RELATÓRIO DO IMPACTO DO CR

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "RELATÓRIO DO IMPACTO DO CR"

Transcrição

1 RELATÓRIO DO IMPACTO DO CR 2010 CdR 149/2011 EN/FR-JS/NB/RD/EPr/hlm Rue Belliard/Belliardstraat Bruxelles/Brussel BELGIQUE/BELGIË Tel Fax Internet: PT

2 - 1 - ÍNDICE Introdução 1. Governação a vários níveis e responsabilização dos cidadãos Governação a vários níveis Iniciativa de Cidadania Europeia Estratégia da UE para a Juventude Investir e Mobilizar Política regional Reforma da política de coesão Agrupamento Europeu de Cooperação Territorial (AECT) Estratégia macrorregional para a região do mar Báltico Mobilidade urbana Estratégia Europa Direitos fundamentais, inclusão social e saúde Direitos fundamentais Estratégia da UE sobre os direitos da criança Inclusão social e saúde Alterações climáticas, Ambiente e Energia Alterações Climáticas COP 16 da CQNUAC, Cancún Biodiversidade CDB COP 10, Nagoya e Estratégia Europeia em matéria de Diversidade Biológica para Órgãos de poder local e regional e política ambiental da UE Energia Política económica e industrial Small Business Act Sector automóvel europeu Economia Verde: Medir o progresso para além do PIB Política de vizinhança e política de desenvolvimento Política de vizinhança Cooperação descentralizada para o desenvolvimento O futuro da PAC, das pescas e da política marítima Reforma da Política Agrícola Comum Política Comum das Pescas (PCP) Política marítima Cultura e Sociedade da Informação Marca do Património Europeu Agenda digital Tecnologias da informação e da comunicação Educação e Investigação...29

3 - 2 - Introdução Nos termos do artigo 55.º do Regimento, o Secretário-Geral apresenta à Assembleia Plenária, anualmente, um relatório sobre o impacto dos pareceres do Comité elaborado a partir de contributos das comissões e de informações obtidas nas outras instituições. Este relatório aborda principalmente o impacto político efectivo dos pareceres no processo legislativo, ao passo que o relatório anual de actividades apresentado pela Mesa sintetiza outras actividades do CR, que contribuem para aumentar a visibilidade do CR e promover os seus pareceres. Juntos, o relatório anual de actividades e o relatório sobre o impacto dos pareceres constituem a base de uma brochura, elaborada para fins de comunicação, sobre as histórias de sucesso do CR, que será publicada ainda este ano e que apresentará os resultados concretos que a participação do CR no processo legislativo da UE obteve recentemente para benefício dos órgãos de poder local e regional. As seis comissões debateram o impacto dos pareceres e das resoluções adoptados em 2010 (ver também o Anexo I) 1 nas suas primeiras reuniões de O presente relatório sintetiza, com base nesses debates, os impactos mais relevantes do CR nos principais domínios da sua actividade política. Uma vez que o impacto de muitos pareceres só pode ser avaliado nos anos seguintes à sua adopção quando o processo legislativo avançou já o suficiente, algumas comissões incluíram também pareceres (nove) adoptados em anos anteriores. O parecer de iniciativa sobre a revisão do Regulamento sobre os AECT, adoptado em Janeiro de 2011, foi incluído pela comissão responsável, uma vez que o impacto se começou a sentir ainda durante a sua elaboração, em O relatório de impacto de 2010 é o primeiro a ser elaborado sob a vigência do novo Tratado e durante os novos mandatos do Parlamento Europeu e da Comissão Europeia. Esta última iniciou funções em 10 de Fevereiro de Como tal, 2010 foi um ano legislativo mais curto. Devido à renovação institucional, no ano de 2010 foram lançadas iniciativas legislativas mais tarde do que é habitual, estando por isso ainda a correr o processo legislativo relativamente a algumas destas propostas. O impacto legislativo do CR nestes processos terá de ser avaliado em termos de exercício de Para a elaboração deste relatório foram utilizados os seguintes recursos: 1. Relatórios da Comissão Europeia sobre o seguimento dado pela Comissão aos pareceres do Comité das Regiões. Alguns meses após a adopção do parecer, a Comissão Europeia publica um relatório sobre o seguimento dado aos pareceres do CR. Por ano, dois a três destes relatórios são enviados ao Comité. Em 2010, a Comissão transmitiu três relatórios, que estão publicados no sítio Web do Comité, na rubrica "Pareceres e Documentos" pareceres com base em consultas facultativas (principalmente os denominados dossiês pré-legislativos, como por exemplo comunicações da Comissão Europeia), 1 parecer com base numa consulta obrigatória sobre um dossiê legislativo da Comissão Europeia. O Comité adoptou também 18 pareceres de iniciativa ou resoluções.

4 Fichas de avaliação do impacto do CR Para cada parecer incluído neste relatório, o Secretariado-Geral elaborou uma "ficha de avaliação do impacto do CR", que foi enviada ao relator e ao presidente da comissão competente. As fichas sintetizam o impacto político dos pareceres em documentos da Comissão Europeia, do Parlamento Europeu e do Conselho. Fazem também referência a actividades relacionadas com o parecer, que contribuíram para promover os objectivos do documento (conferências, seminários, reuniões inter-institucionais, etc.). As fichas estão publicadas no sítio Web do Comité, em "Pareceres e Documentos". 3. Avaliação do impacto nos meios de comunicação e eventos relacionados com os pareceres O gabinete de imprensa do CR assegura e monitoriza o impacto dos pareceres do CR. Os pareceres mais importantes são objecto de um comunicado de imprensa, que é enviado para os meios de comunicação sediados em Bruxelas, para reforçar a visibilidade dos principais aspectos referidos pelo CR no parecer. Ao mesmo tempo e em colaboração estreita com o relator (e seus serviços), a maioria dos pareceres é também objecto de comunicados de imprensa enviados para os meios de comunicação local e regional das regiões do relator. Em 2010, um esforço do serviço de imprensa mais bem direccionado e um acompanhamento mais global levaram a um aumento substancial da cobertura mediática dos documentos. O número de páginas do dossiê anual de recortes de imprensa do CR serve de indicador: em 2009 tinha páginas e, em 2010, O dossiê de recortes de imprensa pode ser consultado no sítio Web do CR (portal dos membros). Em 2010, o gabinete de imprensa do CR publicou 88 comunicados de imprensa relacionados com os pareceres do CR, 179 relatórios na secção de notícias do sítio Web do CR (667 incluindo as páginas Web específicas de cada país (a Europa na minha região), que apresentam as actividades dos membros dirigidas aos cidadãos dos respectivos países) e convidou 383 jornalistas locais e regionais para assistirem às reuniões do CR. Em 2010, cerca de 150 eventos organizados pelo CR contribuíram para reforçar o impacto dos pareceres e das resoluções do CR no processo legislativo da UE. Estes eventos incluíram os seminários e conferências organizados pelas comissões, 26 consultas a partes interessadas realizadas pelos relatores e outras reuniões ou conferências na sede do CR, onde os membros e relatores desempenharam um papel activo na apresentação das posições do CR. Perspectivas O seguimento dos pareceres e das resoluções e o reforço do impacto político estão no centro da reforma organizativa em curso no Secretariado-Geral do Comité. Foi criada uma nova unidade encarregada de acompanhar o seguimento dado aos pareceres no Parlamento Europeu. O planeamento estratégico e o trabalho em rede foram reforçados e serão geridos por uma direcção própria. Um

5 - 4 - grupo de trabalho específico dirigido pelo gabinete do secretário-geral coordenará as actividades neste âmbito e informará o secretário-geral, com vista à elaboração do relatório de impacto anual. Para cada parecer adoptado em 2011, o Secretariado-Geral criará um documento de impacto actualizado continuamente, sintetizando as actividades que asseguram o seguimento efectivo do parecer no processo legislativo. O documento incluirá a informação que os relatores disponibilizarem aos presidentes das comissões sobre as suas actividades de seguimento, assim que o seu parecer for adoptado na reunião plenária, bem como informações sobre os debates periódicos durante as reuniões das comissões sobre o seguimento dado aos pareceres e resoluções.

6 - 5 - Avaliação do impacto dos pareceres do CR nos domínios mais importantes de actividade política 1. Governação a vários níveis e responsabilização dos cidadãos 1.1 Governação a vários níveis Com base nos progressos alcançados pelo Tratado de Lisboa 2, que entrou em vigor em 1 de Dezembro de 2009, o CR continuou a exercer a sua influência para aumentar o recurso à governação a vários níveis no processo de decisão europeu. O Livro Branco do CR sobre a Governação a vários níveis (CdR 89/2009), elaborado pelos relatores Luc van den Brande (BE-PPE) e Michel Delebarre (FR-PSE), e a consulta que se lhe seguiu deram início a um debate sobre a governação europeia em vários sectores fundamentais: desde a discussão crucial sobre a governação económica à governação das futuras políticas de coesão e agrícola, passando pela governação da Estratégia Europa 2020 e das suas iniciativas emblemáticas. Em 2010, a governação a vários níveis, tal como preconizada pelo CR durante vários anos, foi finalmente reconhecida como necessária por todas a instituições europeias e tornou-se um princípio cimeiro no processo de decisão europeu. Em 31 de Janeiro de 2011, no 5. Fórum da Coesão, o presidente da Comissão, José Manuel Barroso, afirmou: "Trata-se, com efeito, de uma governação a vários níveis. A Europa não é apenas Bruxelas; ela existe em todos os níveis. Nunca é de mais repetir: as regiões têm de facto um papel essencial a desempenhar no sucesso da Estratégia Europa 2020" 3. Muitas propostas concretas respeitantes à governação a vários níveis incluídas em pareceres do CR, que foram adoptados em 2010, foram analisadas pelos legisladores europeus ou estão ainda a ser consideradas no âmbito do processo legislativo. A Estratégia Europa 2020 e o Quinto Relatório da Comissão sobre a Coesão Económica, Social e Territorial, em particular, demonstram que a governação a vários níveis se tornou um princípio central das políticas europeias. As principais instituições da UE saudaram também o importante papel do CR na promoção da governação a vários níveis. 2 3 Como resultado do impacto político do Comité, o Tratado de Lisboa reforçou o reconhecimento dos níveis regional e local na governação europeia, reconhecendo a autonomia local e regional (artigo 4. do TUE), introduzindo a coesão territorial (artigo 3. do TUE) e reformulando o princípio de subsidiariedade, passando este princípio a incluir quatro níveis (europeu, nacional, regional e local) (artigo 5. do TUE). Delivering on Europe 2020: New opportunities for tomorrow s cohesion policy, discurso de José Manuel Durão Barroso, Presidente da Comissão Europeia, ge=en [em inglês].

7 - 6 - A ideia da governação a vários níveis e o papel do CR no processo foram retomados no relatório "Projecto Europa 2030" elaborado pelo Grupo de Reflexão para o Futuro da Europa, criado pelo Conselho Europeu 4 ; Pela primeira vez, o Conselho consagrou uma reunião informal 5 a este tema. No debate, os participantes referiram várias vezes o Livro Branco do CR e as várias propostas políticas nele apresentadas. Nas conclusões, foi pedido ao CR que facultasse a avaliação política do progresso da governação a vários níveis; Em 29 de Junho de 2010, os presidentes do CR e da Comissão Europeia confirmaram o compromisso institucional com o objectivo da governação a vários níveis, na previsão da adopção de um plano de acção (ver o comunicado de imprensa conjunto de José Manuel Barroso e de Mercedes Bresso) 6 ; O Parlamento Europeu, através da Comissão dos Assuntos Constitucionais e da Comissão de Desenvolvimento Regional, acolheu favoravelmente o Livro Branco do CR. A Resolução sobre a boa governação no domínio da política regional da UE: procedimentos de assistência e controlo pela Comissão Europeia (Relatório Mănescu) 7 do PE, adoptado em 14 de Dezembro de 2010, faz menção ao Livro Branco do CR e retoma muitos aspectos referidos pelo CR. Um dos relatores do CR do Livro Branco sobre a governação a vários níveis, Luc Van den Brande, foi designado conselheiro especial para a governação a vários níveis, junto do comissário europeu responsável pela política regional, Johannes Hahn. 1.2 Iniciativa de Cidadania Europeia O Tratado de Lisboa, ao criar a Iniciativa de Cidadania Europeia (artigos 11. do TUE e 24. do TFUE), aumentou as possibilidades de uma participação directa dos cidadãos no processo democrático da UE. No parecer sobre a proposta legislativa da CE sobre a Iniciativa de Cidadania Europeia (CdR 167/2010), elaborado pela relatora Sonia Masini (IT-PSE), o CR sugeriu que fossem adoptados procedimentos mais simples e menos burocráticos para a iniciativa. A relatora e o presidente da Comissão CIVEX aumentaram os contactos inter-institucionais com vista a influenciarem a versão final do acto legislativo "Projecto Europa 2030 Desafios e Oportunidades", Relatório ao Conselho Europeu do Grupo de Reflexão sobre o Futuro da UE 2030, apresentado em 8 de Maio de 2010, Reunião ministerial informal organizada pela Presidência espanhola da UE, em Málaga, 17 de Março de MEMO/10/287 de 29 de Junho de 2010, em [em inglês]. Resolução do Parlamento Europeu, de 14 de Dezembro de 2010, sobre a boa governação no domínio da política regional da UE: procedimentos de assistência e controlo por parte da Comissão Europeia (2009/2231(INI)) [P7_TA(2010)0468].

8 - 7 - No seu acordo de 15 de Dezembro de 2010, o PE e o Conselho tomaram em consideração uma série de sugestões do parecer do CR. O número mínimo de Estados-Membros aos quais devem pertencer os cidadãos requerentes para poder lançar uma iniciativa passou de um terço dos Estados-Membros (inicialmente sugerido pela Comissão Europeia), para um quarto dos Estados-Membros, tal como sugerido pelo CR; Além disso, as seguintes sugestões do CR foram incluídas no acto legislativo 8 : o exame da admissibilidade da iniciativa no momento do registo pela Comissão Europeia; necessidade de uma resposta oficial da Comissão Europeia aos organizadores; menção dos recursos possíveis em caso de ausência de reacção da Comissão Europeia e obrigação de os organizadores de uma iniciativa de cidadania europeia elaborarem uma lista das despesas e das fontes de financiamento. 1.3 Estratégia da UE para a Juventude Investir e Mobilizar O investimento na juventude europeia é uma das principais prioridades e responsabilidades dos poderes locais e regionais em toda a Europa. Através do seu parecer sobre Uma Estratégia Renovada da UE para a Juventude Investir e Mobilizar (CdR 97/2009 fin), elaborado pelo relator Anton Rombouts (NL-PPE), o CR chamou a atenção da Comissão Europeia para a grande responsabilidade dos poderes locais e regionais neste âmbito. Como impacto inter-institucional concreto deste parecer, a Presidência espanhola da UE e a Comissão Europeia organizaram um workshop sobre a política de juventude durante o Dia de Portas Abertas 2010 do CR, cujo principal tema foi o papel das regiões e dos órgãos de poder local neste domínio político; a Comissão Europeia garantiu que a organização da Semana Europeia da Juventude 2011 teria uma forte dimensão regional e que procuraria colaborar com o Comité das Regiões na organização deste evento emblemático para as políticas e programas da UE dedicados à juventude; vários relatores do CR foram convidados a integrar o júri de concursos e programas relacionados com a política de juventude da UE. 8 Regulamento (UE) n. 211/2011 do Parlamento Europeu e do Conselho, de 16 de Fevereiro de 2011, sobre a iniciativa de cidadania, Jornal Oficial da União Europeia L 65/1 de 11 de Março de 2011.

9 Política regional 2.1 Reforma da política de coesão A reforma da política regional da UE após 2013 foi uma das principais prioridades do CR em Com este parecer de prospectiva sobre O futuro da política de coesão (CdR 210/2009, elaborado pelo relator Michael Schneider (DE-PPE)), o Comité foi a primeira instituição europeia a tomar uma posição nesta área estratégica, liderando, como tal, o debate institucional. O impacto político do CR neste âmbito foi considerável. O relator apresentou o parecer ao comissário responsável e ao Grupo de Alto Nível dos Estados-Membros para a Política de Coesão e foi convidado pela Comissão de Desenvolvimento Regional do Parlamento Europeu. O parecer de prospectiva contém recomendações sobre as futuras prioridades e arquitectura da política de coesão, que foram amplamente seguidas pela Comissão no seu Quinto Relatório sobre a Coesão Económica, Social e Territorial, publicado em 9 de Novembro de , e pelo Parlamento Europeu na sua Resolução sobre o Futuro da Política de Coesão, de Outubro de No seu relatório sobre o seguimento dado ao documento, a Comissão Europeia felicitou o CR pelo seu "excelente parecer". As principais consequências políticas do parecer do CR até agora são as seguintes: a política de coesão continuará a apoiar o desenvolvimento de TODAS as regiões, sendo a maior parte dos recursos destinada às regiões menos desenvolvidas; o parecer do CR apelou ao apoio permanente às "regiões em transição". A Comissão Europeia reconheceu a necessidade de introduzir uma nova categoria de financiamento para regiões "intermédias". Na reunião de 23 de Novembro de 2010, os ministros responsáveis pela política de coesão manifestaram nas conclusões o seu acordo quanto à necessidade de as especificidades regionais serem levadas em conta e de se encontrar uma abordagem flexível para os Estados-Membros e para as suas regiões; o CR foi convidado pelo comissário Johannes Hahn a participar no grupo de trabalho responsável por estabelecer os objectivos e as regras relativas à condicionalidade de fundos disponíveis ao abrigo do fundo de coesão da UE; a cooperação territorial vai continuar a ser um elemento importante da futura política de coesão Quinto relatório sobre a coesão económica, social e territorial: o futuro da política de coesão, COM(2010) 642 final.. Resolução do Parlamento Europeu, de 7 de Outubro de 2010, sobre a política de coesão e a política regional da UE após 2013 (P7_TA(2010)0356).

10 Agrupamento Europeu de Cooperação Territorial (AECT) Em 2010, o CR, que inventou o conceito de agrupamento europeu de cooperação territorial (AECT) num parecer de iniciativa de , teve um papel central nesses primeiros quatros anos desde a adopção da regulamentação da UE relativa ao AECT, em Nesse período de quatro anos, foram criados 17 AECT, estando outros 20 em fase de preparação 12. As conclusões políticas destas actividades foram formuladas no parecer de iniciativa sobre Novas perspectivas para a revisão do Regulamento AECT (CdR 100/2010), elaborado por Alberto Núñez Feijó (ES-PPE). O parecer é o culminar de uma série de pareceres do CR que levaram à criação, implementação e posterior desenvolvimento dos AECT. Com este parecer, o CR confirmou que mantinha liderança política na procura de fórmulas para facilitar a cooperação entre as regiões europeias. O impacto deste parecer adoptado em Janeiro de 2011 far-se-á sentir ao longo do ano, mas começou já a dar sinais durante a sua preparação em O Parlamento Europeu, na Resolução sobre a boa governação no domínio da política regional da UE: procedimentos de assistência e controlo pela Comissão Europeia (Relatório Mănescu) 13, adoptada em 14 de Dezembro de 2010, louva a qualidade do trabalho do CR no âmbito dos AECT. A Comissão Europeia convidou o Comité das Regiões a participar nas reuniões do grupo inter-serviços encarregado de preparar a revisão do Regulamento AECT. 2.3 Estratégia macrorregional para a região do mar Báltico Em 2010, o CR destacou a falta de envolvimento local e regional nas estratégias macrorregionais desenvolvidas pela Comissão Europeia. O parecer do Comité sobre a Estratégia da União Europeia para a região do mar Báltico (CdR 255/2009), apresentado pela relatora Pauliina Haijanen (FI-PPE), realçava de forma bastante evidente este tema, que foi retomado pela Comissão Europeia durante o Fórum Anual sobre a Estratégia para o Mar Báltico. A relatora apresentou o parecer na Comissão do Desenvolvimento Regional (REGI) do Parlamento Europeu Estratégias para a promoção da cooperação transfronteiriça e inter-regional numa Europa alargada um documento fundamental de orientação para o futuro (CdR 181/2000 fin). Para mais informações, visitar o sítio Web do Comité: [em inlgês]. Resolução do Parlamento Europeu, de 14 de Dezembro de 2010, sobre a boa governação no domínio da política regional da UE: procedimentos de assistência e controlo por parte da Comissão Europeia (2009/2231(INI)) [P7_TA(2010)0468].

11 Como impacto concreto deste parecer a Comissão Europeia convidou o CR a fazer parte do Grupo de Alto Nível para a Estratégia para o mar Báltico; o relatório da Comissão Europeia sobre uma estratégia macro-regional para a região do Mar Báltico consagrou a importância de uma abordagem de governação a vários níveis como elemento-chave para a implantação da estratégia da UE; a Comissão aceitou que as regiões e órgãos de poder local encabecem projectos emblemáticos da Estratégia para o mar Báltico. 2.4 Mobilidade urbana A criação de um Plano Europeu de Acção para a Mobilidade Urbana constava da agenda do CR desde 2007, quando a Comissão Europeia publicou um Livro Verde sobre este tema. O CR designou Albert Bore (UK-PSE) relator dos três pareceres sobre mobilidade urbana elaborados nos últimos anos. Depois de um saudável debate interno, o Comité decidiu apoiar o apelo feito pelo Parlamento Europeu de um plano europeu de acção para a mobilidade urbana. O último parecer sobre o Plano de Acção para a Mobilidade Urbana (CdR 256/2009) foi adoptado em Abril de A Comissão deu seguimento positivo a uma série de recomendações feitas nestes pareceres, que tiveram especial impacto no Quinto Relatório sobre a Política de Coesão e na Estratégia Europa Mercê da posição do Comité das Regiões, foi mais fácil à Comissão conseguir que fosse aceite que uma acção sobre mobilidade urbana a nível europeu não colocava em causa a legitimidade fundamental dos eleitos locais de gerirem as questões urbanas, ou seja, não prejudicava o princípio da subsidiariedade. O reforço considerável da dimensão urbana da política de coesão após 2013 (também no âmbito do Quinto Relatório sobre a Política de Coesão da Comissão Europeia) permite financiar mais intensamente as estratégias integradas de desenvolvimento urbano e, nomeadamente, dos planos de mobilidade urbana. Foi elaborado um quadro estratégico comum que reúne todas as intervenções financeiras da União disponíveis para o desenvolvimento da mobilidade urbana. O desenvolvimento sustentável tornou-se um objectivo principal da Estratégia Europa 2020, no qual se concentrará o essencial dos fundos estruturais após 2013.

12 Estratégia Europa 2020 Tendo em conta a experiência negativa com a Estratégia de Lisboa durante a última década, o CR, em 2010, envidou esforços para assegurar que a estratégia da UE para o seguimento da Agenda de Lisboa, a Estratégia Europa 2020, não cometerá os mesmos erros do passado. O CR esteve presente nas diferentes fases institucionais do estabelecimento da nova Estratégia Europa 2020, através da adopção de três pareceres e resoluções importantes. Os relatores e o presidente do CR multiplicaram os seus contactos com o Parlamento Europeu, a Comissão e o Conselho para dar um seguimento político aos pareceres e conseguir que eles tivessem impacto político. Já em Dezembro de 2009, o CR adoptou um parecer sobre O futuro da Estratégia de Lisboa após 2010 (CdR 25/2009), elaborado pela relatora Christine Chapman (UK-PSE). Em 10 de Junho de 2010, o CR votou uma resolução sobre uma Maior participação dos órgãos de poder local e regional na Estratégia Europa 2020 (CdR199/2010 fin). Por fim e a pedido da Presidência belga do Conselho da UE, em 5 de Outubro de 2010, o CR elaborou um parecer sobre o Contributo da Política de Coesão para a Estratégia Europa 2020 (CdR 223/2010 fin), preparado por Michael Schneider (DE-PPE) 14. Estes pareceres e a resolução tiveram bastante impacto político. Tal como mencionado no capítulo 1 1.) Governação a vários níveis e responsabilização dos cidadãos, o CR, através destes pareceres e resoluções, conseguiu estabelecer um entendimento comum entre todas as instituições da UE no que respeita à necessidade de incluir na Estratégia Europa 2020 uma governação sólida a vários níveis. O presidente José Manuel Barroso confirmou esta convicção no Quinto Fórum da Coesão, em Janeiro de 2011, tal como o Parlamento Europeu na sua resolução sobre Boa governação e política regional da UE, adoptada em 14 de Dezembro de Foi integrada na Estratégia Europa 2020 a sugestão do CR de aplicar um leque mais amplo de indicadores e objectivos para o desenvolvimento para além dos indicadores meramente económicos, como o PIB, e abrangendo aspectos de política social e de sustentabilidade. A Comissão, o Conselho e o Parlamento aceitaram o argumento do CR de que a política regional europeia deve ser um instrumento-chave para a implementação da Estratégia Europa O impacto foi destacado, de uma perspectiva política, pelo pedido do Conselho ao CR para elaborar um parecer sobre este tema (Contributo da Política de Coesão para a Estratégia Europa 2020), que constitui a principal contribuição para a reunião informal de ministros responsáveis pela política de coesão, em 22 e 23 de Novembro de A Comissão Europeia adoptou esta mesma linha de orientação no seu Quinto Relatório sobre a Coesão. 14 O impacto do CR nas 7 iniciativas emblemáticas da Estratégia Europa 2020 é analisado mais à frente, nas secções sobre áreas políticas específicas (por exemplo, agenda digital).

13 A ideia dos "pactos territoriais" lançada pelo CR foi retomada pela Comissão Europeia e pelo Parlamento Europeu. O Quinto Relatório sobre a Coesão fala de "contratos" entre Estados-Membros e a Comissão, com a possível participação das regiões. Na sua comunicação sobre a revisão do orçamento da UE, a Comissão Europeia também fez referência aos pactos territoriais como um mecanismo para a execução da Estratégia Europa O Parlamento Europeu, na resolução de 14 de Dezembro de 2010 sobre a boa governação no domínio da política regional da UE, salientou a importância dos pactos territoriais para "estimular as regiões e cidades a contribuírem para a realização com êxito dos objectivos da Estratégia da UE para 2020". O presidente José Manuel Barroso, durante a sua intervenção na reunião plenária do Comité das Regiões em Dezembro de 2010, solicitou a ajuda do CR para incentivar os Estados- Membros a criarem "pactos territoriais". 4. Direitos fundamentais, inclusão social e saúde 4.1 Direitos fundamentais Estratégia da UE sobre os direitos da criança Durante o primeiro ano do Tratado de Lisboa e das novas regras sobre os direitos fundamentais da UE, o CR deu especial importância do reforço da visibilidade das responsabilidades e das necessidades dos poderes locais e regionais neste âmbito. Através do seu parecer de iniciativa sobre Cooperação Local e Regional para a Protecção dos Direitos da Criança na União Europeia (CdR54/2010), apresentado pelo relator Arnoldas Abramavičus (LT-PPE), o Comité influenciou o desenvolvimento da Estratégia Europeia dos Direitos da Criança ( ) no sentido de ela responder melhor às necessidades dos órgãos de poder local e regional. Em Dezembro de 2010, o relator foi convidado a presidir a uma sessão da Conferência Anual dos Direitos Fundamentais, co-organizada pela Agência dos Direitos Fundamentais da UE, a Comissão Europeia e a Presidência do Conselho Europeu. Devido ao parecer do CR, a Comissão Europeia decidiu rever os mecanismos que asseguram a representação de todas as partes interessadas no desenvolvimento e aplicação da estratégia com o objectivo principal de apoiar de forma mais efectiva os Estados-Membros e os órgãos de poder local e regional no desenvolvimento e aplicação de políticas em matéria de direitos da criança; desenvolver mais os indicadores relacionados com os Direitos da Criança introduzidos pela Agência dos Direitos Fundamentais, para que sejam mais eficazes para os Estados-Membros e órgãos de poder local e regional; responder às necessidades das crianças "vulneráveis", como, por exemplo, as crianças da rua, as crianças não registadas, os menores requerentes de asilo não acompanhados ou os menores

14 detidos, como sendo uma das prioridades da Estratégia da UE para os Direitos da Criança. convidar o CR a nomear um membro permanente para o Comité de Direcção do Fórum Europeu dos Direitos da Criança. 4.2 Inclusão social e saúde 2010 foi o Ano Europeu de Luta Contra a Pobreza e a Exclusão Social. Nos três pareceres principais, o CR reforçou a sua imagem no que respeita às políticas sociais e de saúde e pôs em evidência o papel dos órgãos de poder local e regional nestes domínios. A situação dos sem-abrigo No seu parecer de iniciativa sobre a Luta contra a condição de sem-abrigo (CdR 18/2010), elaborado pelo relator Tore Hult (SE-PPE), o CR destacou o papel importante que os órgãos de poder local e regional desempenham no tratamento de temas relacionados com a política de habitação e a integração social. A iniciativa emblemática da Comissão Europeia sobre a Plataforma Europeia Contra a Pobreza 15 incluiu vários pontos de vista deste parecer do CR. A Comissão Europeia reconhece o papel fulcral do CR no envolvimento dos órgãos de poder local e regional no combate à pobreza. No documento final da Plataforma Europeia contra a Pobreza e a Exclusão Social, a Comissão Europeia reconhece que os sem-abrigo e a exclusão social representam uma das formas mais extremas de pobreza e carências materiais. A UE deve tratar os sem-abrigo e a exclusão social também sob a sua perspectiva territorial. A dimensão territorial da pobreza é especialmente importante, na medida em que as "pessoas muito pobres" estão geralmente concentradas em regiões específicas ou em zonas de ainda menor dimensão; sublinha que o papel dos órgãos de poder local e regional na luta contra a condição de sem-abrigo é essencial e que deve ser apoiado pela UE. Envelhecimento demográfico na UE O CR imprimiu especial relevância ao envelhecimento activo e saudável e, consequentemente, a inclusão social da população envelhecida no seu parecer sobre Gerir o impacto do envelhecimento da população na UE (Relatório sobre o Envelhecimento Demográfico 2009), elaborado pelo 15 Plataforma Europeia contra a Pobreza e a Exclusão Social: um quadro europeu para a coesão social e territorial COM(2010) 758 final.

Orientações para as políticas de emprego

Orientações para as políticas de emprego C 87 E/94 Jornal Oficial da União Europeia 1.4.2010 23. Considera que, com a liderança da UE no provimento de apoio financeiro e técnico aos países em desenvolvimento, as probabilidades de sucesso nas

Leia mais

Desenvolvimento das relações entre o Parlamento Europeu e os parlamentos nacionais no quadro do Tratado de Lisboa

Desenvolvimento das relações entre o Parlamento Europeu e os parlamentos nacionais no quadro do Tratado de Lisboa C 212 E/94 Jornal Oficial da União Europeia 5.8.2010 Desenvolvimento das relações entre o Parlamento Europeu e os parlamentos nacionais no quadro do Tratado de Lisboa P6_TA(2009)0388 Resolução do Parlamento

Leia mais

PARLAMENTO EUROPEU. Documento de sessão 30.11.2007 B6-0000/2007 PROPOSTA DE RESOLUÇÃO

PARLAMENTO EUROPEU. Documento de sessão 30.11.2007 B6-0000/2007 PROPOSTA DE RESOLUÇÃO PARLAMENTO EUROPEU 2004 Documento de sessão 2009 30.11.2007 B6-0000/2007 PROPOSTA DE RESOLUÇÃO apresentada na sequência da pergunta com pedido de resposta oral B6-0000/2007 nos termos do nº 5 do artigo

Leia mais

Relatório da. Avaliação intercalar da execução do Plano de Acção da UE para as Florestas Contrato de Serviço N.º 30-CE-0227729/00-59.

Relatório da. Avaliação intercalar da execução do Plano de Acção da UE para as Florestas Contrato de Serviço N.º 30-CE-0227729/00-59. Relatório da Avaliação intercalar da execução do Plano de Acção da UE para as Florestas Contrato de Serviço N.º 30-CE-0227729/00-59 Resumo Novembro de 2009 Avaliação intercalar da execução do Plano de

Leia mais

(2006/C 297/02) considerando o seguinte: constatando que:

(2006/C 297/02) considerando o seguinte: constatando que: C 297/6 Resolução do Conselho e dos Representantes Governos dos Estados-Membros, reunidos no Conselho, relativa à realização dos objectivos comuns em matéria de participação e informação dos jovens para

Leia mais

Falar a uma só voz: Definir e defender o interesse europeu

Falar a uma só voz: Definir e defender o interesse europeu SPEECH/10/21 José Manuel Durão Barroso Presidente da Comissão Europeia Falar a uma só voz: Definir e defender o interesse europeu Sessão plenária do PE: votação do novo Colégio Bruxelas, 9 de Fevereiro

Leia mais

22.1.2010 Jornal Oficial da União Europeia L 17/43

22.1.2010 Jornal Oficial da União Europeia L 17/43 22.1.2010 Jornal Oficial da União Europeia L 17/43 IV (Actos adoptados, antes de 1 de Dezembro de 2009, em aplicação do Tratado CE, do Tratado da UE e do Tratado Euratom) DECISÃO DO CONSELHO de 27 de Novembro

Leia mais

(Resoluções, recomendações e pareceres) RESOLUÇÕES CONSELHO

(Resoluções, recomendações e pareceres) RESOLUÇÕES CONSELHO 19.12.2007 C 308/1 I (Resoluções, recomendações e pareceres) RESOLUÇÕES CONSELHO RESOLUÇÃO DO CONSELHO de 5 de Dezembro de 2007 sobre o seguimento do Ano Europeu da Igualdade de Oportunidades para Todos

Leia mais

EFIÊNCIA DOS RECURSOS E ESTRATÉGIA ENERGIA E CLIMA

EFIÊNCIA DOS RECURSOS E ESTRATÉGIA ENERGIA E CLIMA INTRODUÇÃO Gostaria de começar por agradecer o amável convite para participar neste debate e felicitar os organizadores pela importância desta iniciativa. Na minha apresentação irei falar brevemente da

Leia mais

Instituições europeias

Instituições europeias Envelhecer com Prazer Rua Mariana Coelho, nº 7, 1º E 2900-486 Setúbal Portugal Tel: +351 265 548 128 Tlm: 96 938 3068 E-mail: envelhecimentos@gmail.com www.envelhecer.org Instituições europeias Inês Luz

Leia mais

PROJETO DE RELATÓRIO

PROJETO DE RELATÓRIO PARLAMENTO EUROPEU 2014-2019 Comissão do Emprego e dos Assuntos Sociais 2014/2255(INI) 5.5.2015 PROJETO DE RELATÓRIO relativo ao Relatório sobre a implementação, os resultados e a avaliação global do Ano

Leia mais

PROJECTO DE ORÇAMENTO RECTIFICATIVO N.º 6 AO ORÇAMENTO GERAL DE 2010

PROJECTO DE ORÇAMENTO RECTIFICATIVO N.º 6 AO ORÇAMENTO GERAL DE 2010 COMISSÃO EUROPEIA Bruxelas, 17.6.2010 COM(2010) 315 final PROJECTO DE ORÇAMENTO RECTIFICATIVO N.º 6 AO ORÇAMENTO GERAL DE 2010 MAPA DE RECEITAS E DE DESPESAS POR SECÇÃO Secção II Conselho Europeu e Conselho

Leia mais

PROJETO DE RELATÓRIO

PROJETO DE RELATÓRIO Parlamento Europeu 2014-2019 Comissão do Desenvolvimento Regional 2014/2247(INI) 18.6.2015 PROJETO DE RELATÓRIO sobre a política de coesão e as comunidades marginalizadas (2014/2247(INI)) Comissão do Desenvolvimento

Leia mais

O Futuro dos Programas Europeus de Ciência e Inovação Maria da Graça a Carvalho

O Futuro dos Programas Europeus de Ciência e Inovação Maria da Graça a Carvalho O Futuro dos Programas Europeus de Ciência e Inovação Maria da Graça a Carvalho Workshop sobre Políticas de Investigação no Ensino Superior Universidade da Beira Interior 2 Junho 2011 Índice Estratégia

Leia mais

Tendo em conta o Tratado que institui a Comunidade Europeia, e, nomeadamente, o n. o 1 do seu artigo 175. o,

Tendo em conta o Tratado que institui a Comunidade Europeia, e, nomeadamente, o n. o 1 do seu artigo 175. o, L 197/30 PT Jornal Oficial das Comunidades Europeias 21.7.2001 DIRECTIVA 2001/42/CE DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO de 27 de Junho de 2001 relativa à avaliação dos efeitos de determinados planos e

Leia mais

PE-CONS 3619/3/01 REV 3

PE-CONS 3619/3/01 REV 3 PE-CONS 3619/3/01 REV 3 relativa à avaliação dos efeitos de determinados planos e programas no ambiente O PARLAMENTO EUROPEU E O CONSELHO DA UNIÃO EUROPEIA, Tendo em conta o Tratado que institui a Comunidade

Leia mais

PARLAMENTO EUROPEU E CONSELHO

PARLAMENTO EUROPEU E CONSELHO 27.4.2001 PT Jornal Oficial das Comunidades Europeias L 118/41 II (Actos cuja publicação não é uma condição da sua aplicabilidade) PARLAMENTO EUROPEU E CONSELHO RECOMENDAÇÃO DO PARLAMENTO EUROPEU E DO

Leia mais

PROJETO DE RELATÓRIO

PROJETO DE RELATÓRIO PARLAMENTO EUROPEU 2009-2014 Comissão do Desenvolvimento Regional 11.1.2012 2011/2195(INI) PROJETO DE RELATÓRIO sobre o papel da política de coesão nas regiões ultraperiféricas da União Europeia no contexto

Leia mais

Conselho Local de Acção Social De Vila Nova de Cerveira

Conselho Local de Acção Social De Vila Nova de Cerveira Conselho Local de Acção Social De Vila Nova de Cerveira REGULAMENTO INTERNO INTRODUÇÃO A rede social é uma plataforma de articulação de diferentes parceiros públicos e privados que tem por objectivos combater

Leia mais

CONSELHO DA UNIÃO EUROPEIA. Bruxelas, 22 de Julho de 2004 (08.11) (OR. en) 11636/04 Dossier interinstitucional: 2004/0165 COD

CONSELHO DA UNIÃO EUROPEIA. Bruxelas, 22 de Julho de 2004 (08.11) (OR. en) 11636/04 Dossier interinstitucional: 2004/0165 COD CONSELHO DA UNIÃO EUROPEIA Bruxelas, 22 de Julho de 2004 (08.11) (OR. en) 11636/04 Dossier interinstitucional: 2004/0165 COD FSTR 17 SOC 367 CADREFIN 22 PROPOSTA Origem: Comissão Europeia Data: 16 de Julho

Leia mais

CICLO DE CONFERÊNCIAS "25 ANOS DE PORTUGAL NA UE"

CICLO DE CONFERÊNCIAS 25 ANOS DE PORTUGAL NA UE Boletim Informativo n.º 19 Abril 2011 CICLO DE CONFERÊNCIAS "25 ANOS DE PORTUGAL NA UE" A Câmara Municipal de Lamego no âmbito de atuação do Centro de Informação Europe Direct de Lamego está a promover

Leia mais

ESTATUTO DA ASSEMBLEIA PARLAMENTAR DA COMUNIDADE DOS PAÍSES DE LÍNGUA PORTUGUESA

ESTATUTO DA ASSEMBLEIA PARLAMENTAR DA COMUNIDADE DOS PAÍSES DE LÍNGUA PORTUGUESA ESTATUTO DA ASSEMBLEIA PARLAMENTAR DA COMUNIDADE DOS PAÍSES DE LÍNGUA PORTUGUESA Nós, representantes democraticamente eleitos dos Parlamentos de Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné- Bissau, Moçambique, Portugal,

Leia mais

Jornal Oficial da União Europeia. (Actos cuja publicação é uma condição da sua aplicabilidade)

Jornal Oficial da União Europeia. (Actos cuja publicação é uma condição da sua aplicabilidade) 18.3.2004 L 80/1 I (Actos cuja publicação é uma condição da sua aplicabilidade) REGULAMENTO (CE) N. o 491/2004 DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO de 10 de Março de 2004 que estabelece um programa de assistência

Leia mais

Programa de trabalho da Presidência Portuguesa para o Conselho Ecofin

Programa de trabalho da Presidência Portuguesa para o Conselho Ecofin Programa de trabalho da Presidência Portuguesa para o Conselho Ecofin A Presidência Portuguesa na área dos Assuntos Económicos e Financeiros irá centrar-se na prossecução de três grandes objectivos, definidos

Leia mais

REDES TRANSEUROPEIAS ORIENTAÇÕES

REDES TRANSEUROPEIAS ORIENTAÇÕES REDES TRANSEUROPEIAS ORIENTAÇÕES O Tratado sobre o Funcionamento da União Europeia (TFUE) mantém as redes transeuropeias (RTE) nos domínios dos transportes, da energia e das telecomunicações, mencionadas

Leia mais

3. PRINCIPAIS TEMÁTICAS E CARACTERÍSTICAS DE ORGANIZAÇÃO DOS OPEN DAYS 2008

3. PRINCIPAIS TEMÁTICAS E CARACTERÍSTICAS DE ORGANIZAÇÃO DOS OPEN DAYS 2008 1. INTRODUÇÃO Em apenas 5 anos os OPEN DAYS Semana Europeia das Regiões e Cidades tornaram-se um evento de grande importância para a demonstração da capacidade das regiões e das cidades na promoção do

Leia mais

POLÍTICA COMUM DE SEGURANÇA E DEFESA

POLÍTICA COMUM DE SEGURANÇA E DEFESA POLÍTICA COMUM DE SEGURANÇA E DEFESA Parte integrante da Política Externa e de Segurança Comum (PESC) da União Europeia, a Política Comum de Segurança e Defesa (PCSD) abrange as operações militares e as

Leia mais

COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS. Proposta de DIRECTIVA DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO

COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS. Proposta de DIRECTIVA DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS Bruxelas, 3.8.2005 COM(2005) 361 final 2005/0147 (COD) Proposta de DIRECTIVA DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO que revoga a Directiva 90/544/CEE do Conselho relativa

Leia mais

EUROPA 2020 e o QUADRO FINANCEIRO APÓS S 2013. Maria da Graça a Carvalho Ovibeja 6 Maio 2011

EUROPA 2020 e o QUADRO FINANCEIRO APÓS S 2013. Maria da Graça a Carvalho Ovibeja 6 Maio 2011 EUROPA 2020 e o QUADRO FINANCEIRO APÓS S 2013 Maria da Graça a Carvalho Ovibeja 6 Maio 2011 Futuro Orçamento da UE A União Europeia toma decisões diárias que têm um impacto directo sobre as vidas de 500

Leia mais

O PARLAMENTO EUROPEU E O CONSELHO DA UNIÃO EUROPEIA, Tendo em conta o Tratado que institui a Comunidade Europeia, nomeadamente o artigo 179.

O PARLAMENTO EUROPEU E O CONSELHO DA UNIÃO EUROPEIA, Tendo em conta o Tratado que institui a Comunidade Europeia, nomeadamente o artigo 179. REGULAMENTO (CE) N.º 806/2004 DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO de 21 de Abril de 2004 relativo à promoção da igualdade entre homens e mulheres na cooperação para o desenvolvimento O PARLAMENTO EUROPEU

Leia mais

PARLAMENTO EUROPEU DECLARAÇÃO ESCRITA

PARLAMENTO EUROPEU DECLARAÇÃO ESCRITA Documentos sobre o Ano Europeu do Voluntariado PARLAMENTO EUROPEU DECLARAÇÃO ESCRITA apresentada nos termos do artigo 116.º do Regimento por Marian Harkin, Gisela Kallenbach, Emmanouil Angelakas, Mieczysław

Leia mais

Estatutos da. Comunidade dos Países de Língua Portuguesa

Estatutos da. Comunidade dos Países de Língua Portuguesa Estatutos da (com revisões de São Tomé/2001, Brasília/2002, Luanda/2005 e Bissau/2006) Artigo 1º (Denominação) A, doravante designada por CPLP, é o foro multilateral privilegiado para o aprofundamento

Leia mais

C 192/10 Jornal Oficial da União Europeia 1.7.2011

C 192/10 Jornal Oficial da União Europeia 1.7.2011 C 192/10 Jornal Oficial da União Europeia 1.7.2011 Parecer do Comité das Regiões sobre a política de desenvolvimento da UE ao serviço do crescimento inclusivo e do desenvolvimento sustentável Melhoria

Leia mais

Estatutos da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa

Estatutos da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa Estatutos da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (com revisões de São Tomé/2001, Brasília/2002, Luanda/2005, Bissau/2006 e Lisboa/2007) Artigo 1º (Denominação) A Comunidade dos Países de Língua

Leia mais

O CONSELHO DA UNIÃO EUROPEIA E OS REPRESENTANTES DOS GOVERNOS DOS ESTADOS-MEMBROS, I. INTRODUÇÃO

O CONSELHO DA UNIÃO EUROPEIA E OS REPRESENTANTES DOS GOVERNOS DOS ESTADOS-MEMBROS, I. INTRODUÇÃO 14.6.2014 PT Jornal Oficial da União Europeia C 183/5 Resolução do Conselho e dos Representantes dos Governos dos Estados Membros, reunidos no Conselho, de 20 de maio de 2014, sobre um Plano de Trabalho

Leia mais

Instituto da Segurança Social, IP

Instituto da Segurança Social, IP Instituto da Segurança Social, IP SUMÁRIO Pobreza e Exclusão Social A Estratégia de Lisboa e o MAC social A Estratégia da Inclusão Activa A Estratégia UE2020 2010: Ano Europeu de Luta Contra a Pobreza

Leia mais

DECISÕES. DECISÃO DO CONSELHO de 21 de Outubro de 2010 relativa às orientações para as políticas de emprego dos Estados-Membros (2010/707/UE)

DECISÕES. DECISÃO DO CONSELHO de 21 de Outubro de 2010 relativa às orientações para as políticas de emprego dos Estados-Membros (2010/707/UE) L 308/46 Jornal Oficial da União Europeia 24.11.2010 DECISÕES DECISÃO DO CONSELHO de 21 de Outubro de 2010 relativa às orientações para as políticas de emprego dos Estados-Membros (2010/707/UE) O CONSELHO

Leia mais

Parecer do Comité das Regiões sobre o tema «Um quadro europeu para as estratégias nacionais de integração dos ciganos até 2020» (2012/C 54/03)

Parecer do Comité das Regiões sobre o tema «Um quadro europeu para as estratégias nacionais de integração dos ciganos até 2020» (2012/C 54/03) 23.2.2012 Jornal Oficial da União Europeia C 54/13 Parecer do Comité das Regiões sobre o tema «Um quadro europeu para as estratégias nacionais de integração dos ciganos até 2020» (2012/C 54/03) O COMITÉ

Leia mais

CONSELHO DA UNIÃO EUROPEIA. Bruxelas, 25 de Maio de 2007 (04.06) (OR. en) 10037/07 RECH 153 COMPET 165 ENV 292 COSDP 443 TRANS 185

CONSELHO DA UNIÃO EUROPEIA. Bruxelas, 25 de Maio de 2007 (04.06) (OR. en) 10037/07 RECH 153 COMPET 165 ENV 292 COSDP 443 TRANS 185 CONSELHO DA UNIÃO EUROPEIA Bruxelas, 25 de Maio de 2007 (04.06) (OR. en) 10037/07 RECH 153 COMPET 165 ENV 292 COSDP 443 TRANS 185 NOTA de: Secretariado-Geral n.º doc. Com.: 9052/07 RECH 115 COMPET 115

Leia mais

II Fórum Português da Responsabilidade das Organizações

II Fórum Português da Responsabilidade das Organizações II Fórum Português da Responsabilidade das Organizações O Futuro é hoje: visões e atitudes para um Portugal sustentável Introdução 1.Sustentabilidade e Responsabilidade Social; 2. O Desenvolvimento Sustentável;

Leia mais

O presente anúncio no sítio web do TED: http://ted.europa.eu/udl?uri=ted:notice:215101-2013:text:pt:html

O presente anúncio no sítio web do TED: http://ted.europa.eu/udl?uri=ted:notice:215101-2013:text:pt:html 1/8 O presente anúncio no sítio web do TED: http://ted.europa.eu/udl?uri=ted:notice:215101-2013:text:pt:html Bélgica-Bruxelas: Apoio no âmbito do trabalho preparatório de medidas de conceção ecológica

Leia mais

PARLAMENTO EUROPEU PROJECTO DE PARECER. Comissão dos Orçamentos PROVISÓRIO 2002/0211(COD) 13 de Janeiro de 2003. da Comissão dos Orçamentos

PARLAMENTO EUROPEU PROJECTO DE PARECER. Comissão dos Orçamentos PROVISÓRIO 2002/0211(COD) 13 de Janeiro de 2003. da Comissão dos Orçamentos PARLAMENTO EUROPEU 1999 Comissão dos Orçamentos 2004 PROVISÓRIO 2002/0211(COD) 13 de Janeiro de 2003 PROJECTO DE PARECER da Comissão dos Orçamentos destinado à Comissão da Indústria, do Comércio Externo,

Leia mais

Fundos Comunitários. geridos pela Comissão Europeia. M. Patrão Neves. www.mpatraoneves.pt. www.mpatraoneves.pt. www.mpatraoneves.

Fundos Comunitários. geridos pela Comissão Europeia. M. Patrão Neves. www.mpatraoneves.pt. www.mpatraoneves.pt. www.mpatraoneves. Fundos Comunitários geridos pela Comissão Europeia M. Patrão Neves Fundos comunitários: no passado Dependemos, de forma vital, dos fundos comunitários, sobretudo porque somos um dos países da coesão (e

Leia mais

SEGUNDO PILAR DA PAC: A POLÍTICA DE DESENVOLVIMENTO RURAL

SEGUNDO PILAR DA PAC: A POLÍTICA DE DESENVOLVIMENTO RURAL SEGUNDO PILAR DA PAC: A POLÍTICA DE DESENVOLVIMENTO RURAL A última reforma da política agrícola comum (PAC) manteve a estrutura em dois pilares desta política, continuando o desenvolvimento rural a representar

Leia mais

Comissão europeia - Ficha informativa

Comissão europeia - Ficha informativa Comissão europeia - Ficha informativa Perguntas e respostas sobre a Comunicação da Comissão Europeia: Protocolo de Paris Um roteiro para o combate às alterações climáticas ao nível mundial para além de

Leia mais

A Nossa Perspectiva Comum. Os Nossos Desafios. As Nossas Responsabilidades. A Nossa Resposta: Os Compromissos de Aalborg

A Nossa Perspectiva Comum. Os Nossos Desafios. As Nossas Responsabilidades. A Nossa Resposta: Os Compromissos de Aalborg AALBORG+10 Inspirando o Futuro Versão Portuguesa: Prof. Doutor João Farinha e Dr.ª Lurdes Poeira, participantes na Conferência, com colaboração da Eng.ª Graciete Silva. A Nossa Perspectiva Comum Nós, Autoridades

Leia mais

Parecer do Comité das Regiões sobre a «Plataforma Europeia contra a pobreza e a exclusão social» (2011/C 166/04)

Parecer do Comité das Regiões sobre a «Plataforma Europeia contra a pobreza e a exclusão social» (2011/C 166/04) C 166/18 Jornal Oficial da União Europeia 7.6.2011 Parecer do Comité das Regiões sobre a «Plataforma Europeia contra a pobreza e a exclusão social» (2011/C 166/04) O COMITÉ DAS REGIÕES reconhece que a

Leia mais

O ENVOLVIMENTO DOS TRABALHADORES NA ASSOCIAÇÃO EUROPEIA

O ENVOLVIMENTO DOS TRABALHADORES NA ASSOCIAÇÃO EUROPEIA PARECER SOBRE O ENVOLVIMENTO DOS TRABALHADORES NA ASSOCIAÇÃO EUROPEIA (Proposta de Regulamento sobre o Estatuto da AE e Proposta de Directiva que completa o estatuto da AE no que se refere ao papel dos

Leia mais

Convenção Europeia da Paisagem Florença 20.X.2000

Convenção Europeia da Paisagem Florença 20.X.2000 Convenção Europeia da Paisagem Florença 20.X.2000 Preâmbulo Os membros do Conselho da Europa signatários da presente Convenção, Considerando que o objectivo do Conselho da Europa é alcançar uma maior unidade

Leia mais

As mulheres e a liderança empresarial

As mulheres e a liderança empresarial C 33 E/134 Jornal Oficial da União Europeia 5.2.2013 Relações internacionais 54. Solicita à Comissão e aos Estados-Membros que trabalhem juntamente com a Organização da Aviação Civil Internacional (OACI)

Leia mais

[COM(2003) 650 final] (2004/C 110/08)

[COM(2003) 650 final] (2004/C 110/08) Parecer do Comité Económico e Social Europeu sobre a «Proposta da Comunicação da Comissão ao Conselho, ao Parlamento Europeu, ao Comité Económico e Social Europeu e ao Comité das Regiões Igualdade de oportunidades

Leia mais

CONSELHO EUROPEU Bruxelas, 14 de março de 2013 (OR. en)

CONSELHO EUROPEU Bruxelas, 14 de março de 2013 (OR. en) CONSELHO EUROPEU Bruxelas, 14 de março de 2013 (OR. en) EUCO 23/13 CO EUR 3 CONCL 2 NOTA DE ENVIO de: Secretariado-Geral do Conselho para: Delegações Assunto: CONSELHO EUROPEU 14/15 de março de 2013 CONCLUSÕES

Leia mais

PARLAMENTO EUROPEU. Comissão dos Transportes e do Turismo PROJECTO DE RELATÓRIO

PARLAMENTO EUROPEU. Comissão dos Transportes e do Turismo PROJECTO DE RELATÓRIO PARLAMENTO EUROPEU 2004 2009 Comissão dos Transportes e do Turismo 2008/2136(INI) 1.12.2008 PROJECTO DE RELATÓRIO sobre o desenvolvimento de um Espaço de Aviação Comum com Israel (2008/2136(INI)) Comissão

Leia mais

REU IÃO I FORMAL DOS CHEFES DE ESTADO E DE GOVER O DE 7 DE OVEMBRO VERSÃO APROVADA

REU IÃO I FORMAL DOS CHEFES DE ESTADO E DE GOVER O DE 7 DE OVEMBRO VERSÃO APROVADA Bruxelas, 7 de ovembro de 2008 REU IÃO I FORMAL DOS CHEFES DE ESTADO E DE GOVER O DE 7 DE OVEMBRO VERSÃO APROVADA 1. A unidade dos Chefes de Estado e de Governo da União Europeia para coordenar as respostas

Leia mais

Decreto n.º 4/2005 Convenção Europeia da Paisagem, feita em Florença em 20 de Outubro de 2000

Decreto n.º 4/2005 Convenção Europeia da Paisagem, feita em Florença em 20 de Outubro de 2000 Decreto n.º 4/2005 Convenção Europeia da Paisagem, feita em Florença em 20 de Outubro de 2000 Considerando fundamental, para alcançar o desenvolvimento sustentável, o estabelecimento de uma relação equilibrada

Leia mais

ALIANÇA ESTRATÉGICA DA SAÚDE E AMBIENTE PARA A IMPLEMENTAÇÃO DA DECLARAÇÃO DE LIBREVILLE

ALIANÇA ESTRATÉGICA DA SAÚDE E AMBIENTE PARA A IMPLEMENTAÇÃO DA DECLARAÇÃO DE LIBREVILLE ALIANÇA ESTRATÉGICA DA SAÚDE E AMBIENTE PARA A IMPLEMENTAÇÃO DA DECLARAÇÃO DE LIBREVILLE Projecto IMCHE/2/CP2 1 ALIANÇA ESTRATÉGICA DA SAÚDE E AMBIENTE PARA A IMPLEMENTAÇÃO DA DECLARAÇÃO DE LIBREVILLE

Leia mais

ALIANÇA ESTRATÉGICA DA SAÚDE E AMBIENTE PARA A IMPLEMENTAÇÃO DA DECLARAÇÃO DE LIBREVILLE

ALIANÇA ESTRATÉGICA DA SAÚDE E AMBIENTE PARA A IMPLEMENTAÇÃO DA DECLARAÇÃO DE LIBREVILLE ALIANÇA ESTRATÉGICA DA SAÚDE E AMBIENTE PARA A IMPLEMENTAÇÃO DA DECLARAÇÃO DE LIBREVILLE Adoptada pelos Ministros da Saúde e Ministros do Ambiente na Segunda Conferência Interministerial sobre Saúde e

Leia mais

PARLAMENTO EUROPEU. Comissão do Mercado Interno e da Protecção dos Consumidores PROJECTO DE RELATÓRIO

PARLAMENTO EUROPEU. Comissão do Mercado Interno e da Protecção dos Consumidores PROJECTO DE RELATÓRIO PARLAMENTO EUROPEU 2004 2009 Comissão do Mercado Interno e da Protecção dos Consumidores 2007/2189(INI) 19.12.2007 PROJECTO DE RELATÓRIO sobre a estratégia da UE para a política de consumidores 2007-2013

Leia mais

REDE LUTA CONTRA POBREZA URBANA RLCPU PLANO ESTRATÉGICO,2015-2017

REDE LUTA CONTRA POBREZA URBANA RLCPU PLANO ESTRATÉGICO,2015-2017 REDE LUTA CONTRA POBREZA URBANA RLCPU PLANO ESTRATÉGICO,2015-2017 Adão Augusto, Consultor 12-02-2015 1. Contextualização. Os projectos sociais fazem parte de um sistema complexo de relações que envolvem

Leia mais

Tendo em conta a Proposta de regulamento do Conselho, de 8 de fevereiro de 2012, relativo ao Estatuto da Fundação Europeia (FE) (COM(2012)0035),

Tendo em conta a Proposta de regulamento do Conselho, de 8 de fevereiro de 2012, relativo ao Estatuto da Fundação Europeia (FE) (COM(2012)0035), P7_TA-PROV(2012)0429 Iniciativa de Empreendedorismo Social Resolução do Parlamento Europeu, de 20 de novembro de 2012, sobre a Iniciativa de Empreendedorismo Social - Construir um ecossistema para promover

Leia mais

C 213/20 Jornal Oficial da União Europeia 6.8.2010

C 213/20 Jornal Oficial da União Europeia 6.8.2010 C 213/20 Jornal Oficial da União Europeia 6.8.2010 COMISSÃO ADMINISTRATIVA PARA A COORDENAÇÃO DOS SISTEMAS DE SEGURANÇA SOCIAL Estatutos da Comissão Administrativa para a Coordenação dos Sistemas de Segurança

Leia mais

Resolução do Parlamento Europeu, de 19 de Fevereiro de 2009, sobre a economia social (2008/2250(INI)) O Parlamento Europeu,

Resolução do Parlamento Europeu, de 19 de Fevereiro de 2009, sobre a economia social (2008/2250(INI)) O Parlamento Europeu, Resolução do Parlamento Europeu, de 19 de Fevereiro de 2009, sobre a economia social (2008/2250(INI)) O Parlamento Europeu, Tendo em conta os artigos 3.º, 48.º, 125.º a 130.º e 136.º do Tratado CE, Tendo

Leia mais

REGULAMENTO DO CONSELHO MUNICIPAL DE SAÚDE. (Aprovado na 23ª Reunião Ordinária de Câmara Municipal, realizada em 21 de Novembro de 2001)

REGULAMENTO DO CONSELHO MUNICIPAL DE SAÚDE. (Aprovado na 23ª Reunião Ordinária de Câmara Municipal, realizada em 21 de Novembro de 2001) REGULAMENTO DO CONSELHO MUNICIPAL DE SAÚDE (Aprovado na 23ª Reunião Ordinária de Câmara Municipal, realizada em 21 de Novembro de 2001) REGULAMENTO DO CONSELHO MUNICIPAL DE SAÚDE (Aprovado na 23ª Reunião

Leia mais

ANTE PROJECTO DA PROPOSTA DE LEI DE BASES DO PLANEAMENTO ECONÓMICO E SOCIAL. CAPITULO I Princípios Gerais e Objectivos.

ANTE PROJECTO DA PROPOSTA DE LEI DE BASES DO PLANEAMENTO ECONÓMICO E SOCIAL. CAPITULO I Princípios Gerais e Objectivos. Nota explicativa O actual quadro jurídico do planeamento económico e social, aprovado pela Lei nº 52/II/85, de 10 de Janeiro, encontra-se desactualizado face à nova realidade jurídica, política, económica

Leia mais

Relatora: Maureen O'NEILL

Relatora: Maureen O'NEILL C 248/130 Jornal Oficial da União Europeia 25.8.2011 Parecer do Comité Económico e Social Europeu sobre a «Comunicação da Comissão ao Parlamento Europeu, ao Conselho, ao Comité Económico e Social Europeu

Leia mais

DECLARAÇÃO DE HANÔVER

DECLARAÇÃO DE HANÔVER DECLARAÇÃO DE HANÔVER de Presidentes de Câmara de Municípios Europeus na Viragem do Século XXI (versão traduzida do texto original em Inglês, de 11 de Fevereiro de 2000, pelo Centro de Estudos sobre Cidades

Leia mais

Tendo em conta o Tratado que institui a Comunidade Europeia e, nomeadamente, o n. o 1 do seu artigo 175. o,

Tendo em conta o Tratado que institui a Comunidade Europeia e, nomeadamente, o n. o 1 do seu artigo 175. o, 25.6.2003 L 156/17 DIRECTIVA 2003/35/CE DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO de 26 de Maio de 2003 que estabelece a participação do público na elaboração de certos planos e programas relativos ao ambiente

Leia mais

CÂMARA MUNICIPAL DE ALCOCHETE REGULAMENTO INTERNO DO CONSELHO LOCAL DE ACÇÃO SOCIAL

CÂMARA MUNICIPAL DE ALCOCHETE REGULAMENTO INTERNO DO CONSELHO LOCAL DE ACÇÃO SOCIAL CÂMARA MUNICIPAL DE ALCOCHETE REGULAMENTO INTERNO DO CONSELHO LOCAL DE ACÇÃO SOCIAL CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS Artigo 1.º Denominação, Sede e Âmbito 1. O Conselho Local de Acção Social do Concelho de

Leia mais

PARLAMENTO EUROPEU. Comissão do Desenvolvimento PROJECTO DE PARECER. destinado à Comissão dos Assuntos Externos

PARLAMENTO EUROPEU. Comissão do Desenvolvimento PROJECTO DE PARECER. destinado à Comissão dos Assuntos Externos PARLAMENTO EUROPEU 2004 ««««««««««««Comissão do Desenvolvimento 2009 PROVISÓRIO 2004/2168(INI) 22.2.2005 PROJECTO DE PARECER da Comissão do Desenvolvimento destinado à Comissão dos Assuntos Externos sobre

Leia mais

UMA POLÍTICA EXTERNA AO SERVIÇO DOS INTERESSES DA EUROPA NO DOMÍNIO DA ENERGIA

UMA POLÍTICA EXTERNA AO SERVIÇO DOS INTERESSES DA EUROPA NO DOMÍNIO DA ENERGIA S160/06 UMA POLÍTICA EXTERNA AO SERVIÇO DOS INTERESSES DA EUROPA NO DOMÍNIO DA ENERGIA Documento da Comissão e do SG/AR para o Conselho Europeu FAZER FACE AOS RISCOS EXTERNOS NO DOMÍNIO DA ENERGIA A UE

Leia mais

12. Da discussão e dos seminários, surgiu um consenso sobre as ideias seguintes

12. Da discussão e dos seminários, surgiu um consenso sobre as ideias seguintes Conclusões «Inovação e sustentabilidade ambiental. A inovação e a tecnologia como motor do desenvolvimento sustentável e da coesão social. Uma perspectiva dos governos locais». 1. O Fórum irá estudar,

Leia mais

PROJECTO DE RELATÓRIO

PROJECTO DE RELATÓRIO PARLAMENTO EUROPEU 2004 2009 Comissão da Cultura e da Educação 2007/2253(INI) 7.3.2008 PROJECTO DE RELATÓRIO sobre a concentração e o pluralismo dos meios de comunicação social na União Europeia (2007/2253(INI))

Leia mais

MNE DGAE. Tratado de Lisboa. A Europa rumo ao século XXI

MNE DGAE. Tratado de Lisboa. A Europa rumo ao século XXI Tratado de Lisboa A Europa rumo ao século XXI O Tratado de Lisboa Índice 1. Contextualização 1.1. Porquê um novo Tratado? 1.2. Como surgiu o Tratado de Lisboa? 2. O que mudará com o Tratado de Lisboa?

Leia mais

EUNEDS INTRODUÇÃO FINALIDADE E OBJECTIVOS

EUNEDS INTRODUÇÃO FINALIDADE E OBJECTIVOS EUNEDS INTRODUÇÃO O mandato para desenvolver uma Estratégia para a Educação para o Desenvolvimento Sustentável (EDS) decorre da declaração apresentada pelos ministros do ambiente da CEE/ONU na 5ª Conferência

Leia mais

Complementaridades e coordenação da política de coesão em relação às medidas de desenvolvimento rural

Complementaridades e coordenação da política de coesão em relação às medidas de desenvolvimento rural C 117 E/46 Jornal Oficial da União Europeia 6.5.2010 Intercâmbio de melhores práticas 25. Exorta a Comissão a organizar e a coordenar o intercâmbio de melhores práticas através de uma rede de regiões e

Leia mais

de 24 de Outubro de 2006 que estabelece um Programa Comunitário para o Emprego e a Solidariedade Social Progress

de 24 de Outubro de 2006 que estabelece um Programa Comunitário para o Emprego e a Solidariedade Social Progress 15.11.2006 PT Jornal Oficial da União Europeia L 315/1 I (Actos cuja publicação é uma condição da sua aplicabilidade) DECISÃO N. o 1672/2006/CE DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO de 24 de Outubro de 2006

Leia mais

FONTES DE INFORMAÇÃO EUROPEIA O PORTAL EUROPA, AS BASES DE DADOS E OS PORTAIS MAIS RELEVANTES

FONTES DE INFORMAÇÃO EUROPEIA O PORTAL EUROPA, AS BASES DE DADOS E OS PORTAIS MAIS RELEVANTES FONTES DE INFORMAÇÃO EUROPEIA O PORTAL EUROPA, AS BASES DE DADOS E OS PORTAIS MAIS RELEVANTES Documentação e Informação Europeias na Internet Servidor EUROPA Apresentação da estrutura Pesquisa Eurobookshop

Leia mais

Conclusões do Conselho sobre o critério de referência da mobilidade para a aprendizagem (2011/C 372/08)

Conclusões do Conselho sobre o critério de referência da mobilidade para a aprendizagem (2011/C 372/08) 20.12.2011 Jornal Oficial da União Europeia C 372/31 Conclusões do Conselho sobre o critério de referência da mobilidade para a aprendizagem (2011/C 372/08) O CONSELHO DA UNIÃO EUROPEIA, TENDO EM CONTA

Leia mais

Decreto n.º 45/80 Convenção sobre Poluição Atmosférica Transfronteiras a Longa Distância

Decreto n.º 45/80 Convenção sobre Poluição Atmosférica Transfronteiras a Longa Distância Decreto n.º 45/80 Convenção sobre Poluição Atmosférica Transfronteiras a Longa Distância O Governo decreta, nos termos da alínea c) do artigo 200.º da Constituição, o seguinte: Artigo único. É aprovada,

Leia mais

PROGRAMA DE ACÇÃO COMUNITÁRIO RELATIVO À VIGILÂNCIA DA SAÚDE PROJECTO DE PROGRAMA DE TRABALHO 1998-1999 (Art. 5.2.b da Decisão Nº 1400/97/CE)

PROGRAMA DE ACÇÃO COMUNITÁRIO RELATIVO À VIGILÂNCIA DA SAÚDE PROJECTO DE PROGRAMA DE TRABALHO 1998-1999 (Art. 5.2.b da Decisão Nº 1400/97/CE) PROGRAMA DE ACÇÃO COMUNITÁRIO RELATIVO À VIGILÂNCIA DA SAÚDE PROJECTO DE PROGRAMA DE TRABALHO 1998-1999 (Art. 5.2.b da Decisão Nº 1400/97/CE) 1. INTRODUÇÃO As actividades da União Europeia no domínio da

Leia mais

COMISSÃO. 1. Introdução

COMISSÃO. 1. Introdução COMISSÃO Convite à apresentação de candidaturas para a constituição de uma lista de peritos encarregados de avaliar as propostas recebidas no âmbito do programa eten, projectos de interesse comum no domínio

Leia mais

MEMORANDUM 2014 ELEIÇÕES EUROPEIAS

MEMORANDUM 2014 ELEIÇÕES EUROPEIAS MEMORANDUM 2014 ELEIÇÕES EUROPEIAS A Importância da Economia Social Economia social é uma realidade muito importante na Europa, proporcionando emprego remunerado a mais de 14,5 milhões de europeus que

Leia mais

(Resoluções, recomendações e pareceres) RESOLUÇÕES CONSELHO

(Resoluções, recomendações e pareceres) RESOLUÇÕES CONSELHO 20.12.2011 Jornal Oficial da União Europeia C 372/1 I (Resoluções, recomendações e pareceres) RESOLUÇÕES CONSELHO Resolução do Conselho sobre uma agenda renovada no domínio da educação de adultos (2011/C

Leia mais

CO SELHO DA U IÃO EUROPEIA. Bruxelas, 3 de Outubro de 2011 (06.10) (OR.en) 14552/11 SOC 804 JEU 53 CULT 66. OTA Secretariado-Geral do Conselho

CO SELHO DA U IÃO EUROPEIA. Bruxelas, 3 de Outubro de 2011 (06.10) (OR.en) 14552/11 SOC 804 JEU 53 CULT 66. OTA Secretariado-Geral do Conselho CO SELHO DA U IÃO EUROPEIA Bruxelas, 3 de Outubro de 2011 (06.10) (OR.en) 14552/11 SOC 804 JEU 53 CULT 66 OTA de: Secretariado-Geral do Conselho para: Delegações n.º doc. ant.: 14061/1/11 REV 1 SOC 759

Leia mais

Excelência Senhor presidente da COP 19 Excelências distintos chefes de delegações aqui presentes Minhas senhoras e meus senhores (1)

Excelência Senhor presidente da COP 19 Excelências distintos chefes de delegações aqui presentes Minhas senhoras e meus senhores (1) Excelência Senhor presidente da COP 19 Excelências distintos chefes de delegações aqui presentes Minhas senhoras e meus senhores (1) Permitam que em nome do Governo de Angola e de Sua Excelência Presidente

Leia mais

ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA

ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA Diário da República, 1.ª série N.º 30 10 de fevereiro de 2012 661 ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA Lei n.º 6/2012 de 10 de fevereiro Primeira alteração à Lei n.º 8/2009, de 18 de Fevereiro, que cria o regime jurídico

Leia mais

COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS

COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS Bruxelas, 7.6.2006 COM(2006) 275 final Volume I COMUNICAÇÃO DA COMISSÃO AO CONSELHO, AO PARLAMENTO EUROPEU, AO COMITÉ ECONOMICO E SOCIAL EUROPEU E AO COMITÉ DAS REGIÕES

Leia mais

Actualização da. Preparada pela Comissão Europeia para o Conselho Europeu de Nice 7 e 8 de Dezembro de 2000

Actualização da. Preparada pela Comissão Europeia para o Conselho Europeu de Nice 7 e 8 de Dezembro de 2000 COMUNICAÇÃO DA COMISSÃO AO CONSELHO E AO PARLAMENTO EUROPEU Actualização da Preparada pela Comissão Europeia para o Conselho Europeu de Nice 7 e 8 de Dezembro de 2000 1 1. Introdução Em Dezembro de 1999,

Leia mais

CARTA EUROPEIA DO DESPORTO INTRODUÇÃO

CARTA EUROPEIA DO DESPORTO INTRODUÇÃO CARTA EUROPEIA DO DESPORTO INTRODUÇÃO A Carta Europeia do Desporto do Conselho da Europa é uma declaração de intenção aceite pelos Ministros europeus responsáveis pelo Desporto. A Carta Europeia do Desporto

Leia mais

Documento em construção. Declaração de Aichi-Nagoya

Documento em construção. Declaração de Aichi-Nagoya Documento em construção Declaração de Aichi-Nagoya Declaração da Educação para o Desenvolvimento Sustentável Nós, os participantes da Conferência Mundial da UNESCO para a Educação para o Desenvolvimento

Leia mais

Melhores práticas no domínio da política regional e entraves à utilização dos Fundos Estruturais

Melhores práticas no domínio da política regional e entraves à utilização dos Fundos Estruturais C 117 E/38 Jornal Oficial da União Europeia 6.5.2010 Melhores práticas no domínio da política regional e entraves à utilização dos Fundos Estruturais P6_TA(2009)0156 Resolução do Parlamento Europeu, de

Leia mais

UNIÃO AFRICANA Addis Ababa, Ethiopia P.O. Box 3243 Téléphone: 251115511092 Fax: 251115510154 Site Internet: www.africa-union.org

UNIÃO AFRICANA Addis Ababa, Ethiopia P.O. Box 3243 Téléphone: 251115511092 Fax: 251115510154 Site Internet: www.africa-union.org WG11036 AFRICAN UNION UNION AFRICAINE UNIÃO AFRICANA Addis Ababa, Ethiopia P.O. Box 3243 Téléphone: 251115511092 Fax: 251115510154 Site Internet: www.africa-union.org ANÚNCIO E CONVITE PARA APRESENTAÇÃO

Leia mais

PROJETO de Documento síntese

PROJETO de Documento síntese O Provedor de Justiça INSERIR LOGOS DE OUTRAS ORGANIZAÇÔES Alto Comissariado Direitos Humanos das Nações Unidas (ACNUDH) Provedor de Justiça de Portugal Ministério dos Negócios Estrangeiros de Portugal

Leia mais

DE QUIOTO A CANCÚN A UE NA LIDERANÇA A DAS PREOCUPAÇÕES AMBIENTAIS

DE QUIOTO A CANCÚN A UE NA LIDERANÇA A DAS PREOCUPAÇÕES AMBIENTAIS DE QUIOTO A CANCÚN A UE NA LIDERANÇA A DAS PREOCUPAÇÕES AMBIENTAIS Maria da Graça a Carvalho 5ª Universidade Europa Curia,, 28 Janeiro 2012 Conteúdo da Apresentação A Convenção para as Alterações Climáticas

Leia mais

CÓDIGO DA ÉTICA DESPORTIVA INTRODUÇÃO

CÓDIGO DA ÉTICA DESPORTIVA INTRODUÇÃO CÓDIGO DA ÉTICA DESPORTIVA INTRODUÇÃO O Código da Ética no Desporto do Conselho da Europa para o Fair play no desporto é uma declaração de intenção aceite pelos Ministros europeus responsáveis pelo Desporto.

Leia mais

O BANCO EUROPEU DE INVESTIMENTO

O BANCO EUROPEU DE INVESTIMENTO O BANCO EUROPEU DE INVESTIMENTO O Banco Europeu de Investimento (BEI) promove os objetivos da União Europeia ao prestar financiamento a longo prazo, garantias e aconselhamento a projetos. Apoia projetos,

Leia mais

Estatutos do Conselho de Segurança Alimentar e Nutricional da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CONSAN-CPLP) Preâmbulo

Estatutos do Conselho de Segurança Alimentar e Nutricional da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CONSAN-CPLP) Preâmbulo Estatutos do Conselho de Segurança Alimentar e Nutricional da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CONSAN-CPLP) Preâmbulo Os Estados membros da CPLP - Comunidade dos Países de Língua Portuguesa,

Leia mais

COMUNICADO FINAL. XXIXª Comissão Bilateral Permanente Washington 5 de Maio de 2011

COMUNICADO FINAL. XXIXª Comissão Bilateral Permanente Washington 5 de Maio de 2011 COMUNICADO FINAL XXIXª Comissão Bilateral Permanente Washington 5 de Maio de 2011 Na 29ª reunião da Comissão Bilateral Permanente Portugal-EUA, que se realizou em Washington, a 5 de Maio de 2011, Portugal

Leia mais

Assembleia Parlamentar da União para o Mediterrâneo. II Cimeira de Presidentes de Parlamentos. Lisboa, 11 de maio de 2015

Assembleia Parlamentar da União para o Mediterrâneo. II Cimeira de Presidentes de Parlamentos. Lisboa, 11 de maio de 2015 Assembleia Parlamentar da União para o Mediterrâneo II Cimeira de Presidentes de Parlamentos Lisboa, 11 de maio de 2015 Senhora Presidente da Assembleia da República, Senhores Presidentes, Senhores Embaixadores,

Leia mais