Relatório Final da Fase I. Grupo Consultivo. Aeronaves Amadoras/Experimentais

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1 Relatório Final da Fase I Grupo Consultivo Aeronaves Amadoras/Experimentais São José dos Campos, 31 de julho de

2 SUMÁRIO Acordo do Grupo Consultivo INTRODUÇÃO ESTRATEGIA DE TRABALHO ELABORAÇÃO DO PLANO DE COMUNICAÇÃO RESULTADOS DA PRIMEIRA REUNIÃO PLANOS DE IDENTIFICAÇÃO DOS PROBLEMAS E NECESSIDADES DOS USUÁRIOS PLANO PARA O ESTUDO COMPARATIVO DOS REGULAMENTOS E PROCEDIMENTOS DO BRASIL E DE OUTROS PAISES Apresentações dos estudos comparativos Conclusões PRINCIPAIS RESULTADOS Comentários coletados referentes ao Processo H3: Total de comentários coletados: Propostas do GC para a ANAC sobre o Processo H Resumo das questões sobre o H3 do item Detalhamento da proposta correspondente à questão 17 do item ANEXOS

3 1.0 INTRODUÇÃO A Organização Brasileira para o Desenvolvimento da Certificação Aeronáutica (DCA-BR) recebeu no dia 07 de abril de 2009 o Ofício n o 0045/2009-SAR/ANAC da Agencia Nacional de Aviação Civil (ANAC) solicitando a realização de um estudo para a elaboração de propostas de regulamentos e procedimentos relativos à aviação amadora/experimental no Brasil. Neste contexto o presente trabalho se divide em 4 capítulos cada um correspondendo a uma das etapas solicitadas no referido Ofício. O capítulo 1 introduz as primeiras tarefas da DCA-BR referente à formação do Grupo Consultivo (GC); O capítulo 2 apresenta as atividades relacionadas à estratégia do trabalho através do plano de comunicação, identificação de problemas e necessidades e estudos comparativos, consulta aos usuários sobre as dificuldades do sistema regulatório atual e os interesses dos proprietários e usuários de aeronaves amadoras/experimentais; O capítulo 3 apresenta as atividades relacionadas ao estudo comparativo dos regulamentos e procedimentos adotados pelo Brasil e outros países; e O capítulo 4 apresenta, com base nos dados levantados, as propostas relacionadas à primeira fase das atividades com propostas para melhorias dentro dos atuais regulamentos e procedimentos. Para inicio das atividades foi elaborado o cronograma de atividades mostrado abaixo, onde foram disponibilizados os prazos para cada etapa, divididas em: a) Formação do Grupo Consultivo; b) Especificações; c) Regulamentação; d) Escopo da proposta a ser entregue a ANAC; e e) Termo de Referencia Concluído. 3

4 Os prazos foram atualizados à medida que as etapas foram concluídas, permitindo dentro do contexto previamente acordado monitorar a data final de entrega do trabalho. Abaixo segue a planilha que representa o Plano de Gerenciamento de Risco do trabalho seguido pelo Grupo Consultivo. 4

5 PLANO DE GERENCIAMENTO DE RISCOS IDENTIFICAÇÃO ANALISE RESPOSTA AO RISCO CONTROLE TIPO Descrição do risco PROB IMPACT I x P Responsável Prazo R1 Não recebimento de e mail Entrar em contato por telefone dentro de datas previamente acertadas GRUPO CONSULTIVO 10 R2 Não envolvimento nas atividades Enviar , telefonar, alinhamento nas reuniões com datas GRUPO CONSULTIVO 120 R3 Não cumprimento das etapas solicitadas Atender ao cronograma e extensões. GRUPO CONSULTIVO 120 R4 Baixo número de adesão Executar o Plano de Comunicação GRUPO CONSULTIVO 75 EXTERNOS R5 Baixo número de dados coletados Sensibilizar as áreas sobre a necessidade do envolvimento GRUPO CONSULTIVO 60 R6 Escopo deficiente Detalhar o escopo e comunicar com outros envolvidos GRUPO CONSULTIVO 40 R7 Estudos preliminares deficientes Detalhar o estudo e comunicar com outros envolvidos GRUPO CONSULTIVO 40 R8 Entrada de novas necessidades Detalhar o estudo e comunicar com outros envolvidos GRUPO CONSULTIVO 120 R9 Não cumprimento de prazos Listar todos os prazos. Acompanhar os prazos. GRUPO CONSULTIVO 120 R10 Acúmulo de atividades Avaliar prioridades. Acompanhar cronograma de entregas. GRUPO CONSULTIVO 120 INTERNOS R11 Falta de material de apoio Estudar opções; propor formas de aquisições GRUPO CONSULTIVO 30 R12 Velocidade da rede. Internet Monitorar dados. GRUPO CONSULTIVO 30 5

6 R13 Falta de política de condução do trabalho Consulta pública aos interessados (parceiro: ANAC) GRUPO CONSULTIVO 10 R14 Falta de comunicação entre DCA e Grupo Executar o Plano de Comunicação GRUPO CONSULTIVO 15 R15 Falta de planejamento consistente Consulta pública aos interessados (parceiro: ANAC) GRUPO CONSULTIVO 20 R16 Não convidar pessoas diretas Verificar lista de envolvidos. Se detectar inserir imediatamente. GRUPO CONSULTIVO 120 R17 DO PROJETO Não apresentar todos os envolvidos Verificar lista de envolvidos. Se detectar inserir imediatamente. GRUPO CONSULTIVO 120 R18 Reclamação de não consulta Acompanhar as propostas preliminares GRUPO CONSULTIVO 120 R19 Envio de solicitações fora do escopo Faz parte do trabalho de filtragem. Pode ocorrer. GRUPO CONSULTIVO 35 R20 Erro de filtragem das solicitações Filtrar através de Consulta pública aos interessados (parceiro: ANAC) GRUPO CONSULTIVO 60 R21 Proposta rejeitada pela ANAC Consulta pública aos interessados (ANAC) previamente a cada etapa. GRUPO CONSULTIVO 20 > 9 PROB IMPACT > 7 1. Baixa/Leve 1. Muito Baixo 2. Moderada 2. Baixo 3. Alta/grave 3. Moderado 4. Alto 5. Muito Alto 6

7 2.0 ESTRATEGIA DE TRABALHO 2.1 ELABORAÇÃO DO PLANO DE COMUNICAÇÃO Nesta etapa foram alocados os modos de comunicação entre os participantes do trabalho conforme descrito abaixo. I OBJETIVO Definir o sistema de comunicação para a formação da Proposta de Trabalho direcionada a elaboração do Relatório Final a ser submetido à ANAC contendo as propostas de melhorias nos procedimentos atuais adotados porem dentro dos regulamentos em vigor relativos a Aeronaves Amadoras/Experimentais a serem realizados na Primeira Fase de 01 de abril de 2009 a 31 de julho de Após a conclusão da Primeira Fase serão definidos o escopo e o cronograma da Segunda Fase. II MEIOS DE COMUNICAÇÃO Escrito e relatórios. Verbal telefone e reuniões presenciais. III CRONOGRAMA DE REUNIÕES EVENTO DATA PARTICIPANTES LOCAL Reunião # Grupo convidado ANAC-RJ Reunião # Grupo consultivo ANAC-RJ Reunião # Grupo consultivo DCA-BR-SJC 2.2 RESULTADOS DA PRIMEIRA REUNIÃO: Na reunião inicial estiveram presentes os seguintes convidados em na ANAC RJ. Durante a reunião foi constituído o Grupo Consultivo: Durante a apresentação a ANAC definiu claramente que o escopo do trabalho deveria ser restrito aos RBHA 37 e 38 em vigor. No trabalho de divulgação foram contatados todos os envolvidos com a aviação amadora/experimental cujo universo da pesquisa foi: 1. Comunidade em Geral Usuários da Aviação Experimental e Amadora Consultados. 7

8 Total: 50 pessoas. 2. Representantes/Entidades usuários da Aviação Experimental e Amadora Consultados. Total: 30 grupos. NOTA: Durante os levantamentos foram registrados comentários referentes a assuntos ligados a operação, trafego aéreo, acidentes, habilitação de pilotos, taxas aeroportuárias, etc, que por estar fora do escopo deste trabalho foram desconsideradas. 2.3 PLANO DE IDENTIFICAÇÃO DOS PROBLEMAS E NECESSIDADES DOS USUÁRIOS Nesta etapa foram elaborados os planos de identificação e necessidades dos usuários seguindo as fases indicadas a seguir. I OBJETIVO Definir e identificar os problemas e necessidades dos usuários da Aviação Experimental e Amadora no Brasil para a formação da Proposta de Trabalho direcionada a elaboração do Relatório Final a ser submetido para avaliação da ANAC contendo os Regulamentos e Procedimentos relativos a Aeronaves Amadoras e Experimentais a serem realizados na Primeira Fase no período de 01 de abril de 2009 a 31 de julho de II MEIOS O usuário que receber o Formulário Form_001 (anexo) deve definir e identificar (caso exista) o(s) problema(s) e necessidade(s) dos usuários da Aviação Experimental e Amadora no Brasil. De que forma: Identificar o problema, comentar e propor uma solução. III CRONOGRAMA EVENTO DATA PARTICIPANTES Identificação das necessidades páginas 2 e 3 deste Form_001. Período compreendido de a Grupo convidado (*) (*) Grupo convidado corresponde a todos os usuários da aviação Amadora/Experimental no Brasil. IV INSTRUÇÕES PARA PREENCHIMENTO DO FORMULARIO 001 8

9 a) Passo 1: Descrever o que não está funcionando no sistema regulatório atual? b) Passo 2: Descrever: Quais são os interesses legítimos dos proprietários de aeronaves amadoras? c) Passo 3: Definir propostas para o Programa de Controle dos Processos H.03 (aprovação de aeronave amadora e experimental) d) Passo 4: Propor as alterações no RBHA 37 e 38 (http://www.anac.gov.br/biblioteca/rbha.asp) e) Passo 5: Identificar outros tipos de problemas (caso existam). Espaço aberto para propostas. 2.4 PLANO PARA O ESTUDO COMPARATIVO DOS REGULAMENTOS E PROCEDIMENTOS DO BRASIL E DE OUTROS PAISES Nesta etapa foi elaborado o plano a ser seguido pelo GC para o estudo comparativo dos regulamentos e procedimentos de acordo com as fases indicadas a seguir. I OBJETIVO Identificar os Regulamentos e Procedimentos da Aviação Experimental e Amadora no Brasil e em outros países e realizar um estudo comparativo de regulamentos e requisitos para a formação da Proposta de Trabalho direcionada a elaboração do Relatório Final a ser submetido para avaliação da ANAC a serem realizados na Primeira Fase no período de 01 de abril de 2009 a 31 de julho de II MEIOS O usuário que receber este Formulário deve identificar os requisitos e procedimentos de outros países relacionados à Aviação Experimental/Amadora. De que forma: Armazenar em um arquivo e enviar ao focal point do trabalho. III CRONOGRAMA EVENTO DATA PARTICIPANTES Identificação dos Regulamentos e Procedimentos Período compreendido de a Grupo convidado (*) (*) Grupo convidado corresponde a todos os usuários da aviação Amadora e Experimental no Brasil. IV INSTRUÇÕES PARA PREENCHIMENTO DO FORMULARIO 002 a) Passo 1: Pesquisar os requisitos e procedimentos no Brasil relacionados a Aeronaves Amadoras e Aeronaves Experimentais? Baixar cópia dos mesmos. 9

10 b) Passo 2: Pesquisar os requisitos e procedimentos no Exterior relacionados a Aeronaves Amadoras e Aeronaves Experimentais? Baixar cópia dos mesmos. c) Passo 3: Enviar ao focal point os dados encontrados, e na Folha 2 preencher os dados pra rastreabilidade. d) Passo 4: Enviar ao focal point os comentários de requisitos/procedimentos úteis a proposta a ser avaliada pelo Grupo de Trabalho Apresentações dos estudos comparativos Nesta etapa foi realizado o levantamento dos dados de outros países cujos regulamentos poderiam se enquadrar na legislação atual brasileira. As apresentações das associações seguem abaixo, na seqüência: ABRAEX, ABRAFAL e DCA BR. 01) ABRAEX: 10

11 11

12 12

13 13

14 02) ABRAFAL: CBA Art. 67 Parágrafo 3 Aeronaves experimentais de construção amadora Breve comparativo entre legislações, com enfoque na assistência profissional ao construtor amador Compete à autoridade aeronáutica regulamentar a construção, operação e emissão de Certificado de Marca Experimental e Certificado de Autorização de Vôo Experimental para as aeronaves construídas por amadores. Apresentado por ABRAFAL Junho 2009 Certificados Especiais de Vôo Definição Aeronave experimental É toda aeronave não homologada, compreendendo as aeronaves: em processo de homologação as destinadas à pesquisa e desenvolvimento as aeronaves construídas por amadores. Estados Unidos FAR 21 BRASIL RBHA e Canadá CAR Provisional CAARF Provisional Research and Development Pesquisa e Desenvolvimento (*) Restricted Compliance with Regulations Conformidade com requisitos (*) Amateur built Crew training Treinamento de tripulação (*) Limited Exhibition Exibição aérea (**) Owner Maintenance Air Racing Corrida aérea (**) Market Survey Pesquisa de mercado (*) Amateur built Construção amadora (**) Kit built Primária via kit (**) (***) Light Sport (ELSA) (*) CAVE (IFI CTA) (**) CAV (DAC) (***) Montagem não supervisionada Definição no RBHA 37 CBA Art. 67 Parágrafo 2 O que é uma aeronave experimental? Considera se aeronave experimental a fabricada ou montada por construtor amador, permitindose na sua construção o emprego de materiais referidos no parágrafo anterior. Componentes não homologados Aeronave de Construção Amadora País EUA/Australia Inglaterra Brasil Canada Definição Is an aircraft, the major portion of which has been fabricated and assembled by a person or persons who undertook the construction project solely for their own education or recreation. An aircraft that complies with EU Regulation 1592/2002 Annex II paragraph (c), i.e. an aircraft of which at least 51% is built by an amateur, or a non profit association of amateurs, for their own purposes and without any commercial objective. É uma aeronave experimental cuja maior porção foi construída e montada por pessoas que empreenderam a construção somente para sua própria educação ou recreação. Segue a definição conceitual do FAA 14

15 Porção maior 51% (Major Rule) EUA Comissão Especial FAA * País EUA/Australia Inglaterra Brasil Canada Definição Is an aircraft, the major portion of which has been fabricated and assembled by a person or persons who undertook the construction project solely for their own education or recreation. Applicant submit notarized Form USA FAA equivalent of the 51% rule. Relacionado à construção de aeronaves por amadores, significa que, quando a aeronave estiver completa, a maioria das tarefas de fabricação e montagem terá sido realizada pelo(s) construtor(es) amador(es) que empreendeu(deram) a construção. O construtor amador assina uma lista de verificação conforme Apêndice 1 do RBHA 37. USA FAA equivalent of the 51% rule Duas conclusões importantes do relatório final: Major portion The Committee could not come to an agreement on how to define major portion when evaluating aircraft kits, either in kit form at the manufacturers or when an aircraft is fully assembled. Rulemaking options Some Committee members believe there are opportunities to address the desires of a segment of the public for aircraft that does not meet the major portion rule with an alternative to the current amateur built regulations for custom aircraft. (*) Amateur Built Aviation Rulemaking Committee: início em Jul 2006; relatório final em Abr 2008 País EUA/Australia Inglaterra Brasil IS (minuta) Canada Construtor Amador Definição A person who constructs an aircraft under amateur built aircraft guidelines, and who does not receive any form of payment for such an activity. A person undertaking the construction of an amateur constructed aircraft and who is not being compensated for his efforts by a third party. É a pessoa, física ou jurídica, que empreende a construção amadora de aeronave somente para sua própria educação ou recreação. Segue definição FAA EUA FAA Custom built aircraft Conceito novo sugerido pela Comissão Especial, mas ainda não implementado: Elimina o conceito de porção maior Níveis de segurança iguais a E LSA e S LSA Alternativa para as habilidades e recursos atuais dos construtores profissionais Alternativa econômica para aeronaves não homologadas segundo o Part 23 Revisão do conceito de primary kit built para incluir aderência a padrões ASTM País EUA AC Inglaterra CAP 659 Brasil IS (minuta) Canada Construção assistida Definição Assistance in the building of an amateur built aircraft in exchange for compensation (Payment by the amateur builder in cash, services, or other tender, to any person who provides assistance on a commercial basis in the building of an aircraft). This does not include one builder helping another. Segue definição do FAA EUA. Significa a assistência prestada por uma empresa detentora de CAFC, durante a construção amadora de aeronave experimental, na qual as tarefas de fabricação e montagem realizadas pelo Assistente poderão ser creditadas ao Construtor Amador para efeito de avaliação quanto ao atendimento do critério de maior porção, de acordo com o RBHA 37. Segue definição do FAA EUA Canadá CAR O construtor amador que deseja obter o certificado de autorização de vôo deve: Antes de iniciar a construção Informar a autoridade sobre a intenção de construir Mostrar que o projeto atende à legislação Mostrar que a porção maior da aeronave será feita a partir de matérias primas, sem intenção comercial ou produção em linha, e com fim educacional/recreacional Durante a construção/antes do primeiro vôo Disponibilizar a aeronave para inspeção/vistoria 15

16 Isenção de regra CAR Em 02 ABR 2009 a autoridade canadense (TC CA), considerando o interesse público e não haver prejuízo para a segurança operacional, permitindo ao construtor amador: Contratar assistência profissional para a construção ou montagem da aeronave até 100%, desde que todo o trabalho esteja sobre o controle e supervisão do construtor amador. Construção assistida Brasil A ABRAFAL propõe a adoção do conceito de construção assistida através de uma revisão da atual minuta da IS (disponível na ANAC), à luz da recente flexibilização canadense (isenção de regra para o CAR aqui exposta). Construção assistida Brasil 2005 formado grupo de trabalho DAC e ABRAFAL para estudar o assunto 2006 apresentado texto de consenso sobre construção assistida 2007 preparada Nota Técnica e redigida minuta da IS pela ANAC 2008 devido re estruturação da ANAC o processo de aprovação foi abortado 03) DCA BR: Requisitos Estrangeiros: FAA N: Marca / matricula Organização Brasileira para o Desenvolvimento da Certificação Aeronáutica PHASE OF CONSTRUCTION FAR DESCRIPTION INITIAL BUILDING Basic definition of amateur-built Classification of airworthiness Needed information for experimental licensing "N" number rules Experimental display Location of "N" number Size of "N" number General information - "N" number General information - "N" number Instrument & equipment requirements Advisory Circular 20-27D Certification & Operation of Amateur-Built Aircraft Advisory Circular Commercial Assistance During Construction of Amateur Built Aircraft. FLIGHT TESTING Flight testing area Operating limitations Advisory Circular Amateur-Built Aircraft Flight Testing Handbook NORMAL OPERATION Duration of airworthiness Accident Reporting ELT requirements Operating limitations MAINTENANCE Major & minor alterations PART 43, Appendix D Condition check Advisory Circular 65-23A Certification of Repairpersons (Experimental Aircraft Builders). SALE Transfer of airworthiness 4 16

17 Requisitos Estrangeiros: FAA * Homebuilt Aircraft = amateur built aircraft Organização Brasileira para o Desenvolvimento da Certificação Aeronáutica País/Autoridade Requisitos Procedimentos Advisory Circular. AC 20 27: Certification and Operation of Amateur Built Aircraft.. AC : Commercial Assistance During Construction of Amateur Built Aircraft.. AC 21 12B: Application for U.S. Airworthiness Certificate, Form AC 65 23A: Certification of Repairpersons (Experimental Aircraft Builders). EUA/FAA. AC 90 89A: Amateur Built Aircraft and Ultralight Flight Testing Handbook. Title 14 Code of Orders Federal Regulations: : Airworthiness Certification of Aircraft and Related Products.. Section : Designated Airworthiness Representatives: Amateur Built and Light Sport Aircraft Certification Functions..Sections a) 4). Forms : Fabrication/Assembly Operation/Checklist. (See Fig in Order ) : Application for U.S. Airworthiness Certificate : Eligibility Statement: Amateur Built Aircraft : Airman Certification and/or Rating Application. 5 The FAA issues experimental airworthiness certificates for eight defined purposes : Organização Brasileira para o Desenvolvimento da Certificação Aeronáutica 01_ Research and Development Aircraft whose purpose is to test new design concepts, equipment, or operating techniques. 02_Showing Compliance with Regulations An aircraft that is built for the purposes of demonstrating the airworthiness of a design. For example, any model of aircraft that is today built with a standard airworthiness certificate, will have initially flown as a prototype with an experimental certificate. 03_Crew Training An aircraft used solely for training that, for some reason, does not have a standard certificate. For example, NASA operates a highly modified Gulfstream II to train pilots as a simulation of the landing behavior of the Space Shuttle (Shuttle Training Aircraft). 04_ Exhibition 05_ Air Racing 06_ Market Survey A sales demonstration aircraft. 07_ Operating Amateur (Homebuilt) Aircraft 08_ Operating Kit built Aircraft 6 17

18 Requisitos Estrangeiros: FAA AC 20 27: Certification and Operation of Amateur Built Aircraft. Organização Brasileira para o Desenvolvimento da Certificação Aeronáutica. Dados principais: a) This AC is not mandatory and does not constitute a regulation. b) Section (g) defines an amateurbuilt aircraft as an aircraft in which the major portion of the aircraft has been fabricated and assembled by persons who undertook the construction project solely for their own education or recreation. c) 7. DESIGNING AND CONSTRUCTING AN AMATEUR-BUILT AIRCRAFT. a. Asking Others for Help: (1) Contacting the Experimental Aircraft Association (EAA). (2) Asking Other Persons With Expertise. (3) Contracting for Commercial Help. => AC , Commercial Assistance During Construction of Amateur-Built Aircraft 7 Requisitos Estrangeiros: FAA AC 20 27: Certification and Operation of Amateur Built Aircraft. Organização Brasileira para o Desenvolvimento da Certificação Aeronáutica 1. PURPOSE. This advisory circular (AC) explains current Federal Aviation Regulations (FAR) and Federal Aviation Administration (FAA) policy for the fabrication and assembly of amateur-built aircraft. It provides information and guidance to persons involved in the construction of amateur-built aircraft, the manufacture of kits designed to be assembled into aircraft by amateur-builders, builders of aircraft fabricated from plans for certification as amateur-built, and persons providing assistance to amateur builders, 8 18

19 Requisitos Estrangeiros: FAA AC 20 27: Certification and Operation of Amateur Built Aircraft. Organização Brasileira para o Desenvolvimento da Certificação Aeronáutica Taxas AC 20 27: Certification and Operation of Amateur Built Aircraft. 9 Requisitos Estrangeiros: CASA Austrália Organização Brasileira para o Desenvolvimento da Certificação Aeronáutica CASA ADVISORY CIRCULARS CASR PART 21 Subpart H: AC 21.3(0) AC 21.4(2) AC 21.10(0) AC 21.29(0) AC 45.1(0) Certificates of Airworthiness, in particular: Special Certificates of Airworthiness Overview Amateur Built Experimental Certification Experimental Certificates Commercial Assistance during Construction of Amateur Built Experimental Aircraft Nationality and Registration Marks CASR CASR CASR CASR CASR A CASR B CASR Part 45 CAR AP CASA Aircraft Flight Manuals Guide, May 2002 CASA Miscellaneous Legislative Instrument 352/06 Special Certificates of Airworthiness Experimental Certificates Eligibility Experimental Certificates General Issue of Experimental Certificates Duration of Experimental Certificates Display of Nationality & Registration Marks and Aircraft Registration Identification Plates Experimental Aircraft Operating Limitations 13 19

20 Requisitos Estrangeiros: CASA Austrália: Experimental data Organização Brasileira para o Desenvolvimento da Certificação Aeronáutica 14 Requisitos Estrangeiros: CASA Austrália: Experimental data Organização Brasileira para o Desenvolvimento da Certificação Aeronáutica 15 20

21 Requisitos Estrangeiros: CASA Austrália: Experimental data Organização Brasileira para o Desenvolvimento da Certificação Aeronáutica 16 Canadian versus US Amateur-Built Rules Organização Brasileira para o Desenvolvimento da Certificação Aeronáutica The rules for amateur built aircraft in the US are generally similar to the Canadian rules, but there are some notable differences. Because the majority of plans and kits available in Canada are designed either by US designers or for the US market it is important to keep in mind that some designs are acceptable for construction in the US but are not acceptable in Canada. The Canadian rules remain more restrictive that the US rules in several ways: => US amateur built aircraft can be any gross weight at all Canadian amateur built aircraft are restricted to 5000 lbs. This precludes building some US designed aircraft in Canada. => US amateur built aircraft can have any number of seats Canadian amateur built aircraft are limited to four seats, including the pilot s seat. You can build an aircraft designed for more than four seats and just put four seats in it, using the extra space for baggage, as long as the gross weight remains under 5000 lbs. => US amateur built aircraft only receive one inspection by the FAA before first flight Canadian amateurbuilt aircraft must be inspected prior to closing any areas that can t be inspected after close up, such as ailerons, prior to covering the structure and prior to first flight. => The original builder or an A&P mechanic are the only people who can maintain a US amateur built aircraft. The owner, regardless of whether they built the aircraft or not, can maintain a Canadian amateurbuilt aircraft

22 Canadian fee Amateur-Built Rules Organização Brasileira para o Desenvolvimento da Certificação Aeronáutica Conclusões Há uma tendência de todas as autoridades analisadas em manter a atividade da aviação amadora o mais desregulamentada possível. A regulamentação se limita basicamente a emissão de certificados de autorização de vôo e de matricula, deixando os procedimentos e adoção de normas técnicas por conta dos requerentes. As recomendações de projeto, de boas praticas, materiais, construção, assistência técnica e de procedimentos são colocadas em material interpretativo. 22

23 3.0 PRINCIPAIS RESULTADOS Nesta etapa foi realizado o levantamento, a análise, e a discussão dos dados com os representantes do Grupo Consultivo. A tabela abaixo apresenta o total de questões levantadas durante o trabalho segregadas por assunto (área) e total de respostas (somatório de perguntas por necessidade). ASSUNTOS TOTAL DE RESPOSTAS PROCESSO H RBHA/RBAC 37 e LICENÇAS 6 TAXAS/FINANÇAS 8 RAB 3 TRÁFEGO AÉREO/NIVEL DE VOO 17 TRANSFERENCIA DE AERONAVES 6 LSA 1 ACIDENTES 3 OUTROS/OPINIÕES 2 TRIKE/PARAMOTOR/ASA DELTA 5 ULTRALEVE 3 CBA 2 RÉPLICAS Comentários coletados referentes ao Processo H3: 28 23

24 Comentários coletados referentes ao Processo H3 Recomendações gerais para que na segunda fase sejam estudadas com mais profundidade muitas destas propostas que se referem a projeto, construção, materiais, etc. Id 01. (02/135) 02. (07/135) Comentários levados ao Grupo (Procedimentos/Processos) O atraso e até descaso na emissão do H 3 leva muitos construtores a dar início à construção sem esta licença, existindo casos até de orientação oficiosa do pessoal da ANAC de só dar entrada neste documento quando a aeronave está praticamente pronta. Isto desmoraliza a ABRAEX, que insiste na obtenção prévia deste documento e, muitas vezes, impede o engenheiro contratado de fazer a devida inspeção em partes críticas que estão com acesso vedado pela construção (p. ex., fechamento de longarinas de madeira tipo caixa). Recadastramento o processo atualmente é feito apenas na GAAG; o resultado final dele deveria ser a re emissão do CAV e CME junto ao RAB (documentos em novo formulário verde e vermelho), mas as instruções sobre isso não estão claras para os usuários; também não é dado retorno ao usuário, por , quando o recadastramento é concluído (poderia ser feito à semelhança do novo procedimento para abertura de processo H3); a única maneira de saber é acompanhar o RAB Online para saber se os dados foram atualizados no sistema Mapper. Propostas acordadas pelo Grupo Consultivo. O Grupo Consultivo se comprometeu a realizar uma campanha de ampla divulgação deste processo H3 através das Associações, assim como a ANAC também estará divulgando.. Serão publicados artigos informativos em revistas (por exemplo: Freqüência Livre) e sites das Associações: ABRAEX, ABUL e ABRAFAL.. O assunto Transferência de aeronave terá uma campanha de divulgação pelas Associações. O formulário correspondente será divulgado pelas Associações (formulário de recadastramento), assim como a ANAC também estará divulgando.. Processo de recadastramento: site da ANAC já contém os formulários:. O assunto Recadastramento será discutido com mais profundidade na fase 2. A proposta inicial para o assunto Recadastramento: Usuário preenche o 24

25 formulário e envia para área técnica da ANAC/GAAG. Área técnica faz uma analise (Seguro, RIAM, CAV, etc). O usuário preenche os formulários e ele mesmo recadastra. Assunto a ser melhor discutido na fase (08/135) Na categoria de aeronave experimental deveriam ser enquadradas: as aeronaves construídas por amadores a partir de projeto próprio, adquirido de terceiros ou montada a partir de KIT fabricado em série como já é feito; as aeronaves fabricadas em série e vendidas em condição de vôo que não foram submetidas a um processo de homologação junto ao órgão homologador como é o caso dos ultraleves; as aeronaves já homologadas, mas que foram modificadas e não tiveram a modificação submetida e aprovada pelo órgão homologador, proposta apresentada no DAC pelo F. Almeida, Damião Lycarião e eu próprio há mais de cinco anos; as aeronaves fabricadas e homologadas fora do país para as quais não haja interesse em homologar no Brasil, ou por ter uma utilização muito específica ou por já estar fora de produção, também já solicitado ao DAC; Aeronaves em desuso nas Forças Armadas e que não foram homologadas para uso civil. Tirando uma duplicidade de documentos (os mesmos documentos devem ser entregues ao RAB para reserva de marca e para solicitação de registro) o processo. Eu coloquei no site da ABUL a tua enquete para receber os comentários dos filiados e poder te dar a opinião do usuário. Creio que, resolvidos os problemas de demora na avaliação dos. O Grupo Consultivo por meio da ABRAFAL tentará resgatar as propostas de mudanças ao CBA discutidas no passado com o sr Alex Romera e os deputados que estão trabalhando neste assunto.. Assunto a ser discutido na segunda fase (regulamentos e material interpretativo).. RBHA 103_ULTRALEVES: Já permite.. RBHA 38_ permite fabricação de conjuntos (CAFC)..Aeronaves em desuso na FAB estão previstas (RBHA21) Futuro: Possibilidades de extensão para LSA se adotado e para amadores em geral fabricados em conjunto. Acompanhar a emissão da revisão da AC20 27 (31 de julho de 2009)..Processos: Duplicidade de documentos ver item 02 acima. 25

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