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^^^^^^^^^m^^^m*^m*^^mwmwss*wmwi*sm* MMLSffMS M ÒOaiTt CU71UL *** PáftfMu 3 e 5) J^ ^ "rpodos os militante t dirigentes do Partido dotem dar m eiempio

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1 »">-rtv%»\**v^v,>w<v^ * REUNIU-SE O COMITÊ CK1NTRAL DO P Ç. R ^^^^^^^^^m^^^m*^m*^^mwmwss*wmwi*sm* '^***^»^*<^^^^^MMMM^MWWM't>^^VMMV%^%»ítll^lÍl <A Situção PolíticNc obr Uni Prti :.CQC1(2 T1 Q "POVP Q»» MMLSffMS M ÒOiTt CU71UL *** PáftfMu 3 5) Nf 411 Rio J«iro^0^ Abril ci 1957 WMpMWpjÉi^ A Plvr P.C.B. *SmwmW*m^m '''lyijj!^fí****i?^tyv!fufft! K^i AS RESOLUÇÕES rcnt runião mnto: rlizção um grn $ Comitê Cntml Cntrl dn PCB, PC. TI. publi- nnfili. cmpnh rrintiirinh/t ncionl ntminnnl contr s> r,/w. ^ ntrg ~.t.. r.~ J^ ^ cs m ns dição hoj, rvés Frnn Noronh, impril**- tm-s dc grn significção não sòmnt pr comunists, ms pr is mricn. t trblhrs, pr o movimnto ptriótico * mocrático pov bréümro*  RESOLUÇÃO Comitê Cntrl r* PCB «Sôbr uni Pr- Tfr ti» rfirm cisão s comunists fnr. rforçr uni RESOLUÇÃO intitul «A situ- sus filirs contr qulqur tndênci I A ço polític nss trfs tuis» constt grvi momnto politico qu o pís trvss rm comunists pttr ção, indicn-lhs s<trfs imdits..^. TXEPOIS dc nlisr o crátr go- *-* vêrno sr. Kubitschk sus rcni8 concssõs o imprilismo inqu, o cwnnto pont como o cntro tivi s comunists, no momnto tul, lut contr ntrg Frnn Noronh militrists mricn. O objtivo imdito quc sc coloc nt s forçs ptriótics mocrátics é rrotr polític ntrr guist ntimocrátic govrno. sgrgr. Êst I pronuncimnto orgnismo suprior Prti ssum grn importânci no momnto tul. APROVEITANDO discussão m -f** torno $ projto rsolução i Comitê Cntrl, public m outubro 1956, sôbr o XX Congrsso I Ú PCUS, o culto à prsonli sus consqüêncis, lguns mmbr Prti lnçrm-s publicmnt tquês contr dirção Prti União Soviétic ntrrm plo cminho tivi p frcionist. É 1 nrgicmnt sss CONDENANDO f çõs ntipriidáris, qu só po- PRA tingir êss $ objtivo firm m srvir objtiv imprilis- $ rsolução é indispnsávl mo inqu concntrr o fogo no inimigo s forçs rcionáris, rsolução principl: o Comitê Cntrl firm su imprilismo nort-mricno cisão sus não prmitir nnhum tqu gnts intrn, unin à n ção uni comum t brsilir qu não qu- Prti, nnhum violção disciplin prtidári. Ao msmo rm vr ns pátri trnsform tmpo, m o cumnto ssinl qu comunists colôni inqu nso solo convrti brsilir i stão dispt m bs grssão corrigir tômic. Com rr pss, plicr uni ção s forçs plnmnt princípi ptriótics gf^«princípi lninists /» mocrátics, è psívl impdir ***»«**> mocrci tntrqu dir^ consum ocupção visn ns trr ml fortlcr o Prti su ^* ção o rombo nss frnt riquzs, é s msss. psívl impor modificçõs crátr progrsii*t n polític intrn xtrn CONSTITUINDO um rspt smgr provocrs nti- I pís. Ms isto só srá consgui trvés lut s msss m fs inpndênci ncionl, pls libr- "rpodos militnt t dirignts Prti tm r m impio comunists políci imprns p pssol snvolvr su trblho com bngção pr unir rcionári, qu nuncim qutro 0 «n mis to o Prti m torno Comitê Cntrl, tn à trnt s mocrátics por sus rivindiooç. t'cb», rsolução contribuirá cisiv- grn fmíli c à bs s ':?t um prtns «sgrgção 0 o cmr Prsts, como um princípi mrxists-lninists, bm cc 10 pr unir clss oprári o mnt pr rforçr uni Prti m torno Comitê Cntrl, qu povo n lut pl inpndênci ncionl, PALAVRA PCB sôbr situção polític tul é lv o A tm à frnt Luiz Crl Prsts. pl pz pl mocrci". povo (D Rsolução CC PCB "Sobr Uni Prti") no momnto cm qu s fz mis ncssári. N últim dis, s forçs n- A UNIDADE Pr ti é condição trguismo trnüimn o An rção *-t>n<*ní\ vêm tièm crin ** principl ü su forç. Aprovn- Nov Mét o Dirção um gitção divrsionist no Prlmnto, buscn svir tnção Comitê Cntrl PCB monstr qu rsolução qu hoj publicm, o povo qustão Frnn Noro comunists brsilir s mntêm nh, :. nqunto prsgum m su poli- fiéis principio* lninists Prti- 1 ffc I *k*fmmk\ml m ~ Jk «* /* ~ ^,!, ^JK m. tic *I ^^^SsWrÊ*m\. w**t L J MçSo ncionl. tf^^^ot&à 1/Í Íll lijsulâ t ÜÒ loíislíticâo RMADOS com orintção polític significr ^- _. 1 ARMADOS ss cumnto significrá um vliotrç n rsolução Comitê s ju à ducção iológic s con Cntri, comunisius tu frão pr mupjsts^^ sclrcr o povo mobilizá-lo pr muito pr forjr su spírito Prcumprimnto trf urgnt mo- ti. mmmimmmwmmmmmmimissi» UNIÃO SOVIÉTICA (LEIA NA SfiGUlfDA i»ágiiíaj(

2 «ov MéisÉs n Dirção Economi Sviic 22 bril dr 1ÍI7P 1MK)RTANTES TESES DE KHHUSCH10V SÔBRE A PLENA APLICAÇÃO DO O Comitê Cntrl PC» Conslho Minis» Uniá0 Soviétic i- *r*ui* publicr s impoitn- Im («ss constnts in* orm Nikit Khruschiov, ju»*ra prsnt â»lm Sssão pró Sovit Sn URSS. sôbr <A Cmo lhori Orgnizção *«Diroçflo Indústri c * tconstrução" bm como brlr um bt âmbito «cionl mo qu um «mpl troc opiniõs ú vlis xpriêncis sj tlllz como sóli bs Hr lborção s for» mét mis rcio- «I dirção conomi cioni. NO\ S EXIGÊNCIAS DA.ECONOMIA NOVA ESTRU- TURA DE DIREÇÃO As tss Khruschiov ssi- «Mim qu União Soviétic «tm hoj mis *mprss industriis Esl crc 100. non obrs.locis construção) sp» Ois por sus divrss pgiõs. Em tão vst scl l produção strutur llrção conomi xistcnt«já não stá qu às rscnts xigêncis um oncrt ftiv dirção d«?snvo!vimnto conômico cionl, rstring s psibilis utilizção mis omplt s rsrvs ltnls no sistm socilist iconomi. A tss lmbim l*uo, pr- (In s intrsss um ultrior snvolvimnto conomi ncionl, ^ plno l fvriro Comitê Cn* rl PCUS julgou,ics- «ário buscr forms tis íirção conomi qu vihm combinr mis xmcrt ftiv di.ção «ocl com pln cntrli- :s âmbito ncionl,."?lst snti s tss cstiíulm qu o principl s- 'ôrco v sr fito pr Jbtnção um dirçüj ltiv indústri íonstrucâo n orópri lo- =ls, ns mprss n lo- is construção. Com tl ibjtivo propõm s tsrs ívnçr strutur orgii-»-":ori'il dirção tul- «nt xistnt (trvés mmstéri prtmnt íspcilizs) pr novs forms dirção, m coníormi com o principio trritoril. INCIATIVA CRIADORA HO POVO E**, ssim, rcomn -iistlâção conslh co-.r***vijt.0<_ n^roo^s n?s rfíõs, trritóri rpúblics >n indústri é suficintmnt snvolvi. Isso tln r intrsss ÉÍI *zv Fn í~í r*~\. r~*t PRINCÍPIO LENINISTA DO CENTRALISMO DEMOCRÁTICO V. I. LENIN um ultrior * mis coinpit t plicção prlm-ipio lninisl cntrlismo morátio, no snvolvimnto conomi ncionl, o Principio mis mplo snvolvimnto inicitiv crir povo s órgá locis sob dirçâ0 á um cntro. O Conslho Econômico Ncionl sorá o principl lo n dirção Indústri c construção, imprimirá um dirção dirt às mprss prohns êl subot*. dins, obsrvn «mpr o plno coniunto snvolvimnto conomi ncionl URSS. AS TAREFAS DOS CONSELHOS ECONÔMICOS Os conslh conômic ncionis n trritóri, rcgiõs c rpúblics srão rvstis t d;rit ncssári pr cbr prn- s sus funçõs conômics finncirs rcrá com intir rsponsbjji plo comnloto cumprimnto s p:n produção s índics conômic s mprss ls subor** dins. As tss rssltm ou o pri n i nl sforço n dirção s mprss s obrs srá rliz nor ombins, mprss ssocis outrs orgnizçõs conôrhics, subordms consolh conômic ncionis orgnizs cor com o principio spcilizrão. Os conslh conômic ncion's mpnhr-s-ão tnto n pln longo lcnc como n nln corrnts pr indústri construção. As tss ssinlm qu cs conslh conômic ncionis vm orgnizr o su í trblho mo incluir mis ^ mpl stors ú 1 povo trblhr n dirção indústri p construção. I^ Os Conslh tl Ministr s Rnúblics Autônoms, ssim com Sovits outs s rgiõs trritóri, tomrão urt n projt rorgnizção d0 povo. são ssgurs plo snvolvimnto prliucij indústri ps Somnt um indústri ps por»,.'-mpr crscnt po grntir o snvolvimnto vitorio indústri lv, gricultur, t i dirção du indústri u construção rclm um mlhormnto básico tivi» Comitê Plno Est mo qu ps êl poir-s m su.**- sforç, n conslh conômlc ncionis s trs co- ômltxxidminlstrtlvn.s, <*oornr o $u* trblh submtn, su tmpo, s mis importnts qustõs A consirção Conclho Ministr URSS C. C. PCUS. SUPRESSÃO DE MINIS- TÉRIOS, MAIOR PARTI- CIPAÇAO DOS TRABA- LHADORES Em rlção com suprs- So s ministéri indús* tri u construção, slcntm s tss, srf\ ncssário mur compição Conslho Ministr ri URSS. Propõ-s incluir o prsint s consiu ministr s rpúblics frs, no Conslho u Ministr URSS. Um sção spcil s tss é dic á ultrior mpliçã0 s pors s rpúblics frs o su mis stc npl n dirção conomi. Outr sção, à mplição ppl s orgnizçõs govrno, Prti sindics n construção conômic, à mior prticipção s trblhrs n dirção produção. PREFERÊNCIA DA INDÚSTRIA PESADA Dizm s tss m su conclusão: O ritmo intnso snvolvimnto conômico UR SS bm-str crscnt t>.-wvvv^w.v^w^vvv.ry.. 11 tl)i >****7**A?*>«^'v ft ' TI \»K Z **á*s* A rm conomi ncionl. S Isso nã0 fôr fito, s **- m pr»? «7 rpm ym rnuin *:. _.:.'j-» pr snvolvr indústri lv, po-s obtr um êxlto prnt, durnt ccrt«tmpo, ms isso minrá licrcs nso snvolvimnto conômico no fu'uro ULTRAPASSAR OS P\JSES CAPITALISTAS Nso pis, como stcou o XX Congrsso, nfrnt trf lcnçr ultr pssr píss cpitlists mis snvolvis, n produ rão cpr cpit". Ms sss piss tmbém vnçrão. Pr ultrpssá-l, é prciso ssgurr proporçõs justs invstimnt ns indústris ps lv. com priori pr primir. Isso prmitirá quipr onnnr ncionl com mquinri morr. mntr m nívl lv o potncil fnsivo UR SS. Ess é rzão pnr ou inimig tl URSS smpr dirigirm sus sf oi c con* tr ss orintção, nu constitui linh grl PCUS. Pl rsnh cim, cont^ s tss Kb"i""»h?*-»v sôbr dirção Indústri Construção, vm importânci qu s rvst o bt s msmo1- tor m curso m to URSS) ssim como próxim sssão Sovit Suprmo qu frá o blnço bt o xm s tss. á ísftstpsss; l ^^zmmm > *»««< ««s»*. «*«**>. 0 m sus trritóri influi ão tivmnt no prorrrsso cnmnrimnto plno conômico ncionl. PLANO NACIONAL, DIREÇÕES LOCAIS As tss cntum ncssi dirção plnific I cntrliz conomi ncionl qu corr «uiv bstânci I msm.s rlçõs fj produção soci.!''sts bss n propri coltiv s mi produção. I» sbíviilli^liliillliliil;;! > AKMAS AiOMiCAS TATíCAS O gnrl Norstd, comnnt SIIAPE, clrou qu não somnt srão qui páti com rms tômics táücs t píss mmbr NATO, como rcbrão instruçõs pr qn psm lnçr projétis tlguis qulqur momnto. Tl clrção xprss propósit s blicists nort-mricn, trnsformr váris nçõs uropéis m trmpolins grssão tômic, psr s séris dvrtêncis fits pl União Sovi('ík* sôbr s ctstrófics consqüêncis qu sobrvirão dp um tl polític pr trritóri populçõs s piss mmbro» NATO. NA ALEMANHA OCIDENTAL, ACESOS DEBATES N Almnh Ocintl qustão s rms tômics s trnsformou no cntro s bts polític. Os mis rronnts cintists lmãs, ncbçs fssor plo OttpiH^n, pro- scobrir fissão nuclr prêmio Nobl tísjc. lnçrm vigorp mnifsto à Nção contr o quipmnto Bunswhr'(xército Almnh Ocintl) com rms tômics'tátics, clrn não rirao o qu s< u concurso cintífico pr quisqur psquiss <rê*m'c.«*; n Almnh, c^o sjm ts tis (Conclui n 15' Págin) t^vwi^iu, fio / l-i.r7.nj Jg ~ * *-*** - * v*w«*v.»i«'v«7 Wl-v/HjUU, \ «T primiro ls constitui um plo pov mun intiro pr qu s unm n connção não só prço brt pr- gurr tômic, como tmbém xprimntção com novs bombs nuclrs qu, no dir zr Joliot-Guri, Brnl, gor, mis zoito c tômic físi- lmãs, "nvnnm i%v*»f,*^^i*mi +.< **-. ^WW^WHBÊ^M*' jsk Nni Í> <_ * :*.'".*' -- :.?*?..:.:' ' W '< '*' - ' ': ' ' '.» #/ fc > &' '?-., no di 22 bril mis um nivrsário nucimnto grn chcl rvolucionário clss oprári, TRANSCORRE funr r/o Est Soviético gnil tórico rvolução proltári ~ Vldimir Ilitch Lènin. O nom Lênin nch um époc tô históri: époc vitóri rvolução -ocilistx òus idéis sc tornrm bnir qu conduziu o russo rrubr o proltri por burgusi ltifundiário* t» formr o primiro Est proltário. Hoj. s idéltm invncívis mrxismo-lninismo jà s tornrm triunfnts um trço pr mis i humni inspirm o» milhõs combtrm qu lutm m to o mun pl cus comunismo. Rcnt Runião Birô Do Conslho Mundil Pz Trr s águs provocn o câncr lucmi, pl dissminção r no stron 90". píss subsnvolvis. Entrtnto, no t O cumnto sss pnsmnto não é lrmist, no pov Ási, snti Áfric 0 qu nunci Améric sj fmin, o fim humni, mncipção struí conômic pl gurr com rms cm polític s intifi- trmonuclrs. com E' o il um plo comum pr qu cssm t s xprincws, pr qu chgu o pov m fvor Pz. Foi-s tornn um trégu c vz imdit, mis trvés níti ncssi- um cmpnh, lvr intrssn t, pr o sio lut univrsl s tos s vozs porqu pl pz, o s lvntrm princípi no qu stvm n mun intiro, bs sss mobilizção vozs srão ouvis". s s ms- ss imns ár mun, E' um im, chmmnto princípi qu ir- nsi qu nunci sus prprção pov pl rspito à gurr tômic t sobrni qu s procss brtmnt, píss. o tmpo msmo qu rfirm o crátr otimist s Em brvs prspctivs plvrs, po- dizr qu s brm pr o futuro, s t n dispusm dissocir qu não é fstr o Movimnto psívl Mundil Pz, n mior xtnso mun, o prigo qu mç humni, com fzn pnsmnto qu lvou o qu pov provm qulqur siátic povo fro- form idéi à Confrênci Bndung, contr proibir fbricção, o uso xprimntção lismo o colôni- rms s pl inpndênci s pov. tômics trmonuclrs. O cumnto Birô, convin Um cmpnh ss nturz, pr rtruuiá ds ntr nós brsilir, tm Colombo, pont nno um s to cuss oportuni. grvmnto A lut mundil pl intr- O tnsão intrncionl "s tnttivs, spcilmnt tio Ási, n Áfric n Améric Ltin, pr impdir o rlizçâo xrcício sobrni ncionl". O tm qu srá bor n confrênci és fonh, diço s ngnh tômic pl nulção s pr* prtiv gurr não po ixr dquirir, sil.o no Br- crátr prminnt lut contr Frnn concssão Noronh, mdi ntiptriótic, titucionl, nticons- contrári às nss trdiçõs, ns nção bri sobrn, sobrtu, mdi gurr, prprrão qu n coloc n pição grssors njn m- rms ofnsivs qu srão, ncssrimnt bombs tômics ou foguts trmonuclrs. A cmpyih qu s fizr ntr o povo brsiliro prcrição sss rms pl struição m mss, irá trilmir con- pr qu sjm nuls. cors indign mçm instlr gor, qu m cpitis Norst, bdscsi outrs lnçmnto foguts tlèouidrís^àtômic&s. ' Com' êsso sprdto funmntl bm 'rsslt \ plo Bifo o Conslho Mundil -*d Pz, trnsformr* m um plo brsiliro m fs dn Pz «^ríiirt opís. O sgun cumnto lbor pl runifo Br* Xm é um convocção Conslho Mundil Pz pr NWNTOkmwmw^u^nv?. k 1 j «2" ;?Swtww * **-«,*.-"-fl-st^^whw *i*!\-rt\>-!\^'\*s*^*!l-y^.w YOZ OP Áüii um ncontro m Colombo, Cilâo, n dis 10 lt h nho próxim. Os trm qu ssmbléi Brlim provou pr justificr ss runião Conslho pl primir vz n Ási, stão xigir to um stu mis profun problm lut pl pz no mun. Até gor sforç m fs s iis pz prsntvm-s com um snti mplo lut xclusiv m fovor. pz, ixn lvr m cont s crtristics lut nlicolomlist, qu s procssv ntr pov m Lolomoo, é prfitmnt conhci por to o lutm contr qu pntrção conômic 9 politic hitrêsss nort-mricn n vi ns pátri. A polític s imprilists inqus no tmti colonizr nso pis é tmbém um r. polític Ess prprção gur- polític prsnt ncssi rção ns coop- submiss no sforço tmnt prprção gurr, x- porqu é trvés chntgm jhst um çu&r quo mis fcilmnt são n consgui» us objti- funmntis, ntr o» rdicl quis»t> mlui modificção ns lgislção rltiv ád So riquzs p**trôlo 0 às nominris. : ' ' ' ** _ A Confrênci Colombo rto U mis mplo p*»*ii»tir+c*, m no- qu o fíndúngjmrí ts fc rprntn-.povo to o» continnt,, prsntr rt Ef-2. ur wt ^funs por qu, como póm, onrm m m fs Ps» éo rtpitm m, 2, *4fb*^mt*x h-iu-j-i,-»' "'""** '" "»»w»_» M,M,M<MMM^^^=fii-^ 2Ô/*U

3 * â Situção Polític Nss T ÜiiriS il IP.? B i«j r i11 r» MIS y> 5 ÍUÜ1*LComitê Cntrl P.C. <9 Pt» é OmuM Cntrl runi pr diucuim-».*- Wn** pr.w«uòo m nom Pridiurn MlTcumrS ^i, Crio. Pru. consttou qu. momnto é SS pr ri nso povo. l*in*n.-wju Írvid. çio. O Plno Comitê Cntrl rsolvi StlS ovnf««n d. Scrtáno-Grl nso In,op' Prti' \^Z 2 A *» «****«UtU mundil, n*t. trírftno. mw. mo fmf)u«'u!l«?rço * ^nvolvu ssprs sforço, pr Jcntr impdir o vnço Incssnt socilismo, rss íí;."dssss:»* """^ ^^ * SAo fto. ii..ifnificço históric trriiormco ocküimo m ltrn mundil, d. «sgrgção ^Stm 5 ion^? ^í**1*j?m «o crscimnto. idéi,.socilismo por tí trc, ntr pov. Formou-s M um xtrí TM ff?' ~Mtitul P r Ests, tnto socilists mo nâo-^ist^ Europ, cí Asl Áfric, qumm ÍJilTiE^*^ XX ingrsso Prtl nist Uniio Soviétic CW briu novs -clrs prspctivi pr. ultrlor rforçmnto movimnto «cionl i librtção ml povo. oprimis, movimnto comunist mocrático no mun Intiro.. dt Tu Uso provocou Inquitção ntr. o. Iniinifo. íunid. d. h» progrssist mnt pz. umês^m «mm- Explorn núnci culto à «oni*quênci no. divrs prsonli su Prtis Comunists, Imprilist., s potênci! prticulrmnt Ests Uni" fnçrám u. fôrçm gnt» m to prt, pr confundir divid cmpo socilist o movimnto comunist mundil Ão m" m To^JZZI?Prl?1ÍStS inglêss frncss Egito, tãss o. gnts nort-mricn fscismo n Hungri procurvm rvivr. crir í um foco cimnto. m*s. gurr 0Scoít» pis. mtrrm qu s íôrs. mocrci socilismo, pi, di tn à frnt União Soviétícl 2 fàs«n%x&&pr" «" * ***? m^^6 * *tf(lu«^ imprilismo sus mnto gnts, comunist o movi- mundil, cujo cntro é União Soviétic rz XT«J?,d? '& *"* d0 mi'^^o-lninismo ncionlismo mt» proltário. Alcnç nov. vitóris lut pl uni clss oo* EmUníSf Imprilismo ** cpitlists. A lut s pov oprimis continu snvolvr-s, pu inclusiv Ltin. n Améric A px vm sn fndi com orç» êxito, crscm px progrsso m to o mun. A tndênci prminnt n situção mundil é pr o livio tnsfi! m l&sssm^^pr lso'mm<> -* ~SS tu imprilists * grssivs. «.?-íi*' prig0 * gurr n sprcu. Oi impri- * Í^S^h fcnr gurr fri mtniilcrtsí inpn^nci Prôxln^ MM?U,n,m?Çm s rlrt pov ' com*2«u. nimn^ põm m Pri * PM mundil r Tn?n Pu «* Pct0s É*rssiv. O govrno s Est. l5w /Sn?,írlC 7 mund0 intiro Utr. bsl dispitiv mi* qur nvolvr nso pís m sus prprtiv d. TI ^ílgucrr- mundíl contr mis * Uniã0 Soviétic pls socilists dz contr pov qu lutm por su lmpri^ts BrJSf0..nn«fC,0ní" P8 Inqus vistorii Pi?nt mi, é í»«mf conomicmnt mis ** sub* *«T,ftí,*,v. I^rijL. drulo. dirig, **.. «*o«u o. dústri ncionl. ~iot **^rà*"!*^clo^.<'«,- **-**#; govrno sr Kubit^hi* A^Í.P^lmpr,llsmo tukiu Frnn dj k^ítscnk. Ao utorizr trnsíormçã. «mo. sss sís^gisiás * o«suü:ccl0i«.íír,g?nti monopouoé^ort-ms tropi mlífinm^.811"" m nso trritório, porio mu.si. AK *r prssso pr oh[* o nso pstslé*. Si JL! pomí^ sôbr M minério. n ns rdlouvo. intrfrir problm. Intrno.. -mrinr Com cssão Frnn tnqus Noronh ntr mim.h-».. brtmnt o govôríwtw. KubhichdíS nti"ci0"i E s noliut^ r1iuca * ntípopul SCh6k " mn ' P lítlc g vêrr-o sr. Kubitschk não intru ^SudVdtiSí com to;?òmnt< * ju minori rnáít^s imprilismo nort-mricno, fnr o rgim tu fz n» ltifundiári grns cnitlss i ts? «nslüs? S PGlf S0ld0s tu contrdição t10 ^rt^mss^rí ntr imprilists ts intrn, inqus um l, sus ént miori A nção grvi tul os ldí situção tn tntmnto clrr o scos populr, trminr msss um il intrss pl vi di. polític, guçr blhrs lut s m mssls fs tr sus intrsss profunmnto E ir?vitáv inúmrs. contrdiçõs intrsss no sio Sus s clsss d. minnts,? prtis municipis. São c di mis numr mmbr mhí^r^m-0 P r J"diclári0-» «rçs rms prtis polític qu tomm pição m fs çõs mocrátics s spir- ptriótics nso povo. A tns írft,r«0hsn/0lvímí,t0 s cor^"ts ptriótics mo* SÍmÍ^S0*" * 0tT<XT rs,stên(*i»o. ntrguist/. prtidári gurr. Tolvim^nV8 Ps,b"ld«d««P«crição Tolvimnto rápi sn* um mplo poro movimnto unitário. KLi^^SL ÜL fís hrs obrn, ncionl, cumocrâtkf. nz, s H- p«u mlh«ru «ondiçog d. mi m»m,*ç*«-«m*nt r*** no Brs dint coloc miors nso PrtkU rsponsbilis. E' prciso contritdrd. mtílz^v*^ s * íormção 4P um cpz movimmo trminr m^ munçs fvorávis forçs n corrlção polítics isolr. minori.poi rcionári o imprilismo m nort-mricno qui consguir mo* í^rt ào* ^ * pro^ssist«m Polít^ intí^ Pr isto, s trnsformçõs conômic., iis polític - qu rivindicm vm trduzir-s clrs smpr simpls m coiss pr s msss. Ests srão, ssim, duc*.?,*/trvs d? própri xpriênci, ju pouco pouco, com tivi sclrcr s comunists, dquirirão m ov. ivoi ét owtstc potftk. wu-io novo. ***** 1.A lut ontr ontrg Frmnd» d. Ntmlu íu-zds ^ milit cupt gort ^^ *^-í. Eiíorço. prcisi» r fito, pr trnsformr tst mnifstçõ. o. contr pr» o to ntiptriótico num movimnto govéní qu dquir rpimnt um nvrgdur ÊSS^ S m,i8 Vris íorm«v sr fito S^TuS pr qu ojm constituís comissõs om- mão pis orgnizçõs. rprsntnt,. vário, prtis, corrnts n 0I* os Consguir qu o cor sôbr Frnn submti Noronh o Prlmnto s), significrá um primir vitóri povo. Dvm, gor, mrchr msmo fvorávis com quls o cor, qu, consirm igulmnt indispnsávl qu o Prlmnto sj ouvi. Um msss grn movimnto d. po influir pormnt sôbr cionl o Congrsso no snti No- rrotr s inqus prtnsõs s imprilist. s cpitulçõs govrno sr. movimnto Kubitschk. O mis ISO puts qu solicitrm ção Comissão cri- Prlmntr Inquérito pr xminr polític xtrn govrno o Acor Militr Unis, Brsil-Est. prcis contr com o poio s msss mis mpl, pr não sr rrot pls forçs i\ rcionáris lut contr ntrg Frnn Noronh é ir* portnt consguir mobilizção t prtidári d. pz. ro ptriot po fcilmnt comprnr sil ncssit qu o Br- um polític xtrn inpnnt comrcio livr px. rlçõs mists com A t mplição o snvolvimnto povo! uni trrno ção nst prssupõ ncssi rbrr m fs lut unitári s riquzs ncionis por su cor xplorção com d. intrsss nção, m fs ncionl indústri plo snvolvimnto inpnnt brsilir. conomi E* ncssário igulmnt orgnizr lut plo r* grsso o pís s sols brsilir nvis Com o F^it su st no Orint Médio, umntm risc di di o. nvolvimnto Brsil num gurr injust contr o movimnto librtrão s pov árbs priudicirf intrsss nso povo. A situção xig uni ção lôrçs s mis mpl, polítics corrnts opinião, s mis vsts mrts c. populção brsilir. Acim cis quisqur divrpêt* polítics iológics, tos s difrnçs vm clss* sbr n dirigir t qu vivm ni nso trblhr, pis vlorizr c gsto, c ção titu c qum qur qu sj fvorávl à fs ni ncionl sobr* pz. S ssim fizrm, srá cnçr rpimnt psívl «> união forçs cpz rrotr poüti«? ntlnclonl govrno, 2. A lut m fs sobrni ncionl po. «tá llç à fs s librs s dirit mocrático. Sáo pors s íôrçs qu s pronuncim pls líbr* s mocrátics. Os movimnt rlizs m fs i frnquis constitucionis mtrm qu xistm psibilí» (Conc/ní m 4* Págin) importnt Runião Comitê Cntrl P.C.l *,*«í? ^^,Ut*. * op0m impnnsts o, nort-mrt. qu spirm à libr à inpndênci crscn ncionl continumnt vêm m nso pís. Aumnt forc uni P?nCJ^!.0pwU,/UJ tin um nívl mis lto. * SS5K. M msss cmponss por sus rivindiífhf^i^^tm P615 ps trr- O povo brsiliro ÍpÜ««g f crscnt Pl inpndênci umocr, ncionl, pl pu olução sus problms vitis. Jus^llno Kubitschk fvmijs* foi o por num situção Sm *? snvolvimnto inonc mocrci. As forçs t mocrátics p- hvim consgui êxit importnr!f f m *IvitôrI* litorl outubro 1955 moviíitrís* maultr«novmbro ss luuiço. no m fs Cons- A corrlção íôrçs r cminho fvorávl o vnço no mocrci à conquist nov êxit. Vitorio trvés um mpl colizão ntigolpist, qu xprssv crscnt spirção nso povo à pndênci, in- à pz, A mocrci o bm-str, surgi contr implnt-ão jut um ditdur trrorist sr- «.tíl monopójio* tncius, o govrno sr. Kubitschk, dcfnd*ss lnt o* «continu fnn mtrss. no funmntl. Utiíundiári grns cpitlists ligs monopóli nort-mricn, não sntr podi ixr pr- lgum, crctrístics intriors. difrnts s govrn No sio govrno sr. Kubitschk mnifsttnd<5n<*is H136^"** principis, s forçs s ptriótics t forç, rtrógrs, contráris modificçõs progrsrw* P011^0* xtrn Ds intrn pís.. Inicio govrno sr. Kubitschk, s forçs cj<?n,*rl»* mnobrm pr liminr govrno o stor Ptriótico qu, tmbor vcilnt, dificult cuicção» polític «p- cor. forçs ntrguists, ssim como» crscnsubmissão pu o govêmo s Ests Unis. A polític intrn dp govrno orlnt-s no snti -«l-nuo""orgftlnçqã: Junçõs c vr miors.às..librs. moctát.iç.s...f-.. r ptriótics populrs, tntn con- libr Imprns procurn rstringir c vz 1,Vr* m* mn5*stn^ ponsmonto. trrno j. conômico finnciro, K-uoitschk o govrno sr. íumnt v spss públics Improdutivs, l- o déficit no orçmnto frl c?lr Inflção. Os tornm-s jrnptc in mis scorchnts, grvn *r**ti vw. Bix o s'árlo rl crscm spcul- ^ o htsrws *n,*m^'»>o.. O govrno con<**** fvors xcp- IÍ.1 8 un''.'?rm *,on«*>* rsoluçõs Prti _ grn significção Aprov unnimmnt pr vi o Inform Luiz clri Prsts - Rsolução commorçõs sôbr «40» nivrsário Rvolução Outubro rnmhf '«ST/86! T^xtSm^^ «m importnt Comitê Cntrl runião Prti Comunist Brsil n qul WdT^S8 CÍSíS qf trã vici grn "ígnlflcísu? Prti m n lut nso Nst povo runião form discutis sguints incluís ssunt, n orm--di: C piwçáo ^S1 *^ runidcccã intrno i 2) Inform político prsnt por Luiz ts, m Crl nom Prs- Prsidium CC. 3) Discussão rsolução sôbr uni Pr- COKSAO DO PARTIDO EM TORNO DO COMTTÍ CENTRAL A discussão m torno projto rsolução uni sôbr Prti rvlou firm cisão Comitê tri Cn- fnr uni Prti contr vis quisqur ti- ntiprtidáris. Ao provr rsolução sôbr uni- Prti, o Comitê Cntrl ssinlou qu lut intrn opiniõs v sr trr^coln 6 Objtivo rforçr o Prti connou tos s violçõs s princípi básic m qu s ssnt o prti mrxist-lninist TTT4^ Rltório lgção PCB VIII Congrsso qu prticú>o*i s> PC Chin. P^ucumhi «* oprri. clss A rsolução prov sôbr st qustão cntu ncssi cão to o Prti m torno Comiiê Cntrl, 5) Discussão votção s rsoluçõ., qu tm à frnt Luiz Crl Prsts. DISCUSSÃO DO O 40» INFORME ANIVERSÁRIO DK DA PRESTEI REVOLUÇÃO DE OUTUBRO O Inform Luiz Tn Crl m Prsts vist foi s commorçõs motivo 40* ms bts nl- nivrsário por prt t Rvolução Outubro, contcimnto prsnts à Entr runião xcpcionl sigmficção outr pont importnt cumnto, pr t mrcrm pov, o Comitê Cntrl provou prticulr tnção ns discussõs um rsolução nális spcil sôbr situção trncionl in- prprtiv pr sts commorçõs polític ntimocrátic no Brsil. ntrguist A rsolução conclm rliz plo govrno trblhrs sr. Kubitschk. brsilir fstjr ss t históric A qustão qu ocupou bnir sob o cntro uni s bts movimnto foi comunist tátic mundil, trç no inform, tm tátic como cntro qu mis mpl União uni Soviétic. ção tos s forçs ptriótics mocrátics pr rrotr politic ntrguist EXPRESSIVO ntimocrátic EXEMPLO DE DEMOCRACIA govrno Entr INTERNA problms tátic, foi consir como trf' Form discutis principi mumnvü lut contr -ntrg--frnn provs tmbém rsoluçõs sôbr.ujc sôbr o.ncrrmnto s bts..m tomo «ro* Noronh militrists nort-mricn. Form discutis, tmbém, com grn intrss, problms vi jto dè rsolução Comitê Cntrl outubro'dé A lgção PCB qu prticipou VIII Congrsso intrn Prti, sobrtu rfrnts à uni Prti Comunist Chin prsntou o rltório Prti, o cntrlismo mocrático à pln plicção s su tivi, trnsmitin s xpriêncis trblho s princípi mocrci intrn dirção coltiv. O comunists chinss. Comitê Cntrl xprssou su unnimi n provção A runião trncot-r*. inform num Luiz dim. é Crl frtrni Prst«?s. t pírito mocrático Ui % to / 4 / liâ7 -voi orsbisu: ráxiii I

4 A S.lucão ^H *f? B * it físs íifs Atois Rsolução Comitê Cntrl P. C. B tuvm.w_ <i_ 3. Páy,^) MMSllmn dp.1... ^ to pr. «t> Jumr grn consumo populr qu, ntrgus vitorimnt conti* o **> -u por fnizçõs mocrts ps-iotfsi íwtíííw Uti prç r* opinião *v duzis c orgnizçõs \ áris, pquno, médi comrcints, rlizr ntndimnt srim por êts vndis s qu «listvm intrss, com mrgm rzoávj lucr poi prç tbols. Oí, prjuízo, govrno srim cobrt vindicçõs pwo. lvntr._ qu co.rtponm às ntsjw^s^uü?-s t stors tituição pj cons- populção sjm cpis um fun spcil uni J 2 nsbísílv*! comi crsti pr ção comum. inflção Disto muilo d^na*?--. f sr cri ns i síôiç bs um imj>ôsto pr orgni/r sóbr _*.< Tm grns íortun c lucr pul Z* m mll* 'i po Itic povo, trvés xcssiv. mpls çõs cimlísl _SSíS!?SS f'"0"^^ IJr Q" íçín triótico, ísgr^ qu ku* mocrático ^íowminti m ís.. lutréwn.-, ^S vitl, populr m.wn du nncionh ^ m*mtôdi^rt"? * ^^ * Crcsti to vi w trnsform O snvolvimnto prt m movimnt vrirmnt m vitorio t movlm.-,. Sm^ní mplü mov*nénlo op2o ou ^flndpimnã «-. _ iiuctt, popuiis. Existm condiçõs ris nt Hor XiS.lusmm - "b,s **42^í píj_í3e r mi0r *_r-êjl rsss fitíffís**10 vitis tftçâ0 à hlt* s msss P^ In- trblhrs tulrmnt contr DODUlrs nrtl crsti vi. P Pul^cs, pru- Ajum oprári formulr sus rivindicçõs IStoTSÍSdríK* gt^^t* ÀwArS lut puo u 2SÍ.«ÇW99 jum oigmzr cmpnh ypgçq co crto ntigrv pl r- ü.unj. nso pr sforço? vr não vot pr lvr sindict to trbihc 01 SS StWc?Kp ís s iiidsindicis s #&8Sw^SSS pct uni vm com- È23& lp^ qu ^sjffipnhm s írçõi coní ÍSco' 00 L>cdlçgo df Sr?* *ulm.nl *ri?f o lnçmnto Ci\n, qu contm pom m torno s ui ÍS&dfTP^ A uni U?Í»**8 no trrno sindicl _ns m torno lut pl intrsss Scl0P n é PrÜ1CÍpl bjtív0 SipSIf^ Espcil tnção mrcm s rivindicçõs «ção s sslris ortrnigrícols s msss cmponfsíí ^cor com s prticulris c «mét locl mis qus,. Snl é rts prciso tur grícols ntr ssi* s msss cmponss lvntr s ri* S^SS-I f^m^9hm qu xprssm su. ds }om, fcultm su sprtr pr lut, orgnizção. su Ajum mobilizção sslris grícols «xtnso n lgislção luu^lí trblhist o cmpo, Uv slário-mínimo pl plicçãotí livr s scont. s luguéisí c- quisqur utilis, por umnto lhors contrt slário, o trblho, m- pl bolição s ntfvtà ^d.cji^ço rurl rconhcimnto s sindict jl Sis í?' --s EstJm Junt cmponss Mspnso s n lut nl prsguiçõs ntrg ütui contr spj, propri* Síínpnt08 Jf0fi!iroB' pl bix í*n- «dnfm«h.trrs Prorrogção s contrt plo przo E5ÊS S l n S' P6l forncimnto prç bix ins 2S&?d"í-' smnts instrumnt fcilis trblho _ crédito nor mdis qu ssgurm o scoámn* Ç ' ^nhlpr pl- isnçâ0 d0 vns Pgmnto consignçõs impto qu rci sôbr s produt vnd* pl pqun médi curtm produtors, por mdis ntrg qu í.- lots trrs m cmponss, tc. propri As confrêncis priv comprovrm cmponss como form já s ficint ofrcimnto pr mobsizss s 3 msss cmponss ti como ou ri orçmnto ponto í- su orgnizção. wndicçõs N lut s msss bls r? cmponss é útil rinci rvivr s comissõs, x_* rform grári msmo objtivo qu unirm cmponss, no oprári, comrcints pqun médi industriis, cis, mpl prsonlis váris stors Sên- populção c timvl locl. Vlor tm ins- ju prmnnt s sindict oprári cõí fm írffs'.bm(ccmo s frçõs confr- _Sí,P f ^rcimnto, mobilizção sslris orgnizção grícols s s msss cmponss. E' ncssário impulsionr lut pl intrsss s stujnts, s intlctuis, s funcionári d S públic s coí-^rn, S' bn<;ári' d s rtsã, s trblhrs S pqun médi0s comrcints KJtriis SPn' : Impõ-s.xigir govrno, trvés mpl opmio, movimnj mdis fti\-s contr ti iníjcão vi, tis como: crs- rdução.s ssnsivldiinimuço gst públic com s spss nturz militr Púspnso obrs "lir; diávis, prticulrmnt crátr suspnsão mirmt lucr b,;o pr o xtrior; lvção s impt prol- indirt; u-upiüs diminuição sobr s pqun médi contribuints; impôs* _S?_5mmS finpi,q8^snyqs *fbr 0S lucr p^rordinári; pssgm 60 pr 120 mil cruzir cobrnç nuis i bs impto pr rn sôbr lo pssos* \ nfmií produção vívrs com vn trr- * orc SSSSn n ng0 Pr", «* fmíhs qu s Cl^"-^^'trblhr, sobrtu ns proximis s ss^urn-lhs grns cntr urbn ju técnic finncir prç mínim grntin-lhcs p. produção compr vm st frl, stduis pl go? municipis; libr cio nns cis comr- pr hcrir grnjir; md:s qu fcibtm construção css pr o.s fixrão trblhrs- prç módic pr luguéis côm' prtmnt pquns css rsidênci ns ds. grns tc-.-. Dfnm como mdi contr crsti vi Compr plo govrno, dirtmnt o produtor, gênr J* ~~: á g i u m 4 cssáno buscr, populrs é n* juntmnt com outrs su concrtizção fôrçs uérssdà m c cso num comum simpls, concrt pltíoríndrrto viávl ncssis qué vrl^^n c Est, í município, ci prtin smpr ou loc? S nívl sus comprnsão intrsss s mis msss sntis ds tn s mí Cri? psiucl Prt!S ümiính/á^" «r. s& * rgni2á"l* ^«r plnmnt. trí ll?,dlcs «o tulmnt 03 prlncidi. ^g^sttxssrs - sr" mm su Pátri sjm Pz. à0s qu À mdi qu clss oprári i nc unir sus filir. *, oprrlo-cmpons m,«rvir mnt srão su íóíç mlt J SÍ gnhs pr ção unitári pfriótis é mo" jovns, ssim omo ntr intlctuis mulhrs f M qu, num ou noutr circunstânci concrt, n lut S ntülijf trmins stors Uho^^Wm^S. *o mo, ou, o mn, sr nutrlizs. Qu^ur titu pitiv ns qustõs ncionis ou k_. g% d. crátr populr, ptrióüco^ mocíáüco irvi dt M&XTàl fir^v^ ^^íommot» SSS1 íf ÍMto* 9 obstácul ou rm fôrçs qu n psm sorm- * polítics sforcmo-n cd. cso concrto^ prrncoítiv.íj. bss pr coorls 'm^bníicís í-vtu o-vist %?r7nj?t cüíwnts C m qu^8 ^ tssnlsoí. ns no qu s rfr à Int. UiL SS^S 2^j-f* w*sj^ru -SUSS «or ncontrr um trrno comum lut, u fcilit* snti, com prticipção s íôrç. msms vcilm,?ô?ç!s. rcum Algum cssáno, pois voltm à lut wmume^s! pois, procurr trir novmnt s luts n ps mrcht ptriótics mocrátics, quls forrs ou?v_? vêrno^uto^íou^0 JTtld ** Stor Ptrió^ *> B* pr pront cooprr UÜ- il^sfts E* psívl rsistir vitorimnt nl ntipopulr à polític ntinci-v govrno Ns* sr. Kubitschk tuis condiçõs S3? mun forç nso cmpo socilist, pís dint * influênci crscnt pz, libr s idéi* socilismo mn, ntr milhõs nnhum srs hu! govrno porá fzr líric nímcionl impunmnt um. no\ ntipopulr. ^"mnt UI«po- E' indispnsávl tr confinç vr n su forç consciênci s msss l- polític, uni-ls, orgniz-ls mpl movimnt iv^í populrs ss ncionis contnbuir 3 cisivmnt ção s ms pr finir "p vrss corrnts cãori-, 1' prtidáris, s. A ção grup polit c s msss prs^iidà: trminrá, ncssns m últim1 modificçõs instântí- * progrssists n psffici 5i & clss* ^* ni to à ^nptsnncom su PrtldS Comu! füftís P*V sbrá mtrr sll im"s forçi À luz ss orintção ti polític, s orgnizçõs c Est Pi*. município tmnt vm stur situção mi, SS. concrt s rivindicçõs '.' dispição s forçs povo polítics compição s ov^'n 3 d L^SÍÍPÍS' t?d /mt Cont vtíi u 5-^rsíd^^oS consciênci orgnizção dás msss s forc, moortics ptriótics. Dst mo porão trycw *Z míjííl8 COmtt ^dur POlÍ,,C' «t»w * mnnts com com., 09 divrs ps prti, político.. corrs.1^ VOZ OPEBAKIA. sfffl^^éis-ss*^ mplitu o snvolvimnto 111 ildà TírãTn?* l é qu lncm rízs CSSCn' cms m5fbrofun^r-í populção, qu o ovísí^h.r» S' çs ptriótics, mocrts T^O_St*-?u^oÍS ÍÓ,% miori smgr pípífficçsstfi? SS*^ minho trvés qul chgirm.' no 5 «l t&2 rr Ao nso Prti cb nrço xrcr ppl "r*rr* vo nn «r>n 0i * «(.' dlrl^m-i,. uingni,_, n mor» _^wl su librtção C^ mms qu P~^lm«m o povo Nst trrno tm obti ms rvrms lmin *xit. i»..^ *-_ tmbém ns. sériu?d?b&t.^^isl_u,!2 tivi politic no msss trb hos pííísrldm "* Embor tivéssm lst2msst^5^_tc ^sssç_s^_ãff pz sobrni ncionl, í! pls lkíí I «rífíjs.0- noso novo. i-m»?*-*» h_? -«,«*. no «««^rcimnto cuss?o lntrí TStrtí ns"^"16"10?, * «"«* "P*1 rág?s* s_g ssss_s ^ws sus luts, orgnizção uni. ^* *" "* ET ncssário stimulr OOBB. orgnismo, pr dirignt. _, -. qu tnhm vi * polític msm^i.. n^íf?? P-l-qU VTmcW dirção o- ltiv qu s 2,i! JÁ úsvust J^ *f ",rt0cri,k> * " "" mico^nonpsiptidnávlf!nt^síflcr trbih0 iológico combtr po= g inimiswrí\n- influêm dtidvjo. m t tsnoc _? 20SJ comunists fzr vnçr fun discussão qu s trv S & Ur»bÍ!!?C0*. lpn> Proito d-» Pcnit,^ ^ í. ^m to Prt^o à bs O Comitê Cntrl P.C.B onrt. toi -_. mrht.-,-m -_â $55335S-3_ - -fmoc.áus, inpndênci ni^ Rio, «brü 195T O COMIT.. CENTRAL DO P.éílR

5 SOBRE A UNIDADE DO PARTIDO RESOLUÇÃO DO COMITÊ CENTRAI 10 PAKTIOO Comunist Brsil, prti mrxistlninist (i clss oprári, tm como um sus prin) ipi uni co3üo sus filirs. A uni Bionolltitt dc nss filirs é font soliz forç Prti grnti básic pr lcnçrm êxit vitóris; é sncil pr qu t comunists tum como um só homm num msm dirção, é indispnsávl pr unirm clss oprári mis íôrçs progrssists nção. A uni prmit o Prti conquistr ssgurr tu ppl impulsionr dirignt lut nso povo por su mncipção ncionl socil. Sm uni, nso Prti não po cumprir su missão históric. O principio uni no Prti é um principio con- ^rto: consist m fnr uni orgnizção prtidári. uni iológic polític uni no umprimnto s trfs. Slvgurr fortlcr uni Prti é zlr pl própri xistênci nso Prti, constitui, portnto, vr sgr t comunists. As clrçõs çõs qu prjudiqum uni Prti não pom tr curso cm nss filirs. Sob qulqur prtxto, é indmissívl qu qum qur qu sj tnt contr uni Prti. try NOS últim tmp, m crt stors **> Prti, lguns cmrs vêm tomn titus qu lvm. nfrqucr o prstigio utori Prti vism smr sorintção qu m sus filirs cr flt confinç provo- n orgnism dirignts. E' sbi como lguns cmrs rsponsávis órgã imprns pl principis srviço povo, violn disciplin Prti, brirm um discussão sobr o XX Congrsso PCUS nts pronuncimnto CC ormitirm qu fsm profris tqus à União Soviétic o PCUS, o intrncionlismo proltário, o nso Prti à su dirção. Ptriormnt o Comitê Cntrl tomou um rsolução stblcn norms rgulrs bt, ms quls cmrs tu fizrm pr contornr ss rsolução continur utilizr invimnt s coluns quêls jornis m fvor sus pont vist pssois pssn ptriormnt à prátic t frnc ciplin. indis- Por su vz, lguns mmbr Prti n UJC, qu tum prtxto corrigir rr qu têm crio o snvolvimnto prjudi- ss orgnizção, pssrm pugnr brtmnt pro- pl su dissolução, violn, ssim, um rsolução Comitê Cntrl Prti. Não mn prjudicil vm sn titu outr cmrs m vz qu, crític rsponsávl construtiv rr fu qu vm sr corrigis, prticipm discussão.pr sfrir tqus o Prti minr su uni. E' indmissívl m nss filirs libr <:r pr t fzr rvisão s princípi mrxists-lninists sprstigir o Prti ntr s msss. Dv hvr sr ssgur libr -opinião crític, ms cussão, dis- critic lut opiniõs no Prti vm ob- Jtivr smpr fortlcê-lo, rforçr su prstigio ntr s msss lvr utori Comitê Cntrl, vm str smpr subordins às ncssis intrsss «io Prti. Fruto incomprnsão uns sobr princípi pl quis s rg o Prti piçõs pouco f RESOLUÇÃO DO COMITÊ CENTRAL DO P.C.B. «Q COMITÊ Cntrl PCB briu m to o Prti discussão sobr «Os nsinmnt XX Congrsso PCUS, o culto à prsonli sus consqüêncis. A tivi s trfs tuis Prti». Durnt mis 5 mss grn númro mmbr Prti xprssou livrmnt sus opiniõs. A discussão forncu mtril consirávl pr o xm s qustõs m bt. O Comitê Cntrl consir grn importânci rlizr um nális profun discussão qu s procss m torno Projto Rsolução Outubro 1956 fim xtrir t nsinmnt qu l proporcion. Com êst objtivo o Comitê Cntrl ci qu, ni su próxim runião, vrá sr fito o bln- Ço discussão qu or s trv no Prti, fix o ncrrmnto s bts pr 30 dis pós publicção st rsolução. &l% 20/4/1957; O COMITÊ CENTRAL DO P.CM.s firms outr mis sujit à Influênci Iológic ns Inimig d.? ciss, s mnusiuçus so nocivs à uiscipun à uni Prti, dificultm prjudicm su tivi intrn xtrn. Prcism sr. portnto, critics, combtis susts. ' O Comitê Cntrl consir qu muit s cmrs nvoivís nsts tivis stão quivocs vz sclrcis qu, um rspito rro comti, sbrão timo tis tivis. pôr Ao msmo tmpo, o Comitê Cntri dvrt qu o prsguimnto sts tivis conduzir porá o ivisiomsmo. NOSSO Prti é g> vngur conscint ** orgnizu u clss oprári, mis ivti lorm u su orgnizção cisí. bmão voiuntári combtiv s comunists, constitui um sistm único orgnizçõs, mocrático ccntrlizuo. Kg-s pèiòl prihtúpi mrxisis-lninists sinttizs m sus Esttut, princípi qu uào o Comitê Cntrl conuição cntro único, m torno qul o Prti s un trblh. Nnhum comunist po, ssim, tur tor orgnizção prtidári qu prtnc ou colocr-s à su mrgm pr mitir opiniõs pssois mnifstr divrgêncis, porqu isto signific golpr uni Prtioo snvolvr trbmo frcionist. O Comitê Cntrl chm spcilmnt tnção to o Prti pr procss já clrmnt nüprtidári lut utilizs por lguns cmrs qu smim bot intrigs, difuncim clúnis, provocm discórdis luts sm princípi, minm soliri confinç mútus ntr mmbr Prti, rlizm runiõs à mrgm s orgnizis prtidáris, fzm crônics tnncic s runiõs Comitê Cntrl, inclusiv, rvim sgrs Prti. Ao msmo tmpo, com o objtivo conquistr pt pr sus piçõs ntiprtidáris, distribum crts outr cumnt orgnism Prti, m flgrnt violção s norms sttutáris. E' prciso pôr trmo ss nfst tivi, chmn frtrnlmnt tnção s cmrs qu nvrrm por tão prigo cminho, plo qu já há grv m su tivi qu po trnsformr-s m trblho frcionist s nào fôr sust tmpo. O Comitê Cntrl prov tução snvolvi plo Prsidium s últim rsunião -Comitê Cntrl m fs uni Prti, m prticulr s mdis toms contr tivi ntiprtidári. 41 O COMITÊ Cntrl chm t militnts orgnizçõs Prti s mntrm vigünts m cifs uni Prti, combtrm com cisão nc.0i tô qulqur tivi ntiprtidári xigirm o rigoro rspito Esttut Prti. Dntro uo sistm, céntrlismo mocrático, sgun stblcm Esttut Prti, o militnt po dirigir-s qulqur orgnismo Prti, isto é, o Comitê Distritl, o Comitê Zon, o Comitê Rgionl, qu su orgnizção bs stivr subordin, inclusiv o Comitê Cntrl. pr fzr obsrvçõs, propts ou comunicr fit no trblho Prti. Constitui, porém, trblho frcionist o nvio por qulqur militnt cumnt ou crts mmbr Prti orgnizçõs prtidáris qu não prtnç ou orgnism dirignts, quis su Orgnizção Bs não stá subordin, com sss msms pssos ou orgnizçõs mntr quisqur outrás ligçõs pr fins ntiprtidári. Não s po prmitir qum qur qu sj, colocr-s cim orgnizção prtidári, ixr ctr plicr incondicionlmnt s cisõs miori su orgnismo ou s cisõs s orgnism supriors. E' indmissívl propgr crônics tnncis runiõs rvlr sgrs Prti, pois isto constitui grv infrção s Esttut. As clúnis, bot s luts sm princípi vm sr firmmnt combtis, pois minm uni Prti soliri confinç mútus ntr sus mmbr. As çõs qu prjudiqum uni Prti, cusm obstácul à dirção unific Comitê Cntrl ou minm o prstígio uni Comitê Cntrl vm sr critics combtis. Após s ncssáris dvrtêncis, contr t quls qu s obstinrm no rro s opusrm intrsss Prti, fstrm-s s princípi prtidári linh Prti, não ctrm s cisõs miori tomrm, portnto, titus ntiprtidáris, prcism sr toms s corrsponnts ndis disciplinrs. Assim, uni Prti intrsss ns cus srão slvgurs. 0 COMITÊ Cntrl consir qu, pr rforçr uni Prti, é indispnsávl qu s orgnizçõs 5 Prti.pliqum com firmz o princípio céntrlismo mocrático é o dirção coltiv, snvolvm morci intrn, impulsionm crític j i utocrític o combt o nvicimnto à uto-suficiênci. Contn com prticipção numr cmrs, o bt qu hoj s trv no Prti vm contribuin pr stimulr fto critic vin bixo, üs militnts já comçm mitir opiniõs sm rcio contrrir qum qur qu sj obsrv-s qu o control s dirignts pl dirigis s orgnism supriors pl Infriors snvolv-s m mior gru m nss filirs, lmnt sss ssnciis pr qu orintção s trís Prti sjm c vz mis corrts pr qu tu quilo qu ntr nós xistir rrôno flho sj mis rpimnt corrigi. Êst outr rsults pitiv prcism sr vloi K.s pr qu prprm t psibilitm um Vtiyu m* ufsiuojvl&iuto u mocrci n vi O nomut- Pri.o.»"" " no v sr lito pr qu t mmbr Pr lo prticipm tivmnt lut pl mplição tl tnnto for- mocrci intrn m nss tiiiru, m \ st umntr ttn o gru rsponsbili tivi pou c Prti nir s msss. C cis comuntí. lutr com firmz sm rcio PM- plo rspito cit sttutári, h mntr-s pr- vigilnt n fs 'rí. no ic scu Prmitir sm crític rbítrio quisqur mn.fs,íõcs o mnnismo qu tnt mls rm o nso já cus- Prti. Dntro s orgnismo,- subordins Prti princípi qu rgm vi v-s suscitr smpr prtidári, discussão sobr tos t s uu** qu são intrss ns lut, ci libr com o plno uso opinião, o confronto s idéis, utocrític. crític Qulqur comunist tm o dirito fnr sus mitir opiniõs, discorr ci criticr su orgnismo ntro tm igulmnt o dirito o orgnismo plr cr suprior, inclusiv o Comitê Cntrl o Congrsso Prti, ms tm o vr ctr miori cisão püc-l sm vcilçõs. N firm fs s princípi s ti - piçõs Pr- progrmátics tátics - não s v fzr milir nm pr- qulqur discriminção contr qu têm opiniõs difrnts ms qu s mntém ntro rspito orcit sttutári. E' indispnsávl nfrntr rr, combtr firmmnt s opiniõs flss prjudiciis o Prti,_ procurn convncr, rgumnti- prsudir com pciênci frtrni. O comunist tm o vr dizr no Prti o qu ftivmnt pns. A discussão po no convnc-lo s rzõs miori, ms ntr él miori nào há um bismo, s qu obsrv disciplin fn uni Prti, pois vr não é privilgio ninguém. Rsolvis s qustõs por miori prtic rvlrá por fim on stá rzão. N obrig o comunist rnuncir àquilo qu stá convnci ms como mmbro Prti tm o vr sr smpr fil princípi mrxists-lninists à bs s quis o Prti xist tu. O vlho hábito s orgnism s militnts vrm s mo- qus qu xclusivmnt m função cumprunmo s dirtivs rcbis cim prcis sr finitivmnt min. li- A inicitiv c orgnismo militnt stimul. prcis sr Isto não signific qu orgnism supriors ixm rüzr su ppl dirignt, lvr orgnizmnt sus cisõs orgnism infriors, trminr trís trçr pln conjunto rlizr o indispnsávl control. As cisõs s orgnism riors sup» so obrigtóris pr 03 orgnism infriors, ms vm sr xplics mnir convincnt, orgnism gnhn-s infriors com rgumnt polític pr. su ftiv plicção, sm ixr ouvir s objçõs. obsrvçõs critics. A mocrci ntro Prti signific stimulr orgnism dirignts s OO.BB. pr qu tnhm vi polític o máximo inicitiv, discutm cim coltivmnt sobr solução pr sus problms mlhor mnir plicr s rsoluçõs s orgnism supriors cor com s condiçõs concrts locis. O snvolvimnto mocrci, critic utocrític no sio Prti po ssgurr qu rr vitávis sjm vits qu rr, logo qu sçobrt, sjm corrigis, obtn-s ssim miors êxit no trblho. Ests sâo ftors grn importânci pr mio? cão polític, iológic orgânic ü nso Prti. 0 COMITÊ Cntrl consir indispnsávl qu sj 6 intnsific o trblho político iológico m to o Prti. Nst momnto è prticulrmnt importnt snvolvr m nss filirs lut contr iologi individulist pqun burgusi, contr sus mét polític, rms qu s utiliz o inimigo clss pr tntr minr nss filirs. E' ncssário intnsificr rio Prti ducção sus militnts no spirito intrncionlismo proltário, pln comprnsão pr ns lut importânci históric cmpo socilis. União Soviétic cntro movimnto comunist mundil, combin o msmo tmpo o ncionlismo burguês o chovinismo. A intnsificção ducção mrxist-lninist lvrá cpci t mmbr Prti fnr iologi proltári combtr s iologis sir nhs rforçrá, portnto, su vigilânci n fs s intrêsss Prti. T militnts dirignts Prti vm r su xmplo pssol snvolvr su trblho com bngção pr unir in mis to o Prti m torno Comitê Cntrl, tn à frnt o cmr Prsts, como um grn fmíli c à bs s princípi mrxists- lninists, bm como pr unir clss oprári o pov n lut pl inpndênci ncionl, pl pz pl morci. Nso Prti é instrutívl invncívl. Apois n sbri coltiv Prti, n dicção o Prti n tivi t comunists, corrigirm ns rr.colocrm nso Prti à ltur sus tríj histórics, O COMITÊ CENTRAL DO PARTIDO COIVICNISTA DO BRASIL Abril lf»67 voz oprri; Págin t 5" ' :...-,y.y;4yy- <>;.'

6 f.corrspouttónci AntA» Wm* Glrotto.) Mis 50Ü rrntári Guír (Já. l'u rcu ), plntrs lgodão «ris, ssinrm um bijo-ssin. li n Câmr -Municipl plo vrr M» nol Sntn Nto, m qu plitim sj prov Ici bix rrnmnto Jrr ncssi bir o proi» plntio cpim ns I» Vours. So continur o spim. plntio dizm rrnr' ;tá» ri, m brv s lvours stro trnsforms cm t com ps- isso, qum lv vitgm é pns mi dúzi ltifundiári, bom como frigorífic nort-mricn, qu minm indústri crn. Municípi como Guír, M^ucJópolis outr r- io, são srimnt s prjudi- com êss plntio. Os trblhrs são spjs s_ trrs s ltifundiári têm qu trnsfrir-s outrs pr rgiõs ou sofrr miséri ns grns cpitis, orno S. Pulo, Rio, tc. O comércio, pqun indústri o rtsnto sss pquns cis são tingis m chio, pois principi tivi conômic rgião é lvour " cris lgodão. Com trnsformção s trrs m invrn pr crição ngor bois, stins frirorífic, quls cis pssrão sr novo, como há ENGANADOS OS CAMPONESES DA FAZENDA FIGUEIRA W Fzn Figuir, situá no município Prnvl (nort Prná), zon frllir, stá Imprn o Érror contr trblhrs contrts pr rrub mt. Dzoito trblhrs form contrts rcntmnt, com nromso gnhr Cr$ por lquir mt rrub, Ms o chgr o locl, firm «Cobrinco» não cumpriu promss, lgn qn só iri pgr Cr$ 2.200,00 Além disso, obrigou ns cptppo nss trblhr ros kiélw ii Mir fijiin lguns n trás, simpls stâncis boiir. Ms ltifundiári, morm qu cm plccts ns grns cis, sô vão Guír c Miguclópolis buscr grns lucr, pouco s Importn sc s cis vol» trm sr spovos, pois pr crir boi bst pouc gnt 2 ou 3 mprgs, pr um fzn norm. A litur bixossln» s morrs Guír, n tribun Câmr Muni» clpl. tv grn rprcussão n municípi vizinh Em Migulôpolls, um fzniro tivr corgm pdir i mil cruzir plo rrn» mnto dc um lquir tr» r in xigiu qu rrn tári ixssm ns cn» ss qu tinhm construí, qu rtocssm cs fzn ixssm s crcs dn fnzcndn intirmnt novs. Isso constitui um bsur, pois é qurr xibir qu rrntári trnbnlhm xclusivnmntc pr o ltifundiário, umntn c vz mis su miséri. Pr rsolvr ss situçüo, é ncssári rform grri. E é prciso qu trb» lhrs roç s orgni. zm m ssociçõs, pr for» çnr o govrno n pôr fim tnl xplorção s rrntá. ri mir, pr qu às* t tnhm o su pço torr dis mis flizs. O bixo-ssin s mor» rs Gulrn contou com o npoio qus to o comércio locl, intrss tm» bém m Impdir qu s trrns fértis dn rgião sjm trnsforms m invms produçflo cris. IIquidn, m bnfício trusts nort-mricn. AS COMEMORAÇÕES DO 35* ANÍVERSARIO DO PCB. NO DISTRITO FEDERAL Como contc t n o Rio, s frstlvis com mortivs mis um nivrsário PCB, tivrm -grn rprcussão cloro poio s trblhdrs criocs. A ci, prticulrmnt cm sus birr oprári subúrbi foi sprt o mnhcr di 25 mrço, por um i t«n_ so spoucr fog- rtifício, ssini.-? rr.r. pssg-rm glori t proltári brsiliro. Mt um vs sus mur mnhcrm pr» sntn inscriçõs rfrnts ob_t'._vog às Ints nso povo dirigis plo PCB. Bnírols vrmlhs com o mblm foic o mrtlo swffirm m vári birr sprtn intrss o ntusismo s trblhrs. Inúmrs pquns fsts, con. írêncis plstrs, rlizrm-s m to o D.F., num clim ntusismo frtrni.. ns miis xltou-s o ppi Prti, ncssi tul mntr fortlcr uni prtidári m torno CC rrn importânci rfirmrm ns trdwonl niçáo Intrnlonlist proltári. Um xprssão «fo lv snti tolórico sss compmorcõs form s n«- mrs i**.pr.*-.g-ns d*r-~ís o CC. rv-'n«confinç snmri à dirção Pr. ti. pl comunists Irjá. Mis 40 trblhrs, runirm, s pr commorr lsi f»- tivmnt o tri-rèsimo quinto nivrsário PCB. Não f!*»on trdicionl bolo com vlinhn o rrupo crinçs qu cn. tou "Prbéns pr você". Ao militnt mis vlho coub crtr o primlrv) pço bolo. Flou um militnt comunist sóbr o ou r o Prti «sus objtiv. Usrm plvr t mnu outr rrs, t rcfrin.s com plvrs crinhs o prti o cm..-»!_d-». Prsts à T7"*?,*3S. As tndêncis nti-prt'dáris f*>rm unnimmnt conns. NAS GRANDES EMPRESAS N«* fçrns mor^ss Rio tmbém, xmnlo ou ocorru m um s mfors mt!úr»-.cs D. F. o nivrsário Prti não pssou soprcbfd'». Nst <mnrês n hor plm^ro, nols pro_ cdi ll*t»r T»»*»»r* s.tom*!. nopu1->rs rfrnts o trl-ósl-v» ou!n*o nivrsário, pr um numro*--» -rruoo «T>**rr*i-i oomunfst-s sm prti, houv ir.<*>mnf d* fn. f*s*% ronfr*.'rni7-*» *»-* <-.. on tri Lopoldln. Mrc stqu confrênci rcli/. pr trblhrs tmflltnts comurj.s morrs m Bonsucsso. N Pnh tmbm um numro grupo mulhrs comunists, m runião fstiv commorou mis um nivrsário PCB. MAIS UNIDO DO QUE NUNCA No crr tirotio fo-j rtifíci qu sprtou ci. no di 25 mrço sobrssírm plo vigor rprusso subúrbi Cn. tri Brsil zon RurL só cm C. Grn 76 fo- «mts form quims numrs bnirols vrmlhs form içs; inicitivs smc lhncs form rlizs m Jorpffuá outrs stçõs Cntrl Brsil. Em São Cristóvão, trdicionl rduto Prti proltri, n&o form mn xprssivs s commorçõs tríçésimo quinto nivrsário. Dus grns bnirs vrmlhs com foi- o mrtlo form hsts. Um srn pirân-íol foi quim. Ns fvls li xistnts morrs form s_ prts por slvs fog rtifíci, como ocorru no morro Tlégrfo.!n'çltlvs como sss multiphrm-s por to ci, indicn qu o compltr-s mis um nivrsário PCB êl continu mis vivo, tunt uni qu nunc, tstn qu são Inútis stão conns o frcsso tqus, visn nfrr-uê.lo rfiw?vi'*t* cor.nnfst.«>s form fusivmnt brçs por s-"i_s omt*nh«*lr sm prti. Em um df»s T»*V»r_q m. pr*-»s têxtis Pio. m dus plstrs ou cont-rm rom OS FESTEJOS prsrv m*l-s EM TRAJA m f <-*ntrá d«tr-**-**.-*. *»>;.<* «-»**. fo? **"*"»o- Exmplo típico dêsts momnt V!-"*1'! «um m****---!*"-»****. ** ç/»'ir?. Jgunç por I ls, rms crbins, confrtrnizção r'm->-f. r.,,.,,,,, mutõs fuzis, lém dns co. nf> rf, j^y t-'-5.-*-. munist, xúrssly foi r*.t'-*r-"*i.s*» fst rliz tmb-ím «Musr». n subúrbi Nm msmo Cn- n fml-i. nu-i. pom poom trblhrs r\ " * struí-lo, sus inimig intrn xtrn. * m^&mm%2m v Intrncionlismo Proltário w v, Vr f LlUrtUC l^uiitrcld Concrt «lho 17 n. como rfém, (Conclusão 12' Págin) **«ob mç, f't rconhçm xig pl jiron*^, qu irim mtr corrigi-lo. concrt, o rro n o rconhcimnto isponnm disponhm corjo s rr Qum fch olh nális nt fi'ho, r» sus cuss s o pi não voltss. rot bém tm- srá invitvlmnt concrts, rrot o xm, Ess mis sm um é situção qu xis- vz, ltrli, qulqur uni- jmis tingirá vitóri. E' * hoj o n zon s qu n pitivo ngtivo grilir nsin, nss m liás, tivis. o próprio Projto Ninguém o nort Rsolução xig, Prná contr r cm- CC PCB, Mrighll qun diz: ou qul comçm rgur-s «E' qum qur qu sj um submissão titu ilist um tribunl supor qu justi» ou comunists não rrm. qulqur «to Ms vm contrição tr smpr m vist o rrpndi» mnto». Autocrític qu mu n po ocorrr tm o vr «m com o movimnto rvolucionário culp», t nós qun s sprzm o sbm. vi O ls stá qu ngtiv, s xigir flhs é o rconhcimnto rr s vêm co s frn» nns concpçõs ls flss pitiv, qu érm êxit s vitóris. Êst, portrs s um s rr nsinmnt principis qu, m ci, consquên» comtm, qu vm xtrir s su rr corrção, gor nuncis spírito ntro mrxismo-lninismo plo Prti Comunist côr União Soviétic».? * *omj-s condiçõs concrts Or, h. ns não No r- é s trt justmnt isto o pns u fz cmr o cso Jvi, lug- Mrighll? ms Ests rr nfrntrm, form invitávis. com tico snti cri- form rr csuis pnsmnto tmporári, inpnnt crir, spírito oustõs justifictiv s rr orgânics pss à bs como s forms s «muits nov rr comtis, construção como fz Prti» Mnghll m trás (ntr ou- rl-ão o cmr qustão su Boris strutur) cotyvsky Ni» «comm qu nts is o ou litrlmnt» ncontrm n PCUS tórics f*<=s is rtig, Acso, Stálin dint disso, conns no-s consirr infuns pl rli. como obrigtori tmors qu tis concntr ção^ golo nrincinl ns cms médis, s cmnonss. Rouhffs no Brrcão Em Abitl (município Prná), umnt c di xplorção s cmnonss. Os nrêr s gênr limntis sobm -?m crrsr. Exist n rgião um cs comércio conhci por Cs «Tubrão Nort" on cmponss são obrlfs fzr sus comnrs. Alguns já fzm há mis 30 n imis po-lrão ixr comprr li. porqu s i^í-s contrís são norms. O cmponês não consgu unc tr sl, pois sfr. O comrcint "lum*. cobrlh 2 9,'% o mês, n divi qu rst-j pós o crto dc conts. Além disco, o no Cs 1:. cobr normlmnt 50 60^ mis m to'' n*. **'*u*! nrni.i.ns. Tuss ' sftticfin ripv tr nm fim mnonss dc Ahiti.1á colocm mobilizr-s onlr êl. F» lm % 6. opiniõs, s gnrlizs no movimnto munist co- brsiliro, impsibili nóssám lvr burgusi um vol» rigir ncionl di» t^ oss? o movimnto Mrighll nont librtção, nfim suficiênci tóric*» fós-httitô quilo tu m rcbm como cns plicm s gmi n- i rr. oiir sm Ms soírlto isto não crítico qul- bst. E' nçcssário concrtizr porou «provinh Stálin. como PCUS rinsuficiênc- s mnifstv União Soviétic» èsft t Es» tóric*» utocrític m Inici r-nrão à r«^ p^o Prolto so»u.çfio P- prtic intm-onlismo qu«v*m lvr nro^tárfòi consènuntmnt miis s concnr-õ^s f-ss» tê o fim. Do contr^r-o, formpcts rro«* trvés d?s rptirão, s í sim, i-is <?t «insuflciênc-ã invitvlmnt, tóric» corrm ftivmnt s rvlv. A vèrdád0 o ri«5ro é smor co"crp+ tã mfém ns% -»im' volt o c-** sor-*0m-r> pss, trvés ^ I n prmnêrc^n té#tânô«rk^ tv mo nrolt^t-ío nt.~bot.v "d»ltfôn-nh>."stgnánt" o rão çp v*r\» f37pr in^o r>- nn- IvTP.-». Wl»s tmbém não s no^«f7r rnf»- rr!md?-<i«(. A utocrític é smn-r concrt VOZ tlmtrxist no sistm ulto^à prsonlld«ṡslvsr. 30 tt»s»to 1W7 i OPEBASIAs /43k I _\m II ( ' í^w^ \ I kmm wp ir St Ms. tf In \2JS**lft[^ Brutl Explorção Cmponss N ci Morrts rná), (P- milhrs cmponss stão sujit à snfr xplorção ltifundiáno Miuclli. Trblhm sol sol, bixo chuv, com mét primitiv, sm gnhr squr o suficint pr s limntr. Um cmponês gnh p» ns 180 réis por mtro tou» cirs cn rrncs. Após um di trblho, não chg rcbr qurnt cruzir, o qu qüivl, no fim mês, à mt slário- mínimo m vigor. S c, não rcb n», nm qulqur ssistêncif médic. Pr xplorr in mis cmponss, o ltifundiário Mlucli fornc-lhs, como cs, pqun rncho imunu. No início não lugul, cobri ms o fim ti guns mss pss cobrr. Os cmponss nfio têrn qulqur spéci contrto trblho o ltifundiário nm ssin sus crtirs Há pouc n trás, oi* tifundiárlo mnu brir um str, pr scor su dução, pro., fit Intirmnt grç plo cmponss: fêi um scl s dis m c um qus vri trblhr n construçfio scontv i orns spss sst construçfio. Pouco pouco, cmp» nss comçm sprtr comprnr ncssi s unirm pr lut co» tr ss brutl xplorção. INTENSA ATIVIDADE DA UNIÃO DE LAVRADORES Fun m 13 zmbro 1955, União s Lvrrs Trblhrs Agricols Cpinzl P.drirs (Mrnhão), vm snvol. vn intns tivi, váris rivindicçõs já form conquists, Junto prs públic. A União prticlpou I Confrênci Agrári rliz no Est Mrnhfto, cm bo rprsntção. Em runião rliz à 17 mrço, rsclvu & Unifio fzr M Unhs roç, s <*> mçr m Junho corrnto no, cuj frut rvrtrfto m bnfício clss. O rroz s. rá gur té fvriro, époc m qu é mis difícil o lvr* r ncontrr smnts. A UWto é» Opintl-Pdrl. rm ü m prpr pr inicii construção su s pnv Pri, «m trrno onsgul Por *n prsint, nés Jé Vlfr Lim. J st à vn o sri primiro volum, três, s OBRAS DAS ESCOLHI K. Mrx F. Engls, lguns runin s mis importnts sss trblh is funrs ntifico. socilismo i- Obr indiscutívl vlor pr qu sjm psuir mlhors onhimnt conomi polític, ÍUoMÜ mtnlismo histórico. nrs*j \*m. Pá^ns» Imprww» m ppl duplx Cr$ 90,00. ; ' ' ' tníw plo srviço rmbolso ptl pdis R. Jnm Pblo Dnrt<s 50 - Sob. M/á/^ Ci

7 Mflfl fl Ml, (BSEHACOE 5 M A SIG11 MEKKM N&CíOl 0^ ÜC. r w u-císiru cpitulo cumnt m qustão, sobr u» Srtftnci o ppl movimnto stuntil m nso pi. Crio qut ssimilçáo por to Prti s idéis ssv ts nss cpitulo, trá um grn importânci no s» li ds comprnr o ppl váris forçs rvoluci» iiáris soci brsilir rói stunt n mnutnção mplição s conquists mocrátics nso povo, ssim como ns trnsformçõs rvolucionáris gu s impõm n soci brsilir. No ntnto, crio qu flt nss cpitulo, um pr»- pcüv mis prcis ppl qu pom smpnhr stunts n formçáo dó movimnto juvnil brsiliro nscnt IV Psso gor r minh opinião sôbr o IV Cpitul fttltul «Crític UJC su tução». Nl s constt qu, psr lguns spct pitiv, UJC, no funmntl náo consguiu cumprir o objtiv pr qu foi cri. Qu l é hoj um orgnir<,lo pqun numricmnt, sctári slig s msss juvnis. Qu l não pssou um prtmnto Juvnil gitção propgn Prti Enfim, qu loi um orgnizção contrári o qu vri tr si. Sm stur por qu não foi «orgnizção qu virt tr si», Confrênci tribui rsults ngtiv UJC,* (liás imnsmnt xgrs) o rro funmntl qu tri si rconstituição UJC m 1930, sm corrsponr, mnir nnhum um xigênci rli brsilir. Estou cor m qu, o crir-s m 1950 UJC, «áo s fz um stu profun sôbr qul o mlhor instrumnto pr rlizr o trblho Prti ntr jovns. %ls, sm dúvi, como o monstri mis trás, ss rso* luçáo Prti corrsponu mis à rli brsilir qu s propts qu íorm fits pl Confrênci rsiuncir to trblho spcificmnt juvnil como consqüênci não crir nnhum instrumnto propri pr o trblho Prti ntr jovns. E* for dúvi qu visão fls qu tínhm ru brsilir, ssim como s incomprnsõs rinnts sôbr o trblho juvnil, conduzirm séri rr n polític juvnil Prti, n mét trblho UJC, tc. Voltrm o ssunto. O cumnto diz qu íoi rr crir UJC porqu s qustõs juvnis não constituím um sério urgnt problm político cuj solução xigiss crição tl tipo orgnizção. Sôbr st qustão tiv ocsião discorrr mormnt m minhs obsrvçõs sôbr o sgun cpítulo. Ms, como consiro qu st é xrmnt um s tss mis prigs to cumnto, quro dizr in lgums plvrs l concrnnts. Sm dúvi, é bstnt strnho o rciocínio qu coniuziu à su formulção; n tm comum com form pnsr s comunists. S, como firmou Confrênci, comunists somnt vm procupr-s com s qustõs ou movimnt qu s snvolvrm tl form qu xigm um solução imdit, ngm o ppl vngur s comunists connm o Prti vivr rboqu s contcimnt. A iologi vspontnismo pntrou fortmnt ns Confrênci- Como dissm nts, Confrênci rconhrsu qu xistm s crtrístics própris juvntu, rconhcu qu xistm problms comuns à juvntu («um trmn* crg problms rsolvr»), consttou qu juvntu como tl não tm consciênci disso (crio qu s pom contr com s um mão píss on Juvntu já tm ss consciênci). Crio qu té qui, t stm cor. Prgunto: s tu isso é vr, por qu não procurr s plvrs orm s forms orgnizção pr fzr surgir êss movimnto? Porqu concluir qu m tl rli jovns vrão sr sprts, unis orgnizs ntro sus clsss cms sociis? To êss spontnismo, strnho o mrxismo, conduziu ngr UJC, nfio r importânci à ns xpnnci, substimn um ptrimônio sis n trblho, on muito s rrou ms tmbém muito bom s rlizou; lvou não r vlor tu qu s msss juvntu crirm m mtéri orgnizção; lvou não prnr liçõs qu s msss n têm. Outro rgumnto prsnt pr poir propt dissolução UJC é o impsibili um org* nizçáo msss florscr n ilgli, Afirm sguir o cumnto qu n momnt difícis Prtis Comunists não crim, ms, o contrário, dissolvm sus orgnizçõs juvniç.;.... t. Crio qu êss rgumnto v» nlis ti* "mnt: ' ' " Em primiro lugr, crio qu stm cor m qu «tão s trt copirmcnicmnt mol strngir, tr Intrssnt qu s critic o CC PrÜ por hvr s gui por mol strngir pr formr UJC, m* qun s trt jifsflficr su dissolução, invoc-s, sm mis* comntári, um xpriênci strngir. Entrm «io ssunto. Acitm, por um momnto, como vrir ss xpriênci strngir. No ntnto, pom firmr qu ns ilgli é igul s comunists lmãs n époc fscismo, ou in ilgli s comunists «Espnh, Portu ni, tc.? (Crt Abrt à CN. U.J.C.) II JAIR DE OLIVEIRA NSs, nss ilgli é tô spcil l à situção brsilir, à corrlção forçs xistnts, contrmo-n num ilgli on tm condiçõs tr jornis lgis, tur brtmnt como comunists ns or gnizçõs msss, tc.. Clro quc st situção po vrá modificr-s pr mlhor ou pr pior. Isso pnrá inúmr ftors, como o snvolvimnto situção intrncionl, corrlção forçs no intrior pi, tc Nisso tu, rprsntrá um grn ppl tução s comunists. Nsss condiçõs, náo é utopi firmr-s qus xistm psibilis, num futuro próximo, obtr h> gli. Exist tmbém psibili contrári. Portnto, o flr-s ilgli, é ncssári Bis plicr-s mcnicmnt mol strngir. Em sgun lugr, form como é crctriz UJC frqüntmnt no cumnto (orgnizção ms* ss), não é compltmnt corrt. A UJC nâo é pns um orgnizção msss. A UJC v sr orgnizção s msss juvnis mis vnçs, qu, mbor não sn in comunists, comçm sntir-s trís pls piçõs plvrs orm Prti Não s po consirr UJC, ponto vist su nívl consciênci, msm form qu um» socição culturl, sportiv ou smlhnt. A UJC, como orgnizção juvnil, m su strutur, rn sus mét vi intrn trblho msss, v corrsponr á mnir sr s jovns. Por outro l, m tô su tivi, l prt rzõs polítics não um politi qulqur, ms prcismnt politi clss oprári, polític Prti Comunist. El como instrumnto Prti v smpnhr um ppl vngur m rlção ás mis orgnizçõs ds juvntu. Portnto, qun s diz qu l não po spirr sr um orgnizção vrirmnt msss já qu é ilgl, s torn ncssário sclrcr qu tipo msss l po tr m su sio, qu tipo ilgli l nfrnt, não flr «msss» «ilgli» um form grl bstrt. Além disso, prc-m qu Confrênci não stuu vimnt m qu condiçõs com quis objtiv, divrs Prtis irmã, m rptis ocsiõs, dissolvrm sus juvntus comunists. Ants mis n, plo mn qu u conhç, nâo xist um só xmplo dissolução juvntu comunist por um consttção flt consciênci juvntu sus crctrístics própris sus problms co* muns. Tmbém não conhço um só xmplo m qu s tnh dissolvi juvntu comunist por «flt um movi* mnto msss corrsponnt». Vjm lguns xmpl concrt* N Frnç, trmin gurr, xistim mis dif* rnts grupmnt jovns qu s tinhm constituí durnt lut ntifscist. Êis não porim sr orgni* zs n UJC, já qu ponto vist político, rligi tc., êsts grup rm por mis htrogên. O qu uni r o ntifscismo, rm s spirçõs á mocrci. Nsss condiçõs, o Prti rsolvu dissolvr UJC chmr sss grup unificrm-s num orgnizção mis mpl, União Juvntu Rpublicn Frncs. Ess mdi s rvlou just, pois ss orgnizção consguiu grupr m su sio jovns, isto é, um ftivo muito suprior o UJC. Nsss condiçõs, UJRF s rvlou um instrumnto mis ficz corrsponnt êss trmin* momnto, n Frnç, pr vitóri s objtiv táti* c Prti. Portnto, dissolvrm UJC pr crir um instrumnto mis ficz. N prci á piçfio Confrênci. N Chin, tos s vzs m qu UJC foi dissolvi isto ocorru por rzõs tátics, pois su dissolução juv à formção s mis mpls frnts-únics s jovns ns lut pl librtção pis, primiro s jponss, pois s mricn. Aqui tmbém não ncontrm n pr*- ci com propt Confrênci. Muit outr xmpl porim in sr numr* s. Ms pnso qu já são suficints cim xpt. Por outro l, um qunti rzoávl Prtis irmã, prtirm motivo» smlhnts nso Prti pr crir sus JC. Com tu isso, não prtn firmr qu, tomn- m cont s condiçõs Brsil s chgu à conclusão ás* frnt ás qu têm chg outr P.C. O qu sjo * moftstrr. é qu s l!!élffljaíí*^ pódtmt spoir1 êm nnhum xpriênci intrncionl; Mis dint, n lin b) ss msmo-cpitulo s diz: Qu UJC é um orgnizção sm movimnto msss corrsponnt. Qu UJC náo consguiu rlizr um trblho msss prmnnt m consqüênci ss flt um movimnto corrsponnt, qu somnt ntr stunts isso não ocorru, psr to sctrismo, ssncilmnt por hvr nss stor um tivi prmnnt msss. Ants mis n é ncssário ssinlr qui um contrdição vint: um l s firm qu UJC nâo podi, com xflo s«trblho stwlntn trblhr *Â<V 20/4/1957 VOZ C1EBÁK1A pl simpls rzão lo*hmhn.ç és u movimnto msss qu lh corrspons»*, dt outro ld% firm qu juvntuu s ncontr «m su miori ni cmp sporu, n bils n clubs, n scols, nm lugr nfim on s ncontr juvntu». Isto qur dà lr qu xistm o lugr on juvntu ncontr lugr própri l, on l vi um form prm nnt, mbor náo tnh «consciênci» quc l gu str nsss lugrs porqu é jovm. Ess é juvntudi qu tm, sgun Confrênci um ps crg pr blms comuns rsolvr. M como i náo tm indf «consciênci», nós vm sprtá-l, uni-l orgnizá-k ntro sus clsss cms sociis. Prm-m * tom, ms tu isso prc nt. Ms... pssm so xm s qunt sou i lin b): E* vr qu s UJC náo t um movimnt ái msss corrsponnt, s vm qustáo ponto dl vist xistênci um movimnto brto á tô juvntu, strutur ncionlmnt. Ms, porqu isso v sr condição pn justiticr dissolução UJC? Sri mi citávl, o contrário, pr tir ss fto pr justificr xistênci ds UJC oom t objtivo formr êss movimnto. No ntnto, xist h bs, um sm númro orgni zçõs qu grupr um prcl consirávl juvn tu, qu rlizm tivi prmnnt qu vm sr. o l s orgnizçõs stuntis um ponto concn trção tivi UJC. Nào é psívl dizr-s qu UJC não trblhou junto ás msss pl inxistênci ét cntr grupmnto prmnnt jovns. Ms qui é ncssário tmbém firmr qu há um xs gro n crític. Afirmo qu m , m Sào Pul umi prt rzoávl ns militnts snvolvrm crti tivi n clubs, cor lguns rsults bstnt pi tiv, como por xmplo lição um put mo crt poi por crc 100 clubs; ju o Comit* qu orgnizou o Fstivl Sul-Amricno Juvntu trr zn pr o msmo prticipção 208 clubs (ntr s quis lguns qu grupvm 500 msmo sóci) Pori flr bstnt rsults pitiv qti Con* rênci não quis vr. Ms não s trt só São Pulo. No Rio Jniro hi xpriêncis prcis. D grn intrss é, por xm pi o poio UJC pr snvolvr s tivis Dt prtmnt Rcrtiv lguns Sindict. Mins tr bém tm sus bos xpriêncis. Nào pnsm qu consiro stisftório o qu fz UJC Msmo o qu l rlizou pitivo não foi cpitlizdi pr snvolvr um vriro movimnto juvnil. Tm bém é vr qu sss tivis conduzis m bo di rção não constituírm um méto trblho prmnnt sim s snvolvim no snti cmpnhs, qu, uri vz trmins, trminvm o bnno tu obtidt voltv-s smpr à stc zro. Estávm smpr com çn. Hoj, qus qu só rstou xpriênci ss tr blh.-.. As cuss disso tu náo pom sr tribuís o ltt UJC não corrsponr um ncssi situçãc tul, ms outr motiv s quis flri mis dint Não é corrto firmr qu stunts comu nists, psr to sctrismo, smpr turm n grê mi orgnizçõs corrsponnts. Só Dus sb qu* sforço rgumntção, qu por prsusão é ncs sárlo pr consguir convncr grn miori nso» militnts stunts ncssi rlizr um tr blho prmnnt, pcint, m sus orgnizçõs ms ss. E té hoj há stunts comunists qu stão sm pr dispt tivis for sss orgnizçõs nns Cristo convnc snvolvr su trblho nls. Nâo s po dizr qu é flt orgnizçõs d< msss corrsponnts qu lvou o sctrismo, ms sim o contrário, qu é o sctrismo qu imp o trblho» comunists ns «orgnizçõs mss corrsponnts» Isso é vriro não só pr nso trblho juvnil, m» tmbém pr nso trblho m tos s frnts. Qunc stur, por xmplo, xpriênci sindicl, tivi <* Prti no 1948 té dis hoj, m rá rzão Sôbr tu qu sgu no IV cpítulo, tri indt lgums obsrvçõs fzr. Ms não nvro longr tt «crtlivro». Apns crscntr qu,.xc'.iun s cuss qut Confrênci ncontrou pr xplicr tô um séri «nômno ngtiv n tivi UJC, junto à mss w su vi tmr. s soluçõs propts, o ft cits mbor lguns um tnto xgrs, corrsponm à vr Nâo m prcm bèm formuls s crítics o Prti. Els sáo fits como s principis <Hrlèntis UJG m t sclõs, «â^p^tn^ssm o Prti. Ms rli é qu principis dirignts "G^J msmo tmpo, dirignts PggK^g ÍIF5L2 SSSí co» nm o trblho &sãá*jjé4itt'jw -^IkSSf- Virm homns qu. trblháh Ad movfinjhrto túvjnti vrim sr qu porim vrim jur to f Prti bm comprnr o trblho juvnilqttán o CC stc um sus mmbr qu Mé Wg^gJ^JS qulifics, nr dirigir UJC qun m *""fj^gj nis CC.Rft. stcm pr o trnblho juvnil sus mm br m lguns cs cmrs qu compunhm o s* crtrl ririonl. nfto s po dizr ou o Prti, con cri UJC lvou s mã trblho Juvnil. O qu««nssou é u. comçr nor nós, qu som Prti nl UJC, conco to» Prti, nâo tivm Jmis r» (ConcftH n 8* PAoin) "P 4 g i u * 1 <t*

8 '< USiMCKS m i mm MEU (CONCLUSÃO DA I PAG) Si como rlizr o trblho Prti ntr Jovns. Não t trt portnto clvr s mã», ms sim nào comruir o jmis stur um form séri s qustõs movimnto juvnil brsiliro. Pr mim, pssolmnt, olro qu s conclusõs Confrênci são mis confrt mnifstção qu cbo firmr. Consiro tm- Mm, por outro l, qu psr cumnto prov Cn Confrênci bsr-s m tss qu não são justs, êl 1 o mérito lvntr tos s qustõs qu prcism im sclrcis. Sguro stou qu, qun chgrm o Sm discussão, to nso Prti trá mis bsolut tturz como rlizi" o trblho juvnil. V Como consqüênci s opiniõs qu miti o fzr miwimvi obsrvçõs sobr II Confrênci UJC, pnso qu «tá clro qu não pso mnifstr mu «cor» com s oluçõs propts no V cpitulo CAMINHOS PARA O TRABALHO DO PARTIDO ENTRE QS JOVENS. Como rsult, tnho o vr formulr minh opitóo sobr três qustõs: - E' UJC o mlhor instrumnto pr tivi comunists ntr jovns? Quis s cuss qu trminrm qu UJC nfto lizss stisftorimnt su ppl? Qu fzr pr qu UJC s trnsform m um fcmrtrumnto ficz E' o Prti pr su trblho juvnil? qu tntri fzr m continução* Rio, 5 mrço 1957 Jir Olivir V E' A UJC O MELHOR INSTRUMENTO PARA A ATT- VIDADE DOS COMUNISTAS ENTRE OS JOVENS? A juvntu tm sus crctrístics própris qu * difrnci muito s dult. Sobr isto stm prntmnt t cor. Ms é ncssário sublinhr qu sss crctrístics própris não são "lgo" scundário ou sm grn importânci. Tomá-ls m cont é indispnsávl pr bm trblhr com juvntu. Lêntn, prtin ss consttção, conclui qu juvntu chg o socilismo por cminh, vis forms dlírnts s sus pis (isto é dizr qu, pr qu l ps ir lvn su consciênci, é ncssário scobrir sss cminh vis forms qu flv Lênin). A indicção fit pl Confrênci qu Juvntu vrá sr sprt, uni orgniz como intgrnt sus clsss cms sociis, xtmnt por qu lh llt "consciênci", fz rvisionismo lninismo. As rivindicçõs s jovns, são, m grl, corrnts ss form prticulr sr ligs às sus condiçõs vi. origm socil gru consciênci. Isto não ng o fto qu não poucs vêzs jovns têm rivindicçõs «u são comuns dult. No ntnto, prponrm nêls s sus rivindicçõs juvnis. Julgo útil voltr o cumnto pr sclrcr um qustão: Lá ncontrm, rptis vêzs, tl "flt consciêhm socil ou coltiv à juvntu sus problms comuns". Não s po comprnr o qu s qur li finir com "consciênci". plvr No vocbulário mrxist "consciênci qur dizr tori rvolucionári cujo portr é o Prti Comunist. E' curio qu nm um só vz é cit no cumnto um só sss problms comuns; Srá qu s rfr lut pl Inpndênci Ncionl nu pl Rform Agrári? Não nso crditr quc s rfr isso, pois s ssim lôsss Confrênci tri propto tmbém liquição Prti um vz qu, sgrçmnt, clss oprri brsilir in não tm consciênci ncssi ss?s trnsformçõs. Ess qustão fic no r, sprn sclrcimnto quêls qu stão cor com s conclusõs II Confrô-. O qu n v guir não é êss lmnto "consciên socil ou coltiv», ms sim. qu divrs stors ns juvntu têm nroblms imdit rsolvr, pl solução s qiiis stão dispt lutr m lguns cs já lutm. E' sm dúvi um trmn crg problms imdit rsolvr qu, plo qu prc, não snsibilizou muito Confrênci. D?onrrnts sus crctrístics própris s rivindicçõs s divrs stors juvntu (qu várim tmbém ntro cri stor ci cor com s rgiõs pís), l têm procur rsolvê-l form qu lh corrspon. São sss ftors ou trminrm o surgimnto xpontâno orgnizçõs stunts, clubs, tc. Esss orgnizçõs corrsponm xtmnt à form sr s jovns, à situção concrt c rgião, às rijjrindiccõs s msm; Isto signific dus há m"if nns Juvntu s pronunciou por um movimnto juvnil inpnnt. I Enqunto tu isso s pss, juvntu sgu tomn mdis pr nfrntr sus problms, Conf- Tênci não lh dá mínim tnção, révisionn o lninismo. lliz «scobrts gnini?» como ss «dèsnrtàr, unir orgnizr como lmnt, tc. tc», tori tão crir ^u nun vão nii.cá-l pr indicr soluçõs prátics yrificnm qo ^ não s plic. Cso contrário srá nssário xplicr ou clss cm socil prtricm s clubs indics no cumnto, liás com justz, como IBn s pont concntrção nso trblho juvnil. 'trf Dpois disso t". stou rlmnt convnci ou qu s impõ é «sprtr...» Confrênci, CN. o o scrtri UJC o r-lh 'CONSCIÊNCIA» problms movimnto juvnil brsiliro. O cumnto firm qu não vist um movimnto ju- Tnil brsiliro. Prc-m u Confrênci firmou qu fjò xistirá um movimnto juvnil qun juvntu s- Hvr orgniz ncionlmnt. Isso é flso. Exist um movimnto juvnil m nso pis. Êl s xprss conrtmnt pl xistênci di- Vrss orgnizçõs juvnis, crátr oomficn. rcliiio^o, sport ivo. culturl, tc. Nss movimnto tum s forçs fcinnáris s progrssists; Pr comunists, tução nss movimnto é grn Importânci pr ou o movimnto juvnil ps Influir c vz mis m modificçõs fvorávis n corr- Jc'-' d forcs clsss no Bfssü. D tu Isso crio qu Sfi conclui qu tm trf frir o snvolvimnto dêss movimnto Juvnil lnd*- tin "ü pnnt, rforçr sus tivis, judá-lo obtr novs novs conquists no Intrsso juvntu, trir pr ôàso movimnto iniihôcs dc jovns quo stáo sorgnizs, Isto é, for dêss movimnto. Qurr modificr tô rli xistnt pr lvi jovns bnnr êss movimnto irm pr s orgnizçôs sus pis srá cr murr m pont fcn*. Dpois sss consirçõs, pnso qu pom rsponr qustão s, ns tuis condiçõs, UJC é um ncssi. Como vim, o movimnto juvnil brsiliro é in muito informo, bstnt disprso o qu lh umnt su complxi. O Prti ncssit instrumnt qus pr por intrvir nss movimnto. Sgun lguns, ss lntrvnçào pori sr fit pl tuis orgnism Prti sm ncssi UJC. N prátic tri qu orgnizr-s, sgun o qu pno, mis ou mn ssim: crição orgnizçõs dc bs Prti ns univrsis scols scundáris, formção frçõs comunists pr tução n clubs outrás orgnizçõs msss juvnis. O Prti tri nào só qu lborr polític juvnil (isso liás, êl v fzr xist ou não UJC), como plicá-l, trduzi-l pr juvntu, isto qur dizr, plicá-l um form juvnil. Ess plicção juvnil tri qu sr fit por dult, Já qu não é psívl Jovns ( form grl) str m condiçõs r mmbro Prti. (Não s trt Um qustão forml limitção impt pl sttut, como diss Confrênci o rfrir-s militnts scunrists, ms sim um qustão snvolvimnto po- Mtico). Klinin n dizi, com rzão, qu é muito comum dult não comprnrm jovns. Sgun ss opinião, dult Prti é qu trim qu plicr pr jo-?ns polític Prti. Além disso tu, com o movimnto Juvnil disprso omo o nso, sm qulqur ligção ntr s milhrs orgnizçõs xistnts (com xcção s stunts), o. Prti, s trblh dirtmnt trvés sus orgnism no movimnto Juvnil, nss movimnto disprso, tri quo smpnhr um crto ppl ligção coornção nss movimnto, como lgums vêzs UJC tm smpnh. Sm dúvi, ss form tur no movimnto juvnil sobrcrrgri msimnt o Prti lém outr spct ngtiv já rfris. Pom crir-s condiçõs trmins, qu por rzõs orm prátic isso v sr fito. Há xmpl Pr tis irmã nss snti. Ms m nss condiçõs tuis, um tl mdi não s justific. Pr plicr su polític ntr Juvntu, o Prti po contr (ns tuis condiçõs), com um Instrumnto muito mis ficz. E' pssívl útil pr o Prti tr um orgnizção qu ps grupr prt mis vnç juvntu, fzê-l Intérprt su polític pr tô juvntu. Nós bm sbm qunt bngção, vigor, ntusismo msmo hroísmo,é psuir ss prt mis vnç juvntu. Nós sbm tmbém o qunto numr l é. Orint m bo dirção, l porá r um impulso imprssionnt no movimnto juvnil nso pis. Além disso ss orgnizção po sr um grn r» srv militnts Prti qu s formrm como comunists, com lgum xpriênci dirção msss. Ess orgnizção é UJC. Não scrto psibili num futuro próximo surgirm condiçõs pr crição um instrumnto mis ficz. Ms isso pn inúmr ftors ntr ê^s, o mis importnt, é contr nst momnto com um fort UJC. Ms isto é um qustão pr discutir mis tr. O qu é clro no momnto é qu UJC não só v continur xistin, como v tmbém, rcbr um grn rforço. 2) QUAIS AS CAUSAS QUE DETERMINARAM QUE A UJC NAO REALIZASSE DE MANEIRA SATISFATÓ- RIA SUAS TAREFAS? A mu mo vr, dus form s cuss funmntis s pouc rsults obtis pl UJC: ) Durnt sis n vi UJC, não s lborou um polític qu lh prmitiss tr prspctivs, m tô su tivi di di. Jmis s stuu com sri situção juvntu brsilir pr í tirr s justs conclusõs pr o trblho prático. Quro dizr qu jmis form lbors s justs plvrs orm stus s forms orgnizção pr o movimnto juvnil. Como consqüênci, msmo qun UJC fêz sforç pr stblcr ligção com s msss, msmo lá on l pssou trblhr ns orgnizçõs msss, l prmncu smpr sm um prspctiv mis grl, um prspctiv qu lh indicss on conduzir o movimnto. Isso trminv, como diss nts, qu êss trblho msss s rlizss por cmpnhs. O objtivo r gnhr o club pr votr, tc. Um vz trmins s cmpnhs, trminv to contto. Por outro l isso trminou qu muits poucs vêzs jovns comunists Im às orgnizçõs pr judá-ls rsolvr problms qu ls têm. judá-ls s snvolvrm, tc. Els lá Im smpr pr colocr problms. Os qu stvm cor, «muito bm.trblhrm junt», qu não stvm cor... «té próxim cmpnh». Como lvr êss movimnto obtr conquists, como rforçá-lo, como ir suprn disprsão xistnt, form qustõs jmis rsolvis. Dss form não s podi r grns pss pr frnt. b) Ds rorgnizção UJC um constnt mrcou sus rlçõs com o Prti: violção sistmátic princípio lninist inpndênci ponto vist orgpizção stcmnto juvnil Prti. Lênin prtiu consttção qu juvntu vi o socilismo por cminh, vis forms difrnts s sus pis, pr formulr o princínio inpndênci stcmnto juvnil Prti. Lênin dizi qu qum tmi inpndênci orgnizção juvnil rm oportunists. A firmção qu fêz Confrênci qu UJC s trnsformou num prtmnto juvnil gitção prop?n Prti, mbor contnh lgum xgro, stá bm próxim vr. Vjm lgums s forms omo s vlolçfto g <f VOZ QPEBAfilA; NACIONAL DA Ul princípi sc rlizv: Qulqur CD ou CZ, s snti om dirito tlr* pôr dirignts s orgnism juvntu, sm nnhum cor prévio, sm qu Jovns quc compunhm o ois gnnlsmo tingi tivssm dirito r opinião. Er Itfc bllo, orgnism Prti tomrm rsoluçõs qut rm consirs obrigtóris pr orgnism cor. rsponu! UJC, como sc UJC íôr um célul Prti. Com ss prátic s sobrcrrgv imnsmnt m orgnism UJC com trfs inqus pr ls. Qulqur rsistênci sss mét r consirdu indisciplin, piroqutgm», tc. Os comunists n UJC, slvo rrs xcçõs, o invés dc lutr contr ss situção r clrz o Prti s prjuíz qu' isso cusv, cm su miori trnsformrm-s n miors prtldári sss violçõs. Enqunto jovns stvm no? clubs, ns fsts, tc, ns militnts UJC stvm 7ndcn o jornl Prti. Vêzs hvi qun s chmvm jovns UJC pr fzr vns jornl Prti durnt s ho. rs trblho. Contm msmo qu lguns ns Jovn^ qu im ns css vnr jornis durnt s hors tr* blho, lá só ncontrvm vlh pnts, um vi qu tô fmíli stv ns fábrics. D tnts vêzs qu stblcrm contt discussõs com sss vlh s trnsformrm m vrir spcilists m ssun* t pnts o msmo tmpo n conhcim juvntu. Pnso qu é clro pr t, qu trblhn ss form é Impsívl UJC rlizr s trfs qu lh cbm. Dss mnir l ix sr um orgnizção quo ncl sus mét trfs corrspon à form sr s jovns. Clro qu nsss condiçõs, prm muit militnts qu ntrm por um port sm por outr. Ficm somnt qu n prátic são mmbr Prti. Nturlmnt qu um UJC pr rlizr êss tipo tivi não é ncssári. Ncssi UJC nós tm no Brsil. Ms UMA UJC GUIADA PELOS PRINCÍPIOS LENINISTAS, um UJC lninist é o mlhor instrumnto pr rlizção trblho s comunists ntr jovns, ns tuis condiçõs. 2) QUE FAZER PARA QUE A UJC SE TRANSFORME NUM INSTRUMENTO EFICAZ DO PARTIDO PARA SEU TRABALHO JUVENIL Prc-m qu tu qu scrvi já pois concluir obr o qu pnso rspito ss qustão. Por isso sri brv. 1 Qu s rliz form profun orgniz, com prticipção s orgnizçõs Prti UJC, um profun stu situção juvntu pr crir s psibilis lborr um ju* t polític juvnil. 2 Qu no procsso dêss stu orgnism PrtidOg m t sclõs, stqum militnts pr tr* blhr n UJC s sforcm por crir nov orgnis* m bs UJC. N corrnt dêss stu situção juvntu, convocr-s o 1.. Congrsso UJC: Pr su prprção orgnism Prti vm r tô ju psívl. Qu sj um trf honr t orgnism Prti zlr pl inpndênci orgniztiv LTJC, lutn vigormnt contr tos s tu* dêncis violá-l. Pom surgir tndêncis, m dirção contrári. Ml no momnto isso não constitui um prigo. O prigo é não provjtr-s tô st discussão pr i* r "to o Prti comprnr nso trblho Ju* vnil. ALGUMAS OBSERVAÇÕES FINAIS No cumnto ncontrm sguint frs: «A «K tução tul nso pis, cuj conomi pss por uni prío pln xpnsão...» S st firmção corrspon à vr, Isto signi* fic qu no Brsil não xistm obstácul o livr sn» volvimnto s forçs produtivs. Assim, chgrm à' conclusão qu não s fz ncssário qulqur modificção ns tuis rlçõs produção. Isto qur dizr qu fc, is ltifúndi xistnts, on s rliz xplor* çr\n tiuo smuul. não constitum obstáculo um pln xpnsão conomi brsilir. Não m longri, pns gur rspt st qustão. As cuss qu lvrm CN. s flss piçõs: Quis form s cuss qu, mu juízo, conduzirm cmrs CN scrtri chgrm às conclusõs Confrênci? Pnso qu, nfrntn tô um séri fnômn ngtiv, consqüênci s dus cuss por mim ponts, ms qu não chgrm Jmis srm comprndis por sss cmrs, foi-s firmn, pultinmnt opinião inutili UJC. As mnifstçõs nss snti não são hoj. Em runiõs CN, m sss idéis comçrm s mnifstr. Não s hvn ncontr s cuss s f» nômrn ngtiv, sss idéis s consolirm. Nsss condiçõs, qun cmrs form stur rli juvntu, msmo inconscintmnt, form lvs studá-l no snti ncontrr um fun* mntcão tóric pr ss opinião jâ firm. Isto é o subjtivismo. Como rli não stv cor com opinião firm dissolvr UJC, ms o contrário, rfutv» o rsult foi o qu vim: um grn confusão idéis* tss contrditóris ntr si, rvisionismo. tc. Conhço bm cmrs scrtri C.N«Si s qulis qu têm, conhço dicção quo «*# votm o Prti. Por isto stou crto qu nun chgrm o fim ss discussão, cmrs já trão comprndi o quivoco u comtrm srão ls msmo- mis qu ninfrudfl qu srão cnzs conduzir UJC plo justo cminho trnsformá-l num grn orgnizrão, lig às «nn»' ss Juvntu. Jogn um rol ftivo no movuu.sd rvolucionário brsiliro.,"!"*") Jniro, 7 Mrço JAIR DE OUVB0M Bi o, WJJmJW

9 Rsolução Comitê Rgionl Osi Pulist P.C.B. Récpmós, com pdi publicção, o sguint: «io Comitê Rgionl Osi Pulist Prti Cc üirniuíst Brsii, runi spcilmnt pr discutir qustõs progrmátlcs sttutáris controvrtis no bt quo or s trv no PàrÜâo, tornr pição dint sss impor tnts prpbjcoi^ mòvímhto rvolucionr;-) brsiliro, chgou às ggujnís ônfcbjsòs: 1 O lui Progi.iin é jiisto. hõ funmntl E' um fto quo o povo brsiliro vgt n miséri «u consqüênci polític dc rpin s monopóli nort-mricn o minrão s ltifundiári o grns cpitlists. Os monopóli Inqus minm s fonlcs íunmntis ns prpduçúd; controlm o mrc xtrno t obtêm privilégi prjudiciis á conomi ncionl, intrfrm dirtmnt n vi dministrtiv pís, pnirm por t o.s por n ns vi conômic, polític, jocil culturl. O.s milhõs oprári brsilir sofrm durs privçõs com bjjui slário rl, com s novs forms xplorção, com o smprgo qu s lstr. Mis oitnt por cnto populção cmpons conomicmnt tiv não psui trr viv brutlmnt xpior oprimi pl ltifundiári, sofrn trmns rtriçõs sus dirit. Crscm s dificuls cm qu vivm s cms médis ci. Os monopóli nortmricn frim dificultm por t m o - nvolvimnto indústri ncionl. Dpois brv prío distnsão situção intrncionl, círcul dirignts nort-mricn voltm às provocçõs gurr xigm prticipção Brsil m sus vnturs sngrnts. Est nális objtiv situção brsilir srv bs pr justz s conclusõs funmntis Progrm, ssgurn-lh quli um progrm vrirmnt clss, rvolucionário. A grn brrir qu hoj s opõ o snvolvimnto conômico o progrsso socil pís é constituí plo Imprilismo nort-mricno pl ltifundiári grns cpitlists ls ssocis. Ests forçs têm o por conômico político no pís, não monstrm mnor dispição cr rclm nção; plo contrrio, proclmm dirimnt qu prtnm implntr um ditdur fscist pr smgr pl íôrç s spirçõs à libr o progrsso nso povo. O livr snvol-.?imnto político conômico o progrsso socil povo [brsiliro só po hoj tr lugr s s substitui o por político s tuis clsss minnts s s rlizm s (trnsformçõs mocrátics rdicis cor com s ncssis já mdurs snvolvimnto socil pís. Entrtnto, isto não qur dizr qu êst cumnto não contnh incorrçõs qu não ncssit sr rtific*. Él contém lgums firmçõs qu form suprs ou s rvlrm uniltris; rssnt-s influêncis sctáris gmátics. Ests ficiêncis não ftm s qustõs funmntis, ms dificultm prjudicm ção s comunists. Estão nst cso s firmçõs qu to cono* mi brsilir stá sn trnsform m simpls pn* dic conomi ci gurr s Ests Unis, qu n. pátri pr rpimnt sus crctrístics nção sobrn, qu dirit sociis sindicis s trblhrs stvm sn nuls, qu o govrno lti* fundiári grns cpitlists é um instrumnto srvil s imprilists s Ests Unis, é um govrno gurr, trição ncionl, inimigo povo. Não s po ngr qu ss crctrizção r intirmnt crt pr o govrno Cfé Filho, como o for nts pr o Dutr, m crt mdi, pr o Vrgs. 'Ms s modificçõs ocorris no mun com rrot j polític gurr fri imprilist crirm 1955 pr.cá um situção nov, qu corrsponu no Brsil grn* s vitóris s forçs comunists, mocrátics ptriótics, à rlizção plo govrno J. Kubitschk, m sus jprimir mss xistênci, crt t quis não podi chmr rcionári, gurr ou trição ncionl. Ao novo govrno, vintmnt, não s podi, n* ftãò, plicr qul crctrizção, isto lvou lguns cm* Irs julgrm rr ou supr o Progrm, pss* JTm s btr por um rvisão rdicl msmo. í* Crts incorrçõs corrm tmbém s trm insri no Progrm tss s rfrnts um situção conjuntur, trnsitório. O Comitê Rgionl opin qu li corrção Progrm s dê mior tnção o combt o sctrismo o subjtivismo. qu l const p-!*is o qu corrsponr à ssênci rgim tul tnh crátr prmnnt. \ II Dfnm o crátr clss nso Progrm Consttn qu lgums tss ou pont Progrm não corrsponm à conjuntur tul ou stão imprgn- u sctrismo gmtismo, lguns cmrs nvr* lirm n tul discussão por um cminho rformist, propon ção um novo progrm qu bnn lut I proltri por su librtção socil. Entr sts cmrs vm stcr Comitê Rgionl Cr. iêst Comitê, m su «Dclrção» sôbr o culto prsonii* sus rflx no Brsil», dá um molo bnno 4 politic inpnnt clss Prti pt* 'fc*o um polític oportunist rboqu às clsss diri pís, o prgrm um impsívl uni pro* Ewits tri com tos s clsss sociis pr o combt o Imprilismo.,,,, Afirmm cmrs Crá qu o tul_ progr* tu. stá distnci rli brsilir,. prtxto mso, combtm n vr tos s tss ssnciis m,- no. A ssênci nso Progrm s ncontr n qustão *U tom por pl mpl frnt únic s forçs ci* nocrátics ptriótics, bs n forç principl m* «strutívl linç oprári cmpons, tn irm c proltri sob dirção su vngur mrxist^a qustão tom por, qustão grári o probl* m cmponês. xpulsão s Imprilists nort-mric* no, liouuli qustõs qu finm ns pição o *» MlàLim crüu-*....«<..purilist grário ntiful tul tp rvuiuu brsilir. Os cmrs qul Comitê combtm jiuiuiunt qustão por v ponto dc vit proltri, bnnm s rivindicçõs rvolucionáris s cmponss, sm á quis não po hvr linç sts com clçs o-rári, prgm prmnênci cpitis mprss imprilists nort-mricns, pns liquin-s sus privilégi sob psm lgção qu «tul tr.p dá lut pl inpndênci ncionl não é rvolucionri sim volutiv». O CR. Ost Pulist consir qu o tul Progrm stá bsolutmnt crto nsts qustõs, qu qulqur concssão rspito qulqur um ls é um concssão princípi, um bnno crátr rvolucionrio clss nso Prti. III A qustão Por, quisüo funmntl Progrm Po o tul rgim nfrntr.s trfs prsnt tp rvolução no Brsil? Est qustão tm si lvn* t xplicit ou implicitmnt por muit cmrs qu intrvirm n bts, vári s quis rm rspts firmtivs. Tl é o cso. ntr outr, CR. Crá, qu sustnt m su «Dclrção» cit qu «... o con* trário qu firm o progrm, é psívl lcnçrm inpndênci ncionl sm rrub violnt govrno msmo ntro s limits tul rgim». Em primiro lugr, o nso progrm não fz hnhúm formulção rrub violnt govrno, ms sim, qu, ns tuis condiçõs, «i lut irrconciliávl rvolucionári t ptriots brsilir é indispnsávl pr rrotr o govrno ltifundiári grns cpitlists substituí-lo por um govrno mocrático librtção ncionl. E' ingávl qu o tul rgim in tm cpci lut contr o imprilismo. A firmção m contrrio conti no progrm não corrspon intirmnt à rli. A vi monstrou qu o tul rgim não comport somnt govrn lci imprilismo, ms qu ntro l, m trmins circunstâncis, pom formr-s govrn qu tomm piçõs fs s intrsss ncionis Ṁs à clss oprári não intrss sbr pns s ntro tul rgim é ou não psívl r pss à frnt n lut ntiimprilist; clss oprári não tm por objtivo pns librtção ncionl povo brsiliro, l vi mis dint, vis funmntlmnt librtção socil s xplors oprimis, isto é, -rvolução socilist. A clss oprári intrss profunmnt trilhr smpr o cminho qu mis rpimnt conduz êst objtivo finl. Por isso o nso Progrm com muit justz coloc qustão substituição tul rgim constituição um rgim mocrático-populr sob dirção proltri. A qustão conquist por é, portnto, um quêstão funmntl progrm Prti. O crátr ciss um prti político s rconhc plo crátr Por qu êl fn plo qul lut. Abrin mão st qustão ssncil, cmrs Crá fnm mnutnção tul Por ful-burguês nvrm plo cminho rformismo oportunist. O Comitê Rgionl consir pns qu n qustão conquist por nso Progrm não v xcluir psibili vi pcífic prlmntr pr solução rvolucionári s problms soci brsilir. IV A rvolução grári ntiful é no Brsil insprávl dá rvolução ntiimprilist A rvolução grári ntiful é um qustão ssn* cii nso progrm, porqu somnt l po ssgurr o poio milhõs cmponss às çõs mocrátics ntiimprilists clss oprári, grntin st forç ncssári pr impor-s à burgusi como clss dirignt rvolução grntir ncssári finç s msss trblhrs xplors, linç oprário-cmpons pr s futurs trnsformçõs socilists so* ci, objtivo finl lut proltri. Tlvz por isto msmo sj êst o ponto mis critic pl qu s btm por um progrm rformist. O C. R. Crá, por xmplo monstr prticulr ojriz por st qustão. Pr êst Comitê rform grári não é snti pl cmponss só srv pr fstr ltifundiári linç com comunists. Os rgumnt invocs plo CR. Crá ixm clro o qunto cmrs s fstrm su ppl vngur, ponto só concbrm um progrm qu lvnt pns rivindicçõs Já sntis pl cmponss; monstrm tmbém o qunto cmrs têm bnn intrsss clss s msss cmponss xplors oprimis, chgn prgr como objtiv progrmátic não librtção sts msss oprssão ltifúndio smiful, ms fs s intrsss prticulrs s ltifundiári, ocsionlmnt m contrdição com intrsss imprilismo nort-mricno. Não ê por cso qu, rnuncin à substituição govêrno rgim, citn dirção burgusi, concorn com minção s imprilists nort-mricn colocn-s srviço s intrsss s ltifundiári, tnhm cmrs Crá rpudi linç com cmponss. Qum não lut pl conquist por por trnsformçõs rdicis n soci brsilir, minto nturlmnt não s procup com qustão li funmn* tl proltri. Só o proltri é cpz dirigir rvolução ntiimprilist grári ntiful O problm clss cpz dirigir rvolução brsilir m su tp tul, tm si outro ponto tmbém bstnt controvrti n prsnt discussão. Crt cm* rs chgrm à conclusão qu burgusi ncionl stá tmbém m condiçõs ssumir dirção, chgn msmu lguns fnr v-lb * ** oportunist ás f» ltri v voluntrimnt n.rvgr ghfc «dfcp-sno é» Ml burgusi. Os cmrs qu ssim st l*1*-*nil-i>stm y^ qu stourm ntusismo «ufnist» porqu Jtü prss indústris básics stão sn cris o pis qu proclmm qu o sr. Jusclino Kubitschk ns «t librtção 1 ncionl, dão o Brsil c omo trnsformção cm «rvolucionári grçs à burgusi tul *» govrno A vi, porém, já s ncrrgou mtrr té on cpci v-sâ dirignt burgusi ncionl n lut ntiim! pnlist. E' vr qu, sob prssão stors c ptrióti» populção, o Congrsso Ncionl nulou mico o cor com tfr Ests Unis, ms o govrno Kubitschk sr Jusclino té gor não fêz núnci forml ; vr tl côr» qu 11 novmbro lrg stors bur* gusi tomrm pição contr um golp Est rção inqu, inspl* ms hoj importnts prcls tnts rprsn* sss stors, ntro for govrno, vcilm cpitulm dint ou prssão s Ests Unis, ngocir ntrg procurm Frnn Noronh outrs bm como bss, o poio à chntgm «gurr à vist» monopóli qu oá inqus usm como gzu pr rrombr nss i ports, psr-s ptrólo outrs riquzs r liqui- s librs mocrátics colonizr o Os contcimnt pis. polític m snvolvimnto m n* so pis monstrm qu burgusi só tom piçõs mis consqünts s rrst prssion pls forçs s msss nso povo, impulsions pl clss oprári. Isto n nsin qu só chgrm um frnt únic nti imprilist vrirmnt consqünt s st stivr sòlt mnt bs n linç oprário-cmpons. Dint st qudro, não po sr obscurci' o fto qu lut librtção ncionl no Brsil, tm si, ni tp tul, funmntlmnt fruto ção nso Pr* ti. E' vr qu stors mis rdicis ptriótic burgusi ncionl vêm prticipn st lut s o miro instnt, prt ms sss stors nunc form cpzs ds sozinh impulsionrm lut r-lh crátr consqünt* orgniz msss. Plo contrário, smpr form o comunists qu impulsionrm, qu mobilizrm msss rm orgnizção movimnt, mlgr t o rr sctári, tátic, tc, qu comtm nst frnt lut, ntr quis o mior é não trm consgui t* gor fundir lut mocrátic s cmponss com o movi mnto ptriótico, isto é, não trm consgui té gor fundir lut mocrátic com o movimnto ptriótico, Isto não trm 4 consciênci o movimnto cmponês quo: su lut pl trr stá intimmnt lig à lut libi*» tção ncionl ns pátri. Nsts condiçõs, portnto, só clss oprári, sob dirção su vngur, unin m tôrno si cmpo* nss, intlctuis, tos s íôrçs ptriótics, n um réplic cidi lmnt oportunists, incpz* rnuncir à polític concilição com grns cpit» lists ltifundiári srviço s imprilists nort-mri» cn, po rrotr s íôrçs rcionáris,, o rlizi sts trfs, ssumir o ppl dirignt rvolução br» silir. VI Sôbr o cminho pcifico pr rvoluç E' psívl um cminho pcífico pr s trnsformçõs rvolucionáris qu nso pís ncssit? A qustão rvolução por mi pcífic foi lvnt» plo cmr Krushiov no XX Congrsso. Entr outrscoiss diz o cmr Krushiov: <sa conquist um sóli miori prlmntr qu s poi no movimnto rvolucionário msss pro*1 ltri, s trblhrs, criri pr clss opr»! ri lguns píss cpitlists ntigs colônis cor diçõs qu grntirim rlizção trnsformçõs» sociis rdicis.» Est ts ncontrou m nso Prti pt ntusi» ts qu, sm mior nális sm funmntr vimnt su opinião, concluírm prssmnt sr êst o cmi* nho brsiliro. Consirm qu st importnt qustão não stá b> vimnt stu m nso Prti. Somnt à bs. um stu profun rli brsilir, no qu» dro situção intrncionl po nso Prti chgr um conclusão crt. VH Sôbr Esttut Consirm qu Esttut Prti vm o, pliíics colocs m consonânci com rli d»*, nso Prti. Em su rção tul ls contêm xigêncir muito cim qu um Prti um pís cpitlist tr» s como o nso é cpz stisfzr. Consirm qu*tj ls vm sr simplifics principlmnt n rtig rm. frnts vrs s militnts às condiçõs mm**1 bro Prti. Entrtnto consirm qu princípi funmnti» m qu s bsi orgnizção Prti vm sr firm»' mnt prsrvs n nov rção s sttut. A liquição às rstriçõs sncssáris à mocrci intrn Prti, in xistnts m ns mét í trblho, não po, mo lgum, tntr contr o prinfc pio cntrlismo, como prtnm lguns cmrs quoj têm prticip tul discussão no Prti. O cntrlismo^ mocrático é pdr ngulr m qu s bsi orgniz»' ção Prti. Ao l s dirit ssgurs plo prin*» cipio mocrci intrn vm figurr vrs impo* t plo princípio cntrlismo. A obrigtori cum*» primnto s rsoluçõs s órgã supriors pl órgão! infriors, subordinção minori à miori, tc. nã«pom ixr sr qustõs fchs pr um Prti qu* {Conchri n JO Págin) VOZ O PE R A BI Az :Fá in

10 A Rsolução üo CR. Mins Gris Cn **mmmmtmass» < -* Míltímt Gi-liU» ^^k&mtt uiu itf«miuy«ao Aoiiiti um bts um m. trvr no Prti Comunist. Iu* i iu.'s»* rsoiuçâo um si rito construtivo, rísn Ur».* problms m foco um con* fàbuiç&o pitiv. Fzot^ o«cmrs cri- Urs muito justs *» mét rrol trblho jsumr uni pição i«v lrncionlist p «tári qun rsslvm u ção «niâo Soviétic n Hungri, pr combtr contr-rvolução, foi rlilil no IntrCss fs pz *o- ilismo No plno ncionl mtrm us cmrs, corrtmnt, qu «íôrçs cobniüntg nort-mricno», provitn-s t contcimnt intrncionl», voltm-s» om mis sofrguidão pr o Brsil»... Objtivm, com isso, c*s»pi«t minr IM * ***** pis». Ov*o «wttvo pr sur o cmr* «r Mms é o stôrço qu mprnrm pr i minr rli locl lborr um pofitic crt, qu sirv bs à tivi- A prátic * à uni s forçs progrssis- «.s m.. Hg.ão. W rsr** s»pootj qu gtri prsntr ^uui* obsrvçõs. Tnho dúvis Aoovt outr pont, como por xmplo qui> éo firmm qu, m virtu s fis mtoéo* trbllio Prti, muit câmris stivssm prn s crctrístics povo miniro ficn strnh à socii. Sri intrssnt qu tw cmr* m- 18u mêêêmo u ru- O uc 1'i.uuj c **...* ^^iw.iuuci. Kírm-s» or cmrs á timiz Projto Ksolugão CC sobr rli conômico-so*ml pis firmm qu o «Progrm Prti féz um nális uniltrl ss rli, lvn-n piçõs sctáris,u* não contribuírm pr unificção torçs progrssists^ E scrvm mis dint: 'A conomi Est s crctriz, *n oím» prto, pi xportção s produk>» prmwui. Indirtmnt, i?mio prt pi «vint ns pndênci conotoi «orto^mricn. Dirtmnt, forçi conomios uropéis* controlm «mis d* to por cnto s cpitis indústri sirúrgíti Mins». Outr crctrístic rli é «o vnço industrilizção», tom prtioulr i «qu o Est prticip dirtmnt dêss vnço, suprin tnsuíwiônt cumulção cpitlist priv, to íomnr oou r«o oo ro^.r** mprn- A tsopàss htss osi*. j-v^i.*. Ju> fiux. nuo L&.Ú.Í'..o prmínio s rl fòtín produção smiíuis, pois «divrs ltors no» lvm consttr o prmínio ls rlçõs produção cpitlists»-... «A pntrção cpitlist ting o cmpo, prin lipimènt pl trnsformção grtiv ltifundiári m ltifundiári burgusá»..vi» «o monopólio trr, cntu i 1S40 pr 1950, prcri o mét primitiv xplorção trr», trminm n trso gricultur o bo* prt<>» c, üií'. XttxiA, UO íuí.,.«rw um torç conômic polítilmnt tiv», ms «volt pr s soiufõs sttis», «prs à lgums mrrs», prticulrmnt o imprilismo uropu, o iué Lh fcilit no ntnto, «crts mnobrs lc o imprilismo mricno... stá tompromti com o monopólio trr m ttngi-lo». A««.«o* pioit»ur.«uo, 14 us cisc nu *ic-t_ tí poiciwcriitíutè; ssim s xprssm: to proltri industril lut junto com burgusi mis forçs progrssists plo snvolvimnto industril Est, m» fn, o msmo tmpo, sus rivindicçõs spcífics. O snvolvimnto conômico dé Mins náo po r-s com o scrifício clss oprári». (O born sjo s cmr* *.-onfrri pl históri, qup nào PEWW POMAI o<ii*.ot v.u.s» é» cspétm t oupi» rção o^tt uttbma» u* clss oprán* >. tuwgui mm om cmr* qu* houv, * uio ilsnvolvunnto onuini nii nir «um modificção n corrlção forçs ívorávol o cpitlismo slvorávl o ltifúndio» O Est, como órgão xcutivo s clss» minnt* st* tconv promti cor grn» rlizçõs indu»- tril»... intrss n fs mdústr. conomi nion»! M» o msmo tnv po... compromti cor o imprilismo, prticulrmnt o uropu». Pnsm qu o govrn Dis Fort» «viln m nfrntr oo inti-ôss» striv gir qun s chocm com intrsss ncionis... corrspon, no funmntl, intrss» burgusi». Pr cmrs Mins, nfim, unificção s forçs progrssists, porá brir mplo cminho snvolvimnto soci minir, n bs um progrm o»- mum, «nturl», sss forçs. São sss, m rsumo, s idéis princi* pis s cmrs CR sobr rli minir. O rsult trbllio Ultr* pss limits lborção tátic locl Prti, subordin à tátic ncionl conform, prc, s propusrm. Os cmrs não ixm clro porém objtivo» o crátr ns rvolução qun formulm su progrm n dizm sóbr o problm por ncssi golpr rdiclmnt o imprilismo r»- t fuis. Em su nális, oo cmrs procurrm sguir o vr primordil s comu- Pists, como intrprts conscints lul proltri qu é o prcir com mior prcisão situção histórico-concrt, sobrtu, situção conômic Mins. Ms, mu vr, náo difrncirm com tô nitiz intrsss s clsss opri* mis s intrsss s clsss minnts. Bst vr formulçõs como «minir», «limntm o rsto pís», «tm o mior rbnho», tc. pr s comprovr qu cmrs confunm intrsss s msss xplors com s xplorrs... Chgm misturr intrsss burgusi ncionl com grn burgusi ssoci imprilists. N nális fic tmbém vint sprção snvolvimnto «soci minir» soci brsilir. Além ss unütrli, cmrs virm tl snvolvimnto ponto vist burgusi, vln s contrdiçõs st com o proltri colocn êst num pição cutn, m lut somnt por sus rivindicçõs spcífics. Omitir ou ngr o ppl hgmonico proltri ns profuns indispnsávis trnsformçõs conômics, politics sociis ns pátri, ns condiçõs histórics tuis, é rro grv ntr comunists. Comprovn pntrção impri- Uiimo minção conomi ncionl pl conomi nort-mricn, câmrs não nuncirm como r vi for* t influênci imprilist no prlho sttl o gru pndênci cci di mior pís o imprilismo mricno, como é xmplo, cssão Frnn Noronh. A prspctiv qu ls prsntm tmbém não cir. A rvolução mocrático- burgus prc tr si rliz no pís (ou m Mins). A burgusi pr cmrs ncontr-s no por, trvés rforms um polític librl, conduzirá o Brsil o progrsso conômico socii. N vr, tp tui ns rvolucão é ntiimprilist grári ntiful, mocrátic populr. E* um contr-snso r ntnr qu já stm n tp snvolvimnto socilist qu bstri stimulr burgusi crir mprss opilikit»»o* «uu»gr*mt** ow»<* tuitvm* Ewu OMivoáMUo Om qu* mmm corrto o òorrompon uo oonoii à rvwlktd* bilin indtoço** * mdi pruicipu d* Progrm Prti Comunist, dirigi» contr o uuponlismu mricno om moto» luis. O Progrm tn * rivindicçõs básic» proltri,» cmpono ss, s cm» médis t> burgus iucioni Ao propor»ubsütuiç&o govèr» no» ciss» minnt» plo govrno * mocrático librtção ncionl, o Progim stblc como trf dést Instur* ção um rgim novo, mocrá tico-popu* lr, opto o viho rgim ltifundiário» grns burguss, li» srviçis imprilismo nort-mricno. O rgim dsmocrático populr grntir, fto, rl inpndênci pis su trnsformção m pis industrii vnç, qu mrchrá pr o socilismo. O Progrm Prti prvê crto snvolvimnto cpitlismo com rvolução mocrático populr, ms stblc qu s o proltri stivr sòlimnt uni o cmpsinto às outrs cms rvolucionáris, s o Prti Comunist fôr poro, o Brsil porá tomr o cminho snvolvimnto não cpitlist, ms socilist, o qu n situção mun* hoj é prfitmnt viávl. Sou s qu citm modificçõs no Progrm, ms não pr sfigurá-lo ou pr qu sprç su fisionomi rvolucio* nári. A prt tátic Progrm v fi* cr r consonânci com rli, con* form monstrou, liás, ns lut n três últim n. Qustõs como si pcífic formção urgnt frnt mocrátic librtção ncionl v* nm sr colocs mo mis flxívl, pois é sbi qu tátic vri cor com s circunstâncis é flso fixr ntmáo, pr um longo prío, forms lut orgnizção, bm como plvrs or.n çáo imdit. Nso bixo ní* vi tórico o gmtismo lvrm-n trtr rrmnt t^s qustõs. Por isso, cumpr-n gor discutir plicr sm m* cnicismo, contr s intrprtçõs rformists, s tss XX Congrsso Prti Comunist União Soviétic sobr psibili pssgm pcífic o so* cilismo (m condiçõs trmins com s vis rsrvs). O XX Congrsso u norm contribuição o movimnto comunist mundil rrncou s mã s ns inimig cusção qu ls sgrimim contr nós, sgun qul som vot ou fnátic violênci. Entrtnto, o problm psibili pssgm pcífic o socilismo, no Brsil prc-m só vri ntrr n orm di, pr discussão, pois lcnç complt inpndên* ci polític pís coromnto tp tul rvolução brsilir. Ms, ruptur jugo imprilismo mricno sus gnts intrn po sr conquist pcificmnt? Isto não v sr scrt. A linh polític Prti, nst momnto, objtiv consguir um brch no cntu prmínio mricno sobr vi pís. N bs um pltform minim, fs sobrni ncionl, s librs mocrátics mlhori s condiçõs vi povo, sforçmo-n por unir s forçs ptriótics mocrátics, inclusiv stors s clsss minnts, pr rsistir à prssão imprilismo mricno modificr polític xtrn intrn Brsil, n pss no snti ns ftiv inpr iênci polític s mpis librs mocrátics. Julgo, no ntnto, s ilusõs rformists nocivs prigs. N tul situção intrncionl Brsil, num pís como o nso, on xist um ps máquin bug^méikmx. pottcèi o fsouitr oprimin p«vv, t*. qu«cumm Uuiui.iuu* \,- +»«*t uu-m mx^tmi **nc* sculr Sm violm..» uugott* du* nut.it* o^iuiii*, solu^-*» puulic é uiliom. i. i*ui«ui-iuutr troti» vio* pohjc* brsilu d* iwí 1947; obroiutm no* no* om lgiuid* dò Prti, d* IIH4 lli4'i. qun mi* úrtiutii» dvog, mo* pólo snvolvimnto pcifico rv«luçáo, ilusó* rformist» no* cuuuq cro. A ofnsiv imprilismo mrt:* pgou-no» sprcvcm». No icsislimo» co» mo tri si psívl ncssário, co mm tivsmo* prpr» pi o pior. E» roj çào intrn, in hoj, continu prsgu o movimnto mocrático ptriótico, op«cilmni* o movimnto comunist. Digno di not é qu sso rção tm, gor, á su* frnto, o govrno dc Jusclino KubitcHtk grupo» ltifundiári grns sspv Uiists Mins Gris. N Améric 1 tin, o xmplo UuuUiimu, pr s durnçs, é bém muito ilustrtivo. Ei» prov qu tuv nso povo, lugur uo contróit s trusts mricn, ncon irrá um l\s> ri rsistênci s imprilists mricnoo o sus tsts lrro ncionis. O êxito tnttiv pnr xistênci ui«govrno colizão, ntiimpriiisi, pou* cidimnt por grn'msss org» mzs. Nss govrno, influênci ci» s oprári, dirigi plo Prti Comuni» t, v sr crscnt, o qu ocorrrá n m» di m qu linç oprário-cmpons ss fortlcr. O povo brsiliro, só ssim, trá condiçõs ris rrotr o imprilisms mricno sus gnts intrn nf s prmisss pr o snvolvimnto ind» pnnt pis. Pr trminr, Insisto m dizr frt* nlmnt cmrs Mins, quo chi su nális imprgn objtivi» mo burguês, qu ncobr s contrdiçõs d«clsss no snvolvimnto soci, n» g s soluçõs rvolucionáris substim o ppl Prti. E' um fnômno coi» rnt crscimnto conômico burgu» si o umnto su prssão iológic s*» br o proltri s msss trblhr rs. O spírito Prti vigilânci r»- volucionári são, m consqüênci, mis ds qu nunc indisp:.sávis. E vm c» tur qu, sm um Prti uni, disciplin, toricmnt â ltur, bm lig àí msss frnt únic rvolucionári não srá form, nm vitóri obti. Os cmrs Mins, prtin tw to crscimnto cpitlismo svp mnto pso spcifico clss oprári, ntro um strutur m qu mntém o rst fuis s procss pntrção imprilismo; prtin supição qu n suprstrutur burgusi pssou s ocupr piçõs minnts procurr b* nficir-s prlho Est; prtin disso, o justo tri si concluir qu s gtfc çm s contrdiçõs clsss no pís contrdição ntr s msss populrs imprilists sus gnts intrn, cons* tituin st contrdição principl si supr nst momnto. Os intrsss fun» mntis soci brsilir xigm suprssão rdicl oprssão imprilis* t nort-mricn, simultnmnt,» ntrvs fuis. As forçs sociis mis in» trsss cpzs dirigir s trnsfoiv mçõs rclms não são quls qu * sr. Bis Forts rprsnt sim o prolt» ri, o cmpsinto s mis cm» progrssists soci. Os govrnnt» tipo sr. Bis Forts, ou sr. Jus» lino, ficrão brç s com imp* rilists tntrão smgr ou nfrquci o movimnto mncipção ncionl d» mocrático povo brsiliro, nqunto êst» não stivr suficintmnt uni pr fza l rcur impor-lhs su vont p» mocrci. O triunfo finl povo brsi liro é invitávl. KESÜLIÇÃO DO COMITÊ REGIONAL OESTE PAULISTA DO P. C B [Conclusão 9' Págui] futr*» jxfg ypi é st-mior gurr d» llotf» qu o proltri trv contr burgusi. O rco- Ihcimnto um cntro único dirignt Prti o Comitê Cntrl ntr u» Congrsso outro é um c tiç&o principio *u Prti náo po prscindir. -Vllí ' âéfcro bl üiiéiii im oon» '. [! I ' i i. > i í i > ; - O Comitê Rgiol Ort* Pulist ê opinião qu gmmciisê* m curso or ocoo Prti vm rvln unildé iológic mss funmntl militnts m tôrso s principio» m»rxist»-ininists spi in- pr» stu importnt«s qustõs tórics ligs à ns tivi o s profc^ms movimnto comunist intr scionl.,...,.. Entrtnto, um pqun minori militnts, cons gtui principlmnt cmrs Intlctuis, rvlou n-»ontmr-s fortmnt influnci pl Iologi burgus o rm tomn n discussão piçõs rconhcimnt flss incu:iii>iivis com quli comunists. Muit sts cmrs, tun ntr crt stors Prti scrvn pl imprns, vêm difundin opiniõs frncmnt htis o mrxismo-lninismo dirigin ou srvin vícul tqus clúnis contr o Prti. A critic rr n mét trblho foi substitui, por êst» compnhir, pl lut pssol contr tr* mins cmrs orgnism dirignts, principlmnt contr o Comitê Cntrl; o rxm ns tivi politic stá sn utiliz pr ngr ngrir to o páss glorio lut Prti; sob o prtxto combt o gmtismo, vêm nvrn plo cminho rvisionismo tori proltri; critic rr câmr Stálin contcimnt Hungri vêm sn motivoo pr stilção ódio nti-soviético, consquntmnt, ngção intrncionlismo proltário cuj trdlção m nso Prti é um ptrimônio qul n orgu-!h«m. Somo» opinião qu o Comitê Cntrl, o trnsformr m rsolução pi to o Prti crt cmr Pr* ts sobr discussão, rmou o Prti pr just mniro ncminhr bts. O Comitê Rgionl Ost Pulist consir qu é vt to o Prti trvr mis intrnsignt lut contr» mnifstçõs rvisionists, ntiprtidáris nti-soviétics qu vêm surgin n tul discussão. Ao tomr pição con». tr qu conscintmnt infringm, unidq dq Pártidf, cuj princípi são incomptívis oom xistênci dt, grup frçõs vm, no ntnto, sr pcints pf» susiv> com quls cmrs qu monstrm incon* prnsõs, no sjo crtr. Os inimig clss oprári»mjvo brsiliro, no I su lut contr sus nsi libr vism progrsso principlmnt golpr struir o Prti Comunis t Brsil. Mnifstm ns inblávl confinç dl qu o Prti sirá fortlci com nsinmnt snt pr» prío su vi rforçrá su uni m tôrn» Comitê Cntrl tn à frnt o cmr Prsts.» í t /mi^/mc -Iv-l Wq Q^ D-j.i,,'ul COC< I t~.t -í 1 * ri. i J ill-ll.t' f\r\ rm n rumli/ln.!/, *-3««. *»«v.tn4-nm Kf...'!».,» -».- _«_»»-» i t * rgi* 10 voz o p E u : Ei o, 20/4/ 1Ú& ^BSBSSÊSmWÊ

11 MINORIA E MAIORIA MINORIA E MAIORIA TÊM EXISTÊNCIA OBJETIVA imn tô históri humni minori miori m. i prcrm qun s trtou rsolvr problms soü. N solução s suprdit problms, miori sm* pr rfltiu o procsso objtivo snvolvimnto socil fzn, com isso, sus idéis vitoris. ijr nâo trm um comprnsão mcânic quês* tão é ncssário s dizr qu miori nts sr mio* ri foi, n prátic, minori. As idéis minori pom sr progrssists ou rcionáris, nisso rsidin su fortlz ou frquz. As idéis vnçs mbor surgin m mi* nori chgrão, trvés um lut prsistnt tnz, t sr mjoritáris. A trnsição um rgim socil outro é bm um splho como miori nts sr miori íoi minori qu somnt trvés lut contr s vlhs idéis l tornou-s vitori. A históri humni conhc cinco rgims so* ciis comunl-primitivo, scrvist, ful, cpitlist socilist. As idé,s scrvists qun surgirm ntro rgim comunl primitivo rm minori qu rflti o procsso objtivo snvolvimnto socil. Erm minori porqu minvm, in, s idéis soci comunl primitiv. As idéis scrvists trvrm lut prminrm, tornrm-s mjoritáris.. Assim contcu qun pssgm rgim scrvist pr o ful, ss pr o cpitlist, qu nó mo* mnto já foi substituí plo rgim socilist m 25 por cnto suprfíci globo Como vm, minori miori xistm objtivmn* t, inpnnt ns vont, msm for..i qu no fnômno xistm ls pitivo ngtivo, cus fito. II A MINORIA E A MAIORIA DENTRO DO PARTIDO E' sbi t nós qu Mrx Engls, no século pss, pós provitrm tu quilo mis progrsist qu soci hvi cri gnrlizs s xpriêncis movimnto oprário, colocrm ns mã clss oprári ss su to-por rm o mrxismo. Além disso é sbi t nós qu clss oprári pr nfrntr lut contr o cpitl tv crir su orgnizção polític. Pr isso surgiu I Intrncionl qu, pós cumprir sus trfs, foi dissolvi. Mis tr, por ncssi, surgiu II Intrncionl qu difrnt I, foi dissolvi por não cumprir su missão, por qu ixou-s trgr plo oportunismo. Ants n Intrncionl sprcr, houv lut ntr nm minori um miori. Ess lut qu s tornou mis gu ntro P.O.S.D.R. r o rflxo lut clsss qué s procssv n soci, lut ntr burgusi o ntr s colônis s potêncis imdrilists. Çroltri, ánto n II Intrncionl como ntro P.O.S.D.R. miliori r constituí por quls qu lutvm pr rssuscitr o mrxismo. Á frnt ss minori stv Lênin, lutn contr o oportunismo II Intrncionl. No P.O.S.D.R. ss minori s trnsformou m miori qun m 1912 mnchviqus (minori), pois btis iologicmnt, form xpuls Prti. N II Intrncionl ss minori tornou-s miori qun, pois sbrtr iologicmnt o oportunismo, criou III Intrncionl. (DEPOIS DA TRÉPLICA DO COMPANHEIRO OSVALDO PERALVA) HÉRCULES CORREIA DOS SANTOS Tô lut Lênin trvou-s no snti cr stbl** funmnt iológic, tátic tóric ti mrxist bm como pr* sus bss orgnizção. Lênin Ess lut íoi vitori tnto no cmpo tórico como n prtic, n ssim, tô um xpriênci comunist o movimnto mundil, xpriênci ss, surgi tr lut minori n miori. Sm bnnrm ns xpriênci provitn s qu n u dá o movimnto comunist, é bom minrm x- s é justo mplirm dirit minori ou s vm plicr dirit qu l Pnso já psui. qu pr cidirm por um ou outr cois vm xminr qu dirit xistm n Esttut r discornts, p- qu ficm m minori. No rtigo 21 diz qu «to mmbro Prti discutir LIVREMENTE po ns runiõs Prti pr xprssr su opinião sôbr QUALQUER PROBLEMA, dirito qu mn mocrci intrn». Como, ntn u st prt rtigo 21 s Esttut? Entn qu mbor não hvn um discussão br* t m to o Prti, como mn o rtigo 26, discornts continum com o dirito xprssr sus opiniõs psr ntriormnt ls trm si rrots. Mis dint o msmo rtigo firm qu «tom rém po- um rsolução num orgnizção Prti, discussão sôbr o ssunto qu l s rfr só po sr rbrt por cisão miori msm orgnizção ou por cisão orgnismo suprior». Cso discornts, minori, não consig miori m su orgnismo continu insistin ns sus opiniõs, cbrá «por cisão orgnismo suprior», rbrtur discussão. Rbrt discussão por um ou outr form «cisão qu fôr ntão t v sr ct plic Incondicionlmnt». Dpois disso, s in houvr discornts, êsts é ssgur o dirito «plr pr orgnism supriors, inclusiv o Comitê Cntrl o Congrsso Prti». Nst cso «nqunto o plo stivr pnnt, rsolução vrá sr cumpri por t mmbr orgnizção qu tou». Pnso qu êss xm rtigo 21 ix clro qu dirit qu êl conc discornts rfrm-s únic xclusivmnt discornts c orgnismo. Surg qui um qustão; como consguir «um númro orgnizçõs Prti cuj ftiv rprsntm plo mn is trç totl s mmbr Prti» pr convocr um congrsso xtrordinário? Ess é, m prc, mior procupção compnhiro Osvl Prlv qun fn mis dirit pr minori. «Imgin-s diz o compnhiro Osvl Prlv n V. O. n. 400 um situção smlhnt à qu Lênin tv nfrntr pós o II Congrsso qu o lvou publicr um livro mntn, proclmn fnn su opinião, mo forçr convocção novo congrsso. Em qu rtigo ns constituição prtidári s rconhc.êss dirito? Em qu rtigo s ofrcm s condiçõs prátics pr qu minori, no intrvlo três n ntr congrss ordinári, fn livrmnt sus pont vist, omo fêz Lênin m IdOi, mi M * mm* li convncr «um númro orgnizçõ 4o p*» ti cuj ftiv rprsntm plo mn is tirçt» á% totl s mmbr Prti conform txlg rtln 24, pr qu ps convocr um congrsso xtrordinário f * Inflizmnt o compnhiro Osvl Prlv náo dto qu «condiçõs prátics» él ch ncárl pr minori ps mntr fnr su opiniáo. Pnso qu, s s idéis minori rfltm objtiv, ls s mplirão fortlcráo omo í comprssor não hvrá miori rtrógr onsnt _ inconscint qu rsist. Só tntrão rsistir qul* stivrm quc imbuís ncssi fnr gms fórmuls. E nss snti o rtigo 31 s Esttuto» fornc bss pr qu minori vnh s tornr miori. S s idéis minoritáris form orm Jológict polític, ou strtégics tátics s rfltirm rlw objtiv, tis idéis surgirão r t s orgnism Prti com msm forç com qu surgiu vont discutir o problm culto à prsonli Stáiin, Nss cso, o qu é prciso, é grntir o dirito sss idéis srm xpts, qu ls sjm lvs r ont pls dirçõs intrmdiáris supriors Prti Acho qu o rtigo 21 s Esttut é justo» v ss mnti. Ms tmbém cho qu lut pr qu M sjs plic m su plnitu é um ncssi. Aqu^ lut pl mocrtizção Prti s torn um lut plo rspito o dirito divrgir, kits ontr s qu consirm divrgênci no Prti um is ilgl Porém, o msmo tmpo, é indmissívl qu lguém prtxto str divrgin ix pôr m prátic s d» cisõs miori. Divrgir xcutr s õo ds ml* ri é cois rlizávl s qu o objtiv sj crtr Qunto o problm qu minori pr tr ss msms psibilis qu tv Lênht sm cho cois rltiv. No tmpo Lênin o cntro ds lut uí blcr funmnt iológic, tático t loi-icus ds prti mrxist bm como sus bsc «rgnásçáo. N» qul tmpo nm msmo o concito minori miori ntro Prti stv fini. Pr ls nós snoontr» m nqul prío mnchviqus (sinoris) sm rg» nizção jornl própri m contrpição s bolchvfr quês (miori) mbor stivssm num sé prti. st d* ro qu isso n Rússi xistiu plo fto cim xpto S por qu iologicmnt mnchviqus náo tinhm si rrots. Crio qu um minori com tl dértto né não pom dmitir ntro Prti ds mi» forrs como não pom citr como ilgl Hs***t **» á\ vrgir. Ms, como n tuli, sgun nt ort, w.u«ás ns lut tóric (i stão s divrgêncis) é sstsisuis como plicr o mrxismo à ns rli, trns-sc noc» sário qu xist um rvist tóric, náo sé pr sinoris ms pr to o Prti, on sob rsponsbili pssol s publiqu stus sôbr ns rli I bo*» és *»«t» tivs nális mrxist. Crio qu lut pl plicção ás rttg M m és mis, li à xistênci tl rvist, grntirá o rápi vnço s idéis qu mis s proximm iwjm, ps» bixo o gmtismo o subjtivismo, rtríngin bs mtril liquicionismo, m* rirmam* ém ***** sionismo Ṙio, mrço HÉRCULES 0 Intrncionlismo Proltário Vr Umtm Em sus is rtig «A Crt Prsts o Intrncionlismo Proltário» KVOZ OPERARIA ) «Intrncionlismo Proltário Não Jogo Plvrs» K «Imprns Populr», ), o câmr Crl Mrighll xpõ lgums tss sôbr qustão cuj importânci é sm düvi primordil pr o movimnto comu* nist. Justmnt pl importânci st qustão, são tss qu mrcm cuis nális. Um firmção cntrl s is rtig Mrighll é qu form invitávis rr comtis, inclusiv quls rlcions com plicção princípio intrncionlismo proltário. Pr comprová-lo, o utor rpt citçõs Lênin s is ditoriis «Jminjipo» sôbr s xpriênci ditdur proltri, visn com isso monstrr qu comunists,, portnto, tmbém Prtis Comunists, não são inflívis: porqu um visão complt prmnnt rli m movimnto é impsívl, porqu não sri psívl vitr rr qun s mr* ch por cminh intirmnt nov, qun trf consist «n crição um tipo m prcnts orgnizção socil, intirmnt novo m tô históri mun* dil». (Lênin). Ninguém, bom snso, pori fir* m r ídkênci s «pssos inflívis». Em prticulr, comunists1 jmis prtnrm s prsntr como tis. * Em consqüênci, po-s..firmr qu, Sdi-dur; lut quê trvám, prátic s rr é rlmnt - invitávl ou, plo mn, smprs psívl. Não é isto, ntrtnto, o qu firm o cmr Mrighll. Em sus is rtig, él spcific rr qu consir trm si invitávis. Eis su formulção: «Er 'invitávl qu s comtssm OS ERROS t>e QUE AGORA PROCURAMOS FAZER JOSÉ' GORENDER AUTOCRÍTICA» (O grifo é mu J. G.). S pom consirr just, um ponto vist dilético, firmção qu rr, m grl, são invitávis, ou smpr psivís, ntrtnto conclusão qu, chg Mrighll qu ÊSTES rr form invitávis já s prsnt como intirmnt fls. E' o próprio utor qum lmbr, m su sgun rtigo, qu «o princípio funmntl dilétic é qu não há vrs bstrts, vr é smpr concrt». Ms isto signific qu tmbém rr são smpr concrt, corrnts tmbém cuss smpr concrts, cuss cuj xistênci não pom consirr como invitávl, sob pn cirm rlmnt no ftlismo. Como, ntão, flr n invitbili trmins rr concrt, «rr qu gor procurm fzr utocrític»? Rfrin-s às cuss sts rr, dizo cmr Mrighll: «Smpr procurm n rgr pl utrin mrxist-lninist. Ds, porém, qu inúmr ftors turm como cus fito não intgrção vr univrsl mrxismo-lninismo com rli brsilir, ntr êsts inxistênci um trdii ção* mrxist no pís, influênci não i supr iologi pquno-burgus m nss filirs, stgnção tó- -ric. provoc plo culto, à prsonii; i i i outr ftors, como o fstmnto s msss, invitávl r, sgun crdito, qu comtêssm rr m fóco>. Or, s consirrm qu êsts «inúmr ftors» continum tun, m mior ou mnor gru. isto é: qu in nào consguim intgrr vr univrsl mrxismo-lninismo om rli brsi- lir; qu continu lnxistin um trdição mrxist no pís; qu influênci, iologi pquno-burgus m nss filirs não. pns in não foi supr, como, inclusiv, grvou-s, conform opinião Mrighll outr cmrs; qu stgnção tóric provoc plo culto à prsonli in-stá long tr si intirmnt liqui (prtnr o contrrio, r tão curto spço tmpo, sri bsur),, finlmnt, qu o fstmnto s msss prsnt-s.hoj mnir muito mis lrmnt; s consirrm tos sss vrs concrts, srm forçs concluir qu, sgun opinião cmr Mrighll, ÊSTES rr não pns FORAM invitávis, ms tmbém CONTI- NUAM SENDO invitávis. E qu não s firm qu «frs foi tom isolmnt contxto rtigo, spr s íormulçõs qu ntcm s qu l s sgum», ou qu tos sts consirçõs não pssm mro «jogo plvrs». Os rtig cmr Mrighll i stão, pr qum quisr xminá-l. E s lvm tl conclusão, ntão opinião cmr Mrighll sôbr invitbili s rr conduz, rlmnt, tornr impsívl qulqur utocrític, qulqur finição rsponsbili pssol pl rr comtis, quisqur mdis pr vitr su rptição. Ms, _ vm" ouçrqüèsto; Kfrindõ- -s à fls i pição t plo PCB m r* lcão o cso Iuglávi, o cmr Mrl?hll in..: «Um rro prcil tmpo* rário inutiliz o crto to, pição funmnti?». Dint disso, prcism finir: trt-s um. ou msmo lguns rrs prciis tmporári, ou d*» tô um form n mnir comn ntnm plicávm o intrnrlontismo pmvtá* rio, portnto, coocfcpvoc xists, qu tínhm qu si bo prt l» prmncm, r riá st srimé *m*y pio? Em ns opintás., ujb*mmm ê vrir. Conform diz prépn» Jhvjc*. «. o solução C.C. P.CB, Mgmoi o princípi mrxismo no qu tng so p» pl s msss indivíduo ns histri, o stimulr m nso Prti m ns povo o culto à prsonli s Itáli c ss ixr prcir com spírito «Mo» tu qu provinh Stáiin, PCUS Uniãs Soviétic»; mis dint, firm.qu «sbdfr cm cpci pnsr Inpn» tmnt ncssário spirit crir» s «copim litrlmnt o PCUS m muits forms construção Prti, psr ds xtrm divrsi condiçõs». A v^ é qu chm «soliri SEM LIMITES» à URSS o PCUS kvou iu, d» rnt long n, s ttsr, m tfsmhfsm discussão, tu o qu provinh és " Mtt, ds PCUS URSS, o mto mo tórico político, â cânic s xpriênciss rli, psr sus condiçõs concrts. st vidênci, Mrlghfl fits por Lênin píss m su livro «I fntil comunismo», critic tis Intrncionl OmmméMs rmt Dul o Prti Comunist ss EE.UU* m visn ssim houv crítics ntr s ts. Nós porím wvrtf^wlt, P^F Jt9flO0 l, crític fit pl comunists Ct IW. Mm nio é ém* to qu s trt. A qustt iiiwiki «hi sm br pnr qu. durnt to êt Htstmm im o PCB miori, snto to s PP.OT outr píss, (wrxsnm ^ítmr (Conflmis m Tf' P*?**f\ * * *»/i/i35x VOZ OPEBÁUiA- ***>** U

12 O Progrm Prti o Rvisionismo ^kmm»w9w _.*. _.._...!.. à... '....1,. 9 1i'i-lri t» m*\..... O mmmmslmmisl Cmio Gbrfcl OM riífio M- Kllcrio «om duu ámcro "Voz Oprári. m t> 396. prtin supiçio qu «t lmrgu»i» já tnh conquist piçõs»cf* lvs n maquln «io list pss o* lüíundiári p«r o sgun plno", lbor m c-urio tori pr rvolução n Br-.jU. qu «U-*v>rt r-ubstitulr o Progrm 9. C. B. Julgo qu sri prjudlcii xulintiinçèo «\o crtcimnto importânci «jtmdmic «polític burgusi. Isto, po» i..nrpl, «d*»»* «rmri o proltri n lut pl dirção i tos s forçs ptriótics morrau- j», qu Invitvlmnt s guç com o -?nvolvimnto burgusi. Por outro l, o xgro dêsi poío i situção tmbém n conduzir rr?fis. S qustão funmntl to rvolução é qustão por, náo hvri ">s rl pr o proltri tr «somo li* So n lut plo por burgusi qu já o conquistou. Est * um conclusão sctári f qu porím chgr, outr è qu n» gou o omrvrd* Cio, qu tntri xm- rr dint. Em primiro lugr, pnso qu. t» flr*- i s clsss minnts no Brsil não s tjo sprr por limits finis " grn burgusi s ltifundiári, tfto strits sfto u> sus ligçõs origináris própri formçâo burgusi brsilir. Em sgun üigr, s é ingávl qu xistm conlr*** jjôs ntro Govrno não crio qw l» «* Im tl orm qu tnhm modific o. su crátr, qu continu, como di* o Progr-mâ P. C. B., "um Govrno grns cpitlists ltifundiári ligs o imp- «iíuismo nort-mricno". Isto é confirm pl própri t Govrno, s quis prvlrm lntrêss«?s imprilismo ti grns propritári trr. Disso corr o crátr rvolução no Brsil írnt mocrátic librtçfto ncionl. Uu, dlg-so pssgm, o cmr Clo coloc com ltrs miúsculs no su rtigo,. orno s in'stivéssm prs o mnitsto Agto nfto tivéssm «chg in o Progrm, qu dá um just sottçft» k qustão frnt únic; mocrátic librtção ncionl, plo crátr «ls for*çs iíu cornpõm s trfs qu s propf rlizr. Dizn isto, xprsso o mu cor com 3 u tss básics Progrm P. C, B.f sm ngr ncssi xms s pi- S sctáris qu s rfltm m. fwmulsjõs Progrm. A qustão mis importnt lvnt no ttftigo cmr Cio é, mu vr, qustão distribuição forçs n frnt rvolucionári. ou concrtmnt, qustão sobr forç qu stá m condiçõs dingir lut to o nso povo pl librtção o8 cionl, pl mocrci o progrsso. Qust&o qu, diz com rzão o cmr Cio, não s po rsolvr com crto. Ri»ol.v-s m rlção com situção c «Jssc; m c tp rvolução. Fln** outro mo, cor com s trfs gu s tm rlizr qum s po rlizr. To rgumntção no rtigo cmr Cio é dirigi no snti ngr o íjpl dirignt proltri, coiocfo rboqu burgu«3si, como su trop (i choqu. Qum po ntão dirigir lut pl rlizção s trfs rvolução gr- iri ntiimprilist no Brsil? A burgusi por cso? Não rst dúvi qu burgusi smpnh ppl importnt n tul tp r- Solução brsilir. Não por cso, ns êxtt frcss stão smpr rlcions com solução s rlç«5s proltri com burgusi. Em 1945 rsolvm st qustão mnir rformist sofrm s consyüêncis. Tmbém sofrm s consqüêncis solução sctári gto 1*95.. Em 1954 rsolvm mnir crt, conquistm vitóris, psr s influêncis sctáris qu in s mnifstvm. Pnso qu hoj um xm mis pur porá mtrr qu s piçõs rboquists frnt o tui govrno são cuss vári insucss qu vim sofrn, como por xmplo o fchmnto orgnizçõs mocrátics ntrg Frnn Noronh. Pr rsolvr mnir just s nss rlçõs com burgusi, tm prtir nts tu su difrncição. A burgusi brsilir 's divi m dus prts, grn burgusi lig o imprilismo burgusi ncio-. «_,._,«k... l»>».r»*.l orí-vít^fioicl n sohp. *>;: «-.juc ic»,» «, -p«*_t"-«fi^o-1 «=. jr"ryv brsiltrir. Dí nâo s por flr prtídpcão n frnt mocrátic libr- "burgusi como clss". tção ncionl Em rlção à grn burgusi pição Pnrti não po sr outr qu lutr plo su isolmnto, o qu não xclui. psibili cors pssgir com grup lmnt st cm, m trrno trmins objtiv com bs ns conírd'>õs qu divim. Qunto à burgusi ncionl só rsolvrm, form crt, s nss rlçõs com l s l- ANDRÉ AZEVEDO vrtum «nu cont qu* so l sus s- oo t sbm qu ploi-w.nim.gc*» Dirí. à insndén o progrsso, há nso povo sfto grns cpitlists - prrmwc muclj*i.mc»m V / J5 i-,i» ii&ri». oorvinnis t ln mnril u tmor à rvolução, su tndênci tifundiári srvlçis imprilismo nortcor» com o inimigo. Est prt bur* -mricno. Vm gor qu influênci gusi * tornrá li proltri brsiliro «êst judá-l vncr sus vcil- ncionl rformismo no Prti é muito çõs instbilis. Isto o proltri consgu, como nsin o cmr Mo-Tsé- si combt o gmtismo, qu fri mior qu prci nts. Bstou qu s obtx* vssm êxit prciis, qu surgiss ncs* Tung, fzn o blnço 18 n lut s forçs crirs Prti, pr qu o povo chinês. Rlizn um polític m ncionl rformismo florss no Prti dus frnts, um l contr o isolmnto squrdist outro l contr o sr tu, princípi intrncionlismo com forç surprnnt. Propons rvi* ponto vist qu consir como idêntic proltário, orgnizção, strtégic tátic mrxismo-lninismo, qul font o Progrm, polític iologi proltri ti burgusi. A ns própri xpriênci comprov justz ss politic formismo, snão o próprio guçmnto ss rcruscimnto vlho rcionl r- qu cmrs chinss sbimnt rsumm m dus plvrs: lut". mocrátics ntr o proltri bur- lut pl hgmoni s forçs ptriótics "uni busi»»? Rcor lut contr o rcionmnto nrgi m 1953 m São Pulo, qu dquiriu rltiv mplitu à bs s luts clss oprári contr s tnttivs s ptrõs pr jogr m sus cts s consqüêncis rcionmnto. O qu srá mlhor? Est polític comprov pl prátic váris "poio incondicionl" su- rvoluçõs, ou êss gri plo cmr Cio qu xclui to lut contr dirit como prjudicil à frntl Msmo qun ss tm um crátr * fnsivo como n cs por êl cit! A burgusi não run condiçõs pr sr dirignt ti lut nso povo. El, no ntnto, porá sr um bo li ss lut, não principl, pois principl li pioltri são cmponss, quis o c* mr Cio jog pr um plno «Mnor no su squm s forçs qu compõm frnt únic. Os cmponss constitum miori populção no Brsil su prt mis sofrr. Su flici stá indissoluvimnt lig um s spct tunmntis rvolução brsilir, qustão grári. Os cmponss, psr su situção pqun produtors, sâo trozmnt xplors. São lis mis.firms proltri msm form qu clss oprári não conquistrá sus objtiv sm ju cmpsinto, êsts só conquistrá sus m firm união com sus irmã oprári. D prticipção s componss n lut rvolucionári pnm sus rsults. mior ou mnor consqüênci st lut. Náo é por outr rzão qu burgusi #c volt pr él com promsss ngnrs. E* vr, como diz o cmr Cio, qu in é írc prticipção s cmponss ns luts nso povo. Isto v sr motivo o xm uto-crítico nso tr* blho no cmpo, sm ixr rconhcr o pitivo já lcnç. D qulqur mnir qustão cmpons não po sr rsolvi ponto vist su mior ou mnor mobilizção, ms ponto vist s tm ou nâo cmponss rsrvs* rvolucio* náris qu psm sr incorpors à lut pl inpndênci o progrsso. Contu, psr norm importânci cmpsinto n lut rvolucionári, st não é um forç dirignt, qustão ss qu tmbém não stá m discussão qui. Nst cso qustão hgmoni porá rsolvr-s com crição "zons influênciárr! O cmr Cio, utor st idéi, tnto qunto u sb qu lut clss não po sr limit por qulqur frontsir qu s n s opusr l, burgusi s psrá s rés rvolução irá trminr num vil compromisso contrário intrsss miori «3smgr nso povo. Pnso qu qustão dirção r* volução grári ntiimprilist no Brsil s rsolv lvn m cont qu l s rliz n époc compição cpitlismo como sistm mundil florscimnto cmpo socilist. Isto fz qu rvolução dsmocrático-butgus no Brsil sj um tp cminho nso pís pr o socilismo. O fto Brsil sr um pis cp.tnsmo rltivmnt snvolvi, psr crátr smi-colonil su conomi s rst fuis, qu trvm su progrsso, só rforçm àqul firmção. Lênin já nsinv qu não xist nnhum murlh chins ntr rvolução mocrático-burgus sócilist n époc imprilismo. Nsts condiçõs, rvolução mocrático-burgus no Brsil tm um níti crátr populr, xprs* s m primiro lugr intrsss fun* mntis s mpls msss trblhrs s cis cmpo ssim só o proltri porá dirigi-l consqüntmnt, pois é o proltri clss mis vnç soci brsilir, o portr s idéis mis progrssists disto tm provs pon* -s à frnt lut to o juvo pl pz, á Inpndênci ncionl mocrci. O rtigo cmr Cio. qu fz coro com outr rticulists imprns populr m fz lmbrr justz rtigo c* mr Prsts n "Voz Oprári" , qu mtr ncssi proltri dirigir su goip principl no trrno iológico contr o ncionl rformismo. No trrno iológico, pois no trrno pol-ti* Sbm qu c clss lut pr qu rvolução trmin mo mis vntjo* so pr si. Pr isto, burgusi, qu tm o movimnto populr, prconiz rforms, in* cit o bnno s trfs rvolucion, i-., visn submtr o proltri à su orintção. Pnso qu sts são s fonts dc rvisionismo qu m nso Prti s mnifst por váris forms, tos ls convrgin p* r um só objtivo, liquição Prti como um Prti inpnnt, clss, proltri. A qu conduz, por xmplo, o "poio sm rstriçõs à frnt ncioplist". tátic "poio t bons crític t mus", govrno", snão ngção ppl diri* g«**iius il proltri? Ests tss connhv tticm rvisão ts funmntl mr* xismo sôbr tátic, qu prconiz «luti pl intrsss imdit clss op.,u, o msmo tmpo fnr o futuro ti movimnto". E rvr st ts tátic cquivi à liquidíiçâo Prti, pois por Uqulçto Prti s ntn tmbém struição su inpndênci, corrupção dc su consciênci, su substituição pnr um or> gni/ção qu rnunci o Progrm à tát&> c mrxislu-lninlst. O fto tis conc.-p. çõs prcrm ntro Prti tlc for«m ncobrt não lhs tir o su crátr burguês, pns s tomm mis prig. pois so prcssm for Prti c bi*, tmnt, mis fcilmnt srim smsc* rs como iologi inimig. A qum intrss o ncionl ríormismo, qum intrss liquição Prti? Mc* lhor qu u o cmr Prsts rsponoo "Estão st p:rgunt: c.uivocs quo pnsm sr psívl um sdução ncionl rformist problm brsiliro. Nc trf consist m mtrr às pssos ssim quivocs o rro comti nvir sforç pr convncê-ls qu o fnr o ncionl rformismo srvm, quirm ou mm quirm, o oprssor nort-mricno n» so povo o colocm-s contr rvolução. mis sgrs intrsss povo brslli» ro". (Voz Oprári, ). Pr não "nvgr contr corrnt", o cmr Cio pns ncontrr um c» minho mis fácil n colborção clsss. A mim prc qu nvgr contr corrnt é n vr qurr tr mrch no* so povo. cujs trdiçõs hroísmo n l"' contr o oprssor «strngiro ninguém po rá ngr. 0 Intrncionlismo Proltário Vr Concrt (Continução 11* Págin) PCUS, por qu bnnrm o spírito crltico fc tu qu provinh PCUS. E* vr qu isto n tm vêr com o intrncionlismo proltário. Ms é vr, tmbém, qu tu isto r fito m nom st msmo intrncionlismo proltário str incomprnsívl, lástic bsolutmnt vg «soliri sm limits». S» ri o cso prguntr-s o cmr Mrighll: criticr o PCUS rorsnt st* blcr um limit st soliri? Em conclusão, porou s trt um tlformcão não princípio m si. é qu s critics qu fzm, (nós, muit outr cmrs o nrónrio CC P. C. B. trvés su Projto Rsolução) no rprsntm um tqu o intrmcionlis* mo proltário ms, o contrário, vism rsíblcr prátic st princípio m to su purz. Concorm com s firmçõs s cmrs chinss, cits por Mrighll, qun dizm qu «União Soviétic é o çntro movimnto comunist intrncionl» qu «isto não é o rsult um cisão rbitrári qum qur qu sj, ms consqüênci nturl condiçõs histórics». E' indubitávl qu União Soviétic é o primiro pís sistm socilist: porqu foi o primiro rlizr rvolução socilist; porqu é o primiro s ln* çr n construção comunismo, sus xpriêncis, pitivs ou ngtivs, constituin* ju instimávl o proltri outr píss; porqu é o pís mis poro sistm socilist, o único, té gor, minr intirmnt técnic, form psuir um indústri ps ltmnt snvolvi. tc. Justmnt por isso Umão Soviétic constitui o principl poio píss qu hoj constróm o socilismo, n fs su inpndênci, n ju con* crt mtril no procsso construção socilist. Justmnt por isso o impriüsmo concntr n União Soviétic o fogo sus tqus contr o sistm socilist. Justmnt por isso so.iridnr'» tiv à União Soviétic é um vr t co* munists. Tu isto é indiscutívl. Ms, ntro st qustão, surg um outro spcto: houv lmnt «grn potênci» ns rlçõs ntr URSS mis píss qu constitum o sistm socilist? O câmr Mrighll cit xmpl ju mtril URSS à Chin Populr à índi. S fôssm numrr t t mtliis ju á URSS píss tl mocrci populr ou msmo outrs, píss ou rpnlfrm um pomti* dc pz. list s- ris. infindávl., _Ms_houv_Jmbém, tluti-. gri Polôni (pr hão flrm no áso ntrior Iuglávi»,E' um fto qu, nsts píss, plvr orm igul* dnrl dirit rspito & srir-rnni ncionv no qu diz rsnrí^o às r!cõ?s com URSS foi rgui pls msss trblh» rs. Nfto srá isto o b.''--4.''*^*-» nr cnmprovn** qu. ns rlçõs dôs*c? piss com URSS. stvm xistin vioi^õ'*-.-. h sobprn* dtts níss ni princin:o «Igul dirit-»? E não rá Isto su* flhpnr pr rnonc«mr nnp hvi for- mçôs n prátt Intrncionlismo pro ltário por prt PCUS União Sovió tic? S in xistm dúvis, bstri r* lêr últim cumnt PCUS, Go* vêrno Soviético s PP.CC. s píss ci mocrci populr sôbr sts rlçõs mú» tus, sôbr «trnsplntção mc-nir s squms soviétic», sôbr o concito «nção dirignt» «Prti dirignt» ncssi stblcimnto rlçõs biltris ntr divrs Prtis Comu» nists, tc. Ests ft monstrm qu o rconhcimnto URSS como ccntro movimnto comunist intrncionl» não implic n ngção xistênci sts r«r violçõs intrncionlismo pro* ltário, qu citrão *; prátic st princípio n tm ntgônico com xigênci, fit pl própri vi, rvisão no concito «n^ão dirignt», à bs combt crr ãs flss concpçõs, qu nts tínhm sôbr st qustão. Tu o qu foi xpto cim não po sr confundi com qulqur tnttiv «obscurcr o ppl URSS como cntro movimnto comunist mundil», como diz Mrighll m rlção o cmr João B«tist Lim Silv. Ao contrário, o qu firmm é qu o não loconhcimnto ou o simpls squcimnto sts rr» formçõs n plicção princípio in» tmcionlismo proltário nâo jum o PCUS, nâo jum o movimnto comunis» t intrncionl, náo jum lvr o ni* vl consciênci tivi prátic s comunists brsilir. Como xmplo, con» sirm qu mnir timi supr fi» cii com qu o cmr Mrighll outr dirignts PCB têm st; rfri i* cris ú Hungri (qun st rfrênci xist, por» qu ás vzs o qu s vrific é o complto bsur lhlmnto). r xpliv dvrtênci qu qustão húngr rpr» sntou rorsnt m rlção rr * «corrnts sistm culto à prsonu', consirm qu Isto não ju o movimnto comunist mundil muito m* n nós próori. S*» fm m ju, t* m o xmolo I-ênin, qun criticv durmnt lmnt ncionlismo ou s mnifstvm n tivi s bolchvi» quês russ (crític qu r tmbém su própri utocrític.. Dint xpto, vm concluir. Em su sgun rtigo, o cmr Mnghii consir infuns tmors s cm» rs com qu polmiz qu ts sour invitbili s rr ps lvr um volt o pss, firmn: «Ms ro históri nfto n pr trás.. Atribuo tmors infuns s c- mrâs à qu l s soucrm qn n tori dó conhcimnto o rro não ê mis oo qu um momnto vrdr^p m vis s conhci. Os cnrr^rnrtns obr-icss ctumm dizr êss rspito qu rrot é m êxito*. N mis 1usto. Ms. tmbém o c«mr MrighU há convir qu WjJ procsso não ppr*o sr psnon*ft**o nm * * consr r>n*-p. sob ppn qvr» êst momn sp tnrnp ptprno. P** qup rh Turno** o co* nhcimnto v-^rv. ê Indispnsávl Qutf (Conclsd rm 6' PAin) ou rp*»h7ni um* po*iihtj-1' ir* p«r-. uisit» &* us., huiuui. us.umui«_ > m«.«.«<«v««w*^ «f»g i w* 12.VOS OPERARIA. :Ri^ 207 4/1^

13 Contr s Expriêncis Arms Atônics 0 Birô dn CONSELHO MUNDIAL DA PAZ i %êt i * 7 *2wj**% O Dutruu Conulho Munfir. IV", runi m Dr. lim, n dis 31 mrço, 1» * ''o torrnt mês, pro* vou importnts cumnts, ntr n-s (il"lls. s stc o Aplo, qu sguir trnscr* vm compnh um justificção. jt o sguint o cumnto: APELO «Ain continum s xp* riêns com rms tômics. Esss xpriêncis dissminm no r o stròncio 90, qu nvnn trr s águs, provocn o câncr lu* crni. S náo cssrm, ls scrificrão, durnt grçõs, sú vi s srs humn sobrtu s crinçs. A gurr tômic xtrml* nn milhõs homns vstri continnts. Nnluim pís, nnhum povo - Boj ss gurr, qu. ntrtnto, vm sn prpr brtmnt, hvn qum s rsign dint disso. Os Es.s Unis União Soviétic psgum sus xpriêncis com bomb hidrogênio Grã-B.tnh, gor,* junt-s ls. Pdim qu cs:;s xprincls cssm. Pdim qu s chgu um trégu im«* di.it. Isso prmitirá prsrvr yl s ns filh. Lv* rá govrn s ntnrm fim bolir s rms tômics fstr própri furr. S tos s vozs s lvn* trm no mun Intiro n* s snti, nsu vo».rt u vis. Nós, mi. um* v, po** n «frtr prif V* «mç humni. Brlim. 2 ^brü 1**~T. Burn éo Owilnn Mn> Ol d» P*». «ju-nncaçao HA T «no, o Movimnt Mundil Ptt,.trv» \M OPERAM Dtrctor-Rsf**ots.vti Mário âlvtt MATRIZ: A». Rio Brnco * «hl s/ Tl. 42-7S44 ASSINATURAS: Anul Smstrl 6000 Trimstrl Núm. vulso ' 00 Núm. trs.... fio Aér ou sob rgistro» spss à prt: Prço no R. G. Sol St. Ctrin. P* rná. Distrito Frl. SSo Pulo, E. Snto Blo Horizont Goiás intrior Amzons r Trritòri Outr Ests M. Gris 150 SUCURSAIS: SAO PAULO - Ru s Estunts n* 8*t s/ 28. 2* nd. - TL PORTO ALEGRE - Ro Voluntári Pátri, v 66. s/ 43. RECIFE - Ru. Florino Pixoto n* 85 3» nd. st 326. FORTALEZA - Ru Brão Rio Brnco, n* T.248 s/22 - Tl SALVADOR - Ru Brão Cotgip. 67 Edifício Zcns.-3/-283 (Clç * JOÃO PESSOA - Ru Duqu Cxis. 558 P nd. - Sls lti *i«. ZO/4/1957; A )êlo rsoluçõs Birô Trt-s um <-* yu-m pom, hoj. «in- Importüto «tomnuto quo c psso v & *»?. ssinr A tssm ^ justificção ss importnt ünç obtr primir inicitiv cors no snti sgu- pôlo Estocolmo, chmv tnção mun intiro pr o.s prig qu s rms tômics impunhm pov. Ds ss époc ôss prigo crscu consirávlmnt. Os grvs contcimnt qu s snrolrm cm fins 19fjG mtrrm qu subsistm vári foc con* llito pon conduzir um gurr mundil n qul s* rim utilizs bombs tômics hidrogênio. Ms não é somnt gurr qu mç humn., são, hoj m di, s xpcrlônc.s, m tmpo pz, com sss bombs. As xplõs nuclrs às quis s ntrgm três grn* s píss trrão, s form continus, nç mort milhõs criturs. O povo jponês, qu foi o primiro soírcr fit gurr nuclr, in pois, s xpriêncis com s novs bombs nuclrs, u o xmplo pdin cssção sss xpriêncis. Ess rivindicção rcbu o poio s mis lts utoris cintífics mors ss pís foi confirm plo prlmnto jponês unnimmnt. Os govrn Ests qu não prticipm pct militrs, como Índi. Suéci, tmbém ls rclm rm cssção sss x* priêncis. Outro, govrn prlmnt igulmnt mprnm ntndimnt nss snti. A msm ri-?indicção foi prsnt for grn, orgnizçõs m numro, piss. O Movimnto Pz p qu s poi tos inicitivs tl nturz. Formulm ss plo pdim qu c um o torn conhci, qu o fç ssinr ou provr qulqur form plo mior númro homns mulhrs to. m pls. Buru d» Oonslo MuniWdsPu. Brlim, 2 Abril 1957.» Dntr o. cumnt mis tcs qu form prov*. n últim runião Buru Conslho Mundil Pz, runi 31 mrço 1 2 bril últim, publlcmob hoj Rsolução qu cidiu convocr um runião Conslho Mundil Pz, r Colombo, cpitl Cilão. «RESOLUÇÃO «Dpois um prío livio, tnsão intrnnl, pr o qul contribuírm qul comçvm sntir bnfíci, pov ncontrm s novmnt nt divrgêncis o conflit rms qu tiçm gurr fri, rforçm sconfinçs rriscm crir um situção moçr pr Pz mun. A fbricção xprimn* tção novs rms tômics trmonuclrs o qui* pmnto s xércit com sss rms, divisão mun m bloc, Instl* ção bss militrs m t continnts, s tnttivs, spcilmnt n Ási, n Áfric n Améric Ltin, pr impdir rliz* çâo o xrcício sobr* ni ncionl, constitum tmivls prig pr pov pr humni. A mç um rinicio htili no Orint Mcdio, pr impor soluçõs qu constitum ingrêncis m ssunt intrn tnts à inpndênci s nçõs, imp qulqur solução pcííic mntém cso um foco gurr nss rgião mun. A gurr Argéli prdur há três n mntém m um st tnsão to Áfric Nort. A divisão rmilitriz- Ção Almnh * tção pl OTAN rms tômics à Almnh Ocintl crirm um situçlo prig n Europ: Êsss prigo, porim sr conjurs por um fstmnto mb o. ls, trop, strngir, st* ns n Almnh por um cor qu prmitiss rtl* r Almnh Lst Ost s bloc militrs. Ao contrário, ss. prigo, srim crsci, plo stblcimnto instituiçõs uropéis qu grvrim divisão Europ prmitirim à Almnh Ost fbricr rms tômics. Já no pss intrvnção opinião públic mundil foi cisiv pr modificr o curso s contdmnt. Os pov vm prsrvr snvolvr o spirito Bndung o Gnbr. O movimnto «i Pz é fvorávl à ngoçâo tos s divrgêncis r qulqur prt mun on xlstm. rnç, srmmnto cooprção conômic n* tiíic. E' vr t qul qu qurm prsrvr sú vi humni grntir o êxito, com su prticipção, grn cmpnh lnç plo Buru Conslho Mundil Pz contr s xplõs xprimntis s bombs tômics hidrogênio. Com o objtivo corrsponr às sprnçs mi- Ihõs homns qu qurm lutr contr s mçs gurr fvor pz, o Buru Conslho Mundil Pz ci convocr um runião Conslho Mundil Pz nr dis junho 1957, m Colombo, cpitl Cilão. Brlim, 2 Abril. O BUREAU DO CONSE- LHO MUNDIAL DA PAZ.i Mtttmorfom o Grwrl Sn **W A I Convnção D Trblhrs Distr'to Fri NO MARACANÃZIÍNHO O IMPORTANTE CONCLAVE Do próximo di 26 té o di 1* mio, strão runis, m su I Convnção, trblhrs Distrito Frl. O conclv, qu funcionrá no Estádio Mrcnãzínho, stá f smp* nhr um importnt ppl no movimnto sindicl Rio Jndro ns luts rivindictóris proltri Cpitl Rpúblic. O ntusismo com qu. vm sn prpr Co»* vnção, ix-n ntvr. su êxito. N Convnção trtrão runis cntns > lgs s mis divrss c* tgorls profissionis, o qu n dá bm mdi pirito uni qu n* tão Imbuís o su. orgnlzrs. APOIO RECEBIDO ATE* O MOMENTO A rlizção tl con* r s dá, xtmnt, num momnto m qu s fz mis ncssári um glutinção forçs s msss trb* lhrs, pr solucionr um séri problms grvs, cujo bt ê por t consir ncssi Indlávl. ÊSts problms, como shm, jâ form quns pl trblhrs m su célbr «Dcálogo», prsnt o prsint Rpúblic, m jniro dêst. no. S é vr qu no «Dcálogo» s Trblhrs há 0s Frroviári Pom Drrubr o Vto A II Convnção Ncionl s Frroviri Brsil significou nin importnt ps* orgnizçõs opráris to popul- sos soliri tiv 'tos <**» so n lut contr trnsformção s frrovis Est m socis nônims jiçâo vto. Há pouc dis, r rjição, pom lvr o Congrsso Ncionl à r- contr mç nulção s dirit t o vto o «projto s Cdiliics», qn Já conquists pl grn mss frroviri nso pis. Como ngr rjição, qun s trt bnfici um grupo rduzi pssos. Vo» unânim t frroviári bnficir mis nm milhão? foi connção projto qu psibilit Nss prío qu ntc à prciçào vto plo Congrsso Nrtionl. tons pssgm ss stor vitl nso is* tm trnsports s frrovis s forms lut vm sr utilizs pl frroviári, vrin sgun s con- pr s mã s imprilists, ou grn cpitlists su srviço, pon fugir ssim, como socis nônims, control crts, tlgrms, bixo-ssins diçõs c Est ou Mrmiripio: nvir próprio Congrsso Nnl. puts stduis vrrs municipis, O vto Prsint Rpublic, Justmnt nquls pont qu bnficivm so Nnl ncssi rjitr pdin-lhs qu fçm sntir o Congrs- frroviári, constitui um prov mis o vio. polític ntlpopulr nlioprâri qn Ms, lut não é sô s frroviári. vm tn O govrno, bm como tri* El v contr com soliri t mis trblhrs povo br* çfto ás promsss qu fêz trblh* rs o sr. Jusclino Kubitschk. qun cndito. Mn, o vto po sr rnib. A dòst trusts imprilists, q vism po- Buiro, pois é um» lut contr s msrs nrssáo s msss ^ 32Õ.0O» frroviárb-s, r^ss-..nsmrinh Mrcnf, Volt,w uintmnt com sus fmili* prfzm Rn, ns minris tômic^o*f um totl mis nm milhão ps- nso ptrólo tí-mbr» n«ss frrovis.? problms cuj solução xig um tmpo mis ou mn longo, não é mn vr qu outr xistm qu stão xigir solução imdit concrt por prt s utoris govrnmntis, tis como: Contnção Custo Vi; rvisão slril; fs indústri n»tionl; fs libr* sindicl constntmnt mç plo govrn r. Jusclino Kubitschk. O. trblhr», c di qu ws pss, vão umprn n> vz mlhor qu ftor cisivo pr solução sss problms é su uni m ts o snti* Cm uni é smpr mis difícil qun não s dis* utm. qustõs, tr.hn- Dir 4o Distrito Frl buscm, trvés bt nst conclv, mplir fortlr su unfcwo cão. E* bstnt xprssivo. 'Convnci, poio qu ts iw%imlo q té s momnto jâ cont com *** o» totli s sindict, F. rçõs Confrção Ncionl t** Trblhrí n Indústri, Confrçã* s Emprgs no Comr cio Confrção d» Trblhrs mm»s Trrstr., Ifomsm* PELEOAÇOg-* PELOU t******r**p**ca*i*0** A iioi á» tr*** to.. ttndlttto.. Jà Ihim u. lgçõs «*» sindicto, mtlúrgio têxtis, mrcniro., rovi rlo, trb In «Mr. m pdiu r., cnrtmto ctvfl, tri* Utv n fndtftrl ts%- g, lfits muit ortro Há no. mofo* oprári u intnso trmh pr di ussão tmário d. «tm álofo», bs. bts qut t trsurf o n I Convnç* tr VITÓRIA rêd"""»1 DOS TRABALHADORES EM CARRIS Em fc firm cisão s trblhrs m crris n lut por umnto slrto populção contr o umnto s trifs s bons, o govírno frl, o pr- ^'^mk^íf 11 ^** lito Ngrão Lim curtrm Light, chgrm r> fim um fórmul, o qu tu indk, citávl si dirignts. trhllidtors m Crrí, Apd. rpti, -mrch. sr. Jusclino Kubitschk, Ministro Trblho p prfito Cpitl, no di Í8 fot inform dirifrnt Sindicto s Trhslh-flMSiÈW^È^^ÊÊ>^m]MiÍ^^~prsint <í Comissão SlArio, ou sri crmcwflf «trblb-»i**oir>s fr- stri*- um bono 30% té qti comiml nni. pk» mm vêrno, pr xminr m crit Light, trmin o s trblho. Enqunto qu o m mnto slário, pssrá vigorr prtir 1» mr ço último. O slário trsd» srá pgo prclmnt. Não rst dúvi qu st dsáo constituiu um vitd ri, não sô. trblhrs Light, ms tmbém po pulção Rio, qu vô s» fst mç imdit um novo umnto s pw» sgns bon. Entrtnto, não &té. fin «vãmnt fst hipôt» s umnto s trifs, vi qu o polvo inqu-cn»- ns insist m qurr fm gr ri n olh povn*, com su {»ntfln qu nt*t ím dfnftir* pr r o v mnto. Pr «convnr> coitiissso fpvtspno s «lndlgsn» mprs h* prislíst Ti ftrr um n préstímo pr pgr o bs* <*s séos mprpfs. O Sindicto s Trbü rs m Crris vi rliz* Mrrrm ssmbléi *rl n pré* xh*n«sgun-ffr, qun éf**y*g «**t**rst*jfl* «Ahrê» T*rm> pmt ês gové». '/OZ O P E K A KI A: lt?*&lm* -M

14 Fm um grntltt movimnto pl»olu(,uo onstitucionl liç&o pr- _iu4m«.4ü 0011,1* o contiiiuismo, pl nisti plo rspito s giutis constitucionis %4*-mmi -U diltcil dur situção quo li* «o movimnto rvolucionário, mocráttco populr vnzulno, o C.C. P.C. Vnzul, qu viv tu bixo mi éroí prsguição policil, cb rlizr im Plno, no qul form toms importnls rsoluçõs. Entr ls, foi prov o m* ifsto qu trnscrvm bixo, no qul r brm s prspctivs pr solução nis polític qu s Iniciou no pis com t foip Est novmbro 1IMS. m.àjmivm%wo DO PARTIDO COMUNHÊTà DÁ VENEZUELA PO* UM ORANDB MOVIMENTO PBL- 0OMAJÇIO CONSTITUCIONAL DA ELEIÇÃO PRESIDENCIAL, CONTRA 0 CONTINUIS- UO, PELA ANISTIA E PELO RESPEITO lã GARANTIAS CONSTITUCIONAIS. K t vnzuln, civis militrs: ftst no stá coloc qustão lito* ms. Sobr sucssão prsincil, stbl- 0* o rtigo 104 "O Constituição: Prsint Rpúblic srá lito votção univrsl, dirt scrt, cor rr mss ntcdênci, plo mn, di H bril, no m qu comc o prio onstitucionl, n t trmin plo Conrio no imditmnt ntrior o com- Ncionl m sus sssõs ordináris ps oo rspctivo prio. Srá proclm lito Prsint Rpúblic o cidão qu htívr mior númro vot". Um vz mis, br-s dint Vo* Ml psibili r um solução céwft, pcific mocrátic, à cris politic m qu viv o pis, s novmbro lmd, fn.ro s norms constitucionis ò io om suprm intrsss nçáo. A Imns miori pis stá intro- s» tornr rli st solução, por- «uo l corrspon sus sntimnt stbior vigênci ftiv um clim onstttucionl, um rgim dirito l convivênci rpublicn, qu constitum orms imprscindívis pr ssgurr ro» jt» dirit humn grntir con- ribuiçfto és t quls Intrsss no K* üiconcblvi flr nvohrtnnlo conômico, político socil ns pátri, sm o concurso contingnts sociis mjoritári, mprgn pr isso prconcit bss m discriminçõs polítics m mét govrno intolrávis xclusivists. Nnhum prti, nnhum grupo socil, nnhum cmrilh tm o dirito monopollzr spirção t Vnzuln, qu nso pis s ncminh pl sn progrsso snvolvimnto, nm consirr-s por si só, intérprt nss gloris trdiçõs nm tribuir pr «1 o ptrimônio xclusivo bm-str ncionl. Náo é ncssário buscr novs formuli pr um solução qu sucssão pr sincil struturção Congrsso N ionl, Assmbléis Lgisltivs Conslh Municipis. A sí stá, como cn» tum nts, pl própri Constituição vi gnt. Trt-s, nst cso, rspitá-l cingir-s su mnto. Qulqur rform onstitucionl qu prtn prorrogr o prlo ou suprimir o voto univrsl, dirto scrto, trvés qul t vnzu ln porim xrcr o dirito sco- Ihr sus govrnnts, guçri cris po Htlc ncionl impdiri su just solução D msm mnir, qulqur plno continuist ou clmcionist, por mlo qul quir prptur-s no por um grupo s tuis govrnnts, long rstblcr o clim constitucionl fvorcr intrêsss ncionis, conduziri à rptição golp forç, st vz sob um mnto psulgli, provorndr» mlor*^ mlp*-» è ns pátri. Um solução tão hc-guv«i_.._.v «nu provito grup imprilists nort-mri cn, qu squim nss riquzs s provitm flt libr públic pr tntr contr conomi sobr* ni ncionis. Assim como tmbém m f» vor um insignificnt minori, qu so vl oportuni pr rlizr ngócio scus stisfzr mbiçõs pssois. Ninguém po ngr qu um tl so kiço profunri cris polític, vivri s intolrâncis, confusão. intrn FAZEM DECLARAÇÕES OS PARTIDOS COMUNIS» XÁS DA ITÁLIA E DA TCHECOSLOVÁQUIA O Prti Comunist fchclováqtü o o Prti Comunist Itlino cbm A firmr m clrção onjunt, qul xigm struição s bss milit- s, rtir s trops trritório» strngir proibição s rms tows % nuct-rs, Esc á_c rtf_ Ioi «bvul. f pós séri convr çõs mntis pls lgfõ mb prtis, ffliis m Prg, 29 mrço 1 bril El nm» mçs impori- * -M-pndênci. i I br pov Orint Médio, conti» Doutrin Eisnhowr. Amb prti» crdv tm qu stão mdurs, hoj, s condiçõs pr um ftlv cooprção conômic d* t píss Europ, ção cisiv> unid& cooprção ntr píss socilists, pr cus comum inpndênci, mo» crci, socilismo Dstcou tmbém Impor tânci xpriênci básic PCUS, pr o movimnto pr qul é ncssári um Intrncionl clss oprri. Ms prtis comu» mpl troc xpriêncis cooprção, sm qulqur nists oprári, diz clrção, vm zlr pr discriminção polític. A clrção firm sn qu su lut stj firmmnt uni às trdiçõs poio o Prti Oprário So* cilist Húngro o govêrno húngro, n consolição su polític bs n prin- às xpriêncis ncionis, conomi ncionl * cípi mrxismo-lninismo moçrci socilist. intrncionlismo pro» A lut contr o militris* ltário. mo grmânico o prigo Concluin, o P. C. 0 *0<* um nov, gurr n Europ Tchclováqui o P. C. I. á* %mú** foi ncr pl is prtis como um trf impor» têm prtis comunists frisrm ncssi qu tnt sss Céx:.»_. prtis prnr com xpriên» l-mié-ilu *_>.._ sus smtms.» «di ds pov. ci uns s outr, trvés Slintou tl», clrção con» Intrcâmbio t f fcrll. mis frqünt Junto o pc-v to o Junt qu tm um «signific- lgçõs pis, publicçõs. for ooofifco formção misk-*. :.-. onwwésè oo Go- ** b dè **-.-..*-»_., 0 P.C. Innési Apoi Sukrno Em «ov.dim, m Mt- O Prti Comunist in u qu cnnshhhpãn constituição um provisóri, m su rtigo 51, não dio ás m uuro» psso» Innési mnifstou públi* funio- n»rç Gndhi cmnt su poio à cisão proibi o prsint constituir um lir comunist A joy Ghotm prsint Sukrno orgnizr um gbint mr* rio Sukrno 9 gunril, vioo-prolnt gbint provisó- «o CMÍolho Indino P, já hvi firm nã0 tr m mnt gênci, xtrprlmntr, difloursnun ss runião. constituí por spcilists. dissolução CAo ptn prlmnto. pr* o govrno Em um clrção, diz o O PC Innési poi ntri pr qn cooprss Birô Político Comitê Cntri PC innésio formção um fctlr m«s» mm o mini*tf ln» gbint qu, po» xtrprlmntr mrgftndà, form por spci» liticmnt, o prsint Su» lists, Ir o nin», ds o pr pôr fim o st por» mrgênci liminr mmtúr f» Mini» ninjoèérlo I» & "vl. «s^-fdi**» no- mà- wn* j _fttnft _r-b>_n!!»t_hevt jrôfu-o» rt d» t» m/mm, s tom vtor-*» mm» ésoon rssgmmn, «o ss» müèmbk&ms o rnsm dí»******»*»» sngttus. krno tv um pição just rsponsávl ponto vist lgl não hvi rro. «Trt-s um idêl pr» ticávl v sr su plo povo>, diz qul clrção. E mtrv o povo Innésio ncssi jur o prsint rup* r s tuis dificuls- O PC In-Vméslo slintv o Comunist Vnzul pz. ftors qu impm o vn- Co mocrci no pís. A clrção xprimi sprnç qu o novo "Nàciò»" g» bihétè~é o Conslho nl srim constituís por pssos ptriótics, incorrup» tlvis comptnts, qu» mrcssm fto finç povo. táfiit u; mzvq* ojrxmáeia. outtt tn to pot. não «viári mo* blnio propicio pr o vnço industrilizção, divrsificção produção mrcs compr vn, rlizção grn» obrs conômics rátr rprodutlvo, o fomnto trblho progrssist m to» o» stors conômic pis stisfçâo s ncssis urgnts s mpis msss trblhrs ci «cmpo, bm como s mprgs, stunt» profissionis; o snvolvimnto ciênci cultur. Crm qu oxist hoj coincidênci n- Ir mis mplo» tor, r torno sguints pont: Rspito à Constituição Ncionl vi gnt, contr qulqur rform qu nl s» quir fzr nst momnto. Elborção um Esttuto Elitorl, qu prmit t vnzuln r su opinião m rlção o problm sucssão prsincil, scolh nov puts snrs, mmbr s Assmbléis Lgis» ltlvs Conslh Municipis, orgnism qu vm sr constituís m bril prótimo no. Anisti polític mpl pr t ot sqüstrs, strrs prsguis poli tic, sindicis militrs. -- Rsturr n Vnzul um govrno onstitucionl, qu rspit s grntis Indlvlduls contis n Constituição Ncionl n Dirit JT*"r"*"**-*>s proclms ns Cr t s Nçõs Unis. EsUhmc tivuf.más d* <* u titof <** tlço-t--. pur brir cminho à coi^uuu.» ss objtiv, ms è prciso tr m cont xistênci forç* grssiv*, ntro á» govrno, intrss* m grntir ontfc nui no por. Tovi, um mplo gr* pmnto forçs civis militrs, qu )d comç xistir como movimnto opinià^ po obrigr o» stors mis grssiv d» ditdur lvr m cont o sntimnto d» miori s vnzuln, qu xigm um» solução qu prmit volução politic és pis, no snti ssinl. O Prti Comunist stá dispto 1 mrchr com êns mplo movimnto no qul tnhm brigo t quls qu stáo dt cor com consult litorl pr rsok vr sucssão prsincil contr o cor» tlnulsmo, movimnto qul ninguém sj xcluí m rzáo sus idéis polític*., su pição clss, su pss, quf sjm civis ou mllltnrs. Movimnto cujo lç» união inicil sj fzr plicr o rtip 104 Constituição. O Prti Comunist rcnflnn su cisão r to su coi» tribulçâo, dr* r tu qunto sj cp* pr Imnulslonr conquist vigênci ftiv Constituição Ncionl, nlstit totl, dirit s cidã s libr» Vm mocrátics. CO^TIT-*. CFNTFAL DO PARTIDO COMUNISTA DA VENFZUELd Mrço 1957 DECLARAÇÃO CONJUNTA DO P.C FRANCÊS E D\ IJGA DOS COMUNISTAS DA IUGOSLÁVIA A lgção Prti Comunist Frncês rprsn» tnts Lig s Comunists Iuglávi, firmrm um clrção, n últim dis mrço, pós um visi* t um smn, l* gção PCF á Iuglávi. As runiõs rlizs ntr is prtis, firmou gênci iuglv Tn.jug, lnçrm s bss «pr o rstblcimnto snvolvimnto rlçõs normis frtrnis ntr is prtis", pós tr dito qu* squls runiõs hvim si «multo útis pitivs". As dus lgçõs slin trm qu «o socilismo, pós grn Rvolução Outubro, durnt últim ÍÔ n, lcnçou grns êxit históric. As Idéis sócilismo ncontrm m to o mun, um númro crscnto sguirs. Dstcrm in «grn significção XX Congrsso PCUS tnto ponto virrt tórico como prático, pr o snvolvimnto movimnto opr rio intrncionl, m fvor lut pl pz o socilismo «pl cooprção ntr P* tis Comunists Oprári, bm como ntr píss socilists n bs igul não-intrfrênci n ssunt intrn n troc xnriênci.". A clrção fl n «cooprção bs m tis princípi, ntr prtis comunists n cooprção ntr píss socilist*;, qu stão unis ntr si plo intrncionlismo proltário, plo objtivo comum rspito mútuo, constitui um íôrç imns tm grn significção pr consolição pz o snvolvimnto socilismo. «Ess cooprção troc xpriêncis ntr PPCC píss socilists lv m cont s liçõs grn Rvolução Outubro, s di» frnts xpriêncis n construção socilist s crctristics ncionis s difrn» ts píss". ^s«.duá^d^égç0^còncòr»- dárm ém què, no momnto tul, «é ncssário intnsificr lut pl pz, continur polític lívio tnsão Intrncionl, fortlcr in ml polític coxlstênci pcific ntr tôs nçõs Ests". Rfrin-s às inúmr* qustõs cuj solução pn consolição pz, clrção conjunt stc ncssi um sforço «m primiro lugr pr sir bco sm sí, ns ngociçõs srmmnto", «pr chgr à crição d» um sistm sgurnç coltiv n Euron pr solucionr 0 problm runificçâo Almnh, h bs» snvolvimnto mocrá. tico". Ambs s lgçõs co_v orrm m «poir to sforço tnnt um solução just pcífic pr o pro» blém Argéli". Diz clrção qu ê n» ssário tomr mdis pr ssgurr pz no Orint Próximo Médio. El pl pr tôs s forçs pi qu lutrm ficzmnt durnt grssão contr o Egito, pr qu mntonhm vigilnts. cas dus lgçõs cono* rm m qu, spito t difrnçs m rlção à li» trprtcão s* contcimi» t n Hungri, foi ncss. rio ln o é, no int-"*rês<;» povo húngro, pz ncionlismo, poir o go> vêrno rvolucionário húngr# oprári cmoons dirigi por Jn Kr o Prti ODrário Socilio t Hungri.» Ambs s lgçõs Jnl fm ncssário «snvolvi cooprção com ~.-\rtíi socilists. o* movunntoi progrssists". As dus lgçõs onsl rm qu «s rlçõs mútus vrim snvol vrs k bs s princípi Igul, confinç mfr tu não-intrfrênci not ssunt Intrn, n bns discussão critic ir» trnl brt, m t ssunt intrss mútu prtin s principio» dl mrxismo-lninismo". 0 CAMINHO DA ÁUSTRIA PARA 0 SOCIALISMO P Prti Comunist Áustri rlizou um congrsso ncionl, n últim dis mr^o. Em su inform. Intitul "O cminho Áustri pr o socilismo", Fridl Furnbrg, scrtrio CC P.C.A. mtrou quo hoj m di, n Áustri, burgusi lut com dificuls pr consolir su por. Ms sri ilusão, <f prt PCA, crditr qu é psivl pssr o socilismo por mlo linhs rvislcnists, flrmou êl. A psibili trnsição pcífic pr o socilismo, mncion no XX Congrsso PCUS, diss êl, não ngv lut rvolucionári proltri, nm ngv tori qu o sccillsmo só pori sr construí trvés ditdur proltri. Acrscntou Furnbrg qu qustão trnsição pcific pr o socilismo nã-> stv hoj *á orm fc""ã," n Áustri. A psibili um tl trnsição pn s condiçõs spídfics m qu lut clss oprári ustríc snvolvimnto situ. ção intrncionl. A cois ssncil ««* hoj, n lut clss op* rári ustríc, é impdir poí-sibilii. d*? burgusi tornr tr mdis f» cists, r- > slvr-s cri* íi* } Purnbrg. Frisou._ qu mbor fs» Impsívl prdizr gor form qu ssumirá ditdur» proltri, pós tm por pl clss op rári ustríc, o princípio d» insturção um ditdur» proltri, continu -»» qubrntávl. A rpito polític pri» mntr, diss Furnbrg qu trf s comunists ustrt c consist m conquistr si forçs pqun burgusii pr o l proltri Um.s mdis cisiv» pr formr consolir s linç cprário-cmponsi stá n riizç&o rfoo m grári, diss êl. Concltu ihcíò sulylnlõm scrrtárlo CC PCA qu«fim r grns ps-f* m cfir«~"- po socilismo, < no?*.!.'- } r clss optr* ri. n b;. mrxismo. ^Bi<t MJIJI-&

15 Em Cmpo Grn, Lul o Povo Contr Concssionári Enrp.OMISSÃO CAMPO GKANDK - M to Grso (dò Corrsponn* t). Continun cmp* nl pio m-, imp-. Ao CME, rlizou s no dm 1 cor* rnt, no plco uditório Difusor P H.l-7 st ri* um concorridv «Mc-» Rn» compt Co* missão Pró Encmpção, n Câmr Vrrs. Hprsntnt Govrnr ponc Arru, Prfito Municipl grn mss populr A runião qu foi li rdi*, tv como prsint o Dr. Wilson Brb Mrtins qu é tmbém prs.nt Comissão Pró Encmpção. _Abxin-_-4rbnlho9, o Dr. Wilson rbtu s infâmis lnçs m boltim plo di* rtor-grnt mprs, t* chn ilgis s dirtivs «Comissão Pró Encmp* çáo. Ln inúmrs ciu.su.s contrto firm pl mprs com o Govrno Uni- 6o, provou qu é Compnhi qu stá for li s su constituição, porqunto nunc cumpriu s obrigçõps por l firms nqul contrto. Dl, rsul* tou su cduci, crt plo prsint Rpúblic no no pss, qu só não foi ftiv porqu o Sr. Cincinto Sls Abru imptrou mn sgurnç no Suprmo Tribunl, contr o t0 prsint Rpúblic. Trnunou o orr, comunlcn prsnts, rsolu- PARAÍBA- MA DE DEFESA DE FER- IANDO DE NORONHA JOAO PESSOA, Prlfr (Do Corrsponnt) Rlizou-s n últim smn, no uditório Câmr Municipl st Cpitl, scolh s mmbr qu constituirão «Comissão Dfs Frnn Noronh». Por clmção form scolhis pr Comissão Dirtor: Dput Jcob Frntz, vrr Jé Totônio, Dput Jé Rolim, vrr Jé Goms Lim, vrr Cbrl Btist, vrr Luiz Brnr, Dr. Hrmno Sá, tblião Dmsio -Frnc, Profs- or Ivl Flcon, d- Vog João Snt Cruz, Jornlist Octcílio Nóbrg Quiroz, Dr. Luiz Gonzg Mirn Frif, Dr. Jé Goms Silv, Dr. Lon Clrot Foi in scolhi Comistão Excutiv constituí s sguints crg: PRE- BIDENTE: Bnto Gm Btist; VICE-PRESI- PENTE: lír stuntil íé Goms Filho: TE- SOUREIRO: Clso Brbo Souz: 1-» SECRETAtO: Euclis s Snt sl; 2.' SECRETARIO: {Jé Izidro; VTCE-TESOU- «REIRO: Lonr Ll. ts\ Comissão Excutiv fi- ou ncrrg ndi-, Bir um mnifsto qu s- *á pto à dispição Comissão Dirtor, o qul ; *pôs rtificção srá difvulg (.) A " o Excutiv. Vão tom P*m Comissão Pró Encmpção «mi runião conjunt com «Cftmrn Vi ' ulurcs sr. PrílU Mu. niipl, soilciii.» 0 XAO não mis pgr CME «sim * PntJofttur. A Prfitur stá forncn um trço (1/3) corrnt létric dn ci tr* vés su motor disl CME não pg Prfitur s gto no psm su cont som qu já is milhõs cru zir. Em sgui flou 0 vrr Dloms Rbs Pir**, n quli rprsntnt Govrnr Est, -íiuotocnnr.o o poio govrno à Cmpnh plvr orm Comissão pró-lncmpco Nâ0 pgr à Ci. u vrr Pdro Luiz Fl B, flou m nom dc- su prti c m su próprio nom. sn lirntmnt pludi pl vmênci com qu connou Ci. r.ps. rsponsávl pl0 - trso Cmpo Grn, Conimb Aqüiun. Diss qu o povo não * vi pgr à mprs qu roub populção, não fornc luz nm íôrç nqunt0 ls o cofr Prfitur qu é povo. Finlizou dizn qu o povo v pitr n Prfitur o dinhiro vi à mprs té qu sj cnçm* p msm. O prfito Mrcílio Olivir Lim smscrou m sgui o ucio boltim divulg pl CME, procurn jogr trr n olh povo o firmr qu Prfitur não lb pg iluminção públic. Mtrou o Prfito, qu é Ci.,, qu num confronto divis, ílc rstn è Prfitur um mllhão oitocnt mil cruzir. Solicitou povo pgr à Prfitur pr qu st não sj obrig prr su motor disl. Trminou dizn qu stá dispto s colocr â frnt povo pr ir ncmpr mprôs por bm ou por ml, tn si muito pludi durnt su discurso. Flrm in vári orrs, t n intiro poio & plvr orm Comissão pró-encmpção. Rssltm in grn vitóri obti nsts últlm dis plo povo, o brrr o insolnt umnto 65% prtndi pl CME. A lut pl ncmpção, Ung ssim um form bstnt lt Comissão pró- Encmpção stá com um progrm tivis qu const, plstrs, comíci, visit cs m cs. fim mobilizr to ci Cmpo Grn pr não pgr à CME ftur ncmpção ss mprôs qulqur form. MENSAGEM DE MORADORES DE PEDRA DE FOGO JOAO PESSOA, Príb (Do Corrsponnt) Com 25 ssinturs, foi nvi no di 27 mrço, o put Jué Cstro, um mns* gm morrs muni* dpio Pdr Fogo. n qul solicitv qul prlmntr ptbist rgur su voz pr connr «just» imptriótir, Frnn Noronh, bm co* "t mo èors lsiv intrsss ns'ptrtk. Sfto sds vs rst sfr* -M «numl/*»tçós ni toém Rt, contr ntr* r A*. f*r-rt>n.txl*i d Vm-onh. Trtmnto Dcsurno n Escol Migul Conto (DO CORRESPONDENTE) CAMPO GRANDE (M. G.) A Informção qu rcb- SS! «mi L i quilom- çs são mltrts, mn,'i por l* kíi-, ^nr,!fic pl m nt rsponsávis * «"bvnçô-s qul por «\Jrn m ducndário. govôrno Nss Alun stblci* são spncs, mnu, são s dispns pt um trt* cstigo, monto hors fio sumno às jo- crinçs Ih, ponto ficr com qu li prnm, qu são o ls inchs. to As crinçs crc s tão ml limnts ml- No di 31 mrco pró- trí)ilns. Obrigs pl foxlmo pss, ncontrvm- m qu Pssm, s crinçs s nts n Escol Migul so.forçs dquirir mus Couto três crinçs, sn n;!'b*t como o sconum 10 n i P* rm íruts Pr comr l sintoms qu prsntv p0is- Não íz muito tmp crm stivss tc dê?u.? *<SU ls comrm pnumoni. Outr m grit -o zô tivrm lntocom dôr ouvi fbr -*icç-~10- Nsts cs, o mélt, um trcir nós não lco s0* chm qun o «bm o qu tinh, m vir- nt 3 «- no sspro, tu str prtr m São mpls s Instlçõs profun sono. Escol, ms li só xist um Crt o Scrtário Grl P.CB. Rcbm com pdi publicção: "O CR. Cmpins Prti Comunist io Brsil, tú o cmr Prsts o Comitê Cntrl sgm pl ps- 35.' nivrsário nso Prti. Ao commorrm sts 35 n lut nso Prti, stm convncis qu êl cumprirá com honr su missão históric conduzir nso povo à vitóri contr o imprilismo nort-mricno rst fuis, brin o cminho pr o progrsso inpndênci ns Pátri pr um vi mlhor pr nso povo, ssim como sbrá conduzir, no futuro, clss oprári t trblhrs pr o socilismo o comunismo. Estm tmbém convncis, xpriênci sts 35 n tm monstr, qu só um Prti mrxist-lninist, como o nso, porá cumprir st missão. Di porqu consirm ncssário fs intrnsignt princípi tão importnts como o cntrlismo mocrático, uni o intrncionlismo proltário. Só o cntrlismo mocrático uni m tôrno um cntro único, o C.C, porá r cão comunists s às msss, n lut qu trvm. Nsts 35 n, nso Prti s tornou xprssão s spirçõs ptriótics nso povo s sbm qus jsto só foi psívl por tr sbi lir intrsss n* cionis intrsss lut mundil contr o imprilismo, intrsss lut mundil plo socilismo o comunismo, á frnt qul s mntém glori União Soviétic. Tm intir confinç qu» tmbém no fuiurt\ nso Prti trilhrá êst cminho. Os 35 n luts qu gor ommorm, om* provm qu nso Prti é invncívl qu conduzirá nso povo vitóris c vz mis importnt». Est é mnsgm oonfinç qu tmwm mm quri cmr Prsts mo Comitê Cmtomi, pl sgm 35* nivrsário nso Príidm. Abrç frtrnis! O CR. DE CAMPINAS DO P.C.B." Protst Corumbá CORUMBÁ, (SI. G.) Dfl Corrsponnt) (Rtr) No di 21 ív* rtro st no, sguiu um bixo-ssin cm cnto o qutro ssinturs st i pr o sr. Prsint Consrrsso Ncionl com oo sguints dtrs: «Nós bixo-ssins, morrs Corumbá, Est* Msto Gro. frontir t B-sH, tn m vis* t o Imnso prigo qu constirni pr sobrni *» in trtl ncionl Instl* çáo bs strn «ri r m nso trritório plm vmntmnt pr o spl-.rtto comprnsão pátrio* ttsmo V. S. no nntl nvir o máximo sforço prm qu s cxs&o sj xuinl n rjht plo C-**nfrr-Ano Ncionl qn * l«t»- ttmo nttérprt -rsot Bob^rn dr» poro.» rgim ti prciso qu s utor j Mto Grso t DMinf ét Cmpo Grn xmini* st cso. A Câmr V» procupção mgogt E r Lid' Cmpo Grndt imprssionr o visitnt sm v» brlr un» Inquérito prj s prêncis xtrns. *P«r»J vr, punir o* Não é psivl qu -m «"* ««'«>^r mis ursl cntn grot, prt P0"00 * «""O «cor* futuro pátri, continum prnsão às crinçs s Sm m tl situção submtis sois Migul Couto. 7 DIAS NO MUNDO: (Conclusão 7* Págin) rms. O Chnclr Anur tntou rsponr o mni-, fsto, dizn qu cintists n ntndim poli- i tic ninguém lhs tinh pdi opinião. Por outro l, o lír opição, Ollnhur, firmou qu s o su prti (Socil Dmocrático) vncr s próxims liçõs gris, s forçs rms lmãs não srão quips com tis rms. Rsponn Anur, firmou num comício m Wisbn: «Um homm qu rvl tl rrogânci, não v prmncr n chfi go vêrno». CRISE POLÍTICA NA JORDÂNIA Grv cris polític foi provoc n Jordâni, m consqüênci missão «prnr» Nbulsi, qu conduzi um polític inpndênci ncionl, com fort poio populr. Com tl missão, surg o ri Hussin, clrmnt, como tst frro s potêncis lmprilis- [ ts. Nto Abdullh, fmíli s hshmlts, sgu trdição sts, qu smpr form gnts s inglêss. Grns mnifstçõs populrs têm lugr nst momnto ns principis cis jorns, tn smo noticis choqus rms prisõs. A QUESTÃO DO CANAL DE SUEZ Enqunto isso, o prsint Nssr s mntém flrm n fs sobrni Egito, no cso cnl Suz. Não citou s propts nort-mricns s lnform qu Ests Unis, Grã-Brtnh Frnç concorrm m submtr novmnt o Conslho Sgurnç ONU qustão Suz. SOBERANIA DO PANAMÁ SOBRE O CANAL ta Rpúblic Pnmá tm intnção rstblcr intgrlmnt s su sobrni sobr o Cnl Pnmá o trritório chm «zon Cnl», lrou o prsint pnmnho Ernsto L Gurdiã. «Tu o qu o prsint Nssr fs no Egito é fvorávl à ção mdis similrs no Pnmá. Por qu há minr o strngiro um fix nso trritório?», diss in o prsint L Gurdiã. Círcul chgs o Dprtmnto Est nort-mricno firmrm à imprns qu, nqunto o Trt 1903 stivr m rigor, Ests Unis ns srmftírio dlsf-ssõs nobr o ssunto. ASSOCIAÇÃO DOS LAVRADORES E TRABA- LHADORES AGRÍCOLAS DE WANGARATU No di 31 mrço pss, rlizou-s no distrito Mngrtu, município Nov Grn (S. Pulo), «mbléi função Associção s blhrs Agrícols Mngrtu. Lvrrs Tr» Pr ss runião, hvim si convis rprsnt» ts Pcto Intrsindicl S. Pulo, ds ULTAB, bm om- lirs sindicis, puts s vrrs, lém sonlis. Foi scolhi como PrsnMnss ás usr i çào, s govrnr o Btés sv Ms Pm*» Sr Qudr. Grntir Dirit s Trblhrs (Conclusão 16* Págin) missão m mss, oprri, cujo númro r sup» rior 2 mil. Ms trb* lhrs, trvés su sin* dicto, usrm s mis divrss forms lut prs* so Junto o govrno, qu fi- Em t o Bsi Brsil, rúnm-s o trblhrs têxtis m tu sindict, pr btr situção ti indústri tcis. Prprm-s pr rlizr um Confrênci Ncionl, qu vrá sr convoc pl Confrção Ncionl Trblhr*» Indústri. Ess Contrênci srvirá prprção pr um outr, ntr rprsntnts mprgs mprgr», qul prticiprão técnic conomists. on srão btió** m comnm o» problms Indústri têxtil. DEFENDER OS INTERESSES DOS TRABALHsKDORES Em onclusão ms oprári têxtis mtãm étispto fnr intrsss indústri nsc;;""""'. ms nso citm ímis si pontd# ">* industriis. N conglmnto /ário*. nm intnsificção tl ritm é trk-lho. N é dispns mptário* m fcchmt 'ito fáhns. nl foi obrig concr um mpréstimo ptrõs, pr pgmnto s slári trzs rdmissão s oprári. Hoj, fábric voltou funcionr, mbor com um númro bm mlortsr trblhrs. xsmpkts «n é psivl i st ivr ss dt fl-uklss. à bs um c» i és ntr onráriot ptro%y psrs Kttsrm. junts m dnw Mli">S Rdução ét mt*** m ét ém*% - JwPICFItC COM JnWnVVO Pn^rW- Pr r vzão tsíoqu. mun.... ~. ngóci, intnsificr xportção, é jwtrtsoc fsr rform mrárim. mmr éismhhn tmrr o»- cmponss; lvr mr quisitivo s mm* Ihõs é brttmrms mmt rivm no cmpo; stitf ' 'br**' r trblhrs sris * bnfici* és lm* gislçêo socil; ****mtmr rímç oontrciis comu t piss ( nts in cm o imm*» cmpo socilist, mjm mflhòs é hbitnts pm bsorvr toot*** c*^c*s*sts i téis siltr). T prciso wtudmr poitti finncir 4 ' cmbil go**êrno. mo *r*-ndcr s í.v**=-* rés* if*nvitism.t\ d* txxyrxxni nrionl Cb o *m*t*èrno sr. Jusclino KnHrschM tmmr s mdi' hndis*s^ nss snti. Ms i é* mobilizção fir. ptirwciplm*»* ár d* Ixrt dc* trbs4h*d**rs. v vi d****nci**t **m m-d^nç ns orintção Üfc WD1U13SI. V02 Qf kei-ulá. Pá * V.:..

16 êjtmmmtêmmmm//tm***»**m**x*^^ A Indútri têxtil brsilir nfim. ***** O.v.»*.)* tmuomom mmm ««uxflkt ncionl, Honinto, síris d:fxu'il*s. grvs prtitulrmnt nst ultimo no o primiro ss importnt stor indústri ncionl. A fim dc btr situção m qu ncontr govrno Sr, lusclino Kubitschk. cris, dizim industriis, corr principlmnt Sucm-s n jornis s noticis fchmnto fábrics dc tcis. ditpns dc oprà- t s rspctiv stopus. flt dc ngóci dn umnto imprssion*1* ti. rdução dc dis ou tl hors dc trblho, ru-, pr xplicr o sintrss mrc, li niõs suc^ssii^s-^k-jndxismis.-s3cmblêis fl * B^wt-ttmrt-séric dc }lõns. ctóçúoroo us... %.._..1. _ * _ 9../.'f -,..«... " n/*i n siri t*ir.t t* iindict frçõs têxtis. Ao msmo tmpo, grvm-s s condiçõs dc vi s trblhrs, submtis um snfr xplorção. Sobr ombr s oprri têxtis lnçm ptrõs o pso dc sus di- Uculdcs c. n ilusão rsolvê-l à cust s trblhrs, fzm tu por umntr produti: i sus fábrics, mitm oprári c rdmitm com slári infriors, tntm contr dirit sociis s oprári, prsgum- -n politicmnt, songm dirit já ronquists. O QUE DIZEM OS INDUSTRIAS Vo di 11 d*"-inbro in lustriis A cüií-iusâs.*.._ci ru* ião ncionl industrii*, sãn m smfvo fino pss, ícrm nvis o go. Trno, pdin providêncis urgnts. Em ms mrço st no trôs mss ffipois, portnto um no- T Convnção» rlizv, no Sindicto Indústris Fição Tclgm Rto á Jniro, com prsnç prsints rprsntnís s sindicto* ptronis 5. Pulo, Prnmbuco, Mins, Bhi, Srgip, Algos, Juiz i For, St. Ctrin, Frít, P4" J-wwírc. Agor, <>oui'.**.^n u» industriis " qu situção não xprlmsntpu qulqur mlhor, rcruscn, o contrário, s dificuls qu & tinirm vá. s stors tfrmp <tor- '«il brsilir''. As provtf*no i.* itíguti. plits há mis 3 m- *s, não form toms plo govrno Sr. Jusclino Kubitschk, qu li tnto m iniustrilizçfio * snvolvi* tnnto. *. MEDIDAS muicadab PELOS INDUSTRIAIS Erm muito poucs s m*- áls plit* pl indus- 'triis: rjustmnto tuliz- So s limits cstris s mprêss, no Bnco Brfll; mior fcili» pr âsconto rsconto tiiui, sm s ntigs rstrijós pro; finncimnto âs mprss, mdint pohor produçao, n b so*fo sm vlor; inclu&o Jo* rtito têxti n list S prodnto xportávis plo Brsil, m t convênio» 1 cor» comrciis crifio um ctgori spcil pr xportção rtig t*x«ti, cujo produto sri utlii m pt, hwtstri têxtil * òúlsiç&o d? ityt»»,.**4«"*" 50, -> fábrics tcis contlnun. ^ fturr um p.qun p: su produção cn. qun "is stoqus umntm ft mí-s. A solvbili nuits fábrics stá n,. to produção têxtil, cm consqüênci novo sürio mínimo, qu trminou o umnto prço t mtriis consums pils fábrlcs dc tcis; rtrimnto mrc intrno nov nívis dc slário m.rumo não bcnficirm s populçõs intrior (qu trb- Ihun n gricultur n pcuári) quc formnm o mior núclo bsorção s rtig tèxtis pis; ficiênci s sfrs último no grícol; rprcussão s mdis dc rstriçáo crédito, ts pl SUMOC; o contrbn ntr ilgl dc mrsris slml* lrs strngirs, cm concorrênci\ls1! à indústri têxtil ncionl. Qu sl pont priis? Êis indi* l in crm,, c:nvnção mr. ço: rc.3 o trblho ns fá. brics um ou is dis por smni i nqunto gurm r" inoá govrno outr lis protção A síi. 1 portnto, rdu fbricrão. cão im Isso, puis m qu grn áiori populção viv no.'.cmpo, s"minu, sm tr muits vzs um trp" p r cobrir o corpo. A3 VERDADEIRAS OAUSA8 O trblhrs não pcic citr s cuss ponts pl industriis, como rsponsávis pl situção tul indústri têxtil A ts. ptronl qu um s cuss ( 1.» qu foi ihdic n numrção) é o umnto slário-minimo, m 1956, íoi rpudi cm vmênci, n runião ncio. n] dirignts sindicis s trblhrs, rliz no últlmo di 4 bril. s tuis nív;is sláriomínimo, tclõs, como compnsção impt pl mprgrs, tivrm qu s su- Jitr inúmrs rstriçõs,.' cluslv o umnto núixro trs pr pro. cfuçáo individul. A xplorção.s oprári ssumiu forms novs s in ml» cruéis: o invés um, o oprário toc dus máquins; s fábrics trblhm ou o oprário piodiu uni tci cm por csnto prfito (rm trs qu trblhm há 40 n) ou não lcnç o slárlo-minimo; pr gnhr ês siario, 4 obrigtório f?#r ssçsksboi&tc "i.iiiiii ui\hiuf*o luilfcék» fllllro tm» Urr o m cr*- dito pr xplorr pouc tr. r qu psum, trêti à p** r quisitivo rduzi qus zro; n polític inflcloná. ri govôrno, qu dct.rml. n bix» crscnt i>or quisitivo dns msss; u politi rstrito crédito, quc grv situção principlmnt s pqums industriis. E' um polític uniltrl ng crdito áctôrcs Indústri ncionl br sucssiv crédit, contlnün missão ppl mo, pr spss improdutivs mo compr um port-viõs à Ingltrr, construção Brsíli tc.) OS LUGR06 DOS INDU6- TRIAIS NAO DIMINUÍRAM As mdis, indics pl industriis taxtls. o%o têm \ indústri têxtil brsilir nfrnt dificuls séris As cuss indicd&s pl industriis s mdis plits o govrno - As vrdàirs cixs - A pição s trblhrs: fs indústri ncionl grcti s dirit sociis s trblhrs - Confrênci Nf. üo fimprgs mprgrs "' "' «iiimémiwiiiwiirii niimiáihtmiiln^iiifn um produção stipul ptlo ptrão (mbor mo tri prim sj quli infrior, rcion.. -trs fiqum muits vêzrs prct à spr consrto). Dsp.dl oprári som pgr tô innizção qu él tm dir-ito rdmi;.são com slário infrior; ps^sèguiçõs contr oprári 10 no3 mis srviço, pir qu brm mão stbili, m -troc lguns milhri cruir; trnsfrênci um fábric pr nutr mis distnt; substituição cliilt por mnors, com mtd: slário is lgums s "sís" qu stso sn ts pl lndut.nn.l tcis. As cuss sáo outrs. b*m difrnts, Els stãof funmnt imn. t, no monopólio trr, qur lnit>n<ín r. rlp^-povo! VÍMi6Í3tO d? como objtivo slvr indú. tri ncionl, ms sim mnutnção s grns Ivr obtkl, pl? mprss. Os blncts já publicüo ôst no, s grns fálrlcs tcis Distrito Prl, rvlm qu houv umnto lucr, m rlção 1953, qut- tmbém umntrm o cpitl s rsrvs. Assim, por xmplo, Amêric Fbril, lvou su cpitl 300 pr 6G0 milhõs cruzir, 1955 pr 1956 (100.%); Bngu lvou 324 pr 755 milhõs! Do_ ro Industril, dc (20 pr 200 milhõs. Qunto à rsrvs, tmbém umntrm. Os lucr lgums grns mprss DP form igulmnt lvs, 30 40% cobr o cpitl. O Molnho Inglês pssou 31 mi- Ihõs, m 1955, pr mis 38 milhõs, m 1950: Dor lismmimk, ás M mhmm; Cowrto, M pr W milhèc. Ti»b6m prcnt«m ás lucro,.sôbr o cpiti, fui lvtfo*. vrin ntr pr cnto. Por l s vô qu, plo mono.s grns i mptvsn dp, consigum rsolvr dt. fluls psr pgrm nivl mis lvs slário. Ms s mprss pquns c médis, to o pis, prticulrmnt s nort norst, nâo tâm s msms psibilis f crédito, fto, sofrm dificuldcs. E' pr mntr é8w>3 lucr lvs qu cs ptrõs intnslficm xplorção s oprári lnçm mão tí outr rcurs. A spculção imobiliári (fchmnto fábric pr vnr sus trr;nor,), trnsfrênci s fábrics pr o Intrior (on. mão--obr é mis brt) são lguns sss rcur. A P06IÇAO DOS TPADA- LHADORES A Frção s Trblhrs Têxtis São Pulo nviou o Prsint R. públic um mmoril nuncin grvi dc-mprgo ntr têxtis op:ntn, o msmo tmpo, lgums mdis cpzs impdir qu o ml s nisir. ftss mmoril stá srvin bs? pr discussão ns ssmbléis s sindict têxtis to o pís. Esss mdis sáo: fcili xport; ção pr t píss, sm discriminção qulqur spéci inclusão s rtig tõxtls ns lists ds produt xportávis Brsil, m t convêni cors comrciis srm ssins; rl ficint combt, plo govêmo, o çontrbn rtig nusctívís s trnsformrm om concor. rnts o qup. ftn fhlhrtcdbno Brsil: rstriçõs à importção rtig Susctívis cnoorrr com produzi p. l indústri têxtil ncionl; - bixr o govrno um rgulmntção sôbr xportção mtéri-prim indispnsávl à fbricção tl produt têxtis ou pcili têxtil, inclusir mlhri* mis. Os trblhr* têxtis nfto pom oitr, m %^ M tntür ro*r«r <*j problms lndtotr]» dt k* cl. à cust n*m á}t*ü to, conquists trvf <m durs luts. Em.ssombléi rllzdm há pouc dis, no Slndlct Trblhrs Têxtoig dj cpitl São Pulo, or il*~ huricldn mç (]o liqut (lção stbili, o Conslho Ncionl Efono** mi. solicit plo góyêrho, já s pronuncir fvorávl» mnt àqul mdi, qu o* tá sn xigi, sgun d* núni fit pl imprnsi por divrss vô/.s, pl c* pitlists nort-mricn, como condição pr invstv rm sus cpitis no Br. sil. Os trblhrs brsiliro» não pom brir mão dt\ss«dirito stbili. K! é um grnti contr o d:smprgo, prticulrmnt gor rn qu s intnsific utl* lizção s difrnts proco s utomtizção pro* dução. O qu trblhr» qurm ó o íim som* prgo crsti, rvisão s nívis slário, ntro tul rli conômic, qu oprári dispnss s.im tndis pg, com stisfção intgrl sus riv x'cit ssgurs por li. Estão dispt poir j mdis protção plitr s pl industriis o ro* vêrno frl ms êstí» dispt lutr com tõdrif s forçs pr ssgurr sus dirit mlhors condiçõs vi trblho. PATRÕES E OPERÁRIOS PODEM RESOLVER, J1*N* TOS, AS DIFICULDADES As dificuls qu ü» vs hoj indústri têxtil porão sr rsolvis, so p* trõs mprgs lui rn junt, pr xigir govêr* no Sr. Jusclino Ki.btt»* chk qu tom mdis coiv rts protção ss iny portnt rmo indtttrl n*- cionl. Vjm um xmplo: N Tâírrt Confinç (D.F.), oprári sust» trm durnt is mss um lut intns contr tnttiv fchmnto (lt fábric. Visn fzr um vult spculção imobili* ri (lotr norms titno, hoj ltmnt vlorizs), ptrfis lgvm qu» bric vinh n prjuízo náo tinhm outro rcurso * não fchá-l. Comçou w (Conhit rm 19 l»*?yr'«*r...^ui-ni pn» pronxss ú quo srim norml!- ss o scont ár duplistãs, qu podi r piit & rvisáo «k limit» cstri» (com um przo xcpcionl 180 dis). O fi- nmnto, pèo Bnco Brsil, sri fito trvés mpréstim dirt ks mprtss, " cor com i- Bl mitctmmto c*- um" Nrmmu pro»*ánciá íoi to- _ «rucr p*»- «stlmulr --s -t X-- portçõs rtig têxtis, nâo foi cri ctgori t>o- tl xçortçéo* nm «tomou qulqur mdi pr fcilitr o lndustrii quisiçan máqttins qtdp*- tfjfmt é» mm uw#*»t ém tô^tis ú*% CtíAgft m nu lui» m*z r^vmto dt nliírij

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