Apresentação Palavra da Diretoria Executiva Projeto Des+envolver Confies Plano de Comunicação...9

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Apresentação... 2. Palavra da Diretoria Executiva...3. 1.Projeto Des+envolver Confies...4. 2. Plano de Comunicação...9"

Transcrição

1 Balanço Anual da Gestão Confies Apresentação... 2 Palavra da Diretoria Executiva...3 Ações estruturadoras: 1.Projeto Des+envolver Confies Plano de Comunicação Estímulo aos Fóruns Regionais...12 Controle inteligente Aproximação com diversas instituições, Coletânea de Entendimentos e Lei Encontro Nacional: 1. Balanço geral Principais temáticas Oficina de Boas Práticas Encontro dos Profissionais Principais resultados e avaliação...21 Perspectivas de atuação e de trabalho para

2 Apresentação A atual gestão do Confies, órgão de representação que visa promover o aprimoramento e a troca de experiências entre suas associadas, bem como defender direitos e prerrogativas comuns a elas, chegou à metade de seu mandato bienal ( ). Transcorrido o ano de 2013, cuja presidência ficou a cargo do Profº Marco Aurelio Crocco, também presidente da Fundep(MG), fez-se necessário elaborar um balanço parcial da gestão no intuito de elencar suas principais atividades. Com a saída de Crocco, a vice-presidente, Profª Suzana Montenegro, assumiu a direção do órgão no início de A gestão tem se baseado em três pilares principais de atuação: diálogo com os órgãos reguladores federais sobre a necessidade de uma legislação específica para fundações de apoio à pesquisa; interlocução com as instituições de fiscalização e controle e difusão de boas práticas de gestão, permitindo o aprimoramento das atividades das associadas. Foram realizadas várias formações, oferecidas para fundações afiliadas que contemplaram todas as regiões do país, visando capacitar os profissionais com temas e conteúdos que contribuam para a prestação de seu serviço, melhor interação entre as afiliadas e troca de experiências. O projeto Des+envolver Confies abordou as legislações aplicáveis às fundações de apoio e contou com a coordenação da Fundep em todas as etapas. Graças à avaliação muito positiva dos participantes, o objetivo é continuar com a iniciativa em 2014, promovendo outros temas formativos. Outra colaboração foi a elaboração e a implementação de um Plano de Comunicação para o Confies. Apesar de seus 25 anos de atuação, o Conselho nunca contou com ações estruturadas e estratégicas nessa área. A principal diretriz do plano é apoiar as atividades da Diretoria Executiva, por meio da publicização, mobilização e integração das instituições associadas, promovendo, ainda, uma pauta positiva no tema fundações. A assessoria de comunicação da Fundep coordenou este trabalho. 2

3 Palavra da Diretoria Suzana Montenegro, Presidente do Confies Vamos dar continuidade às ações desenvolvidas junto às diversas instituições, como o Tribunal de Contas da União, a Controladoria Geral da União, a Advocacia Geral da União, o Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação, Ministério da Educação, Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior, Grupo de Apoio Técnico e Profies. Estamos atuando junto à essas instituições no intuito de tornar mais céleres as atuações das fundações junto às Ifes. Marco Aurélio Crocco, ex-presidente do Confies O Confies é um dos setores mais importantes para o desenvolvimento científico-tecnológico do país. Durante minha gestão, passamos por momentos de aprendizado, de convívio profícuo com os diretores, conselheiros e associados. Tenho a plena convicção de que o Confies seguirá em frente, vencendo os desafios a ele impostos, e prevalecerá a nobre missão das fundações. 3

4 Ações Estruturadoras 1.Des+Envolver Confies Nascido da necessidade de promover a formação e o desenvolvimento dos profissionais que atuam nas fundações de apoio afiliadas ao Confies, o Projeto Des+envolver Confies, ao longo deste primeiro ano, promoveu a troca de conhecimento e interação entre fundações Fiotec, Uniselva e Fadespe, das regiões Sudeste (RJ), Centro-Oeste (MT) e Norte e Nordeste (PA), respectivamente. As ações educacionais objetivam contemplar todas as regiões do país, de forma itinerante. Nas três primeiras turmas (RJ, MT e PA), o projeto buscou identificar as necessidades de formação de cada instituição, de modo que cada afiliada apresentasse suas principais demandas. A primeira formação piloto abordou as legislações aplicáveis às fundações de apoio e foi ministrada pelo Bruno Teatini, advogado especializado em Direito Fundacional. Foram realizadas as seguintes ações de comunicação: Desenvolvido um mini site cursos.confies.org.br que apresentou a ementa, o instrutor, os locais, dicas e informações das cidades, visando oferecer informações para os participantes Newsletters com os dados da formação como ementa, carga horária, instrutor, local de realização, valor e forma de pagamento etc. Os slides do instrutor, apostilas, certificados, crachás, lista de presença e ficha de avaliação dos cursos foram personalizados, buscando criar uma referência com a identidade visual do Projeto Des+envolver Confies. Divulgação: Para a efetividade das newsletters, foram necessários uma pesquisa dos contatos das fundações e um atendimento telefônico personalizado. 4

5 Nessa abordagem, foram apresentadas as informações, bem como atualizado o cadastro e observadas as principais adversidades em relação aos cursos, como o valor das inscrições, o custo total, o curto tempo de realização e a demanda de uma formação mais específica (no caso da Região Sul). Logística e articulação: Foi primordial a parceria com as fundações que receberam os cursos Fiotec, Uniselva e Fadespe que contribuíram com a estrutura de realização: Na região Sudeste, a fundação ofereceu o local e os lanches. No Centro-Oeste, toda a infraestrutura foi abarcada pela Uniselva: local do curso, lanche, almoço para todos os participantes e, além disso, investiu na passagem, translado e hospedagem do instrutor e do apoio Em Belém, foram disponibilizadas a estrutura de realização, lanches e almoço para todos os participantes, bem como translado para o instrutor e o apoio. Avaliações: Rio de Janeiro 4,5 4 3,5 3 2,5 2 1,5 1 0,5 0 Estrutura Geral Conteúdo Instrutor Grau de Satisfação 5

6 ESTRUTURA observa questões do local, organização e coffee break. CONTEÚDO observa a relevância e pertinência do curso, didática de apresentação e abordagem dos temas, carga horária, material didático e aplicabilidade do conteúdo. INSTRUTOR observa o conhecimento e domínio, clareza e objetividade na condução do curso, coerência entre programa do curso e discussão realizada, atendimento e esclarecimento de dúvidas, facilidade de comunicação e atendimento aos participantes. GRAU DE SATISFAÇÃO: Superou a expectativa (3); Atingiu as expectativas (2); Não atendeu as expectativas (1) Cuiabá 4,5 4 3,5 3 2,5 2 1,5 1 0,5 0 Estrutura Geral Conteúdo Instrutor Grau de Satisfação ESTRUTURA observa questões do local, organização e coffee break. CONTEÚDO observa a relevância e pertinência do curso, didática de apresentação e abordagem dos temas, carga horária, material didático e aplicabilidade do conteúdo. INSTRUTOR observa o conhecimento e domínio, clareza e objetividade na condução do curso, coerência entre programa do 6

7 curso e discussão realizada, atendimento e esclarecimento de dúvidas, facilidade de comunicação e atendimento aos participantes. GRAU DE SATISFAÇÃO: Superou a expectativa (3); Atingiu as expectativas (2); Não atendeu as expectativas (1) Belém 4,5 4 3,5 3 2,5 2 1,5 1 0,5 0 Estrutura Geral Conteúdo Instrutor Grau de Satisfação ESTRUTURA observa questões do local, organização e coffee break. CONTEÚDO observa a relevância e pertinência do curso, didática de apresentação e abordagem dos temas, carga horária, material didático e aplicabilidade do conteúdo. INSTRUTOR observa o conhecimento e domínio, clareza e objetividade na condução do curso, coerência entre programa do curso e discussão realizada, atendimento e esclarecimento de dúvidas, facilidade de comunicação e atendimento aos participantes. GRAU DE SATISFAÇÃO: Superou a expectativa (3); Atingiu as expectativas (2); Não atendeu as expectativas (1) 7

8 Prestação de contas: Custo Total Evento R$ ,66 Faturamento Total R$ ,00 Saldo R$ ,34 Participantes Totais 116 ANÁLISE : A realização dos cursos requer planejamento criterioso e monitoramento permanente do Confies, pois envolve diversas ações: estrutura, administração de recursos materiais e humanos, comunicação/divulgação, interlocução com parceiros e fornecedores, atendimento e gestão financeira. Premissas para próximo evento: Ampliar tempo de inscrições; Ampliar prazo de divulgação; Ampliar prazo entre finalização das inscrições e realização do evento; Aproveitar mailing gerado para realizar convites de outros eventos; Centralizar conferência de recebimento de pagamentos; Criar relatório de lições aprendidas; Criar cultura de realização de evento em cronogramas específicos anuais exemplo o encontro anual, sempre realizado no mesmo período; 8

9 Equipe especializada em eventos ou treinamentos; Identificar melhor período para realizar as ações; Identificar espaço condizente com o número de inscritos; 2. Plano de Comunicação CONTEXTO A gestão do Confies assume importantes desafios: promover o diálogo com os órgãos reguladores federais sobre a necessidade de uma legislação específica para fundações de apoio à pesquisa; realizar a interlocução com as instituições de fiscalização e controle e difundir boas práticas de gestão, permitindo o aprimoramento das atividades das associadas. Para apoiar essas diretrizes de atuação, torna-se fundamental desenvolver e implementar ações de comunicação para os principais públicos da instituição: fundações afiliadas, órgãos de controle, financiadores e sociedade. OBJETIVOS Público interno: Promover uma comunicação eficiente entre as fundações afiliadas. Públicos externos: Mostrar para a sociedade a importância das fundações de apoio, bem como proporcionar uma pauta positiva em relação a esse tema (fortalecer o Confies como instituição legítima e atuante); Apoiar a discussão do marco regulatório e aprimoramentos junto aos órgãos de controle; Oferecer suporte para o relacionamento com os financiadores. COMUNICAÇÃO NO CONFIES Hoje, a instituição conta com dois veículos de comunicação: portal institucional e com os contatos dos principais representantes das fundações afiliadas. 9

10 Não há profissional de comunicação para a produção de conteúdo e as matérias são incluídas no portal pelo programador contratado. AÇÕES Público interno Newsletter: veículo eletrônico mensal que apresenta informações do trabalho da Diretoria do Confies. Além disso, mostra o trabalho das fundações afiliadas. Atividades: Mapeamento de notícias; Organização de conteúdo; Definição dos critérios de publicização; Estabelecimento da dinâmica de trabalho (fluxos) conjunto para divulgação. Público interno (Diretoria) Gestão de crise de imagem Apoio no gerenciamento da comunicação em situações de crise, por meio de orientações quanto às atitudes a serem tomadas (formação de comitê, definição de fontes, elaboração de nota de esclarecimento/posicionamento e administração de notícias junto à imprensa). Público externo e interno Reformulação do site: tornar o portal mais dinâmico, interativo, moderno e atualizado. Diretrizes para o novo site: - Layout mais leve e moderno - Melhor usabilidade e com ferramentas de acessibilidade - Sistema de gestão de conteúdo intuitivo, de código aberto e com atualizações constantes 10

11 - Melhor indexação pelos mecanismos de busca - Área restrita para as afiliadas - Portal de notícias das afiliadas - Compatível com tablets - Investimento: R$ 20 mil - Público externo Assessoria de imprensa: potencializar o relacionamento com a imprensa para que a sociedade conheça as ações da instituição, provocando uma pauta positiva. Atividades: Mailing: criação de lista de contatos de instituições e profissionais da mídia que possam contribuir com a divulgação dos temas. Programa de relacionamento com jornalistas, por meio de ações como visitas às redações e envio de press kit e material institucional. Potencializar a diretoria do Confies como fonte de informações. Atendimento à imprensa. Assessoria para entrevistas. Público externo Relatório de atividades: publicação anual que apresenta as ações da gestão do Confies e atividades das afiliadas. A peça pode subsidiar o relacionamento com os parceiros do Confies. Público externo Campanha 25 anos de Confies 11

12 Em dezembro, a instituição completa 25 anos de atuação. A data torna-se oportuna para realizar o balanço das atividades, contextualizando com a importância das fundações, e de promover o Confies. Ações: Atividades internas com as afiliadas; Encontros com financiadores, representantes de órgãos reguladores e profissionais da imprensa; Relatório com o histórico; Vídeo institucional; Hot site (dentro do site institucional), com importantes marcos históricos e com as atividades programadas; Revitalização da logomarca e da papelaria. 3. Estímulo aos Fóruns Regionais No início deste ano foi realizado na cidade de Salvador (BA), o 3º Fórum Regional das Fundações de Apoio, promovido pela FAPEX (Fundação de Apoio à Pesquisa e Extensão). E já está programado o Fórum Regional do sudeste, que vai acontecer em Minas Gerais. A diretoria do Confies entende que a realização dos Fóruns Regionais é de extrema importância para as fundações afiliadas e está fortalecendo a sua realização anual, de forma que entrem no calendário oficial do Confies. 12

13 Controle Inteligente No âmbito legal, a recente publicação da Lei /2013 é uma conquista. O novo conjunto de normas apresenta mudanças importantes no que tange ao funcionamento das fundações de apoio. Entre elas, alterou a Lei 8.958/1994, revogando a determinação de que as fundações, para a execução de convênios e contratos, observassem as normas de licitações e contratos e definiu na execução de convênios, contratos, acordos e demais ajustes abrangidos por esta Lei, inclusive daqueles que envolvam recursos provenientes do poder público, as fundações de apoio adotarão regulamento específico de aquisições e contratações de obras e serviços, a ser editado por meio de ato do Poder Executivo federal. O Confies, portanto, tem trabalhado pela elaboração do novo regime de compras. Os resultados alcançados iniciam novos rumos na gestão de projetos de Ciência, Tecnologia e Inovação e incentivam a continuidade do diálogo entre os atores do cenário de C,T&I, que, consequentemente, aprimorará a atuação das fundações de apoio. Para pôr em prática suas diretrizes, a Diretoria Executiva do Confies participou de uma série de fóruns com o objetivo de discutir a implementação de uma nova forma de gestão das fundações, pautada pela agilidade, eficiência, transparência e controle inteligente. Entre elas, integrando uma comissão formada por membros dos Ministérios da Educação (MEC), da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), da Controladoria Geral da União (CGU), da Advocacia-Geral da União (AGU), da Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes) e do Tribunal de Contas da União (TCU). Um dos resultados do debate foi a revisão da Coletânea de Entendimentos do MEC, que orienta a execução dos recursos orçamentários e financeiros das instituições federais de ensino superior. Os esforços ainda continuam e está previsto o aprimoramento de outras 28 questões (entre as 122 do documento), que também contarão com a participação do Confies. 13

14 Encontro Nacional Balanço Geral - O 31º Confies reuniu fundações de todo o país em Pernambuco para discutir novas diretrizes de atuação O 31º Encontro Nacional das Fundações de Apoio às Instituições de Ensino Superior e de Pesquisa Científica e Tecnológica - 31º Confies, realizado de 11 a 14 de novembro no Hotel Armação, em Porto de Galinhas - PE, reuniu mais de 80 fundações de todo o país, somando mais de 200 participantes. O encontro foi organizado pela Fundação de Apoio ao Desenvolvimento da Universidade Federal de Pernambuco Fade/UFPE, que montou uma programação composta por dez palestras e seis oficinas, priorizando temas específicos para as instituições, como a legislação das fundações de apoio e a relação entre estas e a Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP). O então Presidente do Confies, Marco Aurélio Crocco enfatizou a importância de o encontro ter conseguido reunir inúmeros atores envolvidos no diálogo com as fundações. Temos aqui presentes a Controladoria Geral da União; a Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior Andifes; o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação - MCTI; a Financiadora de Estudos e Projetos Finep; o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social BNDES; a Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores Anprotec e muitos outros. Conseguimos reunir tanto os órgãos reguladores quanto os órgãos relacionados à ciência e tecnologia. Além deles, o parlamento também está presente detalhou Crocco. A economista Tânia Bacelar abriu oficialmente a grade de palestras, apresentando o Modelo de Desenvolvimento Brasileiro. Entre os palestrantes, muitos eram especialistas na área de Ciência e Tecnologia, criando um ambiente propício para uma forte troca de experiência e informação entre os participantes. A relação das fundações com as Instituições Federais de Ensino Superior - IFES e com as Instituições Científicas e Tecnológicas - ICTs, principalmente no que concerne à administração de projetos e convênios desenvolvidos, incluindo a prestação de contas, foi uma das temáticas mais analisadas durante o evento. 14

15 Também marcou presença no evento o deputado federal Newton Lima, que apresentou o Novo Código de Ciência e Tecnologia, abordando os Projetos de Lei e de Emendas Constitucionais que atingem diretamente as fundações, como o PL 2177/2011, que Institui o Código Nacional de Ciência,Tecnologia e Inovação. Realizamos um encontro de alto nível técnico e acreditamos que, com o conhecimento que foi passado aqui, contribuímos tanto para o aperfeiçoamento das fundações quanto para a aproximação entre elas, concluiu a atual presidente do Confies, Profª Suzana Montenegro. Principais Temas Abordados: Novo Código de Ciência e Tecnologia O Deputado Federal Newton Lima (PT), Presidente da Frente Parlamentar em Defesa da Indústria Nacional, apresentou as propostas do Novo Código de Ciência e Tecnologia, que fazem parte do Projeto de Lei 2177, que cria a Política Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação com normas, princípios e diretrizes. O Novo Código de C&T estabelece uma política de apoio e geração de conhecimento tecnológico. Um dos objetivos do código é melhorar a inserção do empresariado e das instituições privadas de ensino e pesquisa no âmbito de iniciativas de apoio público. O deputado ainda deixou claro que as ações do Novo Código são pautadas pela confiança na gestão das instituições e que as palavras-chave do processo são agilidade, eficiência, transparência, planejamento e responsabilidade da instituição. Parques Tecnológicos As palestrantes Francilene Garcia e Tecia Vieira apresentaram a palestra Parques Tecnológicos ANPROTEC/FORTEC. Presidente da Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores (ANPROTEC), Francilene Garcia afirmou existirem, ao todo, 94 Parques Tecnológicos no Brasil, que estão concentrados, em sua maioria, nas regiões Sul e Sudeste. Segundo ela, o país está vivendo em um cenário oportuno para a elaboração de PqTs e é necessário encontrar uma sinergia entre o que é desenvolvido no meio acadêmico e as necessidades do mercado. 15

16 Entre os propósitos para se investir em PqT, estão: atrair empresas e investimentos, apoiar o desenvolvimento de áreas tecnológicas e favorecer a criação e consolidação de micro-empresas. Modelo de Desenvolvimento Brasileiro Com a palestra Modelo de Desenvolvimento Brasileiro, a economista Tânia Bacelar fez uma retrospectiva histórica da situação financeira nacional. Para ela, as consequências do Plano Real - aumento do endividamento público e o aumento da carga tributária - resultaram em um Estado em desmonte, com as Universidades Públicas à míngua. O século XXI, para ela, representou o momento da política de assistência social. O Bolsa Família mexeu com a renda familiar, auxiliando o crescimento da classe C, explicou. É neste momento que as universidades multiplicam-se em 2002 somavam 43 e em 2010 passaram para 230, além de terem sido implantadas no interior. É nas universidades que se constrói o conhecimento legitimado e temos o desafio de manter esse espaço como parte do aparato oficial, além de contribuir para o desenvolvimento do Ensino Básico, diminuindo as desigualdades, ressaltou. Projeto Olá Muito Prazer aproxima Fundações de Apoio O portal é o primeiro espaço virtual colaborativo criado exclusivamente para as fundações de apoio às Instituições de Ensino Superior e de Pesquisa Científica e Tecnológica Idealizado pela gestora da área de Gestão da Qualidade da Fundação para o Desenvolvimento Científico e Tecnológico em Saúde - Fiotec, Luanara Damasceno, o portal Olá, Muito Prazer (www.projetoolamuitoprazer.com.br), é um espaço virtual que objetiva aproximar as fundações, além de estimular as boas práticas entre elas. Não havia um espaço de troca de informações online entre as fundações, portanto criamos o projeto para estimular a comunicação entre as afiliadas. Pensei em um nome simples, de fácil compreensão, explicou Luanara. A ideia é que a gestão do site seja itinerante, começando pela Fiotec. Queremos que a administração do portal seja colaborativa e participativa. Os agentes de comunicação das fundações serão os principais responsáveis pela gestão de conteúdo do portal, esclareceu. 16

17 O site ainda visa promover encontros regionais e troca de metodologias, além de possuir fóruns por editoriais e espaço wiki, em que os administradores poderão incluir informações. Para participar, é necessário preencher um formulário encontrado no próprio portal no link downloads Oficinas de Boas Práticas destacam a importância da inovação Através das oficinas, muito do que atualmente é realizado de forma particular pelas fundações pôde ser conhecido, estimulando ações de sucesso No último dia do 31º Confies, os participantes tiveram a oportunidade de conferir uma série de Oficinas de Boas Práticas. Ao todo, foram ministradas seis oficinas, com a finalidade de ampliar os conhecimentos dos funcionários das fundações. Entre os temas, destacaram-se a importância do investimento financeiro para estruturar start ups e a Arte de Viabilizar Projetos, incluindo criatividade, processos e tecnologia. O ex-presidente do Confies, Marco Aurélio Crocco, iniciou as oficinas apresentando o Programa Fundep de Investimentos em empresas emergentes e inovadoras da UFMG. A Fundep criou uma empresa privada com 100% de capital próprio, a Fundep Participações S/A, para fornecer mais um suporte para apoiar empresas dentro da UFMG. Financiamos em até R$ 500 mil por empresa. Nossa lógica é distinta de um fundo de investimento, pois temos comprometimento com as start ups e não com investidores. Buscamos firmar uma relação de confiança com os pesquisadores, além de investirmos em empresas com potencial mercadológico, explicou Crocco. Já o Gerente de Tecnologia da Informação da Fiotec, Evandro Maroni, ministrou a oficina Criatividade, Processos e Tecnologia A Arte de Viabilizar Projetos. Ele ressaltou que a cultura organizacional deve estar aliada à criatividade e em momentos de resiliência, deve-se estimular a inovação e ter foco na excelência. Um exemplo de projeto que está conseguindo incluir essas atividades em sua execução é o Programa de Valorização do Profissional da Atenção Básica (PROVAB), do Governo Federal, que tem incentivado médicos, enfermeiros e dentistas a atuar em áreas pobres, revelou. 17

18 Modelagem de Processos foi a temática abordada pelo Diretor da Fundação Uniselva (MT), Cristiano Maciel na oficina Modelagem de Processos e Gestão da Qualidade da Fundação Uniselva. Criamos um comitê de qualidade e promovemos o 1º Workshop da Gestão da Qualidade, quando nossos colaboradores puderam demonstrar seus processos modelados de formas diversas, explicou. Depois de apresentados, os processos foram padronizados através do modelador BPMN. Chegamos à conclusão de que devemos observar quatro focos principais: satisfação do cliente, excelência operacional, estabelecimento de indicadores de negócios e fortalecimento da imagem, detalhou Maciel. Além das oficinas mencionadas, também foram aplicadas outras, como: Programa de Apoio a Patrocínios (PROAP); Sistema de Apuração de Custos Operacionais na Gestão de Projetos e Estrutura Organizacional da FUNAPE/GO e documentos de referência da gestão. Encontro dos Profissionais Os profissionais puderam discutir sobre a realidade de seus setores nas fundações, trocando experiências e criando propostas para superar dificuldades No primeiro dia do 31º Confies, foram realizados encontros específicos de profissionais, nas categorias procuradores, comunicadores e contadores. Cada um dos encontros foi marcado pelo debate das questões enfrentadas pelas respectivas classes em seu dia a dia. Dentre os encontros, destacou-se o de contadores, que foi realizado pela primeira vez e contou com 21 participantes, um número expressivo para o primeiro encontro. Marcado pelas palestras sobre novidades na área tributária com Jairo Brito, o encontro concluiu que existe uma forte necessidade de tornar públicas as prestações de contas das fundações. A uniformização do processo de produção contábil já está entre as metas da Comissão de Pronunciamentos Contábeis e as fundações também são afetadas pelo processo de convergência, explicou a relatora Alexsandra Araújo, contadora da Fade/UFPE. 18

19 Refletindo a atuação ainda tímida da comunicação nas fundações de apoio, o encontro dos comunicadores contou, em sua maioria, com profissionais de outras formações, demonstrando o quanto as fundações ainda precisam investir na elaboração de planos de comunicação interna. O jornalista Fabrício Mazocco, da FAI/UFSCAR foi o relator do encontro, e em sua apresentação reforçou que a comunicação é uma forma de se chegar à sociedade e que as fundações precisam definir seu público. Além disso, destacou a importância do portal Olá, Muito Prazer, ferramenta online para a troca de arquivos e conteúdo entre as fundações do país. A jornalista Manuella Garcia, da Fiotec explicou: a ideia é que o portal funcione como uma Intranet entre as fundações. Teremos redes de notícias, espaço de wiki para ser construído de forma colaborativa, espaço para downloads e fórum para discussões. Para que as informações das fundações sejam postadas no site, é necessário preencher o formulário no próprio portal (.http://www.projetoolamuitoprazer.com.br/). O monitoramento inicial será feito pela Fiotec, posteriormente a administração será compartilhada entre as fundações.entre as propostas dos comunicadores para os anos seguintes, está a criação de um Fórum Anual de Comunicadores, no intuito de fortalecer a atuação da categoria. O encontro dos procuradores contou com a presença de muitos profissionais dos setores jurídicos que se debruçaram sobre o novo Marco Regulatório das Fundações, a Lei /2013 que alterou a lei das fundações. Entre as alterações está a modificação nas aquisições e contratações dos projetos de obras e serviços e também o fato de que os recursos públicos e privados serão regidos sob a mesma forma, esclareceu a secretária do Colégio de Procuradores do Confies e relatora do encontro, Rebeca Pernambuco, da Fade/UFPE. Ela ainda elucidou que a proposta é para que as aquisições sejam facilitadas, sendo necessária uma prévia cotação no mercado. Além disso, cada processo conterá documentos relativos à cotação prévia, elementos que definam a escolha do fornecedor; documentos comprobatórios da regularidade fiscal da contratada; comprovação do recebimento da mercadoria e documentos comprobatórios do pagamento ao fornecedor, detalhou. 19

20 Os encontros foram de extrema importância para os setores profissionais, que puderam tanto aprender com exemplos de ações realizadas em outras fundações quanto fortalecer suas corporações para propor atividades integradas. 20

21 Resultados Gerais do Encontro Nacional: O evento foi avaliado como excelente por 95,9% do público, que, inclusive, indicaria o evento para outras fundações. Sugestões: Melhor interação entre os participantes. Maior tempo para as palestras. Oficinas para contadores; Tempo maior para palestra de auditoria. Inserir Controladoria no Terceiro Setor no próximo encontro; Maior carga horária; Manter a programação para os próximos anos. Montar colegiado de contadores para padronizar e subsidiar a gestão contábil das fundações; Mais dias. Um encontro nacional apenas para contadores; Apostila para as apresentações; Criar um comitê para discutir e encaminhar as questões contábeis para o Confies. Que nas próximas edições, haja encontro dos contadores todos os dias do evento. Promover reuniões de mudança na área e manter o encontro nas próximas edições; Focar no cumprimento das obrigações acessórias; Criar encontros regionais de contadores. Criar Fóruns de debates. Criar um setor de comunicação; Apresentação de cases. Impacto na Mídia Notícia no site da UFPE; Notícia no site da Fade-UFPE; Notícia no site das demais Fundações de Apoio afiliadas ao Confins. 21

22 Perspectivas de atuação de trabalho para 2014 Durante o ano de 2014, a atual diretoria do Confies, presidida pela Profª Suzana Montenegro, dará continuidade aos projetos já consolidados no primeiro ano da gestão, como o Des+envolver Confies, além de estimular a realização de fóruns regionais. O Plano de Comunicação também está entre as prioridades da gestão, que está implementando o projeto Olá, Muito Prazer, no intuito de integrar as fundações afiliadas em uma plataforma única, permitindo troca de informações em tempo real. A atuação do Confies junto ao Colégio de Procuradores em prol de melhoras na legislação que rege o regime de contração, bolsas e compras das fundações também está entre as prioridades da gestão. 22

DIRETRIZES DO FUNCIONAMENTO DO MOVIMENTO NACIONAL PELA CIDADANIA E SOLIDARIEDADE/NÓS PODEMOS. (aprovada em 2010 e 1ª revisão em agosto de 2012)

DIRETRIZES DO FUNCIONAMENTO DO MOVIMENTO NACIONAL PELA CIDADANIA E SOLIDARIEDADE/NÓS PODEMOS. (aprovada em 2010 e 1ª revisão em agosto de 2012) DIRETRIZES DO FUNCIONAMENTO DO MOVIMENTO NACIONAL PELA CIDADANIA E SOLIDARIEDADE/NÓS PODEMOS (aprovada em 2010 e 1ª revisão em agosto de 2012) Artigo 1º O Movimento Nacional pela Cidadania e Solidariedade/Nós

Leia mais

RESULTADOS FINAIS DO ENCONTRO NACIONAL - ÁREA MEIO - ESTRATÉGIA NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO

RESULTADOS FINAIS DO ENCONTRO NACIONAL - ÁREA MEIO - ESTRATÉGIA NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO RESULTADOS FINAIS DO ENCONTRO NACIONAL - ÁREA MEIO - ESTRATÉGIA NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO SISTEMATIZAÇÃO DOS RESULTADOS Atendendo a solicitação do CNMP, o presente documento organiza os resultados

Leia mais

Plano de trabalho ABMES 2013

Plano de trabalho ABMES 2013 1. Apoio às IES de pequeno porte (eventos presenciais e a distância) Diretoria, Assessoria, Consultores e IES apoiadoras Realizar seminário na com o objetivo de identificar a situação atual das PMIES Contratar

Leia mais

Planejamento Estratégico PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO. Histórico de elaboração Julho 2014

Planejamento Estratégico PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO. Histórico de elaboração Julho 2014 Planejamento Estratégico PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO Histórico de elaboração Julho 2014 Motivações Boa prática de gestão Orientação para objetivos da Direção Executiva Adaptação à mudança de cenários na sociedade

Leia mais

CRONOGRAMA DE IMPLEMENTAÇÃO DO PDI

CRONOGRAMA DE IMPLEMENTAÇÃO DO PDI CRONOGRAMA DE IMPLEMENTAÇÃO DO PDI A implementação do Plano de Desenvolvimento Institucional, envolve além dos objetivos e metas já descritos, o estabelecimento de indicadores, como forma de se fazer o

Leia mais

DIRETRIZES DE FUNCIONAMENTO DO MOVIMENTO NACIONAL PELA CIDADANIA E SOLIDARIEDADE/ NÓS PODEMOS

DIRETRIZES DE FUNCIONAMENTO DO MOVIMENTO NACIONAL PELA CIDADANIA E SOLIDARIEDADE/ NÓS PODEMOS 1 DIRETRIZES DE FUNCIONAMENTO DO MOVIMENTO NACIONAL PELA CIDADANIA E SOLIDARIEDADE/ NÓS PODEMOS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES E OBJETIVO DO MOVIMENTO 2 Artigo 1º O Movimento Nacional pela Cidadania e Solidariedade/Nós

Leia mais

Projeto Corporativo Relacionamento Externo. Apresentação RIALIDE

Projeto Corporativo Relacionamento Externo. Apresentação RIALIDE Projeto Corporativo Relacionamento Externo // 1 Apresentação RIALIDE 25 de novembro de 2014 1 Agenda // 2 Contextualização e Objetivos do Projeto Abordagem Metodológica Etapas do Projeto Benchmarking Segmentação

Leia mais

Cartilha para Conselhos. Municipais de Educação

Cartilha para Conselhos. Municipais de Educação Cartilha para Conselhos Municipais de Educação Sistemas de ensino são o conjunto de campos de competências e atribuições voltadas para o desenvolvimento da educação escolar que se materializam em instituições,

Leia mais

A Estratégia do Conselho da Justiça Federal 2015/2020 CJF-POR-2015/00359, de 26 de agosto de 2015

A Estratégia do Conselho da Justiça Federal 2015/2020 CJF-POR-2015/00359, de 26 de agosto de 2015 A Estratégia do Conselho da Justiça Federal CJF-POR-2015/00359, de 26 de agosto de 2015 SUEST/SEG 2015 A estratégia do CJF 3 APRESENTAÇÃO O Plano Estratégico do Conselho da Justiça Federal - CJF resume

Leia mais

Ana possui uma promissora. Ambiente virtual para inovar

Ana possui uma promissora. Ambiente virtual para inovar Ambiente virtual para inovar Secti lança Portal Paraense de Inovação para conectar atores estratégicos e aumentar investimento em inovação no Pará Por Igor de Souza Ana possui uma promissora empresa de

Leia mais

Histórico 2006/ 2010

Histórico 2006/ 2010 Histórico 2006/ 2010 Programa Na Mão Certa O Programa Na Mão Certa, uma iniciativa da Childhood Brasil, que tem como objetivo reunir esforços para mobilizar governos, empresas e organizações da sociedade

Leia mais

Planejamento Estratégico PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO. Formação dos grupos de trabalho e Detalhamento das estratégias do Plano de Ação Julho 2014

Planejamento Estratégico PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO. Formação dos grupos de trabalho e Detalhamento das estratégias do Plano de Ação Julho 2014 Planejamento Estratégico PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO Formação dos grupos de trabalho e Detalhamento das estratégias do Plano de Ação Julho 2014 Grupos de trabalho: formação Objetivo: elaborar atividades e

Leia mais

Coordenação-Geral de Comunicação e Editoração (CGCE) Diretoria de Comunicação e Pesquisa (DCP) Maio/2015

Coordenação-Geral de Comunicação e Editoração (CGCE) Diretoria de Comunicação e Pesquisa (DCP) Maio/2015 Coordenação-Geral de Comunicação e Editoração (CGCE) Diretoria de Comunicação e Pesquisa (DCP) Maio/2015 A proposta de plano de comunicação elaborada pela Coordenação- Geral de Comunicação e Editoração

Leia mais

POLÍTICA DE COMUNICAÇÃO E ENGAJAMENTO COM PÚBLICOS DE INTERESSE DAS EMPRESAS ELETROBRAS

POLÍTICA DE COMUNICAÇÃO E ENGAJAMENTO COM PÚBLICOS DE INTERESSE DAS EMPRESAS ELETROBRAS POLÍTICA DE COMUNICAÇÃO E ENGAJAMENTO COM PÚBLICOS DE INTERESSE DAS Versão 2.0 09/02/2015 Sumário 1 Objetivo... 3 1.1 Objetivos Específicos... 3 2 Conceitos... 4 3 Princípios... 5 4 Diretrizes... 5 4.1

Leia mais

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA. MEMÓRIA: Reunião Preparatória do Comitê Temático de Inovação e Crédito GT Rede de Disseminação, Informação e Capacitação

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA. MEMÓRIA: Reunião Preparatória do Comitê Temático de Inovação e Crédito GT Rede de Disseminação, Informação e Capacitação PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA Secretaria da Micro e Pequena Empresa Fórum Permanente de Microempresas e Empresas de Pequeno Porte MEMÓRIA: Reunião Preparatória do Comitê Temático de Inovação e Crédito GT Rede

Leia mais

Ministério do Meio Ambiente MMA. Programa Nacional do Meio Ambiente PNMA (Fase 2)

Ministério do Meio Ambiente MMA. Programa Nacional do Meio Ambiente PNMA (Fase 2) Ministério do Meio Ambiente MMA Programa Nacional do Meio Ambiente PNMA (Fase 2) Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis - IBAMA Termo de Referência PNMA nº 02/2013 O presente

Leia mais

Esse programa visa a organização contínua e a efetividade do Processo Único de Federação, que contará com a inserção de um edital.

Esse programa visa a organização contínua e a efetividade do Processo Único de Federação, que contará com a inserção de um edital. Esse programa visa a organização contínua e a efetividade do Processo Único de Federação, que contará com a inserção de um edital. Esse terá suas etapas e prazos muito bem definidos, garantindo um processo

Leia mais

CARGOS E FUNÇÕES APEAM

CARGOS E FUNÇÕES APEAM CARGOS E FUNÇÕES APEAM 1. PRESIDÊNCIA A Presidência possui por finalidades a representação oficial e legal da associação, coordenação e integração da Diretoria Executiva, e o acompanhamento, avaliação,

Leia mais

Rede de Responsabilidade Social Empresarial pela Sustentabilidade

Rede de Responsabilidade Social Empresarial pela Sustentabilidade Rede de Responsabilidade Social Empresarial pela Sustentabilidade Existe a compreensão evidente por parte das lideranças empresariais, agentes de mercado e outros formadores de opinião do setor privado

Leia mais

A ABEMD trabalha para incentivar, valorizar, desenvolver e difundir o Marketing Direto no Brasil.

A ABEMD trabalha para incentivar, valorizar, desenvolver e difundir o Marketing Direto no Brasil. A ABEMD, Associação Brasileira de Marketing Direto, é uma entidade civil, sem fins lucrativos, fundada em 1976 e constituída por pessoas jurídicas e físicas interessadas na aplicação de estratégias e técnicas

Leia mais

O que é o Plano de Mobilização Social Pela Educação (PMSE)

O que é o Plano de Mobilização Social Pela Educação (PMSE) O que é o Plano de Mobilização Social Pela Educação (PMSE) É o chamado do Ministério da Educação (MEC) à sociedade para o trabalho voluntário de mobilização das famílias e da comunidade pela melhoria da

Leia mais

DIRETRIZES APROVADAS PELA SESSÃO PLENÁRIA DO CONGRESSO

DIRETRIZES APROVADAS PELA SESSÃO PLENÁRIA DO CONGRESSO DIRETRIZES APROVADAS PELA SESSÃO PLENÁRIA DO CONGRESSO Brasília, 11 de setembro de 2010 TEMA 1 DIRETRIZES E HORIZONTES DA RELAÇÃO POLÍTICA E INSTITUCIONAL DO SISTEMA COOPERATIVISTA 1.1 - FORTALECER A REPRESENTAÇÃO

Leia mais

Página 1 de 19 Data 04/03/2014 Hora 09:11:49 Modelo Cerne 1.1 Sensibilização e Prospecção Envolve a manutenção de um processo sistematizado e contínuo para a sensibilização da comunidade quanto ao empreendedorismo

Leia mais

MANUAL DE TRANSIÇÃO DE MARCA

MANUAL DE TRANSIÇÃO DE MARCA MANUAL DE TRANSIÇÃO DE MARCA Mudança da Marca e Posicionamento Esse boletim explicativo tem o objetivo de esclarecer suas dúvidas sobre a nova marca Evolua e de que forma ela será útil para aprimorar os

Leia mais

MINISTÉRIO DA SAÚDE GRUPO HOSPITALAR CONCEIÇÃO

MINISTÉRIO DA SAÚDE GRUPO HOSPITALAR CONCEIÇÃO MINISTÉRIO DA SAÚDE GRUPO HOSPITALAR CONCEIÇÃO AGENDA ESTRATÉGICA DA GESTÃO (2012-2015) AGENDA ESTRATÉGICA DA GESTÃO (2012-2015) Este documento tem o propósito de promover o alinhamento da atual gestão

Leia mais

Apresentação Plano de Integridade Institucional da Controladoria-Geral da União (PII)

Apresentação Plano de Integridade Institucional da Controladoria-Geral da União (PII) PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO Secretaria-Executiva Diretoria de Planejamento e Desenvolvimento Institucional Plano de Integridade Institucional (PII) 2012-2015 Apresentação Como

Leia mais

Infraestrutura de informações geoespaciais e georreferenciadas

Infraestrutura de informações geoespaciais e georreferenciadas Infraestrutura de informações geoespaciais e georreferenciadas 1. Apresentação do Problema Epitácio José Paes Brunet É cada vez mais expressiva, hoje, nas cidades brasileiras, uma nova cultura que passa

Leia mais

Auditoria SUS/BA Organograma proposto DIRETORIA GERAL Assessoria Técnica Colegiado Diretoria de Auditorias de Sistemas e Serviços Diretoria de Gestão e Desenvolvimento Coordenação I Coordenação II

Leia mais

Com a sua atuação pró-ativa a SUCESU trouxe diversos benefícios em prol do setor que representa no Brasil, podendo destacar:

Com a sua atuação pró-ativa a SUCESU trouxe diversos benefícios em prol do setor que representa no Brasil, podendo destacar: Introdução É grande a parcela da população das nações mais desenvolvidas do mundo que está se organizando em sociedades e associações civis que defendem interesses comuns. Essas pessoas já perceberam que

Leia mais

Linha Editorial da Agência de Notícias

Linha Editorial da Agência de Notícias UFRB UNIVERSIDADE FEDERAL DO RECÔNCAVO DA BAHIA GABINETE DA REITORIA ASCOM ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO Linha Editorial da Agência de Notícias Cruz das Almas BA 2012 SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO...3 2. RESPONSABILIDADE...3

Leia mais

Trabalhando em conjunto com os municípios pela melhoria da qualidade da educação pública brasileira

Trabalhando em conjunto com os municípios pela melhoria da qualidade da educação pública brasileira Trabalhando em conjunto com os municípios pela melhoria da qualidade da educação pública brasileira CONHECENDO O FNDE O FNDE é uma Autarquia Federal vinculada ao Ministério da Educação. Sua missão é prestar

Leia mais

POLÍTICA DE ENSINO DA FISMA

POLÍTICA DE ENSINO DA FISMA MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO ME FACULDADE INTEGRADA DE SANTA MARIA PRELIMINARES POLÍTICA DE ENSINO DA FISMA Santa Maria, RS Junho - 2010 1 SUMÁRIO 1. POLÍTICA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO... 1 2. POLÍTICAS DE ENSINO

Leia mais

Planejamento Estratégico 2007 2008. Quatro Projetos da Equipe 1

Planejamento Estratégico 2007 2008. Quatro Projetos da Equipe 1 Planejamento Estratégico 2007 2008 Objetivo Estratégico: Estimular criação / desenvolvimento e fortalecimento de programas estaduais e setoriais. Quatro Projetos da Equipe 1 revisão em 26/09/2007 Missão:

Leia mais

Política do Programa de Voluntariado do Grupo Telefônica

Política do Programa de Voluntariado do Grupo Telefônica Política do Programa de Voluntariado do Grupo Telefônica INTRODUÇÃO O Grupo Telefônica, consciente de seu importante papel na construção de sociedades mais justas e igualitárias, possui um Programa de

Leia mais

Diretrizes da Comissão Regional de Imagem e Comunicação Dos Escoteiros do Brasil. Região do Rio Grande do Sul

Diretrizes da Comissão Regional de Imagem e Comunicação Dos Escoteiros do Brasil. Região do Rio Grande do Sul Diretrizes da Comissão Regional de Imagem e Comunicação Dos Escoteiros do Brasil Após um mais de ano de trabalho e experiências adquiridas a CRIC apresenta à diretoria regional as diretrizes que regem

Leia mais

1 APRESENTAÇÃO. Página 3 de 16

1 APRESENTAÇÃO. Página 3 de 16 Sumário 1 APRESENTAÇÃO... 3 2 OBJETIVOS... 4 3 PÚBLICO-ALVO DA GESTÃO ESTRATÉGICA... 4 4 INFORMAÇÕES SOBRE O MODELO DE GESTÃO ESTRATÉGICA DO TCE/RN... 5 4.1 DIRECIONADORES ESTRATÉGICOS... 5 4.2 OBJETIVOS

Leia mais

Projeto Empreendedores Cívicos

Projeto Empreendedores Cívicos Projeto Empreendedores Cívicos I. Conceito Empreendedores Cívicos são agentes de inovação social que fomentam e promovem transformações positivas em benefício da coletividade rumo a um Brasil Sustentável.

Leia mais

1. Escopo ou finalidade da iniciativa

1. Escopo ou finalidade da iniciativa 1. Escopo ou finalidade da iniciativa Esta iniciativa busca a modernização e a ampliação das ações e dos instrumentos de Comunicação para atender às necessidades de divulgação e alinhamento de informações

Leia mais

PNQS 2012 Categoria IGS. Inovação da Gestão em Saneamento. RDPG Relatório de Descrição de Prática de Gestão. Conselho de Clientes

PNQS 2012 Categoria IGS. Inovação da Gestão em Saneamento. RDPG Relatório de Descrição de Prática de Gestão. Conselho de Clientes 1 PNQS 2012 Categoria IGS Inovação da Gestão em Saneamento RDPG Relatório de Descrição de Prática de Gestão Conselho de Clientes Setembro 2012 ORGANOGRAMA 2 PRESIDÊNCIA ASSESSORIAS 1 2 3 4 5 ORGANIZAÇAO

Leia mais

Planejamento Estratégico de Tecnologia da Informação PETI 2014-2016

Planejamento Estratégico de Tecnologia da Informação PETI 2014-2016 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO SUDESTE DE MINAS GERAIS Planejamento Estratégico de Tecnologia da Informação PETI 2014-2016 Versão 1.0 1 APRESENTAÇÃO O Planejamento

Leia mais

SECRETARIA DE SAÚDE SECRETARIA EXECUTIVA DE COORDENAÇÃO GERAL DIRETORIA GERAL DE PLANEJAMENTO - GERÊNCIA DE GESTÃO ESTRATÉGICA E PARTICIPATIVA

SECRETARIA DE SAÚDE SECRETARIA EXECUTIVA DE COORDENAÇÃO GERAL DIRETORIA GERAL DE PLANEJAMENTO - GERÊNCIA DE GESTÃO ESTRATÉGICA E PARTICIPATIVA NOTA TÉCNICA 07/13 RELATÓRIO ANUAL DE GESTÃO - RAG ORIENTAÇÕES GERAIS Introdução O Planejamento é um instrumento de gestão, que busca gerar e articular mudanças e aprimorar o desempenho dos sistemas de

Leia mais

Equipe da GCO: 1. Carlos Campana Gerente 2. Maria Helena 3. Sandro 4. Mariana

Equipe da GCO: 1. Carlos Campana Gerente 2. Maria Helena 3. Sandro 4. Mariana Gerência de Comunicação GCO tem por finalidade planejar, organizar, coordenar e controlar as atividades de comunicação e editoriais do Confea. Competências da GCO 1. Organizar e executar projetos editoriais:

Leia mais

Planejamento Estratégico 2011 para implementação de Software Livre

Planejamento Estratégico 2011 para implementação de Software Livre Planejamento Estratégico 2011 para implementação de Software Livre FÓRUM DE SOFTWARE LIVRE - 2010 Valdir Barbosa Agenda Plano estratégico 2011 para uso de Software Livre Diretrizes Objetivos e indicadores

Leia mais

VAMOS JUNTOS POR UMA ODONTOLOGIA MELHOR!

VAMOS JUNTOS POR UMA ODONTOLOGIA MELHOR! Eleições 2014 Faculdade de Odontologia UFRJ VAMOS JUNTOS POR UMA ODONTOLOGIA MELHOR! PLANO DE TRABALHO EQUIPE - CHAPA 1: Diretor - Maria Cynésia Medeiros de Barros Substituto Eventual do Diretor - Ednilson

Leia mais

Outubro 2009. Carlos Eduardo Bizzotto Gisa Melo Bassalo Marcos Suassuna Sheila Pires Tony Chierighini

Outubro 2009. Carlos Eduardo Bizzotto Gisa Melo Bassalo Marcos Suassuna Sheila Pires Tony Chierighini Outubro 2009 Carlos Eduardo Bizzotto Gisa Melo Bassalo Marcos Suassuna Sheila Pires Tony Chierighini Sustentabilidade Articulação Ampliação dos limites Sistematização Elementos do Novo Modelo Incubação

Leia mais

Hotsite: Carta de Serviços ao Cidadão do MDS

Hotsite: Carta de Serviços ao Cidadão do MDS PRÁTICA 1) TÍTULO Hotsite: Carta de Serviços ao Cidadão do MDS 2) DESCRIÇÃO DA PRÁTICA - limite de 8 (oito) páginas: O Hotsite da Carta de Serviços ao Cidadão do MDS foi um projeto realizado pela Ouvidoria

Leia mais

PROPOSTA DE PATROCÍNIO 2015

PROPOSTA DE PATROCÍNIO 2015 VII Congresso de Reestruturação e Recuperação de Empresas PROPOSTA DE PATROCÍNIO 2015 LOCAL: HOTEL RENAISSANCE - SP A TMA Brasil TMA Brasil é o capítulo brasileiro da Turnaround Management Association,

Leia mais

Projeto GT de Empresas do Pacto Empresarial pela Integridade e contra a Corrupção

Projeto GT de Empresas do Pacto Empresarial pela Integridade e contra a Corrupção Projeto GT de Empresas do Pacto Empresarial pela Integridade e contra a Corrupção O Pacto Empresarial pela Integridade e Contra a Corrupção Com 3 anos de existência, a secretaria executiva do Pacto Empresarial

Leia mais

ONG BRASI O DIÁLOGO ABRE CAMINHOS PARA O DESENVOLVIMENTO. Marco Regulatório das Organizações da Sociedade Civil

ONG BRASI O DIÁLOGO ABRE CAMINHOS PARA O DESENVOLVIMENTO. Marco Regulatório das Organizações da Sociedade Civil ONG BRASI 2012 O DIÁLOGO ABRE CAMINHOS PARA O DESENVOLVIMENTO Marco Regulatório das Organizações da Sociedade Civil Marco Regulatório das Organizações da Sociedade Civil Dezembro de 2013 3 EXPEDIENTE Presidenta

Leia mais

Com o objetivo de continuar aprimorando o modelo de gestão de Minas Gerais, foi lançado, em 2010, o projeto Agenda de Melhorias caminhos para inovar

Com o objetivo de continuar aprimorando o modelo de gestão de Minas Gerais, foi lançado, em 2010, o projeto Agenda de Melhorias caminhos para inovar março de 2012 Introdução Com o objetivo de continuar aprimorando o modelo de gestão de Minas Gerais, foi lançado, em 2010, o projeto Agenda de Melhorias caminhos para inovar na gestão pública. A criação

Leia mais

PLANO DE TRABALHO Rede Nacional de Jovens Líderes

PLANO DE TRABALHO Rede Nacional de Jovens Líderes PLANO DE TRABALHO Rede Nacional de Jovens Líderes PLANO DE TRABALHO Rede Nacional de Jovens Líderes pág. 1 PLANO DE TRABALHO Rede Nacional de Jovens Líderes MISSÃO Somos uma rede nacional escoteira de

Leia mais

Faça parte da nossa história! Plano de Patrocínio 2º semestre 2014

Faça parte da nossa história! Plano de Patrocínio 2º semestre 2014 Faça parte da nossa história! Plano de Patrocínio 2º semestre 2014 Sobre a FNQ História Criada em 1991, por um grupo de representantes dos setores público e privado, a Fundação Nacional da Qualidade (FNQ)

Leia mais

Este briefing contém atividades que deverão ser desenvolvidas durante o convênio supracitado.

Este briefing contém atividades que deverão ser desenvolvidas durante o convênio supracitado. Briefing Prestação de Serviços de Comunicação e Marketing para o Instituto Nacional do Plástico Programa de Incentivo à Exportação Think Plastic Brazil Introdução Este briefing propõe e organiza as ações

Leia mais

O IDEC é uma organização não governamental de defesa do consumidor e sua missão e visão são:

O IDEC é uma organização não governamental de defesa do consumidor e sua missão e visão são: 24/2010 1. Identificação do Contratante Nº termo de referência: TdR nº 24/2010 Plano de aquisições: Linha 173 Título: consultor para desenvolvimento e venda de produtos e serviços Convênio: ATN/ME-10541-BR

Leia mais

PROGRAMA DE VOLUNTARIADO DA CLASSE CONTÁBIL

PROGRAMA DE VOLUNTARIADO DA CLASSE CONTÁBIL PROGRAMA DE VOLUNTARIADO DA CLASSE CONTÁBIL PROGRAMA DE VOLUNTARIADO DA CLASSE CONTÁBIL 1. Apresentação O Programa de Voluntariado da Classe Contábil, componente do plano de metas estratégicas do Conselho

Leia mais

FORMULÁRIO RELATO DA INICIATIVA INOVADORA 1

FORMULÁRIO RELATO DA INICIATIVA INOVADORA 1 Nome da iniciativa inovadora: FORMULÁRIO RELATO DA INICIATIVA INOVADORA 1 Painel de BI (Inteligência nos negócios) para publicação dos dados associados ao controle estadual Responsável pela Iniciativa

Leia mais

Engenharia de Software II: Criando a Declaração de Escopo. Prof. Msc Ricardo Britto DIE-UFPI rbritto@ufpi.edu.br

Engenharia de Software II: Criando a Declaração de Escopo. Prof. Msc Ricardo Britto DIE-UFPI rbritto@ufpi.edu.br Engenharia de Software II: Criando a Declaração de Escopo Prof. Msc Ricardo Britto DIE-UFPI rbritto@ufpi.edu.br Sumário Desenvolvendo o Plano de Gerenciamento do Projeto. Coletando Requisitos. Declarando

Leia mais

Em busca da sustentabilidade na gestão do saneamento: instrumentos de planejamento

Em busca da sustentabilidade na gestão do saneamento: instrumentos de planejamento Em busca da sustentabilidade na gestão do saneamento: instrumentos de planejamento Marcelo de Paula Neves Lelis Gerente de Projetos Secretaria Nacional de Saneamento Ambiental Ministério das Cidades Planejamento

Leia mais

TREINAMENTO ONLINE PARA O SISTEMA DE APOIO À GESTÃO AMBIENTAL RODOVIÁRIA FEDERAL (SAGARF)

TREINAMENTO ONLINE PARA O SISTEMA DE APOIO À GESTÃO AMBIENTAL RODOVIÁRIA FEDERAL (SAGARF) TREINAMENTO ONLINE PARA O SISTEMA DE APOIO À GESTÃO AMBIENTAL RODOVIÁRIA FEDERAL (SAGARF) Maio de 2007 Maria Rachel Barbosa Fundação Trompovsky (Apoio ao NEAD CENTRAN) rachel@centran.eb.br Vanessa Maria

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA (TR) GAUD 4.6.8 01 VAGA

TERMO DE REFERÊNCIA (TR) GAUD 4.6.8 01 VAGA INSTITUTO INTERAMERICANO DE COOPERAÇÃO PARA A AGRICULTURA TERMO DE REFERÊNCIA (TR) GAUD 4.6.8 01 VAGA 1 IDENTIFICAÇÃO DA CONSULTORIA Contratação de consultoria pessoa física para serviços de preparação

Leia mais

GRADUAÇÃO INOVADORA NA UNESP

GRADUAÇÃO INOVADORA NA UNESP PROGRAMA GRADUAÇÃO INOVADORA NA UNESP 2014 PROGRAMA GRADUAÇÃO INOVADORA NA UNESP INTRODUÇÃO A Pró-reitoria de graduação (PROGRAD), a Câmara Central de Graduação (CCG), o Núcleo de Educação à Distância

Leia mais

Programa de Capacitação Gerente Municipal de Convênios e Contratos - GMC

Programa de Capacitação Gerente Municipal de Convênios e Contratos - GMC Programa de Capacitação Gerente Municipal de Convênios e Contratos - GMC Programa de Capacitação - Gerente Municipal de Convênios e Contratos 1 Gerente Municipal de Convênios e Contratos OBJETIVOS GERAIS:

Leia mais

APRESENTAÇÃO INSTITUCIONAL ASSOCIAÇÃO DAS EMPRESAS BRASILEIRAS DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO, SOFTWARE E INTERNET ASSESPRO REGIONAL PARANÁ

APRESENTAÇÃO INSTITUCIONAL ASSOCIAÇÃO DAS EMPRESAS BRASILEIRAS DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO, SOFTWARE E INTERNET ASSESPRO REGIONAL PARANÁ APRESENTAÇÃO INSTITUCIONAL ASSOCIAÇÃO DAS EMPRESAS BRASILEIRAS DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO, SOFTWARE E INTERNET ASSESPRO REGIONAL PARANÁ LUÍS MÁRIO LUCHETTA DIRETOR PRESIDENTE GESTÃO 2005/2008 HISTÓRICO

Leia mais

Experiência: Projeto Rede Nacional de Agentes de Comércio Exterior Redeagentes

Experiência: Projeto Rede Nacional de Agentes de Comércio Exterior Redeagentes Experiência: Projeto Rede Nacional de Agentes de Comércio Exterior Redeagentes Ministério do Desenvolvimento Indústria e Comércio Exterior em parceria com o Ministério do Trabalho e Emprego (através do

Leia mais

Coordenação: João Henrique Lara do Amaral Cynthya Almeida Coradi Relatoria: Stela Maris Aguiar Lemos

Coordenação: João Henrique Lara do Amaral Cynthya Almeida Coradi Relatoria: Stela Maris Aguiar Lemos RELATÓRIO OFICINA FNEPAS ESTADUAL MINAS GERAIS INTEGRALIDADE E QUALIDADE NA FORMAÇÃO E NAS PRÁTICAS EM SAÚDE: Integrando Formação, Serviços, Gestores e Usuários Local: COBEM Uberlândia Data: 22 de outubro

Leia mais

Plano de Trabalho e Projeto Político-Pedagógico da Escola Legislativa de Araras

Plano de Trabalho e Projeto Político-Pedagógico da Escola Legislativa de Araras Plano de Trabalho e Projeto Político-Pedagógico da Escola Legislativa de Araras 1. Introdução O Projeto Político-Pedagógico da Escola Legislativa de Araras foi idealizado pelo Conselho Gestor da Escola,

Leia mais

PROGRAMA CIDADES SUSTENTÁVEIS

PROGRAMA CIDADES SUSTENTÁVEIS PROGRAMA CIDADES SUSTENTÁVEIS 2014 1 Índice 1. Contexto... 3 2. O Programa Cidades Sustentáveis (PCS)... 3 3. Iniciativas para 2014... 5 4. Recursos Financeiros... 9 5. Contrapartidas... 9 2 1. Contexto

Leia mais

Plano de Ação 2015: Objetivos estratégicos, Indicadores, Metas e Projetos priorizados

Plano de Ação 2015: Objetivos estratégicos, Indicadores, Metas e Projetos priorizados E77p Espírito Santo. Tribunal de Contas do Estado. Plano de Ação 2015: Objetivos estratégicos, Indicadores, Metas e Projetos priorizados / Tribunal de Contas do Estado. Vitória/ES: TCEES, 2015. 13p. 1.Tribunal

Leia mais

EDITAL. Subvenção aos Núcleos Estaduais ODM do Movimento Nacional pela Cidadania e Solidariedade

EDITAL. Subvenção aos Núcleos Estaduais ODM do Movimento Nacional pela Cidadania e Solidariedade EDITAL Subvenção aos Núcleos Estaduais ODM do Movimento Nacional pela Cidadania e Solidariedade 1. Justificativa Geral A Declaração do Milênio deixa clara a importância da participação social ao considerar

Leia mais

Síntese do plano de atuação da CPA- ciclo avaliativo 2008/2010

Síntese do plano de atuação da CPA- ciclo avaliativo 2008/2010 Síntese do plano de atuação da CPA- ciclo avaliativo 2008/2010 O trabalho da CPA/PUCSP de avaliação institucional está regulamentado pela Lei federal nº 10.861/04 (que institui o SINAES), artigo 11 e pelo

Leia mais

20 Diretrizes Priorizadas pela Etapa Estadual

20 Diretrizes Priorizadas pela Etapa Estadual 20 Diretrizes Priorizadas pela Etapa Estadual Paulista da CONSOCIAL Prioridades Texto Diretriz Eixo Pontos 1 2 Regulamentação e padronização de normas técnicas para a elaboração dos Planos de Governo apresentados

Leia mais

PROJETO SERVIÇOS E CIDADANIA EDITAL N 002/2014

PROJETO SERVIÇOS E CIDADANIA EDITAL N 002/2014 PROJETO SERVIÇOS E CIDADANIA EDITAL N 002/2014 Abertura de prazo para solicitação de serviços pelas entidades cadastradas no Projeto Serviços e Cidadania e sediadas em Curitiba e Região Metropolitana O

Leia mais

TEXTO BASE PARA UM POLÍTICA NACIONAL NO ÂMBITO DA EDUCAÇÃO PATRIMONIAL

TEXTO BASE PARA UM POLÍTICA NACIONAL NO ÂMBITO DA EDUCAÇÃO PATRIMONIAL TEXTO BASE PARA UM POLÍTICA NACIONAL NO ÂMBITO DA EDUCAÇÃO PATRIMONIAL Eixos Temáticos, Diretrizes e Ações Documento final do II Encontro Nacional de Educação Patrimonial (Ouro Preto - MG, 17 a 21 de julho

Leia mais

Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores. Foz do Iguaçu, Junho/2012

Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores. Foz do Iguaçu, Junho/2012 Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores Foz do Iguaçu, Junho/2012 Trajetória 1984 Iniciativa CNPq 1987 Criação da ANPROTEC 1994 Plano Real 2001 II Conferência CTI 2007

Leia mais

Perfil. Nossa estratégia de crescimento reside na excelência operacional, na inovação, no desenvolvimento do produto e no foco no cliente.

Perfil. Nossa estratégia de crescimento reside na excelência operacional, na inovação, no desenvolvimento do produto e no foco no cliente. Institucional Perfil A ARTSOFT SISTEMAS é uma empresa Brasileira, fundada em 1986, especializada no desenvolvimento de soluções em sistemas integrados de gestão empresarial ERP, customizáveis de acordo

Leia mais

Portfolio de Produtos

Portfolio de Produtos Introdução O Guia de Produtos e Serviços da Assessoria de Comunicação (ASCOM) da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB) foi elaborado com o objetivo de apresentar os produtos e serviços prestados

Leia mais

1. COMPETÊNCIAS DAS DIRETORIAS

1. COMPETÊNCIAS DAS DIRETORIAS 1. COMPETÊNCIAS DAS DIRETORIAS 1.1. Diretoria Executiva (DEX) À Diretora Executiva, além de planejar, organizar, coordenar, dirigir e controlar as atividades da Fundação, bem como cumprir e fazer cumprir

Leia mais

Gestão estratégica em processos de mudanças

Gestão estratégica em processos de mudanças Gestão estratégica em processos de mudanças REVISÃO DOS MACRO PONTOS DO PROJETO 1a. ETAPA: BASE PARA IMPLANTAÇÃO DE UM MODELO DE GESTÃO DE PERFORMANCE PROFISSIONAL, que compreenderá o processo de Análise

Leia mais

Plano de COMUNICAÇÃO do Planejamento Estratégico da Justiça Federal

Plano de COMUNICAÇÃO do Planejamento Estratégico da Justiça Federal Plano de COMUNICAÇÃO do Planejamento Estratégico da Justiça Federal PLANO DE COMUNICAÇÃO DA ESTRATÉGIA Introdução É importante ressaltar que um plano de comunicação tem a finalidade de tornar conhecida

Leia mais

3.1 Planejar, organizar logística e tecnicamente das Oficinas temáticas de formação da Agentes de Prevenção e seus parceiros locais.

3.1 Planejar, organizar logística e tecnicamente das Oficinas temáticas de formação da Agentes de Prevenção e seus parceiros locais. EDITAL DO CENTRO DE PROMOÇÃO DA SAÚDE TERMO DE REFERÊNCIA Nº 10/2012 COTAÇÃO PRÉVIA DE PREÇO Nº 10/2012 TIPO: MELHOR TÉCNICA O Centro de Promoção da Saúde, entidade privada sem fins lucrativos, inscrita

Leia mais

Regulamento dos Cursos do Programa ESMP-VIRTUAL

Regulamento dos Cursos do Programa ESMP-VIRTUAL Regulamento dos Cursos do Programa ESMP-VIRTUAL A DIRETORA DA ESCOLA SUPERIOR DO MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DE GOIÁS no exercício de suas atribuições legais, com fundamento no art. 65, inciso II da Lei

Leia mais

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA. MEMÓRIA: Reunião Preparatória do Comitê Temático de Inovação e Crédito GT de Tecnologia e Inovação

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA. MEMÓRIA: Reunião Preparatória do Comitê Temático de Inovação e Crédito GT de Tecnologia e Inovação PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA Secretaria da Micro e Pequena Empresa Fórum Permanente de Microempresas e Empresas de Pequeno Porte MEMÓRIA: Reunião Preparatória do Comitê Temático de Inovação e Crédito GT de

Leia mais

O que sua escola precisa, agora bem aqui na sua mão! Responsabilidade em gestão de instituições de ensino

O que sua escola precisa, agora bem aqui na sua mão! Responsabilidade em gestão de instituições de ensino O que sua escola precisa, agora bem aqui na sua mão! Responsabilidade em gestão de instituições de ensino Escolher o Sponte Educacional é escolher inteligente Sistema web para gerenciamento de instituições

Leia mais

Política de Comunicação Integrada

Política de Comunicação Integrada Política de Comunicação Integrada agosto 2009 Política de Comunicação Integrada Política de Comunicação Integrada 5 1. Objetivos Promover a comunicação integrada entre as empresas Eletrobras e dessas

Leia mais

Política de Comunicação Integrada

Política de Comunicação Integrada Política de Comunicação Integrada agosto 2009 Política de Comunicação Integrada 4 1 Objetivos Promover a comunicação integrada entre as empresas Eletrobras e dessas com os seus públicos de relacionamento,

Leia mais

Ana Lúcia Vitale Torkomian. Secretária Adjunta de Desenvolvimento Tecnológico e Inovação do Ministério da Ciência e Tecnologia

Ana Lúcia Vitale Torkomian. Secretária Adjunta de Desenvolvimento Tecnológico e Inovação do Ministério da Ciência e Tecnologia Sessão Plenária 5: Programas Nacionais de Estímulo e Apoio às Incubadoras de Empresas e Parques Tecnológicos Ana Lúcia Vitale Torkomian Secretária Adjunta de Desenvolvimento Tecnológico e Inovação do Ministério

Leia mais

Gestão e melhoria de processos no Governo de Minas Gerais: trajetória e resultados alcançados. Palestrante: Vanice Cardoso Ferreira

Gestão e melhoria de processos no Governo de Minas Gerais: trajetória e resultados alcançados. Palestrante: Vanice Cardoso Ferreira Gestão e melhoria de processos no Governo de Minas Gerais: trajetória e resultados alcançados Palestrante: Vanice Cardoso Ferreira Agenda A trajetória da Gestão de Processos no Governo de Minas A trajetória

Leia mais

Información sobre Herramientas Metodológicas de Diagnóstico Participativo

Información sobre Herramientas Metodológicas de Diagnóstico Participativo Datos generales: Información sobre Herramientas Metodológicas de Diagnóstico Participativo 1. Nombre de la herramienta: Conselhos de Desenvolvimento Comunitário (Programa Comunidade Ativa) 2. Organización

Leia mais

PROGRAMA EDUCAÇÃO AMBIENTAL DA SAMARCO. Programa de Educação Ambiental Interno

PROGRAMA EDUCAÇÃO AMBIENTAL DA SAMARCO. Programa de Educação Ambiental Interno PROGRAMA EDUCAÇÃO AMBIENTAL DA SAMARCO Programa de Educação Ambiental Interno Condicionante 57 LO 417/2010 SUMÁRIO 1. APRESENTAÇÃO 04 2. IDENTIFICAÇÃO DA EMPRESA 05 3. REGULAMENTO APLICÁVEL 06 3.1. FEDERAL

Leia mais

Planejamento estratégico 2016-2019

Planejamento estratégico 2016-2019 Planejamento estratégico 2016-2019 Fortalecer as instituições e a qualidade dos serviços públicos para fortalecer a democracia e a competitividade. www.agendapublica.org.br 2 GOVERNANÇA PARA UM FUTURO

Leia mais

Qual a principal diferença entre o Enem tradicional e o novo Enem?

Qual a principal diferença entre o Enem tradicional e o novo Enem? SAIBA TUDO SOBRE O ENEM 2009 Qual a principal diferença entre o Enem tradicional e o novo Enem? Até 2008, o Enem era uma prova clássica com 63 questões interdisciplinares, sem articulação direta com os

Leia mais

Gerência de Comunicacão

Gerência de Comunicacão Gerência de Comunicacão Quem somos? Representação política e institucional Representação sindical Educação cooperativista, promoção social e monitoramento Gecom Marketing Publicidade e propaganda Assessoria

Leia mais

Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia AGESPI AGESPI 12. AGESPI A Assessoria na Gestão de Projetos e Convênios Institucionais AGESPI trabalha na perspectiva de obter linhas de financiamento através

Leia mais

Oficina 1: CUSTOS. Ocorrência Desafio Ocorrências Lições Aprendidas Melhorias Considerações SGE. Procurar parceiros que dividam ou arquem com custos

Oficina 1: CUSTOS. Ocorrência Desafio Ocorrências Lições Aprendidas Melhorias Considerações SGE. Procurar parceiros que dividam ou arquem com custos Oficina : CUSTOS 2 Orçamento sem financeiro (Cronograma X Desembolso) Comunicação quanto ao Risco de não execução do projeto Procurar parceiros que dividam ou arquem com custos Negociação com SPOA/Secr.

Leia mais

crítica na resolução de questões, a rejeitar simplificações e buscar efetivamente informações novas por meio da pesquisa, desde o primeiro período do

crítica na resolução de questões, a rejeitar simplificações e buscar efetivamente informações novas por meio da pesquisa, desde o primeiro período do Dimensão 2 As políticas para o ensino, a pesquisa, a pós-graduação, a extensão e as respectivas normas de operacionalização, incluídos os procedimentos para estímulo à produção acadêmica, as bolsas de

Leia mais

Número de. Empregados. Pessoa Física Nenhum R$ 50,00 R$ 600,00. Microempresa Até 5 R$ 70,00 R$ 840,00. Acima de 5 R$ 400,00 R$ 4800,00

Número de. Empregados. Pessoa Física Nenhum R$ 50,00 R$ 600,00. Microempresa Até 5 R$ 70,00 R$ 840,00. Acima de 5 R$ 400,00 R$ 4800,00 FICHA DE ADESÃO Por esta Ficha de adesão, solicito meu ingresso como associado da ABRIMPE ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE INCENTIVO E MELHORIA EM PROJETOS EMPRESARIAIS, EMPREENDEDORISMO E EDUCACIONAL, comprometendo-me

Leia mais

UHE SANTO ANTÔNIO DE JARI

UHE SANTO ANTÔNIO DE JARI UHE SANTO ANTÔNIO DE JARI PLANO DE TRABALHO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL PCS Plano de Trabalho ÍNDICE 1. INTRODUÇÃO... 1 2. OBJETIVO... 1 2.1. Objetivos Específicos... 1 3. PÚBLICO ALVO... 2 4. METAS... 2 5.

Leia mais

FIPECAFI oferece curso elearning Tópicos de Contabilidade Internacional com foco em IFRS

FIPECAFI oferece curso elearning Tópicos de Contabilidade Internacional com foco em IFRS FIPECAFI oferece curso elearning Tópicos de Contabilidade Internacional com foco em IFRS A FIPECAFI (Fundação Instituto de Pesquisas Contábeis, Atuariais e Financeiras) abre inscrições para o curso elearning:

Leia mais

PROCESSO SELETIVO DE SERVIDORES PÚBLICOS FEDERAIS PARA ATUAÇÃO COMO INSTRUTORES NOS CURSOS GESTÃO DA ESTRATÉGIA COM O USO DO

PROCESSO SELETIVO DE SERVIDORES PÚBLICOS FEDERAIS PARA ATUAÇÃO COMO INSTRUTORES NOS CURSOS GESTÃO DA ESTRATÉGIA COM O USO DO PROCESSO SELETIVO DE SERVIDORES PÚBLICOS FEDERAIS PARA ATUAÇÃO COMO INSTRUTORES NOS CURSOS GESTÃO DA ESTRATÉGIA COM O USO DO BSC E MÓDULO 2 PLANEJAMENTO E GESTÃO ORGANIZACIONAL (PROGRAMA DE DESENVOLVIMENTO

Leia mais

PLANO DE TRABALHO Rede Nacional de Jovens Líderes

PLANO DE TRABALHO Rede Nacional de Jovens Líderes PLANO DE TRABALHO Rede Nacional de Jovens Líderes pág. 1 VISÃO GERAL Objetivo 1 - No âmbito da seção escoteira, apoiar a correta aplicação do método escoteiro, em especial as práticas democráticas previstas

Leia mais