CAPÍTULO 18. MIOMAS SUBMUCOSOS: ESTADIAMEnTOS PARA TRATAMEnTO HISTEROSCÓPICO. 1. INTRODUçãO

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "CAPÍTULO 18. MIOMAS SUBMUCOSOS: ESTADIAMEnTOS PARA TRATAMEnTO HISTEROSCÓPICO. 1. INTRODUçãO"

Transcrição

1 CAPÍTULO 18 MIOMAS SUBMUCOSOS: ESTADIAMEnTOS PARA TRATAMEnTO HISTEROSCÓPICO 1. INTRODUçãO Leiomiomas uterinos são os tumores mais frequentes do trato genital feminino, clinicamente aparentes em 25% das pacientes. Os miomas submucosos são os que levam a sintomas como menorragia e infertilidade com maior frequência. Nesses casos, a miomectomia histeroscópica é uma alternativa terapêutica para as pacientes com sangramento uterino anormal e/ou infertilidade e que desejam preservar o seu útero com o menor dano miometrial possível. O objetivo, portanto, é buscar bom resultado pós-operatório, evitandose miomectomias histeroscópicas que, potencialmente, não permitiriam uma ressecção completa. Como a miomectomia histeroscópica é por vezes uma cirurgia de alta complexidade, deve ter sua indicação, criteriosamente, avaliada no pré-operatório, objetivando minimizar a morbidade que, eventualmente, possa estar associada ao procedimento. 2. DISCUSSãO Em pacientes com sangramento uterino anormal cuja hipótese diagnóstica é mioma submucoso, deve-se solicitar USG transvaginal, havendo dúvida diagnóstica após ultrassonograia, a histerossonograia poderá ser realizada. O padrão ouro para diagnóstico de anormalidades intrauterinas é a histeroscopia e de anormalidades do endométrio é a biópsia endometrial. As desvantagens da histeroscopia consistem em ser um procedimento invasivo e com maior custo. Além de estar associada a riscos como perfuração uterina e infecção. Ultrassonograia - Pode ser realizada por via transabdominal ou transvaginal. O método transvaginal apresenta alta sensibilidade (95%-100%) para detectar miomas em úteros com tamanho menor ao equivalente a 10 semanas de gestação². 225

2 Protocolos Clínicos e Diretrizes Terapêuticas Maternidade Escola Assis Chateaubriand Histerossonograia - Consiste na injeção de solução salina intrauterina durante a realização de ultrassonograia transvaginal. Trata-se de importante complemento à ultrassonograia transvaginal quando esta não fornece avaliação satisfatória da cavidade endometrial. Melhora, portanto, a caracterização da extensão dos miomas submucosos para a cavidade endometrial. Considerando-se que metade das mulheres submetidas à histeroscopia tem resultado normal, a histerossonograia pode ser utilizada inicialmente na investigação de mulheres com sangramento uterino anormal. Histeroscopia - Uma prevalência de 6% a 34% de miomas submucosos foi observada em mulheres que realizaram histeroscopia como parte da investigação de sangramento uterino anormal e de 2 a 7% nas mulheres sob investigação de infertilidade. Tabela 1 - Classiicações para o Achado de Leiomioma Submucoso CLASSIFICAÇÃO CARACTERÍSTICAS PRInCIPAIS Classiicação da FIGO Classiicação da ESGE Classiicação de Lasmar Classiicação de leiomiomas categoriza além de leiomiomas submucosos, categoriza os intramurais, subserosos e transmurais (anexo II) Classiicação que considera apenas o grau de penetração do mioma submucoso no miométrio. Classiicação que inclui a classiicação da ESGE O sistema de classiicação dos miomas submucosos da Sociedade Européia de Endoscopia Ginecológica (ESGE) considera o grau de penetração do mioma submucoso no miométrio. Esta classiicação, originalmente, desenvolvida para histeroscopia, pode ser utilizada tanto para USG transvaginal como para histerossonograia. Estudos multicêntricos mostram o desenvolvimento de um Novo Sistema de Classiicação para miomectomias histeroscópicas, conhecida como classiicação de Lasmar, incluindo a classiicação da Sociedade Européia de Endoscopia Ginecológica, baseado no grau de diiculdade técnica e recomenda uma adequada ação em cada situação através da ultrassonograia. A classiicação de Lasmar não apenas classiica os Miomas submucosos como também identiica o grau de diiculdade em um procedimento histeroscópico. O uso de histeroscopia para avaliação de mioma submucoso poderia, portanto, ser usado em casos selecionados, por exemplo, quando há suspeita de patologia endometrial concomitante, portanto necessitando de biópsia endometrial. 226

3 A ultrassonograia possibilita a avaliação de quatro variáveis do mioma submucoso por esta nova classiicação de Lasmar, conhecida como STEPW (size, topography, extension, penetration, and lateral wall): 1. Penetração do mioma no miométrio 2. Extensão da base do nódulo na superfície do endométrio 3. Tamanho do mioma em centímetros 4. Topograia do mioma + acometimento de parede lateral Para cada variável atribuem-se três categorias com escores de 0, 1 ou 2, de acordo com o grau crescente de diiculdade e complexidade do procedimento necessário para a ressecção do mioma. 3. penetração DO MIOMA NO MIOMéTRIO Baseada na classiicação da Sociedade Européia de Ginecologia Endoscópica (ESGE), consiste em avaliar a profundidade de comprometimento miometrial do mioma:» Escore 0: O mioma encontra-se totalmente no interior da cavidade uterina, o miométrio está completamente preservado;» Escore 1: O mioma encontra-se principalmente no interior da cavidade uterina;» Escore 2: O mioma encontra-se principalmente no miométrio. 227

4 Protocolos Clínicos e Diretrizes Terapêuticas Maternidade Escola Assis Chateaubriand 4. ExTENSãO DA BASE DO MIOMA Área da base do mioma em relação à parede uterina, considerando a parede em que o mioma está localizado.» Escore 0: Base do mioma ocupa menos de 1/3 da parede uterina (< 1/3);» Escore 1: Base do mioma ocupa de 1/3 a 2/3 da parede uterina;» Escore 2: Base do mioma ocupa mais de dois terços da parede uterina (> 2/3). 5. TAMANHO DO MIOMA EM CENTÍMETROS O maior diâmetro do leiomioma encontrado na USG transvaginal ou na histerossonograia.» Escore 0 : mioma 2 cm» Escore 1 : mioma está entre 2-5 cm» Escore 2 : mioma 5cm 6. TOpOGRAfIA (e acometimento de parede lateral) Classiica o mioma conforme a altura da cavidade uterina em que ele se encontra (quando ocorre acometimento de parede lateral acrescenta-se um ponto ao escore inal):» Escore 0 : Mioma na altura do terço inferior da cavidade uterina;» Escore 1 : Mioma na altura do terço médio da cavidade uterina;» Escore 2 : Mioma na altura do terço superior da cavidade uterina; 228

5 A utilização desta nova classiicação (STEPW) serve para mapeamento pré-operatório de leiomioma permitindo selecionar a técnica operatória mais apropriada (tabela 2). Tabela 2 Escore 0-4: grupo I: Miomectomia histeroscópica de baixa complexidade Escore 5-6: grupo II: Miomectomia histeroscópica complexa, considerar preparo com GnRH Escore 7-9: grupo III: Recomenda-se uma alternativa não histeroscópica Recente estudo multicêntrico documentou a eicácia da aplicação deste sistema para graduar a diiculdade de ressecção do nódulo. Miomectomia histeroscópica foi empregada para ressecção de 465 miomas de 432 mulheres. Todos os 320 (100%) miomas com escore </= 4 foram completamente ressecados. 112 de 145 (77,2%) miomas com escore >4 foram ressecados completamente. Todos os 33 casos de miomas ressecados incompletamente tinham escore STEPW acima de 4. Os resultados (% de ressecção histeroscópica completa) da aplicação exclusiva da Classiicação ESGE foram 98,9 para os tipos ZERO; 93,9 para os tipos UM e, 85,2 para os tipos DOIS. Em geral, miomas submucosos (tipos 0, 1 e 2) e até 4 a 5 cm de diâmetro podem ser removidos com o uso de histeroscópio por cirurgiões experientes, ao passo que miomas maiores e múltiplos serão melhor removidos por via abdominal, seja por via laparoscópica ou por laparotomia. A Classiicação STEPW permite melhor predição da remoção do mioma, das complicações e tempo cirúrgicos em miomectomia histeroscópica em comparação à classiicação ESGE. 5. CONCLUSãO O prognóstico cirúrgico deverá ser estabelecido, permitindo a comparação válida dos resultados da miomectomia histeroscópica, sendo fundamental a existência de uma classiicação mais abrangente, recomendando a conduta mais indicada em cada situação, por isso adotamos a classiicação de Lasmar, no serviço de histeroscopia da MEAC, utilizando-se o formulário do anexo 1 para padronização dos laudos dos exames realizados. 229

6 Protocolos Clínicos e Diretrizes Terapêuticas Maternidade Escola Assis Chateaubriand ANEXO I Ficha para ser preenchido com os dados da paciente ESTADIAMENTO DE MIOMAS SUBMUCOSOS Nome: Prontuário: STEPW (size,topography,extension,penetration,and wall) : 1. PENETRAÇÃO DO MIOMA NO MIOMÉTRIO: ( ) Escore 0: O mioma encontra-se totalmente no interior da cavidade uterina ( ) Escore 1: O mioma encontra-se principalmente no interior da cavidade uterina; ( ) Escore 2: O mioma encontra-se principalmente no miométrio. Journal of Minimally Invasive Gynecology, 2005, 12, ; Lasmar RB, Barrozo PR, Dias R, Oliveira MA. 2. EXTENSÃO DA BASE DO MIOMA: Área da base do mioma em relação à parede uterina, considerando a parede em que o mioma está localizado. ( ) Escore 0: Base do mioma ocupa menos de 1/3 da parede uterina (< 1/3); ( ) Escore 1: Base do mioma ocupa de 1/3 a 2/3 da parede uterina; ( ) Escore 2: Base do mioma ocupa mais de dois terços da parede uterina (> 2/3). Journal of Minimally Invasive Gynecology, 2005, 12, ; Lasmar RB, Barrozo PR, Dias R, Oliveira MA. TAMANHO DO MIOMA EM CENTÍMETROS: ( ) Escore 0 : mioma 2 cm ( ) Escore 1 : mioma está entre 2-5 cm ( ) Escore 2 : mioma 5cm 4. TOPOGRAFIA (e acometimento de parede lateral): Classiica o mioma conforme a altura da cavidade uterina em que ele se encontra (quando ocorre 230

7 acometimento de parede lateral acrescenta-se um ponto ao escore inal): ( ) Escore 0 : Mioma na altura do terço inferior da cavidade uterina; ( ) Escore 1 : Mioma na altura do terço médio da cavidade uterina; ( ) Escore 2 : Mioma na altura do terço superior da cavidade uterina; Journal of Minimally Invasive Gynecology, 2005, 12, ; Lasmar RB, Barrozo PR, Dias R, Oliveira MA. SOMATÓRIO DE ESCORES: ( ) Escore 0-4: grupo I: Miomectomia histeroscópica de baixa complexidade ( ) Escore 5-6: grupo II: Miomectomia histeroscópica complexa, considerar preparo com GnRH ( ) Escore 7-9: grupo III: Recomenda-se uma alternativa não histeroscópica. ANEXO II 231

ORGANIZADOR. Página 1 de 6

ORGANIZADOR. Página 1 de 6 RESIDÊNCIA MÉDICA UERJ 07 Página de 6 RESIDÊNCIA MÉDICA UERJ 07 ENDOSCOPIA GINECOLÓGICA ) Mulher de 6 anos, com prole constituída, optou por método contraceptivo cirúrgico. Após avaliar o caso, o médico

Leia mais

HISTEROSCOPIA CIRÚRGICA COMO ALTERNATIVA À HISTERECTOMIA INDICAÇÕES

HISTEROSCOPIA CIRÚRGICA COMO ALTERNATIVA À HISTERECTOMIA INDICAÇÕES HISTEROSCOPIA CIRÚRGICA COMO ALTERNATIVA À HISTERECTOMIA INDICAÇÕES DGO USP RIB PRETO HISTEROSCOPIA CIRURGICA COMO ALTERNATIVA À HISTERECTOMIA Histerectomia Taxas excessivamente altas em alguns países

Leia mais

Ex-Presidente da Sociedade Goiana de Ginecologia e Obstetrícia. Mestre em Doenças Infecciosas e Parasitárias pelo IPTESP UFG

Ex-Presidente da Sociedade Goiana de Ginecologia e Obstetrícia. Mestre em Doenças Infecciosas e Parasitárias pelo IPTESP UFG Ex-Presidente da Sociedade Goiana de Ginecologia e Obstetrícia Mestre em Doenças Infecciosas e Parasitárias pelo IPTESP UFG Professor da Faculdade de Medicina da UFG. Sociedade Goiana de Ginecologia e

Leia mais

Câncer de Endométrio Hereditário

Câncer de Endométrio Hereditário Disciplina de Cirurgia Geral e do Aparelho Digestivo Coordenador do Serviço de Cirurgia Oncológica I Disciplina Eletiva de Fundamentos da Cirurgia Oncológica Professor Afiliado Abner Jorge Jácome Barrozo

Leia mais

RM padrão de 1,5T no câncer endometrial: moderada concordância entre radiologistas

RM padrão de 1,5T no câncer endometrial: moderada concordância entre radiologistas Universidade Federal de São Paulo Escola Paulista de Medicina Departamento de Diagnóstico por Imagem RM padrão de 1,5T no câncer endometrial: moderada concordância entre radiologistas Especializanda: Renata

Leia mais

Braquiterapia Ginecológica

Braquiterapia Ginecológica Braquiterapia Ginecológica Indicações e recomendações clínicas American Brachytherapy Society (ABS) European Society for Radiotherapy & Oncology (GEC-ESTRO) Rejane Carolina Franco Hospital Erasto Gaertner-

Leia mais

Características endoscópicas dos tumores neuroendócrinos retais podem prever metástases linfonodais? - julho 2016

Características endoscópicas dos tumores neuroendócrinos retais podem prever metástases linfonodais? - julho 2016 A incidência de tumores neuroendócrinos (TNE) retais tem aumentado ao longo dos últimos 35 anos. A maioria dos TNEs retais são diagnosticados por acaso, provavelmente devido ao aumento do número de sigmoidoscopias

Leia mais

RESIDÊNCIA MÉDICA 2014 PROVA OBJETIVA

RESIDÊNCIA MÉDICA 2014 PROVA OBJETIVA RESIDÊNCIA MÉDICA 2014 1 Questão 1 Médico atende, em um hospital de referência para procedimentos em endoscopia ginecológica no Sistema Único de Saúde (SUS), uma mulher de 32 anos, nuligesta, que se queixa

Leia mais

CAPÍTULO 10. GRAVIDEZ ECTÓPICA: DIAGnÓSTICO PRECOCE. 1. DEfINIçãO:

CAPÍTULO 10. GRAVIDEZ ECTÓPICA: DIAGnÓSTICO PRECOCE. 1. DEfINIçãO: Unidade 3 - Ginecologia Gravidez Ectópica: Diagnóstico Precoce CAPÍTULO 10 GRAVIDEZ ECTÓPICA: DIAGnÓSTICO PRECOCE 1. DEfINIçãO: Implatação do ovo fora da cavidade endometrial, como, por exemplo, nas tubas,

Leia mais

TROCANDO IDÉIAS XX. MICROCARCINOMA: Quando indicar histerectomia?

TROCANDO IDÉIAS XX. MICROCARCINOMA: Quando indicar histerectomia? TROCANDO IDÉIAS XX MICROCARCINOMA: Quando indicar histerectomia? Gutemberg Almeida ISSVD UFRJ ABPTGIC Carcinoma Microinvasor IA1 - Invasão do estroma < 3 mm em profundidade e < 7 mm em extensão IA2 - Invasão

Leia mais

Espessamento endometrial na pós menopausa - aspectos atuais

Espessamento endometrial na pós menopausa - aspectos atuais Espessamento endometrial na pós menopausa - aspectos atuais I Curso Téorico-Prático de Histeroscopia do Hospital Pérola Byington 31 mai e 01 jun de 2012 Alysson Zanatta Núcleo de Endoscopia Ginecológica

Leia mais

Confira se os dados contidos na parte inferior desta capa estão corretos e, em seguida, assine no espaço reservado para isso.

Confira se os dados contidos na parte inferior desta capa estão corretos e, em seguida, assine no espaço reservado para isso. 1 2 3 4 INSTRUÇÕES Confira se os dados contidos na parte inferior desta capa estão corretos e, em seguida, assine no espaço reservado para isso. Caso se identifique em qualquer outro local deste Caderno,

Leia mais

Manejo Ambulatorial de Massas Anexiais

Manejo Ambulatorial de Massas Anexiais Instituto Fernandes Figueira FIOCRUZ Departamento de Ginecologia Residência Médica Manejo Ambulatorial de Massas Anexiais Alberto Tavares Freitas Tania da Rocha Santos Abril de 2010 Introdução Representam

Leia mais

Data: 20/08/2014. Resposta Técnica 01/2014. Medicamento Material Procedimento X Cobertura

Data: 20/08/2014. Resposta Técnica 01/2014. Medicamento Material Procedimento X Cobertura Resposta Técnica 01/2014 Solicitante: Dr. Renato Dresch Juiz de direito Nº Processo: 9010665.22.2014.813.0024 Ré: Unimed de Belo Horizonte Data: 20/08/2014 Medicamento Material Procedimento X Cobertura

Leia mais

TERMO DE CIÊNCIA E CONSENTIMENTO. Termo de ciência e consentimento

TERMO DE CIÊNCIA E CONSENTIMENTO. Termo de ciência e consentimento TERMO DE CIÊNCIA E CONSENTIMENTO Termo de ciência e consentimento Por este instrumento particular o(a) paciente ou seu responsável, Sr.(a), declara, para todos os fins legais, que dá plena autorização

Leia mais

CÂnCER DE EnDOMéTRIO. Estados anovulatórios (ex: Síndrome dos ovários policísticos) Hiperadrenocortisolismo

CÂnCER DE EnDOMéTRIO. Estados anovulatórios (ex: Síndrome dos ovários policísticos) Hiperadrenocortisolismo CAPÍTULO 3 CÂnCER DE EnDOMéTRIO O Câncer de endométrio, nos Estados Unidos, é o câncer pélvico feminino mais comum. No Brasil, o câncer de corpo de útero perde em número de casos apenas para o câncer de

Leia mais

Dispositivo Intrauterino com Cobre (DIU TCU)

Dispositivo Intrauterino com Cobre (DIU TCU) Dispositivo Intrauterino com Cobre (DIU TCU) Ação: Provoca uma alteração química que danifica o esperma e o óvulo antes que eles se encontrem. Assincronia no desenvolvimento endometrial por alterações

Leia mais

AVALIAÇÃO SUBJETIVA GLOBAL. Prof (a). Drielly Rodrigues Viudes

AVALIAÇÃO SUBJETIVA GLOBAL. Prof (a). Drielly Rodrigues Viudes AVALIAÇÃO SUBJETIVA GLOBAL Prof (a). Drielly Rodrigues Viudes AVALIAÇÃO SUBJETIVA GLOBAL - Método simples, de rápida execução e baixo custo; -Validado para aplicação em pacientes cirúrgicos e clínicos.

Leia mais

Radioterapia baseada em evidência no tratamento adjuvante do Câncer de Endométrio: RT externa e/ou braquiterapia de fundo vaginal

Radioterapia baseada em evidência no tratamento adjuvante do Câncer de Endométrio: RT externa e/ou braquiterapia de fundo vaginal Radioterapia baseada em evidência no tratamento adjuvante do Câncer de Endométrio: RT externa e/ou braquiterapia de fundo vaginal Paulo Eduardo Novaes, MD, PhD Departamento de Radioterapia Hospital AC

Leia mais

TERMO DE CONSENTIMENTO INFORMADO

TERMO DE CONSENTIMENTO INFORMADO TERMO DE CONSENTIMENTO INFORMADO PREZADO PACIENTE: O Termo de Consentimento Informado é um documento no qual sua AUTONOMIA (vontade) em CONSENTIR (autorizar) é manifestada. A intervenção cirúrgica indicada

Leia mais

GYN /2016-PT. Tradição e futuro. Soluções para a histeroscopia cirúrgica

GYN /2016-PT. Tradição e futuro. Soluções para a histeroscopia cirúrgica GYN 57 1.1 11/2016-PT Tradição e futuro Soluções para a histeroscopia cirúrgica Shaver intrauterino BIGATTI (IBS ) A maioria das histeroscopias cirúrgicas pode ser executada com o sistema de Shaver IBS

Leia mais

APENDICITE AGUDA O QUE É APÊNCIDE CECAL? O QUE É APENDICITE E PORQUE OCORRE

APENDICITE AGUDA O QUE É APÊNCIDE CECAL? O QUE É APENDICITE E PORQUE OCORRE APENDICITE AGUDA O QUE É APÊNCIDE CECAL? O apêndice vermiforme ou apêndice cecal é uma pequena extensão tubular, com alguns centímetros de extensão, terminada em fundo cego, localizado no ceco, primeira

Leia mais

PAPEL DA IMAGEM NA AVALIAÇÃO DA PELVE FEMININA

PAPEL DA IMAGEM NA AVALIAÇÃO DA PELVE FEMININA PAPEL DA IMAGEM NA AVALIAÇÃO DA PELVE FEMININA Métodos de Diagnóstico por Imagem 1. Detecção de Lesões 2. Benigno vs. Maligno 3. Conduta (Cx, Seguimento...) Iyer VR et al. AJR 2010;194:311-321 Métodos

Leia mais

COORDENAÇÃO DO NÚCLEO CURRICULAR FLEXÍVEL PRÁTICAS EDUCATIVAS FICHA DE OBSERVAÇÃO - 1

COORDENAÇÃO DO NÚCLEO CURRICULAR FLEXÍVEL PRÁTICAS EDUCATIVAS FICHA DE OBSERVAÇÃO - 1 FICHA DE OBSERVAÇÃO - 1 ENFERMAGEM NOS CUIDADOS INTEGRAIS AO ADULTO E IDOSO NO PERÍODO PERI OPERATÓRIO Acadêmico: Curso: Período: Turno: Disciplina(s): Local: Campos de Observação: Profissional responsável

Leia mais

TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO

TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO O (A) paciente, ou seu responsável, declara, para todos os fins legais, especialmente do disposto no artigo 39, VI, da Lei, 8.078/90 que dá plena autorização

Leia mais

Uma mudança de paradigma oferecendo uma solução abrangente para o morcelamento seguro dos tecidos.

Uma mudança de paradigma oferecendo uma solução abrangente para o morcelamento seguro dos tecidos. Sistema de morcelamento elétrico seguro Uma mudança de paradigma oferecendo uma solução abrangente para o morcelamento seguro dos tecidos. Morcelamento elétrico seguro...agora uma realidade Cirurgia laparoscópica

Leia mais

Colpocitologia Oncótica Anormal na Gestação. O exame citopatológico da cérvice é ainda o método de rastreio por excelência

Colpocitologia Oncótica Anormal na Gestação. O exame citopatológico da cérvice é ainda o método de rastreio por excelência Colpocitologia Oncótica Anormal na Gestação José Eleutério Junior O exame citopatológico da cérvice é ainda o método de rastreio por excelência para detecção de lesões pré-malignas e malignas iniciais

Leia mais

Ministério da Saúde Secretaria de Atenção à Saúde PORTARIA Nº 1325, DE 25 DE NOVEMBRO DE 2013

Ministério da Saúde Secretaria de Atenção à Saúde PORTARIA Nº 1325, DE 25 DE NOVEMBRO DE 2013 Ministério da Saúde Secretaria de Atenção à Saúde PORTARIA Nº 1325, DE 25 DE NOVEMBRO DE 2013 O Secretário de Atenção à Saúde, no uso de suas atribuições, Aprova o Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas

Leia mais

IMAGIOLOGIA NOS TUMORES DE CÉLULAS RENAIS

IMAGIOLOGIA NOS TUMORES DE CÉLULAS RENAIS IMAGIOLOGIA NOS TUMORES DE CÉLULAS RENAIS Tiago Saldanha José Durães Serviço de Radiologia HEM - CHLO Curso de carcinoma de células renais Lisboa 2015 PAPEL DOS MÉTODOS DE IMAGEM Diagnóstico Estadiamento

Leia mais

TERMO DE CONSENTIMENTO INFORMADO

TERMO DE CONSENTIMENTO INFORMADO TERMO DE CONSENTIMENTO INFORMADO PREZADO PACIENTE: O Termo de Consentimento Informado é um documento no qual sua AUTONOMIA (vontade) em CONSENTIR (autorizar) é manifestada. A intervenção cirúrgica indicada

Leia mais

TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO

TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO O (A) paciente, ou seu responsável, declara, para todos os fins legais, especialmente do disposto no artigo 39, VI, da Lei, 8.078/90 que dá plena autorização

Leia mais

AVALIAÇÃO DAS HISTERECTOMIAS VAGINAIS REALIZADAS NO HOSPITAL DE CÍNICAS DE TERESÓPOLIS.

AVALIAÇÃO DAS HISTERECTOMIAS VAGINAIS REALIZADAS NO HOSPITAL DE CÍNICAS DE TERESÓPOLIS. AVALIAÇÃO DAS HISTERECTOMIAS VAGINAIS REALIZADAS NO HOSPITAL DE CÍNICAS DE TERESÓPOLIS. VASCONCELLOS, Marcus Jose do Amaral. Docente do Curso de Graduação em Medicina. FAGUNDES, Maitê Salles Perna. Discente

Leia mais

InDUÇÃO DO TRABALHO DE PARTO

InDUÇÃO DO TRABALHO DE PARTO CAPÍTULO 17 InDUÇÃO DO TRABALHO DE PARTO 1. CONCEITO Consiste em estimular artiicialmente as contrações uterinas coordenadas e efetivas antes de seu início espontâneo, levando ao desencadeamento do trabalho

Leia mais

Shaver Intrauterino Bigatti (IBS ) GYN /2016-PT

Shaver Intrauterino Bigatti (IBS ) GYN /2016-PT Shaver Intrauterino Bigatti (IBS ) GYN 48 7.0 01/2016-PT IBS, um método alternativo para cirurgia intrauterina de alta frequência No momento, a ressecção convencional pode ser considerada um procedimento

Leia mais

05/03/ /2015. Equipe NATS, Bom dia!

05/03/ /2015. Equipe NATS, Bom dia! 05/03/2015 03/2015 Biópsia de nódulo tireoidiano SOLICITANTE : Juíza Cláudia Helena Batista, da 3ª Unidade Jurisdicional do Juizado Especial de Belo Horizonte NÚMERO DO PROCESSO: 9013419.97.2015.813.0024

Leia mais

19º Imagem da Semana: Radiografia de Tórax

19º Imagem da Semana: Radiografia de Tórax 19º Imagem da Semana: Radiografia de Tórax Enunciado Paciente de 61 anos, sexo feminino, sem queixas no momento, foi submetida à radiografia de tórax como avaliação pré-cirúrgica. Qual achado pode ser

Leia mais

Maria da Conceição Muniz Ribeiro

Maria da Conceição Muniz Ribeiro Maria da Conceição Muniz Ribeiro Os miomas são a principal causa de histerectomia em nosso meio, sendo responsável por um terço do total de indicações de histerectomia. Aproximadamente 30 a 50% de todas

Leia mais

Rastreamento para Câncer de Pulmão

Rastreamento para Câncer de Pulmão Rastreamento para Câncer de Pulmão Rosana S Rodrigues Coordenadora de Pesquisa - Área de Imagem ID Or Médica Radiologista Hospital Copa D Or e HUCFF/UFRJ Rastreamento anual por TC de baixa dose (LDCT)

Leia mais

Aula- 7 Classificação de Resultados de Enfermagem (NOC) Profª Tatiani

Aula- 7 Classificação de Resultados de Enfermagem (NOC) Profª Tatiani Aula- 7 Classificação de Resultados de Enfermagem (NOC) Profª Tatiani Sistema de Classificação de Resultados de Enfermagem (NOC) Um resultado se define como......a criação de diversos instrumentos de avaliação,

Leia mais

Avaliação ultra-sonográfica da paciente no climatério

Avaliação ultra-sonográfica da paciente no climatério Avaliação ultra-sonográfica da paciente no climatério Marco Aurélio Martins de Souza Unimontes-MG Tiradentes MG SOGIMIG 2008 Introdução Climatério é um evento fisiológico Deve ser considerado sob uma perspectiva

Leia mais

SETOR DE ABDOME - JOURNAL CLUB

SETOR DE ABDOME - JOURNAL CLUB SETOR DE ABDOME - JOURNAL CLUB Leonardo S. Carvalho OBJETIVOS Avaliar a capacidade da MDCT com MPRs, para a predição da ressecabilidade do adenocarcinoma pancreatico MATERIAL E MÉTODO Trabalho retrospectivo

Leia mais

número 25- julho/2016 RELATÓRIO PARA A SOCIEDADE informações sobre recomendações de incorporação de medicamentos e outras tecnologias no SUS

número 25- julho/2016 RELATÓRIO PARA A SOCIEDADE informações sobre recomendações de incorporação de medicamentos e outras tecnologias no SUS número 25- julho/2016 RELATÓRIO PARA A SOCIEDADE informações sobre recomendações de incorporação de medicamentos e outras tecnologias no SUS RADIOTERAPIA INTRAOPERATÓRIA PARA O TRATAMENTO DE ESTÁDIOS INICIAIS

Leia mais

Tipos de Estudos Clínicos: Classificação da Epidemiologia. Profa. Dra. Maria Meimei Brevidelli

Tipos de Estudos Clínicos: Classificação da Epidemiologia. Profa. Dra. Maria Meimei Brevidelli Tipos de Estudos Clínicos: Classificação da Epidemiologia Profa. Dra. Maria Meimei Brevidelli Roteiro da Apresentação 1. Estrutura da Pesquisa Científica 2. Classificação dos estudos epidemiológicos 3.

Leia mais

Módulo R - Saúde da Mulher (mulheres de 18 anos e mais de idade)

Módulo R - Saúde da Mulher (mulheres de 18 anos e mais de idade) Módulo R - Saúde da Mulher (mulheres de 18 anos e mais de idade) Neste módulo, vamos fazer perguntas sobre a sua saúde, exames preventivos, história reprodutiva e planejamento familiar. R1. Quando foi

Leia mais

TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO

TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO O (A) paciente, ou seu responsável, declara, para todos os fins legais, especialmente do disposto no artigo 39, VI, da Lei, 8.078/90 que dá plena autorização

Leia mais

EDITAL DO CONCURSO PARA OBTENÇÃO DO CERTIFICADO DE ATUAÇÃO NA ÁREA DE ENDOSCOPIA GINECOLÓGICA

EDITAL DO CONCURSO PARA OBTENÇÃO DO CERTIFICADO DE ATUAÇÃO NA ÁREA DE ENDOSCOPIA GINECOLÓGICA EDITAL DO CONCURSO PARA OBTENÇÃO DO CERTIFICADO DE ATUAÇÃO NA ÁREA DE ENDOSCOPIA GINECOLÓGICA - 2016 1. DAS INSCRIÇÕES: 1.1. A inscrição do candidato automaticamente subentende que o mesmo tenha conhecimento

Leia mais

Tumores Ginecológicos. Enfª Sabrina Rosa de Lima Departamento de Radioterapia Hospital Israelita Albert Einstein

Tumores Ginecológicos. Enfª Sabrina Rosa de Lima Departamento de Radioterapia Hospital Israelita Albert Einstein Tumores Ginecológicos Enfª Sabrina Rosa de Lima Departamento de Radioterapia Hospital Israelita Albert Einstein Tumores Ginecológicos Colo de útero Endométrio Ovário Sarcomas do corpo uterino Câncer de

Leia mais

Endometriose: Diagnóstico e Tratamento

Endometriose: Diagnóstico e Tratamento Endometriose: Diagnóstico e Tratamento Alysson Zanatta Diretor de Comunicação, Associação de Ginecologia e Obstetrícia do Distrito Federal Doutor em Medicina, Faculdade de Medicina da Universidade de São

Leia mais

Secretaria de Vigilância em Saúde Ministério da Saúde

Secretaria de Vigilância em Saúde Ministério da Saúde Programa Nacional para a Prevenção e o Controle das Hepatites Virais Secretaria de Vigilância em Saúde Ministério da Saúde Ministério da Saúde Secretaria de Atenção à Saúde Secretaria de Vigilância em

Leia mais

Universidade Federal do Ceará Faculdade de Medicina Liga de Cirurgia de Cabeça e Pescoço. Jônatas Catunda de Freitas

Universidade Federal do Ceará Faculdade de Medicina Liga de Cirurgia de Cabeça e Pescoço. Jônatas Catunda de Freitas Universidade Federal do Ceará Faculdade de Medicina Liga de Cirurgia de Cabeça e Pescoço Jônatas Catunda de Freitas Fortaleza 2010 Lesões raras, acometendo principalmente mandíbula e maxila Quadro clínico

Leia mais

Fazer um diagnóstico. Necessidade dos testes. Foco principal. Variabilidade do teste. Diminuição das incertezas definição de normal

Fazer um diagnóstico. Necessidade dos testes. Foco principal. Variabilidade do teste. Diminuição das incertezas definição de normal Fazer um diagnóstico Avaliação Crítica tentativa de tomar uma decisão adequada usando informações inadequadas resultado de testes diminuir a incerteza do diagnóstico Ideal saber viver com a incerteza saber

Leia mais

Rede Nacional de Vigilância de Morbidade Materna Grave. Frederico Vitório Lopes Barroso

Rede Nacional de Vigilância de Morbidade Materna Grave. Frederico Vitório Lopes Barroso Rede Nacional de Vigilância de Morbidade Materna Grave Frederico Vitório Lopes Barroso Morbidade Materna Grave Nos últimos anos, as mulheres que sobrevivem a complicações graves da gestação, near miss,

Leia mais

PRODUÇÃO TÉCNICA DESENVOLVIMENTO DE MATERIAL DIDÁTICO OU INSTRUCIONAL

PRODUÇÃO TÉCNICA DESENVOLVIMENTO DE MATERIAL DIDÁTICO OU INSTRUCIONAL PRODUÇÃO TÉCNICA DESENVOLVIMENTO DE MATERIAL DIDÁTICO OU INSTRUCIONAL FACULDADE DE MEDICINA DE BOTUCATU- UNESP Programa de PG em Medicina Mestrado Profissional Associado à Residência Médica MEPAREM AUTOR:

Leia mais

XVI Reunião Clínico - Radiológica. Dr. RosalinoDalasen.

XVI Reunião Clínico - Radiológica. Dr. RosalinoDalasen. XVI Reunião Clínico - Radiológica Dr. RosalinoDalasen www.digimaxdiagnostico.com.br CASO 1 Paciente: M. G. A., 38 anos, sexo feminino. Queixa: Infecção do trato urinário de repetição. Realizou ultrassonografia

Leia mais

Avaliação de Tecnologias em Saúde. Câmara Técnica de Medicina Baseada em Evidências

Avaliação de Tecnologias em Saúde. Câmara Técnica de Medicina Baseada em Evidências Câmara Técnica de Medicina Baseada em Evidências Avaliação de Tecnologias em Saúde Assunto: Habib 4X e Habib 4X Laparoscópico Dispositivos para ressecção bipolar Canoas, Julho de 2012. Câmara Técnica de

Leia mais

INTRODUÇÃO AO LINFOMA EM GATOS

INTRODUÇÃO AO LINFOMA EM GATOS INTRODUÇÃO AO LINFOMA EM GATOS Rafael Fighera Laboratório de Patologia Veterinária Hospital Veterinário Universitário Universidade Federal de Santa Maria Linfoma em gatos (sinônimos) Linfoma Século XXI

Leia mais

Uso consciente do plano de saúde AMS. Papo de hoje: Cuidados com procedimentos de alta complexidade

Uso consciente do plano de saúde AMS. Papo de hoje: Cuidados com procedimentos de alta complexidade Uso consciente do plano de saúde AMS Papo de hoje: Cuidados com procedimentos de alta complexidade A Assistência Médica Supletiva (AMS) contempla plano médico, hospitalar, odontológico e de farmácia, de

Leia mais

Notícias do Medscape Medical. Diretrizes de avaliação pré-operatória geriátrica emitidas por ACS/AGS Laurie Barclay, MD

Notícias do Medscape Medical. Diretrizes de avaliação pré-operatória geriátrica emitidas por ACS/AGS Laurie Barclay, MD Notícias do Medscape Medical Diretrizes de avaliação pré-operatória geriátrica emitidas por ACS/AGS Laurie Barclay, MD Em 2 de outubro de 2012, o Colégio Americano de Cirurgiões (ACS) e a Sociedade Americana

Leia mais

PROTOCOLO DE EXAMES DE RM GINECOLÓGICA - ORIENTAÇÕES GERAIS -

PROTOCOLO DE EXAMES DE RM GINECOLÓGICA - ORIENTAÇÕES GERAIS - PROTOCOLO DE EXAMES DE RM GINECOLÓGICA - ORIENTAÇÕES GERAIS - Todas as sequências efectuadas deverão ser optimizadas de acordo com as especificidades do aparelho disponível. Preparação: 4-6h de jejum Esvaziar

Leia mais

Journal Club (set/2010)

Journal Club (set/2010) Journal Club (set/2010) van Werven et al Academic Medical Center University of Amsterdam Netherland Thiago Franchi Nunes Orientador: Dr. Rogério Caldana Escola Paulista de Medicina Universidade Federal

Leia mais

ESTUDOS DE COORTE. Baixo Peso Peso Normal Total Mãe usuária de cocaína

ESTUDOS DE COORTE. Baixo Peso Peso Normal Total Mãe usuária de cocaína UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO CENTRO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE FACULDADE DE MEDICINA DEPARTAMENTO DE MEDICINA PREVENTIVA DISCIPLINA DE EPIDEMIOLOGIA ESTUDOS DE COORTE 1) Com o objetivo de investigar

Leia mais

F1. Quando foi a última vez que a sra fez um exame preventivo para câncer de colo do útero?

F1. Quando foi a última vez que a sra fez um exame preventivo para câncer de colo do útero? Módulo F - Saúde da Mulher (mulheres de 18 anos e mais de idade) Neste módulo, vamos fazer perguntas sobre a sua saúde, exames preventivos, história reprodutiva e planejamento familiar. F1. Quando foi

Leia mais

COLECISTITE AGUDA ANDRÉ DE MORICZ CURSO CONTINUADO DE CIRURGIA PARA REWSIDENTES COLÉGIO BRASILEIRO DE CIRURGIÕES 2006

COLECISTITE AGUDA ANDRÉ DE MORICZ CURSO CONTINUADO DE CIRURGIA PARA REWSIDENTES COLÉGIO BRASILEIRO DE CIRURGIÕES 2006 COLECISTITE AGUDA ANDRÉ DE MORICZ CURSO CONTINUADO DE CIRURGIA PARA REWSIDENTES COLÉGIO BRASILEIRO DE CIRURGIÕES 2006 COLECISTITE AGUDA OBJETIVOS 1- Introdução - incidência -definição 2- Etiopatogenia

Leia mais

Seminário Grandes Síndromes

Seminário Grandes Síndromes Seminário Grandes Síndromes TEMA: DISPEPSIA Residente: Paloma Porto Preceptor: Dr. Fortunato Cardoso DEFINIÇÃO De acordo com os critérios de Roma III, dispepsia é definida por 1 ou mais dos seguintes sintomas:

Leia mais

RM na Caracterização dos Leiomiomas Uterinos

RM na Caracterização dos Leiomiomas Uterinos Acta Radiológica Portuguesa, Vol.XVIII, nº 69, pág. 119-123, Jan.-Mar., 2006 RM na Caracterização dos Leiomiomas Uterinos Teresa Margarida Cunha Serviço de Imagiologia, IPOFG, Lisboa O Leiomioma não é

Leia mais

PALAVRAS-CHAVE Enfermagem. Educação em Saúde. Período Pós-Parto

PALAVRAS-CHAVE Enfermagem. Educação em Saúde. Período Pós-Parto 12. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ÁREA TEMÁTICA: ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( X ) SAÚDE ( ) TRABALHO ( ) TECNOLOGIA PROJETO CONSULTA

Leia mais

R2. Qual o principal motivo da sra nunca ter feito um exame preventivo? 01. Nunca teve relações sexuais 02. Não acha necessário 03.

R2. Qual o principal motivo da sra nunca ter feito um exame preventivo? 01. Nunca teve relações sexuais 02. Não acha necessário 03. Módulo R. Saúde da Mulher (mulheres de 18 anos e mais de idade) Neste módulo, vamos fazer perguntas sobre a sua saúde, exames preventivos, história reprodutiva e planejamento familiar. R1. Quando foi a

Leia mais

Hemangiomas: Quando operar e quando observar Orlando Jorge M.Torres Nucleo de Estudos do Fígado F - UFMA

Hemangiomas: Quando operar e quando observar Orlando Jorge M.Torres Nucleo de Estudos do Fígado F - UFMA Hemangiomas: Quando operar e quando observar Orlando Jorge M.Torres Nucleo de Estudos do Fígado F - UFMA Lesões Benignas do FígadoF Tumores Epiteliais Hepatocelular Hiperplasia nodular focal Hiperplasia

Leia mais

TRAUMA CERVICAL - IMPORTÂNCIA. área restrita. vários sistemas. experiência individual pequena FCMSCSP - AJG

TRAUMA CERVICAL - IMPORTÂNCIA. área restrita. vários sistemas. experiência individual pequena FCMSCSP - AJG TRAUMA CERVICAL IMPORTÂNCIA área restrita vários sistemas experiência individual pequena TRAUMA CERVICAL IMPORTÂNCIA Nº de lesões Mortalidade Guerra de Secessão (EUA) 4114 15% Guerra Espanhola Americana

Leia mais

I SIMPÓSIO DE ATUAÇÃO MULTIDISCIPLINAR EM OBESIDADE, CIRURGIA BARIÁTRICA E METABÓLICA

I SIMPÓSIO DE ATUAÇÃO MULTIDISCIPLINAR EM OBESIDADE, CIRURGIA BARIÁTRICA E METABÓLICA I SIMPÓSIO DE ATUAÇÃO MULTIDISCIPLINAR EM OBESIDADE, CIRURGIA BARIÁTRICA E METABÓLICA Avaliação, diagnóstico e acompanhamento do paciente no pré e pós operatório REALIZAÇÃO APOIO JUSTIFICATIVA É crescente

Leia mais

CONSEQÜÊNCIAS DA HISTERECTOMIA LEIOMIOMA UTERINO - METÁSTESE MÓRBIDA

CONSEQÜÊNCIAS DA HISTERECTOMIA LEIOMIOMA UTERINO - METÁSTESE MÓRBIDA CONSEQÜÊNCIAS DA HISTERECTOMIA LEIOMIOMA UTERINO - METÁSTESE MÓRBIDA Protocolo de Pesquisa Joselma Lira Alves Maisa Homem de Mello Romeu Carillo Jr Clínica de Homeopatia do HSPM-SP LEIOMIOMA UTERINO Sinonímia

Leia mais

VALIDADE EM ESTUDOS EPIDEMIOLÓGICOS

VALIDADE EM ESTUDOS EPIDEMIOLÓGICOS UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO CENTRO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE FACULDADE DE MEDICINA -DEPARTAMENTO DE MEDICINA PREVENTIVA NÚCLEO DE ESTUDOS EM SAÚDE COLETIVA DISCIPLINA DE EPIDEMIOLOGIA 1º semestre

Leia mais

Joaquim Roberto Costa Lopes. CENAFERT - Salvador BA CENAFERT Feira de Santana - BA

Joaquim Roberto Costa Lopes. CENAFERT - Salvador BA CENAFERT Feira de Santana - BA Joaquim Roberto Costa Lopes CENAFERT - Salvador BA CENAFERT Feira de Santana - BA C E N A F E R T S A L V A D O R IMPORTÂNCIA DOS MIOMAS Kolankaya et al., 2006 Langhlin et al., 2010 Acometem mais de 60%

Leia mais

Módulo: Câncer de Colo de Útero

Módulo: Câncer de Colo de Útero Módulo: Câncer de Colo de Útero Caso 1 TR, 32 anos, médica, sem comorbidades Paciente casada sem filhos Abril/13 Citologia Útero- Negativo para células neoplásicas Abril/14 - Citologia uterina- Lesão alto

Leia mais

Título do Trabalho: Ansiedade e Depressão em Pacientes com Esclerose Múltipla em Brasília Autores: Tauil CB; Dias RM; Sousa ACJ; Valencia CEU; Campos

Título do Trabalho: Ansiedade e Depressão em Pacientes com Esclerose Múltipla em Brasília Autores: Tauil CB; Dias RM; Sousa ACJ; Valencia CEU; Campos Introdução Esclerose Múltipla (EM) é desordem crônica, autoimune e desmielinizante do sistema nervoso central 1. Áreas de desmielinização levam a incapacidade e espectro heterogêneo de evoluções. Prognóstico

Leia mais

Altair da Silva Costa Júnior

Altair da Silva Costa Júnior 1 O seu médico recomendou a cirurgia do pulmão porque é a melhor forma para tratar a sua doença. Provavelmente você deve ter realizado diversos exames para a decisão da cirurgia, em conjunto com seu médico.

Leia mais

Tratamento da Endometriose no Sistema Único de Saúde

Tratamento da Endometriose no Sistema Único de Saúde Tratamento da Endometriose no Sistema Único de Saúde Departamento de Obstetrícia e Ginecologia da Santa Casa de São Paulo Diretor: Prof. Dr. José Mendes Aldrighi Clínica de Cirurgia Ginecológica Setor

Leia mais

(LAING, COUGLEY, KLENERMAN, % 50% ; BIRKE

(LAING, COUGLEY, KLENERMAN, % 50% ; BIRKE 1 - INTRODUÇÃO 2 As alterações de sensibilidade no paciente portador de diabetes mellitus são responsáveis diretas pela considerável morbidade relacionada com as úlceras plantares e suas conseqüências.

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM À MULHERES ACOMETIDAS POR MIOMA UTERINO: UM ESTUDO DE REVISÃO

A IMPORTÂNCIA DA ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM À MULHERES ACOMETIDAS POR MIOMA UTERINO: UM ESTUDO DE REVISÃO A IMPORTÂNCIA DA ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM À MULHERES ACOMETIDAS POR MIOMA UTERINO: UM ESTUDO DE REVISÃO Fernanda Beatriz Dantas de Freitas 1 ; Wallison Pereira dos Santos 1 ; Myllene Miguel da Silva¹;

Leia mais

7 a 10 de Junho 2012 PROGRAMA DEFINITIVO. Calçada de Arroios, 16 C, Sala 3. Fax: (+351) Tel.: (+351)

7 a 10 de Junho 2012 PROGRAMA DEFINITIVO. Calçada de Arroios, 16 C, Sala 3. Fax: (+351) Tel.: (+351) Comunicações Livres e Posters seleção dos resumos apresentados, que poderão ser aceites ou recusados. Cada apresentação durará no máximo 10 min., seguida de 5 min. para discussão. Cada poster terá no máximo

Leia mais

CAPÍTULO 11. HEMORRAGIA UTERInA AnORMAL 1. HEMORRAGIA UTERINA ANORMAL

CAPÍTULO 11. HEMORRAGIA UTERInA AnORMAL 1. HEMORRAGIA UTERINA ANORMAL CAPÍTULO 11 HEMORRAGIA UTERInA AnORMAL 1. HEMORRAGIA UTERINA ANORMAL A hemorragia uterina anormal (HUA) deine-se como qualquer sangramento que diira do padrão menstrual em frequência, quantidade e duração.

Leia mais

MANUAL DO USUÁRIO ALÇA DE POLIPECTOMIA DESCARTÁVEL. (Nome técnico: Alça de Polipectomia)

MANUAL DO USUÁRIO ALÇA DE POLIPECTOMIA DESCARTÁVEL. (Nome técnico: Alça de Polipectomia) MANUAL DO USUÁRIO Produto: ALÇA DE POLIPECTOMIA DESCARTÁVEL (Nome técnico: Alça de Polipectomia) LER MANUAL DO USUÁRIO ANTES DE FAZER USO DO PRODUTO PRODUTO DE USO ÚNICO. PROIBIDO REPROCESSAR PRODUTO ESTÉRIL.

Leia mais

SUMÁRIO. Sobre o curso Pág. 3. Etapas do Processo Seletivo. Cronograma de Aulas. Coordenação Programa e metodologia; Investimento.

SUMÁRIO. Sobre o curso Pág. 3. Etapas do Processo Seletivo. Cronograma de Aulas. Coordenação Programa e metodologia; Investimento. t SUMÁRIO Sobre o curso Pág. 3 Coordenação Programa e metodologia; Investimento Etapas do Processo Seletivo Pág. Matrícula Cronograma de Aulas Pág. PÓS-GRADUAÇÃO EM ESTADO DA ARTE EM GINECOLOGIA E OBSTETRÍCIA

Leia mais

Apostila de Avaliação Nutricional NUT/UFS 2010 CAPÍTULO 2 AVALIAÇÃO NUTRICIONAL ADOLESCENTES

Apostila de Avaliação Nutricional NUT/UFS 2010 CAPÍTULO 2 AVALIAÇÃO NUTRICIONAL ADOLESCENTES CAPÍTULO 2 AVALIAÇÃO NUTRICIONAL EM ADOLESCENTES AVALIAÇÃO NUTRICIONAL EM ADOLESCENTES A avaliação nutricional dos adolescentes deve considerar a idade cronológica (peso, estatura e idade) e a idade biológica

Leia mais

TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO

TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO O (A) paciente, ou seu responsável, declara, para todos os fins legais, especialmente do disposto no artigo 39, VI, da Lei, 8.078/90 que dá plena autorização

Leia mais

[ESTUDO REFERENTE À ENCF - JOELHO]

[ESTUDO REFERENTE À ENCF - JOELHO] 2011 IMPOL Instrumentais e Implantes Samuel de Castro Bonfim Brito [ESTUDO REFERENTE À ENCF - JOELHO] Casos apresentados neste estudo foram operados e pertencem à Fundação Pio XII Hospital do Câncer de

Leia mais

APRESENTAÇÃO E-PÔSTER DATA: 19/10/16 LOCAL: SALAS PRÉDIO IV

APRESENTAÇÃO E-PÔSTER DATA: 19/10/16 LOCAL: SALAS PRÉDIO IV APRESENTAÇÃO E-PÔSTER DATA: 19/10/16 LOCAL: SALAS PRÉDIO IV TÍTULO E-PÔSTER SALA PRÉDIO IV HORÁRIO RESISTÊNCIA A MÚLTIPLAS DROGAS NA TERAPIA ANTICÂNCER E O POTENCIAL EFEITO DE FLAVONOIDES NA RECUPERAÇÃO

Leia mais

Leia estas instruções:

Leia estas instruções: Leia estas instruções: 1 2 Confira se os dados contidos na parte inferior desta capa estão corretos e, em seguida, assine no espaço reservado para isso. Caso se identifique em qualquer outro local deste

Leia mais

Normas de cuidados para as pessoas com artrite reumatóide

Normas de cuidados para as pessoas com artrite reumatóide Normas de cuidados para as pessoas com artrite reumatóide Tradução para: Feita por: E mail: NdC 1 As pessoas com sintomas de AR devem ter acesso atempado a um médico / profissional de saúde competente

Leia mais

Confira se os dados contidos na parte inferior desta capa estão corretos e, em seguida, assine no espaço reservado para isso.

Confira se os dados contidos na parte inferior desta capa estão corretos e, em seguida, assine no espaço reservado para isso. INSTRUÇÕES 1 Confira se os dados contidos na parte inferior desta capa estão corretos e, em seguida, assine no espaço reservado para isso. 2 3 4 Caso se identifique em qualquer outro local deste Caderno,

Leia mais

Protocolo de Regulação de Acesso para Biópsia e PAAF Guiados por Ultrassonografia versão 2012

Protocolo de Regulação de Acesso para Biópsia e PAAF Guiados por Ultrassonografia versão 2012 Protocolo de Regulação de Acesso para Biópsia e PAAF Guiados por Ultrassonografia versão 2012 Elaboração: Dr Luis Pracchia Coordenador do Programa Oncologia Paulistana do Núcleo de Políticas Estratégicas

Leia mais

Patologia Clínica e Cirúrgica

Patologia Clínica e Cirúrgica V e t e r i n a r i a n D o c s Patologia Clínica e Cirúrgica Prolapso Retal Definição É uma enfermidade caracterizada pela protrusão de uma ou mais camadas do reto através do ânus. Ele pode ser parcial

Leia mais

Highlights Edição do 3. trimestre de Imagiologia por fluorescência

Highlights Edição do 3. trimestre de Imagiologia por fluorescência Highlights 2016 Edição do 3. trimestre de 2016 Imagiologia por fluorescência Fonte: Prof. Boni, University of Insubria, Varese, Itália (imagem endoscópica) Visualização do sistema linfático com ICG na

Leia mais

Identifique-se na parte inferior desta capa. Caso se identifique em qualquer outro local deste Caderno, você será excluído do Processo Seletivo.

Identifique-se na parte inferior desta capa. Caso se identifique em qualquer outro local deste Caderno, você será excluído do Processo Seletivo. 1 INSTRUÇÕES Identifique-se na parte inferior desta capa. Caso se identifique em qualquer outro local deste Caderno, você será excluído do Processo Seletivo. 2 Este Caderno contém 05 casos clínicos e respectivas

Leia mais