SECRETARIA DE ESTADO DA FAZENDA DE GOIÁS

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "SECRETARIA DE ESTADO DA FAZENDA DE GOIÁS"

Transcrição

1 SECRETARIA DE ESTADO DA FAZENDA DE GOIÁS SUPERINTENDÊNCIA DE GESTÃO DA AÇÃO FISCAL COORDENAÇÃO DE INFORMAÇÕES RURAIS A UTILIZAÇÃO DO GEOPROCESSAMENTO E DO SENSORIAMENTO REMOTO NA SECRETARIA DA FAZENDA DO ESTADO DE GOIÁS ANDRÉ LUIZ MONTEIRO DA SILVA ENGENHEIRO CARTÓGRAFO AUDITOR FISCAL DA RECEITA ESTADUAL 2004

2 SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO OBJETIVOS METODOLOGIA... 8 Criação da Central... 9 Criação de Regionais... 9 Seleção de contribuintes Levantamentos Identificação das propriedades e culturas Freqüência e melhor época para aquisição das imagens Aplicação Registro de imagens e limites Manipulação das imagens Classificação e interpretação das imagens Estimativa da Produção Agrícola Ações Fiscais Criação do SIG (Sistema de Informações Geográficas) Infra-estrutura existente Central Regionais CUSTOS DO PROJETO REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS QUADRO 1 ATRIBUIÇÕES DA CENTRAL E DAS REGIONAIS QUADRO 2 CONTRIBUINTES MONITORADOS POR REGIONAL QUADRO 3 DATAS DE AQUISIÇÃO DE CENAS POR REGIONAL FIGURA 1 ARQUITETURA DA REDE FIGURA 2 ABRANGÊNCIA GEOGRÁFICA DAS REGIONAIS FIGURA 3 PROPRIEDADES PLOTADAS EM IMAGEM DE DEZEMBRO FIGURA 4 PROPRIEDADES PLOTADAS EM IMAGEM DE ABRIL FIGURA 5 - LIGAÇÃO ENTRE O BANCO DE DADOS DESCRITIVO E O ESPACIAL FIGURA 5 PROPRIEDADE NO MUNICÍPIO DE CABECEIRAS IMAGEM FIGURA 6 - PROPRIEDADE NO MUNÍCIPIO DE CABECEIRAS TABELA... 27

3 INTRODUÇÃO A Constituição Federal de 1988 e o Código Tributário Nacional, de 1966, que disciplinam o ordenamento tributário brasileiro, definem que tributo é toda prestação pecuniária compulsória, em moeda ou cujo valor nela se possa exprimir, que não constitua sanção de ato ilícito, instituída em lei e cobrada mediante atividade administrativa plenamente vinculada. A definição legal marca o estágio atual, no quadro brasileiro, da história da retirada de recursos das pessoas por parte dos governos. O saque e a escravização, métodos primitivos de obtenção de recursos e ferramentas de nossos antepassados, foram substituídos pela tributação, a partir da organização social e da formação do Estado. A princípio sem critério sistêmico, sua instituição atendeu interesses temporais ou permanentes, públicos ou particulares, como, por exemplo, a instituição de imposto para fazer face às despesas com membros da família real, na época do Brasil Colônia. Como parte da história, logo após o descobrimento o pau-brasil foi considerado monopólio real, sendo, assim, o nosso primeiro produto a ser tributado: para a sua extração havia a necessidade de pagamento do chamado quinto do pau-brasil, que correspondia a quinta parte do produto da venda da madeira, configurando o primeiro dos predecessores do atual ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços), tributo a cargo dos Estados e motivador principal do presente projeto. A cobertura vegetal do território brasileiro constitui fonte de arrecadação desde então, sempre que objeto de mercancia. A sistematização científica dos elementos de importância e influência na tributação, iniciada na Revolução Francesa, privilegiou, desde então, o enfoque técnico e a análise do cenário econômico e social no estabelecimento das normas jurídicas impositivas e do apoio instrumental à sua consecução. O espetacular avanço tecnológico do século XX alcançou os governos e suas máquinas arrecadadoras: ao Fisco, agente público de atividade vinculada e obrigatória, a quem cabe a tarefa de fazer cumprir a lei tributária, impôs-se a necessidade do domínio da tecnologia para acompanhar a atividade econômica, sob pena de ficar para trás e não acompanhar os agentes econômicos na faina produtiva... e na insuprimível e universal tendência de sonegar impostos. Assim, dentro do modo capitalista de produção, particularmente na agricultura, as forças produtivas vem investindo pesadamente em tecnologia para melhorar a produtividade - não raro esgotando até o limite os recursos naturais - como também otimizando seus controles internos, equipando-se cada vez mais e algumas vezes utilizando este aparato para burlar o Fisco e, em conseqüência, toda a sociedade. Goiás assistiu, nos últimos 20 (vinte) anos, a um crescimento sem precedentes na utilização de técnicas de manejo da terra e, em conseqüência, ao aumento da produtividade na agricultura. Como exemplo, o uso do pivô central no estado, que em 1983 irrigava pouco menos de 600 hectares na bacia do Paranaíba, aumentou para cerca de

4 hectares em 2002 e cobre, com exceção do Sudoeste e da região Norte, praticamente toda a sua superfície (Fonte: CELG/SEFAZ 1996/2003). Na estrutura interna da SEFAZ-GO, a Superintendência de Gestão da Ação Fiscal - SGAF é o órgão responsável por supervisionar e controlar operacionalmente as atividades tributário-fiscais desenvolvidas no Estado de Goiás... programar, coordenar, acompanhar, controlar e avaliar as atividades de fiscalização tributária... promover e determinar providências visando combater a evasão de receitas e a fraude fiscal (Regimento Interno da SEFAZ). Preocupada em sistematizar o acompanhamento dessa produção, a SGAF, em 1999, criou um grupo de especialistas em agronomia para monitorar as grandes áreas de plantio, principalmente o irrigado. Iniciados os trabalhos em 2000, o grupo constatou ser impossível, utilizando métodos tradicionais, fiscalizar todo o contigente de produtores agrícolas cadastrado no Estado, além de desnecessário. Então, antes de mais nada, que tipo de produtor, de fato, interessa ao Fisco controlar? Goiás possui, em julho de 2003, cerca de (cento e quinze mil) produtores rurais cadastrados na Fazenda Pública, aí considerados todos os tipos e níveis de produção e renda. Destes, apenas (dois mil) representam 90% (noventa porcento) da produção e da arrecadação do ICMS. Diante da escolha entre fiscalizar o conjunto total, cobrindo desde o produtor de subsistência até o grande produtor, ou fiscalizar apenas este que, por suas características, além de constituir os 90% do volume arrecadado, é o que possui recursos (e eventuais interesses) para a utilização de mecanismos de evasão tributária, optou o Fisco goiano por fazer jus ao princípio de que imposto é, antes de tudo, instrumento de justiça social. E, em conseqüência, conseguir um método mais eficiente para previsão da safra e do montante, em dinheiro, a ser arrecadado pelo segmento aos cofres públicos. O aumento vertiginoso da área plantada e da produtividade levou à constatação de que o uso de tecnologias avançadas de monitoramento seria imprescindível para um controle eficiente, que não se dessincronizasse com o real desempenho do segmento. A escolha da tecnologia do Geoprocessamento, com a utilização do Sensoriamento Remoto, que possibilita a observação simultânea de grandes áreas, surgiu como alternativa inovadora e solução para a manutenção da sincronia entre produção e arrecadação. Segundo Câmara e Medeiros (1998), o termo Geoprocessamento denota uma disciplina do conhecimento que utiliza técnicas matemáticas e computacionais para o tratamento de informações geográficas. A influência crescente dessa tecnologia em várias áreas (Agricultura, Cartografia, Análise de Recursos Naturais etc), principalmente em regiões de grandes dimensões e com carência de informações adequadas para tomadas de decisão, apresenta um enorme potencial no caso da SEFAZ-GO, fundamentalmente por permitir monitorar um grande número de produtores com um custo relativamente baixo. Ainda segundo

5 os autores, os instrumentos computacionais do Geoprocessamento, chamados de Sistemas de Informações Geográficas (SIGs), permitem a realização de análises complexas ao integrar dados de diversas fontes e ao criar bancos de dados georreferenciados. A utilização de dados orbitais de Sensoriamento Remoto para o levantamento e quantificação da ocupação agrícola de município, microregião ou estado, dentre outros, tem-se tornado freqüente no Brasil nos últimos anos. Neste sentido, vários trabalhos podem ser citados como os de Assad et al. (1988), Rodrigues et al. (1988), Almeida et al. (1990) e Sano et al. (1990). Este tipo de produto fornece informações atualizadas a um custo relativamente baixo (Assad e Sano, 1998). O Sensoriamento Remoto é a tecnologia que permite a aquisição de informações sobre um objeto, a partir de medidas feitas por um sensor que não se encontra em contato físico direto com ele. Visto como um sistema de aquisição de informações, pode ser dividido em dois subsistemas: a) coleta de dados e b) análise de dados (Novo, 1999). São exatamente essas características que nos interessam: a utilização de imagens de satélites na coleta das informações agrícolas e a análise dessas informações com o apoio de um SIG permitem à SEFAZ-GO maior amplitude de ação com menor gasto de recursos humanos e materiais.

6 OBJETIVOS São objetivos do projeto: - Definir, através das ferramentas disponíveis do Geoprocessamento, um SIG (Sistema de Informações Geográficas) para obtenção de informações gerais e específicas sobre produtores rurais inscritos no cadastro de contribuintes do Estado de Goiás, de interesse para a fiscalização e arrecadação de tributos, tais como: inscrição da propriedade, nome do proprietário, área da propriedade, área plantada, tipo de cultura plantada e volume da produção; - Identificar os limites das propriedades mais representativas do Estado na formação do tributo sobre a produção agrícola, com suas respectivas inscrições estaduais, por meio de coordenadas geográficas e através da plotagem destes pontos nas imagens de satélite; - Discriminar as culturas implantadas no terreno nas diversas épocas de plantio e colheita, de acordo com o calendário agrícola de cada região, para numa etapa seguinte poder exigir o tributo devido através do cruzamento de informações da DIR (Declaração de Informações Rurais, documento interno da SEFAZ-GO, por meio do qual os produtores rurais do Estado prestam informações acerca de suas atividades à Secretaria da Fazenda do Estado de Goiás) com as imagens adquiridas; - Desenvolver o monitoramento agrícola do Estado de Goiás, diferenciando o potencial de desenvolvimento econômico das diversas regiões e suas respectivas aptidões agrícolas, através da distinção dos diferentes níveis e emprego de tecnologias como: maquinário novo e adequado às operações, conservação de solos por terraceamento e irrigação; - Interagir com órgãos nacionais e locais, de pesquisa, planejamento, estatística, agricultura ou controladores e financiadores da safra da região, no sentido de troca de informações (EMBRAPA, UFG, IBGE, SEAGRI, BANCO DO BRASIL etc);

7 - Subsidiar projetos de investimentos do dinheiro público, tanto para regiões com maior capacidade de geração de divisas quanto para regiões em processo de desenvolvimento e totalmente carentes de infra-estrutura para escoamento da produção, colaborando, assim, para o aumento da arrecadação dos tributos estaduais e para o desenvolvimento econômico das regiões menos favorecidas e com grande potencial agrícola ainda inexplorado.

8 METODOLOGIA A operacionalização do monitoramento agrícola para fins de controle tributário em Goiás se dá pelo acompanhamento da ocupação agrícola em nível de propriedade, contribuinte do ICMS, pela quantificação e classificação das áreas plantadas e tipo da cultura nessas propriedades, além da perspectiva da estimativa de produtividade das culturas. Citados por Assad e Sano (1998), os trabalhos de Moreira (1990), que estimou as áreas plantadas para milho e soja no Distrito Federal, utilizando imagens LANDSAT/TM, Rudorff (1985), que desenvolveu um ensaio metodológico para estimar a produtividade da cana-de-açúcar a partir de imagens LANDSAT no Município de Lençóis Paulista (SP), e Assad (1987), que, combinando modelos agroclimáticos e imagens de satélites meteorológicos METEOSAT e NOAA, estimou a produtividade do milho em toda a região Centro-Norte do Senegal, permitem afirmar que a atualização tecnológica e a compatibilização dos métodos então desenvolvidos atendam os objetivos propostos pela SEFAZ-GO. Nesse sentido, a extensão territorial estabelecida como objeto de controle (determinadas regiões de Goiás, com o acompanhamento de apenas alguns produtores) em conjunto com a associação das interpretações das imagens de satélite a um sistema de informações geográficas (SIG), permitem o acompanhamento visual e quantitativo da evolução das áreas controladas. Um dos efeitos secundários do monitoramento é a possibilidade de descobrir outras áreas cultivadas, não controladas inicialmente, que possam atrair o interesse da ação fiscal. A viabilização do projeto apoia-se em uma estrutura com arquitetura mista: a descentralização das tarefas de campo, como levantamentos de limites das propriedades, identificação in situ de culturas, cálculo de áreas, de produtividade e a própria ação fiscalizadora são realizadas por Regionais localizadas no interior do Estado, em áreas de grande concentração da produção agrícola. Já a aquisição e registro de imagens, criação e manutenção dos banco de dados e de imagens, plotagem das propriedades, previsão de safras e outras tarefas de caráter gerencial e com abrangência territorial estadual, são realizadas por uma Central, localizada em Goiânia. O Quadro 1 mostra as atribuições da Central e das Regionais e a Figura 1 mostra a arquitetura da rede.

9 I) Central A aquisição e registro de imagens, digitalização dos limites das propriedades, criação e manutenção dos banco de dados e de imagens, previsão de safras e outras tarefas de caráter gerencial e com abrangência territorial estadual, são realizadas por uma Central, localizada em Goiânia. II) Regionais A produção agrícola no Estado de Goiás tem as fronteiras bem definidas, com sua localização geográfica concentrada em 10 (dez) regiões de plantio, de sequeiro ou irrigado, caracterizadas pela alta densidade de determinadas culturas: soja, milho, sorgo, arroz e algodão, no caso de sequeiro, e feijão, tomate, batata, cevada, trigo e algodão, no caso das irrigadas. O interesse precípuo da SEFAZ para o monitoramento agrícola se aplica às culturas de grãos, em primeiro lugar, e secundariamente, àquelas que apresentam alto índice de sonegação fiscal. Exclui-se, nesse primeiro momento, o monitoramento de pastagens. Assim, as 10 (dez) regionais para o monitoramento agrícola por Sensoriamento Remoto são Catalão, Formosa, Goiás, Goianésia, Goiânia, Itumbiara, Luziânia e Morrinhos, todas com grande concentração de culturas irrigadas, e Jataí e Rio Verde, com grandes áreas de culturas de sequeiro. Uma vantagem operacional considerável é a possibilidade da Regional poder atender solicitações específicas da Central e, inversamente, solicitar informações à Central. A Figura 2 apresenta a abrangência geográfica das regionais.

10 QUADRO 1 ATRIBUIÇÕES DA CENTRAL E DAS REGIONAIS TAREFA EXECUTOR CENTRAL REGIONAL AQUISIÇÃO E REGISTRO DE IMAGENS DIGITALIZAÇÃO DOS LIMITES DAS PROPRIEDADES CRIAÇÃO E MANUTENÇÃO DOS BANCOS DE DADOS ALIMENTAÇÃO DAS REGIONAIS COM DADOS ATUALIZADOS PREVISÃO DE SAFRA AÇÕES GERENCIAIS X X X X X X LEVANTAMENTO DOS LIMITES DAS PROPRIEDADES IDENTIFICAÇÃO DAS CULTURAS X X CALCULO DE ÁREAS X X X X AÇÃO FISCAL X

11 FIGURA 1 ARQUITETURA DA REDE REGIONAL A CENTRAL BD IMAGENS REGIONAL B REGIONAL n

12 FIGURA 2 ABRANGÊNCIA GEOGRÁFICA DAS REGIONAIS Base digitalizada do IBGE Escala 1: O Tataíra S. Miguel do Araguaia 800 km T O C A Evelan Soares N T I Novo Planalto N S São Matheus Airan Pinheiro Pouso Alto Porangatu M Ponte Branca Ponte Nova Baliza Aragarças 490 km Registro do Araguaia Aragarças Itacaiu A T O G R Cocalinho O S S Iporá Goiás Firminópolis Uruaçu Inhumas Anápolis Goiânia Ap. de Goiânia 320 km Rio do Sal Farias P.F. Br070 Eng. Lages Naldo Neves Planaltina DF P.F. Br040 Luziânia São Gabriel 41 km Souza Lima CRISTALINA Cristalina Formosa BR-20 Mauro Nunes 480 km 68 km R A I Posse S O. P. Abreu km Água Quente B A H I Ivapé Sta. Rita do Araguaia Pires do Rio Botelho 341 km São Marcos Cabeceira Alta Vaca Brava Jataí Rio Verde Morrinhos Catalão G E M A T O Elo Itumbiara J.K. João Pinheiro Benedito Valadares Cana Brava 313 km Campo Bom Chapadão do Céu G R O SS Aporé Cassilândia São João Lagoa Santa DO S U L São Simão São Simão Gouveinha Afonso Pena Cachoeira Dourada Furnas 195 km M I N A S Quirino Machado Guilhermão

13 III) Seleção de contribuintes Dentre os (cento e quinze mil) produtores agropecuários cadastrados na Secretaria da Fazenda do Estado de Goiás, cerca de (dois mil) respondem por 90% (noventa porcento) da produção e arrecadação no segmento (Fonte: Sistema SARE/DEAR ano 2001 SEFAZ-GO). O primeiro critério de seleção para estes contribuintes é o de ter a média de arrecadação mensal dos últimos 12 (doze) meses incluída entre 90% (noventa por cento) da média da arrecadação total do segmento no Estado, excluídos os produtores não agrícolas (pecuaristas e outros). O segundo critério é o da escolha de alguns contribuintes poder ser feita pelo Delegado Regional Fiscal onde se localiza a sede da Regional do Geoprocessamento, atendendo interesses específicos do Estado. Um exemplo para a aplicação desse tipo de critério seria incluir, entre os contribuintes monitorados, aquele(s) que apresente(m) um histórico de problemas de evasão fiscal. Estuda-se um terceiro critério, não considerado neste projeto, que seria incluir todos aqueles que possuírem mais de (hum) mil hectares de área agricultável, em uso ou não. Isto serviria para a determinação de áreas ociosas, do ponto de vista produtivo, no Estado. O Quadro 2 mostra a distribuição, por Regionais, do quantitativo de contribuintes que estão sendo monitorados, segundo o primeiro critério e dentro de um cronograma anual de inclusão no sistema.

14 QUADRO 2 QUANTITATIVO DE CONTRIBUINTES MONITORADOS REGIONAL CONTRIBUINTES CATALÃO FORMOSA GOIÁS GOIANÉSIA GOIÂNIA ITUMBIARA LUZIÂNIA MORRINHOS JATAÍ RIO VERDE TOTAL

15 IV) Levantamentos Duas foram as definições necessárias para os levantamentos: a primeira, escolher o método para identificação das propriedades e respectivas culturas; e, a segunda, definir, em função do calendário agrícola, a freqüência da coleta das imagens de satélite e a época de cada uma, em cada Regional. 1º) Identificação das propriedades e culturas O primeiro problema que se apresentou foi: levantar os limites das propriedades ou apenas dos talhões nelas existentes? A discussão, na verdade, representava uma divisão de princípios para o trabalho do Fisco controlar o contribuinte ou a safra? Pesou a favor da decisão de levantar os limites e não apenas os talhões o fato de que, controlando o contribuinte, foi possível controlar a safra (e o inverso não é necessariamente verdadeiro) e ainda identificar, na propriedade, áreas ociosas com potencial produtivo, o que poderia gerar novos produtos para outros órgãos do Estado. Outro fator de grande importância na decisão foi o de que os levantamentos por limites são feitos, em geral, apenas uma vez já que raramente as propriedades mudam de produtor -, enquanto os levantamentos por talhões poderiam se repetir com mais freqüência, em função da dinâmica da produção agrícola. O segundo problema foi o de como fazer o levantamento dos limites. Considerando que o produto final desejado é o de ter os limites das propriedades plotados sobre imagens de satélites, numa escala média de 1/50.000, onde um eventual erro de locação pode ser facilmente detectado e corrigido pelo cruzamento do levantamento de campo com a leitura e interpretação da imagem, a precisão necessária requerida pode trabalhar com margens de erro de até 20 metros ou mesmo maiores. Optou-se então pelos levantamentos por navegadores manuais, do tipo GPS, em função de sua praticidade e baixo custo. Uma equipe da Delegacia Regional percorre os limites da propriedade selecionada com o GPS ligado, registrando suas coordenadas e posteriormente as repassa para a Central, em Goiânia, que registra a nova propriedade no sistema. Outra maneira de se identificar a propriedade é o próprio contribuinte assinalar, em imagem de satélite impressa ou na tela do computador da Regional, os limites de sua propriedade, após o que a equipe da Delegacia Regional repassa os limites identificados para a Central, que também a registra no sistema.

16 2º) Freqüência e melhor época para aquisição das imagens de satélite Foi estabelecida uma tabela de datas para a coleta das imagens de satélite, também baseada no zoneamento agrícola do Estado de Goiás (Banco de Dados Georreferenciado de Recursos Naturais do Cerrado, Assad et al, 2000), levando em consideração os tipos de plantio e culturas predominantes na Regional. A tabela está no Quadro 3. Atualmente, com o custo relativamente baixo dos satélites LANDSAT, a possibilidade de se conseguir cenas com boa qualidade e baixa cobertura de nuvens aumentou consideravelmente. Assim, a SEFAZ-GO optou pela aquisição de imagens digitais destes satélites, georreferenciadas, com as bandas 1, 2, 3, 4, 5, 7 e PAN, não descartando, porém, a hipótese de trabalhar com outros produtos, como as imagens dos satélites SPOT e CBERS, caso, em determinada situação, não existam imagens do LANDSAT disponíveis. QUADRO 3 DATAS PARA AQUISIÇÃO DE IMAGENS REGIONAL AQUISIÇÃO 1ª CENA AQUISIÇÃO 2ª CENA AQUISIÇÃO 3ª CENA CATALÃO JANEIRO AGOSTO FORMOSA JANEIRO AGOSTO GOIANÉSIA JANEIRO AGOSTO GOIÂNIA JANEIRO ABRIL 20 AGO 10 SET GOIÁS JANEIRO AGOSTO ITUMBIARA JANEIRO AGOSTO JATAÍ DEZEMBRO ABRIL - LUZIÂNIA JANEIRO ABRIL 20 AGO 10 SET MORRINHOS JANEIRO AGOSTO RIO VERDE DEZEMBRO ABRIL AGOSTO

17 V) Aplicação 1º) Registro de imagens e limites Levantados os limites das propriedades e adquiridas as imagens, o trabalho da Central é o de registrar, em programa de computador específico, tais limites e imagens. A opção da SEFAZ-GO foi por utilizar o programa SPRING, desenvolvido pelo INPE Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais, por dois motivos básicos: 1º, é de uso livre, isto é, gratuito, e, 2º, é tecnologia brasileira. A principal vantagem deste último é que o pessoal do desenvolvimento e suporte diretamente envolvido na fabricação do produto está no Brasil e, portanto, acessível, rapidamente e a qualquer momento, para sanar dúvidas e/ou sugerir formas de atuação. A operação de registro dos limites se dá apenas uma vez, na implantação dos limites no SPRING. O registro das imagens é sempre feito quando da aquisição de novas cenas para as áreas monitoradas. 2º) Manipulação das imagens A partir do momento em que limites e imagens estejam registrados e sobrepostos, é executada a etapa principal do trabalho, que é a identificação de culturas e a medição das áreas. Novo (1989) e Rosa (1992) indicam as aplicações de uso das bandas do LANDSAT. Assim, a utilização das melhores bandas para cada projeto deverá atender seus propósitos específicos. Como exemplo de produto final dessa etapa, a Figura 3 mostra propriedades com os limites plotados sobre uma imagem B5R7GPAN.

18 FIGURA 3 PROPRIEDADES NO MUNICÍPIO DE CHAPADÃO DO CÉU (REGIONAL DE JATAÍ) PLOTADAS EM IMAGEM DE DEZEMBRO/2002 1ª SAFRA

19 FIGURA 4 PROPRIEDADES NO MUNICÍPIO DE CHAPADÃO DO CÉU (REGIONAL DE JATAÍ) PLOTADAS EM IMAGEM DE ABRIL/2003 2ª SAFRA

20 3º) Classificação e interpretação das imagens A interpretação das imagens, a partir da utilização das técnicas de segmentação e de classificação - disponíveis no programa SPRING conta com o apoio da presença permanente do pessoal das Regionais no campo, o que traz segurança ao projeto proposto e pretende evitar ou sanar eventuais dificuldades na sua consecução. A cada safra, levantamentos de amostras das culturas plantadas na Regional são efetuados, identificando-se talhões, por amostragem, que são repassados para a Central. Atualmente são levantadas cerca de 3 (três) amostras por cultura, para cada Regional. Classificação, em sensoriamento remoto, significa a associação de pontos de uma imagem a uma classe ou grupo, por exemplo, água, cultura, área urbana, reflorestamento, cerrado etc. ou, ainda, o processo de reconhecimento de classes ou grupos cujos membros exibem características comuns (Rosa e Brito, 1996). A classificação de imagens consiste no estabelecimento de um processo de decisão no qual um grupo de pixels é definido como pertencente a uma determinada classe. Neste sentido, os sistemas computacionais auxiliam o usuário na interpretação das imagens orbitais (Venturieri e Santos, 1998). Assim, a partir das amostras levantadas, o sistema identifica as culturas associadas em toda a Regional. Áreas não estudadas em princípio, que surjam nas imagens e que sejam atraentes para a ação fiscal, tem o reconhecimento de campo e a troca de informações entre as Regionais e a Central para possibilitar nova seleção de áreas de treinamento. Divergências na interpretação de dados referentes às culturas, causadas por similaridades na resposta espectral, são sanadas com o apoio de campo das Regionais, que possuem pessoal treinado e com mobilidade para deslocamentos rápidos até as áreas objeto de dúvidas. Sano et al (1998) afirmam que três tipos de erros devem ser considerados nos resultados apresentados: 1) na avaliação absoluta da área plantada em decorrência da existência de nuvens na data da aquisição da imagem; 2) na determinação correta do limite municipal, causado pela ampliação da escala de 1: para 1: ; e 3) na interpretação de áreas cultivadas inferiores a 10 hectares, em função da escala de trabalho escolhida. As hipóteses 2 e 3 não constituirão problema para o Fisco, na medida em que, a) a alta precisão dos limites municipais não é necessária para os objetivos primários propostos fiscalizar o contribuinte, cuja unidade básica são os limites da propriedade, e prever a safra regional, que não considera o município como unidade básica e, b) não existem produtores, entre os cerca de (dois mil)

21 monitorados, com áreas inferiores à 10 (dez) hectares. Quanto à hipótese 1), quando não há absolutamente maneira de se identificar a cultura em função ocorrência de cobertura de nuvens na imagem, optamos por deixar a área em questão ser levantada pelos métodos tradicionais (ida a campo e identificação visual da cultura). 4º ) Estimativa da Produção Agrícola Informações confiáveis sobre os tipos de culturas instaladas, áreas plantadas e a distribuição espacial dentro de uma determinada região podem ser obtidas através de métodos convencionais, utilizando-se questionários aplicados diretamente aos produtores ou através da utilização de Sensoriamento Remoto (Sano et al, 1998). Ainda, dentre as aplicações mais ambiciosas do Sensoriamento Remoto no campo da agricultura, está a previsão de safra. Pelo menos dois tipos de dados podem ser fornecidos por ele: 1- o tipo de cultura; 2- a área ocupada pela cultura (Novo, 1998). Através da associação das informações fornecidas pela imagens de satélites (identificação da cultura e área plantada) com a produtividade esperada fornecida pela Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (FIBGE), cujos dados são obtidos via representantes de entidades relacionadas à produção agrícola, obtemos a produção esperada por unidade de cultivo e por contribuinte. O cálculo de estimativa de produção em questão leva em consideração tão somente os fatores época de plantio (recomendada por calendário agrícola fornecido pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária EMBRAPA e instituída por portarias do Ministério da Agricultura), área plantada e a produtividade média da região. Fatores outros como tipo de solo, tratos culturais, ocorrências de pragas e doenças, déficit hídrico, etc,...que poderão proporcionar produtividade diferente da esperada, são objeto de análise e consideração por parte da SEFAZ-GO, através de fiscais de cada regional. A definição da produção para efeito de tributação nos casos de unidades produtivas cuja produtividade possa divergir da esperada, é precedida de levantamento in loco durante o ciclo da cultura e de parecer técnico de órgãos oficiais ligados à agricultura.

22 5º) Ações Fiscais A identificação do(s) contribuinte(s), do tipo de cultura por ele plantado e da área de plantio, traz mecanismos abrangentes e ágeis de acompanhamento fiscal, permitindo às Regionais estabelecer o planejamento de operações de fiscalização preventiva e mesmo a execução de ações fiscais corretivas com maior rapidez e acuidade. A capitulação legal para as ações fiscais apoiadas no uso da tecnologia do Geoprocessamento é a mesma que das outras ações fiscais cotidianamente aplicadas no trabalho do Fisco: o Geoprocessamento é somente uma ferramenta de acompanhamento do comportamento fiscal e produtivo dos contribuintes, tal como os tradicionais sistemas informatizados em uso. As ações fiscais dele decorrentes, portanto, se enquadram nas duas diferentes modalidades de fiscalização do ICMS, trânsito e empresas, e são executadas dentro dos recursos legais hoje existentes. Cumpridos os procedimentos anteriores à ação fiscal propriamente dita (levantamento dos limites das propriedades, identificação das culturas, cálculo da área e cálculo da produtividade, conforme o Quadro 1 Atribuições da Central e das Regionais - METODOLOGIA, pág. 10), dentre as situações mais comuns de irregularidade fiscal que são detectadas a partir do monitoramento agrícola feito com o apoio do Geoprocessamento, destacamos as de mercadoria em geral sem a respectiva nota fiscal e irregularidades na auditoria básica do ICMS, envolvendo avaliação de estoques, valor adicionado, específica de mercadorias e de cereais. Cumpre destacar que desde a implantação do sistema, em 2001, não houve autuação fiscal oriunda de divergências entre a área plantada/produção e a apresentação de documentos fiscais da safra colhida - o que se observa é um aumento significativo na emissão destes documentos e, em conseqüência, da arrecadação do tributo devido, pelo aumento da percepção de risco por parte do contribuinte, ao ser notificado de que sua produção está sendo acompanhada por imagens de satélite. Como exemplo dessa situação, cabe citar a Delegacia Regional de Luziânia, onde a arrecadação do segmento agrícola aumentou de cerca de R$ ,00 mensais para cerca de R$ ,00 mensais após a implantação do sistema (Fonte: Sistema SARE/SEFAZ 2002), sem que tenha sido necessário lavrar nenhum auto de infração.

GEOPROCESSAMENTO APLICADO NO MONITORAMENTO DO SETOR AGRÍCOLA PARA FINS TRIBUTÁRIOS

GEOPROCESSAMENTO APLICADO NO MONITORAMENTO DO SETOR AGRÍCOLA PARA FINS TRIBUTÁRIOS GEOPROCESSAMENTO APLICADO NO MONITORAMENTO DO SETOR AGRÍCOLA PARA FINS TRIBUTÁRIOS Geóg. MSc. Maria G. da Silva Barbalho maria-gsb@sefaz.go.gov.br Tecgº. Geoproces. Rafael Antônio França Ferreira rafael-aff@sefaz.go.gov.br

Leia mais

USO DO GEOPROCESSAMENTO NO MONITORAMENTO DO SETOR AGRÍCOLA PARA FINS TRIBUTÁRIOS NA SEFAZ-GO. Geoprocessamento

USO DO GEOPROCESSAMENTO NO MONITORAMENTO DO SETOR AGRÍCOLA PARA FINS TRIBUTÁRIOS NA SEFAZ-GO. Geoprocessamento USO DO GEOPROCESSAMENTO NO MONITORAMENTO DO SETOR AGRÍCOLA PARA FINS TRIBUTÁRIOS NA SEFAZ-GO Geog.Ms. Maria G. da Silva Barbalho maria-gsb@sefaz.go.gov.br Conceito Disciplina do conhecimento que utiliza

Leia mais

Sistemas de Informação Geográfica (SIG) para Agricultura de Precisão

Sistemas de Informação Geográfica (SIG) para Agricultura de Precisão 01 Sistemas de Informação Geográfica (SIG) para Agricultura de Precisão Rodrigo G. Trevisan¹; José P. Molin² ¹ Eng. Agrônomo, Mestrando em Engenharia de Sistemas Agrícolas (ESALQ-USP); ² Prof. Dr. Associado

Leia mais

EXPANSÃO DA SOJA PARA A PORÇÃO NORTE DO BIOMA CERRADO NO ESTADO DO PIAUÍ

EXPANSÃO DA SOJA PARA A PORÇÃO NORTE DO BIOMA CERRADO NO ESTADO DO PIAUÍ EXPANSÃO DA SOJA PARA A PORÇÃO NORTE DO BIOMA CERRADO NO ESTADO DO PIAUÍ Resumo Patrícia Ladeira Pinheiro¹ Gabriel Pereira² (patricia.ladeira@gmail.com; pereira@ufsj.edu.br) Graduanda em Geografia - UFSJ

Leia mais

INTRODUÇÃO AO GEOPROCESSAMENTO GEOPROCESSAMENTO. Introdução ao Geoprocessamento. Conceitos básicos 18/06/2015. Conceitos básicos

INTRODUÇÃO AO GEOPROCESSAMENTO GEOPROCESSAMENTO. Introdução ao Geoprocessamento. Conceitos básicos 18/06/2015. Conceitos básicos GEOPROCESSAMENTO INTRODUÇÃO AO GEOPROCESSAMENTO Prof. Esp. André Aparecido da Silva Introdução ao Geoprocessamento Conceitos básicos Conceitos básicos Componentes de um SIG Entrada de Dados em Geoprocessamento

Leia mais

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO GEOGRÁFICA (I)

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO GEOGRÁFICA (I) UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO ESCOLA SUPERIOR DE AGRICULTURA LUIZ DE QUEIROZ DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA DE BIOSSISTEMAS DISCIPLINA: LEB450 TOPOGRAFIA E GEOPROCESSAMENTO II PROF. DR. CARLOS ALBERTO VETTORAZZI

Leia mais

TRIBUTAÇÃO PELO IPTU: GEOINFORMAÇÃO E ATUALIZAÇÃO CADASTRAL

TRIBUTAÇÃO PELO IPTU: GEOINFORMAÇÃO E ATUALIZAÇÃO CADASTRAL TRIBUTAÇÃO PELO IPTU: GEOINFORMAÇÃO E ATUALIZAÇÃO CADASTRAL Lauro Marino Wollmann Agente Fiscal da Receita Municipal Secretaria da Fazenda - Porto Alegre Porto Alegre, 20 de novembro de 2014. Para exigir

Leia mais

Engenheiro Agrônomo, Doutor em Ciências, pesquisador da Embrapa Monitoramento por Satélite, Campinas-SP, daniel.victoria@embrapa.

Engenheiro Agrônomo, Doutor em Ciências, pesquisador da Embrapa Monitoramento por Satélite, Campinas-SP, daniel.victoria@embrapa. Comunicado Técnico 33 ISSN 1415-2118 Campinas, SP Dezembro, 2013 Agricultura Integração de bases de dados e desenvolvimento de aplicações específicas para a Secretária de Políticas Agrícolas/Mapa no Somabrasil

Leia mais

UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO ESCOLA SUPERIOR DE AGRICULTURA LUIZ DE QUEIROZ DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS FLORESTAIS LCF-1581

UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO ESCOLA SUPERIOR DE AGRICULTURA LUIZ DE QUEIROZ DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS FLORESTAIS LCF-1581 UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO ESCOLA SUPERIOR DE AGRICULTURA LUIZ DE QUEIROZ DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS FLORESTAIS LCF-1581 Recursos Florestais em Propriedades Agrícolas Trabalho final: Projeto de adequação

Leia mais

Relações mais harmoniosas de convívio com a natureza; O mundo como um modelo real que necessita de abstrações para sua descrição; Reconhecimento de

Relações mais harmoniosas de convívio com a natureza; O mundo como um modelo real que necessita de abstrações para sua descrição; Reconhecimento de Relações mais harmoniosas de convívio com a natureza; O mundo como um modelo real que necessita de abstrações para sua descrição; Reconhecimento de padrões espaciais; Controle e ordenação do espaço. Técnicas

Leia mais

Introdução ao SIG. Objetivos Específicos 18/11/2010. Competência: Apresentar: Utilidade de um SIG

Introdução ao SIG. Objetivos Específicos 18/11/2010. Competência: Apresentar: Utilidade de um SIG MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE - MMA INSTITUTO CHICO MENDES DE CONSERVAÇÃO DA BIODIVERSIDADE - ICMBio DIRETORIA DE PLANEJAMENTO, ADMINISTRAÇÃO E LOGÍSTICA - DIPLAN COORDENAÇÃO GERAL DE GESTÃO DE PESSOAS -

Leia mais

MAPEAMENTO FLORESTAL

MAPEAMENTO FLORESTAL MAPEAMENTO FLORESTAL ELISEU ROSSATO TONIOLO Eng. Florestal Especialista em Geoprocessamento OBJETIVO Mapear e caracterizar a vegetação visando subsidiar o diagnóstico florestal FUNDAMENTOS É uma ferramenta

Leia mais

MAPEAMENTO DOS ESPELHOS D'ÁGUA DO BRASIL

MAPEAMENTO DOS ESPELHOS D'ÁGUA DO BRASIL MAPEAMENTO DOS ESPELHOS D'ÁGUA DO BRASIL Parceria entre FUNCEME, Ministério da Integração e Agencia Nacional de Águas gera mapa dos recursos hídricos superficiais do Brasil Utilização de geotecnologias

Leia mais

Leite. A utilização de softwares no gerenciamento produtivo de pequenas propriedades. relatório de inteligência. Abril 2014

Leite. A utilização de softwares no gerenciamento produtivo de pequenas propriedades. relatório de inteligência. Abril 2014 Leite relatório de inteligência Abril 2014 A utilização de softwares no gerenciamento produtivo de pequenas propriedades A rotina em uma propriedade leiteira exige acompanhamento e atenção em todos os

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA - UFBA

UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA - UFBA UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA - UFBA Instituto de Ciências Ambientais e Desenvolvimento Sustentável Prof. Pablo Santos 4 a Aula SISTEMA DE INFORMAÇÃO GEOGRÁFICA - SIG Introdução Definições Necessárias

Leia mais

Conceitos Básicos. Geoprocessamento: Uma Ferramenta Para o Desenvolvimento Regional Sustentável. Conceitos Básicos.

Conceitos Básicos. Geoprocessamento: Uma Ferramenta Para o Desenvolvimento Regional Sustentável. Conceitos Básicos. Geoprocessamento: Uma Ferramenta Para o Desenvolvimento Regional Sustentável Sistema de Informação Dados Armazenados Questão Informação Laboratório de Geoprocessamento (LAGEO) Programa de Mestrado em Ciências

Leia mais

SENRORIAMENTO REMOTO E SIG. Aula 1. Prof. Guttemberg Silvino Prof. Francisco das Chagas

SENRORIAMENTO REMOTO E SIG. Aula 1. Prof. Guttemberg Silvino Prof. Francisco das Chagas SENRORIAMENTO REMOTO E SIG Aula 1 Programa da Disciplina 1 CONCEITOS, HISTÓRICO E FUNDAMENTOS (8 aulas) 2 Sensoriamento remoto. Histórico e definições 3 Domínios do Sensoriamento Remoto 4 Níveis de Coleta

Leia mais

o GUIA COMPLETO da Nota Fiscal de Consumidor Eletrônica

o GUIA COMPLETO da Nota Fiscal de Consumidor Eletrônica o GUIA COMPLETO da Nota Fiscal de Consumidor Eletrônica sumário >> Introdução... 3 >> Nota fiscal eletrônica: o começo de tudo... 6 >> Nota fiscal de consumidor eletrônica (NFC-e)... 10 >> Quais as vantagens

Leia mais

GERAÇÃO DE MAPAS DIGITAIS E MODELOS TRIDIMENSIONAIS DE SUPERFÍCIES. Manoel Silva Neto Engenheiro Cartógrafo

GERAÇÃO DE MAPAS DIGITAIS E MODELOS TRIDIMENSIONAIS DE SUPERFÍCIES. Manoel Silva Neto Engenheiro Cartógrafo GERAÇÃO DE MAPAS DIGITAIS E MODELOS TRIDIMENSIONAIS DE SUPERFÍCIES Manoel Silva Neto Engenheiro Cartógrafo Com um novo conceito enraizado na inovação, a Droneng busca integrar a multidisciplinaridade no

Leia mais

Costa, B.L. 1 ; Faria, R.A.M²; Marins, L.S.³. ²Universidade do Estado do Rio de Janeiro / Faculdade de Formação de Professores - rfariageo@hotmail.

Costa, B.L. 1 ; Faria, R.A.M²; Marins, L.S.³. ²Universidade do Estado do Rio de Janeiro / Faculdade de Formação de Professores - rfariageo@hotmail. GERAÇÃO DE MAPA DE USO E COBERTURA DE SOLO UTILIZANDO IMAGENS DE SATÉLITE LANDSAT 8 PARA O SUPORTE AO PLANEJAMENTO MUNICIPAL DO MUNICÍPIO DE NITERÓI RJ. Costa, B.L. 1 ; Faria, R.A.M²; Marins, L.S.³ 1 Universidade

Leia mais

Sistemas de Informação Geográfica Prof. Tiago Eugenio de Melo, MSc.

Sistemas de Informação Geográfica Prof. Tiago Eugenio de Melo, MSc. Sistemas de Informação Geográfica Prof. Tiago Eugenio de Melo, MSc. SUMÁRIO Apresentação da ementa Introdução Conceitos Básicos de Geoinformação Arquitetura de SIGs Referências Bibliográficas APRESENTAÇÃO

Leia mais

Diferenças entre Sistemas Gerenciadores de Banco de Dados para GIS - SGBDs

Diferenças entre Sistemas Gerenciadores de Banco de Dados para GIS - SGBDs Diferenças entre Sistemas Gerenciadores de Banco de Dados para GIS - SGBDs O objetivo deste documento é fazer uma revisão bibliográfica para elucidar as principais diferenças entre os SGBDs, apontando

Leia mais

I ENCONTRO PAULISTA DE BIODIVERSIDADE

I ENCONTRO PAULISTA DE BIODIVERSIDADE I ENCONTRO PAULISTA DE BIODIVERSIDADE 16 a 18 de novembro de 2009 Fundação Mokiti Okada Palestrante: Mônica Pavão Pesquisadora do Instituto Florestal INVENTÁRIO FLORESTAL DO ESTADO DE SÃO PAULO INVENTÁRIO

Leia mais

O SOFTWARE SPP Eucalyptus

O SOFTWARE SPP Eucalyptus Rua Raul Soares, 133/201 - Centro - Lavras MG CEP 37200-000 Fone/Fax: 35 3821 6590 O SOFTWARE SPP Eucalyptus 1/7/2008 Inventar GMB Consultoria Ltda Ivonise Silva Andrade INTRODUÇÃO Um dos grandes problemas

Leia mais

Os integrantes do projeto foram a equipe de Coordenação da Arrecadação SRF 8ª Região Fiscal e a equipe de Desenvolvimento do SERPRO/SUNAT/ATSPO.

Os integrantes do projeto foram a equipe de Coordenação da Arrecadação SRF 8ª Região Fiscal e a equipe de Desenvolvimento do SERPRO/SUNAT/ATSPO. Experiência: Sistema de Cálculo de Acréscimos Legais SICALC Instituição responsável : Secretária da Receita Federal SRF. Os integrantes do projeto foram a equipe de Coordenação da Arrecadação SRF 8ª Região

Leia mais

Orientações para o Apoio do Fundo Amazônia ao Cadastramento Ambiental Rural

Orientações para o Apoio do Fundo Amazônia ao Cadastramento Ambiental Rural Orientações para o Apoio do Fundo Amazônia ao Cadastramento Ambiental Rural 1. Apoio do Fundo Amazônia ao Cadastramento Ambiental Rural no bioma Amazônia... 2 2. Apoio do Fundo Amazônia ao Cadastramento

Leia mais

Laboratório de Análise e Tratamento de Imagens de Satélites LATIS (*)

Laboratório de Análise e Tratamento de Imagens de Satélites LATIS (*) Laboratório de Análise e Tratamento de Imagens de Satélites LATIS (*) RELATÓRIO SOBRE O MAPEAMENTO ADICIONAL DE AGROPECUÁRIA ÁREA COMPREENDIDA POR 18 MUNICÍPIOS DA ÁREA LIVRE DE AFTOSA DO PARÁ REALIZADO

Leia mais

Parecer Consultoria Tributária Segmentos DUB-ICMS do Rio de Janeiro

Parecer Consultoria Tributária Segmentos DUB-ICMS do Rio de Janeiro DUB-ICMS do Rio de Janeiro 27/12/2013 Título do documento Sumário Sumário... 2 1. Questão... 3 2. Normas apresentadas pelo cliente... 3 3. Análise da Legislação... 3 4. Conclusão... 5 5. Informações Complementares...

Leia mais

Experiências Nacionais Bem Sucedidas com Gestão de Tributos Municipais Ênfase no IPTU

Experiências Nacionais Bem Sucedidas com Gestão de Tributos Municipais Ênfase no IPTU Experiências Nacionais Bem Sucedidas com Gestão de Tributos Municipais Ênfase no IPTU O Papel dos Tributos Imobiliários para o Fortalecimento dos Municípios Eduardo de Lima Caldas Instituto Pólis Marco

Leia mais

Por que Geoprocessamento?

Por que Geoprocessamento? Um pouco sobre a NOSSA VISÃO Processamento Digital é um endereço da Web criado pelo geógrafo Jorge Santos com objetivo de compartilhar dicas sobre Geoprocessamento e Software Livre. A idéia surgiu no ano

Leia mais

Espacialização comparativa de dados de produtividade de milho com teores agronômicos das propriedades químicas dos solos

Espacialização comparativa de dados de produtividade de milho com teores agronômicos das propriedades químicas dos solos Espacialização comparativa de dados de produtividade de milho com teores agronômicos das propriedades químicas dos solos Amarindo Fausto Soares Embrapa Informática Agropecuária, Campinas São Paulo - Brasil

Leia mais

Diagnóstico Ambiental do Município de Alta Floresta - MT

Diagnóstico Ambiental do Município de Alta Floresta - MT Diagnóstico Ambiental do Município de Alta Floresta - MT Paula Bernasconi Ricardo Abad Laurent Micol Maio de 2008 Introdução O município de Alta Floresta está localizado na região norte do estado de Mato

Leia mais

044.ASR.SRE.16 - Princípios Físicos do Sensoriamento Remoto

044.ASR.SRE.16 - Princípios Físicos do Sensoriamento Remoto Texto: PRODUTOS DE SENSORIAMENTO REMOTO Autor: BERNARDO F. T. RUDORFF Divisão de Sensoriamento Remoto - Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais São José dos Campos-SP - bernardo@ltid.inpe.br Sensoriamento

Leia mais

Grupo: Irmandade Bruna Hinojosa de Sousa Marina Schiave Rodrigues Raquel Bressanini Thaís Foffano Rocha

Grupo: Irmandade Bruna Hinojosa de Sousa Marina Schiave Rodrigues Raquel Bressanini Thaís Foffano Rocha Projeto de Engenharia Ambiental Sensoriamento remoto e Sistema de Informação Geográfica Grupo: Irmandade Bruna Hinojosa de Sousa Marina Schiave Rodrigues Raquel Bressanini Thaís Foffano Rocha Sensoriamento

Leia mais

10º LEVANTAMENTO DE SAFRAS DA CONAB - 2012/2013 Julho/2013

10º LEVANTAMENTO DE SAFRAS DA CONAB - 2012/2013 Julho/2013 10º LEVANTAMENTO DE SAFRAS DA CONAB - 2012/2013 Julho/2013 1. INTRODUÇÃO O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), por meio da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), realiza sistematicamente

Leia mais

Figura 1 Classificação Supervisionada. Fonte: o próprio autor

Figura 1 Classificação Supervisionada. Fonte: o próprio autor ANÁLISE DAS ÁREAS DE PRESERVAÇÃO PERMANENTE NA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO JUQUERY ATRÁVES DE TÉCNICAS DE GEOPROCESSAMENTO E IMAGENS DE SENSORIAMENTO REMOTO 1. INTRODUÇÃO Ultimamente tem-se visto uma grande

Leia mais

GERENCIAMENTO ELETRÔNICO DE DOCUMENTOS SISTEMA DE INFORMAÇÕES GEOGRÁFICAS

GERENCIAMENTO ELETRÔNICO DE DOCUMENTOS SISTEMA DE INFORMAÇÕES GEOGRÁFICAS FERRAMENTAS ELETRÔNICAS NO APRIMORAMENTO DA ADMINISTRAÇÃO TRIBUTÁRIA GERENCIAMENTO ELETRÔNICO DE DOCUMENTOS SISTEMA DE INFORMAÇÕES GEOGRÁFICAS FERRAMENTAS ELETRÔNICAS NO APRIMORAMENTO DA ADMINISTRAÇÃO

Leia mais

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO GEOGRÁFICA

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO GEOGRÁFICA SISTEMAS DE INFORMAÇÃO GEOGRÁFICA Jugurta Lisboa Filho Departamento de Informática Universidade Federal de Viçosa (MG) jugurta@dpi.ufv.br Universidade Federal de Viçosa Departamento de Informática Tópicos

Leia mais

GEOPROCESSAMENTO. Herondino Filho

GEOPROCESSAMENTO. Herondino Filho GEOPROCESSAMENTO Herondino Filho Sumário 1. Introdução 1.1 Orientações Avaliação Referência 1.2 Dados Espaciais 1.2.1 Exemplo de Dados Espaciais 1.2.2 Aplicações sobre os Dados Espaciais 1.3 Categoria

Leia mais

Dado Vetorial. Características do Dado Vetorial. Usa entidades como ponto, linha e polígono para identificar localizações;

Dado Vetorial. Características do Dado Vetorial. Usa entidades como ponto, linha e polígono para identificar localizações; Estrutura dos Dados Geográficos Organização lógica dos dados para preservar sua integridade e facilitar o seu uso. Vetorial Raster ou Matricial Dado Vetorial Usa entidades como ponto, linha e polígono

Leia mais

Reinaldo Lúcio Gomide Embrapa Milho e Sorgo

Reinaldo Lúcio Gomide Embrapa Milho e Sorgo DETERMINAÇÃO DA VARIABILIDADE ESPAÇO-TEMPORAL DE DEMANDA HÍDRICA E PRODUTIVIDADE DA ÁGUA EM ESCALA REGIONAL POR MEIO DE TÉCNICAS DE SENSORIAMENTO REMOTO AGRÍCOLA, ASSOCIADAS À MODELAGEM, GEOPROCESSAMENTO

Leia mais

PROJETO LAVOURA COMUNITÁRIA

PROJETO LAVOURA COMUNITÁRIA Agência Goiânia de Assistência Técnica, Extensão Rural e Pesquisa Agropecuária-Emater Vinculada à Secretaria de Agricultura, Pecuária e Irrigação MINUTA PROJETO LAVOURA COMUNITÁRIA Safra 20XX /20XX Município:

Leia mais

ANEXO B TERMO DE REFERÊNCIA. Declaração de trabalho, serviços e especificações.

ANEXO B TERMO DE REFERÊNCIA. Declaração de trabalho, serviços e especificações. PROCESSO 014-2014 ANEXO B TERMO DE REFERÊNCIA Declaração de trabalho, serviços e especificações. A Contratada deverá executar o trabalho e realizar os serviços a seguir, indicados de acordo com as especificações

Leia mais

LEI MUNICIPAL N 4.884 de 13 de dezembro de 2013

LEI MUNICIPAL N 4.884 de 13 de dezembro de 2013 LEI MUNICIPAL N 4.884 de 13 de dezembro de 2013 Institui a Nota Fiscal de Serviços Eletrônica NFS-e no Município de Três Passos. JOSÉ CARLOS ANZILIERO AMARAL, Prefeito em exercício de Três Passos, Estado

Leia mais

Ferramentas de sensoriamento remoto e SIG aplicadas ao novo Código Florestal

Ferramentas de sensoriamento remoto e SIG aplicadas ao novo Código Florestal 1/38 Ferramentas de sensoriamento remoto e SIG aplicadas ao novo Código Florestal Cota de Reserva Ambiental (CRA) Eng. Allan Saddi Arnesen Eng. Frederico Genofre Eng. Matheus Ferreira Eng. Marcelo Pedroso

Leia mais

. ORegistro Imobiliário (PARA OS DADOS LEGAIS) e;. O Cadastro Imobiliário (PARA OS DADOS GEOMÉTRICOS).

. ORegistro Imobiliário (PARA OS DADOS LEGAIS) e;. O Cadastro Imobiliário (PARA OS DADOS GEOMÉTRICOS). A IMPORTÂNCIA DOS CONVÊNIOS COM OS CARTÓRIOS E A RECEITA FERAL PARA PURAÇÃO DOS DADOS DA CERTIDÃO DÍVIDA ATIVA. 1 INTRODUÇÃO O 1.1 A CIDA ARACAJU CAPITAL DO ESTADO SERGIPE /BRASIL POPULAÇÃO SERGIPE 1.939.426

Leia mais

CONSELHO PERMANENTE DE AGROMETEOROLOGIA APLICADA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL

CONSELHO PERMANENTE DE AGROMETEOROLOGIA APLICADA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL CONSELHO PERMANENTE DE AGROMETEOROLOGIA APLICADA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL Prognósticos e recomendações para o período Maio/junho/julho de 2014 Boletim de Informações nº

Leia mais

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO GEOGRÁFICA

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO GEOGRÁFICA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO ESCOLA SUPERIOR DE AGRICULTURA LUIZ DE QUEIROZ DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA DE BIOSSISTEMAS DISCIPLINA: LEB210 GEOPROCESSAMENTO SEGUNDO SEMESTRE DE 2013 PROF. DR. CARLOS ALBERTO

Leia mais

PROJETO DE INTERVENÇÃO EM ESTABELECIMENTOS QUE COMERCIALIZAM CARNES

PROJETO DE INTERVENÇÃO EM ESTABELECIMENTOS QUE COMERCIALIZAM CARNES .Sistema Único de Saúde Ministério da Saúde Governo do Estado de Goiás Secretaria de Estado da Saúde Superintendência de Vigilância Sanitária e Ambiental Coordenadoria de Saúde do Trabalhador PROJETO DE

Leia mais

DISCREPÂNCIA ENTRE USO E CAPACIDADE DE USO DAS TERRAS DO MUNICÍPIO DE ITAPURANGA-GO Adriana Aparecida Silva 1

DISCREPÂNCIA ENTRE USO E CAPACIDADE DE USO DAS TERRAS DO MUNICÍPIO DE ITAPURANGA-GO Adriana Aparecida Silva 1 DISCREPÂNCIA ENTRE USO E CAPACIDADE DE USO DAS TERRAS DO MUNICÍPIO DE ITAPURANGA-GO Adriana Aparecida Silva 1 1 Professora do Curso de Geografia/Unidade Cora Coralina/UEG RESUMO Localizado na micro-região

Leia mais

Tecnologias Digitais de Geoprocessamento

Tecnologias Digitais de Geoprocessamento Gilberto Pessanha Ribeiro Engenheiro Cartógrafo - UERJ Mestre em Ciências Geodésicas - UFPR Doutor em Geografia UFF Especialista em Geologia do Quaternário Museu Nacional/UFRJ gilberto@eng.uerj.br gilberto@globalgeo.com.br

Leia mais

PROCESSAMENTO DE IMAGENS LANDSAT-5 TM NO MAPEAMENTO DO USO DA TERRA NA REGIÃO DE GUAXUPÉ (MG)

PROCESSAMENTO DE IMAGENS LANDSAT-5 TM NO MAPEAMENTO DO USO DA TERRA NA REGIÃO DE GUAXUPÉ (MG) PROCESSAMENTO DE IMAGENS LANDSAT-5 TM NO MAPEAMENTO DO USO DA TERRA NA REGIÃO DE GUAXUPÉ (MG) LYNEKER PEREIRA DA SILVEIRA¹ e FERNANDO SHINJI KAWAKUBO² Palavras chaves: Sensoriamento Remoto; Café; Cana-de-açúcar;

Leia mais

MANUAL DA EMPRESA DESENVOLVEDORA DE PROGRAMA APLICATIVO FISCAL - PAF-ECF (RESPONSÁVEL TÉCNICO)

MANUAL DA EMPRESA DESENVOLVEDORA DE PROGRAMA APLICATIVO FISCAL - PAF-ECF (RESPONSÁVEL TÉCNICO) SECRETARIA DA FAZENDA DE GOIÁS SUPERINTENDÊNCIA DA RECEITA ESTADUAL GEAF - GERÊNCIA DE ARRECADAÇÃO E FISCALIZAÇÃO COAF - COORDENAÇÃO DE AUTOMAÇÃO FISCAL MANUAL DA EMPRESA DESENVOLVEDORA DE PROGRAMA APLICATIVO

Leia mais

MINISTÉRIO PÚBLICO DE GOIÁS

MINISTÉRIO PÚBLICO DE GOIÁS MINISTÉRIO PÚBLICO DE GOIÁS SUPERINTENDÊNCIA DE INFORMÁTICA DEPARTAMENTO DE SEGURANÇA E ADMINISTRAÇÃO DE DADOS GEOPROCESSAMENTO PERGUNTAS E RESPOSTAS AGOSTO 2009 1. O QUE É GEOPROCESSAMENTO? Geoprocessamento

Leia mais

GESTÃO DE PROPRIEDADES RURAIS

GESTÃO DE PROPRIEDADES RURAIS MANUAL GESTÃO DE PROPRIEDADES RURAIS Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Distrito Federal Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura AgroSol Soluções em Informática para Agronegócio

Leia mais

Cálculo da área de drenagem e perímetro de sub-bacias do rio Araguaia delimitadas por MDE utilizando imagens ASTER

Cálculo da área de drenagem e perímetro de sub-bacias do rio Araguaia delimitadas por MDE utilizando imagens ASTER Cálculo da área de drenagem e perímetro de sub-bacias do rio Araguaia delimitadas por MDE utilizando imagens ASTER Murilo R. D. Cardoso Universidade Federal de Goiás, Instituto de Estudos Sócio-Ambientais/GO

Leia mais

Sistema de Monitoramento de Cultivos AgroDetecta

Sistema de Monitoramento de Cultivos AgroDetecta Sistema de Monitoramento de Cultivos AgroDetecta T R E I N A M E N T O ( 0 1 / 2 0 1 3 ) F O C O : AT E N D E N T E S C AL L C E N T E R Desenvolvimento: Soluções Informatizadas em Gerenciamento Agrometeorológico

Leia mais

A INFORMÁTICA NO AGRONEGÓCIO

A INFORMÁTICA NO AGRONEGÓCIO CESA - CENTRO DE ESTUDOS SOCIAIS APLICADOS ADMINISTRAÇÃO EDELGIR RUB PESCE JUNIOR IGOR DE ALENCAR ARARIPE FAÇANHA LEONARDO HENRIQUE MARCOVIQ BORGES RODRIGO KLOCKER DE CAMARGO A INFORMÁTICA NO AGRONEGÓCIO

Leia mais

GEONFORMAÇÃO PARA NÃO ESPECIALISTAS

GEONFORMAÇÃO PARA NÃO ESPECIALISTAS GEONFORMAÇÃO PARA NÃO ESPECIALISTAS - Produtos Cartográficos - Geoprocessamento - Sistemas de Informações Geográficas (GIS) - Serviços de Mapas - Demo de um GIS aplicado na PMSP CARTOGRAFIA (conceitos)

Leia mais

FOTOINTERPRETAÇÃO. Interpretação e medidas. Dado qualitativo: lago

FOTOINTERPRETAÇÃO. Interpretação e medidas. Dado qualitativo: lago FOTOINTERPRETAÇÃO a) conceito A fotointerpretação é a técnica de examinar as imagens dos objetos na fotografia e deduzir sua significação. A fotointerpretação é bastante importante à elaboração de mapas

Leia mais

Uso de geotecnologias no monitoramento de sistemas de integração lavourapecuária- floresta

Uso de geotecnologias no monitoramento de sistemas de integração lavourapecuária- floresta Uso de geotecnologias no monitoramento de sistemas de integração lavourapecuária- floresta Sistemas de integração lavoura pecuária- floresta: a produção sustentável Sistemas de produção em inte ra ão Atualmente

Leia mais

: Transforme seu plantio em um fundo de investimento ativo. The single source for Forest Resource Management

: Transforme seu plantio em um fundo de investimento ativo. The single source for Forest Resource Management : Transforme seu plantio em um fundo de investimento ativo The single source for Forest Resource Management 2 Tecnologia laser aerotransportada LiDAR LiDAR é um sistema ativo de sensoriamento remoto, originalmente

Leia mais

O IBGE divulgou a pouco o primeiro prognóstico para a safra de 2011: www.ibge.gov.br Em 2011, IBGE prevê safra de grãos 2,8% menor que a de 2010

O IBGE divulgou a pouco o primeiro prognóstico para a safra de 2011: www.ibge.gov.br Em 2011, IBGE prevê safra de grãos 2,8% menor que a de 2010 O IBGE divulgou a pouco o primeiro prognóstico para a safra de 2011: www.ibge.gov.br Em 2011, IBGE prevê safra de grãos 2,8% menor que a de 2010 O IBGE realizou, em outubro, o primeiro prognóstico para

Leia mais

NFSE - Nota Fiscal de Serviços Eletrônica 1

NFSE - Nota Fiscal de Serviços Eletrônica 1 1 DSF - Desenvolvimento de Sistemas Fiscais Todos os direitos reservados. É permitida a reprodução total ou parcial deste documento sem o pagamento de direitos autorais, contanto que as cópias sejam feitas

Leia mais

Aplicações CBERS na Universidade Federal do Rio Grande do Sul

Aplicações CBERS na Universidade Federal do Rio Grande do Sul Aplicações CBERS na Universidade Federal do Rio Grande do Sul Pesquisas CBERS - UFRGS 2001: Início do projeto Participantes: - PPG-SR / CEPSRM - Instituto de Geociências Geodésia Geografia Geologia - Faculdade

Leia mais

CARTILHA DE ORIENTAÇÕES

CARTILHA DE ORIENTAÇÕES NOTA FISCAL DE CONSUMIDOR ELETRÔNICA NFC-e MODELO 65 CARTILHA DE ORIENTAÇÕES Esteja pronto para a maior revolução no varejo dos últimos tempos: A Nota Fiscal de Consumidor Eletrônica! 1 SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO...

Leia mais

A utilização de Sistema de Informação Geográfica baseada em software livre na área de Segurança Pública

A utilização de Sistema de Informação Geográfica baseada em software livre na área de Segurança Pública A utilização de Sistema de Informação Geográfica baseada em software livre na área de Segurança Pública Alan Peixoto Medeiros Universidade Presidente Antônio Carlos Rodovia MG 368 KM 12 Colônia Rodrigo

Leia mais

15- Representação Cartográfica - Estudos Temáticos a partir de imagens de Sensoriamento Remoto

15- Representação Cartográfica - Estudos Temáticos a partir de imagens de Sensoriamento Remoto 15- Representação Cartográfica - Estudos Temáticos a partir de imagens de Sensoriamento Remoto O Sensoriamento Remoto é uma técnica que utiliza sensores, na captação e registro da energia refletida e emitida

Leia mais

Site da disciplina: Site do Laboratório de Geotecnologias Aplicadas: https://moodleinstitucional.ufrgs.br. http://www.ufrgs.

Site da disciplina: Site do Laboratório de Geotecnologias Aplicadas: https://moodleinstitucional.ufrgs.br. http://www.ufrgs. Universidade Federal do Rio Grande do Sul Instituto de Geociências Departamento de Geografia Sistemas de Informações Geográficas I GEO 01007 Professora: Eliana Lima da Fonseca Site da disciplina: https://moodleinstitucional.ufrgs.br

Leia mais

Sumário. Antecedentes legais. Atividades relevantes. O que é o SIGAP. Estrutura simplificada do SIGAP. Principais benefícios

Sumário. Antecedentes legais. Atividades relevantes. O que é o SIGAP. Estrutura simplificada do SIGAP. Principais benefícios Sumário Antecedentes legais Atividades relevantes O que é o SIGAP Relevância do SIGAP para o acompanhamento de projetos Estrutura simplificada do SIGAP Principais benefícios Atividades em desenvolvimento

Leia mais

Módulo Consulta de Contribuinte Internet

Módulo Consulta de Contribuinte Internet SISTEMA INTEGRADO DE ADMINISTRAÇÃO DA RECEITA Módulo Consulta de Contribuinte Internet ÍNDICE 1 INTRODUÇÃO GERAL... 3 2 INTRODUÇÃO AO MÓDULO CONSULTA DE CONTRIBUINTE... 3 2.1 SEGURANÇA... 3 2.2 BOTÕES...

Leia mais

ERMAC 2010: I ENCONTRO REGIONAL DE MATEMÁTICA APLICADA E COMPUTACIONAL 11-13 de Novembro de 2010, São João del-rei, MG; pg 251-257 251

ERMAC 2010: I ENCONTRO REGIONAL DE MATEMÁTICA APLICADA E COMPUTACIONAL 11-13 de Novembro de 2010, São João del-rei, MG; pg 251-257 251 ERMAC 2010: I ENCONTRO REGIONAL DE MATEMÁTICA APLICADA E COMPUTACIONAL 11 13 de Novembro de 2010, São João delrei, MG; pg 251 257 251 ANÁLISE DO USO E OCUPAÇÃO DO SOLO DA CIDADE DE VITÓRIAES USANDO A COMPOSIÇÃO

Leia mais

Adoção da Agricultura de Precisão no Brasil. Alberto C. de Campos Bernardi e Ricardo Y. Inamasu EMBRAPA 1

Adoção da Agricultura de Precisão no Brasil. Alberto C. de Campos Bernardi e Ricardo Y. Inamasu EMBRAPA 1 Adoção da Agricultura de Precisão no Brasil Alberto C. de Campos Bernardi e Ricardo Y. Inamasu EMBRAPA 1 Agricultura de Precisão A agricultura de precisão se deu inicio na década de 90 com o uso de monitores

Leia mais

NOTA FISCAL DE SERVIÇOS ELETRÔNICA NFS-e. Prefeitura Municipal de Tupãssi

NOTA FISCAL DE SERVIÇOS ELETRÔNICA NFS-e. Prefeitura Municipal de Tupãssi NOTA FISCAL DE SERVIÇOS ELETRÔNICA NFS-e Prefeitura Municipal de Tupãssi PERGUNTAS E RESPOSTAS O QUE É A NOTA FISCAL DE SERVIÇOS ELETRÔNICA NFS-e? R NOTA FISCAL DE SERVIÇOS ELETRÔNICA (NFS-e) é um documento

Leia mais

Brasil e suas Organizações políticas e administrativas. Brasil Atual 27 unidades político-administrativas 26 estados e distrito federal

Brasil e suas Organizações políticas e administrativas. Brasil Atual 27 unidades político-administrativas 26 estados e distrito federal Brasil e suas Organizações políticas e administrativas GEOGRAFIA Em 1938 Getúlio Vargas almejando conhecer o território brasileiro e dados referentes a população deste país funda o IBGE ( Instituto Brasileiro

Leia mais

USO DO GEOPROCESSAMENTO APLICADO À GESTÃO DE SISTEMAS DE LAGOAS DE ESTABILIZAÇÃO NO RIO GRANDE DO NORTE

USO DO GEOPROCESSAMENTO APLICADO À GESTÃO DE SISTEMAS DE LAGOAS DE ESTABILIZAÇÃO NO RIO GRANDE DO NORTE USO DO GEOPROCESSAMENTO APLICADO À GESTÃO DE SISTEMAS DE LAGOAS DE ESTABILIZAÇÃO NO RIO GRANDE DO NORTE Adriana Dias Moreira PIRES (1); Bruno César Dias de ALBUQUERQUE (2); Daniel Bruno Alves dos SANTOS

Leia mais

NOÇÕES DE GEOPROCESSAMENTO. Módulo 3

NOÇÕES DE GEOPROCESSAMENTO. Módulo 3 NOÇÕES DE GEOPROCESSAMENTO Módulo 3 Sistema Metropolitano de Informações Georreferenciadas MetroGeo Curso Noções de Geoprocessamento Módulo 3 Oscar Ricardo M. Schmeiske Programação Curso Noções de Geoprocessamento

Leia mais

INTRODUÇÃO 1.1 POR QUE GEOPROCESSAMENTO?

INTRODUÇÃO 1.1 POR QUE GEOPROCESSAMENTO? 1 INTRODUÇÃO 1.1 POR QUE GEOPROCESSAMENTO? O termo Geoprocessamento denota a disciplina do conhecimento que utiliza técnicas matemáticas e computacionais para o tratamento da informação geográfica. Esta

Leia mais

ESTUDO DA EXPANSÃO DO DESMATAMENTO DO BIOMA CERRADO A PARTIR DE CENAS AMOSTRAIS DOS SATÉLITES LANDSAT

ESTUDO DA EXPANSÃO DO DESMATAMENTO DO BIOMA CERRADO A PARTIR DE CENAS AMOSTRAIS DOS SATÉLITES LANDSAT ESTUDO DA EXPANSÃO DO DESMATAMENTO DO BIOMA CERRADO A PARTIR DE CENAS AMOSTRAIS DOS SATÉLITES LANDSAT Elaine Barbosa da SILVA¹ Laerte Guimarães FERREIRA JÚNIOR¹ Antonio Fernandes dos ANJOS¹ Genival Fernandes

Leia mais

O MATOPIBA e o desenvolvimento "destrutivista" do Cerrado

O MATOPIBA e o desenvolvimento destrutivista do Cerrado O MATOPIBA e o desenvolvimento "destrutivista" do Cerrado Paulo Rogerio Gonçalves* No dia seis de maio de 2015 o decreto n. 8447 cria o Plano de Desenvolvimento Agropecuário do Matopiba e seu comitê gestor.

Leia mais

Informação Geográfica (SIG) Inês Pinto Instituto de Investigação Cientifica Tropical

Informação Geográfica (SIG) Inês Pinto Instituto de Investigação Cientifica Tropical Introdução aos Sistemas de Informação Geográfica (SIG) Inês Pinto Instituto de Investigação Cientifica Tropical DEFINIÇÃO DE SIG As definições são condicionadas pelo ambiente em que surgem e pela realidade

Leia mais

CARACTERIZAÇÃO DA SITUAÇÃO ANTERIOR

CARACTERIZAÇÃO DA SITUAÇÃO ANTERIOR Experiência BAIXA DE EMPRESA WEB Ministério da Previdência Social INSS Instituto Nacional da Previdência Social Responsável: Maria Flávia Pereira de Lima Pontes Magalhães Equipe: André Lima de Castro;

Leia mais

ESTUDO COMPARATIVO DE FERRAMENTAS COMPUTACIONAIS QUE UTILIZAM GEOPROCESSAMENTO E TECNOLOGIA BIM PARA DESENVOLVIMENTO DE PROJETOS DE ENGENHARIA CIVIL

ESTUDO COMPARATIVO DE FERRAMENTAS COMPUTACIONAIS QUE UTILIZAM GEOPROCESSAMENTO E TECNOLOGIA BIM PARA DESENVOLVIMENTO DE PROJETOS DE ENGENHARIA CIVIL ESTUDO COMPARATIVO DE FERRAMENTAS COMPUTACIONAIS QUE UTILIZAM GEOPROCESSAMENTO E TECNOLOGIA BIM PARA DESENVOLVIMENTO DE PROJETOS DE ENGENHARIA CIVIL 1. INTRODUÇÃO E REFERENCIAL TEÓRICO A área de geoprocessamento

Leia mais

PRONAMP PROGRAMA NACIONAL DE APOIO AO MÉDIO PRODUTOR RURAL. novembro de 2013

PRONAMP PROGRAMA NACIONAL DE APOIO AO MÉDIO PRODUTOR RURAL. novembro de 2013 PRONAMP PROGRAMA NACIONAL DE APOIO AO MÉDIO PRODUTOR RURAL novembro de 2013 EVOLUÇÃO DO FINANCIAMENTO RURAL 160,0 1200% 140,0 1100% 1000% 120,0 900% BILHÕES 100,0 80,0 60,0 40,0 424% 349% 800% 700% 600%

Leia mais

Atlas Digital de MINAS GERAIS 1 de 18

Atlas Digital de MINAS GERAIS 1 de 18 Atlas Digital de MINAS GERAIS 1 de 18 Características Agropecuárias A sociedade brasileira viveu no século XX uma transformação socioeconômica e cultural passando de uma sociedade agrária para uma sociedade

Leia mais

Desenvolvimento de um Sistema de Informações Geográficas (SIG) para o monitoramento de uma bacia hidrográfica, utilizando software livre RESUMO

Desenvolvimento de um Sistema de Informações Geográficas (SIG) para o monitoramento de uma bacia hidrográfica, utilizando software livre RESUMO Desenvolvimento de um Sistema de Informações Geográficas (SIG) para o monitoramento de uma bacia hidrográfica, utilizando software livre RESUMO Este artigo apresenta os primeiros resultados do desenvolvimento

Leia mais

Letícia Antunes Resende 1 Herbe Xavier 2

Letícia Antunes Resende 1 Herbe Xavier 2 As contribuiçõesdas geotecnologias à atividade turística Letícia Antunes Resende 1 Herbe Xavier 2 Pode-se considerar que o turismo é, antes de tudo, uma experiência geográfica, pois a atividade se desenvolve

Leia mais

Módulo 4. Uso do GPS voltado para coleta de dados e a práticas educacionais.

Módulo 4. Uso do GPS voltado para coleta de dados e a práticas educacionais. UPE Campus Petrolina PROGRAMA DA DISCIPLINA Curso: Licenciatura Plena em Geografia Disciplina: Cartografia B Carga Horária: 60hs Teórica: 32hs Prática: 28hs Semestre: 2013.2 Professor: Antonio Marcos dos

Leia mais

Uso de Sistema de Informações Geográficas na atualização e modernização da área comercial da companhia de saneamento Águas e Esgotos do Piauí S/A

Uso de Sistema de Informações Geográficas na atualização e modernização da área comercial da companhia de saneamento Águas e Esgotos do Piauí S/A Uso de Sistema de Informações Geográficas na atualização e modernização da área comercial da companhia de saneamento Águas e Esgotos do Piauí S/A Elaine Cristina Osório Rocha 1 Valdira de Caldas Brito

Leia mais

GUIA PARA EMITIR A NOTA FISCAL ELETRÔNICA

GUIA PARA EMITIR A NOTA FISCAL ELETRÔNICA GUIA PARA EMITIR A NOTA FISCAL ELETRÔNICA SUMÁRIO >> Introdução... 3 >> O que é a nota fiscal eletrônica?... 6 >> O que muda com esse novo modelo de documento fiscal?... 8 >> O DANFE - Documento Acessório

Leia mais

Distrito Federal > Novembro/2015

Distrito Federal > Novembro/2015 OBS: As informações contidas nesta página são de caráter informativo, não dispensando a consulta a um profissional especializado, devido à freqüência com que os conteúdos sofrem alterações. Distrito Federal

Leia mais

Forum de Discussão Ambiental entre as Secretarias Municipais e o Comitê Guandu

Forum de Discussão Ambiental entre as Secretarias Municipais e o Comitê Guandu Forum de Discussão Ambiental entre as Secretarias Municipais e o Comitê Guandu 13/05/2013 CAR - Cadastro Ambiental Rural - O Cadastro Ambiental Rural é um registro eletrônico, obrigatório para todos os

Leia mais

Documento de Projeto. Monitoramento do Desmatamento nos Biomas Brasileiros por Satélite

Documento de Projeto. Monitoramento do Desmatamento nos Biomas Brasileiros por Satélite Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento Documento de Projeto Projeto Número: 00061740 BRA/08/011 Monitoramento do Desmatamento nos Biomas Brasileiros por Satélite Este projeto tem como objetivo

Leia mais

Professora Dra.Jussara dos Santos Rosendo Orientadora e Professora -Universidade Federal de Uberlândia UFU E-mail: jussara@facip.ufu.

Professora Dra.Jussara dos Santos Rosendo Orientadora e Professora -Universidade Federal de Uberlândia UFU E-mail: jussara@facip.ufu. O Programa Agricultura de Baixo Carbono (ABC) no Município de Ituiutaba MG Laíza Castro Brumano Viçoso Bolsista de IC/ FAPEMIG - Universidade Federal de Uberlândia UFU E-mail: laizabrumano@hotmail.com

Leia mais

I SIMPÓSIO DE CIÊNCIA & TECNOLOGIA Soluções Integradas para uma Gestão Compartilhada

I SIMPÓSIO DE CIÊNCIA & TECNOLOGIA Soluções Integradas para uma Gestão Compartilhada I SIMPÓSIO DE CIÊNCIA & TECNOLOGIA Soluções Integradas para uma Gestão Compartilhada OS ATLAS ELETRÔNICOS E O DESENVOLVIMENTO DO APLICATIVO PARA A PESQUISA E PLANEJAMENTO URBANO E REGIONAL TerraViewWeb

Leia mais

PORTARIA Nº, DE xx DE xxxxx DE 2009

PORTARIA Nº, DE xx DE xxxxx DE 2009 MINISTÉRIO DAS CIDADES PORTARIA Nº, DE xx DE xxxxx DE 2009 Diretrizes para a criação, instituição e atualização do Cadastro Territorial Multifinalitário (CTM) nos municípios brasileiros. O MINISTRO DE

Leia mais

Monitoramento do Bioma Cerrado

Monitoramento do Bioma Cerrado Monitoramento do Bioma Cerrado Prof. Dr. Nilson C. Ferreira Monitoramento do Bioma Cerrado Biomas Brasileiros, destaque mapa antrópico do bioma Cerrado. Fonte: Sano et al. 2007(PROBIO-MMA). Monitoramento

Leia mais

ANEXO II EDITAL 002/2015 - PROEX/IFMS DAS ATRIBUIÇÕES DO ESTAGIÁRIO

ANEXO II EDITAL 002/2015 - PROEX/IFMS DAS ATRIBUIÇÕES DO ESTAGIÁRIO ANEXO II EDITAL 002/2015 - PROEX/IFMS DAS ATRIBUIÇÕES DO ESTAGIÁRIO CÂMPUS AQUIDAUANA CURSO Informática Edificações ATRIBUIÇÕES - Prestar serviço de suporte na área de tecnologia da informação; - Prestar

Leia mais

INSTITUTO INTERAMERICANO DE COOPERAÇÃO PARA A AGRICULTURA TERMO DE REFERÊNCIA Nº 007

INSTITUTO INTERAMERICANO DE COOPERAÇÃO PARA A AGRICULTURA TERMO DE REFERÊNCIA Nº 007 INSTITUTO INTERAMERICANO DE COOPERAÇÃO PARA A AGRICULTURA 1. IDENTIFICAÇÃO DA CONSULTORIA TERMO DE REFERÊNCIA Nº 007 Consultoria especializada (pessoa física) para elaborar e implantar novas metodologias

Leia mais