Comércio Externo: Tendência decrescente. Protocolo de entendimento e cooperação entre a EDP Comercial e a ANIMEE. CINEL: Robótica médica.

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1 330 - MARÇO ABRIL 2014 Periodicidade: Bimestral Preço de capa: 1,50 Comércio Externo: Tendência decrescente. Protocolo de entendimento e cooperação entre a EDP Comercial e a ANIMEE. CINEL: Robótica médica. Entrevista a A. Martins da Costa, Administrador da EDP

2 Motores Moto-redutores Automação Energia Transmissão & Distribuição Tintas de r o ers v n co cia o n v ê o u N freq CFW500 Um variador, infinitas possibilidades Desenvolvido para uma rápida instalação e comissionamento, o novo variador CFW500 é especialmente adaptado para aplicações em máquinas e processos industriais. Extremamente compacto e com uma óptima relação custo-benefício, cobre todas as necessidades dos fabricantes de máquinas e equipamentos, cobrindo um leque alargado de aplicações. g g g Compatível - ampla gama de acessórios Flexível - funções aplicativas Robusto - 150% de sobrecarga por 1 minuto Transformando energia em soluções. g g g Eficiente - optimiza operação e performance Fiável - 100% testados em carga na fábrica Integrável - redes Fieldbus

3 330 - março abril 2014 ficha técnica Revista Bimestral (6 números por ano) Propriedade e Edição: ANIMEE Associação Portuguesa das Empresas do Setor Elétrico e Eletrónico Av. Guerra Junqueiro, 11, 2. o Esq LISBOA Telef.: Fax: Contribuinte n. o : Diretor: J. Marques de Sousa Redação, Administração e Distribuição ANIMEE - Delegação Norte Edifício do Instituto Eletrotécnico Português Rua de S. Gens, CUSTÓIAS Telef. / Fax: Execução Gráfica: Gráfica Maiadouro Rua Padre Luís Campos, 686 Vermoim Apartado MAIA N. o de Depósito Legal: 93844/2002 NROCS N. o Tiragem: 2000 exemplares sumário 22 Comércio Externo janeiro dezembro Entrevista A Revista ANIMEE entrevista António Martins da Costa, Administrador da EDP 21 Associativismo Protocolo de Entendimento e Cooperação entre a EDP Comercial e a ANIMEE 26 Feiras e Exposições MATELEC Tecnologia Calibração do Laboratório de Alta Tensão da FEUP 29 IEP Mercado das UPS na era do cloud computing MARÇO ABRIL 2014 Periodicidade: Bimestral Preço de capa: 1,50 Comércio Externo: Tendência decrescente. Protocolo de entendimento e cooperação entre a EDP Comercial e a ANIMEE. CINEL: Robótica médica. 32 CINEL Robótica médica aplicações e desafios 36 ANREEE ANREEE anuncia nova redução das taxas de registo 37 Empresas Notícias sobre várias empresas Entrevista a A. Martins da Costa, Administrador da EDP 53 Calendário Fiscal maio e junho Cotações Câmbios e cotações de metais janeiro e fevereiro de 2014 Respeitando a forma de escrever de cada autor, a Revista ANIMEE publica os artigos seguindo os Acordos Ortográficos, o antigo ou o novo, neste período de transição.

4 comércio externo Análise ao Comércio Externo de Equipamento Elétrico e Eletrónico janeiro dezembro Análise global Setor Elétrico e Eletrónico Confirma-se uma tendência decrescente na evolução do comércio externo do SEE ao longo do ano de 2013; acentuou-se um pouco a variação negativa homóloga das Exportações (-2%) face ao período anterior (janeiro-setembro), enquanto que a das Importações (-2%) se atenuou, na mesma proporção; deste modo, mantém-se a taxa de cobertura da Importação pela Exportação (+88%) Balança Comercial Portuguesa No período Janeiro-Dezembro de 2013, a Exportação Portuguesa de Mercadorias (+4,6%) saldou-se por uma taxa de crescimento razoável em termos homólogos, quase exclusivamente baseada no crescimento do comércio extracomunitário (+7,6%), uma vez que no mercado intracomunitário o cenário foi de quase estagnação (+0,2%). Por sua vez, o decréscimo da taxa da importação (-0,8%) acentuou-se no que toca a países terceiros, com sinais de recuperação a nível do mercado da UE (+1,0%). Jan-Dez Jan-Dez 2013 % Total Exportação (Saídas) ,6% Importação (Entradas) ,8% UE Exportação ,2% Importação ,0% Países Terceiros Exportação ,6% Importação ,8% Nota valores em milhões de Euros Fonte: INE Instituto Nacional de Estatística IP (N. os preliminares de Comércio Externo) Analisemos agora o comércio internacional a nível dos principais Grupos de Produtos no 4. o trimestre de 2013 e em termos homólogos. Grupos de Produtos com melhor comportamento: Grupos de Produtos Combust. e Lubrif. (P.Transf.) Bens de Consumo NE noutra categoria Máq. e O. Bens de Capital e Acess. Export. Grupos de Import. % Produtos % +44,8 +9,7 +5,7 Material de Transporte e Acess. Bens NE noutra categoria Bens de Consumo NE n. categoria +14,0 +13,3 +7,0 O grupo com melhor comportamento a nível da exportação, destacando-se com a taxa mais elevada face a qualquer dos restantes grupos, foi Combustíveis e Lubrificantes, na vertente dos Produtos Transformados, o que não surpreende, visto já se ter verificado noutras análises ao longo de 2013 ser este um dos grupos com maior peso no crescimento das exportações portuguesas. Seguem-se Bens de Consumo NE noutra categ. e Máq. e O. Bens de Capital e Acess., em níveis bastante mais baixos que aquele primeiro grupo, mas semelhantes aos verificados ao longo do ano, em termos médios. O crescimento pontual verificado no 3. o trimestre, nas importações de Bens ne noutra categoria (+75,6%), também regressou para valores normais (+13,3%), sendo o 2. o grupo com melhor comportamento a seguir a Material de Transporte e Acess. (+14,0%). Bens de Consumo NE n. categ. tem um comportamento igualmente razoável ao nível das importações (+7,0). 2 n. o março / abril 2014

5 comércio externo Grupos de Produtos com pior comportamento: Grupos de Produtos Bens NE noutra categoria Material Transp. e Acessór. Fornec. Ind. noutra categ. Export. Grupos de Import. % Produtos % -15,0-1,2 +1,1 Combust. e Lubrif. (P. Transf.) Prod. Alimentares e Bebidas Fornec. Ind. NE noutra categoria -6,2 +3,9 +2,0 Inversamente ao que sucede nas importações, Bens ne noutra categoria é o grupo com pior comportamento a nível das exportações (-15,0). Em níveis de ligeiro decréscimo ou crescimento muito débil, temos Material de Transp. e Acessór.(-1,2) e Fornec. Ind. noutra categ. (+1,1). A nível das importações, Combustíveis e Lubrificantes (-6,2) segue a tendência inversa à das exportações. Os restantes grupos, ainda que com taxas modestas, mostram crescimento Exportação de Equipamento Elétrico e Eletrónico Os dados do Comércio Internacional para o SEE no período de janeiro-dezembro de 2013 vêm confirmar a tendência continuada de decrescimento a nível das Exportações, negativa pela primeira vez no final de Setembro (-1%) e acentuando-se ligeiramente neste último trimestre (-2%). Vejamos quais os subsetores com melhor evolução no período de janeiro-dezembro, em termos homólogos: Máquinas, Equipamentos e Aparelhagem Industrial (+3%) a taxa de crescimento homólogo baixou, acusando um comportamento pior neste último trimestre face ao período homólogo, sobretudo nos produtos como Equipamentos para Energias Renováveis (-5,91%). A queda nos Transformadores de Dielétrico Líquido > KVA (-43,9%) persiste. Fios e Cabos Isolados (+9% ) 2013 foi claramente um ano de recuperação para este subsetor, cuja crise de 2012 se saldou numa perda de cerca de -8% em valor nas exportações. Em 2013, tem vindo a crescer lenta e consistentemente ao longo dos vários trimestres. Componentes Eletrónicos (+1%) a quebra abrupta, depois de uma aparente estabilização nos últimos dois trimestres, explica-se pela quebra acentuada (-64,48%) em O. Dispositivos Fotosensíveis semicondutores, que deverá ser pontual. Os restantes principais produtos mantêm o ritmo de crescimento esperado. Telecomunicações, Eletrónica Profissional e Informática (+8%) a quebra da taxa de crescimento é agora mais visível, em cerca de 10 pp, relativamente à taxa do período anterior (+18%); o abrandamento verifica-se em três dos principais produtos: telefones para redes sem fio (+27 %), O. Painéis indicadores c/ dispos. LCD ou LED (+16,6%) e ainda em O. Ptes de máq. e aparelhos elétricos com função pp (-18,9%). Aparelhagem Ligeira de Instalação (+10%) de uma maneira geral, os principais produtos recuperaram nas suas taxas de crescimento face a 2012, restando saber se a tendência será de estabilização ou crescimento. Relativamente aos restantes grupos: Destaca-se a recuperação progressiva ao longo de 2013 de Cablagens, de uma taxa de -10% para -2% e ainda de Lâmpadas e Material p/ Iluminação, de -4% para -1%. A procura de novos mercados e a recuperação da economia parecem começar a fazer-se sentir. Verifica-se a estabilização da evolução negativa de Eletrónica de Consumo (-22%), cujo valor não sofreu alterações face ao período anterior. Aparelhagem e Sistemas de Medida, Controlo e Automatismo melhorou também o seu comportamento negativo (-44%), enquanto Eletrodomésticos manteve o crescimento de +3% Importação de Equipamento Elétrico e Eletrónico Tendência confirmada para estabilização das importações do setor numa diminuição de -2% face a Revista Animee 3

6 comércio externo As maiores e mais significativas taxas de diminuição continuam ser as de Eletrónica de Consumo (-21%) e Componentes Eletrónicos (-9%), embora este último tenha recuperado de -15% para -9%. Enquanto que Fios e Cabos Isolados (-4%) e Telecomunicações, Eletrónica Profissional e Informática (2%) mantêm as taxas, os restantes subsetores apresentam pequenas subidas e descidas, destacando-se neste último caso Cablagens (+10%), Máquinas, Equipamentos e Aparelhagem Industrial (+4%) e Aparelhagem Ligeira de Instalação (+8%), com descidas na ordem dos 4 a 6 pp. Os dados mostram que o 4. o trimestre foi bom para a economia portuguesa; no SEE, isto repercutiu-se na recuperação ou estabilização de alguns subsetores, mas já sem hipótese de recuperar para um nível globalmente positivo. A recuperação da economia europeia ajudará alguns subsetores, mas o desafio da competitividade é elevado para se alcançarem taxas de crescimento razoáveis no mercado externo. 2. Exportação por Zonas Económicas e Países Clientes A variação homóloga de -2% do valor das exportações do SEE resulta de uma diminuição das exportações para todas as zonas face a 2012; nas de maior peso, verificamos UE (-6%), Países 3. os (-8%) e PALOP s (-4%). Porém, a diminuição das exportações nas restantes zonas - Sudeste Asiático (-27%) e USA (-22%) resultou num efeito de conjunto que fez a UE subir o seu peso em 2 pp e os PALOP s em 1 pp, ao mesmo tempo que todas as outras zonas mantiveram os seus pesos relativos. Dentro dos Países da UE, destacam-se as diminuições das exportações para a Alemanha (-1%), Espanha (-2%), França (-26%) e Holanda (-23%). No entanto, em face dos seus pesos elevados no conjunto das exportações comunitárias, isto traduziu-se num ganho em 2 e 1 pp no peso percentual da Alemanha e Espanha, respetivamente; já França e Holanda perderam 3 e 1 pp, respetivamente. Destaque-se ainda o aumento das exportações para o Reino Unido (+3%) e um ganho de peso em 1 pp. 3. Importação por Zonas Económicas e Países Fornecedores É a UE, com uma variação global de -2% e uma perda de peso de 2 pp que melhor explica a variação das importações como um todo. Assinale-se, no entanto, a recuperação acentuada das importações de Países 3. os (+21%), que se traduz no aumento em 1 pp do seu peso relativo e uma subida da EFTA de 1pp. As restantes zonas económicas tendem a estabilizar no peso relativo. Dentro dos países da UE com maior peso, continuam a destacar-se a Alemanha (+24%), e a Espanha (+32%), ainda que com variações respetivas de valor de -2% e -4%; França e Holanda sobem 1 e 2 pp no seu peso no conjunto das importações comunitárias. 4. Perspetivas 2014 MUNDO 3,7 EUA 2,8 Economias avançadas 2,2 Economias emergentes 5,1 UE Zona Euro 1,0 Alemanha 1,6 França 0,9 Espanha 0,6 Portugal 0,8 Japão 1,7 Brasil 2,3 China 7,5 Fonte: World Economic Outlook - FMI Segundo o FMI, o crescimento a nível mundial situar-se-á ao nível dos 3,7%, sendo melhores as perspetivas para os EUA e outras economias avançadas face a As economias avançadas parecem ter recuperado um pouco, enquanto que as emergentes abrandaram, continuando a ser o motor principal de crescimento. A avaliação recente da Comissão Europeia feita a Portugal refere que o país teve um crescimento 4 n. o março / abril 2014

7 comércio externo positivo nos últimos três trimestres de 2013, graças ao crescimento do consumo privado e do investimento, que mais do que compensou a quebra das exportações. E uma vez que na Zona Euro os indicadores de confiança sugerem uma estabilização da atividade nos países periféricos e uma recuperação nas economias principais, espera-se que de alguma forma o SEE beneficie desta conjuntura; afinal, esta zona continua deter um peso de 68% no conjunto das exportações. Destaque-se, nas revisões em alta, as previsões para a Alemanha de 1,8% este ano e de 2% no próximo. Para Espanha, os prognósticos são de 1% e 1,7% nos dois anos. De qualquer forma, mantêm-se uma série de riscos como o nível do endividamento privado, a execução orçamental ou a simples perda de confiança que poderão afetar mais negativamente o consumo e o investimento, mas também as reformas previstas. ANIMEE Serviço de Economia SAÍDAS E ENTRADAS POR RAMOS DE ATIVIDADE JANEIRO / DEZEMBRO DE 2013 RAMOS DE ATIVIDADE SAIDAS (EXPORTAÇÃO) % ENTRADAS (IMPORTAÇÃO) % Máquinas, Equipamentos e Aparelhagem Industrial % % Fios e Cabos Isolados % % Cablagens % % Aparelhagem e Sistemas de medida, Controlo e Automatismo % % Telecomunicações, Eletrónica Profissional e Informática % % Componentes Eletrónicos % % Acumuladores e pilhas % % Lâmpadas e material p/iluminação % % Aparelhagem Ligeira de Instalação % % Eletrónica de Consumo % % Eletrodomésticos % % TOTAL % % Fonte: INE- N. os Provisórios Revista Animee 5

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9 comércio externo Saídas Áreas Económicas - jan/dez /2012 Exports Economic Areas - jan/dec /2012 REST. PAISES JAPÃO U.S.A SUDASIA PALOPS EFTA UNIÃO EUROPEIA Valores em Milhões de Euros Values in Million Euros Saídas Áreas Económicas - jan/dez Repartição % Exports Economic Areas - jan/dec % Breakdown EFTA 1% UNIÃO EUROPEIA 66% PALOPS 13% REST. PAÍSES 13% SUDASIA 4% U.S.A 3% JAPÃO 1% Revista Animee 7

10 comércio externo Saídas Países UE - jan/dez Repartição % Export EU Countries - jan/dec % Breakdown R.UNIDO 11% REP. CHECA 2% POLÓNIA 3% ALEMANHA 41% ITÁLIA 5% HOLANDA 3% FRANÇA 10% ESPANHA 20% BÉLGICA 5% Saídas Países UE - jan/dez /2012 Exports EU Countries - jan/dec /2012 POLÓNIA REP CHECA R.UNIDO ITÁLIA HOLANDA FRANÇA ESPANHA BÉLGICA ALEMANHA Valores em Milhões de Euros Values in Million Euros 8 n. o março / abril 2014

11 comércio externo Entradas Áreas Económicas - jan/dez /2012 Imports Economic Areas - jan/dec /2012 REST. PAISES JAPÃO U.S.A SUDASIA PALOPS EFTA UNIÃO EUROPEIA Valores em Milhões de Euros Values in Million Euros Entradas Áreas Económicas - jan/dez Repartição % Imports Economic Areas - jan/dec % Breakdown EFTA 1% SUDASIA 10% U.S.A. 1% JAPÃO 1% REST. PAISES 4% UNIÃO EUROPEIA 84% Revista Animee 9

12 comércio externo Entradas Países UE - jan/dez Repartição % Imports EU Countries - jan/dec % Breakdown HUNGRIA POLÓNIA 3% 3% REP. CHECA 2% R.UNIDO 5% ALEMANHA 25% ITÁLIA 7% IRLANDA 2% BÉLGICA 2% HOLANDA 11% FRANÇA 8% ESPANHA 33% Entradas Países UE - jan/dez /2012 Imports EU Countries - jan/dec /2012 POLÓNIA HUNGRIA REP CHECA R.UNIDO ITÁLIA IRLANDA HOLANDA FRANÇA ESPANHA BÉLGICA ALEMANHA Valores em Milhões de Euros Values in Million Euros 10 n. o março / abril 2014

13 * Respostas para a indústria. Vários investimentos tornam-se rentáveis. Muitos deles mais rapidamente do que se imagina. Transforme o potencial de soluções energeticamente eficientes numa realidade. siemens.pt/industry Sabia que até 70 % da energia utilizada na indústria é consumida unicamente por acionamentos elétricos? Muitos motores que alimentam bombas, compressores e ventiladores trabalham permanentemente em plena carga e ligados diretamente à rede elétrica. Uma perspetiva global sobre o processo de produção permite lhe decidir qual a solução mais eficaz. Passo a passo, fazemos consigo a análise dos pontos onde poderá implementar os potenciais de poupança. Numa estação de bombagem, por exemplo, caso utilize um sistema de velocidade variável com um conversor de frequência é possível obter muito rapidamente uma poupança de energia percentual na ordem dos dois dígitos. Answers for industry. *

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15 comércio externo SAÍDAS (Exportação) JANEIRO / DEZEMBRO DE 2013 (por ramos de atividade e principais produtos) RAMOS DE ATIVIDADE P. PAUTAL DESIGNAÇÃO VALOR EUROS %2013/12 Máquinas e Equipamentos e Aparelhagem Industrial O. Ptes das pos e 85.02, excepto as e ,91% Transformadores de Dielétrico Líquido > KVA ,90% Distribuidores e bobinas de Ignição ,61% Quadros de comando elét/distrib > 1000 V e < 72,5 KV ,63% Quadros de comando elét/distrib > 72,5 KV ,48% Fios e Cabos Isolados Outros Condutores Elétricos < 80 Volts P/ Telecomunicações ,51% Outros Condutores Elétricos < 80 Volts ,09% Outros Condutores Elétricos > 80 V < 1000 V ,30% Outros Condutores Elétricos p/ tensão > 1000 V ,18% Outros Condutores > 1000 V c/ Out. Condutores ,48% Cablagens Conexões e Elementos de Contacto para Fios e Cabos ,77% Jogos de Fios p/ Velas de Ignição e para Veículos Automóveis ,38% Outros Condutores Elétricos < 80 V c/peças de conexão ,04% Aparelhos de Medida, Controlo e Automatismo Armários Comando Numérico p/máq. Aut.Proc.Dados < 1000 V ,69% Aparelhos de comando de memória programável ,86% Contadores de eletricidade p/ Corrente Alterna Polifásica ,78% Out. Aparelh p/ técnicas de telecomunicação ,12% Out. Instrum e Aparelh p/ medida eletrónicos ,27% Telecomunicações, Eletrónica Profissional e Informática Máq.A.Pr.D.Digit.Portát, < 10Kg, p.menos 1CPU,1 teclado, 1 ecrã ,49% Telefones p/ redes celulares e p/ o. redes sem fio ,07% Receptores de rádio navegação ,59% O. Painéis Indicadores c/ disp. LCD ou LED ,59% O. Ptes de máq e apar elétricos com função própria ,95% Componentes Eletrónicos Condensadores Fixos de Tântalo ,29% Condensadores Fixos eletrolíticos de alumínio ,97% Relés Tensão < 60 V p/ Intensidade > 2 Amperes ,04% O. Dispositivos Fotosensíveis Semicondutores ,48% Process e control, mm combin c/ memór, conversor ou o. circ ,01% Revista Animee 13

16 comércio externo RAMOS DE ATIVIDADE P. PAUTAL DESIGNAÇÃO VALOR EUROS %2013/12 Acumuladores e Pilhas Carregadores de acumuladores ,81% O. Pilhas e baterias de pilhas ,90% Acumulad. de Chumbo de arranque c/ eletrólito líquido ,72% Outros Acumuladores de Chumbo s/ eletrólito líquido ,60% Desperdícios, resíduos de pilhas, baterias e acumulad. Elétricos ,21% Lâmpadas e Material para Iluminação Lâmpadas incandescentes halogéneo tensão < 100V ,33% Apar. Iluminação Out. Mat p/ lâmpadas e tubos de incadescência ,86% Outros Aparelhos Iluminação p/ lâmpadas de descarga ,93% Projetores ,64% Outros Apar. Elétricos de Iluminação de outras Matérias ,66% Aparelhagem Ligeira de Instalação Disjuntores < 63 A ,94% Outros Interruptores, Seccionadores e Comutadores ,41% Outras Tomadas de Corrente ,43% Outros Quadros de Tensão < 1000 V ,64% Isoladores de plástico ,77% Eletrónica de Consumo Ap. emiss./transm. p/ radiodifusão/televisão inc. apar.receptor ,81% O. Câmaras de Televisão ,49% Ap. Recep/Radiodif, c/ fonte ext.energia, util. automóv., capaz descodificar sinais RDS e c/ sist. Leitura p/ raio laser ,18% Ap. Recep/Radiodif, c/ fonte ext.energia, util. em automóv, capaz descod.sinais RDS comb. c/ ap. reprod/grav. som ,13% O. Ptes de câmaras TV das subpos , e apar das posições e 8527 e ,62% Eletrodomésticos Outros Congeladores Horizontais < 400 L ,32% Outros Congeladores Horizontais > 400 L < 800 L ,30% Fornos Micro-Ondas ,32% Aparelhos para Preparação de Café ou Chá ,08% Partes de Aparelh. Eletrotérmicos ,23% Fonte: INE - Instituto Nacional de Estatística I.P. Dados Estatísticos de Comércio Externo (jan-dez 13) 14 n. o março / abril 2014

17 comércio externo ENTRADAS (Importação) JANEIRO / DEZEMBRO DE 2013 (por ramos de atividade e principais produtos) RAMOS DE ATIVIDADE P. PAUTAL DESIGNAÇÃO VALOR EUROS %2013/12 Máquinas e Equipamentos e Aparelhagem Industrial Elevadores e Monta -Cargas Elétricos ,51% O.Ptes das Pos e 85.02, excepto a da e ,15% Apar. de Iluminação / Sinaliz. Visual elétr. utilizados em automóveis ,32% Quadros, Painéis, consolas e o. Suportes da pp ,30% O. Ptes elétricas e eletrónicas de Máq e Aparelh NE ,22% Fios e Cabos Isolados O. Fios p/ Bobinar de Cobre Envernizados/Esmaltados ,21% O. Fios p/ Bobinar de Cobre ,21% Outros Condutores Elétricos > 80 V < 1000 V c/ diâm fio > 0,51mm ,56% Outros Condutores Elétricos > 80 V < 1000 V ,80% O. Cabos de Fibras Ópticas ,54% Cablagens Conexões Elementos de Contacto p/ Fios e Cabos ,42% Jogos de Fios p/ Velas de Ignição p/ Aeronaves Civis ,23% Out.Condutores Elétricos < 80 V c/ Peças de Conexão ,24% Aparelhos de Medida, Controlo e Automatismo Aparelhos de Comando Memória Programável ,54% Contadores de Eletricidade p/ Corrente Alterna Polifásica ,77% O. Inst. p/ medida ou controle tensão, etc, c/ disp registo ,11% O. Inst. e aparelhos eletrónicos ,06% O. termóstatos não eletrónicos ,50% Telecomunicações, Eletrónica Profissional e Informática Máq. Aut. Process.Dados Digitais Portáteis Peso < 10K, Contendo Pelo Menos 1 CPU, 1 Teclado e 1 Écran (Tela) ,18% o. Ptes e Acess das Máq. das pos ,82% Telefones para redes celulares e outras redes sem fio ,02% Apar. p/ recepção, conversão e transmissão ou regeneração de voz, imagens e dados, incluindo aparelhos de comutação e encaminhamento ,90% O. Ptes quadros, painéis, cons, cabinas, arm e o. suport da pos ,15% Componentes Eletrónicos Circuitos impressos de camada múltipla ,61% Díodos emissores de luz, incluídos díodos laser ,15% O. Disp. Fotosensíveis semicondutores ,14% O. process. e controladores, mm comb. c/ memór, conv ou o.circ ,21% Outros circuitos integrados eletrónicos ,68% Revista Animee 15

18 comércio externo RAMOS DE ATIVIDADE P. PAUTAL DESIGNAÇÃO VALOR EUROS %2013/12 Acumuladores e Pilhas Carregadores de acumuladores ,21% Pilhas Cilindricas Biox.Manganês Alcalinas ,11% Acumuladores Chumbo Arranque c/eletrólito Líquido ,73% O. Acumuladores Chumbo Arranque ,86% O. Acumuladores Chumbo que funcionem c/eletrólito Líquido ,94% Lâmpadas e Material para Iluminação O. Balastros p/ Lâmpadas ou Tubos de Descarga ,84% O. Lâmpadas Fluorescentes ,40% Ap. Ilumin o. matérias p/ lâmpadas e tubo incandescência ,63% O. Ap. de Iluminação p/ lâmpadas de descarga ,07% Candeeiros Out. Mat. p/ Lâmpadas e tubos incandescência ,73% Aparelhagem Ligeira de Instalação Out. Apar. p/ protecção de circuitos elétricos ,16% Out. Interruptores Seccionadores e Comutadores ,68% O. Tomadas de Corrente ,28% O. Quadros de Tensão < 1000 V ,61% Quadros, painéis, consolas desprovidos dos seus elementos ,30 Eletrónica de Consumo Partes e Acess. p/ Apar. reprodução e gravação de som ,84% Aparelhos fotográficos digitais ,83% Ap. TV c/ ecrã de cristais líquidos ,10% O. Ptes Câmaras TV das subposições , e apar. das subposições 8527 e ,17% O. Ptes ,04% Eletrodomésticos Frioiríficos-congelad.(freezers) c/porta ext. separas >340L ,38% Máq.de lavar louça tipo doméstico ,06% Máq.de Lavar Roupa Automáticas < 6 Kg. Carregar p/ cima ,85% Apar. p/ Preparação de Café ou Chá ,97% Partes de Apar. Eletrotérmicos ,18% Fonte: INE - Instituto Nacional de Estatística I.P. Dados Estatísticos de Comércio Externo (jan-dez 13) 16 n. o março / abril 2014

19 a energia que nos une A nossa energia levou mais de 5 milhões de portugueses aos melhores acontecimentos culturais e festivais de música, nos últimos cinco anos. EDP, a energia oficial da música.

20 entrevista EDP do lado das soluções e não dos problemas do tecido empresarial A ANIMEE e a EDP têm mantido, desde sempre, um relacionamento que se tem revelado de muito interesse para ambas as partes. Há já algum tempo que a desejava obter respostas a algumas perguntas que gostava de apresentar. É o que acontece, com esta entrevista a António Martins da Costa, Administrador da EDP. Revista Animee (RA) A entrada da EDP-Serviços, S.A., como associada e membro da Direção da ANIMEE é uma posição estratégica que consolida uma relação de mais de 40 anos. A colaboração que sempre tem existido poderá vir a estender-se a novas áreas de interesse? A. Martins da Costa (MC) A EDP Comercial comercializadora de eletricidade, gás e serviços do grupo EDP para o mercado livre integrou recentemente a EDP Serviços, pelo que a sua qualidade de associada e membro da Direção da ANIMEE garante a proximidade da empresa ao setor industrial dos materiais elétricos e eletrónicos. Este fator é da maior importância para uma oferta diferenciadora de serviços que a EDP Comercial cada vez mais tem vindo a disponibilizar aos seus clientes. O produto Funciona, de assistência ao lar, é um bom exemplo deste tipo de serviços. RA As recentes alterações na estrutura acionista da EDP podem vir a provocar sensíveis alterações aos planos estratégicos da EDP? MC Os planos estratégicos da EDP são desenvolvidos pela equipa executiva e aprovados pelo Conselho Geral e de Supervisão, onde estão representados os acionistas de referência. A estratégia que tem vindo a ser seguida assenta nos pilares de crescimento focado, risco controlado e eficiência operacional. Com a nova estrutura acionista, a EDP vê confirmada esta sua estratégia e reforçada a sua capacidade financeira, o que proporciona a abertura de novas oportunidades de crescimento. RA Que alterações é que o mercado liberalizado de energia trouxe ao consumidor final? MC O mercado liberalizado traz total concorrência, o que tem sido um dos desejos publicamente manifestados pelo grupo EDP. O consumidor passa a ter várias opções de escolha. Pensamos que, através da EDP Comercial, temos uma oferta de eletricidade, gás e serviços francamente competitiva e atrativa para os consumidores. Se a isto juntarmos a reputação e a relação de confiança e proximidade que a EDP tem com a sociedade portuguesa, são então fáceis de entender as quotas de mercado que a EDP Comercial apresenta neste momento. RA É grande a influência dos custos de energia na competitividade das empresas portuguesas. Como descreve o papel da EDP neste relacionamento com o tecido empresarial português? MC Tentando desmontar alguns mitos que se criaram na opinião pública: os preços da eletricidade para as empresas são mais baixos em Portugal do que a média da UE e mesmo mais baixos do que em Espanha (dados Eurostat); o custo da 18 n. o março / abril 2014

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