O PROTOCOLO DE CARTAGENA E A EXPORTAÇÃO BRASILEIRA DE SOJA 1 DÉBORA DA COSTA SIMÕES; HELOISA LEE BURNQUIST; ESCOLA SUPERIOR DE AGRICULTURA \\

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1 PRTCL DE CARTAGENA E A EXPRTAÇÃ BRASILEIRA DE SJA DÉBRA DA CSTA SIÕES; HELISA LEE BURNQUIST; ESCLA SUPERIR DE AGRICULTURA \\ PIRACICABA - SP - BRASIL APRESENTAÇÃ RAL Comérco Internaconal PRTCL DE CARTAGENA E A EXPRTAÇÃ BRASILEIRA DE SJA 1 RESU trabalho avala os mpactos da ratfcação do PCB pelo Brasl sobre o comérco nternaconal de soa. Calcularam-se os custos adconas de dentfcação resultantes da assnatura do Protocolo. s números demonstraram que esses custos são mas elevados no Brasl do que nos concorrentes e que essa dferença aumenta quando as exgêncas de dentfcação tornam-se mas rígdas. mpacto desse aumento é feto empregando-se o Equlbrum Dsplacement odel, defnndo-se um cenáro onde apenas o Brasl cumpre as normas de dentfcação do PCB. Em um segundo cenáro, Argentna e EUA também 1 Trabalho resultante da dssertação de mestrado da prmera autora e que contou com o apoo fnancero da Fundação de Amparo à Pesqusa do Estado de São Paulo FAPESP.

2 adotaram meddas equvalentes. s resultados mostram que se a Argentna e os EUA adotarem meddas semelhantes às exgdas pelo PCB, o Brasl, únco país que assnou o protocolo, ncorre em perdas relatvamente maores. Palaras-chaves: Protocolo de Cartagena sobre Bossegurança, soa, comérco nternaconal, Equlbrum Dsplacement odel (ED). ABSTRACT Ths paper evaluates the mpacts of the CPB to Brazl and ts outcomes for soybean nternatonal trade. The addtonal costs to dentfy Ls were calculated to Brazl, Argentna and the US consderng the man proposals submtted durng negotatons. The fgures revealed that the complance costs are greater n Brazl than for ts compettors and ths dfference ncreases as the exgences become strcter. The mpacts of these addtonal costs n the nternatonal market were estmated usng the Equlbrum Dsplacement odel. Consderng a scenaro under whch only Brazl compled wth CPB standards and another where Argentna and the US also adopted equvalent measures. The results showed that Brazl would be harmed n both stuatons. Regardng Argentna and the US, the Scenaro 2 presented better results. Keywords: Cartagena Protocol on Bosafety, soybean, nternatonal trade, Equlbrum Dsplacement odel (ED). 1 INTRDUÇÃ Protocolo de Cartagena sobre Bossegurança (PCB) é um tratado ambental estabelecdo no âmbto da Convenção sobre Dversdade Bológca (CDB), adotada em 1992, no Ro de Janero (Brasl), durante a Cúpula da Terra. PCB fo adotado em 2000 e entrou em vgor em setembro de 2003 com o obetvo prncpal de estabelecer dretrzes para regulamentar e controlar o movmento trans-fronterço de organsmos vvos modfcados (Vs). 2 Nessa perspectva, estão suetos às regulamentações do Protocolo os carregamentos que contenham Vs destnados () ao uso em laboratóro, () à lberação no meo ambente (sementes) e () à almentação humana e anmal ou processamento (V- FFP). Para atngr seu obetvo, o PCB prevê, dentre outras meddas, a defnção de normas e padrões para transporte, embalagem, manuseo, dentfcação e uso de Vs (Artgo 18). Apesar do Protocolo á ter entrado em vgor, essas meddas anda não estão em prátca no cenáro nternaconal porque os países não defnram como operaconalzá-las devdo à complexdade e dversdade de nteresses envolvdos nas negocações. As decsões relaconadas ao Artgo 18 estão dretamente relaconadas ao comérco nternaconal e, por sso, consstem em um dos pontos mas polêmcos das negocações. De fato, a dscussão referente à exgênca de dentfcação de Vs ocupou posção de destaque nas Conferêncas das Partes do Protocolo de Cartagena realzadas até então. Estma-se que as decsões para a mplementação do PCB, ao acarretar em custos adconas para os 2 termo rgansmo Vvo odfcado (V) fo estabelecdo pelo Protocolo de Cartagena para desgnar qualquer organsmo vvo que tenha uma combnação de materal genétco nédta obtda por meo da botecnologa moderna. Sendo que organsmo vvo é consderado qualquer entdade bológca capaz de transferr ou replcar materal genétco, nclusve os organsmos estéres, os vírus e os vródes. Já o termo rgansmo Genetcamente odfcado (G) fo cunhado pela Le braslera de Bossegurança como sendo o organsmo cuo materal genétco tenha sdo modfcado por qualquer técnca de engenhara genétca, onde organsmo é defndo como toda entdade bológca capaz de reproduzr ou transferr materal genétco, nclusve vírus e outras classes que venham a ser conhecdas. Dessa forma, ao longo desse trabalho os dos termos serão usados ndscrmnadamente como snônmos.

3 exportadores, podem afetar sgnfcatvamente a produção, o consumo e comérco agrícola nternaconal (KALAITZANDNAKES, 2004). Como a maor parte do comérco de Vs é destnada para almentação humana ou anmal ou para processamento, consdera-se que o PCB terá efeto apenas para o mercado de commodtes agrícolas. Dessa forma, esse trabalho preocupa-se especfcamente com o Artgo 18, parágrafo 2, alínea (a) do Protocolo. Alguns trabalhos á procuraram mensurar os custos de adoção do PCB para determnados países. Kalatzandonakes (2004), por exemplo, mensurou o custo de se dentfcar mlho G nos carregamentos amercanos e argentnos com base apenas nos testes de laboratóro e levando em consderação 3 alternatvas de dentfcação sob o uso da expressão contém (detecção smples, detecção com dentfcação de eventos e detecção com quantfcação dos eventos). s resultados desse estudo demonstraram que, dependendo da dentfcação exgda os custos com testes poderam varar de US$ 1 a 87 mlhões por ano apenas no país exportador. Consderando as mesmas alternatvas de dentfcação, o estudo de Slvera et al. (2006) teve como obetvo smular o mpacto potencal da mplementação de um sstema de preservação de dentdade e de testes nos custos de grão exportados pelo Brasl (soa e mlho). Além dsso, analsou, com base no número de transbordos (cnco, quatro ou três), três modelos de rotas que são utlzadas para o escoamento de grãos e também o número de eventos a ser dentfcado e/ou quantfcado (de um a ses). s custos de testes sob o cenáro de detecção smples vararam de US$ 21,54 mlhões a US$ 32,31 mlhões, de acordo com as rotas utlzadas. No caso de exgênca de dentfcação de cada evento V, consderando as dferentes rotas e o número de eventos exstentes, os valores ncorrdos seram de US$ 32,31 mlhões a US$ 64,66 mlhões. No cenáro onde sea necessáro dentfcar e quantfcar os eventos Vs os custos são três vezes maores, varando de US$ 43,08 mlhões a US$ 96,96 mlhões. Gruère e Rosegrant (2007) também se basearam nos custos adconas com testes para calcular os efetos potencas do PCB sobre os países da APEC, consderando que os carregamentos devessem ser dentfcados com o termo contém com exgênca de dentfcação de eventos. Com base na análse dos fluxos comercas blateras, os autores concluíram que aproxmadamente 70% das mportações e exportações de mlho, soa, canola e algodão desses países sera afetada. s resultados revelam que os países ncorreram em gastos anuas de US$ 1 a 64 mlhões e que a adoção do Protocolo gerara custos adconas para se produzr novos eventos e varedades de Gs e, anda, aumentara os custos de entrada para países que deseassem ratfcar o acordo. De modo geral, os autores concluem que exgêncas muto rígdas na mplementação de processos, como um sstema de preservação de dentdade ao longo de toda a cadea produtva, elevam demasadamente os custos fxos, com efetos negatvos sobre os produtores agrícolas dos países exportadores e sobre os consumdores dos países mportadores. Nesse contexto, o obetvo prncpal deste trabalho é verfcar as mplcações (em termos de custos) e mpactos potencas da ratfcação do PCB pelo Brasl e quas seus possíves efetos no mercado nternaconal. Para tanto, restrnge-se a análse ao mercado de soa pela mportânca desse produto na pauta de exportação do país e pela ampla dfusão de lavouras Gs nessa cultura no cenáro nternaconal. A hpótese adotada é a de que a ratfcação do PCB pelo Brasl pode acarretar em perda de compettvdade no cenáro nternaconal frente a seus prncpas concorrentes e que essa tendênca será maor quanto mas rígdas forem as exgêncas das normas estabelecdas pelo Protocolo. Espera-se que esse artgo, ao comparar os resultados das negocações em dferentes cenáros, possa oferecer estmatvas relevantes para os formuladores de polítcas e negocadores brasleros. 2 ETDLGIA 2.1 Cálculo dos custos de Implantação do PCB

4 Para calcular os custos de mplantação das exgêncas de dentfcação do PCB para a soa, consderou-se, prmeramente, a realzação dos testes apenas no porto de exportação. No entanto, como o Protocolo não defne o momento mas adequado para a realzação dos testes, estmam-se também os custos com testes sendo realzados ao longo da cadea e, por fm, os gastos adconas decorrentes da mplantação de um sstema de preservação de dentdade. Nesse estudo, segundo o procedmento adotado por Slvera et al (2006), consderouse a realzação de testes de análse de DNA nos portos de exportação e de análse de proteínas nos pontos de transbordo. s preços dos testes em cada país foram obtdos com base em questonáros envados para laboratóros e também na lteratura sobre o assunto conforme dentfcados na Tabela 1. A relação entre a quantdade de soa necessára para se realzar um teste é a mesma adotada por Slvera et al. (2006) e fo obtda através de entrevstas com laboratóros e empresas exportadoras de commodtes. Assm, consdera-se que a cada toneladas de soa são retradas quatro amostras para a realzação do teste PCR (Qualtatvo ou Quanttatvo) e que a cada 30 toneladas é realzado um teste ELISA. Com base na quantdade exportada em 2006 por cada um dos três grandes exportadores, obtêm-se uma ndcação da quantdade de análses que sera realzada em cada país. A partr das nformações contdas na Tabela 1, é possível calcular, para cada país, o custo dos testes por tonelada exportada. cálculo é feto consderando apenas a exstênca de um tpo de evento para a soa G lberado para fns comercas. Tabela 1 Preços dos testes (US$/teste) e quantdade de análses (undades) por país com base no volume exportado em 2006 Brasl Argentna EUA PREÇ DS TESTES - ELISA (US$ / teste) 5,00 (1) 7,00 (2) 3,50 (3) - PCR Qualtatvo (US$/amostra) 215,00 (4) 220,00 (4) 180,00 (5) evento adconal 57,00 (4) 60,00 (4) 45,00 (5) - PCR Quanttatvo (US$/amostra) 337,00 (4) 345,00 (4) 270,00 (5) evento adconal 97,00 (4) 100,00 (4) 82,00 (5) VLUE EXPRTAD (2006) Carregamentos de 30 t Carregamentos de 3000 t NÚER DE ANÁLISES - ELISA 1 evento PCR (4 amostras) Fonte: (1) Slvera et al (2006); (2) Lechardoy (2001); (3) ERS/USDA (2000); (4) Pesqusa; (5) Huang et al (2006) Cabe menconar que a estmatva de custos adconas fo elaborada consderando a opção pelo termo contém e suas varações com relação a exgêncas de dentfcação ou quantfcação de varedades de soa G. Isso fo feto porque a opção pelo termo pode conter pratcamente não alterara os custos nem a estrutura de logístca e comercalzação atuas (HUANG et al, 2006; SILVEIRA et al; 2006; KALAITZANDNAKES;2004, GRUÈRE; RSEGRANT, 2006). Em todos os casos aqu analsados os custos ncluem gastos com despesas portuáras. Com base no estudo de Huang et al (2006) adota-se uma taxa adconal de 20% para os Estados Undos referente aos gastos no porto. mesmo valor é adotado para a Argentna, uma vez que as despesas portuáras nesse país são equvalentes às amercanas. Para o Brasl, onde os gastos portuáros são maores do que em seus concorrentes, adota-se uma taxa de 35%. A Tabela 2 apresenta os cálculos dos custos da mplementação do PCB consderando a realzação de testes no porto de exportação. Nesse caso, o teste utlzado é o PCR de acordo

5 com a sua fnaldade, qual sea, dentfcação ou quantfcação. bserva-se que os custos são um pouco menores nos Estados Undos, onde o preço dos testes é mas baxo, e pratcamente os mesmos para Brasl e Argentna. Tabela 2 - Custos de realzação de testes no porto de exportação (US$/tonelada), de acordo com o nível de exgênca de dentfcação Identfcação Quantfcação Brasl 0,39 0,61 EUA 0,29 0,43 Argentna 0,35 0,55 Nota: Inclu despesas portuáras de 20% para Argentna e EUA e 35% para Brasl Caso sea necessáro realzar testes ao longo de toda a cadea, esses valores podem varar sgnfcatvamente conforme consta na Tabela 3. Nessa stuação, consdera-se que, além do teste PCR realzado no porto, um teste ELISA deve ser realzado a cada transbordo. s resultados evdencam que os custos no Brasl são mas altos do que nos Estados Undos e na Argentna. Isso ocorre porque enquanto o número médo de transbordo no país é 4, nos concorrentes ele não passa de 2 (SILVEIRA; BRGES, 2007). Tabela 3 Custos de realzação de testes ao longo da cadea e no porto de exportação (US$/tonelada) de acordo com o nível de dentfcação Identfcação Quantfcação Brasl 1,06 1,27 EUA 0,53 0,67 Argentna 0,81 1,01 Esses valores podem parecer baxos, mas, consderando o montante exportado pelos países em 2006, eles geram custos totas elevados nos países exportadores que aumentam à medda que o nível de dentfcação se torna mas alto e que novos eventos são desenvolvdos para a soa. Consderando a stuação atual, onde exste apenas uma varedade de soa G comercalzada, esses custos poderam varar de US$ 9,6 a 31,8 mlhões no Brasl. Cabe ressaltar que o custo total na Argentna é menor porque a exportação argentna de soa é nferor à braslera e à amercana (Tabela 4). Como a opção pelo termo contém pode exgr que o país adote um sstema de preservação de dentdade, torna-se nteressante e fundamental comparar os custos de mplementação desses sstemas em cada um dos países. Com esse fm, toma-se como base os valores estmados por Slvera et al (2006), Lechardoy (2001) e ERS/USDA (2000) para o Brasl, Argentna e Estados Undos, respectvamente. No caso braslero a mplementação de um sstema de preservação de dentdade pode gerar custos adconas de US$ 14,00 por tonelada. Na Argentna esse valor é de US$ 9,50 por tonelada e nos Estados Undos ele é estmado em cerca de US$ 8,10 por tonelada. Essas estmatvas ncluem apenas gastos adconas realzados fora da fazenda, ou sea, transporte, armazenamento e testes. Tabela 4 - Custo total de mplementação do PCB (ml US$) de acordo com local e realzação dos testes, o nível de dentfcação País Brasl Argentna Estados Undos Local do Teste 1 ev 1 ev 1 ev PRT EXPRTAÇÃ Identfcação Quantfcação LNG DA CADEIA

6 Identfcação Quantfcação SISTEA DE PI A partr dos valores até então apresentados, verfca-se que a dferença de custos adconas de mplementação do PCB entre o Brasl e seus concorrentes no mercado nternaconal de soa aumenta consderavelmente à medda que as exgêncas de dentfcação tornam-se mas rígdas. Essa tendênca pode preudcar a compettvdade do país no setor, prncpalmente se for decddo que os testes devam ser realzados ao longo de toda a cadea ou que um sstema de preservação de dentdade deva ser mplementado. s custos de cumprmento dessas exgêncas na Argentna, dependendo da forma de dentfcação adotada, representam de 92 a 68% dos custos brasleros. No caso norte-amercano esses custos adconas podem ser 50% mas baxos do que os verfcados no Brasl. Com base nos resultados apresentados, o Brasl é o país que possu maor custo para se adequar aos padrões do Protocolo de Cartagena, ndependentemente do nível de exgênca escolhda. Entretanto, o dferencal dos custos com relação à Argentna e aos Estados Undos aumentam consderavelmente à medda que as meddas de dentfcação exgem procedmentos mas rígdos de análse. Esses custos podem alterar os preços FB relatvos entre os países, mas anda não se pode afrmar se sso ocorre de tal forma que possa preudcar o comérco braslero de soa. Para tanto, aplca-se um modelo de equlíbro parcal. 2.2 étodo: o Equlbrum Dsplacement odel (ED) ED é um modelo de equlíbro parcal que envolve análse de estátca comparatva das funções dentfcadas. Pggott (1992) ressalta três característcas prncpas desse método: () um determnado mercado é representado por um sstema de equações de oferta, demanda e condções de equlíbro, que são apresentadas de forma geral; () o mercado é perturbado por mudanças nos valores de varáves exógenas, as quas são modeladas como deslocadoras da oferta e demanda ncas; e () os mpactos decorrentes dessas mudanças são estmados por combnações lneares do produto das varáves exógenas e suas respectvas elastcdades. modelo analítco utlzado nesse trabalho é o mesmo desenvolvdo por Costa; Xa e Rosson (2007) para estmar os efetos da dmnução dos custos de transporte brasleros no mercado de soa. As funções de oferta, consumo e comérco de soa em grão, farelo e óleo são obtdas tendo como base os pressupostos da teora do consumdor e do produtor. Assume-se que as preferêncas são homotétcas, os mercados são compettvos e que não há complementardade de produção. Consderando que os produtos doméstcos e mportados não são perfetamente substtuíves, defne-se a função de demanda pelo produto doméstco e mportado: * D = D( PD, PD, PX, Y ) * * * D = D ( PD, PD, PX, Y ) em que D é a demanda doméstca de um determnado país por farelo e óleo de soa e D* é a demanda por mportação de desses mesmos produtos. PD é o vetor de preços doméstcos para os dervados de soa, PD* é o vetor de preços para os dervados de soa mportados, PX é o vetor de preços de outros bens e Y é a renda per capta. Em condções de concorrênca perfeta, pelo Lema de Shepard, a oferta do produto fnal e a demanda por nsumos são defndas, respectvamente, como: P = AC( W ) X = X W, Z ( )

7 em que AC é a função de custo médo, P é o vetor de preços do produto fnal, W é o vetor de preços dos nsumos, X é o vetor da quantdade de nsumos e Z é o vetor da quantdade produzda. sstema de equações do modelo defne uma stuação de equlíbro em todos os mercados envolvdos. Quando há um dstúrbo em uma das varáves exógenas, ocorre um novo auste que dfere do equlíbro base. A relação entre mudanças nas varáves endógenas e exógenas pode ser obtda através da dervação de cada equação desse sstema. Encontrando-se o dferencal total das equações apresentadas, as mesmas podem ser escrtas em termos de mudanças relatvas (dx/x = EX) e elastcdades. modelo, á na forma de dferencal, é especfcado a segur, onde se refere aos exportadores; aos mportadores e E ndca varação relatva. As varáves e suas defnções são apresentadas no Quadro 1. I. Dervados da Soa (farelo e óleo) Consumo Produção (1) ED = η EPD + η ' EP (5) EPD = cs EPB + cs EPB (2) ED (3) E = η EPD = ε EPD + η ' EP + ε ' EP (4) E = ε EPD + ε ' EP II. Soa em grão Demanda (9) EBD = os ES + os ES + γ (10) EBD = os ES + os ES B EPB + θ EPB + III. Determnação do Preço de Exportação da Soa B ( 12) EPBS = π EPB (13) EPS = (14) EPS = π π EPS EPS θ EPB (6) EPD (7) EPS (8) EPS ferta ( 11) EBS = cs = cs = cs EPB EPB EPB + = δ EPB + dα cs EPB IV. Restrções Comercas e Condções de Equlíbro ( 15) EPB = EPBS + T / 1+ T ET (16) EP (17) EP (18) ED (19) ED (21) ES (22) ES = ES = ES = = = EPS + = EPS + B (20) EBS = ϕ EBD + ( ) /( 1+ ) /( 1+ ) ϕ E ϕ E ϕ EBD B E E Em que η é a elastcdade-preço da demanda doméstca pelos dervados da soa; η é a elastcdade preço-cruzado da demanda doméstca de farelo e óleo de soa, ou sea, elastcdade de substtução do produto doméstco pelo mportado; ε é a elastcdade pr eçocruzado da demanda por mportação de óleo e farelo, ε é a elastcdade preço da demanda por

8 mportação dos produtos dervados da soa, γ é elastcdade preço da demanda por grão de soa nos países exportadores, θ é elastcdade preço da demanda por so a doméstca e mportada nos países mportadores, δ é a elastcdade de oferta da soa, π é a partcpação do país () nas exportações mundas de soa consderando o valor transaconado, φ é a partcpação do grupo () nas mportações mundas de soa e seus dervados com relação à quantdade comercalzada. s termos cs e os referem-se à partcpação de farelo e óleo na produção total do complexo, sendo que o cs (cost share) é meddo por undade monetára e o os (output share) por undade de volume. Varável Defnção BD demanda de soa em grão no país BD demanda por mportação de soa em grão no país BS oferta mundal de soa em grão BS oferta de soa pelo país D demanda por farelo doméstco no país D demanda por mportação de farelo no país do país demanda por mportação de farelo no país S oferta mundal de farelo S oferta doméstca de farelo no país S oferta doméstca de farelo no país D demanda por óleo doméstco no país D demanda por mportação de óleo no país do país demanda por mportação de óleo no país S oferta mundal de óleo S oferta doméstca de óleo no país S oferta doméstca de óleo no país PB preço do grão de soa no país PB preço do grão de soa no país PBS preço nternaconal da soa em grão PD preço doméstco do farelo no pas P preço de mportação do farelo no país PS preço nternaconal do farelo PS preço de exportação de farelo no país PD preço doméstco do óleo no pas P preço de mportação do óleo no país PS preço nternaconal do óleo PS preço de exportação de óleo no país T,, Varável de restrções ao comérco dos 3 produtos α Varável de mudança da oferta de exportação de soa no país Quadro 1 Varáves do modelo e suas defnções Nesse estudo, os países são dvddos nos seguntes grupos e regões, perfazendo um total de 84 equações no modelo: 1) Exportadores: Brasl, Argentna, Estados Undos 2) Importadores: Chna, Europa, utros Asátcos, Não-Partes do PCB e Resto do undo. s valores dos parâmetros utlzados no modelo foram levantados com base em trabalhos centífcos e estudos elaborados por outros autores, além da base de dados de elastcdades mantda pelo Food and Agrcultural Polcy Research Insttute FAPRI, conforme consta no Quadro 2. Para os valores de os, cs, π e φ calculados pela autora, utlzouse nformações sobre exportações dsponíves nos stes do USDA, no AlceWeb e na SAGPyA. No caso das elastcdades referentes à demanda por mportação de farelo e óleo (ε ), os valores que não foram encontrados na l teratura foram estmados de acordo com o

9 método apresentado no trabalho de Pggott e Wohlgenant (2002), onde a elastcdade por mportação pode ser obtda pela dvsão da elastcdade preço demanda doméstca pela partcpação das mportações no consumo total. Assm, pressupõe-se que o consumo total é uma fração da demanda doméstca, determnado pela elastcdade preço desta últma. Parâmetro Valor F Parâmetro Valor F 1. Dervados de soa 1.1 Elastcdade de demanda doméstca A) Elastcdade-preço do farelo (η ) C) Elastcdade-preço do óleo (η ) η CH = -0,35 (5) B) Elastcdade-preço η CH = 0,14 (1) cruzada do farelo (η ) η EU = -0,41 (5) η EU = 0,23 (1) η AS = -0,25 (5) η AS = 0,19 (2) η NP = -0,30 (5) η NP = 0,187 (3) η RW = -0,30 (5) η RW = 0,187 (3) η CH = -0,38 (5) D) Elastcdade-preço η CH = 0,036 (1) cruzada do óleo (η ) η EU = -0,32 (1) η EU = 0,024 (1) η AS = -0,38 (5) η AS = 0,073 (2) η NP = -0,30 (1) η NP = 0,044 (3) η RW = -0,38 (5) η RW = 0,044 (3) 1.2 Elastcdade de demanda por mportação A) Elastcdade cruzada farelo (ε ) ε CH = 0,80 (1) B) Elastcdade- preço farelo(ε ) C) Elastcdade cruzada óleo (ε ) ε CH = -0,01 (1) ε EU = 0,045 (1) ε EU = -0,64 (1) ε AS = 0,80 (1) ε AS = - 0,426 (4) ε NP = 0,80 (2) ε NP = - 0,511 (4) ε RW = 0,80 (2) ε RW = - 0,933 (4) ε CH = 1,88 (1) D) Elastcdade- preço ε CH = - 0,06 (1) óleo (ε ) ε EU = 0,39 (1) ε EU = - 0,31 (1) ε AS = 1,88 (1) ε AS = - 0,06 (1) ε NP = 0,80 (2) ε NP = - 0,412 (4) ε RW = 0,80 (2) ε RW = - 0,559 (4) 2. Soa em grão 2.1 Elastcdade- preço (γ) γ BR = -0,16 (5) 2.2 Elastcdade do nsumo doméstco (θ ) θ CH = 0,15 (5) γ AR = -0,37 (1) θ EU = 0,10 (5) γ US =-0,44 (1) θ AS = 0,25 (5) θ NP = 0,25 (5) θ RW = 0,15 (5) 2.3 Elastcdade do nsumo mportado (θ ) A) Chna θ BR = -0,15 (1) B) Europa θ BR = -0,015 (1) θ AR = -0,15 (1) θ AR = -0,017 (1) θ US = -0,12 (1) θ US = -0,031 (1) C) Ása θ BR = -0,011 (4) D) Não-PCB θ BR = -0,009 (4) θ AR = -0,012 (4) θ AR = -0,004 (4) θ US = -0,069 (4) θ US = -0,021 (4) E) Resto do undo θ BR = -0,024 (4) θ AR = -0,014 (4) θ US = -0,12 (4) 2.4 Elastcdade de oferta de soa (δ) δ BR = 0,43 (1) δ AR = 0,28 (1)

10 δ US = 0,55 (1) (1) Costa, Xa e Rosson (2007); (2) Wllans, Shumway e Love (2002); (3) estmado pela méda, por falta de dados; (4) calculado pela autora com base no método apresentado por Pggott e Wohlgenant (2002); (5) FAPRI. Quadro 2 Valores de elastcdades utlzados no modelo Com base nos valores das elastcdades e dos outros parâmetros apresentados, o sstema de equações pode ser expresso na forma matrcal: ΠY = ΓZ, em que Π é uma matrz não sngular, de ordem 84x84, que corresponde a todos os parâmetros das varáves endógenas do modelo; Y é um vetor 84x1 das varáves endógenas; Γ é a matrz de parâmetros das varáves exógenas, ou sea, a matrz de choques do modelo; e Z é o vetor das varáves exógenas. No modelo aqu defndo, exstem dezoto varáves exógenas: os deslocadores de oferta dos países exportadores e as tarfas para soa, farelo e óleo nos países mportadores. Assm, Γ sera uma matrz de ordem 84x18 e Z um vetor 18x1. Entretanto, como a análse se restrnge apenas a choques na oferta, construu-se uma matrz Γ de ordem 84x3 e um vetor Z 3x1, para smplfcar os cálculos. Para quantfcar os efetos dos choques exógenos nas varáves endógenas, basta prémultplcar ambos os lados da equação por Π -1. Defnndo B como um vetor de choques exógenos resultante da multplcação ΓZ, tem-se: Y = Π -1 B, sendo B um vetor formado por elementos nulos, com exceção feta àqueles que correspondem às varáves exógenas que sofrerão algum choque externo. No caso, os deslocadores de oferta dos países exportadores. A operaconalzação do modelo fo feta utlzando-se o software atlab, versão resultado obtdo reflete o mpacto nas varáves endógenas em termos de varação de modo que uma mudança de 2% em uma varável gera o resultado de 0,02. 3 RESULTADS E DISCUSSÃ Para mensurar os potencas mpactos do PCB no mercado de soa, dos cenáros prncpas foram consderados na análse. No Cenáro 1 consdera-se que apenas o Brasl cumpre com as exgêncas estabelecdas pelo PCB. Já no Cenáro 2, Argentna e Estados Undos também cumprem as regras do Protocolo. Em ambos os casos a análse compara os mpactos das dferentes alternatvas de dentfcação, quas seam: testes qualtatvos e quanttatvos apenas no porto, testes qualtatvos e quanttatvos ao longo da cadea, e adoção de um sstema de preservação de dentdade. valor do choque em cada cenáro fo defndo com base no custo adconal de cumprmento das normas do PCB em cada uma das stuações passíves de emergr como resultado das negocações. Em seguda, calculou-se o percentual desses custos com relação ao custo de exportação de cada país, aqu consderado como o preço FB, ano base de Esses valores foram utlzados como choques exógenos nas curvas de oferta de soa de cada país exportador de acordo com o cenáro escolhdo, conforme consta na Tabela 5. Como exemplo da operaconalzação no modelo, cta-se o caso da preservação de dentdade no Cenáro 1. custo desse sstema para o Brasl representa 6,07% do preço FB no país. Para calcular seus mpactos, estabelece-se o valor de -0,0607 na lnha do vetor de choques que corresponde ao deslocador da curva de oferta braslera. Dessa forma, multplcando a nversa da matrz de parâmetros orgnas pelo vetor de choques exógenos, obtém-se o vetor de choques das varáves endógenas. Tabela 5 - Valores dos choques exógenos do modelo por cenáro, US$/tonelada, 2006 Exgênca 1. Testes no porto Cenáro 1 Cenáro 2 Brasl Brasl Argentna EUA

11 Qualtatvo (1 evento) 0,17 0,17 0,15 0,12 Quanttatvo (1 evento) 0,26 0,26 0,24 0,18 2. Testes em toda cadea Qualtatvo (1 evento) 0,46 0,46 0,36 0,22 Quanttatvo (1 evento) 0,55 0,55 0,44 0,28 3. Preservação de dentdade 6,07 6,07 4,17 3,37 Como o obetvo central desse trabalho é verfcar os mpactos potencas da ratfcação do PCB pelo Brasl no mercado nternaconal de soa, a análse concentra-se mas detalhadamente nos resultados obtdos para a mportação e exportação de soa e seus dervados. 3.1 Cenáro 1 Apenas o Brasl cumpre as exgêncas do PCB s resultados do Cenáro 1, consderando as dversas alternatvas de dentfcação, são apresentados, em varação percentual, na Tabela 6. Para complementar a análse, verfcou-se qual o resultado dessa varação no volume comercalzado (Tabela 7) e no valor transaconado (Tabela 8). Para tanto, foram utlzados como base a méda de mportação, exportação, consumo e preços de 2003 a bserva-se, nesse caso, que a magntude dos mpactos, ndependente do sentdo, aumenta de acordo com o nível de exgênca de dentfcação. Consderando o mercado de soa em grão, depreende-se dos resultados que a mplementação do PCB pelo Brasl afetara negatvamente as exportações brasleras, com uma varação de 0,10% a 3,5%. Apesar de ser baxa, essa varação corresponde a perdas na casa de US$ 5,03 mlhões a US$ 179 mlhões. Assm, verfca-se também que o maor rgor no nível de dentfcação aumenta consderavelmente os mpactos no mercado. Nesse caso, a dferença entre o nível nferor e superor chega a US$ 174 mlhões, ou sea, a perda da adoção de um sstema de PI para o Brasl é 36 vezes superor à alternatva de dentfcar a mercadora qualtatvamente na regão portuára. Nesse contexto, sob qualquer alternatva, as exportações amercanas dmnuram e as vendas argentnas sofreram um aumento de até 4,8%. Isso sgnfca que as exportações mundas sofreram uma queda de 23,8 ml a 849,5 ml toneladas, ou sea, uma varação de 0,04% a 1% da méda de 2003 a Em termos monetáros, essas mudanças seram na ordem de US$ 188,99 mlhões. A queda nas mportações sera anda maor, varando de 49 ml a 1,7 mlhão de toneladas. Como a demanda se retra relatvamente mas do que a oferta, há uma dmnução no preço nternaconal da soa. Essa varação, porém, não é muto expressva, chegando a um máxmo de 0,06% ou US$ 0,14 por tonelada. A dferença no volume de soa exportada e mportada podera ser suprda por um aumento na produção doméstca dos países exportadores ou pela elevação do volume de vendas de farelo e óleo. Pelos resultados obtdos, verfca-se que, de modo geral, a oferta mundal de farelo sofrera uma retração de 7,6 ml a 273 ml toneladas enquanto as exportações de óleo aumentaram em 1,3 ml a 46 ml toneladas, valores que correspondem a cfras de US$ 1,3 mlhão a US$ 46,6 mlhões e US$ 0,6 mlhão a US$ 21,9 mlhões, respectvamente. No caso do Brasl, entretanto, havera um aumento das exportações de ambos os produtos em qualquer alternatva de dentfcação. Para o farelo, o ncremento no volume exportado sera de 726 a toneladas. Já para o óleo, esses valores fcaram na faxa de a toneladas. Assm, dferentemente do que ocorre no mercado de grão, no mercado de dervados de soa o Brasl conqustara uma maor fata de mercado em detrmento da partcpação de seus concorrentes. Essa tendênca ndca que o PCB podera ncentvar o processamento do grão nos países exportadores.

12 Apesar dsso, cabe ressaltar que os ganhos obtdos com o farelo e o óleo não seram sufcentemente grandes para cobrr os resultados negatvos no mercado de grãos. Desse modo, consderando todo o complexo da soa, o Brasl podera sofrer perdas US$ 3,7 mlhões a US$ 134 mlhões (Tabela 8). Esse resultado podera ser mnmzado caso não ocorresse uma queda de 14,56% no preço nternaconal do farelo, o que corresponde a US$ 31,74. s resultados revelam que a opção pelo nível de dentfcação mas rígdo mplcara em perdas fnanceras excessvamente altas para o Brasl quando comparadas às demas opções. Para que sso pudesse ser compensado, sera necessáro que a adoção de tal sstema gerasse uma maor segurança nos mportadores, o que ncentvara a demanda. No que tange à escolha por testes qualtatvos e quanttatvos, nfere-se que a dferença entre essas opções é proporconalmente maor no caso de testes realzados apenas na regão portuára. Nessa stuação, os mpactos dos testes quanttatvos seram 53% maores do que o dos qualtatvos. A ratfcação do PCB pelo Brasl mplca em perdas mas sgnfcatvas para o país do que para seus concorrentes no mercado nternaconal de soa. Analsando todo o complexo, o Cenáro 1 trara mpactos negatvos para Brasl e EUA na faxa de US$ 3,7 mlhões a US$ 133 mlhões e US$ 3 a US$ 106 mlhões, respectvamente. A Argentna, no entanto, se benefcara dessa stuação com ganhos de US$ 0,76 mlhão a US$ 27,6 mlhões. Esse contexto, porém, não sera sufcente para alterar de modo sgnfcatvo a atual confguração do mercado em termos de market-share. Para se ter uma déa, a maor mudança sera sentda no mercado de óleo, onde o Brasl conqustara 0,88 pontos percentuas do mercado em detrmento dos outros exportadores, prncpalmente da Argentna. Para que a ratfcação do PCB trouxesse benefícos ao país, depreende-se da análse que sera necessáro um aumento na demanda pelo produto braslero. Entretanto, é mportante ter em mente que tanto a Argentna como os EUA podem adotar meddas equvalentes às exgdas pelo PCB para atender os mercados onde exste um aumento de demanda potencal por produtos exportados em conformdade com o PCB, flexbldade que não é permtda ao Brasl. Para fns de comparação, os mpactos de um cenáro onde todos os exportadores ncorrem com custos de mplementação do PCB são analsados na próxma seção. Pelas lmtações do modelo, consderou-se o aumento dos custos na totaldade das exportações argentnas e amercanas. Tabela 6 Cenáro 1: Impactos do PCB no mercado nternaconal de soa (var %)

13 Alternatvas de dentfcação Item analsado Porto Cadea Qualt (1) Quant (1) Qualt (1) Quant (1) PI ferta de soa (EBS) Brasl -0,10% -0,15% -0,26% -0,32% -3,50% Argentna 0,13% 0,21% 0,36% 0,44% 4,80% US -0,04% -0,07% -0,12% -0,14% -1,58% Demanda por mportação de soa (EBD) Chna -0,04% -0,07% -0,12% -0,14% -1,52% EU -0,10% -0,15% -0,26% -0,32% -3,50% Ása -0,10% -0,15% -0,26% -0,32% -3,50% NPCB -0,10% -0,15% -0,26% -0,32% -3,50% RW -0,10% -0,15% -0,26% -0,32% -3,50% Preços Internaconas Soa 0,00% 0,00% 0,00% -0,01% -0,06% Farelo -0,41% -0,62% -1,10% -1,32% -14,56% Óleo 0,11% 0,17% 0,30% 0,36% 3,94% ferta de farelo (ES) Brasl 0,01% 0,01% 0,01% 0,02% 0,19% Argentna -0,03% -0,05% -0,08% -0,10% -1,10% US -0,02% -0,03% -0,06% -0,07% -0,80% Demanda por farelo (E) éda 0,02% 0,03% 0,06% 0,07% 0,77% Preço de Exportação do farelo (EPS) Brasl -0,11% -0,17% -0,30% -0,36% -3,99% Argentna 0,01% 0,01% 0,02% 0,02% 0,23% US -0,09% -0,14% -0,24% -0,29% -3,22% ferta de Óleo (ES) Brasl 0,10% 0,15% 0,26% 0,32% 3,50% Argentna -0,02% -0,03% -0,06% -0,07% -0,77% US -0,01% -0,01% -0,02% -0,02% -0,26% Demanda por óleo (E) éda 0,02% 0,03% 0,06% 0,07% 0,73% Preço de Exportação do óleo (EPS) Brasl -0,08% -0,12% -0,21% -0,25% -2,77% Argentna -0,08% -0,13% -0,23% -0,27% -3,03% US -0,11% -0,18% -0,31% -0,37% -4,10% Fonte: Resultados do modelo Tabela 7 Cenáro 1: Impactos do PCB no mercado nternaconal de soa (ton) Alternatvas de dentfcação Item analsado Porto Cadea Qualt (1) Quant (1) Qualt (1) Quant (1) PI ferta de soa (EBS) Brasl (22.163) (33.896) (59.970) (71.703) ( ) Argentna US (12.143) (18.571) (32.858) (39.285) ( ) Demanda por mportação de soa (EBD) Chna (10.222) (15.634) (27.660) (33.071) ( ) EU (16.139) (24.683) (43.670) (52.213) ( ) Ása (6.479) (9.910) (17.533) (20.963) ( ) NPCB (2.898) (4.433) (7.843) (9.377) ( ) RW (13.472) (20.604) (36.453) (43.584) ( ) ferta de farelo (ES) Brasl Argentna (6.904) (10.558) (18.680) (22.335) ( ) US (1.473) (2.252) (3.985) (4.765) (52.585) Demanda por farelo (E) éda ferta de Óleo (ES) Brasl Argentna (1.093) (1.672) (2.958) (3.537) (39.035) US (44) (67) (118) (141) (1.558) Demanda por óleo (E) éda Fonte: Resultados do modelo Tabela 8 Cenáro 1: Impactos do PCB no mercado nternaconal de soa (US$)

14 Alternatvas de dentfcação Item analsado Porto Cadea Qualt (1) Quant (1) Qualt (1) Quant (1) PI ferta de soa (EBS) Brasl (ml US$) (5.031) (7.694) (13.613) (16.276) ( ) Argentna (ml US$) US (ml US$) (2.659) (4.067) (7.196) (8.603) (94.953) Demanda por mportação de soa (EBD) Chna (ml US$) (2.433) (3.721) (6.583) (7.871) (86.866) EU (ml US$) (3.841) (5.875) (10.393) (12.427) ( ) Ása (ml US$) (1.542) (2.359) (4.173) (4.989) (55.062) NPCB (ml US$) (690) (1.055) (1.867) (2.232) (24.630) RW (ml US$) (3.206) (4.904) (8.676) (10.373) ( ) Preços Internaconas Soa (0,00) (0,01) (0,01) (0,01) (0,14) Farelo (0,89) (1,36) (2,40) (2,88) (31,74) Óleo 0,59 0,90 1,60 1,91 21,10 ferta de farelo (ES) Brasl (ml US$) Argentna (ml US$) (1.125) (1.721) (3.045) (3.641) (40.178) US (ml US$) (312) (478) (845) (1.010) (11.148) Demanda por farelo (E) éda (ml US$) Preço de Exportação do farelo (EPS) Brasl (0,20) (0,31) (0,54) (0,65) (7,19) Argentna 0,01 0,02 0,03 0,03 0,38 US (0,19) (0,29) (0,52) (0,62) (6,84) ferta de Óleo (ES) Brasl (ml US$) Argentna (ml US$) (509) (779) (1.379) (1.648) (18.190) US (ml US$) (22) (34) (59) (71) (784) Demanda por óleo (E) éda (ml US$) Preço de Exportação do óleo (EPS) Brasl (0,36) (0,56) (0,99) (1,18) (13,02) Argentna (0,40) (0,61) (1,07) (1,28) (14,14) US (0,58) (0,88) (1,56) (1,87) (20,63) Fonte: Resultados do modelo 3.2 Cenáro 2 Todos os exportadores cumprem as exgêncas do PCB esmo não tendo ratfcado o PCB, EUA e Argentna podem adotar meddas equvalentes às estabelecdas por esse acordo com o obetvo de atender a demanda dos mportadores. s resultados desse cenáro são apresentados em varação percentual ( Tabela 9) em volume (Tabela 10) e valores monetáros ( Tabela 11). Analsando os resultados obtdos para soa em grão, percebe-se que as exportações brasleras dmnuram 0,25% a 7,83% enquanto as vendas externas argentnas aumentaram em 0,11% a 4,08% e amercanas, em 0,12% a 3,01%. Assm, o produto braslero perdera compettvdade dante dos concorrentes devdo aos custos mas elevados para a mplementação das meddas exgdas pelo PCB. Tal stuação acarretara em perdas que varam de US$ 12,9 mlhões a US$ 402 mlhões. Com relação aos concorrentes, o aumento mplcara em um adconal de 24,5 ml a 923 ml toneladas de soa exportada pela Argentna e de 27,47 ml a 681,5 ml toneladas ofertadas pelos Estados Undos. Esse ncremento gerara um aumento na arrecadação de dvsas que pode varar de US$ 5,6 mlhões a US$ 210,4 mlhões e de US$ 6,0 mlhões a US$ 149,2 mlhões, respectvamente. Baseando-se nesses resultados, observa-se uma pequena queda na partcpação braslera nas exportações mundas de soa. No nível de exgênca menos rgoroso, o marketshare do Brasl passara de 39, 08% a 38,98%. Já com a adoção de um sstema de PI, a partcpação sera de 36,13%. Dentre os países exportadores, a Argentna sera a que mas se

15 benefcara nesse cenáro, consegundo aumentar sua fata de mercado em até 2 pontos percentuas. Nesse cenáro, verfca-se uma dmnução na oferta nternaconal de soa, o que provoca um aumento nos preços nternaconas do produto de 0,01% a 0,26%, o que em valores monetáros representa uma varação de US$ 0,02 a US$ 0,61. Embora esse valor sea pequeno, ele é sufcente para provocar uma dmnução da demanda por mportação de soa, estmulando a produção doméstca nos países mportadores. Conseqüentemente, a compra de soa no mercado nternaconal podera sofrer um decréscmo de 0,44% a 1,24%, sendo que essa varação chegara a 13,61% caso os países decdam exgr a adoção de um sstema de PI para dentfcar os carregamentos transgêncos. Esses resultados, então, preudcaram o comérco nternaconal, afetando o mercado de farelo e óleo. No mercado de farelo, o Brasl tera uma perda de 0,03% a 0,76% das exportações anuas e a Argentna, de 0,07% a 2,06%. s Estados Undos, por sua vez, aumentaram suas vendas em até 0,17%, ou sea, 22 ml toneladas. Como esse valor é baxo comparado à dmnução das vendas brasleras e argentnas, há uma dmnução no comérco nternaconal desse produto. Pelos resultados, nfere-se também que ndependentemente da opção de dentfcação escolhda, não havera alteração do market-share no mercado de farelo. Com relação ao óleo, a stuação se dfere um pouco. bserva-se um ncremento de até US$ 81,6 mlhões nas exportações brasleras e uma queda máxma de US$ 44,6 mlhões nas vendas conuntas dos seus concorrentes. Nesse caso, o Brasl aumentara a partcpação no mercado em até 2 pontos percentuas, aprovetando-se da perda de compettvdade do produto argentno. Anda com relação ao mercado de produtos dervados, verfca-se um aumento na demanda por mportações tanto de farelo como de óleo. Nos dos casos, entretanto, esse rtmo de crescmento não é acompanhado pelas exportações. caso é mas grave no mercado de farelo, onde as exportações chegam a car cerca de 362 ml toneladas. excesso de demanda nternaconal podera ser explcado pela baxa nos preços nternaconas desses produtos e podera ser suprda pela produção doméstca ou até mesmo por outros fornecedores. Levando-se em consderação todo o complexo da soa em um cenáro onde todos os exportadores cumprssem as exgêncas estabelecdas pelo Protocolo, o Brasl acumulara perdas não mportando a decsão tomada pelos negocadores. Ao mesmo tempo, Argentna e Estados Undos se aprovetaram da perda de compettvdade do produto braslero, gerando resultados postvos para os países. Consderando que ao longo da cadea fossem realzados testes quanttatvos, a perda para o Brasl sera de US$ 29,87 mlhões, enquanto Argentna e Estados Undos chegaram a ganhar US$ 12,4 mlhões e US$ 16,4 mlhões. Já com um sstema de PI, esses valores chegaram a US$ 329 mlhões, US$ 139,8 mlhões e US$ 134,16 mlhões, respectvamente. Tabela 9 Cenáro 2: Impactos do PCB no mercado nternaconal de soa (var %)

16 Alternatvas de dentfcação Item analsado Porto Cadea Qualt (1) Quant (1) Qualt (1) Quant (1) PI ferta de soa (EBS) Brasl -0,25% -0,39% -0,58% -0,71% -7,83% Argentna 0,11% 0,17% 0,31% 0,37% 4,08% US 0,12% 0,20% 0,31% 0,37% 3,01% Demanda por mportação de soa (EBD) Chna -0,16% -0,26% -0,38% -0,47% -4,91% EU -0,25% -0,39% -0,58% -0,71% -7,83% Ása -0,25% -0,39% -0,58% -0,71% -7,83% NPCB -0,25% -0,39% -0,58% -0,71% -7,83% RW -0,25% -0,39% -0,58% -0,71% -7,83% Preços Internaconas Soa 0,01% 0,01% 0,02% 0,02% 0,26% Farelo -0,33% -0,50% -0,94% -1,12% -12,35% Óleo -0,30% -0,51% -0,77% -0,93% -7,53% ferta de farelo (ES) Brasl -0,03% -0,04% -0,06% -0,07% -0,76% Argentna -0,07% -0,10% -0,15% -0,18% -2,06% US 0,01% 0,02% 0,00% 0,00% 0,17% Demanda por farelo (E) éda 0,07% 0,11% 0,19% 0,23% 2,12% Preço de Exportação do farelo (EPS) Brasl -0,41% -0,63% -0,95% -1,16% -12,23% Argentna 0,02% 0,03% 0,06% 0,07% 0,57% US -0,34% -0,53% -0,79% -0,97% -10,22% ferta de Óleo (ES) Brasl 0,25% 0,39% 0,58% 0,71% 7,83% Argentna -0,07% -0,11% -0,19% -0,23% -2,12% US -0,06% -0,09% -0,14% -0,17% -1,59% Demanda por óleo (E) éda 0,08% 0,13% 0,20% 0,24% 2,50% Preço de Exportação do óleo (EPS) Brasl -0,31% -0,48% -0,72% -0,88% -9,29% Argentna -0,32% -0,50% -0,74% -0,91% -9,71% US -0,47% -0,73% -1,11% -1,36% -13,98% Fonte: Resultados do modelo Tabela 10 Cenáro 2: Impactos do PCB no mercado nternaconal de soa (ton) Alternatvas de dentfcação Item analsado Porto Cadea Qualt (1) Quant (1) Qualt (1) Quant (1) PI ferta de soa (EBS) Brasl (57.194) (87.647) ( ) ( ) ( ) Argentna US Demanda por mportação de soa (EBD) Chna (39.362) (61.276) (92.035) ( ) ( ) EU (60.585) (92.843) ( ) ( ) ( ) Ása (60.585) (92.843) ( ) ( ) ( ) NPCB (60.585) (92.843) ( ) ( ) ( ) RW (60.585) (92.843) ( ) ( ) ( ) ferta de farelo (ES) Brasl (3.899) (6.005) (7.520) (9.507) ( ) Argentna (8.880) (13.427) (19.870) (24.428) ( ) US (370) Demanda por farelo (E) éda ferta de Óleo (ES) Brasl Argentna (1.757) (2.822) (4.657) (5.608) (52.953) US (1.375) (2.216) (3.519) (4.262) (39.585) Demanda por óleo (E) éda Fonte: Resultados do modelo

17 Tabela 11 Cenáro 2: Impactos do PCB no mercado nternaconal de soa (US$) Alternatvas de dentfcação Item analsado Porto Cadea Qualt (1) Quant (1) Qualt (1) Quant (1) PI ferta de soa (EBS) Brasl (ml US$) (12.983) (19.896) (29.741) (36.472) ( ) Argentna (ml US$) US (ml US$) Demanda por mportação de soa (EBD) Chna (ml US$) (9.368) (14.584) (21.904) (26.813) ( ) EU (ml US$) (14.419) (22.097) (33.031) (40.507) ( ) Ása (ml US$) (14.419) (22.097) (33.031) (40.507) ( ) NPCB (ml US$) (14.419) (22.097) (33.031) (40.507) ( ) RW (ml US$) (14.419) (22.097) (33.031) (40.507) ( ) Preços Internaconas Soa 0,02 0,03 0,04 0,05 0,61 Farelo (0,72) (1,10) (2,05) (2,44) (26,93) Óleo (1,62) (2,71) (4,10) (4,99) (40,26) ferta de farelo (ES) Brasl (ml US$) (702) (1.081) (1.354) (1.711) (18.625) Argentna (ml US$) (1.447) (2.189) (3.239) (3.982) (45.902) US (ml US$) (79) Demanda por farelo (E) éda (ml US$) Preço de Exportação do farelo (EPS) Brasl (0,73) (1,14) (1,71) (2,09) (22,02) Argentna 0,03 0,05 0,10 0,11 0,94 US (0,72) (1,12) (1,67) (2,05) (21,66) ferta de Óleo (ES) Brasl (ml US$) Argentna (ml US$) (819) (1.315) (2.170) (2.614) (24.676) US (ml US$) (692) (1.115) (1.770) (2.144) (19.911) Demanda por óleo (E) éda (ml US$) Preço de Exportação do óleo (EPS) Brasl (1,46) (2,27) (3,37) (4,14) (43,67) Argentna (1,51) (2,33) (3,43) (4,22) (45,26) US (2,36) (3,69) (5,59) (6,83) (70,31) Fonte: Resultados do modelo 4 CNCLUSÕES s cálculos fetos nesse estudo demonstraram que os custos de mplementação do PCB são superores no Brasl do que nos seus prncpas concorrentes, Argentna e Estados Undos. Além dsso, a dferença desses custos aumenta à medda que as normas de dentfcação tornam-se mas rígdas, fator que dmnu a compettvdade do produto braslero. mpacto desses custos no mercado nternaconal de soa fo mensurado pela aplcação do ED em dos cenáros dstntos. s resultados evdencam que ambos os cenáros mplcaram em perdas para o Brasl, sendo que a stuação é mas grave no Cenáro 2. Consderando todo o complexo de soa, as perdas brasleras chegaram a US$ 133 mlhões no prmero caso e a US$ 329 mlhões, no segundo. bserva-se, no entanto, que tal stuação podera estmular o processamento da soa no Brasl e as exportações de farelo e óleo. s números foram mas favoráves no Cenáro 1, onde ocorre um aumento nas vendas externas tanto de farelo como de óleo. No Cenáro 2, os resultados postvos restrngem-se apenas ao mercado de óleo. Entretanto, em nenhum dos casos os ganhos são grandes o sufcente para superar a perda no mercado de soa em grão. s Estados Undos, prncpal produtor e exportador de soa, seram preudcados no Cenáro 1, com uma dmnução de até US$ 106,8 mlhões no valor de suas vendas de soa, farelo e óleo. No Cenáro 2, entretanto, o país podera aumentar suas exportações em até US$ 134 mlhões. A Argentna, por sua vez, tera resultados postvos em qualquer um dos

18 cenáros analsados, sendo que os ganhos seram maores no Cenáro 2. Dessa forma, deve-se esperar que Argentna e Estados Undos, mesmo não tendo ratfcado o PCB, cumpram suas exgêncas para obter melhores resultados no mercado. Nesse caso, os mpactos para o Brasl devem ser mas acentuados. Então, o Brasl deve negocar com equlíbro os nteresses ambentas e econômcos para que evte perdas desnecessáras que podem preudcar o comérco nternaconal do país. Com relação à partcpação dos países no mercado nternaconal, apesar da varação no volume de vendas, não se observam mudanças sgnfcatvas em nenhuma das stuações analsadas. s maores mpactos seram no mercado de óleo, onde o Brasl conqustara 0,88 e 2 pontos percentuas nos Cenáros 1 e 2, respectvamente. Assm, mesmo com os custos adconas, o Brasl contnuara sendo o segundo maor exportador de soa em grão e o líder no mercado do complexo como um todo. s resultados também demonstram que a opção pela realzação de testes apenas na regão portuára ou em toda a cadea mplca em mpactos dstntos, os quas são maores no segundo caso. A decsão por testes qualtatvos e quanttatvos também nfluenca nas conseqüêncas da adoção do PCB, mas a dferença entre eles é maor quando se consderam os testes no porto É mportante ter cênca de que o modelo aplcado oferece resultados nteressantes, mas possu algumas lmtações. Ele não consdera, por exemplo, que a soa em grão possa ser utlzada como bocombustível. Embora atualmente tal lmtação anda não sea muto restrtva, nos próxmos anos o uso de soa para produzr combustível, pode acarretar em alterações na estrutura do mercado. utro fator relevante é que o modelo também não leva em consderação que as exgêncas e a tolerânca com relação a produtos G também se estendem ao mercado de dervados, mesmo que o farelo e o óleo não entrem no escopo do PCB. Assm, os resultados obtdos para a produção de farelo e óleo nos países exportadores nos dos cenáros não seram tão otmstas, colocando em cheque até mesmo o estímulo ao processamento. Por fm, a últma lmtação está dretamente relaconada aos modelos ED em geral e refere-se à mportânca dos parâmetros na determnação do resultado fnal. Isso mplca em dzer que um valor de elastcdade mal mensurado pode comprometer o resultado como um todo. Para mnmzar esse problema, dentfcaram-se fontes confáves e de renome nternaconal. utra solução sera fazer um modelo estocástco, onde o ntervalo dos resultados fosse vnculado a estmatvas de probabldade de valores dos parâmetros. 5 REFERÊNCIAS BIBLIGRÁFICAS CSTA, R; XIA, Y; RSSN, P. An Assessment of the Global Soybean Industry: An Applcaton of Stochastc Equlbrum Dsplacement odel. Apresentado no SUTHERN AGRICULTURAL ECNICS ASSCIATIN EETING, Alabama, Feverero de ERS/USDA. Botechnology: US Gran Handlers Look Ahead. Washngton: Agrcultural utlook, Aprl, GRUÈRE, G.; RSEGRANT,. Assessng the Bosafety Protocol s Proposed Strngent Informaton Requrements n APEC. In: APEC s 5 th meetng of the Hgh Level Polcy Dalogue on Agrculture Botechnology. Hanó, Vetnã, Feverero de dapostvos: color. HUANG, J. et al. Is the Bosafety Protocol Hnderng or Protectng the Developng World: Learnng from Chna s Experence Artgo ceddo pelo autor. KALAITZANDNAKES, N. The Potental Impacts of the Bosafety Protocol on Agrcultural Commodty Trade. IPC Technology Issue Bref LECHARDY,. El compleo soero argentno ante la necesdad de segregar productos no modfcados genétcamente. Unversdad de Belgrano: (Documento de Trabao n

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