Transporte Marítimo e Portos

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1 Transporte Marítimo e Portos Disposição de Terminais num Porto - 1 Disposição geral do porto de Leixões. 1

2 Disposição de Terminais num Porto - 2 Porto de Rotterdam (Holanda), o maior porto europeu. Disposição de Terminais num Porto - 3 Foto de parte do porto de Rotterdam (Holanda), o maior porto europeu. 2

3 Maiores Portos Europeus Sistemas de Controle do Tráfego A intensidade e complexidade do tráfego nos portos modernos obrigam à existência de sistemas informatizados de gestão do tráfego e operações. 3

4 Rebocadores As operações de navegação no acesso ou dentro do porto e de atracação/desatracação exigem, por vezes, o auxílio de rebocadores. Pilotos da Barra A navegação à entrada dos portos, especialmente se esta entrada é difícil, bem como as operações de atracação/desatracação, são normalmente feitas com recurso a pilotos da barra. 4

5 Terminal de Contentores - 1 Terminal de Contentores - 2 5

6 Terminal de Contentores - 3 Terminal de Contentores - 4 6

7 Terminal de Contentores - 5 Terminal de Contentores - 6 7

8 Terminal de Contentores 7 Terminal de Granéis Sólidos Os terminais de granéis sólidos podem ser de vários tipos: - Cereais. - Minério de Ferro. - Outros minérios. - Carvão. 8

9 Terminal de Granéis Sólidos Terminal de Granéis Sólidos 9

10 Terminal de Carga Geral Guindastes para Movimentar Carga Geral 10

11 Terminal Petroquímico - 1 Terminal Petroquímico

12 Terminal Petroquímico - 3 Terminal Gás Natural

13 Terminal Gás Natural - 2 Terminal Roll-On/Roll-Off

14 Terminal Roll-On/Roll-Off - 2 Terminal Roll-On/Roll-Off

15 Carga/Descarga ao Largo Importância dos Interfaces Ferroviários 15

16 Principais Portos Portugueses São cinco os principais portos nacionais continentais: Sines Douro e Leixões Lisboa Setúbal e Sesimbra Aveiro São 4 os portos regionais continentais: Viana do Castelo Figueira da Foz Portimão Faro Principais Portos Portugueses O movimento global de mercadorias, no conjunto dos portos comerciais do Continente, atingiu milhares de toneladas em 2003, o que representa um crescimento de 2,7%, relativamente a Relativamente ao ano de 2005: Movimento Mercadorias Portos Nacionais

17 Política Europeia de Portos Porto de Leixões Política Europeia de Portos Porto de Leixões Integra os seguintes cais/terminais: Cais Convencionais de Carga Geral e Granéis Sólidos Cais de movimentação de Granéis Líquidos Terminal de Petroleiros Terminal de Contentores Terminal Roll-On / Roll-off Estação de Passageiros Doca de Recreio Porto de Pesca Instalações Especializadas (silos, depósitos e armazéns) 17

18 Política Europeia de Portos Porto de Aveiro Política Europeia de Portos Porto de Aveiro 18

19 Política Europeia de Portos Porto de Aveiro Integra 5 terminais: Terminal Norte: movimentação de carga geral e granéis sólidos como cimento, cereais, pasta de papel, perfilados metálicos, aglomerados de madeira e argilas; Terminal Sul: movimenta sobretudo cimento, pescado, cereais, sal, caulino, argilas, perfilados metálicos e pasta de papel; Terminal Roll on Roll off; Terminal de Granéis Líquidos: movimenta diversas mercadorias entre as quais cloreto de vinilo, combustíveis, anilinas, MDI, metanol e vinho; Terminal de Granéis Sólidos: elevado potencial de exploração para as indústrias ligadas ao sector alimentar, cerâmico e de construção. Política Europeia de Portos Porto de Lisboa Movimenta sobretudo: Granéis sólidos alimentares Contentores (Lisboa é o quarto ibérico) Granéis líquidos Carga fraccionada e a carga geral Passageiros 19

20 Política Europeia de Portos Porto de Lisboa Terminais: Terminal de passageiros de Santa Apolónia Terminal de carga geral de Santa Apolónia Terminal de contentores para as Regiões Autónomas Terminal de contentores de Alcântara Terminal multiusos do Poço do Bispo (Cais do Beato) Terminal cerealeiro do Beato Terminal multiusos no Poço do Bispo (Cais do Poço do Bispo) Terminal de areias Política Europeia de Portos Porto de Setúbal As principais instalações do porto são constituídas por terminais de carga geral, além de instalações terrestres. O porto conta ainda com um terminal de ferries que ligam Setúbal à Península de Tróia, sendo polivalente, com funções de tráfego de mercadorias e passageiros, de pesca e de recreio, muito 20

21 Política Europeia de Portos Porto de Setúbal Terminais Públicos: Terminais essencialmente dedicados à movimentação de cimento, veículos e granéis sólidos Terminais Privados: Terminal operado pela Auto-Europa Terminal operado pela EDP para o transporte de carvão para a central eléctrica vizinha Terminais operados por investidores privados para a movimentação de carga geral e granéis sólidos e líquidos Terminais operados pela Secil para a movimentação de carga geral e granéis sólidos Política Europeia de Portos Porto de Sines 21

22 Política Europeia de Portos Porto de Sines Integrando cinco terminais: Petroleiro Petroquímico Multiusos (carvão e granéis sólidos) Gás natural liquefeito Contentores (Terminal XXI) Política Europeia de Portos Porto de Sines 22

23 Perfil Estratégico dos Portos - 1 O perfil estratégico dos Portos do Douro e Leixões tem como vectores: A afirmação como principal porto do noroeste peninsular A vocação multi-usos O desenvolvimento no segmento da carga contentorizada A consolidação no segmento dos granéis líquidos e granéis sólidos alimentares A afirmação como referência do sistema logístico nacional O reforço no segmento dos cruzeiros turísticos Perfil Estratégico dos Portos - 2 O perfil estratégico do Porto de Aveiro tem como vectores: O desenvolvimento nos segmentos da carga geral fraccionada e dos granéis O desenvolvimento do parque logístico O reforço da sua capacidade competitiva através da articulação com o porto da Figueira da Foz A afirmação como referência logística, pelo desenvolvimento da Zona de Actividades Logísticas Industriais 23

24 Perfil Estratégico dos Portos - 3 O perfil estratégico do Porto de Lisboa tem como vectores: Desenvolvimento da sua vocação como porto multifuncional Consolidação da sua posição na carga geral, aumentando a actual capacidade pela optimização e modernização das infra-estruturas existentes Reforço da posição nos granéis sólidos alimentares, enquanto primeiro porto nacional e segundo ibérico Ligação à plataforma portuária polinucleada de Castanheira do Ribatejo/Bobadela Ligação à plataforma urbana nacional do Poceirão, por via fluvial Afirmação como porto de cruzeiros de referência nas rotas turísticas internacionais Integração urbanística, conciliando a sua actuação com a gestão territorial dos municípios da área de jurisdição Perfil Estratégico dos Portos - 4 O perfil estratégico do Porto de Setúbal e Sesimbra tem como vectores: O reforço da sua posição no segmento de carga geral, nomeadamente como primeiro porto nacional para carga Ro-Ro O desenvolvimento da vocação para carga geral contentorizada, usando prioritariamente o transporte marítimo de curta distância O reforço da sua posição na movimentação de granéis sólidos A afirmação no sistema logístico nacional através da ligação à plataforma urbana nacional do Poceirão e à plataforma transfronteiriça de Elvas/Caia 24

25 Perfil Estratégico dos Portos - 5 Finalmente, o perfil estratégico do Porto de Sines tem como vectores: A afirmação do porto de Sines como porto de águas profundas capaz de se impor no contexto ibérico e europeu; O desenvolvimento no segmento da carga contentorizada, tornando o porto uma referência nacional, ibérica, europeia e mundial; A potenciação do porto enquanto elemento motor de desenvolvimento de uma vasta área industrial e logística; A afirmação como referência no sistema logístico nacional, através do desenvolvimento da plataforma portuária de Sines e das ligações às pl. logísticas. Links Interessantes

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