Concurso Vestibular Medicina Junho 2015

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1 Concurso Vestibular Junho de junho de 2015 Caderno de Prova

2 2 Concurso Vestibular - 20 de junho de 2015 Você está recebendo um caderno contendo: Instruções as propostas de Redação; 55 questões objetivas de Conhecimentos Gerais e Específi cos; 5 questões objetivas de Língua Espanhola ou Língua Inglesa. Confi ra se ele está completo, não faltando páginas ou questões. Se ocorrer qualquer falha, chame o fi scal, anter de iniciar a prova, para que a substituição seja providenciada. Leia atentamente as questões e escolha, para cada uma delas, a resposta certa. Você deverá responder as questões de Língua Espanhola ou de Língua Inglesa, conforme sua opção no ato de inscrição. Cada questão de múltipla escolha contém 5 (cinco) alternativas, devendo ser assinalda apenas uma delas, e vale 1,25 ponto. Assinale as alternativas de sua escolha no caderno de questões, e, após isso, transcreva-as para a folha defi nitiva de respostas. Assine a folha defi nitiva de respostas a caneta. Atenção: Você poderá entregar a prova somente depois de transcorridas 4h (quatro)horas a partir do seu início e, só poderá levar o Caderno de Prova, após o seu término. Duração da Prova: 4h30min (quatro horas e trinta minutos). BOA PROVA!

3 Prova de Redação INSTRUÇÕES: Concurso Vestibular - 20 de junho de Proposta A Dissertação argumentativa Leia o texto abaixo, escrito pelo colunista José Roberto Guzzo, publicado na revista VEJA: 1) - Nesta prova, há duas propostas de dissertação argumentativa. Você deverá desenvolver apenas uma delas. Procure ler atentamente os textos-suporte e as respectivas orientações para elaborar a dissertação, e escolha aquela com a qual você tenha maior afi nidade ou aquela que trata de assunto acerca do qual você tenha maior conhecimento. 2) - Dê um título para sua redação. Esse título deverá deixar claro o aspecto da situação escolhida que você pretende abordar. Escreva o título no lugar apropriado na folha de prova. 3) - A redação deve ser escrita a caneta azul ou preta, em prosa, com um mínimo de 20 (vinte) linhas das 35 (trinta e cinco) linhas contidas na folha de redação. Antes de passá-la a limpo, faça revisão do texto, observando sua adequação à modalidade escrita culta. Escreva seu texto com letra legível. ATENÇÃO: Casos de ANULAÇÃO da ELIMINAÇÃO do candidato no CONCURSO: REDAÇÃO e não atendimento à proposta solicitada, o que confi gurará Fuga ao tema ; Folha de Redação Em Branco ; desenhos, impropérios ou partes desconectadas do tema proposto; texto escrito a lápis; nome do candidato, pseudônimo, abreviatura ou quaisquer palavras que possam identifi car o candidato; e menos de 5 (cinco) linhas, qualquer que seja o conteúdo. No dia seguinte às maiores manifestações de rua já ocorridas no Brasil contra um governo, a presidente Dilma Rousseff fez um pedido de paz: Vamos brigar depois. Foi uma das coisas mais interessantes que disse desde que chegou à Presidência da República, há pouco mais de quatro anos (...). O país precisa resolver hoje um caminhão de problemas e se não tiver paz é absolutamente garantido que não conseguirá resolver nem um deles. (...) Era de esperar (...) que a presidente reagisse com ira, rancor e ameaças à inédita condenação que sofreu em praça pública. Preferiu reagir com a razão. Menos mal; muito menos mal. Ficou claro no dia 15 de março que o Brasil é um país onde se vive com liberdade. Grande coisa, diz muita gente boa. Isso é o mínimo. Mas é coisa grande, sim, e sempre é preciso tomar muito cuidado com a palavra mínimo, pois ninguém consegue saber na prática quanto é, exatamente, esse mínimo. Vale a pena, por ora, lembrar que o Brasil provou (...) que não é a Venezuela, atual país-modelo para a esquerda nacional e para as seitas do governo que vivem à procura do fi m do mundo. Na Venezuela, os donos do poder não respondem a manifestações de protesto com apelos à paz. Respondem aprovando o uso de armas de fogo real contra quem protesta e jogando opositores na cadeia por quanto tempo lhes der na telha; justo quando a população brasileira ia para as ruas, montaram mais uma trapaça para dar a si próprios poderes ainda maiores do que já têm. Revista Veja. 25 mar. 2015, p Redija uma dissertação argumentativa abordando o caráter essencial de um regime democrático de governo: o direito do povo à liberdade de manifestação do pensamento, das ideias e dos seus ideais.

4 4 Concurso Vestibular - 20 de junho de 2015 Proposta B Dissertação argumentativa Leia o texto abaixo, extraído da revista VEJA: A dama caipira A paulistana Ignez Magdalena Aranha de Lima não gostava quando chamavam o estilo musical que ela tanto defendeu de sertanejo. É música caipira, corrigia. Inezita Barroso (sobrenome que adotou do marido, o advogado Adolfo Cabral Barroso), morta (...) no domingo, 8, aos 90 anos, era mais do que uma cantora de modas de viola, modinhas e toadas. Foi uma estudiosa do folclore nacional. Como intérprete, ela se metamorfoseava numa moradora do campo, com todos os seus dialetos, trejeitos e matutices era o que fazia exemplarmente em Marvada Pinga, um dos maiores sucessos de sua carreira. (...) Os primeiros contatos com o gênero musical que ela amou e honrou se deram ainda na infância, quando Inezita passava os fi ns de semana na fazenda da família, no interior de São Paulo. Foi contratada, em 1954, pela Rádio Record (e posteriormente também pela TV) para comandar um programa dedicado à música regional. Em mais de sessenta anos de carreira, gravou cerca de 80 LPs (...) e atuou em sete fi lmes. (...) A propriedade com que defendia a cultura folclórica veio de sua educação formal (era formada em biblioteconomia) e de suas andanças pelo país. (...) Nos últimos 35 anos, comandou o Viola, Minha Viola, programa da TV Cultura dedicado à música caipira. Muitas vezes abriu as portas dele para astros da nova geração que demonstravam devoção pela canção regional (...). Mas não, ela nunca se afeiçoou ao sertanejo moderno. Foi caipira até o fi m. Revista Veja. 18 mar. 2015, p. 91. Redija uma dissertação argumentativa abordando a importância da cultura e da arte folclórica brasileira como forma de identidade nacional. Prova de Conhecimentos Gerais e Específicos Área de Linguagens e Códigos Texto para questões 1 e 2 Integrativa: complementar ou alternativa? Já que a medicina integrativa usa todas as terapias com comprovação científi ca em prol do bem-estar do paciente, seria ela uma medicina também alternativa? [...] A confusão com os termos é comum e, por isso, é importante fazermos duas defi nições. Defi nimos medicina alternativa como aquela que preconiza terapias que excluem o tratamento convencional. Por exemplo, o uso de um fi toterápico em substituição à quimioterapia para tratar um tumor. A medicina complementar, por sua vez, usa terapias e orientações médicas que, como o próprio nome enfatiza, são complementares ao tratamento convencional. No mesmo exemplo, seria o uso da acupuntura para diminuir as náuseas provocadas pela quimioterapia. E é nessa segunda defi nição que se enquadra a abordagem preconizada pela medicina integrativa. O propósito é integrar. Juntos, médico e paciente traçam um plano de sobrevivência e busca de bem-estar, mesmo nos quadros mais graves. Para que isso seja possível, é necessário queo médico esteja apto para validar as práticas já trazidas pelo paciente, estimulando o diálogo e fornecendo dados científi cos embasados para isso, abrindo espaço, inclusive, para discutir uma possível associação com o tratamento convencional. O entendimento principal é de que terapias que podem ser recomendadas são as que têm evidências de sua efi cácia e segurança, como a prática de meditação. As que podem ser aceitas são aquelas com segurança comprovada por pesquisas, mas com efi cácia ainda não indicada, por exemplo, sessões de shiatsu. Práticas comprovadamente perigosas e inefi cazes, como a associação de alguns fi toterápicos, devem ser desencorajadas e suspensas[...] (LIMA, Paulo de Tarso. A cura pelo equilíbrio. São Paulo: MG Editores, 2009, p Paulo de Tarso Lima é médico cirurgião com Especialização em Cursos do Programa de Corpo-Mente da Universidade Harvard ( EUA), do Programa de Redução do Estresse Baseado na Meditação da Universidade de Massachusetts( EUA), e do Programa de Integrativa da Universidade do Arizona (EUA).

5 Concurso Vestibular - 20 de junho de Questão Nº 01 Considerando-se os estudos da medicina integrativa, esse texto aponta uma necessidade que se resume em A) comprovar a cientifi cidade das terapias que utilizam a medicina integrativa. B) esclarecer a diferença entre medicina integrativa e medicina alternativa. C) enaltecer a acupuntura como coadjuvante em tratamentos quimioterápicos. D) discutir formas de incorporar práticas integrativas às práticas convencionais. E) alertar sobre os riscos do uso indiscriminado de algumas práticas fi toterápicas. Questão Nº 02 Os elementos de coesão, destacados em itálico, estabelecem a mesma relação de sentido em: Na biblioteca Tchernichévski, em Moscou, a exibição apresenta mais de 300 títulos publicados entre 1941 e A mostra faz parte das comemorações - todo 09 de maio a Rússia comemora a vitória sobre a Alemanha nazista com um zelo incomparável e traz informações curiosas ao visitante. O fato de muitas edições do período terem saído em formato de bolso, por exemplo, não era pura coincidência, mas uma forma de facilitar a leitura pelos soldados em campo. Seguindo essa fórmula, uma coleção de citações do chefe militar russo Aleksandr Suvorov ( ), exibida na biblioteca, encaixava-se perfeitamente no bolso ou na mochila. Para Arlánova, a escolha pela edição de Preceitos de Suvorov, na época, não se deu por acaso. Um amigo meu, veterano, costuma dizer que não foram os artilheiros ou os tanquistas que ganharam a guerra, mas os instrutores políticos que preparavam os soldados para a batalha, ao ajudá-los a manter disposição e estado de espírito adequados. A) como o próprio nome enfatiza (linha 12); como a prática de meditação (linha 29). B) mesmo nos quadros mais graves (linha 21); No mesmo exemplo, seria o uso da acupuntura (linha 14). C) o uso da acupuntura para diminuir as náuseas (linha 15); Para que isso seja possível, (linha 22). D) Já que a medicina integrativa usa todas as terapias (linha 1); O entendimento principal é de que terapias (linha 28); E) mas com efi cácia ainda não indicada(linha 32); abrindo espaço, inclusive, para discutir uma possível associação (linha 26). Texto para questões 3 e 4 O que os soldados soviéticos liam durante a guerra Mesmo durante os anos da Segunda Guerra Mundial ( ) em que os soviéticos conseguiram derrotar os nazistas invasores, o mundo dos livros continuou sendo muito especial na União Soviética. Publicação de diversos clássicos, russos e estrangeiros não parou na URSS: Shakespeare, Púchkin, Dante, Górki, Dickens e Tolstói, partituras... Ainda com os combates, a devastação e a fome, as pessoas liam muito, e novas bibliotecas eram continuamente inauguradas. Só na unidade federativa de Moscou, 200 novos estabelecimentos do gênero foram abertos no período. Com a guerra, os bibliotecários passaram a ter novas responsabilidades: se a biblioteca era atingida por um projétil, eles tinham que selecionar todos os livros que não haviam sido danifi cados e encaminhá-los a outras instituições. Além disso, exerciam uma função quase de pregadores: começaram a ir às trincheiras que estavam sendo cavadas para ler em voz alta para quem trabalhava nelas. Eles também o faziam em hospitais, conta Elena Arlánova, curadora da exposição Vitória: histórias não inventadas. Marina Obrazkova. Suplemento Rússia publicado em português pela Folha de S. Paulo, em 08 maio 2015, a partir do jornal Gazeta Russa Publicado e distribuído com The New York Time (EUA),The Daily Telegraph (Reino Unido), Le Figaro (França), La Repubblica(Itália), El País (Espanha)La Nacion (Argentina) e outros. Questão Nº 03 O objetivo do texto é: A) Comemorar os 70 anos da vitória dos soviéticos sobre a Alemanha nazista. B) Divulgar a exposição Vitória: histórias não inventadas, da curadora Arlánova. C) Dar a conhecer o trabalho que era feito pelos bibliotecários durante a Guerra. D) Divulgar os autores clássicos publicados na União Soviética, durante a Guerra. E) Mostrar que nem mesmo a Guerra freou o amor dos soviéticos pelos livros. Questão Nº 04 Na organização do texto, os empregos dos conectores mesmo (linha 01), ainda (linha 09) e mas (linha 43) articulam, para além de sua função sintática, A) a introdução do valor semântico mais importante de um enunciado. B) a oposição estabelecida entre ações aparentemente inconciliáveis. C) a causa/consequência dos fatos verídicos divulgados pelo autor. D) o reforço para a ideia apresentada nos enunciados anterior e posterior. E) a ligação entre termos que apresentam valores semânticos semelhantes.

6 6 Questão Nº 05 Concurso Vestibular - 20 de junho de 2015 O Estado de S. Paulo, 10 maio 2015, Caderno 2, p. C8 O efeito de sentido da tirinha de humor é provocado pela combinação de informações visuais e recursos linguísticos. Nesse sentido, o autor recorre à A) antonímia, para comparar contrastes entre a vida da múmia e a vida do fantasma. B) personifi cação, para caracterizar o mundo de dois personagens considerados semelhantes. C) polissemia, para transmitir a ideia que pretende veicular com o uso da palavra energia. D) ironia, para conferir um novo signifi cado ao espaço que abarca o entorno de uma pirâmide. E) homonímia, para opor, a partir da palavra chato, a distinção com o signifi cado de achatado. Questão Nº 06 Acalanto para Helena Dorme minha pequena Não vale a pena despertar Dorme minha pequena Não vale a pena despertar Eu vou sair por aí afora Atrás da aurora mais serena Dorme minha pequena Não vale a pena despertar (Chico Buarque de Holanda, Disponível em : Acesso em 20 abril 2015) Acalanto para Helena - composição musical da MPB de é uma cantiga de ninar que problematiza uma questão social, ao A) exaltar nostalgicamente a supremacia do pai na formação da fi lha. B) destacar o saudosismo do adulto diante da ingênua vida infantil. C) retratar a perversidade do momento, diante da inocência da criança. D) evidenciar a ausência afetiva da mãe na criação e proteção da fi lha. E) ressaltar a presença de barulhos que impedem o sono da criança.

7 Questão Nº 07 Concurso Vestibular - 20 de junho de Questão Nº 09 Perguntei um dia em que ele tanto pensava e ele respondeu que quando crescesse não ia continuar assim um esfarrapado. Que ia ser médico e importante que nem o doutor Pinho. Caí na risada ah ah ah. Ele me bateu mas me bateu mesmo e me obrigou a repetir tudo o que ele disse que ia ser. Não dê mais risadas de mim fi cou repetindo não sei quantas vezes e com uma cara tão furiosa que fui me esconder no mato com medo de apanhar mais. (TELLES, Lygia Fagundes. A confi ssão de Leontina. In: PORTELLA, Eduardo. Melhores contos: Lygia Fagundes Telles.12 ed. São Paulo: Global, 2003, p ) Durante o conto A confi ssão de Leontina, a autora utiliza-se do discurso: A) Direto B) Indireto C) Indireto livre D) Direto livre E) Direto e indireto Questão Nº 08 Com base na leitura dos poemas de Gregório de Matos, analise as afi rmações que seguem: I) A poesia lírica do autor se divide em amorosa e religiosa. II) A visão da fi gura feminina nas poesias lírico-amorosas não apresenta ambiguidades, ou seja, é uma concepção mais direta. III) A visão da mulher nas poesias lírico-amorosas é ambígua, pois elas são descritas ao mesmo tempo com características angelicais e diabólicas. IV) Na poesia lírico-religiosa, percebe-se que o eu-lírico tenta se defender (enquanto pecador) diante de Deus, com base na Bíblia. V) Nas poesias lírico-amorosas, percebe-se que a voz que fala não se arrepende de seus pecados e ataca a sociedade católica. São CORRETAS as afi rmações contidas em: A) I, III, IV B) I, III, V C) II, IV, V D) II, III, IV E) III, IV, V Uma das características das crônicas é a crítica a acontecimentos do cotidiano, muitas vezes, ligados às noticias jornalísticas. Os textos ligados aos noticiários normalmente perdem seu sentido, pois as pessoas tendem a esquecer os fatos. Scliar, muitas vezes, utiliza-se de um recurso para situar os leitores nos assuntos de suas crônicas. Assinale a alternativa que representa esse recurso: A) Alusão, quando o autor deixa subentendida a notícia. B) Citação, quando o autor coloca fragmentos da notícia no corpo textual. C) Metáfora, quando faz uma comparação implícita com a notícia. D) Comparação, quando compara a história real com a crônica. E) Epígrafe, coloca um fragmento da notícia entre o título e o corpo textual. Questão Nº 10 Sobre o livro O Cortiço, de Aluísio Azevedo, leia e analise as afi rmações que seguem: I) O livro baseia-se na rivalidade entre os portugueses João Romão e Miranda. II) A história tem como personagens tipos sociais, e não propriamente pessoas, que retratavam as coletividades e as contradições entre exploradores e explorados. III) A narrativa se passa em São Paulo, em meados do século XX. IV) João Romão, comerciante português, representa a ganância, a vontade de vencer na vida a qualquer custo. V) Miranda é o burguês bem sucedido cuja posição João Romão admira e inveja simultaneamente. São CORRETAS as afi rmações contidas em: A) I, II, III, IV B) I, III, IV, V C) I, II, IV, V D) II, III, IV, V E) I, II, III, V

8 8 Concurso Vestibular - 20 de junho de 2015 Língua Inglesa (Para os que fizeram opção por esta modalidade no ato da inscrição) Leia o texto para responder as questões 11 a 15. Dormir mal não provoca apenas cansaço e irritação ao longo do dia. Ao ler o texto a seguir, você descobrirá o impacto do sono ruim no nosso estado geral de saúde. Na sequência, responda às questões propostas com base na leitura feita. The Surprising Toll of Sleep Deprivation 1 How much sleep is enough? Is how sleepy you feel a good judge of whether or not you are getting enough sleep? If you get less sleep than some ideal amount but you feel fi ne, could you be damaging your health anyway? Are we getting less than we used to? Recent research provides some surprising answers. 2 Adults typically need seven to nine hours of sleep each night to feel fully rested and function at their best. However, Americans are getting less sleep than they did in the past. A 2005 National Sleep Foundation poll found that Americans averaged 6.9 hours of sleep per night, which represents a drop of about two hours per night since the 19th century, one hour per night over the past 50 years, and about 15 to 25 minutes per night just since Unfortunately, we are not very good at perceiving the detrimental effects of sleep deprivation. Researchers at the University of Pennsylvania restricted volunteers to less than six hours in bed per night for two weeks. The volunteers perceived only a small increase in sleepiness and thought they were functioning relatively normally. However, formal testing showed that their cognitive abilities and reaction times progressively declined during the two weeks. 4 Moreover, cognitive and mood problems may not be the only consequences of too little sleep. Researchers at the University of Chicago have shown that too little sleep changes the body s secretion of some hormones. The changes promote appetite, reduce the sensation of feeling full after a meal, and alter the body s response to sugar intake changes that can promote weight gain and increase the risk of developing diabetes. 5 A recent review by a team from Case Western Reserve University and Harvard Medical School found that all of the large studies that followed people over time agreed that short sleep duration was associated with future weight gain. This connection was particularly strong in children: all 31 studies in children showed a strong association between short sleep duration and current and future obesity. Another study showed an inverse correlation between sleep duration and obesity in high-school-age students. The shorter the sleep, the higher the likelihood of being overweight. 6 The likely connection between sleep deprivation and obesity comes on top of previous research linking sleep deprivation with increased risk of high blood pressure and heart disease. 7 The good news is that these effects can be reversed by getting an adequate amount of sleep. The University of Chicago study on sleep duration and appetite found that allowing the study subjects to sleep 10 hours for two consecutive nights returned the hormones to normal levels and lowered hunger and appetite ratings by almost 25 percent. 8 We have many opportunities to avoid sleep lights, electronic devices, and other entertainment offer round-the-clock temptations. But we must recognize the importance of sleep and make it a priority to get enough. It is a lot easier to prevent weight gain, diabetes, high blood pressure, and heart disease by getting enough sleep than it is to treat these problems once they develop. Disponível em: <http://www.newsweek.com/surprising-toll-sleep-deprivation-73183>. Acesso em: 07 maio 2015.

9 Questão Nº 11 Concurso Vestibular - 20 de junho de De acordo com o texto, diversas instituições científi cas têm investigado os efeitos da privação do sono. Nesses diferentes estudos, uma constatação recorrente tem sido o fato de que dormir mal provoca: A) redução de apetite. B) aumento de peso. C) queda de pressão. D) exaustão física. E) aceleração cerebral. Questão Nº 12 O texto enumera algumas razões que explicam a elevação do tempo de vigília da população nos dias atuais, dentre elas: A) o estímulo de aparelhos tecnológicos próprios da vida moderna. B) o aumento de problemas de saúde, como hipertensão e diabetes. C) o aumento do nível de stress que provoca alterações hormonais. D) a comodidade do mundo moderno, como o fácil acesso à comida. E) a mudança de hábitos de vida criados pelo trabalho e pela escola. Questão Nº 13 Segundo os estudos científi cos relatados no texto, o sono: A) atua no processo curativo de quadros como diabetes e hipertensão. B) independe de hábitos e modos de vida que caracterizam cada época. C) é fundamental para a qualidade de funções cognitivas e hormonais. D) está inversamente relacionado à qualidade do estado geral de saúde. E) perde sua qualidade em consequência a estados de humor alterado. Questão Nº 14 Considere a palavra em negrito no seguinte fragmento do texto:... cognitive abilities and reaction times progressively declined during the two weeks. Moreover, cognitive and mood problems may not be the only consequences of too little sleep. (parágrafos 3 e 4) No contexto em que foi empregada, a palavra moreover promove a: A) explicação de um argumento. B) contradição de argumentos. C) justifi cativa de um argumento. D) complementação de argumentos. E) exemplifi cação de um argumento. Questão Nº 15 Analise as palavras em negrito nos fragmentos a seguir: Recent research provides some surprising answers. (parágrafo 1) Americans are getting less sleep than they did in the past. (parágrafo 2)... formal testing showed that their cognitive abilities and reaction times progressively declined during the two weeks. (parágrafo 3) No contexto em que foram empregadas, as palavras em negrito desempenham as seguintes funções, respectivamente: A) adjetivo, verbo, substantivo. B) adjetivo, verbo, adjetivo. C) adjetivo, verbo, verbo. D) verbo, verbo, substantivo. E) substantivo, verbo, adjetivo.

10 10 Concurso Vestibular - 20 de junho de 2015 Língua Espanhola (Para os que fizeram opção por esta modalidade no ato da inscrição) Leia o texto para responder as questões 11 a 14 Leer fi cción nos hace mejores personas Esta frase es de William Styron, novelista que ganó el Pulitzer en 1967: Un buen libro debería dejarte con muchas experiencias, y algo agotado al fi nal: vives varias vidas mientras lees. Y estas son de Raymond Mar y Keith Oatley, psicólogos cognitivos: La literatura ha sido en general ignorada por los investigadores, porque su función parecía ser únicamente la de entretener. Pero en realidad tiene un propósito más importante: simula situaciones que nos permiten entender a los otros (y a nosotros mismos), algo que aumenta nuestra capacidad de empatía. Si todo eso es cierto (como parece ser), cómo lo logra? Qué sucede en el cerebro mientras leemos? Qué benefi cios aporta? Aún más: importa el libro escogido? Si la lectura nos transporta hacia situaciones que no son las que físicamente nos rodean, algo tiene que suceder dentro de nuestras cabezas que lo permita. Para identifi car qué es lo que ocurre, los científi cos suelen usar técnicas de neuroimagen, métodos que permiten discernir aquellas zonas del cerebro que más trabajan en un momento dado. En un principio empezaron por lo más sencillo, por palabras o frases sueltas. Y los resultados, aunque intuitivos, no dejaban de ser sorprendentes. Por ejemplo, cuando los voluntarios leían el chico golpeó al balón, las áreas que más se activaban eran las áreas premotoras, las que trabajan justo antes de que hagamos algún tipo de movimiento (y que están más o menos por encima y un poco por detrás de los ojos). Incluso en otro experimento, cuando leían las palabras ajo o canela, las áreas que se activaban eran las relacionadas con el olfato. Estos estudios no son defi nitivos, pero las conclusiones se han ido repitiendo (y si algo inspira confi anza en el mundo de la ciencia es la reiteración). Así lo asegura Guillermo García Ribas, neurólogo en la Unidad de Enfermedades Neurodegenerativas del Hospital Ramón y Cajal de Madrid: Las técnicas de neuroimagen son limitadas porque solo permiten hacer estudios bastante simples, pero los resultados han sido muy consistentes. El siguiente paso era probar con textos más amplios, comprobar si algo similar sucedía con historias complejas, más allá de palabras o conceptos individuales. Y la respuesta es afi rmativa. En uno de los estudios más comentados, los voluntarios tenían que ir leyendo controladamente varios pasajes de un libro mientras eran sometidos a pruebas de neuroimagen. Las conclusiones? Que los lectores tendían ir activando dinámicamente las áreas responsables de cada acción, casi como si estas sucedieran en el mundo real. Ocurría cuando los personajes cambiaban de lugar (se activaban áreas frontales y laterales relacionadas con la orientación espacial), cuando agarraban objetos (se activaba un áreas premotora relacionada con las manos) o cuando modifi caban su objetivo en la narración (se accionaba la corteza prefrontal, relacionada con la toma de decisiones). De alguna manera, al leer simulamos, literal y cerebralmente, la realidad. Si la lectura nos permite acceder a tal cantidad de situaciones, emociones y diferentes personalidades, no sería de extrañar que también nos entrenara para la vida. El siguiente paso consistía, pues, en comprobar si la lectura era un entrenamiento de vida efi caz. Y la respuesta, de nuevo, vuelve a ser positiva, como ilustra el siguiente ejemplo. A un grupo de estudiantes de Toronto se les pidió que eligiera entre dos lecturas: un cuento de Chéjov (La dama del perrito) y otro texto que contaba la misma historia pero en un lenguaje mucho más plano, casi documental, sin las infl exiones propias de casi cualquier relato. Aquellos que leían el texto original puntuaban después mejor en las escalas de empatía, especialmente aquellos que más se habían emocionado con el cuento. Esta cualidad de saber ponerse en el lugar del otro infl uye, incluso, en la productividad de las empresas. Pero falta un análisis más: sirve cualquier tipo de literatura? Es lo mismo leer a Chéjov que el último y seguramente aclamado best-seller? Un artículo en la revista Science se propuso dilucidar el asunto en Para ello realizó cinco experimentos diferentes mezclando textos de alta literatura, de baja literatura y de no-fi cción. Cómo distinguir los dos primeros grupos? Básicamente, por empirismo. En la alta literatura incluyeron algún clásico (nuevamente Chéjov) y a autores premiados como Don DeLillo, Lydia Davis o Alice Munro. En la baja literatura, por ejemplo, a la romántica Danielle Steel. Los exámenes de empatía fueron bastante contundentes: solo la considerada literatura de calidad mejoraba las puntuaciones. Una teoría alternativa, pero no excluyente, es que los benefi cios aparecen cuando el texto transporta al lector, cuando le crea una sensación de inmersión emocional en la historia. Algo de esto es lo que le decía el novelista Robert Louis Stevenson al escritor y crítico Henry James: La vida es monstruosa, infi nita, ilógica. La literatura no imita a la vida sino su discurso, no imita los actos humanos sino los énfasis y los silencios con los que los humanos hablan de ellos. Es, o pretende ser, un refl ejo concentrado de cómo nos contamos la vida, un refl ejo que ayuda a entendernos algo mejor. O como manifestaba Marguerite Yourcenar en Memorias de Adriano: La palabra escrita

11 Concurso Vestibular - 20 de junho de me enseñó a escuchar la voz humana, un poco como las grandes actitudes inmóviles de las estatuas me enseñaron a apreciar los gestos. Disponivel en< JESÚS MÉNDEZ GONZÁLEZ 24 ABR :06 CESTAcessado em: 04 maiio 2015 Questão Nº 11 A partir da leitura do texto, é CORRETO dizer que: A) la lectura de obras literarias, de cualquier género, tiene función de esparcimiento para las personas. B) los científi cos, a partir del análisis de las palabras o conceptos individuales, lograron buen resultado en sus investigaciones. C) la lectura que permite simular la realidad accediendo a emociones, a situaciones presentadas en un libro aporta experiencias para la vida. D) el uso los documentales posibilitan activar varias áreas neurológicas del cerebro y del lenguaje. E) la elección del libro adecuado es importante para hacernos mejores. Questão Nº 12 Com base no texto, analise as afi rmativas, assinalando F para as falsas, e V para as verdadeiras: 1. ( ) la lectura en la cual el lector inmerge en su historia trae gran benefi cio para su vida. 2. ( ) el desarrollo de varias aptitudes fue evidenciado por las investigaciones científi cas. 3. ( ) la lectura de textos más elaborados logró una puntuación mejor en los exámenes en los cuales el lector experimenta los sentimientos de otra persona. 4. ( ) la literatura colabora con el estudio cuando ella contempla temas pertinentes a temas sicológicos. 5. ( ) la literatura de textos más amplios, más elaborados permite activar áreas que van mejorar las puntuaciones de la investigación. A sequência CORRETA é: A) F F V V F B) F V F V F C) V V V V F D) V F V F V E) V F V V F Questão Nº 13 Leia a frase abaixo, contida no último parágrafo do texto: La vida es monstruosa, infi nita, ilógica. La literatura no imita a la vida sino su discurso, no imita los actos humanos sino los énfasis y los silencios con los que los humanos hablan de ellos. Considerando o contexto em que foi empregado, o termo sino denota: A) consequência. B) fi nalidade. C) negação. D) condição. E) oposição.

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