SUMÁRIO CAPÍTULO 2 2. PROJETO PEDAGÓGICO INSTITUCIONAL (PPI) DA UNILA

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "SUMÁRIO CAPÍTULO 2 2. PROJETO PEDAGÓGICO INSTITUCIONAL (PPI) DA UNILA"

Transcrição

1 PDI

2 SUMÁRIO CAPÍTULO 2 2. PROJETO PEDAGÓGICO INSTITUCIONAL (PPI) DA UNILA 2.1. A inserção da UNILA no processo de globalização Inserção regional e contribuição para a integração latino-americana 2.2. Princípios filosóficos e metodológicos Institucionais Interdisciplinaridade Interculturalidade Bilinguismo e multilinguismo Integração solidária Gestão democrática 2.3. Organização Didático-pedagógica da Instituição Perfil do egresso Interdisciplinaridade Formação universalista Cooperação internacional Ciclo comum de estudos O Estágio, a prática profissional e atividades complementares Processo de avaliação Monitorias e tutorias Articulação ensino-pesquisa-extensão Educação à distância - EAD 2.4. Políticas Institucionais Política de ensino Política para o ensino de graduação Objetivos da política de ensino de graduação Política para o ensino de pós-graduação Pós-graduação lato senso Pós-graduação stricto senso Objetivos da política de ensino de pós-graduação Política de extensão Política de pesquisa Políticas de gestão Política de gestão de pessoas Gestão administrativa e planejamento Política de responsabilidade social Políticas de avaliação Política econômico-financeira e administrativa (em redação) Política de comunicação Política de informática e tecnologia Política de assistência estudantil (em redação) Apoio ao desenvolvimento acadêmico dos discentes referentes à realização de eventos Políticas de acesso, seleção e permanência de estudantes Acompanhamento de egressos e formação continuada Política de Relações Internacionais Validação e aceitação dos diplomas

3 2. PROJETO PEDAGÓGICO INSTITUCIONAL (PPI) O Projeto Pedagógico Institucional da UNILA estabelece as referências teóricas que nortearão as ações da universidade para os próximos cinco anos. Para tanto, procurou-se estruturá-lo de maneira coerente e factível, para que se tenha condições de executar as políticas nele propostas. 2.1 A inserção da UNILA no processo de globalização Com o advento da globalização, as informações passaram a circular pelo mundo em um ritmo muito mais acelerado. Isso trouxe grandes benefícios à sociedade, que passou a ter suas necessidades atendidas muito além do esperado, dado o avanço na capacidade de inovação. Todavia, estes benefícios não se distribuíram de forma equânime, por isso tal processo resultou, também, em crises que podem ser observadas em diversos âmbitos devido à carência de instrumentos para solucionar os problemas gerados pela contemporaneidade. Em razão disso, as universidades, estruturadas a partir de uma matriz de conhecimento fragmentada em áreas incomunicáveis de disciplinas, precisam repensar suas práticas, sob pena de não conseguirem subsidiar a solução dos problemas modernos, que requerem uma abordagem científica de caráter inter e transdisciplinar (HOYOS, 2000, p. 50). Assim, o maior desafio das instituições de ensino, hoje, é construir uma ciência capaz de analisar os problemas locais e regionais, a partir do contexto global em que se inserem. O processo de reorganização das Instituições de Ensino Superior, no mundo, teve, como marco preponderante, a Declaração de Bolonha. Subscrito em 1999, inicialmente por 29 estados europeus, na cidade italiana de Bolonha, este documento estabeleceu um Espaço Europeu de Ensino Superior, a partir do comprometimento dos envolvidos com a promoção de reformas em seus sistemas de ensino, convenientes a todos os participantes. Com esta iniciativa, buscou-se viabilizar a internacionalização das universidades, facilitando a mobilidade de docentes e discentes e a promoção da empregabilidade dos cidadãos europeus. Na América Latina, a primeira proposta de internacionalização das universidades manifestou-se na década de 60, em um importante coletivo universitário da região: a União de Universidades da América Latina (UDUAL). No entanto, foi somente em 2006, durante o Fórum Educação Superior no Mercosul, que tal iniciativa se consolidou, a partir da influência do Processo de Bolonha. Na oportunidade, os Ministros de Educação dos diversos países latino-americanos receberam a incumbência de elaborar um projeto para a viabilização de um Espaço Regional de Educação Superior do Mercosul, cuja ênfase estaria na cooperação solidária dos países da região. Há um conjunto de universidades que desenvolveram uma diversificada e crescente interação acadêmico-científica com os países da América Latina, das quais se destacam as instituições que compõem a Associação de Universidades do Grupo de Montevidéu (AUGM). Dentre os principais desafios das nações latino-americanas, destaca-se o de lutar por uma educação que promova a transformação produtiva, capaz de equilibrar princípios de equidade e competitividade. Para tanto, deve-se buscar promover uma educação de qualidade para todos, com base numa perspectiva compartilhada entre os países e instituições integrantes. Para atender às demandas da atual conjuntura que tem exigido, em nível mundial, nacional e local, formas de organização de ensino cada vez mais interdisciplinar e para poder contribuir para a integração regional, reconheceu-se que o projeto da UNILA precisaria ser desenhado, a partir de três direções pilares:

4 1. Interação em termos nacionais e transnacionais de forma solidária e com respeito mútuo; 2. Compromisso com o desenvolvimento econômico sustentável, tornando-o indissociável da justiça social e do equilíbrio do meio ambiente; 3. Compartilhamento recíproco de recursos e conhecimentos científicos e tecnológicos com professores e estudantes da América Latina. (BRASIL apud IMEA, 2009, p. 16) A UNILA pretende potencializar essas experiências e avançar para o processo de integração em um novo patamar qualitativo.

5 Inserção regional e contribuição para a integração latino-americana A cidade de Foz do Iguaçu foi escolhida para a implantação da UNILA por sua localização estratégica na região fronteiriça entre Argentina, Brasil e Paraguai, bem como por suas características multiculturais, aspectos estes que favorecem o diálogo e a interação regional. Tratava-se, também, de uma região carente de vagas universitárias, especialmente em instituições públicas, justificando a necessidade de ampliação, que estava em consonância com a política do Governo Federal de expansão e interiorização da rede de ensino superior, bem como a ampliação de seu acesso para as classes sociais menos favorecidas. A UNILA atua no desenvolvimento científico e tecnológico, tendo em vista a diversidade geográfica, ambiental e cultural latino-americana e o enfrentamento de problemas históricos do continente. Desempenha um papel estratégico para os países da região, ao contribuir para a integração solidária, fundada no reconhecimento mútuo e na equidade, no compartilhamento recíproco de recursos e de conhecimentos. A nova universidade pretende desenvolver-se em rede, na região, tendo como foco as instituições públicas de ensino superior da Associação Grupo de Montevidéu (AUGM), que, atualmente, conta com 8 universidades argentinas, 9 brasileiras, 2 paraguaias, 1 uruguaia, 1 chilena e 1 boliviana (BRASIL apud IMEA, 2009, p. 37). Por meio de seu projeto internacional da Biblioteca Latinitas, a UNILA visa disponibilizar à AUGM uma ampla documentação sobre a América Latina, a partir dos mais modernos meios de divulgação, que propiciem a circulação tanto de seu acervo quanto das demais universidades conectadas à rede. A Universidade também almeja potencializar suas experiências e contribuir com a AUGM por meio do Instituto Mercosul de Estudos Avançados (IMEA), que tem a missão de reunir e articular pesquisas avançadas, de caráter interdisciplinar, visando construir, em parceria com outras instituições da rede, conhecimentos inovadores, respaldados na compatibilidade de interesses entre os que cooperam, (...) na simetria política dos vínculos e na pluralidade de enfoques. (BROVETTO, 2008, apud IMEA, 2009, p. 46) Princípios filosóficos e metodológicos Institucionais Interdisciplinaridade A UNILA como instituição de ensino superior que contribui com a integração, fundamenta seus processos pedagógicos e de gestão na interdisciplinaridade, proporcionando em seu cotidiano relações entre as pessoas, as unidades acadêmicas e as administrativas. A interdisciplinaridade implica a inter-relação da diversidade de conteúdos curriculares - atitudes, valores, habilidades, conceitos, temas - e metodologias na sala de aula, nos projetos de extensão, na pesquisa e, em geral, entre os diversos âmbitos acadêmicos e administrativos. Cria-se, assim, uma cultura interdisciplinar em toda a comunidade universitária Interculturalidade A UNILA valoriza, na construção da integração regional: o diálogo e a comunicação intercultural, respeitando as diversidades existentes e possibilitando uma construção solidária e legítima; os saberes e experiências tradicionais colocando-os em interação com as diversas inovações científico-tecnológicas; e a história das diferenças e semelhanças entre culturas dos povos latino-americanos e caribenhos.

6 Bilinguismo e multilinguismo A UNILA, em seus diferentes processos pedagógicos e de gestão, respeita, defende e preserva todas as formas de diversidade, incluindo a expressão cultural e linguística. Propicia aprendizagens de várias línguas e estudos que identifiquem processos sociais e linguísticos da região Integração solidária A UNILA, como instituição de ensino superior, promove a integração enquanto processo social, cultural, político e econômico que viabiliza formas de cooperação estáveis entre diversos coletivos sociais, ainda que previamente antagônicos ou indiferentes entre si. A integração será solidaria, se partir da identificação de interesses e valores comuns, que viabilizem ações de diminuição das desigualdades e, que contribuam à construção de uma consciência social de respeito mutuo, de modo que todas as partes se beneficiem Gestão democrática A gestão da UNILA se caracteriza por possibilitar a participação dos diversos setores da sociedade, dialogar permanentemente respeitando todas as vozes, ser transparente e democrática conforme sua missão de integração. A gestão democrática implica motivar, planejar, desenvolver e avaliar a participação, estabelecendo mecanismos institucionais que coletivamente a desencadeiem. A participação será real, quando cada uma das pessoas vinculadas à universidade possa tomar as decisões institucionais pertinentes, nos âmbitos colegiados ou coletivos adequados. 2.3 Organização didático-pedagógica da instituição Perfil do Egresso Os egressos da UNILA deverão ser capazes de refletir criticamente e selecionar informações importantes em suas áreas de trabalho, cultura e exercício da cidadania. Com comprometimento ético, deverão propor soluções aos problemas e adaptarem-se às situações diversas. Neste contexto, terão a possibilidade de aprender constantemente, buscando espaços intermediários, solidários e integradores entre os conteúdos acadêmicos e a aplicação de conhecimentos multidisciplinares. Além disso, deverão possuir uma postura transformadora e humanística, cuja base esteja solidificada na capacidade de analisar os problemas latino-americanos sob as perspectivas das diversas culturas envolvidas, e não, apenas, a partir de perspectivas tradicionais eurocêntricas Formação universalista A UNILA buscará garantir a geração e o compartilhamento de conhecimentos respeitando os métodos, os avanços e as inovações científicas de cada área. Ao mesmo tempo, e sob uma perspectiva interdisciplinar, será promovida uma trajetória acadêmica no campo do ensino, da pequisa e da extensão alicerçada na abordagem humanista e universalista pela qual serão enfrentados os desafios de compreender a realidade latinoamericana em sua interface com a complexidade do mundo contemporâneo. A partir desta perspectiva, a formação acadêmica consistirá na construção de um campo de diálogo baseado nas experiências, saberes e reflexões dos professores e estudantes debruçando-se sobre as mais diversas questões da América Latina sem deixar de primar por uma sólida abordagem teórico-metodológica historicamente edificada, mas comprometida com o presente em transformação.

7 Cooperação internacional Seguindo sua vocação internacional, a UNILA irá buscar e manter relações harmônicas e de cooperação com os mais diversos entes internacionais governamentais ou não, em especial aqueles que se vinculem aos debates latinoamericanos, firmando convênios e parcerias de ajuda mútua. A UNILA irá prezar pela transparência na divulgação destes acordos e convênios, por uma gestão impessoal, pública e universal das oportunidades abertas (inclusive exigindo dos entes parceiros o mesmo tipo de gestão), pela instrumentalização dos acordos já firmados e pela ampliação de acordos que fortaleçam a manutenção dos acadêmicos junto à instituição e na cidade de Foz do Iguaçu. A cooperação internacional também deverá estar materializada na instituição sobre a forma de busca de reconhecimento dos diplomas da instituição nos países originários dos estudantes Composição curricular dos cursos de graduação Na esfera da graduação, além das atividades de extensão e de pesquisa, as quais, necessariamente, deverão ser estimuladas nos Projetos Pedagógicos dos cursos, os currículos organizar-se-ão a partir da convivência entre componentes curriculares comuns a todas as carreiras da UNILA, componentes curriculares específicos de cada uma delas e componentes curriculares compartilhados entre os cursos. Neste contexto, todos os cursos de graduação da Universidade Federal da Integração Latino-Americana contemplarão em seus Projetos Pedagógicos de Cursos estudos comuns, agrupados sob a denominação de Ciclo Comum de Estudos. As cadeiras referidas terão como objetivo principal subsidiar a formação de um aluno consciente em relação às características latino-americanas e caribenhas, familiarizado com as línguas espanhola e portuguesa, bem como reflexivo. O Ciclo Comum de Estudos será marcado pela interdisciplinaridade, articulará os conhecimentos de maneira dinâmica, propiciando reflexões a partir das mais diversas áreas de estudos. Será formado por componentes curriculares ligados às seguintes áreas fundamentais: 1. Estudos latino-americanos e caribenhos: cursados nos primeiros semestres dos cursos, colocarão em pauta as principais problemáticas e características da América Latina e do Caribe, trazendo à baila temas de interesse para a formação de discentes em diferentes áreas; 2. Estudos relativos à epistemologia e à metodologia das ciências: cursados nos primeiros semestres dos cursos, subsidiarão a formação reflexiva dos alunos, dando-lhes condições para a formação de cidadãos autônomos; 3. Estudos relativos às línguas portuguesa e espanhola: cursados anteriormente a quaisquer componentes curriculares e continuando no decorrer do curso. A aprovação em língua portuguesa, no caso de alunos oriundos de países de língua espanhola, e em língua espanhola, no caso de alunos brasileiros, é condição sine qua non para que o discente tenha sua titulação expedida pela UNILA. No que se refere às disciplinas a serem compartilhadas entre diferentes cursos de graduação, como o Ciclo Comum de Estudos, compõem a intencionalidade de que os currículos sejam constituídos a partir de diálogos interdisciplinares, os quais enriqueçam as discussões disciplinares de cada área. Assim sendo, a interface mencionada será definida, por cada curso, a partir de discussões que estabeleçam os eixos estruturantes de cada carreira e, de maneira alguma, deverá ser compreendida como um enfraquecimento dos estudos estritamente ligados a cada área. A presença de disciplinas oriundas de determinados cursos em outra carreira visa estabelecer a dinamicidade de comunicação entre conhecimentos dispersos, objetiva colaborar para uma formação

8 profissional mais consistente e abrangente. Portanto, preza-se pela totalidade do conhecimento e pelo estabelecimento de fortes elos entre disciplinas de uma mesma área ou de áreas afins. Destarte, o domínio específico de cada área, também regido pelas Diretrizes Curriculares Nacionais (além de enriquecido pela presença de estudos do Ciclo Comum e pelo diálogo com diferentes áreas), não deixará de ser parte imprescindível nos currículos de graduação da UNILA. Os conteúdos específicos serão abordados em cada curso a partir de disciplinas, seminários, atividades curriculares complementares ou outras atividades próprias de cada área do conhecimento. O objetivo destes conteúdos estará no desenvolvimento de habilidades, conhecimentos, posturas e procedimentos indispensáveis para os egressos de cursos superiores de cada área. Apenas com a formação qualitativa dos discentes será possível almejar que os mesmos atuem em aspectos estratégicos para o desenvolvimento da América Latina e do Caribe. Há de se ressaltar, ainda, que, no domínio específico de cada área, os Projetos Pedagógicos de cursos terão maior oportunidade para zelar pela flexibilidade, ofertando aos estudantes a possibilidade de, por meio de atividades e/ou disciplinas optativas, escolherem percursos diferentes em subáreas de suas carreiras, o que não lhes possibilitará, no entanto, conforme legislação brasileira, diferentes habilitações, confiandolhes, apenas, a possibilidade de conhecimentos diferenciados, adequados às suas preferências Estágios e atividades práticas As atividades práticas e de estágio serão previstas pelos Projetos Pedagógicos dos Cursos, de acordo com as características e com as exigências legais de cada área. Quando obrigatórios, os estágios e as atividades práticas constituir-se-ão como componentes integrantes da matriz curricular do curso, com carga horária própria, cujo cumprimento é imprescindível para a diplomação. Caso não sejam obrigatórios, os estágios e as atividades práticas terão suas horas acrescidas às horas obrigatórias do currículo regular. Tendo consciência da importância do estágio e das atividades práticas, a UNILA viabilizará convênios para a realização dos mesmos. Poderá, ainda, ofertar vagas para a recepção de estagiários, sendo, nestes casos, necessária a realização de processos de seleção regidos por editais próprios. Os estágios e as atividades práticas somente poderão ser realizados na medida em que os discentes tenham cumprido determinados requisitos, explicitados no currículo de cada curso. Ressalta-se que os estágios devem ser entendidos meios pelos quais os discentes, a partir de orientações e supervisões contínuas, são encaminhados à mobilização dos conhecimentos adquiridos em prol de práticas acadêmicas, profissionais e sociais adequadas. Observar, analisar, interpretar práticas institucionais e profissionais e/ou propor intervenções devem ser ações estimuladas durante os estágios. De acordo com legislação 1, os alunos somente poderão estagiar por até dois anos em uma mesma instituição, exceção feita aos portadores de necessidades especiais Atividades complementares As atividades complementares são parte do processo de flexibilização curricular da graduação da UNILA. Podendo ser constituídas por seminários, viagens de estudo, colóquios, projetos de extensão, programas de iniciação científica, monitorias de ensino, participação em atividades do Programa de Educação Tutorial (PET), Programa de Consolidação das Licenciaturas e Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à 1Lei /08

9 Docência (PIBID), além de congressos e outros eventos que assegurem a interdisciplinaridade e a articulação do mundo acadêmico com o mundo profissional, elas serão previstas nos Projetos Pedagógicos de todos os cursos, segundo normas específicas a eles Monitorias As monitorias, remuneradas ou não, terão por finalidade a sensibilização do discente para a prática docente, bem como contribuir para a melhoria da qualidade do ensino de graduação. O desenvolvimento das monitorias será regulamentado por legislação própria, mantendo, no entanto, como características básicas: 1. Cada professor poderá orientar no máximo quatro monitores; 2. Somente um professor poderá ser responsável por um projeto de monitoria; 3. O monitor desempenha atividades por até doze horas semanais, acompanhado por docente responsável pelo projeto e pelo colegiado do curso ao qual a disciplina monitorada está vinculada; 4. Os monitores não poderão desempenhar atividades típicas de docentes ou de técnicos-administrativos Tutorias O programa de tutorias, regulamentado por legislação própria, visará integrar o discente ao ambiente de ensino e pesquisa da UNILA, por isso, requer um acompanhamento muito próximo de um docente, o qual será responsável por auxiliar o aluno na compreensão dos mecanismos da metodologia científica, na preparação de projetos, na elaboração de relatórios de pesquisa e, consequentemente, na escolha de caminhos e de mecanismos que possibilitem um melhor percurso acadêmico do estudante Avaliação da aprendizagem Os procedimentos avaliativos da aprendizagem na UNILA levarão em conta os seguintes elementos: a utilização de procedimentos e instrumentos variados para a avaliação; a adequação dos instrumentos de avaliação aos objetivos previstos na disciplina/atividade; a existência de no mínimo duas avaliações por componente curricular; e, a existência de intervenções, com base nas dados conseguidos por meio de avaliações, em favor da superação das dificuldades detectadas e a clareza em relação aos pontos e critérios de avaliação Articulação ensino, pesquisa e extensão A indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão nas universidades brasileiras constituiu o eixo fundamental e não pode ser compartimentado. A associação estreita entre ensino, pesquisa e extensão, ocorre nos âmbitos da graduação e pósgraduação, necessariamente envolvendo o apoio da estrutura institucional, como facilitadora da integração, através da formulação e implementação de projetos de ensino, pesquisa e extensão, políticas acadêmicas, e programas de cooperação que concretizem suas atividades-fim, respeitando a princípios éticos. A articulação ensino, pesquisa e extensão ocorre mediante atitude reflexiva e problematizadora, em que o papel investigativo não se limita à sala de aula, envolvendo o aluno na participação de projetos de pesquisa de natureza científica, de extensão, na participação de eventos científicos e comunitários e monitorias, e ainda o

10 desenvolvimento de programa de educação tutorial (PET), que na sua essência visam a integração de ensino, pesquisa e extensão. Se a indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão deve prever atividades tanto dentro, quanto fora da sala, em razão da natureza e missão da UNILA, as atividades curriculares e extracurriculares devem ser comprometidas com a busca de soluções para os problemas latino-americanos. Dessa forma, a flexibilização do currículo deve ocorrer: ensino, pesquisa e extensão, seguem a seguinte vertente: Una posibilidad sería que una vez definido la estructura y campos de trabajo se establecieran contactos con otros instituciones destacadas en esas áreas y se establecieran por la vía de acuerdos bilaterales opciones de colaboración e intercambio: Por ejemplo, a través de pasantías, proyectos de investigación conjuntos, programas docentes colaborativos con participación tanto física como virtual como semipresencial (utilizando por ejemplo plataformas virtuales) con participación internacional. (IMEA, 2009, p ) Educação a distância A Educação a distância caracteriza-se como modalidade educacional na qual a mediação didático-pedagógica nos processos de ensino e aprendizagem ocorre com a utilização de meios e tecnologias de informação e comunicação, com estudantes e professores desenvolvendo atividades em lugares ou tempos diversos (Decreto 5.622, de 19 de dezembro de 2005). No que concerne à Educação Superior, a oferta de cursos - de graduação, de especialização, de mestrado ou de doutorado, por meio deste recurso/plataforma é incentivada pelo Ministério de Educação, desde a Lei de Diretrizes e Base, de 1996 (Lei 9.394/96). Por isso mesmo, a UNILA deverá se instrumentalizar e se capacitar para o oferecimento com qualidade da modalidade, seguindo o padrão do Ministério de Educação e da Secretaria de Educação a Distância (SEED) 2. A ferramenta na UNILA será utilizada, especialmente, em cursos de especialização e para ambientação dos egressos em relação à cidade de Foz do Iguaçu e outros que a instituição venha a oferecer. Isso, pois a instituição irá procurar prezar pelo contato mais próximo e físico entre acadêmicos, fortalecendo os princípios institucionais. Todas as regras estabelecidas no Decreto devem ser seguidas, inclusive de previsão quanto à obrigatoriedade de momentos presenciais para avaliação de estudantes, estágios obrigatórios e defesa de trabalhos de conclusão de curso (quando previstos na legislação pertinente) e, ainda, atividades relacionadas a laboratórios de ensino (quando for o caso). 2 Referências de qualidade para educação superior a distância, MEC, Disponível em < portal.mec.gov.br/index.php?itemid=879&id=13105&option=com_content&view=article >. Acesso em 15 dez

11 2.4. POLÍTICAS INSTITUCIONAIS Política de Ensino Predominarão cursos interdisciplinares, tanto na Graduação como na Pós- Graduação, e voltados às questões integracionistas latino-americanas, compreendendo aspectos sociais, políticos, ambientais, culturais e econômicos Política para o ensino de graduação A política de ensino de graduação da UNILA tem como intuito a formação de profissionais éticos, com alta qualificação científica, tecnológica e artística, conscientes e capazes de mudar a realidade em que estão inseridos. Os cursos ofertados, nas formas de bacharelado ou licenciatura, propiciarão a reflexão crítica da estrutura social, além de contribuírem para o combate de todas as formas de intolerância e discriminação decorrentes de diferenças linguísticas, sociais, culturais, nacionais, étnicas, religiosas, de gênero e/ou de orientação sexual. Tendo como um de seus princípios basilares a interdisciplinaridade, a graduação vislumbrará a superação da divisão estanque do conhecimento tal como predominantemente apresentado na sociedade atual. Trabalhará a dimensão cultural ao modo de espaço de negociação social. Espera ultrapassar com sua prática pedagógica as dicotomias entre ensino, extensão e pesquisa. Por isso, os currículos da UNILA serão baseados na resolução de problemas e na capacidade de explorar ações e conceitos interdependentes, criar conexões mútuas entre as disciplinas e destas com a realidade da América Latina e do Caribe. Sendo a produção do conhecimento o foco principal das universidades, o ensino será direcionado para a construção de uma mentalidade inquisitiva, filosófico-científica, interessada em resolver problemas a fim de melhorar a qualidade de vida. Tal aprendizado pode se dar, sobretudo, por meio do exercício em atividades de pesquisa, e, sempre que possível, em atividades que combinem pesquisa e extensão. No tocante à didática, será estimulado o emprego de estratégias de ensino que permitam maior inserção dos discentes, aproveitando e valorizando seus saberes. Implica, portanto, a necessidade de conhecer experiências educativas em diferentes contextos, a exemplo da educação indígena ou no campo. Assim sendo, a prática pedagógica criará, inclusive, espaço para a oferta de matérias interdisciplinares. A fim de viabilizar esse tipo de ação, será estimulada a realização de atividades regulares propiciando espaço para intercâmbio entre projetos de pesquisa e extensão, bem como para debate e reflexão sobre práticas pedagógicas adequadas ao desenvolvimento da cognição interdisciplinar, como ocorre com as perspectivas construtivistas e histórico-culturais. Com esse propósito em mente, a criação de um Núcleo de Apoio Pedagógico Docente é fundamental. Essas experiências servirão como base para a organização de núcleos articulares que ajudem os estudantes a realizar as pontes necessárias para um aprendizado interdisciplinar. Lançando mão da gestão democrática e priorizando a qualidade educacional, a política de ensino de Graduação na UNILA estabelecerá e revisará, sempre que necessário, suas normas, bem como trabalhará em prol do aperfeiçoamento de docentes e técnicos administrativos em educação, além de desenvolver programas de monitoria e tutoria voltados para o combate à evasão e para a melhoria do desempenho acadêmico dos discentes.

12 Formação complementar Será possível ao estudante obter formação complementar nos cursos de graduação, não apenas considerando áreas do conhecimento, mas a opção de cursar módulos interdisciplinares, organizados em blocos de disciplinas de diferentes áreas Programas especiais para formação pedagógica Cursos fora da sede Objetivos da Graduação A política de ensino de graduação da UNILA se traduz nos seguintes objetivos: OBJETIVO GERAL: Ofertar ensino de qualidade, indissociado da pesquisa e da extensão, de forma que o egresso esteja apto para o exercício profissional, capaz de contribuir para a integração latino-americana por meio de soluções democráticas, e ajudar na construção de sociedades justas e solidárias na América Latina e Caribe. OBJETIVOS ESPECÍFICOS 1. Promover a integração entre ensino, pesquisa e extensão. AÇÕES 1. Promover diálogos interdisciplinares acerca da realidade latino-americana e caribenha, com vistas a subsidiar a elaboração e revisão dos PPCs; 2. Avaliar anualmente a efetividade da integração dos projetos de ensino com a pesquisa e a extensão e reestruturar as ações acadêmicas de acordo com as necessidades reveladas pelos diagnósticos da avaliação. METAS 1. Realizar eventos periódicos com este fim, a partir de 2014; 2. Criar um programa de avaliação, até final de 2013; 3. Estabelecer diálogo entre graduação e pós-graduação, quando da elaboração dos programas de pós-graduação. 3. Permanente. 4. Firmar convênios com instituições nacionais e internacionais, principalmente da América Latina e Caribe, para programas de intercâmbio estudantil em programas de ensino, pesquisa e extensão; 5. Realizar eventos técnicos, acadêmicos e científicos que 4. Garantir o atendimento de, pelo menos, um quarto dos discentes, a partir de Estabelecer calendário

13 discutam a integração da América Latina e Caribe e áreas de conhecimento afins à UNILA, por meio da articulação entre ensino, pesquisa e extensão universitária. anual. 1. Realizar atividades para divulgação da UNILA, como Feira Anual de cursos, atualização constante do site e outros meios de comunicação eletrônicos a respeito destes, mostra de curtas e outras atividades com este fim. 1. A partir de Divulgar os cursos de graduação da UNILA para a comunidade beneficiária. 3. Instruir, estimular, avaliar e acompanhar as atividades discentes. 2. Promover a divulgação científica e cultural dos conhecimentos produzidos pela universidade, por meio de publicações e exposições científicas, inserção em debates técnicos na mídia local, e outros eventos congêneres; 3. Criar programas de parceria e integração com as redes de Educação (estaduais e municipais), para estabelecer projetos de ensino, pesquisa, extensão e estágio. 4. Ofertar atividades para formação continuada, tanto para a comunidade acadêmica como para os demais atores sociais. 1. Elaborar o Guia Acadêmico, a ser distribuído para orientação dos alunos ingressantes; 2. Difundir entre os estudantes, particularmente os calouros, valores de respeito à diversidade cultural, religiosa, de orientação sexual, entre outras. 2. Definir cronograma anual de ações de divulgação, a partir de 2013; 3. Firmar os acordos legais necessários com as redes a partir de 2014; 4. Implantar o programa para formação continuada até o final de 2015; 1. Distribuir o Guia Acadêmico no início de cada letivo, a partir de Incluir no Guia Acadêmico conteúdos e imagens relativos a esta questão. 2.1 Promover eventos e atividades de sensibilização a partir de Solicitar apoio do setor de Comunicação para a criação

14 3. Implantação dos programas de monitoria e tutoria, bem como a normatização dos estágios obrigatórios e não-obrigatórios e das atividades complementares; de campanhas de sensibilização para o respeito à diversidade, a partir de Regulamentar os programas, após o debate com a comunidade universitária, até o final de 2013; 4. Estimular a criação de novos grupos PET (Programa de Educação Tutorial); 4. Permanente. 5. Realizar acordos com instituições públicas ou privadas para o cumprimento das atividades de estágio curricular obrigatório e nãoobrigatório; 5. Assegurar que todos os alunos dos cursos em andamento consigam desenvolver seus estágios dentro do período previsto para sua conclusão de graduação; 4. Implantar política de apoio e internacionalização docente. 6. Implantar uma política de acompanhamento dos egressos para fins de avaliação institucional e intercâmbio entre acadêmicos egressos e atuais; 7. Implantar o Programa de Mobilidade Acadêmica Interinstitucional, incluindo as várias modalidades, para o intercâmbio de alunos com instituições de ensino superior, nacionais ou internacionais. 1. Definição da política de contratação de docentes estrangeiros (Concursos de Provas e Títulos e processos seletivos simplificados, de comum acordo com os Ministérios da Educação e das Relações Exteriores); 6. Definir e implantar a política de acompanhamento até junho de 2014; 7. Regulamentar e estimular o Programa de Mobilidade Acadêmica Interinstitucional, até janeiro de 2014; 1. Institucionalizar a política até o final de 2013; 2. Regulamentar a política de 2. Institucionalizar a política

15 internacionalização e intercâmbio de docentes, efetivos e visitantes, com vistas à integração entre os países latino-americanos e caribenhos, abrangendo inclusive bolsas e subsídios adequados e suficientes; até o final de 2013; 3. Instituir banca de composição internacional, com representantes da América Latina e Caribe, para a condução dos processos seletivos (bilíngues) de docentes; 3. Instituir as bancas até 1 mês antes de cada concurso/ processo seletivo; 5. Regulamentar os cursos de graduação da UNILA. 6. Ampliar o acesso e regulamentar as condições de ingresso e permanência na graduação da UNILA. Criação do(s) Núcleo(s) Docente(s) Estruturante(s) - NDE(s) para orientação e análise de projetos pedagógicos de curso; 2. Regularizar os cursos de graduação junto ao sistema eletrônico do Ministério da Educação (e-mec); 3. Encaminhar os processos de regularização/ equivalência de componentes curriculares para alunos matriculados anteriormente à definição das matrizes curriculares. 1. implantar, gradativamente, novos cursos de graduação na Unila; 2. Divulgar os cursos da universidade; 3. Redefinir o processo seletivo de alunos estrangeiros e brasileiros, por meio de ampla discussão, 1. Implantar o(s) NDE(s) até o final de 2013 para os cursos já existentes, bem como estabelecer NDEs relativos aos novos cursos previamente ao seu funcionamento; 2. Reconhecer os cursos de graduação já vigentes junto ao MEC até final de 2014; para os novos cursos o reconhecimento se dará no período de 50% de seu andamento; 3. Regularizar a situação dos alunos dos cursos vigentes junto ao MEC até fim do 1º semestre de Ampliar o número de cursos conforme previsão neste documento; 2. Elaborar plano de de ação até o final de Realização de um seminário internacional (ou outro evento) para discussão do processo

16 conduzida por banca de composição internacional, e firmar acordo com o Ministério das Relações Exteriores para a seleção de estudantes estrangeiros. 5. Definir políticas de inclusão a serem adotadas pela universidade; 6. Discutir e implantar o Projeto de Acompanhamento Discente, visando à redução da evasão da universidade, por meio da implantação do PEC-G, por exemplo. seletivo no ano de 2013, culminando com a definição das diretrizes e procedimentos do processo seletivo até o final de Elaborar políticas de inclusão até o final de 2013; 6. Estabelecer parcerias com o Ministério da Educação e Ministério das Relações Exteriores, até o final de Implantar o Projeto de Acompanhamento Discente até março de Preencher as vagas ociosas dos cursos de graduação. 7. Lançar edital para preencher as vagas ociosas uma vez ao ano. 8. Firmar convênio e acordos para fomentar a mobilidade acadêmica prioritariamente entre as universidades dos países da América Latina e Caribe nas diferentes áreas do conhecimento. 8. Firmar convênios com todos os países da América Latina e do Caribe para o intercâmbio de alunos até Manter serviço de orientação aos alunos estrangeiros. 9. Aprimorar o serviço. 7. Obter reconhecimento de diplomas de ensino superior no exterior e de certificados de ensino médio para ingresso de estrangeiros na UNILA. 1. Firmar convênios com Ministérios de Educação (ou órgãos correlatos) e Universidades da América Latina e Caribe para o reconhecimento imediato dos diplomas fornecidos pela UNILA em outros países; 1. Garantir o reconhecimento dos diplomas até 2014 para os cursos já existentes e em andamento, com prioridade para as turmas de Garantir o reconhecimento dos diplomas dos novos cursos enquanto condição prévia ao ingresso;

17 8. Garantir o atendimento das necessidades de infraestrutura, definidas a partir dos PPCs, e pelo atendimento aos parâmetros avaliativos do INEP e do SINAES. 2. Estabelecer procedimentos internos para equivalência de estudos de nível médio, graduação e pós-graduação, realizados pelos alunos estrangeiros no país de origem; 1. Desenvolver plano de ação, em conjunto com a Pró-Reitoria responsável pela infraestrutura, a fim de suprir as necessidades específicos para cada carreira, a exemplo de livros, laboratórios, mobiliários, instalações físicas e equipamentos. 2. Condicionar a implantação de novos cursos ao atendimento prévio da respectiva infraestrutura básica. 1. Valorizar objetivamente o critério didático nos processos seletivos de concursos e contratações temporárias. 2. Efetivar o acordo com as instâncias competentes até o final de Efetuar o levantamento de demandas anuais até o mês de outubro. 2. A partir de Ampliar a qualidade pedagógica. 2. Incluir nos critérios de avaliação dos processos seletivos indicadores pedagógicos e de personalidade que apontem para o compromisso com a integração latino-americana, o respeito às diversidades e o perfil interdisciplinar. Permanentemente. A partir de Política para o ensino de pós-graduação A Política de Ensino de Pós-Graduação é indispensável para firmar o papel da UNILA na produção do conhecimento na América Latina e Caribe. Verifica-se a necessidade de criar programas de pós-graduação stricto sensu e cursos lato sensu nas diferentes áreas do conhecimento, priorizando programas interdisciplinares, que viabilizem a geração de conhecimentos estratégicos para a construção de sociedades mais justas, com equidade econômica e social, e com responsabilidade ambiental. Por meio dessa política, a UNILA visa à promoção e à garantia da diversidade de pensamento e de procedimentos e métodos científicos para a produção de conhecimento crítico de qualidade e com compromisso social. Da mesma forma, é fundamental a

18 cooperação internacional para a produção do conhecimento compartilhado, por meio de programas interinstitucionais e de intercâmbio docente e discente. Constituem-se, assim, fundamentos basilares dessa política: 1. A liberdade de pesquisa e ensino, pautados sob princípios éticos; 2. O respeito ao pluralismo de culturas, ideias, pensamentos, métodos científicos e epistemologias; 3. A indissociabilidade do trinômio ensino, pesquisa e extensão; 4. A interdisciplinaridade; 5. A integração latino-americana e caribenha; 6. A inovação tecnológica e cultural; 7. A preservação da memória e da cultura Pós-graduação lato senso Os cursos são concebidos para atender necessidades pontuais, sendo ofertados conforme a demanda do momento. Funcionam, portanto, qual projetos. Poderão ter formato de imersão ou extensivo, de acordo com as características do projeto e do público atendido, sendo o corpo docente composto por pelo menos 60% de professores da casa Pós-graduação stricto sensu A pós-graduação modalidade stricto sensu tem papel crucial para a viabilização do projeto institucional, por ser responsável pelo desenvolvimento de novos conhecimentos, por meio da pesquisa, e, por sua socialização, através das atividades de ensino. Sendo os alunos oriundos dos diversos países da América Latina e Caribe, a convivência nas atividades da pós contribuirá para melhor conhecerem a realidade desta grande região, bem como para a busca de soluções para as problemáticas latinas, gerando significativos ganhos sociais e ambientais. As pesquisas dos estudantes de mestrado e doutorado proporcionarão, assim, oportunidade de aprofundamento nesta realidade, com a rica contribuição de colegas portadores de distintas perspectivas e culturas. Formar pessoas nesta abordagem permite incrementar o percentual de profissionais preparados para partilhar o conhecimento científico e cultural em toda a América Latina, de modo exponencial, considerando que expressiva parte dos mestres e doutores segue carreira acadêmica, multiplicando o conhecimento novamente por meio das atividades docentes, de pesquisa e extensão. Outra parte dos egressos possivelmente integrará instituições governamentais e/ou não-governamentais ou ainda participará do meio empresarial, constituindo-se em lideranças de novo tipo, pois capazes de analisar a América de modo amplo, complexo e plural, calcados na experiência vivida no cotidiano e nos intercâmbios realizados em distintos pontos do território. Com esse intuito, a matriz dos programas será prioritariamente interdisciplinar e voltada à questão da integração da América Latina. Além da pertinência temática e da defesa da dissertação ou tese, cada programa estabelecerá outros critérios avaliativos decorrentes de seus objetivos. No que se refere à distribuição de vagas, os candidatos dos vários países concorrerão em igualdade de condições, respeitada a proporção de cinquenta por cento de brasileiros e estrangeiros. Porém, o número de vagas de cada programa dependerá da proposta pedagógica do curso e da capacidade dos recursos necessários para a realização das atividades próprias, tais como pesquisa e orientação. Nesse caso, deve-se considerar o papel das agências de fomento à pesquisa, inclusive para a concessão de

19 bolsas e vinculação de docentes a programas de pós-graduação. Os cursos, no que tange a suas denominações (nomenclatura) e conteúdos, serão definidos pelos grupos proponentes, sendo o mesmo válido para as linhas de pesquisa a serem criadas que devem seguir os critérios do colegiado do programa. Os programas se fundamentarão em levantamentos que revelem as demandas, a aplicação dos conhecimentos e, quando possível, a continuidade da formação acadêmica de estudantes egressos da instituição Objetivos da política de ensino de pós-graduação A política de Pós-graduação da UNILA tem os seguintes objetivos: OBJETIVO GERAL: Promover a implantação e o desenvolvimento de programas e cursos de pós-graduação, para formar profissionais qualificados e gerar conhecimento crítico, inovador e de qualidade. OBJETIVOS ESPECÍFICOS AÇÕES METAS Promover reuniões com o corpo docente e consultores externos para a elaboração de programas e linhas de pesquisa. Submeter programas de pósgraduação stricto sensu à CAPES. Criar agenda anual de reuniões. Implantar programas de pós-graduação stricto sensu no nível de mestrado e doutorado. Realizar um evento anual com vistas a debater o cenário nacional e mundial da pós-graduação, contando com participantes e convidados estratégicos para elaboração de novos programas adequados a esta realidade. Implantar 2 programas de mestrado até Realizar evento anual. Estabelecer convênios e termos de cooperação com instituições nacionais e/ou estrangeiras, assim como acordos intergovernamentais para prévia validação e reconhecimento dos diplomas da UNILA em toda a América Latina. Estabelecer convênios. Estruturar a área administrativa e a Secretaria Qualificar o corpo administrativo, no concernente às peculiaridades da pós-graduação. Permanentemente.

20 Acadêmica da Pós-Graduação. Estruturar o espaço físico da secretaria, com a finalidade de dar suporte administrativo aos docentes e discentes dos cursos de pósgraduação. Até o final de Oferecer cursos de especialização em temas de interesse da América Latina e do Caribe Promover reuniões e debates com o corpo docente e consultores externos, visando à elaboração de propostas de especialização de acordo com a demanda identificada. Apresentar os projetos de curso ao Conselho Universitário. Criar agenda anual de reuniões. Ofertar 3 cursos de especialização por ano. Estabelecer convênios e termos de cooperação com instituições nacionais e/ou estrangeiras. Estabelecer convênios Política de extensão A Extensão é o elo entre a universidade e a comunidade. Pode ser entendida como o processo educativo, cultural, científico e político que, articulado de forma indissociável com o ensino e a pesquisa, viabiliza e mede a relação transformadora entre a Universidade e a Sociedade. Tal processo apoia-se na troca de saberes para evitar e resolver problemas, e no diálogo entre a função social da Universidade e as políticas públicas. Na UNILA, a Extensão é entendida como instrumento para a criação de redes de conhecimento regional e para a inclusão de atores sociais locais, bem como para a própria inserção dos alunos na comunidade. A extensão universitária deve apontar demandas e tornar a comunicação entre universidade e comunidade mais eficiente. Assim, a Extensão se constitui pilar da integração idealizada pela UNILA e instrumento para transformar a sociedade. As seguintes Diretrizes de Extensão estão estabelecidas no Plano Nacional de Extensão, o qual toda universidade deve considerar: 1. Indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão, especialmente Impacto na formação do estudante e na geração do novo conhecimento A relação entre o ensino e a extensão conduz a mudanças no processo pedagógico, pois alunos e professores constituem-se em sujeitos do ato de aprender. Ao mesmo tempo em que a extensão possibilita a democratização do saber acadêmico, por meio dela, este saber retorna à universidade, testado e reelaborado. A extensão constituise em elemento capaz de operacionalizar a relação entre teoria e prática. Quanto à formação do estudante, propõe-se uma relação com impacto técnico-científico e sócio-pessoal. 2. Interdisciplinaridade A extensão é um dos espaços que propiciam a realização de atividades

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE GOIÁS PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO I FÓRUM DE GRADUAÇÃO DA UEG CENÁRIOS DA GRADUAÇÃO: DESAFIOS PARA A UEG CARTA DA GRADUAÇÃO

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE GOIÁS PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO I FÓRUM DE GRADUAÇÃO DA UEG CENÁRIOS DA GRADUAÇÃO: DESAFIOS PARA A UEG CARTA DA GRADUAÇÃO UNIVERSIDADE ESTADUAL DE GOIÁS PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO I FÓRUM DE GRADUAÇÃO DA UEG CENÁRIOS DA GRADUAÇÃO: DESAFIOS PARA A UEG CARTA DA GRADUAÇÃO Diretores de Unidades Universitárias, coordenadores pedagógicos

Leia mais

POLÍTICA DE RELAÇÕES INTERNACIONAIS DOS INSTITUTOS FEDERAIS DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA

POLÍTICA DE RELAÇÕES INTERNACIONAIS DOS INSTITUTOS FEDERAIS DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA POLÍTICA DE RELAÇÕES INTERNACIONAIS DOS INSTITUTOS FEDERAIS DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA Brasília, 25 de novembro de 2009 1 POLÍTICA DE RELAÇÕES INTERNACIONAIS DOS INSTITUTOS FEDERAIS DE EDUCAÇÃO,

Leia mais

2. Disseminar o conhecimento gerado no Instituto Federal do Amazonas.

2. Disseminar o conhecimento gerado no Instituto Federal do Amazonas. Extensão ETENSÃO A implementação da politica de Extensão, no Instituto Federal do Amazonas reafirma a missão deste Instituto e seu comprometimento com o desenvolvimento local e regional promovendo a integração

Leia mais

PLANO DE TRABALHO CAMPUS DE FRANCISCO BELTRÃO QUATRIÊNIO 2016-2019

PLANO DE TRABALHO CAMPUS DE FRANCISCO BELTRÃO QUATRIÊNIO 2016-2019 PLANO DE TRABALHO CAMPUS DE FRANCISCO BELTRÃO QUATRIÊNIO 2016-2019 Candidato Gilmar Ribeiro de Mello SLOGAN: AÇÃO COLETIVA Página 1 INTRODUÇÃO Considerando as discussões realizadas com a comunidade interna

Leia mais

Presidência da República Federativa do Brasil Ministério da Educação Secretaria Executiva Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais

Presidência da República Federativa do Brasil Ministério da Educação Secretaria Executiva Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Presidência da República Federativa do Brasil Ministério da Educação Secretaria Executiva Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira INEP Diretoria de Avaliação da Educação

Leia mais

RENOVAR PARA INOVAR! Plano de Gestão. Proposta de plano de gestão do candidato Érico S. Costa ao cargo de Diretor do Campus

RENOVAR PARA INOVAR! Plano de Gestão. Proposta de plano de gestão do candidato Érico S. Costa ao cargo de Diretor do Campus RENOVAR PARA INOVAR! Plano de Gestão Proposta de plano de gestão do candidato Érico S. Costa ao cargo de Diretor do Campus 2013-2016 0 1 Sumário Apresentação... 2 Análise Situacional... 2 Programas Estruturantes...

Leia mais

PRÓ-REITORIA DE PESQUISA, PÓS-GRADUAÇÃO E INOVAÇÃO

PRÓ-REITORIA DE PESQUISA, PÓS-GRADUAÇÃO E INOVAÇÃO PRÓ-REITORIA DE PESQUISA, PÓS-GRADUAÇÃO E INOVAÇÃO PESQUISA, PÓS-GRADUAÇÃO E INOVAÇÃO As ações de pesquisa do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Amazonas constituem um processo educativo

Leia mais

CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA

CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira INEP Diretoria de Avaliação da Educação Superior - DAES SISTEMA NACIONAL DE AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO SUPERIOR

Leia mais

REGULAMENTO PARA ATIVIDADES COMPLEMENTARES CURSO DE ENFERMAGEM

REGULAMENTO PARA ATIVIDADES COMPLEMENTARES CURSO DE ENFERMAGEM ENFERMAGEM REGULAMENTO PARA ATIVIDADES COMPLEMENTARES CURSO DE ENFERMAGEM CAPÍTULO I DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES E SUAS FINALIDADES Art. 1º. As atividades complementares, no âmbito do Curso de Enfermagem,

Leia mais

DIRETRIZES CURRICULARES PARA OS CURSOS DE GRADUAÇÃO DA UTFPR

DIRETRIZES CURRICULARES PARA OS CURSOS DE GRADUAÇÃO DA UTFPR Ministério da Educação Universidade Tecnológica Federal do Paraná Pró-Reitoria de Graduação e Educação Profissional DIRETRIZES CURRICULARES PARA OS CURSOS DE GRADUAÇÃO DA UTFPR APROVADO PELA RESOLUÇÃO

Leia mais

NORMATIZAÇÃO E REGULAÇÃO DOS DOCUMENTOS OFICIAIS DAS INSTITUIÇÕES DE EDUCAÇÃO SUPERIOR LASSALISTA CURSOS DE GRADUAÇÃO

NORMATIZAÇÃO E REGULAÇÃO DOS DOCUMENTOS OFICIAIS DAS INSTITUIÇÕES DE EDUCAÇÃO SUPERIOR LASSALISTA CURSOS DE GRADUAÇÃO NORMATIZAÇÃO E REGULAÇÃO DOS DOCUMENTOS OFICIAIS DAS INSTITUIÇÕES DE EDUCAÇÃO SUPERIOR LASSALISTA CURSOS DE GRADUAÇÃO PROVÍNCIA LA SALLE BRASIL - CHILE APRESENTAÇÃO O Setor de Educação Superior da Província

Leia mais

CRONOGRAMA DE IMPLEMENTAÇÃO DO PDI

CRONOGRAMA DE IMPLEMENTAÇÃO DO PDI CRONOGRAMA DE IMPLEMENTAÇÃO DO PDI A implementação do Plano de Desenvolvimento Institucional, envolve além dos objetivos e metas já descritos, o estabelecimento de indicadores, como forma de se fazer o

Leia mais

CENTRO DE ENSINO SUPERIOR CENECISTA DE FARROUPILHA Mantido pela Campanha Nacional de Escolas da Comunidade

CENTRO DE ENSINO SUPERIOR CENECISTA DE FARROUPILHA Mantido pela Campanha Nacional de Escolas da Comunidade MANUAL DE ESTÁGIO Curso de PEDAGOGIA S U M Á R I O 1. Apresentação... 03 2. Proposta de Estágio... 03 3. Aspectos legais... 04 4. Objetivo Geral... 04 5. Campo de Estágio... 05 6. Modalidades de Estágio...

Leia mais

TEXTO BASE PARA UM POLÍTICA NACIONAL NO ÂMBITO DA EDUCAÇÃO PATRIMONIAL

TEXTO BASE PARA UM POLÍTICA NACIONAL NO ÂMBITO DA EDUCAÇÃO PATRIMONIAL TEXTO BASE PARA UM POLÍTICA NACIONAL NO ÂMBITO DA EDUCAÇÃO PATRIMONIAL Eixos Temáticos, Diretrizes e Ações Documento final do II Encontro Nacional de Educação Patrimonial (Ouro Preto - MG, 17 a 21 de julho

Leia mais

O Plano Nacional de Extensão Universitária

O Plano Nacional de Extensão Universitária O Plano Nacional de Extensão Universitária Antecedentes A universidade brasileira surgiu tardiamente, na primeira metade do século XX, pela união de escolas superiores isoladas, criadas por necessidades

Leia mais

PROGRAMA INSTITUCIONAL DE APOIO À EXTENSÃO DA UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MINAS GERAIS/UEMG

PROGRAMA INSTITUCIONAL DE APOIO À EXTENSÃO DA UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MINAS GERAIS/UEMG PROGRAMA INSTITUCIONAL DE APOIO À EXTENSÃO DA UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MINAS GERAIS/UEMG Maio de 2015 SUMÁRIO I - INTRODUÇÃO...2 II - CONCEPÇÃO EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA...3 III - CARACTERIZAÇÃO DAS ATIVIDADES

Leia mais

PLANO DE GESTÃO 2009-2012 1 - APRESENTAÇÃO

PLANO DE GESTÃO 2009-2012 1 - APRESENTAÇÃO PLANO DE GESTÃO 2009-2012 1 - APRESENTAÇÃO Os objetivos desse Plano de Gestão estão pautados na missão da Faculdade de Ciências Farmacêuticas como escola pública de excelência, que tem suas atividades

Leia mais

REFERENCIAIS ESTRATÉGICOS. PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO 2011-2020: metas que envolvem a Educação Profissional

REFERENCIAIS ESTRATÉGICOS. PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO 2011-2020: metas que envolvem a Educação Profissional REFERENCIAIS ESTRATÉGICOS Projeto de Lei nº 8.035, de 2010 PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO 2011-2020: metas que envolvem a Educação Profissional O PNE é formado por: 10 diretrizes; 20 metas com estratégias

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA CENTRO DE EDUCAÇÃO SUPERIOR NORTE - RS

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA CENTRO DE EDUCAÇÃO SUPERIOR NORTE - RS UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA CENTRO DE EDUCAÇÃO SUPERIOR NORTE - RS PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO CIÊNCIAS BIOLÓGICAS LICENCIATURA PLENA ESTRATÉGIAS PEDAGÓGICAS O Curso de Ciências Biológicas, através

Leia mais

CHECK-LIST PARA ELABORAÇÃO DO PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO

CHECK-LIST PARA ELABORAÇÃO DO PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO CHECK-LIST PARA ELABORAÇÃO DO PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO Com a finalidade de otimizar o processo de elaboração e avaliação dos Projetos Pedagógicos do Cursos (PPC), sugere-se que os itens a seguir sejam

Leia mais

U N I V E R S I D A D E C A T Ó L I C A D E B R AS Í L I A P R Ó - R E I T O R I A D E P Ó S - G R A D U A Ç Ã O E P E S Q U I S A P R PG P/ U C B

U N I V E R S I D A D E C A T Ó L I C A D E B R AS Í L I A P R Ó - R E I T O R I A D E P Ó S - G R A D U A Ç Ã O E P E S Q U I S A P R PG P/ U C B U N I V E R S I D A D E C A T Ó L I C A D E B R AS Í L I A P R Ó - R E I T O R I A D E P Ó S - G R A D U A Ç Ã O E P E S Q U I S A P R PG P/ U C B REGULAMENTO GERAL DOS PROGRAMAS DE PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA PROJETO PEDAGÓGICO INSTITUCIONAL PPI

UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA PROJETO PEDAGÓGICO INSTITUCIONAL PPI UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA PROJETO PEDAGÓGICO INSTITUCIONAL PPI ABRIL, 2005 Introdução A Universidade Federal da Bahia ao elaborar o seu Plano de Desenvolvimento Institucional PDI (2004-2008), incluiu

Leia mais

Anexo 1 - Resolução 016/2011 - CONSUN. Plano de Desenvolvimento Institucional PDI

Anexo 1 - Resolução 016/2011 - CONSUN. Plano de Desenvolvimento Institucional PDI Plano de Desenvolvimento Institucional PDI 13 I ENSINO DE GRADUAÇÃO Objetivo 1 - Buscar continuamente a excelência nos cursos de graduação 1. Avaliar continuamente o processo educativo, em consonância

Leia mais

Faculdades Integradas do Vale do Ivaí Instituto Superior de Educação - ISE

Faculdades Integradas do Vale do Ivaí Instituto Superior de Educação - ISE DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO 1 Do estágio curricular supervisionado A modalidade de Estágio Supervisionado é uma importante variável a ser considerada no contexto de perfil do egresso. A flexibilidade prevista

Leia mais

DIRETRIZES CURRICULARES PARA OS CURSOS DE BACHARELADO E LICENCIATURA DA UTFPR

DIRETRIZES CURRICULARES PARA OS CURSOS DE BACHARELADO E LICENCIATURA DA UTFPR Ministério da Educação Universidade Tecnológica Federal do Paraná Pró-Reitoria de Graduação e Educação Profissional DIRETRIZES CURRICULARES PARA OS CURSOS DE BACHARELADO E LICENCIATURA DA UTFPR Resolução

Leia mais

CURSO DE DIREITO REGULAMENTO PARA ATIVIDADES COMPLEMENTARES

CURSO DE DIREITO REGULAMENTO PARA ATIVIDADES COMPLEMENTARES CURSO DE DIREITO REGULAMENTO PARA ATIVIDADES COMPLEMENTARES 2 DA FINALIDADE E DO OBJETIVO Art. 1º. As Atividades Complementares do Curso de Direito da Faculdade Unida de Suzano serão regidas por este Regulamento.

Leia mais

PROF. DR. CLODIS BOSCARIOLI

PROF. DR. CLODIS BOSCARIOLI PROF. DR. CLODIS BOSCARIOLI PLANO DE TRABALHO DIREÇÃO GERAL DO CAMPUS DE CASCAVEL QUADRIÊNIO 2012-2015 Cascavel set/2011. APRESENTAÇÃO Nasci em Umuarama/PR em 31/07/1973. Sou técnico em Contabilidade pelo

Leia mais

Universidade Estadual de Maringá GABINETE DA REITORIA

Universidade Estadual de Maringá GABINETE DA REITORIA R E S O L U Ç Ã O N o 119/2005-CEP CERTIDÃO Certifico que a presente Resolução foi afixada em local de costume, nesta Reitoria, no dia 1º/9/2005. Esmeralda Alves Moro, Secretária. Aprova normas para organização

Leia mais

Em março de 1999, passaram a integrar o grupo, representantes da Secretaria do Tesouro Nacional e do Ministério da Educação.

Em março de 1999, passaram a integrar o grupo, representantes da Secretaria do Tesouro Nacional e do Ministério da Educação. PROGRAMA NACIONAL DE EDUCAÇÃO FISCAL PNEF 1 Antecedentes Historicamente, a relação fisco e sociedade, foram pautadas pelo conflito entre a necessidade de financiamento das atividades estatais e o retorno

Leia mais

Regulamenta a validação e registro das Atividades Complementares dos cursos de Graduação das Faculdades Projeção.

Regulamenta a validação e registro das Atividades Complementares dos cursos de Graduação das Faculdades Projeção. RESOLUÇÃO Nº 01/2011 Regulamenta a validação e registro das Atividades Complementares dos cursos de Graduação das Faculdades Projeção. O Conselho Superior da Faculdade Projeção, com base nas suas competências

Leia mais

PROGRAMA INSTITUCIONAL DE RESPONSABILIDADE SOCIAL

PROGRAMA INSTITUCIONAL DE RESPONSABILIDADE SOCIAL CENTRO DE ENSINO ATENAS MARANHENSE FACULDADE ATENAS MARANHESE DIRETORIA ACADÊMICA NÚCLEO DE ASSESSORAMENTO E DE DESENVOLVIMENTO PEDAGÓGICO - NADEP PROGRAMA INSTITUCIONAL DE RESPONSABILIDADE SOCIAL SÃO

Leia mais

FACULDADE DE EDUCAÇÃO, ADMINISTRAÇÃO E TECNOLOGIA DE IBAITI - FEATI

FACULDADE DE EDUCAÇÃO, ADMINISTRAÇÃO E TECNOLOGIA DE IBAITI - FEATI ASSOCIAÇÃO DE ENSINO SUPERIOR DE IBAITI FACULDADE DE EDUCAÇÃO, ADMINISTRAÇÃO E TECNOLOGIA DE IBAITI - FEATI REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES DO CURSO DE BACHARELADO EM CIÊNCIAS CONTÁBEIS COORDENADORA

Leia mais

crítica na resolução de questões, a rejeitar simplificações e buscar efetivamente informações novas por meio da pesquisa, desde o primeiro período do

crítica na resolução de questões, a rejeitar simplificações e buscar efetivamente informações novas por meio da pesquisa, desde o primeiro período do Dimensão 2 As políticas para o ensino, a pesquisa, a pós-graduação, a extensão e as respectivas normas de operacionalização, incluídos os procedimentos para estímulo à produção acadêmica, as bolsas de

Leia mais

PLANO DE AÇÃO 2012 Resolução COP Nº. 114/2011 de 08/12/2011

PLANO DE AÇÃO 2012 Resolução COP Nº. 114/2011 de 08/12/2011 PLANO DE DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL De acordo com o Decreto 5.773/2006 PERÍODO - 2012-2015 Resolução COP Nº 113/2011, de 08/12/2011 PLANO DE AÇÃO 2012 Resolução COP Nº. 114/2011 de 08/12/2011 Lucas

Leia mais

RESOLUÇÃO CONEPE Nº 007/2012

RESOLUÇÃO CONEPE Nº 007/2012 RESOLUÇÃO CONEPE Nº 007/2012 Institui as Diretrizes de Pesquisa e Pós-graduação da Universidade Estadual do Rio Grande do Sul UERGS e providências pertinentes. O CONSELHO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO

Leia mais

Plano de Ação do Centro de Educação e Letras 2012-2015

Plano de Ação do Centro de Educação e Letras 2012-2015 Plano de Ação do Centro de Educação e Letras 2012-2015 Apresentação: O presente plano de trabalho incorpora, na totalidade, o debate e indicativo do coletivo docente e discente do Centro de Educação e

Leia mais

Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre PLANO PLURIANUAL DE AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL (2014-2017)

Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre PLANO PLURIANUAL DE AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL (2014-2017) Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre PLANO PLURIANUAL DE AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL (2014-2017) Setembro de 2014 1 SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO... 3 2. JUSTIFICATIVA... 5 3. OBJETIVOS DA AVALIAÇÃO...

Leia mais

8.1 Políticas de Gestão de Pessoal 8.1.1 Organização e Gestão de Pessoas 8.1.2 Corpo Docente 8.1.3 Requisitos de Titulação 8.1.4 Critérios de Seleção

8.1 Políticas de Gestão de Pessoal 8.1.1 Organização e Gestão de Pessoas 8.1.2 Corpo Docente 8.1.3 Requisitos de Titulação 8.1.4 Critérios de Seleção 8.1 Políticas de Gestão de Pessoal 8.1.1 Organização e Gestão de Pessoas 8.1.2 Corpo Docente 8.1.3 Requisitos de Titulação 8.1.4 Critérios de Seleção e Contratação 8.1.5 Plano de Carreira e Regime de Trabalho

Leia mais

Política Nacional de Museus Bases para a Política Nacional de Museus

Política Nacional de Museus Bases para a Política Nacional de Museus Política Nacional de Museus Bases para a Política Nacional de Museus APRESENTAÇÃO Ao se propor a sistematização de uma política pública voltada para os museus brasileiros, a preocupação inicial do Ministério

Leia mais

CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CONSELHO PLENO RESOLUÇÃO CNE/CP Nº 1, DE 15 DE MAIO DE 2006. (*)

CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CONSELHO PLENO RESOLUÇÃO CNE/CP Nº 1, DE 15 DE MAIO DE 2006. (*) CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CONSELHO PLENO RESOLUÇÃO CNE/CP Nº 1, DE 15 DE MAIO DE 2006. Institui Diretrizes Curriculares Nacionais para o Curso de Graduação em Pedagogia, licenciatura. O Presidente

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Comissão Nacional de Avaliação da Educação Superior- Conaes Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira Inep SISTEMA NACIONAL DE AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO

Leia mais

Parágrafo Único. As Atividades Complementares não se confundem com as disciplinas do Curso de Direito.

Parágrafo Único. As Atividades Complementares não se confundem com as disciplinas do Curso de Direito. REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES DO CURSO DE DIREITO Dispõe sobre as Atividades Complementares do Curso de Direito do Centro Universitário do Cerrado-Patrocínio UNICERP. Capítulo I Das Disposições

Leia mais

UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO ESCOLA DE EDUCAÇÃO FÍSICA E ESPORTE. Curso: Licenciatura em Educação Física Projeto Pedagógico

UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO ESCOLA DE EDUCAÇÃO FÍSICA E ESPORTE. Curso: Licenciatura em Educação Física Projeto Pedagógico UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO ESCOLA DE EDUCAÇÃO FÍSICA E ESPORTE Curso: Licenciatura em Educação Física Projeto Pedagógico Ingressantes em 2007 Dados: Sigla: Licenciatura em Educação Física Área: Biológicas

Leia mais

PROGRAMA DE RESPONSABILIDADE SOCIAL PRS-FACIIP

PROGRAMA DE RESPONSABILIDADE SOCIAL PRS-FACIIP PROGRAMA DE RESPONSABILIDADE SOCIAL PRS-FACIIP Aprovado na Reunião do CONASU em 21/01/2015. O Programa de Responsabilidade Social das Faculdades Integradas Ipitanga (PRS- FACIIP) é construído a partir

Leia mais

1. IDENTIFICAÇÃO DO CURSO

1. IDENTIFICAÇÃO DO CURSO 1. IDENTIFICAÇÃO DO CURSO O Curso de Secretariado Executivo das Faculdades Integradas de Ciências Exatas Administrativas e Sociais da UPIS, reconhecido pelo MEC desde 1993, pela Portaria 905, de 24.06,1993,

Leia mais

RESOLUÇÃO n o 35 de 16/12/2011- CAS

RESOLUÇÃO n o 35 de 16/12/2011- CAS RESOLUÇÃO n o 35 de 16/12/2011- CAS Estabelece a política de pesquisa, desenvolvimento, inovação e extensão da Universidade Positivo (UP). O CONSELHO ACADÊMICO SUPERIOR (CAS), órgão da administração superior

Leia mais

PONTOS FRACOS E PONTOS FORTES E PROPOSTA PARA SOLUCIONAR E/OU MINIMIZAR

PONTOS FRACOS E PONTOS FORTES E PROPOSTA PARA SOLUCIONAR E/OU MINIMIZAR PRÓ-REITORIA DE PLANEJAMENTO COORDENADORIA DE ACOMPANHAMENTO E AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL SÍNTESE DE RELATORIO DE AUTOAVALIAÇÃO INSTITUCIONAL E DE AVALIAÇÃO EXTERNA PONTOS FRACOS E PONTOS FORTES E PROPOSTA

Leia mais

Resolução nº 2/2006 3/2/2006 RESOLUÇÃO CNE Nº 2, DE 2 DE FEVEREIRO DE 2006 DOU 03.02.2006

Resolução nº 2/2006 3/2/2006 RESOLUÇÃO CNE Nº 2, DE 2 DE FEVEREIRO DE 2006 DOU 03.02.2006 Resolução nº 2/2006 3/2/2006 RESOLUÇÃO CNE Nº 2, DE 2 DE FEVEREIRO DE 2006 DOU 03.02.2006 Institui as Diretrizes Curriculares Nacionais para o curso de graduação em Engenharia Agrícola e dá outras providências.

Leia mais

Autorizado pela Portaria Ministerial nº 1734, D.O.U. de 06/08/2001.

Autorizado pela Portaria Ministerial nº 1734, D.O.U. de 06/08/2001. MANUAL DE ATIVIDADES COMPLEMENTARES No Curso de Licenciatura em Educação Física os alunos participam das atividades complementares de conteúdo curricular obrigatório como pré-requisito para obtenção do

Leia mais

PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO DO IFPR CÂMPUS CAMPO LARGO DESDOBRAMENTO DAS DIRETRIZES E OBJETIVOS ESTRATÉGICOS PARA O CÂMPUS DOCUMENTO FINAL

PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO DO IFPR CÂMPUS CAMPO LARGO DESDOBRAMENTO DAS DIRETRIZES E OBJETIVOS ESTRATÉGICOS PARA O CÂMPUS DOCUMENTO FINAL PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO DO IFPR CÂMPUS CAMPO LARGO DESDOBRAMENTO DAS DIRETRIZES E OBJETIVOS ESTRATÉGICOS PARA O CÂMPUS DOCUMENTO FINAL EIXO: ENSINO, PESQUISA, EXTENSÃO E INOVAÇÃO Objetivos Específicos

Leia mais

CURSO: MESTRADO ACADÊMICO

CURSO: MESTRADO ACADÊMICO COMUNICADO no 002/2012 ÁREA DE ZOOTECNIA E RECURSOS PESQUEIROS ORIENTAÇÕES PARA NOVOS APCNS 2012 IDENTIFICAÇÃO ÁREA DE AVALIAÇÃO: Zootecnia e Recursos Pesqueiros PERÍODO DE AVALIAÇÃO: 2012 ANO DE PUBLICAÇÃO

Leia mais

Art. 16.O plano de desenvolvimento institucional deverá conter, pelo menos, os seguintes elementos:

Art. 16.O plano de desenvolvimento institucional deverá conter, pelo menos, os seguintes elementos: Referência atual: Decreto 5.773, 9 de maio de 2006. Art. 16.O plano de desenvolvimento institucional deverá conter, pelo menos, os seguintes elementos: I-missão, objetivos e metas da instituição, em sua

Leia mais

RESUMO PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO SUPERIOR DE EVENTOS

RESUMO PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO SUPERIOR DE EVENTOS RESUMO PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO SUPERIOR DE EVENTOS SALVADOR 2012 1 CONTEXTUALIZAÇÃO Em 1999, a UNIJORGE iniciou suas atividades na cidade de Salvador, com a denominação de Faculdades Diplomata. O contexto

Leia mais

REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES NO ÂMBITO DA FACET

REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES NO ÂMBITO DA FACET REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES NO ÂMBITO DA FACET 1. DO CONCEITO E PRINCÍPIOS 1.1 As Atividades Complementares são componentes curriculares de caráter acadêmico, científico e cultural cujo foco

Leia mais

UNIARA CENTRO UNIVERSITÁRIO DE ARARAQUARA MESTRADO PROFISSIONAL EM EDUCAÇÃO: PROCESSOS DE ENSINO, GESTÃO E INOVAÇÃO REGULAMENTO SUMÁRIO

UNIARA CENTRO UNIVERSITÁRIO DE ARARAQUARA MESTRADO PROFISSIONAL EM EDUCAÇÃO: PROCESSOS DE ENSINO, GESTÃO E INOVAÇÃO REGULAMENTO SUMÁRIO UNIARA CENTRO UNIVERSITÁRIO DE ARARAQUARA MESTRADO PROFISSIONAL EM EDUCAÇÃO: PROCESSOS DE ENSINO, GESTÃO E INOVAÇÃO REGULAMENTO SUMÁRIO TÍTULO I - APRESENTAÇÃO DO PROGRAMA... 1 TÍTULO II - DOS OBJETIVOS...

Leia mais

SALA TEMÁTICA: EDUCAÇÃO SUPERIOR

SALA TEMÁTICA: EDUCAÇÃO SUPERIOR SALA TEMÁTICA: EDUCAÇÃO SUPERIOR Metas PNE - Meta 12 Elevar a taxa bruta de matrícula na Educação Superior para 50% (cinquenta por cento) e a taxa líquida para 33% (trinta e três por cento) da população

Leia mais

O CURSO DE GESTÃO PÚBLICA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS: UMA CONCEPÇÃO AMPLIADA DE GESTÃO PÚBLICA

O CURSO DE GESTÃO PÚBLICA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS: UMA CONCEPÇÃO AMPLIADA DE GESTÃO PÚBLICA O CURSO DE GESTÃO PÚBLICA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS: UMA CONCEPÇÃO AMPLIADA DE GESTÃO PÚBLICA Vera Alice Cardoso SILVA 1 A origem: motivações e fatores indutores O Curso de Gestão Pública

Leia mais

REGULAMENTO INSTITUCIONAL DE ATIVIDADES COMPLEMENTARES NORMAS OPERACIONAIS PARA ACOMPANHAMENTO E REGISTRO DOS ESTUDOS COMPLEMENTARES

REGULAMENTO INSTITUCIONAL DE ATIVIDADES COMPLEMENTARES NORMAS OPERACIONAIS PARA ACOMPANHAMENTO E REGISTRO DOS ESTUDOS COMPLEMENTARES REGULAMENTO INSTITUCIONAL DE ATIVIDADES COMPLEMENTARES NORMAS OPERACIONAIS PARA ACOMPANHAMENTO E REGISTRO DOS ESTUDOS COMPLEMENTARES O Parecer do CNE/CES nº 492/2001, assim define as atividades complementares:

Leia mais

Cursos de Pedagogia têm novas Diretrizes Curriculares Nacionais

Cursos de Pedagogia têm novas Diretrizes Curriculares Nacionais Cursos de Pedagogia têm novas Diretrizes Curriculares Nacionais O Conselho Nacional de Educação baixou a Resolução nº 1, de 15 de maio de2006, publicada no Diário 0ficial da União de 16, instituindo as

Leia mais

EDITAL DE INCENTIVO AO ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO PARA OS CURSOS DE GRADUAÇÃO NA MODALIDADE A DISTÂNCIA

EDITAL DE INCENTIVO AO ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO PARA OS CURSOS DE GRADUAÇÃO NA MODALIDADE A DISTÂNCIA Coordenação de Educação a Distância CEAD, Pró-Reitoria de Graduação PROGRAD, Pró-Reitoria de Extensão e Cultura PROExC, Pró-Reitoria de Pós-Graduação e Pesquisa PROPG e Diretoria de Assuntos Comunitários

Leia mais

Desenvolvimento de Competências Múltiplas e a Formação Geral na Base da Educação Superior Universitária

Desenvolvimento de Competências Múltiplas e a Formação Geral na Base da Educação Superior Universitária Desenvolvimento de Competências Múltiplas e a Formação Geral na Base da Educação Superior Universitária Paulo Gabriel Soledade Nacif, Murilo Silva de Camargo Universidade Federal do Recôncavo da Bahia

Leia mais

UNIDADE II METODOLOGIA DO FORMAÇÃO PELA ESCOLA

UNIDADE II METODOLOGIA DO FORMAÇÃO PELA ESCOLA UNIDADE II METODOLOGIA DO FORMAÇÃO PELA ESCOLA Quando focalizamos o termo a distância, a característica da não presencialidade dos sujeitos, num mesmo espaço físico e ao mesmo tempo, coloca se como um

Leia mais

POLÍTICA DE ENSINO DA FISMA

POLÍTICA DE ENSINO DA FISMA MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO ME FACULDADE INTEGRADA DE SANTA MARIA PRELIMINARES POLÍTICA DE ENSINO DA FISMA Santa Maria, RS Junho - 2010 1 SUMÁRIO 1. POLÍTICA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO... 1 2. POLÍTICAS DE ENSINO

Leia mais

SISTEMA NACIONAL DE AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO SUPERIOR SINAES

SISTEMA NACIONAL DE AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO SUPERIOR SINAES MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Secretaria de Educação a Distância SEED Departamento de Regulação e Supervisão da Educação a Distância Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira Inep

Leia mais

Síntese do plano de atuação da CPA- ciclo avaliativo 2008/2010

Síntese do plano de atuação da CPA- ciclo avaliativo 2008/2010 Síntese do plano de atuação da CPA- ciclo avaliativo 2008/2010 O trabalho da CPA/PUCSP de avaliação institucional está regulamentado pela Lei federal nº 10.861/04 (que institui o SINAES), artigo 11 e pelo

Leia mais

Novas diretrizes para a licenciatura em Educação Física

Novas diretrizes para a licenciatura em Educação Física Novas diretrizes para a licenciatura em Educação Física Prof. Dr. João Batista Tojal, 1º Vice-Presidente do CONFEF O Ministério da Educação, através do Conselho Nacional de Educação / Conselho Pleno, designou

Leia mais

Contribuições da Universidade de São Paulo - USP ao Fórum Nacional de Educação Superior MEC/SeSu

Contribuições da Universidade de São Paulo - USP ao Fórum Nacional de Educação Superior MEC/SeSu Contribuições da Universidade de São Paulo - USP ao Fórum Nacional de Educação Superior MEC/SeSu Considerando a solicitação da Secretaria do Ensino Superior, MEC, e da Câmara da Educação Superior, CNE,

Leia mais

AÇÕES DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL 1. FORMAÇÃO INICIAL E CONTINUADA OU QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL

AÇÕES DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL 1. FORMAÇÃO INICIAL E CONTINUADA OU QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL GLOSSÁRIO EDUCAÇÃO PROFISSIONAL SENAC DIRETORIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL RIO DE JANEIRO NOVEMBRO/2009 AÇÕES DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL Ações educativas destinadas ao desenvolvimento de competências necessárias

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR NÃO OBRIGATÓRIO CURSO DE PEDAGOGIA, Licenciatura REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR NÃO OBRIGATÓRIO Das disposições gerais O presente documento

Leia mais

DECLARACÃO DO CONGRESSO INTERNACIONAL DE REITORES LATINO-AMERICANOS E CARIBENHOS O COMPROMISSO SOCIAL DAS UNIVERSIDADES DA AMÉRICA LATINA E CARIBE

DECLARACÃO DO CONGRESSO INTERNACIONAL DE REITORES LATINO-AMERICANOS E CARIBENHOS O COMPROMISSO SOCIAL DAS UNIVERSIDADES DA AMÉRICA LATINA E CARIBE DECLARACÃO DO CONGRESSO INTERNACIONAL DE REITORES LATINO-AMERICANOS E CARIBENHOS O COMPROMISSO SOCIAL DAS UNIVERSIDADES DA AMÉRICA LATINA E CARIBE UFMG, BELO HORIZONTE, BRASIL 16 a 19 de setembro de 2007.

Leia mais

DIMENSÃO 2: - Política para o ensino, pesquisa, pós-graduação e extensão - Respectivas normas de operacionalização

DIMENSÃO 2: - Política para o ensino, pesquisa, pós-graduação e extensão - Respectivas normas de operacionalização DIMENSÃO 2: - Política para o ensino, pesquisa, pós-graduação e extensão - Respectivas normas de operacionalização 2.1 - GRADUAÇÃO 2.1.1. Descrição do Ensino de Graduação na UESC Cursos: 26 cursos regulares

Leia mais

COMUNICADO AOS ALUNOS DA FMIt

COMUNICADO AOS ALUNOS DA FMIt COMUNICADO AOS ALUNOS DA FMIt Professora Mariléia Chaves Andrade Coordenadora das Atividades Complementares na FMIt Prezados alunos, Favor lerem atenciosamente esse comunicado. Venho através deste fornecer

Leia mais

PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO

PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO INTRODUÇÃO PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO (PPC) Articulação com o Plano de Desenvolvimento Institucional PDI Projeto Político Pedagógico Indissociabilidade entre ensino, pesquisa

Leia mais

PLANO DE GESTÃO 2015-2017

PLANO DE GESTÃO 2015-2017 UNIFAL-MG FACULDADE DE CIÊNCIAS FARMACÊUTICAS PLANO DE GESTÃO 2015-2017 Profa. Fernanda Borges de Araújo Paula Candidata a Diretora Profa. Cássia Carneiro Avelino Candidata a Vice Diretora Índice Apresentação...

Leia mais

PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO (PPC)

PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO (PPC) , INCLUINDO ESSE, DEVEM SER RETIRADOS DO TEXTO FINAL, POIS SERVEM SOMENTE COMO ORIENTAÇÃO PARA ELABORAÇÃO DO DOCUMENTO FINAL> PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO (PPC)

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Secretaria de Educação a Distância SEED Departamento de Regulação e Supervisão da Educação a Distância Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira Inep

Leia mais

Mestrados Profissionais em Segurança Pública. Documento do Workshop Mestrado Profissional em Segurança Pública e Justiça Criminal

Mestrados Profissionais em Segurança Pública. Documento do Workshop Mestrado Profissional em Segurança Pública e Justiça Criminal I- Introdução Mestrados Profissionais em Segurança Pública Documento do Workshop Mestrado Profissional em Segurança Pública e Justiça Criminal Este documento relata as apresentações, debates e conclusões

Leia mais

Parâmetros para avaliação de mestrado profissional*

Parâmetros para avaliação de mestrado profissional* Parâmetros para avaliação de mestrado profissional* 1. Natureza do mestrado profissional A pós-graduação brasileira é constituída, atualmente, por dois eixos claramente distintos: o eixo acadêmico, representado

Leia mais

A construção participativa da Base Nacional Comum Curricular

A construção participativa da Base Nacional Comum Curricular Ministério da Educação Secretaria de Educação Básica A construção participativa da Base Nacional Comum Curricular Direitos e Objetivos de Aprendizagem e Desenvolvimento Diretrizes Curriculares Nacionais

Leia mais

MEDICINA PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGICO DO CURSO DE MEDICINA (SÍNTESE)

MEDICINA PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGICO DO CURSO DE MEDICINA (SÍNTESE) PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGICO DO CURSO DE (SÍNTESE) Ao longo de mais de cinco décadas, a Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC Minas) estruturou um ambiente acadêmico intelectualmente rico

Leia mais

O SERVIÇO SOCIAL NA UNIVERSIDADE CASTELO BRANCO: ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO NA CONSTRUÇÃO DE UM PROJETO DE CIDADANIA.

O SERVIÇO SOCIAL NA UNIVERSIDADE CASTELO BRANCO: ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO NA CONSTRUÇÃO DE UM PROJETO DE CIDADANIA. O SERVIÇO SOCIAL NA UNIVERSIDADE CASTELO BRANCO: ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO NA CONSTRUÇÃO DE UM PROJETO DE CIDADANIA. Profa. Elizabeth Rodrigues Felix 1 I- INTRODUÇÃO Com dezoito anos de existência, o

Leia mais

MANUAL DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES

MANUAL DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES MANUAL DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES São Vicente 2011 INTRODUÇÃO As atividades complementares, também designadas como Atividades e Estudos Independentes, são consideradas componentes pedagógicos próprios

Leia mais

RELATÓRIO SÍNTESE DA CPA (COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO) - 2014

RELATÓRIO SÍNTESE DA CPA (COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO) - 2014 A CPA (Comissão Própria De Avaliação) apresentou ao MEC, em março de 2015, o relatório da avaliação realizada no ano de 2014. A avaliação institucional, realizada anualmente, aborda as dimensões definidas

Leia mais

INTRODUÇÃO OBJETIVOS GERAIS E ESPECÍFICOS

INTRODUÇÃO OBJETIVOS GERAIS E ESPECÍFICOS INTRODUÇÃO Com base no Programa Nacional de Reestruturação dos Hospitais Universitários Federais - REHUF, destinado à reestruturação e revitalização dos hospitais das universidades federais, integrados

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO Nº 13, DE 24 DE NOVEMBRO DE 2006 (*)

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO Nº 13, DE 24 DE NOVEMBRO DE 2006 (*) MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO Nº 13, DE 24 DE NOVEMBRO DE 2006 (*) Institui as Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Turismo

Leia mais

ANEXO I REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES PARA FLEXIBILIZAÇÃO CURRICULAR DO CURSO DE BACHARELADO EM EDUCAÇÃO FÍSICA

ANEXO I REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES PARA FLEXIBILIZAÇÃO CURRICULAR DO CURSO DE BACHARELADO EM EDUCAÇÃO FÍSICA ANEXO I REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES PARA FLEXIBILIZAÇÃO CURRICULAR DO CURSO DE BACHARELADO EM EDUCAÇÃO FÍSICA Aprovado pelo Colegiado do Curso de Bacharelado em Educação Física, em reunião

Leia mais

RESUMO DO PPC Curso Superior de Tecnologia em Logística Emitente: Adriano Araújo Data: 21/10/2015

RESUMO DO PPC Curso Superior de Tecnologia em Logística Emitente: Adriano Araújo Data: 21/10/2015 1. PERFIL DO CURSO O Curso de da Unijorge (UJ), instalado no Comércio, está fundamentado em mecanismos efetivos de interdisciplinaridade e flexibilização curricular que permitem a formação de profissionais

Leia mais

Concepções e qualidade da Educação Superior a Distância : a experiência da Universidade Aberta do Brasil- UAB.

Concepções e qualidade da Educação Superior a Distância : a experiência da Universidade Aberta do Brasil- UAB. Concepções e qualidade da Educação Superior a Distância : a experiência da Universidade Aberta do Brasil- UAB. Profa. Dra. Nara Maria Pimentel Diretora de Ensino de Graduação da UnB Presidente do Fórum

Leia mais

RESOLUÇÃO N o 012, de 27 de março de 2008. 1 (Modificado o Regimento pela Res. 022/2011 e 061/2011)

RESOLUÇÃO N o 012, de 27 de março de 2008. 1 (Modificado o Regimento pela Res. 022/2011 e 061/2011) RESOLUÇÃO N o 012, de 27 de março de 2008. 1 (Modificado o Regimento pela Res. 022/2011 e 061/2011) Cria o Núcleo de Educação a Distância (NEAD) e aprova seu Regimento Interno. O PRESIDENTE DO CONSELHO

Leia mais

Formação de Formadores

Formação de Formadores REGULAMENTO DO PROGRAMA DE MESTRADO PROFISSIONAL EM EDUCAÇÃO: Formação de Formadores São Paulo 2012 1 Sumário Título I Da Constituição do Programa... 03 Capítulo I Dos Fins e Objetivos... 03 Capítulo II

Leia mais

Elizabeth Fontoura Dorneles Reitora

Elizabeth Fontoura Dorneles Reitora Elizabeth Fontoura Dorneles Reitora Sirlei De Lourdes Lauxen Vice-Reitora de Graduação Fábio Dal-Soto Vice-Reitor de Administração Cléia Rosani Baiotto Vice-Reitora de Pós-Graduação, Pesquisa e Extensão

Leia mais

12º CONCURSO BANCO REAL UNIVERSIDADE SOLIDÁRIA

12º CONCURSO BANCO REAL UNIVERSIDADE SOLIDÁRIA 12º CONCURSO BANCO REAL UNIVERSIDADE SOLIDÁRIA :: INTRODUÇÃO :: O Grupo Santander Brasil acredita que a educação é a principal ferramenta para construir um mundo sustentável e melhor. Por isso, investe

Leia mais

Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior - CAPES Diretoria de Avaliação - DAV DOCUMENTO DE ÁREA 2009

Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior - CAPES Diretoria de Avaliação - DAV DOCUMENTO DE ÁREA 2009 Identificação Área de Avaliação: EDUCAÇÃO Coordenadora de Área: CLARILZA PRADO DE SOUSA Coordenadora-Adjunta de Área: ELIZABETH FERNANDES DE MACEDO Modalidade: Acadêmica I. Considerações gerais sobre o

Leia mais

Minuta do Capítulo 8 do PDI: Políticas de Atendimento aos Discentes

Minuta do Capítulo 8 do PDI: Políticas de Atendimento aos Discentes Minuta do Capítulo 8 do PDI: Políticas de Atendimento aos Discentes Elaborada pela Diretoria de Assuntos Estudantis 1 1 Esta minuta será apreciada pelo Colegiado de Ensino, Pesquisa e Extensão nos dias

Leia mais

Campanha Nacional de Escolas da Comunidade CNEC

Campanha Nacional de Escolas da Comunidade CNEC Campanha Nacional de Escolas da Comunidade CNEC Regulamento de Projeto Integrador dos Cursos Superiores de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas, Segurança da Informação e Sistemas para Internet

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DA INTEGRAÇÃO LATINO-AMERICANA UNILA CONSELHO UNIVERSITÁRIO

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DA INTEGRAÇÃO LATINO-AMERICANA UNILA CONSELHO UNIVERSITÁRIO RESOLUÇÃO CONSUN Nº 029 DE 1º DE OUTUBRO DE 2014 Aprova as Diretrizes da Política de Mobilidade Acadêmica da Universidade Federal da Integra ção Latino-Americana UNILA. O Conselho Universitário da Universidade

Leia mais

ANEXO III. Cronograma detalhado do PROAVI

ANEXO III. Cronograma detalhado do PROAVI ANEXO III Cronograma detalhado do PROAVI 65 PROGRAMA DE AUTO-AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL DA PUC-CAMPINAS CRONOGRAMA COMPLEMENTAR DETALHANDO AS ATIVIDADES E AS AÇÕES DE DIVULGAÇÃO COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO

Leia mais

Normas das Atividades Complementares do Curso de Ciência da Computação

Normas das Atividades Complementares do Curso de Ciência da Computação Normas das Atividades Complementares do Curso de Ciência da Computação 1. Apresentação As atividades complementares são consideradas parte integrante do Currículo do Curso de Bacharelado em Ciência da

Leia mais

RELATO DO PROJETO OBSERVATÓRIO DA EDUCAÇÃO. GT 06 Formação de professores de Matemática: práticas, saberes e desenvolvimento profissional

RELATO DO PROJETO OBSERVATÓRIO DA EDUCAÇÃO. GT 06 Formação de professores de Matemática: práticas, saberes e desenvolvimento profissional RELATO DO PROJETO OBSERVATÓRIO DA EDUCAÇÃO GT 06 Formação de professores de Matemática: práticas, saberes e desenvolvimento profissional Maria Madalena Dullius, madalena@univates.br Daniela Cristina Schossler,

Leia mais