ANÁLISE DE GESTÃO DE ESTOQUE POR MEIO DA CURVA ABC: O

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "ANÁLISE DE GESTÃO DE ESTOQUE POR MEIO DA CURVA ABC: O"

Transcrição

1 UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE CENTRO DE CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS ADMINISTRATIVAS CURSO DE GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO ANÁLISE DE GESTÃO DE ESTOQUE POR MEIO DA CURVA ABC: O caso de uma franquia Mahogany na cidade de Natal VICTOR FELIPE GUEDES OLIVEIRA DE LIMA NATAL 2013

2 2 VICTOR FELIPE GUEDES OLIVEIRA DE LIMA ANÁLISE DE GESTÃO DE ESTOQUE POR MEIO DA CURVA ABC: O caso de uma franquia Mahogany na cidade de Natal Trabalho de Conclusão de Curso apresentado à Coordenação do curso de graduação em Administração da Universidade Federal do Rio Grande do Norte, como requisito para a obtenção do título de Bacharel em Administração. Orientador: Prof. Carlos Alberto Freire Medeiros NATAL 2013

3 3 UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE CENTRO DE CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS ADMINISTRATIVAS CURSO DE GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO ANÁLISE DE GESTÃO DE ESTOQUE POR MEIO DA CURVA ABC: O CASO DE UMA FRANQUIA MAHOGANY NA CIDADE DE NATAL VICTOR FELIPE GUEDES OLIVEIRA DE LIMA Monografia apresentada e aprovada em de de, pela banca examinadora composta pelos seguintes membros: Carlos Alberto Freire Medeiros,, Universidade Federal do Rio Grande do Norte Orientador Antônio Carlos Ferreira, Msc., Universidade Federal do Rio Grande do Norte Examinador Leandro Trigueiro Fernandes, Mestrando, Universidade Federal do Rio Grande do Norte Examinador NATAL 2013

4 4 Catalogação da Publicação na Fonte. UFRN / Biblioteca Setorial do CCSA Lima, Victor Felipe Guedes Oliveira de. Análise de gestão de estoque por meio da curva Abc: o caso de uma franquia Mahogany na cidade de Natal / Victor Felipe Guedes Oliveira de Lima. Natal, RN, f. : Il. Orientador: Prof. Carlos Alberto Freire Medeiros. Monografia (Graduação em Administração) Universidade Federal do Rio Grande do Norte. Centro de Ciências Sociais Aplicadas. Departamento de Ciências Administrativas. 1. Administração Monografia. 2. Administração do estoque Monografia. 3. Gestão da produção Monografia. 4. Franquias (Comércio varejista) Monografia. I. Medeiros, Carlos Alberto Freire. II. Universidade

5 5 Dedico este trabalho a toda a minha família em especial aos meus pais, que sempre me incentivaram e apoiaram os meus estudos.

6 6 AGRADECIMENTOS Agradeço primeiramente a Deus por ter me dado à oportunidade de poder vivenciar tudo isso com saúde; Agradeço em especial aos meus pais que sempre estiveram ao meu lado em todos os momentos nessa trajetória; Agradeço a minha irmã Camila Guedes, pelos conselhos e incentivos aos estudos; Agradeço à minha família, por sempre acreditar que eu chegaria a esta instituição de ensino superior; Agradeço também aos meus amigos, em especial Emanoel, Késsia Silmara, Fernando, Mikarla Araújo, Giulliano, Fernando Colamonico, Maria José e Eloíse pelos conselhos e palavras de incentivo; Agradeço a esta instituição - UFRN, aos funcionários e docentes, agradeço a todos os que fazem da Universidade Federal do Rio Grande do Norte uma instituição reconhecida e pelo trabalho e ensinamentos depositados nesta jornada que está iniciando; Agradeço a meu orientador, Carlos Alberto que, em meio a tantas dúvidas e incertezas, ajudou-me neste árduo trabalho assim como na definição e desenvolvimento desse trabalho; Agradeço a todas as pessoas que participaram direta ou indiretamente para conclusão desse trabalho; Enfim, todo este trabalho é dedicado a vocês, pessoas que, de maneira direta ou indireta, contribuíram significativamente para meu desenvolvimento enquanto aluno e, principalmente, enquanto pessoa.

7 7 Por vezes sentimos que aquilo que fazemos não é senão uma gota de água no mar. Mas o mar seria menor se lhe faltasse uma gota. Madre Teresa de Calcutá

8 8 A logística permite as condições de garantir a posse do produto, por parte do cliente, no momento desejado. Antonio Novaes (adaptado pelo autor)

9 9 RESUMO A presente pesquisa faz uma análise da eficiência da gestão do estoque de uma franquia Mahogany situada na cidade de Natal RN (denominada Empresa X). O estudo justifica-se pelo fato do ramo de franquia ligada à higiene pessoal, perfumaria e cosméticos apresentar crescimento anual superior ao PIB brasileiro (20,00% contra 2,00% de crescimento do PIB) e por ser um segmento bastante promissor de investimento. Assim, entender como a logística desse segmento lida com a reposição dos itens de estoque (responsável por até 40,00% dos custos fixos das empresas do ramo) é imprescindível para conduzirem as empresas do ramo a gerenciarem com eficiência tais custos. A metodologia utilizada foi o da curva ABC com enfoque na gestão do estoque. Os resultados mostraram que a empresa possui mais itens de classe A que o recomendado pela literatura ligada à gestão de estoque. Aliado a esse fator, o grau de rotatividade elevado desses itens em específico leva a Empresa X a reduzir o tempo de demanda de produtos junto ao fornecedor autorizado a níveis também inferiores ao recomendado pela nomenclatura científica da área. Pode-se concluir que a logística da Empresa X deve ser melhor trabalhada e, dessa forma, tentar garantir sempre melhor diferencial competitivo. Palavras - chave: Logística; Franquia; Curva ABC; Gestão de Estoque.

10 10 ABSTRACT This research analyzes the efficiency of inventory management a franchise Mahogany located in Natal - RN (called Company X). The study is justified by the fact that the branch franchise connected to personal hygiene, perfumery and cosmetics to present annual growth of the Brazilian GDP (20.00% versus 2.00% GDP growth) and for being a very promising segment investment. Thus, understanding how the logistics of this segment deals with the replacement of inventory items (accounting for up to 40.00% of the fixed costs of firms in the industry) is essential for the conduct of companies in the industry to efficiently manage such costs. The methodology used was the ABC analysis focusing on inventory management. The results showed that the company has more items designate A than the recommended by the literature related to inventory management. Allied to this factor, the high degree of turnover these items in particular, leads to Company X to reduce the time of product demand by the authorized supplier lower than the levels recommended by the scientific nomenclature of the area. It can be concluded that the Logistics Company X should be better crafted and thus always try to ensure better competitive edge. Keywords: Logistics; Franchising; ABC analysis; Inventory Management.

11 11 LISTA DE QUADROS Quadro 1 Distribuição do faturamento do setor de franquias por segmento de atuação entre 2011 e Quadro 2 Distribuição do número de unidades de franquias por segmento de atuação entre 2011 e Quadro 3 Dados comparativos das cinco maiores franquias do ramo de higiene pessoal, perfumaria e cosméticos do Brasil...20 Quadro 4 Representação gráfica da curva ABC na gestão de estoque...32 Quadro 5 Estatística descritiva dos dados utilizados na estimação da curva ABC...36 Quadro 6 Percentual de quantitativo de produtos e percentual de custos dos 78 itens presentes no estoque da Empresa X por classe A, B e C...37 Quadro 7 Dispersão dos resultados para o percentual de itens e para o percentual de custos dos 78 produtos do estoque da empresa X...38

12 12 SUMÁRIO APRESENTAÇÃO INTRODUÇÃO O MERCADO DE HIGIENE PESSOAL, COSMÉTICO E PERFUMARIA NO BRASIL DESEMPENHO RECENTE DA FRANQUIA OBJETIVOS DA PESQUISA Geral Específico JUSTIFICATIVA REFERENCIAL TEÓRICO ESTUDOS SOBRE LOGÍSTICA E ALOCAÇÃO EFICIENTE DE RECURSOS FERRAMENTAS DE CONTROLE DA GESTÃO DE ESTOQUE METODOLOGIA RESULTADOS ANÁLISE DESCRITIVA DOS DADOS RESULTADOS DA ESTIMAÇÃO DA CURVA ABC CONCLUSÕES...40 REFERÊNCIAS...41 APÊNDICES...43

13 13 APRESENTAÇÃO As organizações hoje necessitam desenvolver diversas competências e habilidades para superar as expectativas de um mercado cada vez mais competitivo e em constante transformação, e, a partir disso, adquirir uma postura diferenciada na busca pela excelência e pela satisfação dos seus clientes internos e externos frente aos seus concorrentes. Com o avanço contínuo das franquias, e sobretudo as do ramo de higiene pessoal, perfumaria e cosméticos, a logística eficiente do estoque passou a representar um diferencial competitivo, que se reverte na satisfação direta do cliente. Diante desse exposto, esse trabalho convida o leitor a se debruçar sobre a análise da gestão de estoque de uma empresa franqueada de uma das cinco maiores redes de franquia do ramo de higiene pessoal, perfumaria e cosméticos: a Mahogany. O estudo de caso em epígrafe trata de uma empresa situada na cidade de Natal RN (denominada Empresa X, por questão de confidencialidade), mas lança luz sobre os principais problemas existentes na gerência do estoque das demais franqueadas do ramo. Este trabalho está dividido em cinco capítulos principais. Inicialmente, é apresentada a parte introdutória, com a caracterização da organização analisada, a contextualização e o problema da pesquisa, os objetivos geral e específicos e a justificativa da pesquisa. Em seguida, encontra-se o referencial teórico, que apresenta a revisão da literatura pertinente ao assunto. O terceiro capítulo expõe a metodologia utilizada na pesquisa. No capítulo quatro é feita a análise dos dados e a apresentação dos resultados adquiridos com o estudo. No quinto capítulo apresentam-se as conclusões com base nos resultados observados na pesquisa. E, por fim, relacionam-se as referências utilizadas na elaboração da pesquisa.

14 14 1. INTRODUÇÃO Esta seção introdutória mostra a caracterização e a relevância econômica do mercado de franquias do ramo de higiene pessoal, perfumaria e cosmético, com ênfase no estudo de caso da franquia Mahogany, uma das cinco maiores empresas brasileiras do ramo. Para se analisar um dado mercado de franquia, é importante compreender como ele se originou e como tem funcionado no contexto econômico onde ele está inserido. Assim como qualquer mercado pertencente à economia, o segmento de higiene pessoal, perfumaria e cosméticos (atividade que vem apresentando constante crescimento ao longo dos últimos anos) é um ramo de franquia que vem ganhando mais e mais notoriedade no cenário nacional. Uma de suas vantagens está no fato de ser um setor que vem apresentando ótimo desempenho, mesmo em meio às modestas taxas de crescimento apresentado pelos três principais setores da economia (primário, secundário e terciário). Segundo, pelo fato de ser um mercado que vem agregando mais e mais clientes de praticamente todas as classes sociais. Cuidar do corpo com produtos de qualidade e excelência, que antes se restringia às atribuições das classes A, B e C, tornou-se uma atividade pertinente também às classes D e E. O que antes era considerado luxo para essas duas últimas classes, passou a ser considerada atividade regular de consumo. Esta seção faz, assim, um esboço da evolução da franquia do ramo de higiene pessoal, perfumaria e cosmético no mercado brasileiro, com ênfase na franquia Mahogany e suas concorrentes. O objetivo é mostrar o atual contexto econômico no qual as principais marcas de franquias (dentre elas a Mahogany) estão inseridas e como têm se adaptado ao modelo econômico brasileiro. Assim, para melhor análise desses temas, esta seção está dividida em quatro subseções: a primeira aborda os aspectos conceituais e descritivos do mercado de franquia de higiene pessoal, perfumaria e cosméticos no Brasil; a segunda descreve o desempenho recente da franquia Mahogany frente às suas concorrentes; a terceira define os objetivos gerais e específicos deste trabalho; e, a quarta, mostra a justificativa desse estudo. 1.1 O Mercado de Higiene Pessoal, Cosmético e Perfumaria no Brasil Em linhas gerais, uma franquia representa uma forma de negócio essencialmente constituída de uma organização (franqueador), que possui um pacote de negócios testado e centrado em produtos e serviços específicos, e por pequenas empresas autofinanciadas e independentemente gerenciadas (franqueados), que operam sob a marca do franqueador, o qual continua a deter os direitos de distribuição e de comercialização segundo regras especificas pactuadas através de contratos (HISRICH E PETERS, 2004). Segundo Bernard (1993), a franquia representa a expansão de um conceito e de uma forma de operação bem sucedida e que permite a multiplicação de estabelecimentos de modo

15 15 geograficamente disperso, mantendo-se um relativo grau de controle. Do ponto de vista do franqueado, ela representa a oportunidade de se servir de economias de escala de produção, de distribuição e de publicidade, minimizando o risco do negocio não dar certo (uma das grandes preocupações e limitações dos micro e pequenos empresários que desejam iniciar seus negócios no mercado brasileiro). Através da cobrança de uma taxa inicial e de um percentual de royalties no decorrer da vida da franquia, o franqueado conta com a notoriedade da marca e com contínua assistência técnica e administrativa para seu negócio. A primeira franquia instalada no Brasil foi a do ramo de idiomas. Em meados de 1950, o Yázigi instalou sua primeira unidade na cidade de São Paulo. O setor de franquias não possuía na época legislação especifica que a regulamentasse. No entanto, o seguimento baseou suas atividades no modelo americano de franquia e, pouco a pouco, foi se consolidando no mercado brasileiro. Foi somente em 1987, com criação da Associação Brasileira de Franchising (ABF), que o ramo ganhou maior notoriedade nos cenário econômico nacional. Segundo Melo e Andreassi (2008), a divulgação do negócio de franquia e o trabalho da ABF tiveram dois grandes aliados: a criação em escala de shoppings centers nos grandes centros econômicos do Brasil e a baixa taxa de mortalidade para os novos empresários que aderissem ao sistema de franquias. De acordo com Toledo e Proença (2005), o mercado de franquia é visto atualmente como um sistema promissor de expansão de empresas que, a priori, não teriam estrutura, recursos e tecnologia para crescimento rápido e sustentável em mercados muito dinâmicos e competitivos. Isto vem se adequar com perfeição ao atual cenário econômico onde micro e pequenos empresários têm dificuldade de se inserirem e permanecer nele por período superior a um ano. A franquia possui um negócio pré-formatado, onde um novo empresário precisa somente ter habilidades gerenciais para suas unidades (ou filiais). A ideia, o formato, a configuração, a sistemática de venda vem adequada ao contexto da marca e o franqueado necessita apenas de mercado consumidor para seus produtos. Segundo a ABF (2013), entre 2002 e 2012, o faturamento do setor de franquias no Brasil evoluiu de R$28 bilhões para aproximadamente R$103,29 bilhões, um crescimento de aproximadamente 16,24% ao ano em seus resultados. Isso decorreu diretamente do aumento do número de estabelecimentos franqueados, que passou de unidades em 2002 para unidades em 2012 (12,29% ao ano). O setor de franquias também se mostrou um dos ramos que gerou emprego acima da média nacional em todo esse período, passando de postos de trabalho em 2002 para postos de trabalhos em 2012 (crescimento de 7,79% ao ano). A evolução do PIB brasileiro em comparação com o PIB do crescimento de franquias brasileiras mostra também resultados bastante interessantes. Em 2002, o crescimento do PIB brasileiro era de 2,70% enquanto que o setor de franquias apresentava taxa de crescimento na ordem de 12,00%. Em 2010, auge do crescimento do PIB brasileiro (7,50% ao ano), o setor de franquias crescia ao percentual de 20,40% para o mesmo período. Mesmo após a queda do

16 16 PIB brasileiro após esse período (2,70% em 2011 e 0,90% em 2012), a taxa de crescimento do setor de franquias permaneceu quase que inalterado, reduzindo-se para 16,90% em 2011 e para 16,20% em Isto é um indicativo de que o setor de franquias continuou sendo um negócio bastante atrativo para empresários interessados na abertura de seus primeiros negócios. Os gráficos 1 e 2 mostram a evolução do setor de franquias por segmento de atividade para os anos de 2011 e O gráfico 1 descreve a variação percentual do faturamento por segmento de atividade entre 2011 e O gráfico 2 descreve o aumento (em termos percentuais) no número de unidades franqueadas por segmento de atividade para o mesmo período. Os dados foram obtidos do sítio internet da ABF. De acordo com o gráfico 1, o segmento que apresentou, entre 2011 e 2012, maior crescimento em seu faturamento foi o de hotelaria e turismo (97,80%), seguido do setor de limpeza e conservação (44,50%), de informática e eletrônicos (32,50%). O segmento de esporte, saúde, beleza e lazer (onde o setor de cosmético e perfumaria está inserido) apresentou o quarto melhor percentual de crescimento (21,40%), um percentual de crescimento bastante considerável para esse ramo de atividade, atestando a tese de que o setor vem experimentando grande absorção junto às diversas classes sociais da economia brasileira. O ramo de franquias ligado ao setor de vestuário e alimentação (considerados atualmente os propulsores do aumento da taxa de inflação do Brasil) apresentaram o quinto e sexto faturamentos entre 2011 e 2012, com crescimento de 18,50% e 17,60%, respectivamente. Os resultados apresentados no gráfico 2 vêm corroborar com os evidenciados pelo gráfico 1. O número de unidades franqueadas do segmento de hotelaria e turismo apresentou um crescimento de aproximadamente 114,00% entre 2011 e O segundo maior resultado foi evidenciado pelo segmento de informática e eletrônicos (39,00%), seguido do segmento de limpeza e conservação (30,00%). O segmento de vestuário ficou com a quarta colocação em termos de inauguração de novas unidades franqueadas (18,00%). O segmento de esporte, saúde, beleza e lazer e o segmento de veículos ficaram empatados na quinta colocação, ambos com taxa de crescimento de aproximadamente 16,00%. Os percentuais de crescimento dos demais segmentos foram compatíveis com o ranking dos faturamentos apresentados por eles no gráfico 1. Os resultados conjunto apresentados pelos gráficos 1 e 2 mostram que o faturamento dos segmentos de franquias seguiu os percentuais de crescimento de novas unidades instaladas para cada um deles. Nos dois gráficos, a colocação dos segmentos de franquias permaneceu praticamente idêntica ou parecida ao do faturamento. Ou seja, o crescimento no faturamento entre 2011 e 2012 para cada segmento de atividade se deve basicamente ao crescimento no número de novas unidades de franquias instaladas no Brasil. Isto representa mais um indicador de que o setor de franquias vem revelando crescimento real e consistente em seu PIB, em todos os segmentos de atividade.

17 17 Gráfico 1: Distribuição do faturamento do setor de franquias por segmento de atuação entre 2011 e 2012 Acessórios Pessoais e Calçados 2,6 16,4 20,2 18,5 14,8 17,6 10,3 21,4 1,6 Alimentação Educação e Treinamento Esporte, Saúde, Beleza e Lazer Fotos, Gráficas e Sinalização Hotelaria e Turismo 44,5 Informática e Eletrônicos Limpeza e Conservação Móveis, Decoração e Presentes 32,5 97,8 Varejo Veículos Vestuário Fonte: ABF (2013) Gráfico 2: Distribuição do número de unidades de franquias por segmento de atuação entre 2011 e 2012 Acessórios Pessoais e Calçados Alimentação Educação e Treinamento Esporte, Saúde, Beleza e Lazer Fotos, Gráficas e Sinalização 30 Hotelaria e Turismo Informática e Eletrônicos Limpeza e Conservação Móveis, Decoração e Presentes Varejo Veículos Vestuário Fonte: ABF (2013)

18 18 Segundo a Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos (ABIHPEC), entre 2002 e 2012, o PIB do setor de higiene pessoal, perfumaria e cosméticos apresentou crescimento também acima do PIB brasileiro. O PIB do setor passou de R$9,70 bilhões em 2002 para R$34,00 bilhões em 2012, crescimento médio deflacionado de aproximadamente 10,00% ao ano. De acordo com a ABIHPEC (2013), esses percentuais de crescimento sempre acima do PIB brasileiro foi impulsionado por cinco fatores principais: (i) acesso das classes D e E aos produtos do setor (os integrantes da classe C passaram a consumir produtos com maior valor agregado); (ii) participação crescente da mulher brasileira no mercado de trabalho; (iii) utilização, pelo setor, de tecnologia de ponta e consequente aumento da produtividade; (iv) lançamento constante de novos produtos; e, (v) aumento da expectativa de vida do brasileiro. Outro ponto levantado pela ABIHPEC (2013) como incentivador do aumento do consumo do setor foi o fato de que, entre 2008 e 2012, os preços dos produtos de beleza, perfumaria e higiene pessoal apresentaram crescimento inferior à inflação e ao índice de preço ao consumidor. Enquanto a inflação média para o período (Índice FIPE) foi de 5,40%, o índice de preço do setor de higiene cresceu 4,70% e o do setor de artigos de beleza cresceu apenas 3,50%. No acumulado desses cinco anos, esses índices apresentaram percentuais de 30,20%, 26,10% e 18,70%, respectivamente. Esses são, portanto, os cenários nos quais o segmento de franquias do ramo de higiene pessoal, perfumaria e cosméticos apresentaram suas respectivas atividades no mercado brasileiro ao longo dos últimos dez anos. O cenário econômico tem se mostrado bastante confortável para o setor, o que explica o grande crescimento no número de unidades franqueadas, mesmo em momentos de pequeno crescimento de PIB brasileiro e de expectativa pessimista em alguns setores da economia. A busca, por parte dos micro e pequenos empresários, por setores estáveis e rentáveis, com perspectiva de ganhos no médio e longo prazo e mercado consumidor em expansão, têm tornado bastante atrativo o ramo de franquia no setor de cosmético, perfumaria e higiene pessoal. 1.2 Desempenho Recente da Franquia Mahogany A Mahogany iniciou suas atividades em 1991 e representa atualmente uma das cinco principais franquias do mercado de higiene pessoal, perfumaria e cosmético do Brasil. Criada inicialmente como uma empresa de fornecimento de produtos personal care para o varejo e para lojas de departamento do ramo de perfumaria, foi ganhando pouco a pouco reconhecimento e identificação dos clientes com a marca, tornando-se uma das preferências

19 19 em produtos de beleza destinados às classes A, B, C, D e E, com enfoque reforçado nas duas últimas. Segundo o sítio internet do Anuário Nacional e Internacional de Franquias e de Masterfranquias (Franchisekey, 2013), o processo de iniciação da empresa como franquia começou quando ela ainda estava voltada para o mercado varejista. Vendo a aceitação da marca e a demanda crescente por seus produtos, a Mahogany foi levada a repensar suas metas de mercado consumidor e ampliou sua linha de produção para as lojas multimarcas. Foi nesse período, em meados de 1998, que a empresa programou essas mudanças e experimentou uma alavancagem considerável no seu sistema de produção, que antes se restringia à produção de produtos ligados ao tratamento do cabelo (shampoo, condicionadores, dentre outros) e ao tratamento do corpo (sabonetes, cremes, esfoliantes e desodorantes). Ela passou a incluir em sua linha de produção produtos exclusivos para o público masculino, para o público infantil, para ambientes (casas e apartamentos) e para o mercado de maquiagem. Esse empreendedorismo inicial foi bastante promissor e levou a empresa a dar mais um passo rumo à reformulação da marca como franquia. Em 2002, a Mahogany mudou sua sede do bairro da Lapa, na cidade de São Paulo, para a cidade de Osasco, Estado de São Paulo. A nova sede permitiu a ampliação do parque fabril e do sistema de estocagem da empresa. Estava, portanto, lançado os fundamentos para o patenteamento do savoir faire da marca no mercado de franquia. E foi isso que ocorreu. Em 2006, a empresa foi formatada de acordo com as regras do Business Format Franchising e passou a fazer parte do grupo das cinco maiores franquias do ramo de higiene pessoal, perfumaria e cosméticos, juntamente com as marcas o Boticário, Água de Cheiro, Antídoto Cosméticos e Contém 1g. De acordo com dados do sítio internet da Mahogany, somente em 2006 a empresa já contava com 10 unidades franqueadas instaladas e, em 2011, a marca perfazia o total de 150 unidades franqueadas em 23 estados brasileiros, com produção comercializada exclusivamente em suas lojas. Atualmente, a Mahogany possui 67 linhas de produtos destinados ao tratamento dos cabelos, ao tratamento do corpo, dos cabelos, incluindo linhas exclusivas para o público infantil e masculino. Essas linhas também contemplam produtos para casas e ambientes (difusores de ambientes, aromatizadores e sabonetes líquidos) e também produtos ligados a eventos sazonais (presentes especiais, nécessaires, dia das mães e diversos tipos de embalagens para presentes). A tabela 1 mostra o comparativo entre a Mahogany e as outras quatro maiores franquias do ramo de higiene pessoal, perfumaria e cosmético do Brasil (O Boticário, Água de Cheiro, Antídoto Cosméticos e Contém 1g). Os dados foram obtidos junto ao sítio internet da ABF e de Rodrigues (2010) e analisa especificamente o quadro das instalações de lojas em ambientes de shoppings centers, pois são os ambientes que apresentam maiores custos de implantações para os futuros franqueados. Os resultados da tabela 1 mostram que a marca Mahogany é bastante recente em relação às suas concorrentes (criação em 1991 e adesão ao sistema de franquias quinze anos

20 20 após sua abertura, em 2006). A marca Água de Cheiro foi criada em 1976 e aderiu ao padrão de franquias quatro anos após sua abertura, em O Boticário foi criada em 1977, praticamente no mesmo período da Água de Cheiro, inclusive no mesmo ano em que a marca Água de Cheiro tornou-se franquia. Já as marcas O Antídoto Cosméticos e Contém 1g são mais recentes. A marca Contém 1g iniciou suas atividades em 1984 e aderiu ao ramo de franquia somente em A Antídoto Cosméticos foi a única que iniciou suas atividades no final da década de 90 e já começou como franquia formatada. Segundo Melo e Andreassi (2008), isto se deve basicamente ao fato do sistema de franquias estar consolidado no Brasil e com legislação específica (lei nº de dezembro de 1994). Tabela 1: Dados comparativos das cinco maiores franquias do ramo de higiene pessoal, perfumaria e cosméticos do Brasil. ÁGUA DE CHEIRO ANTÍDOTO CONTÉM 1G MAHOGANY O BOTICÁRIO Ano de criação Ano em que se tornou franquia Investimento Inicial , , , , ,00 (R$) Taxa de franquia (R$) , ,00 - Royalties (%) 8,00% faturamento - Embutido nos custos 38,00% compras 38,00% compras bruto do produto Área Mínima (m 2 ) Prazo de Retorno (meses) Lucratividade (%) 15,00% faturamento bruto Faturamento Mensal Médio (R$) Prazo do Contrato (meses) Fonte: Rodrigues (2010) e ABF (2013) 20,00% a 30,00% faturamento bruto 10,00% a 20,00% faturamento bruto 10,00% faturamento bruto 8,00% a 10,00% faturamento bruto , ,00 Não , ,00 Informado Indeterminado Indeterminado Os investimentos iniciais que as cinco franquias demandam variam entre R$70.500,00 e R$ ,00, sendo a Antídoto Cosméticos a que demanda o menor valor e O Boticário e Contém 1g que demandam R$ ,00 e R$ ,00, respectivamente. A mahogany exige investimento inicial na ordem de R$ ,00. Quanto à taxa de franquia, as marcas Água de Cheiro e Antídoto Cosméticos não cobram essa taxa. As franquias Mahogany e O Boticário demandam R$30.000,00. Já com relação aos royalties, as taxas variam bastante para cada franquia. A Água de Cheiro demanda mensalmente 8,00% do faturamento bruto, enquanto que a Contém 1g embute essa taxa nos custos dos produtos. Já a Mahogany e O Boticário exigem igualmente 38,00% sobre as compras mensais de produtos. A Antidoto Cosméticos é a única que não exige royalties.

21 21 Ainda de acordo com a tabela 1, todas as franquias, com exceção da Antídoto Cosméticos, necessitam de espaço físico variando entre 35m 2 e 45m 2. A Antídoto Cosméticos necessita de apenas 14m 2. O prazo de retorno do investimento são bastante próximo (24 a 36 meses), com lucratividade variando entre 8,00% a 30% do faturamento bruto. A Mahogany possui uma estimativa de lucratividade de aproximadamente 10,00% do faturamento bruto, um valor mais modesto, mas perto da média da lucratividade conjunta das cinco empresas (16,60%). O faturamento mensal médio estimado da Água de Cheiro é de aproximadamente R$75.000,00, seguida das marcas O Boticário (R$70.000,00), Mahogany (R$55.000,00) e Antídoto Cosméticos (R$29.000,00). A marca Contém 1 g não divulgou o seu faturamento médio mensal. Outro ponto importante está no fato das marcas Mahogany e O Boticário preferirem estabelecer contratos de franquia com prazo indeterminado, o que é vantajoso para ambos os lados (franqueador e franqueado), pois o contrato só é rompido se houver insolvência do negócio por parte do franqueado. As marcas Contém 1g e Água de Cheiro costumam estabelecer contratos com validade de aproximadamente 60 meses. A Antídoto Cosméticos possuem contratos de franquias com prazo de vigência de apenas 36 meses. Os dados evidenciados na tabela 1 mostram, de uma maneira sucinta, que a franquia Mahogany possui padrões de negócios semelhantes aos estipulados pelas outras quatro maiores empresas de franquia do ramo de higiene pessoal, perfumaria e cosméticos do Brasil. Isto é verificado também pelos percentuais de lucratividade e pelo prazo de retorno do investimento. Desse modo, o micro e pequeno empresário que queira investir nesse ramo de franquias verificará parâmetros parecidos de comparação, o que recai a escolha sobre qual franquia aderir exclusivamente sobre a identidade do futuro franqueado com a marca. Essa é a meta e proposta da ABF e das legislações ligadas aos sistemas de franquias no Brasil: a padronização do sistema, conduzindo o futuro franqueado a escolher sua franquia exclusivamente pela sua identidade com a marca. Segundo Mahogany (2013) e Rodrigues (2010), os custos totais com a implantação da franquia Mahogany perfaz o valor médio aproximado de R$ ,00. Esses custos estão divididos em nove atividades principais: (i) projeto arquitetônico (R$6.300,00); (ii) mobiliário (R$45.000,00); (iii) obras civis (R$ ,00); (iv) custos pré-operacionais (R$10.000,00); (v) abertura da empresa (R$2.000,00); (vi) aquisição de equipamentos e sistemas (R$10.000,00); (vii) inauguração e divulgação inicial (R$5.000,00); (viii) taxa de franquia (R$30.000,00); e, (ix) aquisição do estoque inicial (R$50.000,00). Esses custos iniciais garantem também assistência técnica na seleção e avaliação do local onde será implantada a nova unidade franqueada, bem como na planificação de instalação de equipamentos, na organização da administração da empresa e na instalação da rede intranet e do software responsável pela contagem e controle do estoque de produtos. Com a taxa de aquisição do estoque inicial, a Mahogany garante aos novos franqueados o suporte inicial referente ao mix de produtos para a montagem da loja. Paralelamente, ela dá

Unidade I GESTÃO DE SUPRIMENTOS E LOGÍSTICA. Prof. Léo Noronha

Unidade I GESTÃO DE SUPRIMENTOS E LOGÍSTICA. Prof. Léo Noronha Unidade I GESTÃO DE SUPRIMENTOS E LOGÍSTICA Prof. Léo Noronha A administração de materiais A administração de materiais procura conciliar as necessidades de suprimentos com a otimização dos recursos financeiros

Leia mais

Recursos Humanos Prof. Angelo Polizzi. Logística Empresarial e Sistema Integrado. Objetivos do Tema. Logística

Recursos Humanos Prof. Angelo Polizzi. Logística Empresarial e Sistema Integrado. Objetivos do Tema. Logística Recursos Humanos Prof. Angelo Polizzi e Sistema Integrado Objetivos do Tema Apresentar: Uma visão da logística e seu desenvolvimento com o marketing. A participação da logística como elemento agregador

Leia mais

ACREDITE: VOCÊ PODE SER UM FRANQUEADO MAHOGANY.

ACREDITE: VOCÊ PODE SER UM FRANQUEADO MAHOGANY. FRANQUIAS ACREDITE: VOCÊ PODE SER UM FRANQUEADO MAHOGANY. significado/ Tradução de Mogno - é uma ÁRVORE NOBRE da região amazônica, de raiz profunda, tronco reto e sem falhas. Sob luz intensa, atinge grandes

Leia mais

FRANCHISING JAIR PASQUALI

FRANCHISING JAIR PASQUALI FRANCHISING JAIR PASQUALI jair.pasquali@marisolsa.com PARTICIPAÇÃO DOS SEGMENTOS DE VAREJO RECEITA TOTAL DO COMÉRCIO VAREJISTA E DE VEÍCULOS Produtos farmacêuticos 5,7% Tecidos e artigos do vestuário 7,5%

Leia mais

Objetivo da Aula. Enterprise Resource Planning - ERP. Descrever os sistemas ERP, seus módulos e possíveis aplicações e tendências 23/4/2010

Objetivo da Aula. Enterprise Resource Planning - ERP. Descrever os sistemas ERP, seus módulos e possíveis aplicações e tendências 23/4/2010 Enterprise Resource Planning - ERP Objetivo da Aula Descrever os sistemas ERP, seus módulos e possíveis aplicações e tendências 2 1 Sumário Informação & TI Sistemas Legados ERP Classificação Módulos Medidas

Leia mais

O MERCADO E PERSPECTIVAS

O MERCADO E PERSPECTIVAS Sell Book O MERCADO E PERSPECTIVAS MERCADO E PERSPECTIVA BRASIL VAREJO FRANQUIAS PIB: projeção de 3% para 2013; Desemprego em baixa (inferior a 6% em 2013); Crescimento do consumo da classe média; Aumento

Leia mais

Unidade IV ADMINISTRAÇÃO DE. Profa. Lérida Malagueta

Unidade IV ADMINISTRAÇÃO DE. Profa. Lérida Malagueta Unidade IV ADMINISTRAÇÃO DE PRODUÇÃO E OPERAÇÕES Profa. Lérida Malagueta Planejamento e controle da produção O PCP é o setor responsável por: Definir quanto e quando comprar Como fabricar ou montar cada

Leia mais

A CURVA ABC COMO FERRAMENTA PARA ANÁLISE DE ESTOQUES RESUMO

A CURVA ABC COMO FERRAMENTA PARA ANÁLISE DE ESTOQUES RESUMO A CURVA ABC COMO FERRAMENTA PARA ANÁLISE DE ESTOQUES Leider Simões, Unisalesiano de Lins e-mail: leidersimoes16@hotmail.com Profª M. Sc. Máris de Cássia Ribeiro, Unisalesiano Lins e-mail: maris@unisalesiano.edu.br

Leia mais

Paulo Gadas JUNHO-14 1

Paulo Gadas JUNHO-14 1 Paulo Gadas JUNHO-14 1 Cadeia de Suprimentos Fornecedor Fabricante Distribuidor Loja Paulo Gadas JUNHO-14 2 Exemplo de cadeia de suprimentos Fornecedores de matériaprima Indústria principal Varejistas

Leia mais

Unidade I LOGÍSTICA INTEGRADA. Marinalva R. Barboza

Unidade I LOGÍSTICA INTEGRADA. Marinalva R. Barboza Unidade I LOGÍSTICA INTEGRADA Marinalva R. Barboza Definição do conceito de logística e evolução Logística tem origem no idioma francês Logistique se define de forma militar sendo uma parte estratégica

Leia mais

Quem sou eu? Marcelo Salomão Guimarães Casado a 8 anos 1 filha de 7 anos

Quem sou eu? Marcelo Salomão Guimarães Casado a 8 anos 1 filha de 7 anos Quem sou eu? Marcelo Salomão Guimarães Casado a 8 anos 1 filha de 7 anos Diretor de negócios Gigatron Franchising Diretor CTRA Centro Tecnológico da Região de Araçatuba Diretor ABRADI-isp Associação Brasileira

Leia mais

Logística Empresarial

Logística Empresarial Objetivos da aula: - Explorar as principais motivações para a redução dos níveis de estoque e as armadilhas presentes na visão tradicional, quando é focada apenas uma empresa em vez de toda a cadeia de

Leia mais

ASPECTOS FUNDAMENTAIS DO PROBLEMA DE LOCALIZAÇÃO DE INSTALAÇÕES EM REDES LOGÍSTICAS

ASPECTOS FUNDAMENTAIS DO PROBLEMA DE LOCALIZAÇÃO DE INSTALAÇÕES EM REDES LOGÍSTICAS ASPECTOS FUNDAMENTAIS DO PROBLEMA DE LOCALIZAÇÃO DE INSTALAÇÕES EM REDES LOGÍSTICAS Data: 10/03/2001 Peter Wanke INTRODUÇÃO Localizar instalações ao longo de uma cadeia de suprimentos consiste numa importante

Leia mais

Uma indústria mantém estoque de materiais; Um escritório contábil mantém estoque de informações; e

Uma indústria mantém estoque de materiais; Um escritório contábil mantém estoque de informações; e Fascículo 2 Gestão de estoques Segundo Nigel Slack, estoque é definido como a acumulação armazenada de recursos materiais em um sistema de transformação. O termo estoque também pode ser usado para descrever

Leia mais

Logística Empresarial. Global Sourcing A Globalização e a Nova Visão da Logística Parte II. Aula 6. Conceitos Importantes.

Logística Empresarial. Global Sourcing A Globalização e a Nova Visão da Logística Parte II. Aula 6. Conceitos Importantes. Logística Empresarial Aula 6 Global Sourcing A Globalização e a Nova Visão da Logística Parte II Prof. Me. John Jackson Buettgen Contextualização Conceitos Importantes Fluxos logísticos É o movimento ou

Leia mais

LOGÍSTICA EMPRESARIAL. Rodolfo Cola Santolin 2009

LOGÍSTICA EMPRESARIAL. Rodolfo Cola Santolin 2009 LOGÍSTICA EMPRESARIAL Rodolfo Cola Santolin 2009 Conteúdo Cadeia de suprimentos Custos Logísticos Administração de Compras e Suprimentos Logística Reversa CADEIA DE SUPRIMENTOS Logística Logística Fornecedor

Leia mais

O CONTROLE DE ESTOQUE COMO FERRAMENTA COMPETITIVA NAS ORGANIZAÇÕES

O CONTROLE DE ESTOQUE COMO FERRAMENTA COMPETITIVA NAS ORGANIZAÇÕES 1 O CONTROLE DE ESTOQUE COMO FERRAMENTA COMPETITIVA NAS ORGANIZAÇÕES Cesar Paulo Lomba (Discente do 4º período de Tecnologia de Gestão Financeira das Faculdades Integradas de Três Lagoas AEMS) Maria Luzia

Leia mais

Organização Curricular do Curso Superior de Tecnologia em Logística

Organização Curricular do Curso Superior de Tecnologia em Logística Organização Curricular do Curso Superior de Tecnologia em Logística - TLO 2005/1 Organização Curricular do Curso Superior de Tecnologia em Logística 1 DADOS LEGAIS: Reconhecido pela Portaria MEC 134 de

Leia mais

ROTEIRO DO PLANO DE NEGÓCIOS. 1. Sumário Executivo. Objetivos Missão Fatores-Chave de Sucesso. 2. Sumário da Empresa. 2.1 Composição da Sociedade

ROTEIRO DO PLANO DE NEGÓCIOS. 1. Sumário Executivo. Objetivos Missão Fatores-Chave de Sucesso. 2. Sumário da Empresa. 2.1 Composição da Sociedade ROTEIRO DO PLANO DE NEGÓCIOS 1. Sumário Executivo Objetivos Missão Fatores-Chave de Sucesso 2. Sumário da Empresa 2.1 Composição da Sociedade Perfil Individual dos sócios, experiência, formação, responsabilidades

Leia mais

ENCONTRO 1 Logística e Transporte

ENCONTRO 1 Logística e Transporte ENCONTRO 1 Logística e Transporte ENCONTRO 1 Logística e Transporte TÓPICO 1: Contextualizando o encontro Olá! Você está iniciando o primeiro encontro do curso Logística Internacional. Neste encontro,

Leia mais

Vamos nos conhecer. Avaliações 23/08/2015. Módulo I Introdução à Logistica Empresarial Danillo Tourinho S. da Silva, M.Sc.

Vamos nos conhecer. Avaliações 23/08/2015. Módulo I Introdução à Logistica Empresarial Danillo Tourinho S. da Silva, M.Sc. Módulo I Introdução à Logistica Empresarial Danillo Tourinho S. da Silva, M.Sc. Vamos nos conhecer Danillo Tourinho Sancho da Silva, M.Sc Bacharel em Administração, UNEB Especialista em Gestão da Produção

Leia mais

CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM PROCESSOS GERENCIAIS 1º SEMESTRE

CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM PROCESSOS GERENCIAIS 1º SEMESTRE CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM PROCESSOS GERENCIAIS 1º SEMESTRE DISCIPLINA: INTRODUÇÃO À ADMINISTRAÇÃO Ementa: Identificar os elementos básicos das organizações: recursos, objetivos e decisões. Desenvolver

Leia mais

CONCEITOS E FUNÇÕES DO PLANEJAMENTO, DA PROGRAMAÇÃO E DO CONTROLE DA PRODUÇÃO PPCP (Petrônio Garcia Martins / Fernando Piero Martins Capítulo 7)

CONCEITOS E FUNÇÕES DO PLANEJAMENTO, DA PROGRAMAÇÃO E DO CONTROLE DA PRODUÇÃO PPCP (Petrônio Garcia Martins / Fernando Piero Martins Capítulo 7) CONCEITOS E FUNÇÕES DO PLANEJAMENTO, DA PROGRAMAÇÃO E DO CONTROLE DA PRODUÇÃO PPCP (Petrônio Garcia Martins / Fernando Piero Martins Capítulo 7) A ESTRATÉGIA DA MANUFATURA E O SISTEMA PPCP: A estratégia

Leia mais

P R O P O S T A D E FRANQUIA

P R O P O S T A D E FRANQUIA P R O P O S T A D E FRANQUIA Conheça a Depil Out Com base na franca expansão do setor de prestação de serviços e acreditando nas perspectivas cada vez mais promissoras; após estudo minucioso de como seria

Leia mais

ARTIGO Análise dos critérios e percentuais adotados na cobrança de taxas de royalties e propaganda no setor de franquias 1. Maria Teresa Somma 2

ARTIGO Análise dos critérios e percentuais adotados na cobrança de taxas de royalties e propaganda no setor de franquias 1. Maria Teresa Somma 2 ARTIGO Análise dos critérios e percentuais adotados na cobrança de taxas de royalties e propaganda no setor de franquias 1 Maria Teresa Somma 2 O sistema de franchising tem crescido muito nos últimos anos

Leia mais

Andrés Eduardo von Simson Graduação e v r iç i os D s i ney Background Hopi Hari Hilton Brasilton Maksoud Plaza

Andrés Eduardo von Simson Graduação e v r iç i os D s i ney Background Hopi Hari Hilton Brasilton Maksoud Plaza ENGENHARIA DE NEGÓCIOS I GESTÃO ESTRATÉGICA DE ESTOQUES AULA I Prof. Andrés E. von Simson 2009 PROFESSOR Andrés Eduardo von Simson Graduação Adm. Hoteleira Adm. de Empresas Docência pela FGV Especialização

Leia mais

GESTÃO DE DESIGN PARA O DESENVOLVIMENTO DE NOVOS PRODUTOS

GESTÃO DE DESIGN PARA O DESENVOLVIMENTO DE NOVOS PRODUTOS GESTÃO DE DESIGN PARA O DESENVOLVIMENTO DE NOVOS PRODUTOS Diogo de Hercule Analista de Negócios em Design SENAI Edson Augusto Lopes Analista de Negócios - SENAI Atualmente, as indústrias de móveis e estofados

Leia mais

Pesquisa sobre a integração da Logística com o Marketing em empresas de grande porte

Pesquisa sobre a integração da Logística com o Marketing em empresas de grande porte III SEGeT Simpósio de Excelência em Gestão e Tecnologia 1 Pesquisa sobre a integração da Logística com o Marketing em empresas de grande porte Alexandre Valentim 1 Heloisa Nogueira 1 Dário Pinto Junior

Leia mais

SUPPLY CHAIN MANAGEMENT: UMA INTRODUÇÃO À UM MODELO DE GESTÃO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS PARA OBTENÇÃO DE DIFERENCIAL COMPETITIVO

SUPPLY CHAIN MANAGEMENT: UMA INTRODUÇÃO À UM MODELO DE GESTÃO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS PARA OBTENÇÃO DE DIFERENCIAL COMPETITIVO SUPPLY CHAIN MANAGEMENT: UMA INTRODUÇÃO À UM MODELO DE GESTÃO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS PARA OBTENÇÃO DE DIFERENCIAL COMPETITIVO BURGO, Rodrigo Navarro Sanches, RIBEIRO, Talita Cristina dos Santos, RODRIGUES,

Leia mais

Prof. Marcelo Mello. Unidade III DISTRIBUIÇÃO E

Prof. Marcelo Mello. Unidade III DISTRIBUIÇÃO E Prof. Marcelo Mello Unidade III DISTRIBUIÇÃO E TRADE MARKETING Canais de distribuição Canal vertical: Antigamente, os canais de distribuição eram estruturas mercadológicas verticais, em que a responsabilidade

Leia mais

Capítulo 2. Logística e Cadeia de Suprimentos

Capítulo 2. Logística e Cadeia de Suprimentos Capítulo 2 Logística e Cadeia de Suprimentos Prof. Glauber Santos glauber@justocantins.com.br 1 Capítulo 2 - Logística e Cadeia de Suprimentos Papel primordial da Logística na organização Gestão da Produção

Leia mais

Logística e gestão de Redes de Surprimentos ADM 068. Professor Marcos Gilberto Dos-Santos Faculdade Anísio Teixeira

Logística e gestão de Redes de Surprimentos ADM 068. Professor Marcos Gilberto Dos-Santos Faculdade Anísio Teixeira Logística e gestão de Redes de Surprimentos ADM 068 Professor Marcos Gilberto Dos-Santos Faculdade Anísio Teixeira Programa da Disciplina I Unidade II Unidade Logística Visão geral e funções Suprimentos

Leia mais

IMPACTOS DA LOGÍSTICA DE SERVIÇOS NA ECONOMIA BRASILEIRA E A CONTRIBUIÇÃO DAS FACULDADES

IMPACTOS DA LOGÍSTICA DE SERVIÇOS NA ECONOMIA BRASILEIRA E A CONTRIBUIÇÃO DAS FACULDADES IMPACTOS DA LOGÍSTICA DE SERVIÇOS NA ECONOMIA BRASILEIRA E A CONTRIBUIÇÃO DAS FACULDADES Ednilson Zanini 1 O serviço logístico tornou-se uma ferramenta importante para o desenvolvimento de relacionamentos

Leia mais

Vantagens competitivas e estratégicas no uso de operadores logísticos. Prof. Paulo Medeiros

Vantagens competitivas e estratégicas no uso de operadores logísticos. Prof. Paulo Medeiros Vantagens competitivas e estratégicas no uso de operadores logísticos Prof. Paulo Medeiros Introdução nos EUA surgiram 100 novos operadores logísticos entre 1990 e 1995. O mercado para estas empresas que

Leia mais

TÍTULO: CADEIA DE SUPRIMENTOS DA KEIPER DO BRASIL CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS SUBÁREA: ADMINISTRAÇÃO

TÍTULO: CADEIA DE SUPRIMENTOS DA KEIPER DO BRASIL CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS SUBÁREA: ADMINISTRAÇÃO Anais do Conic-Semesp. Volume 1, 2013 - Faculdade Anhanguera de Campinas - Unidade 3. ISSN 2357-8904 TÍTULO: CADEIA DE SUPRIMENTOS DA KEIPER DO BRASIL CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS

Leia mais

MRP COMO SISTEMA PROPULSOR DE MELHORIAS NA ADMINISTRAÇÃO DE MATERIAIS

MRP COMO SISTEMA PROPULSOR DE MELHORIAS NA ADMINISTRAÇÃO DE MATERIAIS ISSN 1984-9354 MRP COMO SISTEMA PROPULSOR DE MELHORIAS NA ADMINISTRAÇÃO DE MATERIAIS Jamile Pereira Cunha Rodrigues (UESC) Resumo Diante do atual cenário competitivo empresarial, as empresas estão buscando

Leia mais

Logística Empresarial

Logística Empresarial IETEC INSTITUTO DE EDUCAÇAO TECNOLÓGICA PÓS GRADUAÇAO LATU SENSU 15 a. Turma Gestão da Logística Logística Empresarial Elenilce Lopes Coelis Belo Horizonte MG Julho - 2006 2 SUMÁRIO INTRODUÇÃO À LOGÍSTICA...PÁGINA

Leia mais

Operadores Logísticos : uma tendência nos sistemas de distribuição das empresas brasileiras?

Operadores Logísticos : uma tendência nos sistemas de distribuição das empresas brasileiras? Operadores Logísticos : uma tendência nos sistemas de distribuição das empresas brasileiras? Introdução O Contexto econômico do mundo globalizado vem sinalizando para as empresas que suas estratégias de

Leia mais

Plataforma da Informação. Finanças

Plataforma da Informação. Finanças Plataforma da Informação Finanças O que é gestão financeira? A área financeira trata dos assuntos relacionados à administração das finanças das organizações. As finanças correspondem ao conjunto de recursos

Leia mais

Função: Operação da Cadeia de materiais. 1.1 Identificar princípios da organização da área de materiais.

Função: Operação da Cadeia de materiais. 1.1 Identificar princípios da organização da área de materiais. MÓDULO II Qualificação Técnica de Nível Médio ASSISTENTE DE LOGÍSTICA II.1 Gestão de Recursos e Materiais Função: Operação da Cadeia de materiais 1. Contextualizar a importância da Administração de materiais

Leia mais

JUST IN TIME: UMA DAS FERRAMENTAS DE OTIMIZAÇÃO DA PRODUÇÃO RESUMO

JUST IN TIME: UMA DAS FERRAMENTAS DE OTIMIZAÇÃO DA PRODUÇÃO RESUMO JUST IN TIME: UMA DAS FERRAMENTAS DE OTIMIZAÇÃO DA PRODUÇÃO RESUMO O presente artigo, mostra de forma clara e objetiva os processos da ferramenta Just in time, bem como sua importância para a área de produção.

Leia mais

INTEGRAÇÃO ENTRE MARKETING E LOGÍSTICA EMPRESARIAL: UM ESTUDO DE CASO NO SETOR DE MÓVEIS PLANEJADOS

INTEGRAÇÃO ENTRE MARKETING E LOGÍSTICA EMPRESARIAL: UM ESTUDO DE CASO NO SETOR DE MÓVEIS PLANEJADOS INTEGRAÇÃO ENTRE MARKETING E LOGÍSTICA EMPRESARIAL: UM ESTUDO DE CASO NO SETOR DE MÓVEIS PLANEJADOS Amanda Cristina Nunes Alves (SSP) amandac.06@hotmail.com Anne Sthefanie Santos Guimaraes (SSP) annesthefanie14@hotmail.com

Leia mais

Logística e a Gestão da Cadeia de Suprimentos. "Uma arma verdadeiramente competitiva"

Logística e a Gestão da Cadeia de Suprimentos. Uma arma verdadeiramente competitiva Logística e a Gestão da Cadeia de Suprimentos "Uma arma verdadeiramente competitiva" Pequeno Histórico No período do pós-guerra até a década de 70, num mercado em franca expansão, as empresas se voltaram

Leia mais

Logística empresarial

Logística empresarial 1 Logística empresarial 2 Logística é um conceito relativamente novo, apesar de que todas as empresas sempre desenvolveram atividades de suprimento, transporte, estocagem e distribuição de produtos. melhor

Leia mais

Ementa e Cronograma Programático...

Ementa e Cronograma Programático... Ementa e Cronograma Programático... AULA 01 Estratégia de Operações e Planejamento Agregado AULA 02 Planejamento e Controle de Operações AULA 03 Gestão da Demanda e da Capacidade Operacional AULA 04 Gestão

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO MERCADOLÓGICA II

ADMINISTRAÇÃO MERCADOLÓGICA II ADMINISTRAÇÃO MERCADOLÓGICA II Atividades Gerenciais de MKT Produto Testar Novos Produtos; Modificar Atuais; Eliminar; Política de Marcas; Criar Satisfação e Valor; Embalagem. 2 1 Atividades Gerenciais

Leia mais

22/02/2009. Supply Chain Management. É a integração dos processos do negócio desde o usuário final até os fornecedores originais que

22/02/2009. Supply Chain Management. É a integração dos processos do negócio desde o usuário final até os fornecedores originais que Supply Chain Management SUMÁRIO Gestão da Cadeia de Suprimentos (SCM) SCM X Logística Dinâmica Sugestões Definição Cadeia de Suprimentos É a integração dos processos do negócio desde o usuário final até

Leia mais

GERENCIANDO INCERTEZAS NO PLANEJAMENTO LOGÍSTICO: O PAPEL DO ESTOQUE DE SEGURANÇA

GERENCIANDO INCERTEZAS NO PLANEJAMENTO LOGÍSTICO: O PAPEL DO ESTOQUE DE SEGURANÇA GERENCIANDO INCERTEZAS NO PLANEJAMENTO LOGÍSTICO: O PAPEL DO ESTOQUE DE SEGURANÇA Eduardo Saggioro Garcia Leonardo Salgado Lacerda Rodrigo Arozo Benício Erros de previsão de demanda, atrasos no ressuprimento

Leia mais

Visão estratégica para compras

Visão estratégica para compras Visão estratégica para compras FogStock?Thinkstock 40 KPMG Business Magazine Mudanças de cenário exigem reposicionamento do setor de suprimentos O perfil do departamento de suprimentos das empresas não

Leia mais

22/02/2009 LOGÍSTICA DE DISTRIBUIÇÃO POR QUE A LOGÍSTICA ESTÁ EM MODA POSIÇÃO DE MERCADO DA LOGÍSTICA

22/02/2009 LOGÍSTICA DE DISTRIBUIÇÃO POR QUE A LOGÍSTICA ESTÁ EM MODA POSIÇÃO DE MERCADO DA LOGÍSTICA LOGÍSTICA DE DISTRIBUIÇÃO A melhor formação cientifica, prática e metodológica. 1 POSIÇÃO DE MERCADO DA LOGÍSTICA Marketing Vendas Logística ANTES: foco no produto - quantidade de produtos sem qualidade

Leia mais

GUIA ATS INFORMÁTICA: GESTÃO DE ESTOQUE

GUIA ATS INFORMÁTICA: GESTÃO DE ESTOQUE GUIA ATS INFORMÁTICA: GESTÃO DE ESTOQUE SUMÁRIO O que é gestão de estoque...3 Primeiros passos para uma gestão de estoque eficiente...7 Como montar um estoque...12 Otimize a gestão do seu estoque...16

Leia mais

II SIMPÓSIO DE PESQUISA E DE PRÁTICAS PEDAGÓGICAS 2014 ANAIS

II SIMPÓSIO DE PESQUISA E DE PRÁTICAS PEDAGÓGICAS 2014 ANAIS BUSINESS GAME UGB VERSÃO 2 Luís Cláudio Duarte Graduação em Administração de Empresas APRESENTAÇÃO (DADOS DE IDENTIFICAÇÃO) O Business Game do Centro Universitário Geraldo Di Biase (BG_UGB) é um jogo virtual

Leia mais

Sistemas de Informação Empresarial. Gerencial

Sistemas de Informação Empresarial. Gerencial Sistemas de Informação Empresarial SIG Sistemas de Informação Gerencial Visão Integrada do Papel dos SI s na Empresa [ Problema Organizacional ] [ Nível Organizacional ] Estratégico SAD Gerência sênior

Leia mais

CURVA ABC NA GESTÃO DE ESTOQUE Carla Milanesi de Oliveira - carla_mila_lala@hotmail.com RESUMO

CURVA ABC NA GESTÃO DE ESTOQUE Carla Milanesi de Oliveira - carla_mila_lala@hotmail.com RESUMO CURVA ABC NA GESTÃO DE ESTOQUE Carla Milanesi de Oliveira - carla_mila_lala@hotmail.com RESUMO Nos dias atuais, uma das áreas que mais se desenvolvem dentro das organizações sem dúvida é a Gestão dos Estoques,

Leia mais

GUIA DE ELABORAÇÃO DE PLANO DE NEGÓCIOS

GUIA DE ELABORAÇÃO DE PLANO DE NEGÓCIOS GUIA DE ELABORAÇÃO DE PLANO DE NEGÓCIOS Sumário 1. APRESENTAÇÃO... 2 2. PLANO DE NEGÓCIOS:... 2 2.1 RESUMO EXECUTIVO... 3 2.2 O PRODUTO/SERVIÇO... 3 2.3 O MERCADO... 3 2.4 CAPACIDADE EMPRESARIAL... 4 2.5

Leia mais

DEFINIÇÃO DE UMA ESTRATÉGIA DE PREÇO DE FRETE DE CARGA FRACIONADA PARA UMA TRANSPORTADORA DA REGIÃO METROPOLITANA DO MUNICÍPIO DE BELÉM.

DEFINIÇÃO DE UMA ESTRATÉGIA DE PREÇO DE FRETE DE CARGA FRACIONADA PARA UMA TRANSPORTADORA DA REGIÃO METROPOLITANA DO MUNICÍPIO DE BELÉM. DEFINIÇÃO DE UMA ESTRATÉGIA DE PREÇO DE FRETE DE CARGA FRACIONADA PARA UMA TRANSPORTADORA DA REGIÃO METROPOLITANA DO MUNICÍPIO DE BELÉM. Leonardo Silva Figueredo (UNAMA) leonardosfigueredo@hotmail.com

Leia mais

O PAPEL DO CONTROLE DE ESTOQUE NA CENTRALIZAÇÃO DE COMPRAS

O PAPEL DO CONTROLE DE ESTOQUE NA CENTRALIZAÇÃO DE COMPRAS O PAPEL DO CONTROLE DE ESTOQUE NA CENTRALIZAÇÃO DE COMPRAS Mauricio João Atamanczuk (UTFPR) atamanczuk@hotmail.com João Luiz Kovaleski (UTFPR) kovaleski@pg.cefetpr.br Antonio Carlos de Francisco (UTFPR)

Leia mais

Controle de estoques. Capítulo 6. André Jun Nishizawa

Controle de estoques. Capítulo 6. André Jun Nishizawa Controle de estoques Capítulo 6 Sumário Conceito de estoque Tipos Sistemas de controle de estoques Fichas de estoque Classificação de estoque Dimensionamento de estoque Logística e Cadeia de suprimentos

Leia mais

Armazenagem e controle. Prof. Paulo Medeiros FATEC - Pompéia

Armazenagem e controle. Prof. Paulo Medeiros FATEC - Pompéia Armazenagem e controle Prof. Paulo Medeiros FATEC - Pompéia Armazenagem Armazenagem e manuseio de mercadorias são componentes essenciais do conjunto de atividades logísticas.seus custos podem absorver

Leia mais

PESQUISA DE INTENÇÃO DE COMPRA E CONFIANÇA DO CONSUMIDOR

PESQUISA DE INTENÇÃO DE COMPRA E CONFIANÇA DO CONSUMIDOR DEZEMBRO/2010 PESQUISA DE INTENÇÃO DE COMPRA E CONFIANÇA DO CONSUMIDOR RELATÓRIO MENSAL DA PESQUISA DE INTENÇÃO DE COMPRA E CONFIANÇA DO CONSUMIDOR DE MANAUS, ANO 2010 - N 12 MANAUS AM 67,2% dos consumidores

Leia mais

Logística Agroindustrial Canais de suprimentos e distribuição. Prof. Paulo Medeiros

Logística Agroindustrial Canais de suprimentos e distribuição. Prof. Paulo Medeiros Logística Agroindustrial Canais de suprimentos e distribuição Prof. Paulo Medeiros Canais de suprimento e distribuição Podemos dividir as operações logísticas de uma empresa em três áreas: Suprimentos;

Leia mais

Prof. Me. Vítor Hugo Dias da Silva

Prof. Me. Vítor Hugo Dias da Silva Prof. Me. Vítor Hugo Dias da Silva Programação e Controle da Produção é um conjunto de funções inter-relacionadas que objetivam comandar o processo produtivo e coordená-lo com os demais setores administrativos

Leia mais

FEDERAÇÃO DO COMÉRCIO DO PARANÁ PESQUISA CONJUNTURAL DO COMÉRCIO REGIÃO OESTE

FEDERAÇÃO DO COMÉRCIO DO PARANÁ PESQUISA CONJUNTURAL DO COMÉRCIO REGIÃO OESTE FEDERAÇÃO DO COMÉRCIO DO PARANÁ PESQUISA CONJUNTURAL DO COMÉRCIO ANÁLISE CONJUNTURAL DO MÊS DE NOVEMBRO DE 2013 REGIÃO OESTE Este relatório, referente ao mês de NOVEMBRO de 2013, da Pesquisa Conjuntural

Leia mais

ROTEIRO PARA ELABORAÇÃO DO PLANO DE NEGÓCIOS

ROTEIRO PARA ELABORAÇÃO DO PLANO DE NEGÓCIOS ROTEIRO PARA ELABORAÇÃO DO PLANO DE NEGÓCIOS O plano de negócios deverá conter: 1. Resumo Executivo 2. O Produto/Serviço 3. O Mercado 4. Capacidade Empresarial 5. Estratégia de Negócio 6. Plano de marketing

Leia mais

LOGÍSTICA. Curso: Gestão Comercial Prof. Daniel Rossi 1.0 UMA FUNÇÃO ESSENCIAL NA EMPRESA

LOGÍSTICA. Curso: Gestão Comercial Prof. Daniel Rossi 1.0 UMA FUNÇÃO ESSENCIAL NA EMPRESA Curso: Gestão Comercial Prof. Daniel Rossi LOGÍSTICA 1.0 UMA FUNÇÃO ESSENCIAL NA EMPRESA O conceito de Logística sempre envolve um fluxo de materiais de uma origem ou destino e, no outro sentido, um fluxo

Leia mais

2. Logística. 2.1 Definição de Logística

2. Logística. 2.1 Definição de Logística 2. Logística 2.1 Definição de Logística Por muito tempo a Logística foi tratada de forma desagregada. Cada uma das funções logísticas era tratada independentemente e como áreas de apoio ao negócio. Segundo

Leia mais

Docente do Curso Superior de Tecnologia em Gestão Comercial UNOESTE. E mail: joselia@unoeste.br

Docente do Curso Superior de Tecnologia em Gestão Comercial UNOESTE. E mail: joselia@unoeste.br Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 22 a 25 de outubro, 2012 141 A LOGÍSTICA COMO DIFERENCIAL COMPETITIVO Douglas Fernandes 1, Josélia Galiciano Pedro 1 Docente do Curso Superior

Leia mais

PLANO DE AÇÃO ESTRATÉGICO ANEXO

PLANO DE AÇÃO ESTRATÉGICO ANEXO PLANO DE AÇÃO ESTRATÉGICO ANEXO Plano de Ação Estratégico Estratégias empresariais Anexo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas SEBRAE Unidade de Capacitação Empresarial Estratégias

Leia mais

- Como utilizar essas medidas para analisar, melhorar e controlar o desempenho da cadeia de suprimentos?

- Como utilizar essas medidas para analisar, melhorar e controlar o desempenho da cadeia de suprimentos? Fascículo 5 A medição do desempenho na cadeia de suprimentos Com o surgimento das cadeias de suprimento (Supply Chain), a competição no mercado tende a ocorrer cada vez mais entre cadeias produtivas e

Leia mais

FEDERAÇÃO DO COMÉRCIO DO PARANÁ PESQUISA CONJUNTURAL DO COMÉRCIO PONTA GROSSA

FEDERAÇÃO DO COMÉRCIO DO PARANÁ PESQUISA CONJUNTURAL DO COMÉRCIO PONTA GROSSA FEDERAÇÃO DO COMÉRCIO DO PARANÁ PESQUISA CONJUNTURAL DO COMÉRCIO ANÁLISE CONJUNTURAL DO MÊS DE JANEIRO DE 2014 PONTA GROSSA Este relatório, referente ao mês de Janeiro de 2014, da Pesquisa Conjuntural

Leia mais

LOGÍSTICA Professor: Dr. Edwin B. Mitacc Meza

LOGÍSTICA Professor: Dr. Edwin B. Mitacc Meza LOGÍSTICA Professor: Dr. Edwin B. Mitacc Meza edwin@engenharia-puro.com.br www.engenharia-puro.com.br/edwin Gerenciamento Logístico Gerenciamento Logístico A missão do gerenciamento logístico é planejar

Leia mais

Introdução e Planejamento Cap. 1. Prof. Luciel Henrique de Oliveira luciel@uol.com.br

Introdução e Planejamento Cap. 1. Prof. Luciel Henrique de Oliveira luciel@uol.com.br BALLOU, Ronald H. Gerenciamenrto da Cadeia de Suprimentos / Logística Empresarial. 5ª ed. Porto Alegre: Bookman. 2006 Introdução e Planejamento Cap. 1 Prof. Luciel Henrique de Oliveira luciel@uol.com.br

Leia mais

Introdução e Planejamento Cap. 1

Introdução e Planejamento Cap. 1 BALLOU, Ronald H. Gerenciamenrto da Cadeia de Suprimentos / Logística Empresarial. 5ª ed. Porto Alegre: Bookman. 2006 Introdução e Planejamento Cap. 1 Prof. Luciel Henrique de Oliveira luciel@fae.br L

Leia mais

Fig. A: A imagem da rede total e da rede imediata de suprimentos Fonte: Slack, Nigel e outros. Administração da Produção

Fig. A: A imagem da rede total e da rede imediata de suprimentos Fonte: Slack, Nigel e outros. Administração da Produção Fascículo 5 Projeto da rede de operações produtivas Se pensarmos em uma organização que produza algo, é impossível imaginar que essa organização seja auto-suficiente, isto é, que produza tudo o que irá

Leia mais

Aluno: RA: INSTRUÇÕES GERAIS

Aluno: RA: INSTRUÇÕES GERAIS PROVA DE EIXO - REGULAR CURSOS: ADMINISTRAÇÃO Disciplina: Gestão de Operações IV Duração: 1h30 90 minutos Professor: Número de questões: 20 Data: 12/06/2010 Nota: Aluno: RA: INSTRUÇÕES GERAIS 1. A prova

Leia mais

Artigos de PN Como fazer Produtos e Serviços

Artigos de PN Como fazer Produtos e Serviços Artigos de PN Como fazer Produtos e Serviços Para fazer uma descrição adequada dos preços e serviços em seu plano de negócio, diga quais são os serviços da sua empresa, porque ela é capaz de fornecê-los,

Leia mais

O termo logística tem sua origem no meio militar, estando relacionado a atividade de abastecimento de tropas.

O termo logística tem sua origem no meio militar, estando relacionado a atividade de abastecimento de tropas. Logística e Distribuição Professor: Leandro Zvirtes UDESC/CCT Histórico O termo logística tem sua origem no meio militar, estando relacionado a atividade de abastecimento de tropas. A história mostra que

Leia mais

LOGÍSTICA & BRASIL Artigo

LOGÍSTICA & BRASIL Artigo O artigo aborda relações entre logística, formação profissional e infra-estrutura do país. São debatidas questões sobre a evolução da logística no Brasil, a preparação educacional do profissional de logística

Leia mais

Faça mais, com menos: Como crescer em um mercado de trabalho desafiador

Faça mais, com menos: Como crescer em um mercado de trabalho desafiador Faça mais, com menos: Como crescer em um mercado de trabalho desafiador Investir em pessoal com um programa de gestão de desempenho permite que uma operação de abastecimento não só sobreviva, mas cresça

Leia mais

BROMBERGER, Dalton (UTFPR) daltonbbr@yahoo.com.br. KUMMER, Aulison André (UTFPR) aulisonk@yahoo.com.br. PONTES, Herus³ (UTFPR) herus@utfpr.edu.

BROMBERGER, Dalton (UTFPR) daltonbbr@yahoo.com.br. KUMMER, Aulison André (UTFPR) aulisonk@yahoo.com.br. PONTES, Herus³ (UTFPR) herus@utfpr.edu. APLICAÇÃO DAS TÉCNICAS DE PREVISÃO DE ESTOQUES NO CONTROLE E PLANEJAMENTO DA PRODUÇÃO DE MATÉRIA- PRIMA EM UMA INDÚSTRIA PRODUTORA DE FRANGOS DE CORTE: UM ESTUDO DE CASO BROMBERGER, Dalton (UTFPR) daltonbbr@yahoo.com.br

Leia mais

FRANQUIA MODALIDADE ESCRITÓRIO

FRANQUIA MODALIDADE ESCRITÓRIO FRANQUIA MODALIDADE ESCRITÓRIO SUMÁRIO QUEM SOMOS PREMIAÇÕES ONDE ESTAMOS NOSSO NEGÓCIO MULTIMARCAS MULTISERVIÇOS PERFIL DO FRANQUEADO VANTAGENS DA FRANQUIA CLUBE TURISMO DESCRITIVO DO INVESTIMENTO PROCESSO

Leia mais

Evolução da Disciplina. Logística Empresarial. Aula 1. O Papel dos Sistemas Logísticos. Contextualização. O Mundo Atual

Evolução da Disciplina. Logística Empresarial. Aula 1. O Papel dos Sistemas Logísticos. Contextualização. O Mundo Atual Logística Empresarial Evolução da Disciplina Aula 1 Aula 1 O papel da Logística empresarial Aula 2 A flexibilidade e a Resposta Rápida (RR) Operadores logísticos: conceitos e funções Aula 3 Prof. Me. John

Leia mais

ESTRATÉGIA COMPETITIVA. Michael E. Porter

ESTRATÉGIA COMPETITIVA. Michael E. Porter ESTRATÉGIA COMPETITIVA Michael E. Porter 1. A NATUREZA DAS FORÇAS COMPETITIVAS DE UMA EMPRESA 2. ESTRATEGIAS DE CRESCIMENTO E ESTRATÉGIAS COMPETITIVAS 3. O CONCEITO DA CADEIA DE VALOR 1 1. A NATUREZA DAS

Leia mais

Estoque e Logística. Henrique Montserrat Fernandez www.henriquemf.com

Estoque e Logística. Henrique Montserrat Fernandez www.henriquemf.com Estoque é capital investido, com liquidez duvidosa e altos custos de manutenção. Por isso, quanto menor for o investimento em estoque, melhor. Para as empresas, o ideal seria efetuar as aquisições de estoques

Leia mais

Bases Tecnológicas do curso de Logística 1991 3º Módulo

Bases Tecnológicas do curso de Logística 1991 3º Módulo Bases Tecnológicas do curso de Logística 1991 3º Módulo III.1 GESTÃO DE TRANSPORTES 1.1. O desenvolvimento econômico e o transporte. 1.2. A geografia brasileira, a infraestrutura dos estados, municípios

Leia mais

MBA Executivo - Gestão do Varejo e Vendas

MBA Executivo - Gestão do Varejo e Vendas MBA Executivo - Gestão do Varejo e Vendas Proposta do curso: O curso de MBA Executivo em Gestão do Varejo e Vendas possibilita ao participante conhecer a respeito dos processos envolvidos na gestão de

Leia mais

1. Introdução. 1.1 Apresentação

1. Introdução. 1.1 Apresentação 1. Introdução 1.1 Apresentação Empresas que têm o objetivo de melhorar sua posição competitiva diante do mercado e, por consequência tornar-se cada vez mais rentável, necessitam ter uma preocupação contínua

Leia mais

SUPPLY CHAIN MANAGEMENT

SUPPLY CHAIN MANAGEMENT MBA EM GERÊNCIA DE SISTEMAS LOGÍSTICOS SUPPLY CHAIN MANAGEMENT Eduardo Pécora, Ph.D. Reflexão: Como chegar lá? Desenvolvimento Pessoal Rertorno Financeiro Título? Maior eficiência e eficácia? Avaliação

Leia mais

Gestão em Nó de Rede Logística

Gestão em Nó de Rede Logística Gestão em Nó de Rede Logística Armando Oscar Cavanha Filho Com o crescimento das atividades de uma empresa e a sua multiplicação horizontal, ou seja, a repetição de processos semelhantes em diversos pontos

Leia mais

A medição do desempenho na cadeia de suprimentos JIT e compras

A medição do desempenho na cadeia de suprimentos JIT e compras A medição do desempenho na cadeia de suprimentos JIT e compras Medição do desempenho na cadeia de suprimentos Medição do desempenho Sob a perspectiva da gestão da produção, o desempenho pode ser definido

Leia mais

PLANEJAMENTO OPERACIONAL - MARKETING E PRODUÇÃO MÓDULO 18 PROGRAMAÇÃO DE MATERIAIS

PLANEJAMENTO OPERACIONAL - MARKETING E PRODUÇÃO MÓDULO 18 PROGRAMAÇÃO DE MATERIAIS PLANEJAMENTO OPERACIONAL - MARKETING E PRODUÇÃO MÓDULO 18 PROGRAMAÇÃO DE MATERIAIS Índice 1. Programação de materiais...3 2. Compras...4 2.1. Análise das OCs recebidas... 4 2.2. Pesquisa, identificação

Leia mais

Controle de Estoques

Controle de Estoques Controle de Estoques Valores em torno de um Negócio Forma Produção Marketing Posse Negócio Tempo Lugar Logística Atividades Primárias da Logística Transportes Estoques Processamento dos pedidos. Sumário

Leia mais

PROGRAMAÇÃO E CONTROLE DE MATERIAIS DE DEMANDA DEPENDENTE - MELHORIAS DESENVOLVIDAS PARA UMA EMPRESA DO RAMO PLÁSTICO.

PROGRAMAÇÃO E CONTROLE DE MATERIAIS DE DEMANDA DEPENDENTE - MELHORIAS DESENVOLVIDAS PARA UMA EMPRESA DO RAMO PLÁSTICO. ! "#$ " %'&)(*&)+,.- /10.2*&4365879&4/1:.+58;.2*=?5.@A2*3B;.- C)D 5.,.5FE)5.G.+ &4- (IHJ&?,.+ /?=)5.KA:.+5MLN&OHJ5F&4E)2*EOHJ&)(IHJ/)G.- D - ;./);.& PROGRAMAÇÃO E CONTROLE DE MATERIAIS DE DEMANDA DEPENDENTE

Leia mais

30/09/2010. Prof. Dr. Daniel Bertoli Gonçalves. Como surgiu o termo?

30/09/2010. Prof. Dr. Daniel Bertoli Gonçalves. Como surgiu o termo? Engenheiro Agrônomo CCA/UFSCar 1998 Mestre em Desenvolvimento Econômico, Espaço e Meio Ambiente IE/UNICAMP 2001 Doutor em Engenhariade Produção PPGEP/UFSCar 2005 Prof. Dr. Daniel Bertoli Gonçalves Consultor

Leia mais

INFORMAÇÃO E VANTAGEM COMPETITIVA EM ORGANIZAÇÃO DE MÓVEIS E ELETROS

INFORMAÇÃO E VANTAGEM COMPETITIVA EM ORGANIZAÇÃO DE MÓVEIS E ELETROS INFORMAÇÃO E VANTAGEM COMPETITIVA EM ORGANIZAÇÃO DE MÓVEIS E ELETROS Elane de Oliveira, UFRN 1 Max Leandro de Araújo Brito, UFRN 2 Marcela Figueira de Saboya Dantas, UFRN 3 Anatália Saraiva Martins Ramos,

Leia mais

Fiorella Del Bianco. Tema. Objetivo. O que é o kanban? O uso do kanban como técnica para otimizar os princípios do just-in-time.

Fiorella Del Bianco. Tema. Objetivo. O que é o kanban? O uso do kanban como técnica para otimizar os princípios do just-in-time. Fiorella Del Bianco Tema O uso do kanban como técnica para otimizar os princípios do just-in-time. Objetivo Apresentar a aplicação de uma técnica simples e altamente eficaz para auxiliar na implementação

Leia mais

MRP II. Planejamento e Controle da Produção 3 professor Muris Lage Junior

MRP II. Planejamento e Controle da Produção 3 professor Muris Lage Junior MRP II Introdução A lógica de cálculo das necessidades é conhecida há muito tempo Porém só pode ser utilizada na prática em situações mais complexas a partir dos anos 60 A partir de meados da década de

Leia mais

Pesquisa FGV-EAESP de Comércio Eletrônico no Mercado Brasileiro 16 a Edição 2014

Pesquisa FGV-EAESP de Comércio Eletrônico no Mercado Brasileiro 16 a Edição 2014 Resumo Introdução O Comércio Eletrônico é um dos aspectos relevantes no ambiente empresarial atual e tem recebido atenção especial das empresas nos últimos anos, primeiro por ser considerado como uma grande

Leia mais

Metodologia. Pesquisa Quantitativa Coleta de dados: Público Alvo: Amostra: 500 entrevistas realizadas. Campo: 16 a 29 de Setembro de 2010

Metodologia. Pesquisa Quantitativa Coleta de dados: Público Alvo: Amostra: 500 entrevistas realizadas. Campo: 16 a 29 de Setembro de 2010 Metodologia Pesquisa Quantitativa Coleta de dados: Através de e-survey - via web Público Alvo: Executivos de empresas associadas e não associadas à AMCHAM Amostra: 500 entrevistas realizadas Campo: 16

Leia mais