MARES. SESIMBRA A Informação que conta. Nova revista cultural. 10 de Agosto de 2015, Ano 1, nº 24. Foto: João Augusto Aldeia

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1 MARES de SESIMBRA A Informação que conta Director: João Augusto Aldeia Foto: João Augusto Aldeia 10 de Agosto de 2015, Ano 1, nº 24 Mónica Encantado Gaboleiro, finalista da licenciatura em Gestão da Distribuição e da Logística, no Instituto Poli- Pág. 2 M ó n i ca E n c a n ta d o G a b ol e i ro técnico de Setúbal, foi logística. passatempos e das perspdistinguida pela Revista Nesta entrevista fala-nos ectivas de emprego para os Logística Moderna, com um do prémio, da sua vida de jovens licenciados. trabalho sobre os desafios da estudante, dos seus Pág. 3 Nova revista cultural A Câmara Municipal de Sesimbra acaba de lançar uma nova revista cultural, a " Akra Barbarion". Com periodicidade anual, a nova publicação apresenta-se como a continuação da revista " Sesimbra Cultural", publicada entre os anos de a A apresentação oficial teve lugar no passado dia 7 de Agosto, na Fortaleza de Santiago, numa cerimónia que contou com a presença do presidente da Câmara, Augusto Pólvora, e de outros membros do Executivo e da Assembleia Municipal. Caracterizada como um projecto de vocação cultural, assume igualmente uma orientação científica, publicando "trabalhos inéditos que possam contribuir para a difusão do conhecimento e promover a reflexão e discussão em torno das diferentes temáticas apresentadas", segundo o Editorial deste primeiro número, assinado por Felícia Costa, vereadora do pelouro da cultura, que caracteriza também como um "projecto editorial dirigido ao grande público" e um "elo de identidade com a comunidade local e região de Sesimbra". Sendo uma edição municipal, a sua realização está mais directamente a cargo dos serviços municipais "Divisão de Cultura e Bibliotecas" e "Arquivo Municipal". Na página 2 apresentados mais detalhadamente alguns dos artigos desta revista.

2 2 A nova revista cultural da Câmara Municipal de Sesimbra, " Akra Barbarion Sesim bra, cultura e património", foi buscar o título a uma das designações do Cabo Espichel na antiguidade, e que significa "promontório dos bárbáros". O grafismo da capa reproduz os "olhos" que os pescadores de Sesimbra costumam pintar nas caras dos seus barcos, uma tradição igualmente milenar dos povos do Mediterrâneo. Os textos incluídos neste primeiro número podem ser classificados em duas categorias: divulgação e investigação. No primeiro caso encontram-se os artigos sobre o Arquivo Municipal de Sesimbra, da autoria da sua directora, Fernanda Maria do Ó Rodrigues, e sobre o Monumento Natural da Pedreira do Avelino, da responsabilidade de Vanda F. Santos, Paulo S. caetano e Ana Pólvora. Os artigos de investigação debruçam-se sobre a Ordem de Santiago, a Governação Municipal em Sesimbra nos séculos 1 4 e 1 5, o Forte da Baralha, os Prodígfios Solares no Espichel e o Acedar de Sesimbra. Ordem de Santiago A Ordem militar que governou Sesimbra, durante quase 600 anos, é abordada num artigo de Luís Filipe Oliveira: "Os Estabelecimentos da Ordem de Santiago em 1 389". Tratou-se de uma importante reunião dos principais responsáveis da Ordem, os seus Comendadores, feita com o objectivo de resolver problemas de divisões internas entre membros daquela organização problemas que se tinham agudizado durante a crise dinástica dos anos anteriores mas também para garantir que os bens dos fereires da Ordem pudessem ser herdados pelas respectivas famílias após a sua morte, nomeadamente pelos respectivos filhos. tecnologia das armações de pesca do atum, que eram governadas em Sesimbra por concessionários sicilianos, se desenvolveu a técnica dos acedares, que viria depois a dar origem às armações de pesca da sardinha, e aos cercos móveis, hoje conhecidos com traineiras. Os acedares foram pela primeiramente documentados em 1 481, em Sesimbra e na Atouguia. Como na Atouguia nunca existiram armações de pesca do atum, Fernando Pedrosa crê o acedar terá nascido em Governação Municipal que Sesimbra, um feito histórico a que os sesimbrenjosé Augusto Cunha Frei- notável parece não terem ainda tas Oliveira explica o funcio- ses namento da Veração de dado o devido relevo. Sesimbra, órgão que poderemos considerar como o ante- Prodígios solares passado das actuais AutarHeitos Baptista Pato, coquias Locais, mas que apresentava, nos idos de trezen- nhecido investigador e divultos e quatrocentos, uma gador da história do santuário natureza muito diferente. Por do Cabo Espichel, dá a coum lado predominava a auto- nhecer referências antigas ridade do Juiz, escolhido pe- sobre o aparecimento de mislo Mestre da Ordem; aos Ve- teriosos fenómenos luminoreadores e Procuradores (es- sos que, à semelhança da tes com a função de repre- estrela que guiou os Reis Masentar e defender o Concelho gos, também foram avistados no exterior) eram atribuídas em Espanha e em Portugal, neste caso sobre o Cabo Esfunções específicas. Para decisões mais com- pichel, no dia em que nasceu plexas promoviam-se reu- Jesus Cristo. O autor contextualiza esniões alargadas onde, para além do Juiz e Vereadores, tas referências ao Espichel se convocavam os "homens no conjunto de numerosos "prodígios solares" que perbons" do Concelho. correm toda a história da relicitando numerosos ouacedar de Sesimbra gião, tros exemplos. Fernando Gomes Pedrosa escreve um artigo em que desenvolve a comunicação História Urbana de que apresentou ao Congres- Sesimbra so de Cultura Fluvial e Marítima, que teve lugar em Luis Paixão propõe-se exsesimbra em 201 3; essa co- plicar a evolução da vila de municação, apenas verbal, Sesimbra desde o século 1 6 não foi incluída nas actas até ao século 20, partindo da desse Congresso, publicadas planta de umasesimbra pela revista Vox Musei n.º, se julga datar de finais do que séembora tenha sido sintetiza- culo 1 6. da num texto do mesmo auo autor acredita que Setor, publicado em Janeiro de simbra terá começado a pelo jornal O Sesim estruturarse em torno do eixo brense. definido pela actual rua Neste novo artigo, Fer- viário dos Reis, no seu annando Gomes Pedrosa expli- Cândido tigo traçado, que continuava ca como, a partir das Como Ordem militar, as suas funções e regras diferiam daquilo que poderiamos esperar de uma qualquer ordem religiosa, nomeadamente no que respeita ao celibato. Esgotada a sua função militar, ou seja, de guerra aos infiéis, estas organizações tornaram-se centros de poder económico e político, sobretudo depois que os cargos de Mestres passaram a ser ocupados pela família real. pela actual rua Rama Curto; destaca depois um outro eixo de entrada em Sesimbra, desde a estrada da Fonte do Carvalho, passando pelo cruzamento denominado dos Sete Caminhos. Trata-se, sem dúvida, de uma possível explicação, porém, a planta quinhentista não exclui outra hipótese provável: a de que a ocupação da Ribeira de Sesimbra tenha começado junto ao maior curso de água, a ribeira da Misericórdia (actualmente encanada sob a avenida da Liberdade) e que essa ocupação se tenha feito sobretudo através de ruas paralelas à linha de praia, hipótese que tem a seu favor o facto da rua "principal", a rua Direita (actual rua da República) ter essa orientação. Foi alías próximo desta ribeira, e da praia, que se encontraram os mais antigos vestígios conhecidos de ocupação da vila: os tanques para conservação de pescado, do período Romano. Um tema muito interessante, que investigações futuras, eventualmente apoiadas pela Arqueologia, domínio em que, curiosamente, nunca houve a iniciativa de realizar investigações especificamente orientadas para a prospecção do passado da vila riberinha. Forte da Baralha Henrique Martins Rodrigues apresenta um artigo muito bem fundamentado sobre a história deste forte, localizado junto à praia da Baleeira, já próximo do Espichel, e que tinha como um dos seus objectivos a defesa daquela zona, de fácil acesso por mar e como tal assinalada em mapas antigos como zona de refúgio para embarcações. A leitura da meticulosa informação recolhida por Henrique Martins Rodrigues poderia ser ainda mais valorizada se muita da informação incluída em extensas notas de roda-pé, em letra de reduzida dimensão, passassem para o texto principal, dado o seu interesse. Para além do Forte da Baralha, é igualmente relatada a história da Capela do Senhor dos Navegantes, localizada na mesma zona, e da qual há memória de ter sido venerada pelos navegantes quando partiam na suas viagens marítimas, além de ter tido um culto popular com devotos de Sesimbra e de Almada organizados em Círios. João Augusto Aldeia

3 M ó n i ca G a b ol e i ro 3 melhoria. ne, numa empresa de distribuição, em que tem vários operadores a desempenhar várias tarefas. Só uma alteração numa tarefa pode gerar uma diminuição de custos abismal. Mónica Encantado Gaboleiro ficou classificada entre as três finalistas dum concurso organizado pela revista Logística Moderna e pelo grupo económico Azkar Dachser Group, com um trabalho sobre os desafios da logística. Nesta entrevista fala nos do prémio, da sua vida de estudante, dos seus pas satempos. De que trata o seu artigo, mais especificamente? Trata dos desafios das cadeias de abastecimento contemporâneas, que têm que fazer face às exigências dos clientes, que são cada vez mais exigentes. Também têm que fazer face aos desafios ambientais, às restrições legais que são impostas, como por exemplo os transportes não poderem aceder a certo tipo de locais como se vê agora no centro de Lisboa, a que certo tipo de veículos não pode ter acesso o uso de meios de transporte alternativo, como as bicicletas e os motociclos, também as questões do e commerce e do e business, as encomendas electrónicas e o comércio electrónico, também trazem grandes desafios para as cadeias de abastecimento. Foi basicamente nestes subtemas que eu me baseei. Quando fala em logística, tanto abrange o fornecimento de matérias primas para o processo produtivo, como depois a distribuição da produção para o consumidor? Sim, na Logística nós falamos em três partes: o in bound, os processos internos, e o outbound; portanto: desde as matérias-primas até chegar ao cliente final Como aluna, o processo de aprendizagem, foi difícil ou não? Eu sou uma pessoa que gosta muito de aprender, portanto, a nível de conteúdos eu não achei difícil. É um curso exigente e que nos traz alguns desafios, nomeadamente na gestão do tempo, não podemos falhar as entregas dos trabalhos, é muito trabalhoso, temos muitos trabalhos de grupo, para desenvolver projectos dentro das empresas. É um artigo de síntese dos A nível dos conteúdos, alproblemas actuais que se guns eram mais desafiantes colocam no domínio da do que outros, mas a nível de logística empresarial? Sim, basicamente é a mi- dificuldade, não considero nha opinião e o meu ponto de que fosse muita dificuldade. vista acerca da temática E esses desafios são fáceis de superar? Não, são bastante difíceis, e as empresas têm que fazer um grande esforço e têm que fazer uma adaptação constante às mudanças do meio envolvente, também devido aos avanços da tecnologia, que se tornam cada vez mais rápidas. Esse trabalhos nas empresas, era o estudo de problemas concretos? Sim, a escola procura que tenhamos um contacto com o mercado ainda durante o curso. Alguns dos trabalhos que desenvolvemos eram para ir à empresa, analisar alguma problemática que tivesse, no ramo da logística, e tentar achar soluções de Como aluna que está a ter minar o curso, qual é a sua expectativa relativamente à economia da nossa região, e ao mercado para este ti po de formação? Na região de Setúbal, para a Logística, não considero que esteja muito mal, porque é algo que tem vindo a evoluir ao longo dos tempos, e cada vez mais as empresas procuram alunos licenciados nesta área, de modo a optimizar processos, diminuir os custos das empresas, isso é uma parte fundamental. Para outros cursos da escola, como os Recursos Humanos, a Contabilidade, é um pouco mais complicado, mas mesmo na Logística, era preferível que existissem mais empresas, e que também as empresas mais pequenas apostassem mais neste ramo, porque são empresas mais familiares, em que a gestão passa, quase sempre, só por uma ou duas pessoas, e não há muito investimento neste domínio da logística e da optimização de processos; os processos não são muito controlados, portanto aí era preferível que as empresas começassem a abrir as portas aos novos licenciados. Acha que, mesmo para uma pequena empresa, pode justificar se a contratação de um profissional nesta área? Eu acho que sim. Imagi- Na vila de Sesimbra há este problema das viaturas que precisam de descarre gar mercadorias, e que entram em conflito com o trânsito, nas horas de ponta. Como resolvia esse problema? Essa entrega é a chamada entrega capilar, e se verificamos isso em Sesimbra, imagine em Lisboa, que é uma cidade enorme. Aqui o ideal seria as empresas arranjarem uma estratégia, de modo que as entregas fossem efectuadas num período onde não houvesse tanto trânsito. Em Lisboa isso já se faz, as entregas têm de ser feitas entre as 6 da manhã e as 7, para evitar esses constrangimentos. Aqui em Sesimbra, por vezes ao meio-dia está uma carrinha parada a descarregar. Também não é fácil para as empresas, porque as carrinhas não conseguem estar em todo o lado à mesma hora. Mas, durante o dia, haveria que verificar, aqui na vila, qual o período de menor intensidade de trânsito, qual o período de menor constrangimento, e fazer esse esforço para que as entregas

4 4 fossem feitas durante esse período. Como escolheu o seu curso? É muito procurado pelos estudantes? Recentemente tem sido mais procurado, mas não tão procurado como seria ideal. A logística não é uma profissão muito sexy, quer dizer, não é muito atraente para as pessoas, porque actualmente vai-se muito à procura dos títulos e do reconhecimento social, e a Logística está sempre por detrás das coisas, as caras nunca são vistas. Infelizmente muita gente vai para Logística porque é um curso com uma média baixa, e vão por segunda opção. Mas o desejável é que escolham Logística porque gostam e achem que é fundamental par as empresas. Mónica Encantado Gaboleiro No seu caso, foi difícil a escolha? Tinha outras opções? No meu caso, no ensino secundário, fui para a variante de Ciências e Tecnologias, no 1 0º ano, na escola de Sampaio. A minha ideia inicial ia mais para a área da saúde: eu queria Medicina, e depois estava a optar por Fisioterapia. Mas depois comecei a ver que estudar Biologia não era bem a minha área, não era muito atraente, e comecei a pensar mais na área da Economia. O meu professor de Matemática, e depois também meu explicador, o professor Rui Peixoto, achou que o curso ideal para mim seria a Logística, e eu investiguei, tentei perceber o que era, e achei que realmente se enquadrava nas minhas características. E como é que ele chegou a essa conclusão? Porque era boa aluna a Matemática? Sim, ele sabia que eu gostava muito de Matemática, e que se eu fosse para este curso conseguiria ter um bom desempenho e, se calhar, distinguir-me dos outros alunos, o que talvez não acontecesse em Economia, que é mais complicado o mercado também é mais exigente para quem é licenciado em economista. E os alunos que entram com nota baixa, não têm depois maiores dificulda des a fazer o curso? Exacto, e por isso é que algumas pessoas dizem que o curso é difícil. Para entrar, pode-se entrar com a nota de Português, mas depois tem cadeiras como Microeconomia, que toda a gente diz que é muito difícil; tem Investigação Operacional, a que muitos alunos chumbam. Sim, há muitos alunos que demoram mais tempo do que seria ideal a tirar o curso. Eu sempre gostei muito de Matemática, e das áreas de Cálculo, achei matérias desafiantes a Investigação Operacional, Microeconomia, Estatística. Todas estas disciplinas foram as minhas preferidas ao longo do curso, e tive boas notas. Há muita gente de Sesimbra a estudar no Politécnico? Sim, há muita gente. Mas sentem se como sendo de Sesimbra, ou esse facto é irrelevante? Quer dizer, há sempre uma maior proximidade, e também há uma certa rivalidade entre Setúbal e Sesimbra, há sempre aquele apelido que é o dos caga lei tes, que os setubalenses dizem que são os sesime confirmou se que é boa brenses, e os sesimbrenses aluna nas matérias da Lo dizem que são os setubalengística, com boas notas? Tenho tido muito boas no- ses, e nesse caso os sesimbrenses tentam sempre puxar tas, sim. a brasa à sua sardinha e unirem-se para contrariar. No meu curso, no mesmo ano e turma, somos três alunas de Sesimbra, há uma maior união, e quem é de Sesimbra sabe que há aquele espírito mais amigável entre eles. Embora noutros casos as pessoas aproveitem para sair da zona de conforto e ir à procura de outro tipo de personalidades. Para além de estudar, como é que os estudantes ocupam o seu tempo, no meadamente os tempos livres? Saem à noite, lêem, praticam desporto? ca, sempre gostei de música brasileira e do samba em si. Há cerca de um ano ou dois comecei a aprender cavaquinho, tenho aulas com o professor Luis Taklin. Também gosto do samba, que considero que é uma arte: a dança em si, que é muito bonita, e mesmo a parte da percussão é bastante giro. Nos tempos livres, também aproveito para estar com a minha família, porque dou bastante importância a isso. O meu irmão é desportistam O seu irmão é o Miguel Ga boleiro, campeão de Motocross? Sim. Eu posso estar errada, mas ideia que tenho é que as pessoas de Sesimbra, a nível Ele dedica se ao desporto de desporto, não praticam como profissional? Sim, só que tem que conassim muito, pelo menos as ciliar com um trabalho à parque estão a estudar. te, porque ser profissional do Motocross em Portugal, é E há lá desporto escolar? Há, mas nenhuma de nós muito complicado. Mas anda as três pratica desporto esco- sempre muito ocupado nos lar. Para diverção, há sempre treinos. Quando não tem treias festas da Universidade, é no de mota, tem sempre treifrequente, aqui, à noite, há no físico, que tem de ser sempre alguma animação na diário, além do part time que vila, frequentemente encon- tem para também fazer o desporto. tro as minhas colegas. Também ando na escola de samba, no Bota no Rego, Portanto, tanto ele como a já há muitos anos. Fiz o meu Mónica, estão muito foca primeiro desfile de Carnaval dos nas actividades a que apenas com dois anos e se dedicam. Isso é uma característica de família? meio. Foi passada um pouco pelo meu pai. O meu pai tem E nunca mais parou? Não, é uma coisa de que muito o estigma de que gosto muito. Gosto muito de música, tenho aulas de músi-

5 quando nos metemos numa coisa, temos que trabalhar muito para sermos os melhores e sermos bem sucedidos, penso que isso passou para os três: eu tenho uma irmã mais velha, a Daniela, que também foi desportista, praticante de atletismo, e também foi muito boa na altura. Este estigma do meu pai parece que nos foi passado involuntariamente. Também ela é licenciada, em prótese dentária, também foi uma das melhores alunas da turma, e está a trabalhar nessa área. O meu irmão é bastante bom naquilo que faz não digo isso por ser meu irmão, mas porque tem muito talento para as motas. E eu apliquei-me no estudo, sempre fui boa aluna. Também dava-me gosto e mérito pessoal ter boas notas e conseguir atingir os meus objectivos, que foi mais na área dos estudos. O seu pai é da freguesia do Castelo? Sim, o meu pai nasceu na Maçã. Existem várias famílias Gaboleiro: existe uma mais na Azoia, mas o meu pai é da Maçã, é aquela fa- 5 mília que está ligada às da verificação do texto, para construções. O meu avô é ver se tinha algum erro, e eles ficaram entusiasmados. Miguel Gaboleiro. Quando recebi o a dizer que estava entre os finae a família Encantado era listas, que ia à entrega dos de pescadores? prémios, ficaram muito consim. tentes, ficaram muito orgulhosos comigo, e quando se Mas ainda têm ligação à soube que eu tinha recebido pesca? Sim, o meu avô, João de o prémio, ficaram muito felisousa Encantado, foi pesca- zes. Eu não sou muito de fador durante muitos anos, e os irmãos dele ainda continu- zer alarde destas coisas. Só agora mais tarde, quando um am na pesca. O nome de Encantado colega da minha turma espavem do meu avô, é uma fa- lhou a notícia no Facebook, então isto veio tudo novamília ligada à pesca mente, e então começaram Ligada a uma arte de pesca as mensagens de parabéns, desde professores aos meus específica? Os meus tios são da pes- colegas de turma, os meus amigos ca do peixe-espada preto. Também tive um contacto de outro jornal, a Dica da Se Recebeu muitas mana, creio que também vão mensagens de amigos, publicar. depois do prémio? É engraçado que eu já recebi este prémio no dia 7 É o jornal das loja LIDL, de Abril. Na altura os meus não é? Exacto. professores souberam, lá em casa sabiam que eu ia concorrer, porque tive que lhes Essa empresa tem uma ler, para verem se era inte- importante cadeia de ressante, para me darem o distribuição. Sim, e é uma empresa feed back. O meu namorado também leu, fez aquela parte com uma gestão alemã, que têm princípios diferentes das empresas portuguesas, e muito interessantes, assim como a AUTOEUROPA. Uma empresa como a AUTOEUROPA, é uma expectativa de colocação importante para um aluno com o seu curso, não é? Sim, é muito apelativa. E essa empresa tem aco lhido licenciados do Poli técnico? Tem, muitos alunos da Escola trabalham na AUTOEUROPA, na Logística, mas também muitos dos colaboradores da empresa que trabalhavam em Logística vão para a nossa escola tirar o curso. Embora mais recentemente a AUTOEUROPA não esteja a apostar tanto na Logística, mas sim na Informática. Mas eu estou em vistas de ir estagiar para o El Corte Inglês, estou à espera da resposta. Porque dentro da Logística, o retalho e a grande distribuição é o que mais me atrai. João Augusto Aldeia Cabaz do Peixe Já se encontra em distribuição o Cabaz do Peixe, uma iniciativa da Associação de Armadores da pesca Artesanal de Sesimbra. O lançamento oficial da iniciativa teve lugar no passado dia 1 7 de Julho, numa cerimónia que contou com a presença do secretário de estado do Mar, Pinto de Abreu. Inicialmente teve lugar uma pequena conferência na qual, para além do presidenteda Câmara de Sesimbra, Augusto Pólvora, tomaram a palavra o presidente da Docapesca, José Apolinário, e o presidente da Liga de Protecção da Natureza (LPN). A presença deste último justificava-se pelo facto da ideia original, que levaria ao Cabaz do Peixe, ter nascido no seio da LPN, que também afectou quase uma dezena de voluntários à concretização deste projexto, que considerou um exemplo de que considerou como um exemplo de que "a Natureza e a gestão integrada dos recursos pode ser uma boa forma de vida". Destacou igualmente o facto desta iniciativa ocorrer numa zona ambientalmente protegida. José Apolinário referiu, entre os objectivos desta iniciativa, três dimensões: ambiental, económica e social, valorizando espécies que não são valorizadas em termos económicos, e contribuindo para o aumento do rendimento dos pescadores. José Apolinário revelou ainda que a Docapesca tem estadop a tentar convencer outras comunidades piscatórias a emular esta ini- ciativa. Augusto Pólvora manifestou a satisfação com que a Autarquia Local apoiou esta inicitiva, que também cntribui para afirmar sesimbra como terra de peixe: " Sesimbra é peixe é o nosso conceito base de afirmação do Município, porque o peixe tema ver com a nossa identidade, sendo também uma das principais actividades económicas do Concelho, fazendo também uma simbiose com o Turismo". O secretário de estado, que participou na parte final da cerimónia, assistiu à con- fecção de alguns dos cabazes, manifestou a sua convicção de que "este será um projecto vencedor, e terá que se tornar um projecto nacional: só pode ser assim, pela importância que ele tem". Aproveitando para falar sobre a pesca da sardinha e o alarme provocado por um relatório científico que propõe uma drástica redução das capturas, Pinto de Abreu desdramatizou a situação, dizendo que os números adiantados por aquele relatório são "idênticos aos do ano anterior".

6 6 E n con tro con ce l h i o d a CD U No passado dia 23 de Maio, a CDU organizou um o Encontro Concelhio de Activistas, sob o lema: Em Sesimbra e no País Trabalho, Honestidade e Competência Soluções para uma Vida Melhor Este Encontro, que contou com a presença de Jorge Cordeiro, membro da Comissão Política do Comité Central do PCP, e de Susana Silva, membro do Conselho Nacional do PEV, teve como objectivos a avaliação e a prestação de contas do trabalho realizado pelos eleitos da CDU nos diferentes órgãos autárquicos no Concelho, a projecção das linhas orientadoras para o trabalho futuro nas Autarquias Locais e a avaliação da situação económica, social e política da região e do País, no sentido da apresentação das propostas e soluções da CDU, no quadro das eleições legislativas que se aproximam. No plano autárquico, a CDU considerou que fechou um ciclo de grandes obras que contribuíram para transformar o concelho e melhorar a qualidade de vida das populações, aproveitando da melhor forma os fundos proporcionados pelo Quadro Comunitário de Apoio. Foi dado destaque ao facto destes investimentos municipais terem sido realizados em contra-ciclo com o investimento público do Governo, que a CDU considerou como "praticamente congelado", dando como exemplos a não construção da nova Escola Secundária da Quinta do Conde, do novo Centro de Saúde da Quinta do Conde, do novo Centro de Saúde de Sesimbra ou a não recuperação do Santuário do Cabo Espichel. Exemplificando o trabalho realizado, a CDU referiu que "nos últimos anos foram construídas 50 salas de aula em escolas e jardins-de-infância, construídos quase 90 fogos para habitação social ou venda a custos controlados, requalificados o núcleo antigo da vila de Sesimbra e a sua marginal, recuperadas a Casa do Bispo e a Fortaleza de Santiago, a Moagem de Sampaio e a Pedreira do Avelino, reabilitado parcialmente o Cabo Espichel, instalados novos núcleos museológicos no Castelo, e aberto ao público o Cineteatro". Foi igualmente dado destaque à melhoria dos acessos e do estacionamento em todas as praias do concelho, bem como à concretização Augustro Pólvora apresentou um relato detalhado do trabalho da CDU na Câmara Municipal quase integral do saneamento básico da freguesia do Castelo, a pavimentação da vila da Quinta do Conde, a criação de novos espaços verdes na Quinta do Conde e no Castelo, a construção ou financimento de novos espaços desportivos. Projectos futuros Como projectos para o futuro imediato foram referidos investimentos na reabilitação do Mercado de Sesimbra, no novo Museu do Mar, na Casa da Água do Cabo Espichel ou na arbori- zação e hortas urbanas da Quinta do Conde, bem como a requalificação da rede viária, "principalmente nos arruamentos onde houve intervenção ao nível do saneamento e no reforço dos equipamentos mecânicos para melhorar os serviços urbanos prestados pela Câmara Municipal". A CDU considerou que será "um ano essencial para dar mais atenção aos pormenores que também fazem a diferença os buracos nas estradas e passeios, a recolha do lixo, a limpeza urbana e a conservação dos espaços verdes". "Basta de exploração e empobrecimento" A situação nacional também foi abordada no Encontro da CDU, com aprovação de uma Moção onde se afirma que "PS, PSD e CDS estão há 38 anos a destruir a vida dos portugueses e a afundar o país. Juntos assinaram o pacto de agressão com a Troika, juntos votaram favoravelmente os relatórios das 1 2 avaliações que a troika fez em Portugal". Para a CDU, aqueles partidos "demonstraram um profundo desprezo pelos direitos do povo e do país e conduziram Portugal ao desastre económico e social, à perda de soberania nacional, ao agravamento da exploração e empobrecimento, atiraram o desemprego para níveis insuportáveis, levaram a uma espiral de falências e destruição de postos de trabalho, a um país mais endividado, à recessão e estagnação da económica". A solução será "uma política alternativa, patriótica e de esquerda baseada na renegociação da dívida, nos seus montantes, juros e prazos; na promoção e valorização da produção nacional e na criação de emprego; na recuperação para o controle público de sectores e empresas estratégicas, designadamente do sector financeiro; na valorização dos salários, pensões e rendimentos dos trabalhadores e do povo".

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