SAG GEST Soluções Automóvel Globais, SGPS,SA Sociedade Aberta

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2 SAG GEST Soluções Automóvel Globais, SGPS,SA Sociedade Aberta Capital Social: EUR NIPC: Matriculada na CRC da Amadora sob o n.º Escritórios: Alfrapark Edifício SGC, Piso Amadora Tel: (351) Fax: (351) Web: 2

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4 Relatório e Contas Consolidado ÍNDICE I. ENQUADRAMENTO MACRO-ECONÓMICO A. Enquadramento Internacional B. Economia Portuguesa C. Economia Brasileira II. O MERCADO AUTOMÓVEL EM 2005 A. Portugal B. Brasil III. RELATÓRIO DE ACTIVIDADES A. Distribuição e Comércio Automóvel 1- Distribuição Automóvel SIVA 2- Comércio Automóvel de Viaturas Novas - SOAUTO 3- Comércio Automóvel Viaturas Semi-Novas e Usadas B. Serviços Automóvel e Serviços Financeiros 1- Serviços Automóvel i. Portugal a. Globalrent b. Multirent c. LGA d. Comepor ii. Brasil 2- Serviços Financeiros - Interbanco 3- E- Business IV. ACTIVIDADES DE SUPORTE ÀS ÁREAS DE NEGÓCIO A. Área Financeira B. Recursos Humanos C. Sistemas de Informação D. Logística V. RESTRUTURAÇÃO DE NEGÓCIOS E PROCESSO DE INOVAÇÃO VI. RESPONSABILIDADE SOCIAL / MECENATO VII. ANÁLISE ECONÓMICA E FINANCEIRA VIII. PERSPECTIVAS PARA 2006 A. Perspectivas de Evolução Macro-Económica 1- Portugal 2- Brasil B. Perspectivas de Evolução do Mercado Automóvel em 2006 C. Perspectivas de Evolução das Actividades do Grupo 1- Distribuição e Comércio Automóvel 1

5 Relatório e Contas Consolidado i. Distribuição Automóvel SIVA ii. Comércio de Viaturas Novas- SOAUTO iii. Comércio Viaturas Semi-Novas e Usadas 2- Serviços Automóvel e Serviços Financeiros i. Serviços Automóvel Portugal e Espanha a. Globalrent b. Multirent c. HBFA d. LGA e. CAR & GO f. Comepor ii. Serviços Automóvel Brasil iii. Serviços Financeiros 2

6 Relatório e Contas Consolidado Mensagem da Presidente da Comissão Executiva O ano de 2005 representou para a SAG uma importante etapa na consolidação e concretização das linhas estratégicas há muito traçadas para a evolução do Grupo. Por um lado, aprofundámos a aposta na área dos Serviços, um caminho que tem vindo a ser trilhado, com indiscutível sucesso, nos últimos anos. Por outro lado, reforçámos decididamente o objectivo da internacionalização, com relevo para a parceria firmada em Setembro com o Banco Santander Consumer, que permitirá rasgar novos horizontes tanto ao nível das áreas geográficas de intervenção como das própria áreas de negócio. Num quadro económico adverso, dado que a economia portuguesa viveu, em 2005, uma fase de estagnação com continuados reflexos negativos no mercado automóvel, a SAG prosseguiu o seu esforço no sentido de optimizar a rentabilidade do Grupo, o que lhe permitiu continuar a colher benefícios dos dois pilares fundamentais da sua estratégia de crescimento: o desenvolvimento da área de serviços e a dinamização da abertura de mercados externos. Não admira, pois, que a contribuição dos Serviços Automóvel para o Volume de Negócios Consolidado tenha conhecido em 2005 um novo e significativo reforço, representando já 14,5% do total e ultrapassando os 100 milhões. Neste contexto, as operações desenvolvidas pela SAG do Brasil assumem um peso cada vez mais incontornável, tendo atingido 43,1% do valor total das Prestações de Serviços Consolidadas, que compara com os 30% do ano anterior. A comemoração dos 20 anos de actividade da Unidas, constituiu, aliás, um dos factos relevantes do ano, tendo coincidido com o processo de reformulação da imagem da marca, de redefinição da Visão e da Missão da empresa, e de elaboração de um Plano de Capacidades até 2008 para adequar a estrutura da empresa às novas e ambiciosas metas estabelecidas. Quanto à Multirent, a empresa soube preparar-se, em termos de organização e de qualidade de serviço, para integrar com sucesso a futura entidade a constituir no quadro da parceria firmada com o Banco Santander Consumer. Esta empresa vocacionada para o mercado ibérico acolherá também os negócios do aluguer operacional de viaturas do parceiro espanhol, passando a deter 6% por cento do mercado ibérico de gestão de frotas, abrindo ainda perspectivas de expansão do negócio a outros mercados da Europa de Leste e da América Latina. No quadro da parceria com o Banco Santander Consumer, assume especial relevância a prevista fusão dos negócios de financiamento ao consumo e de financiamento automóvel, através da integração do Interbanco e da Santander Consumer SA (ex-hispamer Portugal), o que facultará a entrada no financiamento ao consumo em Portugal, uma nova área de negócio que apresenta elevadas sinergias com o nosso core business. No que diz respeito à Distribuição e Comércio, a SIVA manteve praticamente inalterado o seu volume de vendas de viaturas e a quota de mercado comparativamente a 2004, embora o desempenho das marcas representadas tenha sido diferenciado. É de realçar a excelente performance das marcas Audi e Skoda, registando aumentos de vendas e de quotas de mercado, enquanto a Volkswagen só no segundo semestre do ano melhorou os seus resultados, fruto do lançamento de novos modelos, com particular destaque para o novo VW Passat, Carro do Ano 2006 em Portugal, o que permite encarar com algum optimismo a evolução das vendas no corrente ano. No quadro das perspectivas para 2006, é com natural expectativa que se aguarda a evolução do Projecto SAGRES, uma inicitiva que constitui uma forte aposta da empresa na inovação e na mobilização dos seus quadros e colaboradores aos mais diferentes níveis com o objectivo de procurar implementar uma abordagem estruturada aos processos de planeamento estratégico e introduzir metodologias estruturadas de identificação, avaliação e implementação de novos negócios e oportunidades. A terminar, uma indispensável palavra de agradecimento ao conjunto dos colaboradores e dos parceiros de negócio que permitiram ao Grupo SAG concretizar, em 2005, um desempenho positivo perante uma realidade económica difícil. Para os nossos clientes e accionistas fica o compromisso de que tudo continuaremos a fazer para merecer a sua confiança e acrescentar valor aos seus investimentos. 3

7 Relatório e Contas Consolidado I. ENQUADRAMENTO MACRO-ECONÓMICO A. Enquadramento Internacional A actividade económica mundial em 2005 continuou em expansão, embora a um ritmo menos acelerado, com o PIB mundial a crescer, de acordo com as mais recentes estimativas da Comissão Europeia, 4,3%, contra 5,2% em O crescimento do PIB na zona euro, em 2005, foi mais moderado (+1,3% vs +2,1% em 2004), devido à desaceleração quer da procura interna, que terá passado de +2,1% para +1,5%, quer da procura externa: o crescimento real das exportações de bens passou de 7,2% para 3,5% e o das importações de 7,7% para 4,0%. A inflação na zona euro manteve-se ligeiramente acima do limite de estabilidade de preços: a variação média foi de 2,2% e a homóloga de 2,3%, com uma contribuição muito pronunciada dos preços do petróleo: o barril de Brent aumentou para USD 55 em termos médios vs USD 37 em 2004 e USD 29 em O euro depreciou-se ligeiramente face ao dólar, após a valorização em 2003 e 2004, valendo no final do ano 1,180 US$ (contra 1,362 no final de 2004). A taxa de câmbio efectiva nominal estava então 7,1% depreciada face ao valor observado um ano antes, traduzindo depreciações de 13,4%, 2,8% e 0,5% face ao dólar, à libra e ao iene, respectivamente, e uma apreciação de 0,8% face ao franco suíço. As taxas de juro mantiveram-se em níveis historicamente baixos, com a de curto prazo em 2,2% (2,1% em 2004) e a de longo prazo em 3,4% (contra 4,1% em 2004). O BCE aumentou as taxas de intervenção no início de Dezembro em ¼ de ponto, para 2,25%, após dois anos e meio sem alteração. B. Economia Portuguesa O PIB quase estagnou em 2005 (0,3% de crescimento segundo as mais recentes estimativas do Banco de Portugal), após um crescimento de 1,3% em 2004, o que se deveu a um acentuado abrandamento do crescimento da procura interna (0,6% contra 2,1% em 2004), apesar de um ligeiro aumento do contributo da procura externa líquida. O consumo privado aumentou 1,8%, abaixo dos 2,3% de crescimento real em A crescente concorrência no sector bancário, levando ao aparecimento de novas formas contratuais que incluem o alargamento do prazo de amortização da dívida, associada ao baixo nível das taxas de juro, determinou uma nova redução da taxa de poupança das famílias, de 11,0% para 9,9% do rendimento disponível, e permitiu manter um crescimento real do consumo privado acima do crescimento do PIB. O investimento (FBCF) voltou a diminuir (-3,1%), embora menos que em 2002 e 2003, após uma estagnação em O investimento público continuou a cair, em virtude da grave situação orçamental, e o investimento empresarial foi afectado pelo fraco crescimento da procura interna. Apenas não se reduziu o investimento em habitação, após a evolução muito negativa nos últimos anos. A balança externa voltou a dar um contributo positivo para o crescimento do PIB, uma vez que as importações se reduziram mais (de 6,8% para 2,4%) do que as exportações (de 5,4% para 1,8%). Tal como em 2004, estas últimas cresceram abaixo da procura externa, traduzindo-se em nova perda de quotas de mercado, reflectindo perda de competitividade num contexto internacional de concorrência acrescida, sobretudo de países com baixos custos de trabalho. A inflação variou apenas 0,1 p.p. de 2004 para 2005: a média anual passou de 2,4% para 2,3% e a taxa de inflação homóloga de 2,5% para 2,6%. O aumento da taxa normal do IVA, de 19,0% para 21,0% em Julho, teve ainda um efeito reduzido, pela contracção da procura interna verificada no 2º semestre. As variações do IHPC (índice harmonizado) entre os 2 anos registaram uma evolução de -0,4 p.p. em termos médios (para 2,1%) e -0,1 p.p. em termos homólogos (para 2,5%). Assim, pela primeira 4

8 Relatório e Contas Consolidado vez, Portugal ficou abaixo da média da zona euro na variação média do índice de preços no consumidor. A taxa de desemprego voltou a subir em 2005, de 6,7% para 7,4%, com uma expressiva subida do desemprego de longa duração. As receitas de imposto automóvel (IA) aumentaram 3,3%, para milhões, em resultado do aumento de 2,9% que se verificou no volume das vendas de veículos ligeiros de passageiros (VP) e da subida da cilindrada média, para cc. As vendas dos veículos comerciais ligeiros sujeitos a IA diminuíram cerca de 6,0%, enquanto a importação de VP usados aumentou 16,0% face aos valores verificados em A dívida pública atingiu 65,5% do PIB, de acordo com a versão mais recente do PEC, contra 59,4% em C. Economia Brasileira A economia brasileira registou, em 2005, uma série notável de recordes sucessivos em alguns dos seus indicadores relacionados com o mercado externo, nomeadamente nas exportações, na tendência da valorização cambial, no forte crescimento das importações e no elevado superavit nas transacções correntes, no contexto de um cenário internacional globalmente favorável. Por outro lado, o crescimento do PIB Brasileiro (3,3%) foi menor do que o atingido em 2004 (4,9%), influenciado pela redução da actividade produtiva no terceiro trimestre do ano, tendo ocasionado fortes pressões sobre o Banco Central para que reduzisse mais rapidamente a taxa básica de juros, o que não ocorreu, apesar da expressiva queda da inflação, medida pelos principais índices de preços. Apesar da desaceleração registada no final do ano de 2005 no sector produtivo, o que não impediu a queda da taxa de desemprego e até um ligeiro crescimento do rendimento do trabalho. A Balança Comercial e a Balança de Transacções Correntes superaram as expectativas mais optimistas para 2005, fortemente influenciadas pelo crescimento da economia mundial e pelo aumento dos preços externos de alguns dos principais produtos exportados, o que permitiu que o Brasil registasse um superavit comercial de US$ 44,8 mil milhões, 33,0% superior ao de 2004, apesar da valorização cambial do Real. A política monetária seguida pelo Banco Central em 2005 foi muito restritiva, verificando-se que, entre Janeiro e Maio, a taxa básica de juros subiu gradualmente até atingir o patamar de 19,8% a.a., valor que foi mantido entre Junho e Agosto. A partir daí, registou-se uma gradual redução da taxa de juro para 18,0% em Dezembro, pouco acima dos 17,8% registados no final de Os juros nominais, para além de se apresentarem superiores aos valores de 2004, são ainda os mais altos do mundo, continuando a atrair capitais externos de curto prazo, o que contribui para a apreciação do Real face ao Dólar, fechando o ano com uma cotação de BRL / USD 2,34 (em 2004, BRL / USD 2,65). A inflação também superou as expectativas para o ano de 2005, sendo que o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), terminou o ano com alta de 5,7%, ligeiramente acima do valor central da meta, que era de 5,1%, embora abaixo do limite superior fixado pelo Banco Central em 7,6%. As contas públicas obtiveram superavits primários sucessivos, superando o objectivo governamental para o ano de 2005, que era de 4,5% do PIB. O resultado primário acumulado foi assim de 4,9% do PIB, ainda que as despesas com juros no ano tenham atingido 8,,2% do PIB, gerando uma necessidade de financiamento de cerca de 3,3% do PIB. Os progressos registados pela situação económica brasileira, ainda que apoiados numa politica económica de juros reais elevados, com uma apreciação do Real face ao Dólar e, por consequência, com menor crescimento económico, provocaram numa significativa redução do risco Brasil nos mercados internacionais. 5

9 Relatório e Contas Consolidado II. O MERCADO AUTOMÓVEL A - Portugal O mercado de veículos ligeiros (VL) cresceu 1,6% face a 2004, atingindo unidades e estabilizando num dos mais baixos níveis desde a liberalização das importações, ocorrida em De facto, aquele volume total ficou 33,5% (mais de veículos) abaixo do volume de 2000, ano que registou os volumes mais elevados desde aquela data. Gráfico 1 Volume de Vendas Mercados Totais Unidades Automóveis Ligeiros de Passageiros Veículos Comerciais Ligeiros Fonte: ACAP O mercado de veículos ligeiros de passageiros (VP) aumentou 2,9% face a 2004, para unidades, sendo o terceiro volume mais baixo dos últimos 16 anos. Em comparação com o melhor ano (1999), o mercado diminuiu 31,7%, o que corresponde a menos viaturas. Os veículos comerciais ligeiros (VCL), com unidades vendidas, decresceram 2,1% face a um ano já de si fraco. Em relação a 2000, venderam-se menos veículos deste grupo (-42,1%). Destacamos, nos VPs, dois fenómenos importantes: - o peso dos veículos movidos a gasóleo, que voltou a duplicar no espaço de apenas três anos, passando de 33,6% para 63,2% do total de unidades vendidas (gráfico 2). A proliferação de motores de baixa cilindrada (inferior a cc) - os chamados pequenos diesel - e o desenvolvimento tecnológico registado em todos os motores a gasóleo não só explicam tal evolução como estão a alterar o peso dos segmentos do mercado automóvel. Gráfico 2 Peso dos veículos a gasóleo no total de vendas de VPs 63,2% 56,5% 25,3% 44,3% 26,5% 33,6% 23,9% 26,9% 24,2% 20,9% 18,7% 16,9% 24,6% 37,9% 12,5% 30,0% 12,4% 15,2% 17,7% 20,4% 23,6% 8,3% 20,3% 9,0% 4,2% 4,5% 3,5% 3,2% 3,8% 3,3% Diesel < 1,6 / MTM Diesel > 1,6 / MTM Fonte: ACAP - o crescimento que se verificou no volume das importações de viaturas usadas que, face ao ano anterior, foi de 15,5%, representando veículos ligeiros. No caso dos VPs, o crescimento foi mais acentuado, 16,2%, para (gráfico 3), fazendo com que o volume correspondente tivesse representado 19,6% do mercado oficial, 5,6 p.p. acima do registado apenas dois anos antes. 6

10 Relatório e Contas Consolidado Gráfico 3 Importação de Usados VPs ,0% 12,9% 12,4% ,0% ,4% ,6% vol. VP peso VP no MTM Fonte: ACAP Na evolução por segmentos de VPs, o aumento das vendas de veículos a gasóleo em particular a introdução, pelas marcas concorrentes, dos pequenos diesel (até cc de cilindrada) - permitiu que o peso do segmento médio-inferior (do VW Golf) ultrapassasse o do segmento imediatamente abaixo (do VW Polo) pela primeira vez desde a década de 70. De facto, enquanto o peso do primeiro segmento no MTM subiu mais de 2 pontos percentuais para 40,1% do total, o do segundo desceu 2,9 pontos para 35,7% (gráfico 4). Note-se que, a meio da década de 90, a diferença entre estes dois segmentos era de quase 27 pontos percentuais, 28,5% contra 55,2%, respectivamente. Gráfico 4 Segmentos VPs % 2.0% 1.3% 1.6% 2.2% 2.7% 1.7% 3.0% 2.2% 2.8% 14.1% 15.5% 15.0% 14.6% 14.7% 32.9% 33.5% 34.7% 38.1% 40.1% 45.4% 45.2% 43.2% 38.6% 35.7% 3.0% 2.3% 2.8% 4.0% 4.5% A00 A0 A B C+D G Fonte: ACAP O parque circulante terá totalizado, no final de 2005, segundo estimativas ainda provisórias da ACAP, cerca de 4,2 milhões de VPs, contra 4,1 milhões um ano antes, ou seja, mais 2,4%. A idade média voltou a aumentar, de 8,3 anos para 8,4 anos entre os dois momentos. Nos segmentos de VCLs, pela primeira vez em 4 anos os Derivados de Passageiros (veículos de 2 lugares) reduziram o seu peso no mercado, passando de 37% em 2004 para 34,0% em 2005 (gráfico 5), em detrimento dos veículos comerciais de pequena dimensão. 7

11 Relatório e Contas Consolidado Gráfico 5 Segmentos VCLs ,6% 11,2% 9,8% 9,6% 8,8% 17,6% 16,9% 5,5% 3,6% 14,5% 15,9% 15,0% 14,6% 14,7% 3,6% 3,6% 4,3% 16,4% 16,2% 15,4% 18,3% 19,2% 20,3% 19,1% 22,2% 31,6% 33,2% 34,9% 37,0% 34,7% Der.Pass. Vans <2 t Fg+Ch.-Cab. 2-3 ton * MPV de IA reduzido * Fg+Ch.-Cab ton Pick-ups Fonte: ACAP O parque circulante de VCLs totalizaria, segundo estimativas, cerca de 1,17 milhões de veículos, contra 1,15 milhões em Dezembro de 2004, o que corresponde a um aumento de 1,7%. A idade média das viaturas em circulação ter-se-á agravado novamente, passando de 6,8 anos no final de 2004 para 7,1 anos em B - Brasil O mercado brasileiro assistiu, em 2005, a um recorde nas vendas de veículos automóveis, comerciais ligeiros, camiões, autocarros e motociclos, que totalizaram de cerca de unidades (em 2004, veículos vendidos), representando um aumento das vendas de cerca de 10,19 % comparativamente ao ano anterior. Analisando apenas a categoria Veículos de Passageiros (VPs), as vendas no retalho atingiram unidades, contra veículos em 2004, a que corresponde um aumento de 8,8 %. Durante 2005, o mercado brasileiro viu claramente acentuada a tendência e preferência do consumidor para a aquisição dos veículos bi-combustíveis, também conhecidos por Flex, possibilitando a utilização, simultânea ou alternada, de gasolina ou álcool. 8

12 Relatório e Contas Consolidado III. RELATÓRIO DE ACTIVIDADES A. Distribuição e Comércio Automóvel 1. Distribuição Automóvel SIVA Em 2005, as vendas totais de veículos ligeiros da SIVA atingiram unidades, praticamente o mesmo volume do ano anterior (gráfico 6). Este volume permitiu alcançar uma quota no mercado de veículos ligeiros de 10,8%, duas décimas abaixo de Em termos de posicionamento, a SIVA colocou-se novamente na terceira posição entre os Importadores presentes no mercado. No mercado de veículos de passageiros, a SIVA vendeu unidades, correspondendo a uma quota de 12,8%. A evolução por Marcas do Grupo foi muito diferenciada. Assim, todas aumentaram as vendas na casa dos dois dígitos, com excepção da Volkswagen Veículos Ligeiros de Passageiros devido a uma alteração importante na estratégia comercial, com uma forte diminuição (-52,2%) das vendas a empresas de aluguer de curta duração. Gráfico 6 Vendas totais SIVA Unidades - 13,7% Mercado VP : + 2,9% Mercado VCL: - 2,1% Mercado VP+VCL: + 1,6% + 13,6% + 36,9% ,7% + 20,0% ,1% VW VP SKODA AUDI VW VCL VW VCL "ABC"* SIVA - Total* * Incl. 13 Bentley e 1 Lamborghini (2005) Fonte: ACAP Volkswagen Veículos Ligeiros de Passageiros O ano de 2005 fica marcado para a Volkswagen como o ano da renovação das gamas, tendo sido lançados no mercado nacional sete novos modelos com preços competitivos e suportados por um importante investimento em comunicação e imagem. Por outro lado, procurou-se proteger o valor da Marca através de uma política de equilíbrio de canais de vendas, com uma significativa redução das vendas a empresas de rent-a-car. 9

13 Relatório e Contas Consolidado Gráfico 7 Vendas Volkswagen - Veículos Ligeiros de Passageiros Unidades ,2% ,2% outros canais RAC Fonte: ACAP Os resultados espelham bem esta realidade, num ano a duas velocidades. Uma primeira fase até Maio, onde foi assegurada com sucesso a venda das últimas unidades da gama anterior, a que se seguiu, no segundo semestre de 2005, uma fase de claro crescimento de vendas, alicerçado na nova dinâmica de produto - com um contributo decisivo do novo Volkswagen Passat que, após o lançamento da versão Variant, tem por diversas vezes sido líder do seu segmento. Este modelo foi eleito Carro do Ano 2006 em Portugal, tal como havia acontecido nas anteriores duas gerações do modelo. Além do galardão Troféu Volante de Cristal, o Passat Variant venceu o Troféu do Automóvel na categoria Carrinha do Ano. Volkswagen Veículos Comerciais O mercado dos Veículos Comerciais aumentou em 2005 cerca de 3,0% face ao ano transacto, mantendo assim os sintomas de estagnação que se verificaram em anos anteriores. Este comportamento, fruto de uma envolvente macroeconómica extremamente adversa (sobretudo para o mercado de veículos comerciais), levou a que 2005 tivesse sido o segundo pior ano de sempre em termos de unidades vendidas. Ainda assim, a Marca Volkswagen - Veículos Comerciais cresceu cerca de 20,0% face a 2004, tendo sido uma das Marcas que mais evoluiu nesse universo. Os resultados atingidos permitiram à Marca ultrapassar, pela primeira vez, uma quota de mercado de 6,0%, fruto de uma estratégia comercial mais focada no segmento iniciada em Gráfico 8 Vendas Volkswagen-Veículos Comerciais 5,8% 5,8% 5,8% 5,3% 5,2% 5,0% 4,1% 4,2% ,2% 6,1% ,1% 3,6% Volumes Quotas Mercado Fonte: ACAP A Volkswagen Caddy continua a ser um dos principais produtos dinamizadores do crescimento da Marca, tendo dado um contributo decisivo para o nível de vendas atingido em Esta gama representou cerca de 60,0% do total das vendas de veículos comerciais da Volkswagen. 10

14 Relatório e Contas Consolidado A Volkswagen Transporter teve um desempenho mais discreto do que a gama Caddy, sobretudo porque o segmento em que esta gama está inserida continua a perder importância,tendo todavia a gama conseguido aumentar a sua quota de mercado neste segmento de 4,9% para 5,4%. A Volkswagen LT continua, apesar de se encontrar no seu ciclo final de vida, a apresentar um desempenho digno de realce, sendo que para além do tradicional sucesso alcançado nas versões furgão, conseguiu em 2005 um crescimento de vendas nas versões chassis cabina da ordem dos 70,0%. Audi A Marca Audi registou, no ano de 2005, um resultado comercial de unidades vendidas, correspondentes a uma quota de mercado de 3,6%, a mais elevada de sempre na história da Marca em Portugal. Os seus principais lançamentos foram o novo Audi A6 Avant, em Abril, e o A3 3portas com a nova grelha Single Frame, em Junho. Gráfico 9 Vendas Audi Unidades 7259 % 2,98 3,32 3, ,24 3,57 1,78 2,21 2,26 2,05 2,08 1,22 0, Volumes Quotas Mercado Fonte: ACAP Com o novo Audi A6 Avant, a Marca reforçou a sua posição de referência no mercado das carrinhas, onde tem registado um assinalável sucesso em todas as gamas com esta tipologia de veículo. No segmento dos compactos de prestígio, a gama Audi A3 (3 portas e Sportback) ficou uniformizada com a grelha Single Frame, que veio vincar ainda mais a imagem desportiva da Marca, oferecendo agora simultaneamente versões familiares e desportivas. No segmento de Luxo, o novo Audi A8 4.2 TDI com 326 cv, veio estabelecer uma nova referência em termos de performances e tecnologia neste nível de motorização. Škoda No ano em que celebrou 100 Anos de produção automóvel, a Marca Skoda apresentou, em 2005, uma performance extremamente positiva, tendo alcançado um crescimento de 38,0% no volume de vendas face a 2004, com um volume de vendas de unidades. A quota no mercado de veículos de passageiros passou de 1,4% em 2004 para 1,8% em

15 Gráfico 10 Vendas Skoda Relatório e Contas Consolidado ,17% 1,88% 1,86% 1,83% 1,36% ,04% ,25% 0,29% 0,33% 0,40% 0,56% 0,66% Volumes Fonte: ACAP Quota de mercado VP A implementação de uma política de marketing orientada para a comunicação above the line focalizada nos segmentos de volume (modelo Fabia) e para acções que visaram aproximar a Marca aos Clientes, como Exposições em Centros Comerciais e os patrocínios de atletismo (1ª Meia Maratona Algarve/Skoda) e de ciclismo (Viatura Oficial da Volta a Portugal em Bicicleta) contribuiu, decisivamente, para o crescimento verificado em O posicionamento muito competitivo dos veículos Skoda, a sua elevada qualidade e fiabilidade, fazendo jus ao requisito value for money, e ainda o lançamento do novo Octavia Break, contribuíram igualmente para a Marca atingir as realizações de Outro vector estratégico desenvolvido em 2005 foi o alargamento das Redes de Distribuição, tendo sido nomeados quatro novos Concessionários, três dos quais (Sintra, Setúbal e Montijo) na região da Grande Lisboa, e oito Oficinas Autorizadas, conferindo-se uma melhor cobertura territorial e maior visibilidade à Marca (actualmente com 31 Concessionários e 42 Oficinas Autorizadas). Marcas de luxo (Bentley e Lamborghini) 2005 revelou-se o melhor ano de vendas para as marcas de luxo representadas, nomeadamente para a Bentley. A subida das vendas deveu-se, sobretudo, aos modelos Bentley Continental GT, ao Lamborghini Gallardo e ao Bentley Continental Flying Spur, este recentemente introduzido no mercado. Em termos de pós-venda, regista-se um acréscimo significativo em relação ao ano anterior, tendo a facturação total ficado cerca de 30,0% acima da verificada em Peças e Acessórios A venda de Peças e Acessórios atingiu o valor de 83,6 Milhões, ultrapassando pelo quarto ano consecutivo a fasquia dos 80 Milhões. O resultado alcançado foi particularmente positivo, principalmente se tivermos em conta a difícil conjuntura económica e o facto de essa conjuntura continuar a afectar em particular o sector automóvel. Esta realidade contribuiu para uma desaceleração do potencial de crescimento do negócio das Peças e Acessórios. 12

16 Gráfico 11 Vendas de Peças e Acessórios Relatório e Contas Consolidado ,2 87,5 87,5 83, , ,5 46,6 Mio ,4 24,0 27,5 29,8 38, Fonte: ACAP O Grau de Serviço (indicador que o mede o nível de fornecimento de Peças e Acessórios da SIVA para a sua Rede de Oficinas Autorizadas) registou uma evolução favorável do seu valor médio anual, o qual se situou acima dos 95%, com reflexos importantes no nível de Satisfação dos Clientes. Durante o ano de 2005 foram implementadas várias acções que vieram a revelar-se decisivas para o desempenho alcançado, tais como: dinamização das acções de marketing local; significativo reforço da promoção e divulgação da linha de Acessórios; reposicionamento dos preços das peças mais competitivas; lançamento de novos produtos; melhorias introduzidas ao nível da gestão de stocks; cuidado acompanhamento dos procedimentos relacionados com as encomendas para viaturas imobilizadas; alargamento a um maior número de Oficinas Autorizadas, das entregas de Peças pedidas no próprio dia; acções de formação ministradas aos Colaboradores da SIVA e das Oficinas Autorizadas. Desenvolvimento de Redes e Relações com o Mercado Automóvel Em 2005, foi criada uma nova Direcção na SIVA DR&RM - Desenvolvimento das Redes e Relações com o Mercado tendo como principais objectivos dar uma resposta adequada e estruturada a novas iniciativas estratégicas do negócio de Distribuição, nomeadamente um maior foco no relacionamento com clientes, o desenvolvimento de um relacionamento directo com Frotistas e Gestoras de Frotas, a expansão do comércio de viaturas usadas das marcas representadas e o desenvolvimento de novas formas de retalho. A sua actividade distribuiu-se por diferentes áreas, a saber: 13

17 - Desenvolvimento de Redes Relatório e Contas Consolidado Enfoque na adequação da imagem e finalização da implementação dos padrões preconizados pelas Marcas nas Redes de Concessionários, de acordo com programas definidos com as Fábricas. - Comunicação e Imagem Enfoque em acções de promoção e patrocínio em diversas áreas, associando os valores das Marcas a uma activa intervenção na comunidade, através do investimento nas áreas do desporto, da cultura, da educação e da solidariedade social. Relações com Clientes Enfoque na actividade do Contact Center e da melhor capacidade de monitorização do nível de resposta e capacidade de resolução das reclamações nas Concessões junto dos seus Clientes com a integração das soluções tecnológicas de suporte à rede e como meios de controlo, apoio e resposta aos Clientes Da actividade destacamos os seguintes Indicadores referentes a 2005: Total de contactos recebidos: Total de contactos efectuados: Total de processos documentados: Vendas Especiais No ano 2005, e como resultado do continuado incremento de acções de prospecção de grandes Frotas e de seguimento de Clientes institucionais, conseguiu-se superar o crescimento verificado no mercado total (3%), tendo as Vendas Especiais alcançado um crescimento de 14%. Conseguiu-se manter uma excelente penetração em nichos de mercado como o das ambulâncias e das forças militarizadas - GNR e PSP. Quanto ao negócio de Rent-a-Car, foi dada continuidade à estratégia de redução de volumes, tendo as vendas a RAC s totalizado, no conjunto das Marcas, viaturas, volume correspondente ao objectivo que tinha sido definido para Apoio Técnico a Clientes Esta área passou a ter um relacionamento muito estreito com Clientes Institucionais, desenvolvendo actividades de acompanhamento técnico junto dos Clientes Especiais e acções de Formação junto das Gestoras de Frota. 2. Comércio Automóvel de Viaturas Novas - SOAUTO A participação do Grupo SAG, através da SOAUTO, S.A., em empresas da área do comércio automóvel, contava, no final de 2005, com 7 concessionários localizados em zonas consideradas estratégicas face ao seu potencial do mercado: Castelimo SA, concessionário VW e Audi, (Lisboa e Montijo). JM Seguro SA, concessionário VW, ( Lisboa). Justocar SA, concessionário VW, (Barreiro). Carlar SA, concessionário Skoda, (Lisboa e Amadora). Cervag SA, concessionário VW, (Oeiras). 14

18 Rolporto, concessionário VW e Audi, (Porto). Cercascais, concessionário Audi, (Oeiras e Cascais). Relatório e Contas Consolidado Com esta posição no retalho, a SAG mantém uma participação qualificada de cerca de 16,5% nas vendas da rede nacional de concessionários VW, Audi e Skoda, atingindo assim um dos seus objectivos estratégicos para esta área de negócio. Fruto do lançamento de alguns modelos novos das marcas comercializadas, e apesar da conjuntura económica adversa verificada em 2005, o volume de negócio teve um acréscimo de cerca de 5,7% face ao ano transacto, ascendendo a cerca de 119 Milhões: Foram comercializadas viaturas novas, mais 6,6% face ao ano anterior. Foram transaccionadas viaturas usadas, menos 6,3% face ao ano transacto. A actividade de venda de peças cresceu cerca de 0,3% face ao ano anterior. O n.º de passagens nas nossas oficinas foi de , gerando um volume de horas vendidas de , menos 2,6% e 4,4%, respectivamente, do que em Durante o ano de 2005, deu-se continuidade à política de especialização e consolidação das marcas concessionadas: Procedeu-se a obras de modernização e de adaptação à imagem corporativa da marca Audi nas áreas de exposição, recepção e oficina da Cervag. A Carlar expandiu-se para Almada com a abertura de uma área de exposição de viaturas novas naquela cidade. Deu-se continuidade à renovação do parque informático da generalidade das concessões do universo SOAUTO. 3. Comércio Automóvel Viaturas Semi-Novas e Usadas Usado OK, S.A. A Usado OK é a empresa do Grupo dedicada à comercialização das viaturas semi novas e usadas a Clientes profissionais que, em 2005, registou um volume total de viaturas vendidas. Em termos de aprovisionamento, foi garantida pela Usado OK a compra de todas as viaturas da Globalrent que não estavam comprometidas com contratos de buy back (2.552), bem como de todas as viaturas da Multirent com valor residual assumido pela Usado OK (1.867), os buy back das viaturas vendidas novas ao RAC pela SIVA (1.173) e os buy back s efectuados pela própria Usado OK (853). Iniciou-se o processo de consignação de viaturas à Rede de Concessionários, tendo sido colocadas 455 viaturas que se traduziram em 273 vendas. A actividade de venda a comerciantes decorreu a partir da plataforma da Azambuja, tendo registado dificuldades inerentes ao estado geral do mercado automóvel. No final do ano de 2005, fizeram-se algumas exportações, embora o mercado internacional apresente algum nível de saturação, agravado pela estrutura fiscal actualmente em vigor em Portugal. Garagem Central de Queluz, Lda. Em 2005, a GCQ, através da sua marca Globalcar, manteve a actividade de venda a Cliente final nos Centros de Rio de Mouro e Azambuja e expandiu-se através da abertura de um novo Centro no Montijo, com início de actividade em Abril. A GCQ vendeu a Cliente Final viaturas e 371 viaturas a Comerciantes. Os Centros de Rio de Mouro e Azambuja venderam 876 viaturas ao Cliente final, o que representou um acréscimo de 11,8% face a O Centro do Montijo representou 229 viaturas vendidas a Cliente final. 15

19 Relatório e Contas Consolidado Das viaturas vendidas foram financiadas 55,8% através de Entidades Financeiras com as quais a Empresa mantém parcerias. A GCQ angariou, em 2005, 155 apólices de seguro da Generali ao abrigo do protocolo estabelecido com a SAG. Desde Fevereiro, as garantias das viaturas vendidas são efectuadas em regime de auto seguro, sendo a sua gestão efectuada pela Multirent. 16

20 Relatório e Contas Consolidado B. Serviços Automóvel e Serviços Financeiros 1. Serviços Automóvel I. Portugal a. Globalrent, Lda. A Globalrent é a Empresa do Grupo SAG que centrava a sua actividade no Aluguer de Viaturas de Curta Duração, orientada para o segmento de Turismo, Empresas e Particulares. Esta actividade foi objecto de uma grande restruturação com a assinatura, em Agosto de 2005, de um acordo com a Guérin Rent-a-Car que contemplou a alienação de alguns activos da Globalrent e a cessão de algumas posições contratuais desta sociedade. No âmbito desse acordo, a Guérin Rent-a-Car integrou uma parte significativa do negócio desenvolvido pela Globalrent, nomeadamente através da compra de activos corpóreos desta empresa. Foram também integrados na Guérin Rent-a-Car a maioria dos colaboradores da empresa. Após a concretização deste acordo, que teve lugar no final de Setembro de 2005, a Globalrent, reorientou a sua actividade, tendo-se concentrado na prestação de serviços de aluguer de viaturas às sociedades do Grupo SAG. b. Multirent, S.A. O mercado português de Aluguer Operacional de Viaturas (AOV) manteve, em 2005, a tendência de crescimento já verificada nos anos anteriores, estimando-se que a produção total de novos contratos tenha superado as unidades, o que reflecte um crescimento superior a 20,0% relativamente ao ano de A frota total sob gestão cresceu cerca de 21,0% em relação à situação verificada no final do ano anterior, tendo atingido quase as viaturas no final de Dezembro de Esta evolução notável explica-se pela entrada em frota de AOV de mais de viaturas de uma grande empresa nacional e, sobretudo, pela adesão crescente a este produto por parte de empresas de média e pequena dimensão, mas também por parte de Clientes particulares que, anteriormente, optavam por outras formas de financiamento e gestão das suas viaturas. É também importante levar em consideração que, em conjunturas económicas desfavoráveis, as empresas procuram reduzir custos, aumentar a liquidez de tesouraria e concentrar todos os esforços no seu core business, sendo a adesão ao AOV uma forma eficiente de atingir esses objectivos. A Multirent consolidou, no exercício de 2005, a sua posição como um dos principais players do mercado português de AOV, embora a sua quota de mercado tenha decrescido cerca de um ponto percentual, para aproximadamente 12,0%. A entrada de novos operadores no mercado, bem como a política de gestão agressiva dos valores residuais das viaturas seguida por alguns concorrentes, constituíram as principais razões para a quebra na quota de mercado da Multirent, que preferiu pautar-se por uma gestão mais conservadora nessa matéria, tendo mantido um maior enfoque na rentabilidade dos negócios, em detrimento de objectivos de volume. O número total de novos contratos originados durante 2005 foi de 4.723, o que representa um crescimento de aproximadamente 7,0% em relação à produção do ano anterior. 17

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