PORTO ALEGRE EM ANÁLISE 2013

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "PORTO ALEGRE EM ANÁLISE 2013"

Transcrição

1 PORTO ALEGRE EM ANÁLISE 2013 Na data em que Porto Alegre comemora seus 241 anos de fundação, o Observatório da Cidade apresenta o Porto Alegre em Análise Trata-se de um espaço que tem como desafio e objetivo refletir e avaliar os rumos da cidade. A proposta é promover uma reflexão sobre indicadores relevantes para a compreensão da realidade, comparando com outras capitais. Nesta primeira edição, serão contemplados os temas infraestrutura, mobilidade e violência, fundamentais para o entendimento de qualquer cidade. Nesta perspectiva, esse documento inicia com dados demográficos e segue com uma breve análise dos temas e indicadores selecionados. Certamente, uma abordagem sobre a cidade envolve vários aspectos e fatores complexos que devem ser refletidos continuamente, o que tem maior amplitude do que a exposição aqui apresentada. A partir dos dados apresentados a seguir, pode-se inferir que Porto Alegre, em relação aos indicadores de infraestrutura, possui uma ampla rede de serviços básicos (esgoto, abastecimento de água, iluminação pública, energia elétrica). Ao mesmo tempo, permanecem desafios como a eliminação do esgoto a céu aberto e do lixo acumulado no entorno dos domicílios (focos de lixo), bem como, das moradias precárias que, inclusive, registraram crescimento nos últimos 10 anos. No que se refere às informações de área verde por habitante e arborização do entorno dos domicílios, as informações de 2010, indicavam um contexto positivo quando comparado às demais capitais brasileiras. Quanto à mobilidade, Porto Alegre apresentava a menor quilometragem de ciclovias entre as capitais consideradas. Já o índice de motorização apontava que a cidade segue a tendência das capitais que é de aumento de veículos. Por fim, em termos de violência, a cidade encontrava-se em uma posição intermediária frente às demais capitais brasileiras, no que se refere ao homicídio e ao homicídio juvenil, no entanto, as taxas de Porto Alegre são maiores do que a do Rio de Janeiro e a de São Paulo. Contudo, a cidade encontrava-se bem posicionada em termos de acidentes de transporte. 1

2 INFRAESTRUTURA Porto Alegre contava com uma população de habitantes em Esse número foi superior ao evidenciado em 2000 e em 1991, mas com crescimento inferior ao registrado em anos anteriores. Enquanto no período o acréscimo de moradores foi de 8,68%, no decênio foi de apenas 3,58%. Além disso, o percentual foi inferior ao verificado no mesmo período no Estado (5%) e na Região Metropolitana de Porto Alegre (8,22%). Foi a cidade que apresentou o menor crescimento entre as capitais brasileiras (IBGE, 2010). A análise dos dados referentes à disponibilidade de infraestrutura demonstrou que alguns quesitos apresentavam cobertura quase plena. Em 2010, 94,26% de domicílios possuíam esgoto sanitário adequado; 99,19% das residências tinham energia elétrica da companhia distribuidora; 93,79% das moradias apresentavam iluminação pública no seu entorno e; 99,35% dos domicílios tinham abastecimento de água pela rede geral (IBGE, 2010). A preservação ambiental e a qualificação da paisagem urbana são objetivos reconhecidos universalmente, capazes de promover a saúde e a qualidade de vida dos moradores de uma cidade. O controle de ocorrências de esgoto a céu aberto e de lixo acumulado nas vias públicas é pressuposto essencial para atingir essa condição (PMPA, 2013) 1. Em 2010, no quesito domicílios com esgoto a céu aberto em seu entorno, Porto Alegre ocupou o 16º lugar dentre as capitais brasileiras, com 5,17% domicílios apresentando esta situação. A posição era melhor que capitais como Teresina (71,04%) e Recife (16,63%), mas pior que Belo Horizonte (1,42%) e Curitiba (2,59 %). O serviço de coleta de lixo atingiu quase 100% da cobertura dos domicílios de Porto Alegre em 2010, sendo que 93,72% do lixo coletado era encaminhado para aterros sanitários. Observase, no entanto, que cerca de 6% de domicílios ainda apresentavam lixo acumulado em seu entorno (IBGE, 2010; DMLU, 2010). No âmbito do Meio Ambiente, Porto Alegre é uma das cidades com maior área verde por residentes, eram 43,47 metros quadrados por habitante (SMAM, 2012). Além disso, em 2010, 82,73% das residências de Porto Alegre apresentavam árvores em seu entorno. A proporção entre a arborização e a área construída da cidade torna a paisagem mais aprazível, contribui com a melhoria da qualidade do ar, da temperatura, da redução de ruídos e da absorção de águas 1 PREFEITURA MUNICIPAL DE PORTO ALEGRE. Observando as características urbanas de Porto Alegre. Observando. Revista do Observatório da Cidade, v. 3, n.5, Porto Alegre, Prefeitura Municipal de Porto Alegre, Secretaria Municipal de Governança Local, (no prelo) 2

3 pluviais. (PMPA,2013). Em 2010, 82,73% dos domicílios apresentavam árvores em seu entorno, percentual equivalente ao de Belo Horizonte (82,74%) e inferior aos de capitais como Campo Grande (96,3%) e Goiânia (89,31%). O acesso à habitação adequada é outro tema de reconhecimento universal, sendo recorrente nas Assembleias do Orçamento Participativo de Porto Alegre. Em 2000, Porto Alegre contava com moradias consideradas precárias 2, o que representava 9,04% dos domicílios da capital. Em 10 anos, os domicílios precários saltaram para , representando um acréscimo de 22% e passando para 11,01% das residências porto-alegrenses. Esse percentual era equivalente ao de Belo Horizonte (11,51%), superior ao de Curitiba (8,12%) e ao de São Paulo (9,95%) e inferior ao de Belém (52,43%), ao de Recife (21,73%) e ao do Rio de Janeiro (19,89%) (IBGE, 2010). Tal indicador aponta para um dos desafios que se colocam ao município, especialmente, ao considerar a meta colocada pela Secretaria de Assuntos Estratégicos (SAE) do Governo Federal, qual seja, zerar o déficit habitacional brasileiro e urbanizar o universo de assentamentos precários até MOBILIDADE Cotidianamente, o cidadão olha a cidade como um todo, percebe o conjunto de modos e serviços de mobilidade disponíveis e escolhe, em cada circunstância, aquele que melhor é capaz de atendê-lo 3. Nesse sentido, cabe ressaltar que em Porto Alegre, no ano de 2010, havia aproximadamente um carro para cada dois habitantes (DETRAN RS, 2010). Consequentemente, o índice de motorização da cidade número de veículos dividido pelo número de habitantes multiplicado por 100 apontava uma alta concentração de veículos em relação à população. Em comparação com algumas capitais do país, Porto Alegre tinha um índice (0,49) menor que Curitiba (0,68), São Paulo (0,62) e Belo Horizonte (0,56) e maior que Rio de Janeiro (0,37) e Recife (0,34) 4. Embora o índice de motorização da cidade esteja em uma situação intermediária dentre as capitais analisadas, Porto Alegre enfrenta problemas de congestionamento cada vez mais graves. O incentivo ao uso de meio de transporte alternativo pode ser uma saída simples e econômica. 2 Utiliza-se a definição do IBGE que considera como moradias precárias um conjunto constituído de, no mínimo, 51 unidades habitacionais (barracos, casas etc) carentes, em sua maioria de serviços públicos essenciais, ocupando ou tendo ocupado, até período recente, terreno de propriedade alheia (pública ou particular) e estando dispostas, em geral, de forma desordenada e densa. 3 MINISTÉRIO DAS CIDADES. Gestão Integrada de Sistemas de Mobilidade Urbana. Brasilia: Fonte: Detran RS, BHTrans, Detran PR, Detran PE, Detran RJ e DetranSP. Informações relativas ao ano de

4 Partindo desse pressuposto, as ciclovias surgem como alternativas a esse quadro de limitações quanto à mobilidade na cidade. Pode-se perceber que houve um aumento das ciclovias nos últimos anos em Porto Alegre, passando de 8,3 km, no ano de 2011, para 10,35 km, no ano de Porém, ao comparar a malha cicloviária do município, com cinco capitais do país, Porto Alegre apresentava a menor quilometragem de ciclovias: Belo Horizonte (36 km), Curitiba (123 km), Recife (13,2 km), Rio de Janeiro (228,8 km) e São Paulo (63,5 km) 5. Para a Organização Mundial da Saúde, a promoção da bicicleta como meio de transporte é uma meta a ser atingida, pois diminui a emissão de poluentes emitidos pelos carros e promove a saúde da população, reduzindo o gasto com doentes a médio e longo prazo. Uma informação que pode apontar a dinâmica da mobilidade urbana é o tempo de deslocamento para a atividade laboral. No ano de 2010, 55,53% dos porto-alegrenses que trabalhavam fora do domicílio levavam até 30 minutos para chegar ao local de trabalho, 34,41% ocupavam entre 30 e 60 minutos do seu tempo para esse deslocamento, enquanto 10,05% levavam mais 60 minutos nesse trajeto, proporções semelhantes às de Curitiba. No caso dos deslocamentos que levam mais de uma hora, São Paulo (31,03%), Rio de Janeiro (25,34%) e Belo Horizonte (16,55%) tinham proporção superior do que Porto Alegre. VIOLÊNCIA No mundo atual, nenhuma sociedade está imune ao fenômeno da violência. Os dados e informações para Porto Alegre corroboram o que se percebe nos âmbitos nacional e internacional. Na análise apresentada, os indicadores sobre violência apontam que a cidade de Porto Alegre não se diferencia deste processo em relação à ocorrências. As informações sobre homicídios para o ano de 2010 demonstravam que a capital gaúcha encontrava-se em uma condição intermediária em relação às capitais do país, ocupando o 15º lugar, com uma taxa de 33,1 óbitos por 100 mil habitantes. Contudo, quando este valor é comparado ao de capitais que aparentemente apresentam índices maiores aponta para a necessidade de uma reflexão mais profunda quanto ao fenômeno da violência. Comparando-se a outras capitais, a taxa de homicídios de Porto Alegre era, por exemplo, duas vezes maior do que a 5 Fonte: ObservaPOA (2012); BHTrans (2012); CTTU Recife (2012); CET - Companhia de Engenharia de Tráfego de São Paulo (2012); SMAC - Secretaria Municipal de Meio Ambiente do Rio de Janeiro (2011). 4

5 paulista (15,1), se aproxima a do Rio de Janeiro (29,5) e a de Belo Horizonte (30,5) 6 e era menor que as taxas de Curitiba (43,6) e de Recife (43,5) 7. Esse dado revela a necessidade de uma atenção maior ao tema da violência por parte do município. As informações disponíveis sobre o quadro de violência no município de Porto Alegre apontam outro indicador que carece de bastante atenção por parte dos munícipes e do poder público. Em relação à taxa de homicídio juvenil 8 para o ano de 2010, o município ocupava também o 15º lugar entre as capitais brasileiras. No entanto, quando se compara novamente Porto Alegre e São Paulo, a taxa de homicídio juvenil para a capital gaúcha (73,9) era quase três vezes maior do que a cidade paulista (27,3). Ainda comparando com outras capitais como, Rio Janeiro (70,2) e Belo Horizonte (68,3), a taxa para a cidade de Porto Alegre permanecia maior. No entanto, a taxa era menor que a de Curitiba (99,8), a de Recife (106) e a de Maceió (247,7) 9. O trânsito tem se apresentado como um espaço de grande incidência de casos de violência. Comparando a taxa de morte por acidentes de transporte de Porto Alegre com todas as demais capitais brasileiras, a cidade era a terceira capital com menor taxa (13,5) 10. Em relação a Belo Horizonte (19,7), Curitiba (17,9), Recife (16,5), Rio de Janeiro (14,5), São Paulo (14,0) e Porto Velho (41,3), a capital gaúcha era a que apresentava o menor valor para esse indicador. Vale destacar a situação de Salvador que apresentava a menor taxa entre as capitais do Brasil (11,6) 11. Ainda que os índices para o município sejam baixos em relação ao contexto nacional há que se debruçar quanto ao modelo e a estrutura de trânsito oferecidos à municipalidade. A cidade vive um momento de execução de obras viárias previstas no Plano Diretor, contudo na perspectiva de um crescimento econômico e social futuro, a reflexão e as ações para a redução da violência no trânsito e para melhoria da mobilidade devem estar na pauta da cidade. 6 O número absoluto de homicídios é maior nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte, porém, a maior população nestas capitais faz com que a suas taxa de homicídios sejam menores do que Porto Alegre. 7 MINISTÉRIO DA SAÚDE, Óbitos de pessoas de15 a 29 anos por 100 mil habitantes na faixa etária considerada. 9 MINISTÉRIO DA SAÚDE, Óbitos por acidentes de transportes por 100 mil habitantes. Inclui ciclistas, pedestres, motos, veículos leves e pesados, veículos de tração animal, transporte por água e não especificados. 11 MINISTÉRIO DA SAÚDE,

6 Prefeitura Municipal de Porto Alegre José Fortunatti Prefeito Secretaria Municipal de Governança Local Cezar Busatto Secretário Observatório da Cidade de Porto Alegre Adriana Furtado - Gerente O Porto Alegre em Análise é uma publicação elaborada pela equipe técnica do Observatório da Cidade de Porto Alegre (ObservaPOA): Adriana Furtado, André Luis Pereira, Cidriana Teresa Parenza, Liane Rose Garcia Bayard, Rodrigo Rodrigues Rangel, Valéria Dozolina Sartori Bassani. facebook.com/observapoa twitter.com/observa_poa youtube.com/observapoa 6

Plano de Metas para uma Porto Alegre mais Sustentável.

Plano de Metas para uma Porto Alegre mais Sustentável. Plano de Metas para uma Porto Alegre mais Sustentável. EXPEDIENTE Realização: Prefeitura Municipal de Porto Alegre (PMPA) José Fortunati - Prefeito Secretaria Municipal de Governança Local (SMGL) Cezar

Leia mais

São Paulo 2022. Metodologia de para monitoramento do comportamento da Cidade de São Paulo por Indicadores e Metas

São Paulo 2022. Metodologia de para monitoramento do comportamento da Cidade de São Paulo por Indicadores e Metas São Paulo 2022 Metodologia de para monitoramento do comportamento da Cidade de São Paulo por Indicadores e Metas Cidade Democrática, participativa e descentralizada Transformando São Paulo pela mudança

Leia mais

CRITÉRIOS DE SELEÇÃO DE PROJETOS

CRITÉRIOS DE SELEÇÃO DE PROJETOS CRITÉRIOS DE SELEÇÃO DE PROJETOS Lúcia Maria Mendonça Santos Marcos Daniel Souza dos Santos Paula Coelho da Nóbrega Departamento de Mobilidade Urbana Secretaria Nacional de Transporte e da Mobilidade Urbana

Leia mais

IBEU da Região Metropolitana de Goiânia

IBEU da Região Metropolitana de Goiânia IBEU da Região Metropolitana de Goiânia Marina Lemes Landeiro 1 Recentemente as 15 principais regiões metropolitanas brasileiras foram contempladas com o livro e também e-book Índice de Bem-estar Urbano

Leia mais

Panorama Municipal. Município: Aliança / PE. Aspectos sociodemográficos. Demografia

Panorama Municipal. Município: Aliança / PE. Aspectos sociodemográficos. Demografia Município: Aliança / PE Aspectos sociodemográficos Demografia A população do município ampliou, entre os Censos Demográficos de 2000 e 2010, à taxa de 0,06% ao ano, passando de 37.188 para 37.415 habitantes.

Leia mais

Ministério das Cidades. Plano de Ação em Habitação e Saneamento em Regiões Metropolitanas

Ministério das Cidades. Plano de Ação em Habitação e Saneamento em Regiões Metropolitanas Ministério das Cidades Plano de Ação em Habitação e Saneamento em Regiões Metropolitanas UMA VISÃO GERAL DO QUADRO METROPOLITANO BRASILEIRO Definição Formal 26 26 Regiões Metropolitanas definidas em em

Leia mais

Ministério das Cidades MCidades

Ministério das Cidades MCidades Ministério das Cidades MCidades Objetivos de Desenvolvimento Sustentável ODS São Paulo, 02 de junho de 2014 Roteiro 1. O processo de urbanização no Brasil: histórico. 2. Avanços institucionais na promoção

Leia mais

DOTS - Desenvolvimento Urbano Orientado ao Transporte Sustentável. Nívea Oppermann Peixoto, Ms Coordenadora Desenvolvimento Urbano EMBARQ Brasil

DOTS - Desenvolvimento Urbano Orientado ao Transporte Sustentável. Nívea Oppermann Peixoto, Ms Coordenadora Desenvolvimento Urbano EMBARQ Brasil DOTS - Desenvolvimento Urbano Orientado ao Transporte Sustentável Nívea Oppermann Peixoto, Ms Coordenadora Desenvolvimento Urbano EMBARQ Brasil Contexto das cidades Expansão urbana Modelo de ocupação territorial

Leia mais

Campinas Cidade Sustentável

Campinas Cidade Sustentável Campinas Cidade Sustentável A Prefeitura de Campinas adere hoje, com o Decreto que será assinado pelo Prefeito Jonas Donizette, ao Programa Cidades Sustentáveis da Rede Nossa São Paulo, do Instituto Ethos

Leia mais

Plano de Mobilidade Urbana Sustentável

Plano de Mobilidade Urbana Sustentável Viajeo Plus City Showcase in Latin America Plano de Mobilidade Urbana Sustentável Nívea Oppermann Peixoto, Ms Diretora de Desenvolvimento Urbano EMBARQ Brasil EMBARQ Brasil auxilia governos e empresas

Leia mais

ÍNDICE DE BEM-ESTAR URBANO DA REGIÃO METROPOLITANA DE FLORIANÓPOLIS

ÍNDICE DE BEM-ESTAR URBANO DA REGIÃO METROPOLITANA DE FLORIANÓPOLIS ÍNDICE DE BEM-ESTAR URBANO DA REGIÃO METROPOLITANA DE FLORIANÓPOLIS Gustavo Henrique P. Costa INTRODUÇÃO Recentemente o INCT Observatório das Metrópoles divulgou o livro e também e-book intitulado Índice

Leia mais

Inclusão e Desenvolvimento Humano. Desenvolvimento Econômico. Espaço Urbano e Mobilidade. Sustentabilidade Ambiental.

Inclusão e Desenvolvimento Humano. Desenvolvimento Econômico. Espaço Urbano e Mobilidade. Sustentabilidade Ambiental. Inclusão e Desenvolvimento Humano Desenvolvimento Econômico Espaço Urbano e Mobilidade Sustentabilidade Ambiental Serviços Públicos Inclusão e Desenvolvimento Humano Distribuição de Renda AGLOMERADOS SUBNORMAIS

Leia mais

Planejamento da Mobilidade Urbana em Belo Horizonte

Planejamento da Mobilidade Urbana em Belo Horizonte Seminário de Mobilidade Urbana Planejamento da Mobilidade Urbana em Belo Horizonte Celio Bouzada 23 de Setembro de 2015 Belo Horizonte População de Belo Horizonte: 2,4 milhões de habitantes População da

Leia mais

Brasil avança, mas é quarto país mais desigual da América Latina, diz ONU

Brasil avança, mas é quarto país mais desigual da América Latina, diz ONU Brasil avança, mas é quarto país mais desigual da América Latina, diz ONU Estudo faz balanço de serviços urbanos básicos, como a gestão dos resíduos sólidos. (Foto: Reprodução) Apesar do crescimento econômico,

Leia mais

ASPECTOS DA REDE URBANA DO ESTADO DE SÃO PAULO

ASPECTOS DA REDE URBANA DO ESTADO DE SÃO PAULO ASPECTOS DA REDE URBANA DO ESTADO DE SÃO PAULO SIMÃO, Rosycler Cristina Santos Palavras chave: rede urbana; São Paulo; disparidades regionais; Censo Demográfico 2000. Resumo O objetivo do trabalho é mostrar

Leia mais

País predominantemente urbano: cerca de 80% da população brasileira mora em cidades.

País predominantemente urbano: cerca de 80% da população brasileira mora em cidades. A Política de Mobilidade Urbana no desenvolvimento das cidades! AS CIDADES País predominantemente urbano: cerca de 80% da população brasileira mora em cidades. Processo de urbanização caracterizado pelo

Leia mais

Estado da motorização individual no Brasil Relatório 2015. Coordenação: Juciano Martins Rodrigues. Observatório das Metrópoles

Estado da motorização individual no Brasil Relatório 2015. Coordenação: Juciano Martins Rodrigues. Observatório das Metrópoles Estado da motorização individual no Brasil Relatório 2015 Estado da motorização individual no Brasil Relatório 2015 Coordenação: Juciano Martins Rodrigues Observatório das Metrópoles Luiz Cesar de Queiroz

Leia mais

QUAL O NÚMERO DE VEÍCULOS QUE CIRCULA EM SÃO PAULO?

QUAL O NÚMERO DE VEÍCULOS QUE CIRCULA EM SÃO PAULO? QUAL O NÚMERO DE VEÍCULOS QUE CIRCULA EM SÃO PAULO? RESENHA Carlos Paiva Qual o número de veículos que circula em um dia ou a cada hora do dia na Região Metropolitana, no município e no centro expandido

Leia mais

Trabalho apresentado no III Congresso Ibero-americano de Psicogerontologia, sendo de total responsabilidade de seu(s) autor(es).

Trabalho apresentado no III Congresso Ibero-americano de Psicogerontologia, sendo de total responsabilidade de seu(s) autor(es). A QUALIDADE DE VIDA SOB A ÓTICA DAS DINÂMICAS DE MORADIA: A IDADE ENQUANTO UM FATOR DE ACÚMULO DE ATIVOS E CAPITAL PESSOAL DIFERENCIADO PARA O IDOSO TRADUZIDO NAS CONDIÇÕES DE MORADIA E MOBILIDADE SOCIAL

Leia mais

MOBILIDADE URBANA SUSTENTÁVEL. sexta-feira, 29 de junho de 12

MOBILIDADE URBANA SUSTENTÁVEL. sexta-feira, 29 de junho de 12 MOBILIDADE URBANA SUSTENTÁVEL O QUE É MOBILIDADE URBANA? É um atributo das cidades e se refere ao deslocamentos de pessoas e bens no espaço urbano. Pensar a mobilidade urbana é pensar sobre como se organizam

Leia mais

QUADRO DE INDICADORES

QUADRO DE INDICADORES QUADRO DE Núcleo de Seguridade e Assistência Social da PUC/SP Coordenadora: Profa.Aldaiza Sposati QUADRO COMPARATIVO DE SOCIAIS I UTOPIAS DO /INCLUSÃO SOCIAL AUTONO- MIA QUALIDA- DE DE VIDA Faixa Renda

Leia mais

Programa Paraisópolis

Programa Paraisópolis Programa Paraisópolis Identificação das Comunidades Cemitério Getsemani Jd. Colombo Paraisópolis Porto Seguro Cemitério do Morumbi Colégio Visconde de Porto Seguro Programa Paraisópolis Caracterização

Leia mais

Quadro da desigualdade em São Paulo

Quadro da desigualdade em São Paulo Quadro da desigualdade em São Paulo CULTURA Acervo de livros infanto-juvenis das bibliotecas municipais per capita Número de livros infanto-juvenis disponíveis em acervos de bibliotecas e pontos de leitura

Leia mais

Plano de Mobilidade Urbana Sustentável da Grande Florianópolis Plamus. Guilherme Medeiros SC Participações e Parcerias S.A. Governo de Santa Catarina

Plano de Mobilidade Urbana Sustentável da Grande Florianópolis Plamus. Guilherme Medeiros SC Participações e Parcerias S.A. Governo de Santa Catarina Plano de Mobilidade Urbana Sustentável da Grande Florianópolis Plamus Guilherme Medeiros SC Participações e Parcerias S.A. Governo de Santa Catarina Introdução PLAMUS e status do projeto Diagnóstico: qual

Leia mais

os projetos de urbanização de favelas 221

os projetos de urbanização de favelas 221 5.15 Favela Jardim Floresta. Vielas e padrão de construção existente. 5.16 Favela Jardim Floresta. Plano geral de urbanização e paisagismo. 5.17 Favela Jardim Floresta. Seção transversal. 5.18 Favela Jardim

Leia mais

RELAÇÃO DAS TABELAS EIA TOMO I

RELAÇÃO DAS TABELAS EIA TOMO I RELAÇÃO DAS TABELAS EIA TOMO I Capitulo 2 TABELA 2.1. Linhas que Operam Atualmente 2.8 TABELA 2.2. Nº de Linhas, Frotas e Movimentação de Passageiros 2.8 TABELA 2.3. Tarifas do Sistema Coletivo de São

Leia mais

Mobilidade Urbana: Esse Problema tem Solução? Ronaldo Balassiano Programa de Engenharia de Transportes PET/COPPE/UFRJ

Mobilidade Urbana: Esse Problema tem Solução? Ronaldo Balassiano Programa de Engenharia de Transportes PET/COPPE/UFRJ Mobilidade Urbana: Esse Problema tem Solução? Ronaldo Balassiano Programa de Engenharia de Transportes PET/COPPE/UFRJ 1 1 Introdução Sustentabilidade Mudança nos atuais modelos de produção e consumo Alternativas

Leia mais

A urbanização Brasileira

A urbanização Brasileira A urbanização Brasileira Brasil Evolução da população ruralurbana entre 1940 e 2006. Fonte: IBGE. Anuário estatístico do Brasil, 1986, 1990, 1993 e 1997; Censo demográfico, 2000; Síntese Fonte: IBGE. Anuário

Leia mais

---- ibeu ---- ÍNDICE DE BEM-ESTAR URBANO

---- ibeu ---- ÍNDICE DE BEM-ESTAR URBANO INSTITUTO NACIONAL DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA CNPq/FAPERJ/CAPES ---- ibeu ---- ÍNDICE DE BEM-ESTAR URBANO COORDENAÇÃO LUIZ CÉSAR DE QUEIROZ RIBEIRO EQUIPE RESPONSÁVEL ANDRÉ RICARDO SALATA LYGIA GONÇALVES

Leia mais

O tráfego na Avenida Caxangá e a problemática do crescimento desordenado da frota automobilística na cidade do Recife - PE

O tráfego na Avenida Caxangá e a problemática do crescimento desordenado da frota automobilística na cidade do Recife - PE O tráfego na Avenida Caxangá e a problemática do crescimento desordenado da frota automobilística na cidade do Recife - PE INTRODUÇÃO Recife-Pernambuco tem uma densidade demográfica bastante alta se comparada

Leia mais

CENSO DEMOGRÁFICO DE 2010: MUDANÇAS METODOLÓGICAS E RESULTADOS PRELIMINARES DO UNIVERSO

CENSO DEMOGRÁFICO DE 2010: MUDANÇAS METODOLÓGICAS E RESULTADOS PRELIMINARES DO UNIVERSO Suzana Cavenaghi José Eustáquio Diniz Alves Escola Nacional de Ciências Estatísticas (ENCE) Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). CENSO DEMOGRÁFICO DE 2010: MUDANÇAS METODOLÓGICAS E RESULTADOS

Leia mais

Mobilidade Urbana. Linhas gerais, resultados e desafios selecionados

Mobilidade Urbana. Linhas gerais, resultados e desafios selecionados Mobilidade Urbana Linhas gerais, resultados e desafios selecionados Apresentação A política de desenvolvimento urbano é estratégica para a promoção de igualdade de oportunidades, para a desconcentração

Leia mais

Caracterização do território

Caracterização do território Perfil do Município de Peruíbe, SP 30/07/2013 - Pág 1 de 14 Caracterização do território Área 323,17 km² IDHM 2010 0,749 Faixa do IDHM Alto (IDHM entre 0,700 e 0,799) (Censo 2010) 59773 hab. Densidade

Leia mais

Soluciones para ciudades : La evolución de un proyecto que ayuda a construir ciudades sostenibles Erika Mota Associação Brasileira de Cimento

Soluciones para ciudades : La evolución de un proyecto que ayuda a construir ciudades sostenibles Erika Mota Associação Brasileira de Cimento Soluciones para ciudades : La evolución de un proyecto que ayuda a construir ciudades sostenibles Erika Mota Associação Brasileira de Cimento Portland Contexto das políticas públicas no Brasil Capacidade

Leia mais

Caracterização do território

Caracterização do território Perfil do Município de Cabo Verde, MG 29/07/2013 - Pág 1 de 14 Caracterização do território Área 368,15 km² IDHM 2010 0,674 Faixa do IDHM Médio (IDHM entre 0,6 e 0,699) (Censo 2010) 13823 hab. Densidade

Leia mais

TRANSPORTE COLETIVO SISTEMAS INTEGRADOS DE TRANSPORTE URBANO

TRANSPORTE COLETIVO SISTEMAS INTEGRADOS DE TRANSPORTE URBANO SISTEMAS INTEGRADOS DE TRANSPORTE URBANO TRANSPORTE COLETIVO M. Eng. André Cademartori Jacobsen Especialista em Benchmarking Associação Latino-americana de Sistemas Integrados e BRT (SIBRT) 28/Nov/2012

Leia mais

Caracterização do território

Caracterização do território Perfil do Município de São José do Rio Claro, MT 02/08/2013 - Pág 1 de 14 Caracterização do território Área 5074,56 km² IDHM 2010 0,682 Faixa do IDHM Médio (IDHM entre 0,6 e 0,699) (Censo 2010) 17124 hab.

Leia mais

Metrópoles em Números. Crescimento da frota de automóveis e motocicletas nas metrópoles brasileiras 2001/2011. Observatório das Metrópoles

Metrópoles em Números. Crescimento da frota de automóveis e motocicletas nas metrópoles brasileiras 2001/2011. Observatório das Metrópoles Crescimento da frota de automóveis e motocicletas nas metrópoles brasileiras 21/211 Observatório das Metrópoles Elaboração: Juciano Martins Rodrigues Doutor em Urbanismo (PROURB/UFRJ), Pesquisador do INCT

Leia mais

RECIFE 500 ANOS UMA VISÃO DE CIDADE. Recife 500 Anos uma visão de cidade

RECIFE 500 ANOS UMA VISÃO DE CIDADE. Recife 500 Anos uma visão de cidade RECIFE 500 ANOS UMA VISÃO DE CIDADE Recife 500 Anos uma visão de cidade 1 Não há nada como o sonho para criar o futuro. Utopia hoje, carne e osso amanhã. Victor Hugo 2 Recife 500 Anos uma visão de cidade

Leia mais

OBJETIVOS DO EVENTO APRESENTAÇÃO DO PROGRAMA MINHA CASA MINHA VIDA II

OBJETIVOS DO EVENTO APRESENTAÇÃO DO PROGRAMA MINHA CASA MINHA VIDA II OBJETIVOS DO EVENTO APRESENTAÇÃO DO PROGRAMA MINHA CASA MINHA VIDA II NIVELAMENTO DAS INFORMAÇÕES DIRIMIR DÚVIDAS COLHER SUGESTÕES MINHA CASA, MINHA VIDA Ampliação das oportunidades de acesso das famílias

Leia mais

APRESENTAÇÃO CURSO FORMAÇÃO POLITICA PPS PR Curso Haj Mussi Tema Sustentabilidade

APRESENTAÇÃO CURSO FORMAÇÃO POLITICA PPS PR Curso Haj Mussi Tema Sustentabilidade APRESENTAÇÃO CURSO FORMAÇÃO POLITICA PPS PR Curso Haj Mussi Tema Sustentabilidade Desenvolvido por: Neuza Maria Rodrigues Antunes neuzaantunes1@gmail.com AUMENTO DA POPULAÇÃO URBANA 85% NO BRASIL (Censo

Leia mais

Mobilidade Suave Humanização de Cidades. outubro 2013

Mobilidade Suave Humanização de Cidades. outubro 2013 Mobilidade Suave Humanização de Cidades outubro 2013 Estratégias Urbanas Planos de Revitalização Planos de Mobilidade Planos Cicloviários e Pedonais Espaços Públicos Projetos Viários e Cicloviários Parques

Leia mais

GRUPO DE TRABALHO DE INFRAESTRUTURA E MOBILIDADE URBANA

GRUPO DE TRABALHO DE INFRAESTRUTURA E MOBILIDADE URBANA DESENVOLVIMENTO DE LAY-OUT DE PROPOSTA ALTERNATIVA PARA O SISTEMA G DE TRANSPORTE PÚBLICO MULTIMODAL PARA A REGIÃO METROPOLITANA DA GRANDE VITÓRIA GRUPO DE TRABALHO DE INFRAESTRUTURA E MOBILIDADE URBANA

Leia mais

Cobertura de saneamento básico no Brasil segundo Censo Demográfico, PNAD e PNSB

Cobertura de saneamento básico no Brasil segundo Censo Demográfico, PNAD e PNSB Cobertura de saneamento básico no Brasil segundo Censo Demográfico, PNAD e PNSB Painel Cobertura e Qualidade dos Serviços de Saneamento Básico Zélia Bianchini Diretoria de Pesquisas 1 São Paulo, 08/10/2013

Leia mais

Censo Demográfico - 2000 : Educação: Resultados da Amostra

Censo Demográfico - 2000 : Educação: Resultados da Amostra Comunicação Social 02 de dezembro de 2003 Censo Demográfico - 2000 : Educação: Resultados da Em 2000, 5,8 milhões de brasileiros de 25 anos ou mais de idade tinham o curso superior concluído e proporção

Leia mais

PLANO DIRETOR DE TRANSPORTE E MOBILIDADE DE BAURU - PLANMOB

PLANO DIRETOR DE TRANSPORTE E MOBILIDADE DE BAURU - PLANMOB PLANO DIRETOR DE TRANSPORTE E MOBILIDADE DE BAURU - PLANMOB O QUE É O Plano Diretor de Transporte e da Mobilidade é um instrumento da política de desenvolvimento urbano, integrado ao Plano Diretor do município,

Leia mais

Belo Horizonte: em direção à

Belo Horizonte: em direção à Belo Horizonte: em direção à mobilidade d sustentável tá INDICADORES DA MOBILIDADE URBANA EM BELO HORIZONTE 3,8 milhões de viagens/dia, 44% pelo transporte coletivo 6,3 milhões viagens/dia na RMBH 1,6

Leia mais

CASA VERDE/CACHOEIRINHA

CASA VERDE/CACHOEIRINHA Casa Verde / CASA VERDE/CACHOEIRINHA R e g i ã o N o r t e Assessoria de Imprensa - Subprefeitura de CENTRO REFERÊNCIA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL MORRINHOS. 17 Casa Verde / Pirâmide Populacional Rendimento

Leia mais

POLÍTICA URBANA E DINAMIZAÇÃO DO COMÉRCIO DE RUA

POLÍTICA URBANA E DINAMIZAÇÃO DO COMÉRCIO DE RUA POLÍTICA URBANA E DINAMIZAÇÃO DO COMÉRCIO DE RUA Seminário GVcev: Polos Varejistas de Rua: Oportunidades para o varejo e a revitalização das cidades Fernando de Mello Franco 11 novembro 2014 DOMINGO, 09

Leia mais

Plano de Mobilidade Sustentável. Por uma cidade amiga da bicicleta Abril 2011

Plano de Mobilidade Sustentável. Por uma cidade amiga da bicicleta Abril 2011 Plano de Mobilidade Sustentável. Por uma cidade amiga da bicicleta Abril 2011 Cronograma Índice Apresentação da TC Urbes Objetivos do Plano de Mobilidade Sustentável Cidade e Mobilidade Diagnóstico Planejamento

Leia mais

Caracterização do território

Caracterização do território Perfil do Município de Novo Mundo, MT 02/08/2013 - Pág 1 de 14 Caracterização do território Área 5826,18 km² IDHM 2010 0,674 Faixa do IDHM Médio (IDHM entre 0,6 e 0,699) (Censo 2010) 7332 hab. Densidade

Leia mais

Caracterização do território

Caracterização do território Perfil do Município de Vera, MT 02/08/2013 - Pág 1 de 14 Caracterização do território Área 2962,4 km² IDHM 2010 0,680 Faixa do IDHM Médio (IDHM entre 0,6 e 0,699) (Censo 2010) 10235 hab. Densidade demográfica

Leia mais

Plano de Mobilidade Urbana de Belo Horizonte - PlanMob-BH. Marcelo Cintra do Amaral. 20 de novembro de 2012

Plano de Mobilidade Urbana de Belo Horizonte - PlanMob-BH. Marcelo Cintra do Amaral. 20 de novembro de 2012 Plano de Mobilidade Urbana de Belo Horizonte - PlanMob-BH Marcelo Cintra do Amaral 20 de novembro de 2012 Roteiro da apresentação: Contexto do PlanMob-BH: prognóstico, caráter de plano diretor, etapas

Leia mais

PlanMob-BH: Plano de mobilidade sustentável de Belo Horizonte. Ramon Victor Cesar BHTRANS, Prefeitura de Belo Horizonte

PlanMob-BH: Plano de mobilidade sustentável de Belo Horizonte. Ramon Victor Cesar BHTRANS, Prefeitura de Belo Horizonte PlanMob-BH: Plano de mobilidade sustentável de Belo Horizonte Ramon Victor Cesar BHTRANS, Prefeitura de Belo Horizonte Sumário 1. Contexto do PlanMob-BH Fases de desenvolvimento Objetivos estratégicos

Leia mais

Caracterização do território

Caracterização do território Perfil do Município de Porto Alegre do Norte, MT 02/08/2013 - Pág 1 de 14 Caracterização do território Área 3994,51 km² IDHM 2010 0,673 Faixa do IDHM Médio (IDHM entre 0,6 e 0,699) (Censo 2010) 10748 hab.

Leia mais

Depto. Engenharia Industrial Estudo sobre a Mobilidade Sustentável Diretrizes para o Município do Dr. Madiagne Diallo, Prof. Coordenador do Laboratório de Apoio à Decisão Coordenador de Assessoria Técnica

Leia mais

GABINETE DO PREFEITO

GABINETE DO PREFEITO GABINETE DO PREFEITO O Plano de Metas é um instrumento de gestão que orienta a Prefeitura na direção de uma cidade sustentável e oferece aos cidadãos e à imprensa um mecanismo para avaliar os compromissos

Leia mais

DOTS Desenvolvimento Orientado ao Transporte Sustentável

DOTS Desenvolvimento Orientado ao Transporte Sustentável DOTS Desenvolvimento Orientado ao Transporte Sustentável O que é DOTS? Desenvolvimento Orientado ao Transporte Sustentável: modelo de planejamento e desenho urbano Critérios de desenho para bairros compactos,

Leia mais

Sistema de Monitoramento e avaliação dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio em Belo Horizonte

Sistema de Monitoramento e avaliação dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio em Belo Horizonte Sistema de Monitoramento e avaliação dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio em Belo Horizonte O Observatório do Milênio de Belo Horizonte é um espaço de produção, análise e disponibilização de informações

Leia mais

Caracterização do território

Caracterização do território Perfil do Município de Guaranésia, MG 29/07/2013 - Pág 1 de 14 Caracterização do território Área 294,28 km² IDHM 2010 0,701 Faixa do IDHM Alto (IDHM entre 0,700 e 0,799) (Censo 2010) 18714 hab. Densidade

Leia mais

Políticas de integração para mobilidade urbana em cidades coordenadas por diferente modais Wagner Colombini Martins 20/09/2013

Políticas de integração para mobilidade urbana em cidades coordenadas por diferente modais Wagner Colombini Martins 20/09/2013 Políticas de integração para mobilidade urbana em cidades coordenadas por diferente modais Wagner Colombini Martins 20/09/2013 A gestão pública brasileira é marcada pela atuação setorial, com graves dificuldades

Leia mais

Sistema de Informações da Mobilidade Urbana. Relatório Geral 2011

Sistema de Informações da Mobilidade Urbana. Relatório Geral 2011 Sistema de Informações da Mobilidade Urbana Relatório Geral 2011 Dezembro/2012 Relatório Geral 2011 1 Sumário executivo... 3 2 Mobilidade... 28 2.1 Valores para Brasil (municípios acima de 60 mil habitantes)...

Leia mais

Mobilidade Urbana COMO SE FORMAM AS CIDADES? 06/10/2014

Mobilidade Urbana COMO SE FORMAM AS CIDADES? 06/10/2014 Mobilidade Urbana VASCONCELOS, Eduardo Alcântara de. Mobilidade urbana e cidadania. Rio de Janeiro: SENAC NACIONAL, 2012. PLANEJAMENTO URBANO E REGIONAL LUCIANE TASCA COMO SE FORMAM AS CIDADES? Como um

Leia mais

DRAFT. PROJETO DE MOBILIDADE URBANA DE MANAUS 6 de outubro de 2009

DRAFT. PROJETO DE MOBILIDADE URBANA DE MANAUS 6 de outubro de 2009 PROJETO DE MOBILIDADE URBANA DE MANAUS 6 de outubro de 2009 Agenda Crescimento de Manaus Solução de mobilidade urbana Resumo do projeto do monotrilho Resumo do projeto do BRT Quadro 2 Agenda Crescimento

Leia mais

Foto: Por gelinh. Flickr Creative Commons. Programa Cidades Sustentáveis

Foto: Por gelinh. Flickr Creative Commons. Programa Cidades Sustentáveis Foto: Por gelinh. Flickr Creative Commons Programa Cidades Sustentáveis CONTEXTO No Mundo Atualmente: mais da metade da humanidade já vive em cidades 2030: 60% e 2050: 70% (ONU) Emissões de gases de efeito

Leia mais

NOTA TÉCNICA 63 2011 PROPOSTA DE AMPLIAÇÃO DO PROJETO VIDA NO TRÂNSITO

NOTA TÉCNICA 63 2011 PROPOSTA DE AMPLIAÇÃO DO PROJETO VIDA NO TRÂNSITO NOTA TÉCNICA 63 2011 PROPOSTA DE AMPLIAÇÃO DO PROJETO VIDA NO TRÂNSITO Repasse financeiro do Fundo Nacional de Saúde aos Fundos de Saúde Estaduais, Municipais e do Distrito Federal, por meio do Piso Variável

Leia mais

na região metropolitana do Rio de Janeiro

na região metropolitana do Rio de Janeiro O PERFIL DOS JOVENS EMPREENDEDORES na região metropolitana do Rio de Janeiro NOTA CONJUNTURAL MARÇO DE 2013 Nº21 PANORAMA GERAL Segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD/IBGE) de 2011,

Leia mais

Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão Secretaria do PAC. Nota de Resposta a Requerimento recebido via Lei de Acesso à Informação

Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão Secretaria do PAC. Nota de Resposta a Requerimento recebido via Lei de Acesso à Informação Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão Secretaria do PAC Nota de Resposta a Requerimento recebido via Lei de Acesso à Informação Assunto: PAC 2 Creches e Pré-escolas 1. Quais foram os critérios

Leia mais

Luiz Carlos Bueno de Lima

Luiz Carlos Bueno de Lima A política nacional de transporte t e da mobilidade urbana Luiz Carlos Bueno de Lima Secretário Nacional de Transporte e da Mobilidade Urbana Ministério das Cidades Secretaria Nacional de Transporte e

Leia mais

AVALIAÇÃO DE VIAGENS POR BICICLETAS: PESQUISA SOBRE OS HÁBITOS DOS CICLISTAS

AVALIAÇÃO DE VIAGENS POR BICICLETAS: PESQUISA SOBRE OS HÁBITOS DOS CICLISTAS AVALIAÇÃO DE VIAGENS POR BICICLETAS: PESQUISA SOBRE OS HÁBITOS DOS CICLISTAS Pablo de Barros Cardoso Professor, Universidade do Grande Rio, Brasil Vânia Barcellos Gouvêa Campos Professora, Instituto Militar

Leia mais

Pesquisa sobre municipalização do trânsito e regulamentação do exercício da atividade de moto taxista e de moto boy

Pesquisa sobre municipalização do trânsito e regulamentação do exercício da atividade de moto taxista e de moto boy Pesquisa sobre municipalização do trânsito e regulamentação do exercício da atividade de moto taxista e de moto boy Tabulação dos Resultados da Pesquisa Objetivos: Diagnosticar a situação atual dos municípios

Leia mais

IDEIA FORÇA. Redução do Tempo de Deslocamento Humano (Mobilidade)

IDEIA FORÇA. Redução do Tempo de Deslocamento Humano (Mobilidade) IDEIA FORÇA Redução do Tempo de Deslocamento Humano (Mobilidade) DETALHAMENTO: Mobilidade humana (trabalhador precisa respeito); Melhorar a qualidade e quantidade de transporte coletivo (Lei da oferta

Leia mais

TEMA: POPULAÇÃO JOVEM DE 16 A 24 ANOS

TEMA: POPULAÇÃO JOVEM DE 16 A 24 ANOS Em 5 de agosto de 2013 foi sancionado o Estatuto da Juventude que dispõe sobre os direitos da população jovem (a Cidadania, a Participação Social e Política e a Representação Juvenil, a Educação, a Profissionalização,

Leia mais

OS MUNICÍPIOS BILIONÁRIOS EM 2012

OS MUNICÍPIOS BILIONÁRIOS EM 2012 OS MUNICÍPIOS BILIONÁRIOS EM 2012 (Estudo Técnico nº 175) François E. J. de Bremaeker Salvador, julho de 2012 2 OS MUNICÍPIOS BILIONÁRIOS EM 2012 François E. J. de Bremaeker Economista e Geógrafo Associação

Leia mais

PRINCIPAIS ÍNDICES DE INFLAÇÃO NO BRASIL

PRINCIPAIS ÍNDICES DE INFLAÇÃO NO BRASIL PRINCIPAIS ÍNDICES DE INFLAÇÃO NO BRASIL Belo Horizonte, 17 de dezembro de 2009 2 SUMÁRIO PÁGINA 3 IPC (FIPE) PÁGINA 4 IPCA (IBGE) PÁGINA 5 INPC (IBGE) PÁGINA 6 IGP-DI (FGV) PÁGINA 7 IGP-M (FGV) PÁGINA

Leia mais

SEMINÁRIOS TEMÁTICOS. Mesa 1: Produção Habitacional : programas de financiamento da habitação de interesse social

SEMINÁRIOS TEMÁTICOS. Mesa 1: Produção Habitacional : programas de financiamento da habitação de interesse social SEMINÁRIOS TEMÁTICOS Mesa 1: Produção Habitacional : programas de financiamento da habitação de interesse social Maria do Carmo Avesani Diretora do Departamento de Produção Habitacional Secretaria Nacional

Leia mais

MARCHA DOS PREFEITOS 2011

MARCHA DOS PREFEITOS 2011 MARCHA DOS PREFEITOS 2011 Miriam Belchior Ministra, Orçamento e Gestão Brasília, 12 de maiode 2011 IMPORTÂNCIA DO PAC Planejamento dos investimentos necessários ao crescimento econômico permanente do país

Leia mais

INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA - IBGE

INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA - IBGE Atlas de saneamento Presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva Ministro do Planejamento, Orçamento e Gestão Guido Mantega INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA - IBGE Presidente Eduardo

Leia mais

RESULTADOS DO ÍNDICE DE VULNERABILIDADE SOCIAL DO PARANÁ - 2010 *

RESULTADOS DO ÍNDICE DE VULNERABILIDADE SOCIAL DO PARANÁ - 2010 * RESULTADOS DO ÍNDICE DE VULNERABILIDADE SOCIAL DO PARANÁ - 2010 * Os resultados aqui apresentados foram extraídos do Atlas da Vulnerabilidade Social nos Municípios Brasileiros, elaborado pelo Instituto

Leia mais

Infraestrutura Turística. Magaeventos Esportivos e a Promoção da Imagem do Brasil no Exterior 16 e 17 de agosto Brasília.

Infraestrutura Turística. Magaeventos Esportivos e a Promoção da Imagem do Brasil no Exterior 16 e 17 de agosto Brasília. Infraestrutura Turística. Magaeventos Esportivos e a Promoção da Imagem do Brasil no Exterior 16 e 17 de agosto Brasília Mobilidade Urbana Renato Boareto 1 Organização Não Governamental fundada em 2006

Leia mais

POLITICAS PARA O TRÂNSITO SEGURO DE MOTOS

POLITICAS PARA O TRÂNSITO SEGURO DE MOTOS Seminário POLITICAS PARA O TRÂNSITO SEGURO DE MOTOS LEGISLAÇÃO, FISCALIZAÇÃO E POLÍTICA DE SEGURANÇA Brasília DF 13 de setembro de 2012 Regulamentação da atividade de mototaxista Mesmo diante da ausência

Leia mais

Índice de Bem-Estar Urbano na Baixada Santista: crescimento econômico e. O Índice de Bem-Estar Urbano (IBEU) é um instrumento de medição do bemestar

Índice de Bem-Estar Urbano na Baixada Santista: crescimento econômico e. O Índice de Bem-Estar Urbano (IBEU) é um instrumento de medição do bemestar Índice de Bem-Estar Urbano na Baixada Santista: crescimento econômico e desigualdade social. Marinez Villela Macedo Brandão 1 André da Rocha Santos 2 Maria Graciela Gonzalez de Morell 3 Felipe Granado

Leia mais

Política Nacional de Mobilidade Urbana e Construção do Plano de Mobilidade

Política Nacional de Mobilidade Urbana e Construção do Plano de Mobilidade Ministério das Cidades SeMOB - Secretaria Nacional de Transportes e da Mobilidade Urbana Política Nacional de Mobilidade Urbana e Construção do Plano de Mobilidade Porto Alegre RS Abril de 2015 Política

Leia mais

Seminário de Políticas para o trânsito Seguro de Motos Saúde, Processo de Habilitação e Questões Socioeducativas

Seminário de Políticas para o trânsito Seguro de Motos Saúde, Processo de Habilitação e Questões Socioeducativas Seminário de Políticas para o trânsito Seguro de Motos Saúde, Processo de Habilitação e Questões Socioeducativas Marta Maria Alves da Silva CGDANT/DASIS/SVS/MS Brasília/DF, 13 de setembro de 2012 2009:

Leia mais

A importância do estudo das diferenças de percepção entre ciclistas e aspirantes para o planejamento.

A importância do estudo das diferenças de percepção entre ciclistas e aspirantes para o planejamento. A importância do estudo das diferenças de percepção entre ciclistas e aspirantes para o planejamento. AUTORES ALVES, Felipe Alberto Martins¹; ANDRADE, Beatriz Rodrigues². ¹Universidade Federal do Ceará.

Leia mais

Manual Prêmio Mobilidade

Manual Prêmio Mobilidade Manual Prêmio Mobilidade 1. Qual o objetivo do Prêmio Mobilidade? O Prêmio Cidades Sustentáveis, categoria "Mobilidade", pretende reconhecer políticas públicas sustentáveis e bem sucedidas de melhoria

Leia mais

modelo EMBARQ de parceria para a mobilidade sustentável Luis Antonio Lindau Presidente

modelo EMBARQ de parceria para a mobilidade sustentável Luis Antonio Lindau Presidente Governos Municipais e Terceiro Setor: modelo EMBARQ de parceria para a mobilidade sustentável EMBARQ Brasil Luis Antonio Lindau Presidente BRASIL População: 190 milhões 84% urbana HDI 0,718 = 84ª posição

Leia mais

Demanda por Investimentos em Mobilidade Urbana Brasil/2014

Demanda por Investimentos em Mobilidade Urbana Brasil/2014 Demanda por Investimentos em Mobilidade Urbana Brasil/2014 Classificação: Documento Reservado Restrição de Acesso: Empresas do Sistema BNDES - Uso no Âmbito Interno Unidade Gestora: AS/DEURB AS/DEURB -

Leia mais

ANÁLISE DA MORTE VIOLENTA SEGUNDO RAÇA /COR

ANÁLISE DA MORTE VIOLENTA SEGUNDO RAÇA /COR 8 ANÁLISE DA MORTE VIOLENTA SEGUNDO RAÇA /COR Secretaria de Vigilância em Saúde/MS 435 ANÁLISE DA MORTE VIOLENTA SEGUNDO RAÇA/COR MORTALIDADE POR CAUSAS EXTERNAS Evolução da mortalidade por causas externas

Leia mais

POLÍTICA NACIONAL DE MOBILIDADE URBANA. LEI 12.587 3 de janeiro de 2012

POLÍTICA NACIONAL DE MOBILIDADE URBANA. LEI 12.587 3 de janeiro de 2012 LEI 12.587 3 de janeiro de 2012 A POLÍTICA NACIONAL DE MOBILIDADE URBANA, INSTITUDA PELA LEI 12.587, É INSTRUMENTO DA POLÍTICA DE DESENVOLVIMENTO URBANO, OBJETIVANDO A INTEGRAÇÃO ENTRE OS DIFERENTES MODOS

Leia mais

Perfil Municipal de Fortaleza. Tema X: A Dinâmica das Classes Sociais na Última Década. Edição Especial. Nº 45 Novembro 2012

Perfil Municipal de Fortaleza. Tema X: A Dinâmica das Classes Sociais na Última Década. Edição Especial. Nº 45 Novembro 2012 Nº 45 Novembro 2012 Edição Especial Perfil Municipal de Fortaleza Tema X: A Dinâmica das Classes Sociais na Última Década 4 1 GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ Cid Ferreira Gomes Governador Domingos Gomes de

Leia mais

Curso de Gestão da Mobilidade Urbana Ensaio Crítico Turma 11 A mobilidade no Brasil Eudes Santana Araujo (*)

Curso de Gestão da Mobilidade Urbana Ensaio Crítico Turma 11 A mobilidade no Brasil Eudes Santana Araujo (*) Curso de Gestão da Mobilidade Urbana Ensaio Crítico Turma 11 A mobilidade no Brasil Eudes Santana Araujo (*) Sabe-se que, as mazelas vividas pela sociedade brasileira, têm suas raízes na forma que se deu

Leia mais

ORÇAMENTO DE INVESTIMENTO DAS EMPRESAS ESTATAIS

ORÇAMENTO DE INVESTIMENTO DAS EMPRESAS ESTATAIS ORÇAMENTO DE INVESTIMENTO DAS EMPRESAS ESTATAIS Agência de Fomento e Desenvolvimento do Estado do Piauí S.A PIAUÍ FOMENTO Águas e Esgotos do Piauí S/A AGESPISA Companhia Administradora da Zona de Processamento

Leia mais

PREFEITURA DE SÃO LUIS SECRETARIA MUNICIPAL DE URBANISMO E HABITAÇÃO SEMURH

PREFEITURA DE SÃO LUIS SECRETARIA MUNICIPAL DE URBANISMO E HABITAÇÃO SEMURH Projeto de Lei nº, de de de Institui o primeiro plano municipal de incentivo à construção civil, e dá outras providências. O PREFEITO DE SÃO LUÍS, Capital do Estado do Maranhão Faço saber a todos os seus

Leia mais

PROGRAMA DE EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA CICLOVIDA. Área Temática: Meio Ambiente José Carlos Assunção Belotto 1 Silvana Nakamori 2

PROGRAMA DE EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA CICLOVIDA. Área Temática: Meio Ambiente José Carlos Assunção Belotto 1 Silvana Nakamori 2 PROGRAMA DE EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA CICLOVIDA Área Temática: Meio Ambiente José Carlos Assunção Belotto 1 Silvana Nakamori 2 PALAVRAS CHAVE: BICICLETA, MOBILIDADE, QUALIDADE DE VIDA. RESUMO O Programa Ciclovida

Leia mais

INDICADORES DE GESTÃO AMBIENTAL

INDICADORES DE GESTÃO AMBIENTAL 4 GESTÃO AMBIENTAL 4.1 INDICADORES DE GESTÃO AMBIENTAL As informações da publicação do IBGE Perfil dos Municípios Brasileiros, de 2008, contribuíram para a construção dos indicadores Estrutura da Gestão

Leia mais

FGTS 45 ANOS DE DESENVOLVIMENTO O BRASIL E PROMOVENDO A CIDADANIA

FGTS 45 ANOS DE DESENVOLVIMENTO O BRASIL E PROMOVENDO A CIDADANIA FGTS 45 ANOS DE DESENVOLVIMENTO O BRASIL E PROMOVENDO A CIDADANIA Inês Magalhães Secretária Nacional de Habitação Ministério das Cidades Brasília, 24 de novembro de 2011 Política Nacional de Habitação

Leia mais

PROJETO DE LEI Nº, DE 2009 (Do Sr. Jaime Martins) O Congresso Nacional decreta:

PROJETO DE LEI Nº, DE 2009 (Do Sr. Jaime Martins) O Congresso Nacional decreta: PROJETO DE LEI Nº, DE 2009 (Do Sr. Jaime Martins) Institui o Programa Bicicleta Brasil, para incentivar o uso da bicicleta visando a melhoria das condições de mobilidade urbana. O Congresso Nacional decreta:

Leia mais