] Relembrando, então, o que falamos sobre os aspectos do texto, pragmático, semântico-conceitual e formal, podemos organizar os elementos da textualidade segundo esses três aspectos. No aspecto pragmático, enquadra-se a intencionalidade, a aceitabilidade, a situacionalidade, a informatividade e a intertextualidade; no aspecto semântico, a coerência seria o elemento principal; e no aspecto formal, encontraríamos a coesão, cumprindo o seu papel. Porém, esse quadro não é um molde, podendo, conforme a necessidade, readaptar-se, como Costa Val mesmo faz na sua proposta de trabalho para analisar o seu corpus. Na sua análise do corpus, a autora condensa os sete fatores responsáveis pela textualidade em três, de modo que não se perca de maneira considerável a qualidade de avaliação. Os fatores pragmáticos de intencionalidade, aceitabilidade e situacionalidade não foram analisados de forma individual em cada redação, já que não 14

15 foi possível ter acesso a cada um dos candidatos responsáveis por elas. Esse é um aspecto que também consideraremos quando da análise de nossos dados, fato que posteriormente explicitaremos. Por outro lado, a informatividade ganhou dois requisitos considerados pela autora: a suficiência de dados e a intertextualidade, pois, para a produção textual, havia textos com informações prévias e base para a escrita da redação. A coesão e a coerência completam os outros critérios de análise de textualidade. Da mesma forma, também adotaremos a informatividade, a coesão e a coerência como critérios de avaliação desse trabalho. Mas, primeiro, precisamos destrinchar esses três fatores de análise, para contextualizá-los de forma mais clara. Com base no que Maria da Graça Costa Val definiu, exploraremos a sua linha teórica para reorganizar nossos conceitos: Para avaliar a coerência e a coesão das redações do corpus, tomei como base as chamadas metas-regras formuladas por Charolles e, para os demais fatores de textualidade, orientei-me pelo que propõe Beaugrande e Dressler. [COSTA VAL, 1999, p.18] A coesão e coerência, segundo Charolles (1978), precisam atender quatro elementos: a repetição, a progressão, a não-contradição e a relação. Ele chama esses elementos ou requisitos de metas-regras, de maneira que elas atendam tanto ao nível microestrutural de um texto, garantindo a coerência entre as frases; quanto ao macroestrutural, garantindo a coerência entre as sentenças e a unidade geral do texto. Vejamos o que diz Costa Val a respeito das metas-regras: Para Charroles, um texto coerente e coeso satisfaz a quatro requisitos: a repetição, a progressão, a não-contrdição e a relação. Vou chamá-los, aqui, de continuidade, progressão, nãocontradição e articulação.. [COSTA VAL, 1999, p.21] Vamos observar, então, os critérios de cada um dos requisitos definidos por Costa Val para a análise da coerência e da coesão. A respeito da continuidade podemos 15

16 entender que é a retomada de palavras ou ideias no decorrer do texto, de forma que a retomada desses elementos permita a evolução ou progressão de uma sequência, tratando, assim, de assuntos diferentes a cada passo que decorre. No campo da coerência, podemos entender a retomada de conceitos, ideias, pressupostos, etc; e no campo da coesão, o emprego adequado de recursos linguísticos como artigos, pronomes, advérbios, a elipse. Portanto, nos dois planos, podemos observar que a continuidade garante a ligação, o enlace entre as estruturas textuais. Ainda podemos colocar dentro do campo da continuidade, a reiteração de partículas nas palavras de mesmo valor sintático-semântico, como as desinências de número, gênero, tempo, pessoa e modo. Essa retomada tem o intuito de manter uma simetria entre as estruturas sintático-semânticas, como notamos no exemplo desta sentença: É conveniente chegares a tempo e trazeres o relatório pronto. Note que os verbos destacados são simétricos, pois apresentam a mesma estrutura desinencial número-pessoal -res, de forma que deixa a sentença coerente. Assim também podemos prever nas estruturas oracionais, em que os termos coordenados e subordinados mantêm essa mesma simetria para manter-se mais rico estilisticamente e mais aceitável. Vejamos este exemplo para ilustrar as estruturas oracionais: Não saí de casa por estar chovendo e porque era ponto facultativo. Seria mais recomendado estilisticamente que as duas orações causais tivessem a mesma estrutura : por estar chovendo e por ser ponto facultativo ou porque estava chovendo e porque era ponto facultativo. A repetição, porém, necessita de outro recurso para garantir a qualidade do texto, que é a progressão. Não adianta retomar se não há evolução do discurso. Ou seja, o texto não pode se limitar à retomada de seus elementos conceituais e formais. A cada retomada, o texto tem que garantir um elemento novo, uma informação nova para a progressão. A progressão realiza-se pela soma de novas ideias. No campo da não-contradição, para que um texto seja coerente, não deve haver nenhum elemento que contradiga um conteúdo posto ou pressuposto por uma ocorrência anterior ou dedutível desta por inferência, ou seja, é preciso que uma estrutura semântica não contradiga outra estrutura no texto. O mundo que o texto representa tem que ser coerente com o mundo textual. Os mundos, ou realidades representadas, possuem diferentes lógicas, e a lógica de um não corresponde à realidade do outro. O sujeito cria a sua realidade de mundo coerente com um processo cognitivo geral a todos; por mais diversos que sejam os pontos de vistas, existem leis gerais e lógicas que regem 16

17 esse processo cognitivo. De forma que no mundo real seria contraditório vermos um dragão, ou um tapete voador, mas no mundo da fantasia essa lógica é cabível. Da mesma forma, não se pode afirmar A e depois contrariá-lo. No plano conceitual, há coerência quando se respeita a identidade das coisas, as leis que as regem e os seus conceitos; no plano da expressão, ou da coesão, há coerência quando se utilizam os mecanismos de tempos verbais, conectores, a simetria do sistema linguístico de maneira correta. A não-contradição, portanto, se refere a dois planos, ao plano linguístico, e ao plano extralinguístico, o que Costa Val chama da não-contradição interna (ao texto) e externa (ao conhecimento de mundo). A articulação, por sua vez, corresponde ao que Charolles (1978) chamou de relação. Essa relação se dá por fatos de causas, consequências, condição. Ou seja, a relação correta entre as ideias no campo lógico-semântico e conceitual. No plano da coesão, esse campo utiliza-se de articuladores, mecanismos de junção que são conhecidos como conjunção. O uso adequado desses mecanismos garante a relação correta entre as ideias no sistema linguístico. Vejamos o que Costa Val diz a respeito disso: Avaliar a articulação das ideias de um texto, para mim, significa verificar se elas têm a ver umas com as outras e que tipo específico de relação se estabelece entre elas (além das relações de continuidade, progressão e não-contradição). [1999, p.27 e 28] Sintetizando, então: para um texto formal atender aos critérios da coerência e da coesão é necessário observar se no plano lógico-semântico-cognitivo, em relação à coerência, possui continuidade e progressão, não se contradiz e nem contradiz o mundo a que está se referindo (seja o mundo real ou imaginário); se apresenta fatos, argumentos e relações que sustentem de maneira cabível o conhecimento de mundo apresentado; e, em relação à coesão, se possui os mecanismos e conectores adequados para que se mantenha com a continuidade, com a progressão, com a não-contradição e com a articulação. Agora passemos para os critérios da informatividade. A informatividade, como já fora mencionada antes, é compreendida como a capacidade do texto acrescentar algo como experiência ou conhecimento para o leitor. Esse conhecimento apresenta-se de forma imprevisível, rompendo o conhecimento comum ou habitual da pessoa informada. A imprevisibilidade abrangeu, aqui, o seu corpo, ganhando o fator intertextualidade e a suficiência de dados. O senso comum passa a ser como um fator previsível e que empobrece a informatividade; mas, o conhecimento novo deve apresentar, paralelamente, dados suficientes para a sua 17

18 compreensão. Sendo assim, tem de haver um compasso entre a imprevisibilidade e a suficiência de dados. Finalizamos, então, com o que Costa Val fala a respeito desse ponto: Assim, avaliar a informatividade significa, para mim, medir o sucesso do texto em levar conhecimento ao recebedor, configurando-se como ato de comunicação efetivo. Esse sucesso depende, em parte, da capacidade do discurso de acrescentar alguma coisa à experiência do recebedor, no plano conceitual ou no plano da expressão (imprevisibilidade). De outra parte, resulta do equilíbrio entre o que o texto oferece e o que confia à participação de quem o interpreta (suficiência de dado). [COSTA VAL, 1999, p.32 e 33] Podemos, então, sintetizar que os critérios de análise são três: o da coerência, que corresponde aos critérios semânticos-conteituais; o da coesão, que corresponde aos critérios formais; e o da informatividade, que corresponde aos critérios pragmáticos. Um texto com baixo nível de informatividade não soma ao conhecimento do leitor, de forma que o texto possa ser até coerente e coeso, porém ineficiente, por manter-se no lugar comum, classificando-se como uma produção de má qualidade, embora esteja corretinha no campo semântico e formal. III. ANÁLISE DO CORPUS Com base nos fundamentos que expomos, analisaremos algumas redações para refletir qualitativamente os textos produzidos pelos alunos. No PSS/UFPB 2011, na prova de redação, foram propostas duas produções que geram os dados objetos dessa análise: uma com o gênero texto de opinião, com base na interpretação de um gráfico que abordou a diminuição do trabalho infantil no corte de cana-de-açúcar, e pedia para o aluno interpretá-lo e dizer as possíveis causas dessa diminuição; e outro texto, para escrever uma carta denúncia para o Secretário do Meio Ambiente do Estado ou Município do candidato a respeito de problemas do conhecimento dele sobre o mal uso da água (Ver anexo A). 18

19 Foram analisadas 100 (cem) provas, selecionadas aleatoriamente, correspondendo a 200 (duzentas) produções. Porém, escolhemos sete redações para uma análise mais detalhada: com um foco pragmático, momento em que utilizaremos o critério da informatividade; com um foco semântico, quando observamos os elementos da coerência e coesão; com um foco da norma culta. A grade de correção da prova de Redação do PSS 2011, definida pela COPERVE, continha os seguintes critérios de avaliação: Adequação ao gênero e tema, em que a adequação à estrutura do gênero contava com a pontuação de 0 a 1 pontos, e a argumentação e informatividade, de 0 a 3 pontos; Coerência e coesão, destacando-se os elementos coesivos referenciadores e sequenciadores, o princípio da não-contradição, da continuidade e da progressão de sentido entre suas partes para constituir uma unidade textual, valendo de 0 a 3 pontos; Norma padrão escrita, que avaliava a adequação do vocabulário, a ortografia, a concordância, a regência, a colocação e a pontuação, de 0,0 4,0 pontos. Seguiremos esses critérios de avaliação, porém, usaremos o direcionamento dos fundamentos teóricos desse trabalho, não seguindo, necessariamente, essa ordem proposta pela COPERVE. Não deixaremos, contudo, de atender a nenhum requisito de avaliação, pois estamos apenas condensando todos os requisitos pela COPERVE em informatividade, coerência-coesão, e a norma padrão. De posse das cem provas, após análise, avaliamos e classificamos as produções a partir das notas que atribuímos: de 0,0 a 6,0 como abaixo da média; de 6,0 a 7,0, como na média; e de 7,0 a 10,0 como acima da média. Ou seja, com base nos critérios antes referidos, foram analisadas 100 (cem) redações. Considerando as médias estabelecidas, os critérios adotados e a quantidade de textos analisados, obtivemos o seguinte quadro: 19

20 QUADRO 1 QUANTIFICAÇÃO DOS TEXTOS ANALISADOS EM FUNÇAO DOS CRITÉRIOS ADOTADOS Questão 1 ( Texto de opinião) Requisitos Acima da média Média Abaixo da média analisados Informatividade Coerência e coesão Norma Padrão Total de redações Questão 2 (Carda-denúncia) Requisitos Acima da média Na média Abaixo da média Informatividade Coerência e coesão Norma Padrão Total de redações Com base nos números acima, consideramos que o resultado foi satisfatório, já que a maior parte conseguiu atender às necessidades básicas da proposta de produção. Espera-se, portanto, que o aluno atenda a proposta temática, com base no gênero; que consiga expressar uma visão crítica sobre o tema, com argumentos claros e pertinentes, e que não se contradiga; que atenda uma unidade textual de maneira que progrida o tema, que relacione as sentenças de maneira coerente utilizando os conectivos referentes a cada relação, e que essas sentenças estejam de acordo com a norma culta. Vejamos, então, como fizemos essa análise, começando com as redações que ficaram abaixo da média. As questões 1 são referentes ao texto de opinião, e as questões 2 são referentes à carta-denúncia. Redações abaixo da média Questão 1 20

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