Metabolismo Energético em Ruminates. Integrantes: Êmili H, Mariéli M. e Theline R.

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1 Metabolismo Energético em Ruminates 1 METABOLISMO VISCERAL Integrantes: Êmili H, Mariéli M. e Theline R.

2 INTRODUÇÃO 2 Os animais necessitam de um aporte de energia química para realizar suas diversas funções; O Sistema visceral é representado pelo sistema portal mais o fígado; O sistema portal, por sua vez, é representado pelo trato gatrointestinal (rúmen, retículo, omaso, abomaso e intestino), pancreas, baço e tecido adiposo mesentérico

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4 IMPORTÂNCIA 4 O sistema visceral, representa uma interface entre a dieta e o animal e atua como o principal local de regulação dos nutrientes utilizados para a manutenção, crescimento, lactação, reprodução e atividades físicas dos animais;

5 IMPORTÂNCIA 5 As funções desenvolvidas por estes órgãos têm um custo energético significativo e são influenciadas por uma série de fatores, como o nível de consumo de alimento e a composição da dieta, entre outros. O fígado atua como principal local de regulação de oferta de nutrientes que contribuem para a manutenção, crescimento, lactação, reprodução e atividades físicas dos animais

6 Metabolismo Portal Ácidos graxos voláteis e corpos cetônicos: 6 A maior parte e uma menor proporção de contituintes são fermentados a ácidos graxos voláteis onde são produzidos e absorvidos no rúmen, mas também no ceco e intestino delgado nos ruminates. São eles: Acetato, Propianato e Butirato Os ácidos graxos chegam no sangue arterial, principalmente o acetato que são metabolizados pelos tecidos e drenado pela veia porta, isto tudo relacionado com a composição da dieta e tempo após refeição

7 Metabolismo Portal Existem 2 tipos de Acetil-SCOA sintetase: Específico para butirato e não específico: este ativa todos os outros ácidos graxos voláteis. 7 O propionato da mesma forma é convertida em Propionil-SCOA O butirato é convertido em maior parte em corpos cetônicos

8 Glicose 8 Somente utilizado quando os ácidos graxos não estiverem disponíveis em quantidades suficientes, pois elas são utilizadas pelas próprias células epiteliais, não chegando na circulação portal

9 Compostos Nitrogenados Os ruminantes conseguem fazer seu próprio nitrogênio devido uma população microbiana que degrada a proteína no estômago; 9 A amônia presente no interior do rúmen e intestino difunde para o sistema portal, uma parte entra no sangue portal originando reações de desanimação de aminoácido não essencial e nas células do epitélio intestinal; O sistema portal utilizam aminoácidos mas somente o intestino delgado as absorve. Os aminoácidos essenciais são usados na síntese de proteínas e os não essenciais em produção de ATP

10 Metabolismo Hepático Ácidos graxos voláteis e corpos cetônicos: 10 Os ácidos graxos voláteis que entram no sangue portal, o fígado capta praticamente todo o propionato e o butirato. O sistema visceral metaboliza praticamente todo o butirato e o propionato e, dos ácidos graxos voláteis

11 Glicose 11 O fígado dos ruminantes praticamente não oxida glicose, mas é o principal órgão produtor de glicose. No estado alimentado, mais de 90% da produção total de glicose do organismo é originada na neoglicogênese hepática. Menos de 10% da síntese da glicose ocorre nos rins.

12 Aminoácidos 12 O fígado tem alta demanda por aminoácidos, em partes são oxidados para a produção de ATP ou para síntese de proteínas, glicose, entre outros

13 Composição do Fluxo Portal e Visceral de Energia 13 A quantidade de energia associada ao fluxo portal de metabólitos tem representado uma proporção variável do consumo de energia metabolizável (em torno de 60 a 90%) de bovinos e ovinos. Nem toda a energia presente nos compostos metabolizáveis liberados pelo sistema visceral é retida no organismo, aproximadamente metade dessa energia é perdida.

14 Composição do Fluxo Portal e Visceral de Energia 14 Para mesmos níveis de consumo de energia metabolizável, a variação de relação volumoso/concentrado da dieta ou do local da digestão do amido parecem não alterar a quantidade total de energia liberada pelo sistema visceral. Dieta a base de volumoso Quando o amido é digerido tendem a liberar alta proporção na forma de acetato Dieta rica em concentrado Quando digerido no intestino delgado, a participação da glicose na liberação visceral de energia é incrementada

15 Composição do Fluxo Portal e Visceral de Energia 15 Liberação Visceral: consumo de energia metabolizável % Acetato- 20 a 30% B-OH-butirato- 15 a 20% Glicose- 15 a 20% Aminoácidos- 1 a 5%

16 Composição do Fluxo Portal e Visceral de Energia 16 O consumo de proteína tende a diminuir, mas o local de digestão da proteína do alimento não influencia significativamente nem a quantidade total e nem a composição de energia visceral liberada como componentes metabolizáveis, relativo à energia metabolizável consumida.

17 REFERÊNCIAS Acessado em 16/11/2016 Livro de Bioquímica de Ruminantes 17

18 OBRIGADO! 18

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