PLANO DE CURSO TÉCNICO EM EQUIPAMENTOS BIOMÉDICOS SUBSEQUENTE AO ENSINO MÉDIO

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1 INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA BRASÍLIA CAMPUS CEILÂNDIA PLANO DE CURSO TÉCNICO EM EQUIPAMENTOS BIOMÉDICOS SUBSEQUENTE AO ENSINO MÉDIO Ceilândia DF 2014

2 Reitoria Wilson Conciani Reitor Adilson Cesar de Araújo Pró - Reitoria de Ensino Veruska Ribeiro Machado Diretoria de Dessenvolvimnto de Ensino Ana Carolina Simões L.F. dos Santos Diretora de Políticas de Ensino Campus Ceilândia Tarcísio Ribeiro Khun Diretoria-Geral Laura Misk de Faria Brant Diretoria de Ensino, Pesquisa e Extensão Luciano de Andrade Gomes Coordenação Geral de Ensino Paulo Henrique Sales Wanderley Coordenador do Pronatec Heula Tissia Alves Moreira Coordenador Pedagógico Comissão de Elaboração do Plano de Curso Prof. Abraham Elias Ortega Paredes Profa. Conceição de Maria Cardoso Costa Prof. Élio Armando Nunes de Lima Profa. Marylene Sousa Gimarães Roma Prof. Paulo Henrique Sales Wanderley Equipe Técnica Beatriz Brasil (Estagiário) Luiz Reis (Estagiário) 2 EQNP 26/30, Bloco G, loja 6 P Sul Ceilândia DF CEP: Telefone: (61)

3 Dados de Identificação Quadro 1 CNPJ: / Razão Social: Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Brasília Nome Fantasia: Instituto Federal de Brasília Unidade: Campus Ceilândia Esfera Administrativa: Federal Endereço (Rua, No,): EQNP 26/30 Bloco G - P3 Sul, Ceilândia Sul Cidade/UF/CEP: Ceilândia DF / CEP: Telefone/Fax: (61) de contato da Unidade: Site Institucional: Eixo do Curso: Ambiente e Saúde Quadro 2 Forma: Subsequente Habilitação: Eixo Tecnológico do Curso Carga Horária Total: Ambiente e Saúde Técnico em Equipamentos Biomédicos h/a / 1322h Módulo I, com 400h/a / 330h: Sem qualificação Módulo II, com 400h/a / 330h: Operador de Manutenção de Equipamentos Biomédicos Qualificações: Módulo III, com 400h/a / 330h: Assistente de Manutenção de Equipamentos Biomédicos Módulo IV, com 400h/a / 330h: que somadas aos Módulos I, II e III, conferirá o título de Técnico em Equipamentos Biomédicos Carga horária total: h/a / 1322h 3

4 SUMÁRIO 1. APRESENTAÇÃO JUSTIFICATIVA DA OFERTA... 7 a. Caracterização regional... 7 b. Contexto sócio-econômico regional... 8 c. Audiência Pública OBJETIVOS JUSTIFICATIVA REQUISITOS DE ACESSO PERFIL PROFISSIONAL DE CONCLUSÃO Perfil Profissional Geral Perfil profissional específico Perfil profissional para as certificações intermediárias COMPONENTE CURRICULAR Estrutura Itinerário Formativo Fluxograma Matriz curricular Quadro resumo Orientações Metodológicas Atividades Complementares Monitoria Estágio Supervisionado CRITÉRIOS E PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM Avaliação de Aprendizagem Instrumentos de Avaliação Projeto Integrador articulado com a forma de avaliação Resultados da Avaliação CRITÉRIOS DE APROVEITAMENTO E PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO DE COMPETÊNCIAS PROFISSIONAIS ANTERIORMENTE ADQUIRIDAS INFRAESTRUTURA - INSTALAÇÕES, EQUIPAMENTOS E BIBLIOTECA Ambientes detalhados Salas de aulas Laboratórios Laboratório de Equipamentos Biomédicos Laboratório de Manutenção de Equipamentos Biomédicos Laboratório de Eletrotécnica Laboratório de Eletrônica Digital EQNP 26/30, Bloco G, loja 6 P Sul Ceilândia DF CEP: Telefone: (61)

5 Laboratório de Eletrônica Analógica Laboratório de Controle, Automação e Pneumática Biblioteca CORPO DOCENTE CORPO TÉCNICO ADMINISTRATIVO CERTIFICADOS E DIPLOMAS REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

6 1. APRESENTAÇÃO Este documento apresenta o Plano de Curso (PDC) Técnico em Equipamentos Biomédicos, onde sua implementação se insere no plano de expansão da Rede Federal de Educação Profissional e Tecnológica do Ministério da Educação (MEC) e no Plano de Expansão do Instituto Federal de Brasília (IFB), cujos objetivos são suprir a carência de mãode-obra especializada nas diversas áreas do conhecimento, promover a educação profissional de qualidade nos diversos níveis e proporcionar o desenvolvimento regional. O Instituto Federal de Brasília (IFB) foi criado em dezembro de 2008, por meio da Lei nº , compondo a Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica, que abrange todo o Brasil. A sua missão é oferecer ensino, pesquisa e extensão no âmbito da Educação Profissional e Tecnológica, por meio da produção e difusão de conhecimentos, contribuindo para a formação cidadã e o desenvolvimento sustentável. O Instituto tem como visão ser reconhecido como Instituição Pública Federal de excelência em Ensino, Pesquisa e Extensão no âmbito da Educação Profissional e Tecnológica até Os valores que permeiam o trabalho estão ligados a perceber a Educação como bem público e de qualidade; valorizar a formação critica; exercer a gestão democrática e participativa; promover o respeito à diversidade, inovação, empreendedorismo e cooperativismo; buscar o desenvolvimento sustentável, a otimização dos recursos públicos e o comprometimento com o IFB. O IFB é uma instituição pública que oferece Educação Profissional gratuita, na forma de cursos e programas de formação inicial e continuada de trabalhadores (FIC), educação profissional técnica de nível médio e educação profissional tecnológica de graduação e de pósgraduação, articulados a projetos de pesquisa e extensão. O IFB é composto por uma Reitoria (com sede no Plano Piloto) e 10 (dez) campi distribuídos pelo Distrito Federal: Brasília, Gama, Planaltina, Riacho Fundo, Samambaia, São Sebastião, Taguatinga e Taguatinga Centro. E recentemente implantados estão os Campi de Ceilândia e da Estrutural. Com a construção do Plano Piloto Brasília, surgiram no seu entorno as regiões administrativas. Ceilândia, a maior delas, apresenta os desafios comuns às áreas que sofreram grande expansão populacional num curto período de tempo. As necessidades de desenvolvimento e geração de emprego e renda são prementes. Por outro lado, existe em todo Brasil e no DF, grande demanda por mão de obra especializada na área de manutenção de equipamentos biomédicos, presentes em hospitais, clínicas odontológicas, de diagnóstico por imagem, de fisioterapia, dentre outros. A convergência destas duas circunstâncias, aliadas à oportunidade de oferecimento de educação de qualidade, e motivadas também através do contato com o CEFET-MG, visitas ao SENAI-SP (Escola Mariano Ferraz) e ao Instituto Federal da Paraíba (IFPB) Campus João Pessoa, que já executam o curso a mais de dez anos, levaram ao planejamento do Curso Técnico em Equipamentos Biomédicos, na modalidade Subsequente ao Ensino Médio, que conforme Catálogo Nacional de Cursos Técnicos (CNCT) faz parte do Eixo Tecnológico Ambiente e Saúde, o qual compreende tecnologias àssociadas à melhoria da qualidade de 6 EQNP 26/30, Bloco G, loja 6 P Sul Ceilândia DF CEP: Telefone: (61)

7 vida, à preservação e utilização da natureza, desenvolvimento e inovação do aparato tecnológico de suporte e atenção à saúde, ofertado pelo Campus de Ceilândia aos alunos que concluíram o Ensino Médio, com duração de 2 (dois) anos. 2. JUSTIFICATIVA DA OFERTA a. Caracterização regional a.1 Distrito Federal O Distrito Federal (DF) possui habitantes (IBGE, 2013), e possui densidade demográfica de 444,66 habitantes por quilômetro quadrado. Ao todo, ocupa uma área de 5.779,99 km 2, cerca de 0,07% do território do País, e faz divisa com os Estados de Goiás e Minas Gerais. Figura 1: Mapa de Ceilândia O centro do DF está concentrado em Brasília, também conhecido por Plano Piloto. O local abriga as funções administrativas nacionais e concentra a maioria das atividades comerciais e de serviços. As Regiões Administrativas 28 (vinte e oito) no total, de acordo com a Secretaria de Habitação, Regularização e Desenvolvimento Urbano SEDHAB (GDF,2010) foram criadas para receber os trabalhadores que vieram para a construção da Capital da República e a população em geral que, diariamente, desloca-se dessas localidades em direção ao centro de Brasília. O índice de analfabetismo do DF chega a 3,4%. Segundo dados da Secretaria de Educação, o DF conta com 638 escolas, sendo 563 na zona urbana e 75 na zona rural. A taxa de frequência escolar das crianças e adolescentes de 6 a 14 anos, no Distrito Federal, é de 96,0% (dados de 2009), (GDF,2010). Por ser a capital da República, o setor público tem grande representatividade na composição do PIB-DF, entretanto, por sua localização estratégica, a cidade tende a se consolidar como pólo comercial e de prestação de serviços de grande relevância econômica regional. A divisão do PIB é de 93,3% para o setor dos serviços, 6,3% para indústria e 0,4% para agropecuária, (GDF,2010). Em uma pesquisa feita pela Secretaria de Planejamento (SEPLAN) em Agosto de 2011, o Distrito Federal contava com o auxílio de 111 unidades de atendimentos em saúde, contando com hospitais regionais e centros urbanos e rurais de saúde para o atendimento de milhões de habitantes. A maioria dos hospitais carecem de técnicos específicos para instalação e manutenção dos equipamentos, (GDF,2011). a.2 Ceilândia Ceilândia é a Região Administrativa IX (RA IX) do DF, assim caracterizada pela Lei n o , de 25 de outubro de Localiza-se a 24 quilômetros do Plano Piloto, com acesso 7

8 através da Via Estrutural e da Estrada Parque Taguatinga (EPTG). Ocupa uma área de 230 quilômetros quadrados, cujos limites são: ao Norte Brazlândia (Ribeirão das Pedras e Lago do Descoberto); ao Sul Samambaia (Córrego Taguatinga e Rio Melchior); ao Leste Taguatinga (linha que une a Barra do Córrego dos Currais até o Córrego Taguatinga); ao Oeste Águas Lindas de Goiás e Santo Antônio do Descoberto (Rio Descoberto) no Estado de Goiás, conforme Figura 1. A cidade situa-se na Bacia do Descoberto, que abastece cerca de 60% da população do DF. A cidade surgiu a partir da Campanha de Erradicação de Invasões (CEI), instituída pelo Governo do Distrito Federal em 1971, da qual se originou o nome da cidade. b. Contexto sócio-econômico regional Ceilândia é a cidade mais populosa do DF, estimada em mil habitantes e grande densidade demográfica. A população representa 16% do total do DF, com uma taxa de crescimento anual e de 4,66%. Aproximadamente 45% da população têm menos de 20 anos e o tamanho médio das famílias é de 4,87 membros. (GDF,2013) A atividade remunerada da população é mais voltada para o comércio, com empregados com carteira de trabalho assinada. A renda de 16,19% da população é de até 2 salários mínimos, de 67% é de 2 a 10 salários mínimos, de 15,13% é de 10 a 25 salários mínimos e de 1,68% é acima de 25 salários mínimos. Embora a média da renda domiciliar seja baixa, de 4,7 salários mínimos mensais, Ceilândia é uma localidade que possui um dinamismo próprio e oferece 1/3 de postos de trabalho aos seus moradores. No entanto, registram-se ganhos na área social tais como: o aumento da escolaridade, o acesso ao computador e melhoria da condição dos domicílios. O decréscimo no anafalbetismo foi relativamente lento nos últimos dez anos, o que pode ser parcialmente explicado pela manutenção de muitos analfabetos idosos. Entretanto, a proporção dos moradores que concluíram o nível superior mais que duplicou. c. Audiência Pública A Audiência Pública no Campus Ceilândia, ocorreu com a participação da comunidade escolar e representantes da sociedade civil. A metodologia utilizada envolveu a sensibilização das entidades sociais da região: Apresentação do IFB; pré-audiências com as entidades, para análise do arranjo local; audiência pública com toda a comunidade interessada para a escolha dos cursos, o que envolve: apresentação do arranjo local: conjunto de atores econômicos, políticos e sociais, localizados em um mesmo território ; apresentação e possibilidades do IFB, criação da Carta de Intenções e análise da Carta de Intenções pela gestão do IFB a fim tomar as providências necessárias para a implantação do curso no Campus. Na noite do dia 13 de junho de 2013, representantes de diversos segmentos comunitários de Ceilândia se reuniram, no Teatro SESC Newton Rossi, para debater, junto com representantes do Instituto Federal de Brasília (IFB), sobre a implantação do novo campus da instituição, na Região Administrativa mais populosa do Distrito Federal. Este encontro, foi a 8 EQNP 26/30, Bloco G, loja 6 P Sul Ceilândia DF CEP: Telefone: (61)

9 terceira audiência pública na região adminstrativa, e foi apresentado à comunidade o Eixo Tecnológico dos cursos que seriam ofertados pela unidade. Nas audiências anteriores, houve uma demanda muito forte, pela comunidade, por cursos na área da saúde e de cultura. A previsão é que as duas áreas sejam atedidas. A área de saúde com o Curso Técnico em Equipamentos Biomédicos, e o Curso Técnico em Eletrônica como suporte. E para podermos atender a área de cultura, com cursos ofertados por meio do PRONATEC (Programa Nacional de acesso ao Ensino Técnico e Emprego), no Centro Cultural de Ceilândia. O IFB Campus Ceilândia, ao oferecer o Curso Técnico em Equipamentos Biomédicos, atende a demanda da população ceilandense, através de um ensino de excelência, com gestão pedagógica de qualidade, e a oportunidade de crescimento pessoal e profissional, suprindo as necessidade do mercado, além de contribuir para o desenvolvimento regional, oferecer maior grau de satisfação e melhoria da qualidade de vida da população das regiões atendidas pelos Campi. 3. OBJETIVOS Em uma pesquisa feita pela Secretaria de Planejamento (Seplan) em Agosto de 2011, o Distrito Federal contava com o auxílio de 111 unidades de atendimentos em saúde, contando com hospitais regionais e centros urbanos e rurais de saúde para o atendimento de milhões de habitantes. A maioria dos hospitais carecem de técnicos específicos para instalação e manutenção dos equipamentos. Visando preencher essas lacunas, o Campus de Ceilândia do Instituto Federal de Brasília busca oferecer o Curso Técnico em Equipamentos Biomédicos, oferecendo à população ceilandense ensino de excelência, com gestão pedagógica de qualidade e oportunidade de crescimento pessoal e profissional, pelas ótimas oportunidades de mercado, propiciar a possibilidade de ampliação dos estudos, aumentando as chances de inserção no setor produtivo. Além disso, contribuir para o desenvolvimento regional, oferecer maior grau de satisfação e melhoria da qualidade de vida da população das regiões atendidas pelos Campi. 4. JUSTIFICATIVA O avanço da tecnologia em equipamentos e instrumentação biomédica, trouxe a possibilidade de melhoria significativa nos serviços de saúde e consequente melhoria nos índice de sucesso de diagnóstico tratamento de pacientes, com reflexos positivos na redução de mortes. No Brasil, a fim de promover a melhoria ocasionada pelo desenvolvimento tecnológico na área de saúde, iniciou-se na década de 70, a importação de equipamentos biomédicos de diferentes complexidades tecnológicas. A vinda desses aparelhos criou a demanda de mão-de- 9

10 obra especializada para as atividades de instalação, manutenção e calibração dos mesmos, e não havia no país profissionais com esse perfil de técnico em manutenção de equipamentos biomédicos. Como resultado, após aproximadamente 10 (dez) anos, o parque público encontrava-se totalmente deteriorado. Para contornar esse problema, em meados dos anos 1980, entidades como o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), o Instituto Nacional de Assistência Médica da Previdência Social (Inamps) e os Ministérios da Educação e da Saúde (MEC e MS), iniciaram a preparação das primeiras políticas públicas para manutenção de equipamentos médico-hospitalares. Na mesma década, foram criados centros de manutenção de equipamentos em que trabalhavam tanto engenheiros quanto técnicos de áreas afins, como profissionais de eletrônica. Nos anos de 1990, o Ministério do Bem-estar e da Previdência Social estimou que de 20 a 40% dos equipamentos médicos no Brasil estavam desativados por falta de conserto, peças de reposição, suprimentos ou até instalação. Como o parque de equipamentos estava estimado em U$5 bilhões, isto representava um desperdício de mais de U$ 1 bilhão. Além disso, a manutenção dos mesmos, quando era feita, ficava a cargo de fabricantes ou seus representantes que nem sempre eram bem intencionados. (RAMIREZ & CALIL, 2000). O país viu-se então obrigado a investir em qualificação de pessoal, por meio do incentivo por parte do Ministério da Saúde à criação de cursos para formar técnicos para a manutenção de equipamentos biomédicos, visando atender principalmente à necessidade do Sistema Único de Saúde SUS, iniciado em 1994 com o CEFET-MG. O setor produtivo de aparelhos e instrumentos biomédicos, odontológicos, de laboratórios e aparelhos ortopédicos é um setor da economia crescente no Brasil. Os diplomas legais que regem as atividades profissionais do técnico em equipamento biomédicos é a Lei n o 5.524/68 que dispõe sobre o exercício da profissão de técnico industrial de nível médio e o Decreto n o /85, que a regulamenta. Observa-se assim que, o técnico em equipamentos biomédicos vem sendo valorizado no mercado de trabalho devido a grande demanda de aparelhos, pela escassez de profissionais com esta especialização, na necessidade dos hospitais de possuirem no mínimo dois técnicos, para uma maior segurança na checagem dos serviços executados, e pelo curso ser oferecido por poucas escolas técnicas no Brasil, aproximadamente seis, sendo inexistente no DF, justifica a necessidade dessa formação técnica. 5. REQUISITOS DE ACESSO O Curso Técnico em Equipamentos Biomédicos, será oferecido aos alunos que concluíram o ensino médio ou de curso que resulte em certificação equivalente de acordo com a lei vigente, a ser apresentado no ato da matrícula. 10 EQNP 26/30, Bloco G, loja 6 P Sul Ceilândia DF CEP: Telefone: (61)

11 A oferta de vagas será divulgada por edital publicado no sítio do IFB (www.ifb.edu.br) e em pelo menos um jornal local de grande circulação com indicação de requisitos, condições e sistemática do processo, além do número de vagas oferecidas. A Constituição Federal e a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional orientam que o ensino deverá ser ministrado com base em princípios como "igualdade de condições para o acesso e a permanência na escola". Nesse sentido, o IFB, por meio de seus órgãos colegiados, define suas próprias estratégias de seleção de estudantes, de sorte a contemplar situações diferenciadas e equalizar as oportunidades de ingresso para candidatos com dificuldades específicas de garantir seu direito de acesso à qualificação profissional. De modo que o curso técnico será oferecido para aqueles alunos selecionados pelo processo seletivo próprio do IFB, Campus Ceilândia. 6. PERFIL PROFISSIONAL DE CONCLUSÃO 6.1. Perfil Profissional Geral Os egressos da educação profissional devem apresentar um perfil caracterizado por competências básicas e profissionais que lhes permitam desenvolver com segurança suas atribuições profissionais e lidar com contextos caracterizados por mudanças, competitividade, necessidade permanente de aprender, de rever posições e práticas, de desenvolver e ativar valores, atitudes e crenças, bem como a habilidade de relacionamento interpessoal, comunicação e sensibilidade de percepção da natureza especial de seu ambiente de trabalho. O Técnico em Equipamentos Biomédicos é o profissional que deve ter competência técnica especializada nas novas tecnologias de equipamentos biomédicos, conforme Catálogo Nacional de Cursos Técnicos (CNCT) e Classificação Brasileira de Ocupações (CBO): Planejar e executar a instalação, medições e testes de equipamentos biomédicos; Realizar manutenção em equipamentos e instrumentos médico-hospitalares; Realizar testes e ensaios em equipamentos e instrumentos médico-hospitalares Realizar o trabalho com métodos de segurança e de higiene; Realizar a manutenção preventiva, preditiva e corretiva de equipamentos médicohospitalares; Atuar na administração e comercialização de equipamentos biomédicos; Elaborar documentação técnica; Realizar atividades de treinamento e atualização; Prestar atendimento a clientes; 11

12 6.2. Perfil profissional específico O profissional Técnico em Equipamentos Biomédicos, habilitado pelo Conselho Regional de Engenharia (CREA) tem a responsabilidade de coletar, armazenar, analisar, disseminar e gerenciar dados referentes ao parque de equipamentos médicos hospitalares. Auxiliar o manejo dos Resíduos de Serviços de Saúde na perspectiva do desenvolvimento sustentável. Documentar rotinas e aplica normas técnicas relacionadas. Neste sentido, no exercício de suas funções o Técnico em Equipamentos Biomédicos é o profissional que tem autonomia especificamente para dirigir, supervisionar, programar, coordenar e orientar atividades relacionadas ao gerenciamento de tecnologia em saúde, responsabilizando-se tecnicamente pela(o): 1) Coleta, armazenamento, análise, disseminação e gerenciamento de dados relacionados nas Normas Técnicas; 2) Planejamento de ações preventivas e corretivas em vigilância sanitária em sua área de atuação; 3) Gerenciamento e manejo de resíduos na perspectiva do desenvolvimento sustentável; 4) Documentação de rotinas e aplicação de normas técnicas relacionadas aos equipamentos biomedicos e sua conservação; 5) Desempenho de cargos e funções técnicas no âmbito das suas atribuições; 6) Tratamentos prévios e complementares de produtos e resíduos; 7) Operação de equipamentos e instalações na execução de trabalhos técnicos; 8) Condução e controle de operações e processos industriais de trabalhos técnicos 1. 9) Planejar e executar a instalação, medições e testes de equipamentos biomédicos; 10) Aplicar os conhecimentos de metrologia a equipamentos médicos-hospitalares, odontologicos e laboratoriais; 11) Auxiliar na gestão e gerenciamento do parque de equipamentos médicos-hospitalares; 12) Auxiliar no controle de processos e gestão de tecnologia aplicada a entidade assistenciais de saúde EAS; 13) Desenvolver e aplicar novas rotinas de gerenciamento à incorporação de novas tecnologias; 14) Conhecer e executar a legislação aplicada aos equipamentos médico-hospitalares em EAS; 15) Realizar manutenção em equipamentos e instrumentos médico-hospitalares; 16) Realizar testes e ensaios em equipamentos e instrumentos médico-hospitalares 17) Realizar o trabalho com métodos de segurança e de higiene; 18) Realizar a manutenção preventiva, preditiva e corretiva de equipamentos médicohospitalares; 19) Atuar na administração e comercialização de equipamentos biomédicos; 20) Elaborar documentação técnica; 21) Realizar atividades de treinamento e atualização; 22) Prestar atendimento a clientes. 1 Competências gerais dos Técnicos de 2º grau de acordo com a Resolução Nº 262, do Conselho Federal de Engenharia, Arquitetura e Agronomia (CONFEA). 12 EQNP 26/30, Bloco G, loja 6 P Sul Ceilândia DF CEP: Telefone: (61)

13 6.3. Perfil profissional para as certificações intermediárias Para os alunos que não finalizaram o curso, poderão usufruir de certificações intermediárias que correspondem a conclusão de módulos correspondentes a uma qualificação técnica para o trabalho. Esta pré-qualificação, garante também a oportunidade do aluno de se especializar, por meio da oferta de outros cursos de especialização técnica de nível médio semelhante. Para os alunos que concluiram o Módulo I, do Curso Técnico em Equipamentos Biomédicos, não haverá qualificação intermediária, pois as disciplinas iniciais estarão fornecendo informações teóricas básicas, apenas pré-requisitos para os demais módulos. Para os alunos que concluíram o Módulo II, poderão usufuir da qualificação intermediária de: Operador de Manutenção de Equipamentos Biomédicos, e terão os seguintes perfis profissionais: Auxiliar nos trabalhos de instalação e medição de equipamentos biomédicos, sob supervisão; Para os alunos que concluíram o Módulo III, poderão usufruir da qualificação intermediária de: Assistente de Manutenção de Equipamentos Biomédicos, e terão os seguintes perfis profissionais: Auxiliar na realização dos trabalhos de instalação, manutenção e medição de equipamentos biomédicos, sob supervisão. Para os alunos que concluíram o Módulo IV, obterão a certificação final de: Técnico em Equipamentos Biomédicos, considerando que o intinerário formativo segue de forma sequencial e lógica, e que a sua conclusão prescinde que o discente tenha cursado os Modulos I, II e III, conforme detalhado no Quadro 1 (Fluxograma) no item 7.4, terão os seguintes perfis profissionais: Realização dos trabalhos de instalação, manutenção e medição de equipamentos biomédicos. 7. COMPONENTE CURRICULAR 7.1. Estrutura O Curso Técnico em Equipamentos Biomédicos na modalidade Subsequente ao Ensino Médio, obedece ao disposto na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional; no Decreto Federal nº 5.154, de 23 de julho de 2004; na Portaria MEC nº 646, de 14 de maio de 1997; no Parecer CNE/CEB nº 17/97, de 03 de dezembro de 1997; no Parecer nº 16/99, de 5 de outubro de 1999; na Resolução CNE/CEB nº 04/99, que estabelece as diretrizes curriculares nacionais para a educação profissional de nível técnico. Será desenvolvido em regime de quatro módulos semestrais, com duração de quatro semestres. Essa distribuição em módulos, segue uma sequência lógica de acumulação de conhecimentos dentro de cada um deles, através de atividades práticas realizadas em 13

14 campo, em laboratórios, nas unidades educativas de produção conveniadas ao IFB complementam as aulas teóricas. Serão oferecidas 40 (quarenta) vagas por semestre, totalizando 80 (oitenta) por ano, que poderão acontecer nos turnos matutino e/ou vespertino e/ou noturno, conforme procura da comunidade, e previsão de iníciar o primeiro ano letivo no primeiro semestre de Itinerário Formativo Para a obtenção do diploma de Técnico em Equipamentos Biomédicos, do Eixo Tecnológico Ambiente e Saúde, é necessário a conclusão dos 4 (quatro) módulos. Cada módulo possui carga horária de 400 horas, conforme descrição abaixo: Módulo I: sem qualificação intermediária 400 h Módulo II: qualificação intermediária Operador de Manutenção de Equipamentos Biomédicos 400 h Módulo III: qualificação intermediária Assistente de Manutenção de Equipamentos Biomédicos 400 h Módulo IV: certificação final de Técnico em Equipamentos Biomédicos 400 h, considerando que o intinerário formativo segue de forma sequencial e lógica, e que a sua conclusão prescinde que o discente tenha cursado os modulos I, II e III, conforme detalhado no Quadro 1 (Fluxograma) no item 7.4. No início do Módulo I, são destinadas 50 (cinquenta) horas em Tópicos Introdutórios, onde serão efetuadas revisões de conteúdos pregressos relacionados ao curso, bem como informações sobre a matriz curricular, apresentação dos professores, normas internas, como voltar a estudar, mundo da pesquisa, revisões de matemática, português, para suprir possíveis deficiências dos alunos, palestras de profissionais da área de Equipamentos Biomédicos, antes de iniciarmos as disciplinas de formação técnica, e mediante execução de teste de diagnóstico. As demais disciplinas deste módulo, estarão fornecendo informações teóricas básicas, com a introdução as instalações e equipamentos hospitalares, anatomia e fisiologia, eletricidade, informática aplicada, matemática aplicada e inglês instrumental, prérequisitos para os módulos seguintes. O Módulo II iniciará a formação técnica através de conhecimentos em eletrônica analógica, eletrônica digital, apresentação dos equipamentos de baixa complexidade, as instalações hospitalares, pneumática aplicada e português instrumental, já habilitando o aluno a qualificação intermediária de Operador de Manutenção de Equipamentos Biomédicos. Para o Módulo III, após a apresentação dos equipamentos de baixa complexidade, o aluno irá adquirir conhecimentos para executar manutenção nesses equipamentos, paralelo a apresentação de equipamentos de média complexidade, os sinais biológicos, eletrônica analógica II e gestão de negócios, ética e cidadania, habilitando o aluno a qualificação intermediária de Assistente de Manutenção de Equipamentos Biomédicos. 14 EQNP 26/30, Bloco G, loja 6 P Sul Ceilândia DF CEP: Telefone: (61)

15 Finalizando com o Módulo IV, verão segurança no ambiente hospitalar, a manutenção de equipamentos de média complexidade, adicionando a conhecimentos sobre os equipamentos de alta complexidade, calibração e gerenciamento de equipamentos, qualificando-o a Técnico em Equipamentos Biomédicos Fluxograma O quadro abaixo, demonstra o fluxograma do Curso Técnico em Equipamentos Biomédicos: Quadro 1: Fluxograma do Curso Técnico em Equipamentos Biomédicos Processo 7.4. Seletivo Estágio não obrigatório Módulo I Módulo II Módulo III Módulo IV 400 h/a 400 h/a 400 h/a 400 h/a Certificado de Qualificação: Operador de Manutenção de Equipamentos Biomédicos Certificado de Qualificação: Assistente de Manutenção de Equipamentos Biomédicos LEGENDA Obrigatória Optativa Diploma de Técnico em: EQUIPAMENTOS BIOMÉDICOS 1600 h/a 15

16 6.4. Matriz curricular A matriz curricular no Quadro 2 abaixo, contém informações que permitem visualizar o esqueleto do curso quanto à distribuição dos componentes curriculares com suas respectivas cargas horárias (hora/aula = h/a; hora/relógio = h; e número de aulas semanais) MÓDULO I Quadro 2: Distribuição das Componentes Curriculares e CH dos Módulos I, II, III e IV Componentes Curriculares CH Semestral h/a CH Semestral h Nº Aula Semana Tópicos Introdutórios (2 primeiras semanas) Fundamentos de Eletricidade Instalações e Tecnologia de Apoio Hospitalar Noções de Anatomia e Fisiologia Humana Matemática Aplicada I Inglês Instrumental Informática Aplicada Ética Profissional e Relações Interpessoais Subtotal Módulo I MÓDULO II Componentes Curriculares CH Semestral h/a CH Semestral h Nº Aula Semana Matemática Aplicada II Eletrônica Analógica Eletronica Digital Equipamentos de Baixa Complexidade Instalações Elétricas em Ambiente de Saúde Pneumática Aplicada Português Instrumental Subtotal Módulo II MÓDULO III Componentes Curriculares CH Semestral h/a CH Semestral h Nº Aula Semana Equipamentos de Média Complexidade Manutenção de Equipamentos de Baixa Complexidade Microprocessadores e Sinais Biológicos Análise de Circuito Eletrônicos Gestão de Negócios e Empreendedores Subtotal Módulo III MÓDULO IV Segurança, Regulação e Infecção Hospitalar Manutenção de Equipamentos Média e Alta Complexidade Equipamentos de Alta Complexidade Calibração e Metrologia Aplicada Gerenciamento de Equipamentos Projeto Plano de Negócios Subtotal Módulo IV Carga Horária Total do Curso em hora/aula (50 minutos) Carga Horária Total do Curso em horas (60minutos) 1322 Carga Horária Total do Curso em horas (60minutos) EQNP 26/30, Bloco G, loja 6 P Sul Ceilândia DF CEP: Telefone: (61)

17 7.5. Quadro resumo MÓDULO I Carga horária: 400 horas/aula Eixo Tecnológico: Ambiente e Saúde Título da Habilitação: Sem qualificação intermediária neste módulo Perfil do Egresso: Auxiliam nos trabalhos de instalação e medição de equipamentos biomédicos, sob supervisão. Habilidades Bases Tecnológicas Componente Curricular Identificar diferentes tipos de textos. Interpretar textos. Ler e interpretar textos técnicos. Produzir textos. Tipos de textos. Interpretação de textos. Leitura de textos técnicos; Produção de textos TÓPICOS INTRODUTÓRIOS PORTUGUÊS Bibliografia básica: MAGALHÃES, Thereza Cochar; CEREJA, William Roberto. Português: Linguagens. São Paulo: Atual, NICOLA, José de. Literatura Brasileira: das origens aos nossos dias. 17. ed. São Paulo: Scipione, Bibliografia complementar: PETTER, Margarida Maria Taddoni. Línguas Africanas (Palestra). In: África Sociedades e Culturas. Curso de Extensão Cultural do Centro de Estudos Africanos da USP, Habilidades Bases Tecnológicas Componente Curricular Reconhecer os conjuntos numéricos, bem como as operações em conjuntos; Entender o conceito de potência e notação científica; Realizar operações matemáticas com prefixos métricos; Saber aplicar as regras de arredondamento; Conhecer e realizar conversões de medidas de comprimento; Realizar operações de Conjuntos numéricos e operações; Potenciação; Radiciação; Potência de base 10; Notação Científica; Prefixos métricos; Arredondamento; Sistema de medidas e conversões: medidas de comprimentos; Regra de três simples; Resolução de Equação do 1º grau por adição. TÓPICOS INTRODUTÓRIOS MATEMÁTICA 17

18 radiciação; Resolver situações problema por meio da regra de três simples; Conhecer e resolver Equações do 1º grau; Bibliografia básica: PAIVA, Manoel Paiva. Matemática, Volume Único. São Paulo: Moderna, DANTE, Luiz Roberto. Matemática, Volume Único. São Paulo: Ática, IEZZI, Gelson [et al.]; Matemática: ciência e aplicações, 1ª série. São Paulo: Atual, Bibliografia complementar: SMOLE, Kátia Cristina Stocco e DINIZ, Maria Ignez de Souza Vieira. Matemática-ensino médio- volume 1-1ª série. São Paulo: Saraiva, BIANCHINI, Edwaldo, PACCOLA, Herval. Matemática-1ª série. São Paulo: Moderna, Habilidades Bases Tecnológicas Componente Curricular Identificar os parâmetros básicos dos fenômenos elétricos. Resolver operações com mudanças de unidades e prefixos métricos. Aplicar as leis fundamentais da Eletricidade nos circuitos elétricos. Identificar e aplicar diferentes instrumentos de medição. Analisar e resolver problemas de circuitos elétricos de corrente contínua (CC), aplicando corretamente os teoremas básicos. Identificar princípios do eletromagnetismo e da corrente alternada (CA). Identificar o comportamento e o princípio de funcionamento dos capacitores e indutores nos circuitos de corrente contínua. Identificar os parâmetros associados à Parâmetros elétricos. Padrões e convenções Elétricas Leis fundamentais da eletricidade. Instrumentos básicos de medição. Circuitos Elétricos. Circuitos Capacitivos CC. Circuitos Indutivos CC. Natureza da Eletricidade; Medida Eétricas; Padrões Elétricos e Convenções; Corrente Elétrica e Lei de Ohm; Trabalho, Potencia e Energia Eletrica; Circuitos de Corrente Continua Série e Paralelo; Circuitos de Corrente Eletromagnetismo e princípios de corrente alternada. FUNDAMENTOS DE ELETRICIDADE 18 EQNP 26/30, Bloco G, loja 6 P Sul Ceilândia DF CEP: Telefone: (61)

19 ondas senoidais de tensão e Potência nos circuitos corrente. de C.A. Noções de Magnetismo Princíos sobre e de Eletromagnetismo. Transformadores. Noçoes de Geradores Princíos sobre e Motores de Corrente Máquinas Elétricas. Continua. Analisar os circuitos elétricos de corrente alternada aplicando corretamente os princípios de admitância e impedância Conceituar as potências dos circuitos CA. Identificar o comportamento e o funcionamento dos transformadores monofásicos. Identificar os diversos tipos de máquinas elétricas. Bibliografia básica: FITZGERALD, A.E. Máquinas Elétricas. 3a Ed. Markon Books.1975 GUSSOW, MILTON. Eletricidade Básica. 2a Ed. Markon Books KOSOW, L.I. Máquinas Elétricas e Transformadores. 13a Ed. Globo SILVA FILHO, matheus Teodoro da Silva Filho, Rio de janeiro: LTC, Bibliografia complementar: ALBUQUERQUE, RÔMULO O. Análise de Circuitos de C.A. 2a Ed. Érica CUTLER, PHILIP. Análise de Circuitos de C.C. 2a Ed. Markon Books O MALLEY, JOHN. Análise de Circuitos. 2a Ed. Markon Books. 199 Habilidades Bases Tecnológicas Componente Curricular Conhecer um ambiente hospitalar e sua infraestrutura. Conhecer as especificidades da Instalações Elétricas Hospitalares. Conhecer e analisar os processos associados ao fornecimento de Gases Medicinais. Compreender as Instalações Elétricas Hospitalares. Instalação de Gases Medicinais. Instalações de Condicionamento de Ar. Tratamento de Água. Tratamento de resíduos. Central de Material Esterilizado CME. Lavanderia Hospitalar. INSTALAÇÕES E TECNOLOGIA DE APOIO HOSPITALAR 19

20 instalações de Condicionamento de Ar. Distinguir os aspectos que envolvem os Tratamentos de Água. Compreender a importância do Tratamento de resíduos dos serviços de saúde em ambiente hospitalares. Conhecer e diferenciar os diferentes tipos limpeza e esterilização. Geração, Fornecimento e Distribuição de Vapor. Visitas a hospitais laboratórios, empresas fabricantes. Bibliografia básica: ABNT. NBR Sistemas centralizados de oxigênio, ar, óxido nitroso e vácuo para uso medicinal em estabelecimentos assistenciais de saúde BRITO, LÚCIO FM; BRITO, TALES RM; BUGANZA, CÉLIO. Segurança Aplicada às Instalações Hospitalares. 2a ed. São Paulo: Senac, MINISTÉRIO DA SAÚDE. Equipamentos Médico-Hospitalares e o Gerenciamento da Manutenção. Brasília - DF, SANTANA CRISMARA JR. Instalações Elétricas Hospitalares. 2 ed. Porto Alegre: Edipucrs, 1999 Bibliografia complementar: AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA - ANVISA. RDC 50 - Regulamento Técnico para Planejamento, Programação, Elaboração e Avaliação de Projetos Físicos de Estabelecimentos Assistenciais de Saúde. Brasília. 21 de fevereiro de (Incluindo as alterações contidas nas Resoluções RDC nº 307 de 14/11/2002 publicada no DO de 18/11/2002 e RDC nº189 de 18/07/2003 publicada no DO de 21/07/2003). Portaria MS-1884 Normas para projetos fisicos de Estabelecimentos Assistenciais de Saúde, 2ª Edição Ministério da Saúde, Brasilia, NBR 7198: Instalações prediais de água Quente Habilidades Bases Tecnológicas Componente Curricular Distinguir os principais órgão do corpo humano. Compreender o funcionamento basico dos principais sistema Citologia. Fisiologia do sistema neuromuscular. Fisiologia do sistema cardiovascular. Fisiologia do sistema respiratório. Fisiologia do sistema endócrino. Fisiologia do sistema digestivo. Fisiologia do sistema NOÇÕES DE ANATOMIA E FISIOLOGIA HUMANA 20 EQNP 26/30, Bloco G, loja 6 P Sul Ceilândia DF CEP: Telefone: (61)

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