INTRODUÇÃO À ANÁLISE VARIOGRÁFICA COM O VARIOWIN

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "INTRODUÇÃO À ANÁLISE VARIOGRÁFICA COM O VARIOWIN"

Transcrição

1 INTRODUÇÃO À ANÁLISE VARIOGRÁFICA COM O VARIOWIN PAULO M. BARBOSA LANDIM Professor Emérito da Universidade Estadual Paulista Professor Voluntário do Depto. Geologia Aplicada UNESP/Rio Claro UNESP/campus de Rio Claro Departamento de Geologia Aplicada - IGCE Laboratório de Geomatemática Texto Didático Reprodução autorizada desde que citada a fonte Norma /ABNT ( LANDIM, P.M.B. INTRODUÇÃO À ANÁLISE VARIOGRÁFICA COM O VARIOWIN: Lab. Geomatemática, DGA,IGCE,UNESP/Rio Claro, Texto Didático 14, 25 pp Disponível em <http://www.rc.unesp.br/igce/aplicada/textodi.html>. Acesso em:... 1

2 INTRODUÇÃO À ANÁLISE VARIOGRÁFICA COM O VARIOWIN APRESENTAÇÃO Este texto é uma introdução à análise variográfica usando o VARIOWIN 2.21 de autoria de PANATIER (1996). O livro que originalmente acompanhava o software e que contem a sua descrição completa com todas as explicações e passos necessários, acha-se esgotado. Os programas, porém, podem ser descarregados gratuitamente a partir do endereço Atualmente o único texto com finalidade didática à disposição na web, em inglês, é de autoria de ANSELIN (2003). Os dados aqui trabalhados provem do arquivo example.dat/variável Cd que acompanha o conhecido software Geo-EAS (ENGLUND & SPARKS, 1991). O VARIOWIN, inclusive, adota o mesmo formato de entrada de dados do Geo- EAS. O nome do arquivo, geralmente com a extensão dat, deve conter no máximo 8 caracteres, caso contrário aparece truncado. O arquivo de dados, a ser gravado num editor de texto, apresenta na primeira linha um título, em caracteres alfa-numéricos. Na segunda linha consta o número total de colunas com variáveis, incluindo a identificação e as coordenadas. As linhas seguintes contêm em cada uma delas o nome da variável. Em seguida são gravados os dados com valores separados por tabulação ou espaço, mas não por vírgulas. A última linha do arquivo deve estar em branco. De acordo também com o formato Geo-EAS todos os valores ausentes são representados por, no mínimo, 1E31 (Figura 1). Example.dat: Geostatistical Environmental Assessment Software/GEOEAS 6 ID E-W N-S As. Cd Pb

3 E E Figura 1. Entrada de dados no formato Geo-EAS. O VARIOWIN é composto por quatro programas (arquivos *.exe) executados isoladamente. São eles: Prevar2D, utilitário que constrói uma matriz de distâncias para todos os possíveis pares de dados existentes no arquivo *.dat; Vario2D, utilitário que usa o arquivo *.pcf, originado pelo Prevar2D, para fazer a variografia exploratória em 2D; Model, utilitário que executa, de modo interativo, o ajuste, a um modelo teórico, do variograma experimental obtido pelo Vario2D e faz a modelagem interativa para anisotropia geométrica e zonal e Gdisplay, utilitário que exibe um arquivo, com dados dispostos num arranjo reticulado (*.grd), na forma de um mapa em pixels. 3

4 Depois de carregados os programas na pasta Variowin, pode-se iniciar qualquer um deles escolhendo um dos arquivos executáveis (prevar2d.exe, vario2dp.exe, model.exe e gdisplay.exe) ou pressionando o respectivo ícone (Figura 2). Atalho para PREVAR2D Atalho para VARIO2DP Atalho para MODEL Atalho para GDISPLAY Figura 2. Ícones para Prevar2D, Vario2D, Model e GDISPLAY. PREVAR2D O programa Prevar2D cria, num formato binário, o arquivo com extensão pcf (pair comparison file) contendo todas as possíveis distâncias entre pontos de observação. Não aceita dois pontos com as mesmas coordenadas X e Y. Ele é gerado a partir de um arquivo de dados (*.dat), este em formato ASCII. O arquivo example.pcf deve estar residente no mesmo diretório que o arquivo example.dat. Acessando o programa Prevar2D surge na tela a seguinte janela (Figura 3): Figura 3: Janela de abertura do programa Prevar2D. Ao pressionar OK surge a caixa de diálogo para a escolha do arquivo de dados, no caso example.dat, (Figura 4) e, em seguida, a abertura do arquivo de dados (Figura 5). 4

5 Figura 4. Escolha do arquivo de dados. Figure 5. Abertura do arquivo de dados example.dat no programa Prevar2D. Ao escolher Settings coordenadas X e Y (Figura 6): surge a seguinte janela para a especificação das Figure 6. Especificação das coordenadas X e Y. 5

6 Apos escolhidas as coordenadas pressionar OK para voltar à janela anterior e nela habilitar o comando Run!, que calcula todas as possíveis distâncias entre pares de valores. Ao final do processo aparece na tela um sumário contendo o número total de pares encontrado, ou seja, 1770 (Figura 7). Figure 7. Sumário final do arquivo de dados example.dat no programa Prevar2D. Ao pressionar File/Exit, para sair do programa, o arquivo example.pcf estará criado. PROGRAMA VARIO2D (Figura 8): Acessando o programa Vario2D surge no monitor a seguinte janela Figura 8. Janela de abertura do programa Vario2D. Ao pressionar OK esta janela desaparece dando lugar à outra que ativa a caixa de diálogo para a escolha do arquivo pcf (Figura 9). 6

7 Figura 9. Janela para a escolha do arquivo pcf. Ao pressionar OK é mostrada a caixa de diálogo com as diversas opções oferecidas pelo programa Vario2D. Ao escolher Data/Map! é criado um mapa de pontos num sistema de coordenadas X-Y (Figura 10). Pode-se mudar o aspecto gráfico dos pontos com o auxílio do comando Settings. Figura 10. Mapa com a distribuição de pontos. Ao indicar com o mouse qualquer um dos pontos surge uma janela com informações sobre o ponto escolhido (Figura 11). 7

8 Figura 11. Informações sobre o ponto de número 59. Pressionando OK, saindo desta opção e escolhendo a opção Calculate/Directional Variogram surge a janela para a escolha dos parâmetros para o cálculo do variograma direcional ou experimental. A terminologia aqui adotada é variograma, sendo o termo correto semi-variograma (Figura 12). γ( h) = 1 2N(h) N(h) [ z(xi ) z(xi + h) ] i= 1 2 Figura 12. Escolha dos parâmetros para a construção do variograma experimental. 8

9 A variável escolhida foi Cd e o espaçamento entre lags, num total de 10, é de 15 perfazendo uma distância máxima para h igual a 150. Este valor corresponde aproximadamente à metade da diagonal da área estudada, ou seja, metade da maior distância possível entre pontos. A direção escolhida é 0 o com distância angular de 90 o, o que significa um variograma omnidirecional. Ao pressionar OK o variograma é apresentado (Figura 13). Modificações gráficas nesse variograma podem ser obtidas ao acionar Settings... Figura 13. Variograma da variável cádmio. O arquivo contendo este variograma deve ser gravado com a extensão var, no caso cd.var, para ser posteriormente utilizado. Em seguida escolher a opção Calculate/Variogram Cloud para obter uma nuvem de pontos que mostram a relação entre a magnitude do vetor de separação entre pares de pontos e o valor no variograma desse par. Preliminarmente escolher os parâmetros, os quais devem ser os mesmos que aqueles escolhidos para o calculo do variograma (Figura 14). Em caso de dúvida com relação à distância máxima, colocar um valor absurdo, por exemplo, O programa apresentará uma janela informando que a distância máxima deve estar situada entre 0 e 302,36. Novamente é escolhida a metade dessa distância, isto é,

10 Figura 14. Escolha dos parâmetros para a construção da nuvem variográfica. Ao pressionar OK surge o gráfico exposto na Figura 15: Figura 15. Nuvem variográfica da variável cádmio. Em seguida, mantendo esta figura no monitor, e acessando Data/Map! obtém-se, sobreposto, o mapa de distribuição de pontos. Ao acionar Windows/Tile, ambas as figuras ficam emparelhadas, como na Figura

11 Figura 16. Mapa de distribuição de pontos e nuvem variográfica da variável cádmio. Ao indicar, com o mouse, qualquer ponto na nuvem aparece no mapa os dois pontos correspondentes com as respectivas informações (Figuras 17 e 18) Figura 17. Distâncias euclidiana ( ) e o correspondente valor variográfico (24.5) entre os pontos 23 e

12 Figura 18. Distâncias euclidiana ( ) e o correspondente valor variográfico ( ) entre os pontos 30 e 57. O variograma direcional pode ser considerado como o resultado das medias móveis de uma nuvem variográfica. O variograma substitui a distância euclidiana h pela distância γ(h), atributo específico do local em estudo, e a distância dada pelo variograma mede o grau médio de similaridade entre um valor não amostrado e um valor conhecido vizinho. Como nem sempre é claro o estabelecimento da distância h para o cálculo do variograma direcional, a nuvem de variogramas pode ser mostrar útil na determinação do melhor valor para esse espaçamento. Em seguida escolher a opção Calculate/Variogram Surface para obter um mapa de variogramas, ou superfície variográfica. Surge uma janela para ser escolhida a variável, Cd, e determinados os parâmetros para as direções X e Y (Figura 19). 12

13 Figura 19. Parâmetros para o mapa variográfico. Ao ser pressionado OK surge a janela exposta na Figura 20 Figura 20. Mapa variográfico para a variável Cd. No mapa variográfico, apresentado sob a forma de pixels, estão mostrados os variogramas para todas as direções possíveis. O Variowin, assim como o GeoEAS, considera 0 o como sendo E-W e as demais direções aumentando no sentido anti-horário, ou seja, NE-SW = 45 o, NS = 90 o e NW-SE = 135 o. Este mapa pode ser apresentado com os valores sob a forma de tabela e, para tanto, basta pressionar, com o lado esquerdo do mouse, qualquer ponto do mapa (Figura 21). 13

14 Figura 21. Tabela com os valores referentes ao mapa variográfico para a variável Cd. A utilização deste mapa é verificar se a variável sob estudo apresenta um comportamento isotrópico ou anisotrópico. Nesse sentido verificar no mapa os variogramas nas direções 0, 45, 90 e 135 e comparar com aqueles obtidos por Calculate/Variogram Surface, com abertura angular de 45º (Figura 22). Figura 22. Variogramas nas direções 0º (E-W), 45º (NE-SW), 90º (N-S) e 135º (NW-SE). PROGRAMA MODEL 23): Acessando o programa Model surge no monitor a seguinte janela (Figura 14

15 Figura 23. Janela de abertura do programa Model. Ao pressionar OK esta janela desaparece dando lugar a outra que ativa a caixa de diálogo para a escolha do arquivo cd.var, previamente gravado (Figura 24). Após essa escolha surge uma outra janela informando o variograma experimental a ser modelado, no caso para a variável cádmio com a suposição de comportamento isotrópico (Figura 25).. Figura 24. Escolha do arquivo cd.var que contem o variograma experimental para Cd. Figura 25. Variograma experimental, Cd omnidirecional, a ser modelado. 15

16 Ao pressionar OK surge uma janela dupla contendo, à esquerda a caixa de diálogo para a modelagem e, à direita, o variograma experimental a ser modelado (Figura 26). Inicialmente escolher o modelo, existindo a disposição os quatro mais comuns: esférico, exponencial, gaussiano e potência. Decidir também que a modelagem será feita baseada em apenas uma estrutura. Como o variograma experimental foi considerado omnidirecional é indiferente a escolha da direção. Neste caso o valor foi 0. Considerando a anisotropia igual a 1, mover para a esquerda ou para a direita os cursores nas barras referentes a Nugget, Range e Sill, o que significa diminuir ou aumentar os valores. Iniciar com o aumento dos valores para o efeito pepita. Isto fará com que surja uma linha contínua junto aos pontos do variograma experimental e a medida que o processo continua a linha ira se ajustando aos dados. Isto pode ser observado pelos valores no quadro superior, referente ao Indicative goodness of fit. Nele estão registrados dois valores: o superior referente ao ajuste no momento da leitura e o inferior referente ao melhor ajuste até então encontrado. A qualquer momento ao se pressionar na parte inferior da janela Best fit found, o melhor ajuste será apresentado. Figura 26. Janela inicial para a modelagem do variograma experimental/cd omnidirecional. A indicação da qualidade do ajuste (indicative goodness of fit/igf) é fornecida pela fórmula IGF = 1 N N n(k) k= 1 i= 0 P(i) D(k) γ(i) γ n(k) 2 P(j) d(i) σ j= 0 2 * (i) 16

17 Onde: N = número de variogramas direcionais n(k) = numero de passos (lags) relativo ao variograma k D(k) = distância máxima relativa ao variograma k P(i) = número de pares para o passo i do variograma k d(i) = distância média dos pares para o passo i do variograma k γ(i) = medida experimental da continuidade espacial para o passo i γ*(i) = medida modelada da continuidade espacial para d(i) σ 2 = (co)variância dos dados para o variograma (cruzado). O IGF é um número adimensional e valores quanto mais próximos a zero, melhor o ajuste indicado. Tendo sido escolhido, como primeiro modelo, o esférico o resultado é: efeito pepita = 4.8; alcance = 86,4 e soleira = 10,72, com uma indicação da qualidade do ajuste da ordem de 6,6527*10-3 (Figura 27). Figura 27. Modelo esférico ajustado ao variograma experimental/cd omnidirecional. Em seguida escolhido modelo exponencial, o seguinte resultado foi apresentado: efeito pepita = 2,88; alcance = 128 e soleira = 14,24, com uma indicação da qualidade do ajuste da ordem de 3,0673*10-3 (Figura 28). 17

18 Figura 28. Modelo exponencial ajustado ao variograma experimental/cd omnidirecional. Finalmente, escolhido o modelo gaussiano, é fornecido o seguinte resultado: efeito pepita = 5,75947; alcance = 108,8 e soleira = 11,68, com uma indicação da qualidade do ajuste da ordem de 1,3770*10-2 (Figura 29). Neste caso o melhor ajuste anteriormente encontrado, ou seja, o referente ao modelo exponencial permaneceu registrado. Escolhido o modelo mais indicado, os seus parâmetros podem ser gravados para serem posteriormente utilizados em krigagem ou simulação em outro software, como o GSLIB 18

19 Figura 29. Modelo gaussiano ajustado ao variograma experimental/cd omnidirecional. Pela comparação entre as três indicações de qualidade dos ajustes encontrados, opta-se pelo modelo exponencial para representar o comportamento espacial da variável cádmio. Ter em mente, porem, que se trata apenas de indicações, encontradas no sentido de tentar quantificar o tradicional ajuste visual. Confrontar este resultado com aquele apresentado no software GeoEAS para esta mesma variável. STURARO (2000) efetuou uma adaptação no formato de saída do Programa gamv/gslib (DEUTSCH & JOURNEL, 1998), com objetivo de ser capturada pelo γmodel e que possibilita ao usuário trabalhar interativamente nos ajustes variográficos para variogramas em 1D, 2D e 3D, variogramas cruzados, variogramas indicativos e processamento de até dados. A anisotropia geométrica representa uma situação onde o valor para a soleira é constante em todas as direções e os valores para o alcance variam conforme a direção. A anisotropia zonal representa uma situação oposta, onde o alcance permanece constante e a soleira varia conforme a direção. Para a modelagem de anisotropia, geométrica ou zonal, preliminarmente gravar os dois variogramas direcionais que melhor indiquem tal situação. Para tanto utilizar Calculate/Directional Variogram, no utilitário Vario2D, e gravar ambos os variogramas no mesmo arquivo *var. Após gravar o primeiro utilizar, para o segundo, File/Save as.../*.var/append. Ao carregar o programa Model e escolher o arquivo com os dois variogramas surge a janela exposta na Figura 30. Nesse caso, baseando-se na superfície variográfica (Figura 20) e variogramas direcionais (Figura 22) foram escolhidos os variogramas nas direções 45º e 135º, com abertura angular de 45º, por serem, aproximadamente, as direções com menor e maior variabilidade, respectivamente. 19

20 Figura 30. Janela inicial para a modelagem de anisotropia, geométrica ou zonal. Para o caso de anisotropia geométrica, como neste exemplo: escolher o valor para o efeito pepita, o qual deve ser o mesmo para ambas as estruturas; especificar a direção de um dos variogramas e o modelo variográfico; ajustar a soleira no valor que melhor represente ambas as estruturas; escolher o alcance para este variograma; ajustar a razão anisotrópica até que o alcance na segunda estrutura esteja adequadamente ajustado; se necessário, ajustar o alcance, a soleira, o efeito pepita e a razão anisotrópica de modo que o modelo se ajuste da melhor maneira possível a ambos os variogramas; notar que a razão anisotrópica multiplicada pelo alcance da primeira estrutura fornece o alcance da segunda estrutura. Como pode ser constatado na Figura 31 o resultado obtido é o seguinte: Direção 45º - alcance: 129,6; soleira: 9,6; efeito pepita: 6,56 Direção 135º - alcance 0,84x129,6= 108,86; soleira e efeito pepita: os mesmos. 20

21 Figura 31. Resultado da modelagem para anisotropia geométrica. Gravar este resultado, com o nome cd45135.grd (Figuras 32 e 33). Figura 32. Gravação do modelo com anisotropia geométrica para um arquivo *grd. Figura 33. Parâmetros do arquivo cd45135.grd. 21

22 Para o caso de anisotropia zonal, não presente neste exemplo: escolher, inicialmente, variogramas com o maior e o menor patamar, por exemplo nas direções hipotéticas 90 o e 0 o respectivamente, assumindo que o efeito pepita seja igual ou inexistente (Figura 32). Figura 31. Variogramas referentes as duas direções hipotéticas 0º e 90º. definir, se necessário, um valor para o efeito pepita aproximado, supondo igual para ambos; 1ª. estrutura o especificar a direção do variograma com o maior patamar; o escolher o modelo de variograma que melhor se ajusta ao variograma experimental; o atribuir um valor >0 para o alcance e uma razão de anisotropia muito grande (1000, por exemplo); o ajustar o patamar para um valor intermediário entre o maior e o menor; 2ª. Estrutura o especificar a direção do variograma com o maior alcance; o escolher o modelo de variograma que melhor se ajusta ao variograma experimental; o atribuir um alcance aproximado para essa direção e ajustar o patamar e a razão de anisotropia para um modelo aproximado que se ajuste á ambos os variogramas; o ajustar patamares e alcances para ambas as estruturas e a razão de anisotropia da segunda estrutura para finalizar a modelagem. 22

23 O resultado desta modelagem permite verificar que o modelo variográfico obtido é um variograma médio para ambas as direções. PROGRAMA GDISPLAY 32): Acessando o programa Gdisplay surge no monitor a seguinte janela (Figura Figura 32. Janela de abertura do programa Gdisplay. Ao ser acionado OK, surge uma janela com a solicitação de escolha de um arquivo *grd, previamente gravado, no caso cd45135.grd (Figura 33). Figura 33. Solicitação de abertura do arquivo *.grd. Ao acionar OK surge o resultado, ou seja, um mapa em pixel mostrando o resultado do modelamento variográfico da variável cádmio, com anisotropia geométrica (Figura 34). 23

24 Figura 34. Modelo de continuidade espacial em 2D, reproduzindo a assimetria geométrica. No mapa variográfico (Figura 20) estão apresentados todos os variogramas direcionais referentes à variável cádmio e neste mapa o resultado, após a modelagem, levando em consideração a anisotropia geométrica presente em que na direção 45º ocorre a menor variabilidade e na direção 135º, a maior variabilidade. 24

25 REFERÊNCIAS ANSELIN, L. (2003) - DEUTSCH, C.V. & JOURNEL, A.G. (1998) - GSLIB: Geostatistical Software Library and User s Guide (2 nd.edition): Oxford University Press. ENGLUND, E. & SPARKS, A. (1991) - Geo-EAS User s Guide: US.EPA Report #600/8-91/008, EPA-EMSL. PANNATIER, Y. (1996) - VARIOWIN: Software for Spatial Data Analysis in 2D. Springer-Verlag. STURARO, J. R. (2000) - Interfaces úteis entre programas geoestatísticos comumente empregados em Geociências VIII Simpósio de Quantificação em Geociências, Rio Claro, SP, Res.Expandidos,

PROCEDIMENTOS GEOESTATÍSTICOS COM O SPRING INPE *

PROCEDIMENTOS GEOESTATÍSTICOS COM O SPRING INPE * TEXTO DIDÁTICO PROCEDIMENTOS GEOESTATÍSTICOS COM O SPRING INPE * Eymar Silva Sampaio Lopes * Seminário apresentado ao final da disciplina ANÁLISE ESTATISTICA DE VARIÁVEIS REGIONALIZADAS ministrada pelo

Leia mais

UTILIZAÇÃO DOS PROGRAMAS GS+ E VARIOWIN

UTILIZAÇÃO DOS PROGRAMAS GS+ E VARIOWIN GRUPO DE ESTUDOS E PESQUISAS AGRÁRIAS GEORREFERENCIADAS UNIVERSIDADE ESTATUAL PAULISTA FACULDADE DE CIÊNCIAS AGRONÔMICAS UTILIZAÇÃO DOS PROGRAMAS GS+ E VARIOWIN Profa. Célia Regina Lopes Zimback Botucatu

Leia mais

UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO EXPERIMENTAÇÃO AGRONÔMICA. Tutorial. Disciplina: Geoestatística

UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO EXPERIMENTAÇÃO AGRONÔMICA. Tutorial. Disciplina: Geoestatística UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO ESCOLA SUPERIOR DE AGRICULTURA LUIZ DE QUEIROZ PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ESTATÍSTICA E EXPERIMENTAÇÃO AGRONÔMICA. Tutorial Disciplina: Geoestatística Professor: Dr. Paulo Justiano

Leia mais

P. P. G. em Agricultura de Precisão DPADP0803: Geoestatística (Prof. Dr. Elódio Sebem)

P. P. G. em Agricultura de Precisão DPADP0803: Geoestatística (Prof. Dr. Elódio Sebem) Considerações Iniciais É impossível saber, antes de amostrar, de que maneira os valores das variáveis irão se comportar: se dependente ou independente uma da outra. Devido as limitações da estatística

Leia mais

Métodos computacionais

Métodos computacionais Métodos computacionais Métodos Computacionais: Dependem de computadores para o cálculo de recurso/reserva e fazem uso de funções matemática de interpolação, as quais são aplicadas para o cálculo de teor

Leia mais

INTRODUÇÃO À CONFECÇÃO DE MAPAS PELO SOFTWARE SURFER

INTRODUÇÃO À CONFECÇÃO DE MAPAS PELO SOFTWARE SURFER INTRODUÇÃO À CONFECÇÃO DE MAPAS PELO SOFTWARE SURFER PAULO M. BARBOSA LANDIM Professor Emérito da Universidade Estadual Paulista Professor Voluntário do Depto. Geologia Aplicada UNESP/Rio Claro RUBENS

Leia mais

MAPEAMENTO DA DISTRIBUIÇÃO ESPACIAL DA CONCENTRAÇÃO DE MONÓXIDO DE CARBONO (CO) POR KRIGAGEM INDICATIVA EM ÁREAS URBANAS ARTIGOS

MAPEAMENTO DA DISTRIBUIÇÃO ESPACIAL DA CONCENTRAÇÃO DE MONÓXIDO DE CARBONO (CO) POR KRIGAGEM INDICATIVA EM ÁREAS URBANAS ARTIGOS MAPEAMENTO DA DISTRIBUIÇÃO ESPACIAL DA CONCENTRAÇÃO DE MONÓXIDO DE CARBONO (CO) POR KRIGAGEM INDICATIVA EM ÁREAS URBANAS ARTIGOS 7 Azevedo, T. S.; Veneziani Jr., J. C. T. 8 MAPEAMENTO DA DISTRIBUIÇÃO ESPACIAL

Leia mais

INTRODUÇÃO À CONFECÇÃO DE MAPAS PELO SOFTWARE SURFER

INTRODUÇÃO À CONFECÇÃO DE MAPAS PELO SOFTWARE SURFER INTRODUÇÃO À CONFECÇÃO DE MAPAS PELO SOFTWARE SURFER PAULO M. BARBOSA LANDIM Professor Emérito da Universidade Estadual Paulista Professor Voluntário do Depto. Geologia Aplicada UNESP/Rio Claro RUBENS

Leia mais

COMO GERAR UM ARQUIVO NÃO IDENTIFICADO NO TABWIN

COMO GERAR UM ARQUIVO NÃO IDENTIFICADO NO TABWIN O programa TabWin pode ser utilizado para calcular indicadores epidemiológicos e operacionais da tuberculose bem como para análise da qualidade da base de dados do Sinan. O usuário deve ter a versão atualizada

Leia mais

Introdução aos métodos de estimação espacial para confecção de mapas

Introdução aos métodos de estimação espacial para confecção de mapas Introdução aos métodos de estimação espacial para confecção de mapas PAULO M. BARBOSA LANDIM Professor Voluntário do Depto. Geologia Aplicada UNESP/Rio Claro UNESP/campus de Rio Claro Departamento de Geologia

Leia mais

Tutorial do Sistema GeoOffice. Todos os direitos reservados (1999-2002)

Tutorial do Sistema GeoOffice. Todos os direitos reservados (1999-2002) Tutorial do Sistema GeoOffice Todos os direitos reservados (1999-2002) Sistema GeoOffice Sistema Topográfico Solution Softwares Tutorial Passo a Passo Conteúdo I Tabela de Conteúdos Foreword 0 Parte I

Leia mais

Anais XI SBSR, Belo Horizonte, Brasil, 05-10 abril 2003, INPE, p. 839-846. 1. INTRODUÇÃO

Anais XI SBSR, Belo Horizonte, Brasil, 05-10 abril 2003, INPE, p. 839-846. 1. INTRODUÇÃO Anais XI SBSR, Belo Horizonte, Brasil, 05-10 abril 2003, INPE, p. 839-846. USO DA IMAGEM SPOT NO AUXILIO DO ESTUDO GEOESTATÍSTICO PARA CARACTERIZAÇÃO DO SUBSOLO DO MUNICIPIO DE CAMPOS DOS GOYTACAZES RAIMUNDO

Leia mais

AULA 1 Iniciando o Uso do TerraView

AULA 1 Iniciando o Uso do TerraView 1.1 AULA 1 Iniciando o Uso do TerraView Essa aula apresenta o software TerraView apresentando sua interface e sua utilização básica. Todos os arquivos de dados mencionados neste documento bem como o executável

Leia mais

O uso da geoestatística na caracterização de áreas com instabilidade no Município de Campos dos Goytacazes - RJ

O uso da geoestatística na caracterização de áreas com instabilidade no Município de Campos dos Goytacazes - RJ O uso da geoestatística na caracterização de áreas com instabilidade no Município de Campos dos Goytacazes - RJ Farias, R.N.S Pontifícia Universidade Católica, Rio de Janeiro, Brasil, nonato@rdc.puc-rio.br

Leia mais

Excel 2010 Modulo II

Excel 2010 Modulo II Excel 2010 Modulo II Sumário Nomeando intervalos de células... 1 Classificação e filtro de dados... 3 Subtotais... 6 Validação e auditoria de dados... 8 Validação e auditoria de dados... 9 Cenários...

Leia mais

PORTAL DE COMPRAS SÃO JOSÉ DO RIO PRETO

PORTAL DE COMPRAS SÃO JOSÉ DO RIO PRETO Compra Direta - Guia do Fornecedor PORTAL DE COMPRAS SÃO JOSÉ DO RIO PRETO Página As informações contidas neste documento, incluindo quaisquer URLs e outras possíveis referências a web sites, estão sujeitas

Leia mais

Treinamento GVcollege Módulo Administrador de Programas e Sistemas

Treinamento GVcollege Módulo Administrador de Programas e Sistemas Treinamento GVcollege Módulo Administrador de Programas e Sistemas AVISO O conteúdo deste documento é de propriedade intelectual exclusiva da GVDASA Sistemas e está sujeito a alterações sem aviso prévio.

Leia mais

O Excel é um software de Planilha Eletrônica integrante dos produtos do Microsoft Office.

O Excel é um software de Planilha Eletrônica integrante dos produtos do Microsoft Office. EXCEL O Excel é um software de Planilha Eletrônica integrante dos produtos do Microsoft Office. É composto das seguintes partes: Pasta de Trabalho um arquivo que reúne várias planilhas, gráficos, tabelas,

Leia mais

Capítulo 7 O Gerenciador de Arquivos

Capítulo 7 O Gerenciador de Arquivos Capítulo 7 O Gerenciador de Arquivos Neste capítulo nós iremos examinar as características da interface do gerenciador de arquivos Konqueror. Através dele realizaremos as principais operações com arquivos

Leia mais

Histórico. Software estatístico utilizado em mais de 80 países por pesquisadores, engenheiros, analistas empresariais, professores, estudantes.

Histórico. Software estatístico utilizado em mais de 80 países por pesquisadores, engenheiros, analistas empresariais, professores, estudantes. MINITAB 14 Histórico Software estatístico utilizado em mais de 80 países por pesquisadores, engenheiros, analistas empresariais, professores, estudantes. Possui ferramentas para diversos tipos de análise

Leia mais

Anexo III Funcionamento detalhado do Sistema Montador de Autoria

Anexo III Funcionamento detalhado do Sistema Montador de Autoria 1 Sumário Anexo III Funcionamento detalhado do Sistema Montador de Autoria Anexo III Funcionamento detalhado do Sistema Montador de Autoria... 1 1 Sumário... 1 2 Lista de Figuras... 5 3 A Janela principal...

Leia mais

ANÁLISE GEOESTATÍSTICA DE DADOS METEOROLÓGICOS DO ESTADO DO PARANÁ UTILIZANDO UM SOFTWARE LIVRE

ANÁLISE GEOESTATÍSTICA DE DADOS METEOROLÓGICOS DO ESTADO DO PARANÁ UTILIZANDO UM SOFTWARE LIVRE ANÁLISE GEOESTATÍSTICA DE DADOS METEOROLÓGICOS DO ESTADO DO PARANÁ UTILIZANDO UM SOFTWARE LIVRE CLÁUDIO MARCHAND KRÜGER Professor e Coordenador - Engenharia Civil - UnicenP/Centro Universitário Positivo

Leia mais

PROBABILIDADES E PROBABILIDADES CONDICIONAIS EM HIDROGEOLOGIA. Luís RIBEIRO 1

PROBABILIDADES E PROBABILIDADES CONDICIONAIS EM HIDROGEOLOGIA. Luís RIBEIRO 1 PROBABILIDADES E PROBABILIDADES CONDICIONAIS EM HIDROGEOLOGIA Luís RIBEIRO 1 RESUMO Nos problemas de poluição de águas subterrâneas, interessa mais a detecção dos valores anormais e o estudo da sua conectividade

Leia mais

Associação de dados cartográficos e alfanuméricos no TerraView

Associação de dados cartográficos e alfanuméricos no TerraView MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO MEC Secretaria de Educação Superior - SESu Departamento de Modernização e Programas da Educação Superior DEPEM MINISTÉRIO DAS CIDADES Secretaria Executiva Diretoria de Desenvolvimento

Leia mais

Manual do Aplicativo NSE Mobile Control

Manual do Aplicativo NSE Mobile Control INSTALAÇÃO DO APLICATIVO Acesse www.nse.com.br/downloads-manuais e baixe os programas de acordo com o dispositivo que irá utilizar, nos links referentes ao produto número 1 - Módulo MTCP-3E4S. - Para uso

Leia mais

Fluxo de trabalho do Capture Pro Software: Indexação de OCR e separação de documentos de código de correção

Fluxo de trabalho do Capture Pro Software: Indexação de OCR e separação de documentos de código de correção Este procedimento corresponde ao fluxo de trabalho de Indexação de OCR com separação de código de correção no programa de treinamento do Capture Pro Software. As etapas do procedimento encontram-se na

Leia mais

Centro Federal de Educação Tecnológica da Bahia Curso Excel Avançado Índice

Centro Federal de Educação Tecnológica da Bahia Curso Excel Avançado Índice Índice Apresentação...2 Barra de Título...2 Barra de Menus...2 Barra de Ferramentas Padrão...2 Barra de Ferramentas de Formatação...3 Barra de Fórmulas e Caixa de Nomes...3 Criando um atalho de teclado

Leia mais

AULA 4 Manipulando Tabelas

AULA 4 Manipulando Tabelas 4.1 AULA 4 Manipulando Tabelas Nessa aula serão apresentadas algumas funcionalidades relativas a manipulação de tabelas de atributos no TerraView. Para isso será usado o banco de dados criado nas Aulas

Leia mais

DIFERENÇAS ENTRE FUNÇÃO E BLOCO FUNCIONAL; CRIAÇÃO DE FUNÇÃO / BLOCO FUNCIONAL; UTILIZAÇÃO NO LADDER; EXEMPLO DE BLOCO FUNCIONAL;

DIFERENÇAS ENTRE FUNÇÃO E BLOCO FUNCIONAL; CRIAÇÃO DE FUNÇÃO / BLOCO FUNCIONAL; UTILIZAÇÃO NO LADDER; EXEMPLO DE BLOCO FUNCIONAL; Boletim Técnico EP3 11/07 Utilizando Funções e Blocos Funcionais de usuário pelo software A1 19 de outubro de 2007 O objetivo deste boletim é mostrar como utilizar o recurso de Funções (Functions) e Blocos

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E DA NATUREZA DEPARTAMENTO DE GEOCIÊNCIAS

UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E DA NATUREZA DEPARTAMENTO DE GEOCIÊNCIAS UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E DA NATUREZA DEPARTAMENTO DE GEOCIÊNCIAS Laboratório de Ensino, Pesquisa e Projetos em Análise Espacial TUTORIAL DE SPRING Alexandro Medeiros

Leia mais

Tutorial de instalação e configuração do utilitário de gerenciamento de chaves pública/privada, para criptografia de arquivos

Tutorial de instalação e configuração do utilitário de gerenciamento de chaves pública/privada, para criptografia de arquivos Tutorial de instalação e configuração do utilitário de gerenciamento de chaves pública/privada, para criptografia de arquivos Este tutorial visa explicar os procedimentos para a instalação do programa

Leia mais

COMO DIGITALIZAR E FINALIZAR SEUS PROGRAMAS DE RÁDIO EM CD 1 Mariana Moura e Marcelo Berg

COMO DIGITALIZAR E FINALIZAR SEUS PROGRAMAS DE RÁDIO EM CD 1 Mariana Moura e Marcelo Berg COMO DIGITALIZAR E FINALIZAR SEUS PROGRAMAS DE RÁDIO EM CD 1 Mariana Moura e Marcelo Berg Para que possamos digitalizar nossos programas de rádio gravados em fita cassete, utilizaremos: - o próprio gravador

Leia mais

Modelagem dos limites geológicos suaves

Modelagem dos limites geológicos suaves Modelagem dos limites geológicos suaves Introdução 7/2013 Antes de poder começar com o planejamento detalhado de uma mina, é necessário realizar uma minuciosa avaliação do recurso mineral. A avaliação

Leia mais

Seu manual do usuário XEROX 6279 http://pt.yourpdfguides.com/dref/5579951

Seu manual do usuário XEROX 6279 http://pt.yourpdfguides.com/dref/5579951 Você pode ler as recomendações contidas no guia do usuário, no guia de técnico ou no guia de instalação para XEROX 6279. Você vai encontrar as respostas a todas suas perguntas sobre a XEROX 6279 no manual

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E DA NATUREZA DEPARTAMENTO DE GEOCIÊNCIAS

UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E DA NATUREZA DEPARTAMENTO DE GEOCIÊNCIAS UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E DA NATUREZA DEPARTAMENTO DE GEOCIÊNCIAS Laboratório de Ensino, Pesquisa e Projetos em Análise Espacial TUTORIAL DE SPRING Alexandro Medeiros

Leia mais

Microsoft Word INTRODUÇÃO

Microsoft Word INTRODUÇÃO INTRODUÇÃO O Word é uma ferramenta utilizada para o processamento e editoração eletrônica de textos. O processamento de textos consiste na possibilidade de executar e criar efeitos sobre um texto qualquer,

Leia mais

Manual do Usuário BDGEx Versão: 2.3

Manual do Usuário BDGEx Versão: 2.3 Manual do Usuário BDGEx Versão: 2.3 Ministério da Defesa Exército Brasileiro Maio/2012 Sumário 1- Introdução...2 1.1- O que é o BDGEx?...2 1.2- Entrando no Sistema...2 1.3- Apresentando a Área de Trabalho

Leia mais

AULA 1 Iniciando o uso do TerraView

AULA 1 Iniciando o uso do TerraView 1.1 AULA 1 Iniciando o uso do TerraView Essa aula apresenta a interface principal do TerraView e sua utilização básica. Todos os arquivos de dados mencionados nesse documento são disponibilizados junto

Leia mais

Energia conservada em uma mola. Introdução. Materiais Necessários

Energia conservada em uma mola. Introdução. Materiais Necessários Intro 01 Introdução A energia é algo intangível e, portanto, as medidas de energia envolvem, necessariamente, processos de medidas indiretas. Em outras palavras, para medir energia, medimos outras grandezas

Leia mais

O Primeiro Programa em Visual Studio.net

O Primeiro Programa em Visual Studio.net O Primeiro Programa em Visual Studio.net Já examinamos o primeiro programa escrito em C que servirá de ponto de partida para todos os demais exemplos e exercícios do curso. Agora, aprenderemos como utilizar

Leia mais

Sumário. Ambiente de Trabalho... Erro! Indicador não definido.

Sumário. Ambiente de Trabalho... Erro! Indicador não definido. Sumário Ambiente de Trabalho... Erro! Indicador não definido. Introdução ao Project Um projeto é uma seqüência bem definida de eventos, com um início e um final identificável. O foco de um projeto é obter

Leia mais

UFGD FCA PROF. OMAR DANIEL BLOCO 6 CLASSIFICAÇÃO DE IMAGENS

UFGD FCA PROF. OMAR DANIEL BLOCO 6 CLASSIFICAÇÃO DE IMAGENS UFGD FCA PROF. OMAR DANIEL BLOCO 6 CLASSIFICAÇÃO DE IMAGENS Obter uma imagem temática a partir de métodos de classificação de imagens multi- espectrais 1. CLASSIFICAÇÃO POR PIXEL é o processo de extração

Leia mais

TUTORIAL III: ADICIONANDO AJUDA. Adicionando Ajuda

TUTORIAL III: ADICIONANDO AJUDA. Adicionando Ajuda Adicionando Ajuda Para construir arquivos de ajuda do Windows, é necessário saber quais são os componentes de um arquivo de ajuda. Você tem três arquivos básicos que são parte de cada arquivo de ajuda:

Leia mais

Informática básica: Sistema operacional Microsoft Windows XP

Informática básica: Sistema operacional Microsoft Windows XP Informática básica: Sistema operacional Microsoft Windows XP...1 Informática básica: Sistema operacional Microsoft Windows XP...1 Iniciando o Windows XP...2 Desligar o computador...3 Área de trabalho...3

Leia mais

MANUAL DE SOFTWARE ARKITOOL 2012

MANUAL DE SOFTWARE ARKITOOL 2012 MANUAL DE SOFTWARE ARKITOOL 2012 Editado por: Idéias e programas, S.L. San Román de los Montes 25-Março-2012. ARKITool, Arkiplan, Além disso ARKITool são marcas comerciais de idéias e programas, S.L. REQUISITOS

Leia mais

Brasil. Características da Look 312P. Instalação da Look 312P

Brasil. Características da Look 312P. Instalação da Look 312P Características da Look 312P 1 2 3 Lente Foco manual pelo ajuste da lente. Bolso Você pode colocar o cabo no bolso. Corpo dobrável Ajuste a Look 312P em diferentes posições. Instalação da Look 312P 1.

Leia mais

Aula 3 - Registro de Imagem

Aula 3 - Registro de Imagem 1. Registro de Imagens Aula 3 - Registro de Imagem Registro é uma transformação geométrica que relaciona as coordenadas da imagem (linha e coluna) com as coordenadas geográficas (latitude e longitude)

Leia mais

Relação entre variáveis de fertilidade do solo e o tipo de vegetação no Estado de São Paulo, utilizando técnicas de geoestatística e SIG.

Relação entre variáveis de fertilidade do solo e o tipo de vegetação no Estado de São Paulo, utilizando técnicas de geoestatística e SIG. Relação entre variáveis de fertilidade do solo e o tipo de vegetação no Estado de São Paulo, utilizando técnicas de geoestatística e SIG. Tiago Brochado Pires Introdução: Estudos voltados para a interpretação

Leia mais

Manual do Usuário Nextel Cloud. Manual do Usuário. Versão 1.0.1. Copyright Nextel 2014. http://nextelcloud.nextel.com.br

Manual do Usuário Nextel Cloud. Manual do Usuário. Versão 1.0.1. Copyright Nextel 2014. http://nextelcloud.nextel.com.br Manual do Usuário Nextel Cloud Manual do Usuário Versão 1.0.1 Copyright Nextel 2014 http://nextelcloud.nextel.com.br 1 Manual do Usuário Nextel Cloud 1 Índice 1 Índice... 2 2 Nextel Cloud... 3 3 Instalação

Leia mais

Roteiro de Tutorial das Ferramentas de Usabilidade

Roteiro de Tutorial das Ferramentas de Usabilidade Roteiro de Tutorial das Ferramentas de Usabilidade LEITOR DE TELA Por Heblon Motta Alves Barbosa Leitor de tela O que é Leitor de tela é um software que lê todo o conteúdo textual apresentado na tela.

Leia mais

.: NAPRO :. NÚCLEO DE APOIO APRENDIZAGEM DE PROGRAMAÇÃO

.: NAPRO :. NÚCLEO DE APOIO APRENDIZAGEM DE PROGRAMAÇÃO Software Visualg 2.0 Bruno Tonet ELABORADO POR BRUNO TONET Sumário 1 - VISUALG - EDITOR E INTERPRETADOR DE ALGORITMOS... 3 1.1. OBJETIVOS... 3 2 - INSTALAÇÃO E REQUERIMENTOS DE HARDWARE... 4 3 - A TELA

Leia mais

Tutorial: Abrindo Vídeos e Medindo Comprimentos no ImageJ

Tutorial: Abrindo Vídeos e Medindo Comprimentos no ImageJ 1 1. Introdução Tutorial: Abrindo Vídeos e Medindo Comprimentos no ImageJ O ImageJ é um software livre (freeware) que pode ser obtido gratuitamente no site http://rsb.info.nih.gov/ij/. Esse software é

Leia mais

Word 1 - Introdução 1.1 - Principais recursos do word 1.2 - A janela de documento 1.3 - Tela principal

Word 1 - Introdução 1.1 - Principais recursos do word 1.2 - A janela de documento 1.3 - Tela principal Word 1 - Introdução O Word para Windows ou NT, é um processador de textos cuja finalidade é a de nos ajudar a trabalhar de maneira mais eficiente tanto na elaboração de documentos simples, quanto naqueles

Leia mais

VISTORIA DO SISTEMA REGIN PREFEITURAS

VISTORIA DO SISTEMA REGIN PREFEITURAS Página 1 / 29 ÍNDICE ÍNDICE... 2 APRESENTAÇÃO... 3 MÓDULO DE ACESSO... 3 CONFIGURAÇÃO MÓDULO VISTORIA... 4 ANÁLISE DOS PROTOCOLOS... 5 CONTROLE DE EXPORTAÇÃO MÓDULO VISTORIA... 8 DISPOSITIVO REGIN PREFEITURA...

Leia mais

Introdução. Nesta guia você aprenderá:

Introdução. Nesta guia você aprenderá: 1 Introdução A criação de uma lista é a primeira coisa que devemos saber no emailmanager. Portanto, esta guia tem por objetivo disponibilizar as principais informações sobre o gerenciamento de contatos.

Leia mais

Manual Captura S_Line

Manual Captura S_Line Sumário 1. Introdução... 2 2. Configuração Inicial... 2 2.1. Requisitos... 2 2.2. Downloads... 2 2.3. Instalação/Abrir... 3 3. Sistema... 4 3.1. Abrir Usuário... 4 3.2. Nova Senha... 4 3.3. Propriedades

Leia mais

Guia Sphinx: instalação, reposição e renovação

Guia Sphinx: instalação, reposição e renovação Sphinx : software para coleta e análise de dados acadêmicos e gerenciais. Tecnologia e informação para a decisão! Copyright Sphinx Todos direitos reservados Guia Sphinx: instalação, reposição e renovação

Leia mais

Guia do Usuário. idocsscan v.2.1.14

Guia do Usuário. idocsscan v.2.1.14 Guia do Usuário idocsscan v.2.1.14 2013 BBPaper_Ds - 2 - Sumário Introdução... 5 Instalação... 7 Inicializando a aplicação... 12 Barras de acesso e informações... 13 Teclas de atalho... 14 Barra de Ferramentas...

Leia mais

Registrador de Dados VB300 3-Axis G- Force Versão 1.0 Novembro 2010

Registrador de Dados VB300 3-Axis G- Force Versão 1.0 Novembro 2010 Utilitário de Ajuda do Software Registrador de Dados VB300 3-Axis G- Force Versão 1.0 Novembro 2010 Introdução ao Software O software do registrador de dados é um programa que coleta dados do registrador

Leia mais

GERENCIADOR ELETRÔNICO

GERENCIADOR ELETRÔNICO MANUAL DO USUÁRIO GERENCIADOR ELETRÔNICO DE DOCUMENTOS Sumário Menu Arquivos Empresas Usuárias... 04 Ativar Empresas... 04 Cadastro (Assunto/Documento)... 05 Sair... 07 Menu Digitalização Normal... 08

Leia mais

Usando o NVU Parte 2: Inserindo imagens

Usando o NVU Parte 2: Inserindo imagens Usando o NVU Parte 2: Inserindo imagens Simão Pedro P. Marinho Para uso exclusivo por alunos da PUC Minas Inserindo uma imagem que está no seu computador Inserindo uma imagem que já está na Internet Inserindo

Leia mais

SCNES - Sistema de Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde

SCNES - Sistema de Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde Ministério da Saúde Secretária Executiva Departamento de Informática do SUS SCNES - Sistema de Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde Manual de Operação Versão 1.0 M 01 Rio de Janeiro 2006 GARANTIAS

Leia mais

O cursor se torna vermelho e uma Paleta de Edição contendo as instruções mais utilizadas é apresentada.

O cursor se torna vermelho e uma Paleta de Edição contendo as instruções mais utilizadas é apresentada. Editor de Ladder para VS7 Versão Teste O editor de ladder é um software de programação que permite que o VS7 e o µsmart sejam programados em linguagem de contatos. Esse editor está contido na pasta Público

Leia mais

Tornando sites mais fáceis para visualização 16

Tornando sites mais fáceis para visualização 16 Primeiros passos com o essential Accessibility 3 O que é essential Accessibility? essential Accessibility : uma visão geral Sobre este manual Como instalar o essential Accessibility Requisitos do sistema

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA FACULDADE DE MATEMÁTICA NÚCLEO DE ESTUDOS ESTATÍSTICOS E BIOMÉTRICOS GEOESTATÍSTICA BÁSICA E APLICADA

UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA FACULDADE DE MATEMÁTICA NÚCLEO DE ESTUDOS ESTATÍSTICOS E BIOMÉTRICOS GEOESTATÍSTICA BÁSICA E APLICADA UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA FACULDADE DE MATEMÁTICA NÚCLEO DE ESTUDOS ESTATÍSTICOS E BIOMÉTRICOS GEOESTATÍSTICA BÁSICA E APLICADA EDNALDO CARVALHO GUIMARÃES Fevereiro - 4 Uberlândia - MG SUMÁRIO.

Leia mais

Universidade Federal do Rio de Janeiro - IM/DCC & NCE

Universidade Federal do Rio de Janeiro - IM/DCC & NCE Universidade Federal do Rio de Janeiro - IM/DCC & NCE Processamento de Imagens Tratamento da Imagem - Filtros Antonio G. Thomé thome@nce.ufrj.br Sala AEP/033 Sumário 2 Conceito de de Filtragem Filtros

Leia mais

UNIVERSIDADE TECNOLOGIA FEDERAL DO PARANÁ. Owncloud SERVIÇO DE COMPARTILHAMENTO EM NUVEM. Manual

UNIVERSIDADE TECNOLOGIA FEDERAL DO PARANÁ. Owncloud SERVIÇO DE COMPARTILHAMENTO EM NUVEM. Manual UNIVERSIDADE TECNOLOGIA FEDERAL DO PARANÁ Owncloud SERVIÇO DE COMPARTILHAMENTO EM NUVEM Manual DIRETORIA DE GESTÃO DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO DIRGTI 2015 Sumário 1. Introdução... 3 2. Acessando o serviço...

Leia mais

ANÁLISE ESPACIAL E GEOPROCESSAMENTO

ANÁLISE ESPACIAL E GEOPROCESSAMENTO 1 ANÁLISE ESPACIAL E GEOPROCESSAMENTO 1.1 INTRODUÇÃO " #$%&' () +, # '$%&+ -+ + (. ) / - 0)( 0) / 01 0 23( 4 0 &5 ( 5, 3 0 23 ( 6 6 0 - / - ) + (7 ++" ), 3( ( ( 8(" " +9%9:$;) ?@ 5 A, 2 (3. 3 ( " 7

Leia mais

Manual do Usuário Nextel Cloud. Manual do Usuário. Versão 1.0.1. Copyright Nextel 2014. http://nextelcloud.nextel.com.br

Manual do Usuário Nextel Cloud. Manual do Usuário. Versão 1.0.1. Copyright Nextel 2014. http://nextelcloud.nextel.com.br Manual do Usuário Versão 1.0.1 Copyright Nextel 2014 http://nextelcloud.nextel.com.br 1 1 Nextel Cloud... 3 2 Instalação do Nextel Cloud... 4 3 Configuração e uso dos componentes Nextel Cloud... 7 3.1

Leia mais

Aula Número 01. Sumário

Aula Número 01. Sumário Aula Número 01 Sumário Conceitos Básicos:... 3 Movendo-se numa Planilha... 4 Selecionando Múltiplas Células... 4 Abrindo e Salvando um Arquivo... 6 Salvando um arquivo... 8 Introduzindo e Editando Dados...

Leia mais

PDFsam. Manual de Operação. Superior Tribunal de Justiça. Fevereiro/2012 versão 01 - Manual montado por Rafael Verlangieri

PDFsam. Manual de Operação. Superior Tribunal de Justiça. Fevereiro/2012 versão 01 - Manual montado por Rafael Verlangieri PDFsam Manual de Operação Superior Tribunal de Justiça Índice Visão Geral 3 Acessando o Programa 3 Descrição da Tela Principal 4 Serviços disponíveis no PDFSAM 5 Compositor Visual de Documentos 5 Procedimento:

Leia mais

Introdução ao. Linux do MEC

Introdução ao. Linux do MEC Introdução ao Linux do MEC Abril/2006 ÍNDICE Software Livre 3 Linux do MEC 4 Inicializando e finalizando o sistema 5 Área de trabalho 6 Operações com arquivos 7 Administração do ambiente 9 Navegador Internet

Leia mais

Action.NET. Agrupamento de Pontos ONS- Submódulo 2.7. Manual de Referência

Action.NET. Agrupamento de Pontos ONS- Submódulo 2.7. Manual de Referência SCLN 212, Bloco D, Sala 101 Brasília DF CEP: 70.865-540 fone: +55 61 3340-8486 contato@spinengenharia.com.br www.spinengenharia.com.br Action.NET Agrupamento de Pontos ONS- Submódulo 2.7 Versão 1.0.0 Manual

Leia mais

A Estação da Evolução

A Estação da Evolução Microsoft Excel 2010, o que é isto? Micorsoft Excel é um programa do tipo planilha eletrônica. As planilhas eletrônicas são utilizadas pelas empresas pra a construção e controle onde a função principal

Leia mais

Escolhendo recursos de Ajuda

Escolhendo recursos de Ajuda Você pode dar um toque profissional ao aplicativo adicionando um arquivo de Ajuda gráfica. A Ajuda gráfica pode incluir gráficos e texto formatado; a Ajuda no estilo.dbf limita-se a uma única fonte sem

Leia mais

Exemplo de Aplicação de Geostatística

Exemplo de Aplicação de Geostatística Exemplo de Aplicação de Geostatística Projecto Arsénio Universidade do Algarve UCTRA Faro, Dezembro 1998 Luís Miguel Nunes 1. Introdução Foi objectivo deste trabalho a avaliação da intensidade da poluição

Leia mais

Aprendendo a Usar o ArcExplorer

Aprendendo a Usar o ArcExplorer Aprendendo a Usar o ArcExplorer O ArcExplorer é um software simples de visualização e consultas de arquivos utilizados em geoprocessamento. Muito embora seja um software livre e conseqüentemente, para

Leia mais

Introdução ao Scilab

Introdução ao Scilab Programação de Computadores 1 Capítulo 1 Introdução ao Scilab José Romildo Malaquias Departamento de Computação Universidade Federal de Ouro Preto 2014.2 1/35 1 MATLAB e Scilab 2 O ambiente Scilab 2/35

Leia mais

Security Shop MRS. Media Relay System. Manual do Usuário

Security Shop MRS. Media Relay System. Manual do Usuário Página 1 de 20 Security Shop MRS Media Relay System Manual do Usuário Página 2 de 20 Conteúdos: Conteúdos:... 2 Figuras:... 3 1. Introdução... 4 1.1 Âmbito do Documento... 4 1.2 Terminologia... 4 2. GERAL...

Leia mais

1. NOÇÕES BÁSICAS... 1.1. Iniciando o Excel... 1.1.1. Abrindo o Excel... 1.1.2. Encerrando o Excel... 1.2. A tela do Excel 7.0... 1.2.1.

1. NOÇÕES BÁSICAS... 1.1. Iniciando o Excel... 1.1.1. Abrindo o Excel... 1.1.2. Encerrando o Excel... 1.2. A tela do Excel 7.0... 1.2.1. 1. NOÇÕES BÁSICAS... 1.1. Iniciando o Excel... 1.1.1. Abrindo o Excel... 1.1.2. Encerrando o Excel... 1.2. A tela do Excel 7.0... 1.2.1. Partes da tela do Excel... Barra de fórmulas... Barra de status...

Leia mais

TerraView. O TerraView está estruturado da seguinte forma: - Modelo de dados

TerraView. O TerraView está estruturado da seguinte forma: - Modelo de dados TerraView O TerraView é um aplicativo desenvolvido pelo DPI/INPE e construído sobre a biblioteca de geoprocessamento TerraLib, tendo como principais objetivos: - Apresentar à comunidade um fácil visualizador

Leia mais

Composição de Layout no Terraview

Composição de Layout no Terraview MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO MEC Secretaria de Educação Superior - SESu Departamento de Modernização e Programas da Educação Superior DEPEM MINISTÉRIO DAS CIDADES Secretaria Executiva Diretoria de Desenvolvimento

Leia mais

Nota de Aplicação. Exemplo de log de usuários utilizando IHM Magelis e o leitor biometrico XB5S5B2L2. Suporte Técnico Brasil. Versão: 1.

Nota de Aplicação. Exemplo de log de usuários utilizando IHM Magelis e o leitor biometrico XB5S5B2L2. Suporte Técnico Brasil. Versão: 1. Nota de Aplicação Exemplo de log de usuários utilizando IHM Magelis e o leitor biometrico XB5S5B2L2. Versão: 1.0 Suporte Técnico Brasil Especificações técnicas Hardware: Firmware: HMIGTO4310 XB5S5B2L2

Leia mais

1. EXCEL 7 1.1. PLANILHAS ELETRÔNICAS 1.2. CARREGAMENTO DO EXCEL 7

1. EXCEL 7 1.1. PLANILHAS ELETRÔNICAS 1.2. CARREGAMENTO DO EXCEL 7 1. EXCEL 1.1. PLANILHAS ELETRÔNICAS As planilhas eletrônicas ficarão na história da computação como um dos maiores propulsores da microinformática. Elas são, por si sós, praticamente a causa da explosão

Leia mais

Planilha Eletrônica Excel

Planilha Eletrônica Excel COLÉGIO LA SALLE CANOAS Técnico em Informática Planilha Eletrônica Excel Excel Prof. Valter N. Silva Colégio La Salle Canoas Página 2 1. NOÇÕES BÁSICAS O Microsoft Excel 7.0 é um programa de planilha eletrônica,

Leia mais

Manual do Usuário Nextel Cloud. Manual do Usuário. Versão 1.3.0. Copyright Nextel 2014. http://nextelcloud.nextel.com.br

Manual do Usuário Nextel Cloud. Manual do Usuário. Versão 1.3.0. Copyright Nextel 2014. http://nextelcloud.nextel.com.br Manual do Usuário Versão 1.3.0 Copyright Nextel 2014 http://nextelcloud.nextel.com.br 1 Nextel Cloud... 3 2 Instalação do Nextel Cloud... 4 3 Configurações de preferências... 7 3.1 Geral... 8 3.2 Fotos...

Leia mais

HVR - GRAVADOR DIGITAL DE VÍDEO HÍBRIDO GUIA RÁPIDO DO USUÁRIO

HVR - GRAVADOR DIGITAL DE VÍDEO HÍBRIDO GUIA RÁPIDO DO USUÁRIO HVR - GRAVADOR DIGITAL DE VÍDEO HÍBRIDO GUIA RÁPIDO DO USUÁRIO Guia rápido do usuário para instalação e operação do DVR Edição R1.0 Bem-vindo! A série DVR/HVR, é um gravador, reprodutor e editor de imagens,

Leia mais

Manual do Aplicativo - Rastreamento Veicular

Manual do Aplicativo - Rastreamento Veicular Manual do Aplicativo - Rastreamento Veicular Sumário Apresentação... 2 Instalação do Aplicativo... 2 Localizando o aplicativo no smartphone... 5 Inserindo o link da aplicação... 6 Acessando o sistema...

Leia mais

Relatório do GPES SATI

Relatório do GPES SATI Relatório do GPES UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ Relatório referente à manutenção do sistema para controle de entrada e saída da X edição da SATI (Semana de Atualização em Tecnologia da Informação).

Leia mais

Laboratório - Exploração do FTP

Laboratório - Exploração do FTP Objetivos Parte 1: Usar o FTP em um prompt de comando Parte 2: Baixar um arquivo FTP usando WS_FTP LE Parte 3: Usar o FTP em um navegador Histórico/cenário O File Transfer Protocol (FTP) faz parte do conjunto

Leia mais

Geoestatística Análise de dados em outro software Gamma Design GS+

Geoestatística Análise de dados em outro software Gamma Design GS+ Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz Pós-graduação em Estatística e Experimentação Agronômica Aluno (a): Adriele Giaretta Biase Nº USP: 7039913 Tiago Viana Flor de Santana Nº USP: 6291278 Geoestatística

Leia mais

8VDQGR5HSRUW0DQDJHUFRP&ODULRQH3RVWJUH64/ -XOLR&HVDU3HGURVR $,'(GR5HSRUW0DQDJHU

8VDQGR5HSRUW0DQDJHUFRP&ODULRQH3RVWJUH64/ -XOLR&HVDU3HGURVR $,'(GR5HSRUW0DQDJHU $,'(GR5HSRUW0DQDJHU Neste capítulo vamos abordar o ambiente de desenvolvimento do Report Manager e como usar os seus recursos. $FHVVDQGRRSURJUDPD Depois de instalado o Report Manager estará no Grupo de

Leia mais

Exercício 4... 78 Exercício 5... 79 Bibliografia... 80

Exercício 4... 78 Exercício 5... 79 Bibliografia... 80 numist Modelação e Estimação Pedro Correia Uma introdução à geoestatística 2010 Índice Resumo Introdutório... 4 Caracterização da Dispersão Espacial... 4 Método Computacional de Cálculo... 6 Variografia...

Leia mais

UFGD FCA PROF. OMAR DANIEL BLOCO 3 RESTAURAÇÃO DE IMAGENS

UFGD FCA PROF. OMAR DANIEL BLOCO 3 RESTAURAÇÃO DE IMAGENS UFGD FCA PROF. OMAR DANIEL BLOCO 3 RESTAURAÇÃO DE IMAGENS Qualquer tipo de tratamento de imagens deve ser efetuado antes de seu registro, ou seja, com a imagem original. As imagens CBERS aparecem com aspecto

Leia mais

Modelação Espacial da Precipitação na Ilha de Santiago, Cabo Verde, com o GeoStatistical Analyst

Modelação Espacial da Precipitação na Ilha de Santiago, Cabo Verde, com o GeoStatistical Analyst Modelação Espacial da Precipitação na Ilha de Santiago, Cabo Verde, com o GeoStatistical Analyst Silva, J., Monteiro, P., Negreiros, J., Aguilar, F, Aguilar, M. Resumo A utilização dos métodos de interpolação

Leia mais

Manual de Utilização da Extensão VisPublica para a ferramenta QlikView

Manual de Utilização da Extensão VisPublica para a ferramenta QlikView Manual de Utilização da Extensão VisPublica para a ferramenta QlikView Autores: Melise Paula Fernanda Ribeiro Guilherme Xavier Rafael Oliveira Aldeíde Brasil Versão: 1.0.1 Manual de Utilização da Extensão

Leia mais

Status. Barra de Título. Barra de Menu. Barra de. Ferramentas Padrão. Caixa de nomes. Barra de. Ferramentas de Formatação. Indicadores de Coluna

Status. Barra de Título. Barra de Menu. Barra de. Ferramentas Padrão. Caixa de nomes. Barra de. Ferramentas de Formatação. Indicadores de Coluna O que é uma planilha eletrônica? É um aplicativo que oferece recursos para manipular dados organizados em tabelas. A partir deles pode-se gerar gráficos facilitando a análise e interpretação dos dados

Leia mais

Introdução ao GeoGebra

Introdução ao GeoGebra Universidade Federal de Alfenas UNIFAL-MG Introdução ao GeoGebra Prof. Dr. José Carlos de Souza Junior AGOSTO 2010 Sumário 1 Primeiros Passos com o GeoGebra 4 1.1 Conhecendo o Programa............................

Leia mais

TRBOnet Standard. Manual de Operação

TRBOnet Standard. Manual de Operação TRBOnet Standard Manual de Operação Versão 1.8 NEOCOM Ltd ÍNDICE 1. TELA DE RÁDIO 3 1.1 COMANDOS AVANÇADOS 4 1.2 BARRA DE FERRAMENTAS 5 2. TELA DE LOCALIZAÇÃO GPS 6 2.1 MAPLIB 6 2.2 GOOGLE EARTH 7 2.3

Leia mais

Banco de Dados Microsoft Access: Criar tabelas

Banco de Dados Microsoft Access: Criar tabelas Banco de Dados Microsoft Access: Criar s Vitor Valerio de Souza Campos Objetivos do curso 1. Criar uma no modo de exibição Folha de Dados. 2. Definir tipos de dados para os campos na. 3. Criar uma no modo

Leia mais