PARA CONSTRUÇÕES EM STEEL FRAMING

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "PARA CONSTRUÇÕES EM STEEL FRAMING"

Transcrição

1 DETALHES CONSTRUTIVOS PARA CONSTRUÇÕES EM STEEL FRAMING Tradução do original Low-Rise Residential Construction - Details Publicado originalmente em Março de PUBLICAÇÃO NT6-00 primeira impressão março de 2000 copyright M Street, NW, Suite 601 Washington, DC STEEL 1

2 Apresentação A crescente industrialização da Construção civil no Brasil vem demandando a introdução de novas tecnologias de construção. Acreditamos que o sistema Light Gauge Steel Framing ou apenas Steel Framing, ou ainda Sistema Construtivo formado por Perfis Leves de Aço formados a frio zincados, desenvolvido a mais de 25 anos e utilizado atualmente em diversos países, possa contribuir consideravelmente para esta nova fase da indústria da construção no Brasil. Acreditamos que todas as informações contidas nesta publicação representam as melhores práticas da indústria, com base em informações técnicas e científicas, porém estas informações não representam uma posição oficial do CBCA, ou uma restrição que exclui outras técnicas construtivas. Desenhos adicionais e mais detalhes (coordenados com os outros materiais utilizados) são necessários antes que estes possam ser incorporados ao projeto da construção. O uso destas informações não implica em qualquer responsabilidade por parte do CBCA - Centro Brasileiro de Construção em Aço, sobre a utilização das mesmas, tendo estas caráter meramente informativo. O CBCA agradece a: Rosália Gusmão de Lima, Engenheira de Desenvolvimento da CSN, pela tradução e tratamento das imagens. Sidnei Palatnik, Arquiteto e Analista de Marketing da CSN, pela tradução, organização e edição do conteúdo deste documento. Se você tem interesse em conhecer mais sobre este sistema construtivo e também sobre a construção em aço em geral, visite o site do CBCA - CBCA - Centro Brasileiro de Construção em Aço Agosto,

3 Introdução Os detalhes apresentados nesta publicação foram desenvolvidos por The Light Gauge Steel Engineers Association (LGSEA) para a SFA - Steel Framing Alliance, da América do Norte, e traduzidos e adaptados pelo CBCA - Centro Brasileiro de Construção em Aço, para a língua portuguesa. Foram criados para oferecer a Arquitetos, Projetistas e Construtores, informações sobre o desenho, detalhamento e construção de edificações residênciais de baixa altura que utilizam perfis leves de aço formados a frio zincados. Os detalhes incluídos neste documento foram selecionados com base em sua relação custo / benefício na época de sua criação. Foram feitos esforços para apresentar informações precisas, confiaveis e úteis. As conexões apresentadas são parafusadas; Outros tipos de conexão como soldas, rebites, clinches e parafusadeiras pneumáticas, entre outros, podem ser utilizados. É comum que os perfis utilizados já venham com furos para a passagens de utilidades, como a instalação elétrica e hidráulica. Estes furos podem variar de tamanho e espaçamento, conforme o fabricante ou o projeto. A Steel Framing Alliance credita a Nader Elhajj, P.E., o desenvolvimento destes detalhes. Agradecimento especial é feito a Kevin Bielat, do AISI - American Iron and Steel Institute, e a Tim Waite, da SFA, por seu auxílio e conselhos. A SFA agradece aos membros do comitê que ajudaram a selecionar os detalhes contídos neste documento: Don Allen - BLB Consulting Tim Waite - Steel Framing Alliance Scott Shaddix - Nicholas Lane Contractors Mike Whitticar - Enertech Systems, Inc. Pat Ford Matsen - Ford Design Associates, Inc. Don Wilnau - Construtor Independente. Todo o material aqui apresentado é apenas para informação geral. Não são um substituto para a assistência profissional especializada. A aplicação das informações aqui apresentadas em projetos específicos devem ser avaliadas por um profissional qualificado. Acreditamos que todas as informações contidas nesta publicação representam as melhores práticas da indústria, com base em informações técnicas e científicas, porém estas informações não representam uma posição oficial da SFA, ou uma restrição que exclui outras técnicas construtivas. Desenhos adicionais e mais detalhes (coordenados com os outros materiais utilizados) são necessários antes que estes possam ser incorporados ao projeto da construção. O uso destas informações não implica em qualquer responsabilidade por parte da SFA, sobre a utilização das mesmas, tendo estas caráter meramente informativo. 3

4 Índice Introdução...3 Lista de Detalhes...4 Figuras...8 Definições...69 Lista de Detalhes Detalhes Gerais Detalhe G1 - Esquema típico de casa estruturada em aço Detalhe G2/G3 - Configuração dos Perfis C Detalhe G1B - Esquema alternativo típico de casa em steel frame Detalhe G4 - Viga com furos na alma Detalhe G5 - Montante com furos na alma Detalhe G6 - Reforço para viga com furo na alma Detalhe G7 - Reforço para montante com furo na alma Detalhe G8 - Detalhe da estrutura alinhada Detalhe G9 - Enrijecedor da alma - detalhe 1 Detalhe G10 - Enrijecedor da alma - detalhe 2 Detalhe G11 - Enrijecedor da alma - detalhe 3 Detalhe G12 - Emenda de guia Detalhe G13 - Conexão parafusada Pisos Detalhe F1 - Estrutura de Piso Detalhe F2 - Conexão pisofundação Detalhe F3 - Conexão piso a soleira de madeira Detalhe F4 - Conexão piso a parede estrutural Detalhe F5 - Conexão apoio de piso a viga-i Detalhe F6 - Vigas sobrepostas Detalhe F7 - Viga contínua Detalhe F8 - Conexão de piso lateral a viga-i Detalhe F9 - Vigas suportadas por viga-i mais baixa Detalhe F10 - Vigas suportadas por viga-i mais alta 4

5 Detalhe F11 - Vigas de piso apoiadas em parede interna Detalhe F12 - Vigas apoiadas na fundação sobre aberturas Detalhe F13 - Conexão piso à lateral de parede CMU Detalhe F14 - Enrijecedor de alma apoiado em parede estrutural Detalhe F15 - Detalhe de reforço e fixação para piso elevado Detalhe F16 - Conexão de viga em balanço à fundação Detalhe F17 - Conexão de viga em balanço a soleira de madeira Detalhe F18 - Conexão de viga em balanço a apoio de parede Detalhe F19 - Conexão de viga em balanço a placa superior de madeira Detalhe F20 - Vigas duplas em balanço Detalhe F21 - Piso elevado de madeira Detalhe F22 - Viga suportada por coluna Detalhe F23 - Suporte de viga Detalhe F24 - Detalhe de abertura no piso Detalhe F25 - Detalhe da verga e da viga lateral de abertura Detalhe F26 - Travamento de piso - Detalhe 1 Detalhe F27 - Travamento de piso - Detalhe 2 Detalhe F28 - Travamento de piso - Detalhe 3 Detalhe F29 - Travamento de piso - Detalhe 4 Detalhe F30 - Detalhe do contraventamento em X Detalhe F31 - Detalhe de conexão do travamento Detalhe F32 - Detalhe da conexão com o revestimento de piso Paredes Estruturais Detalhe W1 - Estrutura de parede Detalhe W2 - Elevação da estrutura da parede Detalhe W3 - Conexão da parede a fundação/laje de nível - 1 Detalhe W4 - Conexão da parede a fundação/laje de nível - 2 Detalhe W5 - Conexão da parede a fundação/laje de nível - 3 Detalhe W6 - Conexão da parede a fundação/laje de nível - 4 Detalhe W7 - Parede a soleira de madeira Detalhe W8 - Conexão de ancoragem - Detalhe 1 Detalhe W9 - Conexão de ancoragem - Detalhe 2 Detalhe W10 - Verga Caixão com montante auxiliar de apoio Detalhe W11 - Verga Caixão 5

6 Paredes Estruturais (cont.) Detalhe W12 - Verga I com montante duplo Detalhe W13 - Verga I Detalhe W14 - Verga L Detalhe W15 - Verga L simples Detalhe W16 - Verga L dupla Detalhe W17 - Contraventamento de montante com perfil dobrado a frio Detalhe W18 - Contraventamento de montante com revestimento Detalhe W19 - Contraventamento de montante com barramento e revestimento Detalhe W20 - Contraventamento de montante com barramento e travamento Detalhe W21 - Revestimento estrutural parafusado nos montantes de parede Detalhe W22 - Parede de cisalhamento e diafragma Detalhe W23 - Paredes revestidas com aberturas Detalhe W24 - Contraventamento em X em edificações de 1 pavimento Detalhe W25 - Contraventamento em X em edificações de 2 pavimentos Detalhe W26 - Parede revestida em edificações de 2 pavimentos Detalhe W27 - Contraventamento em X Detalhe W28 - Chapa de ligação do Contraventamento em X Detalhe W29 - Detalhe da Estrutura de canto Paredes não Estruturais Figura NL1 - Estrutura de paredes não estruturais Figura NL2 - Detalhe da conexão da guia de soleira e verga Figura NL3 - Detalhe da estrutura de canto Figura NL4 - Detalhe do montante batente Figura NL5 - Detalhe da estrutura de abertura de porta Figura NL6 - Detalhe da estrutura de abertura de janela Figura NL7 - Abertura não estrutural Figura NL8 - Parede não estrutural paralela a viga 6

7 Telhados Detalhe R1 - Estrutura do telhado Detalhe R2 - Vigas e vigas do pórtico Detalhe R3 - Vista isométrica da estrutura do telhado Detalhe R4 - Conexão de canto Detalhe R5 - Conexão de cumeeira Detalhe R6 - Cumeeira com vigas de pórtico superpostas Detalhe R7 - Beiral de do telhado e acabamento Detalhe R8 - Travamento de viga e banzo Detalhe R9 - Tirante a viga de pórtico Detalhe R10 - Conexão de contraventamento da viga de pórtico Detalhe R11 - Estrutura do telhado com extensão em madeira Detalhe R12 - Treliça de madeira apoiada em parede de aço Detalhe R13 - Conexão de encontro Detalhe R14 - Estrutura telhado parede não alinhada Detalhe R15 - Espigão / rincão Diversos Figura M1 - Detalhe de travamento Figura M2 - Detalhe de instalações elétrica e hidráulica Figura M3 - Detalhe da estrutura de escada Figura M4 - Estrutura da escada - detalhe 2 Figura M5 - Detalhe da chegada da escada Figura M6 - Detalhe da soleira 7

8 DETALHE G1 Esquema de uma casa estruturada em aço DE CUMEEIRA DE FORRO ESTRUTURA DO TELHADO (R1) VEDAÇÃOESTRUTURAL ENRIJECEDOR DE ALMA MONTANTE PAREDE N AO ESTRUTURAL (Nl1) JUNTA DE EXTREMIDADE ESTRUTURA DE PAREDE (W1) DE PISO PAREDE ESTRUTURAL INTERNA ESTRUTURA DE PISO (F1) TRAVAMENTO Detalhe G2 Configuração dos perfis C VERGA CONECTOR DE FUNDAÇÃO BARRA CHATA & TRAVAMENTO ESTRUTURA ALINHADA VEDAÇÃO ESTRUTURAL MONTANTE LATERAL DE ABERTURA Detalhe G3 Configuração da guia ESPESSURA ALMA (MEDIDA EXTERNA) ESPESSURA ALMA (MEDIDA INTERNA) ENRIJECEDOR (LADO INTERNO A EXTREMIDADE) MESA (MEDIDA EXTERNA) MESA (MEDIDA EXTERNA) 8

9 Detalhe G1B - Esquema alternativo típico de casa em steel frame 9

10 Detalhe G4 Viga com furos na alma ESPAÇAMENTO ENTRE FUROS DISTÂNCIA DO FURO A EXTREMIDADE PROFUNDIDADE DO FURO LINHA CENTRAL DA ALMA COMPRIMENTO DO FURO COMPRIMENTO DO FURO CONDIÇÃO DE APOIO Detalhe G5 Montante com furos na alma DISTÂNCIA DA EXTREMIDADE COMPRIMENTO DO FURO RASGADO ESPAÇAMENTO CENTRO A CENTRO LARGURA DO FURO PENETRAÇÃO (FURO, FURO RASGADO) 10

11 Detalhe G6 Reforço para viga com furo na alma CHAPA DE AÇO SÓLIDA, PERFIL C OU PARAFUSOS CONFORME EXIGÊNCIA Detalhe G7 Reforço para montante com furos na alma MONTANTE PARAFUSOS CHAPA DE AÇO SÓLIDA, PERFIL C OU 11

12 Detalhe G8 Detalhe de estrutura alinhada MEMBRO ESTRUTURAL HORIZONTAL MEMBRO ESTRUTURAL HORIZONTAL MONTANTE MONTANTE CONFORME PROJETO CONFORME PROJETO MEMBRO ESTRUTURAL HORIZONTAL MEMBRO ESTRUTURAL HORIZONTAL CONFORME PROJETO CONFORME PROJETO MEMBRO ESTRUTURAL VERTICAL MEMBRO ESTRUTURAL VERTICAL 12

13 Detalhe G9 Enrijecedor de alma - detalhe 1 PARAFUSOS CONFORME EXIGÊNCIA ENRIJECEDOR DE ALMA Detalhe G10 Enrijecedor de alma - detalhe 2 PERFIL C OU COM PARAFUSOS AO LONGO DA ALMA Detalhe G11 Enrijecedor de alma - detalhe 3 ENRIJECEDOR DE ALMA COM PARAFUSOS 13

14 Detalhe G12 Emenda de guia PERFIL C DENTRO DA PARAFUSOS AO LONGO DA ALMA OU MESAS DOS DOIS LADOS DA EMENDA COMPRIMENTO DA EMENDA Detalhe G13 Conexão Parafusada ESPESSURA DA VEDAÇÃO PASSOS EXPOSTOS MEMBRO ESTRUTURAL CABEÇA SEXTAVADA CABEÇA PHILLIPS PARAFUSO AUTOPERFURANTE APERTADO DO AÇO MAIS FINO PARA O MAIS ESPESSO. PASSOS EXPOSTOS 14

15 Detalhe F1 Estrutura de Piso CONEXÃO (F5, F8, F9, F10) ESTRUTURA ALINHADA (G8) ESTRUTURA DA PAREDE SUPERIOR (W1, W2) E EMENDA DE (G3, G12) COM FURO NA ALMA E REMENDO DE (G4-G6) EM BALAN;O REVESTIMENTODE CONTRA-PISO(F32) (F29) VERGA (G2) (G10) CONTÍNUA (F5, F7) DETALHE DE ABERTURA DE PISO (F24, F25) TRAVAMENTO (F26-F31) S CONEXÃO SUPERPOSTAS EM BALANÇO (F6) FUNDAÇÃO OU DE APOIO DE PAREDE (F16-F20) CONTRAVENTAMENTO EM X (F30) TRAVAMENTO DA MESA INFERIOR (F26-F31) CONEXÃO FUNDAÇÃO OU DE APOIO DE PAREDE (F2-F15) 15

16 Detalhe F2 Conexâo piso fundação ENRIJECEDOR DE ALMA () REVESTIMENTO SELADOR DE SOLEIRA Detalhe F3 Conexão piso a soleira de madeira FUNDAÇÃO CHUMBADOR OU OUTROCONECTOR CANTONEIRA PARAFUSADA A, TAMANHO, ESPESSURA, ESPA;AMENTO E Nº DE PARAFUSOS REVESTIMENTO ENRIJECEDOR DE ALMA PARAFUSOS PREGOS CHAPA DE AÇO (TAMANHO E ESPAÇAMENTO ) CHUMBADOR OU OUTRO CONECTOR SOLEIRA DE MADEIRA FUNDAÇÃO SELADOR DE SOLEIRA 16

17 Detalhe F4 Conexão piso a parede estrutural ENRIJECEDOR DE ALMA PARAFUSAR CANTONEIRA OU CHAPA DE REFORÇO REVESTIMENTO PARAFUSOS NAS MESAS MONTANTE ESTRUTURAL PARAFUSAR A DE EXTREMIDADE NA DE PAREDE Detalhe F5 Conexão apoio de piso a viga-i ENRIJECEDOR DE ALMA (DESTE LADO OU ENTRE AS MESAS DA ) CANTONEIRA LAMINADA OU FORMADA A FRIO PARAFUSOS 17

18 Detalhe F6 Vigas sobrepostas CONFORME EXIGÊNCIA PARAFUSOS MONTANTE ESTRUTURAL PARAFUSOS NAS MESAS Detalhe F7 Viga contínua ENRIJECEDOR DE ALMA (DESTE LADO OU ENTRE AS MESAS DA ) PARAFUSOS NA ALMA DA, CANTONEIRA OU CHAPA DE REFORÇO SUPERIOR PARAFUSOS NAS MESAS MONTANTE ESTRUTURAL 18

19 Detalhe F8 Conexão de piso lateral a viga-i COMPRIMENTO DE SOLDA OU PARAFUSOS -I ESTRUTURAL SEÇÃO DE CONECTADA A ATRAVÉS DAS MESAS INFERIOR E SUPERIOR PARAFUSOS ALÇA DE TRAVAMENTO DE MADEIRA PRESO A -I Detalhe F9 Vigas suportadas por viga-i mais baixa PARAFUSOS CONFORME EXIGÊNCIA LAMINADA OU FORMADA A FRIO Detalhe F10 Vigas suportadas por viga-i mais alta CHAPA DE CONEXÃO: DIMENSÃO CONF. PROJETO ESTABILIZADOR HORIZONTAL PARAFUSOS CONFORME EXIGÊNCIA LAMINADA OU FORMADA A FRIO CHAPA DE CONEXÃO: DIMENSÃO CONF. PROJETO ESTABILIZADOR HORIZONTAL 19

20 Detalhe F11 Vigas de piso apoiadas em parede interna S DE REVESTIMENTO PARAFUSOS PARAFUSOS JUNTO AO MONTANTE ENRIJECEDOR DE ALMA CONF. EXIGÊNCIA (DESTE LADO OU ENTRE AS MESAS DA ) MONTANTE DA PAREDE Detalhe F12 Vigas apoiadas na fundação sobre aberturas ENRIJECEDOR DE ALMA DE EXTREMIDADE SEÇÃO DE INSERIDA NA DE EXTREMIDADE SOBRE ABERTURA ENTRE S DE PISO FUNDAÇÃO SELADOR DE SOLEIRA 20

21 Detalhe F13 Conexão piso à lateral de parede CMU ESTRUTURA DE PAREDE CHUMBADOR CONTRA-PISO PAREDECMU Detalhe F14 Enrijecedor de alma apoiado em parede estrutural ENRIJECEDOR DE ALMA CONF. EXIGÊNCIA CANTONEIRA MONTANTE ESTRUTURAL SUPERIOR 21

22 Detalhe F15 Detalhe Alternate Pony Wall de reforço e fixação para piso elevado MONTANTE MONTANTE PARAFUSOS CHUMBADORES Detalhe F16 Conexão de viga em balanço à fundação TRAVAMENTO REVESTIMENTO CONEXÃO DO TRAVAMENTO ÀS S ATRAVÉS DE CADA ABA DO ENRIJECEDOR DE ALMA OU CANTONEIRA PARAFUSOS ENRIJECEDOR INSTALADO EM QUALQUER UM DOS LADOS DA ALMA SELADOR DE SOLEIRA DE PISO CANTONEIRA (ESPAÇAMENTO ) CHUMBADOR OU OUTRO CONECTOR FUNDAÇÃO 22

23 Detalhe F17 Conexão de viga em balanço a soleira de madeira TRAVAMENTO ENRIJECEDOR DE ALMA TRAVAMENTO CONECTADO A ATRAVÉS DE PARAFUSOS AO LONGO DO ENRIJECEDOR DE ALMA OU CANTONEIRA DE CADA LADO REVESTIMENTO PARAFUSOS NAS MESAS PARAFUSOS CHAPA DE AÇO (ESPAÇAMENTO ) PREGOS COMUNS SOLEIRA DE MADEIRA FUNDAÇÃO SELADOR DE SOLEIRA Detalhe F18 Conexão de viga em balanço a apoio de parede ENRIJECEDOR DE ALMA REVESTIMENTO SUPERIOR MONTANTE ESTRUTURAL PARAFUSOS NAS MESAS PARAFUSOS ATRAVÉS DA CANTONEIRA OU CHAPA DE REFORÇO 23

24 Detalhe F19 Conexão da viga em balanço a placa superior de madeira ENRIJECEDOR DE ALMA REVESTIMENTO PARAFUSOS ATRAVÉS DE CANTONEIRA OU CHAPA DE REFORÇO PLACAS SUPERIORES DE MADEIRA MONTANTE ESTRUTURAL Detalhe F20 Vigas duplas em balanço PARAFUSOS CANTONEIRAS PARAFUSADAS ÀS S BARRA CHATA S DE TRAVAMENTO DE PISO PARAFUSADAS À BARRA CHATA () E X IG ÊNC IA C ONFORME 24

25 Detalhe F21 Piso elevado de madeira PRANCHA DE MADEIRA DE MADEIRA TRAVAMENTO ENTRE S MONTANTE DE PAREDE CHAPA DE CONEXÃO S MÚLTIPLAS 25

26 Detalhe F22 Viga suportada por coluna DE EXTREMIDADE PARAFUSOS AUTOPERFURANTES CORTE NAS MESAS DA -I MONTANTE DE PAREDE A CADA LADO DA COLUNA DE TUBULAÇÃO Detalhe F23 Suporte de viga CORTE NAS MESAS DA POSICIONAR NO TOPO DA COLUNA, CORTAR MESAS DA E CONECTAR AOS MONTANTES DE MADEIRA COLUNA MONTANTE A CADA LADO DA 26

27 Detalhe F24 Detalhe de abertura no piso LATERAL DE ABERTURA VERGA CANTONEIRA LATERAL DE ABERTURA Detalhe F25 Detalhe da verga e da viga lateral de abertura PARAFUSOS VERGA PERFIL C DENTRO DA PARAFUSOS EM CADA ABA DA CANBTONEIRA (UM LADO DA CONEXÃO), COMPRIMENTO CANTONEIRA COM PARAFUSOS EM CADA ABA DOS DOIS LADOS DA CONEXÃO (CONF. EXIG.) LATERAL DE ABERTURA PERFIL C DENTRO DA 27

28 Detalhe F26 Travamento de piso - Detalhe 1 REVESTIMENTO DE CONTRA-PISO TRAVAMENTO SÓLIDO CANTONEIRA COM PARAFUSOS EM CADA ABA (ESPESSURA PARAFUSOS ) ATRAVÉS DA BARRA CHATA NA CONF. EXIG. BARRA DE AÇO CONTÍNUA NA BASE DA Detalhe F27 Travamento de piso - Detalhe 2 REVESTIMENTO DE CONTRA-PISO TRAVAMENTO PERFIL C OU SEÇÃO DE 28

29 Detalhe F28 Travamento de piso - Detalhe 3 OU PERFIL C PROFUNDIDADE PARAFUSOS EM CADA ABA DA CANTONEIRA, EM CADA EXTREMIDADE BARRA CHATA Detalhe F29 Travamento de piso - Detalhe 4 OU PERFIL C (TAMANHO ) CONECTAR TRAVAMENTO BARRA CHATA COM PARAFUSOS CONFORME PARAFUSADA AO EXIGÊNCIA TRAVAMENTO E A 29

30 Detalhe F30 Detalhe do contraventamento em X PARAFUSOS ATRAVÉS DO CONTRAVENTAMENTO EM CADA MESA (CONF. EXIG.) BARRA CHATA Detalhe F31 Detalhe de conexão do travamento CORTAR AS MESAS E DOBRAR A ALMA DA PARA PERMITIR A CONEXÃO CORTAR AS MESAS EDOBRAR PARTE DA ALMA PARA BAIXO E PARAFUSAR À CONF. EXIG. 30

31 Detalhe F32 Detalhe da conexão com o revestimento de piso PARAFUSOS NO PERÍMETRO REVESTIMENTO DE PISO PARAFUSOS INTERMEDIÁRIOS ESPAÇAMENTO 31

32 Detalhe W1 Estrutura de parede CONEXÃO PISO PAREDE (F11, F13, F21) ESTRUTURA DE PAREDE ESTRUTURA ALINHADA (G8) VERGA (W10-W16) TRAVAMENTO (W19, W20) ESTRUTURA DE CANTO (W29) DETALHE DO CHUMBADOR (W3 - W9) REVESTIMENTO ESTRUTURAL (W21) EMENDA DE (G12) CONTRAVENTAMENTO DA PAREDE DE CISALHAMENTO (W22 - W28) BARRA DE CONTRAVENTAMENTO (W17, W19, W20) 32

33 Detalhe W2 Elevação da estrutura de parede VERGA CAIXÃO (W10, W11) VERGA I (W12, W13) CANTO EXTERNO (VISTA PLANA) CANTO (W29) CANTO INTERNO L (W14 - W16) EMENDA DE (G12) CONTRAVENTAMENTO DE CISALHAMENTO (W24 - W28) 33

34 Detalhe W3 Conexão da parede a fundação/laje de nível - 1 MONTANTE SELADOR DE SOLEIRA PARAFUSOS NAS MESAS CHUMBADOR OU OUTRO CONECTOR,, PRÓXIMO AO MONTANTE FUNDAÇÃO OU LAJE DE ONDE HOUVER FILETE NÍVEL PARA SUPORTAR UM EMBUTIDO, OFILETE DEVE ESTAR A PELO MENOS 1 - ½ ABAIXO DA ELEVAÇÃO DA LAJE Detalhe W4 Conexão parede a fundação/laje de nível - 2 MONTANTE CONFORME EXIGÊNCIA PARAFUSOS NAS MESAS PARAFUSOS NAS MESAS PERFIL C TRAVANDO INTERNAMENTE A DA PAREDE CHUMBADOR OU OUTRO CONECTOR, SELADOR DE SOLEIRA FUNDAÇÃO OU LAJE DE NÍVEL 34

35 Detalhe W5 Conexão parede a fundação/laje de nível - 3 MONTANTE PARAFUSAR CANTONEIRA AO MONTANTE CONF. EXIG. ARRUELA CONECTAR CANTONEIRA A FUNDAÇÃO COM BARRA ROSQUEADA HILTI OU SIMILAR SELADOR DE SOLEIRA ONDE HOUVER FILETE PARA SUPORTAR UM EMBUTIDO, O FILETE DEVE ESTAR A PELO MENOS 1 - ½ ABAIXO DA ELEVAÇÃO DA LAJE PARAFUSOS NAS MESAS CHUMBADOR OU OUTRO CONECTOR, (PRÓXIMO AO MONTANTE) FUNDAÇÃO OU LAJE DE NÍVEL Detalhe W6 Conexão parede a fundação/laje de nível - 4 PARAFUSOS MONTANTE PARAFUSAR SEGMENTO DE AO MONTANTE CONF. EXIG. CANTONEIRA SOLDADA A SEGMENTO DE VERTICAL CHUMBADOR OU OUTRO CONECTOR, (PRÓXIMO AO MONTANTE) PARAFUSOS NAS MESAS FUNDAÇÃO OU LAJE DE NÍVEL 35

36 Detalhe W7 Parede a soleira de madeira ESPAÇAMENTO MONTANTE CHAPA METÁLICA PREGOS COMUNS PARAFUSOS NAS MESAS PARAFUSOS CHUMBADOR OU OUTRO CONECTOR, (PRÓXIMO AO MONTANTE) SOLEIRA DE MADEIRA FUNDAÇÃO OU LAJE DE NÍVEL 36

37 Detalhe W8 Conexão de ancoragem - Detalhe 1 PARAFUSOS MONTANTE CONECTOR FUNDAÇÃO Detalhe W9 Conexão de ancoragem - Detalhe 2 MONTANTE PERFIL C ENCAIXADO NA PARAFUSOS CONECTOR 37

38 Detalhe W10 Verga caixão com montante duplo PARAFUSOS (NAS DUAS MESAS) PERFIS C OU PERFIL C PARAFUSADA PARAFUSOS (NAS DUAS MESAS) MONTANTE DE COMPPOSIÇÃO PARAFUSAR AO MONTANTE DE COMPOSIÇÃO EM CIMA E EMBAIXO (DOS DOIS LADOS) PARAFUSAR AO(S) MONTANTES ATRAVÉS DAS MESAS OU DA ALMA DOBRADA MONTANTE(S) DUPLO(S) PARAFUSAR AO(S) MONTANTES ATRAVÉS DAS MESAS OU DA ALMA DOBRADA MONTANTE(S) DUPLO(S) Detalhe W11 Verga caixão com commontante montante auxiliar auxiliar de apoio de apoio PARAFUSOS (NAS DUAS MESAS) PERFIS C OU PERFIL C PARAFUSADA PARAFUSOS (NAS DUAS MESAS) MONTANTE DE COMPPOSIÇÃO PARAFUSAR AO MONTANTE DE COMPOSIÇÃO EM CIMA E EMBAIXO (DOS DOIS LADOS) PARAFUSAR AO(S) MONTANTES ATRAVÉS DAS MESAS MONTANTES DUPLO E LATERAL DE ABERTURA PARAFUSAR AO(S) MONTANTES ATRAVÉS DAS MESAS OU DA ALMA DOBRADA 38

39 Detalhe W12 Verga I com montante duplo PARAFUSOS ATRAVÉS DAS MESAS INFERIOR E SUPERIOR I COMPOSTO POR PERFIS C CANTONEIRA PARAFUSADA A VERGA COMPRIMENTO MÍNIMO PARAFUSOS MONTANTE DUPLO MONTANTE DE COMPOSIÇÃO PARAFUSAR AO MONTANTE DE COMPOSIÇÃO EM CIMA E EMBAIXO (DOS DOIS LADOS) PARAFUSAR OS MONTANTES ATRAVÉS DAS MESAS MONTANTE LATERAL DE ABERTURA Detalhe W13 Verga I PARAFUSOS ATRAVÉS DAS MESAS INFERIOR E SUPERIOR I COMPOSTO POR PERFIS C PARAFUSOS CANTONEIRA PARAFUSADA A VERGA COMPRIMENTO MÍNIMO MONTANTE DE COMPOSIÇÃO PARAFUSAR AO MONTANTE DE COMPOSIÇÃO EM CIMA E EMBAIXO (DOS DOIS LADOS) PARAFUSAR OS MONTANTES ATRAVÉS DAS MESAS MONTANTE LATERAL DE ABERTURA 39

40 Detalhe W14 Verga L A A VERGA L MONTANTE DE COMPOSIÇÃO SUPERIOR CONTÍNUA DA VERGA MONTANTE LATERAL DE ABERTURA MONTANTE SUPERIOR CONT[INUA ABERTURA DE JANELA/PORTA CANTONEIRA VERGA L MONTANTE DE COMPOSIÇÃO SUPERIOR DA VERGA SUPERIOR MONTANTE LATERAL DE ABERTURA EXTERIOR SEÇÃO A A INTERIOR 40

41 Detalhe W15 Verga L simples TOPO DA DE PAREDE PARAFUSOS EM CADA EXTREMIDADE PARAFUSOS CONFORME EXIGÊNCIA VERGA L PARAFUSOS EM CADA MONTANTE MONTANTE LATERAL DE ABERTURA Detalhe W16 Verga L dupla MONTANTE LARGURA DA ABERTURA DA VERGA MONTANTE DE COMPOSIÇÃO NOS PONTOS DE CARREGAMENTO TOPO DA DE PAREDE PARAFUSOS EM CADA EXTREMIDADE PARAFUSOS CONFORME EXIGÊNCIA VERGA L MONTANTE PARAFUSOS EM CADA MONTANTE MONTANTE LATERAL DE ABERTURA LARGURA DA ABERTURA DA VERGA MONTANTE DE COMPOSIÇÃO NOS PONTOS DE CARREGAMENTO 41

42 Detalhe W17 Contraventamento de montante com perfil dobrado a frio CANTONEIRA PARAFUSADA NO MONTANTE E NO PERFIL TRAVAMENTO HORIZONTAL EM PERFIL DOBRADO A FRIO ESPAÇADO DE PROJETO MONTANTE Detalhe W18 Contraventamento de montante com revestimento ESTRUTURA DE PAREDE MATERIAL DE REVESTIMENTO (TAIS COMO PLACA DE GESSO, OSB, PLYWOOD) 42

43 Detalhe W19 Contraventamento de montante com barramento e revestimento TRAVAMENTO MONTANTE/ A CADA EXTREMIDADE DE BARRA E INTERMITENTEMENTE CONFORME EXIGÊNCIA REVESTIMENTO DE PAREDE ESTRUTURA DE PAREDE BARRA CHATA SEÇÃO DOBRADA OU MESA CORTADA PARA FORMAR A VERTICAL PARAFUSOS NA BARRA CHATA E TRAVAMENTO PARAFUSOS EM CADA MONTANTE Detalhe W20 Contraventamento de montante com barramento e travamento SEÇÃO DOBRADA OU MESA CORTADA PARA FORMAR A VERTICAL BARRA CHATA ESTRUTURA DE PAREDE TRAVAMENTO NAS EXTREMIDADES DA BARRA E INTERMITENTEMENTE PARAFUSOS NA BARRA CHATA E EM CADA MONTANTE 43

44 Detalhe W21 Revestimento estrutural parafusado nos montantes de parede ESPAÇAMENTO ENTRE MONTANTES ALTURA DA PAREDE PAINEL DE REVESTIMENTO ESTRUTURAL Detalhe W22 Parede de cisalhamento e diafragma PARAFUSOS INTERMEDIÁRIOS PARAFUSOS DE EXTREMIDADE DIAFRAGMA HORIZONTAL (PISO) PAREDES DE CISALHAMENTO SEGMENTOSDE PAREDEDECISALHAMENTO 44

45 Detalhe W23 Paredes revestidas com aberturas JANELA JANELA ALTURA DA PAREDE CONECTOR DE BASE REVESTIMENTO JANELA PORTA REVESTIMENTO CHUMBADOR NA DE PISO PARAFUSOS 45

46 CONFORME PROJETO "DETALHES CONSTRUTIVOS Detalhe W24 Contraventamento em X em edificações de 1 pavimento DIAFRAGMA DO TELHADO CONEXÂO DE CONTRAVENTAMENTO MONTANTES DUPLOS NA EXTRENIDADE SUPERIOR DO CONTRAVENTAMENTO EM X PARAFUSOS ESTRUTURA DE TELHADO PEÇA DE TRAVAMENTO (DIAFRAGMA DE TRANSFERÊNCIA TELHADO A PAREDE BARRA CHATA BARRA PARAFUSA NA SUPERIOR LADO SUPERIOR LADO INTERNO EXTERNO BARRA DIAGONAL MONTANTE DUPLO BRAÇADEIRA DE CONTENÇÃO MONTANTE ESTRUTURAL CONEXÃO BARRA A INFERIOR CHUMBADOR CONF. EXIGêNCIA NOTA: BARRAS PRÉ-TENSIONADAS 46

47 Detalhe W25 Contraventamento em X em edificações de 2 pavimentos 47

48 Detalhe W26 Parede revestida em edificações de 2 pavimentos SUPERIOR BARRA CHATA TENSIONADA PARAFUSADA AOS MONTANTES PARAFUSOS PERIMETRAIS PARAFUSOS INTERMEDIÁRIOS REVESTIMENTO DE PISO SUPERIOR CONECTOR CONTENÇÃO INFERIOR CHUMBADOR M O N T A N T E DE EXTREMIDADE PARAFUSOS REVESTIMENTO ESTRUTURAL PARAFUSOS INTERMEDIÁRIOS CONF. EXIGêNCIA INFERIOR PARAFUSADA 48

49 Detalhe W27 Contraventamento em X BARRA DIAGONAL PARAFUSADA AOS MONTANTES MONTANTE MONTANTES DUPLOS NA EXTREMIDADE BRAÇADEIRA DE CONTENÇÃO (PODE SER COLOCADA EM QUALQUER LADO DOS MONTANTES INFERIOR PARAFUSAR BARRA A NOTA: BARRAS PRÉ-TENSIONADAS 49

50 Detalhe W28 Chapa de ligação do contraventamento em X BARRA DIAGONAL PARAFUSADA AOS MONTANTES MONTANTE MONTANTES DUPLOS NA EXTREMIDADE CHAPA DE LIGAÇÃO COM PARAFUSOS BRAÇADEIRA DE CONTENÇÃO (PODE SER COLOCADA EM QUALQUER LADO DOS MONTANTES CHAPA DE LIGAÇÃO PARAFUSADA A INFERIOR NOTA: BARRAS PRÉ-TENSIONADAS Detalhe W29 Estrutura de canto REVESTIMENTO EXTERNO PARAFUSOS DRYWALL MONTANTE 50

51 Figura NL1 Estrutura de paredes não estruturais CANTO (NL3) ABERTURA (NL4-NL6) DE SOLEIRA E VERGA (Nl2) TRAVAMENTO QUANDO A PAREDE É PARALELA AS S/TRELIÇAS (NL7) ESTRUTURA DE CANTO (VISTA PLANA) CONEXÃO MONTANTE- TRAVAMENTO (M1) PAREDES QUE SE INTERCEPTAM 51

52 Figura NL2 Detalhe da conexão da guia de soleira e verga DE SOLEIRA/ VERGA CORTE AS MESAS DA E DOBRE-A PARA PERMITIR A CONEXÃO MONTANTE UMBRAL DE ESQUADRIA DOBRE PARTE DA ALMA E PARAFUSE AO MONTANTE DE SOLEIRA/ VERGA CORTE E DOBRE A PARA PERMITIR EXTENSÃO DAS MESAS PARA CONEXÃO MONTANTE UMBRAL DE ESQUADRIA DE SOLEIRA/ VERGA PERFIL C PARAFUSADO AO MONTANTE CONF. EXIGÊNCIA MONTANTE UMBRAL DE ESQUADRIA 52

53 Figura NL3 Detalhe da estrutura de canto DOBRE A MESA DA NA JUNÇÃO SOBREPOSTA MONTANTE DE PAREDE EXTERNA PAREDE INTERNA EM PLACA DE GESSO PARAFUSOS Figura NL4 Detalhe do montante batente MONTANTE ESTRUTURAL MONTANTE BATENTE 53

54 Figura NL6 Detalhe da estrutura de abertura de janela SUPERIOR MONTANTE ABERTURA DE JANELA ABERTURA DE JANELA INFERIOR Figura NL7 Abertura não estrutural SUPERIOR SEGMENTO DE MONTANTE S DE SOLEIRA E VERGA: DOBRAR PARA PERMITIR A EXTENSÃO DAS MESAS PARA CONEXÃO MONTANTE 54

55 Figura NL8 Parede não estrutural paralela a viga REVESTIMENTO PARAFUSOS S CORTAR MESAS DO MEMBRO TRANSVERSAL SEÇÃO DE MONTANTE OU PARA MEMBRO TRANSVERSAL PARA TRAVAR PAREDE PARAFUSOS APOIO DE PAREDE NÃO ESTRUTURAL 55

56 Detalhe R1 Estrutura de telhado DE FORRO MESA SUPERIOR CONTRAVENTADA COM PERFIL C, SEÇÃO DE OU BARRA CHATA CONEXÃO DE ENCONTRO (R13) CONTRAVENTAMENTO DA MESA INFERIOR DA DE PÓRTICO SUPORTE DE CONTRAVENTAMENTO DA DE PÓRTICO DE CUMEEIRA (R5, R6) DE PÓRTICO CONTRAVENTAMENTO DA MESA INFERIOR DA DE PÓRTICO LIGAÇÃO DE CANTO (R4) FORRO O SUPORTE DE CONTRA - VENTAMENTO DEVE SER PARAFUSADO A CADA DE FORRO E DE PÓRTICO (CONF. EXIG.) A CADA EXTREMO (ENTALHAR MESAS DO CONTRA- VENTAMENTO SOBRE A CONEXÃO DE FORRO OU USAR CHAPAS DE LIGAÇÃO) PAREDE ESTRUTURAL DIST. DO CENTRO DO MODELO DE FURAÇÃO CONF. PROJETO BALANÇO DE FORRO PAREDE ESTRUTURAL () PAREDE ESTRUTURAL 56

57 Detalhe R2 Vigas e vigas de pórtico DE PÓRTICO (G2) CONEXÃO DE TIRANTE (R9) DE CUMEEIRA (R5, R6) TRAVAMENTO DA DE PÓRTICO (G8) BEIRAL (R7) TRAVA- MENTO DE (G8) DE FORRO (G2) DE PÓRTICO (G2) CONEXÃO DO CONTRAVEN- TAMENTO DA DE PÓRTICO (R10) BEIRAL (R7) DE FORRO (G2) CHAPA DE CUMEEIRA (R5, R6) CONTRA- VENTAMENTO DA DE PÓRTICO APOIO DE PAREDE TRAVAMENTO DA DE PÓRTICO (G8) 57

58 Detalhe R3 Vista isométrica da estrutura do telhado REVESTIMENTO DE CUMEEIRA DE PÓRTICO DE FORRO EXTREMIDADE DO ESPIGÃO TRAVAMENTO DO BEIRAL PÓRTICO EM BALANÇO BEIRAL DO TELHADO Detalhe R4 Conexão de canto DE PÓRTICO DE FORRO PARAFUSAR DE PÓRTICO A DE FORRO OU ATRAVÉS DE CANTONEIRA, CHAPA OU OUTRO CONECTOR QUANDO NECESSÁRIO MONTANTE ESTRUTURAL PARAFUSAR TELHADO A PAREDE ATRAVÉS DA MESA DA DE FORRO, CANTONEIRA, CHAPA OU OUTRO CONECTOR 58

59 Detalhe R5 Conexão de cumeeira CANTONEIRA DE PÓRTICO PARAFUSOS EM CADA ABA DA CANTONEIRA DE CUMEEIRA: PERFIL C DENTRO DE SEÇÃO DE PARAFUSADO NAS MESAS INFERIOR E SUPERIOR, Detalhe R6 Cumeeira com vigas de pórtico superpostas DE PÓRTICO TRAVAMENTO DE PÓRTICO SUPERPOSTA E PARAFUSOS DE CUMEEIRA: PERFIL C DENTRO DE SEÇÃO DE PARAFUSADO NAS MESAS INFERIOR E SUPERIOR, 59

60 Detalhe R7 Beiral de telhado e acabamento DE PÓRTICO OU BANZO SUPERIOR CANTONEIRAS CONTÍNUAS PARAFUSADAS A CADA MEMBRO OU BANZO INFERIOR CANTONEIRA ENTRE OS MEMBROS ESTRUTURA DE ACABAMENTO REVESTIMENTO MONTANTE DA PAREDE Detalhe R8 Travamento de viga e banzo S OU BANZOS BARRA CHATA, CONTRAVENTAMENTO EM X OU TRAVAMENTO CONECTADO A TRANSFERÊNCIA DE FORÇAS DO TRAVAMENTO EM SISTEMAS DE ESTABILIDADE LATERAL CONEXÃO DO TRAVAMENTO 60

61 Detalhe R9 Tirante a viga de pórtico DE PÓRTICO PARAFUSOS CONF.EXIGÊNCIA TIRANTE TRAVAMENTO CONTÍNUO Detalhe R10 Conexão do contraventamento da viga de pórtico DE PÓRTICO PARAFUSOS CONF.EXIGÊNCIA TRAVAMENTO CONTÍNUO CONTRA- VENTAMENTO DA DE PÓRTICO 61

62 Detalhe R11 Estrutura de telhado com extensão em madeira 2x TRAVAMENTO ENTRE MEMBROS DO TELHADO CONF. PROJETO 2x EXTENSÃO DE EM MADEIRA ANINHADA DENTRO DA DE PÓRTICO Detalhe R12 Treliça de madeira apoiada em parede de aço TRELIÇA DE MADEIRA 2x CHAPA SUPERIOR PARAFUSOS CONF. EXIGÊNCIA CONECTOR DE ELEVAÇÃO 62

63 Detalhe R13 Conexão de encontro BARRA CHATA TRACIONADA TRELIÇA DE TELHADO PERFIL DE TRAVAMENTO ESPESSURA CONF. EXIGÊNCIA LOCAÇÃO E ESPAÇAMENTO CONFORME PLANO DO TELHADO PARAFUSOS GRAMPO PARA TERREMOTOS ALINHADO COM A TRELIÇA Detalhe R14 Estrutura telhado parede não-alinhada BARRA CHATA TRACIONADA TRELIÇA DE TELHADO OU DE PISO CONF. PROJETO MESAS CORTADAS NAS EXTREMIDADES PARAFUSOS CONF. EXIGÊNCIA CONECTOR DE ELEVAÇÃO 63

64 Detalhe R15 Espigão/rincão CHAPA DE CONEXÃO A CADA MEMBRO TRELIÇA DE SUPORTE ½ TRELIÇA OU TRELIÇA DUPLA BANZO SUPERIOR (ESPIGÃO/RINCÃO) CONECTAR ½ TRELIÇA A TRELIÇA SUPORTE (BANZO SUPERIOR DUPLO) CAPA DA CHAPA 1 ½ PARA APOIO DO ESPIGÃO PARAFUSOS AFASTADOR DO ESPIGÃO A CADA PÓRTICO PARAFUSAR CADA PERNA AO ESPIGÃO 64

Manual de Montagem Casa 36m²

Manual de Montagem Casa 36m² Manual de Montagem Casa 36m² cga -gerência de desenvolvimento da aplicação do aço Usiminas - Construção Civil INTRODUÇÃO Solução para Habitação Popular - é uma alternativa econômica, simples e de rápida

Leia mais

CENTRO UNIVERSITARIO DE BELO HORIZONTE

CENTRO UNIVERSITARIO DE BELO HORIZONTE CENTRO UNIVERSITARIO DE BELO HORIZONTE Estúdio de Arquitetura: Sustentabilidade Steel Framing Aluna: Gabriela Carvalho Ávila Maio de 2014 ÍNDICE 1 Introdução... 4 2 Sistema Ligth Steel Framing... 5 2.1

Leia mais

Steel frame - cobertura (última parte)

Steel frame - cobertura (última parte) Página 1 de 8 Steel frame - cobertura (última parte) A cobertura destina-se a proteger as edificações da ação das intempéries. Pode ser vista também como um dos elementos de importância estética do projeto,

Leia mais

MÓDULO 1 Projeto e dimensionamento de estruturas metálicas em perfis soldados e laminados

MÓDULO 1 Projeto e dimensionamento de estruturas metálicas em perfis soldados e laminados Projeto e Dimensionamento de de Estruturas metálicas e mistas de de aço e concreto MÓDULO 1 Projeto e dimensionamento de estruturas metálicas em perfis soldados e laminados 1 Sistemas estruturais: coberturas

Leia mais

PADRONIZAÇÃO DE PAINÉIS EM LIGHT STEEL FRAME

PADRONIZAÇÃO DE PAINÉIS EM LIGHT STEEL FRAME PADRONIZAÇÃO DE PAINÉIS EM LIGHT STEEL FRAME ANITA OLIVEIRA LACERDA - anitalic@terra.com.br PEDRO AUGUSTO CESAR DE OLIVEIRA SÁ - pedrosa@npd.ufes.br 1. INTRODUÇÃO O Light Steel Frame (LSF) é um sistema

Leia mais

Tabelas de Cálculo para Utilização em Estruturas de AMARU PERFILADO

Tabelas de Cálculo para Utilização em Estruturas de AMARU PERFILADO Tabelas de Cálculo para Utilização em Estruturas de AMARU PERFILADO Projeto de capacitação profissional: Plantar Empreendimentos e Produtos Florestais Ltda e Montana Química S.A Tabelas de Cálculo para

Leia mais

( Curso Dimensionamento de Estruturas de Aço CBCA módulo 3)

( Curso Dimensionamento de Estruturas de Aço CBCA módulo 3) GALPÕES (Projeto proposto) A ligação mais imediata que se faz da palavra galpão é com o uso industrial. No entanto galpões podem ser usados para as mais diversas atividades, tais como, hangares, espaços

Leia mais

SUPORTE TÉCNICO SOBRE LIGHT STEEL FRAME

SUPORTE TÉCNICO SOBRE LIGHT STEEL FRAME Sistema de ds A SOLUÇÃO INTELIGENTE PARA A SUA OBRA SUPORTE TÉCNICO SOBRE LIGHT STEEL FRAME www.placlux.com.br VOCÊ CONHECE O SISTEMA CONSTRUTIVO LIGHT STEEL FRAME? VANTAGENS LIGHT STEEL FRAME MENOR CARGA

Leia mais

Vigas rígidas e resistentes, mais leves e fáceis de instalar.

Vigas rígidas e resistentes, mais leves e fáceis de instalar. Catálogo Técnico Vigas rígidas e resistentes, mais leves e fáceis de instalar. m a t e r i a i s p a r a c o n s t r u i r m e l h o r. Vigas leves de alta resistência A LP Viga I é fabricada pela LP Building

Leia mais

Centro de Treinamento Brasilit Construção Industrializada

Centro de Treinamento Brasilit Construção Industrializada Construção Industrializada Facilite com Brasilit Grupo Saint-Gobain, liderança em materiais para construção. Diversificado, o grupo francês Saint-Gobain é destaque no setor de produtos para construção

Leia mais

SISTEMA LIGHT STEEL FRAMING COMO FECHAMENTO EXTERNO VERTICAL INDUSTRIALIZADO

SISTEMA LIGHT STEEL FRAMING COMO FECHAMENTO EXTERNO VERTICAL INDUSTRIALIZADO CONSTRUMETAL CONGRESSO LATINO-AMERICANO DA CONSTRUÇÃO METÁLICA São Paulo Brasil 09, 10 e 11 de Setembro 2008 SISTEMA LIGHT STEEL FRAMING COMO FECHAMENTO EXTERNO VERTICAL INDUSTRIALIZADO Alexandre Kokke

Leia mais

LOCAL: RUA MANOEL JOSÉ PIRES, S.N. AMÉRICO BRASILIENSE S.P. PROPRIETÁRIO: PREFEITURA MUNICIPAL DE AMÉRICO BRASILIENSE S.P.

LOCAL: RUA MANOEL JOSÉ PIRES, S.N. AMÉRICO BRASILIENSE S.P. PROPRIETÁRIO: PREFEITURA MUNICIPAL DE AMÉRICO BRASILIENSE S.P. OBJETO: LAUDO TÉCNICO DE VISTORIA DAS CONDIÇÕES FÍSICAS DA ESTRUTURA DE COBERTURA DE ÁREA IDENTIFICADA COMO REFEITÓRIO DA C.E.R. LEILA L. D. T. PIZZA DURANTE LOCAL: RUA MANOEL JOSÉ PIRES, S.N. AMÉRICO

Leia mais

Apostila Técnica de Porta Paletes 01 de 31

Apostila Técnica de Porta Paletes 01 de 31 Apostila Técnica de Porta Paletes 01 de 31 Tópicos Abordados: 1. Porta Paletes Seletivo (convencional): 2. Drive-in / Drive-thru Objetivo: Esta apostila tem como principal objetivo ampliar o conhecimento

Leia mais

Steel frame - Estrutura

Steel frame - Estrutura Página 1 de 9 Parte 2 Steel frame - Estrutura Neste segundo artigo sobre construções em steel frame abordaremos a concepção e montagem da estrutura. De uma maneira geral, qualquer edificação necessita

Leia mais

ESTRUTURAS. Prof. Eliseu Figueiredo Neto

ESTRUTURAS. Prof. Eliseu Figueiredo Neto ESTRUTURAS Prof. Eliseu Figueiredo Neto PAREDES DE TIJOLO Assentamento dos tijolos: Quanto a colocação (ou dimensão das paredes) dos tijolos, podemos classificar as paredes em: cutelo, de meio tijolo,

Leia mais

/estudo preliminar pesquisa de materialidades: o steel framing e seus componentes

/estudo preliminar pesquisa de materialidades: o steel framing e seus componentes /estudo preliminar pesquisa de materialidades: o steel framing e seus componentes Gustavo Alves Rocha Zago Izabela Dalla Libera O Light Steel Framing (LSF) é um sistema construtivo de concepção racional

Leia mais

A cobertura pode ser feita com telhas que podem ser metálicas, de barro ou ainda telhas asfálticas tipo shingle.

A cobertura pode ser feita com telhas que podem ser metálicas, de barro ou ainda telhas asfálticas tipo shingle. CONCEITO Light (LSF estrutura em aço leve) é um sistema construtivo racional e industrial. Seus principais componentes são perfis de aço galvanizado dobrados a frio, utilizados para formar painéis estruturais

Leia mais

PAINÉIS E PAREDES DE MADEIRA

PAINÉIS E PAREDES DE MADEIRA PAINÉIS E PAREDES DE MADEIRA As paredes de madeira dividem-se em: Paredes Estruturais Divisão e fechamento de ambientes Suportar cargas verticais e transmití-las as fundações Suportar cargas horizontais

Leia mais

Casa de steel frame - instalações (parte 4)

Casa de steel frame - instalações (parte 4) Página 1 de 6 Casa de steel frame - instalações (parte 4) As instalações elétricas e hidráulicas para edificações com sistema construtivo steel frame são as mesmas utilizadas em edificações convencionais

Leia mais

RECEITA PRÁTICA PARA UMA BOA INSTALAÇÃO

RECEITA PRÁTICA PARA UMA BOA INSTALAÇÃO RECEITA PRÁTICA PARA UMA BOA INSTALAÇÃO Madeiramento: Verifique se os ripões ou sarrafos foram bem fixados e distribuídos sobre os caibros com o espaçamento correto para o assentamento e fixação das telhas

Leia mais

Estado do Rio Grande do Sul PREFEITURA MUNICIPAL DE ESTAÇÃO

Estado do Rio Grande do Sul PREFEITURA MUNICIPAL DE ESTAÇÃO MEMORIAL DESCRITIVO 1. DADOS GERAIS: 1.1. Proprietário: Município de Estação/RS CNPJ: 92.406.248/0001-75 1.2. Obra: Cobertura Metálica da Escola Municipal de Ensino Fundamental Pedro Cecconelo 1.3. Local:

Leia mais

EM UM PROJETO DE COBERTURA, DEVEM SER CONSIDERADOS:

EM UM PROJETO DE COBERTURA, DEVEM SER CONSIDERADOS: COBERTURA Funciona como elemento essencial de abrigo para os espaços internos de uma edificação. Sua forma e construção devem controlar a passagem de água, ar e calor. Deve ser estruturado de forma a vencer

Leia mais

ESTRUTURAS MISTAS: AÇO - CONCRETO

ESTRUTURAS MISTAS: AÇO - CONCRETO ESTRUTURAS MISTAS: AÇO - CONCRETO INTRODUÇÃO As estruturas mistas podem ser constituídas, de um modo geral, de concreto-madeira, concretoaço ou aço-madeira. Um sistema de ligação entre os dois materiais

Leia mais

Sugestões de Montagem. Perfis para Estrutura de Telhados

Sugestões de Montagem. Perfis para Estrutura de Telhados Sugestões de Montagem Perfis para Estrutura de Telhados 1 Apresentação As sugestões que apresentamos aqui são direcionadas para os profissionais que já possuem experiência com telhados. Nosso objetivo

Leia mais

Sobreposição das telhas: Verifique se as sobreposições laterais e longitudinais estão seguindo as especificações do Manual de Instalação.

Sobreposição das telhas: Verifique se as sobreposições laterais e longitudinais estão seguindo as especificações do Manual de Instalação. RECEITA PRÁTICA PARA UMA BOA INSTALAÇÃO Madeiramento: Verifique se os ripões ou sarrafos foram bem fixados e distribuídos sobre os caibros com o espaçamento correto para o assentamento e fixação das telhas

Leia mais

Construções de light steel frame

Construções de light steel frame Artigo Construções de light steel frame Diante do crescimento populacional e dos avanços tecnológicos, a indústria da construção civil no mundo tem buscado sistemas mais eficientes de construção com o

Leia mais

PARECER TÉCNICO. O referido parecer técnico toma como base o laudo técnico contiguo e reforça:

PARECER TÉCNICO. O referido parecer técnico toma como base o laudo técnico contiguo e reforça: PARECER TÉCNICO O referido parecer técnico toma como base o laudo técnico contiguo e reforça: Conforme o resultado apresentado pela simulação no software AutoMETAL 4.1, a atual configuração presente nas

Leia mais

2.5.1 Tecnologia de formas de madeira convencionais

2.5.1 Tecnologia de formas de madeira convencionais 34 2.5 Tecnologia empregada Nesta seção, inicialmente, serão expostas as nomenclaturas empregadas nas peças componentes das formas e escoramento em madeira, conforme a bibliografia descreve. A seguir,

Leia mais

Sistemas Estruturais para Mezaninos

Sistemas Estruturais para Mezaninos Sistemas Estruturais para Mezaninos Concepção Estrutural Alexandre Landesmann FAU-UFRJ UFRJ AMA & PIN Prof Alexandre Landesmann FAU/UFRJ 27/03/2007 1 Funções... Suportar e conduzir as ações a verticais

Leia mais

ORIENTAÇÕES DE INSTALAÇÃO PARA TELHAS SHINGLE

ORIENTAÇÕES DE INSTALAÇÃO PARA TELHAS SHINGLE ORIENTAÇÕES DE INSTALAÇÃO PARA TELHAS SHINGLE 1 ÍNDICE 1 ESTRUTURA DE SUPORTE... 3 2 INSTALAÇÃO DOS PAINÉIS (CHAPAS)... 4 3 VENTILAÇÃO DO TELHADO... 5 4 INSTALAÇÃO DA SUBCOBERTURA... 7 5 INSTALAÇÃO DOS

Leia mais

Crescendo com Você. Montagem de Sistemas

Crescendo com Você. Montagem de Sistemas Crescendo com Você Montagem de Sistemas Estocagem Armazene as chapas em local seco e abrigado. Transporte as chapas de duas em duas. Transporte as chapas na posição vertical. Os calços devem ter 5 cm de

Leia mais

Estruturas de Madeira. Telhados. É a parte superior das construções, destina-se a dar-lhes proteção.

Estruturas de Madeira. Telhados. É a parte superior das construções, destina-se a dar-lhes proteção. Estruturas de Madeira Telhados É a parte superior das construções, destina-se a dar-lhes proteção. Funções básicas: Proteção das partes internas da instalação, contra o sol excessivo, chuva, neve, etc.

Leia mais

ENGENHARIA CIVIL 5º SEMESTRE. Professora ROSELI VALLE

ENGENHARIA CIVIL 5º SEMESTRE. Professora ROSELI VALLE ENGENHARIA CIVIL 5º SEMESTRE Professora ROSELI VALLE MARINGÁ 2015 Denomina-se CONCRETO ARMADO à associação do aço ao concreto para que haja melhor resistência em determinados tipos de esforços. Fatores

Leia mais

Estruturas Metálicas. Módulo II. Coberturas

Estruturas Metálicas. Módulo II. Coberturas Estruturas Metálicas Módulo II Coberturas 1 COBERTURAS Uma das grandes aplicações das estruturas metálicas se dá no campo das coberturas de grande vão, especialmente as de caráter industrial. Também devido

Leia mais

PROCEDIMENTO DE ADEQUAÇÃO DO PROJETO PARA FABRICAÇÃO

PROCEDIMENTO DE ADEQUAÇÃO DO PROJETO PARA FABRICAÇÃO Página 1 de 44 Revisão Data Descrição das alterações Elaborador Aprovador 0 07/04/08 Emitido A.J.R F.F 1 14/04/08 Geral A.J.R F.F 2 06/05/08 Geral A.J.R F.F 3 16/06/08 Revisão no item 3.5 A.J.R F.F 4 26/05/12

Leia mais

C-EC/U. Porta Comercial de Encosto em caixilho "U

C-EC/U. Porta Comercial de Encosto em caixilho U C-EC/U Porta Comercial de Encosto em caixilho "U A Dânica Doors recomenda que as instruções de montagem contidas neste manual sejam seguidas rigorosamente para que as portas atendam em sua plena funcionalidade.

Leia mais

Rua Dianópolis, 122-1º andar CEP: 03125-100 - Parque da Mooca - São Paulo / SP - Brasil Telefone: 55 (11) 2066-3350 / Fax: 55 (11) 2065-3398

Rua Dianópolis, 122-1º andar CEP: 03125-100 - Parque da Mooca - São Paulo / SP - Brasil Telefone: 55 (11) 2066-3350 / Fax: 55 (11) 2065-3398 Frefer System Estruturas Metálicas Rua Dianópolis, 122-1º andar CEP: 03125-100 - Parque da Mooca - São Paulo / SP - Brasil Telefone: 55 (11) 2066-3350 / Fax: 55 (11) 2065-3398 www.frefersystem.com.br A

Leia mais

Wood Frame CONCEITO. O Wood-Frame é um sistema composta por perfis de madeira que em conjunto com placas estruturais formam painéis

Wood Frame CONCEITO. O Wood-Frame é um sistema composta por perfis de madeira que em conjunto com placas estruturais formam painéis CONCEITO O Wood-Frame é um sistema composta por perfis de madeira que em conjunto com placas estruturais formam painéis estruturais capazes de resistir às cargas verticais (telhados e pavimentos), perpendiculares

Leia mais

ESTRUTURA METÁLICA Vantagens da Construção em Aço. Maior limpeza de obra: Devido à ausência de entulhos, como escoramento e fôrmas.

ESTRUTURA METÁLICA Vantagens da Construção em Aço. Maior limpeza de obra: Devido à ausência de entulhos, como escoramento e fôrmas. ESTRUTURA METÁLICA Vantagens da Construção em Aço Menor tempo de execução: A estrutura metálica é projetada para fabricação industrial e seriada, de preferência, levando a um menor tempo de fabricação

Leia mais

Professora: Engª Civil Silvia Romfim

Professora: Engª Civil Silvia Romfim Professora: Engª Civil Silvia Romfim PARTES CONSTITUINTES DE UMA COBERTURA Pode-se dizer que a cobertura é subdividida em cinco principais partes: 1. Pelo telhado, composto por vários tipos de telhas;

Leia mais

Integração entre sistemas de cobertura metálica e estrutura de concreto em galpões. Aplicações em sistemas prémoldados

Integração entre sistemas de cobertura metálica e estrutura de concreto em galpões. Aplicações em sistemas prémoldados Integração entre sistemas de cobertura metálica e estrutura de concreto em galpões. Aplicações em sistemas prémoldados e tilt-up Vitor Faustino Pereira Engenheiro Civil Professor Adjunto UEL Sócio Diretor:

Leia mais

Gesso Acartonado CONCEITO

Gesso Acartonado CONCEITO CONCEITO As paredes de gesso acartonado ou Drywall, são destinados a dividir espaços internos de uma mesma unidade. O painel é composto por um miolo de gesso revestido por um cartão especial, usado na

Leia mais

FERNANDA BRANCO BATTISTELLA LIGHT STEEL FRAMING: USO DA ESTRUTURA DE AÇO COMO TECNOLOGIA CONSTRUTIVA. JOINVILLE - SC

FERNANDA BRANCO BATTISTELLA LIGHT STEEL FRAMING: USO DA ESTRUTURA DE AÇO COMO TECNOLOGIA CONSTRUTIVA. JOINVILLE - SC FERNANDA BRANCO BATTISTELLA LIGHT STEEL FRAMING: USO DA ESTRUTURA DE AÇO COMO TECNOLOGIA CONSTRUTIVA. JOINVILLE - SC 2011 UNIVERSIDADE DO ESTADO DE SANTA CATARINA - UDESC CENTRO DE CIÊNCIAS TECNOLÓGICAS

Leia mais

Tabelas de Cálculo para Utilização em Estruturas de AMARU PERFILADO

Tabelas de Cálculo para Utilização em Estruturas de AMARU PERFILADO Tabelas Utilização de e em Cálculo Estrutu turas AMARU PERFILADO para de Projeto de capacitação profissional: Plantar Empreendimentos e Produtos Florestais Ltda e Montana Química S.A Tabelas de Cálculo

Leia mais

Manual Técnico do Sistema MODULAR de Terças para Cobertura e Fechamento. Edição - Julho/2012. modular@modularsc.com.br www.modularsc.com.

Manual Técnico do Sistema MODULAR de Terças para Cobertura e Fechamento. Edição - Julho/2012. modular@modularsc.com.br www.modularsc.com. Manual Técnico do Sistema MODULAR de Terças para Cobertura e Fechamento Edição - Julho/2012 modular@modularsc.com.br CONTEÚDO A EMPRESA 3 SISTEMA DE TERÇAS PARA COBERTURA E FECHAMENTO 4 Apresentação 4

Leia mais

Construção de Edícula

Construção de Edícula Guia para Construção de Edícula Guia do montador Mais resistência e conforto para sua vida. As paredes com Placas Cimentícias Impermeabilizadas e Perfis Estruturais de Aço Galvanizado para steel framing

Leia mais

TABELAS DE DIMENSIONAMENTO ESTRUTURAL PARA EDIFICAÇÕES COM O SISTEMA CONSTRUTIVO EM STEEL FRAMING

TABELAS DE DIMENSIONAMENTO ESTRUTURAL PARA EDIFICAÇÕES COM O SISTEMA CONSTRUTIVO EM STEEL FRAMING TABELAS DE DIMENSIONAMENTO ESTRUTURAL PARA EDIFICAÇÕES COM O SISTEMA CONSTRUTIVO EM STEEL FRAMING TABELAS DE DIMENSIONAMENTO ESTRUTURAL (1) 1 APRESENTAÇÃO O presente documento apresenta alguns detalhes

Leia mais

Divisão Construção Civil PUR/PIR Av. Nações Unidas, 12551 conj. 2404 - WTC 04578-903 São Paulo - SP - Brasil Fone: +55 11 3043-7883 Fax: +55 11

Divisão Construção Civil PUR/PIR Av. Nações Unidas, 12551 conj. 2404 - WTC 04578-903 São Paulo - SP - Brasil Fone: +55 11 3043-7883 Fax: +55 11 1 Por que usar termoisolamento em PUR/PIR? 2 Soluções para canteiro de obra Danica. 3 Premissas construtivas 2.2.2 - COBERTURAS: A cobertura terá telhas termoisolantes com espessura de 30 mm com isolamento

Leia mais

GUIA TÉCNICO DE MONTAGEM

GUIA TÉCNICO DE MONTAGEM TELHAS DE FIBROCIMENTO FIBROTEX - ONDINA - ONDINA PLUS - ONDULADA - COLONIAL ONDA 50 - MAXIPLAC - KALHETA - KALHETA 49 - KALHETÃO 90 GUIA TÉCNICO DE MONTAGEM Indispensável para a montagem correta do telhado.

Leia mais

2 - Instalação dos Módulos e Rede de Irrigação

2 - Instalação dos Módulos e Rede de Irrigação - Instalação dos Módulos e Rede de Irrigação APRESENTAÇÃO DO PRODUTO O WallGreen consiste em um sistema desenvolvido para a instalação de Jardins Verticais. O sistema é m o n t a d o f o r m a n d o n

Leia mais

SISTEMAS ESTRUTURAIS

SISTEMAS ESTRUTURAIS SISTEMAS ESTRUTURAIS ENGENHARIA CIVIL Prof. Dr. Lívio Túlio Baraldi Fontes: Sales J.J., et all Sistemas Estruturais EESC/USP; Rebello Y.C.P. A concepção estrutural e a arquitetura Zigurate. 1 Elementos

Leia mais

M A N U A L D E P R O J E T O

M A N U A L D E P R O J E T O M A N U A L D E P R O J E T O TABELA DE PRODUTOS Tabela de produtos segundo a Norma Brasileira ABNT NBR 15.253 APLICAÇÃO DENOMINAÇÃO Dimensiones PESO Kg/mt COMPR. mt A B C e PGC 40 x 0,95 40 38 8 0,95

Leia mais

- Steel Framing - Versatilidade na Construção Industrializada

- Steel Framing - Versatilidade na Construção Industrializada 28 de junho Belo Horizonte COMAT/CBIC - Steel Framing - Versatilidade na Construção Industrializada Arqtº Sidnei Palatnik Fabricação de tijolos de adobe Antigo Egito (3100 a.c. e 30 a.c.) Construção em

Leia mais

INTERFACE ENTRE PERFIS ESTRUTURAIS LAMINADOS E SISTEMAS COMPLEMENTARES

INTERFACE ENTRE PERFIS ESTRUTURAIS LAMINADOS E SISTEMAS COMPLEMENTARES COLETÂNEA DO USO DO AÇO 1 INTERFACE ENTRE PERFIS ESTRUTURAIS LAMINADOS E SISTEMAS COMPLEMENTARES 3ª Edição (Revisada e Ampliada) 2004 Volume 1 Roberto de Araujo Coelho Coordenação: Djaniro Álvaro de Souza

Leia mais

A concepção estrutural deve levar em conta a finalidade da edificação e atender, tanto quanto possível, às condições impostas pela arquitetura.

A concepção estrutural deve levar em conta a finalidade da edificação e atender, tanto quanto possível, às condições impostas pela arquitetura. ESTRUTURAS DE CONCRETO CAPÍTULO 4 Libânio M. Pinheiro, Cassiane D. Muzardo, Sandro P. Santos 2 de abril, 2003. CONCEPÇÃO ESTRUTURAL A concepção estrutural, ou simplesmente estruturação, também chamada

Leia mais

ETERMAX. www.eternit.com.br. Eternit S.A. - R. Dr. Fernandes Coelho, 85-8º and. - São Paulo - SP - CEP 05423-040 - Tel.

ETERMAX. www.eternit.com.br. Eternit S.A. - R. Dr. Fernandes Coelho, 85-8º and. - São Paulo - SP - CEP 05423-040 - Tel. ETERMAX www.eternit.com.br Eternit S.A. - R. Dr. Fernandes Coelho, 85-8º and. - São Paulo - SP - CEP 05423-040 - Tel.: (11) 3038-3838 Qualidade aliada à versatilidade Atende às mais variadas soluções arquitetônicas,

Leia mais

SISTEMA CONSTRUTIVO EM WOOD FRAME FICHA CATALOGRÁFICA-21 DATA: OUTUBRO/2012.

SISTEMA CONSTRUTIVO EM WOOD FRAME FICHA CATALOGRÁFICA-21 DATA: OUTUBRO/2012. Tecnologias, sistemas construtivos e tipologias para habitações de interesse social em reassentamentos. SISTEMA CONSTRUTIVO EM WOOD FRAME FICHA CATALOGRÁFICA-21 DATA: OUTUBRO/2012. Tecnologias, sistemas

Leia mais

CÁLCULOS TELHADO. Prof. Eliseu Figueiredo Neto

CÁLCULOS TELHADO. Prof. Eliseu Figueiredo Neto CÁLCULOS TELHADO Prof. Eliseu Figueiredo Neto TELHADO 1) Conhecer o peso de cada telha; 2) Calcular quantas telhas vão. Telhado de meia água de 50 m2, quantas telhas de cerâmica eu usarei e qual o peso

Leia mais

Concepções estruturais 1 ª aula. Professores: Nádia Forti João Carlos Rocha Braz

Concepções estruturais 1 ª aula. Professores: Nádia Forti João Carlos Rocha Braz Concepções estruturais 1 ª aula Professores: Nádia Forti João Carlos Rocha Braz Ante - Projeto O que você quer? Satisfazer as necessidades e possibilidades do cliente; Espaços; Volume; Estética. Ante -

Leia mais

Introdução. 1. Generalidades. Para o aço estrutural. Definição

Introdução. 1. Generalidades. Para o aço estrutural. Definição Introdução Programa de Pós-Graduação em Engenharia Civil PGECIV - Mestrado Acadêmico Faculdade de Engenharia FEN/UERJ Disciplina: Tópicos Especiais em Estruturas (Chapa Dobrada) Professor: Luciano Rodrigues

Leia mais

Simples, resistente e fácil de montar.

Simples, resistente e fácil de montar. Simples, resistente e fácil de montar. Economia e resistência são as principais qualidades da telha Vogatex. Possui peso reduzido e simplicidade estrutural, exigindo o mínimo de mão-de-obra e madeiramento

Leia mais

8.2.1) Arcos : miguel@vetorestruturas.com.br UFPR-2009 Estruturas de Madeira CAP.8 pg. 1/12

8.2.1) Arcos : miguel@vetorestruturas.com.br UFPR-2009 Estruturas de Madeira CAP.8 pg. 1/12 8 ESTRUTURAS DE MADEIIRA PARA COBERTURAS 8..1 Generalliidades No Brasil, a grande maioria das estruturas de madeira refere-se a coberturas. Não há grande tradição na construção de edifícios (residenciais

Leia mais

Passado, presente e futuro

Passado, presente e futuro Passado, presente e futuro A SteelPack iniciou suas atividades em 1989 com beneficiamento de bobinas laminadas a quente e a frio, decapadas, zincadas e alumínio. Em 2011 ampliou sua capacidade produtiva,

Leia mais

Guia de Reformas COM PLACA CIMENTÍCIA IMPERMEABILIZADA E MASTERBOARD

Guia de Reformas COM PLACA CIMENTÍCIA IMPERMEABILIZADA E MASTERBOARD Guia de Reformas COM PLACA CIMENTÍCIA IMPERMEABILIZADA E MASTERBOARD Armazenamento As placas e painéis devem ser estocados em lugar seco e abrigado, seguindo estas instruções: Estoque em piso plano, na

Leia mais

INSTALAÇÕES HIDRO-SANITÁRIAS

INSTALAÇÕES HIDRO-SANITÁRIAS INSTALAÇÕES HIDRO-SANITÁRIAS Prof. MSc. Eng. Eduardo Henrique da Cunha Engenharia Civil 8º Período Turmas C01, C02 e C03 Disc. Construção Civil II ESGOTO SANITÁRIO 1 Conjunto de tubulações, conexões e

Leia mais

ISOTELHA COLONIAL Rapidez e perfeição juntas.

ISOTELHA COLONIAL Rapidez e perfeição juntas. GUIA DE MONTAGEM Rapidez e perfeição juntas. MONTAGEM - TELHA Espaçamento / Inclinação Vão máximo entre terças 1,75 m Linha do beiral 100% 15% Inclinação mínima ATENÇÃO: Respeitar distância máxima entre

Leia mais

Guia do Construtor em Steel Framing

Guia do Construtor em Steel Framing Guia do Construtor em Steel Framing Tradução do original Builders' Steel Stud Guide Publicado originalmente em Outubro de 1996 1726 M Street, NW, Suite 601 Washington, DC 20036-4523 1-800-79-STEEL Versão

Leia mais

COLETÂNEA DO USO DO AÇO INTERFACE ENTRE PERFIS ESTRUTURAIS LAMINADOS E SISTEMAS COMPLEMENTARES

COLETÂNEA DO USO DO AÇO INTERFACE ENTRE PERFIS ESTRUTURAIS LAMINADOS E SISTEMAS COMPLEMENTARES COLETÂNEA DO USO DO AÇO INTERFACE ENTRE PERFIS ESTRUTURAIS LAMINADOS E SISTEMAS COMPLEMENTARES COLETÂNEA DO USO DO AÇO INTERFACE ENTRE PERFIS ESTRUTURAIS LAMINADOS E SISTEMAS COMPLEMENTARES 4ª Edição 2007

Leia mais

FTST Formação Técnica em Segurança do Trabalho. Módulo de Portuária e Construção Civil AULA 4 Prof.ª Marivaldo Oliveira

FTST Formação Técnica em Segurança do Trabalho. Módulo de Portuária e Construção Civil AULA 4 Prof.ª Marivaldo Oliveira FTST Formação Técnica em Segurança do Trabalho Módulo de Portuária e Construção Civil AULA 4 Prof.ª Marivaldo Oliveira COMPETÊNCIAS QUE TRABALHAREMOS NESTE MÓDULO Lançar mão dos recursos e técnicas de

Leia mais

CADERNO GERAL DE ESPECIFICAÇÕES DOS MOBILIÁRIOS ITEM 1 MESAS ORGÂNICAS/GAVETEIROS/CONEXÕES/MESA REUNIÃO ITEM 1.1 MR1200 -MESA DE REUNIÃO REDONDA cor ARGILADimensões mínimas: 1200X740 mm Tampo Mesa autoportante

Leia mais

REVESTIMENTO DEFACHADA. Prof. MSc. Eng. Eduardo Henrique da Cunha Engenharia Civil 7º Período Turma A01 Disc. Construção Civil I

REVESTIMENTO DEFACHADA. Prof. MSc. Eng. Eduardo Henrique da Cunha Engenharia Civil 7º Período Turma A01 Disc. Construção Civil I REVESTIMENTO DEFACHADA Prof. MSc. Eng. Eduardo Henrique da Cunha Engenharia Civil 7º Período Turma A01 Disc. Construção Civil I FUNÇÕES DO REVESTIMENTO DE FACHADA Estanqueida de Estética CONDIÇÕES DE INÍCIO

Leia mais

Construção e montagem

Construção e montagem Construção e montagem Paredes com estrutura metálica W11 Construção A paredes consistem de uma estrutura metálica revestida com uma mais s de gesso, aparafusadas de ambos os lados. A estrutura metálica

Leia mais

Índice. Caso 1 Estrutura para telhado duas águas... pag. 3. Caso 2 Estrutura para telhado três ou mais águas (espigão e água furtada)...pag.

Índice. Caso 1 Estrutura para telhado duas águas... pag. 3. Caso 2 Estrutura para telhado três ou mais águas (espigão e água furtada)...pag. Índice Caso 1 Estrutura para telhado duas águas... pag. 3 Caso 2 Estrutura para telhado três ou mais águas (espigão e água furtada)...pag. 11 Caso 3 Estrutura para telhas de fibrocimento e aço...pag. 15

Leia mais

ENG. MAURICIO MELLO. Coord. Adjunto Contrato ARQ. LILIANA LASALVIA ENG. MAURICIO MELLO. Sítio. Área do sítio GERAL. Especialidade / Subespecialidade

ENG. MAURICIO MELLO. Coord. Adjunto Contrato ARQ. LILIANA LASALVIA ENG. MAURICIO MELLO. Sítio. Área do sítio GERAL. Especialidade / Subespecialidade 1 ATENDENDO AO RAT 414MF1/DEPE (PETP-2)/10 28/05/2010 MJDM EKN WV 0 EMISSÃO INICIAL 12/2/2010 MJDM EKN WV Rev Modificação Data Projetista Desenhista Aprovo Coord. de Projeto CREA / UF Autor do Projeto/Resp

Leia mais

MATERIAIS BÁSICOS PARA INSTALAÇÕES ELÉTRICAS

MATERIAIS BÁSICOS PARA INSTALAÇÕES ELÉTRICAS IFSC- JOINVILLE SANTA CATARINA DISCIPLINA DESENHO TÉCNICO CURSO ELETRO-ELETRÔNICA MATERIAIS BÁSICOS PARA INSTALAÇÕES ELÉTRICAS 2011.2 Prof. Roberto Sales. MATERIAIS BÁSICOS PARA INSTALAÇÕES ELÉTRICAS A

Leia mais

TIPOS DE ESTRUTURAS. Prof. Marco Pádua

TIPOS DE ESTRUTURAS. Prof. Marco Pádua TIPOS DE ESTRUTURAS Prof. Marco Pádua A função da estrutura é transmitir para o solo a carga da edificação. Esta carga compõe-se de: peso próprio da estrutura, cobertura, paredes, esquadrias, revestimentos,

Leia mais

Catálogo de Produtos FÔRMAS E ESCORAMENTOS

Catálogo de Produtos FÔRMAS E ESCORAMENTOS Catálogo de Produtos FÔRMAS E ESCORAMENTOS Apresentação Fundada no ano de 000, a TEMEC Terra Maquinas Equipamentos e Construções LTDA é uma empresa especializada no fornecimento de Soluções de Engenharia

Leia mais

Alta produtividade Engenharia de projetos Qualidade assegurada Certificado de garantia Sigilo industrial Confiabilidade.

Alta produtividade Engenharia de projetos Qualidade assegurada Certificado de garantia Sigilo industrial Confiabilidade. Há mais de 46 anos no mercado, a Torcisão iniciou as suas atividades no desenvolvimento de materiais para a indústria automobilística, que exigia um rigoroso controle técnico e de qualidade. Em 2006, com

Leia mais

UNIVERSIDADE COMUNITÁRIA DA REGIÃO DE CHAPECÓ ÁREA DE CIÊNCIAS EXATAS E AMBIENTAIS CURSO DE ARQUITETURA E URBANISMO Projeto de Edificação I 2014/01

UNIVERSIDADE COMUNITÁRIA DA REGIÃO DE CHAPECÓ ÁREA DE CIÊNCIAS EXATAS E AMBIENTAIS CURSO DE ARQUITETURA E URBANISMO Projeto de Edificação I 2014/01 UNIVERSIDADE COMUNITÁRIA DA REGIÃO DE CHAPECÓ ÁREA DE CIÊNCIAS EXATAS E AMBIENTAIS CURSO DE ARQUITETURA E URBANISMO Projeto de Edificação I 2014/01 Profª.: Luana Peroza Piaia. AS PARTES DE UM TELHADO Cada

Leia mais

Instalação dos Forros Suspensos Armstrong

Instalação dos Forros Suspensos Armstrong Instalação dos Forros Suspensos Armstrong Instalação de forros suspensos Armstrong O sistema de forro modular de fibra mineral Armstrong é funcional, atrativo e proporciona fácil acesso ao plenum. Este

Leia mais

INSTITUTO ALGE DE CAPACITAÇÃO PROFISSIONAL JANILSON CASSIANO

INSTITUTO ALGE DE CAPACITAÇÃO PROFISSIONAL JANILSON CASSIANO CONSTRUINDO NO SISTEMA (CES) LIGHT STEEL FRAMING O sistema Light Steel Frame é caracterizado por um esqueleto estrutural leve composto por perfis de aço galvanizado que trabalham em conjunto para sustentação

Leia mais

RESISTÊNCIA E BELEZA A TODA PROVA

RESISTÊNCIA E BELEZA A TODA PROVA RESISTÊNCIA E BELEZA A TODA PROVA Telhas de Concreto Características técnicas e dimensionais Especificações Comprimento...420mm Largura...330mm Telhas por m2...10,5pçs Peso nominal...4,7kg Peso por m2...49,35kg

Leia mais

MANUAL DE INSTALAÇÃO

MANUAL DE INSTALAÇÃO MANUAL DE INSTALAÇÃO O manual tem como objetivo auxiliar e responder algumas perguntas sobre o processo de instalação, conservação e limpeza das placas Decopainel. Aplica-se para todas as linhas (placas,

Leia mais

1/6 1 2 "SUPORTE RETRÁTIL PARA INSTALAÇÃO DE TELA FACHADEIRA". Apresentação Refere-se a presente invenção ao campo técnico de suportes para telas fachadeiras de edifícios em construção ou em reformas,

Leia mais

Placostil - Wall Paredes

Placostil - Wall Paredes 0 0 Placostil - Wall Paredes Conceitos Sistema Placostil Wall Paredes É um sistema de paredes de vedações internas constituídas por uma estrutura metálica de chapa de aço galvanizado, sobre a qual se aparafusam,

Leia mais

COBERTURAS COBERTURAS COBERTURAS COBERTURAS

COBERTURAS COBERTURAS COBERTURAS COBERTURAS R R R 1 Coberturas de telhado Tesoura de Pratt Tesoura de Howe Tesoura de Howe Tesoura de Pratt Tesoura Fink 2 Tesoura Fink Vigas treliçadas ou traves Viga Warren Viga Warren completa Viga de Town (Lattice)

Leia mais

TELHA CANALETE 90 8 mm

TELHA CANALETE 90 8 mm Tecnologia avançada para obras de grande porte. Canalete 90 é o perfil ideal para coberturas e fechamentos laterais com segurança e durabilidade. Permite a criação de vãos livres arrojados e amplos beirais.

Leia mais

MÓDULO 1 ESPECIFICAÇÕES MOBILIÁRIOS REFERENCIAIS

MÓDULO 1 ESPECIFICAÇÕES MOBILIÁRIOS REFERENCIAIS DATA: DESTINO: FORUM CÍVEL MÓDULO 1 (itens 1-2) JUNHO 2015 RESPONSAVÉL: DIVISÃO DE ARQUITETURA ESPECIFICAÇÕES MOBILIÁRIOS REFERENCIAIS ITEM 1 MESAS /GAVETEIROS/CONEXÕES IMPORTANTE: AS MARCAS DE MATERIAIS,

Leia mais

FINALIDADE DESTA ESPECIFICAÇÃO

FINALIDADE DESTA ESPECIFICAÇÃO SESC PANTANAL HOTEL SESC PORTO CERCADO POSTO DE PROTEÇÃO AMBIENTAL SÃO LUIZ BARÃO DE MELGAÇO/MT ESTRUTURAS METÁLICAS PARA COBERTURA DE BARRACÃO DEPÓSITO MEMORIAL DESCRITIVO ANEXO VI 1. FINALIDADE DESTA

Leia mais

Complementos para telhas Brasilit

Complementos para telhas Brasilit Complementos para telhas Brasilit A mais completa linha de cumeeiras, rufos, espigões, arestas, cantoneiras, terminais, pingadeiras, tampões, calços, venezianas, claraboias e placas de vedação. TECNOLOGIA

Leia mais

MEMORIAL DESCRITIVO DA OBRA (Versão resumida)

MEMORIAL DESCRITIVO DA OBRA (Versão resumida) MEMORIAL DESCRITIVO DA OBRA (Versão resumida) TAMANHO E DEPENDÊNCIAS DO IMÓVEL Definido com o Corretor de Imóveis da negociação em conjunto com nosso Escritório de Arquitetura parceiro: FRAN Arquitetura

Leia mais

CADERNOS TÉCNICOS DAS COMPOSIÇÕES DE ESTRUTURAS METÁLICAS PARTE 1 LOTE 1

CADERNOS TÉCNICOS DAS COMPOSIÇÕES DE ESTRUTURAS METÁLICAS PARTE 1 LOTE 1 CADERNOS TÉCNICOS DAS COMPOSIÇÕES DE ESTRUTURAS METÁLICAS PARTE 1 LOTE 1 GRUPO ESTRUTURAS METÁLICAS, PARTE 1 LOTE 01 A CAIXA apresenta o grupo de composições de serviços que representam o transporte e

Leia mais

Escola de Engenharia de São Carlos - Universidade de São Paulo Departamento de Engenharia de Estruturas. Alvenaria Estrutural.

Escola de Engenharia de São Carlos - Universidade de São Paulo Departamento de Engenharia de Estruturas. Alvenaria Estrutural. Alvenaria Estrutural Introdução CONCEITO ESTRUTURAL BÁSICO Tensões de compressão Alternativas para execução de vãos Peças em madeira ou pedra Arcos Arco simples Arco contraventado ASPECTOS HISTÓRICOS Sistema

Leia mais

Manual de Montagem. Construções industrializadas com Placa Cimentícia e Painel Masterboard.

Manual de Montagem. Construções industrializadas com Placa Cimentícia e Painel Masterboard. Manual de Montagem Construções industrializadas com Placa Cimentícia e Painel Masterboard. Armazenamento As placas e painéis devem ser estocados em um local seco e abrigado, seguindo estas instruções:

Leia mais

! ESTÚDIO!DE!ARQUITETURA:!SUSTENTABILIDADE!AMBIENTAL!! FERNANDA MOURA !!!!!!!!!!!!!!! PESQUISA' DRYWALL' PORTAS' !!!!!!!!!!!! !!! ! 1!

! ESTÚDIO!DE!ARQUITETURA:!SUSTENTABILIDADE!AMBIENTAL!! FERNANDA MOURA !!!!!!!!!!!!!!! PESQUISA' DRYWALL' PORTAS' !!!!!!!!!!!! !!! ! 1! ! ESTÚDIO!DE!ARQUITETURA:!SUSTENTABILIDADE!AMBIENTAL!! FERNANDA MOURA!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! PESQUISA'!!! DRYWALL' E'' PORTAS'! 1! !!! SUMÁRIO!!! PAREDES!DRYWALL! 1. 'FABRICANTE:'KNAUF 1. 1 PAREDE

Leia mais

Recomendações para elaboração de projetos estruturais de edifícios em aço

Recomendações para elaboração de projetos estruturais de edifícios em aço 1 Av. Brigadeiro Faria Lima, 1685, 2º andar, conj. 2d - 01451-908 - São Paulo Fone: (11) 3097-8591 - Fax: (11) 3813-5719 - Site: www.abece.com.br E-mail: abece@abece.com.br Av. Rio Branco, 181 28º Andar

Leia mais

TESOURAS DE MADEIRA. GRADUAÇÃO 3º Florestal AULA 05. Disciplina: Prop. mecânicas e fundamentos das estrut. madeira. Prof. Adriano Wagner Ballarin

TESOURAS DE MADEIRA. GRADUAÇÃO 3º Florestal AULA 05. Disciplina: Prop. mecânicas e fundamentos das estrut. madeira. Prof. Adriano Wagner Ballarin Aula 5 Tesouras de madeira 1 Disciplina: Prop. mecânicas e fundamentos das estrut. madeira TESOURAS DE MADEIRA GRADUAÇÃO 3º Florestal AULA 05 Prof. Adriano Wagner Ballarin Aula 5 Tesouras de madeira 2

Leia mais