Análise Comparativa do Gasto Social Brasileiro por Índices de Retornos Tributários

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1 XI PRÊMIO TESOURO NACIONAL Tema 4: Qualidade do Gasto Público Subtema 4.1: Priorização do Gasto Público Corrente Análise Comparativa do Gasto Social Brasileiro por Índices de Retornos Tributários

2 RESUMO O objetivo deste trabalho é apresentar indicadores que permitam melhor visibilidade da carga tributária e priorização do gasto público. Ou seja, criar e mostrar a utilidade de índices de benefício/custo ou índices de retorno tributário que possibilitem maior transparência na gestão do gasto do governo e que sejam acessíveis ao público não especializado. Os indicadores permitem verificar ainda se os impostos estão sendo utilizados para reduzir a pobreza e a desigualdade e proporcionar o bem-estar da população. Para tanto, foi feita uma análise comparativa com dados de 97 países utilizando também o coeficiente de Gini e o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH). Os resultados mostram que apesar do Brasil ter uma elevada carga tributária, o nível de retorno para a sociedade é muito baixo, o que explica, em parte, o quadro de desigualdade social do país. ii

3 SUMÁRIO RESUMO... ii 1. INTRODUÇÃO CONSIDERAÇÕES TEÓRICAS METODOLOGIA E FONTE DE DADOS ANÁLISE DOS RESULTADOS CONCLUSÕES REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS...35 ANEXOS...40 iii

4 1. INTRODUÇÃO Desde a década de 1980 até meados da década de 1990, o grande foco de estudos sobre a economia brasileira foi a questão da estabilização da economia. Após a implementação do Plano Real, em 1994, e do equacionamento do problema, a sociedade volta sua atenção para questões tributárias, antes mascaradas pelos efeitos da inflação. Questões como carga tributária, seu nível e forma de utilização para fornecimento de serviços públicos de qualidade emergiram. Nesse sentido, diversos trabalhos sobre carga tributária e qualidade do gasto público procuraram fazer a ligação entre essas variáveis e o impacto socioeconômico, principalmente, para redução da desigualdade social. Com relação à carga tributária, Varsano et al. (1998) faz uma análise da sua evolução desde 1947, compara com a de outros países e calcula a capacidade e esforço tributário. Seguindo na mesma linha, Piancastelli (2001) procura medir o esforço fiscal de países desenvolvidos e em desenvolvimento 1. Sobre a questão equidade dos gastos públicos, Lledó (1996), Soares (1999), Ramos (2000a) e (2000b), Cândido Júnior (2001), Garcia (2003) e SPE (2003) procuram analisar o impacto distributivo dos gastos públicos e a iniqüidade social no país e, de modo geral, demonstram a ineficiência das políticas públicas pra a redução das desigualdades sociais e mesmo promover o crescimento econômico. Mais especificamente sobre os gastos sociais, destacam-se os trabalhos de Piancastelli e Pereira (1996), Fernandes et al. (1998a) e (1998b), Oliveira (1999), Cossio (2001) e Castro et al. (2003). Estes têm em comum o objetivo de analisar a evolução, dinâmica e impacto dos gastos sociais. O trabalho de Soares (1999) mostra que os serviços sociais fornecidos pelo governo apresentam perfil de 1 Sobre a carga tributária ver ainda os trabalhos de Rodrigues (1998), Vianna et al. (2000), Magalhães et. al. (2001), Giambiagi (2002), Bordin (2003) e Vasconcelos et al. (2003). 1

5 incidência mais progressivo que as transferências monetárias. Barros, Henriques e Mendonça (2001) argumentam que os níveis de pobreza são mais sensíveis às alterações no grau de desigualdade do que às alterações no crescimento econômico. Segundo Castro et al. (2003), os gastos nas áreas sociais são importantes, pois atendem às demandas dos setores mais carentes, podendo ser uma ferramenta para minimizar as distorções das oportunidades e de perspectivas geradas pelo sistema de mercado. Na literatura internacional, o tema também é objeto de vários estudos. Esping- Andersen (1990), ao analisar 18 países capitalistas industrializados, encontra evidências de que os gastos sociais do governo aumentam simultaneamente a desenvolvimento econômico e o envelhecimento da população [Souza, (1999)]. Alesina e Rodrick (1994) constatam que quanto mais concentrada a distribuição de renda mais elevada a carga tributária, tendo em vista sua maior incidência sobre o capital. Demonstram ainda que quanto maior a concentração da renda menor o crescimento econômico no longo prazo. Adema (1997) e (2000) analisa o gasto social dos países da OCDE utilizando os gasto como percentagem do PIB. A CEPAL (2004) também utiliza o gasto social como percentagem o PIB para análise dos países da América Latina. Devarajan e Hammer (1997) argumentam que, à medida que países mais ricos crescem, a parte de seu PIB é dedicado às elevações de despesas públicas. Os gastos públicos nos E.U.A., por exemplo, eram de 7,5% do PIB em 1913 e atualmente são da ordem de 33%. Gastos e transferências (seguro de desemprego, pensões, seguro médico, empréstimos) são apontados pelo autor como fatores mitigadores do risco do setor privado da economia. Os trabalhos de Lakin (2001) e 2

6 (2004) para o Reino Unido mostram reduções significativas na desigualdade da renda após a intervenção do governo (tributos e benefícios monetários). Argumentos como os apresentados acima demonstram a importância do tema onde a pobreza e a desigualdade são superadas com maior rapidez por ações governamentais e reforçam o fato de que a redução da desigualdade social é função do governo que deve usar as receitas tributárias para a promoção da eqüidade O objetivo deste trabalho é apresentar indicadores que permitam melhor visibilidade da carga tributária. Ou seja, criar e mostrar a utilidade de índices de benefício/custo ou índices de retorno tributário que possibilitem maior transparência na gestão do gasto do governo e que sejam acessíveis ao público não especializado 2. Logo, os indicadores devem permitir verificar, de forma comparativa entre países, se os impostos estão sendo utilizados para reduzir a pobreza e a desigualdade e proporcionar o bem-estar da população. Para tanto, os indicadores serão comparados com o coeficiente de Gini e o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH). A hipótese subjacente é a de que em países mais desenvolvidos, em que a carga tributária é elevada coma a Dinamarca, Espanha e Finlândia, os cidadãos suportam uma carga tributária mais elevada devido a maior contrapartida por parte do governo, ou seja, a sociedade suporta uma carga maior em troca de serviços que ela teria que pagar, tais como saúde e educação. Por outro lado, como argumenta Siqueira (2002), é provável que a viabilidade política da atual carga tributária brasileira dependa em grande medida da falta de transparência do sistema dada a 2 Foge ao escopo do trabalho questões redistributivas e de focalização dos gastos, apesar da estreita relação com o tema. Para análise do impacto redistributivo do gasto social ver, por exemplo, Soares (1999) e Ramos (2000). Análises dos efeitos distributivos dos impostos indiretos são encontrados em Siqueira (1997), Siqueira (1998) e Barbosa et al. (2003). 3

7 insatisfação da sociedade com os serviços públicos. Este artigo é composto de 5 seções, inclusive esta introdução. Na próxima será feita uma pequena abordagem teórica. Na seção 3 são apresentadas a metodologia e fonte de dados, na quarta, é feita a análise dos resultados e por fim as conclusões. 2. CONSIDERAÇÕES TEÓRICAS A literatura sobre políticas sociais e bem-estar é bastante extensa 3. Nesta seção apresentamos os aspectos conceituais e teóricos dos impactos dos gastos públicos na economia e visibilidade da carga tributária. De acordo com Vianna et al. (2000), questões e equidade e bem-estar têm origem em duas correntes de pensamento. Uma ligada a Hobbes, Locke e Smith, pra os quais a equidade do sistema tributário é obtida à medida que os contribuintes recebem serviços públicos de acordo com os impostos que pagam e a eqüidade não depende apenas da estrutura tributária, mas da combinação da política de gastos e de tributos do governo. A segunda linha de pensamento é baseada em Rousseau e Stuart Mil, que afirmam que o problema da eqüidade seja solucionado, exclusivamente, pela questão tributária, independentemente da política de gastos do governo. De acordo com Cândido Júnior (2001), Wagner foi o primeiro economista a postular uma relação entre gastos públicos e crescimento econômico. A hipótese de Wagner, ou Lei dos Dispêndios Públicos Crescentes, defende que o crescimento da 3 Van de Walle (1992), por exemplo, faz uma análise crítica sobre diversas correntes e metodologias sobre dispêndio público e pobreza. 4

8 renda per capita (ou o desenvolvimento econômico em termos gerais) exige a participação cada vez maior do governo na oferta de bens públicos. Essa hipótese estaria baseada em : i) os bens públicos (parques, equipamentos escolares e hospitalares, autoestradas etc.) em grande parte são bens superiores. Com o aumento da renda, haveria maior demanda por esses bens; ii) mudanças demográficas com a redução da taxa de mortalidade exigem dos países maiores gastos com a população idosa; iii) países com população jovem e com alta taxa de natalidade necessitam de maiores dispêndios em educação; e iv) os programas de redistribuição de renda, seguridade social e segurodesemprego são responsáveis por aumento da importância das transferências nos orçamentos públicos. De acordo com Souza (1999) o welfare state 4 incentiva simultaneamente a demanda agregada e políticas sociais, como a de salários mínimos, assume a função de garantir níveis adequados de demanda por bens de consumo. Políticas habitacionais e de criação de infra-estrutura de transporte estimulam a indústria de construção e criam condições para o crescimento da indústria automobilística. Outras, como a consolidação de um sistema educacional abrangente, garantem uma reserva de mão-de-obra em diversos níveis de qualificação. Na mesma linha Medeiros (2001), argumenta que políticas sociais traduzidas em gastos do governo em habitação, transporte e saneamento aumentam, de um lado, a capacidade de consumo das famílias, incentiva a demanda agregada e o 4 Souza (1999) chama atenção para o fato de que o termo consiste em um conjunto de políticas sociais com a mobilização larga escala do aparelho do Estado para executar medidas orientadas diretamente ao bem-estar da população. No presente trabalho, políticas sociais e wlfare state são utilizados como sinônimos. 5

9 desenvolvimento tecnológico, por outro socializam os custos referentes aos riscos do emprego industrial e à reprodução da força de trabalho, liberam reservas de capital privado para investimentos e garantem uma reserva de mão-de-obra em diversos níveis de qualificação. Dessa forma, o welfare state funciona como um mecanismo de reação contracíclica às flutuações da demanda. Para Demery (2000), as despesas públicas afetam a população de vários modos. Primeiro, porque a política fiscal influencia os equilíbrios macroeconômicos, particularmente déficits fiscais comerciais e a taxa de inflação. Essas mudanças, em troca, afetam o padrão de vida por influenciar as rendas reais, e indiretamente, por mudar a taxa de crescimento econômico. Segundo, o gasto público gera rendas, algumas das quais poderiam beneficiar diretamente famílias pobres. Essas rendas criam outras rendas pelo processo multiplicativo de despesa-renda. Finalmente, despesas públicas geram transferências à população, que podem ser afetadas por meio de transferências monetárias, como ajuda social ou pagamentos de seguro social. Posteriormente, inclui serviços de governo subsidiados como saúde, educação e serviços de infra-estrutura. Essas transferências melhoram o bem-estar atual dos beneficiários, e também aumenta seu potencial de renda-salário a longo prazo. De acordo com Castro et al. (2003), a política social dever ser entendida como um conjunto de programas e ações do Estado, em geral, de forma continuada no tempo, que tem como objetivo o atendimento de necessidades e direitos sociais fundamentais que afetam vários dos elementos que compõem as condições básicas de vida da população, principalmente aqueles que dizem respeito à pobreza e à desigualdade. Tais necessidades e direitos surgem a partir do processo histórico de cada sociedade específica. Pode-se dizer que uma política social busca atender às 6

10 demandas por maior igualdade seja de oportunidade ou de resultados entre os indivíduos. Além disso, também objetiva garantir segurança ao indivíduo em determinadas situações de dependência, entre as quais podem-se citar: a incapacidade de ganhar a vida por conta própria em decorrência de fatores externos, que independem da vontade individual e posição vulnerável no ciclo vital do ser humano ou situações de risco, como em caso de acidentes. Com relação à visibilidade da carga tributária, Roig-Alonso (2003), argumenta que na maioria dos casos o consumidor ou o usuário está bastante ciente do benefício pessoal de um bem privado ou público fornecido (como uma concessão de dinheiro), mas tem uma noção incompleta da prestação social de um bem misto (como educação ou serviço de saúde) e não percebe a prestação social de um bem público corretamente (defesa, ordem pública, etc.). Assim, ele enfrenta dificuldades importantes por avaliar, em termos monetários, o benefício social - e até mesmo o custo contábil - de muitos bens e serviços públicos fornecidos. Segundo o autor, a qualidade de dispêndio e receita pública como instrumentos e política eficazes de distribuição de recursos econômicos entre setores públicos e privados variam como resultado de fatores econômicos, políticos, e sociais. Da mesma forma que um agente econômico que opera em um mercado precisa estar apto para comparar o preço que está pagando com o benefício do bem ou serviço que está recebendo em troca deste preço é uma exigência para cada contribuinte estar apto para saber e comparar a carga de impostos que ele paga com o benefício geral dos bens e serviços públicos fornecidos específicos que está recebendo em troca de seus pagamentos. Para Roig-Alonso (2003), se a carga da receita pública é sistematicamente menos visível - ou notável - que o benefício dos bens e serviços públicos fornecidos 7

11 para os agentes econômicos de um país como um todo, há uma tendência à subprovisão pública de bens e serviços. Por outro lado, se a visibilidade - percepção do benefício dos bens e serviços públicos fornecidos - é mais baixa do que a carga da receita pública, prevalecerá a tendência para uma superestimação da provisão pública. Isto porque o tamanho e o padrão de um orçamento público podem ser veementemente e sistematicamente influenciados, entre outros fatores, pela visibilidade, ou percepção de carga de tal beneficio pelos agentes econômicos. Enquanto houver uma subestimação de sua carga pelos pagadores de impostos também pode haver subestimação de dispêndio. Disso surge o interesse geral dos fazedores de política em conhecer o sinal e a intensidade do efeito de tais tendências e estar apto para projetar e implementar políticas fiscais corretivas. 3. METODOLOGIA E FONTE DE DADOS Como o princípio básico é verificar a relação benefício/custo da carga tributária, temos que o Índice de Retorno Tributário é dado pelo somatório dos benefícios sociais em relação ao somatório dos custos sociais. Portanto: Onde: IRT n i= 1 = n j= 1 B C t i t j (1) IRT = índice de retorno tributário; 8

12 B = gastos do governo no período t 5 ; C = custo para a sociedade no período t; i = saúde, educação, previdência, segurança pública etc. j = tributos pagos pela sociedade como ICMS, IRPJ, IRPF etc. Por considerar todos os tributos, esta fórmula leva em conta a evasão e elisão fiscal e o efeito cumulativo dos impostos além de captar as mudanças estruturais ocorridas ao longo do tempo. Para tornar o indicador comparável com outros países e independente da moeda, os valores de B t e C t são calculados em relação ao PIB 6 : sendo que n C i j t i t PIB IRT = n i= 1 PIB n j= 1 B C PIB t i t t j t = é a carga tributária bruta (impostos mais contribuição social) no (2) ano t. O IRT mostra o quanto de cada unidade monetária arrecadada na forma de tributos é destinada a gastos sociais, à manutenção do Estado, a defesa nacional, ao custeio da máquina administrativa etc. Assim, um IRT de 0,85 indica que para cada unidade monetária arrecadada $ 0,85 são utilizados para custear projetos sociais, previdência, segurança pública, infra-estrutura etc. e $ 0,25 são destinados a outros fins como pagamento de dívidas, por exemplo. Um IRT de 1,25 mostra que para financiar seus gastos o governo utilizou naquele ano $ 1,00 de receitas 5 Castro et al. (2003) argumentam que o gasto, mesmo contendo elementos de imprecisão, é uma boa aproximação disponível para mensurar a ação pública nas áreas sociais, podendo ser elemento de aferição importante para avaliação da adequação do suporte financeiro a um conjunto de programas e ações destinadas a proporcionar satisfação social à população. 6 Ressalta-se que para o cálculo do índice é indiferente utilizar valores monetários ou percentagem do PIB. 9

13 tributárias e $ 0,25 de outras fontes 7. As principais vantagens do indicador são: facilidade de construção e interpretação, facilidade de obtenção de dados e o fato de não haver necessidade de se fazer conversão para outras moedas. Esta última característica permite ao cidadão mediano a comparação, de forma direta, com outros países. Assim, é indiferente, por exemplo, para um contribuinte brasileiro e americano afirmar que o governo utiliza R$ 0,85 para cada real arrecadado ou US$ 0,85 para cada dólar arrecadado de impostos 8. No presente estudo serão calculados três índices de retorno tributário: O Índice de Retorno Total (IRT) 9, o Índice de Retorno Social (IRS) 10, que procura fazer uma análise dos gastos sociais no Brasil em comparação a outros países e o Índice de Retorno em Capital Humano (IRCH) onde serão analisados os gastos em educação e saúde 11. Apesar de não ser o objetivo principal deste trabalho analisar o aspecto redistributivo do gasto social, é possível, contudo, verificar se o nível gasto social é compatível com o grau de desigualdade da renda dado pelo coeficiente de Gini. Para tanto, o IRS é ponderado (ajustado) pela seguinte equação: IRS G = IRS GINI (3) Onde: 7 Venda de bens e serviços, aluguel de imóveis, empréstimos entre outras. 8 Isso é possível porque está implícita nas equações a utilização da mesma taxa de câmbio para fazer a conversão dos benefícios e custos. 9 Para o cálculo do IRT foram considerados os desembolsos totais menos pagamentos de juros. 10 Para o cálculo do IRS foram considerados os gastos com educação, saúde, proteção social e bem-estar (previdência social), moradias e melhorias comunitárias, recreação, cultura e religião. 11 Alguns autores utilizam o termo capital humano para designar os gasto somente com educação: Ferreira (2002), Barreto, Alencar e Castelar (2001), Barros et al. (2001), Carpena e Oliveira (2002) e Fleurbaey, Gary-Bobo e Maguain (2002). Outros autores também utilizam gastos com saúde: Ganuza, Leon e Sauma (1999) e Bernardes (2002). Aqui será utilizado o conceito mais amplo. 10

14 IRS G = IRS ponderado ou ajustado pelo coeficiente de Gini e GINI = Coeficiente de Gini. O IRS G indica se o esforço social do país é compatível com o nível de desigualdade social e, quanto maior, melhor o nível de bem-estar da população. A exemplo do IDH 12, foram atribuídas 3 faixas de valores para o IRS G, onde: 0 IRS G < 1 Esforço social baixo 1 IRS G 2 Esforço social médio IRS G > 2 Esforço social alto 13 Dessa forma as situações possíveis são: i) se um país tem baixo retorno social e baixa desigualdade, o IRS G é compatível (médio ou alto); ii) se um país tem alto índice de retorno social e alta desigualdade, então o IRS G é compatível; iii) caso o país apresente baixo retorno social e alta desigualdade, o IRS G é baixo ou incompatível; e iv) se um país tem alto índice de retorno social e baixa desigualdade, o IRS G é alto. 12 Sobre a metodologia de construção e limitações do IDH ver Najberg e Oliveira (2000), PNUD (2001) e Barros, Carvalho e Franco (2003). 13 Os intervalos acima têm certa dose de arbitrariedade uma vez que poder-se-ia utilizar a média e o desvio padrão. Para a amostra, a média é de 1,8 e o desvio padrão de 0,78, o que daria um intervalo de 0 a 1 para nível baixo; 1 a 2,6 para médio e acima de 2,6 para alto. Como os valores da media e desvio padrão podem variar, dependendo da amostra, optouse pelo intervalo médio de 1 a 2. Observa-se que o histograma aproxima-se de uma distribuição normal ,5 1,0 1,5 2,1 2,5 3,0 Mais 11

15 Para os cálculos dos índices de retornos tributários foram utilizadas as receitas e despesas em moeda corrente extraídas do FMI (2002a) e (2002b) com os dados variando entre 1998 e Os valores do coeficiente de Gini e IDH foram obtidos de PNUD (2004). Os valores do PIB em moeda corrente foram retirados do The World Economic Outlook (WEO) Database April Para o Brasil foram utilizadas informações sobre o gasto social nominal e PIB nominal de 1995 a 2003 extraídas do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão 16. Os resultados são apresentados na seção seguinte onde se apresentam os calculados para a carga tributária bruta e os índices de retorno para uma amostra de 98 países ANÁLISE DOS RESULTADOS O Gráfico 1 mostra a carga tributária bruta no qual o Brasil aparece na 33ª posição na amostra com uma carga de 29,7% do PIB, bem próxima dos Estados Unidos (29,1%) e bem acima da Argentina (21,4%) e México (17,0%) Os valores estão demonstrados na Tabela A2 do Anexo. Cabe observar que países importantes como Japão e França ficaram de fora da análise devido à falta de informações mais atualizadas.. 15 Informações disponíveis em 16 Disponíveis em 17 Os resultados são mostrados na Tabela A1 do Anexo. 18 Cabe ressaltar que alguma distorção pode ocorrer devido às fontes dos dados, que apesar das informações serem consolidadas pelo FMI, as origem são os próprios países, que podem estar superestimadas ou subestimadas, de acordo com critérios próprios de contabilização os gastos públicos. 12

16 Gráfico 1 Carga Tributária (países selecionados) Espanha Suécia Dinamarca Finlândia Bélgica Austria Alemanha Croácia Itália Islândia Bielorrúsia Luxemburgo Holanda Eslovênia Noruega Portugal Rep. Checa Canadá Hungria Suí ça Reino Unido Israel Ucrânia Eslováquia Lesoto Polônia Seicheles Rússia Estônia Austrália N. Zelândia Bulgária Brasil Romênia Est. Unidos Lit uânia Turquia Malta África do Mongólia Suazilândia São Vicente Tuní sia M oldávia Marrocos Zimbabue Uruguai Irlanda R. P. N. Guiné Argent ina Chipre Quênia Cazaquistão I.M aurícios Lí bano Malásia Chile Azerbaijão Jordânia Costa Rica Zâmbia Bolívia Emir. Árabes Bahamas Tailândia Coréia do Viet nã M éxico Indonésia Egito Síria Panamá Singapura China Burundi Sri Lanka Geórgia Filipinas M aldivas Quirguistão Venezuela Tajiquistão Índia Et iópia Camarões Uganda M adagascar El Salvador Colômbia Iêmen Butão Nepal Iran Grécia Omã Barém Sudão 0% 10% 20% 30% 40% 50% 60% Carga Tributária Fonte: Elaborado com base no dados do FMI (2002a) e (2002b). O IRT, para a amostra, é apresentado no Gráfico 2 no qual observa-se o Brasil ocupando a 22ª colocação com um IRT de 1,418, ou seja para cada real arrecadado, o governo gasta em obras, máquina administrativa, defesa, segurança pública, saúde e educação R$ 1,42, ou seja, para cada R$ 1,42 de gasto púbico 13

17 não financeiro em 1998, o país utilizou R$1,00 de impostos e R$ 0,42 de outras receitas 19. Emir. Omã Butão Barém M aldivas Iêmen Iran Uganda Etiópia Nepal Bolívia China Quirguistão Índia M ongólia Seicheles Egito Azerbaijão Colômbia Jordânia Burundi Brasil Venezuela Madagascar Malta Suíça Lesoto Sri Lanka Zâmbia Panamá Síria Espanha Noruega Romênia M éxico Bulgária São Vicente Hungria Irlanda Israel Chipre M oldávia Rep. Checa P. N. Guiné Chile Cazaquistão Eslováquia Argentina Croácia Singapura Sudão Reino Unido Est. Unidos Uruguai Tajiquistão Canadá Portugal Estônia Austrália Lituânia R. Suazilândia Bielorrúsia M arrocos Eslovênia Tunísia Filipinas Ucrânia I.M aurícios Lí bano Tailândia Malásia Austria Rússia Zimbabue Holanda N. Zelândia Geórgia Suécia Luxemburgo Camarões Costa Rica Indonésia Grécia Polônia Alemanha Coréia do Dinamarca Finlândia Bahamas Quênia Islândia Itália Bélgica África do El Salvador Turquia Viet nã Gráfico 2 Índice de Retorno Total (países selecionados) 0,0 1,0 2,0 3,0 4,0 5,0 6,0 Índice de Retorno Total Fonte: Elaborado com base no dados do FMI (2002a) e (2002b). O Gráfico 3 mostra a receita não tributária em relação à receita corrente, destacando-se os países árabes com receitas tributárias igual ou superior às 19 Como por exemplo, venda de bens e serviços como aluguel de imóveis e multas. 14

18 receitas não tributárias. No Brasil, 22,0% do total arrecadado foram provenientes de receitas não tributárias. Gráfico 3 Composição da Receita Corrente com porcentagem do PIB (países selecionados) Suécia Espanha Dinamarca Finlândia Noruega Austria Bélgica Islândia Alemanha Holanda Croácia Itália Luxemburgo Bielorrúsia Canadá Suí ça Lesot o Eslovênia Portugal Hungria Israel Seicheles Rússia Rep. Checa Ucrânia Polônia Bulgaria Reino Unido Eslováquia Austrália Est. Unidos Brasil M ongólia Barém Estônia Turquia Emir. Árabes N. Zelândia Romênia Malta África do Sul Lit uânia São Vicente M oldávia M aldivas Marrocos Tunísia Suazilândia Uruguai Zimbabue Irlanda Chipre Egit o Malásia Quênia Singapura Jordania Lí bano R.Dominicana Panamá Iêmen Chile Omã Argentina P. N. Guiné Bolívia I.M aurícios Sí ria Iran Butão Cazaquistão Costa Rica Azerbajião Venezuela Viet nã Coréia do Sul Tailândia México Etiópia Zâmbia Bahamas Indonésia Índia Sri Lanka Quirguistão 0,0% 10,0% 20,0% 30,0% 40,0% 50,0% 60,0% 70,0% Rec. Trib. Rec. Não Trib. Fonte: Elaborado com base no dados do FMI (2002a) e (2002b). Pelo gráfico acima, observa-se, de certa forma, que quanto maior participação do governo na economia, por meio do fornecimento de bens e serviços que 15

19 IRT poderiam ser prestados por agentes privados, maior o IRT. Pode-se inferir, ainda, que os países mais liberais com menor grau de interferência na economia, contam apenas com receitas advindas dos tributos, portanto, apresentam menores IRT. Nota-se, ainda, que os países menos desenvolvidos (com algumas exceções) possuem IRT maiores que os países desenvolvidos. Isso se dá, em certa medida, porque parte das receitas desses países advém de fontes não tributárias, ou seja, há uma correlação positiva entre o IRT e receitas não tributárias, o que permite maiores gastos relativos, como por exemplo, os países árabes (Gráfico 4). Gráfico 4 Relação entre Receita não Tributária e IRT (países selecionados) 6,0 Emir. Árabes 4,0 Butão Omã Barém 2,0 Maldivas Iran Iêmen Uganda Etiópia Bolivia Nepal China Brasil Egito Noruega Singapura Suéça Turquia Finlândia Vietnã 0,0 0,0 0,1 0,2 0,3 Receita Não Tributária (% do PIB) Fonte: Elaborado com base no dados do FMI (2002a) e (2002b). Com relação ao Índice de Retorno Social, o Brasil apresenta um IRS de 0,54, o que significa que para cada real arrecadado de tributos o país destina R$ 0,54 para a previdência social, saúde, educação, moradia etc., ocupando a 66ª colocação no ranking da amostra (Gráfico 5), posição bem abaixo de outros países em 16

20 desenvolvimento como Bolívia, Colômbia, Noruega, Venezuela e Chile. Nota-se igualmente o contraste entre o Gráfico 1 e 5 no qual observa-se que o Brasil situase entre os países de maior carga tributária e entre os de menores gastos sociais. Gráfico 5 Índice de Retorno Social (países selecionados) Emir. Omã Maldivas Barém Bolívia Butão Malta Suíça Panamá Uruguai Polônia Iran Irlanda Uganda Colômbia Iêmen Noruega Israel Quirguistão Croácia Rep. Checa Canadá M ongólia Austria Costa Rica Est. Unidos Eslovênia Espanha Estônia Chile M oldávia Bulgária Reino Unido Venezuela Alemanha Dinamarca Lit uânia Hungria Portugal Argentina Eslováquia Suécia Jordânia Austrália Zimbabue Azerbaijão N. Zelândia Finlândia Luxemburgo Holanda Romênia Chipre Itália Ucrânia Cazaquistão I.M aurícios Islândia Bélgica China Tunísia Bielorrúsia Geórgia R. Egito Grécia Brasil Nepal México Seicheles Rússia Lesot o Tajiquistão Sri Lanka Índia Singapura São Vicente Quênia P. N. Guiné Bahamas Etiópia Malásia Tailândia Zâmbia Marrocos Filipinas Vietnã Suazilândia Burundi Coréia do Madagascar Turquia El Salvador Indonésia Lí bano Sí ria Camarões África do Sudão -0,2 0,2 0,6 1,0 1,4 1,8 Índice de Retorno Social Fonte: Elaborado com base no dados do FMI (2002) e (2002b). Se tomarmos o indicador clássico Gasto/PIB, a posição do Brasil melhora um pouco, passa da 66ª para a 45ª posição, com um gasto social de 16,2% do PIB 17

21 (Gráfico 6) 20. Contudo, conforme apontado por Castro et al. (2003), apesar do montante do gasto social brasileiro em valores absolutos e como percentagem do PIB, este ainda não é suficiente para atender às necessidades sociais da população, o que é confirmado pelo baixo IRS. Gráfico 6 Gasto Social como Percentagem do PIB (países selecionados) Espanha Suéça Dinamarca Austria Croácia Suíça Finlândia Alemanha Noruega Eslovênia Polônia Bélgica Emir. Ár abes Rep. Checa It ália Canadá Luxemburgo Israel Holanda Port ugal Hungria Islândia Malt a Reino Unido Bielorrúsia Est ônia Eslováquia Uruguai Bulgaria Est. Unidos Austrália Ucrânia Lit uânia N. Zelândia Mongólia Moldávia Bolivia Zimbabue Romênia Seicheles Lesot o Rússia Argent ina Tuní sia Brasil Maldivas Chile Cost a Rica Irlanda Chipre Panamá Jordania Azerbajão R.Dominicana Casaquist ão I.Maurí cios São Vicent e Quirguist ão Omã Venezuela P. N. Guiné Marrocos Uganda Quênia Suazilândia Egit o China Butão Colômbia Turquia México Geórgia Malásia Iêmen Bahamas Iran Zâmbia Barém Tailândia Singapura Sri Lanka Tajikist ão ìndia Viet nã Coréia do Sul Et iópia Lí bano Burundi Indonésia Filipinas Nepal Áf rica do Sul Gr écia Síria Madagascar El Salvador Camarões Sudão 0% 5% 10% 15% 20% 25% 30% 35% 40% 45% Gasto Social Fonte: Elaborado com base no dados do FMI (2002) e (2002b). 20 O gasto como percentagem do PIB, apesar de ser um bom indicador, é incompleto por não mostrar a relação com a carga tributária, por outro lado permite fazer relações com outros indicadores como IDH e o coeficiente de Gini, conforme demonstrado mais adiante. 18

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