11/11/11 11 anos, 11 histórias

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1 11/11/11 11 anos, 11 histórias Introdução E de repente, não mais que de repente (como diria Vinicius), chega o curioso dia 11/11/11, e me dou conta do decurso de 11 anos de crônicas políticas. Sim, textos inspirados no inesgotável, folclórico e tragicômico manancial de fatos insólitos produzidos diuturnamente por nossos políticos dos três Poderes, nas três esferas, mas particularmente os federais e os fluminenses / cariocas. Desculpe-me, leitor, pela propaganda enganosa - não são 11 histórias, mas 65 número nada eufônico (ou eugráfico???) para um título. Entretanto, = 11, bem melhor, ajusta-se ao tema, rima com bronze, liga que contém cobre, o elemento nº 29, e 2+9=11. Vai daí... Não, não pretendo me comparar ao admirável Sebastião Nery, que nos brindou com seu Folclore Político, nos anos 70 obra-prima de leitura obrigatória para quem pretende entender os meandros da política brasileira. Permanece atual, mesmo relatando episódios desde a República Velha, pois que mudam os atores e os cenários, mas os enredos... Não, quem sou eu... O que aqui vai são textos curtos, publicados entre 2001 e 2011 nos mais variados jornais e revistas, distribuídos por pouco mais da metade das Unidades da Federação. A linguagem é um tanto cáustica, admito-o, mais inspirada em Elio Gaspari do que em Merval Pereira, conquanto salpicada, aqui e ali, de incursões nas áreas do bom-humor e da ironia, fruto talvez de muitas leituras e releituras de todas as obras do impagável e saudoso Sérgio Stanislaw Ponte Preta Porto. Historia magistra vitae a História é a mestra da vida -, ensinou-nos Caius Tullius Cicero em seu magistral De Oratore. Assim, parece-me fundamental mantermos acesa a lembrança de certos episódios marcantes de nosso passado recente, para, se possível, de alguma forma por exemplo, botando a boca no trombone - impedirmos que eles voltem a ocorrer. Ou, no mínimo, protegendo-nos de suas consequências...ainda que Karl Marx acreditasse que a História só se repete uma vez como farsa. Todavia, fico com o magistral George Santayana um povo que não conhece seu passado está condenado a repeti-lo. Mas chega de prolegômenos. Vamos aos causos que tenho a lhes (ou les, como dizem meus amigos gaúchos) contar. Boa diversão, leitores. Agradecerei receber seus comentários pelo Cariocamente, O Autor Página 1 de 97

2 Sumário Ano Nº e Data Título Pg de abril de 2001 Cooptando a oposição de abril de 2002 Soldados da Fortuna de abril de 2003 Terror em Havana de novembro de 2003 Pelo voto nulo de dezembro de 2003 O bando de Generais de junho de 2004 Reforma Política de outubro de 2004 Futuro grandioso de janeiro de 2005 Nem Shana Khan Nem Herman Kahn de junho de 2005 A cabeça de Delúbio de outubro de 2005 Referendo: vote NÃO!!! de janeiro de 2006 Voto nulo de abril de 2006 PT seduzido de abril de 2006 Quem se anula, Luiz Garcia? de maio de 2006 Terrorismo à brasileira de fevereiro de 2007 Da Segurança Pública de março de 2007 Violência e sobrevivência de junho de 2007 Pizza em Cafeteira de setembro de 2007 Os Militares e a Esquerda de novembro de 2007 Império do Brasil de novembro de 2007 Mordomias de dezembro de 2007 Tragicomédia Brasileira de janeiro de 2008 Don Fidel de La Mancha de fevereiro de 2008 Lei antifumo de setembro de 2008 (Des)acordo ortográfico (I) de dezembro de 2008 Sobre a Estratégia Nacional de Defesa de dezembro de 2008 (Des)acordo ortográfico (II) de fevereiro de 2009 Foquismo de Massas de junho de 2009 Fora Todos! de março de 2009 Vinte anos depois de março de 2009 Fechar o Congresso de junho de 2009 A Escola era risonha e franca de julho de 2011 Tragédia Greco-brasileira de setembro de 2009 Lula, o Rei da América Lat(r)ina de outubro de 2009 A Guerra do Rio de janeiro de 2010 A Comissão Nacional da Verdade de fevereiro de 2010 Homossexualismo nas Forças Armadas 49 (Continua...) Página 2 de 97

3 Ano Nº e Data Título Pg de fevereiro de 2010 A Bandeira do Mercosul de maio de 2010 Fechar a Rio Branco??? de maio de 2010 Voto nulo não anula! de junho de 2010 Parada Gay e Voto Homofóbico de outubro de 2010 O racismo (???) de Lobato de novembro de 2011 Mérito Legislativo para o MST de abril de 2011 Mais um referendo de abril de 2011 Inconfidentes Terroristas de maio de 2011 Kit Gay Indignei-me!!! de maio de 2011 A Novilíngua do MEC de maio de 2011 As milhares???!!! de junho de 2011 Adeus às armas de junho de 2011 Livre Pensar de agosto de 2011 Os Doze Trabalhos de Dilma de agosto de 2011 Um nome para a Defesa de agosto de 2011 Indignemo-nos! de setembro de 2011 Uma possível reforma ministerial de setembro de 2011 Controle Social da Mídia de setembro de 2011 Ausências no Palanque de setembro de 2011 A propósito do ENEM de setembro de 2011 Comichão de verdade de outubro de 2011 Comissão da (In) verdade de outubro de 2011 Movimento contra a corrupção de outubro de 2011 O Rio é a Geni de outubro de 2011 Bandeiras contra a corrupção de outubro de 2011 Do revisionismo histórico de novembro de 2011 Lobo Mau, o retorno de novembro de 2011 Nem Martha ENEM Haddad de dezembro de 2011 Muito além do futebol 96 Página 3 de 97

4 de abril de 2001 Cooptando a oposição É compreensível, à luz da tradicional praxis política brasileira, a iniciativa governamental de tentar cooptar aliados em partidos de oposição, com visitas à conquista de maioria no Senado, e certamente oferecendo alguma substanciosa contrapartida, consentânea com os interesses pessoais dos alvos da infeliz manobra. Conquanto compreensível, é lamentável tal arremedo de estratégia: de um lado, porque integralmente desprovida do atributo maior da arte da política - a sutileza; de outro, por ferir mortalmente princípios filosóficos que deveriam embasar o exercício dessa arte tão nobre, de conduzir agrupamentos humanos ao bem comum. Se não, vejamos: o poder pertence a nós, o povo; ao sufragarmos nossos mandatários, cedemos-lhes parte desse direito que temos, de exercer o poder, autorizando-os inclusive a nos tributar; em contrapartida, assumem eles o dever de bem exercerem o poder em nosso nome, de bem aplicarem o numerário que lhes confiamos, de bem conduzirem nossos destinos; essa, a essência do Contrato Social, ou mesmo da democracia indireta, desde, talvez, a Magna Carta inglesa, de 1215, promulgada pelo rei João-Sem-Terra: "no taxation without representation", esse elo entre a Nação e o Estado se faz por meio de Partidos Políticos: agrupamentos humanos organizados que definem, dentre outros dados relevantes, os Objetivos Nacionais que acreditam ser a cristalização dos anseios do povo e por cuja conquista pretendem lutar; as Estratégias que adotarão para atingi-los; os Recursos que empregarão para esse fim; a Visão de Futuro que prospectam para o país; e os Valores que cultuam; em suma, os Partidos são os formuladores e guardiães de um ideário, consubstanciado em seus Manifesto, Estatutos e Programa;e o povo, ao ceder parte de seus direitos, pelo voto, a um Partido, fá-lo precisamente porque, ao menos em tese, crê nesse ideário que lhe foi proposto. Assim, não pode ser lícito aos integrantes de um Partido, detentores temporários de mandatos que não lhes pertencem, mas a quem os elegeu em nome de um ideário, bandearem-se para terrenos opostos. Não se configura aí uma leve ilicitude, mas um grave delito: a apropriação indébita dos votos - ou dos direitos - de cidadãos, tanto quanto dos tributos a que foram submetidos. É burla à boa-fé. É não corresponder à confiança depositada. Em outras palavras, é traição. Dir-se-á que nada é imutável, que a vida evolui a cada instante, sendo factível mudar-se de opinião. Sem dúvida. Adaptar-se a novos tempos, a novas circunstâncias, pode até mesmo ser Página 4 de 97

5 prova de inteligência, ainda que manter-se fiel a princípios antigos não constitua, necessariamente, prova de ignorância. Mutatis, mutandis. Que se mude de opinião, pois, mas por vias mais dignas e nobres. Por exemplo, abdicando-se do mandato conquistado em nome da defesa de idéias nas quais não mais se acredita. E permanecendo-se inelegível por toda a legislatura subseqüente à que vigia quando da abdicação. Agir de maneira oposta é igualar-se a Iscariotes, na busca dos trinta dinheiros ofertados por Caifás. Que não os receberá de volta, quando o arrependimento sobrevier. E aí só restará o caminho da auto-imolação. Página 5 de 97

6 de abril de 2002 Soldados da Fortuna É inevitável : como nas "sístoles e diástoles" de que nos falava o General Golbery, a cada vez que a violência urbana recrudesce, retorna à baila a tese do emprego dos militares em seu enfrentamento. E as Forças Armadas, a seu turno, reiteram, com justa razão, o contraargumento de que tal não é possível, porque militares não são adestrados para capturar meliantes, mas para provocar baixas humanas e destruir artefatos e instalações, em quadro de conflito declarado. Mas se o apelo direto não funciona, engendram-se os indiretos: agora, sugere-se que os responsáveis pela fantástica ousadia atual dos bandidos, que impõem suas "leis" aos pacíficos habitantes das cidades, são ex-militares das Forças Armadas - particularmente pára-quedistas do Exército e Fuzileiros Navais - supostamente versados em sofisticadas táticas e técnicas de guerrilha e contra-guerrilha. Assim, sub-repticiamente, inocula-se nas mentes dos cidadãos a idéia de que, para neutralizar essa moderna horda de bárbaros, impõe-se lançar contra eles quem melhor os conhece, quem lhes teria ministrado tais conhecimentos: seus antigos pares e superiores das corporações que um dia integraram. Todavia, em momento algum se faz menção a três outras importantes facetas do problema: Muito mais que ex-militares das Forças Armadas, atuam nas facções criminosas, sabidamente, inúmeros maus ex-policiais, civis e militares, estes das Forças Auxiliares, igualmente conhecedores daquelas técnicas, e, o que é ainda mais relevante, trazendo consigo vasta experiência de combates reais, ou seja, "batismos de fogo", de que a maioria dos exsoldados do Exército da Marinha não dispõe, eis que em seu tempo de caserna limitaram-se a realizar exercícios em que o inimigo era fictício, muito ao contrário do que ocorre com policiais; raciocinemos, pois, analogamente - nada melhor que outros policiais, para combater expoliciais; Os ex-militares das Forças Armadas que, ao que consta, adestram bandidos, são apenas Cabos e Soldados, que passaram pouco tempo em serviço militar, receberam simplesmente ensinamentos rudimentares e realizaram poucos e incipientes exercícios, dadas as crônicas restrições financeiras daquelas instituições, que limitam drasticamente desde a munição para adestramento até as refeições para a tropa. Fossem eles ex-oficiais e ex-sargentos com longa experiência na carreira, aí, sim, poder-se- ia supor sofisticado o treinamento dos bandidos. Imaginar o oposto é desconhecer uma das atividades mais sérias do Brasil: a instrução militar. Assim como não se ensina cálculo diferencial a crianças do primário, também não se Página 6 de 97

7 repassam, a Cabos e Soldados temporários, conhecimentos profundos sobre a Arte da Guerra; e Os bandidos que nos infernizam não têm apenas conhecimentos de técnicas de combate, mas dispõem de um fantástico arsenal de armas estrangeiras, cuja entrada no Brasil deve ser investigada e coibida não exatamente pelas Forças Armadas; e quem patrocina esse contrabando macabro não são propriamente os "soldados do pó" que habitam os morros, mas os "colarinhos brancos" que circulam impunemente, em seus Cherokees e congêneres, pelos lugares mais sofisticados e caros do país. Mas se a sociedade brasileira deseja ver as tropas na rua, combatendo traficantes e afins, que assim seja. Impõe-se, entretanto, que, antes de tudo, nossos hesitantes políticos decretem o estado de sítio, ou seja, declarem de jure o estado de guerra que já vivemos de facto, para que se suspendam todas as garantias individuais, particularmente os "direitos humanos" de assaltantes, homicidas, seqüestradores e os privilégios dos poderosos que os acoitam, para que os abnegados e mal-remunerados militares das Forças Armadas, ao término dessa hecatombe, em que sem dúvida morrerão bandidos, inocentes e muitos dos próprios militares, não vejam repetir-se a História como farsa, voltando a ser execrados e condenados pela mesma sociedade que implorou por sua intervenção. Página 7 de 97

8 de abril de 2003 Terror em Havana Há exatos sete dias, O Globo divulgava, sob o título "Paixão por Cuba", um surrealista encontro realizado em Brasília, entre altas autoridades do governo petista, regado a mojitos e embalado por música caribenha, no qual se comemorava a indicação de Tilden Santiago para a embaixada brasileira naquele país. Na ocasião, o Ministro José Dirceu, dentre outros arroubos, declarou-se um "brasileiro cubano ou cubano brasileiro", chamou Fidel de "seu comandante", fez blague com o lema do Exército Brasileiro - o "braço forte" e a "mão amiga" que ele teria encontrado em Cuba - e manifestou seu desejo de curtir o 1º de maio por lá, não se sabendo ainda quem custearia essas férias. Já o novel embaixador, que não é diplomata de carreira e foi premiado com essa sinecura por ter sido rejeitado nas urnas pelo mesmo povo que sustentará seus gastos, declarava preferir tocar saxofone na Bodeguita, ao invés de ir para a embaixada. Tudo sob as bênçãos de Frei Betto, o alter-ego espiritual do presidente Lula. Nada contra o fato de o Ministro José Dirceu e seus companheiros (ex-?) trotskistas apreciarem mojitos e música caribenha, ao invés de algo mais brasileiro; gosto não se discute; espera-se apenas que suas libações não tenham sido custeadas pelos cofres públicos, assim como a passagem aérea para Cuba no feriado de 1º de maio, que o Ministro pretende curtir por lá. Que subservientemente se dirijam a Fidel Castro como seu "comandante", também não espanta: amor próprio não é fracionável - ou se tem, ou não. E o culto à personalidade é um velho princípio marxista - leninista, cuja regra primeira - despojar-se de amor-próprio - os seguidores dessa ideologia cumprem à risca -. Todavia, é deplorável considerar-se, o Ministro, um "brasileiro cubano", ou um "cubano brasileiro". Não o seria, se essa identificação se desse com o honrado e sofrido povo cubano; mas ela se dá, na realidade, com o regime ditatorial que há quarenta e quatro anos ali detém o poder. Espera-se que o Ministro e seus companheiros não voltem a querer implantá-lo no Brasil, como tentaram infrutiferamente, nos anos 60. É lamentável afirmar que a geração que chegou ao poder com Lula deve muito a Cuba, pois o produto mais exportado de lá para o Brasil foi o revolucionarismo, que embasou organizações subversivas, em algumas das quais militaram o Ministro e seus amigos. A não ser que a dívida apontada seja exatamente essa. É triste ver o Ministro declarar ter encontrado na ditadura cubana o "braço forte e a mão amiga". Não que Cuba não seja digna de cultuar tais valores; mas simplesmente porque essa Página 8 de 97

9 expressão é o lema do Exército Brasileiro, com a qual o Ministro ironicamente fez blague, talvez porque lhe doa ainda a derrota sofrida no passado. É ofensivo à memória de Tiradentes e Maria Quitéria ouvir do Ministro que Cuba, onde a liberdade é uma miragem, seja uma mistura de Minas Gerais e Bahia, Estados que se levantaram em armas precisamente em nome da liberdade. É repulsivo, por fim, ver um indivíduo rejeitado nas urnas pelo povo ser premiado com sinecura regiamente sustentada com os impostos pagos por esse mesmo povo. E mais repulsivo ainda é ouvir do agraciado que preferirá a Bodeguita, onde tocará saxofone, a seu local de trabalho. Mas em tudo isso, valeu pelo menos vermos confirmar-se o secular brocardo latino - in vino veritas - ou mais precisamente "in mojito veritas". Pois graças ao mojito foi que descobrimos não serem exatamente verde-amarelos os corações de alguns dos que detêm hoje a responsabilidade de gerir nossos destinos. E já que amam tanto a ilha de Fidel, melhor será que por lá se radiquem. De nossa parte, dir-lhes-emos apenas que se vaian bien. O repúdio a tais manifestações de absoluta falta de patriotismo veio apenas sob a forma de duas tímidas cartas, publicadas no dia seguinte. Mas hoje, por fim, veio o desagravo, no excelente editorial "Terror em Havana", em que O Globo mostra, mais uma vez, a verdadeira face, cruel e retrógrada, da ditadura cubana, e cobra atitudes das autoridades brasileiras que idolatram aquelas plagas. Com a palavra, pois, o Ministro José Dirceu e seus colegas da confraria do mojito. Ou o próprio presidente Lula. Página 9 de 97

10 de novembro de 2003 Pelo voto nulo O governo e o partido eleitos pela esperança que venceria o medo aumentaram o número de cargos públicos e premiaram com sinecuras seus apaniguados, em particular os derrotados nas urnas; quem os rejeitou pela via legislativa, está tendo de engoli-los via atalhos do executivo. Senadores, Deputados Federais e Estaduais e Vereadores só legislam em causa própria ou de seus protegidos, para manterem suas mordomias e atenderem demagogicamente aos pleitos corporativistas de seus currais eleitorais. Policiais de todos os tipos, empresários, funcionários públicos e políticos envolvidos com o crime. Corrupção desenfreada do Oiapoque ao Chuí. Quase 100% das Prefeituras falidas pelo desvio de recursos públicos e o empreguismo. Juízes que vendem sentenças. Advogados...melhor nem falar. Faliu o Fome Zero, mas continuam de vento em popa o Segurança Zero, a Saúde Zero, a Educação Zero, a Aposentadoria Zero e o Emprego Zero, ao lado do Burocracia Total, Tributação Total, Devastação Ecológica Total, Demagogia Total, Nepotismo Total, Fisiologismo Total e similares. Substituir o esclerosado ordenamento jurídico que pune os honestos e protege os bandidos, por leis simples, de 1º mundo...nem pensar! Se podemos complicar, para quê facilitar? Não há saída: ou votamos nulo em 2004 (em branco, jamais! algum esperto saberá usá-los em seu proveito), para mostrarmos nossa repugnância a tudo isso, ou continuaremos compactuando com a insânia que grassa neste país desde Página 10 de 97

11 de dezembro de 2003 O bando de Generais Respeitosamente discordo de alguns amigos que se ressentiram do fato de o Presidente Lula ter se referido a generais e soldados como "bando". Uma vez mais, nosso líder estava criando suas metáforas, fora do planejado por seus aplaudidos "ghost-writers", e mostrando sua erudição: pelo discurso do Comandante do Exército, acabara ele de "ouvir estrelas" - canto XIII da "Via Láctea", de Bilac - e com tal deve ter se entusiasmado, em que pese talvez algum assessor ter retrucado - "certo, perdeste o senso!". Mas Lula, que "muita vez desperta para ouvi-las, pálido de espanto", de imediato subiu ao Parnaso e lá buscou o canto XII da mesma obra, onde se lê - "E tudo me falou, tudo! Escutando / Meus passos, através da ramaria, / Dos despertados pássaros o bando:/ Vai mais depressa! Parabéns!" dizia. Em suma, o Presidente, na realidade, amaciava o ego de generais e soldados, comparandoos a pássaros que o cumprimentavam por seu brilhantismo, antes que, desastradamente, deixem cair algo sobre sua cabeça. Página 11 de 97

12 de junho de 2004 Reforma Política Nossos políticos, nos três Poderes, nas três esferas, tornaram-se amorais. E boa parte da população vai, inevitavelmente, seguindo seus exemplos nefastos. Vivemos, cada vez mais intensamente, o "liberou geral", o "levar vantagem", o domínio da "esperteza", tudo fruto da impunidade e da tolerância, ou melhor, da covardia moral. Não há saída fora da Reforma Política - "mãe de todas as reformas" (e a tributária é o "pai"). Aí vão, pois, algumas sugestões, com fulcro no fundamento maior da democracia - o poder pertence ao povo, que cede direitos (principalmente o de tributar) aos políticos, os quais, em contrapartida, têm o dever de exercer impecavelmente seus mandatos, em prol do bem comum desse povo. Resta saber se o patrimonialismo, o nepotismo, o fisiologismo, a plutocracia, o "toma-lá-dá-cá", o "é dando que se recebe" e outras mazelas aqui reinantes desde 1500 permitirão que se adotem as seguintes propostas: Cadeia para os praticantes das mazelas citadas; Voto facultativo; Voto distrital misto; Cláusula de bloqueio - partidos que não conseguirem os índices mínimos de "x%" de votos em "y%" de Estados perdem o registro; Financiamento das campanhas segundo o modelo norte-americano, com transparência total; se for só público, vamos pagar a conta inutilmente, pois o caixa dois vai continuar a existir; Fidelidade partidária; quem trocar de partido perderá o mandato e só poderá concorrer a qualquer eleição depois de 4 anos; Apenas 2 senadores por Estado, como nos EUA, com mandato de 4 anos; Mudança no cálculo de Deputados Federais em função do eleitorado e redução drástica de sua quantidade; Redução drástica dos números de Deputados Estaduais e Vereadores; Em municípios pequenos, Vereadores não devem ser remunerados; Mantido o 2º turno para PR, Governadores e Prefeitos; Mandatos de 4 anos, com direito a uma reeleição consecutiva para PR, Governadores e Prefeitos; sem limite para os cargos legislativos e para eleições não consecutivas aos três cargos do Executivo; Página 12 de 97

13 Férias de apenas 30 dias para todos os cargos eletivos; exigência de jornada mínima diária de trabalho; fim das convocações extraordinárias, salvo em emergências nacionais; Redução drástica de todas as facilidades concedidas a detentores de mandatos eletivos (auxílio paletó etc ); Proibição, por lei, de contratação de parentes até o 2º grau, por titulares de cargos públicos, nos três Poderes, nas três esferas; Fim do voto para menores entre16 e 18 anos, ou responsabilização penal dos que tirarem o título; Fim do voto para analfabetos; isso estimula o analfabetismo; Fim do processo de indicação de Suplentes de Senadores sem concorrerem às eleições; Fazer voltar à condição de Distritos os Municípios que, criados nos últimos dez anos, continuam sem gerar recursos, tendo sido sustentados por verbas federais; Extinção dos cargos de Vice-Presidente, Vice-Governadores e Vice-Prefeitos; os substitutos dos titulares serão os previstos na legislação, em seqüência aos Vices (presidentes das Câmaras e Assembléias etc); Regulamentação, por Lei Complementar, do parágrafo 9º do Art. 14 da CF, que dispõe sobre a moralização do processo eleitoral, o que inclui as limitações a candidatos em função de suas vidas pregressas; Eleições sempre em 15 de novembro já é feriado; eventuais segundos turnos no domingo mais próximo de 15 dezembro; a informatização total do processo eleitoral nos permite acelerá-lo; o Brasil é referência mundial nesse campo; e Posse de eleitos em 15 de março do ano subseqüente ao pleito jamais em 1º de janeiro. Página 13 de 97

14 de outubro de 2004 Futuro grandioso Nos anos 70, um policial renomado comentou, em entrevista - não exatamente com essas palavras - que "uma bofetada no Leblon dá mais Ibope e confusão que tiroteio em Belfort Roxo". Estão aí as manchetes, as Cartas de Leitores e as Notas de Redação dos últimos dias - em que o Leblon virou notícia - para comprovar esse axioma, que nos permite antever um futuro grandioso para o Brasil: Boas partes, tanto de chiques e famosos que aparecem em "Caras", quanto de pés-dechinelo que "O Povo" estampa, continuarão a dar suas cafungadas e seus tapas, contribuindo para o faturamento semanal de US$ , só na Rocinha; Parte da Polícia Federal continuará a ser leniente com a entrada de armas e drogas no país; As "bandas podres" das Polícias Civil e Militar, e da Polícia Rodoviária Federal, continuarão a praticar seu joguinho gangsterista de extorquir dinheiro de bandidos e assegurarlhes livre trânsito; O Sistema Penitenciário (isso existe?)...continuará sendo administrado por Fernandinho Beira-Mar; As TV's continuarão a fazer a apologia do consumismo desenfreado, da hipersensualidade, da "esperteza", da "malandragem", do "liberou geral", enfim, da dissolução moral; Os poucos gatos-pingados que as Polícias prenderem serão logo soltos por advogados corruptos, sustentados pelo pó, que defendem inclusive o voto dos presidiários; O Judiciário continuará imoto e mais preocupado com suas benesses e com a beleza semântica de suas sentenças; enquanto sua parcela também corrupta persistirá na venda de habeas corpus e sentenças de abolvição; O Congresso Nacional não mudará as leis no sentido de agravar o Código Penal e de agilizar o Judiciário, porque nada disso lhe interessa; não fará reformas política, tributária, administrativa e do judiciário que sejam dignas desse nome, mas apenas remendos; porque com reformas para valer, perderá muitas de suas sinecuras. Os cargos públicos continuarão a ser moeda eleitoral; o compadrismo, o apadrinhamento, as "patotas", "igrejinhas", "curriolas" e quejandos são instituições sacrossantas - "em time que está ganhando, não se mexe...". E assim, por essas brechas, o banditismo continuará a se infiltrar e envenenar o tecido social; mas junto com ele, virá também a descrença absoluta da sociedade em todas as instituições políticas; Página 14 de 97

15 As FARC continuarão a penetrar na Amazônia e em outras regiões, elegendo Prefeitos, Vereadores e outros políticos, aumentando ainda mais o poder paralelo que já vêm implantando; O Ministério Público será amordaçado; Os Poderes Executivos e Legislativos Estaduais e Municipais continuarão a permitir a proliferação de favelas, a especulação imobiliária, os danos ao ambiente e outras mazelas, tanto quanto manterão em níveis abaixo da crítica a prestação de serviços públicos como a educação, a saúde, os transportes, a energia, o saneamento, a urbanização, a segurança; investirão, sim, em propaganda, para garantirem seus votos, que perderão se subirem os morros atrás de bandidos; mais vale contratar o Duda Mendonça do que prender Dudu e Lulu; viva a demagogia! viva o nepotismo! viva o fisiologismo! A parcela "progressista" da Igreja Católica continuará a rezar pela cartilha de Antonio Gramsci, defendendo o MST, inclusive lavando os pés dos sem-terra, e posicionando-se contra o planejamento familiar e o uso da camisinha; A Igreja Universal continuará a angariar fundos dos desesperançosos que nela acreditam; cobrará~bem caro para "tirar Satanás" do corpo dos ingênuos; construirá templos ainda mais suntuosos nos pontos mais valorizados de cidades importantes do Brasil e do mundo; continuará imune a impostos, com base na "Carta Magna Cidadã do Doutor Ulysses" e elegerá mais correligionários para todos os cargos, em todos os níveis...quem sabe, até, um deles não sucederá Lula? Os militares continuarão escrevendo lindos textos pela Internet contra o pisoteamento que vêm sofrendo desde 1985, particularmente exacerbado nas Intifadas da esquerda a propósito dos 40 anos do chamado "golpe de 64" (!) e de qualquer coisa que diga respeito ao período 64-85; de concreto, nada, por estarem manietados pela legislação; João Pedro Stedile, José Rainha e outros dirigentes do MST continuarão a mostrar a Lula quem manda no país; A guerra civil já está instaurada no Rio e em SP. E dá sinais de que recrudescerá também em outros Estados. Os combatentes empregam armas de guerra e táticas militares, ministradas por angolanos - imigrantes ilegais não barrados pela Polícia Federal - e exmilitares (Fuzileiros, Pára-quedistas do Exército) ou ex-pm's e PC's com prática de combate em favelas. A eficacíssima logística continuará a ser assegurada por uma dinheirama impensável para nós, pobres mortais; Lula e o PT continuarão a expor seu autoritarismo; os vínculos antigos com as FARC e o MST, sua idolatria por Cuba e países onde os governantes exercem o poder por décadas, mais Página 15 de 97

16 os vícios ditatoriais corporativistas, sectários e personalistas decorrentes de suas origens marxistas-leninistas-trotskistas são incuráveis. Como diria Lênin - "Que fazer?" Com democracia, será difícil. Intervenção federal? Estado de sítio? Suspensão temporária de direitos? Execuções sumárias? tribunais de exceção? Revolução e contra-revolução? Transformação do Rio em Território Federal? Que político se arriscará a propor tais coisas? Estão prontas as condições para o surgimento de um Hitler, um Mussolini, um Franco, um Fidel Castro, um Kadhafi, um Saddam Hussein, um Khomeini. Se surgir, será exaltado pelo povo, qual Cristo no Domingo de Ramos. Ainda que possa vir a ter, pouco depois, sua Sexta-feira da Paixão. Mas quem sabe, nesse ínteirim, nos livrará de todo o mal? Entrementes, a persistir esse estado de coisas, só nos restará estampar em grandes "outdoors", em todos os pontos de entrada do Brasil, a frase que, segundo Dante Alighieri, adorrna o portal de entrada do Inferno: Lasciate ogni speranza, voi ch entrate! Página 16 de 97

17 de janeiro de 2005 Nem Shana Khan nem Hermann Khan Como será o amanhã /Responda quem puder / O que irá me acontecer /O meu destino será como Deus quiser (J. Sergio) Diz-se comumente que, no Brasil, tudo acaba em pizza ou em samba. Para variar um pouco, comecemos pelo samba no caso, enredo - evocando o que tem sido declamado recentemente na TV por Chico Anysio, composto por J. Sérgio, em meados dos anos 70, para uma Escola carioca "O Amanhã" que nos fala em consultas a ciganas, bolas de cristal e jogo de búzios, como meios de visualização antecipada de nossos destinos. Tudo a propósito de uma com todo respeito pisada de bola do Mestre Luiz Garcia, que, em sua coluna de hoje (21/01), confunde Futurologia com Prospectiva. Um ti-ti-ti análogo já havia sido divulgado pelos jornais nos últimos dias de dezembro de 2003: "magos" norte-americanos teriam "profetizado" um futuro tenebroso para o Brasil, ao longo dos próximos dezessete anos. E integrantes de nosso Governo teriam se ofendido com isso. Agora, ao início de 2005, quando a CIA atualiza seu estudo, os discordantes da época não se manifestaram talvez porque os Cenários sejam promissores, ou porque tenham, finalmente, compreendido aquela diferença conceitual. Mas, pelo visto, ainda se faz alguma confusão entre previsão clássica (a de Shana Khan e Herman Kahn, como sugere o artigo citado) e modelagem de cenários futuros a Análise Prospectiva, que se fundamenta em princípios científicos, principalmente originários da Análise de Sistemas e da Estatística. O que a CIA, ao lado de outros órgãos de inteligência, faz há muitos anos é tão somente um exercício de Análise Prospectiva, e não de futurologia. O misterioso "NIC" ("National Intelligence Council" ou "Conselho Nacional de Inteligência" ) dos EUA não é uma Xanadu onde quatorze magos se reúnam à volta de um caldeirão, para desvendar os mistérios do porvir. Qualquer internauta principiante pode acessar em segundos sua página ostensiva, na Internet, e ali ler não só o documento causador da polêmica que não tem quaisquer semelhanças com os Manuscritos do Mar Morto ou a Pedra de Roseta como identificar os quatorze "profetas" integrantes dessa esotérica confraria. E ao fazê-lo, constatará, logo no preâmbulo, que ninguém está "profetizando" o que quer que seja, mas, sim, tentando visualizar uma série de futuros possíveis os Cenários Prospectivos cada qual associado a uma probabilidade de ocorrência, cientificamente calculada, por meio de consultas a centenas de pessoas de notório saber, numa grande variedade de áreas de conhecimento humano, distribuídas por um considerável número de países. Esse trabalho há anos vem sendo revisado Página 17 de 97

18 periodicamente pelo NIC, sempre ampliando seu horizonte temporal o último era 2015 e dá a público, naturalmente, os cenários mais prováveis. Essa é a essência da Prospectiva termo usado pela primeira vez em 1957 pelo filósofo francês Gaston Berger, em sua obra "A Atitude Prospectiva" identificar futuros possíveis e indicar ações que devam ser desencadeadas desde já, para que possamos aproveitar esse futuro, se presumivelmente favorável a nós, ou modificá-lo a nosso favor, se estiver ao nosso alcance fazê-lo, ou ainda, simplesmente nos protegermos dele, em caso contrário. Em outras palavras, o propósito do documento elaborado e periodicamente revisto pelo NIC não é apresentar "fatos consumados", revelações "nostradâmicas" irreversíveis e quejandos, mas, sim, servir de orientação para as ações a serem desencadeadas no presente, de forma a evitar problemas futuros. Por exemplo, já sabemos que o aumento progressivo da temperatura da Terra conduzirá ao degelo das calotas polares, com danos inimagináveis ao planeta; ou que a degradação incontida do meio-ambiente acabará com nossas reservas hídricas; entretanto, esse futuro pouco promissor só ocorrerá...se nada for feito no presente! Não vejo, pois, razões para nos preocuparmos com o documento do NIC, exceto uma: o ponto nevrálgico da modelagem de Cenários Prospectivos é a escolha dos "experts" a serem consultados, e, mais que isso...os interesses e a honestidade de propósitos desses "experts". Não se pode identificar os que já colaboraram ou ainda colaborarão com o trabalho do NIC, nem muito menos saber a idéia que fazem do Brasil; mas sem dúvida podemos afirmar que o Governo brasileiro não participou de sua indicação. Entretanto, o Governo já deu partida a seu próprio estudo prospectivo o Projeto Brasil Três Tempos, conduzido pelo Núcleo de Assuntos Estratégicos da Presidência da República, com mão de obra especializada genuinamente brasileira, tão boa quanto a norte-americana. Melhor do que contestarmos "a priori", sem base científica, as proposições do NIC, será nos alegrarmos, "a posteriori", com os resultados bem mais promissores a que sem dúvida chegaremos. Página 18 de 97

19 de junho de 2005 A cabeça de Delúbio João Figueiredo tinha seu "Dr Go". Lula tem seu "Dr Gu". Figueiredo era do Exército e estava na Presidência. Lula é do PT e está na Presidência. Em 81, "Dr Go", o Conselheiro do Príncipe, na estrita observância da sabedoria de Niccolo Machiavelli, mostrou a Figueiredo que Salomé - a voz das urnas - queria a cabeça de outro João (o Batista) - o Capitão do Riocentro, o homem do Puma implodido. Figueiredo preferiu o Exército, "Dr Go"caiu, deu no que deu. Em 2005, "Dr Gu", o Arauto do Príncipe, pós-trotskista, na estrita observância da sabedoria de Joseph Goebbels, secundado pelo companheiro cubano-brasileiro "Dani" Dirceu, o pós-stalinista, mostrou a Lula que Salomé pede agora outra cabeça - a do tesoureiro de Avilan, o homem da mochila explodida (não, suas iniciais não são PC). Lula, nordestino, tendo ouvido seus nordestinos conselheiros - o genuíno conterrâneo pernambucano de Xambioá, ex- PC do B, mais o álgido e rebelde historiador alagoano, ainda PC do B - aceitou a tese de que uma coisa (o Governo) é uma coisa, e outra coisa (o PT) é outra coisa; e, num surto corporativista como o de Figueiredo, parece estar preferindo o PT. Como na velha piada, é hora de "Dr Gu" e "Dani" Dirceu telegrafarem (ou melhor, mandarem um , Correios & Telégrafos não são oportunos agora) a Lula, participando que seu gato (ou sua cadelinha Michelle) subiu o telhado. E o telhado, de vidro, foi molhado pela mangueira do collorido tenor Bob Jeff, o neo-trabalhista, via Sedex, com seguro. Aguardemos o final de mais essa ópera -bufa, lembrando, naturalmente, o autor favorito de toda essa turma - Karl Marx: "a história só se repete uma vez, como farsa". Página 19 de 97

20 de outubro de 2005 Referendo vote NÃO!!! Aos meus ingênuos conterrâneos que votarão a favor da proibição do comércio de armas e munições no Brasil, no próximo dia 23, relembro que também é proibida no país a comercialização de produtos piratas, artigos contrabandeados, cocaína, maconha, objetos roubados...parodiando "O Globo"- Ilegal, sim, e daí? E mais: a fabricação de armas e munições prosseguirá, para suprir as Forças Amadas e as Polícias (de onde boa parte irá parar nas mãos de bandidos). E assim, neste país da corrupção, dos privilégios, dos apaniguados, dos apadrinhados, logo veremos surgir leis permitindo que determinados "amigos do rei", "chiques e famosos", ricos e poderosos, integrantes de "lobbies" de peso ($$$) sejam autorizados a adquirir armas nas fábricas, a preços módicos, sem pagar impostos...ou será que parlamentares de todos os níveis, "seguranças" privados, promotores, advogados, juízes togados e de futebol, fiscais (Ah, Silveirinha!), fazendeiros, bancos, postos de gasolina, supermercados etc etc etc, assim como seus protegidos, ficarão sem armas? Seus assemelhados dos anos 20 ficaram sem uísque durante a Lei Seca nos EUA? Têm dúvidas de que recrudescerá o mercado negro de armas? E no final, vocês, que caíram nessa esparrela, descobrirão que são os únicos de quem os direitos foram surripiados...mais ou menos como quando pagaram seus impostos em dia...e logo depois viram os sonegadores ser anistiados. Os Governos Federal e Estaduais não mudam as leis que favorecem bandidos, não decretam estado de sítio em cidades vítimas da violência, como o Rio, não impedem a entrada ilegal de armas no País, não desarmam bandidos, não investem no sistema penitenciário, não impedem a formação de favelas, não nos dão a mínima segurança. Não têm, pois, moral para desarmar as pessoas de bem. Relembrem ainda que a violência continuará, no trânsito e nos lares, com paus e pedras, facas, tesouras, cordas, objetos pesados...e prática de artes marciais - que nunca serão proibidos. Dia 23, vote não. E em 2006, vote nulo - será a única maneira de mostrar aos pizzaiolos que nos governam que o poder é nosso, e não queremos mais sustentar suas sinecuras com impostos escorchantes, como há 500 anos. Tiradentes nos agradecerá. BASTA! Página 20 de 97

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