PROGRAMA DE PESQUISA E DESENVOLVIMENTO DA COELBA

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "PROGRAMA DE PESQUISA E DESENVOLVIMENTO DA COELBA"

Transcrição

1 PROGRAMA DE PESQUISA E DESENVOLVIMENTO DA COELBA PD /2009 Ferramenta para redução de impactos socioambientais em uma empresa distribuidora de energia elétrica RELATÓRIO FINAL Bahia/2011

2 SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO DESENVOLVIMENTO DA PESQUISA OBJETIVO DO PROJETO ESTADO DA ARTE DA TÉCNICA EMPREGADA MEMBROS DA EQUIPE DA COELBA MEMBROS DA(S) ENTIDADE(S) EXECUTORA(S) ETAPAS DO PROJETO METODOLOGIA ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA DO PRODUTO PRINCIPAL OBTIDO TÉCNICA EMPREGADA RESULTADOS DOS TESTES DE FUNCIONALIDADE DO PRODUTO PRINCIPAL E SUAS RESTRIÇÕES ABRANGÊNCIA DE APLICAÇÃO DO PRODUTO PRINCIPAL E SUAS RESTRIÇÕES ÂMBITO DE APLICAÇÃO DO PRODUTO PRINCIPAL E SUAS RESTRIÇÕES CAPACITAÇÃO PROFISSIONAL PRODUÇÃO TÉCNICO-CIENTÍFICA APOIO À INFRAESTRUTURA PROPRIEDADE INTELECTUAL IMPACTOS SOCIOAMBIENTAIS IMPACTOS ECONÔMICOS CONFRONTO DOS RESULTADOS ESPERADOS COM ALCANÇADOS TRANSFERÊNCIA E DIFUSÃO TECNOLÓGICA CONSIDERAÇÕES SOBRE O PARECER DA AVALIAÇÃO INICIAL DA ANEEL RECURSOS DO PROJETO UTILIZADOS PELA COELBA RECURSOS DO PROJETO UTILIZADOS PELA ENTIDADE EXECUTORA CONSIDERAÇÕES FINAIS REFERÊNCIAS

3 1. INTRODUÇÃO Em conformidade com o Manual do Programa de Pesquisa e Desenvolvimento Tecnológico do Setor de Energia Elétrica (2008), este relatório tem objetivo de apresentar as informações pertinentes à execução do Projeto de P&D intitulado Ferramenta para redução de impactos socioambientais em uma empresa distribuidora de energia elétrica, PD /2009 e que serão submetidas à avaliação final da ANEEL. Sendo assim, são apresentados ao longo deste documento os resultados alcançados, recursos utilizados e gastos realizados pelas Entidades participantes do projeto, além do cronograma de execução, etapas do projeto, metodologia, referências bibliográficas, estado-da-arte da técnica empregada e a transferência e difusão tecnológica dos resultados do projeto. Este relatório apresenta também considerações a respeito do Parecer de Avaliação Inicial do Projeto emitido pela ANEEL através de ofício, as quais estão pertinentes com os critérios de Originalidade, Aplicabilidade, Relevância e Razoabilidade dos custos dos resultados obtidos. Por fim, este documento busca oferecer as condições para os avaliadores da ANEEL realizarem a análise do produto principal 1 e dos produtos secundários 2 obtidos com a execução do referido Projeto de P&D. 1 Conceito ou metodologia; software; sistema; material ou substância; componente ou dispositivo; máquina ou equipamento. 2 Capacitação profissional, tecnológica e os impactos socioambientais 3

4 2. DESENVOLVIMENTO DA PESQUISA 2.2. OBJETIVO DO PROJETO Objetivo Geral: Desenvolver uma ferramenta para reduzir os impactos socioambientais gerados pelas atividades Da empresa e integrar suas atividades relacionadas ao tema sustentabilidade. Objetivos específicos: a. Construir uma estrutura de referência para o tema sustentabilidade na distribuidora (modelo Coelba); b. Analisar em mapear as atividades dos processos operacionais da Coelba, identificando seus potenciais de impactos socioambientais; c. Desenvolver um aplicativo computacional, integrado aos sistemas corporativos da empresa, que possibilite a análise e visualização de informações relacionadas às atividades de alto impacto socioambiental. d. Diagnosticar o estágio atual de abordagem do tema sustentabilidade na Coelba e a partir da estrutura de referência construída na pesquisa, desenvolver soluções 2.3. ESTADO DA ARTE DA TÉCNICA EMPREGADA Atualmente, observa-se um processo contínuo de transformações nas mais diversas áreas da sociedade. As mudanças aceleradas incorporam-se ao dia a dia de todos os cidadãos, alterando significativamente suas rotinas. O desenvolvimento tecnológico alcançado colabora para a consolidação desse processo, possibilitando que volumes enormes de informações circulem pelo planeta em questão de segundos. Verifica-se a redução gradativa dos ciclos de vida dos produtos manufaturados e uma demanda crescente por serviços e produtos que se adaptem às novas necessidades do mercado. Esse contexto demanda novos comportamentos das organizações contemporâneas. Para sobreviver, as organizações precisam desenvolver habilidades para se adaptar aos novos contornos do ambiente externo (AMAT, 2003). Vários são os estudos relacionados a essa questão. Os resultados da maioria dos trabalhos desenvolvidos com esse propósito apresentam um aspecto em comum: destacam que a necessidade das organizações desenvolverem instrumentos que lhes possibilitem um 4

5 desenvolvimento sustentável tem exigido novas competências de seus mecanismos de controle. A Coelba entende que todas as suas ações devem ter como base um modelo sustentável de desenvolvimento. Para tanto, busca integrar suas ações estratégicas e estabelecer um programa de iniciativas coerente com os princípios que norteiam a atuação de empresas consideradas socialmente responsáveis. Esse entendimento da empresa encontra-se expressa em seu planejamento estratégico e constitui-se em referência para o direcionamento dos seus investimentos. Entretanto, a complexidade que caracteriza esse tema demanda abordagens e reflexões por parte da empresa no sentido de identificar soluções que assegurem a superação dos seus desafios para a consolidação e integração da sustentabilidade à sua estratégia de negócios. As variáveis sociais e geográficas que caracterizam o estado da Bahia - área de concessão da Coelba - tornam esse exercício ainda mais desafiador. Os conflitos socioambientais decorrentes do fornecimento de energia elétrica em locais de uso restrito, controle rigoroso ou de elevado impacto social demandam desta concessionária de energia metodologias, ferramentas e soluções que permitam identificar novas formas de abordagem desse tema. Essas soluções são de suma importância, tanto para as pessoas que precisam da energia em condições seguras e adequadas, quanto para a concessionária, que precisa reduzir perdas, cumprir a legislação ambiental e atender às expectativas dos seus clientes, aferidas em pesquisas de satisfação anuais conduzidas pela ANEEL, dentre outras. Assim, O tema sustentabilidade reveste-se de importância quando se adota como objeto de estudo uma empresa do setor elétrico brasileiro. Empresas do setor elétrico têm implantado iniciativas com o objetivo de adequar suas práticas às novas demandas da sociedade e consolidar sua sustentabilidade. Entretanto, a complexidade que caracteriza esse tema transforma a integração dessas práticas e o alinhamento dessas iniciativas com seu posicionamento estratégico em um grande desafio a ser superado pelas empresas. Ainda não se observa no setor elétrico brasileiro soluções que demonstrem resultados significativos e consistentes no alinhamento de práticas relacionadas ao tema sustentabilidade. De forma geral, os programas e projetos relacionados a esse tema não se encontram integrados dentro das empresas e algumas vezes, desvinculados do seu posicionamento estratégico. Em função desse cenário, este projeto se propõe a responder ao seguinte problema de pesquisa: Que metodologia permitiria integrar as práticas de sustentabilidade à estratégia de negócios da Coelba? A partir dessa referência desenvolvida pela pesquisa, pretende-se realizar uma análise profunda das práticas e mecanismos utilizados pela Coelba para o tratamento do tema sustentabilidade, a partir da lógica dos sistemas adaptativos complexos. Na literatura especializada podem ser identificadas várias propostas no sentido de aperfeiçoar práticas que auxiliem as organizações na busca pela sustentabilidade empresarial e também estudos de autores que desenvolvem suas análise a partir do entendimento das organizações como sistemas adaptativos complexos. Autores como Ansoff(2001), Cohen (1999), Kelly (1998), Prahalad (2008), Geus (1998), Gino (2002) e Kaplan (2006), têm colaborado com 5

6 estudos nesse sentido. Entretanto, poucos são os trabalhos de natureza científica que tratam deste assunto relacionando-o com a lógica dos sistemas complexos e com a realidade do setor elétrico brasileiro, mais especificamente, com a atividade de distribuição de energia elétrica. A análise das principais propostas e estudos, a serem analisadas por esta pesquisa, tornará possível a identificação dos conceitos fundamentais para a caracterização uma referência que considerem a natureza sistêmica e adaptativa da empresa e contemple essas especificidades do setor. Tal abordagem representa uma contribuição importante e original para o avanço do tema na Coelba e no próprio setor. A construção dessa metodologia, além de representar uma contribuição teórica para os estudos sobre os temas sustentabilidade e sistemas adaptativos complexos, permitirá à empresa identificar soluções para minimizar os impactos gerados por suas atividades sobre seus clientes e a sociedade, além de aperfeiçoar os critérios para direcionamento de seus investimentos. Os resultados da pesquisa também irão contribuir para a empresa articular o seu compromisso com a sustentabilidade junto à sociedade e seus clientes e catalisar soluções geradas a partir do próprio potencial de conhecimento possuído por esses atores. Para assegurar e facilitar a construção e aplicabilidade das soluções a serem identificadas, a equipe do projeto será integrada por profissionais que atuam em áreas da empresa que atualmente desenvolvem iniciativas vinculadas ao tema. O fato de a Coelba possuir como um de seus objetivos estratégicos (Mapa de Estratégias) a "Sustentabilidade Empresarial" também expressa o comprometimento de sua liderança com a aplicabilidade das práticas e iniciativas vinculadas a essa questão e o comprometimento das áreas da empresa com a aplicabilidade das soluções identificadas ao longo da pesquisa. O desenvolvimento do projeto de pesquisa também permitirá a capacitação profissional de membros da equipe. Essa capacitação ocorrerá por meio da participação de membros da equipe em cursos de pós-graduação na Universidade Federal da Bahia que possui o Programa de Pós-Graduação em Energia e Meio ambiente. Os profissionais selecionados para essa qualificação são profissionais com experiência na atividade de distribuição de energia elétrica. A especialização desses profissionais em temas como sustentabilidade e sistemas adaptativos complexos irá colaborar para o desenvolvimento de suas competências e, conseqüentemente, para a identificação de soluções que possam introduzir melhorias para a empresa e seus consumidores. Impactos socioambientais a) ISA1: Possibilidade de impactos ambientais (água, ar ou solo). - NÃO b) ISA2: Possibilidade de diversificação da matriz energética. - NÃO c) ISA3: Possibilidade de desenvolvimento de nova atividade socioeconômica (lazer, turismo, pesca, agricultura, etc.). - NÃO 6

7 d) ISA4: Possibilidade de impactos na segurança ou na qualidade de vida da comunidade. SIM: o aperfeiçoamento das práticas relacionadas com o tema sustentabilidade (por exemplo, o mapeamento dos impactos socioambientais das atividades da empresa) irá colaborar para minimizar os impactos das atividades da empresa sobre a sociedade MEMBROS DA EQUIPE DA COELBA R$/ Nome CPF Titulação 3 Função 4 hora Ana Virginia Cavalcanti Silva ES PE 87,50 Dantas Claudio Osnei Garcia DO GE 92,00 PE Frederico Nacor Frazão Carvalho ES 100,74 Meses dedicados Novembro 2010 a Julho 2011 Novembro 2009 a Novembro 2011 Novembro /2009 a Novembro /2011 Horas/mês 25/11/10, 25/12/10, 25/01/11, 25/04/11, 25/05/11, 25/06/11, 40/11/09, 40/12/09, 38/01/10, 38/02/10, 38/03/10, 46/04/10, 46/05/10, 46/06/10, 46/07/10, 23/08/10, 21/09/10, 22/10/10, 32/11/10, 32/12/10, 71/01/11, 47/04/11, 47/05/11, 47/06/11, 24/07/11, 24/08/11, 24/09/11, 20/10/11 61/11/09, 40/12/09, 40/01/10, 26/02/10, 26/03/10, 26/04/10, 26/05/10, 28/06/10, 28/07/10, 24/08/10, 3 DO - Doutor, ME - Mestre, ES Especialista, SU - Superior, TE - Técnico. 4 CO - Coordenador, GE - Gerente, PE Pesquisador, AT - Auxiliar Técnico, AB Auxiliar Técnico Bolsista, AA Auxiliar Administrativo. 7

8 18/09/10, 19/10/10, 32/11/10, 24/12/10, 56/01/11, 32/04/11, 32/05/11, 32/06/11, 32/07/11, 32/08/11, 32/09/11, 30/10/11 PE 40/11/09, 40/12/09, 37/01/10, 37/02/10, 37/03/10, 37/04/10, Jose Manoel Tito da Mota ME 74,00 Novembro 2009 a Novembro /05/10, 29/06/10, 29/07/10, 18/08/10, 15/09/10, 4/10/10, 32/11/10, 24/12/10, 56/01/11, 32/04/11, 32/05/11, 32/06/11, 32/07/11, 32/08/11, 32/09/11, 30/10/11 AA Novembro 32/11/10, 24/12/10, Gildete Cardoso Machado Matias SU 32, a Novembro /01/11, 32/04/11, 32/05/11, 32/06/11, 32/07/11, 32/08/11, 32/09/11, 20/10/11 PE Novembro 2009 a Junho 24/11/09, 24/12/09, 22/01/10, 22/02/10, 41/03/10, 28/04/10, Rita de Cassia Souza Ribeiro ES 28, /05/10, 28/06/10, 28/07/10, 28/08/10, 30/09/10, 40/10/10, 48/11/10, 56/01/11, 32/04/11, 32/05/11 Roberta Gaviao Soares ES PE 54,00 Junho 2010 a Julho 80/06/10, 80/07/10, 80/08/10, 88/09/10, 88/10/10, 72/11/10, 8

9 /12/10, 65/01/11, 32/02/11, 32/03/11, 32/04/11, 32/05/11, 32/06/11, Sankia Luiza de Sales ES PE 87,50 Novembro 2010 a Outubro /11/10, 25/12/10, 25/01/11, 25/04/11, 25/05/11, 25/06/11, 25/07/11, 25/08/11, 25/09/11 PE 40/11/09, 40/12/09, 38/01/10, 38/02/10, 29/03/10, 29/04/10, Wellindton de Araujo Gomes ME 91,00 Novembro 2009 a Novembro /05/10, 29/06/10, 29/07/10, 18/08/10, 15/09/10, 16/10/10, 30/11/10, 30/12/10, 71/01/11, 30/04/11, 30/05/11, 30/06/11, 30/07/11, 30/08/11, 30/09/11, 16/10/ MEMBROS DA(S) ENTIDADE(S) EXECUTORA(S) Nome CPF Titulação 1 Função 2 hora Valor da trabalhada Meses dedicados ao projeto Horas dedicadas ao projeto para cada mês Ednildo Andrade Torres DO CO 120,00 Novembro 2009 a Novembro 08 horas por mês 9

10 2011 Sonia Maria da Silva Gomes DO PE 91,00 Novembro 2009 a Novembro horas por mês 2.6. ETAPAS DO PROJETO Nº da etapa Atividades realizadas Meses de execução da etapa 01 Caracterizar o setor elétrico brasileiro Novembro/2009, Dezembro/2009, Janeiro/2010 e Fevereiro/ Apresentar a evolução do conceito de Sustentabilidade e identificar melhores práticas Construir estrutura de referencia para o tema sustentabilidade na distribuição de EE Março/2010, Abril/2010 e Maio/2010 Junho/2010, Julho/2010. Agosto/2010, Setembro/2010 e Outubro/ Diagnóstico da situação da Coelba Novembro/2010, Dezembro/2010 e Janeiro/ Identificar e implantar soluções para integrar ações da empresa Fevereiro/2011, Março/2011, Abril/2011, Maio/2011, Junho/2011, Julho/2011, Agosto/2011, Setembro/2011, Outubro/2011 e Novembro/ METODOLOGIA CARACTERIZAÇÃO DA PESQUISA O padrão conceitual que caracteriza essa pesquisa enfatiza a importância do contexto social e da dinâmica do ambiente sobre a organização objeto de estudo e alerta para a importância de 10

11 se considerar novas dimensões na análise de sistemas organizacionais, que extrapolam a clássica visão mecanicista que caracteriza os estudos dessa natureza. A complexidade que envolve a atividade de distribuição de energia elétrica impõe a necessidade de que a análise de problemas relacionados às distribuidoras se desenvolva a partir de uma abordagem sistêmica. Dessa forma, a postura metodológica adotada na pesquisa contempla a interpretação dos fenômenos identificados e a atribuição de significados para os mesmos. Este tipo de abordagem é característico de pesquisas de natureza qualitativa. Este tipo de abordagem enfatiza a impossibilidade das informações obtidas da pesquisa serem analisadas como fatos isolados ou acontecimentos fixos. MÉTODOS PREDOMINANTES Para compreender o perfil e atuação de uma empresa torna-se necessário identificar as transformações a que esta organização foi submetida ao longo de sua história (GARCIA, 2005). Esta pesquisa enfatiza o respeito às dimensões espaço/tempo como forma de assegurar o perfeito entendimento do fenômeno observado. Assim, inicialmente, deverão ser desenvolvidos estudos com o objetivo de caracterizar o setor elétrico brasileiro, mais especificamente a legislação que regulamenta a distribuição de energia elétrica no país e o modelo institucional proposto para esse setor. Desconsiderar a influência da legislação sobre o processo de decisão e as práticas utilizadas pelas empresas que atuam nesse setor poderia limitar as análises desenvolvidas pela pesquisa. O nível de análise adotado na pesquisa é o organizacional. Assim, pretende-se entender o processo de transformação e desenvolvimento a que a empresa objeto da pesquisa foi submetida ao longo de sua história e identificar informações que permitam facilitar o entendimento de seu comportamento atual. Da mesma forma, a coleta e análise das informações deverão contemplar variáveis que ratifiquem a natureza sistêmica da pesquisa. Ou seja, as respostas para a questão central que justifica esta pesquisa serão construídas a partir de um estudo de caso da empresa. Segundo Yin (2001) os estudos de caso se configuram como uma boa estratégia quando o pesquisador tem pouco controle sobre os eventos e pretende-se responder questões do tipo "como" ou "por que" determinados fenômenos ocorrem. PERGUNTAS DE PESQUISA As principais perguntas a serem respondidas nesta investigação são: a. Quais as principais características do setor elétrico brasileiro, mais especificamente, da legislação que regulamenta o setor de distribuição de energia elétrica no País? b. Quais os principais conceitos relacionados ao tema sustentabilidade, viáveis para aplicação na - Coelba? 11

12 c. Quais as abordagens e práticas atualmente utilizadas pela Coelba no tratamento do tema "sustentabilidade"? d. Que melhorias poderiam ser implantadas na empresa para que a estratégia "sustentabilidade empresarial" seja consolidada? COLETA E ANÁLISE DE DADOS A coleta dos dados utilizados para se atingir os objetivos propostos nesta pesquisa inclui, além de pesquisa bibliográfica para construção do referencial teórico, o levantamento de documentação da empresa e do setor em que se encontra inserida. Na pesquisa documental a fonte principal de coleta dos dados está concentrada em documentos da próprias empresa, ou seja, fontes primárias de dados. Marconi (2002), identifica como fonte de dados seis tipos básicos de documentos escritos: documentos oficiais, publicações parlamentares, documentos jurídicos, fontes estatísticas, publicações administrativas e documentos particulares. Os documentos utilizados como fonte de dados nessa pesquisa se caracterizam, em sua maioria, como publicações administrativas da empresa pesquisada. Constituem-se em relatórios diversos, revistas e jornais de publicação interna, circulares e normas das empresas. As publicações administrativas algumas vezes são utilizadas pelas empresas para promover sua imagem junto a clientes e ao mercado. Como conseqüência, para a análise dessa documentação, deve ser considerado também o contexto em que cada documento foi emitido. As demais informações necessárias para a análise pretendida serão obtidas de entrevistas realizadas com profissionais que atuam na organização objeto de análise. Os dados coletados nas entrevistas também serão organizados de forma a possibilitar a identificação do perfil da empresa. Será utilizada a técnica de análise de conteúdo para a análise dos dados coletados. A análise de conteúdo é uma técnica particularmente utilizada para a análise de informações qualitativas e para confirmar ou não afirmações estabelecidas antes do trabalho de investigação (MINAYO,2001). DELIMITAÇÃO E ESCOPO DA PESQUISA A pesquisa tem como foco principal o tema sustentabilidade empresarial, o setor elétrico brasileiro, mais especificamente, aspectos relacionados com a atividade de distribuição de energia elétrica e a - Coelba. A população objeto da investigação de campo é constituída por empresas que atuam no setor elétrico (verificação de melhores práticas) e a - Coelba, representada pelos executivos e analistas que desenvolvem atividades relacionadas com esse tema. 12

13 PLANO DE QUALIDADE Para a gestão desse Projeto, foram utilizados conceitos e práticas sugeridas pela metodologia do PMI (Project Management Institute). Para o controle de qualidade dos produtos gerados pelo projeto, por exemplo, foi constituído um Grupo de Garantia da Qualidade. Desse Grupo participam o Gerente da área de Comunicação Corporativa da Coelba, seu Gestor da Unidade de Desenvolvimento Sustentável e o Gerente do Projeto. Essa equipe de profissionais é responsável por garantir que as diretrizes utilizadas pelo projeto para a garantia da qualidade (normas e padrões) estão sendo realmente efetivas. Adicionalmente, este grupo é o responsável pelas inspeções (e registro de seus resultados), verificando se o processo e os produtos gerados pelo projeto estão obedecendo aos padrões de qualidade anteriormente especificados, identificando a existência de eventuais não-conformidades no projeto e orientando a eliminação das mesmas. Membros do Grupo de Garantia da Qualidade O Grupo é responsável pela condução do Plano de Qualidade do projeto. O Plano de Qualidade do projeto - Ferramenta para redução de impactos socioambientais das atividades operacionais de uma empresa distribuidora de energia elétrica - estabelece como a qualidade dos produtos e atividades envolvidas no desenvolvimento do projeto são garantidas. O controle da qualidade dos produtos é importante porque apesar de apresentar resultados para a Coelba (tema é corporativo impacta toda a empresa), o projeto também poderá ser utilizado por demais empresas que atuam no setor elétrico (foco ABRADEE) - Estudo de caso para a UFBA. As soluções identificadas e construídas também impactam as práticas e resultados de vários processos e departamentos organizacionais. Para a avaliação da qualidade do projeto também foram considerados os padrões de qualidade estabelecidos pela Aneel. Padrões de qualidade são diretrizes cujo objetivo é evitar a ocorrência de não-conformidades do processo e dos produtos gerados em um projeto. Comumente, estas diretrizes são especificadas por autoridades externas à organização, como Aneel. A tabela abaixo lista os padrões de qualidade que utilizados em todo o progresso da solução. 13

14 Padrões de qualidade que utilizados em todo o progresso da solução As métricas de qualidade apresentadas na tabela abaixo indicam parâmetros para avaliação do resultado de inspeções e auditorias realizadas nos diversos produtos gerados ao longo do desenvolvimento do projeto. 14

15 Padrões de qualidade que utilizados em todo o progresso da solução Dessa forma, a garantia da qualidade dos produtos do projeto é assegurada por auditorias e inspeções. As inspeções e auditorias têm como objetivo a identificação de não-conformidades tanto em produtos e como no desenvolvimento do Projeto. As inspeções são revisões mais formais, realizadas pela própria equipe do Projeto. O objetivo das inspeções é descobrir e corrigir a maior quantidade de não-conformidades possível antes da auditoria a ser realizada pela Aneel/EPI (Coelba). Esta última, por sua vez, é caracterizada por revisões formais, mais rígidas, realizadas por uma equipe externa. Destaca-se o fato de que para as auditorias relacionadas com a prestação de contas das despesas realizadas alocação dos recursos disponíveis para o projeto - o Comitê Interno do Programa de P&D da Coelba se utiliza da prestação de serviços de empresa especializada no tema. O encontro de não-conformidades em uma auditoria é grave e contribui negativamente para o reconhecimento do grau de qualidade do projeto e de seus produtos. O quadro abaixo apresenta uma síntese dos procedimentos para as inspeções e auditorias. Esses procedimentos contemplam tanto as inspeções a serem realizadas pela equipe interna Grupo de Garantia da Qualidade e Comitê Interno do Programa de P&D da Coelba - como as avaliações a serem realizadas pela Aneel. 15

16 Procedimentos para as inspeções e auditorias 2.8. ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA DO PRODUTO PRINCIPAL OBTIDO FERRAMENTA PARA REDUÇÃO DE IMPACTOS SOCIOAMBIENTAIS EM UMA EMPRESA DISTRIBUIDORA DE ENERGIA ELÉTRICA Sistema de informação em ambiente WEB, plataforma de desenvolvimento Microsoft em linguagem C#, banco de dados Oracle e componente gráfico XtraCharts Suite da DevExpress. Funções Básicas Cadastro dos setores; Faixas de resultados e Metas e Valores de Indicadores Tela única para cadastro dos indicadores - inclusão, alteração, exclusão, consulta e listagem. Associação dos indicadores com aspectos dos focos de atuação, setores, atividades dos processos, faixas de resultado e metas esperadas. Tela com a ficha dos indicadores: gráfico do histórico do resultado e tela com o resultado dos indicadores (gráficos), por foco de atuação e aspecto. Telas fixas com as imagens representativas dos processos e impactos socioambientais gerados pelas atividades. Relatório geral de Resultados, Focos de Atuação e Aspectos Relatório de Custo por Processo, Atividade e Foco de Atuação 16

17 Tela cadastro da análise final de indicadores: comentários sobre os resultados obtidos TÉCNICA EMPREGADA A ferramenta/metodologia tem como base conceitual os princípios do Instituto Ethos e o Mapa de Processos da Coelba. A articulação entre impactos socioambientais e o Mapa de processos assegura que os conceitos de responsabilidade social sejam incorporados na cultura da empresa. A metodologia identifica as atividades dos processos com maiores impactos socioambientais e define indicadores e ações para seu monitoramento. Esses impactos são classificados segundo critérios do ETHOS: público interno, fornecedores, meio ambiente, sociedade e clientes. Os itens de classificação representa a natureza dos impactos socioambientais gerados pelas atividades da empresa. A metodologia utilizada para o sistema (SIG) contempla o desenvolvimento de ações agrupadas em cinco etapas: i) priorização dos processos; ii) definição dos indicadores de gestão; iii) adequação dos documentos normativos; iv) adequação dos orçamentos de custeio e de investimento e v) gerenciamento dos impactos socioambientais RESULTADOS DOS TESTES DE FUNCIONALIDADE DO PRODUTO PRINCIPAL E SUAS RESTRIÇÕES Os testes desenvolvidos pelo Comitê de Qualidade do Projeto (comitê constituído para avaliar a qualidade dos produtos gerados) demonstraram a adequação da ferramenta aos requisitos estabelecidos em sua configuração. Os testes foram realizados utilizando-se um cadastro de quarenta indicadores considerados prioritários para o monitoramento dos impactos socioambientais gerados pela empresa. Os testes demonstraram que o sistema oferece a possibilidade de adequação de seu cadastro (flexibilidade para mudanças no modelo ETHOS ou adoção de outra referência para o mapeamento dos impactos sociais e ambientais), sem que os princípios da metodologia e seu funcionamento sejam comprometidos ABRANGÊNCIA DE APLICAÇÃO DO PRODUTO PRINCIPAL E SUAS RESTRIÇÕES A pesquisa permite a caracterização de uma estrutura de referência que considera a natureza sistêmica e adaptativa da empresa e contempla as especificidades do setor. 17

18 Esta condição restringe a utilização dos produtos do projeto a empresas que atuam nesse setor. A natureza sistêmica dos conceitos utilizados para os produtos oferece a possibilidade de adaptação dessas soluções por empresas que atuam em outros setores. A metodologia suportada pelo sistema de informações representa uma contribuição teórica para os estudos sobre sustentabilidade. Também permite à empresa identificar soluções para minimizar os impactos sociais e ambientais gerados por suas atividades e aperfeiçoar os seus critérios de investimentos. O software foi elaborado a partir do mapeamento das atividades operacionais e de apoio da Coelba. Sua implantação em outras empresas do setor está condicionada ao mapeamento dos processos de negócio e de apoio das mesmas. Essa condição é fundamental para utilização da ferramenta ÂMBITO DE APLICAÇÃO DO PRODUTO PRINCIPAL E SUAS RESTRIÇÕES O sistema desenvolvido funciona como protótipo para Coelba, sendo independente dos sistemas existentes no ambiente da Neoenergia. O sistema esta disponibilizado em ambiente produtivo da Stefanini para acesso via Internet Explorer 8 ou superior durante 12 meses a contar de conclusão do desenvolvimento do sistema. Descrição do ambiente produtivo Servidor de Aplicação / Banco de Dados (Equivalente ao DELL PowerEdge T310) Processador: Intel Xeon X3430, 2.4 Ghz, 8M Sistema Operacional: Windows Server 2008 Standard R2 64 bits em inglês com 5 CALs inclusas HD: 2 discos de 250GB, 2x1GB, 1333MHz, UDIMM Raid, controladora SAS/6iR e H200, 1 a 4 HDs Hot Plug Link: Dedicado 10 Ms Ao final dos 12 meses de hospedagem da aplicação, a Stefanini estará disponibilizando: a) Os Programas Fontes, desenvolvidos em C#; b) Os Scripts do Banco de Dados Oracle; c) O Backup das informações gravadas no Banco de Dados; 18

19 d) Documentação: Manual do usuário e Manual de Instalação CAPACITAÇÃO PROFISSIONAL Tipo 5 de Capacitação Profissional Código da Capacitação Profissional Data de conclusão Membro da equipe que realizou a Capacitação Profissional Instituição executora onde foi obtida a Capacitação Profissional Área de pesquisa da capacitação profissional Título do trabalho Nome do arquivo do trabalho em formato PDF Mestrado (Stricto Sensu) ME Previsão: março/2012 Qualificação: Frederico Nacor Frazão Carvalho Universidade Federal da Bahia - UFBA Engenharia Industrial Modelo de gestão dos impactos sociais e ambientais: estudo de caso no segmento de distribuição de energia elétrica Dissertação_PEI_2011_Frederico Carvalho_fred.pdf Tipo 6 de Capacitação Profissional Código da Capacitação Profissional Data de conclusão Membro da equipe que realizou a Capacitação Profissional Instituição executora onde foi obtida a Capacitação Profissional Mestrado (Stricto Sensu) ME Previsão: março/2012 Qualificação: Rita de Cássia Souza Ribeiro Universidade Federal da Bahia - UFBA 5 PD Pós-doutorado (Stricto Sensu), DO Doutorado (Stricto Sensu), ME Mestrado (Stricto Sensu), ES Especialização (Lato Sensu) 6 PD Pós-doutorado (Stricto Sensu), DO Doutorado (Stricto Sensu), ME Mestrado (Stricto Sensu), ES Especialização (Lato Sensu) 19

20 Área de pesquisa da capacitação profissional Título do trabalho Nome do arquivo do trabalho em formato PDF Engenharia Industrial Gestão dos impactos sociais e ambientais: de uma distribuidora de energia elétrica através de indicadores Dissertacao_PEI_2011_RitadeCassia.pdf Tipo 7 de Capacitação Profissional Código da Capacitação Profissional Data de conclusão Membro da equipe que realizou a Capacitação Profissional Instituição executora onde foi obtida a Capacitação Profissional Área de pesquisa da capacitação profissional Título do trabalho Nome do arquivo do trabalho em formato PDF Doutorado (Stricto Sensu) DO Previsão: 2 semestre/2013 Qualificação: 2 semestre 2012 José Manuel Tito da Mota Universidade Federal da Bahia - UFBA Energia e ambiente Sustentabilidade corporativa: proposta de um modelo conceitual para suporte ao planejamento de negócio de uma distribuidora de energia elétrica Doutorado_PEI_2011_Tito.pdf Tipo 8 de Capacitação Profissional Código da Capacitação Profissional Pós-doutorado (Stricto Sensu) PD 7 PD Pós-doutorado (Stricto Sensu), DO Doutorado (Stricto Sensu), ME Mestrado (Stricto Sensu), ES Especialização (Lato Sensu) 8 PD Pós-doutorado (Stricto Sensu), DO Doutorado (Stricto Sensu), ME Mestrado (Stricto Sensu), ES Especialização (Lato Sensu) 20

PROGRAMA DE PATROCÍNIO DA COELBA

PROGRAMA DE PATROCÍNIO DA COELBA PROGRAMA DE PATROCÍNIO DA COELBA Guia Básico do Proponente Resumo das diretrizes e critérios da Coelba/ Grupo Neoenergia para patrocínios a projetos socioculturais e ambientais. 1 Índice Introdução 2 1.

Leia mais

Outubro 2009. Carlos Eduardo Bizzotto Gisa Melo Bassalo Marcos Suassuna Sheila Pires Tony Chierighini

Outubro 2009. Carlos Eduardo Bizzotto Gisa Melo Bassalo Marcos Suassuna Sheila Pires Tony Chierighini Outubro 2009 Carlos Eduardo Bizzotto Gisa Melo Bassalo Marcos Suassuna Sheila Pires Tony Chierighini Sustentabilidade Articulação Ampliação dos limites Sistematização Elementos do Novo Modelo Incubação

Leia mais

METODOLOGIA HSM Centrada nos participantes com professores com experiência executiva, materiais especialmente desenvolvidos e infraestrutura tecnológica privilegiada. O conteúdo exclusivo dos especialistas

Leia mais

C O B I T. Gerenciamento dos Riscos Mitigação. Aceitação. Transferência. Evitar/Eliminar.

C O B I T. Gerenciamento dos Riscos Mitigação. Aceitação. Transferência. Evitar/Eliminar. C O B I T Evolução Estratégica A) Provedor de Tecnologia Gerenciamento de Infra-estrutura de TI (ITIM) B) Provedor de Serviços Gerenciamento de Serviços de TI (ITSM) C) Parceiro Estratégico Governança

Leia mais

Instituto Euvaldo Lodi de Santa Catarina IEL/SC

Instituto Euvaldo Lodi de Santa Catarina IEL/SC Instituto Euvaldo Lodi de Santa Catarina IEL/SC Uma estrutura de apoio à Inovação Eliza Coral, Dr. Eng., PMP Outubro, 2010 Diretrizes Organizacionais Missão Contribuir para o desenvolvimento sustentável

Leia mais

POLÍTICA DE SUSTENTABILIDADE

POLÍTICA DE SUSTENTABILIDADE POLÍTICA DE SUSTENTABILIDADE 1. OBJETIVO E ABRANGÊNCIA Esta Política tem como objetivos: Apresentar de forma transparente os princípios e as diretrizes de sustentabilidade que permeiam a estratégia e direcionam

Leia mais

PROGRAMA EDUCAÇÃO AMBIENTAL DA SAMARCO. Programa de Educação Ambiental Interno

PROGRAMA EDUCAÇÃO AMBIENTAL DA SAMARCO. Programa de Educação Ambiental Interno PROGRAMA EDUCAÇÃO AMBIENTAL DA SAMARCO Programa de Educação Ambiental Interno Condicionante 57 LO 417/2010 SUMÁRIO 1. APRESENTAÇÃO 04 2. IDENTIFICAÇÃO DA EMPRESA 05 3. REGULAMENTO APLICÁVEL 06 3.1. FEDERAL

Leia mais

Qualidade de Processo de Software Normas ISO 12207 e 15504

Qualidade de Processo de Software Normas ISO 12207 e 15504 Especialização em Gerência de Projetos de Software Qualidade de Processo de Software Normas ISO 12207 e 15504 Prof. Dr. Sandro Ronaldo Bezerra Oliveira srbo@ufpa.br Qualidade de Software 2009 Instituto

Leia mais

Unidade II GESTÃO DO CONHECIMENTO. Profa. Leonor Cordeiro Brandão

Unidade II GESTÃO DO CONHECIMENTO. Profa. Leonor Cordeiro Brandão Unidade II GESTÃO DO CONHECIMENTO Profa. Leonor Cordeiro Brandão Relembrando Vimos alguns conceitos importantes: O que são dados; O que é informação; Quando uma informação se transforma em conhecimento;

Leia mais

SISTEMA DA GESTÃO AMBIENTAL SGA MANUAL CESBE S.A. ENGENHARIA E EMPREENDIMENTOS

SISTEMA DA GESTÃO AMBIENTAL SGA MANUAL CESBE S.A. ENGENHARIA E EMPREENDIMENTOS CESBE S.A. ENGENHARIA E EMPREENDIMENTOS SISTEMA DA GESTÃO AMBIENTAL MANUAL Elaborado por Comitê de Gestão de Aprovado por Paulo Fernando G.Habitzreuter Código: MA..01 Pag.: 2/12 Sumário Pag. 1. Objetivo...

Leia mais

PROGRAMA DE PATROCÍNIO DA COSERN

PROGRAMA DE PATROCÍNIO DA COSERN PROGRAMA DE PATROCÍNIO DA COSERN Resumo das diretrizes e critérios da COSERN/ Grupo Neoenergia para patrocínios a projetos socioculturais e ambientais. Guia Básico do Proponente 1 Índice Introdução 2 1.

Leia mais

GESTÃO DE PROJETOS PARA A INOVAÇÃO

GESTÃO DE PROJETOS PARA A INOVAÇÃO GESTÃO DE PROJETOS PARA A INOVAÇÃO Indicadores e Diagnóstico para a Inovação Primeiro passo para implantar um sistema de gestão nas empresas é fazer um diagnóstico da organização; Diagnóstico mapa n-dimensional

Leia mais

MANUAL DE PESQUISA & DESENVOLVIMENTO Eletrobras Distribuição Alagoas

MANUAL DE PESQUISA & DESENVOLVIMENTO Eletrobras Distribuição Alagoas MANUAL DE PESQUISA & DESENVOLVIMENTO Eletrobras Distribuição Alagoas Versão 4.0 MARÇO/2011 1. INTRODUÇÃO A ELETROBRAS DISTRIBUIÇÃO ALAGOAS deve aplicar anualmente 0,2% (zero vírgula dois por cento) de

Leia mais

Objetivos. PDI - Plano Diretor de Informática. O que é? Como é feito? Quanto dura sua elaboração? Impactos da não execução do PDI

Objetivos. PDI - Plano Diretor de Informática. O que é? Como é feito? Quanto dura sua elaboração? Impactos da não execução do PDI Objetivos Assegurar que os esforços despendidos na área de informática sejam consistentes com as estratégias, políticas e objetivos da organização como um todo; Proporcionar uma estrutura de serviços na

Leia mais

Desenvolvimento de Novos Produtos e Serviços para a Área Social

Desenvolvimento de Novos Produtos e Serviços para a Área Social Programa 0465 SOCIEDADE DA INFORMAÇÃO - INTERNET II Objetivo Incrementar o grau de inserção do País na sociedade de informação e conhecimento globalizados. Público Alvo Empresas, usuários e comunidade

Leia mais

Prof. Fabiano Geremia

Prof. Fabiano Geremia PLANEJAMENTO ESTRÁTEGICO PARA ARRANJOS PRODUTIVOS CURSO INTERMEDIÁRIO PARA FORMULADORES DE POLÍTICAS Prof. Fabiano Geremia Planejamento Estratégico ementa da disciplina Planejamento estratégico e seus

Leia mais

FACULDADE REDENTOR NUCLEO DE APOIO EMPRESARIAL CURSO DE ADMINISTRAÇÃO

FACULDADE REDENTOR NUCLEO DE APOIO EMPRESARIAL CURSO DE ADMINISTRAÇÃO FACULDADE REDENTOR NUCLEO DE APOIO EMPRESARIAL CURSO DE ADMINISTRAÇÃO Justificativa: As transformações ocorridas nos últimos anos têm obrigado as organizações a se modificarem constantemente e de forma

Leia mais

POLÍTICAS DE GESTÃO PROCESSO DE SUSTENTABILIDADE

POLÍTICAS DE GESTÃO PROCESSO DE SUSTENTABILIDADE POLÍTICAS DE GESTÃO PROCESSO DE SUSTENTABILIDADE 1) OBJETIVOS - Apresentar de forma transparente as diretrizes de sustentabilidade que permeiam a estratégia e a gestão; - Fomentar e apoiar internamente

Leia mais

Descrição dos Cargos, Atribuições e Responsabilidades

Descrição dos Cargos, Atribuições e Responsabilidades Descrição dos Cargos, Atribuições e Responsabilidades 1. DESCRIÇÕES DO CARGO - ESPECIALISTA EM DESENVOLVIMENTO DE TECNOLOGIA NUCLEAR E DEFESA a) Descrição Sumária Geral Desenvolver, projetar, fabricar,

Leia mais

AUXÍLIO FINANCEIRO A CURSOS PROJETO DE PESQUISA APLICADA SUMÁRIO

AUXÍLIO FINANCEIRO A CURSOS PROJETO DE PESQUISA APLICADA SUMÁRIO 1 AUÍLIO FINANCEIRO A CURSOS PROJETO DE PESQUISA APLICADA SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO... 2 2 O QUE É UM PROJETO?... 2 2.1 PROJETO DE PESQUISA... 2 3 CLASSIFICAÇÃO DAS PESQUISAS... 4 4 CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO PARA

Leia mais

REFERENCIAIS DE IMPLANTAÇÃO DE GESTÃO DO CONHECIMENTO NA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA: MODELO IPEA

REFERENCIAIS DE IMPLANTAÇÃO DE GESTÃO DO CONHECIMENTO NA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA: MODELO IPEA REFERENCIAIS DE IMPLANTAÇÃO DE GESTÃO DO CONHECIMENTO NA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA: MODELO IPEA VALIDAÇÃO DO MODELO CONCEITUAL DE GC DOS CORREIOS POR MEIO DO PROCESSO PILOTO CEP Alceu Roque Rech CORREIOS 17.06.13

Leia mais

EDITAL SENAI SESI DE INOVAÇÃO. Caráter inovador projeto cujo escopo ainda não possui. Complexidade das tecnologias critério de avaliação que

EDITAL SENAI SESI DE INOVAÇÃO. Caráter inovador projeto cujo escopo ainda não possui. Complexidade das tecnologias critério de avaliação que ANEXO II Caráter inovador projeto cujo escopo ainda não possui registro em base de patentes brasileira. Também serão considerados caráter inovador para este Edital os registros de patente de domínio público

Leia mais

Promover um ambiente de trabalho inclusivo que ofereça igualdade de oportunidades;

Promover um ambiente de trabalho inclusivo que ofereça igualdade de oportunidades; POLÍTICA DE SUSTENTABILIDADE OBJETIVO Esta Política tem como objetivos: - Apresentar as diretrizes de sustentabilidade que permeiam a estratégia e a gestão; - Fomentar e apoiar internamente as inovações

Leia mais

1. Escopo ou finalidade da iniciativa

1. Escopo ou finalidade da iniciativa 1. Escopo ou finalidade da iniciativa O Poder Judiciário tem-se conscientizado, cada vez mais, de que se faz necessária uma resposta para a sociedade que exige uma prestação jurisdicional mais célere e

Leia mais

CURSO DE GRADUAÇÃO PRESENCIAL SISTEMAS DE INFORMAÇÃO

CURSO DE GRADUAÇÃO PRESENCIAL SISTEMAS DE INFORMAÇÃO FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE DO TOCANTINS CURSO DE GRADUAÇÃO PRESENCIAL SISTEMAS DE INFORMAÇÃO Identificação do Curso Nome do Curso: Sistemas de Informação Titulação: Bacharelado Modalidade de ensino: Presencial

Leia mais

Política de Responsabilidade Socioambiental

Política de Responsabilidade Socioambiental Política de Responsabilidade Socioambiental SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO... 3 2 OBJETIVO... 3 3 DETALHAMENTO... 3 3.1 Definições... 3 3.2 Envolvimento de partes interessadas... 4 3.3 Conformidade com a Legislação

Leia mais

POLÍTICA DE SEGURANÇA, MEIO AMBIENTE E SAÚDE - SMS. Versão Data Histórico Aprovação 00 20/10/09 Emissão de documento Aldo Guedes

POLÍTICA DE SEGURANÇA, MEIO AMBIENTE E SAÚDE - SMS. Versão Data Histórico Aprovação 00 20/10/09 Emissão de documento Aldo Guedes POLÍTICA DE SEGURANÇA, MEIO AMBIENTE E SAÚDE - SMS. Elaboração Luiz Guilherme D CQSMS 10 00 Versão Data Histórico Aprovação 00 20/10/09 Emissão de documento Aldo Guedes Avaliação da Necessidade de Treinamento

Leia mais

Ementários. Disciplina: Gestão Estratégica

Ementários. Disciplina: Gestão Estratégica Ementários Disciplina: Gestão Estratégica Ementa: Os níveis e tipos de estratégias e sua formulação. O planejamento estratégico e a competitividade empresarial. Métodos de análise estratégica do ambiente

Leia mais

Manual do Sistema de Gestão Ambiental - Instant Solutions. Manual do Sistema de Gestão Ambiental da empresa

Manual do Sistema de Gestão Ambiental - Instant Solutions. Manual do Sistema de Gestão Ambiental da empresa Manual do Sistema de Gestão Ambiental da empresa Data da Criação: 09/11/2012 Dara de revisão: 18/12/2012 1 - Sumário - 1. A Instant Solutions... 3 1.1. Perfil da empresa... 3 1.2. Responsabilidade ambiental...

Leia mais

GERENCIAMENTO DE PROJETOS EM UM ESCRITÓRIO DE ARQUITETURA: VISÃO TRADICIONAL X NEGÓCIOS BASEADOS EM PROJETOS

GERENCIAMENTO DE PROJETOS EM UM ESCRITÓRIO DE ARQUITETURA: VISÃO TRADICIONAL X NEGÓCIOS BASEADOS EM PROJETOS GERENCIAMENTO DE PROJETOS EM UM ESCRITÓRIO DE ARQUITETURA: VISÃO TRADICIONAL X NEGÓCIOS BASEADOS EM PROJETOS Ana Carolina Freitas Teixeira¹ RESUMO O gerenciamento de projetos continua crescendo e cada

Leia mais

Relatório de Consultoria PD.33.10.83A.0080A/RT-05-AA. Levantamento da Gestão de TIC

Relatório de Consultoria PD.33.10.83A.0080A/RT-05-AA. Levantamento da Gestão de TIC Relatório de Consultoria PD.33.10.83A.0080A/RT-05-AA Levantamento da Gestão de TIC Cotação: 23424/09 Cliente: PRODABEL Contato: Carlos Bizzoto E-mail: cbizz@pbh.gov.br Endereço: Avenida Presidente Carlos

Leia mais

FUNDAÇÃO PARQUE TECNOLÓGICO ITAIPU - BRASIL

FUNDAÇÃO PARQUE TECNOLÓGICO ITAIPU - BRASIL REGULAMENTO DO PROCESSO SELETIVO Nº 10.15 A FUNDAÇÃO PARQUE TECNOLÓGICO ITAIPU BRASIL (FPTI-BR) torna público que serão recebidas as inscrições para o Processo Seletivo nº 10.15 sob contratação em regime

Leia mais

SIMPLIFICAÇÃO DE PROCESSOS

SIMPLIFICAÇÃO DE PROCESSOS SIMPLIFICAÇÃO DE PROCESSOS 1 FINALIDADE DO PROJETO ESTRATÉGICO Simplificar e padronizar os processos internos, incrementando o atendimento ao usuário. Especificamente o projeto tem o objetivo de: Permitir

Leia mais

ü Curso - Bacharelado em Sistemas de Informação

ü Curso - Bacharelado em Sistemas de Informação Curso - Bacharelado em Sistemas de Informação Nome e titulação do Coordenador: Coordenador: Prof. Wender A. Silva - Mestrado em Engenharia Elétrica (Ênfase em Processamento da Informação). Universidade

Leia mais

O NOVO MODELO DE AVALIAÇÃO

O NOVO MODELO DE AVALIAÇÃO III Congresso Consad de Gestão Pública O NOVO MODELO DE AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO DA SEPLAG Norma Maria Cavalcanti Alcoforado Painel 02/007 Avaliação de desempenho e remuneração variável O NOVO MODELO DE

Leia mais

Serviço Público. Manutenção e Suporte em Informática

Serviço Público. Manutenção e Suporte em Informática Serviço Público Manutenção e Suporte em Informática Wilson Pedro Coordenador do Curso de Serviço Público etec_sp@ifma.edu.br Carla Gomes de Faria Coordenadora do Curso de Manutenção e Suporte em Informática

Leia mais

CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU (ESPECIALIZAÇÃO) MBA em Gestão de Pessoas Coordenação Acadêmica: Drª. Ana Maria Viegas Reis

CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU (ESPECIALIZAÇÃO) MBA em Gestão de Pessoas Coordenação Acadêmica: Drª. Ana Maria Viegas Reis CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU (ESPECIALIZAÇÃO) MBA em Gestão de Pessoas Coordenação Acadêmica: Drª. Ana Maria Viegas Reis APRESENTAÇÃO A FGV é uma instituição privada sem fins lucrativos, fundada em

Leia mais

Prof. Dr. Ivanir Costa. Unidade III QUALIDADE DE SOFTWARE

Prof. Dr. Ivanir Costa. Unidade III QUALIDADE DE SOFTWARE Prof. Dr. Ivanir Costa Unidade III QUALIDADE DE SOFTWARE Normas de qualidade de software - introdução Encontra-se no site da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) as seguintes definições: Normalização

Leia mais

POLÍTICA DE COMUNICAÇÃO E ENGAJAMENTO COM PÚBLICOS DE INTERESSE DAS EMPRESAS ELETROBRAS

POLÍTICA DE COMUNICAÇÃO E ENGAJAMENTO COM PÚBLICOS DE INTERESSE DAS EMPRESAS ELETROBRAS POLÍTICA DE COMUNICAÇÃO E ENGAJAMENTO COM PÚBLICOS DE INTERESSE DAS Versão 2.0 09/02/2015 Sumário 1 Objetivo... 3 1.1 Objetivos Específicos... 3 2 Conceitos... 4 3 Princípios... 5 4 Diretrizes... 5 4.1

Leia mais

CobiT 4.1 Plan and Organize Manage Projects PO10

CobiT 4.1 Plan and Organize Manage Projects PO10 CobiT 4.1 Plan and Organize Manage Projects PO10 Planejar e Organizar Gerenciar Projetos Pedro Rocha http://rochapedro.wordpress.com RESUMO Este documento trás a tradução do objetivo de controle PO10 (Gerenciamento

Leia mais

DIRETRIZES PARA AQUISIÇÃO DE EQUIPAMENTOS E SERVIÇOS DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO DA AUTORIDADE PÚBLICA OLÍMPICA

DIRETRIZES PARA AQUISIÇÃO DE EQUIPAMENTOS E SERVIÇOS DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO DA AUTORIDADE PÚBLICA OLÍMPICA DIRETRIZES PARA AQUISIÇÃO DE EQUIPAMENTOS E SERVIÇOS DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO DA AUTORIDADE PÚBLICA OLÍMPICA 1 APRESENTAÇÃO Este conjunto de diretrizes foi elaborado para orientar a aquisição de equipamentos

Leia mais

Gerenciamento de Projetos Modulo I Conceitos Iniciais

Gerenciamento de Projetos Modulo I Conceitos Iniciais Gerenciamento de Projetos Modulo I Conceitos Iniciais Prof. Walter Cunha falecomigo@waltercunha.com http://waltercunha.com Bibliografia* Project Management Institute. Conjunto de Conhecimentos em Gerenciamento

Leia mais

PROCESSOS PODEROSOS DE NEGÓCIO. ideiaconsultoria.com.br 43 3322 2110 comercial@ideiaconsultoria.com.br

PROCESSOS PODEROSOS DE NEGÓCIO. ideiaconsultoria.com.br 43 3322 2110 comercial@ideiaconsultoria.com.br PROCESSOS PODEROSOS DE NEGÓCIO ideiaconsultoria.com.br 43 3322 2110 comercial@ideiaconsultoria.com.br POR QUE ESCREVEMOS ESTE E-BOOK? Nosso objetivo com este e-book é mostrar como a Gestão de Processos

Leia mais

RELATÓRIO DE GERENCIAMENTO DO RISCO OPERACIONAL NO BANCO BMG POSIÇAO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2008

RELATÓRIO DE GERENCIAMENTO DO RISCO OPERACIONAL NO BANCO BMG POSIÇAO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2008 SUPERINTENDÊNCIA DE CONTROLE GERÊNCIA DE CONTROLE DE TESOURARIA ANÁLISE DE RISCO OPERACIONAL RELATÓRIO DE GERENCIAMENTO DO RISCO OPERACIONAL NO BANCO BMG POSIÇAO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2008 Belo Horizonte

Leia mais

V Congresso Auditar. Tema:

V Congresso Auditar. Tema: V Congresso Auditar Tema: Carreira em Organizações Públicas - Conceitos e Experiências Prof. Dr. José Antonio Monteiro Hipólito Brasília, 05 de setembro de 014 14:00 15:30h Agenda 1. Introdução: Importância

Leia mais

SIMPROS 2001. Experiência de implantação da norma ISO 9001:2000 a partir da utilização da ISO/IEC TR 15504 (SPICE) para Melhoria de Processos

SIMPROS 2001. Experiência de implantação da norma ISO 9001:2000 a partir da utilização da ISO/IEC TR 15504 (SPICE) para Melhoria de Processos Experiência de implantação da norma ISO 9001:2000 a partir da utilização da ISO/IEC TR 15504 (SPICE) para Melhoria de Processos Adilson Sérgio Nicoletti Blumenau, SC - setembro de 2001 Conteúdo Apresentação

Leia mais

COMISSÃO NACIONAL DE ENERGIA NUCLEAR DIRETORIA DE GESTÃO INSTITUCIONAL COORDENAÇÃO-GERAL DE RECURSOS HUMANOS PLANO ANUAL DE CAPACITAÇÃO PARA 2007

COMISSÃO NACIONAL DE ENERGIA NUCLEAR DIRETORIA DE GESTÃO INSTITUCIONAL COORDENAÇÃO-GERAL DE RECURSOS HUMANOS PLANO ANUAL DE CAPACITAÇÃO PARA 2007 COMISSÃO NACIONAL DE ENERGIA NUCLEAR DIRETORIA DE GESTÃO INSTITUCIONAL COORDENAÇÃO-GERAL DE RECURSOS HUMANOS PLANO ANUAL DE CAPACITAÇÃO PARA 2007 OBJETIVO O Plano Anual de Capacitação da CNEN-PACC/2007

Leia mais

DESCRIÇÃO DAS REVISÕES

DESCRIÇÃO DAS REVISÕES 21/11/28 Página 1 de 8 DESCRIÇÃO DAS REVISÕES REVISÃO DATA ALTERAÇÃO OBSERVAÇÃO 21/11/28 Emissão Inicial RESPONSÁVEL PELO DOCUMENTO: (ÁREA) FUNÇÃO/INICIAIS: R SO / VC RESPONSÁVEL PELA DISTRIBUIÇÃO : (ÁREA)

Leia mais

Teoria e Prática. Totalmente de acordo com a 4 a Edição/2009. Rosaldo de Jesus Nocêra, PMP, PMI-SP, MCTS. do PMBOK do PMI. Acompanha o livro:

Teoria e Prática. Totalmente de acordo com a 4 a Edição/2009. Rosaldo de Jesus Nocêra, PMP, PMI-SP, MCTS. do PMBOK do PMI. Acompanha o livro: Gerenciamento de Projetos Teoria e Prática Totalmente de acordo com a 4 a Edição/2009 do PMBOK do PMI Acompanha o livro: l CD com mais de 70 formulários exemplos indicados pelo PMI e outros desenvolvidos

Leia mais

Módulo 4: Gerenciamento de Dados

Módulo 4: Gerenciamento de Dados Módulo 4: Gerenciamento de Dados 1 1. CONCEITOS Os dados são um recurso organizacional decisivo que precisa ser administrado como outros importantes ativos das empresas. A maioria das organizações não

Leia mais

Administração Judiciária

Administração Judiciária Administração Judiciária Planejamento e Gestão Estratégica Claudio Oliveira Assessor de Planejamento e Gestão Estratégica Conselho Superior da Justiça do Trabalho Gestão Estratégica Comunicação da Estratégia

Leia mais

Gerenciamento de Projetos Modulo I Conceitos Iniciais

Gerenciamento de Projetos Modulo I Conceitos Iniciais Gerenciamento de Projetos Modulo I Conceitos Iniciais Prof. Walter Cunha falecomigo@waltercunha.com http://waltercunha.com Bibliografia* Project Management Institute. Conjunto de Conhecimentos em Gerenciamento

Leia mais

Gestão Processos para a tomada de decisão em uma Organização

Gestão Processos para a tomada de decisão em uma Organização Gestão Processos para a tomada de decisão em uma Organização Palestrante: André Luis Sermarini Gerente Depto Desenvolvimento Organizacional ISA CTEEP Cia da Transmissão de Energia Elétrica Paulista Histórico

Leia mais

EDITAL DO LEILÃO Nº 2/2011 ANEXO 9 DO CONTRATO PLANO DE TRANSFERÊNCIA OPERACIONAL (PTO)

EDITAL DO LEILÃO Nº 2/2011 ANEXO 9 DO CONTRATO PLANO DE TRANSFERÊNCIA OPERACIONAL (PTO) EDITAL DO LEILÃO Nº 2/2011 CONCESSÃO PARA AMPLIAÇÃO, MANUTENÇÃO E EXPLORAÇÃO DOS AEROPORTOS INTERNACIONAIS BRASÍLIA CAMPINAS GUARULHOS EDITAL DO LEILÃO Nº 2/2011 ANEXO 9 DO CONTRATO PLANO DE TRANSFERÊNCIA

Leia mais

MQ-1 Revisão: 06 Data: 20/04/2007 Página 1

MQ-1 Revisão: 06 Data: 20/04/2007 Página 1 MQ-1 Revisão: 06 Data: 20/04/2007 Página 1 I. APROVAÇÃO Emitente: Função: Análise crítica e aprovação: Função: Liliane Alves Ribeiro da Silva Gerente Administrativa Roberto José da Silva Gerente Geral

Leia mais

Universidade de Brasília Departamento de Ciência da Informação e Documentação Profa.:Lillian Alvares

Universidade de Brasília Departamento de Ciência da Informação e Documentação Profa.:Lillian Alvares Universidade de Brasília Departamento de Ciência da Informação e Documentação Profa.:Lillian Alvares Comunidades de Prática Grupos informais e interdisciplinares de pessoas unidas em torno de um interesse

Leia mais

ANÁLISE DOS REQUISITOS NORMATIVOS PARA A GESTÃO DE MEDIÇÃO EM ORGANIZAÇÕES

ANÁLISE DOS REQUISITOS NORMATIVOS PARA A GESTÃO DE MEDIÇÃO EM ORGANIZAÇÕES V CONGRESSO BRASILEIRO DE METROLOGIA Metrologia para a competitividade em áreas estratégicas 9 a 13 de novembro de 2009. Salvador, Bahia Brasil. ANÁLISE DOS REQUISITOS NORMATIVOS PARA A GESTÃO DE MEDIÇÃO

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA (TR) GAUD 4.6.8 01 VAGA

TERMO DE REFERÊNCIA (TR) GAUD 4.6.8 01 VAGA INSTITUTO INTERAMERICANO DE COOPERAÇÃO PARA A AGRICULTURA TERMO DE REFERÊNCIA (TR) GAUD 4.6.8 01 VAGA 1 IDENTIFICAÇÃO DA CONSULTORIA Contratação de consultoria pessoa física para serviços de preparação

Leia mais

Visão Geral sobre Gestão de Projetos e Iniciação de Projetos Aula 2

Visão Geral sobre Gestão de Projetos e Iniciação de Projetos Aula 2 Visão Geral sobre Gestão de Projetos e Iniciação de Projetos Aula 2 Miriam Regina Xavier de Barros, PMP mxbarros@uol.com.br Agenda Bibliografia e Avaliação 1. Visão Geral sobre o PMI e o PMBOK 2. Introdução

Leia mais

Planos de Logística e Contratações Sustentáveis

Planos de Logística e Contratações Sustentáveis Planos de Logística e Contratações Sustentáveis Jhéssica Cardoso Brasília, 5 de fevereiro de 2015 Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação Elaborando Planos de Gestão de Logística Sustentável

Leia mais

SISTEMAS DE GESTÃO - ERP

SISTEMAS DE GESTÃO - ERP A IMPORTÂNCIA DA CONSULTORIA NA SELEÇÃO / IMPLANTAÇÃO DE SISTEMAS DE GESTÃO - ERP Alinhamento das expectativas; O por que diagnosticar; Fases do diagnóstico; Critérios de seleção para um ERP; O papel da

Leia mais

Estratégias em Tecnologia da Informação. Planejamento Estratégico Planejamento de TI

Estratégias em Tecnologia da Informação. Planejamento Estratégico Planejamento de TI Estratégias em Tecnologia da Informação Capítulo 7 Planejamento Estratégico Planejamento de TI Material de apoio 2 Esclarecimentos Esse material é de apoio para as aulas da disciplina e não substitui a

Leia mais

De Boas Ideias para Uma Gestão Baseada em Processos

De Boas Ideias para Uma Gestão Baseada em Processos De Boas Ideias para Uma Gestão Baseada em Processos O que você vai mudar em sua forma de atuação a partir do que viu hoje? Como Transformar o Conteúdo Aprendido Neste Seminário em Ação! O que debatemos

Leia mais

CobiT 4.01 OBJETIVOS DE CONTROLE PARA INFORMAÇÃO E TECNOLOGIAS RELACIONADAS

CobiT 4.01 OBJETIVOS DE CONTROLE PARA INFORMAÇÃO E TECNOLOGIAS RELACIONADAS CobiT 4.01 OBJETIVOS DE CONTROLE PARA INFORMAÇÃO E TECNOLOGIAS RELACIONADAS METODOLOGIA DE AUDITORIA PARA AVALIAÇÃO DE CONTROLES E CUMPRIMENTO DE PROCESSOS DE TI NARDON, NASI AUDITORES E CONSULTORES CobiT

Leia mais

Gerenciamento do Risco Operacional. Gerenciamento do Risco Operacional

Gerenciamento do Risco Operacional. Gerenciamento do Risco Operacional Gerenciamento do Risco Operacional Controle do documento Data Autor Versão Outubro/2010 Compliance 001 Dezembro/2011 Compliance 002 Dezembro/2012 Compliance 003 Agosto/2014 Compliance 004 Revisão do documento

Leia mais

MANUAL DA QUALIDADE DA CONSTRUTORA COPEMA

MANUAL DA QUALIDADE DA CONSTRUTORA COPEMA 1/10 INFORMAÇÕES SOBRE A EMPRESA... 2 ABRANGÊNCIA DO SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE... 3 1. SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE:... 4 - MANUAL DA QUALIDADE... 4 Escopo do SGQ e definição dos clientes... 4 Política

Leia mais

FACULDADE ESTÁCIO DE SANTO ANDRÉ SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO 1

FACULDADE ESTÁCIO DE SANTO ANDRÉ SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO 1 SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO 1 CURSO: CST em Gestão em Recursos Humanos MISSÃO DO CURSO A missão do Curso Superior de Tecnologia em Gestão de Recursos Humanos da ESTÁCIO EUROPAN consiste em formar

Leia mais

Rio de Janeiro São Paulo Belo Horizonte Brasília

Rio de Janeiro São Paulo Belo Horizonte Brasília Rio de Janeiro São Paulo Belo Horizonte Brasília Rio de Janeiro São Paulo Belo Horizonte Brasília MGS Plano de execução de serviço Projeto de transformação de Processos Estrutura do Documento 1. Introdução

Leia mais

Este sistema é sustentado por 14 pilares: Elemento 1 Liderança, Responsabilidade e Gestão

Este sistema é sustentado por 14 pilares: Elemento 1 Liderança, Responsabilidade e Gestão Este sistema é sustentado por 14 pilares: Elemento 1 Liderança, Responsabilidade e Gestão Como as pessoas tendem a imitar os seus líderes, estes devem-se empenhar e comprometer-se com o QSSA, para servirem

Leia mais

Pesquisa realizada com os participantes do 12º Seminário Nacional de Gestão de Projetos. Apresentação

Pesquisa realizada com os participantes do 12º Seminário Nacional de Gestão de Projetos. Apresentação Pesquisa realizada com os participantes do de Apresentação O perfil do profissional de Projetos Pesquisa realizada durante o 12 Seminário Nacional de, ocorrido em 2009, traça um importante perfil do profissional

Leia mais

GERENCIAMENTO DE PROCESSOS DE NEGÓCIO. Professor: Rômulo César romulodandrade@gmail.com www.romulocesar.com.br

GERENCIAMENTO DE PROCESSOS DE NEGÓCIO. Professor: Rômulo César romulodandrade@gmail.com www.romulocesar.com.br GERENCIAMENTO DE PROCESSOS DE NEGÓCIO Professor: Rômulo César romulodandrade@gmail.com www.romulocesar.com.br Guia de Estudo Vamos utilizar para a nossa disciplina de Modelagem de Processos com BPM o guia

Leia mais

INDICADORES DE DESEMPENHO

INDICADORES DE DESEMPENHO INDICADORES DE DESEMPENHO Não se gerencia o que não se mede, não se mede o que não se define, não se define o que não se entende, não há sucesso no que não se gerencia. (E. Deming) Os indicadores são ferramentas

Leia mais

Planejamento Estratégico PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO. Histórico de elaboração Julho 2014

Planejamento Estratégico PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO. Histórico de elaboração Julho 2014 Planejamento Estratégico PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO Histórico de elaboração Julho 2014 Motivações Boa prática de gestão Orientação para objetivos da Direção Executiva Adaptação à mudança de cenários na sociedade

Leia mais

Governança de TI Evolução e Conceitos de Gestão da TI. Raimir Holanda raimir@tce.ce.gov.br

Governança de TI Evolução e Conceitos de Gestão da TI. Raimir Holanda raimir@tce.ce.gov.br Governança de TI Evolução e Conceitos de Gestão da TI Raimir Holanda raimir@tce.ce.gov.br Agenda Conceitos de Governança de TI Fatores motivadores das mudanças Evolução da Gestão de TI Ciclo da Governança

Leia mais

Engenharia de Software II: Criando a Declaração de Escopo. Prof. Msc Ricardo Britto DIE-UFPI rbritto@ufpi.edu.br

Engenharia de Software II: Criando a Declaração de Escopo. Prof. Msc Ricardo Britto DIE-UFPI rbritto@ufpi.edu.br Engenharia de Software II: Criando a Declaração de Escopo Prof. Msc Ricardo Britto DIE-UFPI rbritto@ufpi.edu.br Sumário Desenvolvendo o Plano de Gerenciamento do Projeto. Coletando Requisitos. Declarando

Leia mais

fagury.com.br. PMBoK 2004

fagury.com.br. PMBoK 2004 Este material é distribuído por Thiago Fagury através de uma licença Creative Commons 2.5. É permitido o uso e atribuição para fim nãocomercial. É vedada a criação de obras derivadas sem comunicação prévia

Leia mais

Setor Elétrico Brasileiro Um Breve histórico. Pontos Básicos da regulação para a Distribuição. Desafios regulatórios Associados à Distribuição

Setor Elétrico Brasileiro Um Breve histórico. Pontos Básicos da regulação para a Distribuição. Desafios regulatórios Associados à Distribuição viii SUMÁRIO Apresentação Prefácio e Agradecimentos Introdução C a p í t u l o 1 Setor Elétrico Brasileiro Um Breve histórico 1.1 Mudanças ocorridas nos anos 1990 1.2 Avanços e aprimoramentos em 2003 C

Leia mais

Oficina de Gestão de Portifólio

Oficina de Gestão de Portifólio Oficina de Gestão de Portifólio Alinhando ESTRATÉGIAS com PROJETOS através da GESTÃO DE PORTFÓLIO Gestão de portfólio de projetos pode ser definida como a arte e a ciência de aplicar um conjunto de conhecimentos,

Leia mais

QUESTIONÁRIO PARA PARTICIPAÇÃO NO TOP DE MARKETING ADVB/RS

QUESTIONÁRIO PARA PARTICIPAÇÃO NO TOP DE MARKETING ADVB/RS QUESTIONÁRIO PARA PARTICIPAÇÃO NO TOP DE MARKETING ADVB/RS CATEGORIA TOP INOVAÇÃO EM PRODUTO CATEGORIA TOP INOVAÇÃO EM SERVIÇOS CATEGORIA TOP INOVAÇÃO EM PROCESSOS ÍNDICE INTRODUÇÃO 03 PARA PREENCHIMENTO

Leia mais

Universidade de Brasília Faculdade de Ciência da Informação Disciplina: Projeto de Implementação de Sistemas Arquivísticos Profa.

Universidade de Brasília Faculdade de Ciência da Informação Disciplina: Projeto de Implementação de Sistemas Arquivísticos Profa. Universidade de Brasília Faculdade de Ciência da Informação Disciplina: Projeto de Implementação de Sistemas Arquivísticos Profa. Lillian Alvares Etimologia Vem do latim projectus que significa ação de

Leia mais

CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU (ESPECIALIZAÇÃO) MBA Executivo em Saúde Coordenação Acadêmica: Drª Tânia Regina da Silva Furtado

CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU (ESPECIALIZAÇÃO) MBA Executivo em Saúde Coordenação Acadêmica: Drª Tânia Regina da Silva Furtado CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU (ESPECIALIZAÇÃO) MBA Executivo em Saúde Coordenação Acadêmica: Drª Tânia Regina da Silva Furtado APRESENTAÇÃO A FGV é uma instituição privada sem fins lucrativos, fundada

Leia mais

ControlVet Segurança Alimentar, SA.

ControlVet Segurança Alimentar, SA. 01. APRESENTAÇÃO DA EMPRESA 2 01. Apresentação da empresa A ControlVet Segurança Alimentar, S.A. é uma empresa de referência nacional na prestação de serviços de segurança alimentar, em franca expansão

Leia mais

Gestão da Tecnologia da Informação

Gestão da Tecnologia da Informação TLCne-051027-P0 Gestão da Tecnologia da Informação Disciplina: Governança de TI São Paulo, Outubro de 2012 0 Sumário TLCne-051027-P1 Conteúdo desta Aula Abordar o domínio Adquirir e Implementar e todos

Leia mais

Como vai a Governança de TI no Brasil? Resultados de pesquisa com 652 profissionais

Como vai a Governança de TI no Brasil? Resultados de pesquisa com 652 profissionais Fórum de Governança Tecnologia e Inovação LabGTI/UFLA Como vai a Governança de TI no Brasil? Resultados de pesquisa com 652 profissionais Pamela A. Santos pam.santos91@gmail.com Paulo H. S. Bermejo bermejo@dcc.ufla.br

Leia mais

Plano de Ação Política de Gestão de Pessoas

Plano de Ação Política de Gestão de Pessoas Plano de Ação Política de Gestão de Pessoas (Produto 1) TRIBUNAL DE CONTAS DOS MUNICÍPIOS DO ESTADO DA BAHIA PROGRAMA DE MODERNIZAÇÃO DO SISTEMA DE CONTROLE EXTERNO DOS ESTADOS, DISTRITO FEDERAL E MUNICÍPIOS

Leia mais

MANUAL DE CONTROLES INTERNOS POLÍTICAS CORPORATIVAS

MANUAL DE CONTROLES INTERNOS POLÍTICAS CORPORATIVAS 8 - Política de segurança da informação 8.1 Introdução A informação é um ativo que possui grande valor para a COOPERFEMSA, devendo ser adequadamente utilizada e protegida contra ameaças e riscos. A adoção

Leia mais

M A N U A L TREINAMENTO. Mecânica de Veículos Piçarras Ltda. Manual Prático de Procedimento do Treinamento

M A N U A L TREINAMENTO. Mecânica de Veículos Piçarras Ltda. Manual Prático de Procedimento do Treinamento M A N U A L TREINAMENTO 1. Introdução A velocidade das mudanças tecnológicas, o aumento da diversidade nos locais de trabalho e a acentuada mobilidade dos trabalhadores atuais são aspectos do mundo contemporâneo

Leia mais

1. Escopo ou finalidade da iniciativa

1. Escopo ou finalidade da iniciativa 1. Escopo ou finalidade da iniciativa A Escola Judicial Desembargador Edésio Fernandes EJEF, atenta aos objetivos do Tribunal de Justiça de Minas Gerais TJMG e às novas diretrizes para formação de servidores

Leia mais

Manual de Processo Elaborar Relatório Anual de Governo - RAG

Manual de Processo Elaborar Relatório Anual de Governo - RAG Manual de Processo Elaborar Relatório Anual de Governo - RAG Versão 1.0 Setembro de 2015 Governo do Estado da Bahia Rui Costa Secretaria do Planejamento João Felipe de Souza Leão Gabinete do Secretário

Leia mais

MECANISMOS PARA GOVERNANÇA DE T.I. IMPLEMENTAÇÃO DA. Prof. Angelo Augusto Frozza, M.Sc. http://about.me/tilfrozza

MECANISMOS PARA GOVERNANÇA DE T.I. IMPLEMENTAÇÃO DA. Prof. Angelo Augusto Frozza, M.Sc. http://about.me/tilfrozza MECANISMOS PARA IMPLEMENTAÇÃO DA GOVERNANÇA DE T.I. Prof. Angelo Augusto Frozza, M.Sc. http://about.me/tilfrozza CICLO DA GOVERNANÇA DE TI O CICLO DA GOVERNANÇA DE TI O Ciclo da Governança de T.I. ALINHAMENTO

Leia mais

RESOLUÇÃO - TCU Nº 247, de 7 de dezembro de 2011

RESOLUÇÃO - TCU Nº 247, de 7 de dezembro de 2011 RESOLUÇÃO - TCU Nº 247, de 7 de dezembro de 2011 Dispõe sobre a Política de Governança de Tecnologia da Informação do Tribunal de Contas da União (PGTI/TCU). O TRIBUNAL DE CONTAS DA UNIÃO, no uso de suas

Leia mais

PROJETO PEDAGÓGICO. Curso de Graduação Tecnológica em Marketing

PROJETO PEDAGÓGICO. Curso de Graduação Tecnológica em Marketing PROJETO PEDAGÓGICO Curso de Graduação Tecnológica em Marketing Porto alegre, 2011 1 1. Objetivos do Curso O projeto do curso, através de sua estrutura curricular, está organizado em módulos, com certificações

Leia mais

EDITAL DE CHAMADA DE PROPOSTAS DE PROJETOS DE P&D NA ÁREA DE GERAÇÃO RENOVÁVEL

EDITAL DE CHAMADA DE PROPOSTAS DE PROJETOS DE P&D NA ÁREA DE GERAÇÃO RENOVÁVEL EDITAL DE CHAMADA DE PROPOSTAS DE PROJETOS DE P&D NA ÁREA DE GERAÇÃO RENOVÁVEL Aplicação massiva de Geração Distribuída Solar em diferentes tipologias de telhados na cidade de Campinas Sumário 1 Apresentação...

Leia mais

Desenvolvimento e utilização do Painel de Auditoria Contínua Agências pela Auditoria Interna do Banco do Brasil

Desenvolvimento e utilização do Painel de Auditoria Contínua Agências pela Auditoria Interna do Banco do Brasil PRÁTICA 1) TÍTULO Desenvolvimento e utilização do Painel de Auditoria Contínua Agências pela Auditoria Interna do Banco do Brasil 2) DESCRIÇÃO DA PRÁTICA - limite de 8 (oito) páginas: A Auditoria Interna

Leia mais

Plano de Gerenciamento do Projeto

Plano de Gerenciamento do Projeto Projeto para Soluções Contábeis 2015 Plano de Gerenciamento do Projeto Baseado na 5ª edição do Guia PMBOK Brendon Genssinger o e Elcimar Silva Higor Muniz Juliermes Henrique 23/11/2015 1 Histórico de alterações

Leia mais

1. Escopo ou finalidade da iniciativa

1. Escopo ou finalidade da iniciativa 1. Escopo ou finalidade da iniciativa Esta iniciativa busca a modernização e a ampliação das ações e dos instrumentos de Comunicação para atender às necessidades de divulgação e alinhamento de informações

Leia mais

Governança AMIGA. Para baixar o modelo de como fazer PDTI: www.microsoft.com/brasil/setorpublico/governanca/pdti

Governança AMIGA. Para baixar o modelo de como fazer PDTI: www.microsoft.com/brasil/setorpublico/governanca/pdti e d a id 4 m IN r fo a n m Co co M a n ua l Governança AMIGA Para baixar o modelo de como fazer PDTI: www.microsoft.com/brasil/setorpublico/governanca/pdti Um dos grandes desafios atuais da administração

Leia mais

Product Lifecycle Management [PLM] Comprometa-se com a inovação.

Product Lifecycle Management [PLM] Comprometa-se com a inovação. Product Lifecycle Management [PLM] Comprometa-se com a inovação. SoftExpert PLM Suite é uma solução que oferece os requisitos e as habilidades necessárias que as empresas precisam para gerenciar com êxito

Leia mais

SAM GERENCIAMENTO DE ATIVOS DE SOFTWARE

SAM GERENCIAMENTO DE ATIVOS DE SOFTWARE SAM GERENCIAMENTO DE ATIVOS DE SOFTWARE Modelo de Otimização de SAM Controle, otimize, cresça Em um mercado internacional em constante mudança, as empresas buscam oportunidades de ganhar vantagem competitiva

Leia mais

Pesquisa realizada com os participantes do 16º Seminário Nacional de Gestão de Projetos APRESENTAÇÃO

Pesquisa realizada com os participantes do 16º Seminário Nacional de Gestão de Projetos APRESENTAÇÃO Pesquisa realizada com os participantes do de APRESENTAÇÃO O perfil do profissional de projetos Pesquisa realizada durante o 16 Seminário Nacional de, ocorrido em Belo Horizonte em Junho de, apresenta

Leia mais