HOSPITAL MUNICIPAL DE MARACANAU CEARÁ HOPSITAL DR. JOÃO ELÍSIO DE HOLANDA ENFERMARIA

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "HOSPITAL MUNICIPAL DE MARACANAU CEARÁ HOPSITAL DR. JOÃO ELÍSIO DE HOLANDA ENFERMARIA"

Transcrição

1 1 ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA HOSPITAL MUNICIPAL DE MARACANAU CEARÁ HOPSITAL DR. JOÃO ELÍSIO DE HOLANDA ENFERMARIA Foto 1. Lateral do antigo Centro Cirúrgico. Abril de 2012

2 2 INTRODUÇÃO Fundado em 4 de junho de 1952 como Sanatório de Tuberculose, vinculado ao Ministério da Saúde, passou à condição de hospital geral em Na década de 90, assume o nome de Hospital Municipal de Maracanaú sendo municipalizado em A partir de 2008, em homenagem a um de seus diretores, seu nome passou a ser Hospital Municipal Dr. João Elísio de Holanda. Construído há sessenta anos, os projetos originais de cálculo, não foram encontrados, por isso o projeto ( as bilt ) da forma das lajes, vigas e pilares do 1º e 2º pavimentos e da cobertura, foram refeitos. As armaduras utilizadas nas vigas e lajes e dos pilares foram verificadas in loco. Foto 2 Vista lateral do 1º e 2º pavimentos da Ala do antigo Centro Cirúrgico A foto 2 acima mostra o estado de conservação que se encontra o primeiro e o segundo pavimento desta Ala do Hospital e define o local que será objeto deste estudo. OBJETIVOS DESTA ESPECIFICAÇÃO Busca verificar as condições de segurança estrutural da laje de piso do segundo pavimento do anexo destinado a receber as instalações da futura Enfermaria do Hospital e elaborar projeto de recuperação e reforço estrutural para esta ala específica, onde funcionava o antigo Centro Cirúrgico.

3 3 METODOLOGIA DESTE TRABALHO Inicialmente foi feito o levantamento das áreas e dimensões da Ala da Enfermaria e a identificação das armaduras das lajes, vigas e lajes. Em seguida foi feita a reconstituição do projeto de forma da laje do segundo pavimento e da coberta, bem como os cortes longitudinais e transversais. A partir daí, foi possível fazer a verificação do cálculo das vigas do segundo pavimento que apresenta fissuras e onde será instalada a futura Enfermaria. Verificou-se que a laje, vigas e pilares do teto do pavimento térreo, que é o piso do 1º pavimento não apresentam danos que possam ser visualmente percebidos. Além disso, atualmente, como se vê na foto 3, suporta as escoras das vigas do 2º pavimento, o que constitui uma prova de carga. Foto 3. Escoras no 1º pavimento Também foram levantados os locais, em todos os pavimentos desta Ala do Hospital onde serão necessárias recuperações estruturais. Portanto, faz parte deste laudo identificar, mapear e quantificar os danos e desgastes na estrutura do edifício e definir normas para os serviços de recuperação da estrutura da planta hospitalar para serem reparados convenientemente bem como as especificações técnicas dos materiais que devem ser utilizados. Juntamente com o projeto serão apresentados o orçamento detalhado e o cronograma físico-financeiro dos serviços necessários para a recuperação e o reforço estrutural.

4 4 DESCRIÇÃO DA ESTRUTURA A estrutura desta Ala do hospital de Maracanaú é composta de pilares laterais espaçados de 2,5 metros no sentido longitudinal e 10,25 metros no sentido transversal. No pavimento térreo existem várias salas destinadas a consultórios, exames e o Refeitório. No interior do refeitório foram criados quatro pilares em forma de L que não prosseguem para o 1º pavimento e aparentemente não faziam parte da estrutura original. No piso do primeiro pavimento foi feita uma ou duas camadas de enchimento para elevar o nível do piso pronto que sobrecarrega desnecessariamente a laje, sendo recomendável remover e reparar a superfície desta laje de concreto. No 1º e 2º pavimento não existem pilares no centro do salão. Todos os pilares ficam nas duas paredes laterais externas. No teto do primeiro pavimento (piso do 2º pavimento) chama a atenção a pouca altura das vigas transversais duplas para o vão livre de 10,25 metros. São dez vigas transversais, sendo quatro com balanços simétricos com 50 cm de comprimento e seis com balanços de 150 centímetros. Como já se viu na foto 2, estas vigas estão escoradas, por determinação da SEINFRA de Maracanaú. Além das cintas sobre as paredes laterais existem quatro vigas longitudinais que se apóiam nas vigas transversais. Já o teto do 2º (último pavimento) é plano sem vigas aparentes, porque as vigas são invertidas. Ver foto 4. Foto 4. Teto do segundo pavimento.

5 5 DESCRIÇÃO DOS DANOS É possível visualizar armaduras expostas de lajes e vigas, especialmente no teto do 1º pavimento, onde ainda existem algumas escoras de madeira, desde quando os serviços de recuperação estrutural com concreto projetado estavam sendo executados e foi determinada a paralisação pela Secretaria de Infraestrutura, até que fosse feita uma avaliação mais aprofundada dos danos e da resistência residual da estrutura. Outros elementos estruturais com alto grau de exposição de armaduras oxidadas são as vigas da calha na cobertura. As demais vigas estão bem conservadas. Fora desta área da futura Enfermaria, nas torres de elevadores, escadas e salas de espera aparecem ferros expostos e concretos desplacando-se nas lajes e vigas, do primeiro ao quarto pavimento. CAUSAS DOS DANOS ESTRUTURAIS Em sessenta anos de uso é natural o aparecimento de algumas patologias ou danos, incluindo os pontos de desplacamentos na camada de cobrimento em concreto causados por corrosões localizadas em lajes e vigas. A causa predominante é a carbonatação do concreto que despassiva o aço da armadura e permite as reações de oxidação, conhecida como ferrugem, resultando sais expansivos que fragilizam e fissura o concreto da camada de cobrimento do aço e assim facilita o agravamento da corrosão. Além da carbonatação do concreto, que é um fenômeno natural, o uso de produtos de limpeza de uso intenso em hospitais contribui para desgastar a superfície da laje de concreto armado. DIMENSÕES E ARMADURAS DOS PRINCIPAIS ELEMENTOS ESTRUTURAIS As medições e prospecções feitas nos pilares, vigas e lajes registraram as seguintes dimensões e armaduras: Pilares principais laterais de seção retangular 25x50 cm tem 14 ferros CA-50 diâmetro ½ estribos de ¼ a cada 20 cm; ver foto 4. Pilares secundários distribuídos na área de apoio tem seção quadrada 25x25 cm com 6 ferros CA-50 diâmetro 3/8 e estribos de ¼ a cada 20 cm;

6 6 Pilares secundários na área de recepção têm seção em L (13+27)x40 cm com 10 ferros 3/8 estribos ¼ cada 20 cm; Vigas principais, transversais: 10 vigas de 25x40 cm. Na parte inferior da viga existem 8 ferros ½ e 5 ferros ½ tipo cavaletes para combater o momento fletor negativo devido aos balanços. Os estribos são de ¼ cada 20 cm. Estas vigas tem vão central de 10,25 m. Quatro delas tem balanços nas duas pontas de 50 cm e outras, balanços de 150 cm de comprimento. A foto 5 mostra os ferros principais. As vigas longitudinais apóiam-se nas vigas transversais e tem seção retangular de 25x30 cm com 3 ferros 5/16 na parte inferior e 4 ferros ¼ na parte superior da secção. Os estribos são feitos com barras de ¼ a cada 20 cm; Cintas perimetrais sobre nas paredes com seção retangular 15x40 cm armadas com 2 ferros de ½ embaixo e estribos de ¼ A lajes tem armadura positiva com ferros de ¼ formando malha de 10x10 cm e ferros negativos sobre as vigas ferros ¼ a cada 10 cm. A espessura é de 10 cm. Foto 4. Armadura do pilar. Foto 5. Armadura da viga transversal Essas dimensões e a armadura dos elementos estão resumidas no Quadro 1 abaixo: Quadro 1. Resumo das dimensões e armaduras Elemento Seção estrutural Pilar retangular Pilar retangular Pilar em L Viga longitud cm 25x50 25x25 (13+27)x40 25x30 Armadura (A) 14φ ½ 6φ 3/8 10φ 3/8 3φ 5/16 (B) 4φ 1/4 estribos Φ ¼ c/ 20cm Φ ¼ c/ 20cm Φ ¼ c/ 20cm Φ ¼ c/ 20cm

7 7 Viga transvers Viga cinta laje 25x40 15x40 10 cm 8φ 1/2 2φ 1/2 Φ ¼ c/ 10cm 4φ 1/2 Φ ¼ c/ 10cm Φ ¼ c/ 20cm Φ ¼ c/ 20cm Malha 10x10 VERIFICAÇÕES DE CÁLCULOS Na década de 1950 as estruturas eram dimensionadas no Estádio III por isso será feita a verificação usando os conceitos da época como exposto no livro Novo Curso Prático de Concreto Armado, volume 1, do Engenheiro Aderson Moreira da Rocha, Rio de Janeiro, Editora Científica, 12 ed. CROQUIS DO 2º PAVIMENTO CALCULO/VERIFICAÇÃO DAS VIGAS DO SEGUNDO PAVIMENTO DO HOSPITAL DE MARACANAÚ Os cálculos apresentados nas planilhas anexas demonstraram que as dimensões das vigas transversais e longitudinais, embora pareçam pequenas, são suficientes e a armadura positiva esta adequada para um concreto com tensão de ruptura de 150 kg/cm2 (15 MPa) e sobrecarga de 150 kg/m2 (15 N/m2) como a Norma Técnica Brasileira em uso preconizava para enfermarias.

8 8 As memórias de cálculos são apresentadas em anexo e foram elaboradas usando planilhas em Excel. Após a verificação foi feita uma simulação para a sobrecarga de 250 kg/m2 (20 N/m2) que indicou apenas a necessidade do aumento das dimensões das vigas transversais para 35x45 cm e o acréscimo de 3 ferros de ½ (12,5 mm) na armadura positiva, como está demonstrado nas planilhas. AÇÕES DE RECUPERAÇÃO E REFORÇO ESTRUTURAIS Embora as dimensões das vigas e suas armaduras estejam corretas, como seria de se esperar, é aconselhável adaptar a laje para a sobrecarga de 25 N/m 2 para dar maior flexibilidade de layout e, principalmente, para compensar o natural desgaste devido ao tempo de uso e os aparecimentos de corrosões e fissuras nas lajes e vigas. Além disso, o custo deste reforço é relativamente baixo se comparado com o aumento da segurança, tranqüilidade, confiança e durabilidade da estrutura! Além disso, o recalculo mostrou que basta reforçar as vigas transversais principais. ESPECIFICAÇÕES DE SERVIÇOS 1. Primeiro pavimento 1.1. Reforço Para o reforço das vigas transversais o reboco das vigas deverá ser totalmente removido e a camada de cobrimento da armadura positiva na parte inferior das dez vigas transversais. Três novas barras de aço com 12,5 mm de diâmetro, com 10,45 mde comprimento, sem emendas, deverão ser colocadas e fixadas nos pilares laterais com adesivo estrutural a base de resinas epóxicas. Novos estribos com aço CA-50 e diâmetro de 5.0 mm, a cada 20 cm ao longo do comprimento das vigas serão colocados e deverão transpassar a laje e cruzar-se sobre ela. O recobrimento nas laterais e na base das vigas deverá ser feito com graute cimentício industrializado (Fck 40 MPa) lançado através de furos na laje do piso do segundo pavimento Recuperação

9 9 As vigas longitudinais de 25x30 não precisam de reforço, porém deverão ser reparadas onde houver concreto deteriorado, chocho ou fissurado ou com armadura expostas. O aço deverá ser desoxidado com jato de areia úmida e tratado com inibidor de corrosão em forma de tinta rica em zinco e recoberto com argamassa polimérica própria para reparos estruturais. Os pilares, de modo geral, estão em boas condições embora existam pontos onde devem ser feitas recuperações. As vigas das duas calhas laterais, na cobertura, apresentam uma grande área com ferragem exposta e devem ser reparadas Piso O piso do primeiro pavimento esta bastante danificado e com excessivo enchimento com vários tipos de argamassa. Esta pavimentação deve ser demolida para que se possa reparar a superfície da laje. Deve ser feita uma capa de concreto - Fck 30 MPa, aditivado com micro sílica com 5 cm de espessura na face superior. Naturalmente, deve-se fazer uma rigorosa limpeza de superfície e devem ser fixados grampos e uma nova tela de aço soldado tipo Q92, para garantir a aderência. 2. Segundo pavimento 2.1. Recuperação Foram identificados vários pontos em pilares, vigas e laje que devem ser reparados conforma metodologia já definida no item anterior 2.2. Piso Quanto à laje de piso do segundo pavimento verificou-se que tem baixa resistência ao corte manual com ponteiro de aço e marreta de 1 kg, por isso, deve ser reparada da mesma forma que a laje do primeiro pavimento. Há pontos na face inferior desta laje que deverá ser feita recuperação estrutural. 3. Toda a estrutura da Ala 3.1. Recuperação

10 10 Há partes isoladas em todo o prédio, incluindo a estrutura do telhado, que é formada por vigas de concreto e calhas, teto de escadas, área no 4º pavimento da torre de elevadores, que necessitam de reparos estruturais e devem seguir a mesma metodologia. Alguns destes pontos são mostrados nas fotos a seguir:

11 11 Fotos de áreas danificadas Foto de laje com armadura exposta. Foto das vigas da Coberta Foto de área danificada e parcialmente recuperada. Foto de pilar Foto de viga e laje. Foto das escoras no 1º pav Foto da viga-calha na Coberta. Foto da viga sobre a janela

12 12 METODOLOGIA DA RECUPERAÇÃO ESTRUTURAL 1. EXAME DA ESTRUTURA A estrutura de concreto armado será minunciosamente examinada para verificar trincas ou descolamentos do revestimento e da camada de cobrimento em concreto. 2. DELIMITAÇÃO DO DANO As partes deterioradas serão previamente delimitada com giz ou lápis cera. 3. CORTE DE CONCRETO Corte da camada de cobrimento de concreto onde houver trincas, descolamentos ou outros danos para expor os ferros oxidados, que permita a desoxidação e, se necessário executar reforços. 4. DESOXIDAÇÃO DA FERRAGEM Desoxidação da ferragem exposta através de jatos areia seca ou jatos de areia molhada, escovamento elético ou manual - o quê for mais adequado para o local e que preserve o ambiente, móveis, veículos, máquinas, equipamentos ou terceiros. 5. LIMPEZA DA SUPERFÍCIE DO CONCRETO Limpeza da superfície de concreto afetada e delimitada, com jatos de água para retirar sujeiras, pó ou óleo que possa prejudicar a aderência das argamassas. 6. REFORÇO DE FERRAGEM Onde se observar que o processo corrosivo haja provocado a diminuição em mais de 10% do diâmetro de qualquer vergalhão, será fixada um novo vergalhão com adesivo estrutural ou solda elétrica. 7 INIBIDOR DE CORROSÃO POR PROTEÇÃO GALVÂNICA EM DANOS SUPERFICIAIS Na ferragem exposta e após a desoxidação será aplicada tinta inibidora de corrosão rica em zinco, Fio G ou Tela G para se obter proteção catódica capaz de proteger a armadura contra a carbonatação do concreto, ação de íons cloretos e de sulfatos. Croqui esquemático para reparo isolado: Laje,viga ou pilar com corrosão Tratamento da armadura e recobrimento com argamassa polimérica

13 13 8 ARGAMASSA POLIMÉRICA SOBRE INIBIDOR DE CORROSÃO (PINTURA) A BASE DE ZN. Recobrimento da ferragem será feito com argamassa de cimento Portland e agregados com granulometria contínua modificada com polímeros e aditivos que conferem grande poder de aderência, densidade, baixa permeabilidade e retração compensada e tixotrópica. S 8.2 GRAUTEAMENTO Preenchimento e/ou reconstituição da seção e/ou recobrimento com micro concreto fluido, tipo graute préfabricado ou de dosagem própria, que apresenta altas resistências iniciais e finais, grande densidade e alto poder de aderência ao concreto original. 9. RECONSTITUIÇÃO DA PEÇA ESTRUTURAL Reconstituição estética da parte afetada e em tratamento com reboco de cimento e areia. 10. PINTURA Os locais reparados serão pintados com a mesma tinta do restante da estrutura. 11. LIMPEZA DA OBRA Haverá sempre o cuidado para que os detritos não se espalhem e diáriamente serão recolhidos e feita a limpeza do ambiente. ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS DOS MATERIAIS Inibidor de corrosão Tinta rica em zinco para proteção catódica galvânica localizada da armadura de concreto. Nitoprimer Zn ou similar. Propriedades Massa específica Espessura recomendada por demão Espessura de aplicação por demão Tempo de secagem Seco ao tato Totalmente seco /nova demão Consumo 2,0 g/cm3 40 um (filme seco) 132 um (filme úmido) 20 0C 35 0C 45 min 15 min 30 a 45 min 15 a 20 min 0,32 kg/m2 Argamassa polimérica Argamassa à base de cimento, aditivada com polímeros, com retração compensada, tixotrópica, baixa permeabilidade e boa aderência ao concreto e ao aço, para recobrimentos estruturais de até 2,5 cm de espessura. Sika Top 122, Renderoc S2 ou similar.

14 14 Propriedades Resistência à compressão Resistência à tração por flexão Penetração de água sob pressão Difusão de íons cloretos Adesivo à base de epóxi 16 MPa aos 3 dias (NBR 5739) 13 MPa aos 28 dias (NBR 12142) 0 mm aos 28 dias (NBR 10787) -6 11x10 cm2/s (método de Taywood) Adesivo estrutural à base de resina epóxica, tixotrópico, bi-componente, para fixação de aço ao concreto endurecido. Compound Adesivo, Sikadur 31, Nitobond EPD ou similar. Propriedades Vida útil da mistura a 20 C Cura Massa específica Consumo Resistência à tração na flexão Condições de utilização 50 minutos Inicial: 4 horas. Final: 7 dias 1,67 g/cm3 1,6 kg/m2/mm 25 MPa com 24 horas a 25 C Seco ou úmido não saturado Graute Argamassa cimentícia autonivelante e não retrátil, isenta de cloretos e componentes metálicos, pré-fabricada, constituída de areia de quartzo e aditivos. Propriedades Fluidez Tempo de pega Resistência à compressão 30 minutos a 25º C A hora 42 MPa aos 28 dias Tela soldada de aço Telas eletrosoldadas formadas por barras de aço CA 60 nervurado de acordo com a NBR Propriedades Tipo Espaçamento entre fios Diâmetro dos fios Painel Peso por m2 Conformação Maracanaú, 26 de Abril de 2012 Q x 15 cm 4.2 mm 2,45 x 6,00 m 1,48 kg/m2 Nervurado

TÉCNICAS DE REPARO TRADICIONAL

TÉCNICAS DE REPARO TRADICIONAL TÉCNICAS DE REPARO TRADICIONAL Profa. Eliana Barreto Monteiro Você sabia? Que na maioria das vezes a aplicação da argamassa de reparo deve ser manual? A diferença entre reparo superficial e profundo? Procedimentos

Leia mais

MANUAL DE COLOCAÇÃO. Laje Treliça. Resumo Esse material tem como objetivo auxiliar no dimensionamento, montagem e concretagem da laje.

MANUAL DE COLOCAÇÃO. Laje Treliça. Resumo Esse material tem como objetivo auxiliar no dimensionamento, montagem e concretagem da laje. MANUAL DE COLOCAÇÃO Laje Treliça Resumo Esse material tem como objetivo auxiliar no dimensionamento, montagem e concretagem da laje. Henrique. [Endereço de email] 1 VANTAGENS LAJE TRELIÇA É capaz de vencer

Leia mais

Soluções em Autoconstrução Praticidade, economia e agilidade na sua obra

Soluções em Autoconstrução Praticidade, economia e agilidade na sua obra Aços Longos Soluções em Autoconstrução Praticidade, economia e agilidade na sua obra Sapatas Arame Recozido Trançadinho Pregos Treliças Nervuradas Murfor Produto Belgo Bekaert Malhas Top Telas Soldadas

Leia mais

Blocos de. Absorção de água. Está diretamente relacionada à impermeabilidade dos produtos, ao acréscimo imprevisto de peso à Tabela 1 Dimensões reais

Blocos de. Absorção de água. Está diretamente relacionada à impermeabilidade dos produtos, ao acréscimo imprevisto de peso à Tabela 1 Dimensões reais Blocos de CONCRETO DESCRIÇÃO: Elementos básicos para a composição de alvenaria (estruturais ou de vedação) BLOCOS VAZADOS DE CONCRETO SIMPLES COMPOSIÇÃO Cimento Portland, Agregados (areia, pedra, etc.)

Leia mais

Definições. Armação. Armação ou Armadura? Armação: conjunto de atividades relativas à preparação e posicionamento do aço na estrutura.

Definições. Armação. Armação ou Armadura? Armação: conjunto de atividades relativas à preparação e posicionamento do aço na estrutura. Definições Armação ou Armadura? Armação: conjunto de atividades relativas à preparação e posicionamento do aço na estrutura. Armadura: associação das diversas peças de aço, formando um conjunto para um

Leia mais

Construção. Adesivo epóxi de baixa viscosidade para reparos e injeção em trincas e fissuras estruturais no concreto. Descrição do produto

Construção. Adesivo epóxi de baixa viscosidade para reparos e injeção em trincas e fissuras estruturais no concreto. Descrição do produto Ficha do Produto Edição 22/05/13 Sikadur 43 Adesivo epóxi de baixa viscosidade para reparos e injeção em trincas e fissuras estruturais no concreto Construção Descrição do produto é um adesivo estrutural

Leia mais

Introdução e Esclarecimentos

Introdução e Esclarecimentos ORÇAMENTO: 1911 - ESPECIFICAÇÕES SINTÉTICAS DE MATERIAIS E SERVIÇOS A SEREM EXECUTADOS NA OBRA DE RECUPERAÇÃO ESTRUTURAL DA ALA SUL DO HOSPITAL MUNICIPAL DE MARACANAÚ - CEARÁ (HOSPITAL DR. JOÃO ELÍSEO

Leia mais

Quanto aos esforços: compressão, tração e flexão; Flexibilidade de formas; Durabilidade; Transmissão de calor

Quanto aos esforços: compressão, tração e flexão; Flexibilidade de formas; Durabilidade; Transmissão de calor 1. CONCEITO: Produto resultante da associação íntima entre um aglomerante mais um agregado miúdo, mais um agregado graúdo e água (+ ferragens). 2. CARACTERÍSTICAS Quanto aos esforços: compressão, tração

Leia mais

LAJES EM CONCRETO ARMADO

LAJES EM CONCRETO ARMADO LAJES EM CONCRETO ARMADO CONCEITOS BÁSICOS As telas soldadas, que são armaduras pré-fabricadas soldadas em todos os pontos de cruzamento, apresentam inúmeras aplicações na construção civil, destacando-se

Leia mais

Ministério da Educação Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação - FNDE Coordenação Geral de Infraestrutural Educacional CGEST

Ministério da Educação Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação - FNDE Coordenação Geral de Infraestrutural Educacional CGEST Ministério da Educação Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação - FNDE Coordenação Geral de Infraestrutural Educacional CGEST MEMORIAL DESCRITIVO PROJETO PADRÃO PARA COBERTURA DE QUADRA POLIESPORTIVA

Leia mais

REGULAMENTAÇÃO DE PREÇOS E CRITÉRIOS DE MEDIÇÃO

REGULAMENTAÇÃO DE PREÇOS E CRITÉRIOS DE MEDIÇÃO DE PREÇOS E SUBGRUPO: 48.01.00 SERVIÇOS PRELIMINARES 48.01.01 Andaimes tubulares m 3 x mes Fornecimento, montagem e desmontagem de andaime tubular de base quadrada, como também a plataforma de serviços

Leia mais

E S T A D O D O M A T O G R O S S O. Prefeitura Municipal de Jaciara

E S T A D O D O M A T O G R O S S O. Prefeitura Municipal de Jaciara MEMORIAL DESCRITIVO REDE CEGONHA - HOSPITAL MUNICIPAL JACIARA/MT O presente memorial descritivo define diretrizes referentes à reforma do espaço destinado a Programa REDE CEGONHA no Hospital Municipal

Leia mais

http://www.revistatechne.com.br/engenharia-civil/109/imprime31727.asp Figura 1 - Corte representativo dos sistemas de lajes treliçadas

http://www.revistatechne.com.br/engenharia-civil/109/imprime31727.asp Figura 1 - Corte representativo dos sistemas de lajes treliçadas 1 de 9 01/11/2010 23:26 Como construir Lajes com EPS Figura 1 - Corte representativo dos sistemas de lajes treliçadas As lajes tipo volterrana abriram a trajetória das lajes pré-moldadas. O sistema utiliza

Leia mais

& CHIMICA EDILE DO BRASIL. apresenta: DRY D1 NG

& CHIMICA EDILE DO BRASIL. apresenta: DRY D1 NG & CHIMICA EDILE DO BRASIL apresenta: DRY D1 NG Aditivo/adição a controlo absoluto da retração para preparação de concretos para piso industrial (JointLees) sem Junta em quadra grande Page1 DRY D1 NG de

Leia mais

Telas Soldadas Nervuradas

Telas Soldadas Nervuradas Telas Soldadas Nervuradas Telas Soldadas Nervuradas Belgo Qualidade As Telas Soldadas de Aço Nervurado são armaduras pré-fabricadas constituídas por fios de aço Belgo 60 Nervurado, longitudinais e transversais,

Leia mais

MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO. Prof. LIA LORENA PIMENTEL LAJES

MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO. Prof. LIA LORENA PIMENTEL LAJES MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO Prof. LIA LORENA PIMENTEL LAJES LAJES Serão o piso ou a cobertura dos pavimentos. As lajes poderão ser: Maciças - moldadas in loco, economicamente viável para h 15 cm. Nervurada

Leia mais

Soluções em Lajes Alveolares

Soluções em Lajes Alveolares Soluções em Lajes Alveolares Oferecer Soluções Inovadoras e bom atendimento é o nosso compromisso Presente no mercado da construção civil desde de 1977, o Grupo Sistrel vem conquistando o mercado brasileiro

Leia mais

CURSO TÉCNICO DE EDIFICAÇÕES. Disciplina: Projeto de Estruturas. Aula 7

CURSO TÉCNICO DE EDIFICAÇÕES. Disciplina: Projeto de Estruturas. Aula 7 AULA 7 CURSO TÉCNICO DE EDIFICAÇÕES Disciplina: Projeto de Estruturas CLASSIFICAÇÃO DAS ARMADURAS 1 CLASSIFICAÇÃO DAS ARMADURAS ALOJAMENTO DAS ARMADURAS Armadura longitudinal (normal/flexão/torção) Armadura

Leia mais

MASSA LISA PROTEC. Embalagem: Saco de 20 kg Consumo: 1,0 a 1,3 kg/m² por milímetro de espessura

MASSA LISA PROTEC. Embalagem: Saco de 20 kg Consumo: 1,0 a 1,3 kg/m² por milímetro de espessura MASSA LISA Massa extra-lisa para revestimento de paredes e tetos. Substitui a massa corrida e o gesso, reduzindo o uso de lixas. Sem desperdício e de rápida aplicação; Reduz o uso de lixas; Aplicação sobre

Leia mais

CAPÍTULO III SISTEMAS ESTRUTURAIS CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA

CAPÍTULO III SISTEMAS ESTRUTURAIS CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA 1 CAPÍTULO III SISTEMAS ESTRUTURAIS CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA I. SISTEMAS ESTRUTURAIS Podemos citar diferentes sistemas estruturais a serem adotados durante a concepção do projeto de uma edificação. A escolha

Leia mais

ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL PREFEITURA MUNICIPAL DE VENÂNCIO AIRES

ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL PREFEITURA MUNICIPAL DE VENÂNCIO AIRES PROJETO ARQUITETÔNICO ADEQUAÇÕES NA USINA DE TRIAGEM DE LIXO LINHA ESTRELA MEMORIAL DESCRITIVO 1 MEMORIAL DESCRITIVO 1. OBJETIVO: USINA DE TRIAGEM DE LIXO A presente especificação tem por objetivo estabelecer

Leia mais

CLIENTE: PREFEITURA MUNICIPAL DE ITAPIRANGA

CLIENTE: PREFEITURA MUNICIPAL DE ITAPIRANGA CLIENTE: PREFEITURA MUNICIPAL DE ITAPIRANGA OBRA: ESTAÇÃO ELEVATÓRIA PARA ESGOTO - ELEVADO RESPONSÁVEL TÉCNICO: ENG. CIVIL MICHAEL MALLMANN MUNICÍPIO: ITAPIRANGA - SC 1 INSTALAÇÕES PROVISÓRIAS Deve ser

Leia mais

Escola de Engenharia de São Carlos - Universidade de São Paulo Departamento de Engenharia de Estruturas. Alvenaria Estrutural.

Escola de Engenharia de São Carlos - Universidade de São Paulo Departamento de Engenharia de Estruturas. Alvenaria Estrutural. Alvenaria Estrutural Introdução CONCEITO ESTRUTURAL BÁSICO Tensões de compressão Alternativas para execução de vãos Peças em madeira ou pedra Arcos Arco simples Arco contraventado ASPECTOS HISTÓRICOS Sistema

Leia mais

Ministério da Educação Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação - FNDE Coordenação Geral de Infraestrutural Educacional CGEST

Ministério da Educação Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação - FNDE Coordenação Geral de Infraestrutural Educacional CGEST Ministério da Educação Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação - FNDE Coordenação Geral de Infraestrutural Educacional CGEST MEMORIAL DESCRITIVO PROJETO PADRÃO PARA QUADRA POLIESPORTIVA COBERTA COM

Leia mais

TUPER ESTRUTURAS PLANAS

TUPER ESTRUTURAS PLANAS TUPER ESTRUTURAS PLANAS LAJES MISTAS NERVURADAS MANUAL DE MONTAGEM ÍNDICE 1. Tuper lajes mistas nervuradas... 03 2. Especificações... 04 3. Escoramento... 05 4. Armadura de distribuição... 07 5. Nervuras

Leia mais

37 3231-4615 www.levemix.com.br GUIA PRÁTICO DE APLICAÇÃO CONCRETO LEVEMIX. Comodidade, economia e segurança ENTREGAMOS PEQUENAS QUANTIDADES

37 3231-4615 www.levemix.com.br GUIA PRÁTICO DE APLICAÇÃO CONCRETO LEVEMIX. Comodidade, economia e segurança ENTREGAMOS PEQUENAS QUANTIDADES GUIA PRÁTICO DE APLICAÇÃO CONCRETO LEVEMIX Orientações técnicas para o melhor desempenho de sua concretagem Comodidade, economia e segurança 37 3231-4615 www.levemix.com.br ENTREGAMOS PEQUENAS QUANTIDADES

Leia mais

MEMORIAL DESCRITIVO CIVIL

MEMORIAL DESCRITIVO CIVIL MEMORIAL DESCRITIVO CIVIL I SERVIÇOS DE ENGENHARIA Constitui objeto do presente memorial descritivo uma edificação para abrigar segura e adequadamente equipamentos de rede estabilizada, Grupo Moto-gerador

Leia mais

1.1 Conceitos fundamentais... 19 1.2 Vantagens e desvantagens do concreto armado... 21. 1.6.1 Concreto fresco...30

1.1 Conceitos fundamentais... 19 1.2 Vantagens e desvantagens do concreto armado... 21. 1.6.1 Concreto fresco...30 Sumário Prefácio à quarta edição... 13 Prefácio à segunda edição... 15 Prefácio à primeira edição... 17 Capítulo 1 Introdução ao estudo das estruturas de concreto armado... 19 1.1 Conceitos fundamentais...

Leia mais

- Generalidades sobre laje Treliça

- Generalidades sobre laje Treliça - Generalidades sobre laje Treliça São lajes em que a viga pré-fabricada é constituída de armadura em forma de treliça, e após concretada, promove uma perfeita solidarização, tendo ainda a possibilidade

Leia mais

REPARO EM LAJE "CELADA" EVITANDO O USO DA MARRETA

REPARO EM LAJE CELADA EVITANDO O USO DA MARRETA REPARO EM LAJE "CELADA" EVITANDO O USO DA MARRETA Prof. Marco Pádua Vamos analisar aqui um problema não muito raro que pode causar surpresa desagradável e, alem de atrasar a obra, pode trazer perda de

Leia mais

CONCRETOS O CONCRETO NO ESTADO FRESCO. Professora: Mayara Custódio

CONCRETOS O CONCRETO NO ESTADO FRESCO. Professora: Mayara Custódio CONCRETOS O CONCRETO NO ESTADO FRESCO Professora: Mayara Custódio CONSISTÊNCIA DO CONCRETO CONSISTÊNCIA TRABALHABILIDADE É a propriedade do concreto fresco que identifica sua maior ou menor aptidão para

Leia mais

5 - FORROS 5.1 - FORRO DE MADEIRA

5 - FORROS 5.1 - FORRO DE MADEIRA 5 - FORROS APÓS ESTUDAR ESTE CAPÍTULO; VOCÊ DEVERÁ SER CAPAZ DE: Escolher o tipo de forro ideal para a sua edificação; Executar corretamente os apoios das lajes pré-fabricadas; Especificar corretamente

Leia mais

e-mail: ederaldoazevedo@yahoo.com.br

e-mail: ederaldoazevedo@yahoo.com.br Centro de Ensino Superior do Amapá-CEAP Curso: Arquitetura e Urbanismo Disciplina: Sistemas Estruturais em Concreto Armado Disciplina: Sistemas Estruturais em Concreto Armado Assunto: Dimensionamento de

Leia mais

MANUAL DO FABRICANTE:

MANUAL DO FABRICANTE: MANUAL DO FABRICANTE: ALVENARIA ESTRUTURAL Características e especificações, instruções de transporte, estocagem e utilização. GESTOR: Engenheiro civil EVERTON ROBSON DOS SANTOS LISTA DE TABELAS Tabela

Leia mais

Elementos Estruturais de Concreto Armado

Elementos Estruturais de Concreto Armado UNIVERSIDADE FEDERAL DE OURO PRETO Escola de Minas DECIV Técnicas Construtivas Elementos Estruturais de Concreto Armado Prof. Guilherme Brigolini Elementos Estruturais de Concreto Armado Produção de

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE OURO PRETO Escola de Minas DECIV Patologia das Construções. Estruturas de Concreto

UNIVERSIDADE FEDERAL DE OURO PRETO Escola de Minas DECIV Patologia das Construções. Estruturas de Concreto UNIVERSIDADE FEDERAL DE OURO PRETO Escola de Minas DECIV Patologia das Construções Patologia das Estruturas de Concreto Concreto Armado Brita Cimento, areia Adições, aditivos + aço Cimento Hidratado Cimento

Leia mais

e-mail: ederaldoazevedo@yahoo.com.br

e-mail: ederaldoazevedo@yahoo.com.br Centro de Ensino Superior do Amapá-CEAP Curso: Arquitetura e Urbanismo Assunto: Cálculo de Pilares Prof. Ederaldo Azevedo Aula 4 e-mail: ederaldoazevedo@yahoo.com.br Centro de Ensino Superior do Amapá-CEAP

Leia mais

ALVENARIA: como reconhecer blocos de qualidade e ecoeficientes!

ALVENARIA: como reconhecer blocos de qualidade e ecoeficientes! ALVENARIA: como reconhecer blocos de qualidade e ecoeficientes! Bloco de concreto As paredes são montadas a partir de componentes de alvenaria - os blocos. Portanto, é imprescindível que eles obedeçam

Leia mais

AMPLIAÇÃO ESCOLA DO JARDIM YPE

AMPLIAÇÃO ESCOLA DO JARDIM YPE AMPLIAÇÃO ESCOLA DO JARDIM YPE LUIZA DE LIMA TEIXEIRA PREFEITURA MUNICIPAL DE SÃO JOÃO DA BOA VISTA SP. PROJETO ESTRUTURAL 1 I - MEMORIAL DESCRITIVO DE CIVIL ESTRUTURAL 1 - Serviços Iniciais: ESPECIFICAÇÕES

Leia mais

2QUALIDADE DAS ESTRUTURAS

2QUALIDADE DAS ESTRUTURAS 2.1 Condições gerais 1 2 2QUALIDADE DAS ESTRUTURAS As estruturas de concreto devem atender aos requisitos mínimos de qualidade, durante sua construção e serviço, e aos requisitos adicionais estabelecidos

Leia mais

ÍNDICE DO LIVRO CÁLCULO E DESENHO DE CONCRETO ARMADO autoria de Roberto Magnani SUMÁRIO LAJES

ÍNDICE DO LIVRO CÁLCULO E DESENHO DE CONCRETO ARMADO autoria de Roberto Magnani SUMÁRIO LAJES ÍNDICE DO LIVRO CÁLCULO E DESENHO DE CONCRETO ARMADO autoria de Roberto Magnani SUMÁRIO LAJES 2. VINCULAÇÕES DAS LAJES 3. CARREGAMENTOS DAS LAJES 3.1- Classificação das lajes retangulares 3.2- Cargas acidentais

Leia mais

AÇO PARA CONSTRUÇÃO CIVIL

AÇO PARA CONSTRUÇÃO CIVIL AÇO PARA CONSTRUÇÃO CIVIL GG 50 O VERGALHÃO QUE ESTÁ POR DENTRO DAS MELHORES OBRAS VERGALHÃO GERDAU GG 50 Para o seu projeto sair do papel com segurança e qualidade, use o Vergalhão Gerdau GG 50. Produzido

Leia mais

Manual do impermeabilizador

Manual do impermeabilizador 1 Manual do impermeabilizador Preparação e aplicação em superfícies cimenticia Índice INTRODUÇÃO PROJETO DE IMPERMEABILIZAÇÃO ESTATÍSTICAS NORMAS TÉCNICAS ELABORAÇÃO DO PROJETO DE IMPERMEABILIZAÇÃO NBR

Leia mais

Por que protender uma estrutura de concreto?

Por que protender uma estrutura de concreto? Por que protender uma estrutura de concreto? Eng. Maria Regina Leoni Schmid Rudloff Sistema de Protensão Ltda. RUDLOFF SISTEMA DE PROTENSÃO LTDA. Fig. 1 Representação esquemática de um cabo de cordoalhas

Leia mais

atp engenharia ORÇAMENTO Nº:

atp engenharia ORÇAMENTO Nº: 1/9 1.0 VIADUTO - NÍVEL 88,54 Forma de chapa de madeira compensada m² 12.985,74 Kg 1.070.224,20 m³ 5.945,69 7.0 Escoramento de Vigas e lajes m³ 50.475,50 2.0 ESTACIONAMENTO Forma de chapa de madeira compensada

Leia mais

OBRA: CONSTRUÇÃO DE UM RESERVATÓRIO ELEVADO, UM RESERVATÓRIO SUBTERRÂNEO E UMA CASA DE MÁQUINAS LOCAL DA OBRA: UNIDADE DE ENSINO DE JOÃO CÂMARA

OBRA: CONSTRUÇÃO DE UM RESERVATÓRIO ELEVADO, UM RESERVATÓRIO SUBTERRÂNEO E UMA CASA DE MÁQUINAS LOCAL DA OBRA: UNIDADE DE ENSINO DE JOÃO CÂMARA CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO RIO GRANDE DO NORTE DEPARTAMENTO DE INFRA-ESTRUTURA DO PROJETO DE EXPANSÃO Av. Sen. Salgado Filho, 1559, Natal/RN. FONE (084) 4005-2612 OBRA: CONSTRUÇÃO DE UM

Leia mais

DCC - RESPONDENDO AS DÚVIDAS 04. FUNDAÇÃO

DCC - RESPONDENDO AS DÚVIDAS 04. FUNDAÇÃO DCC - RESPONDENDO AS DÚVIDAS 04. FUNDAÇÃO Av. Torres de Oliveira, 76 - Jaguaré CEP 05347-902 - São Paulo / SP FUNDAÇÃO 1. TIPO DE SOLO A primeira parte da casa a ser construída são suas fundações, que

Leia mais

MEMORIAL DESCRITIVO PREFEITURA MUNICIPAL DE CATALÃO SECRETARIA DE 0BRAS 1.0 INTRODUÇÃO 2.0 DISPOSIÇÕES GERAIS

MEMORIAL DESCRITIVO PREFEITURA MUNICIPAL DE CATALÃO SECRETARIA DE 0BRAS 1.0 INTRODUÇÃO 2.0 DISPOSIÇÕES GERAIS MEMORIAL DESCRITIVO OBRA: Nova Instalação da SEMMAC LOCAL: Rua Dr. Lamartine Pinto de Avelar, 2338. Setor Ipanema. Catalão GO TIPO DE SERVIÇO: Reforma e Ampliação. 1.0 INTRODUÇÃO A finalidade do presente

Leia mais

Controle de execução de estruturas de concreto para assegurar o desempenho estrutural com foco na segurança e durabilidade

Controle de execução de estruturas de concreto para assegurar o desempenho estrutural com foco na segurança e durabilidade Realização: Controle de execução de estruturas de concreto para assegurar o desempenho estrutural com foco na segurança e durabilidade Ricardo Leopoldo e Silva França PALESTRA do Gogó da Ema! Quatro apresentações,

Leia mais

GESTÃO DO CONTROLE TECNOLÓGICO DE REVESTIMENTOS. Comunidade da Construção de Vitória

GESTÃO DO CONTROLE TECNOLÓGICO DE REVESTIMENTOS. Comunidade da Construção de Vitória GESTÃO DO CONTROLE TECNOLÓGICO DE REVESTIMENTOS 1 Objetivo Utilizar o controle tecnológico como ferramenta imprescindível para execução do revestimento de argamassa e cerâmica em fachadas, aumentando a

Leia mais

MEMORIAL DESCRITIVO. 2.0 - Calçadas Externas/rampa/escada:

MEMORIAL DESCRITIVO. 2.0 - Calçadas Externas/rampa/escada: PROJETO Nº 051/2013 Solicitação: Memorial Descritivo Tipo da Obra: Reforma, ampliação e adequação acesso Posto de Saúde Santa Rita Área existente: 146,95 m² Área ampliar: 7,00 m² Área calçadas e passeio:

Leia mais

FAQ - Frequently Asked Questions (Perguntas Frequentes)

FAQ - Frequently Asked Questions (Perguntas Frequentes) FAQ - Frequently Asked Questions (Perguntas Frequentes) 1- Qual tipo de aço da vigota e qual a sua norma? São produzidas com aço estrutura ZAR 345, com revestimento Z275, no qual segue as prescritivas

Leia mais

Estado de Mato Grosso PREFEITURA MUNICIPAL DE PRIMAVERA DO LESTE Secretaria Municipal de Infraestrutura Departamento de Engenharia

Estado de Mato Grosso PREFEITURA MUNICIPAL DE PRIMAVERA DO LESTE Secretaria Municipal de Infraestrutura Departamento de Engenharia MEMORIAL DESCRITIVO CONSTRUÇÃO DE ROTATÓRIAS, CANTEIROS E FAIXAS ELEVADAS EM DIVERSAS VIAS PÚBLICAS DO MUNICÍPIO Local 1: BORGUETTI; Local 2: Local 3: - RUA DO COMÉRCIO, ENTRE AV. INÁCIO CASTELLI E RUA

Leia mais

Construction. Peças em fibras de carbono para reforço estrutural ao corte. Descrição do produto

Construction. Peças em fibras de carbono para reforço estrutural ao corte. Descrição do produto Ficha de Produto Edição de Maio de 2011 Nº de identificação: 04.002 Versão nº 1 Sika CarboShear L Peças em fibras de carbono para reforço estrutural ao corte Construction Descrição do produto Utilizações

Leia mais

Concretos de Alto Desempenho

Concretos de Alto Desempenho Programa de Pós-Graduação em Engenharia Urbana Universidade Estadual de Maringá Centro de Tecnologia Departamento de Engenharia Civil Concretos de Alto Desempenho Conceito Alto Desempenho ACI:... que atende

Leia mais

PLASTEEL MASSA 4:1 PLASTEEL MASSA

PLASTEEL MASSA 4:1 PLASTEEL MASSA PLASTEEL MASSA 4:1 PLASTEEL MASSA 4:1 é um composto epóxi bi-componente com carga metálica, característica de massa na cor preta, pode ser aplicado com espátula, cura a frio, substituindo de maneira muito

Leia mais

3. Programa Experimental

3. Programa Experimental 3. Programa Experimental 3.1. Considerações Iniciais Este estudo experimental foi desenvolvido no laboratório de estruturas e materiais (LEM) da PUC- Rio e teve o propósito de estudar o comportamento de

Leia mais

SEMINÁRIO TÉCNICAS NÃO TRADICIONAIS DE REABILITAÇÃO ESTRUTURAL DO BETÃO ARMADO. OE Lisboa 25 de Outubro de 2013. José Paulo Costa

SEMINÁRIO TÉCNICAS NÃO TRADICIONAIS DE REABILITAÇÃO ESTRUTURAL DO BETÃO ARMADO. OE Lisboa 25 de Outubro de 2013. José Paulo Costa SEMINÁRIO TÉCNICAS NÃO TRADICIONAIS DE REABILITAÇÃO ESTRUTURAL DO BETÃO ARMADO OE Lisboa 25 de Outubro de 2013 José Paulo Costa TÉCNICAS NÃO TRADICIONAIS DE REABILITAÇÃO ESTRUTURAL DO BETÃO ARMADO 1. REFORÇO

Leia mais

Memorial de Especificações de Materiais e Execução

Memorial de Especificações de Materiais e Execução Pág. 1 Memorial de Especificações de Materiais e Execução Pág. 2 Índice 1 Estrutura... 3 Tabela 01 Tolerâncias dimensionais para seções transversais de elementos lineares e para espessura de elementos

Leia mais

PRÉ-DIMENSIONAMENTO DA ESTRUTURA

PRÉ-DIMENSIONAMENTO DA ESTRUTURA ECC 1008 ESTRUTURAS DE CONCRETO PRÉ-DIMENSIONAMENTO DA ESTRUTURA (Aulas 9-12) Prof. Gerson Moacyr Sisniegas Alva Algumas perguntas para reflexão... É possível obter esforços (dimensionamento) sem conhecer

Leia mais

REVESTIMENTO DEFACHADA. Prof. MSc. Eng. Eduardo Henrique da Cunha Engenharia Civil 7º Período Turma A01 Disc. Construção Civil I

REVESTIMENTO DEFACHADA. Prof. MSc. Eng. Eduardo Henrique da Cunha Engenharia Civil 7º Período Turma A01 Disc. Construção Civil I REVESTIMENTO DEFACHADA Prof. MSc. Eng. Eduardo Henrique da Cunha Engenharia Civil 7º Período Turma A01 Disc. Construção Civil I FUNÇÕES DO REVESTIMENTO DE FACHADA Estanqueida de Estética CONDIÇÕES DE INÍCIO

Leia mais

ESTRUTURAS DE CONCRETO ARMADO CANOAS - RS

ESTRUTURAS DE CONCRETO ARMADO CANOAS - RS ESTRUTURAS DE CONCRETO ARMADO CANOAS - RS 2 INDICE 1. ESTRUTURA DE CONCRETO ARMADO... 3 1.1. Lastros... 3 1.1.1. Lastro de Brita para Fundações... 4 1.1.2. Lastro de Concreto Magro... 4 1.2. Formas...

Leia mais

PISOS EM CONCRETO ARMADO

PISOS EM CONCRETO ARMADO PISOS EM CONCRETO ARMADO CONCEITOS BÁSICOS Pisos armados são estruturas constituídas por placas de concreto, armadura em telas soldadas posicionada a 1/3 da face superior, por juntas com barras de transferência,

Leia mais

Novas Tecnologias em Cimentos para Construção e Reparos de Pisos Industriais

Novas Tecnologias em Cimentos para Construção e Reparos de Pisos Industriais HOLCIM (BRASIL) S/A Novas Tecnologias em Cimentos para Construção e Reparos de Pisos Industriais Eng. JOSÉ VANDERLEI DE ABREU Patologias Comuns em Pisos Patologias pisos industriais com problemas superficiais

Leia mais

CONTROLE TECNOLÓGICO DO CONCRETO MCC2001 AULA 6 (parte 1)

CONTROLE TECNOLÓGICO DO CONCRETO MCC2001 AULA 6 (parte 1) CONTROLE TECNOLÓGICO DO CONCRETO MCC2001 AULA 6 (parte 1) Disciplina: Materiais de Construção II Professora: Dr. a Carmeane Effting 1 o semestre 2015 Centro de Ciências Tecnológicas Departamento de Engenharia

Leia mais

CORROSÃO EM ESTRUTURAS DE CONCRETO. Prof. Ruy Alexandre Generoso

CORROSÃO EM ESTRUTURAS DE CONCRETO. Prof. Ruy Alexandre Generoso CORROSÃO EM ESTRUTURAS DE CONCRETO Prof. Ruy Alexandre Generoso É um dos materiais mais importantes de engenharia usado em construções. É usado nos mais variados tipos de construções tais como: barragens,

Leia mais

Em vigor desde 19/08/2015 Máquinas e Ferramentas - 1 / 7 TABELA DE PREÇOS CÓDIGO DESCRIÇÃO UN. PVP

Em vigor desde 19/08/2015 Máquinas e Ferramentas - 1 / 7 TABELA DE PREÇOS CÓDIGO DESCRIÇÃO UN. PVP Em vigor desde 19/08/2015 Máquinas e Ferramentas - 1 / 7 1625202 LENA1BASIC CIMENTO COLA BR(S25K)$ UN 6,50 Ligantes hidráulicos, inertes calcáricos e silicioso e aditivos Peças de pequenas dimensões (15x15cm),

Leia mais

UTILIZAÇÃO DO ENSAIO DE ULTRASSONOGRAFIA PARA A INVESTIGAÇÃO DE PATOLOGIA ESTRUTURAL

UTILIZAÇÃO DO ENSAIO DE ULTRASSONOGRAFIA PARA A INVESTIGAÇÃO DE PATOLOGIA ESTRUTURAL PATOLOGIA DAS CONSTRUÇÕES UTILIZAÇÃO DO ENSAIO DE ULTRASSONOGRAFIA PARA A INVESTIGAÇÃO DE PATOLOGIA ESTRUTURAL Rodrigo Moysés Costa (1); Ubirajara Alvim Camargos (2) (1) Professor Doutor, Departamento

Leia mais

Dramix Dramix : marca registrada da N.V. Bekaert

Dramix Dramix : marca registrada da N.V. Bekaert Aços Longos Dramix Dramix : marca registrada da N.V. Bekaert Produtos Drawings, photo s: copyright N.V. Bekaert Dramix As fibras de aço Dramix são produzidas a partir de fios de aço trefilados tendo como

Leia mais

ALVENARIA DE BLOCOS DE CONCRETO Recomendações gerais

ALVENARIA DE BLOCOS DE CONCRETO Recomendações gerais ALVENARIA DE BLOCOS DE CONCRETO Recomendações gerais LA-J ARTEFATOS DE CIMENTO LUCAS LTDA Av. Cônsul Assaf Trad 6977 Em frente ao Shopping Bosque dos Ipês / Campo Grande MS 0800 647 1121 www.lajlucas.com.br

Leia mais

2.1. Considerações Gerais de Lajes Empregadas em Estruturas de Aço

2.1. Considerações Gerais de Lajes Empregadas em Estruturas de Aço 23 2. Sistemas de Lajes 2.1. Considerações Gerais de Lajes Empregadas em Estruturas de Aço Neste capítulo são apresentados os tipos mais comuns de sistemas de lajes utilizadas na construção civil. 2.1.1.

Leia mais

GINÁSIO ESPORTIVO DA COMUNIDADE RIO BONITO ALTO - PONTÃO - RS

GINÁSIO ESPORTIVO DA COMUNIDADE RIO BONITO ALTO - PONTÃO - RS MEMORIAL DESCRITIVO Obra: GINÁSIO ESPORTIVO DA COMUNIDADE RIO BONITO ALTO - PONTÃO - RS Área: 488,50 m² Local: Comunidade de Rio Bonito Alto Bairro: Rio Bonito Alto Cidade: Pontão - RS Proprietário: Comunidade

Leia mais

COMO INSTALAR : MATERIAIS: IMPORTANTE. O contra piso deve estar:

COMO INSTALAR : MATERIAIS: IMPORTANTE. O contra piso deve estar: COMO INSTALAR : Importante para uma perfeita instalação, obter o resultado especificado pela Revitech Pisos e esperado pelo cliente, a utilização das ferramentas corretas. Ferramentas como a desempenadeira,

Leia mais

FINALIDADE DESTA ESPECIFICAÇÃO

FINALIDADE DESTA ESPECIFICAÇÃO SESC PANTANAL HOTEL SESC PORTO CERCADO POSTO DE PROTEÇÃO AMBIENTAL SÃO LUIZ BARÃO DE MELGAÇO/MT ESTRUTURAS METÁLICAS PARA COBERTURA DE BARRACÃO DEPÓSITO MEMORIAL DESCRITIVO ANEXO VI 1. FINALIDADE DESTA

Leia mais

INFLUÊNCIA DAS ADIÇÕES MINERAIS NA CORROSÃO DE ARMADURAS INDUZIDA POR CLORETOS E POR CARBONATAÇÃO NO CONCRETO ARMADO

INFLUÊNCIA DAS ADIÇÕES MINERAIS NA CORROSÃO DE ARMADURAS INDUZIDA POR CLORETOS E POR CARBONATAÇÃO NO CONCRETO ARMADO INFLUÊNCIA DAS ADIÇÕES MINERAIS NA CORROSÃO DE ARMADURAS INDUZIDA POR CLORETOS E POR CARBONATAÇÃO NO CONCRETO ARMADO 1 OLIVEIRA, Andrielli Morais (1), CASCUDO, Oswaldo (2) Palavras chave: Corrosão, adições

Leia mais

Argamassa de reparação estrutural, aplicação manual ou por projecção

Argamassa de reparação estrutural, aplicação manual ou por projecção Ficha de Produto Edição de Abril de 2011 Nº de identificação: 03.114 Versão nº 1 Sika MonoTop -412 S Argamassa de reparação estrutural, aplicação manual ou por projecção Descrição do produto Sika MonoTop

Leia mais

CONE CONCÊNTRICO E ANEL DE CONCRETO PARA POÇOS DE VISITA E DE INSPEÇÃO

CONE CONCÊNTRICO E ANEL DE CONCRETO PARA POÇOS DE VISITA E DE INSPEÇÃO CONE CONCÊNTRICO E ANEL DE CONCRETO PARA POÇOS DE VISITA E DE INSPEÇÃO ETM 006 VERSÃO 02 Jundiaí 2015 ETM Especificação Técnica de Material CONE CONCÊNTRICO E ANEL DE CONCRETO PARA POÇOS DE VISITA E DE

Leia mais

PES - Procedimento de Execução de Serviço

PES - Procedimento de Execução de Serviço Revisão: 00 Folha: 1 de 6 1. EQUIPAMENTOS Esquadro metálico; Martelo e serrote; Serra de bancada com proteção para disco; Corda; Chave de dobra; Policorte; Tesoura manual; Gerica e carrinho de mão; Desempenadeira

Leia mais

ESTRUTURAS MISTAS: AÇO - CONCRETO

ESTRUTURAS MISTAS: AÇO - CONCRETO ESTRUTURAS MISTAS: AÇO - CONCRETO INTRODUÇÃO As estruturas mistas podem ser constituídas, de um modo geral, de concreto-madeira, concretoaço ou aço-madeira. Um sistema de ligação entre os dois materiais

Leia mais

Produtos de Aço para Indústria e Construção Civil

Produtos de Aço para Indústria e Construção Civil Produtos de Aço para Indústria e Construção Civil CATÁLOGO 2015 AÇOS longos E PLANOS PRODUTOS DE AÇO PARA INDÚSTRIA E CONSTRUÇÃO CIVIL SUMÁRIO Sobre a Dimensão Aços Longos e Planos Produtos para Produtos

Leia mais

CENTRO UNIVERSITARIO DE BELO HORIZONTE

CENTRO UNIVERSITARIO DE BELO HORIZONTE CENTRO UNIVERSITARIO DE BELO HORIZONTE Estúdio de Arquitetura: Sustentabilidade Steel Framing Aluna: Gabriela Carvalho Ávila Maio de 2014 ÍNDICE 1 Introdução... 4 2 Sistema Ligth Steel Framing... 5 2.1

Leia mais

Adição de polímeros ao concreto visando durabilidade.

Adição de polímeros ao concreto visando durabilidade. Adição de polímeros ao concreto visando durabilidade. Prof. Luciano Martin Teixeira, M.Sc. Eng. INTRODUÇÃO O emprego de polímeros no concreto tem como objetivo intensificar certas qualidades devido a diminuição

Leia mais

Espaçador treliçado ABTC para apoio de ferragem negativa. Espaçador DL para tela soldada. Barras de transferência

Espaçador treliçado ABTC para apoio de ferragem negativa. Espaçador DL para tela soldada. Barras de transferência Espaçador treliçado ABTC para apoio de ferragem negativa O espaçador treliçado ABTC da FAMETH é utilizado em lajes, substituindo o ultrapassado caranguejo. É indicado para apoiar e manter o correto posicionamento

Leia mais

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS A respeito das especificações de materiais, julgue os itens a seguir. 51 Os cimentos CP III cimentos portland de alto-forno e CP IV cimento portland pozolânico são menos porosos e resistentes, sendo ideais

Leia mais

SISTEMAS CONSTRUTIVOS Professor:Regialdo BLOCOS DE CONCRETO

SISTEMAS CONSTRUTIVOS Professor:Regialdo BLOCOS DE CONCRETO SISTEMAS CONSTRUTIVOS Professor:Regialdo BLOCOS DE CONCRETO CONCEITO A tipologia estrutural composta por bloco, argamassa, graute e eventualmente armações é responsável por um dos sistemas construtivos

Leia mais

MEMORIAL DESCRITIVO INSTALAÇÃO DE VOLUME DE CAIXA D'ÁGUA NA CASA DE PASSAGEM DO MUNICÍPIO DE CAÇADOR

MEMORIAL DESCRITIVO INSTALAÇÃO DE VOLUME DE CAIXA D'ÁGUA NA CASA DE PASSAGEM DO MUNICÍPIO DE CAÇADOR MEMORIAL DESCRITIVO INSTALAÇÃO DE VOLUME DE CAIXA D'ÁGUA NA CASA DE PASSAGEM DO MUNICÍPIO DE CAÇADOR 1 SUMÁRIO SUMÁRIO 2 MEMORIAL DESCRITIVO 3 I. DADOS FÍSICOS LEGAIS 3 II. DISPOSIÇÕES PRELIMINARES 3 III.

Leia mais

Propriedades do Concreto

Propriedades do Concreto Universidade Federal de Itajubá Instituto de Recursos Naturais Propriedades do Concreto EHD 804 MÉTODOS DE CONSTRUÇÃO Profa. Nívea Pons PROPRIEDADES DO CONCRETO O concreto fresco é assim considerado até

Leia mais

PISCINAS EM CONCRETO ARMADO

PISCINAS EM CONCRETO ARMADO PISCINAS EM CONCRETO ARMADO PISCINAS EM CONCRETO ARMADO COM TELAS SOLDADAS CONCEITOS BÁSICOS As telas soldadas são armaduras prontas para concreto armado, produzidas com aço de alta resistência (CA 60),

Leia mais

MEMORIAL DESCRITIVO O

MEMORIAL DESCRITIVO O MEMORIAL DESCRITIVO O presente memorial tem por objetivo estabelecer requisitos técnicos, definir materiais e padronizar os projetos e execuções da obra localizada na Rua Jorge Marcelino Coelho, s/n, Bairro

Leia mais

5. Limitações: A argamassa Matrix Assentamento Estrutural não deve ser utilizada para assentamento de blocos silicocalcário;

5. Limitações: A argamassa Matrix Assentamento Estrutural não deve ser utilizada para assentamento de blocos silicocalcário; A argamassa Matrix Assentamento Estrutural é uma mistura homogênea de cimento Portland, agregados minerais com granulometria controlada e aditivos químicos. 3. Indicação: Excelente para assentamento de

Leia mais

METODOLOGIA DE EXECUÇÃO - PASSO A PASSO PARA CONSTRUIR ALVENARIAS DE BLOCOS VAZADOS DE CONCRETO

METODOLOGIA DE EXECUÇÃO - PASSO A PASSO PARA CONSTRUIR ALVENARIAS DE BLOCOS VAZADOS DE CONCRETO METODOLOGIA DE EXECUÇÃO - PASSO A PASSO PARA CONSTRUIR ALVENARIAS DE BLOCOS VAZADOS DE CONCRETO Segurança Antes do início de qualquer serviço, verificar a existência e condições dos equipamentos de segurança

Leia mais

FALHA DE CONSTRUÇÃO ou FALTA DE MANUTENÇÃO?

FALHA DE CONSTRUÇÃO ou FALTA DE MANUTENÇÃO? FALHA DE CONSTRUÇÃO ou FALTA DE MANUTENÇÃO? UBIRAJARA ALVIM CAMARGOS Engenheiro civil Especialista em Estruturas Áreas de atuação : Recuperação de estruturas Patologia das construções uac.bh @ terra.com.br

Leia mais

1.1 DEFINIÇÕES Concreto é um material de construção proveniente da mistura, em proporção adequada, de: aglomerantes, agregados e água.

1.1 DEFINIÇÕES Concreto é um material de construção proveniente da mistura, em proporção adequada, de: aglomerantes, agregados e água. ESTRUTURAS DE CONCRETO CAPÍTULO 1 Libânio M. Pinheiro; Cassiane D. Muzardo; Sandro P. Santos Março de 2004 INTRODUÇÃO Este é o capítulo inicial de um curso cujos objetivos são: os fundamentos do concreto;

Leia mais

MEMORIAL DESCRITIVO. Construção Unidade Básica de Saúde PROPRIETÁRIO: PREFEITURA MUNICIPAL DE CACIQUE DOBLE.

MEMORIAL DESCRITIVO. Construção Unidade Básica de Saúde PROPRIETÁRIO: PREFEITURA MUNICIPAL DE CACIQUE DOBLE. MEMORIAL DESCRITIVO Construção Unidade Básica de Saúde TIPO DE CONSTRUÇÃO: Prédio em Alvenaria UBS Unidade Básica de Saúde da Sede do município. LOCAL: Rua Édimo Luiz Tonial na cidade de Cacique Doble

Leia mais

Anexo I-A: Serviços de reforma no alojamento de menores da P. J. de Samambaia

Anexo I-A: Serviços de reforma no alojamento de menores da P. J. de Samambaia Serviços de reforma no alojamento de menores da P. J. de Samambaia MEMORIAL DESCRITIVO Anexo I-A: Serviços de reforma no alojamento de menores da P. J. de Samambaia Sumário 1.Considerações gerais...1 2.Serviços

Leia mais

Grupo 30.24 A - Material de construção

Grupo 30.24 A - Material de construção O catálogo do grupo 30.24 A contém as especificações de material de construção. Os itens que estão destacados com a mesma coloração significam que possuem a mesma descrição, no entanto, possuem diferentes

Leia mais

PROPRIEDADES DO CONCRETO FRESCO E ENDURECIDO MCC2001 AULA 2 e 3

PROPRIEDADES DO CONCRETO FRESCO E ENDURECIDO MCC2001 AULA 2 e 3 PROPRIEDADES DO CONCRETO FRESCO E ENDURECIDO MCC2001 AULA 2 e 3 Disciplina: Materiais de Construção II Professora: Dr. a Carmeane Effting 1 o semestre 2014 Centro de Ciências Tecnológicas Departamento

Leia mais

- LAJES PRÉ-FABRICADAS

- LAJES PRÉ-FABRICADAS - LAJES PRÉ-FABRICADAS Originam-se das lajes nervuradas e das lajes nervuradas mistas, onde, em geral, as peças pré-fabricadas são empregadas para a formação das nervuras. Entre elas, colocam-se elementos

Leia mais