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1 Ano 5. Número oo4 P r t al oboletim Mensal do Instituto Politécnico de Portalegre Sete magníficos alunos Os melhores alunos do Instituto Politécnico de Portalegre, em 2002/2003, viram o seu trabalho reconhecido ao receber uma Bolsa por Mérito, na tarde de 25 de Março. Este ano foram atribuídas sete bolsas, mais uma do que na última entrega, devido ao acréscimo do número de alunos. A cerimónia realizou-se na sala de actos do IPP, tendo contado com a presença dos dirigentes do Instituto e das Escolas, de funcionários e de familiares e amigos dos alunos premiados. O presidente do IPP fez questão de entregar o prémio ao aluno Carlos Pires, o qual tem recebido todos os anos as distinções de melhor aluno, concedidas pelo Instituto. Integridade e verticalidade foram qualidades apontadas a este estudante finalista de Engenharia Electromecânica. Uma palavra especial também esteve reservada a cada um dos premiados, por parte do respectivo presidente do Conselho Directivo. Todos foram unânimes em considerar que estes estudantes não têm passado desapercebidos na sua comunidade académica. Cada um dos alunos recebeu um prémio de 1783 Euros (cinco vezes o valor do salário mínimo nacional), com base em critérios definidos pelo Ministério da tutela. O Dr. Nuno Oliveira relembrou que o Instituto começou por atribuir quatro destas bolsas, facto que levou o presidente a assinalar o crescimento quantitativo da instituição e um crescimento qualitativo, evidenciado nas descrições de cada dirigente sobre os alunos premiados. Alfredo Peneda, o aluno premiado da ESAE, é, simultaneamente, presidente da Associação de Estudantes e representante dos alunos no Conselho Directivo e nas palavras do presidente da sua Escola consubstancia o tipo de aluno que tem tempo para fazer tudo. Para o presidente do IPP este é um exemplo de que os alunos não aprendem só aquilo que diz respeito às suas especialidades, aprendem 1 Silvana Lagarto, de Professores do 2.º Ciclo do Ensino Básico, variante de Educação Visual e Tecnológica; 17, 25 valores Mónica Martins, de Assessoria 2 6 de Administração; 16, 90 valores 3 4 Carlos Pires, de Engenharia Electromecânica; 16, 73 valores Cátia Pereira da Silva, de Enfermagem; 16, 73 valores Dirigentes do IPP e das Escolas (8); Entrega das Bolsas por Mérito realizada na sala de actos (9). também, por um lado, a raciocinar, a reflectir, a ponderar sobre os problemas, mas por outro lado a atingirem níveis de cidadania, de responsabilidade, que fica acrescida com estes prémios que vão recebendo e que os distinguem dos outros. 5 7 Daniela Campos, de Professores do 2.º Ciclo do Ensino Básico, variante de Educação Visual e Tecnológica; 16, 50 valores Cidália Anacleto, de Gestão Estratégica; 16, 18 valores Alfredo Peneda, de Engenharia Agrária e Desenvolvimento Regional; 15, 58 valores 8 9

2 editorial Enf. Eduardo Ribeiro Presidente do Conselho Pedagógico da Escola Superior de Enfermagem de Portalegre Formação de competências em Enfermagem A enfermagem registou entre nós, no decurso dos últimos anos, uma evolução, quer ao nível da formação de base, quer no que diz respeito à complexidade e dignificação do seu exercício profissional. Torna-se assim imperioso, reconhecer como de significativo valor, o papel do enfermeiro no âmbito da comunidade científica de saúde e no que concerne à qualidade e eficácia da prestação de cuidados de saúde. É neste sentido, que quem utiliza os serviços de saúde, pretende ver as suas necessidades satisfeitas com uma garantia de qualidade nos cuidados prestados e um atendimento individualizado que permita um grau de satisfação do cliente/utente, compatível com os recursos que o profissional de enfermagem dispõe. A Escola Superior de Enfermagem de Portalegre é uma instituição que ao fazer parte integrante do Instituto Politécnico de Portalegre promove a realização pessoal e profissional daqueles que a ela recorrem e que pretendem ser profissionais de enfermagem, dotando-os de competências que lhes permita desenvolver uma actividade profissional exigente, rigorosa e de qualidade. A formação em enfermagem é hoje uma realidade incontestável, permitindo que os alunos adquiram competências através de um conhecimento científico, não só na área das ciências de enfermagem, mas também nas áreas da formação, da gestão e da investigação em enfermagem, projectando-os para uma sociedade onde irão desenvolver a sua actividade. De acordo com as premissas anteriores, o aluno de enfermagem aprende a desenvolver capacidades e atitudes que lhe permitirão encontrar novos valores que caracterizam o exercício profissional dos enfermeiros. Os princípios humanistas, de respeito pelos valores, costumes e até religiões previstos no Código Deontológico são fundamentais para a boa prática da enfermagem. É neste contexto, que o aluno de enfermagem desenvolve as suas competências através do saber, do saber ser, saber agir e saber fazer, que concorrem para a qualidade dos cuidados, tendo presente que a qualidade pode ter vários significados para pessoas diferentes. Assim, requer por parte do aluno o desenvolvimento de sensibilidades para lidar com as diferenças, que permitam elevados níveis de satisfação dos clientes/utentes. É dentro destes princípios que a Escola Superior de Enfermagem desenvolve a sua acção, no sentido de dar resposta às novas exigências do ensino superior, através de uma filosofia e de um quadro de referências que permitem acompanhar a evolução da enfermagem e contribuir para o seu desenvolvimento, numa realidade que não se limita apenas ao nosso país, mas que se estende a toda a comunidade europeia. Nesta nova realidade, a aprendizagem desenvolve-se em vários domínios, cujas competências se enquadram na prática profissional, ética e legal, na prestação e gestão de cuidados e no desenvolvimento profissional. A prática profissional, ética e legal visa essencialmente a aceitação da responsabilidade dos actos que pratica dentro daquilo que é o seu papel e as suas competências. Esta prática é também exercida de acordo com o Código Deontológico com respeito pelos direitos dos cidadãos, tendo sempre presente a confidencialidade, a segurança, as crenças, os valores e os costumes de todos os clientes/utentes. Na prestação e gestão de cuidados são desenvolvidas competências que permitem aplicar os conhecimentos e as técnicas adequadas a cada situação específica para a promoção da saúde do indivíduo, família e comunidade. Para tal, procura obter toda a informação necessária, colheita de dados, planeia todas as intervenções e medidas necessárias com objectivos bem definidos, executa os cuidados de enfermagem de uma forma eficaz aplicando os princípios científicos e realiza a avaliação no sentido de saber se os cuidados produziram o efeito desejado, se os objectivos foram atingidos e se as necessidades, incapacidades ou problemas apresentados pelos clientes/utentes foram solucionados. Por fim, o desenvolvimento profissional prende-se essencialmente com a valorização profissional criando uma imagem profissional, valorizando a investigação como contributo para o desenvolvimento da enfermagem e assumindo a responsabilidade de liderança na prática dos cuidados de enfermagem. Para além dos aspectos anteriormente referidos, o enfermeiro utiliza ainda indicadores válidos para a avaliação da qualidade da prática de enfermagem, actuando de forma a ir ao encontro da satisfação das suas necessidades de formação contínua, bem como da formação de outros elementos da equipa de trabalho. É neste quadro de competências bem definido, que neste âmbito é descrito em traços muito gerais, que o ensino de enfermagem se desenvolve na nossa unidade orgânica, e acredito, que todos os profissionais que trabalham diariamente na nossa Escola, continuarão a dar o seu contributo para dignificar o Ensino Superior de Enfermagem, a Escola Superior de Enfermagem, o Instituto Politécnico e a Cidade de Portalegre. Errata No último número do Portal, por um lapso gráfico não foi incluído o último parágrafo do editorial ESAE, ouço esqueço, vejo lembro, faço aprendo, do Eng.º Luís Alcino da Conceição. Endereçando um pedido de desculpas ao autor, transcreve-se de seguida o texto em falta: Em tempos de rigor, resta-nos perguntar: quem assume esta responsabilidade?.

3 _ 3 portal ª Semana de Engenharia, na ESTG Na Escola Superior de Tecnologia e Gestão, entre 15 e 19 de Março, a 7ª Semana de Engenharia constitui-se mais uma vez como um espaço aberto de reflexão, discussão e partilha de experiências. Este ano procurou-se dar relevância à temática do Ambiente e introduziram-se algumas variantes no programa, que para além das conferências, incluiu um concurso na área da Informática e outro na área da Engenharia Civil, bem como uma acção de divulgação da Escola, junto de alunos do ensino secundário. A componente formativa realizou-se através de uma acção sobre manuseamento e programação de autómatos industriais. Como balanço final da iniciativa, o Dr. Adolfo Caroço, presidente da comissão organizadora, constatou que muita informação foi abordada e divulgada, sobre diversos temas de interesse relevante para os nossos alunos e agradeceu a colaboração de oradores do Instituto de Telecomunicações, do Instituto Superior Técnico, da Universidade de Extremadura, da Escola Superior de Tecnologia de Setúbal e da própria ESTG, assim como das empresas Auto Europa, MIIT, BIU, Selenis, Central Termoeléctrica de Sines, Plastval, Portalegre Polis, BETTOR MBT, Águas do Norte Alentejo e Demoustier- Castolin. Estudantes do Secundário visitaram a Escola Cerca de centena e meia de alunos do 12º ano, de seis escolas secundárias da região, visitaram a ESTG no decorrer da Semana de Engenharia. Cada visita incluiu uma apresentação dos cursos ministrados na Escola, por parte de um docente de cada área. Os alunos tiveram a possibilidade de conhecer as instalações, efectuar experiências nos diversos laboratórios, assistir às conferências que decorreram no auditório e usufruir de um almoço no refeitório da Escola. Concursos motivam participação dos alunos Um concurso de pontes de esparguete e outro de programação, com uma respectiva atribuição de prémios, alargaram o ângulo de intervenção do evento. Vinte pontes construídas com esparguete concorreram, nas categorias de resistência e de design. No auditório, numa sessão muito participada, acompanharam-se as provas de resistência, das pontes a concurso. O trabalho classificado em primeiro lugar suportou um peso quase 50 vezes superior ao peso da própria ponte! No primeiro concurso de programação, o desafio foi construir um aplicativo que implementasse a tarefa de ordenar uma lista de números. Classificações 1º Concurso de Programação 1º Prémio: Luís Bonacho,1º ano de Engenharia Informática Câmara fotográfica digital Sony Cyber shot DSC - P32 2º Prémio: David Amador, 1º ano de Engenharia Informática Memória USB 128 Mb 3º Prémio: Carlos Pires, 5º ano de Engenharia Electromecânica Livro Linguagem C de Luís Damas da Editora FC 1º Concurso de Pontes de Esparguete Categoria de Design 1º Prémio: Ricardo Martinho, 5º ano de Engenharia Civil Gravador de DVD 2º Prémio: Luís Ventura, 5º ano de Engenharia Civil Colunas para PC 3º Prémio: Dário Velho, 5º ano de Engenharia Civil Calculadora Gráfica Categoria de Resistência 1º Prémio: Nelson Berbem, 3º ano de Engenharia Civil XBOX ou PS2 2º Prémio: Nelson Berbem, 3º ano de Engenharia Civil Leitor de DVD 3º Prémio: Catarina Couto, 5º ano de Engenharia Civil USB Flash 128Mb Docente da ESAE lecciona em Timor Entre os meses de Junho e Julho, o Eng.º Luís Alcino da Conceição vai prestar serviço docente na Universidade de Timor Leste, no âmbito do programa de colaboração com a Federação das Universidades Portuguesas. O vice-presidente do Conselho Directivo da Escola Superior Agrária de Elvas leccionará a disciplina de Equipamentos Agro-Florestais, à licenciatura de Ciências Agrárias.

4 4_ portal Jornalismos, um tributo e muita aprendizagem A oitava edição das Jornadas da Comunicação Social, da Escola Superior de Educação de Portalegre, ficou marcada pela atribuição de um tributo ao jornalista Adelino Gomes. Entre 16 e 18 de Março, o tema Jornalismos deu o mote para os tradicionais debates. Uma exposição de fotografia, uma feira do livro e um ciclo de cinema temáticos foram outras iniciativas realizadas no âmbito das Jornadas. O primeiro debate sobre Jornalismo de Investigação contou como oradores os jornalistas José Pedro Castanheira (Expresso) e Eduardo Cintra Torres (Público). Ao segundo dia do evento, Margarida Ruas e Carlos Clamote falaram sobre Marketing sem fins lucrativos ; Pedro Oliveira e António Marques intervieram na conferência que abordou o tema Jornalismo Ambiental, particularizado no programa Planeta Azul da RTP. Porque por ano são mais de 1000 os novos licenciados na área da comunicação social, abordou-se o tema dos estágios no debate Jornalistas ou estudantes de Jornalismo?, no qual participaram Paulo Pedrosa (antigo aluno da ESE, a trabalhar actualmente no site Mais Futebol), João Paulo Silva (Diário de Leiria) e José Luiz Fernandes (Sindicato de Jornalistas). A sessão de encerramento das Jornadas contou com a presença do Secretário de Estado Adjunto do Ministro da Presidência, que anunciou um projecto de reforma para o sector da comunicação social regional e local. Na ocasião, o aluno João Picado, da Comissão Organizadora, lamentou a falta de cobertura do evento, por parte dos média locais, facto negativo já anteriormente realçado pelo presidente do IPP, na sessão de abertura. Primeiro tributo O jornalista Adelino Gomes É jornalista, desde Trabalhou no Rádio Clube Português, na Rádio Renascença, na RDP, na Revista Seara Nova, na RTP e no Público, onde actualmente é redactor principal. A plateia do auditório da ESE rendeuse às suas histórias, na tarde do último dia das Jornadas. Contou que no dia 25 de Abril de 1974, em plena revolução dos cravos, reencontrou Salgueiro Maia, seu antigo colega de liceu, que lhe disse estamos aqui para que mais ninguém tenha que sair do país, pelo que diz ou que pensa. Falou no glamour da sua profissão: essa «coisa» de estar na primeira fila. Quantas vezes no próprio palco, misturado com aqueles que são os actores dos acontecimentos. O homenageado foi ao Haiti, esteve no Huambo, esteve várias vezes em Moçambique; no 25 de Abril, no 11 de Março, no funeral de Tito, no ground zero, quando ainda tinha o fumo e tinha a dor e tinha o drama, mas não escondeu que o que fez foi uma parte de uma profissão que é dominada pelas tarefas mais humildes. Como o trabalho que o ocupava, quando veio às Jornadas: andar às voltas com as listas telefónicas, durante dois meses e meio, numa procura exaustiva dos homens que fizeram o 25 de Abril. Contou uma última história. A que tinha acabado de escrever, sobre um rapaz que terminou o conservatório Tchaikovsky, com a nota máxima e, em Bragança, onde não tinha um piano para tocar, fazia exercícios no tampo da mesa, da sala de estar. Sustentou que o jornalismo tem obrigação de ser isto e ensinou que a reportagem faz-se com os cinco sentidos, mais o coração.

5 _ 5 portal IPP apoia criação da Rede de Museus Escolares de Portalegre O Instituto Politécnico é uma das instituições fundadoras do projecto da Rede de Museus Escolares de Portalegre. O interesse pela História e memória da Escola motivou este projecto, concebido pela doutora Maria João Mogarro, presidente do Departamento de Ciências Sociais e Humanas e suas Didácticas, da Escola Superior de Educação de Portalegre. Esta rede de museus escolares funcionará, fundamentalmente, no domínio da investigação e intervenção sobre o património educativo e a cultura escolar. Entende-se que a preservação da memória da realidade escolar pode ser realizada com a (re)descoberta e divulgação dos materiais que fizeram parte dessa realidade, tornando-a presente, ao mesmo tempo que se constrói uma cultura escolar em estreita ligação com a comunidade local, que também possui as suas representações sobre a escola. A par do IPP e da ESE, são parceiras nesta Rede as seguintes instituições: Câmara Municipal de Portalegre, a Direcção Regional de Educação do Alentejo (DREA), a Escola Secundária Mouzinho da Silveira, a Escola Secundária de S. Lourenço, os Agrupamentos de Escolas n.º 1 e n.º 2 de Portalegre. Estas instituições assinaram um Protocolo no passado dia 24 de Março, no Salão Nobre da Câmara Municipal, criando oficialmente a Rede de Museus Escolares de Portalegre, designada por REMEP, constituída por museus/núcleos museológicos e colecções pertencentes àquelas instituições fundadoras, assim como por colecções particulares e projectos que se integram no âmbito temático do património escolar e da museologia educativa. Mais uma docente da ESE doutorada A docente Maria José Martins, da Escola Superior de Educação, concluiu o doutoramento em Psicopedagogia, na área de Psicologia da Educação, na Faculdade de Educação da Universidade de Extremadura. A sua tese com o título Agressão e Vitimação entre adolescentes em contexto escolar, variáveis sociodemográficas, psicossociais e sociocognitivas foi defendida, no passado dia 16 de Janeiro, e aprovada com a nota máxima de sobresaliente cum laude. Intervenção formativa da ESEnf. em Vila de Rei O concelho de Vila de Rei foi alvo de um diagnóstico de Saúde, realizado pelos alunos do 4º ano da 2ª Licenciatura da Escola Superior de Enfermagem de Portalegre. Para caracterizar a comunidade do concelho e identificar os problemas e necessidades sentidas, foram aplicados cerca de 800 questionários, entre 15 e 19 de Março. Este trabalho foi realizado numa perspectiva de adopção de atitudes que visem o desenvolvimento comunitário e promovam a responsabilização da comunidade nos processos de promoção e manutenção da Saúde. O diagnóstico de Saúde é um dos elementos primordiais para uma efectiva prestação de cuidados, pela racionalização de recursos e por permitir definir intervenções prioritárias. Os docentes Filomena Palmeiro e Mário Martins consideram que este estudo se pode constituir num contributo para a efectiva resolução de alguns dos problemas desta comunidade e se constituiu num óptimo momento formativo para os alunos. Numa região assolada pela catástrofe dos incêndios, o projecto da ESEnf. mereceu o apoio e interesse da Câmara Municipal de Vila de Rei, que possibilitou a sua realização.

6 conhecer Laboratório de Ciências da ESE Bancadas, microscópios, vários tipos de reagentes, modelos do corpo humano e de seres vegetais, uma chaminé para libertar os gases tóxicos, estufas, auto-claves e lupas binoculares, entre muitos outros equipamentos, apetrecham o Laboratório de Ciências da Escola Superior de Educação. Este espaço existe desde que a ESE iniciou as suas actividades lectivas. Aulas teórico-práticas ou práticas são dadas aos cursos de Professores do Ensino Básico, variantes de Matemática e Ciências da Natureza e de Educação Visual e Tecnológica, Educadores de Infância, Ensino Básico 1º Ciclo, Turismo e Termalismo e Animação Educativa e Sociocultural Recorde de refeições servidas nos refeitórios do IPP Março de 2004 EUNIÃO da C REUNIÃO EUNIÃO da COMISSÃO PERMANENTE A aprovação do relatório de actividades de 2003 foi um dos pontos da ordem de trabalhos da reunião de 2 de Março, da Comissão Permanente do Conselho Geral. Sobre a temática das admissões e promoções de pessoal não docente, e na sequência da reunião de 30 de Janeiro, a Comissão Permanente entendeu, por unanimidade, que por inexistência de cabimento orçamental, não é oportuna a abertura de concursos de promoção, nem a realização de reclassificações funcionais ou nomeações em regime de substituição. Nesta reunião, realizada na Escola Superior de Educação, abordaram-se outros assuntos, relacionados com a fixação de vagas para o próximo ano lectivo; oferta formativa (pós- -graduações); prestação de contas de 2003 ponto de situação; regulamento de acumulações; Leis número 2 e 3, do ano de 2004; comunicações telefónicas e informações.

7 conhecer A 2 de Novembro de 1990, quatro dias antes do início das actividades lectivas da Escola Superior de Tecnologia e Gestão, começou a trabalhar nesta instituição. Inicialmente, fez trabalho de contínua e de telefonista, nas instalações do Centro de Formação Profissional, onde a Escola acolheu os primeiros 60 alunos. Com a transferência para as actuais instalações, ficou afecta à Reprografia, onde se mantém. Duzentos e muitos utentes passam, diariamente, por este serviço. A D. Silvina reparte tarefas com mais duas colegas. Conta que o trabalho nunca se acaba e que por dia andam quilómetros, entre as prateleiras onde estão alinhadas as matérias e o balcão de atendimento ao público. Aqui, tiram-se cópias, fazem-se encadernações, enquanto se ouvem os alunos, que às vezes também desabafam connosco. Durante muito tempo teve a seu cargo a venda de senhas de refeição, trabalho agora efectuado por uma máquina própria. O seu percurso profissional inclui uma passagem pela Segurança Social, onde trabalhou no arquivo, e pelo Jardim de Infância dos Assentos, onde prestou apoio às crianças. Nome Silvina Neves Alegria Póvoas Data de Nascimento Naturalidade Portalegre funcionária Nome Ricardo Telo Garcia Loureiro Data de Nascimento Naturalidade Seia aluno Os dois novos cursos que a Escola Superior Agrária de Elvas abriu, este ano, suscitaram a preferência deste aluno de Gestão de Espaços Verdes. Enfermagem Veterinária foi a sua primeira opção, mas o bacharelato que frequenta também se insere na sua área de interesses. Convidado a apresentar o seu curso, explica que este estabelece a ligação entre engenheiros paisagistas e arquitectos e se perspectiva com boas saídas profissionais. Integra a Assembleia Geral do IPP. Apesar de estar na Escola há pouco tempo, já foi eleito membro da Associação de Estudantes. Esta foi uma política adoptada pelos colegas mais velhos, no sentido de integrar os alunos mais novos, para que tenham outra noção da Escola e do próprio meio, explica. Quando terminar a sua formação, antecipa que o litoral pode ser o seu destino e não descarta a hipótese de mais tarde, quem sabe, abrir uma empresa. Lecciona na Escola Superior de Enfermagem, desde o ano de Em 1986, iniciou estudos na Escola onde hoje é docente. Finalizada essa etapa, voltou para Lisboa e frequentou a Escola Superior de Enfermagem Maria Fernanda Resende, onde fez o Curso de Especialização de Enfermagem de Reabilitação. Mais tarde, regressou a Portalegre e, na condição de enfermeira especialista de reabilitação, ficou a trabalhar no Hospital, onde posteriormente foi enfermeira chefe nos serviços de ortopedia e medicina II. No ano de 2000, frequentou o mestrado em Bio-Ética, na Faculdade de Medicina de Lisboa, o qual concluiu, com a tese A dimensão ética do cuidar, papel do formador na formação ética dos estudantes. É membro do Conselho Científico e integrou a Assembleia de Representantes da ESEnf. No futuro, pensa em fazer um doutoramento, seguindo um pouco a linha de investigação do seu mestrado. Conta que nos tempos livres adora viajar para destinos um pouco exóticos, pratica body combat e acompanha a filha nas suas actividades desportivas. Nome Paula Alexandra Ângelo Ribeiro Marques Data de Nascimento Naturalidade Lisboa docente

8 a fechar... Alunos da ESE animam Feira de Doçaria Conventual Os alunos do curso de Animação Educativa e Sociocultural, da Escola Superior de Educação, dinamizaram a IV Feira de Doçaria Conventual, uma organização da Câmara Municipal de Portalegre, que decorreu entre 12 e 14 de Março. O Convento de São Bernardo recebeu o evento, possibilitando a continuação de um projecto de animação daquele espaço, coordenado pelo Doutor Domingos Bucho e posto em prática, no ano passado, aquando das Festas da Cidade. Os finalistas de Animação vestiram o hábito de monje e realizaram visitas guiadas ao Mosteiro. Foi exibido um documentário e mantida uma exposição bem documentada sobre a História e o dia-a-dia das antigas inquilinas deste espaço. Contam-se contos, na ESE Quarta-feira, às 14 horas, no ginásio da Escola Superior de Educação, faz-se silêncio para, durante um quarto de hora, ouvir contar dois contos. Esta actividade, iniciada na última semana do primeiro semestre e retomada a 10 de Março, integra-se no plano de actividades do Conselho Pedagógico da ESE e pretende repetir-se com frequência. As sessões são acompanhadas pela docente Maria João Reis, do Departamento de Expressões Artísticas, Motricidade e Animação e suas Didácticas, que partilha a vontade de ter um ateliê de contadores de histórias, na Escola. Tunapapasmisto acumula sucessos Cerca de 800 pessoas assistiram à terceira edição dos Capotes Negros, no Mercado Municipal de Portalegre, na noite de 10 de Março. Este festival de Tunas contou com a participação da Seis Tetos, da Universidade de Évora; da Tuna de Farmácia, da Universidade de Coimbra; da Desportuna, do Instituto Politécnico de Santarém, das Tuninfas e da Tunapapasmisto, organizadora do evento. Os Capotes Negros não foram a única realização de sucesso da Tunapapasmisto, em Março. Nos dias 19 e 20, no IV Mocastunas, Festival de Tunas de Rio Maior, a formação mista do IPP foi distinguida com os prémios Melhor Pandeireta e Tuna+Tuna (melhor espírito académico, companheirismo, com melhor presença em cima e fora do palco). Fotografias de Paulo da Graça, no IPP Paulo da Graça diz-se pouco dado a expor os seus trabalhos, mas aceitou mostar as suas fotografias nos Serviços Centrais do IPP. Este fotógrafo amador, que cultiva a paixão pela fotografia desde os 9 anos, apresentou uma mostra heterogénea de trabalhos a preto e branco e a cores registos cénicos; retratos humanos e de animais e outros instantes fixados. O espaço de exposições do Instituto acolhe uma nova mostra todos os meses e apesar de já ter agendadas exposições até ao final do ano, continua a aceitar novas propostas para ocupação temporária desta galeria. Ficha Técnica Edição Gabinete de Relações Públicas e Cooperação do Instituto Politécnico de Portalegre Director Nuno Oliveira Redacção Maria do Carmo Maridalho Telma Salsinha Secretariado Susana Dias Paginação e Impressão Margarida Dias Colaboração João Picado, Enf.ª Filomena Palmeiro e Enf.º Mário Martins Periodicidade Mensal Contactos Praça do Município Apartado Portalegre Tel Fax Site

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