Introdução EDUCAÇÃO EDUCAÇÃO DO ENSINO SUPERIOR

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1 Trabalho e Saúde

2 Introdução EDUCAÇÃO EDUCAÇÃO DO ENSINO SUPERIOR

3 Introdução Complexas relações trabalho-educaçãodoença e ambiente, territórios de atuação Angústia: O que fazer? Com que apoio posso contar?

4 Introdução Importância dos trabalhadores na educação Objetivos de promover o desenvolvimento, autonomia e a qualidade de vida das populações Políticas relacionadas à garantia de empregos amparados em dispositivos de proteção social

5 Introdução Todo mundo fala que a Educação no país não presta: Não tem professores Professores são desqualificados Não tem materiais E A QUEM INTERESSA ISTO?

6 Gestão do trabalho Ofertar condições de trabalho adequadas ao tipo de tarefa realizada Possibilitar a superação dos desafios, postos para a implantação/implementação de práticas pedagógicas

7 Gestão do trabalho A saúde dos trabalhadores guarda estreita relação com as condições de trabalho Circunstâncias em que o trabalho é realizado Exposição aos riscos físicos, químicos, mecânicos ( provocam acidentes e demandam esforços musculoesqueléticos intensos) e biológicos.

8 Agravantes da exposição aos riscos Os danos da hipersolicitação das capacidades humanas no trabalho Efeitos oriundos do sistema técnico-organizacional Fatores ligados à organização do trabalho

9 Fatores ligados à organização do trabalho Formas de conceber e dividir o trabalho que configuram exposição relevante nos ambientes de trabalho e associam-se a uma série de agravos à saúde (ARAUJO et al., 2003a).

10 Elementos que determinam a situação em que vive o trabalhador: a duração do trabalho; a sua organização e o seu conteúdo; os serviços sociais; a remuneração; os riscos profissionais; os fatores materiais; a fadiga; os problemas sociais; os contratos de trabalho

11 CONTRATOS DE TRABALHO Emprego permanente (duração ilimitada, tempo integral e dedicado a um único empregador) No âmbito do trabalho, a incerteza econômica e a desestabilização do emprego permanente- compressão dos efetivos e a redução dos custos. Política de Reforma do Estado, desprotegem o trabalho e o trabalhador.

12 Gestão do trabalho Condições que o trabalhador encontra para responder à demanda e mobilizar as suas competências podem estar associadas aos resultados alcançados Regras da gestão podem contrariar a pluralidade de registros ou elementos que a atividade de trabalho em educação tenta articular.

13 Gestão do trabalho Como compreender as mudanças que atingem o modo de trabalhar? Como as mudanças influenciam na susceptibilidade dos trabalhadores de educação aos riscos de adoecimento em geral? Que meios os trabalhadores dispõem para enfrentamento?

14 Saúde do trabalhador os pólos produto e processo de trabalho são indissociáveis no caso do trabalho em educação. São atividades sociais mediadoras em um contexto específico, a interação de diferentes sujeitos com distintas necessidades. As condições de trabalho traz modificações nas ações e na maneira de o trabalhador em educação alcançar os objetivos das políticas do setor.

15 Gestão do trabalho Os trabalhadores da Educação nem sempre são encarados pelas políticas de recursos humanos como trabalhadores. O trabalhador da educação- visto como instrumento para prover os serviços Como as condições de trabalho podem influenciar em sua saúde e sua vida?

16 Gestão do trabalho Qualidade do trabalho em educação depende da maneira pela qual o sistema encara as necessidades e a subjetividade dos trabalhadores no exercício de suas tarefas.

17 Gestão do trabalho Tempo para rever as práticas adotadas; Suporte social para o enfrentar dificuldades e carências da comunidade acadêmica; Incentivo às estratégias formais e informais de cooperação, que poderiam orientar os pressupostos da organização do trabalho nos serviços

18 PROCESSOS PRODUTIVOS DO TRABALHO A equipe poderá constituir-se em um dispositivo de mudança no operar o trabalho que contribui na (re)construção de valores, saberes, práticas e relações, com espaços de reflexão e diálogo no seu processo de trabalho, tendo como pressupostos a capacidade de autogoverno e autonomia na condução do seus processos de trabalho.

19 PROCESSOS PRODUTIVOS DO CUIDADO Oportuniza na equipe práticas privadas do trabalhador, onde todos governam a produção de atos de saúde com altos graus de incerteza e com grau não desprezível de autonomia dos trabalhadores para possibilitar processos produtivos para a educação

20 Micropolítica do trabalho em saúde Espaço de trabalho e relações guiado por diferentes interesses, os quais organizam suas práticas e ações: Múltiplas identidades para realização de projetos individuais e coletivos, privado e público perfil do trabalho

21 Micropolítica do trabalho Onde se manifesta e produz subjetividade. SUBJETIVIDADE: é o modo próprio e específico de ser e atuar no mundo e em relação aos demais; Dinâmica: muda de acordo as vivências afetadas por valores e culturas; Produzida socialmente e nunca é acabada, gera processos de subjetivação- o sujeito a si mesmo; Efeitos: maior capacidade de intervir, mudanças

22 Micropolítica do trabalho A subjetividade impulsiona a atuação na micropolítica pelo auto-governo em seus espaços de trabalho, de relações, de vida; Lugar onde a pessoa trabalha e produz, de acordo com certo sentido, determinados fins que são adequados aos seus interesses ou desejos SUBJETIVIDADE: solidário-capitalista; trabalhadores-estudantes.

23 Subjetividade Dispositivo de produção da realidade social, com base a ação dos sujeitos em conexão entre si e com o mundo, por fluxos de intensidades: Encontro entre trabalhadores-estudantes tem a capacidade de afetar um ao outro

24 Subjetividade AFETOS ALEGRIAS OU TRISTEZAS Aumentam ou diminuem sua potência de agir no mundo da vida; Campos energéticos cuidado em ato linhas da vida ou da morte conforme encontro trabalhador/trabalhador trabalhador/estudantes

25 Promoção da saúde Produção linhas da vida acolhimento, vínculo, autonomia, satisfação AUMENTO DA POTÊNCIA DO AGIR. Produção de linhas da morte atendimento sumário, burocracia, heteronomia, insatisfação REDUÇÃO DA POTÊNCIA DO AGIR

26 O DESEJO Força propulsora da ação produtiva no inconsciente do trabalho em educação; Propulsor da construção da realidade social, pelo sujeito por meios que ele percorre, vibrações e fluxos a que se une; Introduz cortes, capturas - nômade e migrante

27 DESEJO NO TRABALHO Produção de energia de uma realidade social; É agenciamento, pois esta sempre em atividade; Associa-se a produção de mundo que se dá por subjetividades desejantes; Trabalho + agenciamentos de desejo - produz o mundo da vida

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