Editores Murilo Rezende Melo Nairo Massakazu Sumita César Alex de Oliveira Galoro

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Editores Murilo Rezende Melo Nairo Massakazu Sumita César Alex de Oliveira Galoro"

Transcrição

1

2

3

4 Apoio:

5 Editores Murilo Rezende Melo Nairo Massakazu Sumita César Alex de Oliveira Galoro Realização:

6 Copyright 2014 Editora Manole Ltda., por meio de contrato de coedição com a SBPC/ML. Minha editora é um selo editorial Manole Editor gestor: Walter Luiz Coutinho Editora: Karin Gutz Inglez Produção Editorial: Marcos V. Toledo de Oliveira, Cristiana Gonzaga S. Corrêa e Juliana Morais Capa: Departamento de Arte da Editora Manole Projeto gráfico e diagramação: Departamento Editorial da Editora Manole Logotipos: Copyright Veus Technology Copyright Shift Copyright ND Engenharia e Software Copyright Sociedade Brasileira de Patologia Clínica e Medicina Laboratorial (SBPC/ML) Dados Internacionais de Catalogação na Publicação (CIP) (Câmara Brasileira do Livro, SP, Brasil) Tecnologia da informação / organizadores Murilo Rezende Melo, Nairo Massakazu Sumita, César Alex de Oliveira Galoro. -- Barueri, SP : Manole : Minha Editora, Vários autores. Bibliografia. ISBN (Minha Editora) 1. Tecnologia da informação 2. Tecnologia da informação - Administração I. Melo, Murilo Rezende CDD-004 Índices para catálogo sistemático: 1. Tecnologia da informação : Ciências da computação 004 Todos os direitos reservados. Nenhuma parte deste livro poderá ser reproduzida, por qualquer processo, sem a permissão expressa dos editores. É proibida a reprodução por xerox. A Editora Manole é filiada à ABDR Associação Brasileira de Direitos Reprográficos. 1ª edição 2014 Editora Manole Ltda. Avenida Ceci, 672 Tamboré Barueri SP Brasil Tel.: (11) Fax: (11) Impresso no Brasil Printed in Brazil Este livro contempla as regras do Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa de 1990, que entrou em vigor no Brasil em 2009.

7 Editores Murilo Rezende Melo Professor. Doutor. Médico Patologista Clínico. Vice-diretor Científico da Sociedade Brasilieta de Patologia Clínica e Medicina Laboratorial (SBPC/ML) (2012 a 2013). Presidente do Comitê de Tecnologia da Informação Laboratorial da SBPC/ML. Porfessor-ajunto Doutor do Laboratório de Medicina Molecular da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo. Diretor de Patrimônio e Finanças da Associação Paulista de Medicina. Director-at-lage Latin America da World Association of Societies of Pathology and Laboratory Medicine (WASPaLM). Nairo Massakazu Sumita Médico Patologista Clínico. Doutor em Medicina pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP). Professor-assistente Doutor da Disciplina de Patologia Clínica da FMUSP. Diretor do Serviço de Bioquímica Clínica da Divisão de Laboratório Central do Hospital das Clínicas da FMUSP. Médico Assessor em Bioquímica Clínica do Fleury Medicina e Saúde. Diretor Científico da SBPC/ML (2012 a 2013). Consultor Científico do Latin American Preanalytical Scientific Committee (LASC) e Membro do specimencare.com Editorial Board. César Alex de Oliveira Galoro Médico Patologista Clínico pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). MBA em Gestão da Saúde pela Fundação Vetúlio Vargas de São Paulo (FGV-SP). Doutor em Medicina pela FMUSP. Diretor Técnico do Laboratório Franceschi. Vice- -presidente da SBPC/ML ( ).

8 6

9 Autores Alexandre Calegari Pós-graduação em Administração de Empresas pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). Gerente de Projetos de implatação e Migrações das Soluções Shift (Empresa de software para laboratórios clínicos). Gustavo Vaz Nascimento Mestre em Engenharia de Software pela Universidade de São Paulo (USP). MBA em Desenvolvimento Web pelo Centro Universitário Central Paulista (Unicep). Gerente de Engenharia de Software da Shift e Professor de Cursos de Gradução e Pós-graduação. Jorge Francisco de Medeiros Albuquerque Sócio da empresa ND Engenharia e Software. Engenheiro Eletricista, diretor de projetos de pesquisa, desenvolvimento de software e comércio internacional. Orlando, Flórida, Estados Unidos. Marcelo Henrique Wood Faulhaber Médico Patologista Clínico. MBA Executivo pela Coppead da UFRJ, Consultor em Administração de Empresas e Laboratórios, Assessor de Direção da Divisão de Laboratório Central da FMUSP. São Paulo, SP, Brasil. 7

10 Marcelo Teixeira Botelho Analista de Sistemas. Atuação dedicada ao mercado da saúde, com mais de 20 anos focado em laboratórios de análises clínicas. Rio de Janeiro, RJ, Brasil. Mizael Barbosa Pardinho Analista de Sistemas. Gestor de Sistemas. Atuação dedicada ao mercado da saúde, com mais de 15 anos focado em laboratórios de análises clínicas. Rio de Janeiro, RJ, Brasil. Nelson Moreira do Carmo Júnior Analista de Sistemas. Atuação dedicada ao mercado da saúde, com mais de 15 anos focado em laboratórios de análises clínicas. Rio de Janeiro, RJ, Brasil. Wilker Bezerra Silva Sócio da empresa ND Engenharia e Software. Analista de Sistemas, especialista em automação laboratorial e bancos de dados profissionais. São Paulo, SP, Brasil. 8

11 Índice Apresentação 11 Prefácio Ambiente de TI adequado para seu laboratório. Quais os pontos mais relevantes a considerar (profissionais, equipamentos, sistemas, etc.) Gerenciamento de mudanças uma abordagem baseada no modelo ITIL Como implementar a certificação digital para a garantia da segurança da informação no seu laboratório Rotina inteligente

12

13 Apresentação Esta terceira edição do Tecnologia da informação em medicina laboratorial Posicionamento da SBPC/ML procura dar prosseguimento ao trabalho iniciado em 2011 e que continuou em 2012, com a finalidade de orientar os laboratórios e seus profissionais, sejam de tecnologia da informação ou de outros setores, em uma área que está em constante desenvolvimento e que se atualiza a cada dia. Este trabalho, coordenado pelo Comitê de Tecnologia da Informação da SBPC/ML, destaca a segurança do paciente sob diferentes aspectos, com abordagem prática e objetiva, de modo a tornar-se uma valiosa fonte de informações e de consulta. Ao publicar mais uma edição do Posicionamento de TI, a SBPC/ML mantém-se fiel à sua Missão: Ser a Sociedade Médica que integra pessoas e organizações que se dedicam à área científica e profissional de Medicina Laboratorial, visando ao aprimoramento contínuo desta atividade na assistência à saúde. Boa leitura! Paulo Azevedo Presidente da SBPC/ML Biênio 2012/

14

15 Prefácio O Comitê de Tecnologia da Informação da Sociedade Brasileira de Patologia Clínica/Medicina Laboratorial foi criado com o objetivo de discutir os temas dessa área tão importante para os laboratórios e promover as melhores práticas no setor. Ouvindo a comunidade de profissionais, este grupo formado por profissionais de Tecnologia da Informação (TI) e de laboratório buscou uma abordagem que seja uma ponte entre os dois mundos, facilitando e promovendo o diálogo que leva a melhorias na prática diária. A revisão das normas de Tecnologia de Informação do Programa de Acreditação de Laboratórios Clínicos (PALC) é um marco deste trabalho. Conseguimos discutir o mérito de cada item, bem como o impacto financeiro da adoção dessas medidas frente ao benefício que trazem aos laboratórios e a seus pacientes, possibilitando,hoje, uma norma moderna e que promove a segurança dos pacientes. Este volume, editado pela Manole, é outro avanço que celebramos. Passamos a construir conhecimento valioso e decidimos promovê-lo como um livro eletrônico, registrado na Biblioteca Nacional. Tratamos de temas rotineiros (como o ambiente de TI e gestão de mudanças), enfatizamos mais uma vez a importância da certificação digital de laudos com uma abordagem muito prática, demonstrando a ferramenta lançada pela SBPC/ML e incluímos um tema mais avançado, se podemos assim dizer, que é o uso de rotinas inteligentes para liberação automática de resultados. Essa divisão dos temas reflete muito bem nossos alvos: de promover uma mudança rápida na TI dos laboratórios de todo o Brasil, com ganho de qualidade, eficiência e segurança, mas também de iniciar o debate de temas novos, criando um caminho seguro para a tão necessária inovação. 13

16 Pessoalmente, é um motivo de alegria ter participado da criação e consolidação desse grupo. Especialmente agora, quando sigo meu chamado de fazer um Mestrado em Teologia no Dallas Theological Seminary, um dos principais seminários evangélicos dos Estados Unidos, e me afasto temporariamente da rotina laboratorial no Brasil. Aproveito para agradecer a todos os membros do Comitê de TI da SBPC/ ML e aos autores destes documentos pela sua participação ativa, assim como às empresas patrocinadoras, sem as quais estes documentos não poderiam ser publicados, e à Diretoria da SBPC/ML pelo incentivo e determinação em tomar esta iniciativa. Esperamos que aproveite a leitura e que este documento enriqueça ainda mais a sua prática! Prof. Dr. Murilo Rezende Melo Presidente do Comitê de TI em Medicina Laboratorial 14

17 Ambiente de TI adequado para seu laboratório. Quais os pontos mais relevantes a considerar (profissionais, equipamentos, sistemas, etc.) Introdução O setor laboratorial está passando por um momento de aquecimento do mercado; diversas fusões, aquisições e integrações estão acontecendo. Nesse cenário, sempre existem desafios intrinsecamente relacionados ao ambiente de tecnologia da informação (TI) e grande parte dos gestores de TI sempre é desafiada a responder à seguinte questão: qual o ambiente de TI adequado para o meu laboratório? Quais os pontos mais relevantes a se considerar (profissionais, equipamentos, sistemas, etc.)? O desafio é digno de uma batalha diária, pois a evolução que acompanha itens como especialização de mão de obra, armazenamento, infraestrutura, métodos de desenvolvimento, linguagens de programação, entre tantos outros desafios na área de TI é tamanha que uma decisão e um investimento podem ficar ultrapassados ou podem ser questionados no decorrer de poucos meses. Desde muito tempo, o retorno sobre o investimento, ou seja, quanto determinado investimento em TI trará de retorno prático para o negócio ou quanto efetivamente evitará de desperdício em determinado processo, tem sido um dos principais fatores direcionadores para a evolução tecnológica dentro dos laboratórios. No entanto, pode-se afirmar que há uma tríade essencial para ser considerada em qualquer análise sobre o melhor ambiente de TI para um laboratório: pessoas, sistemas e infraestrutura. Pessoas Independentemente da evolução tecnológica, pessoas sempre foram e sempre serão essenciais para desempenhar papéis nas organizações. 15

18 A área de saúde, especialmente a área laboratorial, é multidisciplinar e requer que o profissional tenha a capacidade de unir conhecimentos diversos, experiências e boas práticas que, juntas, tragam soluções inovadoras e criativas. Em um parágrafo, parece tarefa fácil! Contudo, encontrar um profissional de TI que navegue bem nas áreas hospitalar e laboratorial tem sido um dos maiores entraves para a evolução de algumas empresas da área da saúde. A importância do profissional de TI na área de saúde foi reconhecida nos Estados Unidos somente no ano de 2011, por meio do programa Health IT. Logo, não se trata de uma exclusividade do mercado brasileiro. No Brasil, existem iniciativas semelhantes encabeçadas por algumas sociedades. Uma das iniciativas mais estruturadas até o momento foi a criada pela Sociedade Brasileira de Informática em Saúde (SBIS), com a criação do Programa de Profissionalização em Tecnologia da Informação e Comunicação em Saúde (pro-tics), uma espécie de selo de qualidade para o profissional de TI na área de saúde. No Brasil, o setor de serviços concentra a maior parte das vagas de tecnologia da informação e comunicação (TIC), justamente onde estão elencadas as empresas da área de saúde (clínicas, laboratórios e hospitais). Soma-se a essa concentração de vagas a disputa entre as empresas da área de saúde com as grandes empresas de prestação de serviço de TI. De certa forma, esse movimento é positivo, pois incita o mercado à elevação da qualificação dos profissionais; por outro lado, muitas vezes, cria um leilão salarial com potenciais malefícios ao efetivo desenvolvimento do empregado, dentre eles a não permanência por período suficiente para ser aprimorado, a fim de chegarem a papéis mais desafiadores dentro das instituições de saúde. Para atrair um bom profissional, primeiramente, deve-se estruturar um plano claro de atividades que ele deve desempenhar, tendo como base um descritivo do cargo. Por esse motivo, a área de Recursos Humanos da empresa deve sempre estar envolvida, a fim de auxiliar na identificação das principais características e necessidades relacionadas aos aspectos humanos, e não apenas aos aspectos técnicos da posição. Os fatores mais relevantes para atrair, qualificar e manter um bom profissional de TI na área de saúde são: ambiente, oportunidade, desafios e, por fim, salário. Cada vez mais, os profissionais de TI querem ter papel de destaque na estratégia da empresa, e não apenas operacional. Afinal, é legítimo procurar manter-se qualificado para participar da estratégia da empresa, fato que cria um desafio muito positivo tanto para o profissional quanto para a empresa. 16

19 Sistemas Até o final da década de 1970, todos os laboratórios e empresas de análises clínicas dependiam única e exclusivamente de processos manuais. A primeira geração de sistemas de informação laboratoriais (LIS) chegou ao mercado brasileiro em meados da década de 1980, muitos por meio de equipes internas dos próprios laboratórios, principalmente aquelas vinculadas a universidades. No Brasil, existem registros datados de 1983, quando laboratórios comerciais começavam a estruturar seus próprios sistemas para ganhar competitividade e lucratividade. É importante frisar que um LIS pode representar apenas uma fração das necessidades de sistemas de TI utilizados pelos laboratórios, pois alguns não possuem robustez suficiente para controlar algumas áreas, como setores administrativos, por não possuírem funcionalidades contábeis (exemplo dos ERP 2 ) ou de gestão (exemplo dos CRM 3 ). Os sistemas devem ser implantados para proporcionar agilidade. Especificamente, um LIS precisa e deve mitigar pontos críticos em um laboratório de rotina. Por meio da implantação de sistemas laboratoriais, a capacidade de produção aumenta e, consequentemente, a necessidade de controles também. O Pré-analítico Analítico Pós-analítico - Tempo de jejum - estase venosa - flebotomia - tipos de amostrs - volume insuficiente - identificação - condição da amostra - transporte - orientação - centrifugação - utilização do equipamento - perda de resultado - interfererentes - informação no laudo - CIQ (Controle Interno de Qualidade? e CEQ (CIntrole Externo de Qualiadde) - TAT (Turn Around Time) - carry over - perda de amostra - troca na identificação - interpretação do resultado - TAT (Turn Around Time) - instabilidade LIS % Erros 46 68% 7 13% 19 47% Figura 1 Principais fatores de erros laboratoriais Fonte: Adaptada de JBP/ML

20 volume de execução de exames cresce ano após ano, sendo que a maioria é de análises clínicas. Com essa quantidade enorme de dados, como garantir padronização e segurança? Há regras, certificações e boas práticas que obrigatoriamente devem ser observadas antes, durante e após a implantação de um LIS: 21 CFR Part 11 from the Food and Drug Administration; ISO/IEC 17025; ISO 15189; Good laboratory practice (GLP); Good clinical practice (GCP). Assim como definir a contratação de bons profissionais por meio de descritivos adequados de funções e necessidades, a implantação de um sistema requer um estudo minucioso de escopo, com todo o fluxo de trabalho que ocorre na empresa analisado, desafiado e, por fim, descrito, para, somente assim, poder transformar fluxos de trabalho em rotinas dentro de sistema. A grande questão que sempre envolve os gestores de TI no momento de implantar um sistema ou melhorar um sistema existente é: devemos desenvolver internamente ou buscar no mercado soluções prontas? Volume de crescimento significativo. Grande quantidade de informação gerada. Como lidar com essa quantidade de dados? 1,42 bilhão de exames em ,43 exames / habitantes / ano Distribuição do volume 50% privado 50% público Distribuição por especialidade 81,6% Análises Clínicas 2,1% Anatomia Patológica 16,3% Radiologia Figura 2 Estimativa de volume de exames Fonte: Formato Clínico

21 Como em quase tudo, há aspectos positivos e negativos para ambas as soluções. Se, por um lado, desenvolver uma aplicação internamente pode trazer benefícios em termos de flexibilidade, por outro, costuma haver maior dependência das equipes de desenvolvimento do sistema, ficando muitas coisas nas suas cabeças após a concepção. Por isso, é importante haver uma clara e bem estruturada documentação na descrição do escopo de desenvolvimento, a fim de que a empresa não tenha surpresas no momento de futuras melhorias, como integrações. Afinal, sabe-se que ainda é muito comum, em etapas de integrações de sistemas, quando de aquisições ou fusões, descobrir que determinada rotina está na cabeça de um funcionário que já não faz mais parte do quadro de colaboradores. Por outro lado, soluções prontas de mercado, seja para implantação desde a etapa zero ou para a inclusão de funcionalidades em sistema já operante, também requerem cuidados e atenções. Deve-se avaliar a capacidade de integração que o sistema oferece, custos atrelados a licenciamento e manutenção e, principalmente, o uso efetivo do sistema por outras empresas. Afinal, nada melhor do que saber como e quem utiliza um determinado sistema que a empresa deseja adquirir. Em ambos os casos, um escopo bem alinhado às necessidades da empresa é fundamental. Focar em investir tempo na elaboração de um escopo (checklist de necessidade ou de funcionalidades) é primordial, pois se isso estiver bem feito, será o caminho para uma implantação de sistema sem surpresas. Infraestrutura Sabe-se que cada laboratório tem características únicas, como tamanho, especialidade, foco de atuação, região em que opera, etc. Essas e muitas outras particularidades influenciam as decisões sobre infraestrutura. Atualmente, há diversas opções para lidar com a infraestrutura de TI de um laboratório. Não existe fórmula mágica, mas, sim, especificidades que devem ser consideradas em cada caso. Qual é a tecnologia que se deve usar para manter os servidores ativos? E quais são as rotinas de backup? Os funcionários podem ou não utilizar seus dispositivos para acessar a infraestrutura e sistemas da companhia? A esses questionamentos, aliam-se as opções tecnológicas mais atuais: Cloud Computing. Bring Your Own Device (BYOD). Software as a Service (SaaS software como serviço). 19

22 Pesquisas recentes mostram que os funcionários acreditam ser uma ótima ideia as companhias permitirem que seus dispositivos particulares se conectem com a infraestrutura e sistemas da companhia. No Brasil, é ainda mais evidente que a adoção dos dispositivos particulares para uso profissional é uma realidade. No entanto, se já é complexa a gestão de um parque tecnológico próprio, como gerenciar os dispositivos dos próprios funcionários? Eis uma questão que desafia os gestores de TI atualmente. A definição do que pode ou não ser utilizado já não cabe mais à área de TI apenas. E, naturalmente, isso está mudando o modo como as companhias e seus gestores de TI precisam encarar essa nova forma de gerenciamento. Se por um lado a proibição é inviável, a total liberação do uso também o é, porque isso traria riscos enormes às empresas. Por esse motivo, o primeiro desafio seria definir uma estratégia de utilização de dispositivos e equipamentos pessoais. Para definir essa estratégia, devem-se avaliar restrições legais, como implicações sobre a eventual remuneração dos funcionários quando utilizam seus próprios dispositivos para acesso aos sistemas e infraestrutura da companhia. E como fazer para os funcionários que, porventura, não queiram entrar na regra do BYOD? A empresa investiria adquirindo, por exemplo, smartphones Good idea, I like and support BYOD 25 BYOD is a reality / inevitable 19 BYOD needs a business stradegy 17 BYOD will allow more personalization / customization BYCO will save cost BYCO will create new value for business 7 BYOD is for employeee convenience and flexibility 6 N = Percentage of Respondents Figura 3 Como os colaboradores das empresas avaliam as políticas de BYOD. Fonte: Gartner,

23 U.S. U.K. Canada Brasil Russia India China Desktop computer Laptop computer Standard mobile phone Smartphone 47% 38% 47% 58% 10% 55% 54% 41% 32% 41% 57% 7% 68% 56% 33% 29% 27% 50% 36% 84% 78% 55% 38% 47% 71% 5% 85% 76% Figura 4 Proporção de adoção de BYOD de acordo com o tipo de equipamento em alguns países Fonte: Gartner, 2013 para eles? Outros pontos importantes que também devem constar nesse plano estratégico são: a) medidas de TI e segurança para eventuais desligamentos de funcionários da companhia; b) restrições para instalações de aplicativos que possam comprometer a segurança da empresa; c) regras de reembolso para ligações de trabalho executadas a partir de um dispositivo pessoal. É preciso lembrar que as regras para uma empresa multinacional, na maioria das vezes, precisam ser nacionalizadas ou interpretadas à luz das legislações locais, em razão das especificidades locais. Outra etapa importante é planejar o processo de implantação, que pode envolver o incremento de helpdesk para suprir necessidades de suporte e até de capacitação de rede para suportar maior tráfego de dados. Além disso, é crucial avaliar se as aplicações da companhia podem ser utilizadas em plataformas distintas (RIM, IOS, Android, etc.) para, finalmente, colocar em produção o projeto junto à equipe de usuários. Nessa fase, é importante ter uma rotina de avaliação do sistema, pois, nesses casos, o monitoramento pode apontar se tudo está acontecendo conforme o planejado ou se há ocorrências ou rumos imprevistos. Se, por um lado, a gestão de infraestrutura com foco nos usuários internos é importante, a gestão de infraestrutura para manutenção das aplicações em produção é ainda mais importante. No momento, existem diversas ofertas de SaaS, ou seja, software como serviço, e de Cloud Computing. Por que ter gastos com infraestrutura para manter uma aplicação de Customer Relationship Management (CRM) ou Enterprise Resource Plannig (ERP), 21

24 se é possível ter a mesma aplicação sendo acessada pela internet? Ou ainda, por que ter discos e fitas de backup se atualmente pode-se fazer cópia de arquivos diretamente para dispositivos na nuvem? Devem-se sempre avaliar as regras da empresa. Por exemplo, caso se decida por uma aplicação utilizando o modelo SaaS ou a cópia rotineira de backup para a nuvem, a empresa obrigatoriamente necessitará de um plano de contingência para casos de inacessibilidade. Obviamente, essas novas tecnologias trazem economias e representam tendências, por isso gestores de TI não podem ignorar tais possibilidades. Ao contrário, devem se debruçar sobre avaliações precisas para que, quando implantadas, as novidades não sejam questionadas e fadadas ao fracasso por falta de testes e homologações para as condições da empresa. Conclusões Debruçar-se sobre as necessidades da empresa com afinco para a busca das melhores soluções em TI continua e continuará sendo a melhor forma de trazer inovações para o dia a dia. Vale frisar que se deve sempre buscar ajuda de especialistas, o que não é demérito algum para os gestores de TI, ao contrário, é de grande valia compartilhar decisões e avaliar pontos de vista distintos para compor uma decisão acertada. Por fim, estar preparado para imprevistos e mudanças de rumo da empresa é sempre uma boa forma de lidar com desafios. Bibliografia 1. American Medical Association. Health Information Technology. Disponível em: amacmeonline.com/health_it/. Acessado em: 05/08/ American Medical Association. Health Information Technology. Disponível em: ama-assn.org/ama/pub/physician-resources/health-information-technology.page?. Acessado em 05/08/ Costa CGA. O profissional de TI na Saúde. Disponível em: -profissional-de-ti-na-saude/. Acessado em: 05/08/ Sociedade Brasileira de Informatica em Saúde. 5. Gartner. 6. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. O Setor de Tecnologia da Informação e Comunicação no Brasil Disponível em: Acessado em: 21/08/ EHTI. 8. IBM. 22

25 Gerenciamento de mudanças uma abordagem baseada no modelo ITIL Gustavo V. Nascimento Alexandre Calegari Introdução A evolução tecnológica e a alta competitividade no mercado aumentam continuamente a demanda por recursos de tecnologia da informação que sejam cada vez melhores e mais adequados aos custos, prazos e qualidades desejados. Com isso, observa-se um aumento considerável na quantidade de empresas que investem em governança de tecnologia da informação (TI), termo aplicado às práticas de gestão, controle e monitoramento do ambiente de TI e seus investimentos. Como uma forma de implantar a governança de TI, as empresas apoiam-se em modelos disponíveis no mercado para auxiliá-las nesse desafio de gerenciar a TI, de forma que os gastos nessa área se transformem em produtividade e melhoria da qualidade dos serviços prestados. Relatos de experiência mostram que existe uma proporção elevada de problemas com a qualidade dos serviços que ocorrem após alguma mudança na infraestrutura de TI (software, hardware, equipe). Esse tipo de mudança, muitas vezes, resulta em problemas que custam mais para retificar do que o próprio custo real da mudança. Dessa forma, grande parte dos modelos de governança de TI, em especial o modelo ITIL 1, trata o processo de gerenciamento de mudanças como um dos principais assuntos da governança. De forma ampla, gerenciamento de mudanças objetiva garantir que apenas mudanças autorizadas ocorram no ambiente de TI, coordenando sua execução para que requisitos sejam garan- 1 ITIL é uma marca registrada da Office of Government Commerce (OGC). 23

26 tidos, riscos sejam identificados e controlados e imprevistos sejam evitados (Magalhães & Pinheiro, 2008). Este artigo trata do processo de gerenciamento de mudanças conforme abordado pelo modelo ITIL. Modelo ITIL e a abordagem referente ao gerenciamento de mudanças O modelo ITIL é composto por um conjunto de melhores práticas para a definição dos processos necessários ao funcionamento de uma área de TI, tendo como objetivo o máximo alinhamento entre ela e as demais áreas de negócio da organização. Ele não define os processos a serem implementados, mas demonstra as melhores práticas a serem utilizadas para essa definição, que fica a cargo da organização que está utilizando o modelo como referência. A Figura 1 apresenta a estrutura proposta pelo modelo ITIL, onde é possível ter uma visão ampla de quais são as áreas/assuntos abordados pelo modelo (Magalhães & Pinheiro, 2008). Observa-se o destaque para as áreas Suporte de Serviços e Entrega de Serviços (apresentadas em detalhes na Figura 2), que é onde se encontram os três processos diretamente relacionados com o gerenciamento de mudanças (foco desse artigo): gerenciamento de configuração, gerenciamento de mudanças e gerenciamento de liberação. Planejando a implementação do gerenciamento de serviços Negócio Perspectiva de negócios Gerenciamento de serviços Suporte a serviços Entrega de serviços Gerenciamento de infraestrutura de TIC Tecnologia Gerenciamento da segurança Gerenciamento de aplicações Figura 1 Estrutura de processos do modelo ITIL 24

27 Relacionamento com clientes e planejamento do serviço Entrega de serviços Suporte de serviços Gerenciamento de disponibilidade Gerenciamento de problemas Gerenciamento de nível de serviço Gerenciamento de capacidade Gerenciamento de mudanças Gerenciamento de continuidade Gerenciamento de incidentes Gerenciamento de configuração Gerenciamento de nível de serviço (operação e suporte ao usuário) Gerenciamento financeiro de TI Gerenciamento de liberações Segurança Figura 2 Suporte e entrega de serviços O gerenciamento de configuração, usualmente, tem início na identificação das partes que constituem o ambiente de TI. Essas partes, denominadas itens de configuração, representam a agregação de hardware, software ou ambos, tratados pela gerência de configuração como elemento único (Institute of Electrical and Electronics Engineers, 1990). Em determinados momentos, esses itens de configuração são agrupados e verificados, constituindo configurações do ambiente de TI. Essas configurações representam conjuntos de itens de configuração formalmente aprovados que servem de base para um processo de liberação (Institute of Electrical and Electronics Engineers, 2005; Sociedade SOFTEX Parte 2, 2009; Sociedade SOFTEX Guia Geral, 2009). Gerenciamento de mudanças tem a finalidade de assegurar que todas as mudanças necessárias nos itens de configuração sejam realizadas conforme planejado e autorizado e garantir a existência de um plano de recuperação do serviço caso algum imprevisto ocorra e o ambiente de TI pare de funcionar apropriadamente (Magalhães & Pinheiro, 2008). O gerenciamento de liberação implementa as mudanças no ambiente de TI, ou seja, coloca em produção um conjunto de itens de configuração novos e/ou modificados e que foram testados em conjunto. Ele contribui para o aumento da eficiência na introdução de mudanças em um ambiente de TI (Magalhães & Pinheiro, 2008). 25

28 A execução desses três processos de forma efetiva e em conjunto garante, na maioria das vezes, maior qualidade na implantação de mudanças e menor impacto no dia a dia da empresa que utiliza o ambiente de TI em evolução. Gerenciamento de Mudanças A mudança pode ser compreendida como o processo de mover-se de um estado definido a um outro estado. O gerenciamento de mudança objetiva garantir que o outro estado seja definido e planejado com antecedência à implantação de qualquer alteração e que se minimize a chance do outro estado não ser atingido com o nível de qualidade esperado. Com isso, antes de se iniciar as alterações necessárias, é preciso definir como será o processo de mudança. Um processo de mudança é composto minimamente pelas atividades que estão apresentadas no Quadro 1. O nível de formalismo exigido pelo processo é um dos fatores críticos para o sucesso. O excesso de formalismo nas solicitações de mudanças que deveriam ser tratadas como solicitações de serviços comuns a um ambiente de TI, normalmente, dificulta o processo e o torna burocrático. O dia a dia operacional de um ambiente de TI é repleto de solicitações de serviços, como mudanças de senhas, mudanças e nomes de usuários, criação de novos logins, pequenas instalações de softwares, etc. Tais solicitações requerem respostas rápidas e não devem ser tratadas por processos de gestão de mudanças. Receber e registrar as requisições para mudança; Avaliar a extensão da mudança, os custos, os benefícios e os riscos das mudanças planejadas; Planejar a implementação e liberação da mudança. Recomenda-se que a implementação de mudanças significativas seja controlada em forma de projeto, que deve incluir uma fase de testes com o ambiente já com as mudanças implementadas, antes que as mudanças sejam colocadas em ambiente de produção; Monitorar o processo de liberação (implantação); Avaliar os resultados da implantação. Quadro 1 Conjunto mínimo de atividades necessárias para o gerenciamento de mudanças. 26

Entendendo a Certificação Digital

Entendendo a Certificação Digital Entendendo a Certificação Digital Novembro 2010 1 Sumário 1. Introdução... 3 2. O que é certificação digital?... 3 3. Como funciona a certificação digital?... 3 6. Obtendo certificados digitais... 6 8.

Leia mais

ERP é um sistema de gestão empresarial que gerencia as informações relativas aos processos operacionais, administrativos e gerenciais das empresas.

ERP é um sistema de gestão empresarial que gerencia as informações relativas aos processos operacionais, administrativos e gerenciais das empresas. Introdução Sistemas de Informação é a expressão utilizada para descrever um Sistema seja ele automatizado (que pode ser denominado como Sistema Informacional Computadorizado), ou seja manual, que abrange

Leia mais

3. ( ) Para evitar a contaminação de um arquivo por vírus, é suficiente salvá-lo com a opção de compactação.

3. ( ) Para evitar a contaminação de um arquivo por vírus, é suficiente salvá-lo com a opção de compactação. 1. Com relação a segurança da informação, assinale a opção correta. a) O princípio da privacidade diz respeito à garantia de que um agente não consiga negar falsamente um ato ou documento de sua autoria.

Leia mais

Unidade III PRINCÍPIOS DE SISTEMAS DE. Prof. Luís Rodolfo

Unidade III PRINCÍPIOS DE SISTEMAS DE. Prof. Luís Rodolfo Unidade III PRINCÍPIOS DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO Prof. Luís Rodolfo Vantagens e desvantagens de uma rede para a organização Maior agilidade com o uso intenso de redes de computadores; Grandes interações

Leia mais

5 motivos para gerenciar sua frota na nuvem

5 motivos para gerenciar sua frota na nuvem 5 motivos para gerenciar sua frota na nuvem 2 ÍNDICE >> Introdução... 3 >> O que é software na nuvem... 6 >> Vantagens do software na nuvem... 8 >> Conclusão... 13 >> Sobre a Frota Control... 15 3 Introdução

Leia mais

Crescendo e Inovando com um Parceiro Confiável de Suporte

Crescendo e Inovando com um Parceiro Confiável de Suporte IBM Global Technology Services Manutenção e suporte técnico Crescendo e Inovando com um Parceiro Confiável de Suporte Uma abordagem inovadora em suporte técnico 2 Crescendo e Inovando com um Parceiro Confiável

Leia mais

CERTIFICAÇÃO DIGITAL

CERTIFICAÇÃO DIGITAL Autenticidade Digital CERTIFICAÇÃO DIGITAL Certificação Digital 1 Políticas de Segurança Regras que baseiam toda a confiança em um determinado sistema; Dizem o que precisamos e o que não precisamos proteger;

Leia mais

O QUE É CERTIFICAÇÃO DIGITAL?

O QUE É CERTIFICAÇÃO DIGITAL? O QUE É CERTIFICAÇÃO DIGITAL? Os computadores e a Internet são largamente utilizados para o processamento de dados e para a troca de mensagens e documentos entre cidadãos, governo e empresas. No entanto,

Leia mais

Asser Rio Claro. Descubra como funciona um antivírus. Como o antivírus protege o seu computador. A importância de um antivírus atualizado

Asser Rio Claro. Descubra como funciona um antivírus. Como o antivírus protege o seu computador. A importância de um antivírus atualizado Administração Informática Asser Rio Claro Descubra como funciona um antivírus Responsável por garantir a segurança do seu computador, o antivírus é um programa de proteção que bloqueia a entrada de invasores

Leia mais

http://cartilha.cert.br/

http://cartilha.cert.br/ http://cartilha.cert.br/ Quanto mais informações você disponibiliza na Internet, mais difícil se torna preservar a sua privacidade Nada impede que você abra mão de sua privacidade e, de livre e espontânea

Leia mais

Certificado Digital Modelo NF-e. Manual do Usuário

Certificado Digital Modelo NF-e. Manual do Usuário Certificado Digital Modelo NF-e Manual do Usuário Parabéns! Você acaba de adquirir o seu Certificado Digital Serasa Experian. Este manual é composto por informações importantes para que você possa usar

Leia mais

o GUIA COMPLETO da Nota Fiscal de Consumidor Eletrônica

o GUIA COMPLETO da Nota Fiscal de Consumidor Eletrônica o GUIA COMPLETO da Nota Fiscal de Consumidor Eletrônica sumário >> Introdução... 3 >> Nota fiscal eletrônica: o começo de tudo... 6 >> Nota fiscal de consumidor eletrônica (NFC-e)... 10 >> Quais as vantagens

Leia mais

COMO O INVESTIMENTO EM TI PODE COLABORAR COM A GESTÃO HOSPITALAR?

COMO O INVESTIMENTO EM TI PODE COLABORAR COM A GESTÃO HOSPITALAR? COMO O INVESTIMENTO EM TI PODE COLABORAR COM A GESTÃO HOSPITALAR? Descubra os benefícios que podem ser encontrados ao se adaptar as novas tendências de mercado ebook GRÁTIS Como o investimento em TI pode

Leia mais

Março/2005 Prof. João Bosco M. Sobral

Março/2005 Prof. João Bosco M. Sobral Plano de Ensino Introdução à Segurança da Informação Princípios de Criptografia Segurança de Redes Segurança de Sistemas Símbolos: S 1, S 2,..., S n Um símbolo é um sinal (algo que tem um caráter indicador)

Leia mais

agility made possible

agility made possible RESUMO DA SOLUÇÃO Gerenciamento da infraestrutura convergente da CA Technologies Como posso fornecer serviços inovadores ao cliente com uma infraestrutura cada vez mais complexa e convergente? E com gerenciamento

Leia mais

Planejamento Estratégico de Tecnologia da Informação

Planejamento Estratégico de Tecnologia da Informação INSTITUTO VIANNA JÚNIOR LTDA FACULDADES INTEGRADAS VIANNA JÚNIOR Planejamento Estratégico de Tecnologia da Informação Lúcia Helena de Magalhães 1 Teresinha Moreira de Magalhães 2 RESUMO Este artigo traz

Leia mais

tendências MOBILIDADE CORPORATIVA Setembro/2012 INFORMATIVO TECNOLÓGICO DA PRODESP EDIÇÃO 03 Introdução Cenário atual Tendências Vantagens Riscos

tendências MOBILIDADE CORPORATIVA Setembro/2012 INFORMATIVO TECNOLÓGICO DA PRODESP EDIÇÃO 03 Introdução Cenário atual Tendências Vantagens Riscos tendências EDIÇÃO 03 Setembro/2012 MOBILIDADE CORPORATIVA Introdução Cenário atual Tendências Vantagens Riscos Recomendações para adoção de estratégia de mobilidade 02 03 04 06 07 08 A mobilidade corporativa

Leia mais

FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAC GOIÁS GESTÃO DA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO EDUARDO ROCHA BRUNO CATTANY FERNANDO BAPTISTA

FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAC GOIÁS GESTÃO DA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO EDUARDO ROCHA BRUNO CATTANY FERNANDO BAPTISTA FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAC GOIÁS GESTÃO DA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO EDUARDO ROCHA BRUNO CATTANY FERNANDO BAPTISTA Descrição da(s) atividade(s): Indicar qual software integrado de gestão e/ou ferramenta

Leia mais

Apresentação. Vitae Tec Tecnologia a Serviço da Vida!

Apresentação. Vitae Tec Tecnologia a Serviço da Vida! Apresentação Vitae Tec Tecnologia a Serviço da Vida! A Vitae Tec A Vitae Tec é uma empresa de tecnologia que tem como missão oferecer serviços e produtos adequados às necessidades do cliente - pessoa física

Leia mais

Política de Segurança da Informação

Política de Segurança da Informação Política de Segurança da Informação 29 de janeiro 2014 Define, em nível estratégico, diretivas do Programa de Gestão de Segurança da Informação. ÍNDICE 1 OBJETIVO... 3 2 PÚBLICO ALVO... 3 3 RESPONSABILIDADES

Leia mais

Gerenciamento de Serviços de TI com base na ITIL

Gerenciamento de Serviços de TI com base na ITIL Gerenciamento de Serviços de TI com base na ITIL Information Technology Infrastructure Library ou Biblioteca de Infraestrutura da Tecnologia da Informação A TI de antes (ou simplesmente informática ),

Leia mais

Certificado Digital e-cpf

Certificado Digital e-cpf Certificado Digital e-cpf Parabéns! Ao ter em mãos esse manual, significa que você adquiriu um certificado digital AC Link. Manual do Usuário 1 Índice Apresentação... 03 O que é um Certificado Digital?...

Leia mais

Manual do usuário Certificado Digital e-cpf. Parabéns! Ao ter em mãos este manual, significa que você adquiriu um Certificado Digital DOCCLOUD

Manual do usuário Certificado Digital e-cpf. Parabéns! Ao ter em mãos este manual, significa que você adquiriu um Certificado Digital DOCCLOUD Manual do usuário Certificado Digital e-cpf Parabéns! Ao ter em mãos este manual, significa que você adquiriu um Certificado Digital DOCCLOUD Índice Apresentação 03 O que é um Certificado Digital? 04 Instalando

Leia mais

NAVITA SGM SERVIÇOS GERENCIADOS DE MOBILIDADE

NAVITA SGM SERVIÇOS GERENCIADOS DE MOBILIDADE White Paper NAVITA SGM SERVIÇOS GERENCIADOS DE MOBILIDADE A cada dia, o mundo da mobilidade se torna mais crítico e complexo. Por esta natureza, usuários de mobilidade necessitam cada vez mais de agilidade

Leia mais

Soluções em Software para Medicina Diagnóstica. www.digitalmed.com.br

Soluções em Software para Medicina Diagnóstica. www.digitalmed.com.br Soluções em Software para Medicina Diagnóstica www.digitalmed.com.br NOTA DE AGRADECIMENTO Primeiramente, agradecemos pela sua receptividade em conhecer as nossas soluções, afinal, é sempre uma imensa

Leia mais

Liderança e tecnologia: uma comparação do custo total de propriedade de Comunicações unificadas e Colaboração

Liderança e tecnologia: uma comparação do custo total de propriedade de Comunicações unificadas e Colaboração WHITE PAPER Liderança e tecnologia: uma comparação do custo total de propriedade de Comunicações unificadas e Colaboração Patrocinado pela Cisco Systems, Inc setembro de 2013 Resumo executivo As empresas

Leia mais

Certificado Digital e-cpf

Certificado Digital e-cpf Página1 Certificado Digital e-cpf Manual do Usuário Página2 Índice Apresentação... 03 O que é um Certificado Digital?... 03 Instalando o Certificado... 04 Conteúdo do Certificado... 07 Utilização, guarda

Leia mais

João Bosco Beraldo - 014 9726-4389 jberaldo@bcinfo.com.br. José F. F. de Camargo - 14 8112-1001 jffcamargo@bcinfo.com.br

João Bosco Beraldo - 014 9726-4389 jberaldo@bcinfo.com.br. José F. F. de Camargo - 14 8112-1001 jffcamargo@bcinfo.com.br João Bosco Beraldo - 014 9726-4389 jberaldo@bcinfo.com.br José F. F. de Camargo - 14 8112-1001 jffcamargo@bcinfo.com.br BCInfo Consultoria e Informática 14 3882-8276 WWW.BCINFO.COM.BR Princípios básicos

Leia mais

Sistemas para Internet 06 Ataques na Internet

Sistemas para Internet 06 Ataques na Internet Sistemas para Internet 06 Ataques na Internet Uma visão geral dos ataques listados na Cartilha de Segurança para Internet do CGI Comitê Gestor da Internet Componente Curricular: Bases da Internet Professor:

Leia mais

Carlos Henrique Santos da Silva

Carlos Henrique Santos da Silva GOVERNANÇA DE TI Carlos Henrique Santos da Silva Mestre em Informática em Sistemas de Informação UFRJ/IM Certificado em Project Management Professional (PMP) PMI Certificado em IT Services Management ITIL

Leia mais

Transformando seu investimento ERP em resultados para seu negócio

Transformando seu investimento ERP em resultados para seu negócio 1 SUMÁRIO 1 2 3 4 Introdução A história do ERP O que um ERP fará pelo seu negócio? 1.1 - Otimização dos processos 1.2 - Gerenciamento completo 1.3 - Informações relevantes 1.4 - Controle Tributário ERP

Leia mais

Incorporando Integridade em Autenticações Avançadas e Transações

Incorporando Integridade em Autenticações Avançadas e Transações VENDOR SPOTLIGHT DA IDC Incorporando Integridade em Autenticações Avançadas e Transações Junho de 2015 Adaptado do Worldwide Identity and Access Management 2014-2018 Forecast (Previsão de 2014-2018 sobre

Leia mais

Informação: o principal ativo de um negócio

Informação: o principal ativo de um negócio WHITE PAPER Informação: o principal ativo de um negócio Gestão de dados se tornou ponto crucial para sobrevivência das instituições, mas poucas ainda mantêm programa de treinamento em segurança. Fiscalização

Leia mais

POLÍTICA DE SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO (modelo )

POLÍTICA DE SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO (modelo ) POLÍTICA DE SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO (modelo ) A Política de segurança da informação, na A EMPRESA, aplica-se a todos os funcionários, prestadores de serviços, sistemas e serviços, incluindo trabalhos executados

Leia mais

ivirtua Solutions 4 ITIL

ivirtua Solutions 4 ITIL ivirtua Solutions 4 ITIL ivirtua Solutions ITIL WHITEPAPER ITIL INTRODUÇÃO O ITIL é o modelo de referência para endereçar estruturas de processos e procedimentos à gestão de TI, organizado em disciplinas

Leia mais

Gerenciamento de Serviços em TI com ITIL. Gerenciamento de Serviços de TI com ITIL

Gerenciamento de Serviços em TI com ITIL. Gerenciamento de Serviços de TI com ITIL Gerenciamento de Serviços de TI com ITIL A Filosofia do Gerenciamento de Serviços em TI Avanços tecnológicos; Negócios totalmente dependentes da TI; Qualidade, quantidade e a disponibilidade (infra-estrutura

Leia mais

Tecnologia a serviço da saúde.

Tecnologia a serviço da saúde. Tecnologia a serviço da saúde. A Diebold A Diebold é uma empresa multinacional, especializada em automação bancária, segurança eletrônica e líder mundial no fornecimento de equipamentos de autoatendimento.

Leia mais

www.portaldoaluno.info GERENCIAMENTO EM TI Professor: André Dutton

www.portaldoaluno.info GERENCIAMENTO EM TI Professor: André Dutton GERENCIAMENTO EM TI Professor: André Dutton 1 BASES TECNOLÓGICAS Direcionadores do uso de tecnologia da informação. Uso de Tecnologia da Informação nas organizações. Benefícios do uso de Tecnologia de

Leia mais

GOVERNANÇA DE ACESSO E IDENTIDADE ORIENTADA AOS NEGÓCIOS: A IMPORTÂNCIA DE UMA NOVA ABORDAGEM

GOVERNANÇA DE ACESSO E IDENTIDADE ORIENTADA AOS NEGÓCIOS: A IMPORTÂNCIA DE UMA NOVA ABORDAGEM GOVERNANÇA DE ACESSO E IDENTIDADE ORIENTADA AOS NEGÓCIOS: A IMPORTÂNCIA DE UMA NOVA ABORDAGEM RESUMO Há anos, os gerentes de segurança das informações e de linhas de negócios sabem, intuitivamente, que

Leia mais

A IMPLEMENTAÇÃO DE UM PROJETO DE CERTIFICAÇÃO DIGITAL EM AMBIENTE HOSPITALAR

A IMPLEMENTAÇÃO DE UM PROJETO DE CERTIFICAÇÃO DIGITAL EM AMBIENTE HOSPITALAR A IMPLEMENTAÇÃO DE UM PROJETO DE CERTIFICAÇÃO DIGITAL EM AMBIENTE HOSPITALAR Flávio Osete Gonçalves da Silva, Camila Ramos de Moura Diretoria de Operações e Tecnologia da Informação Instituto do Câncer

Leia mais

CERTIFICAÇÃO DIGITAL. Certificado Digital Assinatura Digital

CERTIFICAÇÃO DIGITAL. Certificado Digital Assinatura Digital CERTIFICAÇÃO DIGITAL Certificado Digital Assinatura Digital CERTIFICADO e ASSINATURA DIGITAL CERTIFICADO Éo documento eletrônico de identidade emitido por Autoridade Certificadora credenciada pela AC Raiz

Leia mais

Privacidade.

Privacidade. <Nome> <Instituição> <e-mail> Privacidade Agenda Privacidade Riscos principais Cuidados a serem tomados Créditos Privacidade (1/3) Sua privacidade pode ser exposta na Internet: independentemente da sua

Leia mais

Proposta Comercial. Empresa «Nome_da_empresa» Solução BPO Business Process Outsourcing. Número Proposta «Numero_Proposta» - «Versao»

Proposta Comercial. Empresa «Nome_da_empresa» Solução BPO Business Process Outsourcing. Número Proposta «Numero_Proposta» - «Versao» Proposta Comercial Empresa «Nome_da_empresa» Solução BPO Business Process Outsourcing Número Proposta «Numero_Proposta» - «Versao» Data 14 de setembro de 2012 Preparado para: «Nome» «Sobrenome» 1. Objetivo

Leia mais

TERCEIRIZAÇÃO, OUTSOURCING, INFRAESTRUTURA DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS E SITES, AUDITORIAS E SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO.

TERCEIRIZAÇÃO, OUTSOURCING, INFRAESTRUTURA DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS E SITES, AUDITORIAS E SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO. TERCEIRIZAÇÃO, OUTSOURCING, INFRAESTRUTURA DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS E SITES, AUDITORIAS E SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO. OneIT A gente trabalha para o seu crescimento. Rua Bento Barbosa, n 155, Chácara Santo

Leia mais

A evolução da tecnologia da informação nos últimos 45 anos

A evolução da tecnologia da informação nos últimos 45 anos A evolução da tecnologia da informação nos últimos 45 anos Denis Alcides Rezende Do processamento de dados a TI Na década de 1960, o tema tecnológico que rondava as organizações era o processamento de

Leia mais

Porquê na ITIL nas empresas? o Para termos uma resposta efetiva é preciso entender o porque da governança; o Entender gerenciamento de riscos.

Porquê na ITIL nas empresas? o Para termos uma resposta efetiva é preciso entender o porque da governança; o Entender gerenciamento de riscos. ITIL V3 Porquê na ITIL nas empresas? o Para termos uma resposta efetiva é preciso entender o porque da governança; o Entender o gerenciamento de riscos. Porquê Governança? Porque suas ações e seus requisitos

Leia mais

IMPLEMENTANDO UMA ARQUITETURA DO SECURITY ANALYTICS

IMPLEMENTANDO UMA ARQUITETURA DO SECURITY ANALYTICS IMPLEMENTANDO UMA ARQUITETURA DO SECURITY ANALYTICS Resumo da solução RESUMO As novas ameaças de segurança exigem uma nova abordagem ao gerenciamento de segurança. As equipes de segurança precisam de uma

Leia mais

Conceitos Básicos e Implementação. Entrega de Serviços. Professor Gledson Pompeu (gledson.pompeu@gmail.com)

Conceitos Básicos e Implementação. Entrega de Serviços. Professor Gledson Pompeu (gledson.pompeu@gmail.com) Conceitos Básicos e Implementação Pref. Mun. Vitória 2007 Analista de Suporte 120 A ITIL (information technology infrastructure library) visa documentar as melhores práticas na gerência, no suporte e na

Leia mais

Unidade II GERENCIAMENTO DE SISTEMAS. Prof. Roberto Marcello

Unidade II GERENCIAMENTO DE SISTEMAS. Prof. Roberto Marcello Unidade II GERENCIAMENTO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO Prof. Roberto Marcello SI Sistemas de gestão A Gestão dos Sistemas Integrados é uma forma organizada e sistemática de buscar a melhoria de resultados.

Leia mais

Como posso gerenciar melhor os meus ativos de software e reduzir o risco de auditorias de conformidade?

Como posso gerenciar melhor os meus ativos de software e reduzir o risco de auditorias de conformidade? RESUMO DA SOLUÇÃO CA SERVICE MANAGEMENT - GERENCIAMENTO DE ATIVOS DE SOFTWARE Como posso gerenciar melhor os meus ativos de software e reduzir o risco de auditorias de conformidade? O CA Service Management

Leia mais

Serviços IBM de Resiliência:

Serviços IBM de Resiliência: Serviços IBM de Resiliência: Sempre disponível, em um mundo sempre conectado Como chegamos até aqui? Dois profissionais de TI estão sofrendo com interrupções de negócios frequentes, os problemas estão

Leia mais

Universidade Federal de Goiás Centro de Recursos Computacionais - CERCOMP Divisão de Sistemas. Criação de uma Serviço de Geração de Relatórios

Universidade Federal de Goiás Centro de Recursos Computacionais - CERCOMP Divisão de Sistemas. Criação de uma Serviço de Geração de Relatórios Universidade Federal de Goiás Centro de Recursos Computacionais - CERCOMP Divisão de Sistemas Criação de uma Serviço de Geração de Relatórios Goiânia 12/2011 Versionamento 12/12/2011 Hugo Marciano... 1.0

Leia mais

Companhia de Tecnologia da Informação do Estado de Minas Gerais - Prodemge. Manual do Usuário. Versão 1.1. ExpressoMG

Companhia de Tecnologia da Informação do Estado de Minas Gerais - Prodemge. Manual do Usuário. Versão 1.1. ExpressoMG Companhia de Tecnologia da Informação do Estado de Minas Gerais - Prodemge Manual do Usuário Versão 1.1 ExpressoMG 14/10/2015 Sumário 1. Apresentação... 4 1.1 Objetivos do Manual... 4 1.2 Público Alvo...

Leia mais

agility made possible

agility made possible RESUMO DA SOLUÇÃO Gerenciamento de ativos de software com o CA IT Asset Manager como posso administrar melhor os meus ativos de software e reduzir o risco de auditorias de conformidade? agility made possible

Leia mais

Administração de Ativos de TI. Prof. André Montevecchi

Administração de Ativos de TI. Prof. André Montevecchi Administração de Ativos de TI Prof. André Montevecchi Introdução a ITIL Em um mundo altamente competitivo, de mudanças constantes e inesperadas, é preciso ter flexibilidade e agilidade suficientes para

Leia mais

USE O PODER DA NUVEM. VEJA COMO A NUVEM PODE TRANSFORMAR SEUS NEGÓCIOS.

USE O PODER DA NUVEM. VEJA COMO A NUVEM PODE TRANSFORMAR SEUS NEGÓCIOS. USE O PODER DA NUVEM. VEJA COMO A NUVEM PODE TRANSFORMAR SEUS NEGÓCIOS. A computação em nuvem é uma mudança de paradigma no gerenciamento de TI e de datacenters, além de representar a capacidade da TI

Leia mais

COLABORAÇÃO COMPLETA PARA O MIDMARKET

COLABORAÇÃO COMPLETA PARA O MIDMARKET COLABORAÇÃO COMPLETA PARA O MIDMARKET Você está realmente conectado? Esse é o desafio atual no panorama dos negócios virtuais e móveis, à medida que as empresas se esforçam para ter comunicações consistentes

Leia mais

PORTARIA Nº 7.596, DE 11 DE DEZEMBRO DE 2014.

PORTARIA Nº 7.596, DE 11 DE DEZEMBRO DE 2014. PORTARIA Nº 7.596, DE 11 DE DEZEMBRO DE 2014. Regulamenta as atribuições e responsabilidades da Secretaria de Tecnologia da Informação e Comunicações do Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região e dá

Leia mais

gerenciando o desempenho de serviços em uma empresa conectada na nuvem CA Business Service Insight Julho de 2011

gerenciando o desempenho de serviços em uma empresa conectada na nuvem CA Business Service Insight Julho de 2011 gerenciando o desempenho de serviços em uma empresa conectada na nuvem CA Business Service Insight Julho de 2011 a computação na nuvem está presente em todos os lugares e está crescendo 72% das empresas

Leia mais

O FUTURO DA SUA EMPRESA PASSA POR AQUI OMNES TECNOLOGIA

O FUTURO DA SUA EMPRESA PASSA POR AQUI OMNES TECNOLOGIA O FUTURO DA SUA EMPRESA PASSA POR AQUI OMNES TECNOLOGIA Como tudo começou GIDEONI SILVA CONSULTOR BI & CRM Analista de Sistemas e Green Belt Six Sigma Experiência de 15 anos em projetos executados de Business

Leia mais

Curso de Sistemas de Informação 8º período Disciplina: Tópicos Especiais Professor: José Maurício S. Pinheiro V. 2009-1

Curso de Sistemas de Informação 8º período Disciplina: Tópicos Especiais Professor: José Maurício S. Pinheiro V. 2009-1 Curso de Sistemas de Informação 8º período Disciplina: Tópicos Especiais Professor: José Maurício S. Pinheiro V. 2009-1 Aula 4 Introdução aos Sistemas Biométricos 1. Identificação, Autenticação e Controle

Leia mais

www.e-law.net.com.br certificação digital 1 de 5 Introdução

www.e-law.net.com.br certificação digital 1 de 5 Introdução www.e-law.net.com.br certificação digital 1 de 5 Introdução Cada pessoa cria sua assinatura de forma totalmente livre e a utiliza com significado de expressa concordância com os conteúdos dos documentos

Leia mais

Por que o gerenciamento de ativos de software é tão difícil e como simplificá-lo

Por que o gerenciamento de ativos de software é tão difícil e como simplificá-lo DOCUMENTAÇÃO TÉCNICA Melhores práticas de gerenciamento de ativos de software JUNHO DE 2013 Por que o gerenciamento de ativos de software é tão difícil e como simplificá-lo John Fulton CA IT Business Management

Leia mais

a identidade como o novo perímetro: adotando a nuvem, a plataforma móvel e a mídia social com segurança agility made possible

a identidade como o novo perímetro: adotando a nuvem, a plataforma móvel e a mídia social com segurança agility made possible a identidade como o novo perímetro: adotando a nuvem, a plataforma móvel e a mídia social com segurança agility made possible A transformação da TI e as identidades em evolução Diversas tendências da tecnologia,

Leia mais

SISTEMAS DE NEGÓCIOS. a) SISTEMAS DE APOIO EMPRESARIAIS

SISTEMAS DE NEGÓCIOS. a) SISTEMAS DE APOIO EMPRESARIAIS 1 SISTEMAS DE NEGÓCIOS a) SISTEMAS DE APOIO EMPRESARIAIS 1. COLABORAÇÃO NAS EMPRESAS Os sistemas colaborativos nas empresas nos oferecem ferramentas para nos ajudar a colaborar, comunicando idéias, compartilhando

Leia mais

3.2 SSI: formulário de Solicitação de Serviço à Informática - SSI, disponível na Intranet (Portal Corporativo Record).

3.2 SSI: formulário de Solicitação de Serviço à Informática - SSI, disponível na Intranet (Portal Corporativo Record). 1. OBJETIVOS Regulamentar o processo a ser seguido pelos usuários para liberação de ferramentas e recursos de Tecnologia da Informação, visando otimizar e agilizar as solicitações de forma que não gere

Leia mais

ANEXO I A Estratégia de TIC do Poder Judiciário

ANEXO I A Estratégia de TIC do Poder Judiciário RESOLUÇÃO Nº 99, DE 24 DE NOVEMBRO DE 2009 Dispõe sobre o Planejamento Estratégico de TIC no âmbito do Poder Judiciário e dá outras providências. ANEXO I A Estratégia de TIC do Poder Judiciário Planejamento

Leia mais

40% dos consumidores da Copa das Confederações da FIFA 2013 consideraram a agilidade no atendimento como fator mais importante no comércio

40% dos consumidores da Copa das Confederações da FIFA 2013 consideraram a agilidade no atendimento como fator mais importante no comércio 440mil pequenos negócios no Brasil, atualmente, não utilizam nenhuma ferramenta de gestão, segundo o Sebrae Varejo 2012 27% 67% de comerciantes que não possuíam computadores dos que possuíam utilizavam

Leia mais

Apresentação. Vitae Tec Tecnologia a Serviço da Vida!

Apresentação. Vitae Tec Tecnologia a Serviço da Vida! Apresentação Vitae Tec Tecnologia a Serviço da Vida! A Vitae Tec A Vitae Tec é uma empresa de tecnologia que tem como missão oferecer serviços e produtos adequados às necessidades do cliente - pessoa física

Leia mais

Oportunidades de Patrocínio. cloudstackday. 12/02/2015 São Paulo. Auditório István Jancsó Universidade de São Paulo

Oportunidades de Patrocínio. cloudstackday. 12/02/2015 São Paulo. Auditório István Jancsó Universidade de São Paulo Oportunidades de Patrocínio 12/02/2015 São Paulo Auditório István Jancsó Universidade de São Paulo Situação do mercado brasileiro de TI O Brasil vive um déficit de mão-de-obra qualificada, especialmente

Leia mais

12 PREVISÕES DE SEGURANÇA PARA 2012

12 PREVISÕES DE SEGURANÇA PARA 2012 12 PREVISÕES DE SEGURANÇA PARA 2012 Todos os anos, eu me sento com meu time de pesquisadores e conversamos sobre o que o próximo ano trará em termos de ameaças para nossos clientes. É uma discussão importante.

Leia mais

1 Introdução 1.1. Segurança em Redes de Computadores

1 Introdução 1.1. Segurança em Redes de Computadores 1 Introdução 1.1. Segurança em Redes de Computadores A crescente dependência das empresas e organizações modernas a sistemas computacionais interligados em redes e a Internet tornou a proteção adequada

Leia mais

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO SISTEMAS DE INFORMAÇÃO 1.1 2003 by Prentice Hall Sistemas de Informação José Celso Freire Junior Engenheiro Eletricista (UFRJ) Mestre em Sistemas Digitais (USP) Doutor em Engenharia de Software (Universit(

Leia mais

E-learning: O novo paradigma da educação e suas questões de segurança

E-learning: O novo paradigma da educação e suas questões de segurança E-Learning MBA Gestão de Sistemas de Informação Segurança na Informação Professor: Ly Freitas Grupo: Ferdinan Lima Francisco Carlos Rodrigues Henrique Andrade Aragão Rael Frauzino Pereira Renata Macêdo

Leia mais

Prof.: Roberto Franciscatto. Capítulo 1 Mercado de trabalho em TI

Prof.: Roberto Franciscatto. Capítulo 1 Mercado de trabalho em TI Introdução a Sistemas de Informação Prof.: Roberto Franciscatto Capítulo 1 Mercado de trabalho em TI Este que vos fala... Prof. Roberto Franciscatto Graduação: Informática Mestrado: Computação Aplicada

Leia mais

A rede de dados mais confiável do país. Proposta de Parceria para. Certificado Digital

A rede de dados mais confiável do país. Proposta de Parceria para. Certificado Digital A rede de dados mais confiável do país. Proposta de Parceria para Certificado Digital 1. Objetivo Esta proposta tem por objetivo realizar a emissão e validação do Certificado Digital da Serasa Experian.

Leia mais

GESTÃO DE TI NAS ORGANIZAÇÕES CONTEMPORÂNEAS

GESTÃO DE TI NAS ORGANIZAÇÕES CONTEMPORÂNEAS GESTÃO DE TI NAS ORGANIZAÇÕES CONTEMPORÂNEAS WALLACE BORGES CRISTO 1 JOÃO CARLOS PEIXOTO FERREIRA 2 João Paulo Coelho Furtado 3 RESUMO A Tecnologia da Informação (TI) está presente em todas as áreas de

Leia mais

100 vezes Boletim. nº 100 - Brasília, 05 de Setembro de 2008

100 vezes Boletim. nº 100 - Brasília, 05 de Setembro de 2008 nº 100 - Brasília, 05 de Setembro de 2008 100 vezes Boletim Você acaba de receber o Boletim Digital de número 100. Esse veículo vem contando, há quase dois anos e meio, a história da consolidação da Infra

Leia mais

de TI 17/09/2015 http://www.gartner.com/technology/home.jsp

de TI 17/09/2015 http://www.gartner.com/technology/home.jsp Consumerização é o termo dado para o uso de dispositivos pessoais no ambiente de trabalho. Tablets, netbooks, iphones e Androids que são usados nas empresas por funcionários e que tendem* a aumenta a produtividade.

Leia mais

TEORIA GERAL DE SISTEMAS

TEORIA GERAL DE SISTEMAS TEORIA GERAL DE SISTEMAS Vulnerabilidade dos sistemas e uso indevido Vulnerabilidade do software Softwares comerciais contém falhas que criam vulnerabilidades na segurança Bugs escondidos (defeitos no

Leia mais

Relatório sobre Segurança da Informação nas Empresas RESULTADOS DA AMÉRICA LATINA

Relatório sobre Segurança da Informação nas Empresas RESULTADOS DA AMÉRICA LATINA 2011 Relatório sobre Segurança da Informação nas Empresas RESULTADOS DA AMÉRICA LATINA SUMÁRIO Introdução... 4 Metodologia... 6 Resultado 1: Cibersegurança é importante para os negócios... 8 Resultado

Leia mais

A Informação e as Boas Práticas da Gestão na Saúde. Prof. Renato M.E. Sabbatini UNICAMP e Instituto Edumed

A Informação e as Boas Práticas da Gestão na Saúde. Prof. Renato M.E. Sabbatini UNICAMP e Instituto Edumed A Informação e as Boas Práticas da Gestão na Saúde Prof. Renato M.E. Sabbatini UNICAMP e Instituto Edumed Boas práticas em gestão da saúde Eficiência Qualidade Segurança Ética Humanização Sustentabilidade

Leia mais

O futuro da área de finanças Uma visão a ser compartilhada. CFO Program

O futuro da área de finanças Uma visão a ser compartilhada. CFO Program O futuro da área de finanças Uma visão a ser compartilhada CFO Program O futuro da área de finanças Temos o orgulho de compartilhar com vocês nossa visão de como será a área de finanças no futuro. Esta

Leia mais

2.3. ORGANIZAÇÕES E GESTÃO DOS SISTEMAS DE INFORMAÇÃO

2.3. ORGANIZAÇÕES E GESTÃO DOS SISTEMAS DE INFORMAÇÃO 2.3. ORGANIZAÇÕES E GESTÃO DOS SISTEMAS DE INFORMAÇÃO As Empresas e os Sistemas Problemas locais - impacto no sistema total. Empresas como subsistemas de um sistema maior. Uma empresa excede a soma de

Leia mais

ERP. Enterprise Resource Planning. Planejamento de recursos empresariais

ERP. Enterprise Resource Planning. Planejamento de recursos empresariais ERP Enterprise Resource Planning Planejamento de recursos empresariais O que é ERP Os ERPs em termos gerais, são uma plataforma de software desenvolvida para integrar os diversos departamentos de uma empresa,

Leia mais

USE O PODER DA NUVEM. VEJA COMO A NUVEM PODE TRANSFORMAR SEUS NEGÓCIOS.

USE O PODER DA NUVEM. VEJA COMO A NUVEM PODE TRANSFORMAR SEUS NEGÓCIOS. USE O PODER DA NUVEM. VEJA COMO A NUVEM PODE TRANSFORMAR SEUS NEGÓCIOS. A computação em nuvem é uma mudança de paradigma no gerenciamento de TI e de datacenters, além de representar a capacidade da TI

Leia mais

Implementar as diretrizes de um

Implementar as diretrizes de um ITIL prático Boa e prática No fundo, o ITIL apenas formaliza e organiza as práticas já adotadas por bons gestores de TI. Conheça-as com exemplos. por Alex D. Paul CAPA tey teyoo sxc.hu Implementar as diretrizes

Leia mais

Otimização através de LIMS e Lean Seis Sigma

Otimização através de LIMS e Lean Seis Sigma Otimização através de LIMS e Lean Seis Sigma Resumo Com uma abordagem prática este trabalho proporcionará uma visão do projeto de implantação de um sistema LIMS com o objetivo de eliminar totalmente o

Leia mais

Soluções em Software para Medicina Diagnóstica. www.digitalmed.com.br

Soluções em Software para Medicina Diagnóstica. www.digitalmed.com.br Soluções em Software para Medicina Diagnóstica www.digitalmed.com.br NOTA DE AGRADECIMENTO Primeiramente, agradecemos pela sua receptividade em conhecer as nossas soluções, afinal, é sempre uma imensa

Leia mais

Certificação ISO. Dificuldades, vantagens e desvantagens. Marcelo Henrique Wood Faulhaber, Med. Pat. Clin., MBA

Certificação ISO. Dificuldades, vantagens e desvantagens. Marcelo Henrique Wood Faulhaber, Med. Pat. Clin., MBA Certificação ISO Dificuldades, vantagens e desvantagens. Marcelo Henrique Wood Faulhaber, Med. Pat. Clin., MBA Avanços em Medicina Laboratorial UNICAMP 2012 Introdução à Qualidade Não existem laboratórios

Leia mais

Disciplina: Gestão Estratégica de TI Profº: João Carlos da Silva Junior

Disciplina: Gestão Estratégica de TI Profº: João Carlos da Silva Junior Disciplina: Gestão Estratégica de TI Profº: João Carlos da Silva Junior Conceitos Por que eu preciso deste curso? Não sou de TI Sou de TI conteúdo utilizado exclusivamente para fins didáticos 2 Não sou

Leia mais

Novembro/2013. Segurança da Informação BYOD/Redes Sociais Marco Vinicio Barbosa Dutra Coordenador de Segurança

Novembro/2013. Segurança da Informação BYOD/Redes Sociais Marco Vinicio Barbosa Dutra Coordenador de Segurança Novembro/2013 Segurança da Informação BYOD/Redes Sociais Marco Vinicio Barbosa Dutra Coordenador de Segurança Segurança da Informação BYOD/Consumerização Redes Sociais Perguntas Não vendo cofres, vendo

Leia mais

ITIL (INFORMATION TECHNOLOGY INFRASTRUCTURE LIBRARY)

ITIL (INFORMATION TECHNOLOGY INFRASTRUCTURE LIBRARY) Universidade Federal de Santa Catarina Departamento de Informática e Estatística INE Curso: Sistemas de Informação Disciplina: Projetos I Professor: Renato Cislaghi Aluno: Fausto Vetter Orientadora: Maria

Leia mais

SPEKTRUM SOLUÇÕES DE GRANDE PORTE PARA PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS SPEKTRUM SAP Partner 1

SPEKTRUM SOLUÇÕES DE GRANDE PORTE PARA PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS SPEKTRUM SAP Partner 1 SPEKTRUM SOLUÇÕES DE GRANDE PORTE PARA PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS SPEKTRUM SAP Partner 1 PROSPERE NA NOVA ECONOMIA A SPEKTRUM SUPORTA A EXECUÇÃO DA SUA ESTRATÉGIA Para as empresas que buscam crescimento

Leia mais

SIMARPE Sistema de Arquivo Permanente

SIMARPE Sistema de Arquivo Permanente SIMARPE Sistema de Arquivo Permanente Documentos formam a grande massa de conhecimentos de uma organização seja ela privada ou pública, esses documentos em sua maioria são parte do seu patrimônio. A Gestão

Leia mais

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO NA EMPRESA

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO NA EMPRESA Capítulo 2 SISTEMAS DE INFORMAÇÃO NA EMPRESA 2.1 2003 by Prentice Hall OBJETIVOS Quais são as principais aplicações de sistemas na empresa? Que papel eles desempenham? Como os sistemas de informação apóiam

Leia mais

Proteger as informações da empresa para a qual trabalhamos é um dever de todos nós!

Proteger as informações da empresa para a qual trabalhamos é um dever de todos nós! Prezado Colaborador, O conteúdo desta cartilha tem como objetivo compartilhar alguns conceitos relacionados ao tema Segurança da Informação. Além de dicas de como tratar os recursos e as informações corporativas

Leia mais

agility made possible

agility made possible RESUMO DA SOLUÇÃO DO PARCEIRO Soluções de garantia do serviço da CA Technologies você está ajudando seus clientes a desenvolver soluções de gerenciamento da TI para garantir a qualidade do serviço e a

Leia mais

Elaboração dos documentos

Elaboração dos documentos Estudo de Caso Área de conhecimento Gerência de Escopo Projeto Correspondência Eletrônica nos Correios S.A. A Presidência dos Correios vislumbrou a possibilidade da Empresa apresentar aos seus clientes

Leia mais

Papel e importância dos sistemas LIMS na indústria moderna

Papel e importância dos sistemas LIMS na indústria moderna Papel e importância dos sistemas LIMS na indústria moderna Georgio Raphaelli Labsoft Tecnologia E-mail: georgior@gmail.com Resumo: Um bom sistema de uso diário, produzido especificamente para laboratórios

Leia mais