Seminário Internacional Boas Práticas Colaborativas e T&L

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1 Seminário Internacional Boas Práticas Colaborativas e T&L Movimente Eficiência 19 Março, COL C2 Luís Simões Em parceria com

2 GS1 no mundo dos negócios NGPI Next Generation Product Identification Seminário Internacional Movimente Eficiência GS1 Portugal, 19 de Março de 2014

3 GS1 Portugal NGPI Next Generation Product Identification Agenda Enquadramento Definição Projecto NGPI e Problema Abordado Desenvolvimento Projecto Próximos Passos

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5 Há 40 anos GS1 Portugal 5

6 40 anos de evolução GS1 Portugal 6

7 O que é Next Generation Product Identification? Os Primeiros 40 Anos Os Próximos 40 Anos De Até GTIN GS1 Portugal 7

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9 GS1 Portugal NGPI Next Generation Product Identification Agenda Enquadramento Definição Projecto NGPI e Problema Abordado Desenvolvimento Projecto Próximos Passos

10 O que é Next Generation Product Identification? Os Primeiros 40 Anos Os Próximos 40 Anos De GTIN Até GTIN? GS1 Portugal 10

11 O que é Next Generation Product Identification? Os Primeiros 40 Anos Os Próximos 40 Anos De GTIN Até GTIN? GTIN + É construir o + do Futuro em Conjunto! GS1 Portugal 11

12 Impulsionadores do NGPI 1. Alinhamento entre a informação Online e Física 2. Visibilidade ao nível da variação da embalagem 3. Alcançar #1 e #2, sem usar o GTIN para gerir as variações menores de embalagem GS1 Portugal 12

13 GS1 Portugal EU 1169/2011 Informação de Produto Online O Consumidor de Hoje é Alimentado por Dados Online DEVE SER IGUAL na Loja / Produto ou a Presença Digital e Integridade da Marca & Produto estão em Risco

14 Impulsionadores do NGPI 1. Alinhamento entre a informação Online e Física 2. Visibilidade ao nível da variação da embalagem 3. Alcançar #1 e #2, sem usar o GTIN para gerir as variações menores de embalagem GS1 Portugal 14

15 O GTIN e as Variações de Embalagem Códigos de barras actuais não identificam inequivocamente variações de produtos ou embalagens para artigos que tenham o mesmo GTIN Pequenas variações no produto, incluindo ingredientes e / ou mudanças de embalagem, não podem ser correctamente comunicados aos consumidores digitais sem alterar o GTIN Alterar o GTIN para facilitar a divulgação precisa aos consumidores digitais, acrescenta desperdício ao sistema, na forma de vendas perdidas, falta de stocks, custos de transição e de inventário GS1 Portugal 15

16 Impulsionadores do NGPI 1. Alinhamento entre a informação Online e Física 2. Visibilidade ao nível da variação da embalagem 3. Alcançar #1 e #2, sem usar o GTIN para gerir as variações menores de embalagem GS1 Portugal 16

17 O uso do GTIN As opções correntes para comunicar digitalmente a informação de produto ao nível da variante de embalagem, são caras e ineficientes Manter o GTIN causa a propagação de informação incorrecta na cadeia de valor Desgasta a confiança do consumidor em última análise destrói o valor da marca Este desafio apenas vai piorar na medida que cada vez é necessária mais informação Impacto de dados incorrectos 74% 38% Dos consumidores considera importante que a informação do produto seja de confiança Não comprariam o produto se não acreditassem na informação de produto mostrada Fonte: GS1 Mudar o GTIN causa disrupção na cadeia de valor e provoca custos sem valor acrescentado. Produtor Oportunidade evitar Custos Retalhista 2013 GS1 Portugal Perdas de receita estimadas numa média de 2-4 semanas ou 4-8% de vendas devido a falta de stock Faltas de distribuição não intencionais numa gama de 5-10% das localizações $3-7 billion Custos adicionais devidos a inventário remanescente, reabastecimento e fees comerciais Estimado um aumento de 2-3% de custos administrativos devido à criação de novos artigos 17

18 Metas NGPI Mais Informação ao Consumidor Dados Fiáveis On-line & Mobile Disrupção Mínima na Supply Chain Disrupção Mínima nos POS Retalho Tornar a informação disponível ao consumidor, relevante para cada variante de embalagem de produto (B2C) Garantir que informações na embalagem e na web estão alinhadas e os consumidores confiam e usam com facilidade (Regulamentação EU/Digital) Apoiar o controle de produção sem interrupções no fabrico e na cadeia de fornecimento Apoiar as actividade de checkout em POS com o menor número de tecnologia possível e o mínimo de interrupção (B2B) B2C Business to Consumer GS1 Portugal B2B Business to Business

19 GS1 Portugal NGPI Next Generation Product Identification Agenda Enquadramento Definição Projecto NGPI e Problema Abordado Desenvolvimento Projecto Próximos Passos

20 Desenvolvimento Projecto Necessidades Depois de avaliar os Casos de Uso, o Retalho focou GTIN + nos seguinte 5 atributos Mais Informação Variante Embalagem (PVN*) URL** Web Data Validade Número Lote Número Série GS1 QR Code OU GS1 DataMatrix Transportadores de dados Avançados GS1 DataBar Indústria pode garantir a precisão da informação, aumentar a confiança e protecção do consumidor e criar valor * PVN Package Variant Number GS1 Portugal ** URL Uniform Resource Locator 20

21 Desenvolvimento Projecto Objectivos A longo prazo, a indústria deve desenvolver capacidade de utilização de códigos de barras GS1 2D ao nível da embalagem de consumidor, para POS e Consumidores GS1 QR Code GS1 DataMatrix Porquê um Código Barras GS1 2D Transporta mais dados e requer mínimo espaço embalagem Tecnologia comprovada Reconhecida pelos consumidores O que é o mesmo Usa GTIN como identificador de produto Menos espaço embalagem que EAN/UPC O que é novo Requer migração para scanners de imagem Transporta mais informação no mesmo espaço do GS1 Data Bar Objectivo é acelerar a adopção mundial generalizada... Mas mesmo com uma intervenção, o uso escalável de códigos de barras 2D está ainda a mais de 10 anos de distância GS1 Portugal

22 ACÇÃO ID MEIO Desenvolvimento Projecto Soluções e Lacunas por preencher GTIN + (PESO, VALIDADE) GTIN? GTIN + PVN? GTIN + URL Produto GTIN + (LOTE, SÉRIE) Partilhar conhecimento adquirido em actividades piloto e de produção Grupos Trabalho GSMP* - Actualizar Std B2C Extended Packaging - Trabalhar com Open Mobile Alliance Relatório anual sobre Capacidade de Impressão para dados dinâmicos em código barras * GSMP Global Standards Management Process GS1 Portugal 22

23 Desenvolvimento Projecto Considerações importantes a ter Impactos de Package Variation Number Em Mobile Scanning Em Análises de POS Em Comércio Electrónico B2C Extended Packaging Standard Interoperabilidade (Códigos Barras / RFID / Source / On the WEB) Alinhamento com Open Mobile Alliance Transição de Transportador Dados No contexto de POS No contexto de B2C GS1 Portugal 23

24 GS1 Portugal NGPI Next Generation Product Identification Agenda Enquadramento Definição Projecto NGPI e Problema Abordado Desenvolvimento Projecto Próximos Passos

25 Próximos Passos O que a GS1 tem de fazer Standards Trabalhos GSMP para resolver PVN e URL Trabalhar com Open Mobile Alliance no GTIN + URL Pesquisa Testes de desempenho em scanners 2D de alto volume Relatório Capacidade Impressão para Informação Dinâmica em Código Barras Declarações de Posição Aprovadas Todos os scanners totalmente habilitados em 2D até 2015 Clarificar o papel do GS1 DataBar no POS durante a transição (deve a indústria fazer pressão para o uso generalizado ou basta o uso bilateral) GS1 Portugal 25

26 Próximos Passos O que as Empresas devem fazer No contexto Nacional Prontidão Databar Assegurar capacidade de impressão para Informação Suplementar no Produto Assegurar capacidade de processamento para Informação Suplementar no POS Contactar: ou No contexto Internacional Conhecimento Acompanhar o GSMP Mission Specifc Work Group Contactar: ou GS1 Portugal 26

27 GS1 Portugal Obrigado

28 GS1 Portugal e a sua Abordagem ao T&L 2º edição Seminário de Boas Práticas Colaborativas e T&L GS1 Portugal, 19 de Março de 2014

29 GS1 Portugal Agenda 1. Enquadramento ao Sector T&L a) Os desafios da logística b) A crescente complexidade c) Necessidades de mercado 2. Acrescentar valor com os Standards GS1 a) Enquadramento da GS1 PT nos T&L b) Resultados estudo LAUN c) Proposta de valor GS1 3. GS1 Portugal e a sua Abordagem ao T&L a) Objectivos b) Metodologia I. Projecto Piloto II. Comunidade Local

30 GS1 Portugal Agenda 1. Enquadramento ao Sector T&L a) Os desafios da logística b) A crescente complexidade c) Necessidades de mercado 2. Acrescentar valor com os Standards GS1 a) Enquadramento da GS1 PT nos T&L b) Resultados estudo LAUN c) Proposta de valor GS1 3. GS1 Portugal e a sua Abordagem ao T&L a) Objectivos b) Metodologia I. Projecto Piloto II. Comunidade Local

31 1. Enquadramento ao Sector T&L Logística Artéria Principal da Cadeia de Abastecimento: Sector Transportes e Logística - Sector intermédio de articulação entre principais actores da Cadeia de Abastecimento Logística Logística Logística Logística Logística Logística Matérias Primas Fornecedor Produtor Armazenista Distribuição Retalho Consumidor Final Logística Produtos Correctos Quantidade Correctas Confiança na Entrega Flexibilidade Inventário Momento Certo Mínimo Custo Lead Time GS1 Portugal

32 1. Enquadramento ao Sector T&L Os desafios da logística GS1 Portugal Diluir a fronteira entre as actividades desempenhadas pelo operador logístico e as desempenhadas pelos seus parceiros de negócio Estabelecer verdadeiras relações Win-Win com parceiros Capacidade de adaptação à realidade de cada cliente, respeitando a sua cultura interna Time to Market e rapidez de resposta Deter Sistemas de informação robustos e fiáveis

33 1. Enquadramento ao Sector T&L A crescente complexidade As cadeias de abastecimento estão cada vez mais complexas, quer pela sua extensão, quer pelas operações que envolvem. Erros de entradas manuais Múltiplas etiquetagens Tempos de espera Erros de carga e descarga Erros de ordens de encomenda Fraca capacidade no planeamento e na capacidade do transporte GS1 Portugal 33

34 1. Enquadramento ao Sector T&L Necessidades de mercado GS1 Portugal Necessidade de automatização das operações logísticas e integração rápida e simples da informação em processos complexos Disponibilização da informação em tempo real como pré requisito essencial Necessidade da optimização dos sistemas de informação e correcta identificação da carga (Ship Identify) Crescente necessidade na redução dos custos de transporte, com o aumento das cargas fraccionarias Aumento regulamentos e obrigações legais para as questões relacionadas com a rastreabilidade dos produtos

35 1. Enquadramento ao Sector T&L Necessidades de mercado GS1 Portugal Necessidade flagrante: Linguagem Comum ao longo da Supply Chain

36 GS1 Portugal Agenda 1. Enquadramento ao Sector T&L a) Os desafios da logística b) A crescente complexidade c) Necessidades de mercado 2. Acrescentar valor com os Standards GS1 a) Enquadramento da GS1 PT nos T&L b) Resultados estudo LAUN c) Proposta de valor GS1 3. GS1 Portugal e a sua Abordagem ao T&L a) Objectivos b) Metodologia I. Projecto Piloto II. Comunidade Local

37 2. Acrescentar valor com os Standards GS1 O Global Standards One (GS1 ) é o Sistema de Normas para a Supply Chain mais utilizado no mundo. Global Neutra Multissetorial Não lucrativa Orientada para Utilizadores (Empresas) 2 Milhões de Membros 110 Organizações- Membro 150 países Expertise e conhecimento local GS1 Portugal 37

38 2. Acrescentar valor com os Standards GS1 Sectores Nucleares GS1 Retalho e Bens de Consumo Cuidados de Saúde T&L Transportes e Logística GS1 Portugal 38

39 2. Acrescentar valor com os Standards GS1 Enquadramento da GS1 PT nos T&L 26 empresas de Transportes e Logística representam 0,36% do Universo Total de cerca de 7300 Associados Total Associados Líquidos p/ano GS1 Portugal

40 GS1 Portugal 2. Imagem de problemas

41 2. Acrescentar valor com os Standards GS1 Resultados estudo LAUN GS1 Portugal Exististe uma ineficiente utilização do Sistema GS1 Diferentes chaves de identificação e codificação não normalizas aumentam a complexidade dos processos e custos Dados codificados não são capturados automaticamente devido à falta de integração prévia da informação via EDI. A rastreabilidade é um processo complexo e consumidor de recursos

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43 2. Acrescentar valor com os Standards GS1 Proposta de valor GS1 Portugal A Missão da GS1 para o sector dos Transportes e Logística, é apoiar os Stakeholders da cadeia de abastecimento de forma a melhorarem a eficiência e visibilidade da mesma, facilitando a interoperabilidade entre sectores, sistemas e processos através da utilização em larga escala das Normas e Soluções Globais GS1.

44 2. Acrescentar valor com os Standards GS1 Proposta de valor GS1 Portugal Prestadores de Serviços Logísticos assim como Transportadores que precisam de baixar os custos, melhorar a visibilidade da distribuição e ainda diminuir os lead times A GS1 acrescenta valor! O Sistema de Standards GS1 permite identificar de forma normalizada itens e locais... para capturar detalhes sobre os movimentos da cadeia de abastecimento... e para partilhar essa mesma informação internamente e com os parceiros de negócios autorizados

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46 2. Acrescentar valor com os Standards GS1 Proposta de valor GS1 Portugal Com o acesso à informação em tempo real sobre o fluxo de produtos e transacções na cadeias de abastecimento, clientes e os seus prestadores de serviços logísticos podem tomar decisões que impulsionam o valor do negócio.

47 2. Acrescentar valor com os Standards GS1 Proposta de valor GS1 Portugal Vantagens na utilização dos Standards GS1 Identificação inequívoca da mercadoria Redução do tempo despendido na contagem de unidades e revisão da carga Redução de custos operacionais Redução dos tempos e erros de picking Melhor qualidade na preparação e expedição de bens Melhoria na disposição das unidades em transporte Redução de erros, rejeições e atrasos nas encomendas Melhor visibilidade e rastreabilidade dos produtos Aumento da fiabilidade na informação

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49 GS1 Portugal Agenda 1. Enquadramento ao Sector T&L a) Os desafios da logística b) A crescente complexidade c) Necessidades de mercado 2. Acrescentar valor com os Standards GS1 a) Enquadramento da GS1 PT nos T&L b) Resultados estudo LAUN c) Proposta de valor GS1 3. GS1 Portugal e a sua Abordagem ao T&L a) Objectivos b) Metodologia I. Projecto Piloto II. Comunidade Local

50 3. GS1 Portugal e a sua Abordagem ao T&L Objectivos GS1 Portugal Abordar as Empresas do Sector de T&L no mercado nacional com os seguintes metas: 1. Aumentar o Número de Associados em T&L 2. Aumentar a utilização da Etiqueta Logística GS1 em processos logísticos 3. Aumentar a adopção das Mensagens Electrónicas GS1 ecom na Gestão do Transporte e Armazenagem

51 3. GS1 Portugal e a sua Abordagem ao T&L Metodologia GS1 Portugal 3 1 Reuniões com as Empresas de T&L Apresentação de Serviços, Soluções e Projectos GS1 2 Desenvolvimento Projecto Piloto com uma Empresa de T&L Reengenharia dos processos logísticos através da implementação dadas Normas GS1 Desenvolvimento Comunidade Local T&L Disponibilização de informação e notícias GS1 T&L Desenvolvimento de Projectos Piloto e elaboração de Casos de Estudo Desenvolvimento de Documentos de Referência

52 3. GS1 Portugal e a sua Abordagem ao T&L Metodologia Projecto Piloto GS1 Portugal 1 2 Descrição Geral 3 Desenvolvimento Projecto Piloto com uma Empresa de T&L Implementação do Sistema de Normas e Soluções GS1 nos processos logísticos de uma Empresa de T&L, para quantificar e demonstrar os ganhos de eficiência adquiridos Desevonvilmento Case Study para divulgação e promoção da adopção do Sistema de Normas GS1 no Sector dos Transportes e Logística e para os diferentes Stakeholders Objectivos Gerais Desenhar e caracterizar os processos logísticos actuais Analisar, medir e quantificar actuais processos e operações logísticas em armazém (recepção, picking, handling e expedição) Implementar o Sistema de Normas GS1 Medir e quantificar ganhos de eficiência após implementação do Sistema de Normas GS1 Prestar Formação GS1 Comunicar, divulgar e promover os resultados

53 3. GS1 Portugal e a sua Abordagem ao T&L Metodologia Projecto Piloto Desenvolvimento Projecto Piloto com uma Empresa de T&L 1º Semana 2º Semana 3º Semana 4º Semana 5º Semana 6º Semana 7º Semana 8º Semana 9º Semana 10º Semana 11º Semana Fase I Planeamento Fase II Levantamento dos Processos Logísticos Fase III Reengenharia dos Procesos Logísticos Fase IV Implementação e Testes Fase V Divulgação de Resultados GS1 Portugal

54 3. GS1 Portugal e a sua Abordagem ao T&L Metodologia Comunidade Local GS1 Portugal Desenvolvimento da Comunidade Local T&L Objectivos Dinamizar o Sector T&L na GS1 Portugal Identificar e estabelecer Directrizes e Guidelines de Boas Práticas e Standards Internacionais Promover a adopção e implementação de Standards GS1 em toda a cadeia de abastecimento Ajudar a desenvolver os standards globais para os T&L Que Empresas incluir? Empresas cujo core bussiness reside na prestação de serviços logísticos: Transportadores (Rodoviário, Ferroviário, Marítimo e Aéreo) Operadores Logísticos Transitários Alfândegas/ Estivadores e Carregadores Centros de Distribuição e Armazenistas Associações

55 3. GS1 Portugal e a sua Abordagem ao T&L Metodologia Comunidade Local GS1 Portugal 1 2 GS1 Standards Activities 3 Desenvolvimento da Comunidade Local T&L Principais Actividades a Desenvolver Disponibilização de informação e notícias GS1 T&L Desenvolvimento de Projectos Piloto e elaboração de Casos de Estudo Desenvolvimento de Documentos de Referência Formação específica para os utilizadores Desenvolvimento e participação em eventos (Workshops, Seminários, Congressos ) Implementação & Industry Engagement Identificação de Necessidades Específicas Uniformização na utilização das Normas GS1 entre parceiros comerciais: 1. Alinhamento de Dados (Dados Mestres) 2. Sincronização de Dados (Fluxo Físico e Informacional) Etiqueta Logística GS1 (Identificação SSCC e Codificação GS1-128) Mensagens Electrónicas EDI (DESADV, RECADV, ORDERS )

56 GS1 Portugal Obrigado pela vossa atenção!

57 Contactos Filipe Esteves Gestor Júnior de Projectos Supply Chain/T&L E. GS1 Portugal /CODIPOR R. Prof. Fernando da Fonseca, 16 Esc.II Lisboa GS1 Portugal

58 Estudio Beneficios DESADV y GS1-128 Entrega/Recepción mercancía Isabel Meseguer ecom Implementation Manager GS1 Spain

59 Quienes somos Con más de empresas asociadas, GS1 Spain es una de las mayores agrupaciones empresariales del país. Las empresas asociadas a GS1 Spain facturan en conjunto más de millones de euros anuales, lo que supone cerca del 20% del PIB nacional. Multisectorial: la mayoría de empresas asociadas pertenecen al sector del gran consumo (alimentación, bebidas, droguería y perfumería), la entidad crece también progresivamente en sectores como los de ferretería y bricolaje, sector sanitario, HORECA (hostelería, restauración y catering), electrodomésticos, etc. Es miembro de GS1, una organización global implantada en más de 110 países y más de un millón de compañías. MISIÓN: hacer más eficientes las relaciones comerciales entre fabricantes y detallistas a través de la implantación de estándares de comunicación.

60 Quienes somos LA MISIÓN Desde 1977, la Misión de GS1 Spain ha sido la de contribuir a hacer más eficientes y sostenibles las relaciones entre fabricantes y distribuidores aportando mayor valor al consumidor a través de la identificación de oportunidades de mejora a lo largo de toda la cadena de suministro. HISTORIA Nació en 1977 gracias al esfuerzo de un grupo de empresarios entre los que figuraban Nestlé, Danone, Industrias Riera Marsá, Ecovol, Mercadona y Caprabo. La Asociación fue creada para ofrecer a fabricantes y distribuidores un lenguaje común ; el hoy famoso código de barras se comienza a codificar productos a través de GS1 Spain se instalan los primeros escáneres en tiendas y en sólo 10 años había en España establecimientos con lectores de código de barras la totalidad de la distribución moderna estaba equipada con escáneres. Se amplían y diversifican ofertas de servicios en áreas como logística o comercio electrónico

61 Objetivo: medir los beneficios del DESADV y GS1-128 GS1 ESPAÑA ha llevado a cabo un estudio de campo para identificar los beneficios que las herramientas estándares: Aviso de expedición (DESADV) GS1-128 Suponen para las empresas usuarias por qué? cómo lo hicimos?

62 El origen Cómo está el EDI en España? Fuente: Monitor de Costes y Prácticas de Eficiencia (Gran Distribución)

63 La evolución del aviso de expedición electrónico Mucho más lentamente que el resto de mensajes EDI

64 Motivos de la evolución del DESADV Importantes implicaciones en procesos tanto para el proveedor como para el retailer Proveedor: debe disponer de toda la información en el sistema en el momento del envío de la mercancía Retailer: debe tener acceso a la información recibida en plataforma Varias áreas implicadas: logística, administración comercial Ausencia de datos cuantificados de los beneficios. PARA INVERTIR HACE FALTA CONOCER LOS BENEFICIOS

65 Cómo medir los beneficios? Sabíamos que El principal beneficio de implantar el DESADV junto con GS1-128 era la reducción del tiempo de recepción No sabíamos Cuánto tiempo exactamente segundos? horas? minutos?

66 Cómo medir los beneficios? Propuesta. Elaborar un estudio ANTES vs. DESPUÉS de implantar DESADV y GS1-128 en algún retailer Resultado. Ningún retailer con implantación DESADV disponía de datos de tiempos de recepciones antes de utilizar el albarán electrónico Propuesta. GS1 ESPAÑA elaboraría un estudio con la colaboración de retailers midiendo los tiempos de recepción en plataformas para comparar recepciones con y sin estas herramientas estándares. Resultado. El Corte Inglés, DIA y Ahorramás aceptaron participar en el estudio

67 Definición del estudio Participantes en la definición: Comité de Logística, Comité de Administración Comercial y Grupo de Trabajo para el impulso del DESADV/RECADV Metodología: GS1 ESPAÑA se desplaza a las plataformas de estos retailers y realiza las mediciones de los tiempos de recepción para un muestreo de entregas (2 días por plataforma) Se divide una entrega en 3 fases Registro albarán Descarga Recepción (verificación mercancía)

68 Toma de datos Plataforma Mejorada del Campo (Madrid) Plataforma Velilla de San Antonio (Madrid) Plataforma Valdemoro (Madrid)

69 Toma de datos Cada entrega se ubicaba dentro de una categoría en función de los estándares utilizados: Tipología Manual GS1-128 GS1-128 y DESADV Definición Sin la etiqueta GS1-128 ni mensaje EDI. Se utilizan etiquetas propias para identificar la mercancía Capturando de la etiqueta los datos necesarios. Con la información disponible del DESADV, y a la que tienen acceso la/s persona/s responsable/s de la recepción y vinculando el mensaje EDI con la mercancía física con la lectura del SSCC (GS1-128).

70 Toma de datos GS1-128 GS1-128+DESADV

71 Toma de datos Para cada entrega era importante obtener los siguientes datos DATOS Proveedor /O. Logístico Estándares utilizados Incidencia en entrega (si/no) Recursos dedicados en cada fase de la entrega Tiempo destinado a cada fase de la entrega Nº palés Nº referencias Tipo de incidencia (etiqueta, mensaje )

72 Una vez hecha la toma de datos tocó analizar..y extraer conclusiones

73 Resultados: distintos en cada fase Registro albarán Tiempo medido: Tiempo medio de registro por línea de albarán (GTIN) (segundos) Descarga Tiempo medido: Tiempo medio de descarga por camión (minutos) Recepción (verificación mercancía) Tiempo medido: Tiempo medio de verificación por palé (segundos) Resultados generales: GS1-128: sin impacto DESADV: agiliza el proceso de entrada de albarán (menor intervención manual) Resultados generales: GS1-128: sin impacto DESADV: sin impacto NO SE TIENE EN CUENTA. PERMANECE IGUAL EN TODOS LOS CASOS Resultados generales: GS1-128: reduce tiempo de manera muy significativa DESADV: añade eficiencia y reduce número de lecturas y/o verificaciones

74 Resultados: distintos por plataforma Las herramientas estándares son las mismas pero los procesos en cada empresa son diferentes por lo que el beneficio era distinto en cada plataforma t Impacto de los estándares en el tiempo medio de entrega t Retailer 1 Retailer 2 t 22,89% t 51,79% t t 43,85% t 68,72% t MANUAL GS1-128 GS1-128+DESADV MANUAL GS1-128 GS1-128+DESADV

75 33 PALÉS 35 GTINs 33 PALÉS 4 GTINs Resultados: distintos según nº GTINs MANUAL GS1-128 GS DESADV Tiempo medio entrega Ahorro en tiempo vs. manual (t) 27 min 16 min 10 min - 11 min 17 min Ahorro por palé ( ) - FAB/TRANSP: 0,57 RETAILER: 0,08 FAB/TRANSP: 0,85 RETAILER: 0,11 Tiempo medio entrega 45 min 33min 19 min Ahorro en tiempo vs. manual (t) - 11 min 26 min Ahorro por palé ( ) - FAB/TRANSP: 0,57 RETAILER: 0,08 FAB/TRANSP: 1,29 RETAILER: 0,17

76 Resultados: distintos según nº GTINs A mayor número de GTIN el DESADV supone más beneficios Ahorro Nº referencias

77 Resultados globales Registro Verificación Total entrega GS1-128 N/A 44,54% 33,29% GS DESADV 51,00% 61,75% 59,03% Llegada del camión Camión sale del muelle t 1 t 2 = t 1-33,29 % MANUAL GS1-128 t t t 3= t 1-59,03 % GS1-128+DESADV t +

78 Resultados globales PLATAFORMA DISTRIBUCIÓN FABRICANTE / TRANSPORTISTA [0,11 0,26 ] [0,85 1,94 ] MANUAL GS1-128+DESADV MANUAL GS1-128+DESADV Mediante el DESADV y GS1-128 la cadena de suministro se ahorra de 0.96 a 2,20 por palé

79 Conclusiones generales Se pueden distinguir cuatro grandes tipos de beneficios: Administrativos: menor intervención manual en la introducción de datos y validaciones. Eficiencia en recepción: el procesos de recepción es más ágil y rápido. Rotación de camiones: consecuencia de los dos anteriores, menor tiempo de inmovilización del camión, menor coste para proveedor y agentes intermedios. Gestión de incidencias: menor nº de errores y ante un problema, ambas herramientas ayudan en la identificación de la incidencia, comunicación y resolución de la misma.

80 Perspectiva y Puntos de mejora Objetivo principal del estudio: aportar datos para que la práctica DESADV+GS1-128 sea cada vez más utilizada Solo si Se cumplirá el objetivo? Las empresas identifican estos beneficios en sus procesos La calidad de los datos mejora: Etiquetas GS1-128 y datos transmitidos en el DESADV Los procesos de AFM entre proveedor-cliente Cuando se produce una incidencia derivada por la falta de calidad o de AFM, no es posible automatizar el proceso mediante las herramientas estándares y se paso a un modo manual Se eliminan las tareas manuales por parte de los retailers

81 Perspectiva y Puntos de mejora SE HAN IDENTIFICADO BENEFICIOS PARA EL GLOBAL DE LA CADENA DE SUMINISTRO 60% DE TIEMPO +2 POR PALÉ PERO SI ELIMINAMOS INCIDENCIAS, DUPLICIDADES Y AUMENTAMOS LA CALIDAD DE LOS DATOS APLICAR EL EDI JUNTO CON LA ETIQUETA GS1-128 A LOS PROCESOS LOGÍSTICOS PUEDE SUPONER BENEFICIOS AÚN MAYORES

82 Isabel Meseguer ecom Implementation Manager

83 C2 Um Centro logístico para o futuro Luís Simões Logística Integrada 2ª edição do Seminário de Boas Práticas Colaborativas e Transportes & Logística

84 Index Breve apresentação da Luis Simões Centro logístico C2 Pontos criticos Regras GS1 Resultados alcançados 2014 GS1

85 Companhai Familiar constituida em % Capital pertença da familia Luis Simões Capital Social da Holding : 29,5 Million Vendas consolidadas em 2013: 208 Million 8 empresas colaboradores 2014 GS1

86 2014 GS1

87 Transportes ( FTL/ Distribuição Capilar) Armazenagem Picking Controlo de Inventario Reworking e Repacking Logistica promocional Entrepostos Fiscais Ecomerce Logística Inversa 2014 GS1

88 2014 GS1

89 Carregado C2

90 Inovação e Desenvolvimento C2 é Um armazém automático, multicliente, apresentando uma grande flexibilidade operacional Baseado num conceito Inovador, Procurando reduções de custo nas operações logisticas, e garantindo, actividades sustentaveis e amigas do ambiente GS1

91 Incremento da capacidade do COL em 200 % Redução de custo unitário das atividades ( 15% a 20 % menos) Armazém multicliente automático Armazém automático flexivel Processos mais rigorosos Armazém com capacidade para fluxos elevados Processos Standard baseados nas regras GS1-128 and GTIN and EDI Messages 2014 GS1

92 Planta C2 16x Cranes Warehousing and picking area 4x charriots Dock area Inbound Outbound Inbound Conveyers 41x Outbound Conveyers 4x Pallets Picking Stations 2014 GS1

93 Transelevadores suspensos 16 Transelevadores 15 Km/ h velocidade média 52 paletes por hora Projeto Prototipo Projeto 100% Português 2014 GS1

94 Area de picking sob os Racks Area de picking inserida no armazém automatico. 95% do volume total do armazém é usado para stock de produto 2014 GS1

95 Capacidade em Paletes Lugares de Picking Buffer Picking Capacidade de cintas De expedição Pal Pal Pal 800 Pal 2014 GS1

96 Pallets In/Out 600 Pal/H Caixas de Picking /Month Quantidades baseadas em 85% de ocupação real 2014 GS1

97 Descarga convencional com RF e leitura de EAN128 Arrumação automática Cintas + Charriots + CPA s Picking convencional com RF e leitura de EAN128 Separação de rotas automatica Carga Convencional 2014 GS1

98 Identificação e captura de dados SSCC (Serial Shipping Container Code) GS1-128 leitura de todas as paletes rececionadas: Captura automatica em cada uma das paletes, de toda a informação constante nas mesmas Lote Data de validade Data de Produção Quantidade GTIN Etc. SSCC s SSCC s SSCC s WMS SSCC numero único para cada palete individualmente 2014 GS1

99 SSCC (Serial Shipping Container Code) ID único no armazém Captura de de todos os movimentos efetuados no armazém (Expedição/Receção/Picking/Inventario,Transferências,etc.) WMS Gere pelos SSCC s Inventário permanente basedo no SSCC Para cada palete contruida no picking, é gerado um Ean128 com respetivo SSCC interno LS. Traçabilidade total por SSCC externo/interno GS1

100 Parilha de informação - EDI Mensagens electronicas baseadas na GS1 EANCOM Identificação GLN em cada mensagem enviada e recebida SSCC s DESADV RECADV SSCC s INVRTP/HANMOV SSCC s INSDES OSTRP SGA SSCC s DESADV SSCC s SSCC s 2014 GS1

101 Valor acrescentado na utilização das regras GS1 Transação de informação em formatos standard com parceiros Operação automatizada baseda no GS1-128, GTIN Redução de Lead times de operação, qualidade de informação Uma única etiqueta em todo o processo Redução de custos e implementação de standard works Traçabilidade completa em toda a cadeia abrangida pelo 3PL 2014 GS1

102 200 % de incremento de capacidade Redução de custos unitário Armazenagem -15% Receção -13% Picking -18% Expedição -22% Redução de RH -40% Nível de serviço > 99,97% Qualidade de stock >99,96% Racio/m2 2,8 Pal/sqm Diferenciação para a concorrência Um Projeto unico na Europa 2014 GS1

103 Obrigado pela Vossa Atenção 2014 GS1 103

104 Pausa! GS1 Portugal 104

105 Seminário Internacional Boas Práticas Colaborativas e T&L Movimente Eficiência 19 Março, COL C2 Luís Simões Em parceria com

106 GS1 Logistics Label 19 March 2014, Lisbon Coen Janssen GS1 Global Office

107 The value of the GS1 logistics label 2014 GS1 GS1 Standards for Shipping & Receiving are KEY It supports a fast receiving process It eliminates administrative acts It supports Tracking & Tracing It contributes to quality assurance It supports the way forward in more automated warehouses

108 GS1 Logistics Label Quality Report FINDINGS: Study conducted in 14 countries revealed: ACTIONS: - New GS1 Logistics Label Guideline - Communication campaign - Training and education programme Almost 30% of all pallets reviewed had some form of labelling problem 2014 GS1 108

109 Label Quality Report GS1 member organizations that provided data: Australia Colombia Finland France Germany Hong Kong Italy Malaysia Mexico Netherlands Norway Portugal Spain Sweden Study method: On site inspections of labels On average 2 distribution centers per country Full report: GS1 109

110 What can go wrong during creation of the label? Bad print quality Wrinkled label No label Wrapped label Bad data Wrong location Wrong data 2014 GS1 110

111 Transport label hiding the original What can go wrong after creation of the label? Damaged label Paper / ink not suitable New label with wrong data Extra label with different SSCC 2014 GS1 111

112 Consequences non-scans mismatches with master data mismatches with despatch advice / ASN delivery errors 2014 GS1 112

113 Label Quality Report root causes Poor knowledge on the label materials suitability to the task (e.g. paper labels with frozen goods), the quality of printing (bad ribbons, or scratching of printing), and the need to place labels in the correct position with no chance of wrinkling, being cut, covered by other labels, covered by shrink-wrap. Poor understanding of the creation and use of the logistic label, including the use and creation of the SSCC, the use of Application Identifiers, the correct creation of GTINs, and the need for white space around a bar code. Poor understanding of the use of the logistic label and the SSCC overall GS1 113

114 Building awareness & knowledge Suppliers There is value for your customers But also for you! Train your people Apply the label in your own processes Integrate label quality in your procedures 2014 GS1 114

115 Building awareness & knowledge Carriers Be aware there is value for your customers And also for you! Train your people Apply the label in your own processes 2014 GS1 115

116 Building awareness & knowledge Customers Do we still need to convince you of the value? Train your people Label and SSCC are critical enablers of traceability! 2014 GS1 Provide scorecard to your suppliers to enable continuous improvement 116

117 How can GS1 help you? GS1 Global Office Updated Guideline (June 14) New elearn module (June 14) GS1 organizations world wide are sharing their experiences and tools: Value proposition (GS1 UK, GS1 Netherlands) ROI calculator (GS1 UK) Training videos (GS1 Austria, GS1 Netherlands) Testing and certification (GS1 UK, GS1 Netherlands, GS1 Norway) Contact GS1 Portugal for more information 2014 GS1 Artur, Filipe: Please validate and add information on GS1 Portugal support program 117

118 Pausa! GS1 Portugal 118

119 GS1 Portugal Congresso GS1 Portugal 23 de Outubro 2014 Museu do Oriente (de) coding the future together SAVE THE DATE

120 Comité de Boas Práticas GS1 Portugal Seminário Internacional Movimente Eficiência GS1 Portugal, 19 de Março de 2014

121 Comité de Boas Práticas Agenda: 1. Enquadramento 2. Participantes & Reuniões 3. Principais projectos GS1 Portugal

122 Comité de Boas Práticas Agenda: 1. Enquadramento 2. Participantes & Reuniões 3. Principais projectos GS1 Portugal

123 Comité de Boas Práticas Enquadramento GS1 Portugal O ECR ( Efficient Consumer Response) foi um movimento que começou em meados dos anos noventa, o qual assentava em apresentar novos princípios de gestão colaborativa dentro de toda a cadeia de abastecimento Objectivo Promover e desenvolver a colaboração entre a indústria e o comércio, de forma a melhor satisfazer as necessidades do consumidor da forma mais rápida e eficiente

124 Comité de Boas Práticas Agenda: 1. Enquadramento 2. Participantes & Reuniões 3. Principais projectos GS1 Portugal

125 Comité de Boas Práticas Participantes & Reuniões Retalhitas Presidente: Rui Ribeiro (J&J) Fabrincantes Reuniões 2013: 1. 9 de Janeiro de Maio de Setembro de Novembro Operadores Logísticos Associações Participação activa no Comité Logístico da AECOC Reuniões 2013: de Janeiro Abril Junho Setembro de Novembro GS1 Portugal

126 Comité de Boas Práticas Agenda: 1. Enquadramento 2. Participantes & Reuniões 3. Principais projectos GS1 Portugal

127 Comité de Boas Práticas Principais Projectos - Sustentabilidade GS1 Portugal Foco

128 Comité de Boas Práticas Principais Projectos - OSA GS1 Portugal Distribuição: Sonae (4) (Póvoa Varzim; Mozelos ; Valongo ; Maia ) Pingo Doce ( 7) (São Marcos ; Sta Marta de Corroios ; Caldas da Rainha ; Venda Nova ; Setúbal; Cascais ; Torres Vedras ) Auchan (4) (Setúbal; Alverca; Matosinhos; Castelo Branco ) Produção: J&J ; Lóreal ; Nestlé; P&G; Renova; SCC; Sogrape; Sumol+Compal; Unicer ; Unilever; Vileda ( 71 Artigos / 3 Categorias Mercearia, Bebidas e Higiene )

129 Comité de Boas Práticas Principais Projectos - RALs As Recomendações AECOC para a Logística (RAL) são um conjunto de especificações Acordadas por Consenso entre Fabricantes, Distribuidores, Operadores Logísticos e Transportadores, que procuram a eficiência dos processos e das suas actividades, aportando valor e produtividade à globalidade da cadeia de abastecimento RALs: Níveis de Serviço Unidades de Carga Eficiente Transporte Urbano de Mercadorias Carga e Descarga Entrega e Recepção Cross-Docking Logística Inversa Perdas em Transporte EDI GS1 Portugal

130 Comité de Boas Práticas Principais Projectos Grupo de Trabalho KPIs GS1 Portugal GT KPIs Nome Empresa Jorge Martins Unicer Ana Fuschini SCC Pimenta Aguiar Auchan Filipa Blanco Danone Jose Brandão Danone Carlos Malheiro Nestlé João Pedro Magalhães Sogrape Rui Ribeiro J&J Rui Marques Renova João Franco Martins Refrige Hugo Nogueira Sonaemc Raquel Mendes Intermarché Nuno Cardoso JM Ana Pingo DHL Artur Andrade GS1 Portugal Catarina Ferreira GS1 Portugal Objectivo Definição a alinhamento de KPIs entre Fabricantes e Retalhistas

131 Comité de Boas Práticas Principais Projectos Grupo de Trabalho GS GS1 Portugal Nome Arnaldo Oliveira Artur Sousa Celso Castanheira Fernando Silva Helena Figueira Joaquim Custódio José Aleixo José Fonseca Leonor Afonso Marilia Silva Nuno Bastos Nuno Cardoso Paulo Silva Pedro Ferreira Octávio Alvarez Raquel Mendes Rui Marques Sandra Bandeira Telmo Simão Filipe Esteves Artur Andrade GT GS1-128 Empresa Bacardi Luís Simões Refrige Nobre Nestlé Sovena J&J Sonae Auchan Unicer Intermarché JM DHL SCC El Corte Inglês Intermarché Renova Danone L'Oreal GS1 Portugal GS1 Portugal Objectivo Uniformizar a utilização do SSCC Uniformizar a estrutura e dados a constar na etiqueta logística Integração da informação contida na etiqueta logística via mensagem DESADV/RECADV

132 Comité de Boas Práticas Principais Projectos Benchmarking Logístico GS1 Portugal Fabricantes Distribuidores

133 BENCHMARKING LOGÍSTICO Estudo dos niveis de serviço

134 Enquadramento BENCHMARKING Considera que está realmente adaptado às necessidades dos seus clientes? Sabe quais são os pontos fortes que cada um dos seus clientes valoriza? Sabe quais são os pontos de melhoria a nível estratégico e operacional? Como avaliam os seus clientes os níveis de serviço? Sabe se o seu nível de serviço é melhor que o da concorrência? O BENCHMARKING LOGÍSTICO OFERECE TODAS AS RESPOSTAS! 134

135 Motivação para o estudo BENCHMARKING Troca de Informação Conhecimento do posicionamento em relação aos competidores Vantagem Competitiva VEÍCULO: BENCHMARKING LOGÍSTICO 135

136 Objetivo do estudo BENCHMARKING Em geral: Em particular: Na busca pela excelência, as empresas encontram no Benchmarking, técnicas capazes de elevar a organização ao nível superior das demais concorrentes. O objectivo deste estudo é conhecer o nível de serviço oferecido pelos fabricantes do grande consumo português aos distribuidores, nas entregas às plataformas de distribuição Na logística tornou-se, então, numa ferramenta fundamental para avaliar o desempenho, bem como para auxiliar na redução de custos e na melhoria do nível de serviço. O estudo BENCHMARKING 2014, tem, então, o objectivo de identificar oportunidades de melhoria dos fornecedores em relação a entregas, prazos de entrega, gestão administrativa e capacidade de reacção, entre outros factores ESTA FERRAMENTA É UTILIZADA PARA DETECTAR OPORTUNIDADES DE MELHORIA E MELHORAR OS PROCESSOS DE MODO A QUE CADA EMPRESA POSSA POSICIONAR-SE COMO O MELHOR ENTRE OS MELHORES 136

137 O que é o Nível de Serviço? BENCHMARKING O nível de serviço mede a performance de um sistema. A conciliação entre as partes envolvidas no processo é fundamental para a máxima eficiência da Cadeia de Abastecimento ser atingida. Níveis de Serviço mais importantes Requisitos de Níveis de Serviço Negociação Acordo dos Níveis de Serviço 137

138 O que é um Benchmarking? BENCHMARKING Benchmarking é: Um processo contínuo; Um processo de investigação que fornece informações valiosas; Um processo de aprendizagem com os outros; Um processo que exige tempo e trabalho; Uma ferramenta viável que fornece informações úteis para melhorar praticamente qualquer actividade de negócio. Aliado a Indicadores de sucesso: MELHOR ENTRE OS MELHORES Resulta Um compromisso activo com o benchmarking por parte dos participantes. Disposição para mudar e adaptar com base nas descobertas. A compreensão de que a concorrência muda constantemente. Disposição para trocar informações com os participantes Abertura para novas ideias, criatividade e inovação na aplicação dos processos existentes. 138

139 BENCHMARKING 2014

140 Empresas participantes Fabricantes Distribuidores 140

141 Recolha de Informação

142 Metodologia da análise (I) Grupos em scope no estudo 1 PEDIDO Cumprimento de quantidades, referências e validades solicitadas 2 ENTREGA Cumprimento dos prazos, horários e dias de entrega acordados 3 SUPORTE Estado das unidades de suporte 5 DOCUMENTAÇÃO Formato e conteúdo da documentação entregue 6 FACTURAÇÃO Grau de eficiência da gestão administrativa 7 SISTEMAS DE INFORMAÇÃO AFM, EDI e etiquetas GS CAPACIDADE DE PLANEAMENTO E REACÇÃO Capacidade de planeamento e reacção dos interlocutores 9 COLABORAÇÃO ENTRE FABRICANTE E DISTRIBUIDOR Relações estabelecidas entre fabricantes e distribuidores 142

143 Metodologia da análise (II) Questionários Foram desenvolvidos questionários com 50 perguntas relativamente aos 8 grupos em cima mencionados. Entrega à plataforma Os questionários são dirigidos a: Responsáveis das plataforma Directores Logística / Supply Chain 143

144 Metodologia da análise Amostra do questionário para as plataforma BENCHMARKING Avaliação da importância das questões A Crucial B Muito importante C Importante D Pouco importante E Nada importante IMPORTÂNCIA 1 L'OREAL 2 RENOVA 3 JONHSON & JONHSON 4 UNILEVER 5 DANONE 6 NESTLÉ 7 SUMOL COMPAL 8 UNICER 9 SCC 10 SOGRAPE 11 SOVENA 12 DELTA 13 NOBRE 1. PEDIDO Avaliações de 1 a 5 por questão e fornecedor 1 Um dos melhores fornecedores 2 Melhor do que os outros fornecedores 3 Igual aos outros fornecedores 4 Pior que a maioria dos fornecedores 5 Um dos piores fornecedores Avalie o fornecedor em função dos erros entre referências recebidas vs referências pedidas. Avalie o fornecedor em função dos erros entre quantidades recebidas vs quantidades pedidas. Avalie o fornecedor no cumprimento dos prazos de validade dos produtos entregues. Avalie o fornecedor em função do bom estado dos produtos na recepção. 2. ENTREGA Considera que o prazo de entrega do fornecedor se ajusta às suas necessidades? Avalie o fornecedor em função do cumprimento do prazo de entrega acordado. Considera que a frequência de entrega acordada se ajusta às suas necessidades? Avalie o fornecedor em função da execução das entregas nos dias acordados. Considera que o horário de entrega da mercadoria se ajusta às suas necessidades? Avalie o fornecedor em função do cumprimento dos horários de entrega acordados. Estabeleceu com o seu fornecedor os Acordos de Qualidade Concertada nas recepções? Avalie a eficiência do seu fornecedor em períodos especiais: campanhas promocionais, campanha de Natal, feriados e sábados. 144

145 Metodologia de análise BENCHMARKING Finalmente, realizam-se entrevistas pessoais a todos os directores e responsáveis pela logística / supply chain de todos os retalhistas com o fim de: Confirmar a informação fornecida nos questionários e KPI s. Obter uma visão qualitativa. Identificar os pontos de melhoria dos fabricantes que participaram no estudo. Conhecer as tendências do sector a médio prazo. 145

146 Forma dos Resultados

147 Ranking global do nível de serviço na PLATAFORMA AVALIAÇÃO: Media global de todas as avaliações na PLATAFORMA de cada um dos grupos de distribuição A EMPRESA X ocupa a sexta posição no ranking do nível de serviço global na plataforma Posição Fabricante Avaliação 1 SOGRAPE 6,77 2 RENOVA 6,65 3 SCC 6,48 4 6,48 5 6,48 6 EMPRESA X 6,44 7 6,39 8 6,37 9 6, , , , ,33 Avaliação máxima Avaliação media Avaliação mínima 147

148 Comparação global dos níveis de serviço por PLATAFORMA AVALIAÇÃO: Comparação entre fabricantes para cada grupo dos Níveis de Serviço na PLATAFORMA Top 3 Ranking de 1 a 3 Nível alto: Ranking de 4 a 6 Nível médio: Ranking de 7 a 10 Nível baixo: Ranking de 11 a 13 Comparação entre fabricantes segundo as pontuações obtidas em cada parâmetro EMPRESA 1 EMPRESA 2 EMPRESA 3 EMPRESA 4 EMPRESA 5 EMPRESA X EMPRESA 7 EMPRESA 8 EMPRESA 9 EMPRESA 10 EMPRESA 11 EMPRESA 12 EMPRESA 13 PEDIDO ENTREGA SUPORTE DOCUMENTAÇÃO FACTURAÇÃO SISTEMAS DE INFORMAÇÃO CAPACIDADE DE REACÇÃO COLABORAÇÃO

149 Ranking global do nível de serviço na ENTREGA na PLATAFORMA AVALIAÇÃO: Média global de todas as avaliações do grupo ENTREGA A EMPRESA X ocupa a sétima posição no ranking do grupo ENTREGA com uma avaliação de 6,66 em 10 PLATAFORMA RANKING ENTREGA Posição Fabricante Avaliação 1 SOGRAPE 7,77 2 UNICER 7,54 3 SUMOL COMPAL 7,02 ENTREGA EMPRESA X MÉDIA Avalie o fornecedor em função do cumprimento do prazo de entrega acordado. Avalie o fornecedor em função da execução das entregas nos dias acordados. 8,5 7,47 6,5 6, ,83 Avalie o fornecedor em função do cumprimento dos horários de entrega acordados. 5 5, ,78 6 6,77 Avalie a eficiência do seu fornecedor em períodos especiais: campanhas promocionais, campanha de Natal, feriados e sábados. 6,5 6, EMPRESA X 6,66 8 6,52 Detecção dos pontos fortes e dos pontos de melhoria 9 6, , ,79 Ranking de cada um dos parâmetros de estudo (8) 12 5, ,16 Acima da média. Abaixo da média. Grau de importância (Questão). Avaliação máxima. Avaliação média. Avaliação mínima. 149

150 Zona geográfica - PLATAFORMA Zona Norte 6 Ranking por zona geográfica e detecção das plataformas com um nível de serviço crítico Melhor Avaliado Pior Avaliado Zona Sul Zona Ilhas Madeira

151 KPI s por distribuidor no PEDIDO Avaliação KPI s % Encomendas COMPLETAS por documento (por encomenda) Distribuidor EMPRESA X Máx. Min. Média Total Fornecedores Status 1 DIA PORTUGAL 95,00 100,00 60,00 95,00 2 EL CORTE INGLÉS 80,00 100,00 20,00 * 3 AUCHAN 75,00 94,00 3,00 56,56 4 JERÓNIMO MARTINS 73,91 96,98 14,86 * % Encomendas COMPLETAS por linha de encomenda Distribuidor EMPRESA X Máx. Min. Média Total Fornecedores Status 1 JERÓNIMO MARTINS 97,82 99,27 77,59 * 2 AUCHAN 94,37 99,63 86,62 95,00 3 DIA PORTUGAL 94,00 100,00 60,00 95,00 % Encomendas COMPLETAS por unidade (por unidade de consumo) 4 EL CORTE INGLÉS 80,00 100,00 80,00 * Distribuidor EMPRESA X Máx. Min. Média Total Fornecedores Status 1 JERÓNIMO MARTINS 97,82 99,60 89,43 95,51 2 AUCHAN 94,37 99,42 90,94 96,33 3 DIA PORTUGAL 94,00 100,00 60,00 95,00 4 EL CORTE INGLÉS 80,00 100,00 80,00 * KPIs extraídos directamente dos sistemas de informação dos retalhistas * Dados não facultados pelas respectivas Insígnias 151

152 Segmentação por distribuidor no PEDIDO PLATAFORMA Distribuidor EMPRESA X Nota Máx. Nota Mín. 1 JERÓNIMO MARTINS 7,50 10,00 6,39 2 EL CORTE INGLÊS 6,77 10,00 5,57 EL CORTE INGLÊS: As incidências em relação á mercadoria pedida e entregue são mínimas. 3 DIA PORTUGAL 6,15 7,33 2,87 4 SONAE 5,60 7,50 4,19 5 AUCHAN 5,48 9,43 2,50 Detecção dos pontos fortes e fracos para cada parâmetro e para cada distribuidor Citações personalizadas de cada distribuidor que justificam as pontuações DIA PORTUGAL: A EMPRESA X é um dos fornecedores que entrega as paletes completas e com os produtos ajustados ás dimensões da mesma. JERÓNIMO MARTINS: A EMPRESA X é um fornecedor regular, é cumpridor dentro dos limites normais, contudo não supera as expectativas. 152

153 Apresentação das Conclusões

154 As perguntas mais importantes para a distribuição TOP 10 na PLATAFORMA AVALIAÇÃO: As 10 perguntas com maior importância obtida pelo agregado dos DISTRIBUIDORES GLOBAL GRUPO Perguntas mais importantes do estudo Importânci a Ranking 1.4 Pedido Avalie o fornecedor em função do bom estado dos produtos na recepção 9,75 1º 2.2 Entrega Avalie o fornecedor em função do cumprimento do prazo de entrega acordado 9,75 2º 7.6 Sistema de Informação Avalie o grau de etiquetagem GS1-128 do seu fornecedor na entrega 9,5 3º 2.1 Entrega Considera que o prazo de entrega do fornecedor se ajusta às suas necessidades? 9,25 4º 2.4 Entrega Avalie o fornecedor em função da execução das entregas nos dias acordados 9 5º 2.6 Entrega Avalie o fornecedor em função do cumprimento dos horários de entrega acordados 9 6º 2.8 Entrega Avalie a eficiência do seu fornecedor em períodos especiais: campanhas promocionais, campanha de Natal, feriados e sábados 9 7º 7.4 Sistema de Informação Avalie o seu fornecedor em função da gestão de promoções 9 8º 8.3 Planeamento e Reacção Avalie a capacidade dos interlocutores para gerirem correctamente as promoções 9 9º 1.3 Pedido Avalie o fornecedor no cumprimento dos prazos de validade dos produtos entregues 8,89 10º 154

155 Conclusões do estudo (I) 1. Gestão do planeamento da procura entre fabricante e distribuidor Se partirmos da base que o forecast é um dos principais focos de atenção dos fabricantes e distribuidores e que este na maioria das vezes é errado, então a evolução deve ser no sentido da máxima colaboração possível, na área de demand planning entre fabricantes e distribuidores. Este terá de ser um dos projectos mais importantes para um futuro próximo. Se se contemplar a experiência das empresas líderes, se se utilizarem ferramentas de estatística de forecasting e se se explorar as sinergias entre empresas, então estas serão capazes de melhorar a qualidade do forecast. No entanto, a colaboração deve ser um pilar fundamental sobre o qual assenta este tipo de projectos. 2. Melhorar a comunicação entre os departamentos comercial e logístico Uma ferramenta para melhorar a comunicação entre departamentos e facilitar a compreensão das necessidades de cada uma das áreas da empresas é a realização de processos de Sales & Operations Planning (S&OP) dentro da empresa. Os benefícios são evidentes: melhoria do nível de serviço, redução de inventário, melhoria da previsão e agilidade na resposta a incidências e ainda a eliminação dos silos da empresa. Além disso, afecta directamente toda a eficiência na colaboração entre o fabricante e o distribuidor. O Customer Service Manager é o perfil mais adequado para liderar este processo, identificando/traduzindo as necessidades dos clientes para a empresa. 155

156 Cronograma do Projecto Principais Actividades Dez 2013 Jan 2014 Fev 2014 Março 2014 Abril 2014 Maio 2014 Junho 2014 Jul/Set 2014 Aceitação do Projecto Fase I - Definição dos Conteúdos (2013/2014) Definição do Questionário Actualização do Questionário (Input Fabricantes) Fase II Realização do Estudo (2013/2014) Envio e Preenchimento dos Questionários Recolha e tratamento da Informação Reuniões individuais Fase III Análise e Resultados Análise da Informação Produção de relatórios com resultados Apresentação dos Resultados 156

157 Testemunhos do BENCHMARKING 2013

158 Testemunhos BENCHMARKING 2014 Jörg Deubel, Supply Chain Manager Nestlé Portugal A dimensão e idoneidade deste estudo foi de grande relevo e importância para a nossa Organização. ( ) Consideramos que para os Associados da GS1, este estudo é uma grande oportunidade de Benchmarking a um custo muito económico, e um claro testemunho e exemplo das mais-valias que a GS1 pode aportar no nosso Mercado. João Pedro Magalhães, Chefe de Serviços Logísticos, Sogrape Vinhos, S.A. As relações entre os produtores e distribuidores são por vezes bastante tensas, fruto da competitividade normal e natural do mercado e que levam a que, não poucas vezes, se tenha que jogar com as cartas encostadas ao peito. ( ) A GS1 vem preenchendo esta lacuna e este estudo é o primeiro que realmente faz uma descrição mais elaborada do mercado, não se reduzindo à mera exibição de um conjunto de métricas. Fernando Ereio, Diretor Compras e Supply Chain, Auchan ( ) Para nós, este estudo conduzido pela GS1 Portugal teve um significado decisivo, já que permite aferir a posição da empresa face à cadeia de abastecimento nacional e introduzir medidas correctivas aos processos. Permite-nos concluir que existem áreas de oportunidade, na minimização do custo e na maximização do serviço, para a cadeia de abastecimento e como consequência para os stakeholders. 158

159 A Visão da GS1 Portugal Na GS1, a nossa Visão é a de um mundo onde as coisas e a sua informação circulam com eficiência e segurança, para benefício dos negócios e melhoria da qualidade de vida das pessoas, todos os dias, em todo o mundo. Rua Prof. Fernando da Fonseca 16 Esc. II Lisboa T F

160 Estudo de Fiabilidade de Leitura em Loja EFICIÊNCIA DOS NÍVEIS SERVIÇO E QUALIDADE DOS DADOS DE PRODUTO 2º edição Seminário de Boas Práticas Colaborativas e T&L GS1 Portugal, 19 de Março de 2014

161 GS1 Portugal Agenda 1. Enquadramento a) Circunstâncias que justificam o projecto b) Objectivos gerais c) Vectores de análise 2. Metodologia e Recursos a) Metodologia de projecto b) Recursos c) Fluxo de operações em loja 3. Análise de Resultados a) Análise em linear b) Análise em POS c) Códigos ineficientes (sem leitura POS)

162 GS1 Portugal Agenda 1. Enquadramento a) Circunstâncias que justificam o projecto b) Objectivos gerais c) Vectores de análise 2. Metodologia e Recursos a) Metodologia de projecto b) Recursos c) Fluxo de operações em loja 3. Análise de Resultados a) Análise em linear b) Análise em POS c) Códigos ineficientes (sem leitura POS)

163 GS1 Portugal 1. Enquadramento O Estudo de Fiabilidade de Leitura em Loja é uma acção que permite analisar a qualidade e eficiência dos códigos de barras numa superfície da grande distribuição moderna. Este estudo pretende analisar a performance da codificação aplicada no âmbito nacional e analisar as possíveis incorrecções e a utilização individa do Sistema GS1 de forma a que seja possível corrigir as mesmas.

164 GS1 Portugal Agenda 1. Enquadramento a) Circunstâncias que justificam o projecto b) Objectivos gerais c) Vectores de análise 2. Metodologia e Recursos a) Metodologia de projecto b) Recursos c) Fluxo de operações em loja 3. Análise de Resultados a) Análise em linear b) Análise em POS c) Códigos ineficientes (sem leitura POS)

165 1. Enquadramento a) Circunstâncias que justificam o projecto Normalização e conformidade nos Códigos de Barras possibilitam: Maior comodidade para o consumidor final, menos tempo em filas de espera para pagamento Acelerar todo o processo de registo e facturação Maior eficiência para o produtor e retalhista Na gestão de stocks Em todos os processos logísticos O estudo Fiabilidade de Leitura em Loja é uma mais-valia porque permite Conhecer, com exactidão, o nível de eficiência e qualidade dos códigos de barras em loja, assim como as inconformidades existentes Sensibilizar os fabricantes para a correcção das inconformidades, gerando codificações mais eficientes (e beeps mais imediatos) A extracção de indicadores de grande relevo para a gestão das bases de dados dos retalhistas GS1 Portugal

166 GS1 Portugal Agenda 1. Enquadramento a) Circunstâncias que justificam o projecto b) Objectivos gerais c) Vectores de análise 2. Metodologia e Recursos a) Metodologia de projecto b) Recursos c) Fluxo de operações em loja 3. Análise de Resultados a) Análise em linear b) Análise em POS c) Códigos ineficientes (sem leitura POS)

167 GS1 Portugal 1. Enquadramento b) Objectivos gerais Analisar e avaliar a qualidade e eficiência dos códigos de barras, no que respeita ao cumprimento das Normas GS1: 1. Linear Conhecimento das reais condições de implementação aplicadas pelos produtores aos códigos de barras 2. POS Teste de eficiência e real funcionamento dos códigos de barras E ainda, avaliar a utilização indevida dos códigos de barras Objectivos específicos Identificar inconformidades na codificação e identificação das unidades de consumo Sensibilizar e mobilizar os detentores dos produtos para a correcção das inconformidades Acompanhar e apoiar a correcção das inconformidades Identificar utilizadores indevidos Sensibilizar para a boa utilização do Sistema GS1

168 GS1 Portugal Agenda 1. Enquadramento a) Circunstâncias que justificam o projecto b) Objectivos gerais c) Vectores de análise 2. Metodologia e Recursos a) Metodologia de projecto b) Recursos c) Fluxo de operações em loja 3. Análise de Resultados a) Análise em linear b) Análise em POS c) Códigos ineficientes (sem leitura POS)

169 GS1 Portugal 1. Enquadramento c) Vectores de análise 1. Tipos de inconformidades na construção e impressão dos códigos de barras de acordo com as Especificações e Normas Internacionais GS1: Magnitude: tamanho do código (largura x altura) Truncagem: redução na altura das barras Localização e orientação Zonas claras: zonas obrigatórias sem impressão Cores: contraste entre o fundo e as barras Elementos Humanamente Legíveis (EHL) 2. Proveniência: Nacional Internacional 3. Eficiência na captura em POS Códigos com leitura Códigos sem leitura 4. Utilização indevida Existência de códigos não autorizados no mercado nacional

170 GS1 Portugal Agenda 1. Enquadramento a) Circunstâncias que justificam o projecto b) Objectivos gerais c) Vectores de análise 2. Metodologia e Recursos a) Metodologia de projecto b) Recursos c) Fluxo de operações em loja 3. Análise de Resultados a) Análise em linear b) Análise em POS c) Códigos ineficientes (sem leitura POS)

171 GS1 Portugal 2. Metodologia e Recursos a) Metodologia de projecto Fase 1 Fase 2 Fase 3 Fase 4 Fase 5 Planeamento e preparação Operação e execução em loja Análise de dados e relatórios Acções de correcção Plano de comunicação 1. Realização de reuniões de planeamento 2. Formação GS1 para preparação das equipas 1. Verificação e controlo no linear 2. Verificação e teste em POS 3. Verificação e análise técnica 1. Processamento e análise de dados 2. Elaboração de relatórios técnicos para cada produto 3. Apresentação de resultados finais 1. Contactar fornecedores 2. Implementar acções correctivas 3. Follow-up 4. Conclusão e Relatório 1. Newsletters e Brochuras GS1 2. Revista Workshops 4. Congresso GS1 5. Eventos Internacionais 3 Semanas 2 Semanas 2 Meses 7 Meses

172 GS1 Portugal Agenda 1. Enquadramento a) Circunstâncias que justificam o projecto b) Objectivos gerais c) Vectores de análise 2. Metodologia e Recursos a) Metodologia de projecto b) Recursos c) Fluxo de operações em loja 3. Análise de Resultados a) Análise em linear b) Análise em POS c) Códigos ineficientes (sem leitura POS)

173 GS1 Portugal 2. Metodologia e Recursos b) Recursos Loja com uma dimensão média de m 2 Análise a cerca de de produtor disponíveis em loja 10 dias úteis consecutivos para operação no terreno (em loja) 15 recursos humanos alocados à operação 10 terminais laser de captura códigos de barras 2 recursos humanos GS1 1 POS

174 GS1 Portugal Agenda 1. Enquadramento a) Circunstâncias que justificam o projecto b) Objectivos gerais c) Vectores de análise 2. Metodologia e Recursos a) Metodologia de projecto b) Recursos c) Fluxo de operações em loja 3. Análise de Resultados a) Análise em linear b) Análise em POS c) Códigos ineficientes (sem leitura POS)

175 GS1 Portugal 2. Metodologia e Recursos c) Fluxo de operações em loja Linear c Verificação Técnica POS

176 GS1 Portugal Agenda 1. Enquadramento a) Circunstâncias que justificam o projecto b) Objectivos gerais c) Vectores de análise 2. Metodologia e Recursos a) Metodologia de projecto b) Recursos c) Fluxo de operações em loja 3. Análise de Resultados a) Análise em linear b) Análise em POS c) Códigos ineficientes (sem leitura POS)

177 3. Análise de Resultados a) Análise em linear (inconformidades) Foram analisados códigos de barras Relativamente às Normas GS1, os códigos de barras têm a seguinte classificação: (74%) apresentaram algum tipo de não conformidade* (26%) cumprem na totalidade os requisitos* Normas GS1 Controladas 74% (20 936) Não Conformes* 26% (7 503) Conformes* *De acordo com as Especificações e Normas Internacionais GS GS1 Portugal 177

178 3. Análise de Resultados a) Análise em linear (inconformidades) Dos 74% (20 936) códigos de barras não conformes, constatou-se a ocorrência total de inconformidades* com a seguinte distribuição: Tipologia de inconformidades* 61% (19 478) Truncagem 18% (5 569) Magnitude Pequena 10% (3 161) Problemas de Localização 9% (2 945) Falta de Zonas Claras 0,43% (137) Erros na Leitura 0,17% (55) Problemas nos EHL *De acordo com as Especificações e Normas Internacionais GS1 1% (432) Cores Incorrectas 2014 GS1 Portugal 178

179 GS1 Portugal Agenda 1. Enquadramento a) Circunstâncias que justificam o projecto b) Objectivos gerais c) Vectores de análise 2. Metodologia e Recursos a) Metodologia de projecto b) Recursos c) Fluxo de operações em loja 3. Análise de Resultados a) Análise em linear b) Análise em POS c) Códigos ineficientes (sem leitura POS)

180 3. Análise de Resultados b) Análise em POS (inconformidades VS eficiência) Dos (74%) CB s analisados com inconformidades* no linear identificaram-se: Eficiência em POS (95%) códigos eficientes, com leitura na 1º passagem 5% (1 030) Sem Leitura (5%) códigos ineficientes, sem leitura na primeira passagem em POS 95% (19 906) Com Leitura 74% (20 936) Não *De acordo com as Conformes* Especificações e Normas Internacionais GS GS1 Portugal

181 GS1 Portugal Agenda 1. Enquadramento a) Circunstâncias que justificam o projecto b) Objectivos gerais c) Vectores de análise 2. Metodologia e Recursos a) Metodologia de projecto b) Recursos c) Fluxo de operações em loja 3. Análise de Resultados a) Análise em linear b) Análise em POS c) Códigos ineficientes (sem leitura POS)

182 3. Análise de Resultados c) Códigos ineficientes (sem leitura POS) Exemplos de códigos de barras sem leitura na primeira passagem em POS: GS1 Portugal 182

183 3. Análise de Resultados c) Códigos ineficientes (sem leitura POS) Exemplos de códigos de barras sem leitura na primeira passagem em POS: GS1 Portugal 183

184 3. Análise de Resultados c) Códigos ineficientes (sem leitura POS) Exemplos de códigos de barras sem leitura na primeira passagem em POS: GS1 Portugal 184

185 3. Análise de Resultados c) Códigos ineficientes (sem leitura POS) Exemplos de códigos de barras sem leitura na primeira passagem em POS: GS1 Portugal 185

186 3. Análise de Resultados c) Códigos ineficientes (sem leitura POS) Exemplos de códigos de barras sem leitura na primeira passagem em POS: GS1 Portugal 186

187 3. Análise de Resultados c) Códigos ineficientes (sem leitura POS) Exemplos de códigos de barras sem leitura na primeira passagem em POS: GS1 Portugal 187

188 3. Análise de Resultados c) Códigos ineficientes (sem leitura POS) Exemplos de códigos de barras sem leitura na primeira passagem em POS: GS1 Portugal 188

189 GS1 Portugal 3. Análise de Resultados Fase 1 Fase 2 Fase 3 Fase 4 Fase 5 Planeamento e preparação Operação e execução em loja Análise de dados e relatórios Acções de Correcção Plano de comunicação 1. Realização de reuniões de planeamento 2. Formação GS1 para preparação das equipas 1. Verificação e controlo no linear 2. Verificação e teste em POS 3. Verificação e análise técnica 1. Processamento e análise de dados 2. Elaboração de relatórios técnicos para cada produto 3. Apresentação de resultados finais 1. Contactar fornecedores 2. Implementar acções correctivas 3. Follow-up 4. Conclusão e Relatório 1. Newsletters e Brochuras GS1 2. Revista Workshops 4. Congresso GS1 5. Eventos Internacionais 3 Semanas 2 Semanas 2 Meses 7 Meses

190 Obrigado! GS1 Portugal 190

191 Contactos Filipe Esteves Gestor Júnior de Projectos Supply Chain/T&L E. Artur Andrade Director Supply Chain/T&L E. GS1 Portugal /CODIPOR R. Prof. Fernando da Fonseca, 16 Esc.II Lisboa GS1 Portugal 191

192 Sync PT Eficiência e Segurança na Informação Área Inovação e Tecnologia GS1 Portugal, 19 de Março de GS1 Portugal

193 GS1 Portugal AGENDA 1. Enquadramento 2. Plataforma Sync PT 3. Qualidade da Informação 4. Regulamento EU-1169/2011

194 GS1 Portugal AGENDA 1. Enquadramento 2. Plataforma Sync PT 3. Qualidade da Informação 4. Regulamento EU-1169/2011

195 GS1 Portugal ENQUADRAMENTO

196 GS1 Portugal ENQUADRAMENTO A Otimização de Processos é um dos principais desafios da Indústria!!! Sincronização de dados mestre entre Retalhistas e Fornecedores pode ajudar a poupar à Cadeia de Valor cerca de 3.5% do Total de Vendas num Ano!!! Melhoria na Gestão de Dados Mestre de Produto e Encomendas Por Correção por erro Exemplo: Para SKU s Potencial Saving 300k - 420k Redução dos tempos de reconciliação Custo estimado de Reconciliação Exemplo: Para Faturas Potencial Saving 24k - 270k Melhoria no time to Shelf Tempo estimado para entrada em Linha 4 semanas Potencial Saving 2 a 6 Semanas

197 ENQUADRAMENTO A necessidade de informação é cada vez maior e os consumidores estão cada vez mais exigentes!!! Informações específicas sobre o produto Comparação de preços Inspiração & ofertas Funções complementares: - Lista de compras - Localização na loja - Etc. Self- Scanning Pagamentos Coupons para Dispositivos móveis Taxa de penetração dos smartphones em Portugal aumenta para os 40.9% GS1 Portugal

198 GS1 Portugal ENQUADRAMENTO Redução dos custos atuais Não necessitam de adaptar algumas das ferramentas às novas necessidades (Regulamentares e Técnicas) Redução das questões relacionadas com a compatibilização e Gestão de Informação Melhoria na Disponibilidade do Produto Aumento de receitas focando o consumidor Agregação e monitorização de informação proveniente do consumidor Conhecer os hábitos de consumo permitindo adequar estratégias de Marketing e Venda

199 GS1 Portugal ENQUADRAMENTO Com todas estas necessidades como se constrói fidelidade à marca e confiança por parte do consumidor???

200 ENQUADRAMENTO Excelência na informação Solução focada na "qualidade" dos dados Existe uma pressão crescente para Soluções que possibilitem: Partilhar dados Mestre Aumentar a eficiência Atender às exigências regulamentares Proteger a marca e aumentar a confiança do consumidor Aumentar as vendas GS1 Portugal

201 GS1 Portugal ENQUADRAMENTO É ai que surge sincronização de dados Global GS1

202 GS1 Portugal ENQUADRAMENTO O ambiente para a sincronização global de dados Dados fidedignos em tempo-real sobre o produto Um ambiente global automatizado baseado nos Standards GS1 para permitir a sincronização de dados contínua e segura entre os parceiros de Negócio. Possibilita que todos os parceiros tenham dados consistentes sobre o item nos seus sistemas de informação e no mesmo momento hoje 10 milhões de artigos nível Global 30 Sistemas certificados que operam em 140 países + 20,000 parceiros de negócio

203 GS1 Portugal AGENDA 1. Enquadramento 2. Plataforma Sync PT 3. Qualidade da Informação 4. Regulamento EU-1169/2011

204 GS1 Portugal PLATAFORMA SYNC PT

205 GS1 Portugal PLATAFORMA SYNC PT A plataforma de sincronização de dados Sync PT permite: Um único ponto de entrada para os dados mestre Introdução mais rápida e fácil de novos artigos Não há necessidade de tabelas de conversão Menos facturas que entram em litígio Forma eficiente de pesos e medidas Optimização do Planeamento de curto prazo Introdução de imagens do produto Gestão da informação para consumidores Menos trabalho administrativo.

206 GS1 Portugal PLATAFORMA SYNC PT

207 GS1 Portugal PLATAFORMA SYNC PT Para além do Retalho & Bens consumo Consumer Electronics Do it yourself & Building materials Healthcare Automobile Financial Services Food Service

208 GS1 Portugal AGENDA 1. Enquadramento 2. Plataforma Sync PT 3. Qualidade da Informação 4. Regulamento EU-1169/2011

209 GS1 Portugal QUALIDADE DA INFORMAÇÃO

210 GS1 Portugal QUALIDADE DA INFORMAÇÃO Uma solução para as necessidades de todos os clientes! Valida, armazena e distribui Informação de Produto Portal GS1 Distribui informação via aplicações móveis e monitoriza as interações dos clientes com as aplicações B2C QA Assegura que a Qualidade da informação corresponde à amostra do produto original Publica, armazena e distribui imagens de produto com qualidade assegurada associadas à informação de produto Media Barcode Verifica a qualidade e legibilidade dos códigos de barras

211 QUALIDADE DA INFORMAÇÃO Portal GS1 Portugal 1. Ponto único de entrada de dados Interface com o utilizador simplificado e com facilidades de importação para a introdução da informação de produto O layout é moderno e existem ajudas explícitas para todos os campos para tornar a experiência do utilizador mais fácil. Objetivo é ser uma ferramenta capaz de responder de forma integrada a todos os serviços: manutenção de fichas de produto, análise da qualidade de informação de produto, análise da qualidade de códigos de barras, imagens e informação para consumidor GS1 Portugal

212 QUALIDADE DA INFORMAÇÃO Qualidade da Informação 2. Sistema de Verificação da Qualidade da informação Deve ser implementado adotando os Standards GS1 para que a introdução de informação esteja em conformidade com os padrões de qualidade reduzindo assim custos para toda a cadeia de valor GS1 Portugal

213 QUALIDADE DA INFORMAÇÃO Códigos de Barras 3. Qualidade do código de Barras Atendendo ao facto de existirem percentagens elevadas de códigos que não estão concebidos de acordo com as especificações da GS1 a sua legibilidade impacta negativamente, sobretudo, na produtividade em frente loja GS1 Portugal

214 QUALIDADE DA INFORMAÇÃO Media 4. Imagens de Produto Cada vez mais a necessidade de informação gráfica está na ordem do dia. As normas GS1 ajudam a que esta informação chegue dos Produtores aos seus parceiros de negócio de forma correta e com a qualidade necessária. A GS1 Portugal, integrado no seu portfólio de serviços já dispõe de um portal para o efeito GS1 Portugal

215 QUALIDADE DA INFORMAÇÃO B2C 5. Agregação e Monitorização de dados Sendo crescente a necessidade do consumidor em obter informação a componente de ligação móvel assume um fator crítico de sucesso na forma de fazer negócio. Com capacidades de ligação à aplicações móveis e de monitorização de leituras dos produtos oferece a capacidade de saber quem, onde e quais os produtos que consomem. Para além disso oferece uma forma de cumprir com regulamentos, nomeadamente 1169 oferecendo a informação nutricional entre outra GS1 Portugal

216 GS1 Portugal AGENDA 1. Enquadramento 2. Plataforma Sync PT 3. Qualidade da Informação 4. Regulamento EU-1169/2011

217 REGULAMENTO EU-1169/2011 Objetivo Mais e melhor informação para o consumidor sobre os géneros alimentícios Áreas de aplicação Dezembro 2014 Menções obrigatórias no rótulo Rotulagem de alergénios Origem do Produto Elegibilidade do Rótulo Venda à Distância Dezembro 2016 Rotulagem nutricional Fonte: Informação ao Consumidor, Guia de Aplicação, APED e FIPA, Outubro GS1 Portugal

218 GS1 Portugal REGULAMENTO EU-1169/2011 Definir requisitos Nacionais para cumprir com o Regulamento. Mapear as necessidades regulamentares para os campos SyncPT aprovando as linhas de orientação internacionais Trabalho de validação com INSA e DGAV e mais recentemente com a ASAE e também com a participação da industria Enquadramento com o GT internacional GS1

219 GS1 Portugal PLATAFORMA SYNC PT Uma solução para as necessidades de todos os clientes! Em todos os objetivos focar sempre a solução nas necessidades do cliente: Quais os maiores custos? Quais as formas de aumentar receita? Foco no Cliente Utilizar as soluções tecnológicas como forma de responder às necessidades e não como o foco da implementação Tecnologia como Ferramenta Vender sem Vender Trabalhar os detalhes importantes para o cliente. Direcionar ofertas além do negócio promovendo e excecionalidade

220 Muito Obrigado CODIPOR Associação Portuguesa de Identificação e Codificação de Produtos R. Prof. Fernando da Fonseca, 16 Esc.II Lisboa T F E. W. Nuno Azevedo Diretor Área Inovação e Tecnologia GS1 Portugal

221 GS1 Global Traceability Programme Carolyn Lee Food Traceability Manager GS1 Global Office, Solutions March 2014

222 Is this product TRACEABLE? Are there ALLERGENS? What are the ORIGINS of the ingredients? 2014 GS1 At least 35 ingredients from 60 countries in a pizza (National Audit Office, 2013) 222

223 Challenges by a food manufacturer Logistics efficiency Frozen line cold carriers Restaurant linedistribution to local chains Each pallet needs to be traced/recorded Complexity of product Daily price variability Changes in suppliers Quality reports Traceability challenges due to recipe change, ingredients, product options Consumer safety Correct product information Ability to ensure product is safe across the supply chain Regulatory requirements Types of ingredients Records of location Origin of food ingredients Traceability systems in place Recall readiness Ability to recall problem products at the shortest time Crisis management and reduce loss in business Brand protection 2014 GS1 223

224 Traceability challenges Level of traceability Accurate and reliable data Fast access to information Big data analytics Interoperability 2014 GS1 224

225 How GS1 can help 2014 GS1 225

226 Providing interoperability in a complex environment What Multiple requirements How Interoperability GS1 GTS & Global Traceability Program 226 TR : Traceability requirements 2014 GS1

227 GS1 Global Traceability Standard: the framework for traceability best practices Defining the traceability process and key concepts Defining minimum requirements for full chain traceability Identification of products, locations, actors Labelling and data capture Traceability links management Data sharing Basis for guidelines and the GS1 Global Traceability Checklist 2014 GS1 227

228 The GS1 Global Traceability Programme Objective Support the implementation of traceability best practices across the supply chain How On site traceability assessments (review traceability systems in place) By trained and accredited auditors Based on the GTS and GS1 Global Traceability Checklist 2014 GS1 228

229 31 pilots world wide in 2009 Aguas Danone Eurofarma Argentina Brasil Fabrica Nacional de Chocolates Confidencial Musgrave Retail (Supervalu) Partner Ireland Colombia Ireland 2014 GS1 Carrefour City CCU TPTE CCU Icestar Friofort Gesex Champion Agrocommerce Nestlé Salmofood Munning Syngenta Viña Indomita Bbraun Telefonica Belgium Chile Carnes Viba San Miguel de Proyectos Agro Old Fashioned Food Central Peruana de Cafetaleros Alicorp Bodega Sotelo Agricultura 3 generaciones Biondi y Cía de Tacna Marcahuasi Denial Betagro Kraft Food México New Zeland Perú Thailand USA

230 Control points covering all aspects of a traceability system he following figure shows the structure of the Control Points section: Traceability GS1 GTC Student Manual Consists of 12 sections: -Objectives -Product definition -Supply Chain Placement -Establishment of Procedures -Flow of Materials -Information Requirements -Documentation Requirements -Structure & Responsibilities -Training -Supply Chain Coordination -Monitoring -Internal and External Audits Based on ISO and GTS 104 Control points 2014 GS1 230

231 Traceability assessments in practice Traceability Implementation Traceability Assessment Global Traceability Report 2014 GS1 Performed by : Organisation/Company May be with help of GS1 MO or / with consultant, Solution Providers Performed by : Global Traceability Accredited Auditor from Auditing Organisation (GS1 MO / consultant/solution provider or other third party) GS1 Global Traceability Auditing Organization 231

232 GS1 Global Traceability Programme in figures 224 students from 64 countries trained 54 accredited auditors in 30 countries 2014 GS1 232

233 Example of companies 2014 GS1 233

234 GS1 Global Traceability Trainers Carolyn Lee GS1 GO Slobodan Romac GS1 Croatia Diana Viales GS1 Costa Rica Heidi Ho GS1 Hong Kong Milagros Davila GS1 Peru Jose Luis GS1 Chile Owen Dance GS1 NZ 2014 GS1 234

235 Know more about traceability GS1

236 Contact Details GS1 Global Office Avenue Louise 326/10 B-1050 Brussels, Belgium T E

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