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1 \M{ (ks 0 terragente ^" publicação do gea ^^^^^",,, - l^ ^^^^^" serac esta a solução para os

2 Iciton, MULHER DA ROÇA(Maurfcio Tavares) Apresentada no encontro municipal de mulheres do dia Tucunduva Mulher da roça Mãe querida do meu pago Com muito carinho eu trago Esta mensagem de amor Respeitando o teu valor E a tua simplicidade Por sustentar a cidade Com o fruto do teu suor. Mulher da roça Mulher pura e sem dsfeito Luta com todo respeito Com a nossa população Vainaroca e faz o pão E não e recompensada E ãs vezes dorme incomodada Por que os maridos são machões. Na sociedade E muito pouco lembrada Pois nem é valorizada Por seu trabalho concreto Parece até um objeto Que ninguém dã valor Não lembram que seu amor E sempre puro e correto. Quando a mulher lã da roça Começa se organizar Não falta alguém pra falar Criticando a vida sua Chegam a dizer Lã vem vindo as tagarelas Largaram mão das panelas Pra poder correr na rua. Mas tudo isto E porque o medo está chegando A mulher se organizando Vai aprovar seus projetos Deixa o povo desinquieto E o governo não sossega 0 ele sal da macega 0 acabemos com este Inseto. Mulher da roça Que não tem medo de nada Enfrenta um cabo de enxada A qualquer dia que for Derramando seu suor Pra levar o pats avante Sustentando os governantes Que'nunca lhe dao valor. Por prova disto Nós jã temos alguns exemplos Tão gritando a tanto tempo E ninguémlhe dã ouvido Um caso tao conhecido To cansado dr falar Pra_poder se aposentar E sõ matando o marido. Daí é que a gente vê A tamanha covardia A mulher que noite e dia Enfrenta o trabalho duro Pensando no seu futuro Educa os filhos com fé Pois se não fosse a mulher 0 homem não existia. União da Vitória, 13 de março de Queridos amigos e companheiros TERRAGENTE Venho por meio desta solicitar maiores informações para assinatura do Boletim TERRAGENTE. Como estamos tentando um trabalho Jm to aos Sem-terra destas comunidades, e cõ mo o material de reflexão e informação? pouco por aqui, pensei em fazer algumas assinaturas de boletins populares, porém que tragam informações sérias e que possam nos ajudar. Não sei quanto custa e co mo fazer a assinatura do TERRAGENTE. Espe rò maiores informações. Sem mais por hora, agradeço B desejo a todos uma Feliz e Santa Páscoa. Que o Cristo ressuscite em cada um de nós pára que possamos trabalhar com amor e dedicação na conscientização e organização do povo em busca da Terra Prometida... Ao Terragente Ildefonso Salvadego do São Paulo, 07 de março de Gostaríamos de parabenizar a equipe do Terragente pelo excelente conteúdo, principalmente nos últimos boletins, de - monstrando uma clara opção ao lado doa trabalhadores do campo e da c'.dade, expro priados e explorados pelo crescente avanço do capital no Brasil. O bom conteúdo é acompanhado de uma diagramação que torna o boletim leve e desperta a curiosidade para a leitura dos art:'.gos. A capa tem sido um dos pontos a^ tos, pois tem simbolizado tanto o tema central quanto a linha do grupo do GEA. Continuem firmes e o nosso grande a- braço. Equipe do CEM(Centrc de Estudos Migratórios) terragente 2 j

3 opinião do gea Entramos todos no mês de março sob a surpresa da última iniciativa econômica do governo. Após um ano de desgaste permanente, o governo Sarney monta um. novo ministério de caráter extremamente conservador, praticamente reeditando as antigas figuras que estavam por trás do golpe de 1964(veja matéria sobre a REFORMA MINISTERIAL na Pg. 23 ). Golpe este que comemora o seu 22? aniversário e que deixou suas marcas profundas na sociedade brasileira. Neste número do TERRAGENTE (pg.3 l') nós conta - mos a história do golpe. Talvez você conheça muita gente que já fazia das suas desde aquela época, e que continuam, por incrível que pareça, em cargos ministeriais da própria Nova República. Depois de todo este desgaste e já com sua popularidade abaixo de zero, o go verno lança o decreto-lei 2283 que congela os preços e os salários. Com esse "pacotão" o governo tenta botar ordem na casa e recupera uma parte do crédito que havia perdido. Entretanto o pacote veio mais para resolver os problemas dos empresários e do governo, do que dos assalariados(veja matéria na pg. 24 ). Continuam ainda de pé os problemas fundamentais da sociedade brasileira. A distribuição da renda ainda mantém na mi séria milhares de assalariados e agricul tores. A terra continua concentrada em poucas mãos levando inúmeras famílias de agricultores sem terra a radicalizarem sua luta por um simples pedaço de terra para plantar, como ocorreu na invasão do INCRA relatada na matéria da pg. 21 A dívida externa permanece feroz co- mo sempre, obrigando o próprio governo a repensar as formas de renegocia -Ia, sob o risco de ele mesmo vir a furar o "pac te" que decretou. As mulheres agricultoras continuam clamando por seu direito a cidadania e parece qté que estão gritando para as pa^ redes Cver matéria na pg. 20 ). E é neste quadro de extrema injustiça social que José Sarney e seus assess res pretendem manter o seu governo. Até quando um governo desta natureza poderá satisfazer os anseios populares, ao mesmo tempo que protege os interesses dos latifundiários, industriais e comerciantes? A história de nosso país mostra que a nossa burguesia nunca teve muito fôlego para agüentar a democracia. A saida para o Brasil está nas mãos dos trabalhadores que hoje aumentam sua organização e aprofundam cada vez mais sua experiência política. A prova disto está, por exemplo, na organização da CUT regional de Santa Rosa, que marcou um grande avanço na luta dos trabalhadores daquela região. Neste ano de eleições para a Assem - bléia Nacional Constituinte o domínio so bre todos estestemasse torna mais do que necessário. 0 grande número de candi^ datos, mais as velhas promessas de sem - pre deverão encontrar agora um eleitorado bem mais politizado e consciente. No mais, esperamos que este TERRAGEN[ TE possa contribuir de fato para apro - fundar o debate e a discussão entre nos_ sos leitores. Uma publicação do GEA - Grupo de Estudos e Assessoria Agrária -Redação, eaição e revisão: equipe do GEA Datilografia: Paulo Becker & Etel Diagramação: Vera Junqueira Impressão: Zé Carlos ^ 4* ** PEDIDOS E CORRESPONDÊNCIA PARA GEA - Grupo de estudos e assessoria agrária Rua Gaspar Martins, andar PORTO ALEGRE - RS fone (0512) terragente 3

4 ./ O PREÇO DO»» Esta você não pode perder! Agora a sua assinatura do TERRAGENTE con gelou! Por apenas Cz$ 40,00 você recebe o TERRAGENTE por um ano (6 edições) e sem nenhuma despesa de correio. - Mas não ê so isto! Se você fizer 3 assinaturas do TERRAGENTE (3 vezes Cz$ 40,00 = Cz$ 120,00), receberá in teiramente grátis um belo exemplar dos "Cadernos TERRAGENTE", da Domiti Ia. - Ainda mais: quem fizer cinco as sinaturas do TERRAGENTE e remetê-las em conjunto ao GEA recebe uma nova assinatura inteiramente grátis. Quer dizer, quem faz cinco leva uma de presente. Esta você não pode perder! - E para terminar, a solução para aqueles que querem fazer um "pacote" de assinaturas: TABELA DE PREÇOS PARA ASSINATURAS EM GRANDE QUANTIDADE N9 de assinaturas Cz$ p/ assinatura ** **> CONGELOU! 0 cálculo ê fácil. Basta multipli car o numero de assinaturas pelo pre ço correspondente. Por exemplo, se você fizer^so assinaturas (80 x 22,00), pagará somen te Cz$ 1.760,00. Com isto, você ganha Cz$ 1.440,00 em relação ã assinatura individual. TABELA DE PREÇOS Quem assina em: Recebe: Paga Cz$: Abril 86 6 jornais 40,00 Maio 86 5 jornais 34,00 Junho 86 4 jornais 27,00 Para aqueles que fazem assinatura em pacote a tabela ê a mesma que já foi apresentada anteriormente, pois independente do mês em que foi fei ta a assinatura você receberá 6 edições do TERRAGENTE em sua casa. Por exemplo, assinando em julho de 86 você receberá 6 exemplares ate ju lho de DONIITILA Neste caderno TERRAGENTE apresentamos tre chos do depoimento de D0MITILA BARRI0S DE CHUNGARS que foram publicados no.-"caderno de Idéias do Povo Trabalhador" editado pelo CRD em 1979 (esgotado). Es tes depoimentos foram tirados do livro "Se me deixam falar" que foi organizado por Moema Viezzer. Até 50 cadernos - Cr$ cada; de 50 a 100 cadernos - Cr$ 4.500; mais de Cr$ terragente 4 GEA - Grupo de Estudos e Assessoria Agrária Rua Gaspar Martins, andar Porto Alegre - RS Fone: (0512)

5 sindicalismo O IMPOSTO DO ATRELAMENTO J Continuando a discussão que viemos fa zendo no TERRAGENTE sobre Estrutura Sin~ dical, neste artigo abordaremos a questão do Imposto Sindical. Este Imposto, hoje chamado Contribuição Sindical é um dos meios mais eficazes para amarrar os sindicatos ao estado e transformar os seus dirigentes em pelegos acomodados. 0 Imposto Sindical é obrigatório a to dos os trabalhadores, quer dizer, indepen dente do trabalhador querer ou não, é o - brigado a pagar. Do trabalhador urbano é descontado 1 dia de seu salário por ano e o trabalhador rural paga o Imposto Sindical com o ITR - Imposto Territorial Rural. Este dinheiro é recolhido pelo governo que depois distribui da seguinte for - ma: 60% para o Sindicato 15% para as Federações 5% para as Confederações 20% para o Ministério do Trabalho Isto, custa caro para a organização dos trabalhadores porque junto com o di - nheiro vem um série de amarrações. Por e- xemplo, o sindicato é obrigado a aplicar este dinheiro no que o Ministério do Trabalho determina(assistencialismo) e ainda e obrigado a prestar contas do/no que é gasto. Mas não para aí. Como o Sindicato tem uma renda assegu rada, ele não precisa trabalhar, nem mostrar serviço para que a categoria se in - teresse, se associe e sustente financeira mente o Sindicato. Só para se ter uma idéia, vamos pegar um exemplo. Uma categoria como a construção civil de Porto Alegre que, tem na base mais ou menos trabalhadores mas que tem no máximo de 2 a associados em dia. Isto quer dizer que é..descontado dinheiro de trabalhadores e que dá um bolo muito grande. Entretanto aquilo que é contribuição espontânea representa um minímo nas receitas do sindicato. É criada uma grande distorção na med^ da em que o Sindicato tem um monte de dinheiro mas não tem a força da base, da as^ sociação. Assim, com uma política de favoreci - mento para estes poucos associados, a diretoria consegue se perpetuar no poder a cada eleição. D dirigente sindical não precisa lu - tar para trazer a categoria para dentro do sindicato por que o dinheiro entra de qualquer jeito. Assim ele prefere ter pou^ cos sócios para exercer melhor controle e também para limitar as despesas assistenciais. terragente 5

6 sindicalismo 1 Com o dinheiro sobrando, o pelego cer ca-se de mordomias, constrói sedes gran - diosas, aumenta o número de funcionários burocráticos e acaba esquecendo a categoria. Por outro lado, com a desculpa que o Sindicato não é livre, o sindicalista dei xa de realizar mesmo o minímo de atividades no Sindicato. Outra conseqüência do Imposto Sindi - cal é de que serve para sustentar "pesos mortos e grandes aparelhos burocráticos que são as Federações e Confederações. As Federações que ficam com 15% da contribuição e as Confederações que fi - cam com 5%, acabam tendo grande disponibi lidade de recursos porque recebem de to - dos os sindicatos e não tem as mesmas des pesas que estes. Além disto, estão muito menos sujeitos as pressões das bases. Isto permite a muitas Federações usar o dinheiro para traficar influências e a- trair os sindicatos pequenos para sua dependência financeira, se perpetuando no poder. Hoje, no movimento sindical existe uma grande discussão que mostra muito bem quem é quem. Por um lado tem a posição da CUT que coloca claramente que se queremos autonomia e liberdade sindical, temos que termi nar com o Imposto Sindical e buscar autosustentação financeira através da confiar^ ça e do trabalho nas bases. A CUT diz que não pode haver autono - mia com dependência financeira. Ilustrar^ do, é a mesma coisa que uma pessoa que completa a maioridade mas que depende dos pais para comprar um par de chinelo. Por outro lado, a posição da CONCLAT é pela manutenção do Imposto Sindical e, consequentemente, pela manutenção do em - preguismo e do peleguismo no movimento sindical brasileiro. EMPRESAMOS TAMBÉM CRIAM CENTRAL SINDICAI Quando, no fim dos anos 70, os traba lhadores recomeçam a sair às ruas, o movi mento sindical ganha um impulso que há mui to tempo não se via. Uma das principais bandeiras levantadas por este novo movimento era o fim da estrutura sindical a- trelada ao Ministério do Trabalho, camisa de força imposta pelo Estado. Na luta, o sindicalismo já estava criando o seu projeto de estrutura sindical, independente do Estado. Uma das ações mais importantes reali zadas para romper, na prática, esta estru tura atrelada, foi a criação da Central Ü nica dos Trabalhadores CUT^ em agosto de Com a CUT os trabalhadores deram um passo decisivo na unificação de suas lutas frente aos patrões. Prova disso foi o terragente 6 aumento do movimento grevista e reivindicatório em 84 e 85, e o conseqüente crescimento da CUT. Mas o que acontece hoje? Hoje, a cada dia, os empresários estão mais preocupados com o aumento da organização dos trabalhadores e o nível de suas reivindicações (reposição salarial, jornada de trabalho de 40 horas. Reforma 'grária sob controle dos trabalhadores), apontando para uma greve geral como forma de luta. Sentem que seus interesses estão ameaçados. Para eles, o Governo (com sua nova roupa "democrática") já não vem socorrê-los da mesma forma que no período da Ditadura. Assim, resolveram se organizar de forma aberta para enfrentar os tra balhadores.

7 sindicalismo Desta forma, na segunda quinzena de fevereiro criaram a UBE - União Brasileira de Empresários para unificar a ação dos diversos setores patronais contra o avanço da luta dos trabalhadores. Assim, também os empresários romperam a estrutura sindical vigente, que impede a constru ção de organismos que unifiquem setores diferentes da economia. Ao elaborarem suas reivindicações ti veram que ser bastante genéricos para man_ terem a unidade, pois se os industriais gritassem contra as altas taxas de juros, atingiriam os banqueiros? se outros defer^ dessem uma Reforma Agrária como forma de aumentarem seus lucros com o aumento da venda de adubos, tratores, na intermediação da produção etc, iriam atingir os Ia tifundiários que estavam representados. As^ sim, ficaram na necessidade da realização do pacto social e da participação na Cons tituinte. Mas, embora existam divergências en- tre os vários setores do empresariado, te mos consciência que eles sabem encontrar a unidade para levar adiante projetos que garantam seus lucros e possam expandir se^ us negócios (como a exigência da privatização de empresas públicas), bem como ba rar reivindicações que signifiquem avanços para os trabalhadores. A curto prazo, a criação desta Entidade significa a unificação da ação dos empresários em relação ã Assembléia Nacio nal Constituinte. Levantaram propostas e candidatos para representá-los na elabora ção da nova Constituição. Isto deve servir de alerta para os trabalhadores. Mais do que nunca é necessário levantar e apoiar nomes que realmeni te defendam os interesses dos trabalhadores da cidade e do campo. Que possuam pro postas claras e um programa conseqüente. Nas eleições em novembro para Constituintes, não devemos deixar ir voto de trabalhadores para industriais, banqueiros ou latifundiários. 8 de marco UM PASSO FIRME NA LUTA 0 movimento das trabalhadoras rurais, sem dúvida, está forte e tem crescido mui to. As manifestações comemorativas do Dia Internacional da Mulher - 8 de março- sao prova disto. Em muitos municípios e regiões, de diversas formas, as mulheres, se encontraram para discutir seus problemas, reforçar suas reivindicações e sua organi zação. A principal característica destas manifestações tem sido o fato das mulheres, saindo de seu isolamento e rompendo seu silêncio," "botarem a boca no mundo" falajn do de sua situação de vida e de trabalho, da exploração e opressão que sofrem. Com depoimentos corajosos, com momentos de medo e insegurança (Será que vai dar certo?' Que é que fazemos agora?) e com uma emoção muito forte - que vai do riso, às palmas,' ao choro - estes encontros mostram que a mulher trabalhadora rural deixou de ser u- ma figura silenciosa na história para ser atuante, colocando com firmeza as suas re^ vindicaçôes ;e criando um movimento novo, e que cresce cada vez mais. ^terr agente 7

8 sindicalismo as pedras no caminho Se os movimentos que a classe traba - Ihadora organiza para lutar por terra,por salário, por saúde, por melhores condi ções de vida e de trabalho, por democra - cia e fim dss desigualdades sociais, se estes movimentos já incomodam muita gente e já dão o que fazer, com o movimento das mulheres trabalhadoras rurais não é diferente. E em alguns pontos podemos dizer que é pior ainda pois é um movimento que mexe fundo em coisas que antes nunca fo - ram mexidas. E a reação vem logo, e vem forte. m que a mulher é inferior ao homem, tem menos capacidade e que o lugar "natural" de mulher é no lar. E sair de casa para fazer movimento ainda é uma coisa que pesa para a maiorin das mulheres. É preciso força para seguir em frente. Na família, onde a mulher tem suas re lações mais intimas, começa a se sentir as conseqüências de sua participação:mais tempo fora de casa, menos tempo para cumprir as inúmeras tarefas domésticas e da roça, menos tempo para os filhos e o mari do. É o primeiro espaço a ser conquistado. 0 reconhecimento, por parte da família,da igualdade da mulher e do homem, do valor do seu trabalho, de seu direito ã partici pação, tem que ter como resultado um apoio concreto. Isto quer dizer que se apoia de fato a luta da mulher, não dá para dei xar que caia apenas nos seus ombros a res ponsabilidade das mudanças que sua participação no movimente trás para a família. Se o apoio g concreto, esta responsabilidade deve ser assumida por todos. Na comunidade, onde sempre tem gente contra, ainda há bastante preconceito em relação a participação da mulher nus movi mentos. Muitas vezes surge até falatorio. Também este é um espaço que a mulher tem que conquistar, conscientizando principal mente suas companheiras e criando oportunidades para que elas também comecem a participar da luta. 0 problema é de todas e unidas as mulheres serão mais fortes pa ra enfrenta-lo. Lugar de mulher sempre foi em casa, cuidando das panelas e das criançasíe tam bém na roça, na horta, cuidando da cria - ção, cortando pasto, tirando leite, eternas isto não conta!). Agora as mulheres estão saindo para fazer reuniões e encontros, para participar do sindicato e das suas lutas. Isto mexe com a família, com a comunidade, com o sindicato e começa a mudar muita coisa que antes nem se pensava! Mas a ideologia dominante ainda é de terragente 8 1 Ate pouco tempo atras, não havia espa ço para as mulheres no sindicato. elas conquistaram este espaço criando novas formas de organização e novas bandeiras de lutas - especificas de sua situação de mulheres trabalhadoras rurais - e também participando das demais lutas da classe, trazendo um ânimo novo e duplicando as forças do movimento. Para o sindicalismo rural, a participação da mulher é um vento novo que tem tirado muita teia de aranha e levado muita coisa de arrasto. Como reação a isto, existe a tentativa, por parte de alguns de que as mulhe - res se acomodem e se encaixem nas estrutu ras sindicais impedindo que contribuam

9 sindicalismo para o avanço do movimento. Enrolar as mu lheres na burocracia que ainda mantém a- trelada boa parte do sindicalismo é uma forma de segurar o movimento e de mantê - Io sob controle. Alem disto, estamos num ano de elei - ções parlamentares, quando os movimnntos são cercados por politicos que, com uma prática oportunista, procuram usa-los da maneira que mais lhe convém. JXJ!tí'âlítiM a mmnamm iuv;uiwaj íumu íj-uj XUiWJ Com o movimento das mulheres não tem sido diferente. Já estão se apresentando os candidatos "compromissados" com o povo, nuc buscam o apoio das mulheres(e do movi mento sindical em geral), jurando compromisso eterno com suas lutas. Em rilgumas comemorações do B de março, alguns ilnhis já se fizeram presentes, tentando garan - tir votos. Alguns, mais espertos um pouco, usam outras táticas. Procuram formas de participar nas organizações sindicais, de mulheres, de jovens e dos Sem Terra, in - fluenciando de dentro delas para que se engajem em sua campanha. Estes, por serem mais vivos que os políticos tradicionnis, conseguem passar como se fossem candidato; "naturais" dos movimentos, às vezes até parecem que fazem um favor em se candidatar. No fim, o efeito é o mesmo: cintei uns como os outros, não contribuem cuncre tamente, na pratica, com a consolidação e o crescimento das organizações dos trabalhadores. Ao contrário, usam-nas em seu beneficio. construindo o movimento Como todos os outros, o movimento das mulheres também tem suas contradições, seus avanços, seus recuos, seus medos e suas alegrias. Por ser um movimento novo, de mulhe - res, ele enfrenta uma série da problemas. No entanto, o esforço que faz para resolvi-los lhe traz novas experiências e no - vas soluções que, aos poucos, vão cons truindo o movimento num rumo próprio. A maioria das manifestações de março nos mostra isto. 8 de - As mulheres estão criticando os políticos que tentam usar seu movimento,mas também estão discutindo como participar da política, como e porque a constituinte lhes interessa, etc. - As mulheres começam a criticar o a\ toritarismo. a burocracia e a falta de d mocracia que ainda existe no movimento sindical. E procura não fazer o mesmo em sua própria organização; terragente 9

10 sindicalismo - As mulheres constróem, aos poucos, e autonomia de seu movimento, através da i-^fír*..,-v: j.v.w, - ;,Vü criação e do fortalecimento de suas pró - prias formas de se organizar - as comis - soes. Mas ao mesmo tempo se mantém vinculadas ao movimento sindical, não abrindo mão de participar dele e conquistar seu espaço lá dentro; - As mulheres sabem que enquanto seus direitos de igualdade e participação não forem reconhecidos e respeitados - na família, na comunidade, nos movimentos e nas lutas - as relações entre as pessoas não serão fraternas e solidárias como todos queremos que sejam. E por isso as mulheres lutam. Os problemas que o movimento de mulhe res enfrenta só serão resolvidos com ã pratica e com o conhecimento que elas adquirem na própria luta. Não existem soluções prontas, como receita de bolo.as propostas estão se construindo na refle - xão e na pratica deste movimento vivo e novo, numa experiência coletiva que se a- cumula a cada momento. f UM NOVO SINDICATO PARA GUARANI DAS MISSÕES Um autêntico e verdadeiro sindicato e aquele em que as decisões da maioria, fruto de suas necessidades, se refletem na prática sindical. E ainda aquele em que as bandei ras de luta são democraticamente decididas pelo conjunto da categoria i e onde uma das preocupações fundamentais ê a mobilização, e a participação da categoria de forma organi zada, estimulando novas lideranças. Esta não ê, infelizmente, a realidade atual do sindicato de Gurani das Missões. Neste Município, com o apoio da CPT, reuniu se um grupo de agricultores. Discutindo seus problemas, chegaram a conclusão de^que o sindicato seria a ferramenta mais útil para enfrentá-los e para resolvê-los. Mas, para isso, era necessário mudar o mesmo. Com essa idéia em mente, e juntamente com mais cem panheiros, compareceram na assembléia do dia 08 de janeiro, no Sindicato, procurando tomar parte da mesma e das decisões ali tira- terr agente 10= das. O que não foi fácil, uma vez que o pre sidente procurava manobrar de todas as formas as votações e chegou ao cúmulo de querer impor uma anuidade de Cz$ 180,00, que a nm oria conseguiu reverter para Cz$ 120,00. Quês tionado sobre quando haveria eleições (um dos momentos mais importantes na vida do sindicato), o presidente disse que já havia encerrado o processo eleitoral em 17 de novembro, tendo publicado o edital no jornal "A TRIBUNA" de Santo Ângelo, muito pouco li do em Guarani, que como se sabe não tem mais de três assinaturas na cidade. Conforme determina a lei, o edital de convocação teria que ser publicado no jornal de maior circulação no município, que naste caso seria a "POLUA DA PRODUÇÃO" de Cerro Largo. Além do mais, o presidente participou no dia 14 de dezembro de uma reunião com mais de 40 agri cultores, e nada falou^ Muito menos noti~ ciou as eleições através do programa que o sindicato mantém no rádio, e que deveria es

11 sindicalismo tar a serviço da categoria. Ao contrario, e le preferiu esconder a notícia e inscreveu para as eleições do dia 03 de março apenas a sua chapa, identificada com o atual imobi lismo do sindicato. Revoltados com a situação, os agricultores marcaram uma reunião para 11 de janeiro, na qual compareceram 90 companheiros que criaram uma comissão para levar adiante a tarefa de ampliar a discussão, fazer um boletim e discutir em toda a base do sindicato, visando livrar o sindicato das mãos de interesses particulares, alheios aos interesses da maioria. Em uma nova reunião, dia 25 de janeiro, foi tirada uma chapa para a direção do sindicato, com a presença de mais de 400 colonos. Também se resolveu processar o atual presidente, porque este se negava a" reabrir o processo eleitoral para inscrever a chapa da oposição. Também discutiu-se a necessida de de desenvolver núcleos do sindicato nas comunidades, para que todos os agricultores tenham oportunidade de participar e discutir estes problemas, buscando propostas para su perá-los. Percebendo toda a movimentação, e sentindo-se perdido, o presidente passou a espalhar confusão e mentira, dizendo aos aposentados que estes perderiam a aposentadoria caso a oposição participasse e ganhasse as eleições. Para as mulheres, afirmou que não conquistariam a aposentadoria caso seus maridos votassem na chapa de oposição, a chapa 2. Mas a mentira tem perna curta: a aposentadoria ê garantida pelo FUNRURAL, órgão do governo, e o colono tem direito a ela mesmo sem ser sócio do sindicato. E a função do sindicato é a unidade dos trabalhado res na luta e não o assistencialismo. Mas a oposição não perdeu tempo i e enquanto o pro cesso enviado ã justiça nao se definia, encaminhou através de um membro da chapa, dia 24 de fevereiro, um abaixo-assinado contendo mais de assinaturas ao Delegado Re gional do Trabalho em Porto Alegre, exigindo uma solução para o problema. 0 delegado garantiu que suspenderia o processo eleitoral enquanto não ocorresse um acerto entre as chapas, possibilitando a inscrição das duas. Entretanto, ressaltou que caso se pro longasse por muito tempo o conflito, ele se ria obrigado a colocar um interventor no sindicato, o que acarretaria um retardamento maior ainda na reabertura do processo e- leitoral. Diante disso, os representantes da oposição solicitaram que o delegado convocas se uma reunião com a presença do presidente, para solucionar mais rapidamente o problena. Nesta reunião, ocorrida em 04 de março, na Delegacia Regional do Trabalho, se propôs ao presidente a retirada do processo judicial movido contra ele, em troca da reabertura do processo eleitoral, o que possibili taria a inscrição das duas chapas. No entan to, para desgastar e desmobilizar a oposição e influenciado pela FETAG, o presiden- te pediu tempo para pensar. Marcou-se uma nova reunião para o dia 17 de março, quando o presidente, sem a mínima vergonha, apresen tou as duas propostas seguintes: 1?) Reabriria o processo eleitoral, des de que votassem somente os que estivessan em dia com a anuidade até (o que é irregular, pois a lei garante direito de vo tar a todos que pagarem até pelo menos 1Ü dias antes das eleições), e que se retirasse também da chapa os nomes que não tivessem pago a anuidade até este dia. 0 presidentej presentou uma lista com 173 nomes, que^ segundo ele são os que estavam em dia até a- quela data, o que foi constatado como sendo falso no mesmo instante, pois alguns presen tes na reunião que haviam pago a anuidade não estavam na lista; 2?) 0 presidente foi ainda mais longe. Propôs nada mais nadajnenos que que se compusesse uma chapa única, com as seguintes características: na executiva teria 2 componentes da situação (chapa 1), e 1 da o posição (chapa 2), e os demais cargos seriam preenchidos de forma alternada. Esta propos^ ta de composição demonstra claramente a sua intenção de continuar dominando o sindicato. A oposição acha que um acordo deste ti po seria um retrocesso e para avançar na discussão sõ aceita parcialmente a 1? pro posta: se dispõe a retirar da chapa da oposição os nomes que não constavam na lista do presidente, desde que todos que estivessem com a anuidade em dia até 10 dias antes das eleições pudessem votar, conforme a lei, e que a data das eleições fosse marcada de comum acordo. Novamente dando amostras de má vontade, o presidente pede mais tempo para pensar e solicita nova reunião para 24 de março de 86. Eis aí, portanto, companheiros, um e- xemplo claro da importância da participação na vida do sindicato, fazendo com que seja sempre um instrumento de luta dos verdadeiros interesses da classe trabalhadora, não permitindo que se transforme em objeto de interesses particulares, alheios ã vontade da imensa maioria. Os agricultores que fazem oposiçãoji atual diretoria do sindicato receberam inúmeras manifestações de apoio de companheiros de outros municípios da região; mas para chegar até a vitoria é necessário muito mais: e necessário o engajamento, o esforço e o apoio do todos os trabalhadores rurais de Guarani das Missões. terr agente 11

12 sindicalismo CENTRAIS SINDICAIS A CLASSE TRABALHADORA, EM TODO 0 MUNDO, SEMPRE TEVE COMO PREOCUPAÇÃO UNIFICAR SUAS REIVINDICAÇÕES E LUTAS PARA SE ORGA NIZAR MELHOR E PARA TER MAIS FORÇA COMÜ CLASSE. NO BRASIL, DESDE 0 INÍCIO DA IN- DUSTRIALIZAÇÃO, OS TRABALHADORES TENTARAM DESENVOLVER ALGUMAS EXPERIÊNCIAS QUE UNI- FICASSEM SEU MOVIMENTO. E AO LONGO DAS LU TAS DA CLASSE TRABALHADORA NO PAlS, HOUVE RAM IMPORTANTES INICIATIVAS QUE CRIARAM ENTIDADES SINDICAIS NACIONAIS. MAS,TALVEZ EM NENHUMA OUTRA OPORTUNIDADE A IMPORTAN CIA DE UMA CENTRAL SINDICAL ESTEVE TAO PRESENTE COMO AGORA, NUM MOMENTO EM QUE PARA OS TRABALHADORES Ê FUNDAMENTAL ROM- PER DE VEZ COM AS PRATICAS POLÍTICAS DO PASSADO E SE AFIRMAR COMO CLASSE, DEFEN- DENDO SUA AUTONOMIA, SUA INDEPENDÊNCIA E SEUS INTERESSES ECONÔMICOS E POLÍTICOS. DAS EXPERIÊNCIAS DO PASSADO TIRAMOS LI- ÇÕES PARA PENSAR SOBRE ISSO, E AGIR. 0 sindicalismo brasileiro já possui certa tradição em centrais sindicais.nem todas tiveram a mesma importância e seu tempo de vida também variou. Todas elas enfrentaram muita repressão dos patrões e dos governos. Nunca as nossas centrais sindicais tiveram existincia garantida por lei e. nos períodos de ditaduras,seu funcionamento sempre foi proibido. Além disto, apesar de se proporem a unificar e dirigir a luta dos trabalhado res por seus interesses de classe, mui - tas vezes subordinaram estes interesses aos de outra classe. Outro problema era a prática política de cúpulas, os concha vos e os pactos com governos e autoridades. Até quando isto aconteceu? Por que? Vamos ver mais de perto, na nossa pró pria historia. cob Em 1906, o 19 Congresso Operário Brasileiro criou a COB - Confederação 0- perárla Brasileira - que tinha como prin cipios básicos a luta pelas reivindica - ções econômicas, pelo fim da exploração capitalista, pela democracia interna do movimento sindical, por sua autonomia em relação aos partidos políticos e às reli giões, por sua independência em relação terr agente 12; ao governo, pela solidariedade entre os trabalhadores em todo o mundo. Sua principal luta econômica era pela jornada de 8 horas de trabalho. A COB era organizada de forma democrática, o sindicalismo tinha várias cor rentes de opinião, onde a força princi - pai da época era o anarquismo. Uma das características principais do sindicalismo da época - e uma de suas principais fraquezas - era ser um sindicalismo de minorias, onde apenas uma pequena parte dos trabalhadores participava mais ativamente da vida sindical.me^ mo assim, tinha grande força de mobiliz ção, como mostrou em várias ocasiões principalmente na greve geral de 1917 Mas a estas mobilizações não correspon - dia uma organização mais ampla, de base, nem a clareza política de seu papel, enquanto classe trabalhadora, na luta. Outra característica, era o constante enfrentamento com o governo e a brutal repressão que sofria, com perseguições prisão e tortura das lideranças, além da expulsão dos militantes estrangeiros do país.devido a repressão que sofreu e as divisões do sindicalismo, a COB desaparece na década de 20.

13 sindicalismo cgtb Fundada em 1929, a Confederação Ge - ral dos Trabalhadores Brasileiros teve bem menos importância para os trabalhadores e suas lutas. Foi criada pelo Partido Comunista e por seus simpatizantes, e teve uma vida quase só no papel. Era básica mente uma articulação de cúpulas do movimento sindical. A CGTB se terminou na década de 30, quando o movimento sindical sofreu a forte repressão da ditadura Vargas. Foi re - cr.1 Ia em 1946, no curto período de democratização que houve. Sua política era de aceitação da estrutura sindical oficial e de diálogo e colaboração com o governo. ALGUMAS EXPERIÊNCIAS REGIONAIS Em 1947, novamente há um fechamento político e muita repressão em cima do movimento sindical. De um total de 944 sindicatos espalhados pelo país, 143 sofrem intervenção do governo, ü Partido Comunis ta e a CGTB são postos na ilegalidade. Na década de 50, houve um crescimento nas lutas do movimento sindical, com a criação de entidades sindicais regionais para comandar as mesmas. Em São Pauloíem foi criada, du rante a famosa Greve dos 300, o CGG - Co~ mando Geral de Greve - que depois se transformou uma Comissão Intersindical CIS. Mais tarde, esta Comissão Intersindi cal se transforma no PUI (Pacto de Unida" de Sindical) que também era uma articulação de dirigentes sindicais e federações. Durante 5 anos, o PUI liderou o sindica - lismo em São Paulo. Comandou ações fora da estrutura sindical, liderou greve de 500 mil trabalhadores, trabalhava em conjunto com o movimento popular e com associações de moradores. Em 1958, é substi - tuido pelo CSTCConselho Sindical dos Trabalhadores) que pretendia lutar contra a estrutura sindical vigente. Mas por ser dirigido pelas Federações e por ser ape - nas da cúpula do movimento sindical aca - bou reforçando o sindicalismo nos moldes do governo.. No Rio de Janeiro, nesta época, exis tia o CPDS (Comissão Permanente das Organizações Sindicais) que era semelhante ao PUI de São Paulo. Em 1960, surge no Rio o PUA (Pacto de Unidade e Ação) como continuidade do CPDS. Mas sua vida também é curta. Se vamos analisar mais de perto vemos que, pelas grandes mobilizações e lutas que enfrentaram, os trabalhadores sen tiam a necessidade de uma organização intersindical que unificasse estas lutas dando uma qualidade nova ao movimento.mas as propostas que houveram neste sentido não conseguiram romper com a estrutura sindical e, muito menos, criar um sindica lismo organizado pela base. As tendências mais fortes no movimento sindical da época eram pelegos, governo, PTB ( Partido Trabalhista Brasileiro) e Partido Comunis ta. cgt No início da década de 60, o país vi via com uma inflação alta ao mesmo tempo" em que passava por um período de crês cimento da industrialização. Também foi o momento de uma entrada maciça das multinacionais e de crescente desnacionaliza - ção da nossa economia. Estes fatos foram motivo para grandes mobilizações dos tra balhadores, que lutavam pelas Reformas de Base: reforma agrária, reforma do ensino, saúde, habitação... As direções sindicais sempre ameaçayam com greve geral para conquistar suas re^ vindicações, mas sempre a adiavam por moti vos externos aos interesses da classe tr balhadora. D Partido Comunista, na época' influente no movimento sindical, tinha u- ma política de pacto social com o governo 0 movimento cresce nas suas mobiliza ções. Em 1961, cria-se o CGT, Comando Geral dos Trabalhadores, fruto de todas as experiências anteriores. Também este ano terragente 13

14 sindicalismo S criada a CONTAG, Confederação Nacional" dos Trabalhadores na Agricultura, e as li gas camponesas se organizam mais e passam a ter uma importância política nacional. Foi um período de intensas mobilizações e greves pelas Reformas de Base. Ao mesmo tempo, foi um período de alianças ' com o governo. Em 1961, com a renúncia de Jânio Quadros, comunistas, sindicalistas, militares e governo se unem para garantir a posse de João Goulart. Até 63, este pac to e sempre mais forte do que os proprio interesses da classe trabalhadora. Esta e ra a política do CGT. Nes-^a época,se fortalece no movimento sindiual uma tendência de direita - pe lega - financiada pelos Estados Unidos 7 que se chamava MDS, Movimento Democrático Sindical. Eram contra as mobilizações e as greves, e trabalhavam a favor do golpe militar no Brasil. Com o golpe de março de 64, o movi - mento sindical sofreu duras perdas. Inter venções nos sindicatos,prisões de liderara ças, perseguições, assassinatos. Muitos ' sao obrigados a fugir do país. 0 governo militar passa a controlar o movimento pela repressão: proibição das greves, proibição das organizações intersindicais, a testado ideológico para cargos sindicais, política de arrocho sobre os trabalhado - res. E o CGT? 0 CGT foi totalmente impotente frente ao golpe militar. A principal razão disto foi que, na verdade, era apenas uma articulação de cúpulas, que mantinha a estrutura sindical oficial sem muita contestação e trabalhava em colaboração com o governo, apesar de levar as bandeiras da classe trabalhadora. 0 CGT não tinha orga nização enraizada nas bases. Da mesma forma que os sindicatos da época, o CGT ti ~ nha poder de mobilizar, o que não era difícil pois contava com apoio da maioria ' do governo e mesmo de militares. Nao havia organização de base nem or ganização nos locais de trabalho por onde o movimento se enraizasse e se tornasse ' forte. Esta era a maior fraqueza daquele sindicalismo. Como a estrutura sindical é viciada e permite a existência do sindica to sem a base (veja matéria sobre o Impôs - to Sindical], as direções sindicais da Is poça, que pareciam ter grande poder polit tico, na realidade não tinham nada atrás" de si que lhes desse sustentação e que se gurasse o movimento caso eles faltassem. - A distância entre o sonho das cúpulas e a realidade das bases era imensa. terr agente 14 Com isso, o movimento sindical brasj^ leiro viveu um período negro de sua histó ria. Apenas em 77, 78. começa a renascer' das cinzas, com novas propostas de reorgja nização da classe para suas lutas. Começa aí uma caminhada de reconstrução do movimento e de suas organizações onde, da cri tica dos erros do passado, surge a propos^ ta da CUT: um sindicalismo pela base, com bativo, classista, livre, autônomo e ind pendente. Ao mesmo tempo, reaparece a pro_ posta do velho CGTÍcom o nome decünclat): pacto social, unidade no imobilismo, atre lamento dos interesses da classe trabalha dora ã burguesia. Nos dias 22 e 23 de março deste ano, a CONCLAT fez um Congresso Nacional em SP onde se transformou em CGT, como se fosse uma novidade! Mas esta história a classe' trabalhadora já conhece. Esta história a classe trabalhadora já sofreu... No próximo TERRAGENTE, vamos anali - sar o movimento sindical de 77 em diante, olhando mais de perto a proposta da CUT e a proposta da CONCLAT/CGT, e o que cada u ma delas significa para osindicalismo bra sileiro. Bibliografia: Cem anos de luta da classe' operária no Brasil,Vito Giannotti, INFOR- MAR, SP; Trabalhadores, muitas lutas e uma só classe. Cadernos de Formação n?6 NEP-13 de MAID, SP; Centrais e correntes do movimento sindical. Cadernos de Formação Sin dical n 6, GEA, RS,

15 =sindicalismo CUT Regional das Missões Nos dias 15 e 16 de março, realizou - se em Santa Rosa o I Congresso da CUT. Estiveram presentes no Congresso, representantes de 8 sindicatos de trabalhadores urbanos, 8 sindicatos de trabalhado res rurais, 4 aposições sindicais, 2 asso ciações profissionais, totalizando 132 de^ legados. Além de fundar a CUT na Região, o Con gresso aprofundou a discussão sobre várias questões de interesse dos trabalhado res, destacando-se um posicionamento crítico frenta a "Nova República" e ao seu pacote econômico colocando que: "fica cia ra a necessidade dos trabalhadores apro - fundarem sua luta contra a Aliança Demo - crãtica". A Direção Executiva ficou composta por 8 cargos, inovando com a criação de uma Secretaria de Mulheres que deverá, a- lém de levar adiante a luta das mulheres, proporcionar a integração das trabalhadoras rurais e urbanas, Para promover a implantação da CUT na Região, e começar a implementação do Plano de Lutas, foram eleitos para a Diretoria Executiva os seguintes companheiros: Presidente - Jaime Schuh- Sind. Metalúrgi cos de Horizontina Vice-Presidente- Vicente Londero - trabalhador rural de base- São Luiz Gonzaga Secretário-Geral - Dilcere Costa - Sindicato Metalúrgicos de Santo Angêlo Foi debatido e assumido pela CUT Regional, o Plano de Lutas que, a nível nacional está sendo levado pela CUT. Como formas de encaminhamento, os delegados re solveram "promover intensas atividades no 19 de Maio, articulando estas atividades com as principais lutas defendidas pela CUT". Outro ponto alto de discussão no Congresso foi a CONSTITUINTE, onde foram tirados critérios para apoio a candidaturas, ficando claro que é mais importante o par tido do que a pessoa que está concorrendo. A Direção Regional eleita foi composta de 13 efetivos e 13 suplentes, mais um Conselho Fiscal com 5 efetivos e 5 suplen tes. Sec, Tesoureiro- Alberto Donel STR Cerro Largo Secretário-Rural - Elvino Gass - STR Santo Cristo Sec. Formação - Ornar Al - meida- STR Santo Cristo Sec. Organização - Luis Carlos Stamberg Sindicato Metalúrgicos de Santa Rosa Mulheres- Veatiz Pandolfo - STR Três de Maio terragente 1$

16 política agrícola ENCONTRO ESTAOUAL DE AGRICULTURA ALTERNATIVA Aconteceu em Passo Fundo, em 22, 23 e 24 de janeiro, promovido pelo Projeto Tecnologias Alternativas/FASE, CAMP, FIDE NE/UNIJUI e FAPES. Estavam presentes mais de cem pessoas, entre sindicalistas rurais, representantes de movimentos popula res(sem-terra, Assentados, Barragens e In dios), técnicos e entidades que se reuniram para discutir a importância de Tecnologias Alternativas como forma de enfrentamento das dificuldades que hoje atingem os pequenos produtores. No primeiro dia foi feita uma avalia ção do atual modelo agrícola, das alterna tivas de produção e sua relação com os mo vimentos sociais. No dia seguinte foram a_ presentadas experiências alternativas em andamento, realizados por agricultores e por entidades preocupadas com a questão. No último dia do Encontro, a discussão g^ rou em torno do tema: "Como os agricultores podem participar da construção de uma nova agricultura?". na Coordenção Política, serão escolhidos pelos movimentos em suas instâncias de d liberação. Enquanto isso, para agilizar a viabilização do Centro, funcionará uma DD missão Provisória. Cabe aqui apontar um fato que, a nojj so ver, fere,a democracia do movimento sindical combativo do Estado: os sindica listas presentes no Encontro(da Comissão Sindical do Alto Uruguai), considerando - se os únicos combativos do Estado, elegeram, no próprio Encontro, em caráter def^l nitivo, os 3 representantes. Concluindo, acreditamos na importância da criação desse Centro de Tecnologias Alternativas, proposta pelo Encontro, mas, para que ele cumpra seus objetivos, é necessário que seja um pólo aglutinador de todas as forças progressistas que a- tuam no campo, Dessa necessidade de construir uma nova agricultura, surge a proposta da criação de um Centro de Tecnologias Altejr nativas, com o objetivo de realizar pes - quisas e difusão dessas tecnologias,asses_ sorando os movimentos populares. Essa ini ciativa é de grande importância para os movimentos no campo que, tendo a sua disposição tecnologias simples, eficientes e de baixo custo, terão mais força para resistir na terra. Comporão o Centro, um Conselho Tecni co, formado por agricultores e técnicos, e uma Coordenação Política, onde são re - presentados os sindicalistas combativos do Estado (3 pessoas), Movimento dos Sem- TerraC 2 pessoas), dos Assentados (2 pessoas), contra as Barragens (2 pessoas), das Mulheres Trabalhadoras Rurais(2 pes - soas), dos Jovens da Roça (2 pessoas) e dos lndios(2 pessoas). Os representantes de cada movimento terr agente 16;

17 política agrícola BOICOTE Desde o início de fevereiro os pequenos agricultores vinham se mobilizando em todo o Estado para a organização de um mo vimento que reivindicava a moratória das dividas com os bancos, Com a verdadeira crise econômica gera da pela seca o movimento desenvolve - se com grande força e sua pauta de reivindicações é a seguinte: - Moratória com prazo de cinco anos para o pagamento, tendo dois anos de carênciae taxas de juros de 3% e 35% de correção mo netária, para produtores que pediram em T préstimos de até 500 GRTNs. - Liberação de um crédito de. manutenção de 2 a 7 milhões de cruzeiros(hoje de 2 a 7 mil cruzados) para as famílias de pequenos agricultores com prazo de 5 anos, 2 de carência e taxa de juros de 3% a 35% de correção monetãria. - Crédito de custeio para a próxima safra com taxas de juros de 3% a 35% de corre - ção monetária para os pequenos agricultores. - Liberação de quotas de milho destinadas a suínos, aves e pecuária leiteira direta mente pela Companhia de Financiamento da Produção (CFP), ou seja, sem a intermedia ção da bolsa de cereais. - Linha especial de crédito para investimentos a mini e pequenos produtores desti nado à irrigação e aquisição de implementos agrícolas com as mesmas condições de pagamento dos itens anteriores - Criação de frentes de trabalho em localidades, em construção de obras de interes se comunitário e na implantação de hortas comunitárias. - Urgente execução dos planos regionais de Reforma Agrária, Estas reivindicações eram levantadas não só pelos agricultores gaúchos, mas também pelos catarinenses, paranaenses paulistas e matogrossenses do Sul, todos eles também atingidos pela seca. 0 movi - mento, portanto, já apresentava um cará - ter nacional e prometia finalmente fazer a "Nova República" se cocar para resolver alguns dos problemas dos trabalhadores do campo. Alias, o governo já estava assustado com as proporções que o movimento poderia tomar, já que os agricultores prometiam ' radicalizae seus atos caso não fosse toma da nenhuma atitude por parte do governo a té o dia 3 de março.a Assembléia da FETAG do dia B de fevereiro tinha decidido que' o dia 3 de março seria a data de incio' dos piquetes em frente às agências de ban_ cos, impedindo o seu funcionamento,caso o governo não atendesse a série de reivindi cações feitas pelos agricultores. Esta de cisão também foi tomada pelas diversas Fe derações de agricultores dos outros estados envolvidos no movimento. Os agricultores do Oeste catarinense já pretendiam, além de interditar os ban cos, fechar também as principais roduv/ias e agroindústrias, para não permitir que os produtos saissem do Sul do Pai'". Tudo, portanto, estava se encamir/hando para a deflagração de uma forte pressão sobre o governo, para obrigá-lo a resolver os problemas gerados pela seca. Mas, como todos sabem, ant';s do dia 3, ou melhor, no dia 28 de fevereiro foi lançado o famoso "pacotão". 0 seu lança - mento deixou todo mundo muito confuso pois de repente não havia mais correção monetária, os preços e os salários estavam congelados, desaparecera a GRTN e o cruzeiro, e tudo o mais que agora esta - mos começando a nos acostumar.

18 política agrícola Finalmente o "pacotão" não solucio - nou nenhum dos problemas causados pela seca. Mas a FETAG, ao que parece, não compreendeu isto e imediatamente cance - lou o movimento do dia 3 alegando a ne - cessidade de avaliação do pacote. 0 Sr. Ezídio Pinheiro, presidente da FETAG parecendo ter se arrependido do que ha - via dito antes na imprensa ("Se não for por bem será na marra que o pequeno agri cultor conseguirá a moratória para as suas dívidas"]*, começou a fazer declarações sobre as conseqüências do pacote e simplesmente se esqueceu de que havia assumido um compromisso com a categoria que representa: o compromisso de encaminhar a luta pela moratória da dívida dos agricu^ tores. 0 movimento acabou se restringindo a alguns municípios isolados, nos quais haviam sindicatos conscientes e fiéis aos interesses da sua categoria. Apenas nos municípios de Porto Lucena, Santo Cristo, Alecrim, Tuparendi e Três de Maio os agri cultores organizados, bloquearam, com suas máquinas, agências do Banco do Bra - sil, Banrisul e Caixa Econômica Federal. /^ 5TE PACOTE O ( ^AfcNEV VÍÃO MUCOf, \ NADA. 50' C-ON É claro que muitos aspectos da pauta de reivindicações precisariam ser alterados em função das mudanças provocadas pelo decreto-lei do dia 28. Nas todos nós sabemos que as conseqüências da seca continuam aí e o movimento em sua essência não iria perder o seu valor. Então por que a desmobilização? Porque a espera? De quem e a culpa desta passividade toda, enquanto o agricultor passa fome? J 'mf^' V HOMEM QQ k r _CRnpo terr agente 18=

19 política agrícola O Dia 3 cm Santo Cristo Em Santo Cristo, um dos municípios em que o movimento foi realizado conforme o programado, a participação dos agricultores e da própria comunidade dificilmente poderia ter sido melhor. Ja no começo da manhã, havia pato de 700 agricultores e agricultoras prontos para iniciar o bloqueio dos bancos. No entanto, o bloqueio so co meçou no^período da tarde, porque os bancos jâ haviam sido fechados na ma nhã daquele dia por ordem do governo. Por isto, durante a manhã o sindicato reuniu o pessoal e aproveitou para fazer uma grande reunião, onde fo ram discutidos assuntos como Constituinte, Reforma Agraria e Política A grícola. No período da tarde, deu pra ver que o pessoal estava mesmo interessa do em bloquear os bancos, porque gran de parte dos que foram embora durante a manhã voltaram de tarde. As pes soas foram divididas em comissões. Cã da comissão ficou encarregada de blo quear um banco, procurando fechar to das as saídas do mesmo. Desta forma foi possível realmente impedir o fun cionamento de todos os bancos da cidade durante a tarde do dia 3. Varias coisas contribuíram para o bom andamento do movimento durante todo o dia. Uma delas foi que os gerentes dos bancos se dispuseram a fa zer uma explanação aos participantes sobre as mudanças provocadas pelo pa cote, o que interessou ainda mais as pessoas a participarem do bloqueio. Outro fato relevante foi o apoio manifestado pela comunidade ao movimento. Tanto a rádio local quanto a prefeitura, a população da cidade e os próprios funcionários dos bancos apoiaram e contribuíram para o bom andamento do dia 3. Tanto ê que nem foi preciso estacionar as máquinas agrícolas em frente aos bancos, conforme havia sido combinado no inído. Durante a tarde foram distribuídos panfletos a população, explicando os motivos do bloqueio e a importância daquele ato político. Isto contribuiu muito para que a população da cidade compreendesse e desse seu apoio ao ato. Um fato importante, e que deve ser registrado aqui, foi a expressiva participação das mulheres trabalha doras rurais no movimento durante to do aquele dia. As mulheres estiveram presentes em todos os momentos do ato, quer participando das discussões, quer ajudando no bloqueio ou na fiscalização de todo o material que entrasse ou saísse dos bancos. Os bancos só foram liberados pelos agricultores no final da tarde, lã pelas 6 horas. Todos se sentiam vitoriosos pelo movimento do município ter sido forte e bem organizado, e por ter funcionado tão bem. Mas ao mesmo tempo se sentiam frustrados,pqr que sabiam que aquele ato, como alguns outros realizados na região, se ria um ato isolado no estado que aca baria não sendo suficiente para inco modar o governo. Todos sentiam-se, no fundo, como que traídos pela decisão da FETAG de desmobilizar o movimento em todo o Rio Grande do Sul. O o terragente i 9;

20 a luta pela terra 9» ROMARIA DA TERRA A 9^ Romaria da Terra realizada em no latifúndio conhecido cano Fazenda Anoni, de aproximadamente 9500 ha totalmente improdutivos, foi em solidarie dade e apoio aos acampados que ali se en^ contram, desde o dia da invasão ( ). Tanto a invasão quanto a Romaria da Terra são uma resposta de repúdio ã tímida e nebulosa proposta do Governo con o Plano Nacional de Reforma Agrária (PNRA). Cerca de pessoas estiveram presentes nessa ronaria, que de uma forma ou de outra deram o seu apoio a esses companhei. ros de luta. São famílias con pessoas, entre adultos e crianças, que a- li acanparam, para não saírem dali sem um pedaço de terra onde possam plantar. pensam, eles semente querem terra trabalhar. para Outra coisa: todas as famílias acampadas de uma forma ou de outra desenvdvem uma atividade produtiva, desde o cultivo da terra (110 ha) ao artesanato e ã fabri cação de erva-mate. Cabe ressaltar isso para desmascarar as pessoas que sem conhe cerem a realidade taxam os acampados de "vagabundos". A importância do acampamento se dá pelas experiências coletivas. Tu do é decidido e feito em conjunto. Inclusive a lei do acampamento é feita e votada por eles, e tudo funciona por comis- A Romaria da Terra é organizada pela ala progressista da Igreja, tendo apoio do sindicalismo mais combativo, destacando-se a Central Onica dos Trabalhadores. Durante o dia se desenvolveu diverses temas, como: - Reforma Agrária - Constituinte - Política - Sindicalismo. Instalados em barracos precários cem escassez de alimentos e alto grau de desnutrição (principalmente as crianças), so frem muito, mas com garra para a luta, pois ao contrário do que muitas pessoas Qtibora nenhum desses assuntos fossem mais aprofundados, ficou claro que o nível de consciência e a própria organização dos trabalhadores vai avançando. Nós debates ficou claro que a "Nova República" nada mais foi e é do que uma forma de iludir os trabalhadores. De todas as manifestações que houve, ressaltamos a necessidade dos trabalhadores fortalecerem as suas entidades de classe, e que não se deixem iludir cemo aqueles trabalhadores que vivem traindo a classe, ou aqueles que se dizem defensores dos trabalhadores só no discurso. Reforma Agrária, já. Ou ocupação de terra. terragente 20

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