A Ação Libertadora Nacional em Foco

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "A Ação Libertadora Nacional em Foco"

Transcrição

1 A Ação Libertadora Nacional em Foco A Ação Libertadora Nacional em Foco Edson Teixeira Doutorando em História pela Universidade Federal Fluminense (UFF-RJ). Autor da Biografia Política Carlos: a face oculta de Marighella. Dissertação de Mestrado, defendida em 25/06/1999, junto à Universidade Severino Sombra - USS - Vassouras - RJ. Resumo Esse artigo tem como tema central a Ação Libertadora Nacional (ALN), uma das principais organizações que atuaram na resistência armada ao regime civil-militar que vigorou no Brasil entre 1964 a A proposta política da ALN privilegiava uma ação revolucionária direta contra o regime instalado. O objetivo principal era a implantação da guerrilha rural, o que acabou não se realizando. Com base nos depoimentos de ex-militantes da organização e de documentos disponíveis no Arquivo Público do Estado do Rio de Janeiro (APERJ), foi possível confrontar as motivações revolucionárias desses militantes com a atuação da repressão política, permitindo debater parte de um confronto maior que vivia o país naquele período. Destaca-se, ainda, uma abordagem sobre a participação da ALN no seqüestro do embaixador dos Estados Unidos, em 4 de setembro de 1969, fato que até hoje gera muitas polêmicas. Palavras-chave Ação Libertadora Nacional (ALN) - repressão - militantes - militar - Partido Comunista Brasileiro (PCB) - Carlos Marighella - comunista - Cuba - Departamento de Ordem Política e Social - autoritárismo - guerrilha - resistência - seqüestro. R. Mestr. Hist., Vassouras, v. 4, n. 1, p , 2001/

2 Edson Teixeira 132 R. Mestr. Hist., Vassouras, v. 4, n. 1, p , 2001/2002

3 A Ação Libertadora Nacional em Foco O dever de todo revolucionário é fazer a revolução! (Carlos Marighella) São dois os objetivos desse artigo: o primeiro, recuperar a memória de alguns militantes que atuaram na Ação Libertadora Nacional (ALN); o segundo, divulgar algumas informações em poder dos órgãos de repressão sobre a ALN. Para o primeiro objetivo reúno aqui alguns depoimentos de militantes da referida organização. Para o segundo, exponho parte da documentação pesquisada no Arquivo Público do Estado do Rio de Janeiro (APERJ). Ressalvo que os objetivos são de curto alcance e cabíveis em um artigo. Em qual circunstância surgiu a ALN? Após o golpe militar de 1964 inúmeras dissidências políticas romperam com Partido Comunista Brasileiro (PCB), uma das principais foi o Agrupamento Comunista de São Paulo, que tinha como líder Carlos Marighella. Mais tarde, em meados de 1968, esse Agrupamento recebe a denominação Ação Libertadora Nacional. No Pronunciamento do Agrupamento Comunista de São Paulo ficava nítida a divergência com o PCB, que não esboçara qualquer reação ao golpe de 1964: Precisamos agora de uma organização clandestina, pequena, bem estruturada, flexível, móvel. Uma organização de vanguarda para agir, para praticar a ação revolucionária constante e diária, e não para permanecer em discussões e reuniões intermináveis 1. Revelava-se aí a crítica maior que Carlos Marighella fazia contra o PCB. Partido pelo qual ele ingressara na militância política em 1932 e vinha, progressivamente, se distanciando após As divergências com R. Mestr. Hist., Vassouras, v. 4, n. 1, p , 2001/

4 Edson Teixeira o PCB já haviam sido expostas no livro Por que resisti a Prisão 2. Nele, Marighella relata a tentativa da polícia em prendê-lo em 9 de maio de 1964, dentro do cinema Sky Tijuca, no Rio de Janeiro, quando ele resistiu à prisão lutando contra os policiais, que a muito custo conseguiram detê-lo. Ocupa dois capítulos do livro na análise política do PCB e dá alguns indícios de seu descontentamento, principalmente contra a posição adotada diante das reformas de base tendo na burguesia progressista um aliado indispensável. Mais adiante, em dezembro de 1966, apresentou uma carta ao PCB renunciado ao cargo que exercia na Executiva do Partido em São Paulo. Em 1967, contrariando a orientação dos comunistas viaja a Cuba por ocasião da realização da Conferência da Organização Latino-Americana OLAS. Rompe definitivamente com o Partido: No Brasil só a luta armada, com a luta de guerrilhas com sua melhor expressão, pode levar à unidade das forças revolucionárias 3. Marighella é expulso do Partido Comunista Brasileiro. Seu caminho já era outro. Junto a Marighella, boa parte do PCB paulista se alinha no Agrupamento, e mais tarde na ALN. Porém, não foram apenas exmilitantes comunistas que tomaram esse rumo. Manoel Cyrillo de Oliveira Neto, estudante, nesse período de formação da ALN, explica o que serviu como pólo de atração para o grupo de militantes que, junto com ele, entrou para a organização: Olha! A gente acreditava num caminho. A avaliação que a gente tinha é que a proposta da ALN era mais ampla. Ela não se definia como socialista, comunista, era uma luta de resistência, uma luta pela democracia.(...). Fundamentalmente, era isso. A gente não se achava marxista, a gente só não estava satisfeito era com a situação nacional. É exatamente a proposta da ALN, de libertação nacional, de redemocratização. Foi uma opção política 4. Como organização de caráter nacional, a ALN articulou-se 134 R. Mestr. Hist., Vassouras, v. 4, n. 1, p , 2001/2002

5 A Ação Libertadora Nacional em Foco em vários estados. Na Guanabara esteve presente, e em simetria com o depoimento acima citado, Carlos Fayal de Lyra esclarece sua motivação com a proposta de Marighella: Um dos aspectos que eu defendi muito era a visão brasileira do processo, uma visão nacional, porque vinha linha chinesa, linha cubana, linha soviética, linha albanesa, eu dizia: eu quero uma linha brasileira. (...) Até que o Marighella lançou a palavra de ordem que correspondia a realidade, tanto que a prova éramos nós, quando ele lançou nós dissemos: esse é o homem. Dentro de uma visão de uma frente ampliada, não era uma coisa comunista, fechada, era uma frente para combater a ditadura, uma frente de vários segmentos sociais, tanto as duas coisas. Nós já vínhamos atuando, já tínhamos um poder de fogo, já tínhamos uma estrutura mínima 5. Ambos, os ex-militantes da Ação Libertadora Nacional, são enfáticos ao afirmar que antes mesmo de ingressarem na organização já participavam da militância política dentro do movimento estudantil, sem ignorar a conjuntura nacional e internacional. É evidente que a motivação dos militantes citados não vale para o conjunto da ALN, haja vista que essa organização apresentou, mais tarde, divergências entre seus componentes. Um fato esclarecedor é como era estruturada a ALN, e como essa organização se subdividia. Um documento, Questões de Organização, explicita em linhas gerais: A ALN se subdividia em três frentes de atividades contra a ditadura em a frente guerrilheira, a frente de massas e a rede de sustentação 6. Tais frentes ficariam mais conhecidas como Grupo Tático Estratégico (GTE) e Grupo Tático Armado (GTA). O primeiro mais ligado à estratégia de implantação da guerrilha rural, e o segundo vinculando-se às tarefas da guerrilha urbana. Os grupos táticos eram assessorados por uma extensa rede de apoio de grupos sem ligação orgânica mais efetiva, mas nem por isso menos importante. No aprofundamento das ações políticas muitas divergências irão R. Mestr. Hist., Vassouras, v. 4, n. 1, p , 2001/

6 Edson Teixeira surgir entre os membros da organização, principalmente entre os componentes do GTA no Brasil e os enviados para treinamento guerrilheiro em Cuba 7. Como não há uma motivação unívoca para os demais militantes da ALN, essa não parece a mesma tônica para a repressão política. Em um inquérito policial de 1970, o DOPS (Departamento de Ordem Política e Social) da Guanabara transparece nitidamente sua posição diante do que veio se constituir a ALN: A ALN surgiu, cabe ressaltar, com o escopo único da derrubada da estrutura sócio-política vigente em nossa terra e sua consequente substituição por outra de coloração marxista-leninista. Com esse abominável desiderato, Carlos Marighella e seus sequazes desfraldaram no Brasil, as bandeiras vermelhas do sangue, da agitação, da subversão, do terror e da morte, erigindo como seus modelos e guias Karl Marx, Lenine, Dzernsky, o criador do Terror Vermelho, Mao Tse Tung, Fidel Castro e Che Guevara 8. Comparando-se o que diz o DOPS com os depoimentos dos militantes da ALN aqui citados, temos uma discrepância enorme. Afinal, a ênfase no marxismo é um dos fatores que não consta na motivação de Manuel Cyrillo e Carlos Fayal. Como ponto de convergência o que mais se aproxima é a citação de Che Guevara, dada a repercussão que a Revolução Cubana teve para a América Latina na década de 60 e, a própria ligação de Cuba com a ALN; ainda que esse elo não seja tão imediato e nem faça da ALN mero fantoche nas mãos dos cubanos. Por outro lado, a fonte oficial coloca no mesmo patamar teórico (Karl Marx, Lenine, Dzernsky, Mao Tse Tung, Fidel Castro e Che Guevara), idéias e épocas completamente distintas; revelando uma forma de leitura equivocada existente na repressão: a identificação imediatista tem como objetivo incriminar a Ação Libertadora Nacional como sendo comunista e subversiva. De quebra, o documento não perde a oportunidade de revelar como os militantes e seu líder maior, Carlos Marighella, eram referidos; 136 R. Mestr. Hist., Vassouras, v. 4, n. 1, p , 2001/2002

7 A Ação Libertadora Nacional em Foco traduzindo aí um pouco da ideologia que imperava nos órgãos de repressão. Vejamos: Obsecado pela violência, entendendo-a como a alavanca e leme de sucesso à causa socialista, Carlos Marighella oligrofênico moral por definição passa a apregoá-la abertamente, determinando a seus subservientes que a pratiquem de todos os modos 9. Mais adiante podemos verificar o cunho conservador que inspirava o inquérito com a defesa da família diante das ameaças impostas pela ação dos guerrilheiros e a deformação do conceito de democracia: Estavam abertas, destarte, todas as comportas da Ação Libertadora Nacional, o que viria colocar a família brasileira em constante sobressalto, infligindo-lhe dolorosos e reiterados transes: era o inimigo furibundo e insidioso que procurava ferir e derrubar a democracia brasileira por todos os meios, atacando impiedosamente aqui e acolá, sempre protegido pelas sombras da noite, e em seguida homiziando-se nas quatro paredes do seu covil 10. Esse confronto entre o depoimento e documento do DOPS, não tem a intenção de condenar qualquer das partes, mas a partir das evidências apontar algumas conclusões que não passaram despercebidas. Em termos de ação política a ALN foi responsável por uma série de atos por ela considerados revolucionários, atos que faziam parte da proposta guerrilheira de Carlos Marighella, como: expropriações de dinheiro para gerar fundos para a organização, expropriação de armas e explosivos, atuação em seqüestros de diplomatas em troca de prisioneiros políticos e atuação no justiçamento de empresários que apoiavam a ditadura. Enfim, um conjunto de ações políticas que caracterizam a ALN como uma organização político-militar. Esse militarismo da ALN é considerado por alguns como exagerado, pois acabou gerando um isolamento das camadas populares, haja vista o período da modernização conservadora, implantada pelos militares ao R. Mestr. Hist., Vassouras, v. 4, n. 1, p , 2001/

8 Edson Teixeira longo da década de 60 e início da década de 70. Uma modernização que fazia o país alcançar níveis macroeconômicos invejáveis, coexistindo assim com a concentração de renda. Numa dessas ações políticas da ALN, participou o militante Roberto de Barros Pereira: Um dia o Marighella falou: vamos fazer um assalto a banco. Eu guiando o carro, ele pegou eu e dois caras que estavam atrás no carro, eu, ele, e fomos num banco, assaltar um banco! Mas há cinco minutos ele falou comigo: - Você é macho pra caramba?. - Eu falei: - Eu sou. -Você faz isso(o assalto)? - Faço! - Então, você vai assaltar um banco. Você já tem experiência em algumas ações? - Eu já, tomar armas. - Então, você vai fazer! (...) aí ele me pegou e me deu um revólver de brincadeira e me deixou na porta do banco. (...) Depois que o assalto saiu eu não conseguia nem andar. Eles me carregaram um quarteirão inteiro para o carro, não conseguia andar, não conseguia fazer o carro funcionar e só eu que sabia guiar, como é que ele iria 11? A impetuosidade predomina no trecho extraído do depoimento de Roberto de Barros Pereira, e cabe aqui algumas considerações. 138 R. Mestr. Hist., Vassouras, v. 4, n. 1, p , 2001/2002

9 A Ação Libertadora Nacional em Foco Em primeiro, a facilidade com que os guerrilheiros da ALN e de outras organizações assaltavam ou expropriavam um banco estaria ligada a ineficaz segurança com que esses organismos se defendiam. Nos tempos de luta de resistência ao regime autoritário, essa prática rendeu frutos para diversas organizações, entre elas a ALN. Em relatório do DOPS de 25 de agosto de 1969, encontrase a seguinte informação: entre 29 de outubro de 1968 a 22 de agosto de 1969, dos vinte e cinco assaltos ocorridos, quinze foram elucidados, ou seja, a percentagem de 60%. Dos quinze assaltos esclarecidos, 11 foram praticados por comunistas ou cassados, e quatro por marginais comuns 12. O documento traz extensa listagem com os detalhes das agências bancárias e dos veículos transportadores de dinheiro assaltados, incluindo data e hora, importância roubada e recuperada e a existência ou não de dispositivo de segurança nas agências. De acordo com o relatório nenhuma das vinte e três agências bancárias assaltadas possuíam dispositivo de segurança interno. Ou seja, havia uma vulnerabilidade das agências que permitia aos guerrilheiros renderem os possíveis seguranças e executarem a ação com êxito. Mesmo com essa vulnerabilidade, não se quer aqui afirmar que essa era a condição determinante na alternativa criada pela ALN e por outras organizações para arrecadar recursos. O mérito e os erros dessas ações eram das próprias organizações. Em segundo, a impetuosidade que salta do depoimento de Roberto Barros Pereira merece melhor explicação. No caso narrado, o participante da ação fica sabendo poucos minutos antes, pelo fato de ser essa uma estratégia de segurança. Suponhamos que fosse preso antes da expropriação, assim todo o planejamento poderia ser revelado e a ação frustrada. Ainda assim, esse caso específico narrado pelo ex-militante da ALN, não retira uma certa dose de irresponsabilidade presente na expropriação da qual o próprio Marighella tomou parte; mas por R. Mestr. Hist., Vassouras, v. 4, n. 1, p , 2001/

10 Edson Teixeira outro lado, essa irresponsabilidade estaria associada a uma acentuada dose de autoconfiança e, revela, ainda que de forma reduzida, o clima da época e como os militantes se dispunham ao enfrentamento com a polícia. Muitas das expropriações da ALN, em seu início, foram mantidas em sigilo, como modo de ludibriar a repressão policial, que acreditava tratar-se de bandidos comuns os responsáveis pelos atos. Com as quedas posteriores ficou evidente a participação de ALN nesse processo. Assim, a ALN passa a não só a efetuar as ações em grande escala, como também a fazer propaganda contra o regime instalado no país. Em um assalto realizado com sucesso foi encontrado um cartaz manuscrito pela ALN: Guerrilheiros urbanos fazem-se presente, novamente, arrecadando fundos para a guerra revolucionária de libertação nacional. Aqui, através da ação, respondemos aos gorilas pelas arbitrariedades que vem cometendo para com o povo. O medo e a certeza da derrota torna os torturadores do povo desesperados a ponto de institucionalizarem a pena de morte, como se intimidasse os patriotas já cansados de verem seus irmãos assassinados quando lutavam pelo direito de comer, habitar e decidir. Bancários, organizem-se e lutem pelo aumento salarial. Contem com os guerrilheiros assim como nós contamos com vocês. Tudo pela união e ação do povo brasileiro. Chega de submissão lutemos com audácia e decisão. VIVA A GUERRILHA! MORTE A MINORIA GORILA! ABAIXO A DITADURA! AÇÃO LIBERTADORA NACIONAL 13 23/10/1969 Note que há uma preocupação em esclarecer a população que aquele assalto 14 não deveria ser identificado como crime comum. Adiante, 140 R. Mestr. Hist., Vassouras, v. 4, n. 1, p , 2001/2002

11 A Ação Libertadora Nacional em Foco justificam a ação e apontam os caminhos violentos impostos pelos militares: estimulam os bancários para uma luta salarial que contaria com apoio dos guerrilheiros e, para finalizar, conclamam o povo a audácia e decisão, um convite à luta de resistência à ditadura. Não era só arrecadação de fundos, agora também se tratava de divulgar o motivo daquelas ações, e se possível atrair parte da população para a luta de resistência. Resta saber: essa estratégia seria eficaz? Nessa mesma linha, em período anterior, afirmava um manifesto assinado por Carlos Marighella: Aos homens e mulheres do povo, na Guanabara, peço que se organizem em pequenos grupos secretos e que ajudem os revolucionários, escondendo os perseguidos e feridos pela polícia, informando aos guerrilheiros os passos da polícia e os movimentos dos militares, espalhando boatos, fazendo a guerra psicológica pondo em prática a sabotagem e dificultando a ação da ditadura. Peço ao povo e aos revolucionários de vários grupos e matizes que não dêem ouvidos à ditadura. Encontro-me realmente dentro do país, compartilhando a mesma sorte do povo, e daqui do Brasil não sairei. Em nenhum momento da história de nosso povo está tão claro como agora que o dever de todo revolucionário é fazer a revolução 15. O documento é de setembro de 1969, dois meses antes do assassinato de Carlos Marighella, e tudo indica que foi elaborado depois do seqüestro do embaixador norte-americano Charles Burke Elbrick. Marighella cita o seqüestro como um exemplo eficaz de resistência ao autoritarismo predominante no país: Esta resistência chegou ao ponto máximo com o seqüestro do embaixador norte-americano, quando então a ditadura militar foi desmoralizada e capitulou, libertando 15 patriotas dentre os muitos que ainda mantém na cadeia e que vamos libertar mais adiante 16. R. Mestr. Hist., Vassouras, v. 4, n. 1, p , 2001/

12 Edson Teixeira Nesse ponto específico é preciso discutir a posição de Marighella sobre a participação da ALN no seqüestro do embaixador dos Estados Unidos. É um ponto polêmico, pois as evidências apontam que Carlos Marighella não era contra o seqüestro como forma de luta contra o regime, mas o modo como foi realizado o seqüestro de Elbrick colocou em risco a sua própria integridade física. Clara Charf relata da seguinte maneira: ele achava que não era aquele o momento, mas depois que foi feito ele achou que foi muito importante a libertação dos presos do ponto de vista humano, político 17. Já Antônio Médici, ex-militante, motorista de Marighella na guerrilha, aponta para sua reprovação do seqüestro em virtude das circunstâncias. Narra inclusive um encontro entre Marighella e Joaquim Câmara Ferreira, o Toledo, a segunda liderança de peso nos quadros da ALN que havia participado da ação: Eu não posso dizer palavra por palavra, mas o espírito da coisa era esse, ele estava magoado, nervoso, eu nunca vi. Ele sempre tratava o Toledo com o maior respeito, naquele dia eu vi que ele estava louco da vida. O Toledo não falou nada, acatou 18. Manuel Cyrillo, que participou do seqüestro, relata que houve uma reunião do GTA (Grupo Tático Armado) com Carlos Marighella. Uma primeira observação que Marighella fez é que a ALN do Rio de Janeiro não tinha informações sobre o seqüestro, e não se preparou para a intensidade da repressão que viria após seqüestro. Tal argumento foi aceito como erro do GTA de São Paulo, que participou da ação. A outra questão é o próprio Cyrillo que narra: está certo que a gente errou, está certo que a gente correu o risco de perder quadros no Rio de Janeiro, de perder trabalhos e contatos, enfim, não potencializamos como poderia ser potencializado, não capitalizamos como poderia ser capitalizado, mas era um ato revolucionário, justo, correto, estava dentro da nossa linha. A gente tinha todo o direito de ir lá e fazer 19. Para Carlos Eugênio Paz, um dos únicos comandantes militares da ALN que nunca foi preso, o seqüestro foi um grande erro, chamou a 142 R. Mestr. Hist., Vassouras, v. 4, n. 1, p , 2001/2002

13 A Ação Libertadora Nacional em Foco atenção demais, que me desculpem Diogo (Joaquim Câmara Ferreira) e os combatentes que participaram dele com toda a dedicação revolucionária, não era hora de cutucar a onça, nossa vara era curta 20. Opiniões à parte, o seqüestro foi realizado na semana da pátria de 1969, entre 4 a 7 de setembro, no Rio de Janeiro. Naquele momento o poder central era formado por uma junta militar, uma vez que o presidente Costa e Silva havia se afastado com problemas delicados de saúde. O vicepresidente, Pedro Aleixo, um civil, era vetado para assumir a presidência, contra si pesava o único voto contrário a implantação do Ato Institucional nº 5 (AI-5), de 13 de dezembro de 1968, decidido pelo gabinete ministerial de Costa e Silva e que alçava ao poder o setor mais violento do exército e das forças armadas. Um manifesto, assinado pela ALN e pelo MR-8 (Movimento Revolucionário 8 de Outubro), foi lido em cadeia nacional de TV, denunciando as torturas e o objetivo do seqüestro; que era a libertação de 15 prisioneiros políticos em poder do Estado rumo ao México. No dia 7 de setembro os prisioneiros foram libertados e o embaixador pôde voltar para sua residência. Alípio Freire, militante de uma dissidência do Partido Comunista do Brasil (PC do B), a Ala Vermelha, esteve preso no DOPS de São Paulo em setembro de Sobre o seqüestro ele esclarece: Há oura coisa que fazia parte da estratégia dos companheiros (...), o objetivo era criar fissuras maiores na repressão, no aparelho de governo, libertar os presos e pressionar de fora os outros países com relação a ditadura brasileira e também criar bases para uma articulação de uma frente de esquerda naquele momento, tanto que na lista os quinze da lista se apresentam as diversas organizações que eles conseguiram mapear Pouco mais de 10 dias após o sequestro do embaixador norteamericano, o DOPS-RJ informava em documento confidencial uma relação com doze participantes do seqüestro, não reconhecendo a identidade de R. Mestr. Hist., Vassouras, v. 4, n. 1, p , 2001/

14 Edson Teixeira apenas três participantes, esses últimos pertencentes ao quadro da ALN. Inclui também a prisão de dois militantes, Cláudio Torres da Silva e Antônio de Freitas Silva. Menciona a participação de Joaquim Câmara Ferreira, o Toledo, uma das principais lideranças da ALN junto com Marighella, o que apontava para a participação efetiva dessa organização, que já era de conhecimento público em função do manifesto assinado pelas organizações que participaram do ato 22. Essa informação do DOPS-RJ é importante, pois ela aponta para o que iria ocorrer por todo o mês de setembro de 1969: a queda do GTA da ALN, que participou do seqüestro, culminando com o brutal assassinato de Virgílio Gomes da Silva em 29 de setembro. Virgílio, mais conhecido como Jonas ou Breno, foi o comandante militar da ação 23. Todos da ALN que participaram do seqüestro foram presos, um golpe fatal da repressão. Enfim, o sequestro teve o mérito de furar o bloqueio da repressão e divulgar um manifesto perante a opinião pública, tentou levar ao mundo a situação política do país diante da ditadura ao enviar os presos políticos para o exterior e abalou a relação dos Estados Unidos com o Brasil. Enfim, um golpe de mestre 24 que também acirra o enfrentamento com a repressão. A repressão que bem antes do seqüestro já atuava de modo brutal e violento. Recuperar a memória desse período da história recente do país, não é uma tarefa simples. Tal memória confronta visões e opiniões variadas. Franklin Martins, ex-militante do MR-8 e um dos principais articuladores do seqüestro do embaixador norte-americano, argumenta: aqueles que pegaram em armas para lutar contra a ditadura podem ter escolhido um caminho errado, mas não eram loucos ou doidivanas. Certos ou errados, eram homens de seu tempo, jovens de seu tempo, um tempo diferente do que agora 144 R. Mestr. Hist., Vassouras, v. 4, n. 1, p , 2001/2002

15 A Ação Libertadora Nacional em Foco vivemos. Lutaram numa época em que o mercado era o lugar onde as donas de casa faziam compras, e não a toda poderosa entidade mítica que atualmente, para alguns, deve comandar a humanidade com sua mão invisível 25. Há quem aponte os erros de modo não condenatório, mas tentando compreender de modo abrangente: o erro da esquerda esteve em optar por uma linha de enfrentamento militar, subestimando o apoio social e as condições político-ideológicas 26. A repressão política atuava em consonância com o regime instalado no país, a sua moda tentava oferecer argumentos que solidificassem uma legitimidade, ainda que restrita, aos órgãos internos. Exemplo disso pode ser verificado no carimbo de um documento interno, em setembro 1969: A Revolução de 1964 é irreversível e consolidará a democracia no Brasil 27. A Ação Libertadora Nacional (ALN) é um tema muito amplo para pesquisa, muitas são as informações, não é simples agrupá-las numa coerência unânime. Até porque muitas divisões internas estarão presentes, o que faz da ALN uma organização rica em discussões temáticas e não tão uniforme quanto parece. Nesse artigo que por hora vou concluindo, muitas questões deixaram de ser abordadas por envolverem depoimentos e análises que não caberiam no conjunto dos objetivos aqui traçados no início. Como exemplos: a proposta de guerrilha rural da organização e o assassinato de Carlos Marighella, assunto que até hoje gera polêmica. Exemplos que ilustram a densidade e a riqueza presente na tarefa de trabalhar com esse tema de pesquisa. R. Mestr. Hist., Vassouras, v. 4, n. 1, p , 2001/

16 Edson Teixeira Notas 1 O Guerrilheiro, Abril de 1968, nº1, p. 2. (Grifo do autor). 2 MARIGHELLA, Carlos. Por que resisti a prisão. São Paulo: Brasiliense, MARIGHELLA, Carlos. Respostas ao questionário de pensamento crítico. Havana, 08/08/ Depoimento de Manuel Cyrillo de Oliveira Neto ao autor, 18/12/ Depoimento de Carlos Fayal de Lyra ao autor, 2/12/ MARIGHELLA, Carlos. Questões de Organização, dezembro de Ver maiores detalhes em ROLLEMBERG, Denise. O apoio de Cuba a luta armada no Brasil. Rio de Janeiro: MAUAD, DOPS, Setor Secreto, pasta 66, folhas Relatório de Inquérito Policial/Aliança Libertadora Nacional (Carlos Marighella). Rio de Janeiro, GB, 30 de setembro de Idem, p Idem, p Depoimento de Roberto de Barros Pereira ao autor em 8/12/ DOPS-RJ Setor Terrorismo, pasta 1, folhas , Memorando nº1184/69. Delegacia de Roubos e Furtos. Rio de Janeiro, GB, 25 de agosto de DOPS-RJ, Setor Terrorismo, pasta 1, folha 169. Fotografia do cartaz afixado pelos assaltantes numa das paredes da agência roubada. Relatório nº140/96, Rio de Janeiro, GB, 25 de novembro de Vale esclarecer que para as organizações que atuaram na oposição ao regime autoritário o termo mais correto é expropriação ; para os ógaõs de segurança vale a denominação assalto. Uso o termo mais usual, atualmente, sem optar pelos referencias ideológicas dos pólos opostos na época estudada. 15 DOPS-RJ, Setor Terrorismo, pasta 1, folha 169. Ao povo e aos revolucionários da Guanabara (Carlos Marighella), Rio de Janeiro, GB, 25 de novembro de Id. 17 Depoimento de Clara Charf ao autor em 5 de novembro de Depoimento de Antonio Flavio Médici de Camargo a Emiliano José, em 9/06/ Cf. Depoimento de Manuel Cyrillo de Oliveira Neto ao autor. 20 PAZ, Carlos Eugênio. Viagem à luta armada. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, Depoimento de Alípio Freire a Emiliano José, em 13/06/ DOPS-RJ Setor Terrorismo, pasta 1, folha 153. Informe nº7565/69. Rapto do Embaixador Elbrick. Ministério do Exército. Rio de Janeiro, 18 de setembro de Em 14 de dezembro de 2000, o jornal Folha de São Paulo publica uma reportagem esclarecendo: a justiça do Rio condenou as produtoras do filme O que é isso companheiro? Produções Cinematográficas L. C. Barreto e Filmes do Equador Ltda a indenizar por danos morais a família 146 R. Mestr. Hist., Vassouras, v. 4, n. 1, p , 2001/2002

17 A Ação Libertadora Nacional em Foco de Virgílio Gomes da Silva, ex-guerrilheiro da ALN conhecido pelo codinome Jonas. 24 Ver em GORENDER, Jacob. Combate nas trevas. São Paulo: Ática, 1997, p MARTINS, Franklin (Prefácio). In PAZ, Carlos Eugênio. Viagem à luta armada. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, SADER, Emir. Teoria e Debate, nº38, jul/ago/set 98. São Paulo: Fundação Perseu Abramo. Entrevista cedida a Fernando Haddad. 27 DOPS-RJ, Setor Terrorismo, pasta 1, Folhas Antecedentes dos envolvidos no seqüestro do Embaixador dos Estados Unidos. Ministério da Marinha/CENIMAR. Rio de Janeiro, GB, 15 de setembro de R. Mestr. Hist., Vassouras, v. 4, n. 1, p , 2001/

18 Edson Teixeira Abstract This article has as central theme the Liberaty National Action (ALN), one of principals organizations that actuate in an armed resistance at the civil-military regime which in Brazil between invigorated. The policy proposal of ALN privileged a direct revolutionary action against the established regime. The principal objective was an implantation of rural guerrilla what finished to be not realized. With basis in depoiments of ex-militants of the organization and disposable documents in Rio de Janeiro State Public Archives (APERJ), was possible to confrontate the revolutionary motivations of these militants with an actuation of political repression allowing display of a greater confrontation part which the country passed in that period. Detach, still, an approach on ALN participation in the U.S. Ambassador to Brazil in Sept 4, 1969, which till now many doubts. Key Words Liberaty National Action (ALN) - repression - militant - military - Brazilian Communist Party (PCB) - Carlos Marighella - communist - Cuba - Political and Social Order Department (DOPS) - authoritarianism - guerrilla - resistance - sequestration 148 R. Mestr. Hist., Vassouras, v. 4, n. 1, p , 2001/2002

ANÁLISE DAS CATEGORIAS SUBVERSÃO E RESISTÊNCIA A PARTIR DA RELAÇÃO IGREJA- ESTADO DURANTE A DITADURA MILITAR NO BRASIL Camila da Silva Portela *

ANÁLISE DAS CATEGORIAS SUBVERSÃO E RESISTÊNCIA A PARTIR DA RELAÇÃO IGREJA- ESTADO DURANTE A DITADURA MILITAR NO BRASIL Camila da Silva Portela * ANÁLISE DAS CATEGORIAS SUBVERSÃO E RESISTÊNCIA A PARTIR DA RELAÇÃO IGREJA- ESTADO DURANTE A DITADURA MILITAR NO BRASIL Camila da Silva Portela * Este artigo traz indagações referentes a uma pesquisa mais

Leia mais

Período Democrático e o Golpe de 64

Período Democrático e o Golpe de 64 Período Democrático e o Golpe de 64 GUERRA FRIA (1945 1990) Estados Unidos X União Soviética Capitalismo X Socialismo Governo de Eurico Gaspar Dutra (1946 1950) Período do início da Guerra Fria Rompimento

Leia mais

O PARTIDO E A GUERRILHA: O PENSAMENTO POLÍTICO DE CARLOS MARIGHELLA

O PARTIDO E A GUERRILHA: O PENSAMENTO POLÍTICO DE CARLOS MARIGHELLA UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MARINGÁ Centro de Ciências Humanas, Letras e Artes. PPH - Programa de Mestrado em História O PARTIDO E A GUERRILHA: O PENSAMENTO POLÍTICO DE CARLOS MARIGHELLA 17 de Junho de 2009

Leia mais

VIOLAÇÃO DOS DIREITOS HUMANOS NO PERÍODO DA DITADURA NO BRASIL: E A COMISSÃO DA VERDADE

VIOLAÇÃO DOS DIREITOS HUMANOS NO PERÍODO DA DITADURA NO BRASIL: E A COMISSÃO DA VERDADE VIOLAÇÃO DOS DIREITOS HUMANOS NO PERÍODO DA DITADURA NO BRASIL: E A COMISSÃO DA VERDADE Roberto de Paula Alvarenga RANGEL 1 Claudio José Palma SANCHEZ 2 RESUMO: O presente trabalho busca abordar um breve

Leia mais

A atuação da Anistia Internacional durante o regime militar brasileiro

A atuação da Anistia Internacional durante o regime militar brasileiro A atuação da Anistia Internacional durante o regime militar brasileiro Durante o regime militar brasileiro, a organização Anistia Internacional (AI), trabalhou na defesa de presos políticos e na divulgação

Leia mais

DITADURA MILITAR: O DISCURSO DE MULHERES NO CONFLITO POR TERRA NA REGIÃO DO ARAGUAIA

DITADURA MILITAR: O DISCURSO DE MULHERES NO CONFLITO POR TERRA NA REGIÃO DO ARAGUAIA DITADURA MILITAR: O DISCURSO DE MULHERES NO CONFLITO POR TERRA NA REGIÃO DO ARAGUAIA Juliany Teixeira Reis 1 Judite Gonçalves Albuquerque 2 Esta pesquisa foi inicialmente objeto de uma monografia de graduação

Leia mais

A POLÍTICA DE SEGURANÇA PÚBLICA E INFRAESTRUTURA (LIGADA AO QUESITO DE SEGURANÇA) DESENVOLVIDA EM BARÃO GERALDO

A POLÍTICA DE SEGURANÇA PÚBLICA E INFRAESTRUTURA (LIGADA AO QUESITO DE SEGURANÇA) DESENVOLVIDA EM BARÃO GERALDO BE_310 CIÊNCIAS DO AMBIENTE UNICAMP ESTUDO (Turma 2012) Disponível em: http://www.ib.unicamp.br/dep_biologia_animal/be310 A POLÍTICA DE SEGURANÇA PÚBLICA E INFRAESTRUTURA (LIGADA AO QUESITO DE SEGURANÇA)

Leia mais

coleção Conversas #6 Respostas que podem estar passando para algumas perguntas pela sua cabeça.

coleção Conversas #6 Respostas que podem estar passando para algumas perguntas pela sua cabeça. coleção Conversas #6 Eu Posso com a s fazer próprias justiça mãos? Respostas para algumas perguntas que podem estar passando pela sua cabeça. A Coleção CONVERSAS da Editora AfroReggae nasceu com o desejo

Leia mais

Curso de Formação de Conselheiros em Direitos Humanos Abril Julho/2006

Curso de Formação de Conselheiros em Direitos Humanos Abril Julho/2006 Curso de Formação de Conselheiros em Direitos Humanos Abril Julho/2006 Realização: Ágere Cooperação em Advocacy Apoio: Secretaria Especial dos Direitos Humanos/PR Módulo II: Conselhos dos Direitos no Brasil

Leia mais

país. Ele quer educação, saúde e lazer. Surge então o sindicato cidadão que pensa o trabalhador como um ser integrado à sociedade.

país. Ele quer educação, saúde e lazer. Surge então o sindicato cidadão que pensa o trabalhador como um ser integrado à sociedade. Olá, sou Rita Berlofa dirigente do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Brasil, filiado à Contraf e à CUT. Quero saudar a todos os trabalhadores presentes e também àqueles que, por algum motivo, não puderam

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Coordenação de Biblioteca 65 Discurso na solenidade do Dia

Leia mais

PROGRAMA LUGARES DA MEMÓRIA

PROGRAMA LUGARES DA MEMÓRIA Memorial da Resistência de São Paulo PROGRAMA LUGARES DA MEMÓRIA CEMITÉRIO MUNICIPAL DE AREIA BRANCA Endereço: Avenida Nossa Senhora de Fátima, 768, Areia Branca, Santos,SP. Classificação: Cemitério Identificação

Leia mais

cartilha direitos humanos layout:layout 1 2008-09-05 13:42 Página 1 CAPA

cartilha direitos humanos layout:layout 1 2008-09-05 13:42 Página 1 CAPA cartilha direitos humanos layout:layout 1 2008-09-05 13:42 Página 1 CAPA cartilha direitos humanos layout:layout 1 2008-09-05 13:42 Página 2 TODOS SÃO IGUAIS PERANTE A LEI* *Artigo 5º da Constituição Brasileira

Leia mais

PROJETO Manifestações de Março/2015

PROJETO Manifestações de Março/2015 PROJETO Manifestações de Março/2015 NOTA METODOLÓGICA Tipo de pesquisa: Quantitativa, realizada face a face, com aplicação de questionário estruturado, de cerca de 10 minutos de duração, composto por questões

Leia mais

Por Daniel Favero (*) - 02 Nov 2011

Por Daniel Favero (*) - 02 Nov 2011 Por Daniel Favero (*) - 02 Nov 2011 Diferentemente do que se imagina, Dilma Rousseff não participou do maior roubo praticado por organizações de esquerda para financiar a luta armada contra a ditadura

Leia mais

UNVERSDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE GABINETE DO REITOR COMISSÃO DA VERDADE TRANSCRIÇÃO DE ENTREVISTA

UNVERSDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE GABINETE DO REITOR COMISSÃO DA VERDADE TRANSCRIÇÃO DE ENTREVISTA UNVERSDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE GABINETE DO REITOR COMISSÃO DA VERDADE TRANSCRIÇÃO DE ENTREVISTA Entrevista realizada em: 5.6.2013 Hora: 16h30min. Local: Sala do prof. Almir Bueno CERES Caicó/RN

Leia mais

REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE TIMOR-LESTE GABINETE DO PRIMEIRO-MINISTRO

REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE TIMOR-LESTE GABINETE DO PRIMEIRO-MINISTRO REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE TIMOR-LESTE GABINETE DO PRIMEIRO-MINISTRO ALOCUÇÃO DE SUA EXCELÊNCIA O PRIMEIRO-MINISTRO, MINISTRO DA DEFESA E SEGURANÇA KAY RALA XANANA GUSMÃO POR OCASIÃO DA VISITA À ACADEMIA

Leia mais

introdução Trecho final da Carta da Terra 1. O projeto contou com a colaboração da Rede Nossa São Paulo e Instituto de Fomento à Tecnologia do

introdução Trecho final da Carta da Terra 1. O projeto contou com a colaboração da Rede Nossa São Paulo e Instituto de Fomento à Tecnologia do sumário Introdução 9 Educação e sustentabilidade 12 Afinal, o que é sustentabilidade? 13 Práticas educativas 28 Conexões culturais e saberes populares 36 Almanaque 39 Diálogos com o território 42 Conhecimentos

Leia mais

PLANO DE AÇÃO FÓRUM DO MUNICÍPIO QUE EDUCA

PLANO DE AÇÃO FÓRUM DO MUNICÍPIO QUE EDUCA PLANO DE AÇÃO FÓRUM DO MUNICÍPIO QUE EDUCA PROPOSTA DE AÇÃO Criar um fórum permanente onde representantes dos vários segmentos do poder público e da sociedade civil atuem juntos em busca de uma educação

Leia mais

Gestão do Conhecimento e Governo Como sensibilizar os órgãos governamentais para implementarem a GC

Gestão do Conhecimento e Governo Como sensibilizar os órgãos governamentais para implementarem a GC Gestão do Conhecimento e Governo Como sensibilizar os órgãos governamentais para implementarem a GC Elisabeth Gomes elisabeth.gomes@sbgc.org.br Diretora de relações com o governo - SBGC 2º Fórum de Gestão

Leia mais

Balanço SEMESTRAL da Gestão (Fev/Agosto 2012) Secretaria de Articulação Institucional e Ações Temáticas/SPM

Balanço SEMESTRAL da Gestão (Fev/Agosto 2012) Secretaria de Articulação Institucional e Ações Temáticas/SPM 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 ANEXO II ATA DA 10ª REUNIÃO ORDINÁRIA DO CONSELHO NACIONAL DOS DIREITOS DA MULHER REALIZADA NOS DIAS 04 E 05 DE SETEMBRO

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Coordenação de Biblioteca 17 Discurso após a cerimónia de assinatura

Leia mais

Em busca do arquivo perdido: a Assessoria Especial de Segurança e Informação da Universidade Federal do Espírito Santo (AESI/Ufes).

Em busca do arquivo perdido: a Assessoria Especial de Segurança e Informação da Universidade Federal do Espírito Santo (AESI/Ufes). Em busca do arquivo perdido: a Assessoria Especial de Segurança e Informação da Universidade Federal do Espírito Santo (AESI/Ufes). RESUMO: O principal objetivo deste artigo é apresentar os problemas relacionados

Leia mais

DITADURAS DE SEGURANÇA NACIONAL NA AMÉRICA LATINA ENRIQUE SERRA PADRÓS 2012

DITADURAS DE SEGURANÇA NACIONAL NA AMÉRICA LATINA ENRIQUE SERRA PADRÓS 2012 DITADURAS DE SEGURANÇA NACIONAL NA AMÉRICA LATINA ENRIQUE SERRA PADRÓS 2012 ANTECEDENTES GUERRA FRIA - REVOLUÇÃO BOLIVIANA (1952) - INTERVENÇÃO NA GUATEMALA (1954) - QUEDA DE GETÚLIO VARGAS (1954) - QUEDA

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Coordenação de Biblioteca 29 Discurso na cerimónia de premiação

Leia mais

10 passos para ganhar a mídia. Estudantes Pela Liberdade

10 passos para ganhar a mídia. Estudantes Pela Liberdade 10 passos para ganhar a mídia Estudantes Pela Liberdade 2013 10 passos para ganhar a mídia Aqui estão 10 passos para atrair a atenção da mídia para o seu grupo. Siga todos esses passos efetivamente, e

Leia mais

Fórum Social Mundial Memória FSM memoriafsm.org

Fórum Social Mundial Memória FSM memoriafsm.org Este documento faz parte do Repositório Institucional do Fórum Social Mundial Memória FSM memoriafsm.org O Movimento Social Palestino rumo ao FME O Fórum Mundial da Educação na Palestina será realizado

Leia mais

Como usar o monitoramento de mídias sociais numa campanha política

Como usar o monitoramento de mídias sociais numa campanha política Como usar o monitoramento de mídias sociais numa campanha política No Brasil, há poucas experiências conhecidas de uso de ferramentas de monitoramento de mídias sociais em campanhas políticas. Uma delas

Leia mais

Colégio Ari de Sá Cavalcante

Colégio Ari de Sá Cavalcante Colégio Ari de Sá Cavalcante Trabalho de História Tema: Filme O que é isso, companheiro? Prof. Webster Pinheiro 2º Ano / 3ª Etapa Aluno (a) Nº / Turma: Aluno (a) Nº / Turma: "AO POVO BRASILEIRO Grupos

Leia mais

coleção Conversas #22 - maio 2015 - Respostas perguntas para algumas que podem estar passando pela sua cabeça.

coleção Conversas #22 - maio 2015 - Respostas perguntas para algumas que podem estar passando pela sua cabeça. coleção Conversas #22 - maio 2015 - assistente social. agora? Sou E Respostas perguntas para algumas que podem estar passando pela sua cabeça. A Coleção CONVERSAS da Editora AfroReggae nasceu com o desejo

Leia mais

Egressos e mercado de trabalho. Sonora Édio Araújo : 00:26/00:45

Egressos e mercado de trabalho. Sonora Édio Araújo : 00:26/00:45 Egressos e mercado de trabalho Imagens externas de presídios no Rio de Janeiro. Imagem Édio Araújo Cooperativa eu quero Liberdade. Gráfico e imagens de apoio. Imagem Maíra Fernandes Presidente do conselho

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Coordenação de Biblioteca 11 Pronunciamento sobre a questão

Leia mais

Nº 3 - Nov/14 TRABALHO COMUNITÁRIO

Nº 3 - Nov/14 TRABALHO COMUNITÁRIO ! Nº 3 - Nov/14 o ã ç n e t a A T S PRE TRABALHO COMUNITÁRIO Apresentação Esta nova edição da Coleção Presta Atenção! apresenta pontos importantes para a implantação de projetos e programas de base comunitária.

Leia mais

CURSO e COLÉGIO ESPECÍFICO Ltda

CURSO e COLÉGIO ESPECÍFICO Ltda CURSO e COLÉGIO ESPECÍFICO Ltda www.especifico.com.br DISCIPLINA : Sociologia PROF: Waldenir do Prado DATA:06/02/2012 O que é Sociologia? Estudo objetivo das relações que surgem e se reproduzem, especificamente,

Leia mais

Entrevista Noemi Rodrigues (Associação dos Pescadores de Guaíba) e Mário Norberto, pescador. Por que de ter uma associação específica de pescadores?

Entrevista Noemi Rodrigues (Associação dos Pescadores de Guaíba) e Mário Norberto, pescador. Por que de ter uma associação específica de pescadores? Entrevista Noemi Rodrigues (Associação dos Pescadores de Guaíba) e Mário Norberto, pescador. Por que de ter uma associação específica de pescadores? Noemi: É a velha história, uma andorinha não faz verão,

Leia mais

CRISE E RUPTURA NA REPÚBLICA VELHA. Os últimos anos da República Velha

CRISE E RUPTURA NA REPÚBLICA VELHA. Os últimos anos da República Velha CRISE E RUPTURA NA REPÚBLICA VELHA Os últimos anos da República Velha Década de 1920 Brasil - as cidades cresciam e desenvolviam * Nos grandes centros urbanos, as ruas eram bem movimentadas, as pessoas

Leia mais

Organizando Voluntariado na Escola. Aula 2 Liderança e Comunidade

Organizando Voluntariado na Escola. Aula 2 Liderança e Comunidade Organizando Voluntariado na Escola Aula 2 Liderança e Comunidade Objetivos 1 Entender o que é liderança. 2 Conhecer quais as características de um líder. 3 Compreender os conceitos de comunidade. 4 Aprender

Leia mais

1) Qual foi o contexto em que foi criada a lei 5.766/71?

1) Qual foi o contexto em que foi criada a lei 5.766/71? Entrevista com Cecília Coimbra (CRP 05/1780), psicóloga, professora da UFF e presidente do Grupo Tortura Nunca Mais/RJ. 1) Qual foi o contexto em que foi criada a lei 5.766/71? No Brasil, de 1970 a 1974,

Leia mais

QUERIDO(A) ALUNO(A),

QUERIDO(A) ALUNO(A), LANÇADA EM 15 MAIO DE 2008, A CAMPANHA PROTEJA NOSSAS CRIANÇAS É UMA DAS MAIORES MOBILIZAÇÕES PERMANENTES JÁ REALIZADAS NO PAÍS, COM FOCO NO COMBATE À VIOLÊNCIA DOMÉSTICA E À EXPLORAÇÃO SEXUAL DE CRIANÇAS

Leia mais

INT. BIBLIOTECA (1960) - DIANTE DO BALCãO DA BIBLIOTECáRIA

INT. BIBLIOTECA (1960) - DIANTE DO BALCãO DA BIBLIOTECáRIA INT. BIBLIOTECA (1960) - DIANTE DO BALCãO DA BIBLIOTECáRIA Carolina e, acompanhados de, estão na biblioteca, no mesmo lugar em que o segundo episódio se encerrou.os jovens estão atrás do balcão da biblioteca,

Leia mais

Roteiro para curta-metragem. Aparecida dos Santos Gomes 6º ano Escola Municipalizada Paineira NÃO ERA ASSIM

Roteiro para curta-metragem. Aparecida dos Santos Gomes 6º ano Escola Municipalizada Paineira NÃO ERA ASSIM Roteiro para curta-metragem Aparecida dos Santos Gomes 6º ano Escola Municipalizada Paineira NÃO ERA ASSIM SINOPSE José é viciado em drogas tornando sua mãe infeliz. O vício torna José violento, até que

Leia mais

OS 4 PASSOS ALTA PERFORMANCE A PARTIR DE AGORA PARA VOCÊ COMEÇAR A VIVER EM HIGHSTAKESLIFESTYLE.

OS 4 PASSOS ALTA PERFORMANCE A PARTIR DE AGORA PARA VOCÊ COMEÇAR A VIVER EM HIGHSTAKESLIFESTYLE. OS 4 PASSOS PARA VOCÊ COMEÇAR A VIVER EM ALTA PERFORMANCE A PARTIR DE AGORA HIGHSTAKESLIFESTYLE. Hey :) Gabriel Goffi aqui. Criei esse PDF para você que assistiu e gostou do vídeo ter sempre por perto

Leia mais

CONSTRUINDO A DEMOCRACIA SOCIAL PARTICIPATIVA

CONSTRUINDO A DEMOCRACIA SOCIAL PARTICIPATIVA CONSTRUINDO A DEMOCRACIA SOCIAL PARTICIPATIVA Clodoaldo Meneguello Cardoso Nesta "I Conferência dos lideres de Grêmio das Escolas Públicas Estaduais da Região Bauru" vamos conversar muito sobre política.

Leia mais

Blog http://conquistadores.com.br. + dinheiro + mulheres + sucesso social (mini e-book grátis)

Blog http://conquistadores.com.br. + dinheiro + mulheres + sucesso social (mini e-book grátis) Blog http://conquistadores.com.br CONQUISTADORES + dinheiro + mulheres + sucesso social (mini e-book grátis) Blog http://conquistadores.com.br CONQUISTADORES + dinheiro + mulheres + sucesso social (Este

Leia mais

Discurso do Ministro de Estado da Educação do Brasil, Fernando Haddad

Discurso do Ministro de Estado da Educação do Brasil, Fernando Haddad Discurso do Ministro de Estado da Educação do Brasil, Fernando Haddad Debate sobre Política Geral da 34 a. Conferência Geral da UNESCO Paris, Unesco, Sessão Plenária, 18 de outubro de 2007 Senhor Presidente,

Leia mais

Roteiro de Áudio. SOM: abertura (Vinheta de abertura do programa Hora do Debate )

Roteiro de Áudio. SOM: abertura (Vinheta de abertura do programa Hora do Debate ) 1 Roteiro de Áudio Episódio 1 A língua, a ciência e a produção de efeitos de verdade Programa Hora de Debate. Campanhas de prevenção contra DST: Linguagem em alerta SOM: abertura (Vinheta de abertura do

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Coordenação de Biblioteca 94 Discurso na solenidade em homenagem

Leia mais

Como a comunicação e a educação podem andar de mãos dadas 1

Como a comunicação e a educação podem andar de mãos dadas 1 Como a comunicação e a educação podem andar de mãos dadas 1 Entrevista com Ricardo de Paiva e Souza. Por Flávia Gomes. 2 Flávia Gomes Você acha importante o uso de meios de comunicação na escola? RICARDO

Leia mais

Assédio Sexual. No Local de Trabalho. Série Trabalho e Cidadania - ANO I - N O 03

Assédio Sexual. No Local de Trabalho. Série Trabalho e Cidadania - ANO I - N O 03 Assédio Sexual No Local de Trabalho Série Trabalho e Cidadania - ANO I - N O 03 No início de tudo está a questão de Gênero Desde que nascemos, recebemos uma grande carga cultural que destaca - e distancia

Leia mais

Projeto Gráfico e Editoração Coordenadoria de Comunicação Social. Revisão gramatical Lucia Anilda Miguel

Projeto Gráfico e Editoração Coordenadoria de Comunicação Social. Revisão gramatical Lucia Anilda Miguel Elaboração Centro de Apoio Operacional da Infância e Juventude e Coordenadoria de Comunicação Social do Ministério Público do Estado de Santa Catarina. Contato Rua Bocaiúva, 1.750, 4º andar - Centro -

Leia mais

VESTIBULAR 2011 1ª Fase HISTÓRIA GRADE DE CORREÇÃO

VESTIBULAR 2011 1ª Fase HISTÓRIA GRADE DE CORREÇÃO VESTIBULAR 2011 1ª Fase HISTÓRIA GRADE DE CORREÇÃO A prova de História é composta por três questões e vale 10 pontos no total, assim distribuídos: Questão 1 3 pontos (sendo 1 ponto para o subitem A, 1,5

Leia mais

1º - Foi um movimento liderado pela BURGUESIA contra o regime absolutista. 2º - Abriu espaço para o avanço do CAPITALISMO.

1º - Foi um movimento liderado pela BURGUESIA contra o regime absolutista. 2º - Abriu espaço para o avanço do CAPITALISMO. APRESENTAÇÃO Aula 08 3B REVOLUÇÃO FRANCESA Prof. Alexandre Cardoso REVOLUÇÃO FRANCESA Marco inicial da Idade Contemporânea ( de 1789 até os dias atuais) 1º - Foi um movimento liderado pela BURGUESIA contra

Leia mais

Como fazer seu blog se destacar dos outros

Como fazer seu blog se destacar dos outros Como fazer seu blog se destacar dos outros Fama. Tráfego. Reconhecimento. Muito dinheiro no bolso. Esses itens certamente estão presentes na lista de desejos de quase todos os blogueiros. Afinal, ninguém

Leia mais

PERSONAGENS DESTE CAPÍTULO.

PERSONAGENS DESTE CAPÍTULO. Roteiro de Telenovela Brasileira Central de Produção CAPÍTULO 007 O BEM OU O MAL? Uma novela de MHS. PERSONAGENS DESTE CAPÍTULO. AGENOR ALBERTO FERNANDO GABRIELE JORGE MARIA CLARA MARIA CAMILLA MARÍLIA

Leia mais

Fórum Social Mundial Memória FSM memoriafsm.org

Fórum Social Mundial Memória FSM memoriafsm.org Este documento faz parte do Repositório Institucional do Fórum Social Mundial Memória FSM memoriafsm.org CLIPPING FSM 2009 AMAZÔNIA Jornal: CARTA MAIOR Data: 30/01/09 http://www.cartamaior.com.br/templates/materiamostrar.cfm?materia_id=15547

Leia mais

P/1 Seu Ivo, eu queria que o senhor começasse falando seu nome completo, onde o senhor nasceu e a data do seu nascimento.

P/1 Seu Ivo, eu queria que o senhor começasse falando seu nome completo, onde o senhor nasceu e a data do seu nascimento. museudapessoa.net P/1 Seu Ivo, eu queria que o senhor começasse falando seu nome completo, onde o senhor nasceu e a data do seu nascimento. R Eu nasci em Piúma, em primeiro lugar meu nome é Ivo, nasci

Leia mais

Jogos. Redes Sociais e Econômicas. Prof. André Vignatti

Jogos. Redes Sociais e Econômicas. Prof. André Vignatti Jogos Redes Sociais e Econômicas Prof. André Vignatti Teoria dos Jogos Neste curso, queremos olhar para redes a partir de duas perspectivas: 1) uma estrutura subjacente dos links de conexão 2) o comportamentos

Leia mais

Gtp+ PROGRAMAS E PROJETOS Grupo de Trabalhos em Prevenção Posithivo (GTP+) Fundação em 2000, Recife-PE O Grupo de Trabalhos em Prevenção Posithivo é a única ONG da Região Nordeste do Brasil coordenada

Leia mais

Geografia da Fome. Geopolítica da fome

Geografia da Fome. Geopolítica da fome Atividade facebook para os alunos dos 8 anos C, D e E da Emeb Estância. Continuando a temática "formação da desigualdade social", nesse bimestre vocês me farão uma PESQUISA BIOGRÁFICA DO GEÓGRAFO CHAMADO

Leia mais

PRONUNCIAMENTO SOBRE VIGÊNCIA DA PORTARIA 1.220/2007, DO MINISTÉRIO DA JUSTIÇA, QUE ATRASA A PROGRAMAÇÃO DA

PRONUNCIAMENTO SOBRE VIGÊNCIA DA PORTARIA 1.220/2007, DO MINISTÉRIO DA JUSTIÇA, QUE ATRASA A PROGRAMAÇÃO DA PRONUNCIAMENTO SOBRE VIGÊNCIA DA PORTARIA 1.220/2007, DO MINISTÉRIO DA JUSTIÇA, QUE ATRASA A PROGRAMAÇÃO DA TELEVISÃO ABERTA NOS ESTADOS DO AMAZONAS, MATO GROSSO DO SUL, PARÁ, RONDÔNIA, RORAIMA E ACRE

Leia mais

A revolução cubana, as esquerdas brasileiras e a luta contra a ditadura militar nos anos 1960 e 1970.

A revolução cubana, as esquerdas brasileiras e a luta contra a ditadura militar nos anos 1960 e 1970. A revolução cubana, as esquerdas brasileiras e a luta contra a ditadura militar nos anos 1960 e 1970. Simpósio: HIST/RI - 2 La historia reciente en Latino- América: encrucijadas y perspectivas Jean Rodrigues

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Coordenação de Biblioteca 68 Discurso na cerimónia de lançamento

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Coordenação de Biblioteca 05 DE AGOSTO PALÁCIO DO PLANALTO

Leia mais

Para a grande maioria das. fazer o que desejo fazer, ou o que eu tenho vontade, sem sentir nenhum tipo de peso ou condenação por aquilo.

Para a grande maioria das. fazer o que desejo fazer, ou o que eu tenho vontade, sem sentir nenhum tipo de peso ou condenação por aquilo. Sonhos Pessoas Para a grande maioria das pessoas, LIBERDADE é poder fazer o que desejo fazer, ou o que eu tenho vontade, sem sentir nenhum tipo de peso ou condenação por aquilo. Trecho da música: Ilegal,

Leia mais

Cartilha de princípios

Cartilha de princípios Cartilha de princípios 2 MTST - Cartilha de princípios AS LINHAS POLÍTICAS DO MTST O MTST é um movimento que organiza trabalhadores urbanos a partir do local em que vivem: os bairros periféricos. Não é

Leia mais

Vanessa Silva e Pedro Estevam da Rocha Pomar Jornalistas

Vanessa Silva e Pedro Estevam da Rocha Pomar Jornalistas Janeiro 2011 Revista Adusp Co m a n da n t e To l e d o, presente! Ag o r a e s e m p r e! Vanessa Silva e Pedro Estevam da Rocha Pomar Jornalistas Arquivo de família 66 O jornalista Joaquim Câmara Ferreira

Leia mais

Região. Mais um exemplo de determinação

Região. Mais um exemplo de determinação O site Psicologia Nova publica a entrevista com Úrsula Gomes, aprovada em primeiro lugar no concurso do TRT 8 0 Região. Mais um exemplo de determinação nos estudos e muita disciplina. Esse é apenas o começo

Leia mais

Veículo: Site Estilo Gestão RH Data: 03/09/2008

Veículo: Site Estilo Gestão RH Data: 03/09/2008 Veículo: Site Estilo Gestão RH Data: 03/09/2008 Seção: Entrevista Pág.: www.catho.com.br SABIN: A MELHOR EMPRESA DO BRASIL PARA MULHERES Viviane Macedo Uma empresa feita sob medida para mulheres. Assim

Leia mais

SÉCULO XIX NOVOS ARES NOVAS IDEIAS Aula: 43 e 44 Pág. 8 PROFª: CLEIDIVAINE 8º ANO

SÉCULO XIX NOVOS ARES NOVAS IDEIAS Aula: 43 e 44 Pág. 8 PROFª: CLEIDIVAINE 8º ANO SÉCULO XIX NOVOS ARES NOVAS IDEIAS Aula: 43 e 44 Pág. 8 PROFª: CLEIDIVAINE 8º ANO 1 - INTRODUÇÃO Séc. XIX consolidação da burguesia: ascensão do proletariado urbano (classe operária) avanço do liberalismo.

Leia mais

Gangues, Criminalidade Violenta e Contexto Urbano: Um Estudo de Caso

Gangues, Criminalidade Violenta e Contexto Urbano: Um Estudo de Caso Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) Centro de Estudos de Criminalidade e Segurança Pública (CRISP) Conferencia Internacional Violencia en Barrios en America Latina Sus Determinantes y Politicas

Leia mais

Cemitério Municipal de Curitiba traz histórias e arte a céu aberto

Cemitério Municipal de Curitiba traz histórias e arte a céu aberto 1 de 7 04/06/2013 12:52 globo.com notícias esportes entretenimento vídeos ASSINE JÁ CENTRAL E-MAIL criar e-mail globomail free globomail pro ENTRAR Paraná 04/06/2013 09h20 - Atualizado em 04/06/2013 12h15

Leia mais

Scup e Política: vitória nas urnas pelas redes sociais

Scup e Política: vitória nas urnas pelas redes sociais Scup e Política: vitória nas urnas pelas redes sociais A campanha do prefeito de Duque de Caxias Alexandre Aguiar Cardoso, natural de Duque de Caxias, cidade da região metropolitana do Rio de Janeiro,

Leia mais

Rio de Janeiro, 5 de junho de 2008

Rio de Janeiro, 5 de junho de 2008 Rio de Janeiro, 5 de junho de 2008 IDENTIFICAÇÃO Meu nome é Alexandre da Silva França. Eu nasci em 17 do sete de 1958, no Rio de Janeiro. FORMAÇÃO Eu sou tecnólogo em processamento de dados. PRIMEIRO DIA

Leia mais

Quando começou a pensar na alfabetização, em 1962, Paulo Freire trazia mais de 15 anos de

Quando começou a pensar na alfabetização, em 1962, Paulo Freire trazia mais de 15 anos de PAULO FREIRE E A ALFABETIZAÇÃO Vera Lúcia Queiroga Barreto 1 Uma visão de alfabetização que vai além do ba,be,bi,bo,bu. Porque implica uma compreensão crítica da realidade social, política e econômica

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Coordenação de Biblioteca 101 Discurso na cerimónia de inauguração

Leia mais

Acesso aos Arquivos da Ditadura: Nem Perdão, nem Talião: Justiça!

Acesso aos Arquivos da Ditadura: Nem Perdão, nem Talião: Justiça! Acesso aos Arquivos da Ditadura: Nem Perdão, nem Talião: Justiça! Tânia Miranda * A memória histórica constitui uma das mais fortes e sutis formas de dominação. A institucionalização da memória oficial

Leia mais

PO 813734A AVALIAÇÃO DA PRESIDENTE DILMA PO 813734B INTENÇÃO DE VOTO PRESIDENTE PO 813734C 50 ANOS DA DITADURA MILITAR Nº CIDADE:

PO 813734A AVALIAÇÃO DA PRESIDENTE DILMA PO 813734B INTENÇÃO DE VOTO PRESIDENTE PO 813734C 50 ANOS DA DITADURA MILITAR Nº CIDADE: PO 813734A AVALIAÇÃO DA PRESIDENTE DILMA PO 813734B INTENÇÃO DE VOTO PRESIDENTE PO 813734C 50 ANOS DA DITADURA MILITAR Nº CPD: Nº CIDADE: CHECAGEM: 1 CHECADO 2 SEM TELEFONE 3 TELEFONE ERRADO 4 NÃO ENCONTRADO

Leia mais

Aula 28.2 Conteúdos: A estrutura de construção de um texto argumentativo Características do gênero Artigo de opinião LÍNGUA PORTUGUESA

Aula 28.2 Conteúdos: A estrutura de construção de um texto argumentativo Características do gênero Artigo de opinião LÍNGUA PORTUGUESA 2 Aula 28.2 Conteúdos: A estrutura de construção de um texto argumentativo Características do gênero Artigo de opinião 3 Habilidades: Apreender a estruturação de um Artigo de opinião 4 Artigo de opinião

Leia mais

Texto para Coluna do NRE-POLI na Revista Construção e Mercado Pini Novembro 2014

Texto para Coluna do NRE-POLI na Revista Construção e Mercado Pini Novembro 2014 Texto para Coluna do NRE-POLI na Revista Construção e Mercado Pini Novembro 2014 PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO EM EMPRESAS DE CONSTRUÇÃO CIVIL DE MÉDIO PORTE NO BRASIL. Elisabete Maria de Freitas Arquiteta

Leia mais

O IMPACTO DO ENSINO DE EMPREENDEDORISMO NA GRADUAÇÃO DE ENGENHARIA : RESULTADOS E PERSPECTIVAS.

O IMPACTO DO ENSINO DE EMPREENDEDORISMO NA GRADUAÇÃO DE ENGENHARIA : RESULTADOS E PERSPECTIVAS. O IMPACTO DO ENSINO DE EMPREENDEDORISMO NA GRADUAÇÃO DE ENGENHARIA : RESULTADOS E PERSPECTIVAS. Fernando Toledo Ferraz - ferraz@cybernet.com.br Departamento de Engenharia de Produção Myriam Eugênia R.

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Coordenação de Biblioteca 77 Discurso na cerimónia de lançamento

Leia mais

ATUALIDADES. Top Atualidades Semanal DESTAQUE PROFESSOR MARCOS JOSÉ SEMANA 25 A 31 DE AGOSTO SEMANA 25 A 31 DE AGOSTO

ATUALIDADES. Top Atualidades Semanal DESTAQUE PROFESSOR MARCOS JOSÉ SEMANA 25 A 31 DE AGOSTO SEMANA 25 A 31 DE AGOSTO ONG registra aumento no desmatamento Guatemala pede saída de presidente às vésperas de pleito ATUALIDADES PROFESSOR MARCOS JOSÉ Tropeço da China eleva apostas de que EUA adiarão aumento nos juros ONG registra

Leia mais

coleção Conversas #17 - DEZEMBRO 2014 - u s a r Respostas perguntas para algumas que podem estar passando pela sua cabeça.

coleção Conversas #17 - DEZEMBRO 2014 - u s a r Respostas perguntas para algumas que podem estar passando pela sua cabeça. coleção Conversas #17 - DEZEMBRO 2014 - Sou so profes r a, Posso m a s n ão parar d aguento m e ai ensinar s? d a r a u la s Respostas perguntas para algumas que podem estar passando pela sua cabeça. A

Leia mais

Sessão Extraordinária da Assembleia Municipal de Odivelas

Sessão Extraordinária da Assembleia Municipal de Odivelas Sessão Extraordinária da Assembleia Municipal de Odivelas Sessão Solene Comemorativa da Implantação da República 05.10.2010 A Revolução Republicana de 1910 Ao assinalarmos cem anos sobre a Revolução Republicana

Leia mais

COMO INVESTIR PARA GANHAR DINHEIRO

COMO INVESTIR PARA GANHAR DINHEIRO COMO INVESTIR PARA GANHAR DINHEIRO Por que ler este livro? Você já escutou histórias de pessoas que ganharam muito dinheiro investindo, seja em imóveis ou na Bolsa de Valores? Após ter escutado todas essas

Leia mais

O papel da mulher na construção de uma sociedade sustentável

O papel da mulher na construção de uma sociedade sustentável O papel da mulher na construção de uma sociedade sustentável Sustentabilidade Socioambiental Resistência à pobreza Desenvolvimento Saúde/Segurança alimentar Saneamento básico Educação Habitação Lazer Trabalho/

Leia mais

NOS@EUROPE. O Desafio da Recuperação Económica e Financeira. Prova de Texto. Nome da Equipa GMR2012

NOS@EUROPE. O Desafio da Recuperação Económica e Financeira. Prova de Texto. Nome da Equipa GMR2012 NOS@EUROPE O Desafio da Recuperação Económica e Financeira Prova de Texto Nome da Equipa GMR2012 Alexandre Sousa Diogo Vicente José Silva Diana Almeida Dezembro de 2011 1 A crise vista pelos nossos avós

Leia mais

USUÁRIO QUE APANHOU NA PRISÃO, SOFREU

USUÁRIO QUE APANHOU NA PRISÃO, SOFREU NOME LUIS FILIPE PERTENCENTE A ALGUMA ORGANIZAÇÃO DA SOCIEDADE CIVIL? ESTADO MUNICÍPIO RIO DE JANEIRO (RJ) NOVA FRIBURGO DESCRIÇÃO DO CASO QUALIFICAÇÃO SEXO MASCULINO IDADE 22 25 COR GRAU DE INSTRUÇÃO

Leia mais

Vencedores! Ideias de Negócio. Passos para criar. Descubra como criar ideias com potencial lucrativo, alinhadas com suas habilidades pessoais!

Vencedores! Ideias de Negócio. Passos para criar. Descubra como criar ideias com potencial lucrativo, alinhadas com suas habilidades pessoais! Por Rafael Piva Guia 33 Prático Passos para criar Ideias de Negócio Vencedores! Descubra como criar ideias com potencial lucrativo, alinhadas com suas habilidades pessoais! Que bom que você já deu um dos

Leia mais

Arquivo Público do Estado de São Paulo

Arquivo Público do Estado de São Paulo Arquivo Público do Estado de São Paulo Oficina: O(s) Uso(s) de documentos de arquivo na sala de aula Ditadura Militar e Anistia (1964 a 1985). Anos de Chumbo no Brasil. Ieda Maria Galvão dos Santos 2º

Leia mais

Getúlio Vargas e a Era Vargas

Getúlio Vargas e a Era Vargas Getúlio Vargas e a Era Vargas http://www.suapesquisa.com/vargas/ AGOSTO RUBEM FONSECA Getúlio Vargas e a Era Vargas: ASPECTOS A RESSALTAR Vida de Getúlio Vargas; Revolução

Leia mais

Ora, é hoje do conhecimento geral, que há cada vez mais mulheres licenciadas, com mestrado, doutoramentos, pós-docs e MBA s.

Ora, é hoje do conhecimento geral, que há cada vez mais mulheres licenciadas, com mestrado, doutoramentos, pós-docs e MBA s. Bom dia a todos e a todas, Não é difícil apontar vantagens económicas às medidas de gestão empresarial centradas na igualdade de género. Em primeiro lugar, porque permitem atrair e reter os melhores talentos;

Leia mais

MANUAL PARA PAIS E RESPONSÁVEIS SOBRE COMO LIDAR COM O "BULLYING/IJIME"

MANUAL PARA PAIS E RESPONSÁVEIS SOBRE COMO LIDAR COM O BULLYING/IJIME MANUAL PARA PAIS E RESPONSÁVEIS SOBRE COMO LIDAR COM O "BULLYING/IJIME" Consulado Geral do Brasil em Tóquio 2014 1. DEFINIÇÃO DE "IJIME" A expressão japonesa "ijime" significa maltrato. Já a expressão

Leia mais

EXPEDIENTE RELIZAÇÃO: PREFEITURA DE SANTO ANDRÉ PREFEITO: JOÃO AVAMILENO VICE-PREFEITA: IVETE GARCIA

EXPEDIENTE RELIZAÇÃO: PREFEITURA DE SANTO ANDRÉ PREFEITO: JOÃO AVAMILENO VICE-PREFEITA: IVETE GARCIA EXPEDIENTE RELIZAÇÃO: PREFEITURA DE SANTO ANDRÉ PREFEITO: JOÃO AVAMILENO VICE-PREFEITA: IVETE GARCIA SECRETÁRIA DE EDUCAÇÃO E FORMAÇÃO PROFISSIONAL: CLEUZA REPULHO APOIO: Instituto Castanheira de Ação

Leia mais

ATA DA SESSÃO ORDINÁRIA DO DIA 09 DE JUNHO DE 2014 Às vinte horas do dia nove de junho de dois mil e quatorze, na sede da Câmara Municipal, reuniu-se

ATA DA SESSÃO ORDINÁRIA DO DIA 09 DE JUNHO DE 2014 Às vinte horas do dia nove de junho de dois mil e quatorze, na sede da Câmara Municipal, reuniu-se ATA DA SESSÃO ORDINÁRIA DO DIA 09 DE JUNHO DE 2014 Às vinte horas do dia nove de junho de dois mil e quatorze, na sede da Câmara Municipal, reuniu-se em Sessão Ordinária a totalidade dos Vereadores, sob

Leia mais

30/09/2008. Entrevista do Presidente da República

30/09/2008. Entrevista do Presidente da República Entrevista coletiva concedida pelo Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, em conjunto com o presidente da Venezuela, Hugo Chávez, com perguntas respondidas pelo presidente Lula Manaus-AM,

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Coordenação de Biblioteca 21 Discurso na cerimónia de instalação

Leia mais

REVOLUÇÃO FRANCESA. Por: Rodrigo A. Gaspar

REVOLUÇÃO FRANCESA. Por: Rodrigo A. Gaspar REVOLUÇÃO FRANCESA Por: Rodrigo A. Gaspar REVOLUÇÃO FRANCESA Influência dos valores iluministas Superação do Absolutismo monárquico e da sociedade estratificada Serviu de inspiração para outras revoluções,

Leia mais

Ditadura e democracia: entre memórias e história

Ditadura e democracia: entre memórias e história e-issn 2175-1803 Ditadura e democracia: entre memórias e história REIS FILHO, Daniel Aarão. Ditadura e democracia no Brasil: do golpe de 1964 à Constituição de 1988. Rio de Janeiro: Zahar, 2014. Autores:

Leia mais

25 de Abril de 2015 Comemoração dos 41 anos da Revolução dos Cravos

25 de Abril de 2015 Comemoração dos 41 anos da Revolução dos Cravos 25 de Abril de 2015 Comemoração dos 41 anos da Revolução dos Cravos Intervenção da Deputada Municipal do PSD Célia Sousa Martins Senhora Presidente da Assembleia Municipal, Senhor Presidente da Câmara

Leia mais